[Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] aí a mais uma aula né do canal a série atualiz Vete e a gente vai começar falando da aie né ou a anemia infecciosa equina é uma doença eh muito importante que por definição é uma doença infecciosa de etiologia viral tá de ocorrência mundial e que pode se apresentar diferentes formas clínicas né de forma uma clínica aguda crônica ou até Deão de animais assintomáticos tá de infecção que mantém infecção persistente ao longo de toda a vida de equídeos não somente equinos isso significa o quê equinos asininos e muares tá então é
uma doença muito importante de alta patogenicidade que acomete aí que determina uma incia uma infecção persistente durante toda a vida do animal Esse é um dos principais pontos que regulamenta toda a legislação aí aplicada a a i Bom falando etiologia a gente não tem né muito aí com com que eh eh é um é um tópico rápido até que a gente vai abordar hoje é o vírus da anemia infecciosa equina né o Av então ele é um vírus da família retroviridae e do gênero lentivírus então aquel que a gente comentou em nos slides anteriores que
são que foi uma sinonímia a aides do do cavalo justamente decorrência porque o aides o HIV faz parte né da família retrovir do gênero lentivírus E além disso né Eh o vírus anim infecciosa equina ele entra aí no grupo dos lent vírus relacionados a infecções animais principalmente que a gente tem aí também os lent vírus de pequenos ruminantes né ou o o vírus da artrite cefalite caprina a gente tem uma Ed visna né relacionada ao vinos então a anemia infecciosa equina também aborda eí tá relacionado dentro desse gênero lent vírus e que acomete aí os
equídeos tá então revendo alguns principais aspectos aí do vírus né da fen dos lentivírus ele é um vírus relativamente pequeno de 80 a 100 nôm de de de diâmetro geralmente você tem algumas as outras eh bibliografias que relatam até um pouquinho mais de 90 até 120 130 nanômetros como material genético ele vai possuir duas cópias tá ele é um vírus diploide sempre lembrando aí já fazendo ã um um ponto aí pegando gancho se você não viu uma aula a gente tem uma aula no canal uma aula mais antiga Mas tem uma aula que não da
família retroviridae em cima no canto superior direito e vocês TM aí acesso à aula da família retrovir onde lá a gente consegue a gente fala principais características um pouco mais detalhado fala do método modelo de replicação categoria viral baseada na replicação dele tá então não qualquer dúvida que tiver é só acessar essa aula aí que tá o link Beleza então ele é um vírus de ploid então ele vai ter duas cópias do material genético que corresponde ao material um um RNA fita dupla tá e a partir desse RNA juntamente com esse esse material genético ali
dentro do vírus você vai ter o quê três proteínas importantes que caracterizam a a patogenicidade do vírus dos retrovírus tá que é a protease ou também alguns tem algumas alguns livros vocês podem identificar como proteinase é a mesma coisa tá que são essas moléculas aqui a integrase cuja função é integrar o PR vírus que seria aí o o DNA né o a dupla f de DNA produzida a partir da replicação viral junto com o DNA cromossomal da célula Tá e a enzima que determina aí essa grande capacidade única entre os os vírus já identificados que
é de transformar RN a em DNA que é a transcriptase reversa a enzina a enzima chamada RT ou TR em português que geralmente cada molécula viral cada ví vai conter em torno de 30 unidades dessas dessa dessa essas proteínas tá dessas enzimas aí e isso faz com que você tenha todo o processo de replicação convertendo RNA em DNA o DNA S integrado no cromossomo da célula Tá bom e além de fazer cópias logicamente aí para poder propiciar a formação de novas partículas virais como característica da da da arquitetura viral morfologia viral o vírus da família
retrovir do gênero lente vírus eles são envelopados e tem apresenta aí como glicoproteínas importantes a gp90 e a GP 45 que são as as proteínas especialmente GP 45 que utilizam aí a o os receptores dos hospedeiros para fazer a adsorção do vírus da célula Hospedeira Então gp4 essa daqui né Maior aqui que justamente depois ela se transforma ela é modificada ela consegue se ligar né os receptores aí de células mamente células sanguíneas também aí do do do zinos e faz com que inicie o primeira etapa da replicação depois vem o processo de de de de
