Você já teve um dia em que acordou se sentindo espiritual e pensou: "Hoje eu estou bem com Deus"? E já teve outro dia em que acordou pesado, desanimado, cheio de pensamentos confusos e pensou: "Hoje Deus deve estar distante de mim. Se você já viveu esses extremos, essa mensagem pode libertar você.
" John Bunnian declarou algo que quebra o orgulho e cura a culpa. ao mesmo tempo. Não foi minha boa disposição de coração que melhorou minha justiça, nem minha má disposição [música] que piorou minha justiça.
A justiça foi o próprio Jesus Cristo. Percebe o que isso significa? Sua justiça diante de Deus não sobe quando você está animado [música] e não desce quando você está fraco.
Ela não depende do seu humor, não depende da sua performance, não depende do seu dia bom ou do seu dia ruim. Ela é Cristo. E talvez o que esteja sufocando sua fé hoje seja exatamente isso.
Você está medindo sua aceitação por Deus, pelo seu estado emocional. >> [música] >> Se ora bem, se sente seguro. Se falha, se sente rejeitado.
Se está disciplinado, se sente próximo. Se vacila, se sente longe. Mas Bunian aprendeu algo na prisão, no sofrimento, na pressão.
A justiça que nos sustenta não é interna, é externa. [música] é Cristo. E isso muda tudo, principalmente para quem já caminha há anos na fé, para quem tem entre 30 e 65 anos e já enfrentou fases de entusiasmo e fases de frieza, já viveu avivamentos pessoais e também desertos espirituais.
Talvez você esteja hoje num dia não tão bom. Talvez sua disposição não esteja das melhores. Talvez sua oração esteja seca.
Talvez sua disciplina esteja falhando. Talvez você esteja lutando com pensamentos que nem queria ter. E o inimigo sussurra: "Olha como você está.
Deus deve estar decepcionado. Mas a verdade é mais profunda do que seu estado emocional. Sua justiça não é você.
Sua justiça é Cristo. Buniã entendia o perigo da autojustificação e também o perigo da autocondenação. A autojustificação diz: "Hoje eu fui bem, então Deus está [música] feliz comigo.
A autocondenação diz: "Hoje eu falhei, então Deus está distante. [música] Ambas estão erradas porque colocam você no centro e o evangelho tira você do centro e coloca Cristo. Se sua justiça depende da sua boa disposição, você viverá escravo do seu próprio desempenho.
Se depende da sua má disposição, você viverá afundado na culpa. Mas se sua justiça é Cristo, você encontra estabilidade. Imagine viver assim, acordar num dia difícil, emocionalmente pesado, mas saber que sua posição diante de Deus não mudou 1 mil.
Imagine errar, se arrepender e saber que sua aceitação não está sendo renegociada. Imagine não precisar provar nada. Isso é liberdade.
Bunian passou anos preso por pregar o evangelho. Ele teve tempo para refletir, para lutar com dúvidas, para enfrentar pensamentos escuros. E foi ali que ele aprendeu: [música] "Minha justiça não é minha experiência.
Minha justiça é uma pessoa, Jesus". [música] Isso não nos leva à negligência, pelo contrário, nos leva à gratidão. Quando você entende que não precisa conquistar justiça, você começa a viver com mais sinceridade, não para ser aceito, mas porque já foi aceito.
Isso muda a motivação. Você não ora para ganhar pontos. Você não serve para impressionar.
Você não busca santidade para negociar amor. Você faz tudo isso porque já está seguro. E talvez o motivo de tantas pessoas estarem cansadas espiritualmente seja porque ainda estão tentando melhorar a própria justiça, tentando compensar falhas, tentando equilibrar erros, tentando manter uma imagem.
>> [música] >> Mas o evangelho não é sobre melhorar sua justiça, é sobre receber a justiça perfeita de Cristo. E isso é confrontador, porque fere o orgulho do eu consigo, mas cura a culpa do eu nunca consigo. Talvez você esteja vivendo uma fase de oscilação espiritual, dias bons e dias ruins, sensação de proximidade e sensação de distância.
Mas sua sensação não define sua posição. Sua justiça não oscila com seu humor. Ela permanece porque Cristo permanece.
Se essa verdade entrar profundamente no seu coração, você vai parar de viver na montanha russa espiritual. Vai parar de medir o amor de Deus pela intensidade [música] da sua devoção. Vai parar de se condenar quando falhar.
Vai parar de se orgulhar quando acertar. [música] E vai começar a descansar. Descansar não é passividade, é confiança.
É saber que quando você tropeça não está sendo expulso. Quando acerta não está sendo promovido. Você já está em Cristo e isso é suficiente.
[música] Se essa mensagem está libertando você de um peso antigo, escreva nos comentários: "Minha [música] justiça é Cristo". E deixa eu aprofundar ainda mais isso com você, porque essa verdade não é apenas teológica. Ela é existencial.
