Professora Bom dia Camila Tudo bem Tudo bem eu já tava aqui chateada falou Pô ninguém vai abrir a câmera ninguém vai conversar comigo é a última aula do ano de vocês eu ainda tenho mais uma porque eu tô fazendo outra pos corajosa você hein é que esse ano tá um finalzinho de fim de ano com o fim do mundo né gente Sim pessoal para essa aula deixa eu me apresentar alguém aqui já me conhece vou me apresentar então eu sou a Professora Doutora Natália minha formação é em educação física depois eu fiz pós educação física
adaptada e parti para um mestrado e doutorado em psicologia Educacional para trabalhar com indicadores principalmente voltado para as pessoas com deficiência então meu trabalho já em organização do Terceiro setor já tem 15 anos tenho 38 anos e para essa aula eu queria falar que eu precisaria que essa aula fosse uma aula bem participativa porque a gente vai trazer alguns casos aqui pra gente discutir mas eu queria ouvir vocês eh da expectativa em relação a ao tema de hoje principalmente das questões de intervenções terapêuticas E aí eu queria que vocês pudessem me contar um pouquinho principalmente
aí do talvez da Da turma quem aqui da aula como que tá sendo pra gente falar um pouquinho sobre os desafios e perspectivas aí alguém quer falar começar posso falar Pode por favor meu nome é Camila eu sou professora de matemática e estou na assão de professora de atendimento educacional especializado tá eu estou né Trabalhando a maioria dos meus alunos atent com aí Então eu tô querendo a min atualizar Nas questões de aprendizagem deles comportamentais né Aham e tá sendo um grande desafio mas eu acho que eu tava precisando desse desafio viu porque eu tô
gostando muito são quantos alunos Camila olha na escola que eu atendo a gente tem eh o total de alunos da Escola São 900 aí eu tenho aí uns 15in alunos que são alías entre níveis de suporte 1 dois e três tá E qual faixa etária Eh vai dos S aos 14 anos tá vamos falar sobre quem mais alguém mais quer falar bom pessoal falando aqui da da da questão da da do do aba né bem que é a a a a pós de vocês ela é um termo adindo do campo científico do berrava que é
do comportamento né então a gente observa analisea explica né Essa associação Entre o ambiente e o comportamento humano né é importante refrisar que dentro do o aba apply behavior analises tem um campo teórico tem um campo experimental e tem um aplicado né então isso tudo se torna esse conjunto aí do aba uma vez que o comportamento ele é analisado Então dentro dos dos nossos alunos dos nossos casos a gente traza aí um plano de ação para implementar para ajudar na transformação daquele comportamento né então por exemplo como A própria Camila falou né ela tem alunos
de vários níveis de suporte eu acredito que o maior a maior dificuldade que a gente tem hoje né é conseguir lar com todos os nossos alunos né com todos os nossos eh com os nossos desafios e principalmente com a faixa etária né então se a gente tem diversos alunos faixa etária diferenciada e níveis de suporte diferenciado a gente precisa entender Que a abordagem ali vai ser diferenciada né ou ela pode ser uma ab agem única mas com análise de comportamento bem específico né ã a Jana é fonoaudióloga trabalha com té a diversos níveis idade de
13 a 12 anos pessoal uma das coisas mais eh talvez curiosas aqui quando a gente fala do aba né Eh que tem profissionais que acreditam tem profissionais que não que não acreditam mas que não utilizam muito esse esse tipo de de de Comportamento e de análise né então Eh o behavorismo comportamento ele se concentra nessa análise objetiva do comportamento observável e mensurável e a pergunta que eu sempre faço é como é que a gente consegue analisar de forma objetiva de forma observável e como que se mensura isso né como que a gente mensura como que
a gente consegue aí fazer um um um Talvez uma annes um relatório para que a gente possa atuar nas necessidades de cada de cada aluno Né então dentro do do do espectro autista a gente tem interesses restritos e tem comportamentos estereotipados né além de tudo a gente tem eh habilidades sociais e de comunicação ou a dificuldade em ter habilidades sociais e de comunicação né então quando a gente tem a alos que tem muita dificuldade de de social de comunicação como que a gente faz uma análise de quais são os interesses deles como são esses comportamentos
Estereotipados porque muitas vezes pessoal a pergunta é como que eu resolv esse problema na verdade é o mais difícil é a gente pensar que a gente tem que resolver o problema e nós enquanto professores a gente existe um um uma um depósito de expectativa sobre nós de que a gente a gente consiga resolver um problema né então muitas vezes eu falo o que que é escola hoje né a escola na minha época eu tenho 38 anos mas na minha época Vamos lá 30 anos atrás né Ela é ela era uma escola que tinha um acolhimento
diferenciado se a gente pensar três décadas atrás porque eu já sou velhinha tô com 38 a gente pensa que ah era muito diferente principalmente porque não se falava de de espectro autista 30 anos atrás como se fala hoje né Principalmente porque a gente não tinha o número de pessoas diagnosticadas como se tem hoje e um dos maiores uma das Maiores dificuldades que os professores encontram e que traz aqui pra gente né ou nós podemos enquanto professores falarmos sobre é o diagnóstico tardio né então ele já passou por um período aí de ensino aprendizagem ele já
passou por outras escolas por comportamentos por professores diferentes né e uma das coisas que eu sempre friso é a parte mais importante não é saber o diagnóstico específico do aluno é Importante a gente saber é importante a gente saber porque a partir do momento que a gente sabe o diagnóstico a gente entende Quais são os comprometimentos que os nossos alunos temm para que a gente possa lidar e trabalhar em cima das dificuldades ponto importante um diagnóstico ele é muito importante quando a gente imagina quais os prejuízos que os nossos alunos TM na vida Diária né
