Você tem uma frase: "Vender caro muito mais fácil que vender barato." Por quê? >> Porque é óbvio. >> Everton Pieri, CEO e fundador do grupo Anjos Business, terceiro maior acionista da Metro League Society. >> Pensa comigo. Quer ver? Ó, como é óbvio, eu tenho duas coisas nas minhas mãos. Uma custa R$ 500, a outra custa R 5.000. >> Tá bom? >> E eu vou te dar uma delas. Qual você Escolhe? >> Tá? Cinco. >> Por quê? Porque >> ela é melhor. Porque >> ela é melhor. Você precisou pensar. >> Cérebro odeia inconsistência. Se eu tô
vendendo algo muito bom e ele tende a ser barato, já era. >> Bruna Pieri é a maior especialista em construção de marcas em clínicas do Brasil. >> Ela não é o meu modelo de vida rica, ela É o [música] seu sistema de vida rica. Ela é a vida rica que você quiser que seja dentro do seu sistema, só que tendo liberdade para escolher. Então a gente fala: "Vem construir a sua vida rica". Boa, mentalidade boa. >> Os nossos convidados já geraram mais de 1,3 bilhão em faturamento e já atenderam mais de 8.000 1000 clientes. >>
Eu ensino ela a criar um método, colocar uma marca nisso e fazer um processo de vendas muito mais refinado, que aí é o Início do que a gente chama de vida rica, que é uma vida onde você vai atender menos clientes, vai ganhar mais dinheiro, vai atender melhor, teus cases vão ser maiores, você vai ser mais respeitada, mais reconhecida e tudo partindo do princípio de que vender mais caro é mais fácil. Senhoras e senhores, estamos aqui no JJ Podcast. Quando você olha esse espaço, isso quer dizer que é um podcast com plateia. Então, vira a
câmera aqui, Mostra a galera da plateia. Podcast com plateia, então é daquele jeito, tem energia, tem pergunta, tem as pessoas aqui. Você tem pessoas que foram selecionadas por esses dois convidados. São duas pessoas incríveis, maravilhosas. Então, já quero dizer para você o seguinte, esse vai ser um podcast que vai mudar a tua percepção sobre vendas, marca, posicionamento. Dois jovens são casados, são talentosíssimos, tem um resultado incrível e eu vou ler Aqui rapidamente para vocês o currículo deles. O primeiro tem uma frase que é: "Pessoas curadas curam gerações." Caramba, a gente vai descer aí. Eu não
tava esperando essa frase, eu tava esperando uma outra que vender caro é barato, é mais fácil do que vender barato, mas tudo bem. CEO e fundador do grupo Anjos Business e do Eternal Club, cofundador da Mentor League Society, aliás, é o terceiro maior clube da Mentor League Society, Terceiro maior acionista da Mentor League Society, OK? Também cocriador do movimento estética Rica. É o maior especialista do Brasil em vendas para clínica de estética disparada. já atendeu milhares de clínicas pelo país e também fora do país. Levou centenas delas a conquistarem mais de R$ 100.000 de faturamento
todos os meses. Pega a empresa lá com 20, 30 e 100 várias vezes, de maneira metódica, metodológica, replicável. As clínicas que ele já atendeu acumulam mais de 1.3 bilhão, gente, em faturamento. Metodologia é a maior na formação do empreendedorismo para profissionais que querem construir um negócio lucrativo em tempo recorde com mais de 1000, de 8.000 clientes atendidos. Então, do meu lado, seja muito bem-vindo ao JJ Podcast, Everton Pieri. Palmas. >> Que honra, que honra. mais conhecido como Lindinho. >> O mais conhecido como Lindinho. >> Nos bastidores ele é conhecido como Lindinho. Você sabiam disso? >>
Lindinho. E do lado dele nós temos uma mulher, uma máquina >> maravilhosa. >> Maravilhosa. Olha a frase dela. O que fazemos em vida ecoa na eternidade? Ela também faz parte de tudo isso aqui que eu falei junto com Everton. Também tá nessas empresas, também tá nesse movimento, também tá nesse business, Também tem esse resultado. E além disso é a maior especialista em construção de marcas. ricas em clínicas do Brasil. Começou como CLT, depois passou a empreender, construir uma clínica e essa clínica foi a clínica mais reconhecida da cidade, pessoal. Soma anos de experiência, centenas de
milhares de reais em faturamento mensal, já tá atrasada, já está em milhões, né? Múltiplos milhões de reais por mês. >> Múltiplos milhões por mês. Mentora de Marca, métodos. e empresária que querem chegar ao topo da estética. Agora também receba no JJ Podcast Bruna Pieri. [aplausos] >> Um prazer tá aqui. >> Espetáculo currículo, hein, galera? Esse esse é o Pod Tleia, >> é um categoria nova, entendeu? >> Pode podleia. Ah. Ah, plateia. Ah, podleia. >> Categoria nova. >> Ó, a gente tem bastante coisa para falar. Conheço bem a história de vocês. >> Boa. >> Resultado, crescimento,
vendas, marketing, marca, gestão. Vocês são casados? É importante falar pra audiência que eles são casados. Quanto tempo vocês são casados? >> Se anos >> e juntos? >> Se anos e meio. >> Ou seja, namorou, casa >> rápido. É que nem eu. Não, eu beijei a boca da minha esposa no outro dia casa comigo. Ela falou: "Cara, qual que é o teu problema?" [risadas] Eu falei: "Sou velocista, pô". Mas deu tudo certo. >> É. Em dois dias a gente estava namorando. Em quatro eu avisei, a gente vai casar. Em seis a gente casou. >> É, em
seis você falou: "Eu não te avisei". >> É, é isso aí. É isso aí. >> Eu te avisei. >> Tá, vamos abrir o jogo hoje. >> Bora, >> bora. Não sei qual pergunta você vai fazer, mas bora. >> Tá bom. Étoninho. Seguinte. Ah, só só para vocês entenderem por que que o apelho dele é lindinho. Porque há uns 4 anos atrás, três qu anos atrás, ele foi fazer uma pergunta pro Flávio num evento chamado First Day. E aí ele fez uma pergunta e aí o Flávio Falou assim: "Ai, me lembra seu nome, lindinho". Não, foi
mais ou menos assim, não foi? >> Foi, foi, né? Ele tinha aprovado o modelo de negócio no first day no Clex, no dia seguinte ele lembrou que ele tinha provado e ele queria um case. >> E aí ele falou assim: "Cara, você, você, eu aproveito o negócio, como que é o teu nome mesmo?" Aham. Aí eu falei: "Éton, mas se esquecer pode chamar de lindo." Ai é isso mesmo. É lindinho. Aí ele ah Lindão. Aí a galera riu. Falou: "Não, lindinho. Vou chamar de lindinho". Aí pronto, >> cara. Pegou. >> Pegou. >> As as pessoas
nem sabiam o meu nome. Tem >> dificuldade de falar. Éton. Eu é >> eu eu não é lindinho. Tá. Então, senhores, aqui lindinho. A partir de agora, tá bom? Você tem uma frase, você tem uma mentalidade, modelo mental que é vender caro é mais fácil, muito mais Fácil que vender barato. Por quê? Porque é óbvio. Pensa comigo. Quer ver? Ó, como é óbvio? Eu tenho duas coisas nas minhas mãos. Uma custa R$ 500, a outra custa R 5.000. >> Tá bom? >> E eu vou te dar uma delas. Qual você escolhe? >> Tá, cinco. >>
Por quê? >> Porque ela é melhor. >> Porque ela é melhor. Você precisou Pensar? >> Não. >> Eu precisei te explicar >> também. Não, >> eu precisei fazer algum branding >> também. Não, >> não, eu não fiz nada. Tá >> implícito >> e você concluiu que é melhor. Certo. >> Então, num processo de vendas, quando eu dou duas opções de preço, qual é a óbvia? >> De maior valor a mais cara. >> Exato. E normalmente a tendência das pessoas é falar assim: "Meu produto é muito bom". Ninguém acorda e fala: "Vou fazer um produto ruim
e vou vender". Né? >> Então, elas trabalham muito para um produto bom. Inclusive, a maior parte das pessoas tentam resolver problema de vendas melhorando o produto, não é? Sim. >> Aí que tá o ponto. Quando eu tenho um produto muito bom e ele é barato, é verdade. Você compraria uma Chanel por R$ 2.000? >> Não. >> Você compraria uma Ferrari por 50.000? >> Também não. Tem alguma coisa errada, né? >> Tem alguma coisa errada. Você desconfia. que estranho. >> Então, a tendência do empreendedor brasileiro é criar produto muito bom, só que cobrar muito barato. Que
que acontece? >> Percepção, >> desconfiança. >> Aí tem que fazer muito esforço para vender. >> Gasta mais caro no CAC, fica pior, fica mais truncada a venda, tenta convencer que é bom e que vale o custo benefício, só que o cérebro odeia inconsistência. Se eu tô vendendo algo muito bom e ele tende a ser barato, já era. >> Uhum. E nada é caro ou barato pelo preço em si. Não tem coisas que você foi comprar por R$ 100 que você achou caro? >> Sim. >> Das 10 últimas compras que você fez, quantas delas foram as
mais baratas? >> Nenhuma. >> A gente não compra por preço. >> Nenhuma. >> Se a gente não compra por preço, por que na hora de vender a gente acha que é preço que determina a compra? >> Uhum. >> Percebe? >> Sim. >> Então é óbvio isso, só que não é Intuitivo. >> Pera aí. Ah, gostei. Nunca ouvi. Isso. É óbvio, >> mas não é intuitivo. >> Mas não é intuitivo. Vamos lá. Vamos. Vamos descer aí. Peguei produto bom. >> Uhum. >> Aham. >> Mas eu tô com medo de cobrar ou tô com receio de cobrar.
Eh, >> ou eu tô olhando pro mercado o quanto Ele cobra. >> Ah, tô me baseando no mercado. >> Isso. >> E o que que vocês ensina pros alunos de vocês? assim, posicionamento, confiança, eh eh qual qual é a largada assim pro cara já aumentar o preço dele? O que que valida um posicionamento? É o Pix no fim do dia, certo? Então o posicionamento ele tá muito mais atrelado ao valor do Pix e não a tudo que eu tento criar para parecer ter um Pix grande. >> Boa. Desce. >> Ó, vamos pensar o seguinte. Eu
vendo algo lá na minha cidade, vou pegar um procedimento estético, eu cobro R$ 1.000, R$ 2.000, R$ 3.000 no mercado é caro. Pegar um exemplo de harmonização facial. Se eu pego 1 ml e coloco lá R$ 1.000, é normal no mercado, é barato. Se eu coloco R500, a galera já começa: "Hum, tá um preço legal". Se eu jogo para 2.000, elas falam: "É caro". Certo? Certo. Só que o que que eu gosto de fazer? Bom, 2000 é caro, é, então o teu é três. Por quê? Porque se você for a mais cara, você não precisa
mais gastar tempo explicando que você é melhor. Já subintendes. Então, a primeira coisa que eu faço com o cliente é: quem é mais caro da tua região? Ah, é fulano. Quanto ela cobra? Cinco. Então o teu é 10. >> Você dobra? >> É >> do mais caro. >> É. Por quê? Porque eu não preciso mais explicar que eu sou melhor. >> Tá. Peguei o que você Peguei na lógica. Eu peguei. Aham. >> E mas qual que é o bloqueio da pessoa? O que que você tem que convencer ela? Onde que ela tem que ser? Sei
lá, vou usar uma palavra aqui, onde ela tem que ser destravada assim. >> Aí é o IC, né, que a gente chama. >> E comumente fala na na elegância, índice de confiança. No popular brasileiro, índice de cagaço. >> Entendi. Em Harvard? >> Em Harvard índice de confiança. E na rua? >> Na rua. Cagaço, >> cagaço. >> É, as pessoas têm mais medo de subir preço do que realmente testes validado sobre subir ou não. Então, é muito comum a pessoa falar assim: "A pessoa não vai Comprar". Eu pergunto: "Para quanto você ofereceu? Como você sabe que
não vai comprar?" Ai, as pessoas não pagam. Quantas pessoas exatamente? >> Uhum. >> Ah, quantas pessoas tem na tua cidade? Ah, tem 100.000. Então, pelo que você tá me dizendo, você tem acesso a 100.000 contas bancárias. E nesse momento dessa 100.000 ninguém poderia pagar. É isso. Então não é uma verdade absoluta as Pessoas vão pagar. >> Questiona, você questiona, >> eu pergunto e aí eu vou mais a fundo. Cara, quanto custou para você saber o que você sabe? Quanto você investiu na sua carreira até hoje? >> Uhum. >> Ah, poxa, eu investi muito. Quanto tempo
você ficou para saber o que você sabe? Nossa, muito. Se o preço então tá atrelado, por exemplo, a um ml ou Mercado, percebe que você tá pegando a tua história que é única, o investimento que só você sabe que você fez, só o sacrifício que você fez e você tá dizendo que vale igual todo mundo, até mesmo pessoas que se dedicaram bem menos. Eu vou mais fundo ainda. Você indicaria a tua filha, teu filho, cobrar o que você cobra? A cada 10 pessoas você faz essa pergunta, quant como é que é a Proporcionalidade das respostas?
