Olha hein Se não perguntar agora vai perguntar depois vai querer saber não vou responder bom muito boa noite a todos uma vez mais os meus cumprimentos Aos que virão aula em algum outro momento da vida nós nos encaminhamos aqui ou estamos encaminhados para o final do nosso curso que nós teremos as aulas de perversão hoje Psicose na próxima luta e Melancolia E aí eu vou dar duas aulas numa eu vou dar aula de análise terminável e interminável junto com psicologia das massas e aí finalizando com o m civilização tá E aí vocês vão ver ali
o o total de 23 a 25 aulas que foi o combinado Né desde o início ali da essa leitura basilar mediana do conhecimento freudiano tá da da teoria psic de Freud e vamos chegar a tão dita per Perão né que algumas pessoas que eu vejo aqui fizeram o curso comigo que se Encerrou hoje da perversão então né pode ser uma um tanto quanto né já um pouco previsível e que eu já vou tratar alguns assuntos que já tenho tratado e vejam vocês eh vou pegar na rabeira acho que esse é o termo ou pegar a
rabeira do que o Gabriel imagino deve ter dito a vocês um pouco sobre a perversão né eu Gabriel você chegou a falar desse conceito neuro negativo da perversão ou não mencionei sim ensinou bom nós temos quando falamos de perversão em Freud quatro textos Fundamentais tá e a nível de hierarquia nós vamos ter o feiticismo como algo propriamente que ele vai tratar da da perversão Gabriel citou nós vamos ter Os três ensaios sobre o ter da sexualidade que ele vai citar não de forma tão amarrada como uma ideia Clínica mas sim diferenciar o perversão perversidade sexualidade
nos três ensaios batem-se numa criança né Há uma análise ali de quatro discursos a respeito de sadismo masoquismo e no final da vida dele vai Escrever um texto sobre o o processo de decisão no eu como defesa agora não me lembro totalmente de 39 e que ele vai estar a perversão também e que é uma cisão no eu na perversão para se defender diante da castração O que é interessante pontuar isso para vocês não há muito conteúdo do Freud tentão sobre perversão tá se você parar para pensar que o Freud escreveu por pelo menos 50
anos nós temos quatro textos e é claro talvez um outro texto possa fazer uma Menção mas textos em que diretamente vão fazer trabalhar essa temática Ou seja é é mínimo só pede para o que Freud escreveu de Psicose que eu acho que são menos ainda três textos pelo menos textos mais conhecidos ã a explicação para tal se dá pois Primeiramente um uma compreensão de que o a clínica do Freud naturalmente era uma clínica da neurose então o Freud teve Sim muito mais atenção a explicar uma série de fenômenos neuróticos histéricos Obsessivos e fóbicos eh a
clínica do Freud depois de 1910 passou a ser uma clínica do complexo de édico e o complexo de épo serve para explicar a neurose Como já falei para vocês né ah depois ali nos anos depois um pouco antes finalizar a próxima década o Freud passa a se interessar por outros temas por outros assuntos inclusive da Ordem da filosofia da sociologia da política também então do Social como um todo então nós vos vemos Freud falando de Assuntos fora do campo psicanalítico nós vemos também Freud muito preocupado e com muitos textos e que ele é é um
até um pouco repetitivo mas para o estudante é muito válido repetindo defendendo a psicanálise de críticas né as conferências né a a Como que é o termo do que ele vai colocar as conferências introdutórias as palestras geralmente o Freud estava defendendo a psicanálise de acusações então e nessas defesas né geralmente como ele vai falar para um Público mais às vezes selecionado às vezes mais leigo você não vai apresentar a psicanálise falando a partir da perversão Isso já é demais imagina vocês aqui vão conhecer o professor Gabriel e fala lá Boa tarde nós vamos falar das
pessoas que gostam de ingerir fezes durante o ato sexual quando não usarem no dos seus órgãos genitais também todo mundo vai falar Gabriel vai você e sua bosta para longe de mim e por favor fique longe então né naturalmente a Perversão ela é um tema conceito que se você não está inserido num contexto um pouco mais aberto e um pouco mais sofisticado até intelectualmente você vai ver muito repúdio nós temos ao contrário quando vou fazer um exemplo aqui das chistes que é um mecanismo em que é socialmente aceito e valorizado né Nós temos vários grupos
que podem fazer nós estamos aqui num comcurso Mas a gente pode fazer isso aqui no standup não teria problema nenhum todo mundo I Achar o máximo ah quartas-feiras a gente faz piadas tal piadas é claro psicanalíticas né inteligent porque nós somos pessoas inteligentes vamos fazer piad de B calão né piad de un fezes e portugueses né vai falar porque o neurótico é reprimido ah porque castração péssima Ainda bem que eu não fiz uma piada bem feita Mas deve ter piadas boas a perversão ao contrário das chistes não tem nenhum lugar assim que é é Elogiado
não é pelo menos a a espaço público você não vai ter um uma reunião de pessoas que vão se reunir por exemplo copr fícus eles se reúnem mas eles se reúnem as escusas né eles se reúnem em que em lugares em que H quatro H quatro paredes então não há um elogio a perversão em nenhum lugar no campo social primeiramente porque uma sociedade como a nossa fundamentalmente está eh muito marcada por a influência religiosa da e Cristã e por ser uma Religião uma religião em algum lugar sempre vai trabalhar com uma ideia de bom uma
ideia de Belo uma ideia de sagrado uma ideia do que é correto uma ideia moral Então fatalmente como você tem em vários lugares do texto Sagrado do antigo e do Novo prático muito claramente O que é condenável Principalmente quando você vai no no no Novo Testamento você tem tem é é é mais fácil você localizar segundo uma referência textual O que é condenável o Que é perverso o que não vai pro céu por exemplo né do que você encontrar tantos textos assim que vão em direção oposta então eu gosto de fazer essa pontuação eh e
eu tenho trabalhado no discurso de que para entendermos a perversão nós temos que entender antes a obsessão que as pessoas têm com a saúde mental a obsessões que as pessoas têm com aquilo que é certo com a ideia da limpeza com a ideia da pureza com a ideia da moralidade porque só assim a gente vai Entender o quanto esse termo foi tão carregado o quanto esse termo ele traz escândalo algo só pode ser escandaloso porque eu tenho uma contraposição de algo que não é escandaloso né fazendo uma comparação bem básica então se eu falo para
vocês se eu mostro uma cena não vou fazer isso até porque eu tenho um mínimo de de de de de eu não por mim eu acho até que seria legal se a turma um dia aquecesse né de a gente analisar uma cena pornô mas eu não vou falar Porque eu sei que po dar BO não quero processo até agora não tem processo nenhum tá mas se eu fosse algo que não gerasse constrangimento em ninguém eh o o a a pornografia é um lugar riquíssimo de análise em todos os nveis você quiser imaginar E aqui seria
uma análise absurdamente técnica nada erótica prazerosa e tudo mais não é um uma orgia conjunto em conjunto né umaação coletiva mas por exemplo de você aventurar se eu mostro uma cena pornográfica e que tem Um homem ou uma mulher um homem com uma camisinha com a mulher lá ele está em cima dela ele faz um ritmo morno ele diz que a ama tal e você não fica escandalizado porque se eu pego uma cena e que já tem mais um homem ou tem mais uma mulher e tem um pouco mais de violência mais agressividade isso causa
escândalo então o o entendimento que eu trago para vocês é que o escândalo não é natural não é natural não é da essência do ser humano ser Humano se escandaliza com aquilo que é porque existe uma uma ideia isso é muito difundida na na teoria política em especial no lado do conservadorismo o conservador politicamente falando e filosoficamente falando eles eh para quem estuda gosto de política aqui eles trataram a sua ideia a sua estrutura de pensamento político pautado nessa noção de que existe por exemplo o belo existe o correto então o ser humano deve repudiar
