Olá, tudo bem? Meu nome é Anderson, serei seu professor nesse conteúdo de dados e fazendo para você a minha autodescrição. Sou um homem branco com cabelos castanhos.
Estou utilizando uma camisa preta e uso barba. Fundamentos de dados. Módulo dois, introdução ao banco de dados.
Bom, vamos então para o conteúdo. Nesta aula você vai aprender um pouquinho sobre a introdução ali de banco de dados. Agora, banco de dados que nós utilizamos mesmo para guardar as informações, né, eh, que são eh, trafegadas por sistemas.
Então, como é que funciona esse cenário, né? você tem as informações do seu cliente, as informações da empresa, seja ela uma empresa de vendas, de produtos, de comercialização de produtos ou de prestação de serviços. Tudo que a empresa faz, as informações, né, de tudo que ela faz, tudo que ela vende, de tudo que ela oferece, estão no banco de dados.
E aí são construídos aplicações, são construídas eh construídos sistemas para que através de telas cadastro, telas consultas de informações, telas para impressão de de relatórios, esse sistema tenha acesso às informações que estão no banco de dados e o banco de dados, seja local ou então na nuvem, certo? Esse sistema vai ter acesso a essas informações e essas informações elas também são visualizadas e trafegadas, né? Sistema banco de dados e banco de dados sistemas.
É assim que isso acontece. Perfeito. O sistema, então, é para garantir que eh informações consistentes, né, sejam eh introduzidas no banco, porque eh se não tivesse o sistema, né, validações não seriam feitas.
Por exemplo, você poderia eh cadastrar um cliente sem colocar o nome dele, né? você poderia, por exemplo, eh, cadastrar ali, eh, fazer uma venda, né, sem colocar ali o valor que o cliente pagou, porque não tem verificação, né? Claro que muitas dessas coisas são controladas pelas tabelas do banco de dados também em forma de relacionamento e também tem como você desenvolver muita codificação no banco, tá?
Mas a priori as verificações e validações são feitas via. Então, quando você consulta os dados no sistema, o sistema já tem uma forma, né, eh, que foi programada, que foi desenvolvida ali para ir direitinho no ponto que essa informação tá, consultar e trazer na tela pro usuário verificar. Perfeito.
Bom, lá no quadro, por gentileza, nós estamos vendo ali os objetivos dessa aula, né? Estamos ainda no módulo dois, introdução a banco de dados. Os objetivos, então, compreender o conceito de banco de dados, diferenciar uma planilha simples de um banco de dados mais complexo, né?
Então, uma planilha lá do Google, planilhas, por exemplo, para um banco de dados. Então, tem que fazer essa diferenciação, né? E introduzir o conceito de SGBD, que é o nosso sistema de gerenciamento de banco de dados.
Então, vamos falar um pouquinho desse primeiro conceito aí que é o SGBD, né? O que é então um sistema eh de gerenciamento de banco de dados ou um SGBD? Nada mais é que a ferramenta que o profissional da área de dados ou profissional da área de desenvolvimento de sistemas, ele utiliza para mexer realmente no banco de dados, tá?
Nada mais é que isso. Então vou dar um um exemplo. Vamos supor que nós estamos trabalhando com o banco de dados MySQL, tá?
Mais KL é um dos bancos de dados, né, que nós temos no mercado. Temos outros bancos de dados também, como Orogo, SQL Server, eh Firebird, eh o Firebase, Post Gree, né? Então temos uma série de bancos, o Mongo DB também para eh para dados não relacionados.
Então, temos uma série de bancos de dados no mercado. Então, eh, de acordo com o banco de dados que eu tô usando, é uma ferramenta que eu tenho que utilizar para trabalhar com esse banco. Perfeito.
É que nem programação. Ah, quero desenvolver em Java. Então, tem algumas ferramentas que eu posso utilizar, entre elas Eclipse, Net Beans, eh, né, entre outras.