>> Não, a reação já é tipo assim, caraca, porque é um trabalho que eu vou gerando consciência do por ela tem que cobrar mais caro, principalmente em serviço, >> tá? >> E a gente faz todo uma uma lógica para isso no produto, mas a maior trava é sempre a pessoa. Porque o que que eu fui percebendo ao longo do caminho? Você vai no mercado, tem café de R$ 5, tem café de 15, tem café de 30. Tem gente que Pega esse café e cria um copo de café por R$ 30, R$ 40. Pô, é café
em todas as etapas, mas por que que um cobra mais, o outro cobra menos? Percebe? >> Sim. >> Então, primeiro passo, alguém falou um dia, levantou, mas falou: "Cara, por que não cobrar mais? E cadeia de consumo, você sabe, existe consumo em todas as etapas. Uhum. E aí eu falo, vender mais caro é mais Fácil. Por quê? Vamos pensar que você quer faturar, sei lá, 100.000, 200.000 ou 1 milhão. Quantas vendas você tem que fazer de 1000 para chegar e de 2.000 e de 5 e de 10? >> Ah, vamos supor que você tá faz.
>> Que o nosso mercado ele gosta muito de chegar no 100.000. Aí depois dos 100.000 1 explode de do 100 pros 500, do 100 para 1 milhão. É muito fácil, >> mas o 100 é um marco. >> O 100 é um é uma barreira. >> Só que ela tá vendendo produto de R$ 1.000, ticket médio de R$ 1.000, R$ 500. Cara, é um esforço de venda muito grande. Sem vendas no mês é muito esforço, porque vai existir a taxa de conversão na ponta de 30%, 40%, você é uma pessoa exímia, 50%. Então, pô, se eu
quiser fazer 100 vendas, eu vou ter que fazer 200 apresentações. É, aí eu coloco lá que eu tô atendendo, eu tô fazendo isso sozinho, cara. 200 eu vou ter que fazer 10 por dia, eu Trabalho 8 horas, ferrou. Entendeu a lógica? Então, já começa aí, pô, já tô impedido pela pelo processo. Agora, se eu coloco 10.000, são só 10 vendas. Vamos supor que eu converta 10%, eu não converta mais 50%, eu fico bem pior em conversão. Mas se eu fizer 100, eu já bato 100.000. No exemplo um, eu preciso fazer 200. Então aí entra o
esforço e resultado dentro de um negócio, principalmente Serviços, preço é o que mais mexe ponteiro. E a gente já mapeou isso. Pensa assim, quando você me contrata, você tá contratando um cara que tem uma bagagem, vou dar um exemplo aqui para você. Vamos supor, Joel, você tá com você gostaria de melhorar suas vendas? Sim, >> cara. Tem um cara aqui que ele já vendeu 1,3 bi, liderou um time, liderou a equipe que já vendeu 1,3 bi do produto que você vende. Seria interessante ter Ele para te ajudar? >> Sim. >> É isso que eu ofereço
para minha cliente. Aí eu vou entrar, Joel. >> Óbvio, papum, >> papum >> na hora. >> É isso que eu vou, aí eu vou trazer toda a minha sistemática disso, o método. E o que que esse método prevê? Isso já é tese assim confirmada com amostragem alta. Eu sou meio cientista na hora de Vender. Se você, por exemplo, dobrar o teu preço do seu serviço e só melhorar a embalagem dele, não é adicionar novas coisas, não é melhorar resultado, não é mudar nada, nem outra variável, só embalagem, só o jeito que você explica. E você
dobrar o preço, você vai converter de 5 a 7% menos do que você convertia no preço anterior. Então vamos pensar que de 100 você vende cinco a sete a menos, >> tá bom? >> Só que se você dobrou o ticket que aconteceu? >> Sei lá, d uns 40%, não dá uns 80% mais >> 80. Coloca isso na margem. >> Ai, entendi. >> Porque esse aumento sem mexer no produto é margem direta pro teu bolso. >> Então o lucro que você às vezes não tem tá no aumento de preço que você não faz. >> Boa. >>
Sacou? Boa. E esse é o game change ali. Então, a primeira coisa que eu faço, quais são as brechas pra gente aumentar preço? Eu ensino ela a criar um método, colocar uma marca nisso e fazer um processo de vendas muito mais refinado, porque é óbvio, ela não vai vender igual ela vendia antes. E o objetivo é esse, diminuir quantidade de clientes. Porque quando você diminui a quantidade de clientes e cobra mais caro, ponto um, você tem mais lucro. Você, eu falo que não existe problema em Empresa, existe dono que ganha pouco. >> Uhum. >> Se
a pessoa ganha pouco, a tendência é ela se incomodar mais. Então, nisso, quando ela aumenta esse preço, ela vende mais caro, ela começa a olhar e falar: "Hum, é gostoso atender cliente, sobra tempo para atender o cliente, sobra tempo para eu treinar, para eu viver, que aí é o início do que a gente chama de vida rica, que é uma vida onde você vai atender menos Clientes, vai ganhar mais dinheiro, vai atender melhor, teus cases vão ser maiores, você vai ser mais respeitada, mais reconhecida e tudo partindo do princípio de que vender mais caro É
mais fácil porque é >> pessoal que tá ouvindo o JJ Podcast assistindo aqui, só isso que foi falado aqui já fez a tua manga magia. Só isso. Esse essa resposta de lá 12 minutos. Eu fiz quatro anotações aqui. >> E e tudo parti de um princípio de Questionar. >> Exato. >> E se eu subisse um pouquinho mais meu preço? >> Ó, você fez uma pergunta aqui, ó. Você você falou umas cinco, seis perguntas que vocês fazem, né? >> Aham. Eu anotei aqui. Quais são as brechas para aumentar o preço? Cara, olha só que qualidade de
pergunta. Quais são as >> brechas? >> Brechas? Então, primeiro você vai na brecha. Existe brecha. >> Muitas, >> muitas, >> muitas. >> Fechei essa, fechei essa, fechei essa, fechei essa, fechei essa, subi. Já era. >> Já era. Dobra só assim. A gente dobra de tamanho no mínimo desde que a gente iniciou a empresa, porque é matemático, é lógico, >> com cada vez menos clientes >> e cada vez mais lucro. Ô, Bru, você marca é sinônimo. Você e Brand é sinônimo. >> Sim. >> Everton já vai lá, cara. Vai na brecha, dobra isso. Percepção de valor,
sofre. >> Eu sou guerra, eu sou campo de batalha. >> Guerra, vai pro fronte, coragem. >> Tô lá junto. Vamos embora. A de vento. Pô, a gente foi treinar hoje de manhã, ele já chegou, sei lá, já chegou dando mentoria. Vendeu quanto hoje? Vai, bora Vender mais, mais. Vai, bora, bora. Não, vendendo um pouquinho não. Vai, vai. Fala aqui publica. É dele. >> É, eu falo. Ficou do meu lado, fica rico. >> É dele. O que que é teu? Que se você olha que você sempre tá falando, que você sempre tá ajustando, que você sempre
tá ligada, que vocês dois juntaram e pum, deram esse resultado que vocês deram. >> Tanto na nossa empresa quanto quando eu Mentoro os nossos clientes, duas coisas. Uma delas é marketing voltado para branding, porque o marketing de performance, número K, que LTV, custo do líder e tal, o Ever cuida. Agora o branding, como essa marca vai ser Ever tem essa palavra, tem um Ever. >> Ah, é o Ever. >> Tem um lindinho e tem o Ever. Adorei o Ever. Ever. [risadas] >> Vamos guardar aqui. Tem, é o Weever, tá? >> Então, essa coisa da embalagem
tanto na Nossa empresa quanto na hora de ensinar é comigo. E aí, o que que no mercado da estética é muito comum? as pessoas quererem vender o produto baseado no que ele é. Então eu vendo injetável, eu vendo criolipólise, eu vendo laser, eu vendo >> ozônio >> oôo >> no [ __ ] dos outros, >> botox, ácido hialurônico. E quando a gente fala de venda de produto Necessariamente, isso é senso comum, a gente tá falando de uma venda de um commodity, ou seja, aquilo que vale menos, aquilo que outras pessoas podem vender. E se eu
vendo aquilo que outras pessoas podem vender, o que o meu cliente pode encontrar em qualquer lugar, porque ele deveria pagar mais caro para mim do que paraa outra pessoa que é mais barata? Que que me diferencia se lá é botox, aqui é botox, só que é R$ 500 a menos Aqui é tudo botox. >> É tudo botox. >> Por que que eu vou pagar R$ 500 a mais se é botox? Aí entram três tipos de marca quando a gente fala de branding. A marca pessoal, a marca do método e a marca do negócio. Normalmente hoje
se fala muito sobre marca pessoal. que você tem que ser uma pessoa que tem uma marca pessoal forte, você tem que ser um influenciador da própria marca e tal, tal, tal. E isso é muito legal. A Gente vive, acredita nisso, inclusive eh pra gente funciona, pros nossos clientes também, mas a gente não acha que é o mais importante pro negócio clínica de estética, >> tá bom? >> Pro negócio clínica de estética, existe uma marca que só a gente trabalha e a gente criou isso porque não existia no mercado, que é a marca do método. Quando
eu dissocio da marca pessoal e da marca da clínica. Porque eu posso ter, por exemplo, uma clínica com o meu nome, como eu já tive, clínica Bruna Almeida. Se eu tenho uma clínica com o meu nome, você concorda comigo que as pessoas vão procurar quem quando elas quiserem ser atendidas? A Bruna. Só que eu quero escalar, eu quero crescer, eu quero ter duas, três, qu c unidades, eu quero ter liberdade, eu quero cobrar mais caro, eu quero ter time, só que eu tenho lá na fachada o meu nome. Ou seja, isso eu quando eu Transfiro
a reputação, a credibilidade que eu tenho na minha marca pessoal para uma marca de um negócio, eu tenho as vantagens disso. Ou seja, eu gero mais confiança, eu gero menos atrito, menos barreira de entrada, eu fico conhecida mais fácil, as pessoas na cidade acabam me reconhecendo e tal. E isso é uma vantagem, só que eu tenho as desvantagens disso, porque eu fico necessariamente muito associada àquele negócio. Então, se eu penso em um Processo de escalar, de crescer, de desenvolver até outros braços de negócio, aí eu tenho uma um uma dificuldade. Por isso, entendendo isso, a
gente criou a marca do método. Ou seja, tem algo que eu faço que envolve os procedimentos, mas que não são os procedimentos. E esse algo é a transformação que eu gero. Eu posso vender criolipólise ou eu posso vender a barriga dos sonhos. Eu posso vender a rejuvenescimento Facial ou eu posso vender a máquina do tempo, que é o caso do nosso cliente ali que do Antônio Marirene que criar, a gente criou essa marca tudo e eu trabalho que eles fazem. Então veja bem, eu tenho, por um lado, uma pessoa vendendo botox, preenchimento, peeling, todos os
procedimentos que que vão resultar em rejuvenescimento. E eu tenho o meu cliente do outro lado vendendo a máquina do tempo. >> Você você já viu uma pessoa acordando Assim, me sentindo meio feia, meio velha, e falando assim: "Hum, tô doido para tomar umas agulhadas na cara. Não é desejo. >> Queria tanto um ácido hialurônico agora. >> É, tô com uma falta. >> É tipo, >> tô sem o que fazer. É, >> dá umaadinha aqui. >> Me dá aqui. Não, ninguém quer isso. >> É, >> então a pessoa olha no espelho e fala: "Hum, tô precisando
de ajuda". Porque não? Alguém quer acordar mais feio amanhã? >> Ninguém. >> Me fala cinco benefícios é feio? >> Pois é, nenhum. >> Então eu falo que estética é o melhor mercado do mundo, porque de um lado ninguém quer o problema e todo mundo quer a solução. Só que às vezes a linguagem da venda tá não tá adequada. Porque, ó, igual vou usar o caso do Antônio aqui, é da Maria Irene, que são clientes que a gente adora. Eles vendiam fenol. Fenol, sabe? Aquela coisa que cai a cara. É, é um negócio assim, >> literalmente
você troca de pele, >> pit. Vira o pit. >> É, você troca de pele. >> Tá bom. >> É um negócio feio assim, o processo >> é feio, >> só que a gente não compra processo, o Processo afasta. A gente compra a solução, o resultado. >> Fado. É, eu falo que estética é tão poderoso que as pessoas enfrentam a morte para poder ficar mais bonitas. >> Só que aí na hora de vender eu vou vender o negócio todo feio. Não faz sentido. E aí no caso dele foi legal porque eu falei assim: "Cara, como que
vocês trabalham?" Ah, Ruen n tem pirm e de fenol e parará piriri. E aí eu tá, mas não é sexy, >> não é desejável, >> não é desejável, não é apetecível, não é uma parada legal. Tem um detalhe, não é facilmente entendível >> isso e causa medo na hora que a pessoa vê. E e a pior coisa que eu posso fazer é criar uma propaganda, criar um marketing que me gera medo no cliente. Eu tenho que inverter, eu tenho que gerar desejo. Desejo é a falta, desejo é o eros, né? Aquela coisa de eu quero
aquilo. Desejo Inclusive só existe na falta. Não existe desejo na presença. Depois que a presença não é mais desejo, certo? Então, já que eu tenho que gerar desejo, eu tenho que ir para coisas que primeiro as pessoas entendam, tá bom? >> A maior parte das empresas falam para elas e pros concorrentes. >> Exato. É isso. É verdade. Fica o jeito que ela comunica. >> É, não é fácil. >> A linguagem é técnica demais. >> Então eu vou usar aqui didática. Eu tenho de um lado o feio. A pessoa tá feia, tá? Feios não se ofendam.
>> É, é que a maioria dos feios não se acham feio, né? [risadas] Então fica tranquilo, vai ser baixo a ofensa. >> Exato. E aí ela fala: "Cara, cansei de ser feio, não tem benefício ser feio, quero ajuda." Aí ela vai buscar a rede social, vai ver os profissionais, vai só que os profissionais estão falando lá de seringa, agulha, ML, etc. Peeling, não Conecta, >> não conecta, não, não dá liga, então passa batido. >> E aí >> agora quando, por exemplo, não, lembra que o ml lá R$ 1.000 é barato, 2000 é caro? >> Sim.