esses atos se você vai escutar Um verdadeiro conservador não tô falando de figuras ESD você conservador estudioso né que vai falar o que que é o conservadorismo político do ponto de vista da da da moral dos bons costumes ele vai dizer Olha você tem que estar de acordo com aquilo que é correto entendendo que isso é algo natural e não é natural não é algo eu nasci então portanto por que que o meu Gene a minha a minha e e e a minha composição celular vai ter uma Preferência uma única forma de obter prazer na
posição Papai e Mamãe o que que o meu Gene dentro de mim conhece essa posição e o meu cérebro tá ele só consegue ter uma uma uma uma forma de imaginação prazerosa que é essa Qual o salto de uma coisa para outra que a gente descobre que isso são discursos e como eu peguei um pouco da Fala Final a Mônica disse assim né se hoje os pés enquanto feitice são mais naturalizados é porque o discurso mudou é porque se Inseriu se um dia a coprofilia vai ser mais naturalizado não sabemos mas existe por exemplo pessoas
que vão em grandes podcasts nacionais internacionais e falam abertamente disso escrevem abertamente disso e pasma em vocês ou não é um grande público como eu terminei minha aula anterior aqui dizendo da do curso a gente enche estádios lotados de todos os feitios possíveis 80 100 200 300 milhões de pessoas tá Mônica quando eu continui é só uma observação né de Como é natural essa repressão eh nós somos tão reprimidos que nas nossas principais zonas erógenas nós nos vestimos duas vezes e a gente nem nota isso perfeito perfe a ideia né É claro que hoje né
Mônica poderia ter uma fala contra argumentativa na ideia de higiene né e algum lugar existe mas sem dúvida alguma eh eh existe um preciosismo para além da higiene eu não uso uma roupa íntima apenas para eu eu nada mais o homem né o homem vai pensar nisso Geralmente o homem médio né a mulher talvez tenha um pouco mais de cautela eh por causa da higiene né Aí sim inclusive se a gente vai fazer uma lei aproveitando oero que você trouxe quando você pega autores antropologia né Eh tem até uma frase muito linda do do do
Eduardo Galeano eu sempre Deixo salvo aqui será que eu encontro para vocês Poxa vida onde é que tá essa frase que ele vai falar do do dos indígenas quer ver Cadê você quer falar algo Mônica Enquanto eu acho aqui não é é é até eh completando o que você tá falando mas o sutian né que que parte Hi gênica é essa tanto que quando as mulheres eh se libertaram a eh foi simbólico aquele ato né de chegar na praça e queimar os sutiãs né que é um símbolo total de repressão né É então e eu
vou aproveitar o sejo Bem brevemente eu tenho pouca né familiaridade eu conheço essa essa essa luta um pouco mais distanciado mas então tem tem isso mesmo Mica essa essa noção De que o sutiã ele ele foi utilizado criado segundoo de repressão uma coisa assim e por isso a ideia do do do do queimá-lo é é e assim como também o cinto de castidade quer dizer tudo para esconder né tamponar E essa esse grande fetiche esse grande órgão de atração a mulher né Eh eh escondida né reprimida não pode não pode re as mulheres inclusive T
mais problema de cisti que o homem por porque o homem podia fazer xixi em qualquer lugar a menina a mãe Falava não só em casa as mulheres TM uma um percentual não sei exato mas é muito maior do que o homem por prender a urina né quer dizer Olha aí os atos de repressão naturais da sociedade né Uhum perfeito ótima ótimo ensejo encontrei aqui é uma é um poema do Eduardo Galeano chamado o descobrimento E olha como coaduna com essa história depois eu mando no grupo em 1492 os nativos Descobriram que eram índios Descobriram que
viviam na América Descobriram que estavam NS Descobriram que devia obediência a um rei e uma rainha de outro mundo e ao Deus de outro céu e E que esse Deus havia inventado a culpa e o vestido e que havia mandado que fosse queimado vivo quem adorasse o Sol e a Lua e a terra e a chuva que mora essa terra Galeano né não preciso dizer muito mas do que nós estamos falando o preciosismo dessa desse poema é descobrir o que estavam luz olha interessante a nudez é um conceito Sental por Excelência da mesma forma o
vestido né Nós não nós nos agasalhamos hoje não apenas por uma questão eh puramente fisiológica por exemplo eu estou aqui com duas blusas porque está mais frio em São Paulo não apenas por isso eu não estou com Qualquer blusa estou com uma blusa que inclusive tem um padrão estético que me agrada então você vê que e a gente vai pode ir longe nisso né você vê que não é algo natural é é é é Para deixar isso muito claro né A única coisa ao longo da história que aparentemente natural é horror ou incesto do resto
não né como falei pelo menos do ponto de vista de grupo então Eh é uma ideia legal de já trabalhar com vocês e tem outro também que eu só para finalizar a introdução a historiadora Francesa Elizabeth gordines tem um livro chamado a história obscura de nós mesmos ou uma história dos perversos né ela faz análise de três perversos Ou pelo menos Que entendia perversos que é Marques sad julus derr e o Adolf hekman né o SAD em 17 século 1 o giles de ré acho que é um pouco depois do SAD ou um pouco antes
não me lembro Ach que é um pouco depois e o aikman no século passado são três formas diferentes de de perversão e depois ela faz uma conclusão mas ela inicia o livro dizendo algo muito interessante a perversão ela foi um tanto quanto normalizada e desps quatri que que ela tá querendo dizer com isso Né Eh a Mônica trouxe o mesmo exemplo do sexo anal o sexo anal já foi entendido como uma perversão E aí no sentido ruim da coisa a homossexualidade que era ismo também era tiddo se você vai ler Os três ensaios o Freud
inclui homossexualidade como uma perversão e a perversão de acordo com o desvio o Gabriel deve ter trazido isso para vocês O desvio de algo tá incorreto você tá Por que você está se desviando o barato de vocês lerem a a introdução né Os três ensaios é você ver O seguinte o Freud explicando Por que que você tem que explicar né você tá explicando uma coisa porque aparentemente é normal não se explica o sexo heterossexual porque é normal tem que se explicar por que dois homens duas mulheres mais de um você querer só ver você querer
só eh bater você tem que explicar essas ações tá a a nossa defesa aqui da psicanálise é que isso não é eh natural não veio do ser humano não veio ai o ser humano é assim não isso é uma Construção um discurso né e só para finalizar essa introdução nós sabemos que por mais que historicamente tanto no ocidente quanto no Oriente mas fazendo um recorte do ocidente a gente pega assim ah Idade Média depois iluminismo e tudo mais a a era pós Cristo todas as sociedades que tinham as suas enciclopédias as suas bibliotecas cheias de
eh preceitos Morais condutas éticas eh até do ponto de vista legal a criminalização da perversão a as Perversões Reinavam em todas essas sociedades inclusive quanto mais puritana uma sociedade maior a perversão será alguém tem alguma ideia do Porquê vocês querem por exemplo só para antes falar temos 25 pessoas aqui no grupo né quer instaurar perversão não é eu dizer assim para vocês gente a partir de amanhã a gente vai virar um Nossa mas esse grupo tá bem pornográfico essa aula hoje né juro que não foi intenção a gente vai virar um grupo de singueiras Aqui
não sei o quê não é assim que eu vou ativar é se eu virar isso aqui fazer isso aqui é uma catequese aí se eu ficar virar isso aqui um grupo religioso por quê mais repressão né perfeito repressão e perversão andam lado a lado mais paraa frente o o lacam vai ter alguns textos sobre isso especial cant com sad né E que ele vai dizer assim desejo e lei são a mesma coisa o a lei é criada devido a um Desejo só vocês pararem para pensar por que eu proibiria uma coisa que ninguém deseja não
faz sentido porque eu tenho que institucionalizar uma punição mediante de um comportamento se ninguém deseja o comportamento ou seja pune S porque desejam você não pode ultrapassar o limite de velocidade Por que eu colocaria um radar se ninguém anda acima do limite Estabelecido Coloca esse radar porque deseja se andar rápido então a a a ideia de repressão e perversão elas andam muito lado a lado quem fez o curso aqui comigo agora das férias viu que eh eu trabalhei muito essa noção e eu trouxe uma análise de um filme de uma pessoa que é absolutamente reprimida