Se eu for programar com C#ARP, eu posso utilizar, por exemplo, o Visual Studio, tá? Então, cada ferramenta é, né, é para uma linguagem. No banco de dados é a mesma coisa, certo?
Então, se eu for trabalhar com MySQL, eu vou utilizar o SGBD Workbench, que é o gerenciador, né, que é o sistema gerenciador de banco de dados próprio para trabalhar com MySQL, né, ou MySQL Server. Perfeito. Se eu for trabalhar com o Oracle, com o banco de dados da Oracle, eu posso utilizar o SQL Plus.
Se eu for trabalhar com o banco de dados da Microsoft, que é o SQL Server, eu vou utilizar a ferramenta oficial, que é o SQL Management Studio, tá? Então, nada mais é que isso, né? E é claro, ele é ele tem vários recursos para que eh você consiga criar bases de dados, criar tabelas, né?
eh construir os relacionamentos, eh criar procedimentos eh de programação dentro das bases de dados, que são as stories procederes. Então assim, cada um com o seu conjunto ali de skills, né, com o seu conjunto de habilidades para que você possa eh construir os bancos de dados, as bases de dados e fazer as estruturações e organizações necessárias, tá? Então isso é um SGBD.
Perfeito. Na tela ali aparecendo para você, ó, um conjunto organizado de informações armazenadas digitalmente, tá? Então, eh, isso aí, isso aí é o nosso banco de dados, é um conjunto organizado de informações armazenadas digitalmente.
E aí nós temos alguns exemplos, alguns objetivos, né? Objetivo do banco de dados e eh ilustração também. Os exemplos, quais são exemplos rotineiros ali, né, de bancos de dados ou de informações que nós armazenamos no banco de dados, listas de clientes, registros médicos, lembrando lá do nosso exemplo da clínica médica, né, informações de produtos.
Eh, eu dei também, eh, pode ser que seja uma empresa, não de produtos, mas de prestação de serviços, então são as OSs, né? Então assim, tudo e qualquer eh dado que é gerado de acordo com a atuação da sua empresa, com a atuação do seu negócio, você vai armazenar banco de dados, tá? Para que isso possa ser mantido e controlado e alterado, né, claro, pelo sistema.
Perfeito. Então ali você já conhece, né, a nossa imagem ali padrão do banco de dados. São as elipses, eh, uma em cima da outra ali em 3D, né?
Então tem esse desenho que é tridimensional, como se fosse um baú. Vou repetir aqui, né? Como se fosse um baú, ou seja, uma caixa, né, que você abre e você vai colocando as informações ali dentro.
Na verdade, o nosso banco de dados tem essa ideia de um grande repositório de dados para você ir colocando as informações ali. Perfeito. Bom, os objetivos, olha lá, olha lá no quadro comigo de novo.
Os objetivos, facilitar o acesso, né, a organização e a segurança dos dados. Então ali eu trouxe a retratação do HD, do hard disk, né? Então ali você tem que ter um controle de acesso para chegar nessas informações, né?
você vai trabalhar com certeza com a organização e também a segurança. Como que eu trabalho com a segurança no banco de dados? Através de controle de acesso, né?
Criando logins, criando senhas, utilizando a tecnologia, o recurso de criptografia, né, para criptografar as minhas senhas, né? Então, a a criptografia é como se fosse uma codificação, né? Ele vai codificar e decodificar.
Então, no momento que você digitar sua senha, você pode construir um código que vai criptografar aquela aquela senha. Não vai ser a sua senha que ele vai passar, né? Ele vai aplicar ali um recurso que vai transformar aquela sua senha em um monte de código.
Esse código, né, internamente o sistema de de criptografia, ele consegue validar que realmente a tua senha tá ali, tá ali dentro no meio, né? E aí ele vai também fazer a decodificação, né, para ele conseguir chegar ali no valor real da sua senha, né, que então você eh encripta e desencripta, né? Tá?