Quanto custa voltar um ano no tempo? Quanto vale? >> Não tem preço. >> É barato, né? Se eu falar 2000 não é Barato. >> É. >> Se eu faço associação de que 1 ml custa R$ 2.000, só que ao invés de falar que 1 ml custa R$ 2.000, um ano voltado no tempo vale dois, concorda comigo que se eu tiver um programa que faz a pessoa voltar 20 anos no tempo 40.000 é barato? >> Sim, >> cara. Muito bom. Muito bom. >> Percebeu? Aí a gente cria a máquina do tempo. Você não vai ser convidado
para Fazer um peeling. Você vai, cara, quantos anos você quer voltar no tempo? Ah, eu quero voltar 10 anos. Ótimo. É 20.000. >> É 2.000 por ano. >> Você vai pagar 2.000 por ano que você volta. [risadas] >> Chega a ser engraçado, né? >> Vocês não tm 30 anos, vocês voltaram no tempo. >> Eu ent agora eu entendi. >> Vai acontecer a do 28 anos. Ah. Ah. Vocês usaram metodologia em vocês. >> É isso aí. >> Entendi. >> Só que a resistência do preço é emocional. E aí eu sempre falo pra galera, ó, para de
diminuir teu preço para caber no bolso de gente barata. Porque às vezes o cliente chega: "Pô, mas eu não consigo pagar, não tenho dinheiro". Não é que não tem dinheiro, olha pro quanto ela gasta para continuar Feia. >> Já parou para calcular o quanto custa para alguém ter o problema que ela tem? >> Porque essa é a primeira ancoragem que a gente faz. Qual que é >> a ideia de quanto ela gasta para ter o problema? Vamos pensar que a pessoa quer emagrecer. A gente tem muitos clientes de emagrecimento, desde médicos a a clínicas que
são focadas nisso. O cara, sei lá, tá 5 anos acima do peso, aí você tem um programa que você cobra 5.000. É bar demais, nem dói no bolso, nem vai incomodar o pessoal querer começar. Mas vamos falar que eu te falo assim, cara, você tem que cobrar 40 nesse programa. Que que o cara faz nessa hora? Não, pô, o mercado não deixa, agora tem as canetas, agora não sei o quê. Vamos fazer uma reflexão aqui. O cara tá acima do peso há 5 anos. Quanto ele gastou para ficar acima do peso? Quanto ele teve que
investir naquele corpinho dele? Vamos supor que o cara gaste por final de semana R$ 200, R$ 1.000 por mês em média. Faz aí 1 ano, 12 meses. Aí você faz vezes 5, 60. O cara gastou 60.000 para ficar acima do peso. Tá bom ficar acima do peso? >> Não, tá ruim >> não. Ou seja, ele gastou muito dinheiro para se sentir mal. Que que você tá oferecendo para ele? >> Sentir bem por menos do que ele gastou e em mais rápido. >> É só que ele acorda falando assim: "Hum, queria me sentir bem". Não, pô.
Ele olha is fala: "Hum, queria ficar bonito pelado, queria sapato, >> queria poder amarrar meu sapato, queria poder pegar meus filhos, queria poder viver sem subir uma escada, sem quase morrer. E aí a venda é em cima disso, porque toda venda é emocional, porém ela só é justificada pela lógica." Lógico, eu explico isso de uma forma muito didática. Eu sempre falo reca, raloca e Radoveca. Ver, repete comigo. Reca, >> repete comigo. Reca, >> raloca, >> raloca. Alô, Veca. Reca >> reca. Razões emocionais para comprar agora. >> Ah, pera aí, pô. Calma. Tô até calma. >>
Deixa eu anotar. Vamos lá. >> Vai, vai falando aí que eu vou anotar. >> Razões emocionais para comprar agora. >> Raloca, razões lógicas para comprar Agora. Radoveca, razões dominantes para evitar a compra. Que que é uma razão emocional para um cara comprar agora um emagrecimento, por exemplo? Pera aí, pera aí. Reca. Qual que é outra? Raloca. Razões lógicas para comprar agora. >> E outra >> radoveca. Razões dominantes para evitar a compra. >> Tá bom. Vai falando aí. Quando uma pessoa vai vender normalmente ela tenta Vender pelo raloca. Ela tenta explicar o produto. Então meu produto
é o melhor por isso, por isso. Eu tenho esse benefício. Ele é incrível aqui, assado. Tarará piriri. Só que eu te pergunto, quando você vai comprar uma roupa, você fica querendo saber qual é o tipo de algodão, onde foi produzido, que coisa foi feita e etc. Quero ficar bonito, ficar legal, estiloso, tercaimento e, pô, me sentir bem e aquilo gerar um status, um e conforto. >> Tudo isso que você me falou é raloca. >> É raloca. >> É, é reca. >> É reca. Razões emocionais para comparar agora. >> Isso. Só que a venda é onde
que eles tentam fazer >> raloca >> na lógica. >> Não, radoveca >> não. >> Desculpa. Raloca. Razão. Parece um Negócio. É tipo assim, assim, ó. Reca, radoveca. Reca raloca, radova. >> Daqui a pouco vai ter música [risadas] raloca. É, eu vou na lógica. E a lógica é esse é algodão e pima que foi feito na Argentina, egípcio. >> No egípcio. Existe valor emocional nisso? >> Não. Não. Então, se não tem valor emocional, não tem importância na sua cabeça quando você compra. Mas tem um detalhe, essa pessoa que tá Tentando vender assim, ela estudou e ela
comprou assim. >> É >> porque ela passou, >> ela comprou o técnico >> numa faculdade, numa pós-graduação, numa especialização, onde foi vendida a ideia de que o que era mais importante era a técnica. >> Olha que linda acontecendo essa quebra de gordura. Olha que tesão, essa agulha entrando e cavucando ali a cara da Pessoa. Sim, >> para ela é isso. Nossa cara, vocês estão >> Só que ela compra de um jeito e ela tenta vender do mesmo jeito que ela compra. Só que ela não vende para ela, ela vende para um cliente final. >> E
quando vendem para ela, estão vendendo para um profissional. >> E o cliente final, o que que ele quer? Reca. Ele quer uma razão emocional. Então, uma venda é uma boa razão emocional. Não, golaço. Golaço. Que a Bruna falou que foi golaço. Comprou o profissional comprou e o profissional compra a técnica. É isso aí. >> Porque dentro da cabeça dele é a técnica que vai fazer eu ser um profissional mais valorizado. >> Mas o cliente final não compra técnica, ele compra a transformação, o benefício. >> Isso em todas as áreas. >> Em todas as áreas. perguntar
pro professor de educação física, cara, Vende aí o teu trabalho. Fala, não, porque eu conheço a biomecânica do corpo, muito comum. O personal trainer coloca conteúdo pro personal train. Tá vendo aqui o plano sagital no bíceps? Eu o cara fala nem sai. O cara quer ficar, quer [risadas] entrar na causa, bíceps bolado, >> boladão. Chegou legalzão. >> Prau aí shapeu. Shape >> é, >> eu fiz uma eu fiz uma compra >> ontem. [risadas] Eu fiz uma compra ontem. Vou falar uma compra que fez. >> Eu eu comprei um carro pro meu motorista, né? Não pro
meu motorista, né? Eu comprei um carro para o meu motorista >> usar em serviço, >> usar comigo. E cara, olha só que coisa interessante. >> Tá vendo a vida do muito rico como é diferente. >> Olha que coisa interessante. Tava em São Paulo, fui fazer uma reunião, eu, Caio, Flávio. E aí nós fomos com o carro da Lalace, um carrão. E a gente chegou lá em São Paulo e fizemos a reunião. OK. Ficamos lá, eu, Caio, Flávio, Lalas, aquele negócio todo falando de MLS, MLS, MLS, MLS, MLS. E aí deu uma hora que o o
Flávio falou: "Olha, eh, daqui a uma horinha a gente ter que acabar aqui porque o meu helicóptero vai partir, que é o nosso, Né, o helicóptero da trinca. A gente vai com Pantera. >> Aham. >> Aí eu falei: "Putz, Flávio, cara, não vai dar tempo, meu. Cancela, cancela, eu te levo." Ah, você tá de carro? Tô, eu te levo. E o motorista tava dirigindo o carro da Lolas. Eu ia comprar um carro totalmente diferente. Um carro que dentro da minha cabeça era um carro de motorista. Então, carrão é o meu, carrão é o da Lalas.
O Carro do motorista não é carrão, é o carro do motorista. Carro, >> só que o motorista pegou, botou a Lalas na frente, botou eu e o Flávio atrás. >> Imagina. Aí eu ele foi falando e aí J tal tal tal. Só que era o carro da Lalas. E ali isso foi tem dois dias isso. Quando eu me tava ali atrás com o Flávio na trocação de ideia pa p falei cara não é o carro mais ou menos que eu tenho que comprar para o motorista é um carrão Também. É isso aí. Por quê? Porque
eu me senti bem com Flávio. Porque aconteceu uma coisa, tava lá. E o motorista ele tem que est pronto. Ô Bruna, erton, tô por onde? Putz, eu pousei aqui. Tô pedindo pro meu motorista te pegar. tô chegando >> rico demais, >> ricaço um carrão. E assim, financeiramente não fez, não faz diferença para mim, mas emocionalmente fez muita diferença para Mim. Então eu não tomei uma decisão baseada em dinheiro, tomei uma decisão baseada na emoção, no que eu me senti, no jeito que eu me senti do lado do Flávio, do jeito que eu me senti com
a Lalas, do jeito que eu gostaria que todas as pessoas que tivessem se sentissem. E cara, foi a compra assim, eu olhei o carro, outro carro, falei: "É isso aqui, vai lá e busca". Vai lá em busca. Por quê? Porque eu quero compor isso. Então vamos lá. Eu não olhei Quanto era. Seguro. Sei lá. Vai falando daí. Manutenção. Manutenção. Nem sei qual é o motor. >> Por que que você escolheu o carro que você escolheu? >> Real mesmo. >> Aham. >> Tô chique. >> Aí chique. Tem tem uma pessoa falando: "Vendo carros chiques para pessoas
Importantes." Você compra, >> cara? Se o vendedor faz três perguntas, Joel, o que que você leva em consideração? Para que que é esse carro? Você vai falar: "Pô, motorista, legal, que que você leva em consideração para você levar alguém no seu carro contigo?" Ele tem que ser um carro que tem um, quando eu chego, ele e o o que ele transmite é a mesma coisa que eu quero que ele transmita. Ele tem que ser Só isso. Boa. Agora eu sei o que você quer, porque se você me fala, eu quero um carro de motorista, um
carro de motorista na minha cabeça é uma coisa. Um carro de motorista na sua é outra coisa. >> É, >> se eu falo cachorro, eu penso num cachorro, você pensa em outro. Nós dois estamos pensando num cachorro, mas é no mesmo? >> Não é mesmo? >> Então eu tenho que te perguntar. Exato. Pinter e eu tô falando do labrador. >> Exatamente. O que é para você vender bem é perguntar bem. >> É >> vender caro é perguntar melhor ainda. >> Eu concordo, cara. Muito bom. Aliás, toda a compra ela é emocional. As pessoas acham que
elas têm a que elas conseguem pensar conscientemente, porque a gente tem a ideia errada de achar que a gente é um ser que pensa e que de vez Em quando sente. >> Aham. >> Mas a verdade é que a gente é um ser que sente o tempo todo e de vez em quando pensa. Agora tem uma coisa também sobre esse carro que eu comprei na emoção. Aham. Porque eu senti, justifiquei na razão e saí de lá feliz. Sabe o que eu justifiquei na razão? Falei hoje manhã. Este carro que eu comprei, chique, bacana, legal, motorista
tá pronto, vai fazer ganhar mais dinheiro. >> Vai fazer ganhar mais dinheiro por conta do posicionamento da possibilidade do do da da flexibilidade que ele me oferece. E isso vai gerar muito mais possibilidade de eu fazer dinheiro. Eu tô, imagina, tô buscando vocês dois, cara. Deixa que eu busco vocês dois. Aí chega aquela, vocês vão se sentir bem. Que tratamento legal, pô. O cara Cuidadoso, >> já abre toda a reciprocidade possível para fazer uma venda, pegar uma indicação, fazer tudo. É que que você que tá assistindo aqui no JJ, vocês que estão aqui na plateia,
cara, confiem nisso, se posicionem nisso, porque isso é um modelo mental, isso é uma forma de pensar. Eh, primeira vez que eu eu tenho falado desse assunto. A primeira vez que eu comprei um relógio, eu não sou um cara Que era do relógio, agora eu sou do relógio. Eh, relógio >> eu também, né? Vocês ficam convidando agora para >> fazer amigo secreto >> amigo secreto de Olex. >> É uma beliscadinha. E eu lembro que eu tava na casa de um amigo Mica, >> eu vim do esporte, eu lembro que eu tava assim na casa de
um amigo, tal, e eu tava treinando para Iron Man. Você tá Treinando para Iron Man? Então, Garminim, legal. >> Garminzinho, >> Garminzinho, legal. Relógio de treino, ótimo, faz tudo, mede, treina sono, frequência, incrível. E aí eu ficava com aquele relógio o dia todo, pô, empresário, bombando um monte de coisa e o relógio o dia todo. E aí um amigo meu falou: "E esse relógio aí?" Aí eu falei: "É o Garmim dele". Mas assim, e o e o relógio qual é? Eu falei: "Uai, é o é o >> e nada contra o Garmim, pelo contrário, eu
adoro o Garmim, adoro polar fazendo aqui propaganda, assim, né, pública, mas ele falou: "Tá, mas nas reuniões, porque o relógio é um código de de reunião de de chegar e assim por diante". Eu já tinha ouvido isso, mas eu não tinha valor para mim, assim, eu não valorizava, mas eu tá bom, ficou aquele negócio e tal. Aí eu fui comprar um dia, falei: "Vou comprar um relógio, Foi um parto". Foi um parto. Eu podia comprar loja inteira de relógio. Não era porque faltava dinheiro, é porque eu não tinha uma percepção. >> É isso aí. >>
