Você não trouxe um argumento, irmão? Responde. >> Quem financia o crime e quem financia o que tá acontecendo no Rio de Janeiro é o estado. >> Só o que você falou foi [ __ ] [ __ ] Car, >> posso falar agora? >> Não, fica aí agora. >> Completamente desrespeitoso. >> Esse argumento de que a porta de entrada Para outras drogas é uma coisa tão ultrapassada que eu fico até com preguiça. V >> que vai plantar lá do qu vai quarriia pela >> maconheiro que existe no país, pô. É a USP, [ __ ] >>
Considerada a melhor universidade do Brasil. >> Que tão usando droga. Qu >> você concordou comigo? >> Ai, se [ __ ] cara. >> Você, você não tá deixando eu falar, >> [ __ ] [ __ ] que pariu, mano. >> É quando a capacidade de argumentação não existe. >> Policiais perdem a vida, traficantes perdem a vida. Sabe por quê? Porque vocês são pobres. Porque eu não conheço um policial rico. >> Não, deixa falar. >> 1 minuto e o quantos segundos, Zé? >> Não, eu quero falar. >> Próximo. Baixa a bola. Deixa eu falar. Deixa eu
falar. E que a polícia faça a a vai de vocês. Para mim é é é música. Macunha destrói seu cérebro. Você tá destruída. >> Não, pera um pouquinho, pera um pouquinho, pera um pouquinho. Mas tô explicando. >> Mas o que eu conheço é maconheiro. >> Na universidade, né? >> Não, não. Na rua. Fel >> uma coisa que PM não precisa. Faculdade. >> Eu concordo. >> Vocês entenderam? É no grito que ele ganha. Não é no Você compra onde sua maconha? >> Eu planto a minha maconha. >> Hã? >> Você planta? >> Eu planto a minha
maconha. >> Vem cá. Você é usuário de gasolina, né? Você tem cara de usuário de gasolina. Você financia o tráfico de droga sem fumar maconha. >> É bandido bom, é bandido morto, né? Belê. Tá na pauta. >> Maconha. Maconha. Maconheiro é bom para fumar maconha. Agora para pegar um fuzil e encarar a polícia não tem coragem. >> Não. Não. Quem finaliza são eles aqui. Arregou. Senhor policial tá em choque. Sai fora. Você tá em choque. >> Bom dia, boa tarde, boa noite. Eu não sei a hora que você vai estar vendo isso daqui. Eu sou
sargento sargento Castro, sou policial militar do estado de São Paulo há 38 anos, entrei na polícia em 1987. Hoje eu estou aí nas redes sociais, aí tem o meu podcast e hoje nós vamos [música] debater aqui eu contra 26 maconheiros. Maconheiros mesmo, maconheiro nato mesmo, porque se tá aqui é maconheiro, velho. Não é comédia não. Então vamos debater e vamos para cima. A minha primeira afirmação é: a maconha é a porta de entrada para drogas mais pesadas. Ok. Aí quando ele sentar o de OK, não é isso? Aí, muito bem. Boa tarde, sargento. Eu sou
o Caio. Eu sou cozinheiro, comunicador, tem um canal chamado cozinha 420 e eu discordo veemente de que a maconha veementemente de que a maconha seja a porta de entrada para outras drogas. Primeiro porque as drogas, droga é um conceito muito amplo, né, que a gente reduz. Então, quando a gente fala de drogas, geralmente as pessoas estão se referindo a drogas ilícitas, sendo que, na verdade, droga é A definição de uma substância que causa um efeito psicoativo em você, que pode ser, você não compara, uma droga ilícita. é ilícita agora e a gente tá aqui lutando
pela alegrização, certo? Então ela é uma droga que tá na ilegalidade, né? E aí quando você fala: "Ah, é a maconha a porta de entrada para outras drogas". >> Por quê? Porque a pessoa quando vai ali numa boca de fumo, algum lugar assim, ela vai ter supostamente contato com Outras drogas, certo? >> Mas acontece que assim, eh, a gente pode considerar, por exemplo, o café uma porta de entrada pras drogas ou o álcool uma porta de entrada pras drogas ou o tabaco. >> O seu, desculpa, seu nome é >> Caio. >> Caio. Caio é o
seguinte. Primeiro que o café e a e a e a e a bebida não está na pauta, entendeu? Eu eu considero a bebida uma droga, tanto que eu não bebo, Eu considero uma droga, mas hoje nós vamos falar da maconha. Eu discordo de você. Por quê? A quando você toma até um paracetamol, se você toma, você tem uma dor e você toma um paracetamol, você toma um aí depois você toma constantemente o paracetamol, vai chegar uma hora que você não, aquele paracetamol não vai mais fazer efeito, você vai ter que tomar dois. E o que
acontece com a maconha é isso. A minha experiência, a minha experiência como Policial >> é isso mesmo. E ainda bem, porque esse processo chama tolerância e é graças a ele que você consegue ir num churrasco tomar cinco cervejinhas e sair de boa. Porque quando você tomou sua primeira cerveja na sua vida, você ficou bem mais bêbado. Quando você tomou sua primeira cachaça ficou bem. Não, mas aí o que que acontece, ô Caio, o que que acontece? O cara ele vai ali na maconha, pô, deu uma deu uma parada, fiquei loucão, pá, meu Pô, legal, vai
chegar uma hora. Isso é, não tô dizendo que isso é de você, eu tô dizendo que isso eh eh varia de pessoa para pessoa. Então é uma porta de entrada, porque tem pessoas que ela não fica só na maconha, pô, a maconha já não tá me dando uma brisa legal, você tá entendendo? Então vou experimentar outras coisas. >> Mas é porque o senhor já fumou maconha? >> Não, nunca fumei. Pois é, eu vou te explicar que é o Seguinte. Se eu ficasse chapado, como eu fiquei chapado da primeira vez, toda vez, eu não seria maconheiro.
Eu fumo para ficar relaxado, eu fumo para passar minhas dores, eu fumo para minha psoríase, eu não quero ficar mega doidão. Já que você, já que você usa para tirar suas dores, então você passa no médico, o médico vai te indicar o can o canabidiol. >> Não, mas eu passei, tenho prescrição e Canidol. Aí é lícito. Aí é lícito. Você tá entendendo? O que eu não concordo é você ir comprar a maconha e alimentar o crime. >> Aí eu também não concordo. Vamos criã. Não, mas se você legalizar, não, beleza, mas se você legalizar, você
não vai deixar de alimentar o crime. Sabe por quê? Porque você, o crime vai vender mais barato, vai vender uma droga pior e mais barato vai ser pior. Então, >> mas o não faz isso com tudo. Eu vou Passar. >> Não pode legalizar. Não pode legalizar. Beleza. Vamos lá. Próximo. V lá. Olá, muito prazer. Eu sou a Gisele Pontes, eu sou neuropsicóloga e eu me comprometo hoje aqui em trazer o viés científico >> da maconha do canabidol. Então eu já trago a informação de que a maconha ela é a porta de saída das de muitas
drogas. E o que eu estou dizendo não é pautado em fontes da minha cabeça, mas são em Estudos científicos que foram feitos com usuários de craque e cocaína, onde mostrou que mais de 70% dos usuários, após consumir a maconha, eles deixaram de consumir a cocaína e o craque. E na psicologia a gente trabalha muito uma política que você conhece muito bem, que é a redução de danos. E dentro da redução de danos, a gente pensa assim: "O que que será que é mais nocivo? A cocaína, o craque ou uma planta que você vai lá vendo
uma semente, você Literalmente planta e nasce. Por exemplo, com todo respeito, você gosta de frutas? >> Gosto. >> Então, as frutas que você come, elas vêm da onde? Mas eu não fumo elas, eu só só como elas tá tudo bem fumo fico loucão. Vem uma abacaxi, eu não fico loucão. Quando você, ó, você trouxe um argumento de que a gente quando legalizar, descriminalizar, vai o tráfego vender um produto que a gente nem sabe o que é. Só Que eu tô falando que é uma semente, a gente vai plantar e vai ter acesso a algo 100%
natural. Gisele ponto. Gisele, ô Gisele, vamos não deixar muito tempo, senão não vai dar tempo para todo mundo perguntar. Primeiro começa assim: "Eu nun ó, se você conhecer, você me apresenta. Um cara que tava no craque e saiu do craque e voltou para maconha. Não conheço, não conheço. Ó, é mentira. É mentira. É que o cara não quer mais ser craquento. Ele quer que vocês pensem Que ele é só maconheiro. Não existe isso daí. Eu não conheço. Segundo, segundo respeito, respeito a sua, a sua, a parte que você trouxe de ciência. Só que eu concordo
com o médico prescrever o canabidiol, que para mim o canabidiol ele é diferente da maconha fumada. Por quê? O canabidiol ele tem o mesmo efeito. Só que o canabidiol ele é prescrito por um médico e ele é vendido licitamente. Você entendeu? Licitamente. A maconha não. Meu, o meu conceito meu Problema da maconha, vou te explicar. Meu problema da maconha é que a partir do momento que você tá comprando a maconha, vocês estão financiando essa desgraça que tá acontecendo no Rio de Janeiro. >> Pronto. Agora não é essa, mas vai ver. Não, mas o que eu
tô querendo dizer para vocês, o que eu tô querendo dizer para vocês é que a maconha ela é a porta de entrada para outras drogas. >> Eu afirmo com base em estudos Científicos, vocês podem pesquisar quem tiver interesse. A maconha de fato é a porta de saída para outras drogas. E quando você disse que não conhece nenhum craqueiro, eu trago estudos científicos feitos de falar para você que quem fez esse estudo científico é maconheiro, >> não é? >> Certeza. Não tem medo de errar. Você tá sendo com todo respeito, você tá sendo negacionista nesse momento.
Eu não tô trazendo fontes. Fosse negacionista. Se Eu fosse negacionista, se eu fosse negacionista, eu não estava aqui falando que o canabidiol é lícito, eu estaria também criminalizando o canabidiol. Mas eu não sou degacionista. Em breve a gente fala sobre muito obrigado. Muito obrigado. Vamos lá. Bele. >> Vamos lá. >> Boa tarde. >> Pera aí. Boa tarde. Eu pera aí que eu vou iniciar aqui. Você manda a bala. Vai lá. >> Certo. Meu nome é Gabriel, 28 anos. Eu sou paciente medicinal, mas antes eu queria responder essa afirmação de que a maconha é a porta
de entrada. >> Na verdade, um estudo publicado pelo IBGE mostra que o álcool é a porta de entrada para as outras drogas jovens. Tá, mas só que a a a a bebida não tá no p, é a droga. >> Sim. Não, mas o assunto é sobre ser a porta de entrada. Eu estou dizendo que não é porque o estudo publicado pelo IBGE mostra que 66% dos jovens e adolescentes entre 13 e 17 anos consumiram álcool nesse período. >> Ou seja, as pessoas começam no álcool, depois podem ir pra maconha, mas elas começam no álcool, >>
certo? >> N, o álcool é a verdadeira porta de entrada para outras drogas. em cima do que você falou, a o o a bebida alcoólica, ela é lícita, ela é ela está autorizada a vender, certo? Então, >> hoje em dia >> é hoje em dia já teve já teve um período que foi que foi proibida. O tempo que fosse proibido eu estaria aqui brigando contra 30 bebaça, mas eu estou com 30 maconheiros, porque a maconha é ilícita. O dia que a maconha for lícita, aí nós não vamos mais ter esse papo, né? Porque eu respeito
a lei, eu sou um cara legalista, eu respeito a lei. Nós estamos falando aqui que a maconha ela é ilícita. Então, se ela é uma porta de Entrada, eu tô falando para você que a porta de entrada, a bebida ela é a porta de entrada também, só que a bebida ela gera recurso pro estado, você paga imposto, você vai lá, se maconha fosse legalizada, ela também o estado, o estado não tá preocupado com você. O estado não tá preocupado com você, com seu nome, Gabriel. Não tá preocupado com o Gabriel. O que o estado tá
preocupado, o que o governo tá preocupado é que quanto mais maconheiro tiver, mais vai Sobrecarregar o SUS. Então ele tá preocupado com isso. Ele tá preocupado, ele não tá preocupado com você. Se não fosse isso daí, se baixar uma lei assim, ó, nós vamos liberar a droga, nós vamos liberar a droga, só que o maconheiro não vai poder usar o SUS. O governo libera no outro dia, porque a preocupação não é com você, a preocupação é com o o estado, a a situação da saúde e da segurança. A proibição da maconha, cara. >> Bora. Eu
ia falar sobre a parte Bom. >> É rápido. >> Ah, mas eu tô, eu tô zerando aqui, ó. Eu tô zerando aqui. Vamos lá. Pera um pouquinho tempo. >> Meu nome é Gustavo Ferrari. Gustavo, >> eu tenho 20 anos e eu discordo que a maconha é a porta de entrada. Por quê? >> Em questão que você falou que no outro dia o Sul eh se o SUS eh se a maconha fosse liberada em questão do SUS, que você disse, eu concordo. Isso é verdade, Porque a maioria dos maconheiros tem sim eh prescrições de depressão, TDAH
e etc. A maioria deles com prescrições falsas, né, na minha opinião, mas em questão que é entrada, eu não concordo. >> Quer dizer, você tá tá dizendo que o macero também é falsficador de documento. >> Não, não é falsificador. >> A maioria dos maconheiros tem TDAH, tem depressão, não sei por, por algum motivo. >> Porque ele usa maconha, cara. >> Exato. Eu concordo. >> Eu concordo. Só que a questão é o quê? A questão é o quê? >> Então para de fumar maconha, [ __ ] Você não vai ser depressão. >> Não, mas Exato. Agora,
por que que não é a porta de entrada? Foi, foi, foi, foi. Próximo. Ó, tod a maioria levantou a mão aí. >> Vem, moleque. Você tava louca para vir, mulher. Vem, >> vem mais pra frente aí, ó, para você ficar perto do da Vamos lá. Vou zerar, hein. Pera aí, pera aí que eu vou cair da cadeira aqui. >> Não cai não. Cai não, [ __ ] Cai não. >> Tá, tá troncha a cadeira. >> Tá troncha. Tá troncha de tempo. >> Ó lá, vou zerar, hein. Vai lá. >> Tá. >> Olha. >> Nossa, é
tanta coisa que eu não sei. >> Seu nome, seu nome, seu nome começa pelo Nome. >> Meu nome é Natália, mais conhecida como Na Brisa. Sou criadora e ativista. Tá caraido bem característico mesmo. >> É, [risadas] eu sou criadora de conteúdo canábico e ativista pela legalização há mais de 14 anos. Certo. >> Então, eu queria dizer que esse esse argumento de que a porta de entrada para outras drogas é uma coisa tão ultrapassada que eu fico até com preguiça, mas a gente precisa trazer Esse assunto. É a pauta. Já foi falado aqui. Eu acho que