Então essa questão aí da criptografia de senha. Eh e aí ali a ilustração a representação de um banco de dados centralizado, né? Que é aquele banco de dados em que você tem o que que é um banco de dados centralizado?
Você tem o banco de dados em um único local, tá? Ele é um pouco diferente do conceito que nós temos do banco de dados distribuído. Então, o banco de dados distribuído, ele tem eh eh as bases de dados, elas estão em vários locais.
Um exemplo é quando você faz uma comercialização eh de produtos e você tem várias filiais, né? Então você tem um estoque de uma loja, um estoque da outra, então você tem eh bancos de dados distribuídos. em algum momento, é claro, você vai ter que fazer a sincronização desses dados para não eh para não correr o risco de vender produtos que já não têm estoque, por exemplo, né, que é um erro lá básico, tá?
Então, quando você tem o banco de dados centralizado, eh, você tem um único local só. O banco está em um único local somente, daí não vai acontecer esse tipo de situação. Perfeito.
Bom, vamos então pro próximo slide. E aí eu quero falar eh conversar um pouco aqui com você, né? Abordar essa questão da planilha versus banco de dados.
Então no nosso slide tá bem retratado aí a diferenciação e eu vou explicar para você com mais detalhes, tá? Então a breve comparação, ó, a planilha ela é ideal para poucas informações. Então começa por aí, né?
Eh, no passado a gente tinha eh empresas que queriam controlar todas as informações, tudo por planilha. Ah, não, vamos fazer uma planilha disso, uma planilha daquilo. O Excel ele é assim, ele é tem muito recurso e eu já vi sistemas, sistemas mesmos, né, mesmo criados dentro de planilhas do Excel.
Funciona, tá? Só que quando você tem um volume de dados mais expressivo, uma grande e uma grande volumetria de área ali, né? você vai começar a ter alguns problemas, né, como, né, você pode ter ali perda de informações, você pode ter lentidão, né, a latência.
Então, tem algumas coisas que não são muito legais quando você eh quando você eh decide que a planilha ela vai se comportar como banco de dados, porque na verdade ela não é um banco, né? O banco de dados tem muita tecnologia embarcada, tem muito conceito, né? Muitos conceitos e recursos que uma simples planilha não tem, tá?
Porque a planilha ela não ela não foi feito para ter esse comportamento de banco de dados, ela é simplesmente um repositório de dados, né? Onde você tem ali como e armazenar informações. Então, qual é o ideal?
Ela foi criada para quê? Para poucas informações. Então, pense sempre nisso, né?
Quando é poucas informações, ah, eu consigo trabalhar com uma planilha, eu consigo manter essas informações dentro dessa planilha. Então, do lado esquerdo do seu slide, a primeira imagem, a a primeira imagem é realmente a representação de uma planilha ou falando lá no no Google Drve, né, do nosso eh do nosso Google Sheets ou Google Planilha, tá? Então, eu tenho ali os meus dados é dentro de uma tabela, né?
Só que essa tabela, ela está dentro desse aplicativo que é o Excel ou o Google Planilhas. Ali eu tenho uma representação de dados que nós já até utilizamos em outros exemplos, né? O código, o nome e o telefone de algumas pessoas.
Perfeito? Então essa é a planilha, não foge disso. Do lado direito tem a representação aí do banco de dados, né?
Então, eh, o banco de dados, ele faz a gerência, ou seja, o controle, né, o monitoramento de milhares de registros. O que que seria uma linha na minha planilha? Vamos pegar a linha, linha três ali, ó.
Eu tenho o valor três pro código, o valor Carla para nome e o valor ali 31 97415698 pro telefone. São os valores, tá, dessa linha da planilha no banco de dados. uma linha, nós chamamos de registro ou então tupla.