E foi um parto. Aí minha mulher veio. Amor, pelo amor de Deus, vai. Não, não, pô. Não vou dar esse dinheiro num relógio e tal. Aí ela fez assim, ó. Ela me destravou assim: "Amor, é uma palestra?" Falei, "É uma palestra". Ou seja, ela me deu uma razão eh lógica para uma coisa emocional, porém comprei, botei no pulso. Quando eu botei no pulso, a primeira pessoa pegou meu pulso e falou: "Ah, e as começaram a falar, falar, falar, fala, fala." E aí você acessou uma camada que é um código. Esse assunto a gente tem que
ter cautela para falar, tá? É cauteloso. Eu não entendia esse assunto. B, >> mas olha que interessante, você deixou para adquirir depois que você já era, você já tinha. >> Sim. A >> as pessoas têm a ideia errada de que se eu colocar no pulso isso vai me tornar algo maior. E não é. >> Então >> foi foi um símbolo de consolidação de algo que você já era. >> É, eu dei, eu dei uma simbologia. Eu eu Dei uma simbologia >> porque só gente, vamos lá. Quer ver a hora? Eu duvido que você vê toda
hora no no relógio seja aqui, ó, para >> é, então não é sobre ver hora, é sobre um posicionamento, mas aí você dá um símbolo, você simboliza, você dá uma, você dá uma, >> um significado. E também sabe qual é um significado? Para mim é um significado da minha ambição. Eu gosto de de >> materializar, né? >> Materializar a o quanto que eu sou ambicioso e não tô eu tô dando relógio. É uma é uma, é um exemplo, mas eu poderia dar tantos outros exemplos. Eu sei que esse assunto não é para todo mundo. É
um assunto, é um assunto delicado que eu falo com cuidado também. Já passei por ele, mas ele é verdadeiro. É uma verdade. Eu tô falando relógio, mas tem cara quê? Com vinho, com obra de Arte. Eu não bebo, então tem amigo meu tem vinho de R$ 70.000. É loucura. O cara tá 70.000. Loucura. obra de arte de 400, 500, 1 milhão, 2 milhões, R milhões deais. Então, existe esse lugar e esse lugar pode ser acessado por todos nós, por todos vocês, né? >> Agora, olha que interessante, né? A ótica. Às vezes as pessoas falam assim:
"Pô, mas as pessoas não têm dinheiro para comprar, não é? Não é uma obção comum. >> Olha que interessante, você tinha um dinheiro, tinha condição, mas não comprou. Não tinha mentalidade. Faltou motivo. Faltou motivo. >> A maior parte das pessoas não compram porque falta o motivo e não porque falta dinheiro. Pensa comigo, todo mundo que compra casa tem dinheiro para comprar casa? >> Não. >> Todo mundo que compra carro tem dinheiro para comprar carro? >> Não. >> Pergunta. Precisa de dinheiro para comprar? >> Precisa de motivo. >> Motivo. Se você der o rec, você consegue
o tamanho do Pix que você quer. >> Cara, isso é muito bom. Isso é muito bom. Eu nunca vi você falando isso. Você fala isso toda hora? Se você dá o recogum >> os alunos [risadas] sempre ouvi várias vezes. >> Olha só, eu comprei a casa em 2014, comprei uma casa eu e a Larissa em 2014. O jeito que eu comprei a casa matematicamente foi ruim, porque eu comprei a casa em 35 anos, imagina o juros. É absurdo. Beleza. Na matemática ruim, mas quando eu entrava na minha casa, >> é outro esquema. >> A casa
foi paga em 2 anos e 7 meses. Eu fiz o financiamento em 35. Fiz assim, ó, porque aquilo me motivou para caramba. Então, matematicamente, lógica, motivo fraco. Emocionalmente, >> o que aquilo representa? Segurança. Agora esse >> ó, olha a venda. Quando você entrou na casa, como que você comprou na tua cabeça? Foi assim, ai nossa, eu vou ter que pagar 35 anos as parcelas facilitadas e baixas e >> nem a pau. >> Obrigado, meu Deus, na minha casa, meu lar, tô muito orgulhoso. Nossa sen >> cara, as pessoas podem tirar tudo da tua vida, menos
o teu lar, tua casa. >> Reca, certo? >> Nossa, adorei o rec. >> E a medida que o rec vai se intensificando, maior é a sua tendência de abrir a carteira. Quanto maior o teu reca, mais você está disposto a fazer um fix maior. >> Então você tá dizendo que se o vendedor, se a pessoa da estética, cara, agora já Não tá mais na estética, tá no empreendedor no toque. >> Qualquer negócio, >> se ele entendeu >> já era. >> Qual é a ferramenta que vocês sugerem pras pessoas, sei lá, pergunta, observação, para as pessoas
entenderem o recta? >> Cara, a primeira coisa é pergunta. O tipo de pergunta que eu faço determina para onde o teu cérebro vai, >> tá? >> Se eu te perguntar onde, ele vai buscar ambiente. Se eu te perguntar o que, ele vai te buscar um comportamento. Se pergunto como, ele vai buscar uma habilidade. Se eu pergunto por, ele vai buscar uma crença. Então, a pergunta que eu faço determina muito da tua resposta. Então, se eu quero tirar um rec, eu não pergunto para você: "Mas por que que você quer isso?" >> Porque é crença. >>
Isso é crença. Então, primeiro eu começo, cara. O que que te faz querer isso? Aí a pessoa vai responder, tá? Como seria o ideal disso na tua cabeça? >> Pera aí. O rec é o que? É o quê? O que é >> o que é o comportamento. >> O comportamento. Aí tem o como, né? >> O como que é habilidade. >> Tá bom. >> Onde? >> Hã? >> Tá certinho. >> O como que é a habilidade? >> O por a crença. >> O porque a crença e o onde o lugar. >> Tá bom. Então, dependendo
da pergunta que eu faço, eu levo o seu cérebro para lá. >> O que você não quer descobrir de jeito nenhum? O que você não quer tocar é o porquê? Ou você quero todos. Você quer todos, mas só na ordem certa, >> garoto. >> Entendeu? Então eu começo perguntando o que que você quer exatamente? Ah, eu quero ganhar dinheiro. Legal, boa. Tá, me conta mais sobre isso. Ah, eu quero quanto é dinheiro para você? Ah, eu quero ganhar 100.000. Legal. Como, como que você se vê fazendo isso hoje? Teu grau de habilidade hoje permite você
fazer 100.000? Eu tô fazendo a pergunta sabendo a resposta. Ela não bate, eu já sei que não. Mas você quer que ela tenha que ela tenha percepção? >> Entendi. >> Aí ela vai falar: "É, não, não sei. Legal. E e assim, ó, me fala assim: "Por que você quer fazer 100.000?" Ah, porque eu quero dar uma vida pra minha família. Pum, achei o recor daqui pra frente o produto todo >> é pra família. Fam. Ai gente, vocês vocês anotaram? Vocês anotaram? Pelo amor de Deus, cara. Eu anotei muito. Eu vou vender alguma coisa hoje. Eu
vou fazer um CDN do nada. Vou fazer um CD. Vamos fazer um, aliás, vamos fazer um CDN. >> É isso. Olha que legal. Isso não serve só para estética. Eu tenho um cliente de conselho também. Tem um o DU. Liga pro DU. Liga pro Du. >> Vamos ligar pro DU. Eu tenho um cliente de conselho. >> Aliás, pera, pera, você vai dar alguma coisa? Vou. >> Ah, moleque hoje >> não. Vou fazer alguma confusão. Vou querer aqui do Eduardo. Ele é o dono um dos donos do Cheirinho Bom. Cheirinho Bom é patrocinador JJ Podcast, né?
>> Quem assiste sabe, né? >> Você assiste sabe. Maior ecossistema de de cafeterias do Brasil. Eles são conselheiros da Cheiro. Me dá aqui um Microfone. Deixa eu ligar para ele aqui. >> 1000 franquias, né? 1000 franquias. >> 1 franquias. >> Hoje a gente já criou um negócio novo na academia lá. >> Mentira. >> É o o café dos da influencer. >> É verdade. Ó, tem mensagem aqui para mim. Sei o quê. Caraca, a última coisa que ele escreveu. Pix pro Joel. [risadas] Adorei. Eu falei que eu ia vender. >> Eu falei que ia vender. Não
deu um minuto. Cadê? Dá um microfone aqui que eu vou ligar para ele. Ele atende, cara. >> A melhor técnica de vendas é a intenção de vender no dia, sabia? As pessoas não falam: "Hoje eu vou vender". Por isso elas não vendam. >> A melhor técnica de vendas é a intenção de vender no dia. >> Oi, oi, oi. Acho que não tá ligado, Joel. >> O Joel é assim, você tá no banheiro ou Você tá recebendo CDN? >> Opa. >> Estamos ao vivo no JJ Podcast com BR, >> é, com Bruna e Ton. Aê. E
aí, meu galera, >> eu tô ao vivo assim, >> ó. É o é o seguinte, pô. Dá um cafezinho para nós, pô. >> Eu mais [risadas] vamos pegar aquele café com conselho agora. >> Não, ainda vai ter café com conselho. Eu Quero falar o seguinte, vai ter >> ainda não é um quadro Café com Conselho. A gente tá te ligando aqui. >> Sim. para você falar um pouquinho aqui pra galera do Everton e da Bru, como é que tem sido o o o programa de conselho que eles, né, de advisor que eles est fazendo contigo,
o que que você aprendeu? Porque o cara tá falando aqui sobre preço, cobra mais caro, como é que tem sido aí? >> Vamos lá, ó, vou te falar primeira, na Verdade, ele ele foi um dia bateu um papo, eu falei, eu já devia ele só por aquele papo despretencioso, eu já fiquei devendo ele aquele dia, tá? só pelo que ele falou, mas aí beleza. Eu falei, vamos começar o programa de conselho, vamos começar 12 meses. Primeira reunião, seja, o que eu aprendi naquela primeira reunião, as outras 11 para mim são bônus, porque eu tive o
Roy na primeira reunião. Eu tive o Roy na primeira reunião, no Primeira entrega dele de 3 horas. E não é porque tá na frente dele não, que eu já falei isso outras vezes no dia da reunião, eu falei: "Ô, velho, faz o seguinte, vai caçar alguma coisa para você fazer aí, porque a >> Deixa eu deixa eu trabalhar, deixa eu trabalhar, >> deixa eu." É tipo isso, ele me manda mensagem e fala assim: "Ô, e a reunião desse mês e eu eu vou pela educação, sabe? Porque é >> ele vai comer mindin e o pro".
Ele fala: >> "Ah, não quer [risadas] vai pra resenha". Eu vou para resenha porque de verdade assim é de coração que tá aqui não. Mas a primeira coisa eu aprendi a pagar caro. Era uma coisa que você já você já me cobrava. Você lembra que você me cobrava? Aprenda se se você não aprender pagar caro, você não aprende a cobrar caro. E aí eu eu aprendi isso a primeira coisa. Então assim, nós simplesmente dobramos o nosso Preço e nós vendemos mais. Você tem ideia disso? Eu tinha muito mais dificuldade na época que eu vendi o
produto a 80.000. Quando eu passei o produto para 150.000, ficou mais fácil de vender. Eu não preciso ficar dando explicação porque eu falo, cara, tá aqui é o produto, é Roy, é entrega. E aí foi ele que, pô, transformou isso aí, essa visão para mim, tá? Para mim assim, não tem dúvida. Tanto quando me pergunta aí o conselho do do Éton, eu falo: "Você tá Perdendo dinheiro e tempo, mas antes dinheiro, tá?" Então foi a primeira coisa. Aprenda a para você aprender cobrar caro, você tem que aprender pagar caro. E aí isso para mim já
resolveu. E depois foi, eu descobri outra coisa importante. Eu gastava por mês 120.000 de tráfego para Capitale. >> 120.000 de tráfego. Hoje eu gasto 40 e vendo a mesma coisa. Eu aprendi a trabalhar lista quente. >> Tudo isso, tudo tudo isso por causa do Everton e da Bru. Quem conhece lista quente? >> Exatamente. Ele lá. Ó, eu gasto 40 de tráfego e vendo a mesma coisa agora. Ah, beleza. Vamos vender um pouco a mais. Vamos quar um pouco beleza. Mas eu agora não precisa. Agora é isso que tá. A gente tem muita lista quente que
aprender a trabalhar com ele. >> Agora, só para a turma ter uma ideia aqui também, quanto o tamanho do teu business hoje? Ou seja, o Lindinho e a Lindinha, eles são da estética, mas eles estão são conselheiros de uma empresa de franquia de café. Ou seja, qual que é o teu tamanho? Ou seja, olha só o dono de do maior ecossistema de café que tá dizendo deles. E ó quanto o tamanho do teu negócio, só pra galera meio que fazer uma imaginar uma conta do impacto do que eles fizeram. Cara, hoje são na Cherim Bom,
são 600 e poucas lojas abertas, 1000, quase 1300 contratos já comercializados de franguia No Brasil inteiro. Eh, somos distribuidores, produtores de café, distribuidores de tudo que faz para dentro da Xeribão. Temos a escola de franquias, né, onde a gente trabalhou, já somos, sabia, João? Nós passamos agora. É, e aí se aí é você faz parte, você tem um dedinho grande ali, né, na escola do franchise que nasceu com você como motor dois. hoje já é a maior empresa que abriga hoje franqueadoras no Brasil e que prepara franqueadoras para Para ofertar suas franquias. >> Palmas, palmas,
palmas, palmas. Obrigado, meu irmão. [aplausos] >> Estamos juntos. >> Parabéns. Tá lá. >> Estamos junto demais. Valeu, viu? >> Valeu, tudo de bom. >> Valeu. >> Ou seja, impacto, hein? Loucura, né? Nossa, >> no primeiro mês a gente, se eu não me Engano, vendeu mais e ele investiu só 18 em tráfego no primeiro mês. Tipo, ele saltou assim de 600.000 na educação para 3 milhões. Cara, você pode contar quanto custa a tua teu conselho por ano? >> O conselho 312. >> 312. É, tá barato. >> É, >> vai subir hoje. Vai subir. Então, por exemplo,
a minha meta é fazer ele custar 1 milhão. Se tiver alguém aqui no JJ, pode, vamos deixar um link aqui. >> Pode deixar se alguém quiser, porque olha só, eu vim aqui para falar, obviamente de vocês, aprender com vocês, trouxe os alunos de vocês da estética, vocês são os primeiros no Brasil. Mas poxa, isso aqui é um é um outro >> é outro game. >> É um outro game. Então, se você é uma empresa, se você tem um negócio que quer e não seja da estética, você tá aberto para esse produto? >> Vocês estão abertos?