então por exemplo eu tenho TDH eu até brinco que dependendo do momento eu vou falar eu vou me perder e aí vocês me chamam de volta porque eu tenho essa dificuldade né mas quando a gente fala de questões neurodivergentes Ou seja eu sou uma pessoa neurodiversa né ó minha cabeça ela funciona muitas vezes de outra forma quando a gente tá numa sala de aula a gente tem diversos alunos com diversos comportamentos diferentes e aí a gente tem que entender O seguinte cada um tem uma família cada um vende de uma cultura cada um vende um
um tipo de de de associação cada um vem vem com a sua bagagem cultural a sua bagagem familiar né e como que a gente consegue lidar com tantas diferenças né é um grande desafio é um grande desafio né quando a gente pensa eh nos níveis de suporte e a gente coloca todos nossos alunos de níveis de suporte diferenciados da mesma turma a pergunta é nós temos um professor nós temos algum Cuidador nós temos algum profissional de suporte que existe agora uma legislação né e o que eu escuto muito também é que assim ah Professor existe
a legislação mas na escola que eu tô não aplica existe uma diferença muito grande das escolas particulares né e de escolas de rede né como que a gente consegue atu a atuar então querendo ou não a a a questão socioeconômica interfere muito de como a gente vai conseguir atender ou não os Nossos alunos né Então as escolas particulares Talvez tenham aí soluções mais rápidas para que possa atender os nossos alunos então quando a gente pensa nessa intervenção a gente tá pensando numa intervenção sistêmica ou seja envolve todo um sistema quando a gente fala de comportamento
eu não posso falar do comportamento isolado daquele aluno eu tenho que o sistema de onde ele veio como ele está Qual o papel da família Gente qual o papel da família em relação ao nosso aluno junto com a escola se a gente pensar num tripé aí vamos falar aluno professor e a família a gente tem corre risco de ter uma obtenção aí de 50% de sucesso quando a gente coloca escola aluno família e o professor a gente pode ter aí 80% de sucesso só que se eu não tiver uma intervenção sistêmica de todos os envolvidos
não adianta o aluno ter um Nível de suporte na escola diferenciado do nível de suporte que ele tem dentro de casa e a mesma coisa né quando o aluno tá na escola fala nossa mas ele aqui na escola ele é super comportado ele faz isso aquilo a mãe fala bom então a gente não tá falando da mesma criança porque lá em casa é completamente diferente ou crianças né vou vou dar um exemplo que que trouxeram acho que a tem uns dois anos Isso numa das aulas que eu Tava dando sobre aba foi assim PR eu
consegui tirar férias e mandei meu filho lá paraa minha mãe então ele ficou com a avó o mês inteiro eu falei e aí como foi ah ele voltou que eu não sei quem ele é por quê Porque ficou um período com com outro tipo de sistema né Sistema de cuidado sistema de alimentação e aí o aluno voltou o filho né dela ela votou completamente diferenciado porque vó estraga vó é feito para estragar né quando não sei vocês que T filhos aqui Quando deixa vai para pra vó volta daquele jeito mimado que só ou ao contrário
né dependendo da família volta ao contrário mas quando a gente pensa nessa intervenção sistêmica a gente também pode falar da psicanálise e da fenomenologia que vai atuar diretamente no comportamento humano então pela fenomenologia ela acredita né a área da Psicologia da da fenomenologia ela acredita nos fenômenos então é mais ou menos assim eu deixo que A situação aconteço e trago uma reflexão pro meu aluno então por exemplo uma criança tá lá comendo tinta você fala ó não pode comer tinta porque tinta faz mal É um tipo de comportamento da fenomenologia dependendo da da da da
linha de atuação vai vai pegar a tinta vai fechar o pó de tinta vai levar a criança a lavar a mão e vai gritar e falar isso não pode fazer por quê Porque faz mal não existe uma explicação lá toda a psicanalítica Fenomenológico para explicar o Por que não pode então quando a gente pensa nesses tipos de de de intervenção a gente tem a intervenção automaticamente a gente vai ter um resultado sobre ela outro lado é a terapia cognitiva que é um trabalho bem específico da cognição dos nossos alunos que a gente consegue observar e
entender como que ele Qual o nível de cognição que ele tem então se a gente tem um um uma criança dentro do espectro autista com nível de Suporte avançado nível três de suporte a terapia cognitiva Talvez seja mais dificultosa para que o profissional consiga fazer essa análise traçar um plano de ação para que traga resultados aí desejáveis e a última é a terapia comportamental que é o foco da da da aula né como que a gente consegue aí observar dentro da terapia comportamental a intervenção que a gente vai fazer ponto importante não são todas as
Mesmas não a gente não consegue ter o mesmo resultado em todas as atividades tô errada a gente não consegue ter aí a o mesmo resultado que a gente espera em todos os momentos com isso faz com que o o professor muitas vezes se sinta eh frustrado ou fracassado quando na verdade se a gente fala de comportamento e se a gente fala de um comportamento sistêmico né ou quando a gente fala de uma terapia comportamental eu dependo do Resultado do outro quando a gente depende do outro é muito complicado a nossa expectativa E aí trazendo Qual