fundição né da do fusão da membrana né do do da célula do do Perdão Do envelope do vírus com a membrana celular a penetração E aí por diante Tá além disso há uma proteína estrutural chamada p26 também do vírus que é uma das proteínas mais conservadas tá do vírus e que garante Inclusive a alta especificidade do teste de có de DGA que utiliza essa proteína como antígeno pro teste tá então a p26 el ela é mantida muito conservada em várias variedades antigênicas do vírus e isso faz com que você tenha um resultado que consiga detectar
independente da variedade genética você consegue detectar se o animal é positivo soro positivo ou não paraa anemia infecciosa equina bom o que que determina o sucesso da transmissão perguntar Senor Professor Mas então ele vai picar o mosquito vai sugar o sangue e esse sangue tá contaminado e vai já levar para um outro então o animal que tá infectado ele é uma fonte de infecção com Concordo Tá só que há alguns pontos a ser considerados primeiro você precisa ter os vetores apropriados primeiro ponto tá o vírus não se replica nesses insetos hematófogos somente vai servir um
parelho um transp de transporte daquele sangue infectado para um sang daquele sangue infectado para um animal infectado para um animal sível é a mesma coisa que um sangue numa agulha faz de um animal também infectado por animal sível OK outra questão é a distância entre animais já foi demonstrado que há transmissão pelas mesmas moscas de uma distância entre 6,5 k de um animal pro outro já foi relacionada mesmo dado epidemiológico nunca ter entrado em contato então provavelmente essa transmissão ocorreu via inseto tá hematófago aí Outro ponto o tempo de transmissão Quanto tempo dura o voo
ou a saída desse inseto para out procura do outro animal tá isso são Dados que dificilmente a gente tem na literatura não foi foi feito ainda estudos relacionados Quanto é o tempo de duração de voo o que se sabe é que por ser um vírus envelopado o vírus no ambiente ele tem uma baixa resistência só que a forma como ele é transmitido no aparelho bucal né do do do inseto isso faz com que você tenha o quê maior tempo de durabilidade desse vírus permanecendo esse vírus com capacidade infectante Tá além disso O que que determina
que esse é o principal ponto bastante eh eh aqui é o quê é a carga viral no Animal infectado então se você tem um animal que acabou de receber esse sangue contaminado né esse resquício de sangue seja por agulhas de fômites ou pela picada de incet hematófago logicamente aquela carga viral Ali vai precisar do quê De um tempo para ele se replicar poder amplificar a carga viral no Animal para daí você ter vírus suficientemente que aumenta suficiente para o quê aumentar a probabilidade do que um inseto picando ele vai sugar o sangue contendo V sempre
lembrando que a gente tá o quê vai picar o quê é circulação periférica tá então a carga viral animal afectado logicamente vai dizer qual é a probabilidade maior ou não do da transmissão via eh vetor Outro ponto importante também que se diz o queê são aumento o número de casos principalmente depois das estações de chuva ou quando há o quê enchentes áreas alagadas né que a gente observa bastante na região do Pantanal do Brasil e o que a gente viveu né muitos aí vocês que estão no Rio Grande do Sul né sofreram que foram essa
grande quantidade de chuvas no início do ano aí pedrou causando um estrago absurdo e quem não se lembra do quanto que foi explorado essa questão do cavalo caramelo digo que envolveu política envolveu um monte de coisa e quem mais sofreu foi o cavalo né que foi socorrido aí pela eh pelos bombeiros até aqui próximo aqui gravo né moram da região de Sorocaba né que resgataram aí o cavalo e tudo mais então por conta dessas chuvas aenta proliferação de insetos isso faz com que você tenha aí maior possibilidade de transmissão aumentando Geralmente os casos de e
anemia infecciosa nas regiões né tendo uma incidência maior comparado outras áreas que não tem são mais alagadas não tem maior proliferação de insetos hematófagos Ok bom vamos falar então da patogenia tá a patogenia da anemia infecciosa equina né o primeiro ponto que a gente já tem que relacionar a anemia né então o primeiro sinal Clínico carac mais característico que foi relacionada uma foi foi relacionado ao vírus à doença foi esse quadro anêmico então a gente entende logicamente que tá associado à patogenia há uma alteração logicamente uma queda muito brusca no nível de eritrócitos gemos dos