Sim, >> sim, >> sim. Tem poucas vagas, né? Porque eu atendo individualmente, então eu consigo atender no máximo 10 empresas no ano. >> Eu já tenho ali três, quatro. Então, >> então eu vou deixar, vamos fazer o seguinte, eu eu quero deixar um contato aqui, se a galera quiser falar com você, mas tem que ser um contato quente. >> Boa. >> Para saber que veio o da J. Jodqu é o que? Um Instagram ou um WhatsApp? >> WhatsApp. >> WhatsApp do J, meu gestor comercial. >> Então, tá. Então aqui já tem o WhatsApp para você
que quer entrar. se lá quer fazer conselho/advisory com eles dois e também quer entrar no programa de educação de mentoria que vocês lideram. >> Sim, >> vamos falar dele. >> Podemos. >> Temos duas vertentes. >> Pera, mas vamos tomar um um vamos botar uma glicose no sangue. >> Ah, >> literalmente falando. Vocês gostam de açaí? Vamos tom um açaizinho maroto. >> Adoro. >> Traz aça para todo mundo aqui. Pau. Nossa, todo moleque. [aplausos] Cadê o açaí? >> Que privilégio, hein? >> Pois é, agora tem açaí ali atrás. Tem comida sem glúten lactose. Aqui é a
rico muito rico. >> Aqui é muito rico. Aqui experiência. Aqui é é envelope. Acha, né? Envelope. >> Envel. É >> muito bom cara. Deixa essa traz aí. Cadê? Tá chegando. >> Tá chegando. >> Então tá. O debt açaí é uma empresa que é a nossa Também patrocinadora. The Best Açaí. Best Açaí é a maior >> franqueadora, desculpa, maior franquia de açaí do Brasil. >> Caraca. >> É de Londrina? >> É de Londrina. >> De Londrina. >> Nós morávamos em Arapongas, >> que é ao lado. A gente tem mentorado de Londrina aqui >> e era o
açaí que a gente mais comia lá. >> É mesmo? O The Best. The best. Adorava. >> E aí a turma massa. Os meninos são três, né? né? São três jovens que nem tipo vocês assim, são 32 assim. >> Bom que jovem tem energia, né? Para >> energia. Tem muita energia cara vai ser mais bom. Tá chegando oinho aqui pra gente. Vamos falar aqui do business, tá? O business de educação empresarial que vocês têm hoje aqui, tá na Mentor League Societe. Para quem é? Quanto custa? Qual É a proposta de valor? Boa. Explica porque tem gente
ouvindo e é esse programa que você vai poder participar que tá um link aqui que vai falar com ele no WhatsApp. Explica tudo. >> Perfeito. A gente tem algumas vertentes porque a gente sempre se preocupa em adequar o produto pro melhor cliente possível, porque se eu quero dar ROI, eu preciso ter parâmetro. Então eu quero saber de onde ele sai para onde ele vai. Primeiro passo que a gente tem, então São dois produtos para estética e um ali voltados paraa educação especificamente. O primeiro produto ele, você quer que fala o valor, o preço, investimento. >>
Eu, eu quero, >> tá? É bem barato perto do Roy, então é bem tranquilo. Ele custa hoje 70.000 E ele é para clínicas de estética, clínicas médicas ou clínicas, é para clínicas que faturam em média de 30 a mais ou menos ali 70, 80.000. Por que Everton tem essa essa classificação? Porque o programa ele já é ajustado, >> para pegar essa pessoa e dobrar ou triplicar o resultado dela em três a se meses. >> Se ela entra fazendo 30, ela passa fazer 60 ou 90, depende do nível de ambo, >> né? Tem umas que fazem
até mais >> mais. É, >> é porque aí, >> mas a promessa é essa. Out, >> mas a promessa é dobrar o triplicar. Se ela já fatura ali uns 100.000, mais de 100.000 por mês, a gente já consegue dar um grau de sofisticação na entrega e aí ela consegue participar, por exemplo, do clube em si e tudo mais. Então esse primeiro ela não tá no clube ainda. A gente criou ele para poder preparar a pessoa pro clube. >> Então essa pessoa não conseguiria pagar o clube, seria caro para ela, seria pesada a parcela, >> tá?
Então a gente criou esse produto que ele tem é 70.000, que a parcelinha é 5 e Pouco, 6.000 e ela consegue ganhar dinheiro e ir pro clube. >> Ou seja, você faz ela pagar o clube com new money, com dinheiro novo, >> 100% dinheiro novo. Que o Du falou o seguinte, já entrou, já dá R, não conserrar. >> É, eu não quero o dinheiro que ela tem às vezes. >> Exato. >> Eu já sei, eu sei produzir dinheiro. >> Boa. >> Eu sou muito bom fazendo isso. >> Boa. >> E aí faz mais 100.000, ela
vai pro clube. Aí o clube tem mais acesso à gente, faz parte do topo da estética. Ela tem tudo que tem no primeiro produto, estratégia, tática, tecnologia, a gente implementa na clínica, faz um 360, muito legal, só que ela tem o a mais, ela tem o acesso, ela tem a liga, ela tem eh o o branding que a gente entrega. Então esse cliente a gente faz Revista dele, a gente coloca ele no podcast, a gente faz uma parada muito legal com ele, >> certo? >> E aí eles começam a crescer muito. >> Quantos membros vocês
têm nesse clube? >> Hoje a gente tá ali nos nos 300 clientes, mais ou menos. 300 clientes. >> Um ticket médio de 80 quase 90.000. >> 80 quase 90.000. Beleza. 100% online esse. >> Isso. >> O primeiro, >> o primeiro sim. O segundo tem três encontros, >> tá? O de 70 que é 100% online, como é que é uma entrega? Ele dura um ano. >> Ele dura um ano. >> Ele é 100% online. Tem grupo de WhatsApp? >> Tem grupo de WhatsApp. >> E a cada quanto tempo vocês entram no >> Duas vezes na semana.
>> Duas vezes na semana. >> Isso. Porque assim, ó. Qual que é a minha >> duas três vezes na semana? >> Duas vezes na semana. ao vivo. >> Ao vivo no cafezinho da manhã, >> tipo assim, para dar uma acelerada violenta. >> É, e todo estruturado, porque, por exemplo, começo do mês a gente vai abrir a campanha do mês, gente. Mês de novembro, >> cara, a gente tem black, então a gente Vai estruturar o mês inteiro as campanhas do mês. Primeira semana vai fazer isso, segunda semana isso, terceira semana isso, quarta semana isso. Vai abrir
carrinho tanto, vai fazer isso, vai usar esse canal, vai usar essa estratégia assim, assim, assim. Então, abro o plano do mês. Aí a nas outras mentorias eu tenho uma filosofia que é assim, as pessoas falam: "Pô, mas eu queria muito individual". No começo individual atrapalha você porque Você não sabe o que perguntar. Mas quando você tem alguém ass quando você tá assistindo alguém com o mesmo problema que você, você tira a solução mais fácil. Exato. >> Então eu faço mentoria individual com uma pessoa e o grupo assiste. Como é só clínica de estética, as pessoas
estão o tempo todo pegando estratégias e aplicando, insightes e aplicando, só que com mais clareza para elas, porque não é ela dendo problema, entendeu? E aí ela Pode assistir e ficar com dúvida, como eu faço? Aí eu tenho um time que ajuda essa pessoa a implementar. Aí eu tenho um time que tá ali junto dela à disposição no WhatsApp para ir ajudando ela a resolver o que precisar. E isso é contínuo. Então ela não fica sozinha, ela não fica perdida, ela não fica ali, igual é normalmente os programas de mentoria que competem com a gente,
né? Que a pessoa fica, ela entra, tem aula. Aula não é mentoria, >> certo? É diferente. Então ali é vivência. E aí é aquela história, quanto você pagaria para ter um gestor que produz 1,3 bi para poder treinar você? Eu pagaria quanto esse gestor me pedisse. É isso aí. Quanto que é, lindinho? Você fala 70. Tá bom. Como é que eu pago? Você fala tanto a vista quer parcelar, Joel? Tanto parcelado. Eu falei: "Tá aqui quando que a gente começa?" >> É isso aí. Começa amanhã. >> Quando a gente come quando começa? Nossa, tá gostoso,
hein? >> Hum, >> hum. >> Bom demais. Sim. Delícia. >> Açaizinho saudável. The best. >> Isso é incrível. Nossa, maravilhoso. Hum. Obrigado. Tranquilo. Bí, tá 70. Isso. Depois >> tem o nível mais avançado. >> Qual que é? Explica aí, Bru. >> Que é o topo da estética, onde a gente fala o o nível um, a gente fala mais sobre marketing, vendas para el alavancar, crescer faturamento, resultado. >> Exato. >> As pessoas falar: "Pô, mas eu preciso aprender gestão. Vai gerir o que nesse nível?" Tem >> nem dinheiro? >> Não, não precisa. Agora é >> vai
vender. >> Progresso e ordem. >> Progresso e ordem. Vai vender. Vai vender. Vai vender. Agora é venda. Agora é venda. >> No próximo nível já é um nível mais avançado, tanto de marketing vendas quanto de gestão. É uma pessoa que já tá estruturando o time, ela já tá liderando e tal. >> Uma clínica maior. >> Exato. Às vezes ela quer expandir mais Um >> duas, três. Tem a gente tem clínica, cliente assim, tá? Saiu do zero para cinco clínicas, então vai, vai quebrando esse medo, né? >> Sim. É legal. Mas esse segundo produto é para
isso aí. É mais expansão. Inclusive, ano que vem você vai est lá >> onde? lá no evento. >> Vou >> vai. >> Tá sabendo agora? >> Tô sabendo agora. Esse é o clima >> a convocação. >> Nossa, meu muito animal. >> E aí >> tem uma lógica muito a gente vem, >> tem método, processo, organização. Agora prepara para expandir. Legal. >> A gente sabe o que tá acontecendo com cada cliente, exatamente em qual nível ele tá. A gente sabe exatamente o que precisa fazer para ele ir pro próximo nível. >> Tá. Quanto quanto custa esse?
