e de repente basto que você tomasse a palavra que pusesse a pé em cima dessa mesma que eu me sinto que estou em dúvida se todo estimulados a pensar não quer dizer aumentou de coisas bacanas mas não pensa pensar a pensar rápido quer dizer em conclusão a fechar eu não diria que um livro ea lógica superior ao livro o intelectual qualquer trabalho nenhuns anuncia míssil de sua música com o rigor da sua aproximação nem tão pouco queria que só assim é que acho que o que nós temos feito somente discutir os desequilíbrios agora livros que
tem aqui que esse precisamente porque resultam de uma conversa aberta e franca fraterna em que não havia vem nem você são livros que têm uma certa especificidade que outros não têm mas essa especificidade nem faz os livros dialógico melhor nem os faz pior nos faz diferentes nem tão pouco quanto único prazer são diferentes o livro espera-se que o volume desta deste segundo o que a gente começa a trabalhar hoje aprendendo com a própria história e é um livro que você podia ter escrito já escolheu tudo sozinho defendendo que significa aprender com a história eu por
exemplo neste espírito isso mesmo sozinho falando de co eu venho aprendendo e por que não então juntar os dois falar de 2 sobre com ambos já aprendemos com a história ou como de modo geral se aprende com a história bom né paulo jair num canto de esquina aparece alguém que diz mais que exercício é esse diz espelho será que não seria não estaríamos diante de 12 casos de validade em que dois indivíduos ao invés de se preocuparem com mais história em processos sociais começam a querer é refletir se voltar para a própria história como é
que você poderia responder criticamente a observação é esse tipo que poderia é indicar uma forma mais de vaidade do que propriamente de ação pedagógica de quem quisesse porque há quem faça a primeira primeira posição a resposta é reconhecer o direito nessa pessoa pensar isso e dizer isso a minha segunda posição acima da crítica é de que apesar de respeitar o direito a ela é de tentar desfazer a mostra o equívoco que está pergunto na indagação em primeiro lugar tanto você quanto eu teríamos até formas menos trabalhosa e exercitar a nossa vaidade e é certo ele
tinham direito e eu haver nenhum defeito vale até agora fazendo parece prático de um direito a qualidade ou o equívoco da vaidade marca é um direito é o certo mesmo mas nem te 92 ambos conselheiro teríamos forma leão os cansativos de exercitar a vaidade e infectar cair para que nossa princesa que fossem diferença o barril cativos até o fim e não tenho feito em segundo lugar eu acho que que você e eu não temos também muita coisa porque ficar tão afoitamente vaidosos que nós temos temos feito coisas mundo e na vida que nos dá ao
direito de gozar a hungria e disciplinada e venha dotada da vaidade mas chamar do da petulância da arrogância cheios de nós mesmos temos feito coisas válidas no e nem por isso vivemos trombeteando pensa essas coisas que fizemos agora eu não ganharia mais a isso como a expressão de uma vaidade legítima hora de o eu acho que o que nós não revelou o tempo que o que deveria ser criticado em nós esse primeiro pensássemos que o que contamos em torno de como aprendendo a história fosse a própria quer dizer se se você e eu estivesse dando
a impressão de que estamos o de quem estamos falando esta é a principal razão ele fora também na áfrica' europeia isso já não era nem vaidade era loucura do que nós estamos fazendo o primeiro a previdência com a própria história o próprio título já os coen livre e da necessária e humildade quer dizer nós em primeiro lugar estamos lá afirmando que este tipo de que ninguém aprende fora da história segundo deixando muito claro que ninguém aprende individualmente apenas os sons sócio-histórico hoje torna os seus históricos sociais e culturais que podem e que por isso mesmo
o nosso aprendizado se dá na prática chefe em que fazemos parte na prática social geral que fazemos quarta só que nós concedeu reconhecemos que não é possível de se afogar de fazer desaparecer a dimensão individual em cada sujeito histórico que se experimenta socialmente sérgio baresi paulo freire tem um álbum na nossa individualidade que faz com que sejamos sérgio paulo ninguém macho pode ser sérgio teve que fazer esquecer a subjetividade é não reconhecer o papel dela no aprendizado da história e mágico que o aprendizado da história na feitura da história quem inclusive fazendo a história que