se eu pedir pra galera levantar a mão. Qual foi a primeira droga que vocês usaram? Quem foi o álcool? >> Álcool. Café. Café também é uma droga. Vamos lá. Açúcar. É tudo que tem um efeito. >> Sim. Tudo que tem um efeito psicoativo no seu cérebro é considerado uma droga. É por isso que você entra numa drogaria para comprar remédio, porque é droga, Tem efeito psicoativo também. >> A questão que você falou de que porque a maconha é ilegal, eh, vai sobrecarregar o SUS no momento que legalizar e etc, eu não concordo. Por quê? >>
Hum. Vai sim ter uma um maior uma maior procura do serviço de saúde. Se a gente Não, calma, deixa eu terminar, vamos lá. Não, vamos lá. Se a gente colocar o tratamento endocanabinoide, o tratamento Canabinoide no SUS, e isso seria uma coisa boa. Por quê? Porque se a gente fornece gratuitamente ou no valor acessível para quem precisa para fazer uso, a gente já vai conseguir quebrar metade das pernas ali de quem de quem tá vendendo ilegalmente. Calma aí, não terminei. Não concluíu com os outros. >> Não, mas deixa eu falar. Vamos lá, vamos lá, vamos
lá, vamos lá. >> E aí é justamente essa questão. A gente não quer sobrecarregar o SUS e a gente Quer tirar >> essa galera que não tá tendo acesso a uma a uma erva de qualidade, a uma planta de qualidade e a um tratamento da ilegalidade. Então quando você diz que se legalizar vai sobrecarregar o SUS, não, porque aí que tá, é como se você, você tá falando como se fosse uma substância perigosa que causa mal. E essa é a grande questão, esse é o grande mito. Ela é uma planta terapéutica. A, eu não conheço
ninguém que foi lá no Médico, no sul falar: "Tudo bem, eu sou usuário de maconha e eu tô tendo problemas aqui de saúde". Não, você vai ter problema pulmonar, você vai ter problema pera um pouquinho, pera um pouquinho. Então, a pessoa fuma, ela vai ter problema pulmonar. Primeiro, primeira coisa que vai, então, a primeira coisa que vai atacar o vaporizador. Esse vape também é proibido? Não é cigarro eletrônico. Vaporizador de ervas são coisas Vaporizador é o que o médus vai você vai ter problema vascular, você vai ter problema pulmonar. Então os médicos que tô mentindo
eu vi antes de vir aqui. Você já falou, você que não tá deixando falar. Você que não tá deixando falar, você já falou. Ó, você, a pessoa não vai chegar lá e falar assim: "Tudo bem, doutor, eu sou, eu fumo maconha desde os 18 anos. Eu tô [ __ ] agora. Vou passar aqui". Não, ele vai falar assim: "Doutor, eu tô com problema pulmonar". Aí o médico vai olhar: "Puta, seu pulmão tá tudo [ __ ] você vai ter que ficar internado." Aí você vai tirar o lugar de uma pessoa que nunca fumou maconha e
precisava daquele leito. Então o governo não tá preocupado com você na brisa, ele tá preocupado com os efeitos que a maconha vai causar na sua saúde e vai turbinar o sistema público. >> Mas é aí que o senhor não tá entendendo. A maconha, a maconha que o senhor Conhece, o prensado, que é aquele tijolo fedido, cheio de xixi de rato e não sei o quê. Aquela maconha, >> mas você esfuma, cara. [ __ ] [ __ ] mano. É o que você fa na boca, [ __ ] >> Infelizmente vocês estão, >> ó, eu tô
tentando falar, ele não tá deixando que vocês f compra na boca, [ __ ] Eu tô tô falando alto e não deixando eu falar. Vamos lá. >> A maconha que a gente conhece, Infelizmente, que é a maioria das pessoas tem acesso, é a maconha prensada. Por quê? Porque vem do tráfego. Pro tráfego é muito mais interessante prensar porque vai ser mais fácil de de transportar. Deixa eu terminar de falar, car. Compra onde, [ __ ] Onde você compra maconha? Aqui não é um debate, é um monólogo. >> Onde você compra maconha? >> Você tá querendo
o meu contato para ir prender ele. Eu não vou passar. >> Então é isto, [ __ ] Aí [ __ ] Então você compra no tráfico. Então você compra no tráfico. Você vou prender ele? Porque ele é traficante. Você compra do traficante. >> Eu tenho prescrição médica, eu não compro do médico manda você fumar ou manda você tomar? >> Não. Uso vaporizado. Uso. >> O médico manda você fumar. >> Uso vaporizado. Eu posso te explicar o que que é uso vaporizado? Tá. Vamos lá. Qual é a diferença entre uso inalado, fumado e uso vaporizado? >>
Hum. Quando a gente acende um baseado, a gente taca fogo. Ele não me deixa falar, velho. Ô, >> vai lá. Vai lá maconheiro. Mac arruma jeito para tudo. >> Deixa eu só falar uma coisa. Um debate é um fala o outro. >> O senhor tá me interrompendo. >> Quando a gente acende, a gente realmente tá colocando fogo. A gente tá inalando Monóxido de carbono, alcatrão. Fumar não é legal. Se você bolar um chá de camomila e fumar não vai ser legal, porque você vai na lav. >> Chá de camomila não vai te não é, você
pode comprar no mercado. >> Tá, mas a gente não tá falando sobre isso. >> Chá de camomil. Então, [ __ ] >> a gente não tá falando sobre isso. A gente não tá falando sobre isso. O senhor tá me interrompendo? Vamos lá. Eu Fumo também com baiá. É isso. Comá fuma tudo, hein, meu. [risadas] >> Tá. Eu gostaria de poder concluir o meu raciocínio, mas infelizmente é o senhor tá me interrompendo. Você quer ficar falando aqui duas agora? >> Ó, ó, o uso fumado é realmente prejudicial. É por isso que a gente quer que as
pessoas >> [ __ ] você concordou comigo? Você você não tá deixando eu falar, >> [ __ ] [ __ ] que pariu, mano. >> É [ __ ] quando a capacidade de argumentação não existe, fica tentando interromper. >> Porque se eu for exortar você também tem que ser 5 horas. 5 horas. >> Se você não me interrompesse, eu já teria terminado de falar. O senhor não me deixa falar. >> Aí é fácil ganhar um debate, não deixa o outro falar, né, gente? Pelo amor de 15, 19 segundos. Vai lá. >> Aí, ó. >> Fala
aí. >> Pelo amor de Deus. >> Não, você quer me convencer? >> Vocês entenderam? Vocês entenderam? É no grito que ele ganha. Não é no convencer que a maconha é bom. A maconha não é bom. Eu não tô. >> A maconha destrói seu cérebro. Você tá destruída. >> Meu Deus, esse argumento. Eu posso falar sobre isso? Sabe da onde? >> Acabou o tempo. Acabou o tempo. >> Se ele deixar de falar, né? >> Graças a Deus. Graças a Deus. Acabou o tempo. >> Vamos lá, pessoal. Vamos lá, pessoal. Vamos lá, pessoal. Se você, a minha
próxima, a minha próxima afirmação é o seguinte: se você compra maconha, você financia o crime. Beleza? Vamos lá. Pode vir o próximo maconheiro aí. É uma maconheira. Ó, pessoal, só vou falar um negócio aqui, ó. Não é que eu não deixei a na Brisa falar, é que é 15 minutos. Se a pessoa vi aqui lá discorrer que a de quando de Platão que fumava maconha o [ __ ] aí não vai dar [ __ ] de tempo, [ __ ] É chegar aqui é pai pum, é pai pum. Eu vou falar, eu vou falar você
vai fumar, vai fumar camumila, né? Pronto, e já era, [ __ ] Não, vamos embora, Bruná. É rápido, hein? É jogo rápido. É jogo rápido, >> tá? Mas então deixa as pessoas falar. Não, é jogo rápido. Vamos lá. Eu não vou Interromper ninguém, mas é jogo rápido. Vamos embora. >> Vamos embora. >> Bom, meu nome é Bruna, eu tenho 31 anos. Eu sou formada em relações internacionais e trabalho com marketing. Tá, mas aí eu quero te fazer uma pergunta. >> E se a maconha que eu compro, ela é legalizada? Porque hoje em dia não dá
para comprar óleo de canabidiol, não. Dá para comprar flor, inclusive em Natura. Inclusive, dá pra gente comprar dentro de farmácia, dá pra gente importar legalmente e o mais legal de tudo, dá pra gente plantar em casa, porque o judiciário nos permitiu o acesso aoas corpos para que a gente possa plantar dentro da nossa casa, >> correto? >> Quando a gente fala em financiamento, a gente tem que pensar na proporção, o quanto a maconha de fato representa em questão de valores para dentro do Tráfico, >> certo? Eh, existem dados inclusive da própria polícia do Rio de
Janeiro que dentro das facções a maconha representa só 8% do financiamento deles. E aí quando a gente para para olhar em questão de tráfego, em questão de quem lucra com isso, cara, não é o traficante, não é o usuário, são os narcoimpresários. Você acha que o quê? Por exemplo, eh, o os fuzis que são comprados no Rio, é Comprado da onde? É comprado de algum empresário, certo? Esse empresário ele ganha muito dinheiro. Esse mesmo empresário vende pra polícia e pros traficantes. Então, quem você acha que realmente financia o dinheiro para que eles tenham de comprar
eh fuzil para comprar as coisas? >> Não, para não alongar muito, vamos lá. Eu já tenho a resposta para você já. Primeiro, primeiro, pergunta inteligente, hein? Pergunta inteligente. Não que vocês não sejam, mas vamos lá. Primeiro, o esse 8% você tá falando é agora. Por quê? A, o as o crime organizado do Rio hoje, ele não prioriza mais a maconha, ele não prioriza o tráfico de drogas, ele prioriza o quê? Território. Então, é mais fácil e menos perigoso pro pro crime organizado. Qual que é? trazer a maconha de fora importada pá prensar a enrolar, vender
ou pegar e colocar um CVnet lá. Qual que rende mais? Não, não. Financia sim. Financia sim. Financia o tráfico sim. Porque infelizmente você compra a maconha do traficante. Você o dia que Não, pera um pouquinho, pera um pouquinho, pera um pouquinho. Ah, não, mas eu tô explicando. Você já falou, eu tô explicando. Ô, na brisa, ol aí, na brisa, deixa eu falar, mas deixa eu explicar para você. Deixa eu explicar para você. Pera um pouquinho. Pera um pouquinho. De 100.000 Maconheiro, >> 10 compra legalizada. O resto compra na boca do tráfico. Certo? Não vem me
falar que é o contrário, não. Quem compra legalizado, que pode trazer de fora, opá, é o Playboy. É o Playboy. Os maconheiros, os maconheiros que estão aí destruindo famílias. Os maconheiros que estão destruindo família. Porque se você não conhece, eu te levo na favela e te mostro aonde há a destruição. A destruição não tá você que importa, que Compra flor. Isso é da maconha. Pouquho, pera um pouquinho. Você não tá você que importa, que compra flor, que compra o caral4, tá no cara que vai lá e fala assim, ó, dá um de 10 para mim.
Esse cara tá financiando o crime aí, o crime tem dinheiro para ir comprar o fuzil. >> Você acha que R$ 10 financia o crime? Não. 10 de uma vez. 10 não. Mas se for 10.000 de 10 financia. Você, você tá colocando um só. Eu não tô falando um só maconheiro. N não não não é pequena, Querida. Não é pequena. É pequena. Deixa eu falar uma coisa para você. Deixa eu falar >> que eles não ganham dinheiro com maconha. >> E se a gente já tem no Brasil, a gente tem cerca de 650.000 pacientes medicinais. 650.000
pacientes medicinais. Quant quantos quantos maconheiros tem? Quer que eu falo para você? >> Graças a Deus muito mais. >> Quer que eu falo para você? 1.800.000 maconheiros no Brasil. >> Muito mais eu acho. >> Isso. Isso. Os maconheiros cara de pau que tá dando a cara para bater aqui, ó. De >> os outros estão escondidos. Vocês estão dando a cara para bater. Estão sendo reconhecido com os maconheiros. Certo. >> Aí o que que acontece? Financia o troca. Próximo. Arrasou. Vai lá. Manda lá. >> Bom, eu sou Eduardo Pirro, eu trabalho como diretor comercial. Ló. Vocês
acham que maconheiro não estuda? >> Bora, bora, bora, bora, bora. Eh, eu trabalho como diretor comercial de um escritório de advocacia, que inclusive especialista em abes corps, como a nossa amiga trouxe. E vamos trazer um pouquinho mais de ciência, porque esse dado que você trouxe aí, eu acho que Você tirou do bolso aqui, não sei da onde você tirou. >> Não, não, não, não, tá, tá, quem quiser ver, tá lá no Google. >> Não, tranquilo. Então, vamos lá. Tem uma pesquisa da univers, >> eu não tenho dinheiro para pagar o chat GPT, tá no >>
Vamos lá, gente. Tem, tem uma pesquisa da Universidade Federal de Pelotas. >> Pelotas >> que ela cuida aí, cara. É a Universidade Federal de Pelota. Você quer criticar a universidade? >> Universidade Federal já começa por aí. É tudo maconheiro. >> Ah, >> toda universidade federal. Maconheiro. Só que é um estudo. >> Tá bom. Pera um pouquinho. Já que não tem maconheiro, por que que não autoriza o exame toxicológico? >> Cara, mas vamos lá. >> Mas na polícia tem maconheiro também. Eu Não sou hipócrita. Tem também só a gente descobrir a gente corta na carne, manda
embora e já >> era. Sargento. Calma. Você tá precisando tomar um olhinho. Calma. Não, não é meu jeito. É meu jeito. >> Toma um olhinho que você vai se acalmar. >> Deus o livre. >> Ó, segundo a pesquisa da Universidade Federal de Pelotas, a qual você não quer acreditar, aí fica a seu critério aí. Você vai acreditar ou no sargento >> ou em uma universidade, tá? Bom. >> Eh, 50% das pessoas, 50,7, para ser mais preciso, 50%,7 das pessoas >> já fizeram uso da cannabis no Brasil. Isso é um dado de pesquisa, tá? >> Isso
dos frequentadores da universidade, né? >> Não, isso daqui é da pesquisa, não foi feita só com os estudantes, foi feita com a população do Brasil. >> Pesquisa de de olha de porta de cadeia, Mano. Lá, manda lá, manda lá. >> Ó, rapaziada, professor, lá, manda lá, >> pega essa aí, ó. >> Manda lá, manda lá. [risadas] >> Professor maconhado, manda lá, manda lá. >> Mas vamos lá, vamos, vamos voltar, vamos voltar aqui pra pauta, tá? Vamos lá, >> porque em algum momento aqui você trouxe um dado de 20 pessoas, de 10.000. Então assim, só trouxe
esse para quebrar isso daqui. Agora quando você fala da criminalização que financia e tudo mais, Cara, de fato, eu acho que financia, financia com 8%. Financia com 8%, como a colega trouxe aqui. Agora, se financia, vamos trazer uma proposta para solucionar isso. >> Como? [aplausos] >> Porque agora >> qual, qual que é a sua proposta >> agora? Vamos lá. A gente pode fazer uma, reg, a gente pode ter uma regulamentação a respeito dessa planta e aí eu já vi podcast, você vai falar: "Não vai Resolver que vai plantar lá do quê? Vai qu". Tá bom?