100 e >> 156 >> 156 quantos? E aí esse esse >> eu posso já entrar direto, né? Não preciso passar pela 70. >> Não, não precisa. >> Isso. Você na verdadeó você tem que seguir o que que tá no teu nível. Por exemplo, você fatura entre 30 e 80, 30 a 100, você vai entrar no nível um. Ah, mas eu posso entrar no dois? Não. Por que, Everton? Porque você ainda você Pode ganhar muito mais investindo muito menos. Tem gente aqui na plateia que tá nesse de 170 e 153. >> Não sei. Tem, tem alguém
fazendo. >> Ah, tem mais um. >> É, tem aí. Então, tem mais um agora. >> Tem, tem a galera que como a gente teve muito sucesso nesse modelo e a gente teve muito sucesso, por exemplo, não tendo muita mídia, a gente a gente consegue hoje ser top três da MLS produzindo muito case e muito resultado. As pessoas falam: "Pô, como que você faz?" Aí alguns amigos ficaram assim: "Pô, como você faz? Eu quero aprender." E eu sei que as pessoas aprendem verdadeiramente quando elas fazem ps no quero, porque o quero para mim é um comportamento,
>> certo? >> Não é uma palavra, >> certo? >> É um comportamento. Então, beleza. Aí eu Coloquei um produto. >> Ah, entendi. Entendi. >> Entendeu? >> Entendi. É, é. É. Entendi. >> Eu quero um. >> Tu quer mesmo, então? Para Pix. >> Pix. É. >> Não quero. Eu vou. Não. Tom. Não tá. prova. Aí eles fizeram fix. >> É, as pessoas têm a tendência de falar que querem com a boca quando deveria falar com comportamento. >> É, é diferente. >> Nossa senhora. Toma na canela. E aí eu criei um programa para estruturar programa de mentoria,
programa educacional, só que ticket alto. Então a galera sempre chega para mim, pô, eu quero lançar um programa de educação ou programa de mentoria, quero vender aqui a 10.000. Eu falo: "Não, se você for vender 10.000, nem me chama". Não conta comigo >> não. Agora quer vender a 30, 40, 50, 100, 200, aí eu te ensino. A gente estrutura todo o programa pra pessoa, cria a marca dela, monta tudo certinho e faz ela pagar o investimento rápido. >> Eu acredito. Quanto custa esse? >> Esse é 240, >> que é o que você tá 240. >>
É o Igor. A gente formou para MLS. B, bota o microfone aqui no Igor rapidinho, por favor. Leva aqui para ele, Maria, por favor. Ô, Dudu, isso. Traz a câmera Aqui, filma ele. >> O Igor é ele aqui. >> É. E ele também tá. O Antônio, eu conheço. Ele já tá na Meless. >> Já tá no Meles. >> Aham. Conta, conta a tua experiência, conta a tua história, conta teu ROI. Que aconteceu com a tua vida? >> Tava numa linha do cagaço para entrar. >> Ah, tava no ICzinho Maroto. >> Bom, eu vi do negativo
com o Everton, Né? A gente começou lá atrás juntos, então do negativo e esse ano a gente vai fazer acho que 12 milhões. >> Como é que é? >> Ele te deu um reloginho. >> Deu nada. >> Deu um reloginho. >> Não, uma pulseirinha, uma cartezinha, uma pulseirinha. >> Não, não acha isso um absurdo? >> Não. Tem que dar uma lovzinha aqui. Prego. Carzinha. >> Um cartizinho. >> Um cartezinho. >> Você tava, você saiu do menos e tá, vai fazer 12 milhões esse ano. >> 12 milhões. São cinco empresas, né? Conta a tua jornada com
eles dois. Putz, ele era mais rico que eu quando a gente quando eu conheci ele, porque eu tinha R$ 400 e ele trabalhava. >> Na primeira consultoria que o Everton deu pra estética, eu que levei ele de Uber. Eu ganhei mais dinheiro que ele Nesse dia. >> Ele não comprou nada. >> A minha primeira consultoria para estética ele me levou. Ele ganhou mais dia que eu. Caramba, >> R$ 100, né? >> É, >> foi história boa. >> Bom, tem tanta coisa. A gente começou e juntos na Herbalife, né? A gente começou empreendendo na Arbalife junto,
vendendo shake. A gente, o árbitro me prospectou, Eu tava fazendo faculdade de engenharia química. O primo dele chegou para mim, falou: "Cara, dá para ganhar dinheiro com esse trem aqui? Tem muita gente querendo emagrecer". Eu sempre fui muito ambicioso, falei: "Pô, vamos lá". A gente começou a vender. Everton era um bom vendedor desde essa época, né? mostrou para mim que, cara, dava pra gente fazer muito dinheiro com isso. >> Eh, começamos e montamos um espaço de vida saudável em frente à faculdade, Gênios, né? Vender shake para quem tá na faculdade. >> A gente pensou assim,
tem bastante gente, vai vender bem, >> era tudo aluno, nada a ver. CP muito desalinhado, muito fora, né? Quebramos, vendemos bolo de pote para pagar as contas, pagar o aluguel, porque naquela época a gente alugou uma casa cara em frente à faculdade, montando. >> Já tinha marca, era bolinho, bolinho, >> bolinho, bolinho, >> bolinho, bolinho, bolinho, bolinho, não é? Tipo, quer comprar um bolo, é? Quer um bolim bolinho? Mal, >> bolo no pote. Chegamos a ter 10 vendedores, né? >> 10 vendedores dentro da faculdade. >> 10 vendedores dentro da faculdade. Os maconheirinhos que queria dinheiro,
né? Queria dinheiro. >> Os caras tinham, eles conheciam quem tinha fome. >> Aham. >> E eles queriam dinheiro. >> Pronto. Vai. ambição do cara, problema resolvido e é isso. >> Chegou a vender, acho que no mês 3000, 3000, 4000 bolinhos no mês, descontos. Bolinho, bolinho, bolinho, bolinho, >> bolinho no mês. E aí fomos evoluindo, né? Saímos disso, fomos fazer curso de enagrama, coaching e aí quando chegou a a era da estética, né? Então a gente começou juntos. Ah, foi o primeiro consultor, né, da dos anos. >> Ele foi meu consultor no começo. >> Uhum. Ele
contratei ele para fazer a consultoria com as clientes. >> Ganhava mais que eu na minha empresa. >> Até que o que chegou o Conrado, né? >> É. Aí eu fiz a primeira mentoria com Conradão. >> Aham. >> Aí ele falou: "Cara, os caras estão ganhando mais que você. >> Muda esse motivo". >> Eu falei: "Então ele tá errado." Eu Falei: "Tá." >> Ahã. >> Tá. >> Ah, então beleza. Então vou mudar. Que que tem que fazer? Pronto. Aí mudei tudo. >> Aí de sete que tinha, sete consultores que tinha, como a gente tava ganhando R$
10, R$ 12.000, caiu para dois, três. Aí ele falou: "Cara, quem tá comigo?" >> Aí eu virei e fiz um teste de fidelidade. >> Aham. >> Ó, agora eu vou pagar só dois, tá? Só que na minha cabeça já era assim, ó. Quem ficar vai ficar rico, que eu vou honrar esses caras, né? >> Certo. >> Ficou dois, >> ele e o outro. E os dois estão muito ricos. Que legal, cara. Palmas. para entrar no no EP, que é o private da mentoria, o Joe, que é o o outro, entrou primeiro e no dia da
reunião de montal Do Joe, ele foi, aí ele queria entrar na sala. Falei: "Não, se não entrar assunar o contrato não vai entrar. Seu amigo velho de anos, >> brother >> Danis, >> é isso aí mesmo. É, é real. Faz o Pix ou >> e não é para mim isso. Não é por causa que eu queria o Pix dele. É porque se ele não pagasse, ele não ia aproveitar. >> É. Se ele não tivesse pago, ele não ia est fazendo 2 milhões. >> É, coragem é uma atitude, né? >> É, decisão é uma atitude, >>
é um comportamento. >> É um comportamento. >> É, agora são dois clubes, né? Um de 42, um de 84 e a gente tá com 60 e poucos membros. >> Coisa boa. >> Quantos seguidores você tem? >> 6.000 e pouquinho. >> E aí a gente tem que falar disso. >> 12 milhões com 6.000 seguidores. >> 6.000 de seguidor, >> porque assim, ah, não somos grande ex, grandes experts em números de Instagram, não temos milhões de seguidores, nada disso. Nós somos muito conhecidos, somos conhecidos na bolha da estética, isso sim. Se a gente vai para uma feira
hoje, para um presso é impossível a gente andar uma quadra assim separada, reconhecido. >> Que legal. >> Mas mesmo fazendo menos barulho do que Grandes influenciadores, a gente faz mais dinheiro. >> É, o resultado de vocês definitivamente é desproporcional. >> Aham. ao número de seguidores é desproporcional, o que é o que é muito bom. Vocês conseguiram fazer algo >> não dependente disso. Isso, >> isso existe no mercado e até se repete, a gente aprende muito com você isso, né? ou o mais conhecido, ele acaba vencendo melhor. Só que o mais conhecido venceu Porque ele ficou
conhecido ou ele ficou conhecido depois que venceu. E aqui existe um paradoxo. >> É verdade. >> A tendência é as pessoas ficarem conhecidas depois de vencer alguma coisa. >> Esse sou eu. >> É, >> eu fui assim. >> Exato. Então, >> eu venci antes de ficar concido. >> E o que que a gente percebe no mercado? As pessoas tentam ficar conhecidas antes de vencerem algo. É muito bom. >> Muito. >> E aí não sustenta. >> É verdade. Eu fiquei, eu fiquei conhecido. Opa. Fiquei bom antes de ficar conhecido. É, é verdade. >> Isso. E é
o mesmo caminho que a gente segue. A gente trabalhou para ficar muito bom >> e a gente ainda tá trabalhando para isso. >> Ainda trabalha para ficar conhecido, né? Porque eu >> eu não tenho pressa de ficar muito rico, na verdade. Muito mais rico, né? Agora é, cara, vocês estão muito rico com o Y. >> E tá, >> vocês estão vida rica. O que que é vida rica, hein? Vida rica é um estilo de vida que a gente adotou. Primeiro princípio, o Trabalho não é o mais importante. Ele serve ao que é mais importante. >>
Então, o nosso maior empreendimento é o nosso casamento. >> Perfeito. O nosso casamento crescendo, a gente consegue crescer os negócios. Então, eh, eu sempre falei isso paraa Bruna. Olha, eu preciso que você tenha muita sabedoria no que você vai me pedir, porque a resposta vai ser sim. Se um dia você me pedir para eu fechar um negócio, no outro dia ele tá fechado. Mas você tem que se perguntar, isso vai ser o melhor pra nossa família? Então, a gente tem essa união tão forte em casa e a gente entende que isso é o nosso maior
superper, que essa é a nossa maior prioridade. Não importa o que tá acontecendo. A Bruna me liga, cara, eu tô passando mal, eu tô lá na hora. Não importa com quem é, não importa onde seja, não importa o que perca, porque ela é o mais valioso. >> Negócio eu posso construir quanto eu Quiser, mas e um casamento bom que vai ser exemplo para os meus filhos? >> Muito legal. Então, é, esse é o primeiro pilar, é o primeiro princípio. O trabalho não é o mais importante, ele serve ao que é mais importante. Segundo pilar é
a ideia de que, cara, a gente precisa ter tempo, a gente precisa ter liberdade, a gente precisa poder usufruir disso. >> Uhum. >> Por que que hoje eu cada vez cobro mais caro, cada vez mais irei cobrar mais caro e para mim vai ser simples, porque todo tempo longe da minha esposa custa algo que nunca volta. >> Uhum. Então, quando eu vou vender, eu vou vender serviço, eu vou vender meu tempo em algo ali, cara, eu tô trocando algo muito valioso. Eu gosto tanto de ficar com a Bruna, tanto de estar junto. A gente gosta
tanto de ficar junto que Todo tempo longe dela é tipo assim, é vida meio, sabe, xoxa, capenga. >> Sim. Então, já que eu vou fazer isso, eu vou fazer isso bem para potencializar a nossa vida, >> tirar uma boa recompensa. >> É, então o segundo pilar é: já que eu vou trabalhar, eu tiro uma boa recompensa disso. >> Boa. >> Não vou por pouco, não vou pelo mínimo. Ah, mas as pessoas não querem pagar. Aí O problema é delas. Quem tá perdendo é elas, são elas. encontrar quem quer. >> Eu vou encontrar quem quer. Boa
mentalidade boa. Isso. >> E a vida rica não é, apesar de hoje nós termos inspiração, modelo, pessoas que são seguidas nesse sentido, ela não é o meu modelo de vida rica, ela é o seu sistema de vida rica. Uhum. >> Porque eu tenho, a gente tem o nosso sistema, >> não quer dizer que isso vai funcionar Para todo mundo. >> Exatamente. >> Mas a gente descobriu que funcionaria pra gente. >> E a gente descobriu que com todo esse crescimento de riqueza, você ganha um poder que é maravilhoso, que é o poder de escolha. Então, se
para nós é importante estarmos mais tempo juntos, se isso é valor, por exemplo, quando eu ganho dinheiro, eu posso escolher isso. Agora, quando eu não ganho dinheiro, eu Não não tenho esse poder de escolha. Então, a vida rica, ela vem, ela é a vida rica que você quiser que seja dentro do seu sistema, só que tendo liberdade para escolher. Então a gente fala, vem construir a sua vida rica. Se você quiser levar a nossa como exemplo, vai ser muito legal, porque a nossa vida é muito legal. Mas se você quiser viver algo diferente disso, vai
ser rica também, porque ela não é rica só de dinheiro, mas principalmente daquilo que O dinheiro não pode comprar. E a maior coisa e talvez a principal que dinheiro não pode comprar é tempo. >> É isso. >> Porque não volta. >> O Flávio sempre fala, né? Cara, eu daria tudo que eu tenho pretidade. >> Exatamente. >> Tudo. Toda vez que nossa, eu daria tudo. >> Todo meu patrimônio. >> Isso significa o quê? O cara é bi Leonário em dólar. >> Em dólar. >> Se ele daria tudo, uai. Então, por que que eu tô desperdiçando isso?
Pois é. Um dos grandes benefícios do nosso da nossa jornada, Joel, foi ter, de certa forma apanhado um pouco da vida mais cedo e e ter escolhido aprender coisas antes de errar. Porque eu acho que você sempre diz, né? A gente não aprende quando é com erro, aprende com acerto, com acerto. >> É, é acertando que você aprende, não errando que você aprende. E e eu tenho um pensamento que eu carrego desde muito muito novinha, que é eu não preciso errar para aprender, eu posso aprender com quem errou. Uhum. >> Então essa coisa da gente
tá no Clex aos 27 anos dando, sei lá, era quase o valor de comprar um carro para entrar no Clex. Eu deixei de comprar um carro, o carro que eu queria, carro dos sonhos. >> Sonhos na época >> e ainda deixei de comprar porque a Bruna foi junto. Falei: "Não, a gente tem que estar lá juntos". >> E agora comprou um carro. É, >> ave Maria, >> meu >> E aí esse pensamento de eu não preciso errar para aprender é quem tem resultado naquilo que eu gostaria ou que eu quero ou vive algo que eu
quero que se eu aprender com essa pessoa, eu vou mais rápido economizando tempo, dinheiro e Frustração? >> Essa é a nossa busca. >> Porque para mim mentoria é isso. E eu não tô falando porque a gente vende mentoria, tô falando porque eu consumo mentoria. É >> mentoria, economia de tempo, dinheiro e frustração. Eu vou, a pessoa levou 10 anos para chegar naquele insite, naquele pensamento, naquela estratégia, eu posso aprender em um. Ela se frustrou ao longo do caminho, eu posso evitar todas as frustrações, porque ela vai me dizer: "Não faz isso, não faz aquilo, faz
por aqui". E aí eu vou economizar também dinheiro, porque eu gastaria muito mais tentando dar certo sozinha ou tentando acertar naquilo que ela já acertou na tentativa do que investindo já no que vai ser certeiro. >> É isso aí. >> Então essa coisa de vocês são jovens e Vocês já estão com esse resultado vem muito desse modelo mental, tá? essa pessoa é boa naquilo, melhor ela. >> Então, uma coisa que eu gosto muito do Joel é que ele é excelente em crescimento, influência e ele sabe, >> ele vai pá e faz a gente tá tá
tem que pegar isso aí. >> Ele abre a boca falar disso, eu falo: "Cara, nisso, eu sou ruim, mas eu tenho que ouvir o Joel". >> É isso aí, >> entende? Então a gente escolhe quem ouvir e a gente tem uma filosofia de ouvir uma filosofia por vez. Então a gente não >> a gente não participa de 50 coisas ao mesmo tempo. >> Nem conteúdo, nem mentoria, nem nada. A gente não consome de várias pessoas que têm linhas diferentes ao mesmo tempo, porque isso confundiria a nossa capacidade de raciocínio, a nossa capacidade de tomar decisão.