a intervenção né pessoal que intervenção que a gente vai utilizar né dentro da questão comportamental A fenomenologia ela tem um um modo filosófico de pensamento que vai retomar como eu falei a importância dos fenômenos Então observa ali o profissional Qual é o tipo e ó deixa eu falar só uma coisa para Vocês isso daqui é uma questão da psicologia tá os tipos de análise os tipos de intervenção e de intervenções que a gente tem voltado para o profissional de Psicologia porém a gente explica aqui qual é o quais são os tipos de intervenções que existem
tá então quando a gente fala da fenomenologia eh a gente tá falando dos fenômenos que eles devem ser estudados em si mesmos então tudo que a gente pode saber sobre o mundo sobre nós vai se resumir nesses Fenômenos então esses objetos fenomenais eh que se experimenta em em sua finitude Esse é A fenomenologia quando a gente falar da sistêmica ela vai se debruçar toda a compreensão do indivíduo e dos seus problemas dentro do seu contexto relacional por isso que é muito importante a gente saber por exemplo uma criança um aluno dentro do espectro autista Qual
a linha de intervenção que ele tá tendo né porque isso vai ajudar a gente entender o contexto que ele tá e Se a nossa intervenção vai ser coerente ou se fizer se vai fazer sentido com que ele já tem então a sistêmica é uma intervenção que vai iniciar com uma família em sofrimento vai procurar ajuda para entender e enfrentar a situação que vai poder eh analisar e conversar com todas as pessoas envolvidas né então a gente não tá falando só eh especificamente do nosso aluno que tem que está dentro do espectro autista a gente tá
falando de uma família de um Sistema todo e algumas escolas trabalham muito na na intervenção sistêmica né que vai procurar entender aí todo contexto que vem o nosso aluno terapia comportamental ela vai tratar todo o conteúdo comportamental com os pensamentos e sentimentos ponto importante Será que a gente tá preocupado em entender Quais são os pensamentos e sentimentos que os nossos alunos têm principalmente aí quando a gente fala dentro do espectro Autista existe uma uma hoje talvez um Rigor tão tão alto em relação aos nossos alunos que a gente só quer que eles melhorem mas melhorem
quê melhorar o comportamento eh reduzir a estereotipia né reduzir a quantidade de surtos que que a gente quer com isso Mas dependendo que a gente quer a pergunta é será que a gente tá ouvindo o indivíduo Será que a gente tá de fato prestando atenção em todos os eventos que acontecem né então eu gosto sempre de Dar esse exemplo né no período pandêmico né na pandemia se a gente pensar eh quanto tempo que essas pessoas que nós ficamos reclusos dentro de casa o nosso comportamento mudou e quando o nosso comportamento muda e e a gente
tá dentro de um sistema familiar ele muda também observou-se em alguns estudos já publicados aí recentes eh a quantidade de de de violência doméstica que as pessoas com deficiência sofreram isso é um dado já é um dado Aberto é um dado Nacional eh tá dentro do Ministério da Cidadania em São Paulo também teve um recorte dentro da da Secretaria Municipal da pessoa com deficiência que é smped eh a delegacia da pessoa com deficiência teve atendimentos e casos muito grandes em relação a isso eu não sei se é do conhecimento de vocês mas existe uma delegacia
da pessoa com deficiência né Ela é específica para atender casos de pessoas com deficiência tanto que sofre Algum tipo de violência quanto que eh eh são elas as os atores são eles os atores da da violência né então percebeu-se nesses estudos aí Pois é k existe a delegacia da pessoa com deficiência em São Paulo primeira delegacia que tem e ela também é vinculada ao Ministério Público de São Paulo então Eh muitos estudos e e não só estudo né pesso o levantamento dados notícias tudo apresento quanto pessoas com deficiência eh sofreram algum tipo De violência doméstica
eu não preciso nem falar do nível de feminicídio que aconteceu nesse período né E que acontece ainda hoje muito é um Infelizmente o Brasil é um país assim disparado em número de feminicídio no mundo né é um país também disparado em em em violência homicídio de da comunidade lgbtq e a PN mais é um país extremamente racista que mata maior número de pessoas assassinadas no Brasil são pretos ou Pardos né E se a gente for parar para pensar e analisar são de comunidades também eh de poder aquisitivo baixo então quer dizer existe um genocídio em
massa aí de algumas comunidades e as pessoas com deficiência elas não estão longe disso infelizmente tá então pessoas com deficiência também TM sofrido muita muito tipo de violência doméstica então quando a gente pensa assim Estamos dando aulo paraos nossos alunos eles tinham um comportamento Antes da pandemia depois da pandemia eles são outros todos nós nos tornamos outros depois da pandemia a reclusão nos fez eh tomar Novos Rumos e novos comportamentos isso falando de nós que somos pessoas em tese neurotípicas né ou neurodiversa nossa cabeça funciona de uma forma neurodiversa aí a pergunta é que que
a gente paz pós-pandemia né O que que tem sido feito no processo pós-pandemia porque se a gente for parar para pensar É como se a pandemia não tivesse acabado porque o mundo não voltou na mesma no mesmo eh padrão que era antes né Tem empresas que elas não voltaram ainda totalmente pro presencial mesmo porque elas Descobriram que elas conseguem economizar aí em questões de de de eh energia água né então deixa lá e também isso fez com que as pessoas pudessem ter uma liberdade maior aí de desenvolvimento e Criatividade E aí quando a gente pensa
legal a minha escola voltou tá tudo bem eu vou ter atender todos os meus alunos né e os alunos foram diagnosticados no processo pandêmico porque hoje também né Eh semana passada tava conversando com uma colega falou Pô Nat mas todo mundo fala hoje tudo é é o é TDH é louco porque tem essa essas terminologias também capacitistas né é louco é maluco é é isso e Aquilo né a gente tá com uma dificuldade no Brasil para conseguir fazer diagnóstico precoce quando a gente fala diagnóstico precoce significa que a gente observou ali eh O que aconteceu