Você vai encontrar em algumas literaturas com o nome de tupla, mas é menos usual, né? Mais convencional você chamar de registros. Então, eh, quando a gente fala, né, que o banco de dados ele trabalha com milhares de registros, a gente, se a gente, eh, se a gente pudesse falar isso da planilha, a gente falaria, ó, a planilha, né, eu tenho a capacidade de trabalhar com milhares de linhas dentro de uma planilha, né, mas a gente já viu que ele não funciona muito bem com muitas informações no banco de dados, sim, né, porque eh tem como você indexar, tem como você eh criar eh chave primária, chave estrangeira, né, dentro de um banco relacional lá, que vai fazer com que o acesso a esses dados seja mais rápido.
E também são outras outras tecnologias utilizadas pelo sistema no banco de dados que na planilha também não tem como você fazer, tá? Que são a questão, por exemplo, da criação das views, né? Porque quando você tem milhares de registros, imagina você fazer uma busca, né?
demora até num banco de dados demora. Só que o banco de dados tem alguns recursos como as views. Então você cria pequenas representações da gama, ou seja, do bloco de códigos, do bloco de dados que você vai trabalhar, que você vai acessar.
Isso mesmo em big datas, ou seja, em banco de dados que tem um grande volume de dados, tem muitos dados lá dentro, faz com que o acesso não fique lento. O acesso vai ficar rápido do mesmo jeito. E se nós pudéssemos ter aí, né, milhares de registros dentro de uma planilha, a gente não ia ter essas questões para que o acesso fosse rápido, como o do banco de dados tem.
Perfeito. Então, ali no banco de dados, vamos lá no slide. Olha lá a imagem que tá aparecendo ali, ó, banco de dados.
Então, você viu ali que tem, eu tenho uma representação gráfica, né, onde eu tenho ali eh uma entidade ou ou uma tabela, né, com nome de aluno e uma outra tabela com nome de curso. Só que ali eu não tô vendo os registros da minha tabela, né? Eu não tô vendo ali, por exemplo, os valores, eu tô vendo somente o nome dos campos.
Então, é assim que a gente representa uma tabela no banco de dados, tá? a estrutura dela, eu coloco os campos. Então, aluno é o nome da minha tabela e aí ela vai ter os campos, né?
Matrícula, nome, e-mail. Se a gente tivesse, se a gente quisesse representar essa tabela, né, na planilha, seria a mesma coisa. A gente colocaria, por exemplo, ah, qual que é o título dessa tabela aqui?
Ah, uma tabela de nomes. Então, eu vou colocar lá no nome. E aí eu teria dentro dessa planilha os campos ou, né?
Só que na planja a gente chama de colunas, né? Código, nome e telefone. No banco de dados nós chamamos de campos.
Então eu tenho a tabela aluno e a tabela de curso do lado direito ali, ó. Na tabela aluno eu tenho os campos, ó. MAT, nome, e-mail, cidade, UEF e a ID curso.
Depois do dois pontos, eu tenho o tipo daquele campo. Então, matrícula do tipo inteiro. O nome é Varchar.
Isso é um classificador para falar qual é o tipo de informação que eu posso ter naquele campo. Então, matrícula inteiro, somente valores inteiros. É, são números e somente inteiro.
Eu não posso gravar ali, por exemplo, 1,5 porque não é inteiro, é só o um. Se eu quiser gravar um outro número, tem que ser o dois, tem que ser números inteiros, tá? O varchar, ele é um alfa numérico, é um textual.
Então ali, ó, o campo nome, eu consigo guardar o nome de uma pessoa porque ele vai trabalhar com valores textuais e assim por diante. E aquele, aquela linha que tá fazendo a ligação da tabela de aluno com a tabela de curso é um relacionamento, tá? E aquilo ali, aquilo ali se chama relacionamento.
É o relacionamento que eu tenho entre as tabelas, certo? Para depois quando eu for colocar isso aqui dentro do sistema, ele não deixar, por exemplo, eu ter um aluno que ele não tem nenhum curso. Para ele ser uma um aluno no meu banco de dados, ele tem que estar vinculado a um curso.
Então, quem que diz essa regra para mim? é aquela linha que você tá vendo ali que tá fazendo a ligação entre a tabela aluno e a tabela de curso no banco de dados. Isso é uma representação gráfica.