animais né causando aí principalmente por conta de moles então a patogenia se a gente for observar do do do vi né da doença ela inicia-se aonde na cé Então por meio do do sangue contaminado a inoculação do vírus no animal seja por uma agulha por fonde tudo mais ou pelo próprio eh inseto hematófago liberando esse vírus Ele vai cair na corrente sanguínea e ele vai aderir especialmente com se não for na corrente sanguínea nas primeiras células de defesa de fagócitos São destinados ao local que são quem macrófagos tá ele vai se ligar a receptores presentes
no macrófagos vai determinar a fusão do envelope com a membrana citoplasmática do macrófago vai iniciar o ciclo replicativo o RNA ele é transformado em DNA por meio da transcriptase reversa que a partir dali ele vai p a perda do capsídio Viral né que vai entrar esse PR vírus Essa dupla fita de DNA ser integrada ao DNA celular ao cromossomo celular pela integrase né e fazendo com que essa célula ao expressar seus genes tamb bem consiga produzir cópias né do DNA produzindo cópias de RNA a partir desse Genoma incluído do vírus incluído no cromossomo da célula
liberando aí outras proteínas que vão produzir e expressar a partir da Leitura desses rnas em proteínas e também cópias desses rnas de fita dupla que vão integrar outros vírus Tá bom o que que isso vai determinar aqui é um outro quadro também mostrando essa mesma essa mesma questão da replicação e que mostra justamente o quê que uma célula é amplificadora do vírus primeiro por a liberação do vírus é por brotamento tá não é por Lise celular então mantém o maquinário celular a célula viável produzindo vírus e isso vai liberando para quê que o vírus vai
ser identificado o sistema imune vai chegar mais macrófago e aí você começa a ter o quê uma reação em cadeia mais célula pro vírus infectar mais vírus produzindo e isso vai se transformando numa bola de neve então a variação antigênica a formação do provírus que vai est lá no RN junto ao DNA cromossomal fazem com que você tenha uma infecção persistente do vírus da anemia infecciosa no Animal não sendo possível a cura que eu digo você a eliminação total do vírus Qual que é o problema disso daqui o animal ele pode apresentar depois uma fase
assintomática ele pode ter o mesmo desempenho seja para trabalho dependendo do que for feito alguns estudos tá que que acabam determinando que o animal mesmo infectado sem é persistentemente infectado mas sem e eh apresentação clínica da doença tá ele para cavalos aetas ele tem um rendimento mais baixo isso já tem alguns estudos que mostram tá E aqui é um modelo né varando uma mutação normal que são identificados tá eh que justamente vê que sugere uma uma eliminação né do vírus por infectado aqui o vírus de infecção natural foi infectado tem resposta imune rapidamente esse vírus
debelado do organismo O problema é que durante esse pico onde você vai ter você vai est tendo o quê replicação do vírus formando vírus novamente totalmente diferentes antigenicamente vai ser formado PR vírus que é o DNA viral juntamente o DNA cromossomal Então você vai ter células produtoras dessa nova variável antigênica que vai fazer com que você tenha o quê ó vai cair você tem novamente uma nova replicação e os anticorpos eles são produzidos depois não utam mais produzidos esgotam produzidos até que se começa a ter uma debelação maior do nível anticorpo e aumento da capacidade
de mutação mantendo esse animal portador pelo resto da vida tá bom a célula fica sem expressão DNA viral sem detecção pelo sistema imune animal ou seja aquela fábrica do vírus ela fica sendo mantida normal produzindo vírus ou com a formação do provírus ali o DNA do vírus junto a DNA somar Então quais são os modelos oficiais Outro ponto bastante importante ess teste sorológico eles são padronizados internacionalmente então eles têm validade seja para exportação da animal para para trânsito internacional de animais pode ser feito tanto Elisa tá que é mais utilizado como teste de triagem tem
kits específicos aqui aqui é uma empresa peguei aqui foto aleatória Tá mas que vai identificar paraa ter o leitor de Lis o equipamento maior que você vai ter o qu aqui a identificação dessa maior densidade ó Ou baixa densidade Ótica de acordo com o leitor confirmatório tá então é todo preparo o laboratório tem Laboratórios credenciados pelo Ministério da Agricultura né no Brasil inteiro eh na minha época eu trabalhei no laboratório credenciado na Faculdade Integrada de Campo Mourão entre 2008 2010 fui e Participei de capacitação pelo Ministério da Agricultura como técnico para realização e assinatura de