qual o nível qual incidência o quanto isso tá trazendo de prejuízo né para que a gente possa falar olha tem tem aí alguns pontos que precisam de encaminhamento neuropsicológico legal quando acontece isso para nesse sistema E aí a gente não Consegue ter eh eh o diagnóstico precoce né todo diagnóstico precoce é provado e comprovado cientificamente que o nível de sucesso para não desenvolver não piorar ou até por exemplo em caso de câncer a cura a incidência ser maior é importante só que hoje os nossos alunos vem muitas vezes sem diagnóstico né quantos alunos a gente
tem que falar e esse daqui não tá esse aqui tá fora da caixinha esse tá aqui tá porque a gente Pensa nisso né pessoal Principalmente quando a gente fala do espectro autista né Ah eu tenho um aluno que tem estereotipia alguns de vocês aqui tem estereotipia ou Mania dependendo de como a gente fica nervoso O que que a gente faz isso é recorrente aí isso é um tipo de é uma pergunta se tem um depois é recorrente dois Qual o prejuízo que isso me traz três e aí a gente começa a fazer uma soma né
Ed Ed Não tá concordando a gente vai fazendo uma soma de todas as questões e fala legal agora eu preciso correr atrás os nossos alunos Com certeza a gente tem muito mais aluno com espectro autista ou com outro tipo de Sid que ainda não foi diagnosticado eu falo PR vocês todos nós temos Cid a Edna usa óculos Eu uso óculos a gente tem um Cid eu tenho outro de TDH até o final da vida a gente vai ganhar mais alguns né quando eu falo Que a gente vai ganhar mais alguns pessoal e a gente agora
traz pra realidade do nossos alunos com espectro autista a questão é assim ele já tem como é que eu atuo dentro da sala de aula ou dentro da minha escola ou dentro das intervenções terapêuticas que eu vou ter para que isso não se perca no caminho que ele tem o menor prejuízo possível porque a verdade é prejuízo todos temos todos eles vão ter também a Questão é o Como que eu consigo diminuir né E aí por isso que a gente fala da terapia cognitiva que ela é focalizada na psicoterapia que o terapeuta e o cliente
né então não fala mais paciente e cliente eles vão trabalhar junto como uma equipe para identificar e resolver Quais são os problemas e as diades que os alunos têm ou que aquele indivíduo tem então eles ajudam a Superar as dificuldades eles vão trabalhando com Seus pensamentos eles vão ajustando no ajuste eles vão ajustando os comportamentos e reações emocionais todo mundo aqui Faz terapia tá todo mundo com a terapia em dia esse é um outro ponto muito importante né eu vou fazer uma pergunta respondam se quiser quem cuida de vocês porque a gente cuida de um
monte né E quem cuida de vocês então é é outra é outra reclamação também que a gente tem né de de eu cuido Mas eu não tenho quem cuida de mim eu cuido mas ninguém me olha Ninguém cuida de mim a gente precisa ter eh esse esse pensamento também porque os professores chegam a gente tá no esgotamento né pessoal o planeta tá num num num nível de de esgotamento né E nós professores temos o quê que tipo de suporte né E aí a gente tem a terapia comportamental que vai tratar todo o conteúdo todas as
questões do comportamento vai observar também o ambiente as questões que Antecedem para explicar o porque que a gente fez sentiu aquilo né Eh ela vai analisar o comportamento para trazer algumas justificativas e a psicanálise é um campo Clínico de que investiga a teoria da psiquia humana né independente da da da Psicologia como origem da Medicina ele foi desenvolvido por Freud lá e a gente costuma falar né ah at só Freud explica Tem coisa que eu acho Nem Freud explica paraa gente Né E aí quais são os objetivos da nossa intervenção né os objetivos da nossa
intervenção é que a gente consiga estimular o Desenvolvimento Social e comunicativo do nosso AL aluno né por isso que a gente não pode só pensar que a gente lida com um ser humano só né a gente trata a gente lida com o ser humano todos são eh eh indivíduos únicos a gente o que a gente faz com a gente não costuma fazer com outro na questão de intervenção né Mas o objetivo é a gente estimular o desenvolvimento dele depois orienta-se a família né é uma área da da Psicologia que orienta a família e aí é
muito importante que os os educ estejam muito alinhados com a coordenação com a diretoria com a família né Eh eu sei que muitas vezes a coordenação tem um ponto de vista nós professores temos outros mas a a questão ali é a gente se equalizar se harmonizar para que a gente possa oferecer melhor suporte e Orientação à família depois o objetivo é reduzir alguns comportamentos que vão interferir no aprendizado e no processo oportunidade de experiência de cotidiano né Eh eu tenho uma uma uma colega que ela tem uma filha com síndrome dinal e que também tá
dentro espectro autista outro dia ela falou eu vou enlouquecer eu não tô aguentando mais eu falei por ela falou porque o comportamento tá pior tá interferindo em Tudo tá interferindo no aprendizado escolar tá interferindo no no na no comportamento dos Meus outros filhos tá interferindo no comportamento com a escola todo dia recebo ligação é mais ou menos assim eu falei que que você quer fazer ela falou vou tirar ela da escola eu falei faz isso para você ver o que que você vai ter de prejuízo aí não só dela seu mas como de todo o
sistema Então a partir do momento que a gente vê observa a quantidade de comportamentos Que estão interferindo no nosso aprendizado é hora da gente chegar e parar vamos lá vamos de novo Vamos tentar entender o que tá acontecendo e é verdade pessoal aqui eu não tenho uma receita pronta e ninguém e nunca vou ter aliás quem tiver uma receita passa aqui pra gente ir testando né E mesmo que eu tenha mesmas receitas os ingredientes eles podem ser diferentes e a questão é todos os dias na escola não existe Dias iguais não existe aulas iguais não