Eu também tenho a representação no banco de dados do mesmo jeito que eu tenho na planilha, uma tabela, né? Quando eu utilizo ali o select, que é um comando que vai consultar dados ou na minha tabela de aluno ou na minha tabela de curso, eu consigo trazer as informações dentro da minha do meu SGBD, tá? Se for dentro do MySQL, dentro lá do meu workbench, desse jeito que a planilha apresenta também, tá?
Vai ser exatamente igual, tá? O que não é igual é essa representação que tá aparecendo no slide, que é em forma de modelo gráfico, onde você tá vendo, novamente, eu cito para você a tabela de aluno, a tabela de curso e essa ligação, né, essa linha tracejada, né, e é que tá ligando aí as duas tabelas através de um recurso que se chama relacionamento, OK? Aqui no próximo slide eu também trago.
Ah, não, aqui nós já falamos, né, nessa tabela comparativa aqui nós já falamos do armazenamento. Ah, não, não falamos não. Bom, continuando, então aqui é uma diferença, né, entre planilhas e banco de dados, mas alguns critérios aqui de diferença, tá?
Então, vamos lá. Critério, o armazenamento, o relacionamento e a segurança, tá? A planilha, o armazenamento é limitado, como nós vimos, né, que ela não foi feita para trabalhar com informações, com eh eh com muitas informações, assim, com poucas.
No banco de dados, ele suporta grande volume de dados, como você tá vendo ali. O segundo critério, relacionamento. Na planilha, eu não consigo relacionar as planilhas, tá?
Eu consigo sim fazer um recurso lá que eu faço uma ligação, né, de uma planilha com a outra para eh tem uma um recurso do Excel que você faz a vinculação de planamento, é vinculação, tá? O relacionamento é assim: "Ah, eh, cadastrei um nome nessa nessa planilha aqui, né? eh, ele já não vai precisar cadastrar na outra porque através do código ele já sabe que esse campo que esse que essa linha dessa planilha se refere-se à linha da outra planilha.
Isso o Excel não faz, tá? Esse recurso de planilha, né, eh não existe, né, dentro de de planilhas. Isso é específico do banco de do banco de dados, esse essa questão do relacionamento, tá?
Então, novamente ali no meio da tabela, ó, relacionamento. Esse é o critério. Na planilha, dados independentes.
Então, o que eu tenho dentro de uma planilha, dentro de uma aba, vamos colocar assim, eh independe do que eu tenho em outra aba. Então, eu posso correr o risco de ter dados repetidos. No banco de dados são tabelas interligadas, então eu consigo, através da forma normal eliminar a redundância de dados, tá?
Eu consigo então eliminar de acordo com a normalização de tabelas, né, em um banco relacional, consigo fazer essa eliminação de redundância de dados, tá? Através ali, então, da interligação das tabelas. O último critério é a segurança.
Na planilha eu tenho um controle bem básico, né? E no banco de dados eu tenho acesso por permissões. Na planilha, o máximo que você consegue colocar ali é uma senha, né, para para acessar a planilha ou não.
Acessou, ele acessa tudo que tem nela. No banco de dados você consegue colocar permissão, né, para, por exemplo, nessa tabela aqui, somente o usuário XYZ, somente o usuário Anderson tem acesso. Qual acesso?
De leitura. Não vai poder mudar nada, tá? O mesmo usuário que tem acesso de leitura, em uma outra tabela ele pode ter acesso de gravação, ou seja, de alteração.
Na planilha do Excel, do Google Planilha, não tem como você fazer essa diferenciação aí. Perfeito. Bom, então foi isso que foi apresentado nesta aula aqui, onde nós temos a introdução ao assunto de banco de dados, correto?
Nos próximos módulos, nos próximos conteúdos, nós vamos continuar então a trabalhar com dados. Espero você, né, nos próximos nos nossos próximos vídeos. Um abraço e até lá.