Agora eu te coloco duas situações hoje. 100% de segundo as suas palavras que não, né? >> 100% tá na mão do tráfico. >> Eu quero trazer para uma situação que simplesmente vai diminuir isso. Eu concordo com você que vai existir um mercado ilegal, assim como tem do álcool, assim como tem do cigarro. Isso daí vai existir, mas você vai tirar a força de forma relevante, porque quando Teve isso com álcool, vamos pegar aqui quantos por centos da população consome o álcool ilegal, quantos por centome o legal, você vai enfraquecer de uma forma muito veemente o
outro lado. Então você falar que isso não é bom porque vai continuar é um argumento muito fraco. >> Tá bom, vamos lá. Você sabe por que eu não concordo? Legal, legal, boa pergunta. Boa pergunta. Você sabe por que eu não concordo com você da legalização? Vamos falar da legalização. Tá fugindo um pouco da pauta, mas você falou na legalização. Vamos falar. A legalização, meu irmão, ela vai trazer novas pessoas para consumir a droga que não vai ter, não vai ter o discernimento que você tem. Você tá entendendo? Vai trazer pessoas cabecinha fraca, maconheiro. Olhaia. Não,
não. Isso daí metade já fuma. O maconheiro da escola lá da universidade que fez. Não, não, não vou pô na pauta porque hoje você vai na qualquer universidade que você for, Reina a maconha. Tá lá. Então é tudo maconheiro. >> Leva para lá. >> Tudo maconheiro. Você fez faculdade aonde? >> Eu fiz faculdade na USP. >> Na Você fez faculdade aonde? >> Na USP. Engenharia química na USP. Engenharia química de maconheiro que existe no país, [ __ ] É a USP, [ __ ] >> É considerada a melhor universidade do Brasil. >> Quem >> é?
É considerada a melhor universidade do Brasil. >> Por que que é melhor do país? Porque as outras estão no nível. >> Olha o nível. Olha o nível. Olha o nível. Olha o nível. Quando todas são ruim, uma tem que se se mostrar ali melhor, pô. Tudo ruim, [ __ ] >> Agora você tá falando que aqui é onde mora tudo maconheiro, não sei Mas como que é a melhor se maconheiro é ruim, Entendeu? Tipo, não fecha conta. Uma coisa para você, ó. O estado não quer legalizar, não é porque vai vir uma maconha boa, a
maconha ruim, é porque vai. >> Valeu, >> valeu, meu irmão. Obrigado, hein. >> [ __ ] que pariu. Aí, [ __ ] o maconheiro aqui foi mais rápido. >> Pera aí, eu acho que tem que apertar na mãha aqui, ó. >> Ô, neoliberal, o mundo é livre Concorrência. Boa manda aí. Boa. Seu nome >> Gustavo, mais conhecido como Tampa. É o seguinte, é você >> Tampa da maconha. >> Isso. Tampa. Tampa de cabeças fechadas também. É o seguinte, ó. >> Você falou que o maconheiro financia o tráfego, certo? >> Certo. >> Hoje, segundo o Fórum
Brasileiro de Segurança Pública, um estudo publicado Neste ano, inclusive, ão dados bem atualizadíssimos, >> Fórum Brasileiro >> de Segurança Pública. >> Eu não conheço esse fórum, mas beleza. Manda bar, manda B. >> Tem muita coisa que policial militar não conhece, inclusive. Manda bala, manda bala. Inclusive, >> mas o que eu conheço é maconheiro. Manda bala. >> Certo. Na universidade, né? >> Não, não. Na rua favela. >> Uma coisa que PM não precisa, faculdade é o seguinte, vamos lá. Vamos lá. Hoje, segundo esse dado oficial, >> hum, >> o tráfico de drogas lucra anualmente no Brasil.
O crime organizado com a venda de drogas ilícitas, 15 bilhões por ano. Isso é muito dinheiro, certo? >> Muito, muito. Que vocês financiam >> muita coisa. Certo. >> O crime organizado, este mesmo crime Organizado, ganha 10 vezes mais, 150 bilhões, vendendo gasolina e cigarro e bebida. >> Certo. >> Vem cá, você é usuário de gasolina, né? Você tem cara de usuário de gasolina. Você financia o tráfico de droga sem fumar maconha. >> Mas eu fumo gasolina. >> A Faria Lima financia o tráfico de droga sem fumar maconha. >> [ __ ] >> a especulação imobiliária
se valida do tráfico de droga sem fumar maconha. O crime organizado não tem nada a ver com maconha. E me admira muito um policial de 38 anos desconhecer isso, porque mostra que a polícia tá bem desinformada sobre seu nome? Como é seu nome? >> Gustavo Tampa. >> Ô Gustavo, deixa eu falar uma coisa para você. [ __ ] o que que tem a ver a [ __ ] da gasolina com a maconha? [ __ ] >> [ __ ] Tira o [ __ ] da boca. >> Não, o que que tem a ver a gasolina
com a maconha, cara? >> Tem ver com crime organizado. Você falou que o que financia o crime organizado é o maconheiro. Eu tô falando que quem financia o crime organizado é o usuário deatura. Aí, ol >> é o usuário de gasolina que financia. >> Deus do céu, que maconha que é que você tá comprando, meu irmão? Tá ruim, hein? Compra uma coonha de melhor qualidade, cara. >> Uma legalizada. Se for legalizada, se for legalizada vai ter >> abas corpos. Tem um monte de gente aqui que tira corpos. Você não trouxe um argumento, irmão? Responde. Só
o que você falou foi [ __ ] [ __ ] [risadas] [ __ ] Fala alguma coisa. Faluma coisa, faluma coisa eu tô falando. Você quer me ouvir? Você quer me ouvir? Você quer me ouvir? Não deixa eu falar caral da câmera. Na frente da câmera são mans Na frente da câmera. Não, se precisar eu ao com polícia aqui. Certo. Beleza. Você tá maconhado, rapaz. Beleza. Você tá maconhado. Será que argumento. Então deixa eu falar [ __ ] Quando o burro fala tá baixa a orelha. Beleza. Seu maconhado do [ __ ] Vou falar agora.
A a gasolina não tem nada a ver com a pauta. Começa por aí. Você tá na pauta errada. >> Hã. >> Baixa a bola. Deixa eu falar. Deixa eu falar, deixa eu falar. Quando quando um fala, o maconheiro fica quieto. >> Deixa eu falar. Ah, [ __ ] [ __ ] mano. Vamos lá. A gasolina não tem nada a ver com a maconha. Todos aqui são Todos aqui, então, são viciados em gasolina. Porque vocês vieram do quê? Vieram voando, vieram na nuvem. Todo mundo aqui ou veio de ônibus, ou veio de carro, ou vem de
moto, [ __ ] Então, você, então vocês estão Tá bom, mas nós Estamos falando da maconha, [ __ ] Não, você tá falando sobre o que financia o crime. É a pauta. Tá na pauta. Na >> pauta. Maconha. >> Por final. Por final. >> Maconha. Maconha. Maconha. Maconha. >> Só para finalizar aí. Só para finalizar. Só. Não. Não. Quem finaliza são eles aqui. Arregou. Senhor policial tá em choque. Sai fora. Sai fora. >> Sai fora. Vem falar de gasolina. Ai, se [ __ ] [ __ ] Vem falar de [ __ ] de Gasolina. Vai
se [ __ ] Você não vem falar de gasolina não, né? Vem falar de maconha. >> Vem falar do quê? Vem falar >> maconha. >> Aê, [ __ ] Não fala de gasolina. Vamos lá. >> Bom, com relação a financiar. >> Pera aí, deixa de peremp aqui. Pera um aqui. >> Toca. Vai. >> Ó, um agradeço a oportunidade de tá Aqui, né? Acho que a gente debate, a gente não tá representando só a gente, a gente tá representando milhões de pessoas, inclusive mortos. Então a gente financia o tráfego, infelizmente, porque não tem alternativa. Se eu
pudesse comprar na farmácia, se eu pudesse plantar mais facilitadamente, não é questão de ser legalizado ou ser criminalizado, é ser facilitado. É como diz o Bezerra da Silva, grandissíssimo, meu vizinho jogou uma semente no meu Quintal, de repente o matagau. Se a gente tá comprando R$ 30 g de maconha, R$ 1 vai pro traficantes que morreu essa semana. nos 29 vai pros patrões dos patrões. >> Boa, muito inteligente, meu. Inteligente. >> Adoraria não financiar mais o tráf. >> Boa. Obrigado, irmão. Isso aí. Mas, ó, ó, senta aí. Eu vou dar minha resposta para você. Mas
a minha briga é justamente isso, irmão. Eu não sou Contra a maconha, eu não sou contra a planta, eu sou contra financiar o crime. >> Facilitação. Pouquinho. Mas eu sempre disse, eu sou a favor da legalização. >> Eu [aplausos] sou a favor da legalização. Eu sou a favor. Tem. Eu sou a favor. O que que acontece agora? Eu vou explicar. Agora eu vou explicar. Eu sou a favor da legalização desde que desde que >> ponto vírgula outra página. Vocês não sobrecarreguem o SUS. Esa um pouquinho. Calma, calma, calma. Vocês não sobrecarreguem o SUS. Iria sobrecarregar
que eu ainda não entendi isso. Como o consumino do SUSA explicar, vou te explicar, vou te explicar. Você sendo paciente, por se você se liberou, vai ter uma quantidade maior de pessoas que vão aderir à droga. Beleza? Isso é normal. Vai ter uma quantidade maior de pessoas vai aderir a droga. Quantidade melhor de de pessoas que aderem a droga, isso daí não sou eu Que tô falando, é científico. As pessoas vão ter mais problemas pulmonares, vão ter mais problemas circulatórios, vão ter mais o tabaco, leva a fumaça de gasolina que a gente respira, leva a
mais nesse. Mas a maconha é ilícita. Então sou contra. precisa fumar fumaça. Pode vaporizar. >> Então se o dia que legalizar, o dia que legalizar e pagar imposto, o dia que legalizar e pagar imposto e você não financiar o crime, aí legalizou, meu Irmão, deixa eu falar, você legalizou, eu o que é lícito para mim eu apoio. Ponto. Acabou. Beleza. Pronto. Isso é inteligência, né? O cara vi falar de gasolina. Ah, é gasolina, [ __ ] Mas tomar no tomar no cu, [ __ ] de gasolina, [ __ ] >> 5 segundos, car. Segundos. Mas
dá dá um tempinho maior para ele. Não é só 5 segundos. Deixa ele formular a pergunta e deixa eu responder. >> Ele não é maconheiro >> não. Tudo bom? >> Você não é maconheiro? >> Você tá fazendo aqui, [ __ ] >> É porque eu sou a favor da ligação. >> É, então vamos lá. Vamos lá, vamos lá. Vamos lá. Toca. >> Vamos lá. >> Espera um pouquinho. Não, não. Deixa, deixa 5 segundos. Eu vou dar mais tempo para você. Vou deixar você formular. Mas seja rápido na pergunta, hein? Vou, vou deixar para você formular.
>> Não, demorou. Ah, sou Guilherme Tramontano, eu sou libertário. Eu sou a favor da liberação da maconha. Não é nem legalização, nem regulação. E eu quero entender por que você acha que o SUS vai sobrecarregar, sendo que provavelmente a qualidade da droga vai subir, então os danos à saúde que ela vai causar são menores. >> Boa. Posso responder? >> Pode. Claro. >> Vamos lá. Vai legar. Vai piorar por Quando legalizar vai ficar mais caro. Correto? Porque Não, pera um pouquinho. Calma, calma, calma, calma, calma. Vai ficar mais caro porque o governo pode assumir uma farmácia.
Aí vai rolar impostos. Pera um pouquinho. Impostos trabalhistas. Espera um pouquinho. Impostos, impostos trabalhistas, um monte de coisa que vai incidir, vai inserir em cima da da maconha. Aí o que que vai acontecer? O traficante vai vender outra maconha de má qualidade, Mais barato. E o cara que não tem dinheiro igual a você, igual a outro que tem dinheiro, vai comprar do traficante. Então vai continuar. Hã? É que você ainda é maconheiro. Para mim, se você a maconha, você já é rico. Então aí o que que acontece? O cara vai lá comprar uma droga inferior.