e do Fio da do Ruivo da cabela da cabeça dela até os seus pés perversa que é a professora de piano né da Isabel e pé quem não viu aqui recomendo que se veja né então Assim e eh é legal também porque eu eu eu tenho trabalhado tenho tido muito esse esforço em mostrar isso na clínica né eu tenho batido nessa tecla Será que os perversos não vão A análise então eles são esse grupo seleto de pessoas que vão análise sabe se lá porquê Ou eles estão na clínica psicanalítica e Nós não sabemos Edicarlos Eu
dei um exemplo na na na aula anterior tava ouvindo uma uma moça falar ela ficou 2 3 anos em análise não que ela seja Perversa mas é só um exemplo ela gosta de apanhar muito do do dito namorado soco na costela ser xingada não sei o que não sei o que lá a analista dela que está dois ou três anos com ela não sabe não sabe disso porque nunca perguntou e sabe por ela também não sabe porque ela sempre deixa analisando a livre associar E aí que o Eu Estou trazendo para vocês algo que a
gente vai né reforçar muito ao longo do curso que é o seguinte a livre Associação não é deixar o paciente falar o que ele quer porque se eu deixar ele falar o que ele quer ele vai falar o que ele quer e não vai fazer análise ele vai resistir Opa aí eu eu de até dei o exemplo ah Professor Eu discordo as pessoas estão pagando quanto mais paga mais existe eu falei aqui na coisa né para quem aqui tem o sonho de Ah eu queria ter uma clínica ganhando R 400 R 500 eu vou te
dizer uma Coisa a quanto mais vale menos você consegue fazer seu trabalho a pessoa tá te pagando 500 para hora uma pessoa só é R 2000 se ela faz duas vezes na semana é R 4000 é um salário hein para muita gente uma pessoa só pagar R 4000 quem é que não aceitaria aí essa pessoa tá falando você tá vendo que essa pessoa P toda hora fica num assunto né Aí você fala assim mas fulana você disse algo do seu filho que me interessa vamos voltar Eu acho que isso Aqui é uma relação tanto complicada
não ela vai dizer mas espera aí eu tô pagando R 500 para você fazer isso para mim então assim é é é a livre Associação É se esforce para falar o que vem à mente não é o que você quer é uma diferença o que vem a mente tá aqui o que você quer tá aqui ô o que que eu quero dizer eu quero dizer quando on eu tava atendendo uma uma pessoa eu falei assim para ela ela contando né que não sei o qu que faz não Sei o que com não sei quem Todo
mundo achando no máximo né eu falei mas você é é habilidosa né Como assim ah você consegue falar um monte de coisa todo mundo Condena todo mundo te aplaude você é bem persuasiva né ela ela quebrou desconcertou porque ela angelical soro bonito boa moça tá fazendo escarcel com uma pessoa aí tá achando o máximo você é maravilhosa Não que seja uma crítica mas Você tem noção que tá fazendo isso né então assim o analista Ele conduz a fala conduz a cura você deixar analisando nunca se cura deixar analisando não quer resolver problema o analisando paga
para não fazer análise então para finalizar a ideia passo Gabriel o analista parte da noção diagnóstica vai vir do analista se esperaram analisando dar de bandeja não vai dar quer dizer alguns não mas nos casos mais sofisticados não tem como no caso da perversão Gabriel cara você falou isso da Se você Deixar livre associar não tem análise e assim quanto mais tempo eu passo escutando as pessoas mais eu vejo como isso é verdade porque assim eu eu atendo uma paciente enfim ela ela tem um um histórico de repressão principalmente para com a fala para com
dizer muito grande ela chega a dizer que por exemplo no sonho dela ela tem consciência daquilo que ela tá fazendo e não faz né algo sexual algo agressivo Ela ela diz que ah no meu sonho eu tenho muita Consciência enfim e hoje ela chegou coincidentemente para pra sessão dizendo que ah eu tô muito resistente a a virm não sei o qu tal não sei Aí fui falando de outras coisas Fi falando de outras coisas e do nada assim o assunto foi se esvaziando até chegar mais ou menos 20 minutos de sessão disse não quero que
você volte e fale por que essa essa repressão essa essa resistência análise tá tá acontecendo né ela não lembra que na última sessão falei que eu ia anotar Algum sonho que eu tivesse algum pensamento para trazer alguma coisa perturbadora Pois é quando eu fui anotar eu vi não não posso contar isso a você não não posso contar isso a ele isso aqui é muito perturbador isso aqui é muito do entil para dizer que teve um sonho erótico para com o pai o sonho era isso a gente foi trabalhando em cima disso E chegou a locais
muito interessantes mas por quê Porque eu tive que voltar e perguntar sobre aquilo que Ela não queria falar exatamente o o que que o que que você fez você colocou o seu desejo em jogo e que é um desejo que assim não era olha que legal a diferença era um desejo a nível de interesse técnico não por ela pelo pelo Sei lá o pai Imagina eu eu quero que você fale o sonho né não para me agradar é porque é importante faz parte da sua vida também essa semana eu tive um um uma situação Parecida
de uma moça não atendo ela mas me chegou até mim o caso que ela sonhou Que tava sendo estuprada pelo pai e aí um grande constrangimento né aquela coisa toda e ela contou isso para uma amiga essa amiga já tem algum alguma familiaridade na psicanálise ela contou para todo mundo esse esse sonho o que que você faz quando você escuta um sonho desse uma pessoa até mais lega fica horrorizada solidariza entende nessa loucura né até então natural e ela ah essa amiga que é uma amiga então já conhece conhece algo De psicanálise foi a única
que fez um trabalho com analissa Faria falou assim mas descreve um pouco esse sonho começou a descrição e aí e aí tudo bem né tira a moral aí o pai mas V essa cena aí você a moça fica com vergonha no sonho não porque o pai a a estupra o violent não vou colocar Entre Asas vou dizer que ele de fato fez Mas porque as amigas viram tinha amigas no sonho vem vergonha não foi porque foi estupada vergonha é Porque as amigas viram só quem vai fazer esse trabalho é an lista é que vai ter
interesse a eu falar culhão né mas culhão um termo assim que vai ter o o o as ferramentas para dar conta suporte para dar conta portanto a neurose como negativo da perversão para Freud portanto a neuros seria O negativo da perversão no momento em que ela se constitui de serado recalcamento do conteúdo sexual a passo que na última né Perversão tal conteúdo aparece de forma Clara ausente sentimento de nojo oculo as perversões negativas constituídas por fantasias de contos perversos por vezes causadoras de sintomas neuróticos e tem as em posições as perversões positivas isso está nos
três ensaios tá Ou seja quando essas fantasias são colocadas em prática sempr sentimento de asco vergonha ou pudor vamos lá Dois conselhos fundamentais para nós primeiro por que que a neurose é eh como negativo Da perversão o a ideia seria o seguinte positivar algo segundo uma tradição positivar vem de uma tradução jurídica e também tem uma escola da filosofia que vai colocar positivar é basicamente você pegar uma ideia e transformá-la em força de lei isso é positivar no direito tá eu tenho a ideia que eu quero colocar todo mundo tem que tomar todos os restaurantes
de São Paulo tem que ter a garrafa azul eu tenho uma ideia eu vou vessa ideias S consigo Colocarla como lei e aí entra na Constituição todo o trâmite e tal o neurótico né seria alguém que consegue positivar o seu recalque ele consegue fazer do seu recalque sua lei que frase boa deixa eu espirrar agora deixa eu escrever isso aqui ô como é que é olha eu vou falar o Instituto é meu tudo mas eu eu vejo aqui eu tô em todos os grupos né Manda eu sei que tá certo o marketing né mas manda