laudos aí também de anim infecciosa um período grande aprendizado tá e o idja ele é um teste confirmatório por quê né primeiro que é um teste sorológico mas que tem uma alta espd então é utilizado soro do animal é feito numa lâmina com gel de agarose é feita tem esse equipamen aqui que a gente chama de roseta que vai ter ali os seis furinhos né externos que são seis a gente conseguia fazer e três dessa Roseta por lâmina lâmina de microscópio mesmo você perfurava ali o gel de H ros que tava em cima se eu
não me engano acho que era 2 ml de de solução de gel que depois ele solidificava você vinha com esse furador aqui que é azeta e fazia os Pocinhos para você fazer o teste tá perdão colocando ali daí você usava o antígeno que é um kit específico aqui acho que que era o laboratório do Brook se eu não me engano tá é colocar colocado ali depois já vou mostrar para vocês esse teste era incubado aqui ó né Essa lâmina até errada usar não pode ter usado com esse fundo fosco porque dificulta você nunca vai colocar
Roseta aqui em cima então você perde mais um espaço porque é difícil leitura depois que é por Leitura luz indireta então o antígeno vai no meio Você tem o soro junto com o se kit vem o soro controle positivo e intercalando cada soro controle aqui você põe uma amostra de soro a ser testada tá então isso favorece aí você ter esse sor ele vai ser incubado em estufa né por 24,5 a 25º colocado numa câmera úmida e depois é feita a leitura em 72 horas após a a início à incubação 72 horas é que é
feita a leitura tá tendo doos testes resultados é válido esse teste negativo laudo por 60 dias ou no caso de propriedades monitoradas até 180 dias terminando indo pro final aí da aula então vocês observaram que a anemia infecciosa equina ela tem um um diagnóstico hoje muito facilitado tá é necessário o atestado negativo para gria de trânsito animal Então são dois pontos que já favorecem o controle da doença e né e identificação de possíveis novos casos tendo novos casos aí de transmissão tá então como medidas fundamentais para isso é necessário manter os animais com exames em
dia vai vencer ah né E esse era outro ponto bastante importante quando trabalhava no laboratório chegava não vou precisar que o animal participe de uma prova chegava na quarta-feira a prova era sexta-feira que el transportava falava desculpa são 72 horas é TRS dias tá então não vou ter cons que não tem como liberar um laudo na sexta-feira para fazer então que que esperava Tem que manter em dia não espera vencer para fazer uma nova requisição do exame ah falta 3 4 dias para vencer vai lá e já prorroga põe uma coleta para animal por quê
ele não tem possibilidade de de impedir a emissão de GTA do animal tá validade 60 180 dias após Colheita do souro não é a data de de de env pro laboratório muito menos a data do resultado tá o abate sanitário deutan do sos positivos ele deve ser feito é obrigatório parte do programa nacional de sanidade de equídeos aí a instrução ativas que eu falei para vocês anteriormente e os S positivos sem lenando são portadores são fontes de infecção é por isso que devem ser abatidos precisa feito a eutanasia os animais e efeito abate sanitário ser
retirado destruído os animais que são fontes de infecção beleza Além disso fazer o controle de insetos tem algumas instruções normativas que eles recomendam isso fiscais agropecuários que recomendam o uso de iscas de armadilhas para esses insetos também tá e certificação de sanidade animal né teste negativo tá negativo aqui né na compra do animal logicamente para emissão GTA náo negativo Então você já tem maior facilidade e aqui é um dos principais pessoal tá uso de agulhas descartáveis não usar a mesma agulha de um animal pro outro seja para vacina para coleta de sangue Não façam isso
por aquele resquício na Ponta da Agulha de sangue é um sangue contaminado que pode passar para outro animal sensível então na próxima aula a gente vai falar sobre mormo né que é uma doença já um pouquinho mais sub notificada que tem uma importância epidemiológica diferente da anemia infecciosa e equina então eh eh mas desde já já quero agradecer vocês por mais estarem novamente nessa aula tá Se vocês não forem inscritos aproveita clica no botão embaixo aí para ser inscrito tá E aproveita tem essa aula antes né aula completa Então seja membro do canal aí também
então clica seja membro uma quantia hisória que você vai estar contribuindo com você mesmo tá bom algo que realmente vai fazer diferença na sua vida e que você vai conseguir aí utilizar para um bem muito grande também tá joia pessoal obrigado gente valeu até a próxima aula nos vemos em breve bomos [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música]