Existe intervenções iguais a gente pode pensar na mesma linha mas igual nunca vai ser e outra coisa o que a gente atua com um aluno muitas vezes não vai servir pro outro né outra outro outro outra outro ponto importante da intervenção aprimorar o aprendizado a capac capacidade de tomada de decisão então por exemplo quando você não sei aqui se alguém tem filhinho pequeno mas aí Pergunta assim ai qual o Nome dele aí a gente responde Ah ele gosta de chocolate a mãe se a mãe quer que dê chocolate ela fala gosta se a mãe não
quer que de chocola não ele não gosta por que que eu tô falando isso porque muitas vezes o os pais e até às vezes os professores noss professores nós respondemos no lugar da nossa criança do nosso aluno do nosso filho do nosso indivíduo e aí a gente tira a capacidade de tomada de decisão Dele é diferente a gente falar assim olha Eh ele gosta mas você pode perguntar para ele se ele gosta ele gostar é uma coisa a gente poder oferecer um chocolate para ele é outro a questão é a gente não pode isentar a
capacidade tomada de decisão dele muito pelo contrário a gente deve estimular a tomada de decisão o mais importante quando a gente fala da questão de análise comportamental é deixe ele responder ele é um ser Humano ele é um indivído tá E ele tem toda a a a a a o direito de responder ele tem o direito de participar tá E aí a gente tem aí profissionais né que ajudam na na na na no processo de intervenção né temos os ponos psicólogos neuropsicólogos fisioterapeutas psicopedagogos acompanhante terapêutico próprio terapeuta ocupacional ou Especialista na área de computação na
verdade não é de computação aqui tá qualquer profissional que de fato agregue para atingir os objetivos pré-estabelecidos Esses são os profissionais que podem participar da intervenção né E o mais importante a intervenção ela nunca acontece sozinha né a intervenção ela deve ser realizada com conjunto de profissionais ou de pessoas né então por exemplo Imaginem numa numa reunião de Pais né numa reunião vai a mãe aí na outra reunião vai o pai aí a professora pergunta pro pai na reunião seguinte que foi a mãe como é que tá em casa F tá tudo ótimo tá maravilhoso
F Ah mas é que né sua esposa falou na aula na reunião anterior que tava tudo muito difícil por que que eu falo isso tô dando um exemplo falando de um casal típico né se eu não tenho a participação de todos os familiares dentro da intervenção ela não é factível de Sucesso eu posso ter aí prejuízo porque não é que os pais não falam a mesma língua muitas vezes não falam o mesmo às vezes as pessoas de dentro de casa não se comunicam muito bem e aí a gente joga a responsabilidade para uma única pessoa
e aí depois a gente fala assim Ah então vou fazer o seguinte vou mandar pra escola mandar pra escola que a escola ajuda a resolver e a escola não é um depósito de alunos Ou não deveria ser né a gente a gente não mas existem pessoas que acha que a escola é o melhor lugar e de fato ela é o melhor lugar a questão é qual o objetivo da escola né ou quando vira e falar não ah eu não preciso na minha escola eu não preciso fazer avaliação porque ele não vai ele não vai melhorar
mesmo ele não não vai sair disso E aí tem profissionais que simplesmente não querem e não fazem avaliação né e eu não tô falando só avaliação cognitiva Comportamental to falando avaliação de aprendizado prova se a gente for pensar parar para pensar será que a gente tá fazendo adaptação curricular Será que a gente tá fazendo o plano de de de desenvolvimento individualizado em quantoas escolas isso tá acontecendo pessoal e outra é feito PDI legal ele tá sendo monitorado Se sim por quem como porque acontece isso também né o pde ele é extremamente importante e todos os
Professores Todos nós somos professores ou que trab trabalhamos dentro da escola somos profissionais que vamos que devemos agregar na formulação do PDI não é um professor uma pessoa que desenvolve o PDI E aí quando a gente pensa em desafios a gente pensa o seguinte que é necessário estabelecer prioridade intervenção desde que eu considere as principais necessidades de cada etapa de desenvolvimento do meu aluno ou seja do indivíduo eu não posso exigir o meu Aluno do meu aluno 4 anos que foi diagnóstico iado com tea nível de suporte dois que ele já entre no processo de
de alfabetização e letramento por quê Porque o processo de desenvolvimento dele é diferente e ele tem necessidades específicas em cada etapa correto seria a gente não pular a etapa não ultrapassar a etapa primeiro a gente engatinha para depois a gente andar para depois correr não posso exigir que a gente corra sem ter passado Pelo processo de engatinhar e de andar depois identificar quais são os objetos que o indivíduo tem preferência então por exemplo tem criança que tem medo de palhaço eu vou levar numa festinha de fim de ano 30 palhaços paraa escola tem gente que
leva né não é o correto Mas a partir do momento que eu identifico Quais são os objetos de preferência eu atuo na preferência dele né Depois ensino de novas habilidades Então se o aluno já tá com habilidades já Porque capacidade a gente nasce com habilidade a gente desenvolve então ele tá lá desenvolvendo algumas habilidades vamos pensar em novas habilidades que o objetivo é que a gente traga o nosso aluno para que ele se desenvolva e a gente foque nas capacidades que ele tem e depois o reforço Positivo né que é uma das coisas que que