14 Mensagens uma vez eu fico recentemente eu descobri no WhatsApp tem como você selecionar todas né E já clicar não é uma crítica ao meu Instituto a mim mesmo não sei se isso existe ou não mas só para pontuar aqui tá eh que que eu falei mesmo a o a lei como é que é o recalque o neurótico neurótico consegue positivar o seu recalque é isso que eu falei ele ele não usa seu Recal que sua lei não foi uma coisa assim eu acho que teve a palavra Lei no meio continuação não ninguém tá prestando
atenção nso nessas turmas nessa turma isso eu fiuma cois não foi depois você falou isso que a a o rec vira lei pro neurótico isso isso é cal que vira eu vou eu vou lembrar neurótico essa ideia é boa mas ninguém aqui ninguém Vocês não anotam nada aqui que eu tô fazendo então neurótico eu acho que a Angela falou certo Oi eu acho que a Angela falou certo que o neurótico consegue eh como é que se diz agora eu esqueci ela falou certo mas tá todo mundo com memória nessa turma né alguém mais quer tentar
falar alguma coisa bem bom neurótico ele positiva né ele ele faz do do Ah lembrei ele faz do do recalque sua lei acho que é isso faz do recalque sua lei né então o o o que o que que ele faz N ideia de positivar ele insere é como se ele registrasse eu vou até aqui eu gosto só Disso e portanto como tá bem estabelecido o que eu tenho que fazer eu vou recalcar tudo aquilo que vai contrapor a essa lei na perversão vai acontecer o quê a perversão vai haver um certa uma certa ausência
né do sentimento de nojo de culpa e vai aparecer de forma Clara então aquilo que o neurótico vai obscurecer aquilo que o neurótico vai tentar negativar de no sentido de de de não deixar aparecer não deixar claro na Perversão vai estar de forma Clara né e ausente desse sentimento de culpa e nojo pode falar Carla é só uma dúvida para confirmar aqui Quando se diz que o neurótico faz isso é inconsciente mente estamos falando do mecanismo inconsciente não não necessariamente o que acontece é assim o Freud vai colocar depois que ele elabora o sua segunda
tópica wiid o eu e super eu que esses três têm partes inconscientes então a o Recalque da neurose ele é uma parte você tem repúdio sem saber porque você tem isso é o inconsciente Foi algo inconsciencia detesta tdo mundo detesta agora isso é um ponto agora existe todo um lado que é de uma construção mesmo e que é da vida adulta do neurótico que ele vai ele mesmo ali dizendo olha não faço isso não faço aquilo e que não tem necessariamente uma ligação com a sua construção de identidade primária infância adolescente e tudo mais então
é Uma parte inconsci e outra parte não tudo bem obrigada então aquilo que aparece deforma distorcida resistida obscurecida Como exip que o Gabriel trouxe não quero falar é demais na perversão parece de forma Clara e por isso inicialmente o perverso a perversa seria alguém que causa estranheza porque trata à Claras O que é tratado né não que não exista mas é Tratado de uma forma mais com panos quentes o Freud vai dizer que existem as perversões negativas e e perversões positivas as negativas são conteúdos perversos que causam sintomas nos neuróticos então o que que é
isso o o Gabriel você trouxe o exemplo maravilhoso analisando a del teve um sonho perverso dentro desse contexto né pá e não sei o quê isso trouxe a ela um sintoma neurótico né de angústia de dor de vergonha ass segue aí não sei o Que mais pode ter tido então é uma perversão de caráter negativo segundo ideia do Freud a perversão positiva seria por exemplo se ela tivesse tido esse sonho e não tivesse tido asco Vergonha nem pudor tá isso aqui é apenas uma nomenclatura nós não trabalhamos com isso apenas é um registro histórico do
que o Freud tá lá chegamos no texto do feiticismo né o Freud começa texto dizendo a respeito de pessoas em que você vai fazer análise e essas pessoas Apresentavam uma característica diagnóstica diferente de todos os neuróticos que o Freud tinha atendido e isso que ele escreveu aqui vale até hoje não se Suponha que essas pessoas tenham recorrido à análise por causa do fetiche pois ele é reconhecido como normalidade por seus adeptos mas raramente percebido como sintoma de doença em geral parecem bem satisfeitos com ele ou esses fetiches e chegam a Louvar as facilidades que traz
a sua vida amorosa Gabriel an continue Você lembra daquele exemplo que foi você que mencionou tava reassistindo algumas aulas sobre perversão e feismo daquela daquele rapaz que tinha feito mulher de seios grandes que sentiu Tesão Pela tia ISO Uhum é esse rapaz por exemplo ele tinha vários problemas nenhum deles era ex fetiche né então isso permanece atual então Eh voltando né o nosso trabalho aqui nós não somos filósofos Então a Nossa ideia aqui eh ter um alcance Clínico primeiro lugar para eu ter uma noção diferencial na minha clínica se eu estou atendendo um homem ou
uma mulher perversa nós vamos primeiro lugar identificar se existe um fetiche o fetiche na psicanálise freudiana lacaniana depois eu eu sofistico mais lá paraa frente mas freudian m é um objeto inanimado no homem na mulher o fetiche pode ser um objeto externo entendido como um filho Ou uma filha ou a si mesmo como corpo para o outro na qual o que unifica tanto esse objeto inanimado o filho ou o próprio cor uma relação de exclusividade na obtenção de prazer eu só tenho prazer se tiver isso ponto eu até consigo transar aqui acolar fazer mas o
prazer a o a existência se dá quando tem isso então no caso aqui o Freud vai colocar né o brilho no nariz como condição para o feitice de um de um jovem inglês que ele vai citar de que o Jovem inglês ele ele tinha um fetiche por uma mulher eh que tinha um certo brilho no nariz né o que nós entendemos dos perversos E aí vem a diferença por terem o fetiche que é isso o exclusividade opção de prazer eles estão fora de um campo de um jogo que eu vou chamar aqui de jogo neurótico
e que por eles estarem fora por jogarem com outras regras eles Deixam de ter um sofrimento tão comum na neurose porque Vejam a satisfação na neurose ou nos neuróticos se dá como de forma parcial e com vários objetos o neurótico aposta em várias coisas para ser feliz o neurótico aposta em vários objetos para ter satisfação po chamar de cônjuge com amantes com amigos com com ideias com coisas materiais com ideias metafísicas com senso de pat várias coisas com animais ele vai pegar como ele não tem uma satisfação Total com o Objeto é como se ele
usasse cada objeto um pouquinho o perverso tem um objeto que unifica tudo então o perverso pode ter um cachorro e gostar do cachorro pode ter um gato gostar do gato pode gostar da ideia de é brasileiro pode ter isso mas tudo isso ele pode perder sem causar um grande sofrimento sem causar um sofrimento que precisa vir para análise já o neurótico se ele perder um objeto desses 10 aí já É suficiente para ele vir para análise a pessoa não precisa vir para análiseo perdeu a família inteira basta Av é um avô a pessoa mais velha
né mais idosa mas já é o suficiente natural elogiável realmente é um sofrimento é igual estava dizendo né o Perguntaram para mim Ah mas o o perverso pode matar assim ele ele geralmente vai matar se é que vai matar se o objeto fetiche dele ou for a morte ou tiver ameaçado Quem mata por nada é neurótico aí eu dei o exemplo né quem Saca uma arma no trânsito e mata outra pessoas isso é co neurótico fazer que que que matou o outro que ficou com a honra ferida que matou o outro porque foi xingado neurótico
que a autoestima importante para qu tal entendeu hum o perverso é alguém que tem uma clareza sobre o que deseja E aí eu vou pegar uma expressão lacaniana guardem isso que que vai ser Fatal ele tem um saber movível em Relação ao que deseja ou seja o saber dele não se move não muda o perverso vai sempre querer a mesma coisa E aí no campo sexual por exemplo né quando a gente vai ter os os exemplos históricos a gente vai ver homens falando aqui necessariamente mais de homens né que T que pedem por exemplo as
suas parceiras eh terem sempre ou parceiros né repetir sempre uma mesma cena usar sempre um mesmo tipo de roupa ou acessório né como tem Ten o registrado eh a prisila o Perverso vai transar com a prisila não com a mulher o perverso transa com o cigarro não com a mulher com o pé não com o cara né Eh Ou ou assim ou vai ou vai ou vai desejar a cena eu nunca mais esqueci da que eu já contei para vocês né da cena do de um analista que trouxe do se analisando que o rapaz tinha