Ela muda a maneira como você acorda, trabalha, enfrenta crises, lida com pecados recorrentes e até como você envelhece na fé. John Ban não estava fazendo uma frase bonita para ser citada em redes sociais. Ele estava descrevendo uma batalha interna que muitos de nós conhecemos muito bem.
Há dias em que você sente que está [música] espiritualmente forte. Você lê a Bíblia com prazer, ora com fluidez, sente ânimo e quase sem perceber, uma pequena voz começa a surgir. Agora sim, você está bem diante de Deus.
Mas isso é perigoso, porque se você acredita que sua boa disposição melhora sua justiça, então sua justiça é frágil. Ela depende de você manter o desempenho e ninguém mantém desempenho constante. Depois vem o outro extremo.
Você acorda pesado, sua mente está dispersa, a oração parece seca, a Bíblia parece distante, você luta com pensamentos que achava que já tinha vencido anos atrás. E então a voz muda de tom. Agora você está mal.
Deus deve estar desapontado. Percebe o ciclo? Orgulho quando você acha que está bem, culpa quando acha que está mal.
Mas em ambos os casos, o centro continua sendo você. Bunhan rompe com isso ao dizer que nem sua boa disposição melhora sua justiça, nem sua má disposição a piora. Por quê?
Porque a justiça não é um sentimento interno, é uma realidade externa. É Cristo. Isso é profundo demais para ficar só na superfície da mente.
Isso precisa descer para o coração. Pense comigo, se [música] sua justiça é Cristo, então nos seus melhores dias você não está mais aceito do que já estava. E nos seus piores dias você não está menos aceito do que já está.
Isso não relativiza o pecado. Isso não diminui a necessidade de arrependimento. Mas isso muda o fundamento da sua relação com Deus.
Você não se aproxima para conquistar amor. Você se aproxima porque já é amado. E isso muda até a forma como você luta contra o pecado.
Muita gente luta contra o pecado para manter a salvação, [música] para não perder a posição, para não cair da graça. Mas quando você entende que sua justiça é Cristo, você luta contra o pecado porque ele fere o relacionamento, não porque ameaça sua aceitação. É uma diferença gigantesca.
É a diferença entre viver como empregado, tentando manter o emprego e viver como filho que já pertence à casa. Talvez você esteja nessa fase da vida em que já tem história com Deus, já viveu fases intensas, já viu respostas de oração, já enfrentou perdas, decepções, talvez até fracassos morais ou espirituais que ainda dóem quando você lembra. [música] E o inimigo usa isso para te manter preso a uma identidade baseada em desempenho.
Você já foi melhor, você já orou mais, você já foi mais fiel, mas sua justiça nunca foi o seu nível de disciplina. Sua justiça nunca foi sua intensidade espiritual. Sua justiça sempre foi Cristo.
Quando essa verdade realmente se estabelece dentro de você, algo começa a acontecer. Você para de viver obsecado consigo mesmo. Você para de analisar cada emoção como se ela definisse seu valor.
Para de medir cada dia como se estivesse acumulando pontos espirituais para de viver em comparação constante com outras pessoas. Você começa a olhar menos para si e mais para ele. E é exatamente isso que liberta.
Muitos cristãos maduros vivem cansados porque ainda estão tentando se purificar na força própria, tentando melhorar o próprio coração para então se sentirem dignos de se aproximar de Deus. Mas Bun descobriu algo revolucionário. Você se aproxima porque já foi justificado.
E é nessa aproximação que o coração é transformado. A transformação não é a causa da aceitação, é o fruto dela. Isso tira um peso imenso dos seus ombros.
[música] Você não precisa fabricar santidade para ser aceito. Você precisa descansar em Cristo para ser transformado. E aqui está algo importante para quem está entre os 30 e 65 anos.
Com o passar do tempo, você começa a perceber coisas sobre si mesmo que antes não via. Corrupções escondidas, orgulhos sutis, motivações misturadas. E isso pode assustar.
Você pode pensar: "Eu deveria estar melhor do que isso depois de tantos anos. " Mas talvez o que esteja acontecendo não seja regressão, seja profundidade. À medida que a luz de Cristo brilha mais forte, você vê mais sujeira, não porque piorou, mas porque agora está enxergando melhor.
E mesmo assim sua justiça não mudou. Ela continua sendo Cristo. Isso produz humildade sem desespero, produz arrependimento sem pânico, produz crescimento sem ansiedade.
Você começa a entender que o evangelho não é uma escada que você sobe, é uma base sobre a qual você permanece. Se essa mensagem está libertando você de um peso antigo, escreva nos comentários: "Minha justiça é Cristo". Curta esse vídeo para que mais pessoas sejam libertas da escravidão, da autojustificação e da autocondenação.
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