>> Mas é liberdade. Mas é liberdade do cara poder plantar em casa, cara. Porque se é se o cara plantar em casa e d uma semente para um amigo dele, pro outro Assim, isso é liberdade individual, não é? Então, >> boa. >> Valeu. >> Vamos lá. Minha próxima. Ô, silêncio, silêncio. Silêncio. A minha próxima afirmação é: Não existe maconheiro de sucesso. >> Vamos lá. >> Boa tarde. >> Boa tarde, irmão. Peraí, deixa eu zerar. Vou começar aqui. Vamos lá. Eu aperto Devagar. Não vai. Aí, agora foi. >> Boa tarde, sargento. Meu nome é Walter. Eu
trabalho como auxiliar de manutenção da Via Férrea, >> certo? >> Eh, primeiro eu queria colocar uma régua, defina sucesso. É uma pessoa rica? >> É uma é uma pessoa que tem um trabalho, que ela é profissionalizada. Me define esse sucesso pra gente ter uma régua. >> Vamos lá. Sucesso é você ser bem Sucedido na sua vida, você ter família, a sua família, ser uma família centrada, entendeu? Aí para mim é sucesso. >> Perfeito. >> Não é só dinheiro. Não é só dinheiro, >> não. Não é só dinheiro. Então o senhor concorda comigo que a pessoa
que ela trabalha, ela sustenta a família dela >> e no final de semana, no dia da folga, depois do serviço, ela fuma um baseado para poder ficar tranquila, buscar um bem-estar. Ela tá gerando mal a quem? >> Certo? Certo. Vamos lá. Boa pergunta. Muito boa pergunta. Pode dar aplaudir o rapaz aí que foi boa pergunta. Boa pergunta. Vamos lá, meu irmão. Esse essa pessoa que está lá, trabalhou final de semana, o dia inteiro, o dia inteiro trabalhou legal, foi lá, chegou em casa, ela comprou um be para fumar no final de semana, você financiou o
crime, começa por aí, não? Beleza, vamos lá. Todo mundo sabe que financia o crime porque hoje ainda não é legalizado. Financia o Crime. Vamos lá. Beleza. Tá joia. Beleza. Você é um caso, você tá financiando o crime, mas você não tá causando mal a ninguém. O meu problema, meu irmão, é nas favelas. Eu eu patrulhei muito favela. Eu cheguei no dia, vou só contar rapidinho aqui numa numa casa de uma mulher. Eu cheguei na não, não, rapidinho. Eu cheguei na casa de uma mulher, não tinha nada, só tinha um sofá, uma estante só. O bujão
de gás dela, para ela usar o bujão de gás, ela Usava e deixava na casa da vizinha, porque senão o filho dela vendia, entendeu? É esse usuário. Ah, não tem. Ah, não tem. Ah, tá bom. Tá. Não, não é. Não é não. Você tá no mundo de Bob. Você tá no mundo de Bob. Deixa eu falar para você. Então essa esse maconheiro para mim que é o maconheiro que causa problema, porque você que trabalha e você fuma seu bequzinho na sua casa no final de semana, para mim você tá de boa. >> Então deixa eu
te interromper um instante. >> Pode falar. >> Eh, que maceira é esse que vende o gás? Ele vai comer o que depois? A larica vai bater. >> Mas meu irmão, meu irmão, meu irmão, ele não tá preocupado. Ô meu irmão, o o o senhor tá confundindo, [risadas] senância. Falou, deixa deixar. Eu tô confundindo a substância, mas pode ir lá olhar que Esse cara começou na maconha. Ele começou na maconha, foi pro craque, foi pr, foi pro craque, foi pr cocaína. Então, pera um pouquinho, pera um pouquinho, deixa só falar. É que vocês, é que vocês
vivem no mundo de Bob. Não, não tô não. Vocês vivem no mundo de Bob. Vocês vivem no mundo em que, ah, eu compro minha maconha, eu vou para casa, fumo. >> Então, problema do senhor é a origem da maconha. Da onde ela vem? >> Assistindo Netflix. Exatamente. Finil em casa, cara. >> Não, mas o plantil de casa tá liberado. O STF já liberou. O, o STF liberou. >> Para qual CEP? Para qual C >> liberou? Ó, você pode, pera um pouquinho, pera um pouquinho. Você pode portar, veja bem, portar 40 g. >> Perfeito. >> Você
pode portar, isso não quer dizer que você pode fumar na rua, enviar putar, Portar. Você pode 40 g e tem uma quantidade de plantas fêmeas que você pode ter na sua casa. >> Boa, entendeu? Então é isso aí. Pode olhar lá. Segurança que eu tenho de que nenhum estado vai entrar na minha casa e falar que eu tô vendendo o meu remédio. >> Se você tiver vendendo, você vai se [ __ ] Se você se você não tá vendo, não, não, não, não, não, não. Não vem com esse papo a polícia vem. Não, não é
assim que funciona. Não é assim que Funciona. Eu sou policial. Eu sou policial. Trabalho dentro da legalidade. Se outros não trabalha, eu não me responsabilizo. Não. Se outros não trabalham, não me responsabilizo. Eu falo por mim. Eu falei: "Não, então, mas você tá financiando o crime." Essa é o X da questão. Sen, tá supondo isso das suas ideias. >> Você compra onde sua maconha? >> Eu planto a minha maconha. >> Hã? >> Você planta? >> Eu planto a minha maconha. >> Você planta sua maconha? >> Terra, luz, água. >> Boa. Então, consuma sua maconha de
boa e vai ser feliz. >> Mas eu quero que todos os maconheiros tenham esse direito, doutor. Eu quero queirou direito. O STF já liberou. Vai lá. >> Só na sua mente. Só na sua mente. >> Não, tá escrito lá, cara. Não é na minha mente não. Ah, mas também você não quer ter 1000 pés na sua casa, né? Você vai filmar 1000 pés, você vai filmar. Ah, dá licença. Ah, ah, dá licença. Quer ter 1000 pés de maconha em casa, [ __ ] Monta uma fazenda, [ __ ] Vamos lá. >> Qual câmera? Boa, boa
tarde. >> Fala seu nome, irmão. >> Boa tarde. Sou Ricardo, pratico artes marciais. Não sou consumidor de maconha, >> certo? >> Também sou a favor que vagabundo tem que tomar tiro e tudo mais. É isso mesmo. [ __ ] Aí >> só que é o seguinte, eu acho que assim, o maconha de sucesso, >> hã, >> o empresário, ele tem que ter a liberdade de usar um produto, tirar do do mal e pro bem, >> certo? >> Então, a gente eh deixar proibido deixar Essas coisas assim, >> o empresário, deixa a o a pessoa que
sabe usar o produto de uma forma boa para pra sociedade e tirar da mão de vagabundo, porque o vagabundo vai usar para continuar o cara viciado para trazer, para levar para mais, para tal coisa. Se você tirar essa opção do do traficante, você enfraquece o traficante. >> Ah, mas aí enquanto isso daí vai ter que legalizar. Enquanto não legalizar, sou Ilícito e tá proibido e e já era. Próximo. Próximo. Peguei, peguei, peguei. Tem que esperar, gente. >> Pera aí. Vai lá, irmão. Toca. >> E aí, gente, tudo bom? Meu nome é Rafael Almeida, tenho 28
anos, sou entusiasta e trabalho no segmento há muito tempo. Você falou que a maconha não é legalizada desde a pauta negócio de sucesso. Aí é o cara que não é de sucesso. >> Pronto, vamos, vamos partir do princípio Do sucesso. Você falou que sucesso o cara tem que ter família. Tem muitas pessoas no mundo que não tem família e são pessoas bemsucedidas. >> O sucesso ele se caracteriza a partir do momento que você toma a decisão de mudar, de estar em movimento, de est buscando a melhora, certo? >> Não, não entendi. >> Sim. A outra
questão que você fala também, essa questão da legalização do acesso tirando o CBD como se não fosse Uma única planta. >> O CBD ele é um canabinoide que ele tá presente na planta, assim como os outros 150 canabinoides que tem presentes ali, >> certo? >> Certo? Então a gente não pode partir desse princípio e excluir a planta como um todo, que tem sim potencial terapêutico para n funções, inclusive o THC, >> certo? >> Para dor, para enfim, várias, >> vamos lá. É, o tema não não falou, vamos lá. várias várias finalidades, mas isso não acaba
com que isso não exclui uma pessoa de ser bem-sucedida ou não. Eu sou maconheiro desde muito tempo. Eu me considero uma pessoa bem suucedida >> por conta dessa moça, por conta de outras pessoas que estão aqui também, que deram a palavra e que me trouxeram a informação >> que eu me peguei numa situação e eu fiz: "Não, eu entendo que uma ação que eu Posso fazer aqui pode facilitar para outras." >> O problema, o problema, veja bem, o problema é que vocês vivem no mundo de Bob. Você está per não é não é o Bob
é aquele da bicicletinha, não é o Bob Marley não. Deixa eu falar para você. Vocês vivem, vocês vivem no mundo assim, ó. Eu tô fumando a minha maconha aqui em casa. Eu planto, eu isso, eu aquilo. Minha preocupação não é vocês, cara. A minha preocupação é o jovem que tá Fumando maconha e tá partindo pro crime. Essa é a minha preocupação. Você tá entendendo? Essa, deixa eu explicar agora, essa é a minha preocupação. Então, quando eu falo para você que não tem sucesso, é esse jovem que ele poderia ser um um empresário de sucesso ou
a partir >> e o jovem que é o empresário da maconha e o jovem que é o empresário da maconha de sucesso é traficante. É, não, não é, não é. Hoje em dia, hoje em dia existem Regulação. Existe regulação. E desde canabal não, canabi geral, THC, THC, CBD, tudo. Eu tô falando do traficante. Quer dizer que você tá falando para mim que sucesso é o traficante, [ __ ] Aí você tá beneficiando traficante. >> Não tô beneficiando traficante. Não tô beneficiando traficante. Você tá querendo com dier para mim. E o cara que vende droga, ele
não tem sucesso, mas ele é traficante, meu irmão. E o cara que fornece por meio legal, ele é Traficante. >> Onde que tem meio legal aqui no Brasil? RDC 660, irmão. Gotinha. Gotinha, Zé Gotinha. Nós estamos falando de fumar, [ __ ] Gotinha tem administração por viratória, sabe gente? Tem uma coisa estud tem uma coisa chamada estudo. Tem uma coisa chamada estudo que quando você entende que quando você faz a administração por viralatória, você tem uma ação muito mais rápida. >> Ah, não tá autorizado. Ponto. Chega o próximo aí. >> Quem foi que disutorizado, velho?
Ó, deixa o maconheiro mais velho aqui. [aplausos] >> É, meu nome é Alexandre. >> Pera um pouquinho, pera um pouquinho. Vai lá, Alexandre. Manda. >> Então, vamos lá. Meu nome é Alexandre, sou conhecido como Alexandre Fumaça. >> [ __ ] bem característico. >> E assim, eu queria entender quando o Senhor disse que fumar maconha, que fumar maconha não tem sucesso, né? >> Certo. >> É, sei lá, o sucesso é uma coisa subjetiva, né? Eu acho, por exemplo, quem usa um telefone Apple de um cara que foi muita maconha, >> certo? >> Que é um tal,
né, de de de Steve Jobs, ele muita maconha, né? Fuma >> e muito psicodéc também. Não, ele faleceu, ele teve um câncer, >> maha, mas ele Ah, então será que não foi por causa da maconha? >> Será que não foi por causa da maconha? Tá bom, vamos lá. Toca lá. Não, >> não foi. Teve o câncer, mas acho que assim, não foi maconha, foi qualquer coisa, menos a maconha. Toca. >> Ah, o câncer não. Daí todo câncer não, não. O câncer é de boa. E o cigarro? >> Vamos lá, vamos lá, vamos lá, vamos lá.
>> E o cigarro? >> Vamos lá, vamos lá, vamos lá. Ah, então Bob Marley também, claro, né? [risadas] >> [ __ ] Bob, >> vocês estão com os caras de sucesso meio fid outros exemplos, n? Tô sendo um pouco lúdico com o senhor, né? Pouco lúdico. Acho muita, achei assim, não tem nada a ver a pessoa fumar maconha e não ter a mentalidade para alcançar o sucesso, >> certo? >> Não é certo, >> entendeu? Ele pode muito bem fazer fazer Seu trabalho, >> certo? >> Não é? Terissão, >> sustentar sua família >> e à noite,
como senor mesmo disse, >> certo? >> Dá o seu relaçadinha e tal, tal, tal. Isso repede dele fumar, dele ter o sucesso. Tava olhando com ar de com ar de com >> Quanto tempo você fumou maconha? >> Eu fui um dos últimos da minha geração. Se na minha na minha na minha na minha na minha rua do meu pessoal comecei fumar com 19. >> Começou a fumar com 19. >> É, tenho 52. >> 52. Então eu já vejo que o senhor tá com os problemas cognitivos já. Entendeu? É o senhor não, o senhor já tá
com os problemas. O senhor não tá assim. O senhor vai formular uma frase e o senhor já não consegue dar aquela formulação legal. Você fica, enquanto você tá Formulando a frase, você fica rindo, você fica divagando. Isso já é efeito da maconha. Isso já é efeito da maconha. Entendeu? Mas você tá falando de sucesso. Você falou, falou, falou, falou, falou. E eu não vi o sucesso do cara que fuma maconha. O que eu tô querendo dizer para você, senhor, é o seguinte. as os jovens que estão indo pro mundo da maconha, eles estão se desvirtuando
e não t não tão tendo chance de ter sucesso. Porque às vezes Um jovem que se desvirtua na maconha, ele entra na maconha, vai para drogas mais pesadas e começa a se e a própria a própria a própria eh civilização, ela começa a deixar o cara de lado. Você tá entendendo? >> Entendo. Mas por que essa coisa? >> Deu. Vamos lá. Deu, deu, deu. Vamos embora. [ __ ] [ __ ] mano. >> Tava com medo, né? >> Quem? Não tava não, cara. >> Não, chegou minha vez. Eu sou >> Pera aí, deixa deixa deixa
eu mandar o tempo aqui. Aqui é meio meio meio meio meio crítico aqui o tempo aí. >> Certo. Eu sou physical, sou DJ. >> Como é que é o nome? Seu nome >> Physical. >> Physical, >> certo? >> Quem colocou seu nome, seu nome de você é nome mesmo? >> Não é meu meu como DJ. Meu nome é Felipe, se quiser saber. Vamos lá, vamos lá. Vamos lá. Beleza, >> vamos lá. Eh, você, o tema é maconheiro, não existe maconheiro de sucesso, >> su, por exemplo. É, é, é, é. >> Já foi citado Bob Marley.