sempre que passar cumprimentar a filha dele já contei isso aqui né não lembram vou contar aqui só caso não lembre uma cena de um perverso um cara muito rico Bem sucedido enfim ã PR se relacionar ele fala o seguinte a gente só vai transar Olha que exclusividade só transa você faz o seguinte você chega à noite você vai cumprimentar minha filha que tá no sofá falando para um outro cara né homossexual vai brincar com a minha filha aí você vai na minha cozinha lá não sei o qu você vai perguntar paraa Nossa empregada onde é
que eu estou tem que fazer isso ISS ele perguntava onde é que tá o Fulano lemb o nome dele onde é Que tá o fulano Ah tá lá no no banheiro no quarto aí você vai subir pro meu quarto eu vou estar no banheiro com chuveiro ligado você vai chegar até a mim e vai perguntar você quer tomar banho ou tem uma variação você quer vai fingir que vai tomar banho sei lá e aí eu vou dar meio que uma Fingida que o só ia tomar banho nós começamos a transar no chuveiro e depois teramos
na cama só isso um dia esse cara de tanto assim Falou meu vamos transar fora disso ele brochou não conseguiu isso é um perverso e é muito claro assim tem que ficar muito claro para vocês e algo tá isso vale pro campo da neurose da Psicose sem segue porque isso geralmente é um ensino comum né que se tem primeiramente quando a gente fala do neurótico do perverso do Psicótico para ficar nesses três eu espero que fique claro o seguinte Ninguém é 100% neurótico neurótico tempo inteiro aí se eu tomo água com a mão esquerda é
neurose eu tomo como direito é psicose a Psicose a perversão a neurose ela aparece mediante relações com alguns objetos o que que é o neurótico o neurótico é alguém que tá em conflito se você não está em conflito com alguma coisa você não tem uma neurose sobreuma coisa neurose é conflito então Henrique eu estou em conflito porque eu não sei Se eu vou pra esquerda ou pra direita Isso é uma anarosa ol que eu fui fazer uma atividade eu não me saí tão bem e fiquei um pouco mal mas passou é neuros ah eu tô
me sentindo um pouco ruim hoje sentindo meio merda o dia não sei o quê ISO não anosa nós é um conflito de forças Opostas Cadê as forças Opostas aqui cadê a repressão que est no sintoma mesma coisa na Psicótico o Psicótico não Fica delirante qu horas por dia pelo menos não o o o Psicótico que que que né que não delirou uma coisa tá no Hospital Psiquiátrico a a a psicos ordinária trabalha estuda casa transa faz comida tá fazendo feijão lá não vai delirar fazer um feijão fica tranquilo a Psicose vai aparecer determinado contexto reação
e tudo mais e para finalizar a mesma coisa na perversão o Pero é alguém que vai viver uma vida absolutamente ordinária com Exceção de quando seu objeto quando tem uma relação desejo e aí envolve seu feti Mônica eh eh Henrique a a escolha do do do objeto né do perverso eh tem a ver eh com a origem de um de um trauma assim como na fobia por exemplo então tampona o trauma ou não excelente pergunta não é aqui que eu montei mas numa outra aula montei a a diferença Sutil entre a fobia e a perversão
por quê Originalmente todo perverso é um fóbico Originalmente porque ele está ele tem medo Literalmente Esse é o termo fobia da castração da diferença sexual isso segundo uma leitur bem freudiana a questão é aqui o perverso ele o fetiche dele ele não vai parar ele não vai ter a mesma função que tem na fobia né a fobia você elege um objeto que você vai ter medo para estancar uma angústia né a operação na perversão é você também elege um objeto para estancar angústia mas esse objeto não te dá medo dá desejo essa é a é
a principal diferença Então o fóbico Visa se afastar do objeto que dá medo o perverso se aproxima do objeto Essa é a diferença então alguém tem medo de avião como fobia vai fazer de tudo para evitar se no caso não dá né Mas se a o feitice fosse algo do avião iria pro avião no fim ambos quer ambos resultam na mesma lógica que é evitar a castração ou né fazer uma distanciamento estancar angústia mas essa diferença fundamental o fóbico ele Evita o objeto o perverso Aproxima tanto que a gente fala assim né até uma leitura
mais contemporânea o fetiche na perversão ele tá sempre na palma da mão assim uma coisa próxima mais perverso né a mais se é um feitiche fora do campo sexual que eu não preciso o outro PR PR ver primeira ponto primeira pontuação segunda pontuação E isso está necessariamente decorrido de um trauma aqui Mônica eu não vou trabalhar eu não trabalho mais com a Ideia freudiana de trauma mas sim com a ideia lacaniana então já vou apresentar para vocês Poxa essa aula é muito boa vocês gostam da aula por eu fico me escutando aqui é uma aula
boa né F escutando profess hoje hoje você está com o nariz brilhando brilhante olha só com nariz brilhante Olha foi erótico isso hein foi foi erótico vou escandalizar aqui mas olha só que interessante né o estava dizendo sobre o trauma Por que que eu não Trabalho mais comão de trauma pro Freud e dulcan vocês vão entender a diferença o trauma pro Freud ele é o ato em si exemplo quando o Freud tá fazendo acho que do homem dos Ratos ou dos lobos não me lembro determinado momento o paciente não se lembra de uma cena sexual
uma uma cena que aconteceu com ele o Freud diz você não se lembra porque nesse momento sua mãe te pegou te masturbando a ideia do Freud é se a sua mãe te pega te masturbando isso é Automaticamente traumático isso é Freud que que o Lacan vai trazer de valioso o trauma é aquilo que acontece depois do ato é a elaboração posteriore Mas foi mesmo um trauma Será que em todas as famílias em todos os contextos e nas famílias em que a nudez é muito mais liberal a mãe pegar a pessoa se masturbando vai ver o
filho masturbando falar assim pô de novo de novo eu tô te vendo ou vai tratar com naturalidade Isso vai ser um problema Para Famílias muito moralistas entende quero dizer então ISO não você vai encontrar uma cena de trauma isso não quer dizer não vai enar uma S mental como por exemplo aquele filme unf maníaca que é um filme também referencial para tratar da perversão você vê que as duas meninas lá elas TM uma cena fundamental elas são pequenas acho que no caso de 7 8 anos e Elas começam estão de saias né sem roupa Tima
por baixo e elas se esfregam naquele Azulejo e começa a ter muito prazer ó não é um trauma Mas é uma uma primordial primeira infância é muito importante por que que as cenas da infância são importantes na pré-adolescência ali porque você tem menos repertório Então você vive aquilo com maior Euforia é igual o primeiro beijo o primeiro beijo é fo o primeiro Por que que o primeira vez você vê uma coisa porque é primeira vez não tem repertório né ninguém dá a mesma Mesmo valor do primeiro beijo pro vigésimo beijo né como diz o Comediante
né o primeiro beijo não que existe o resto é troca de baba sabe uma brincadeira uma engraçada mas é isso né então verão a verão SAS marcantes mas não necessariamente configuram traumas né Por exemplo esse meu analisando ele eu me lembro que ele dizia assim em relação aos peitos né a tia dele tinha peitos muito grandes ainda deve ter sei lá e a Mãe dele era uma vara não tinha peitos e aí viem uma cena que olha como interessante ele lembra de assistir a mãe tirar pegava uma pinça era uma mãe bastante inusitada e ela
ficava tirando pelos do peito na frente dele e ele com oit 10 anos sabe assim uma mãe bem complicada para fazer o mínimo né então assim e não necessariamente é uma cena traumática Mas é uma cena que marca uma cena que você vai explorar um campo de de de excitação de fixação muito grande Gabriel é aquela lógica que um evento que acontece depois dá um outro sentido para aquele que aconteceu antes Essa é a lógica lacaniana total é só você ver o seguinte né um abuso é um abuso depois do ato sofrido entendido depois do