Então a Gente pega uma filosofia, compra o primeiro a pessoa, vocês têm um valor que para mim é extremamente importante, casamento e família, >> e vocês mostram isso no comportamento e não só na fala. tem resultado no negócio, que é algo que a gente também busca, e são exemplos em habilidades que a gente também quer ter. E aí eu olho para aquilo, falo: "Filosofia alinhada, alinhado, podemos extrair o melhor disso?" Sim. Tá de acordo com o que a Gente quer viver? Sim. O que não tá também a gente deixa, porque eu acredito que nem não
é todo mundo que é bom em tudo. A gente pode pegar o que a gente acha que é melhor. Extraio isso, levo para minha vida e com isso eu tenho mais resultado em menos tempo. É o gráfico de esforço e resultado o tempo todo, só que de uma forma que eh obviamente existe um limite para isso. O Every até fala, né, que ele fez um combinado com Deus, que ele falou: "Deus, eu quero ser muito Rico, eu quero ser rico e muito rico". E essa coisa do rico veio do Everton. Sejo ardente, cara. Eu quero
ser muito rico. >> Mas se eu tiver que fazer coisa errada, eu topo ser pobre. >> Então existe um limite, >> sabe? >> Então não é a qualquer custo, >> não é por qualquer dinheiro. >> Não é fora da regra, né? >> Não é fora da regra. >> É na regra. >> É na regra. >> E aí por isso que a gente precisa trabalhar muito as nossas habilidades, porque a gente sabe que vai ser mais difícil. >> Uhum. >> Na regra, tem pessoas que fazem sem a regra, mas a gente não topa. >> A gente
quer na regra. Palmas. Essa foi boa, hein? Esta foi boa. [aplausos] Cafezinho. Cafezinho. >> Açaí. Temos. >> Faz um cafezinho. Eu quero um chá. Tá, Dudu. Eu quero um chazinho. >> Eu também quero um chá. >> A Bruna quer um chá. E o >> eu topo o cafezinho. >> E cafezinho. A gente tem um quadro aqui chamado café com Conselho, tá? Café conselho. Oferecimento cheirinho bom. Um beijo. É cheirinho. >> Cheirinho bom. Não, eu tava falando assim, cheirinho bom aí, Larissa, amor. Cheirinho, cheirinho, gente. Cheirinho bom, beminho, >> beminho. >> Maior sistema de cafeterias do
Brasil. Obrigado por vocês apoiarem, patrocinarem o JJ Podcast, amigos próximos, clientes, né? Acabamos de ligar pro DU e é com sistema de franqueza incrível. Café com o Conselho é o seguinte, Vocês têm oportunidade para sair para tomar um cafezinho. >> Uhum. com uma pessoa. O cafezinho é Cheirinho Bom. É uma loja cheirinho bom. Sentou, conversa bacana. Ticket >> chegou da influência. >> É high ticket. O café da influência. Cafeteria da influência. Eu quero saber para vocês dois. Lindinho, uma, Bruna, outra. E Lendinha Outra. >> Qual conselho vocês pediriam? >> Para quem? >> Qual conselho a
gente pediria? >> É. Para quem vocês pedirem um conselho? Qual é esse conselho? E que o e que resposta e o que vocês acham que essa pessoa falaria para vocês? >> Caraca, >> que conselho e o que a pessoa falaria? >> Primeiras damas, meu anjo. Você viu, né? >> Ganhou tempo para pensar, né? >> Bobo. Tem nada. >> Ela é muito sofisticada. Ela vai dar uma resposta incrível. Olha, Joel, do fundo do meu coração, hoje o conselho mais valioso que existe para mim é da pessoa que dorme e acorda do meu lado. >> Ou >>
porque não existe pessoa que conheça mais. >> É muito orgulho. >> Dificultei para você. >> Falei que ia ser bom, >> eu ia falar merda, entendeu? >> É, ainda bem que ela começou. >> Ainda bem que ela começou. >> Ainda bem que foi ela que começou. Eu ia ficar malzão depois aqui at falar assim. Faleia falar com >> Ah, eu ia falar com Flávio, Augusto. Aí ela mete o meu marido. É rei. >> Perdi a palma daí toda. >> Não, mas é e é genuíno assim, ó. No Fundo do meu coração tá queimando agora porque
não existe pessoa que conheça mais o meu pior lado e o meu melhor lado do que o Ever. Então para e a gente acredita e vive isso. A gente paga a mentoria 500.000 1 milhão, dois, três, qu para ouvir de pessoas aquilo que a gente às vezes ouve da pessoa que tá ao nosso lado. >> Uhum. Tá. É o Éver. Qual é o conselho? >> Conselho, >> aliás, aproveita, >> aproveita. >> Ele tá aqui. >> Nossa, tem que pensar. a gente conversa tanto >> o tempo todo. >> Meu anjo, eu tenho um paradoxo na minha
cabeça, >> tá? >> Eu eu gosto do palco, eu gosto de estar aqui, eu gosto de compartilhar >> conhecimento, tudo, >> mas eu também gosto muito do bastidor. Eu sou a pessoa que eu tô lá na gestão, olhando o número, relatório, cortando custo, vendo detalhes. A minha equipe sabe disso, eu sou do detalhinho da operação. E eu e eu até perguntei isso um dia pro Flávio, ele me deu um conselho também. E às vezes eu entro nessa dualidade, sabe? Vou pro palco, fico no bastidor, fico mais no bastidor, vou mais pro Palco, abro mão de
uma coisa, de outra. E o meu conselho seria esse. O que você acredita? Agora lascou, hein? Que eu deveria fazer ou qual sua opinião sobre isso? >> Te conhecendo bem. >> Sim. >> Sabendo que você é boa. >> Uhum. >> Sabendo da do teu potencial de melhorar ainda mais. Eu Acho que não é uma pergunta de ou não, né? Ou não, porque seria um grande desperdício pro mundo não te ouvir. Só de te olhar faz bem. Não sei se vocês repararam isso? [risadas] Só de olhar já faz bem. E e o jeito que você fala
encanta, é doce. É algo que vai ao contrário do que o mundo tenta pregar, principalmente as mulheres. Tipo, você tem que ser não, você é cara, percebem isso, né? É doce, é bonito, é Firme mesmo assim. Então, seria um desperdício se você não falasse, mas também seria um desperdício não ter sua visão de detalhes. Seria um desperdício. Então eu acredito que não é uma pergunta de ou é de quando. Quando você deve ser palco e quando você deve ser bastidor. E como você ama uma agenda, você vai saber melhor que eu. >> Amo uma lista,
né? >> Amo uma listinha, sabe? A listinha. Cheque na listinha. É só isso. Só isso. >> Obrigada. >> Muito bom. >> Você não me perguntou, mas mas eu concordo. >> Concordo. Os dois. >> Aham. Eh, eu ia falar isso. Você fala bem. Você fala bem. >> Não é uma comunicação muito diferente? >> É, ela fala bem. Você tem clareza, você faz refletir, tua linguagem é soft, firme. Ah, se apresenta bem, tem postura. Eu sugiro que vocês escrevam um livro em até para avançar no primeiro trimestre de 2026. >> Ihu. >> Esse livro deveria ser lançado
num evento que pode ser aqui, já está liberado. Primeiro lançamento pros teus mentorandos, que quem entrar hoje já tá na Eu sabia que eu ia fazer alguma Coisa. Eu tô, eu tô precisando um livro que você vem aqui e lança. Aliás, eu sugiro que vocês escrevam uma trilogia, uma de marca, um livro de marca, um livro de vendas e um livro de vocês dois juntos de casal que empreende. Sim, papum. Eu acredito também que vocês poderiam falar sobre aí os dois, né? fala sobre sobre para casal que empreende. Não é fácil empreender e é Mais
difícil empreender em casal. >> Uhum. >> Só que eu empreendo com a minha esposa. É difícil empreender casal e eu gosto. >> É maravilhoso. >> É difícil, mas é bom. Então tem coisas que estão difíceis e não são boas, né? Tem coisas que estão difíceis e são boas. Onde que eu difícil? Tem hora que a dicotomia, né? Que que hora eu tô falando com a minha esposa? Que hora eu tô falando com a minha sócia. >> Uhum. >> Mas poxa, é muito bom, cara. É muito bom e tem muita gente que gostaria de ouvir. Então
eu acredito mesmo que que você tem que tem que falar. Talvez tem um grupo de mulheres sedentas para te ouvir. Talvez não. Certeza. Você fala bem. Qual que é o objetivo da fala? É que a pessoa entenda. Então você tem uma coisa na sua cabeça >> e você consegue verbalizar com >> e você consegue verbalizar. E a pessoa Que tá na plateia, ela quer te entender, ela é sedenta para te entender. E aí você quer que ela entenda, ela quer entender e a comunicação é o elo. Você consegue fazer isso como poucas. Então, e vai
continuar fazendo uma outra eh vai continuar fazendo as coisas que você faz com detalhe. Agora tem uma máxima muito boa. Sabe o que vai acontecer com o teu trabalho no backstage quando você Começar a falar? Que que você acha? Não sei, >> vai melhorar. Sabe por quê? Porque você vai falar do que você faz. E para falar do que você faz, você vai precisar ter a clareza máxima do que você faz. E quando você tiver a clareza máxima do que você faz para explicar, você vai encontrar até os o os Ai, caramba, ten que melhorar
lá. Ai, ai, tipo, vai melhorar para caramba porque você tem que explicar. É uma coisa que força a outra a melhorar. Porque quando você não tem tanta clareza, escrever te traz clareza. >> Uhum. >> Agora, quando você tá em cheia, transbordar te traz significância. Escrever, falar, comunicar. Então eu acredito que é um é um bom caminho e não é um caminho excludente, né? Igual o Lindinho falou, não faz uma coisa em Detrimento da outra. Boa. Muito bom, Lindinho. Só vez agora. Ficou ruim, né? Ficou ruim. Ah, >> vai perguntar para >> Posso? Vou fazer o
óbvio, né? Lógico, né? >> Vou fazer o óbvio, né? >> Ficou ruim. Vai ficar bom agora. É, tu, pô, eu renova os votos. >> Eu vou pra pessoa assim, eu vou pra pessoa que, >> cara, eu não tenho como mais duvidar de Deus. Você sabe disso, sabia disso? >> Não. >> Eu acordo, olho pro lado, falo: "Só Deus pode ter feito um negócio tão bonito desse >> Deus. >> Não tem como duvidar mais. Eu vi uma vez tu fazendo um vídeo, acho que você tava dentro do do teu carro, aí Bruno e falou: "Olha ali
uma máquina, olha aquela máquina". Aí você tá, a galera acha que era o carro aí da Bruna Entrando. >> Muito bom. Então é pergun uma pergunta, né? Para mim >> é lógico. Perfeição divina. >> Convivendo comigo, vivendo >> é uma resposta que poderia te dar só em casa ou aqui eu posso? >> Não vamos deixar muito íntimo. Mas o que que você acredita Que eu deveria fazer? >> Hum. que eu deveria focar ou construir, que vai fazer a gente chegar no bilhão. >> Responsa, né, >> pô? Não olha para mim, não tenho nada a ver
com isso. >> De forma prática, a gente tem um plano >> Uhum. Executar esse plano. Mas a a visão que eu tenho de você, eu já tive a oportunidade de falar isso outras vezes, mas talvez por ter sido eu em um outro momento, você não tenha ten achado que é porque eu te amo só, mas é também que eu te amo, mas não só isso. é que Joel, talvez você concorde ou não, mas quem convive com o Everton sabe que a o potencial e a capacidade dele e é gigantesca. E eu acho que proje ainda
é pequeno. Eh, você se dedica muito para muitas pessoas e ele é genuíno, adora servir e não tem hora para acabar e tem hora para começar, não tem hora para acabar e dá o sangue, isso e aquilo. Eu só acho que tem as pessoas certas para te ouvirem e você precisa alcançar essas pessoas porque sua cabeça é muito valiosa. Não só a sua cabeça, mas principalmente o seu coração. E eu sei que você é a pessoa mais Comprometida em quando dar o direcionamento para alguém, falar o que é melhor para ele, não que é melhor
para você. E isso faz, hoje já faz muita diferença na vida de algumas pessoas, mas existe um grupo de pessoas que vai fazer ainda mais e essas pessoas vão fazer ainda mais, vai virar uma coisa gigantesca. E então em relação ao bilhão é seguir o plano. Você sabe qual o plano? E em relação à a construção disso, é Isso. Eu vejo o Everton escrevendo livro, só que a gente tem uma dinâmica que até então é bem combinada, é de que a gente não quer viver um ritmo de viajar o Brasil. >> Uhum. >> A gente
não topa esse a vida a nossa vida rica, isso não se encaixa na na nossa vida rica perfeita, entendeu? Entendi. >> Por exemplo, a gente faz o resultado que Faz e a gente não tá todo final de semana numa palestra, num congresso. Por escolha. >> Uhum. >> Mas isso seria importante em determinado momento paraa construção de algo, talvez. E eu acho isso muito valioso. Eu acho que o que você sabe, principalmente o que você faz, porque você só fala daquilo que faz, eh, tem cabeças como a Dudu. Tem noção de que uma informação muito parecida