a gente aprende a história esquecer isso esqueceu o papel nisso e agora resta além das pedras receber isso nem o sul e que foi o erro o erro do mec esse juízo max e max esta embora reconhecendo que max sua culpa nesse mecanismo responsável é afinal de contas eu acho que em max você descobre sem nenhuma dificuldade os os dois marcos no max você importa disco também o max crítico o max não é de se estranhar max dialético o max que não aceita e que o amanhã é um tempo razoável o mar ahomar psique e
diz que o amanhã não é inexorável e que a gente tenha que fazê lo e se amanhã hora por tudo isso sérgio eu estou convencido de que esse o vf e essa crítica que você se referiu essa crítica com outras apesar de serem expressão de um direito deleitou de um escritor também que lei é uma crítica equivocada paulo o que une teria 60 anos diz que a gente terminar se esse capítulo 10 é que uma paixão esse capítulo 10 tão gostoso que eu acho que a gente não deve terminar o acorde é eu acho que
talvez até mais puxa dizer nada em minha mente não pode até ser um capítulo meio na nigéria já está aí é só usava estava mesmo no meio não é o o que é é é um objetivo nosso entre outros a meu ver como esse é a barbie essa questão na verdade a qual você já respondeu é o de provocar de estímulo na de é quando carlos é atingido o leitura leitura [Música] esse exercício aqui examine na própria história aqui procurem rever as próprias ações as próprias reflexões o próprios e no espaço tempo determinados em um
processo que avança para frente ou para trás às vezes a examinar a aae mills a a adesão voluntária talvez é aspectos que ainda não tinham sido vistos lembrados e que poderiam de uma certa forma não apenas explicar a evolução do que aconteceu depois da própria ação posterior mas também a própria o próprio avança a partir do momento em que a consciência reflexão se dá e que pode trazer uma outra ação nesse sentido que pra mim um dos objetivos é objetivo pra nós e dialogamos é pôde enfim fazendo a reflexão à ação verbal pensada sobre fatos
momento situações limite da nossa própria história nós estejamos demonstrando dando um exemplo bom mau mais um exemplo do que poderá ser seguido por todos aqueles que professores alunos e profissionais químicos gente dos meios de comunicação em qualquer que seja o setor social que a pessoa trabalha desde que ela possa ler ela vai exercitando essa capacidade convencidos de que estamos de que isso só poderá melhorar o seu fazer com o seu povo o seu agir de forma repetida dentro da história do seu povo seu grupo da sua família da da sua época né da dentro da
unidade eu acrescentaria e se esse objetivo do sujeito faz unido também de provocar estimular como se um livro e fosse é em si uma espécie de convite a uma refeição a um diálogo é o 'novo se na obra é ninguém perto mas se houver alguém interno de preferência que se o eleitor faça no dia a dia também com um com a sua mulher com o seu marido com os seus filhos com o seu pai sua mãe o seu padrão empregado com as outras pessoas esse exercício de reflexão para que avance a apresentação é uma história
sem ser avisado inteiramente ser vice e e até que juntos algo que você falou ontem quando nós apenas conversavam que poderíamos trabalhar hoje a gente se acostumou a fazer essa experiência efe é tem que ver com a questão com a questão da compreensão da linguagem da linguagem como uma invenção é uma invenção social nunca houve um homem que na época se chamava se um som qualquer ou uma mulher que tivesse juntos do sol e depois tivesse efeito um novo eterna e terra ensinando aquela invenção das mulheres é ao longo dessa não pequem na experiência histórica
do pt em que prolongaram socorro como instrumento o homem ea mulher vieram e é isso até é essa experiência do mundo e mudar de alterar num baixo foi menor na que se faz para obter essa essa intervenção sobre a realidade antes de que homens e mulheres falassem que eu costumo simbolicamente chamado escrever peyton isso uma forma de escritura nesse display do prédio como a palavra oral sro espírita mas paradoxalmente a transformação do mundo que eu chamo de escrita por exceto mundo ou seja o machado por exemplo um objeto cortante de pedra que um homem em