ato muitas pessoas quando vão trazer um caso de abuso pra clínica Eles já trazem com o olhar pronto de que é um abuso é um crime a violência pontuado não deixa de ser mas na hora você não Sabia e na hora você teve uma resposta e você teve uma resposta vamos dizer assim fisiológico de ereção muitas vezes né de citação muitos homens e mulheres quando vão contar os seus casos de abuso relat isso E aí o analista vai trazer de uma forma de acolhimento evidentemente não vai criminalizar a pessoa julgar a pessoa e vai dizer
é normal você reag um estímulo eu lembro de um analisando por exemplo trouxe o caso de abuso eu não sei se acontece para você ISS aqui é Muito interessante para vocês verem como que tem a ver com o discurso ele era um adolescente começando se descobrir sexualmente homossexual e ele tinha um tio que o obrigava aqui eu vou colocar o temma obrigava porque ele é menor de idade tá Tá mas ele sabia ele esperava esse tio mas é obrigação porque é maior maior menor mas ele obrigava ele a fazer sexo oral Nele até gozar na
boca e tal esse menino não era um problema isso Ele esperava ele tinha afeto pelo tio Quando o tio contou para um terceiro um vizinho E esse vizinho passou a fazer aí isso virou um abuso para ele olha que interessante ele diz isso her hque eu passei a me sentir mal quando esse cara que eu não queria fiz foi I fazer não era ele não tinha feto e tudo mais ele fez a construção dele então o a elaboração vai vir depois até porque como é que eu vou ter a a clareza de um de um
de uma cena que eu não sei né Eu Preciso de um terceiro em tese mais vivido que vai enunciar isso para mim pode falar Gabriel cara eh você falou disso me lembrou de um exemplo de de uma pente também que ela morava num num sítio assim e tinha um avô que não era dela era de outra pessoa ali da família e tal que eh sempre quando ia no galinheiro para alimentar as galinhas né chamava tal não sei o quê e passava a mão nela e ela disse assim que eu gostava eu não entendia mas eu
gostava Ali do toque eu sentia aquilo ali eu vim entender depois aí chorou bastante lembrando disso mas dizendo que assim na época ela em alguma medida queria estar ali Porque ela gostava apesar de não entender o contexto então aí esse é o ponto Gabriel olha vamos pegar esse caso se você me permitir Imagina ela essa menina ainda nada de vida respondendo apenas a questões sensoriais lembra nossa tem alguém que tá com uma tosse aqui se puder fechar Aqui é você Rogério tá com uma tose [Música] aqui não descobrimos mas Recomendo um xarope ISO for você
meu querido voltando Imagina ela que está respondendo a questões orgânicas né de de excitação descobrir no corpo um dia de forma ingênua conta pra mãe e vamos dizer que ela tem um azar de ter uma mãe muito moralista nada flexível e que vai culpabiliza por ter feito isso ela vai sentir nojo asco Vergonha de si depois do ato não antes ou durante entende então a gente vai ter essa essa esse entendimento por isso que eu falei o neurótico vai positivar a lei do o recalque né de eu não posso querer isso aí vem o conflito
tá vendo não posso querer todas as vezes que um homem passar a mão em mim ou pelo menos um homem que eu não queira eu tenho que reagir assim e aí vem o conflito E se eu não Reagir quando a gente entra por exemplo nessa Seara dos das os abusos mesmos infantis a gente entra numa dificuldade muito grande que é assim muitos abusos acabam gerando fixações né um exemplo já trouxe aqui de uma analisando que o pai dava banho nela até aos 14 15 anos e e ela Lembrava que o pai estimulava o critoris dela
isso gerou naela fixação na vida adulta depois de um um um desejo por sexo muito grande muito grande chegou a transar com Com 90 a 100 homens num ano um ano né então assim Acho que deve ser mais do que a média então é eh existe aí você vê a complexidade aí é complexo né bom eu ia citar um outro exemplo agora mas eu vou lembro depois tal interesse Experimenta aind no extraordinário creso porque horror a castração ergue para si um monumento a criar substituto então o feitiche ele vai ter essa ideia de um monumento
e que vai criar um substituto a definição Técnica que o Freud dá para fetiche é fal o secreto da mãe tá deixa eu ler aqui tudo eu explico agora vemos que o fetiche faz e de que modo é mantido ele subsiste como signo de Triunfo sobre ameaça a castração e com proteção contra ela ele permite também que o feiti não se torne um homossexual já vou explicar isso aqui ao emprestar a mulher a característica que torna aceitável como obj objeto sexual Olha só duas coisas muito importantes uma que não existe Mais tanto e a outra
que ainda existe o que é o feitice pro Freud o feitiche é o seguinte lembrem lá do do complexo de Édipo o monismo fálico todo mundo tem o pênis tudo mais lembra aquela dinâmica toda que o menino passa a menina passa aquilo que eu expliquei para vocês foi a saída e solução neurótica a solução perversa não é que o menino fez o menino ele vai negar a mãe para permanecer o seu falin lá mas ele aceita castração ele aceita que ele não vai ter o desejo Dele e aí a gente a partir disso vai ter
a seguinte construção porque o neurótico abre mão tão fácil do seu desejo quando tá encurralado aquela coisa toda a menina né vai já tá castrada já perdeu só por ser mulher Então como é que eu faço agora né eu perdi já eu sou castrada eu me interesso por alguém que tenho falo eu quero se eu falo de alguém e Assim Segue Qual é a solução Versa é isso aqui eu vou fingir que não existe porque eu vou estabelecer algo no lugar Então na falta da mulher ter um falo o perverso estabelece um falo simbólico tá
E aí o que acontece por isso que vai dizer aqui esse substituto da ameça da castração Por que signo porque signo e não aqui para quem já sabe alguma coisa que que não é um significante porque não muda signo é uma imagem que alguém saiba ler o que que é isso aqui uma garrafa né Por favor né enfim só aqui é uma garrafa no Brasil e é uma Garrafa na China é um signo então o perverso por isso que eu falei que é um saber inamovível ele vai sempre querer a mesma coisa é o signo
é uma imagem sempre pronta tá essa noção do feitiço aqui o Freud vai pontuar o seguinte que eh eu não vou olha eu até Eu até me arriscaria a dizer porque isso também tá embutido na explicação sobre a Psicose Eu já vi autores sendo bastante críticos o seguinte não sei se vocês sabem Tá mas Vou contar aqui um babado para vocês se o Freud não foi homossexual ele ficou bem perto tá ele lutou muito contra pulsões homossexuais ou homoafetivos tá eh não só de algumas coisas da biografia até um vídeo recentemente que viralizou não sei
se vocês viram o Freud falando assim todos mcad né como hoje facilmente Vocês já viram esse vídeo ou não vou mandar no grupo para vocês Vocês ficam vend nas redes sociais Esse vídeo é maravilhoso Freud explicando com a mão Desmunheca que é um jeito que homossexual fala de três jeitos afeminados né então assim não só isso né as cartas as correspondências o caso lá com bastante inusitado a abstinência dele enfim por eu tô pontuando ISS isso porque existia uma certa pressão na época mas também uma inclinação do Freud de entender a homossexualidade assim como um
algo a ser evitado porque a mesma explicação que o Freud dá aqui no fetichista ele dá Pro schreber ele vai dizer basicamente assim o schreber é ele psico tizou porque ele não aceitava ser homossexual Vou dando um spoiler para vocês tá Semana que vem eu vou citar um pouco do caso mas basicamente todo Delírio a projeção paranoica do sheber é porque ele não queria ser homossexual então assim é um argumento fraco é é um argumento igual hoje a gente tem quando vai olhar o Lacan ele disz que o Freud o complexo de edpo da forma
que o Freud elaborou era o sonho dele ler a história de épo do seguinte sentido épo é a história de um cara que mata o pai se casa com a mãe isso é uma parte ínfima da história ía quem leu a obra do sof do teatro lá EDP é alguém que está à procura da verdade esse é o tema do EDP Foi um acidente me matar a mãe o matar o pai Opa Cadê minha mãe tá aqui não né ou alguém ouviu isso foi sem querer matar Mãe não é a minha mãe a mãe de