>> Ai, >> Snoop Dog, >> ah, car. >> Luiz Khalifa, Mike Tyson. >> Mas daí tem sucesso para quem? >> Inclusive, calma, calma, deixa eu falar. Inclusive, >> outra tá falando com el que fuma. >> Inclusive, >> inclusive o mano Brau que você cheg, você xingou, falou um bolão lá. Certo explicar. >> Calma, não, calma, calma, não. Eu entendi porque que você xingou. Só que ele é uma pessoa de sucesso, inclusive mais sucesso >> do que o senhor. >> Sucesso para qu? Não, não. Olha, se eu falar uma coisa para você. Primeiro, >> se você
falar que o Snoop Dog não é bem suucedido, a você. Primeiro eu vou falar para você, eu não tenho nenhum eh vontade de ter sucesso. Eu quero, eu não tenho, não tenho zero, zero, zero. Eu não tenho zero. Quem me segue, quem me segue segue. Por quê? porque gosta das minhas afirmações, gosta do que eu falo. Começa por aí. Eu não tô aqui por sucesso. Eu estou aqui para debater com Vocês, pra gente fazer um debate inteligente. Segundo aí você vem falar assim, ó, Bob Marl era um cara de sucesso, certo? Beleza. Ele era de
sucesso para quem? Para quem que ele era de sucesso? >> Maior parte. >> Não, não, não. Então, beleza. Ele era sucesso para quê? Eu tô, o que eu tô querendo dizer de sucesso, vocês não estão entendendo. Acho que a maconha tá tá meio no ar aqui. Vocês não estão Entendendo. O sucesso é assim, ó. É o cara, não é o sucesso de Bob Marley, Steve Jobs, não é isso daí. O sucesso que eu tô querendo dizer para vocês é do jovem que está entrando na na Pera um pouquinho, deixa eu falar. O jovem que está
entrando na maconha está desvirtuando a vida dele, porque como eu disse para vocês, vocês estão vivendo no mundo de Bob. Vocês estão igual aquele maconheiro lá da Universidade do filme do Bob, que vocês estão no Apartamentinho de vocês na zona sul e vocês estão achando que o mundo é colorido. Cara, não é? Ó, deixa eu explicar para você. Tem muito jovem aí na periferia, esa um pouquinho. Tem muito Não, não tô. Eu tô falando de sucesso. Tem muito jovem aí na periferia que era para ser um cara brilhante, mas a maconha, as drogas acabou com
a oportunidade dele. É esse o sucesso que fal. >> Então, mas aí você tá me confundindo que Eu não sou da zona sul, eu não sou playboy, eu sou da Brasilândia, certo? >> Da Brasilia, certo? >> Isso. Hoje em dia eu moro na Vila Aurora. Certo. Sempre, sempre fui p você tá, você falou de família. O Snope Dog é casado ao mesmo tempo que você tem de polícia, mano. >> Não, tá bom. Mas o Snoop Dog, mas o Snoop Dog ele é 1 milhão, meu irmão. Meu irmão, eu tô, eu tô querendo, acabando de repetir
para você, o sucesso que eu Tô falando não é Snoop Dog. Pera um pouquinho, pera um pouquinho. Mas eu tô falando dos jovens, meu irmão. Eu tô falando dos jovens, dos jovens, dos jovens. O problema é o seguinte, a maconha, as drogas, ela tira a oportunidade do jovem de ter sucesso. É isso que eu tô querendo dizer. >> Como que >> então, mas quantos tem aqui? Quantos tem aqui? 26. E os milhões que estão na favela hoje aí? E os milhões que estão Aí destruindo as famílias >> por causa da maconha, não é? >> Ah,
não é por causa da maconha não. Nunca vai ser por causa da maconha. É lógico, um bando de maconheiro vai falar que a maconha é ruim. Não vai falar que a maconha é ruim, [ __ ] Você tá entendendo? Agora eu tô aqui para mostrar para vocês. Eu tô aqui para mostrar para vocês que a maconha é ruim. Próximo. Vai. Eu só quero fazer um vai discorrer aqui mesmo. >> É bom que vai acabar o tempo. Só tem 1 minuto e oito. >> Então deixa eu falar esse um minuto. >> Deixa eu falar um minuto,
hein? >> Não, vamos dividir o tempo. >> Não, deixa eu falar. >> 1 minuto e o quantos segundos, Zé? >> Não, eu quero falar. >> Não. 1 minuto e o quanto segundo já tá falando para [ __ ] já. >> 1 minuto e 8. Quantos segundos, Zé? Faça a conta. >> Eu quero 68 segundos. 68 segundos. >> 68. >> Então nós vamos, eu vou falar. Ela não sabia. Demorou um pouquinho ela. Nem nem ela tava fazendo a conta porque a maconha já já a matemática dela já destruiu. Bom, ô na brisa, 34 segundos para você
e 34 para mim. >> O senhor tá falando para [ __ ] já. Deixa eu falar aí. Não, mas aqui é eu que tenho que falar, [ __ ] Ó, 34 segundos para cada um. Vai lá, vai lá. 34 segundos. Pera um pouquinho. Deixa eu dar um tempo. >> Porque você fala para [ __ ] >> Lá. >> Primeiro que eu concordo. Realmente, maconha não é coisa de jovem. E é justamente por isso que a gente precisa da legalização, porque o traficante ele não pede densidade, o traficante não tá preocupado com controle de qualidade e
não tem nenhum maconheiro esperando legalizar para fumar. Todo maconheiro Que quer fumar sabe exatamente aonde comprar, é acessível, é até barato. O senhor mesmo falou que ah, se legalizar vai ficar caro. Depende do tipo de legalização que a gente vai fazer. Não, deixa eu terminar de falar. Porque se a gente fizer uma legalização que realmente seja caro, não vai funcionar. Porque a gente não quer legalizar só pra gente fumar. A gente já fuma. A gente quer legalizar para que as pessoas que estão na periferia, na favela, sofrendo Com a proibição e não com a substância,
porque a proibição mata mais do que a substância. Não existe overdose de maconha, existe as pessoas morrendo por bala perdida. Então a gente quer que legalize justamente para esses jovens terem mais dificuldade de ter acesso, porque daí o traficante não pede identidade. Se você for na farmácia, você vai ter que apresentar sua identidade, seu documento para para essa galera ter um controle de qualidade e um Controle de idade, até porque realmente maconha não é coisa para jovem. >> Tá bom. Aí acabou o tempo. Posso falar agora? Vamos lá pessoal. Ela tá falando aqui que ela
quer que legalize para quê? Que fique mais caro e o jovem não tenha dinheiro para comprar. Aí >> não foi o que você falou. Foi o que você falou. Não, >> não foi >> não. >> Ela falou que quer que fica mais barato. Ela quer falou que fica mais barato. >> Você falou que quer que fica mais barato. É isso. É que eu não prestei muita atenção no que ela falou porque é chata para [ __ ] Chata para [ __ ] Chata para caral. Vamos lá. Vamos lá. Vamos lá. Então ela quer. Ela falou
assim, ela falou que quer que legaliza a maconha, que vai ficar mais barato. >> [ __ ] Então o que que você falou, [ __ ] [ __ ] mano. [ __ ] meu. Ó, eu sou contra. Eu sou contra. Vamos Lá. Deixa eu finalizar. Deixa eu finalizar. Eu, [ __ ] [ __ ] deixa eu falar. Eu sou contra a legalização da maconha, porque ela vai destruir os jovens, beleza? Vai destruir os jovens. Porque o quando quando se alguém assumir para vender a maconha, vai jogar impostos em cima, vai ficar mais caro. E o
cara vai comprar de quem? do tráfego que vai vender mais barato e com má qualidade. Beleza? Pronto. Próximo. Quarta afirmação é maconheiro não gosta De trabalhar. Venha. >> Bora. >> Meu nome é Renato. Eu tenho 26 anos. >> Certo. >> Eu sou estudante de odontologia e social mídia. >> E assim, eu tenho muitos amigos que trabalham, que tem empresas, muitas pessoas aqui. Temos um médico aqui que fuma também. Então, acho que essa afirmação tá totalmente equivocada. O que eu queria era que as pessoas, a Sociedade em geral, tivessem o mesmo ódio da maconha da bebida,
que o mesmo ódio que você tem da maconha, eu queria que as pessoas tivessem da bebida, porque eu conheço homens, eh, pais de família que estupraram filhos, alcólatra, que levaram assim um caos generalizado que vai de geração para geração de traumas, de violência por causa do álcool. Eu tenho uma amiga que o namorado dela matou uma jovem depois de sair da balada bêbado. Ele Simplesmente foi para fora do país e não pagou pelo crime que ele cometeu. Então essa problematização toda em cima da maconha. Eu não fumo maconha, por isso que eu vim aqui falar
com você agora, porque você bate muito nessa tecla que você é maconheiro, que não sei quê. Eu não fumo maconha, mas eu respeito quem fuma muito mais do que quem usa o álcool e mata e agrdea. >> Boa, legal. É assim, você falou e eu a afirmação é o Seguinte, o maconheiro não gosta de trabalhar. O problema é o seguinte, o maconheiro, a, o jovem quando ele entra pra maconha, ele entra pra maconha, ele perde a vontade de trabalhar. Por quê? Não, pera um pouquinho. Ô, ô, na brisa, pelo amor de Deus. Vamos lá. É,
é. Vamosá. Ele perde a vontade de trabalhar por quê? Até porque ele é discriminado no no quando ele vai arrumar emprego. Quando ele vai arrumar um emprego, ele é discriminado. Quem disser que não tem Discriminação, tá errado. Tem discriminação, sim. tem discriminação. Tem muitos empresários que eles não contratam quem faz uso de droga. E assim, eu não tenho ódio da maconha. Eu sou um cara que eu eu eu eh eu sou policial, então eu sou contra qualquer coisa ilícita. Água e óleo não se mistura. O dia que a maconha for legalizada, eu não vou mais
implicar na maconha. Você tá entendendo? Porque ela tá legalizada. Agora você falou da Bebida. A bebida realmente ela é prejudicial. Ela é extremamente prejudicial. Concordo com você. Tanto ela prejudo que muita gente. Só que é o seguinte, no me na minha no meu, na minha experiência de polícia, eu se eu prendi 1000 cara que cometeu um crime drogado aí a droga maconha, qualquer outro tipo de droga, 1000 pessoas que eu peguei drogado, um estava bêbado. A o cara bêbado, ele é prejudicial pra família dele. Por quê? Ele chega em Casa, ele bate na mulher, ele
mata a mulher, ele judia dos filhos, você tá entendendo? Não, o bebe, ele ele vai beber e vai dirigir, vai matar as pessoas com carro. Então, quer dizer, ele é prejudicial aí. Agora não sociedade. Agora vou dizer assim, um crime de roubo, furto, latrocínio, dificilmente difícil. Não. Ah, tá bom. Você defende maconha. Só que veja bem, pera um pouquinho. Pessoas do crime bem que fazem o bem e querem fumar, que Trabalham. Bom, mas aí, mas aí vai de novo você que tá no seu apartamentinho no mundo de Bob. Eu não tô falando das pessoas de
bem que estão usando a maconha. Eu estou falando do jovem que mora na periferia e tá se desvirtuando por causa da maconha. É desse que eu tô falando. Agora o cara que ele faz a faculdadezinha dele, compra a maconhinha dele. Ah, eu compro legal legalizado, não sei aondde, porque no Brasil. >> Mas quem disse que eu não vim da Periferia? Quem disse que? >> Não, mas só que você veio da periferia. Você você usa maconha? Você usa maconha? Então, troca, troca, troca. >> Deixa. >> Eu fui. Você não foi? Você não foi, pai? Eu também
quero ir toda hora. >> Ele não me aguenta. >> A brisa. Eu não aguento mais ela não, mano. Aguento mais, cara. Vou falar para você. Você namora? Você namora? >> 8 anos. >> Anos namor? >> Depois você me fala que o seu namorado tem um lugar no céu reservado. >> Hã? >> Realmente. >> Ó lá. Ó láó. O maconheiro antigo falou assim que ele não conhece ninguém que fuma um baseado e rouba um banco. [ __ ] mano. [ __ ] que pariu, mano. >> Ele tá aqui há muito tempo. Ele conheceu muito macelho. >>
É droga. É droga. Pera aqui. Deixa eu, Deixa eu. Ô, [ __ ] Pô, vamos lá, >> pá. Tudo bem? Vamos lá. Eh, a questão é, maconheiro não gosta de trabalhar. Eu comecei a fumar maconha muito jovem, isso não é uma coisa boa, mas depois que eu comecei a a fumar, eu comecei a ter e visões de outr amplas para outras coisas coisas. Alucinações, >> não é? Questões de você querer você ver >> alucinações >> assim, você para você fumar, você não vai ficar pegando de casa dos seus pais, Você não vai vender o gás
que nem o senhor falou, você vai precisar trabalhar. E eu comecei a trabalhar muito cedo por conta de de querer comprar minhas coisas, de e assim o a maconha me ajudou muito de ter a visão para trabalhar. E hoje eu tenho o meu negócio, eu tenho o meu comércio, trabalho com drinks, trabalho na praia embaixo do sol, então é todo dia lá ralando embaixo de sol de 40º e amo o que eu faço. Tô Hoje eu não tô lá porque Eu tirei um dia para vir para cá, mas era para eu estar trabalhando. Mas vou
voltar hoje e vou voltar, vou arrumar minhas coisas para amanhã trabalhar também. E amo o que eu faço porque é o meu negócio. Não, só e assim eu trabalho >> com meu comércio com drinks e sou motoboy também. faço uns freelancer de motoboy e assim é uma classe cara que trabalha para caramba e fala: "Eu não >> vou tirar uma porcentagem", mas a mais de 50% fuma maconha. >> Fum. Tô ligado, tô ligado, tô ligado. >> Vamos lá. Beleza. Vamos lá. >> Ô, seu nome, desculpa. >> Alex, eu não tô falando de você, meu irmão.