que fortemente a o aba traz aqui né é o reforço positivo por quê porque cada vez que eu tiver ver O reforço positivo frente a uma uma boa ação uma boa um bom comportamento eu aumento a probabilidade de que esse comportamento prevaleça E aí de forma positiva e aí eu recompenso que é um estímulo tá tem pessoas que são a favor tem pessoas que são contra eh eu sei que vocês não perguntaram mas eu diria que assim o mais importante é a gente saber o que que se adequa em cada com cada Aluno com alguns
alunos o reforço positivo vai bem com outros não vai bem tá então Grande Desafio aí é a gente saber se a gente tá atuando de forma correta com o nosso aluno tá é importante a gente fazer avaliação né avaliação ela e até uma anamnese ela é importante no processo que a gente consiga entender Quais são as relações familiares que eles têm então quando a gente vai em qualquer lugar qualquer intervenção o que que Perguntam pra gente Quem Somos Nós do que que a gente gosta com quem que a gente mora não é por quê Porque
depois que a gente faz uma avaliação a gente consegue determinar e fazer pacto ou seja pactuar qu as habilidades que o nosso indivíduo tem e aquelas que eles necessitam adquirir então por exemplo tem alunos com com espectro autista que eles só se alimentam na escola eles não se aliment em casa e tem ao contrário tem alunos que eles só conseguem Utilizar o banheiro em casa não consegue na escola e aí então A ideia é depois que a gente faz uma avaliação a gente faz os pactos com todas as pessoas envolvidas para que a gente possa
ajudar nas necessidades que eles precisam Ah é fácil PR não não é não é mesmo é Um Desafio muito grande a Camila falou que tava precisando desse desafio né Parabéns Camila por você precisar desse desafio tem Enquanto algumas pessoas querem fugir do desafio outras querem Agregar os desafios né E aí pessoal a partir do que eu tenho essa observação direta e detalhada para identificar essas habilidades eu penso nas questões do que que eu quero reduzir não só problemas porque acho que problema é outra coisa aqui eu trocaria a palavra problema por dificuldade problema é um
boleto que eu não paguei problema é um vazamento que eu tenho né O problema é o seguro que não tá isso é um problema nesse caso a gente tá Falando aqui de dificuldades né do que que eu preciso reduzir aqui e aí é muito importante da questão do aba né que ela é muito utilizada em pessoas com espectro autista ela não é utilizada só para espectro autista tá pessoal ela é uma intervenção aí de de de de comportamento que pode ser utilizado em diversos eh indivíduos que tenham dificuldade com comunicação que tem uma dificuldade de
de de desenvolvimento de novas habilidades ou De reforço de capacidades tá eh ela é uma linha de possível intervenção ela não é a intervenção específica é uma linha de possível intervenção ela não é um conjunto de programas que são formatados e prontos que aí a gente explica em todas as pessoas da mesma forma muito pelo contrário cada etapa E cada intervenção ela é delineada para cada pessoa de forma individual porque eu penso na necessidade mais o interesse E aí eu trago um plano De intervenção ela só é um método um modo que a gente consegue
aí e de forma individual traçar para que a gente consiga atingir o nosso objetivo tá porque algumas pessoas TM a visão de que é algo Prontinho um pacotinho pronto que eu abro lá e falo vamos lá banheiro aqui tem o desenho aqui tal não é isso já foi antigamente né algumas Décadas atrás a a questão do aba já foi pensado como um pacotinho de intervenções que eu abro lá uma caixinha de surpresas e resolvo os Meus meus problemas e as minhas dificuldades mas não é tá então quando a gente pensa que o aba tem aí
os métodos de procedimento eu penso que um programa ele é elaborado para que uma pessoa tende a ter um currículo de ensino muito diferente da outra e aqui a gente pode de pensar como que a gente atua no sentido de montar o nosso PDI tá o que a gente faz para um aluno ele pode ser completamente diferente pro outro mas existe aí pessoal uma linha muito tênue Que se eu tenho sucesso e ele é alguma intervenção que é eu tenho sucesso sobre ela é muito importante que seja registrado E aí eu pergunto para vocês vocês
costumam registrar as coisas que deram certo ou vocês costumam registrar tudo que deu errado é muito importante a gente registrar o que foi o que deu certo como também é importante a gente registrar o que deu errado mas quando eu tenho uma elaboração aí de um currículo De ensino diferente eu penso o que que deu certo eu posso dentro do meu programa ter isso como base para programa de outro aluno por quê Porque o currículo ele é muito amplo ele é intenso ele envolve família no programa existe uma grande contribuição para um bom prognóstico Então
eu tenho que ouvir o meu aluno eu tenho que tentar tirar o maior número de informações que eu conseguir é um Processo longo não é eu vou fazer ah vou fazer um dia vamos lá vamos ouvir para criar um o programa aba e elaborar aí eh melhorias contínuas para ele não não é não é feito em um dia não é feito em uma hora existem pessoas que a gente precisa encontrar dentro desse processo então por exemplo o aluno morora com com os pais aí ele vai pra escola depois da escola ele passa a tarde na
Casa dos Avós ele só vai pra casa dos pais para dormir eu vou chamar só os pais para Fazer o programa não tenho que chamar os avós eu tenho que chamar as pessoas com que ele convive né E nesse processo pessoal tem uma coisa que eu tenho ouvido muito falar que é assim o quanto que estamos excluindo estamos como um todo tá excluindo eh a escuta dos nossos alunos com deficiência não só dos nossos alunos com dentro do espectro autist Mas de todos os alunos a gente não costuma ouvi-los Isso é um problema porque às