alguém talvez entendeu então assim foi um acidente a história essa parte da história ele nem sabia que tava acontecendo claro que um acidente pode ser importante numa história mas a a a a busca de Ed para superar o destino é a busca da verdade a busca de quem ele era essa é a centralidade da história agora o Freud pega isso e beleza ele aplica no modelo que ele encontra muita solução principalmente o modelo neurótico agora Qual é a ideia que um homem vai estabelecer um falo pra mulher para não ter que se relacionar diretamente com
outro homem e aqui o falo vai ser entendido muito no campo anatômico então resumindo o também se entendia que eu sou um homem que para evitar me relacionar com o outro homem que tem o falo e portanto não é castrado eu me relaciono com a mulher mas aí eu peço para ela usar um mesmo vestido uma boina um batom Específico alguma coisa simbolicamente conferiria ela um falo ok mas eu volto a dizer clinicamente falando a gente não encontra isso ou pelo menos eu nunca encontrei Tá mas era uma explicação paraa época a instauração de um
fetiche parece antes obedecer a um processo que lembra a intenção da memória na Amnesia traumática em caso bem refinados o próprio fetiche acolheu na sua Construção tanto a recusa como a afirmação da castração já explico isso outra variante etn psicológico para o fetichismo pode ser vista no costume chinês de primeiramente multilar o pé da mulher e depois venerá-lo como feitiche é como se o homem chinês quisesse agradecer a mulher por haver submetido a castração esse exemplo que o Freud traz até de outra cultura é bastante válido para entendermos a complexidade do ser humano em relação
à castração e também Em relação à mulher tá eh eu não sei se vocês já repararam eh mesmo na neurose em que você né a vou vou vou colocar assim na neurose vocês percebem que o complexo g édico na mulher é é mais sofisticado do que do homem as as as as saídas as opções O que a mulher tem que passar mais Sofrimentos a Psicose eu posso comentar aí semana que vem a mulher sempre causa muita muita curiosidade no Psicótico né e na perversão também eh e Assim eu não vou nem entrar num num campo
mais feminista de dizer que historicamente as mulheres eram odiadas né isso existe também mas assim o objeto mulher eh desperta muito Fascínio E aí existe um lugar cultural para isso é claro né uma mulher é uma mulher diferentes níveis culturais né não é o mesmo em todos os lugares mas essa questão anatômica Ela é bem é bem presente aí eu eu volto a dizer eu já disse Anteriormente né Eu dou eu dou razão ao Freud né a a a o fato da mulher não ter o pênis dentro de uma perspectiva causa muita muita conspiração muito
Fascínio e Assim Segue bom antes que eu termine Gabriel Professor queria ver se eu falar um pouquinho de dessa escolha do objeto que que Freud ele faz né que ele dá dá explicação de por exemplo e a última impressão antes do que foi traumático inquietante seria conservada como Fetiche ele dá o exemplo do pé do sapato que seria a última coisa esse seria o objeto Uhum Então qual a ideia a ideia é o seguinte eu tava explicando um pouco a Mônica né que você pode dar um pensamento de uma cena traumática o Freud entende como
traumático mas é o seguinte o estabelecimento do fetiche ele vai aparecer o costuma aparecer em momentos em que você ou o menino aqui falando só do homem ele vai ir de contra à castração então um Exemplo mais prático a eu li um artigo eu vou mandar para vocês um artigo que foi analisado por um pós freudiano amigo do Freud Putz não lembro agora de um menino que desenvolveu feitiche ele acompanhou e esse menino tinha feitiche por sapatos todas as vezes em que a as pessoas vinham na casa dos pais ele fazia questão de lustrar o
os sapatos e ficar tocando e beijando os sapatos de cada pessoa e por exemplo o pai vai Dizer que ele começou a fazer isso por volta dos seus 5 6 anos que é onde nós entendemos que é a idade fálica que é onde ele começou a ter a percepção do da diferença sexual então segundo Freud isso é um pouco mais demarcado tá E vai est associado a essa ideia da castração de quando você descobriu que eh havia diferença quando você descobriu que a mulher não era igual por exemplo eu tenho analisando que o objeto fetiche
dele apareceu devido a um presente que Ele ganha de uma pessoa da família mas por volta de 6 7 anos também então muita coincidência né nesse período Então é isso que o Freud se refere né a o fetiche vai ele vai nascer mais ou menos nesse Campo então já é uma só que aí qual que é a diferença é uma solução inconsciente tá essa é aposta o menino a menina não tem noção de que tá fazendo isso tá ã para finalizar aqui né o o veti na sua construção tanto a recusa como a Formação da
castração Qual é a relação que o perverso tem com a castração então né e a castração como não sei se tá claro para vocês de definição senão defino castração ela é entendida pelo menos em três níveis para nós entendermos o nível de limite o nível de nomeação e o nível de separação então limite nomeação separação limite até onde você pode ir até onde você pode falar até onde você pode ser até onde você pode ter Nomeação uma coisa é uma coisa ou hitado outra coisa é outra coisa cada um com o seu cada qual Men
menos né aí o terceiro que junta com a nomeação separação meninos de um lado meninas do outro azul de um lado Rosa do outro moto na faixa carro do outro organização a ideia Central é o que o perverso recusa inicialmente segundo Freud a gente vai ter esse lugar genital da do Horror não consegui ver e tudo mais mas na verdade o que o perverso Vai recusar é estar inserido nessa lógica de perda por isso que não foi perguntado mas podia ter perguntado um perverso sofre sofre só quando o seu objeto de fetiche está ameaçado ou
quando ele perde Essa é a ideia é como se o perverso ele aceita ele El ele admite que aação existe mas Igual o Freud escreveu nesse texto do do processo do eu o processo cisão não diz a ele então não é que o perverso é alguém maligno Fora da Lei criminoso não é isso pode ter que seja perverso que vão para esse campo mas não é uma condição da estrutura ou da da da relação discursiva mas a noção é o seguinte para pelo menos uma área da vida que noo é o campo do fetiche eu
vou viver eu vou experienciar algo que não haverá Castração nenhuma nenhuma haverá apenas uma relação de Puro Prazer de pura satisfação por isso que como falei o perverso perguntam né o perverso é capaz de abrir mão do fetiche eu não vejo não é lógico ele abrir mão do fetiche dele é a mesma coisa você tá ganhando o jogo você quer abrir mão do jogo Você tá ganhando para perder eu acho que não por isso que o Freud vai dizer anteriormente que eles vão até se gabar pode falar m eh esse limite né que você citou
do perverso aí entraria então também nessa lei quer dizer ele não gosta do que eh o o o pare né e eh o stagna quer dizer a a ele é único e e e ele quer liberdade total para viver essa escolha dele seria isso seria apenas na resolução do desejo dele é esse é o ponto porque eu faço isso Mônica porque para não ter a seguinte ideia Ah então o perverso não tem lei Ele faz o que ele quer ele faz o que ele quer só do que ele deseja Uhum ele não deseja matar Não
vai matar ninguém não vai quebrar a lei não vai nem não vai nem tomar multa de trânsito entende Esse é o ponto Essa é a diferença a a a a perversão não é um inconsciente cel aberto né vai dizer igual também tem na Psicose né sim perverso um Sem Lei não ele faz tudo o problema é quando entra ess analisando o meu Car Normal normal ele só gostava de mulheres seros grandes e pedia para ela se fosse possível para ele ficar vendo P dele sexual No resto Ele estudou fez faculdade trabalhava um pouco e cêntrico
mas nada demais estaria aqui numa turma e todo mundo ia chamar ele de amigo entende então é é isso que eu queria deixar muito claro né Eh além de todo o trabalho introdutório que eu fiz Que tem tem esse clareza de que o o a relação do Pero a castração é ele sabe que existe tá lá a castração Claro que tá mas tem uma parte da vida essa parte aqui a castração não chega não chega a ideia da separação não chega a ideia de limite não chega a ideia de nomeação eu não vou me separar