Você é um cara de sucesso. Você é um cara que optou por fumar maconha. O que eu tô falando é o seguinte. Por exemplo, ela tá falando assim: "Pera um pouquinho, pera um pouquinho, deixa eu falar para você. Pera um pouquinho, pera um pouquinho, deixa eu falar para você". Aí o que que acontece? Eu tô falando do Cara que vende o gás na casa dele, que vende os eletrodomésticos da casa dele, que mata a mãe, mata o avô para pegar o dinheiro, para pegar o dinheiro da aposentadoria para comprar droga. É desse cara que eu
tô falando. Se você, se você consumiu droga há muito tempo e hoje você tá trabalhando para manter o seu vício, você tá alimentando o crime, mas você não tá roubando para poder, então já tem um ponto para você. Mas indiretamente Indiretamente você tá contribuindo pro pro crime, entendeu? >> Rapidinho, >> deixa meu rapaz falar aqui. Vamos lá, meu irmão. >> Boa tarde. Meu nome, >> meu nome é Eron, tenho 31 anos. Eh, eu sou estudante de direito, sou mas também sou egresso do sistema prisional, né? Sou exdento, >> certo? >> E hoje em dia eu
trabalho com Ressocialização, né? pesquisa sobre criminalização das drogas, entre outras questões. Então, assim, ó, eu não concordo com a sua afirmação, que todo maconheiro não trabalha, não gosta de trabalhar. >> Eh, por eu levanto todo dia 6:30 da manhã, >> certo, >> para pegar minha bike e ir até a universidade onde eu estudo, >> certo? >> Eh, eu ando quase 10 km para ir, 10 km para voltar. Eu volto para casa às 10 horas da noite, >> certo? E dentro desse tempo, eh, eu estudo de manhã, vou pro meu estágio à tarde, à noite estudo
de novo, né, porque, né, as matérias, né, são, eh, bastante eh, eh, grandes, expressivas, né? Então, eh, eu não concordo por causa disso, porque eu sou uma, eh, né, eu sou uma pessoa que uso, eh, maconha, agora, muito menos, mas, enfim, eh, eu não Concordo por causa disso. >> Tá bom, beleza. É, é o que eu falo para você, vou vou falar novamente aqui, eu já falei várias vezes, vou falar novamente. Heron, você é um cara que tá lá, tá estudando, tá consumindo sua maconha lá, que você falou que você consome e tudo, mas não,
o que eu falo de sucesso, pessoal, é que a pergunta não fui eu que formulei. Eu tô, eu tô indo em cima da pergunta. O que eu falo de sucesso? O que eu falo de sucesso? O Que que é sucesso, cara? É aquele, é aquele jovem que ele foi cerciado de ter sucesso. Igual você saiu do sistema prisional. Eu não acredito em ressocialização. Beleza? Não, não acredito em ressocialização. Você é um caso à parte. Você é um caso à parte. Quando eu falo que eu não acredito em ressocialização, porque eu falo em 100%, não tem
100%. Você é um casape. Parabéns para você que não tá mais querendo partir pro crime, dou aqui meus créditos Para você. Beleza? Mas a ressocialização, você que mexe com isso, ela extremamente difícil. Por quê? Por causa do sistema carcerário. Mas vamos ao tema. Então, o que que acontece? A o cara que o que eu falo é que a maconha ela tira o jovem de de de rumar pro sucesso, porque o jovem que ele tem a cabecinha fraca, ele vai lá fumar e ele se desvirtua. Ele vai partir pro crime, ele vai querer alimentar o tráfico
dele, mas ele não o ao vício dele, mas ele não Quer alimentar. Ele quer >> tira. O que tira a pessoa do sucesso é a falta. É, é, é, é educação básica, >> tocar, vamos tocar, vamos trocar. >> É a falta de emprego. É isso que tira o jovem de sucesso. Não é maconha, não é fumar maconha. E o que leva o crime organizado também. O crime organizado ele é totalmente produzido. Você falou que é legalista, que gosta das leis, que é é polícia. E a polícia é sim uma instituição que segue as leis. Vocês
são Mandados, né? Vocês são mandados pelo pela política. Então assim, ó, a política que existe no Brasil, uma política de morte, uma política desigual. E é por isso que existe um crime, o crime constante não para de crescer. É só olhar evasão escolar, é só olhar outras pessoas. >> Mas por que que tem evasão escolar? >> Porque a escola é um a escola B. >> Porque os caras estão usando droga, [ __ ] Porque estão usando droga? Porque estão usando droga. >> Próximo. Próximo. >> E aí, tudo bem? >> Beleza. Pera aí um pouquinho. Deixa
eu >> ninguém vai. Deixa aí. >> Vai lá. >> Prazer. Tudo bem? Sou Vinícius Gabriel. Eu sou só um jovem comum de an. Fala mais perto isso. >> Sou só um jovem comum de 22 anos, >> certo? Usa maconha? >> Eh, uso maconha, >> certo? >> Mas >> maconheiro, >> admito que é uma coisa que eu penso, pelo menos, né? Eh, vindo de mim, >> hã, >> eu acho que a sua alegação tá totalmente errada, >> principalmente porque eu sou uma pessoa que eu tenho borderline confirmado. Eu passei por vários problemas na minha vida, >>
certo? >> E também alguns traços de hiperatividade. >> Certo? Uma das coisas que mais me deixa deprimido na vida é o fato de ficar sozinho ou parado, >> certo? >> A partir do momento em que eu percebo que eu tô em algum desses cenários, eu automaticamente me vejo preso num ciclo que realmente pode acabar com a minha vida, igual tantas outras vezes. >> E eu admito que a partir do momento em que eu fiz a minha maioridade, comecei a estudar e trabalhar, minha vida melhorou em 1000%. Eu descobri através disso daí um motivo para eu
continuar minha vida e também para eu encontrar um objetivo de vida e ser feliz. Alimentar esse desejo de simplesmente ajudar meu avô e as pessoas ao meu redor também simplesmente aumentar a minha gama de conhecimento, atingir novas metas e principalmente o meu sonho. Então eu vim direto para cá. >> Não, não. Eu tô tentando, eu vou tô indo no seu raciocínio aqui. Vamos lá. >> Calma, calma. Eu vou chegar lá. Eu vim direto para cá de um freelance. Falar para mim que eu não gosto de trabalhar é uma alegação muito errada, até porque esse essa
última semana eu só fiz freelance para uma mesma empresa. E todos os dias que eu fui, a maioria do pessoal que eu conversei também era maconheiro e também tava lá para ser uma pessoa que [risadas] tava trabalhando e Dando seu. Não, tá bom, irmão. Mas aí, ó, eu vou falar novamente, cara. Eu tô tentando entender. Vocês não estão entendendo. Eu tô querendo fazer. Se você é um cara que tá trabalhando, cara, parabéns para você. Se você quer fumar sua maconha, infelizmente você está alimentando o tráfico, você está alimentando o crime organizado indiretamente, mesmo que você
não queira, mas você tá alimentando o crime organizado, entendeu? Mas se você Trabalha, cá legal, mas o que eu tô querendo dizer para você que nem todos os usuários de maconha t o seu discernimento, você entendeu? Muitos usuários de maconha, eles quer furtar e eh coisas em casa para vender e usar maconha. Isso não é sucesso para mim. Beleza. >> Troca. >> Rafael, manda bala. Prazer, me chamo Rafael, tenho 24 anos, eu trabalho com carregador de navio. >> Boa. >> E falar a verdade, s gente, antes mesmo de começar a fumar maconha, já era preguiçoso
para [ __ ] [ __ ] [ __ ] aí sim, >> não vamos reconhecer, não. Mas quando você tá na brisa, você tem vontade de trabalhar? >> Ah, cara, é relativo, tipo assim, vamos supor, [risadas] >> depende do dia, tá ligado? Depende do dia. Mas não fumou muito. Agora vamoset Não muito pouco não, não, não condiz. Mas, ó, vamos, vamos colocar. É tipo assim, é muita questão de de disciplina. Se eu sou um cara que tem uma vida ruim, >> certo? >> Sou preguiçoso e não for trabalhar, eu não vou ter [ __ ]
nenhuma. >> Não vai dar para comprar maconha. >> Não vou dar para comprar nada, >> certo? >> Mas roubar eu não vou, graças a Deus. >> [ __ ] cara. É isso. Tá ligado? Se eu Não tiver, dá um salve no parceiro. Eu, parceiro, tem aquele para salvar, tá ligado? Se não tem, também vão ficar cabeça gordo e já era. Mas a situação é isso, é, isso é um estereótipo colocado pela sociedade que maconheiro não gosta de trabalhar. Porque eu acredito que todo mundo que tá aqui trabalha. >> Então, >> e todo mundo e você
falou o ponto o quê? Que jovem não trabalha. Todo mundo aqui já nasceu desse tamanho? >> Não, não. Vamos lá. >> Todo mundo já foi jovem, ainda não passou por um ponto. Como é você é? Como é seu nome? >> Rafael. >> Rafael. Estivador você é, né? Estivador. >> Estivador, >> cara. >> Carregador, pô. >> É carregador. >> Carregador. >> Mas o cara que trabalha no porto tem Estivador lá é mesmo mesma função ali, né? >> Carrega, né? >> Carrega. É. Não, carregador coisa. O cara que tá no outro, >> cara. Vamos fazer assim, é
o que você falou. Beleza, cara. Você acabou de falar para mim que você não gosta muito de trabalhar, não. Aí associa o quê? Mas não é porque eu sou maconheiro. Você não gosto de trabalhar porque tem muita gente que trabalha nada Aqui acontece porque vocês são maconheiro. >> Não, não, mas aí o maconheiro ele é um cara produtivo. O maconheiro é o cara gente boa. >> Não, antes mesmo de fumar falar fal não, deixa eu completar, deixa eu falar meu raciocínio agora novamente. Eu vou falar o seguinte, meu irmão, não é você, cara. Meu problema,
meu problema é o jovem que tá na periferia que ele não tem, não é que nem você falou: "Ah, eu fiquei de Cabeça gorda, eu vou falar lá com o amigo meu se ele tem um be para arrumar para mim". Pá, o problema, o problema não é esse cara. O problema é o cara que vai matar, vai de repente tirar a bolsa de uma mulher para para alimentar a [ __ ] do da da do da do vício dele, entendeu? Certo, sargento. Mas eu vou falar para você, é nós, tá ligado? Foi. >> Valeu, meu
irmão. Obrigado, hein? [risadas] >> A, [ __ ] Agora sim. [ __ ] [aplausos] >> a massa é >> beleza, sargento. >> [ __ ] meu. Você vê, ó. Pra [ __ ] que pariu. Eu dou valor a um maconheiro que vem bem vestido, mano. Aí, valeu, mano. Não, não. Ó, você, você arrasou, meu irmão. Parabéns, meu irmão. Parabéns. Você arrasou. Vamos lá. Espera um pouquinho. Toca. Eh, meu nome é Everton Carvalho. Eh, sou advogado, tenho 33 anos e sou empresário. Tenho cerca de 30, >> eh, funcionários que trabalham para mim. Sim, cinco empresas, mais
ou menos. >> Legal. Legal. Eh, eu vou começar a minha explanação perguntando pro pro senhor sargento, porque a pauta aqui é se o macoeiro gosta de trabalhar ou não, né? Tal. >> Isso, isso, isso. Boa. >> Eh, o senhor disse aqui que muitos empregadores eles não contratam maconheiros, >> né? O senhor concorda com esse Posicionamento? O senhor concorda? Concordo. Se eu tivesse uma empresa, não concordo, não, não admitiria. >> Perfeito. Eh, o senhor também disse que o senhor é legalista, que o senhor respeita as leis. >> Eh, existe uma lei, sargento, chamada 9029 de 95,
>> certo? que é uma lei criada exatamente para evitar comportamentos discriminatórios. E o artigo primeiro dessa legislação, >> ela diz que o empregador, ao empregador é vedado, ou seja, proibido praticar qualquer ato discriminatório que impeça >> a o ingresso na relação de trabalho. E aí eu vou te fazer uma pergunta, sargento. O senhor o senhor precisa decidir se o senhor respeita a lei ou só a lei que o senhor quer, >> tá bom? Porque se existe essa legislação, >> certo, >> que é a lei 9029 de 95, >> certo? >> No seu artigo primeiro, que
diz que não pode ter esse comportamento e discriminatório, >> certo? >> Eu sugiro que o senhor, como legalista que é, >> certo? >> Que passe para nós o nome dessas empresas que o senhor conhece para que a gente possa fazer uma denúncia no Ministério do Trabalho e Emprego. [aplausos] >> Do mesmo jeito que vocês não caguetam onde vocês compram maconha, eu não vou caguetar o empresário que não quer contratar. Começa por aí. Segundo, a empresa é minha, eu pago, a empresa é minha, eu fiz a empresa, então eu contrato quem eu quiser, certo? A lei
tem aí, beleza? O que eu tô querendo dizer para você que há um preconceito. Não tô dizendo para você que há uma afirmação, há um preconceito. Então, por Exemplo, se eu tivesse uma empresa, a empresa é minha, eu sou empresário, eu contrato quem eu quiser. Se eu quiser, se eu tiver 100 funcionários e eu quiser 50 homens e 50 mulheres, vai ser 50 homens e 50 mulheres. Se eu quiser 100 homens, vai ser 100 homens. desses 100 homens, se eu descobrir que ali tem alguém que está fazendo o uso da droga, com certeza ele vai
dar um pezinho para mim mandar embora. Peraí, pera um pouquinho, deixa eu concluir, deixa eu Concluir. Então, o empresário no Brasil ele já é sacrificado, cara. Porque a maioria das pessoas são contra o empresário. Só que se vocês têm um emprego hoje é por causa do empresário. O da gasolina não concorda, mas beleza. Se você tem um emprego hoje é por causa do empresário. Então vou falar para você, se eu tenho uma empresa, eu contrato quem eu quiser. Agora eu não vou chegar para você se você vir numa empresa, numa numa numa entrevista Comigo, falar:
"Você fuma maconha, eu não vou te contratar porque isso é ilegal e eu não vou encorrer em cima da lei." Só que se eu, pelo seu currículo eu descobrir que você fuma uma maconha, porque a empresa é minha, eu não vou te contratar. E é contra a lei. O senhor concorda que segue sendo contra a lei. >> É contra a lei. É contra a lei. Só que a empresa é minha. A empresa é minha. Eu contrato quiser. >> É contra a lei eu chegar para você. Eu Não vou te contratar porque você é maconheiro. Aí
é contra a lei. Pera um pouquinho, deixa eu concluir. Deixa, deixa, deixa eu concluir agora que o senhor já concluiu demais. Deixa eu te perguntar uma coisa. O senhor diz que é cristão, né? O senhor diz que é cristão. Falei, mas eu sou. >> O senhor diz que é cristão. Eu também sou. >> Eu também sou. Nós somos crentes. >> Só que crença sem evidência não gera Ciência. Crença sem evidência é fé. E se você tiver só crença sem evidência, o senhor é fé ou achismo? Da mesma forma que o senhor cria diagnóstico completamente desrespeitoso
com o senhor que senta aqui de idade e fala que ele tem algum tipo de problema, o senhor acaba de confessar que é um entusiasta do descumprimento da legislação legal. Então, dentro do ordenamento jurídico pátrio, ou o senhor se decide se o senhor é criminoso ou se o senhor é Policial. Não, pera um pouquinho. >> Não existe criminho ou crimão. Pera >> um pouquinho, um pouquinho, meu irmão. O fato de eu ter uma empresa, o fato de eu ter uma empresa e contratar quem eu quiser, eu não sou criminoso. >> Fora da lei. Lei 9029
de95, artigo >> primeiro. Acabei de falar para você o que a lei, o que a lei diz lá. >> Então o senhor só cumpre a lei que senhora lei, né? Pera um pouquinho, ó. [risadas] Leia a lei. Leia a lei. Se eu chegar para você e falar assim: "Eu não vou te contratar porque você é maconheiro, eu estou indo contra a lei." Agora, se eu olhar para você e falar assim, olhar se suas redes sociais e falar: "Esse cara é maconheiro, eu não vou contratar ele, não tô fora da lei." >> É discionário meu, é
minha discricionária. >> Graças a Deus e aos orixás que o senhor Não é juiz. Porque se o senhor fosse juiz, a gente tava [ __ ] com essa argumentação aí. Se fosse maconheiro tava [ __ ] Se fosse maconheiro caísse na minha mão, tava [ __ ] Próximo. >> Pera aí. Agora vai mudar o tema. Vai mudar o tema. Vai mudar o tema. É o próximo tema. Último tema, eu contra 26 maconheiros. É, se você compra maconha, você é responsável pela situação em que está o Rio de Janeiro. Ele não foi ainda. Ela não foi
ainda. Ela não foi. >> É, eu pensei nisso. >> Você entendeu o tema, né? >> Vamos lá. Pera aí, >> pera aí. Vem mais para perto do microfone aí. Eu vou dar o start. Manda. >> Tudo bem? Eu sou a Júlia. >> Eu não sou maconheira, eu não uso maconha, >> mas eu sou a favor da legalização. >> Boa. >> Porque na verdade quando você proíbe a maconha >> Hum. Você dá espaço >> hum >> e você incentiva >> o monopólio >> do PCC, do Comando Vermelho e de todas as facções criminosas, né? Você acaba
selecionando, >> certo? >> As pessoas eh por exemplo, a polícia tem uma abordagem ostensiva >> para combater o uso da maconha, o a venda, né? E aí só vai entrar para esse comércio as pessoas que têm capacidade de força para ir contra esse essa restrição do Estado. >> Então você acaba selecionando pessoas mais perigosas e mais psicopatas que não se importam em cometer crimes. Porque vender a maconha em si não é um crime, é um crime sem vítima. >> A pessoa tá comprando porque ela quer. >> Não, não, não, não, querida. Deixa eu falar agora.