um dia e na conta de que pode cortar um pedaço de madeira o cortado no fecho de cortar um pedaço da madeira já uma forma desse homem começar a escrever e escrever o mundo é bizarro precisamente porque nos fizemos capazes porque não é um jornal muito capaz e fazer essa escrita no mundo através do prolongamento em toda a extensão do corpo com uma chapa por exemplo foram mais produtivos machado machado de pedra o filho porque nos tornamos capazes de fazer isso e portanto na minha compreensão escrever o mundo é que uns tornamos capazes de lembretes
prevemos quer dizer nós vamos cavar falar afinal é merge como a resposta necessária ao que os homens e mulheres começaram a fazer isso então não é possível e nós homens e mulheres separar porque só século depois da data da escritura com as copas do mundo depois da oralidade sobre a escritura foi foi primeiro fazendo ou escrevendo com acho que esse mundo que não é nos tornamos capazes de falar sobre o que fizemos e fui um vírus depois a esculpiu se irrita aparece também como forma de cultura cláudia lyra claro que antes antes possivelmente até de
falar nós escrevemos através da pintura que simbolizavam os nossos meio do santos nossas frustrações que em que se encontra hoje nas cavernas filhos é produtivas quer dizer significa isso que homens e mulheres nos torna os seres indiscutíveis da oralidade sobre o fazer e da escrita que fixa a oralidade então escrever e ler são absolutamente necessariamente interligados com julgados segundo a oralidade recebe é simultânea da escrita o com spring vale dizer que não é possível inscrever sem orar ora não se vendo agora e religioso gerido por exemplo não é possível escrever sem falar sem falar assim
como a extinta é a fala que se fixa a oralidade e escrita como se fez o escritor não pode perseguir da oralidade como campeã deixo o escritor é preponderantemente gráfico o camponês analfabeto responderam e mente o exclusivo eleitoral o nó então você dizia ontem nesse papo informal alguma coisa muito interessante muito forte sobre sobre a questão da morte o silêncio o enclausuramento de 16 dentro dele mesmo a incomunicabilidade como morte a única habilidade como uma possibilidade de expressão infinidade de invenção da criação da vida eu acho nenhum também dialógicos são também cível tentação tentativa de
sugestão a estudantes ea professoras e professores nossos brasileiros cuja experiência histórica tempos ensinado muito mais voz às vezes muito mais um barulho algazarra [Música] discurso que anuncia o que é feita a mudança eu acho que o testemunho de 9 anos quando esteve um simples o medo de ninguém pense que eu penso que se a quantidade de imagens não ele é um deus que o céu e não tinham e têm seus limites suas carências às suas necessidades mas ele é um discurso que dá é consegues s como o livro como totalidade fala fala com outros pra
que não eliminou que são paulo essa questão da da da busca desse passeio é curioso é disciplinado frazer uso na memória é é com o passar do tempo um passeio que nos mostra determinada de erosões com a terra a memória também sofre variações erosões é é um lapso fissuras quanto mais o tempo passa às vezes maiores à censura ou não necessariamente às vezes mais que o tempo passe é é em determinados momentos da própria história das imagens e dos sons continua muito grande nesse exercício que a gente faz nós estamos sujeitos a todas essas oscilações
variações emoções da memória aos esquecer lembrar os nomes já não sei o nome já não sei onde é tudo isso como é algo que de um lado é talvez o adiamento é é a compreensão maior de um determinado episódio de outro fenômeno [Música] a a história o que é que nesse período da tua vida você tem a dizer a respeito das falhas de memória dessas manias é que a memória tem dessas armadilhas que um cérebro já começa nos colocarmos fazendo trocar nomes é esquecer de lugares confunde de pessoas no mérito da da da história atacadas
nos anos 70 como é que você tem examinado tem é refletido sobre os teus é lá das suas falhas de memória seus lapsos de memória e por extensão esses lapsos de memória é de outras pessoas que convivem com você