vezes a expectativa e a necessidade dele É uma é diferente da dos pais eu acho que todos nós pretendemos eh auxiliar os nossos alunos e as famílias num bom desenvolvimento né então uma avaliação detalhada das habilidades de cada pessoa ela ajuda a terminar determinar Quais são as metas iniciais da intervenção Lembrando que a gente precisa pensar nesse processo tudo aquilo que traz muito prejuízo tudo aquilo que que que que vai me me me trazer eh prejuízo que Vai me apresentar Quais são os prejuízos de vida ou os prejuízos de atividades de vida diária né mas
é importante a gente falar que alguns processos eles podem acontecer só com a família tá porque às vezes a a própria família não fala a mesma entre aspas né a mesma língua né não só dos alunos como da escola então dentro do processo a gente seleciona as metas significativas para que a gente possa melhorar a qualidade de vida dos nossos alunos e também da Família né porque a gente não pode pensar só no indivíduo a gente tem que pensar na família e é nesse processo que eu falo do sistema as intervenções elas podem ter aí
um período integral de 20 a 30 horas claro que passadas né não é um algo que é feito no mesmo momento a aba ela não é aversiva Ou seja ela rejeita qualquer tipo de punição mas ela foca no reforço Positivo tá Então não é o caminho dentro do do do do do do da do processo aba aqui eh punir né É claro que conversar com o nosso indivíduo conversar com levá-los à reflexão do que ele fez O que que ele deixou de fazer se é correto ou não e trazer a forço positiva é o mais
importante antes da punição existe as intervenções em casa ou seja o trabalho de variáveis do dia a dia então ele é um processo que ele começa na dentro do processo terapêutico Ele pode passar pela escola também e aí a gente tem as intervenções são feitas em casa então é um é um trabalho e um conjunto um sistema aí que envolve diversas pessoas tá eu não faço simplesmente a minha a parte e e e devolvo para que o outro dê continuidade no dele não muito pelo contrário é um processo aí que requer um número de quanto
maior número de pessoas que tenham relação com o indivíduo maior a minha chance de Sucesso e aí a gente passa paraa parte da elaboração né então quando eu tenho lá todo o meu diagnóstico ou prognóstico quando eu tenho toda maior conjunto de informações aí eu penso em realizar um programa que aí ele é um programa completamente diferente para o outro de um para o outro aí a partir do momento que eu tenho dentro do meu processo de elaboração o envolvimento na família aí eu vou traçar Quais são as prováveis Formas de desenvolvimento futuro do nosso
indivíduo e também o que que se espera de resultado daquele processo né ah eu espero que meu filho meu aluno meu indivíduo ele passa a falar inglês da noite pro dia ou em se meses não é assim a gente tem que pensar em resultados e processos sejam factíveis e tangíveis sen não eh vai ser muito difícil a gente conseguir para sair um desenvolvimento futuro e o resultado de processo quanto melhor avaliação quanto Maior detalhada a avaliação das habilidades para determinaras metas melhor vai ser o meu resultado tá ele tende a ser um resultado AD mais
eh assertivo eu tenho aqui algumas áreas de desenvolvimento que a gente pode falar como que a gente faria eh esse processo então eu quero desenvolver aqui a comunicação as habilidades sociais o autocuidado o brincar o desenvolvimento motor o desenvolvimento acadêmico pessoal quando Eu falo desenvolvimento acadêmico eu tô falando aqui de alfabetização no sentido de desenvolvimento Acadêmico quer da escola tá Eu não coloco desenvolvimento escolar porque desenvolvimento escolar desenvolve é um é um grande pacote então quando eu penso o que que eu quero fazer para desenvolver a comunicação Vou traçar ali um plano de ação para
para desenvolver a comunicação ou as habilidades sociais com isso eu Percebo o que que o meu aluno tem dificuldade o que que eu preciso traçar ali para que ele desenvolva as habilidades idades sociais próprio autocuidado né trazer com que a o meu indivíduo e até a própria família entenda importância disso Isso pessoal falando de autocuidado não é uma questão só do aba não é uma questão de vida humana depois áreas do desenvolvimento que eu posso ter é o brincar eu outro Dia dentro de uma aula que eu tava dando de educação física eu perguntei PR
os meus alunos quem brincava ali sabe quantos uma turma de 70 nem 10% brincava e vocês brincam é importante o brincar é um é uma parte de desenvolvimento humano a gente não pode deixar de brincar porque a gente virou adulto a gente pode brincar com responsabilidade mas é muito importante brincar em qualquer processo Da vida humana Claro que tem gente que extrapola um pouco né Outra área de desenvolvimento é o desenvolvimento motor né mesmo porque muitas pessoas com dentro do espectro autista Elas têm estereotipia né então elas têm o flep normalmente crianças quando começam a
andar elas andam muito nas pontas dos pés então quando elas andam nas pontas dos pés só não traçar um plano de desenvolvimento motor ele Vai para sempre andar com as pontas dos pés né pessoas com espectro altista pode ver o ombrinho o ombro ele é mais fechado a criança olha mais para baixo ela tem eh olhares isolados né então é importante a gente imaginar que tem que traçar um plano de desenvolvimento motor para ele e o desenvolvimento acadêmico no sentido de aprendizagem né Não só eh de todas as questões de desenvolvimento escolar mas acadêmico né
E pensar que pequenos Passos que sejam aplicáveis e manejáveis para o indivíduo vai apresentar através de uma estruturação então a gente pensa do simples para complexa então por exemplo aqui eu coloquei um desenhinho do avião né Eu tenho um avião de verdade e um avião de papel né então por exemplo eles são completamente pontuais eles são lógicos eles são objetivos então por exemplo se você falar assim dentro do um ambiente falar Nossa se eu não conseguir aplicar prova nesse dia vai chover canivete que que você acha que que que passa na cabeça do nosso aluno