Agora se você vender e cometer crimes, por exemplo, assassinato, extorção, roubo, briga de território, isso sim é crime. Agora, o comércio em si, da substância não é um crime, porque todos estão fazendo isso de maneira voluntária. Você tá bom? Deixa eu explicar para você. Eh, tráfico de drogas é tipificado como crime, entendeu? Então, o tráfico de drogas é penalizado de 4 a 12 anos de prisão, tá Bom? o tráfico você vender. Se o cara, se o cara, se a pessoa planta na casa dela, igual tem muita gente que falou que plantou, se planta pro consumo
dele, beleza. Agora, se ele plantou e o o menino ali que falou que tava sem dinheiro para comprar, ele chegou na casa dele e falou assim, ó, ó, eu vou te arrumar um. A lei diz: "Vender, doar, emprestar, tá na lei." Então é crime não, não pode, não pode, não pode. A lei não. Ela foi votada. Escravidão já Esteve [risadas] na lei. >> Ela foi e não era errado na época. Hoje é na época era. Na época não era. Hoje é >> é porque você >> não não chegou. Você >> é legalista? >> Eu sou
legalista. [risadas] >> Eu sou político. >> Mesmo se a lei não seja boa. Não é lei. É lei. >> É. >> Se é lei, vamos ter que cumprir. >> É lei de quem? >> Não. Deus ou é a lei do burocrata que tá ali em Brasília? >> É a lei. É a lei. A lei. É lei. Se é lei. >> Você sabe que o PCC tá lá em Brasília, né? >> Ah, sei. Sei. Tá em tudo quanto é lugar. O PCC tá, o PCC tá inclusive nos postos de gasolina. Aí é fácil, né, mano? Graças
a Deus que não foi a da brisa. Vamos embora. [risadas] >> Bom, >> pera aí. Vamos lá. Vamos lá. Esqueci o nome, irmão. Caio. >> Caio. Vamos lá. Eu achei muito bom que a gente terminou nesse tema, porque você passou muito tempo falando sobre esse jovem supostamente de não sucesso, >> certo? Certo. >> Demonstrando uma certa preocupação supostamente com esse jovem da favela e que a maconha tiraria o sucesso dele. A Gente tá falando sobre essa questão do Rio de Janeiro e tudo mais, mas vale para todo o território onde tem tráfego, vácuo de poder,
certo? Eh, nas ciências sociais a gente diz que não existe vácuo de poder. Então, em todo lugar que tiver vazio o poder, esse poder vai ser ocupado, né? A gente tem no território do Rio de Janeiro, por exemplo, a gente tem vários desses jovens que você citou, que eles não têm acesso a saneamento básico, eles não têm acesso à boa Educação, eles vivem debaixo de tetos, muitas vezes eles vivem em cima de palafitas com paredes de papelão e coisas assim, né? Eles não têm acesso à educação, eles não têm endereço, eles não têm CEP. Então
assim, é fumar um baseado que tira o sucesso deles. Eu acho que não. Eu acho que tem muita coisa envolvida. É, tem muita coisa envolvida para L. Assim, vou concluir rapidinho. Eh, então assim, quando a gente fala sobre essa Questão, quem é responsável pelo pela questão do Rio? A sociedade inteira. O proibicionismo é responsável pela questão do Rio, eh, a ausência do estado que deixou esse território abandonado por inúmeros, inúmeros, inúmeros anos, até que chegou um pessoal com poder, como ela bem citou, um pessoal que tem arma, que tem força e eles ocupam esse espaço.
Então, se a gente quer que esses jovens tenham sucesso, muito mais do que se preocupar se ele tá fumando um Baseado ou não, eu acho que a gente devia se preocupar se eles têm acesso à educação, se eles têm saneamento básico, se eles têm um teto em cima da cabeça, se eles têm saúde mental e por aí vai. >> Concordo. Concordo plenamente com você, meu irmão. Só que eu vou falar uma coisa para você. Uma coisa não justifica a outra, sabe? Tem muitas pessoas que moraram, que nasceram numa comunidade e nem por isso eles entraram
no crime. Eu tenho vários amigos policiais Trabalharam comigo, meus amigos que nasceram numa comunidade que não podiam estender a farda dele lá na na na no varal porque ele corria risco e ele não foi pro crime. Então é uma escolha. O o criminoso, ele não é vítima da sociedade. Mas beleza, eu concordo com você do território. O território ele foi doado para o crime lá no Rio de Janeiro. Doado desde o governo Brizola. O governo Brizola, espera um pouquinho. O governo Brizola veio e ele deu autonomia ao Crime para que possa tomar uma determinada região.
Hoje a briga no Rio não é pelo tráfico de drogas. A briga pelo Rio é por território. Então o que aconteceu? O o tráfico tomou o local e o que que ele aconteceu? Ele foi e mostrou pro jovem, você pode andar com a corrente de ouro legal, você pode ter um carro importado, você pode ter uma moto e o jovem que vai trabalhar de princípio ele não vai ter isso. >> Então quer dizer, o criminoso ele não é Vítima da sociedade, ele é resultado da sociedade. Deixa ele que não foi. >> Ele não foi. >>
É menina que não foi. >> É não. Ó, só não deixa na brisa vir, hein, por favor. Vai lá, irmão. >> Meu nome é Marco Antônio, tenho 18 anos. >> Marco >> e antes, antes de tudo, você falou que é legalista, né? Mas você agora falou que cometeria um crime também. Então é meio complicado isso. >> Qual crime? Qual o crime que eu falei que cometia? >> Você falou que >> Não, não, não, não, não, não cometi crime. Deixa explicar para você. O crime, o crime é quando você discrimina a pessoa. Eu discriminei a pessoa,
mas eu não falei para ela que ela estava sendo discriminada. Eu discriminei porque a empresa é minha. A empresa é minha. A empresa é minha e eu contrato quem eu quiser. Se a pessoa se sentiu Discriminada porque eu não quis contratar ela, é problema dela. A empresa é minha. >> Eu não cometi crime. Eu não cometo crime. Vamos lá. Vamos lá. Eu não cometo crime. Você já confessou em podcast, mas tudo bem, tá? >> Não, beleza. Beleza. >> Bater em vagabundo não é crime. Vamos lá. >> Tá bom. Eh, o Rio de Janeiro, como você
acabou de falar, >> certo? >> Ele aproveitando até a operação que teve agora, né? >> Boa. Operação. Só não foi de sucesso porque morreu quatro policiais, senão era sucesso pleno. Vamos lá. É, tudo bem. >> O Rio de Janeiro, aquela operação, ela visava combater a expansão do território? >> Não, não, não. Ela visava, ela visava com cumprimento de mandado de prisão e Atrapalhar as organizações criminosas. >> Isso. >> Tudo bem. Me explica como o pessoal já falou que a compra da maconha representou 8% pro tráfico de drogas. >> Certo. Certo. >> Você sabe que o
segundo maior tráfico é o tráfico de armas, né? >> Sei. >> Você sabe, né? >> Então já quebra um pouco o argumento também. As maiores apreensões de drogas Que a gente tem no Brasil não são de maconha, são da cocaína, >> certo? >> Então isso também já quebra, que é uma droga. Claro, é uma droga. Como que eu que compro, igual muita gente aqui falou que tem um HC, eu planto na minha casa também. Eh, o que que a gente influencia isso no tráfico de drogas no Rio de Janeiro? Não tem sentido. >> Vamos lá.
Vamos lá. O cara que ele vende maconha, ele não vende só maconha, ele Vende maconha, craque. A pessoa vai lá e escolhe. É um mercado. É um mercado. É mentira. Quem falou que é mentira? que eu saiba, o traficante, ele é traficante, ele põe um monte de droga lá para vender. Então o que que acontece? Ele vai lá e a pessoa escolhe o que ela quer comprar. Então os 8% que você tá falando, você já já transformou esses 8% em valores? São mais de 10 bilhões. Esses 8%, >> esses 8% são 8% da maconha. >>
8% 8%. Pera um pouquinho. Esses 8% vai dar um dinheiro legal. Esse dinheiro é usado para quê? para comprar a arma que tá lá agora falar, eu vi gente falando que gente morreu lá, não era traficante. Só porque ele tava na mata 4 horas da manhã com fuzil, ele é traficante, não. Beleza, próximo. Repetido, deixa, por favor. >> Ah, mas eu cheguei primeiro. Maconheiro é todo bom. Boa tarde, sargento. >> [ __ ] você f maconha, mano. >> Parece. >> Hã? >> Parece >> não, cara. Você tá gordão, cara. >> Então você falou que nesse
mac de sucesso, cara. Aí é um sucesso. Mas é sucesso para mim, cara. Vamos embora. >> Então, >> fala seu nome, ó. Silênci, silêncio aí, pessoal. Meu nome é Guilherme, tenho 25 anos, sou da zona leste, Sapopa, e eu discordo muito eh de muitos, muitas Afirmações, principalmente assim, um direito senhor. É um direito, é um direito. >> Eh, o que eu entendo como eh que a gente beneficiou, que a gente tem alguma culpa sobre o que tá acontecendo no Rio de Janeiro, eu não coloco culpa nos maconheiros, eu coloco isso >> no todo. É, o
todo engloba até o chefe da Polícia Militar, que no caso é o governo. O governo que não dá possibilidade pr as pessoas que estão Dentro da favela. >> Exato. E procurar outra coisa. Eu vim da periferia, eu cresci na na quebrada e mano, eu já vi muita criança que >> tava perto do crime e não se rendeu a isso. Não se rendeu a isso por quê? Porque tinha um ensino, tinha uma pessoa podia, >> entendeu? Aconselhar. Isso que falta. Não falta a gente, pô, tem que bater em vagabundo, tem que matar maconheiro, prender. Não é
isso. O que a gente tem Que fazer, pô, ajudar essas pessoas, entendeu? Colocar um caminho ali para elas, colocar um um uma orientação para elas. >> Então, seu nome é Guilherme, né? >> Ô, Guilherme, deixa eu falar para você. Muitos que estão ali, muitos que ali, ó, se você chegar ali no Rio de Janeiro e você pegar aquela aquela molecada tá lá e falou assim: "Eu vou te tirar daqui, cara. Eu vou te dar um emprego. Você vai trabalhar de motoboy, vou te dar uma Justo. Não, não, não, não. É um emprego no valor de
mercado. Não dá para pagar e um emprego de R$ 10.000 com motoboy. Pera um pouquinho. Tem moty sei meu irmão. Mas, mas só que aí o tema não é justiça social. O que eu tô querendo dizer para você é o seguinte. Se você chegar lá para aquele moleque que tá lá de vapor lá, que ganha R$ 1.000 por dia e você for oferecer um emprego para ele ganhar, ele vai querer? Ele não vai querer, irmão. >> Se você dar uma oportunidade para ele, que ele vai ter uma vida boa fazer isso, você tem certeza. O
trabalhador não tem vida boa, meu irmão. O trabalhador ele enfrenta um transporte público ruim, ele enfrenta um campo zoado. Você tá entendendo? Exato. Mas por culpa de quem? É culpa do maconheiro. Culpa do mairo. Tá bom, meu irmão. Eu sei que você não quer que tenha que você como maconheiro, você não quer assumir a culpa. Mas eu não disse, Mas o que eu tô falando para você, eu não tô dizendo que a culpa é exclusivamente do maconheiro, eu estou dizendo que vocês contribui para o crime, entendeu? >> Valeu, valeu. >> Agora eu vouá, >> sargento.