que o Everton dá numa mentoria às 7 da manhã para uma dona de clínica de estética que fatura 30.000, ele deu para uma pessoa que faz milhões no ano e essa pessoa fez outros milhões e às vezes aquela pessoa dos 30.000, ela não colocou em prática e é às vezes o mesmo direcionamento ou muito parecido, só muda o contexto. Então, eh, eu vejo isso nos corações certos, já que a mensagem é muito Valiosa ou nos em outros corações, isso vai dar muito mais estudos. Não que a gente vai deixar de fazer o que faz, mas
encontrar as pessoas certas e e em partes maiores. Quer aconselhar? >> [aplausos] >> Entenderam, gente? Que que eu passo todo dia? Foi o café com o conselho mais lindo do JJ Podcast. Eu não tenho a menor dúvida. >> A gente tá indo pro final. Vocês Gostaram, gente? >> Depois vocês vão ter um momento aqui, né? Um momento super exclusivo também. Ã, antes de ir para a pergunta final, convida a turma a caminhar com vocês aqui a audiência do JJ Podcast. O espaço é todo de vocês, >> cara. Hoje a gente tem um Instagram, né? Então
a gente é muito ativo no Instagram. Ahã. E lá, pô, eu compartilho cantada com dona Bruna todo dia quase. Eh, a gente compartilha um pouco do Nosso trabalho. A gente é, a gente é muito prático na rede social. A gente, cara, fala muito com coração ali até, né? Não é, a gente até tem que aprender ser mais intencional, mas a gente dá conselhos mesmo ali paraas pessoas, compartilha um pouco do que a gente faz. E aí tem o Vida Rica Podcast. Vida Rica Podcast é o nosso podcast. Eh, a gente leva bastante clientes lá para
contar as histórias, então tem muitos cases, mas a gente quer muito começar a compartilhar Também um pouco da nossa mentalidade lá. Então, que que que é vida rica? >> Aham. >> Tá. Então, hoje vamos falar de um ponto da vida rica que é casamento. Aí eu e ela falando, sabe, essa dinâmica? E nos produtos. Os produtos são onde as pessoas mais acessam a gente. Então, na mentoria inicial, duas vezes na semana, a gente vai, eu faço mentoria paraa família. Eu não acredito que mentoria é só pro mentorado, porque o negócio ele é Uma ferramenta para
servir o que mais importa. Concorda? >> Certo? >> Então eu tô ali servindo uma família. Quando eu vendo a mentoria, eu quero às vezes que o marido participe da sessão. Não, mas ele não toma decisão. Não, não, mas eu quero, eu quero entender aonde esse negócio se encaixa na vida de vocês, porque ele é para servir vocês e não para destruir vocês. E aí, então nos produtos é onde a gente Mais tem convivência. As nossas clientes, elas convivem com a gente. >> Uhum. >> Então, duas vezes na semana, daí tem os eventos presenciais. É assim,
é muito legal ver como melhora-se casamentos, melhora-se criação dos filhos, melhora-se ambiente, melhora o clima, melhora o negócio. Cara, eu falo que o dinheiro que elas ganham menor dos benefícios. >> Boa. >> Então, caminha-se muito com a gente, quem realmente tá ali vivendo os produtos e tudo mais. A gente produz pouco da porta para fora ainda. >> Exato. E são as pessoas que mais confiam no nosso trabalho, foram as que colocaram o dinheirinho da família delas. Exato. >> Então elas vão ser as que mais tem da gente. Então, então por isso que até a gente
trabalha muito porta para dentro e pouco, entre aspas, da porta para fora, Né? a gente passa mais tempo trabalhando com elas e no negócio delas, no negócio deles, do que necessariamente da porta para fora. Então, a melhor forma de encontrar a gente é estar perto da gente. Obviamente, dependendo do produto, mais proximidade, dependendo do outro produto, um pouco menos, mas ainda assim com proximidade. E Instagram, @Eevertonpieri, @brunapieri e Vida Rica Podcast e o WhatsApp agora acho que vai ter um link, Né? >> O link do WhatsApp tá aqui, vai falar direto com o time, >>
direto com o J. J >> Jonathan Marcato. >> Jonathan Marcato. Ele tá aí. >> Ó lá o Jonathan lá atrás. Boa. É com ele. É com você que a turma vai falar. >> Tá joia. Pô, aprendi bastante. Curtiu muito. Esperava. Não. >> Surpreendeu. >> Surpreendeu. Boa. Vocês são vocês vocês são bons, mas vocês estão melhores do que eu imaginava. E isso é porque eu não tinha reservado 1 hora30, 1 hora e mais, né? Mais porque teve o antes aqui umas duas horas para ouvir vocês. Ouvir fala com olhar de aluno, com a cabeça de aprendiz
que eu considero que é uma vantagem e uma característica das pessoas são grandiosas. Senta, explica. >> Uou! É porque a maior parte do tempo a Gente tá fazendo isso. >> É, >> ouvindo, >> ouvindo. E é muito bom ouvir. Foi muito bom ouvir vocês. E tive uma ideia, mas eu ter quear no bastidor. [risadas] Tá, foi muito bom. Parabéns. Parabéns, cara. De verdade, parabéns. Turma do do J também comenta, segue, >> manda mensagem, faz eles sentirem. A Contribuição. Foi grandiosa. A contribuição, não foi, gente? Eu sabia que ia ser bom, mas foi muito melhor. Às
vezes a mensagem chega na hora certa de um jeito que você não tá ligado que é esse jeito, entendeu? >> Às vezes é coisa de anjo. >> É, às vezes é coisa de anjo. >> Sabe o que que é anjo pra gente? Anjo é uma pessoa que aparece no dia certo, na hora certa, falando a coisa certa. >> E às vezes a gente nem sabe que Precisava disso tudo, né? Por exemplo, a pergunta que vocês fizeram, cara, quais são as brechas pro negó teu negócio ficar mais caro? >> Na hora que você olhar, você vai
ver. Pô, cara, eu eu eu me perguntei aqui, verdade, pô, verdade, mas são, né? É mais fácil, mais óbvio. Aí ligou, pô, foi muito bom, foi muito bom. Eu fiquei muito feliz. Eu sou muito feliz com o meu trabalho e é muito bom aprender, porque o aprendizado, o conhecimento Liberta, cara, >> demais. >> Conhecimento liberta, gente. >> Conhecimento >> liberta. Conhecimento é a ferramenta poderosíssima. A última pergunta do J é a seguinte: vocês têm oportunidade de mandar uma mensagem para 8 bilhões de pessoas, ou seja, o mundo todo, essa mensagem vai chegar, chegar traduzida, vai
chegar em todas as plataformas. Se tem um país que é na TV, vai chegar na TV. Se o outro é no outdoor, vai ser no outdoor. O outro é na internet, vai nas escolas. Vai chegar o algoritmo da vida, vai entregar para 100%, mas a mensagem é rápida, curta e grossa. É direto. Pá, o cara olhar assim, boa, lindinho. Boa, lindinha. né? Tá embaixo assim, lindinhos. Que mensagem seria essa, Bruna? Que mensagem seria essa Ever? Você tá a uma decisão de mudar a geração inteira depois de você? Forte. Eu eu vim de família pobre, né?
Muito pobre, tipo, muito pobre. Eu não tive família estruturada. Eu não ti, eu admiro muito quando você conta sobre teu pai, porque eu não tive isso. >> Não teve pai, >> não, eu tive, mas assim, >> não teve aquela estrutura daquela de tipo assim, se não tivesse, eu acho que seria melhor, sabe? Teria mais benefício. >> Mas eu honro, eu não não sou mais Traumatizado com isso. >> E e cara, eu fico pensando, poxa, quantas coisas teriam sido evitadas na minha cabeça, na minha vida, se eu tivesse tido uma instrução? >> Aham. E e aqui
eu não tô falando de ter dinheiro, eu tô falando de alguém que te aponta o que é certo e o que é errado, de alguém que diz: "Vá por aqui e não por aqui". Isso teria economizado muita coisa ruim. E por isso que eu valorizo tanto. Então Eu até lembro de uma frase do Flávio assim que, cara, mudou minha vida, que ele fala assim, ó, se você não tem um bom exemplo para seguir, seja o bom exemplo. E eu falei: "Caraca, que legal isso. Então eu posso mudar tudo?" E aí eu decidi ser um bom
exemplo paraa minha família, boa. >> Pros filhos que eu não tenho, paraa minha esposa ter orgulho de falar do Marido que ela tem, de falar: "Pô, meu marido não bebe, meu marido não não fuma, meu marido não tem nenhum vício". Então, uma decisão muda toda a geração futura que eu tenho. Então, meus pais eram pobres, meus avôs eram pobres, meus irmãos eh são pobres, mas eu falei: "Cara, acaba aqui agora". E eu fiquei rico no dia que eu decidi começar >> ficar rico. >> Porque lembra que decisão é um Comportamento? >> Sim. >> Então a
partir de agora, eu vou me mover nessa direção. Então quando a gente decide algo com comportamento, a gente começa a fazer uma mudança, não só na nossa vida, mas de pessoas que a gente não tem nem noção de que mudaria. E aí é um efeito cascata absurdo. E é daí que vem as nossas frases. Vai falar alguma delas? Qual delas? >> A do curar. >> Pessoas curadas por um gerações. >> Isso. E aí começa a nossa filosofia. Porque o fato da gente ter se curado, da gente ter quebrado alguns ciclos de casamentos ruins, famílias desestruturadas,
famílias sem fé, quebrar alguns ciclos, as nossas próximas gerações vão viver coisas maravilhosas que a gente foi privado de viver. Sempre. Um dia, um dia a gente tava conversando, João, não vou Me estender muito, mas acho veio aqui para falar disso, a gente estava conversando e hoje a gente tem uma vida muito boa, graças a Deus. E no Cala assim, indo para casa e eu falei: "Amor, tava pensando aqui, eu sou bem reflexiva". Falei, acho que o nosso papel geracional, assim, contexto gerações, não é somente desfrutar, apesar de hoje desfrutarmos muito, é de, principalmente quebrar
ciclos do que não vai ser levado Paraa frente. Eu admiro, por exemplo, quando você, o Caio e o Flávio tocam um instrumento musical. >> Uhum. Eu não aprendi a tocar um instrumento musical, mas não porque eu nunca tive interesse, e sim porque nunca foi >> estimulado, apresentado, assim como outras coisas. E hoje eu paro e penso, cara, eu não sou a pessoa mais genial, inteligente, extraordinária do mundo e nem mais esforçada que para justificar o Que eu vivo hoje. Assim, existe sim o esforço, o conhecimento, o trabalho do dia a dia, as coisas que eu
encarei, as coisas que eu enfrentei, isso tudo é mérito. Mas na minha cabeça isso não. Tem gente muito mais esforçada, tem gente muito melhor, tem gente com muito mais conhecimento. E isso não é suficiente para justificar o que a gente vive hoje. E aí eu tenho uma frase, a minha frase de outdoor é: ninguém pode tirar de você aquilo que Deus planejou paraa sua vida. Eu não consigo explicar logicamente tudo que trouxe a gente até aqui. Tem ali, eu posso te dar três dicas para tal coisa, cinco para aquela. usa o meu método, faz assim,
vai funcionar. Mas eu acredito que muito mais do fato da gente tá onde tá hoje e com as pessoas que a gente tá hoje, vendo que a gente vive hoje, é sobre uma graça, uma graça, uma bênção, algo que Deus deu e falou: "Olha, vocês vão viver isso". Ponto. Porque a gente olha um pro outro e fala: "Cara, qual era a chance?" Uhum. >> Estatisticamente, na probabilidade, a chance de dar errado era muito maior do que a chance de tá aqui hoje. Muito maior, infinitamente maior, considerando todo o contexto anterior. Então, eu acredito nisso. Você
pode fazer sua parte e deve, não deve também ser aquela pessoa, ah, Deus vai fazer, Não vou fazer nada, né? >> Sim. >> Ah, deixa com Deus que ele resolve. Não, não é esse o caso. >> Vitimismo é abrir mão de poder, cara. >> Mas tem coisas que a gente vive que eu sinto como um cuidado de Deus. Sabe assim, o carinho de Deus, isso aqui foi para você. Isso aqui é para te lembrar onde eu te coloquei. Isso aqui é para te lembrar que eu existo. Isso aqui é para dizer: "Olha, os teus sonhos
são Pequenos perto dos meus". E existe mérito, mas eu acredito que existe muito mais ou proporcional, não sei quanto disso, de graça divina mesmo. Acho que tem os os privilégios. >> Boa, parabéns. Tá, animal. Que episódio. Que episódio, né, gente? Que episódio. [aplausos] Senhoras e senhores, esse foi o JJ Podcast aqui na J com plateia, com pessoas queridas que acabei de conhecer, algumas eu já conheço, que são alunos. Reforço, segue, manda mensagem, fala com eles, manda mensagem, eles podem te ajudar, entra nos programas, conversa, faz parte do advisor, faz parte do conselho, fica perto. Em
outras palavras, fiquem perto e mais perto ainda, tá? Se você gostou, deixa a gente saber, siga a gente. Se você não segue, compartilha essa mensagem, manda para mais pessoas. E todas as semanas a gente tá aqui com JJ Podcast há 5 anos consecutivos. Muito obrigado pela sua Audiência. Um beijo grande. A gente se vê no próximo episódio. Valeu. Tchau. Valeu.