do objeto eu não perco Aí sim aí quem quiser associar isso por exemplo né a a uma certa facilidade posterior de ser bem sucedido Enfim é uma leitura já que eu já eu já nem entro muito porque eh ah todo perversa bem sucedida aí já entrou num lugar Personalista já não sei não sei não tem nada a ver uma coisa com a outra a pessoa você bem bem sucedido é uma soma de resultado sei lá ele é branco teve condições da vida ah ele é bem sucedido Tá tira ele aí joga ele na no na
que pariu vamos ver se ele ficar bem desido que ele é perverso n Então vamos lá né Vamos fazer uma Leitura mais mais e abrangente então Eh essa essa é exposição para finalizar o perverso na clínica né ah eu tô falando aqui muito de de homem né Eh o Freud não tem ter super perversão da mulher tá eh você tem a jovem homossexual mas não não tem força né você vai ter os pós-freudianos tratando dessa questão Lacan e pós lacanianos também eu falei muito isso no meu curso agora sobre a perversão da mulher que se
difere Porque como falei a mulher não vai constituir Um objeto é Olha nunca vi uma mulher constitu um objeto com fetiche objeto assim como o homem tem tá objeto inanimado tal né Por exemplo aqui vamos dizer que se eu fosse o meu fetiche Eu nunca vi uma mulher estabelecer isso né geralmente vai ser ou um filho filha ou eh no próprio corpo né o próprio corpo para o outro e aí você pode fazer o que quiser ela vai ser masoquista tem sadismo tem as parafilias tudo que você puder imaginar tem cenas de compulsão Sexual aí
tudo aí você encontra perfeitamente a perversão eh mas existe um agravante quando fala das mulheres que é o seguinte existe ainda alguma resistência ou alguma proteção não sei nem o termo masc de usar e que também acaba afetando os analistas de compreender aceitarem que mulheres podem ser muito violentas que mulheres podem ser muito hã muito perversas aí no senti de perversão de de de violência de de mau Caráter de escrotas né aí a gente levantou uma discussão bem legal na na aula que a pessoa falou assim uma uma aluna querida disse assim né vou até
tirar aqui ah Henrique mas quando por exemplo uma mulher é traída tudo o A mulher lá vira vira a da história não sei o qu e o alecrin dourado passa batido e eu falei assim então mas a gente tem que ter um cuidado nisso né Será que sempre o cara que traz ele ele é elogiado por quem qual programa de Televisão qual emissora de rádio qual livro qual qual setor assim que vamos pegar e vamos eleger aqui o o esse cara que é o nosso exemplo ele não é exemplo a igreja ele não é exemplo
pra religião nenhuma católico o bandista Nem nenhuma pessoa aplaude um adúltero Não é exemplo na política não é bom você ser adúltero ir pra política pega muito mal é preferid você ser solteiro então não é bom pra religião não é bom pra política já são dois grandes grupos pro social ah Existe um grupo de homens sim mas assim o homem que costuma aplaudir o homem adúltero tem um lugar um pouco infantilizado assim sabe um lugar um pouco e assim adúltero eu tô chamando do do do do comedor do do do do do cara que fica
al traindo a mulher com qualquer uma com é um lugar é um homem um pouco infantilizado e ele é vist até como um Med adolescente não é maduro não sabe Reprimir suas pulsões não sabe dizer não não sabe ser homem então assim que setores assim que lugares né é claro tem pessoas que existem vários casos né eu eu eu eu citei só um caso que eu acho que realmente não tem como dizer o campo da música música sertaneja eu vejo que é um campo que passa muito P para homem mesmo pelo menos o pouco que
eu vejo assim o Leonardo sabe essas figuras assim que eu vejo que quando eles traem falam abertamente aparentemente não Acontece nada com eles mas não sei se tem alguma coisa ver com a música ou se porque eles são muito idolatrados não sei mas eu eu eu eu dou a brecha para para esse campo da música que eu já vi um pouco mais mas assim no mais Eh você não vê muito aonde que o Neymar O Neymar é elogiado por quem por trair a mulher dele grávida qual setor disse Neymar você é meu ídolo que cara
que vai dizer ah no off Ah no off eu não Sei eu posso dizer qual que a pessoa apce qual matéria de grande estado aconteceu isso então assim e eh eh o que eu quero pontuar é é muito mais fácil nós aceitarmos uma violência quando vem de um homem parece que já é um pouco parece mais característico E aí muitas vezes os analistas vão encontrar uma certa resistência de eh aceitar ou encontrar essa mesma violência numa mulher a o próprio abuso infantil de mulheres contra seus filhos Quase não é mencionado e existe muito né você
você quer ver um exemplo maior né Mônica a ideia de assédio tem muitas pessoas que acham que a ideia de acédio é só de um homem para com a mulher não mulher não acedia e aí eu eu tenho que ser responsável existe uma parcela dos homens que também colaboram e é de forma ou não dizendo Ah me abuse mesmo né E aí é o ponto que eu falo né o homem para falar isso ele nunca foi abusado de Verdade porque associa a ideia de abuso o que ai minha professora gostosa deu para mim Ah você
tá muito pornô né Quer ver um dia que você transasse contra a sua vontade aí você ver o que é sofrimento você fosse estuprado com alguém sentando em você vai fazendo mas você não quer e a pessoa te forçar qu ver você i achar o máximo não ia não homem homem Vie se vamos pegar relações heterossexuais homossexuais se um homem gay quando D em Cima de um homem ele fica morre imagina se ele forent de verdade né se um homem homossexual faz um elogio passa a mão no pau não sei o o cara fica em
crise bate no outro imagina di é igual aquele filme acho que é Atração Fatal com Michael drogas hum a Mônica con a nossa época né então tem uma cena tem uma cena que que a inclusive na Netflix agora é relançamento na Netflix aconselho a todos assistir Fantástico é Fantástico então mas é é é é a moça violenta ele em algum momento é ela que faz o ass olha não admite é é o fim né da relação ela quer continuar amante dele é Ah ele teve problema depois do filme né ter problema de ter queer muito
séri Qual o filme que é gente Atração Fatal Atração Fatal isso mesmo uhum e e tem um outro também com a demur ela se ela é chefe de um cara e e acedia esse cara e ele Reclama e denuncia Nossa eh chamaram ele de mentiroso ele acaba a carreira dele é é bem nessa Ótica né Por que que ele a mulher não pode assediar né é Gabriel vez o outro aparece por exemplo no YouTube aqueles canais de notícias SBT alguns aparece uns porte de notícia por exemplo professora sedia aluna tem lá troca de mensagem e
tal mas é um negócio que é mais pontual né Se a gente for parar para analisar entre o todo Uhum é então e aí assim aí eu volto A colocar a parcela de culpa dos homens que quando você vai ver os comentários é tudo isso porque cara o cara sortudo queria aessa professora tá falando que não sabe tá falando que não sabe entendeu Menor das violências já estaria aí escandalizado eh é é aquele negócio Infelizmente existem alguns debates a nível público que você só vai ter uma clareza nele se você viver a nível privado o
aborto é a mesma coisa sabe é eh não é não tem como Dimensionar o que seria a discussão do aborto se o homem gasse também não tem como dimensionar não tem como negar que isso já seria algo muito regulariz não tem como Gente assim é eu tô aberto eu gosto dessa discussão eu vejo os lados mas isso para mim é um ponto fatal se o homem abortasse a gente abortaria realmente na esquina não seria um constrangimento moral não seria não sei problema é que Uma mulher aborta e geralmente é que eu não quero então Eh
e tem todo questões mais mais Gerais enfim bom finalizamos então a aula da per version bem introdutório tá tem muitas coisas ainda a ser elaborado semana que vem falemos de Psicose eu vou usar dois textos vou usar aquele texto a perda da realidade da neurose psicose E algum outro eu mando em breve para vocês tá não vou demorar dessa vez não e é isso tá Eh tá bom para vocês tá bom para mim J você tá aí você pode encerrar a gravação para nós favor encerrando a gravação Angela você está com um mapa atrás de
você onde é que você está isso é na sua casa