Vamos lá. >> Esa um pouquinho. >> Vai toca. Quem fin Gisele Pontes. Vamos lá. Por muitas vezes aqui nesse debate você diz que você é legacionista >> e que você é contra porque é porque é criminalizado. Mas se descriminalizar você é a favor. Nisso você é um pau mandado do estado. >> É um pau mandado do estado. E aí eu te digo o seguinte: se hoje é proibido, você tá ali. Se amanhã é liberado, beleza. E aí quem de fato financia o crime? Quem é responsável pelo que tá acontecendo, pelo que aconteceu no Rio de
Janeiro é o Estado. Uma coisa é se fazer de vítima da sociedade, outra Coisa é você quebrar o joelho da pessoa e competir com ela para correr com você. Uma coisa é você ser vítima de fato da sociedade. Porque bandido bom é bandido morto, né? Beleza. Pega lá no Senado, no Congresso, no plenário, na Câmara, vai ver quem é bandido ali. Sobram poucos. Porque se de fato bandido bom é bandido morto, infelizmente seus irmãos na instituição que estão nessa linha de frente, nossos irmãos também tá ali, ó, perdendo a vida. Porque policiais perdem A vida,
traficantes perdem a vida. Sabe por quê? Porque vocês são pobres. Porque eu não conheço um policial rico, você entendeu? Porque é uma guerra civil entre pobres versus pobres, vocês se matando. Ambos saíram da favela e quem ganha é o governo. >> Quem financia o crime e quem financia o que tá acontecendo no Rio de Janeiro é o estado. >> Posso falar agora? Não, fica aí agora. Ah, não. Fica aí, [ __ ] Ó, primeiro, >> tá bom. Primeiro, primeiro. >> Ó, 4:20. >> Ah, >> tá bom. Ela não quis ouvir eu falar aqui >> primeiro.
Primeiro eu sou eu sou um cara legalista. Primeiro. Eu sou um cara legalista. Então a partir do momento, a partir do momento que eu, você tá uma boa candidata pro Pissol. Eu a partir do momento, a partir do momento, >> a partir do momento, olha, pera um pouquinho. A partir do momento, se você Trabalha numa empresa, >> eu sou neuropsicóloga. >> Então você trabalha para alguém, não trabalha. Hã, >> você trabalha pro convênio, então você é pau mandado do convênio. Beleza? Pau mandado do convênio, porque você recebe no convênio. Você é pau mandado do convênio.
Então eu trabalho pro estado. Eu trabalho pro estado. O estado dá o meu sustento. O estado paga o meu salário. O estado paga o meu salário. Então eu tenho que cumprir as normas do estado. E eu sou um cara legalista. Eu sou obrigado a cumprir as leis. A partir do momento que você falar assim, ó, você dirigir um carro é ilegal, eu vou prender todo mundo que tá dirigindo o carro. A partir do momento, pera um pouquinho, a partir do momento que você falar assim: "Diririgir carro é legal". Eu não vejo mais aquilo ali com
uma ilegalidade, então não vou combater. Eu esa um pouquinho. Eu sou pago para Combater crimes. >> Perfeito. Em toda sua, em toda sua contraargumentação, você admitiu que quem financia é o estado. >> Tá bom. Qual o mandado do convênio? Próxima. >> Depois vou eu, hein? >> Bom, cara, vamos voltar no tema. >> Vamos embora, cara. O tema é Rio de Janeiro. >> O tema é Rio de Janeiro. Vamos lá. Por Que a situação no Rio de Janeiro tá uma calamidade? Eu explico. No meu ponto de vista libertário. Bagulho é o seguinte. Existe uma demanda pela
droga. Aqui o pessoal tá de prova. Essa demanda, independente de qual motivo seja, se é o cara quer fumar porque ele quer ficar doidão, se é medicinal, ela existe. E a partir do momento que você proíbe essa demanda de ser suprida, quem vai suprir vai ser o crime, porque por definição, se suprir a demanda é crime, quem vai Suprir é criminoso. E nisso você dá margem para todo esse problema de violência que tá acontecendo no Rio de Janeiro. Então, o cara que ele tá fumando a droga, que ele tá comprando a droga, ele não é
o responsável. O responsável é o estado que proíbe. Você acha? Tá, tá errado? Não, [aplausos] cara. O estado, eu já falei para vocês, eu vou, vou repetir novamente. O estado proíbe porque ele não tá preocupado com você, meu irmão. >> Não, isso eu concordo. Ele não tá preocupado com você. Ele tá preocupado com o sistema de saúde, ele tá preocupado com a segurança. Pera um pouquinho, deixa eu concluir. Deixa eu concluir. Ele tá preocupado com isso daí, não é? Não. Beleza. Tá bom. Não posso, eu não posso ir contra isso daí. Então, quer dizer, como
tá bom? Mas ó, só que é o seguinte, eu tô falando para você o que acontece, o estado não libera por causa disso. Agora mesmo, pera um Pouquinho, mesmo o estado liberando o uso de maconha, beleza? Tá liberado o uso de maconha, a maconha vai continuar financiando o crime. Pera um pouquinho. Calma, respira, respira, calma, calma. Você ia falar calma, respira. Vai continuar comandando, vai continuar eh eh financiando o crime. Por quê? Porque não vai diminuir, >> então é bom. Pera um pouquinho, calma, calma, pera um pouquinho, pera um pouquinho. Vai continuar, pera um Pouquinho.
Vai continuar financiando o crime. E aqui o que a gente tá querendo dizer, meu irmão, é o seguinte. A a a a proibição não é que é proíbe que o estado proíbe porque ele não quer que você fuma maconha. Ele proíbe você porque você vai comprar maconha do traficante que tá vendendo. Agora pera um pouquinho. A partir do momento que ele liberar e você falarm >> Não, a partir Mas é a minha vez, [ __ ] A partir do momento que você Liberou a maconha e você vai lá na farmácia comprar, você tá gerando impostos,
correto? Pera um pouquinho, deixa eu, deixa eu dar mais um dado para você. Deixa eu dar mais um dado para vocês. Todo, todo, Mas é minha vez, [ __ ] Você já falou, [ __ ] Todas a todo o país que liberou as drogas estão passando por uma crise. >> Mentira. >> Não, isso isso não é verdade, cara. Ó, vamos lá. Até agora, até agora, Pera um pouquinho. >> Até agora a gente discutiu só uma, só teve uma discussão utilitária. Ah, liberar maconha seria melhor, seria pior, seria. Cara, eu sou a favor porque é o
do meu direito. >> Você a favor porque você é maconheiro. >> Não, eu não fumo. >> Você não fuma >> não? Mas você é a favor. >> Eu sou a favor porque eu eu sou o ser magnânimo de mim mesmo. >> Quer fumar? Você quer fumar? >> Eu tenho direito de decidir >> quis substâncias não no meu corpo. Não, eu não quero fumar. Eu não quero fumar. >> Você só vai fumar quando tiver legalizado. >> Não, não vou fumar. Mas eu quero que o indivíduo tenha o poder de decidir quais substâncias ele permite ou não
permite que seja entrado no próprio organismo. Isso enquanto for proibido, nós vamos Debater. Tá errado debater. Fala com os deputados, não é comigo. >> Então, mas é justamente esse debate que a gente tá trazendo. Enquanto for proibido, enquanto for proibido, nós vamos estar debatendo essa [ __ ] E é ilegal, é ilegal, é ilegal, é ilegal. Beleza. Deixa aí, deixa aí, deixa aí. Uh! >> Aê! [risadas] >> Graças a Deus só tem 50 segundos, mano. Graças a Deus. Graças a Deus. 50 Segundos. Vamos 25 para cá. >> Vou tentar. >> Ó, fala 25 segundos. Deixa
25, for alguém quer pegar mais aqui? Cinco pessoas pega 10 segundos. >> Ele não aguenta comigo, gente. >> Cinco pessoas não. Menos da gasolina. >> Ele não aguenta. >> Ó, ó, ó, pessoal, notem. Notem o estrago que a maconha faz no cérebro da pessoa. Notem. Vamos lá. >> E qual que é a sua justificativa então Paraa capacidade argumentativa reduzida? Vamos lá então. Eh, beleza. O quem fuma maconha tem culpa, não sei o quê. Agora você me diz o seguinte. Se a gente legalizasse, se a gente trocasse a boca de fumo, as armas, o fuzil por
CNPJ, carteira assinada e o prensado por flores e maconha essa? Você vai me interromper de novo? Senhor vai me interromper de novo? Tá. >> A gente ia fazer o quê? A gente ia deixar quanto, eu não sei agora, não Tenho os números, mas quantos milhões foram gastos numa operação dessa? E agora já tá de novo, os traficantes já estão lá de novo, o CV já tá mandando de novo. Esse dinheiro poderia ter sido gasto em quê? Em saúde, >> em maconha. >> Ele não deixa falar. Assim fica fácil, né, velho? Assim fica fácil. Se a
gente deixasse de gastar o dinheiro que a gente gasta com repressão e usasse esse dinheiro para investir em saúde, Educação, segurança pública, a gente ainda ia lucrar dinheiro dos impostos. Então a gente ia conseguir mudar a realidade daquelas pessoas da favela, muito mais do que entrar lá tacando tiro, sendo que no outro dia já tá tudo do mesmo jeito. Então é uma questão de causa e consequência, entendeu? >> Espera um pouquinho, >> espera um pouquinho. Clec pum. Vamos lá. >> [risadas] >> Pum. Ó, não acabou, pessoal. Vou dar Minha, vou vou respond posso responder para
ela aqui, né, pra gente. Então, pessoal, é o seguinte. O dinheiro que foi gasto lá na operação do Rio de Janeiro, realmente foi uma uma soma expressiva. Eu não queria que o governo tivesse gastando dinheiro na na contenção do crime em qualquer estado, porque o crime ele está não é só no Rio de Janeiro. Se você analisar todos os estados do país, uns menos, outros mais, todos estão sendo destruídos pelo crime Organizado, que não é crime organizado, são terroristas. são terroristas. Eu sei que a a na Brisa não concorda, mas são terroristas. Então o seguinte,
o dinheiro que foi gasto lá poderia ter sido gasto, poderia ter sido gasto com uma coisa melhor, poderia, mas infelizmente o governo tem que fazer essas operações, o governo tem que tentar retomar o território. Então o que eu lamento é que essas operações não estão sendo constantes. Elas deveriam Morrer 125, vai no outro dia e se 125 é investir contra a polícia, que morra mais 125. Vocês falam com a polícia lá, é assassina. 19 indivíduos. 19 indivíduos. Tá lá para vocês ver. Não tô mentindo. 19 indivíduos entraram numa casa, renderam uma mulher e estavam com
15 fuzis, 19 indivíduos, 15 fuzis dentro de uma casa. A polícia cercou. A polícia cercou. Cercou a casa. A polícia cercou a casa e os 19 indivíduos se entregaram e foram presos. Certo. Se falar teve aí Tem maconheiro que fala assim: "Ah, mas a mulher tava filmando por isso que esse integ Se a polícia não fosse legalista até a mulher que estava filmando, ela iria ser morta. Você, o polícia é legalista, entendeu? O polícia é legal. Agora, a partir do momento, pera um pouquinho, pera um pouquinho, pessoal, a partir do momento que 4 hor da
manhã dentro de uma mata os policiais dentro. que que o trabalhador está fazendo 4 horas da manhã com roupa camuflada, Armado de fuzil dentro da mata? Então, para mim morreu pouco. Morreu pouco lá. Podia ter morrido muito mais. E que e que a polícia faça a a vaia de vocês para mim é é é música. que a polícia vá lá e mate mais traficante enquanto tiver morrendo traficante. Enquanto tiver morrendo traficante e as e o povo de bem estiver dentro de casa, para mim tá ótimo. Traficante bom é traficante morto, [ __ ] Resistiu, resistiu,
Resistiu é saco. Resistiu é saco. E não morreu. e não morrer o maconheiro lá, porque maconheiro é tudo bunda mole. Maconheiro é bom para fumar maconha. Agora para pegar um fuzil e encarar a polícia, não tem coragem, porque é bunda mole. >> Pronto, caral. [aplausos] Obrigado, [aplausos] >> vocês. Obrigado vocês. Obrigado você. Obrigado vocês. Obrigado. Vocês fazem esse instrutor muito feliz. Quero agradecer a todos que estão aqui, os 26 maconheiros que estão aqui. Eu, ó, não. Quantos? Quantos não vha? Quantos não vuma? Quantos? Quantos? >> Quatro, cinco. Eu quero agradecer os 21 maconheiros e os
cinco que estão aqui, que estão a favor da maconha. >> São simpatizantes. São simpatizantes da maconha. Que não deixam de ser Maconheiro também. Sou tudo maconheiro também. tudo maconheiro. Então eu quero agradecer, ó pessoal, deixa o like, se inscreva no canal, ó, na durante a semana esse episódio vai ao ar. Eu espero que bombe, porque o que tem de maconheiro é uma coisa impressionante, cara. Então, ó, eu ten muitos maconheiros que me segue, falam assim: "Sargento, eu sou maconheiro, mas eu amo o senhor". Então, [música] estamos junto, né? Pode vir que já era.