ou da pessoa com dentro do espectro autio quando você fala que vai chover canivete ele fica em Pânico que para ele vai chover canivete então eles são muito lógicos são concretos para eles não existe o abstrato então quando a gente fala com e a gente lida com as as pessoas com Espectro autista a gente tá dizendo que é assim cuidado com o que a gente fala sabe assim ó vai sabe essas brincadeiras de vai dormir antes que o bicho papão venha te pegar aqui eu acho que isso para nenhum indivíduo é um algo bom é
uma ameaça que pode gerar diversos traumas na vida da criança e se a gente pensa dentro de um contexto de uma criança com espectro autista isso é muito pior aí depois pergunta por que que ele Tem 14 15 anos tá dormindo ainda no quarto dos Pais por quê Porque que alguém um dia falou que tem um bicho papão lá e aí obviamente se tem um bicho papão lá que que acontece não vou dormir lá para que que eu vou dormir lá se tem um bicho papão então quer dizer a gente tem que tomar cuidado com
o que fala tá uso de registros pessoal ISO de registros é muito importante né então eu preciso registrar tudo que eu faço vocês Costumam registrar tudo que vocês fazem você tem uma listinha aqui em casa a gente tá trabalhando agora com postit primeiro que eu tenho um problema de memória muito grande né Eu não sei vocês mas depois por exemplo da pand a minha memória sempre foi ruim depois da pandemia eu fiquei mais preocupada ainda então eh O importante registrar algumas coisas porque isso ajuda um numeroso de reforço positivo para que o ambiente de Aprendizagem
se torne motivador e e afetivo não só afetivo mas como efetivo Então se a gente conseguir registrar tudo que a gente faz todos os programas todos os métodos isso vai ajudar muito na evolução a Kelly tá falando que a memória dela também ficou pior do que já era ô Kelly eu vou falar uma coisa para você viu eu não sei você mas eu a As pessoas olham para mim e falam assim meu é sério é sério que você não lembra falei Não é Sério E aí tem Algumas coisas assim ah no começo da semana a
gente fala viu Tem não esquece que sábado tem o aniversário de fulano tá bom beleza chega na sexta ó viu lembro que amanhã tem aniversário aniversário de quem quando onde Por quê é igual com você né k agora eu faço assim a gente coloca o postia na geladeira então por exemplo banho dos achou Marcar médico coisas básicas né brincadeiras a parte pessoal o registro diário dos Programas ele é muito importante então a gente deve registrar todos os programas as intervenções Qual método que a gente utilizou quais os procedimentos que a gente utilizou e outra como
que a gente analisou os dados da evolução do indivíduo parece complexo essa parte registro Diário de intervenção mas ela não é mais ou menos assim olha hoje eu fiz isso e esse foi o resultado como que pessoal às vezes em uma palavra uma palavrinha tipo sucesso fracasso deu bom Deu ruim formas que a gente pode expressar a o o o qual foi o método qual procedimento utilizado quando a gente for analisar o todo a gente consegue falar hum legal esse dia ele tava eu tenho profissionais que fazem um um diário de bordo vocês já ouviram
falar um diário de B você escolhe lá coloca todo o nome dos dos alunos e aí coloca lá segunda terça quarta quinta sexta legal em uma palavra como que tava a emoção dele tava furioso tava p da vida Tava tranquilo Tava calmo tava agitado tava is no final da semana o professor registra lá olha dos cinco dias da semana o maior número de dias foram dias bons legal nos dias ruins não foram então precisa entender e aí é o registro de tudo né para analisar e entender o que que aconteceu naquele processo naquele ambiente que
naqueles dois dias o meu aluno não tava legal E aí quando a gente consegue analisar e observar todo o ambiente tudo Que aconteceu a gente consue falar Ah então já entendi então na terça e na quinta ele tava ruim por quê Porque foi o pai que levou pra escola não foi a mãe porque os pais eram divorciados eu tô dando um exemplo bobo aqui mas é só para entender o quanto que o registro diário ele é importante no processo de intervenção então depois de uma semana a gente chega e devolve isso para os pais para
para os familiares para todas as pessoas envolvidas Olha esses dois dias O indivíduo não tava legal e a gente percebeu que é porque a gente tem aluno que eh eh Naquele dia não não vem com a mãe bem com o pai outra coisa registro de o foco no envolvimento de habilidades né que leve o maior grau de independência possível é importante a gente imaginar aí dentro desse processo O que que a gente quer de resultado a curto a médio e a longo prazo tá por eu preciso traçar estratégias que sejam para curto para médio e
para longo prazo Eu sei que muitas vezes a gente pode ter aquela aquela vontade de que o resultado seja a curto prazo mas Nem tudo é possível tá E tá tudo bem não conseguimos em curto prazo e aí duas palavrinhas importantes né autonomia e Independência não é autonomia versus Independência Tá mas existe aí uma uma dificuldade muitas vezes de compreensão né da da da própria etimologia da palavra né então o que que é autonomia e o que que é Independência Tá que que é autonomia pessoal que que é autonomia autonomia é a capacidade que a
gente tem de gerenciar de tomar decisão de planejar os objetivos ela tem relação Direta com a pedão mental da pessoa isso é a autonomia e o que que é a independência a independência é a capacidade de fazer as atividades do dia a dia sem precisar de ajuda de terceiros ou seja eu sou Independente é diferente de autonomia tá então enquanto a autonomia ela vai envolver a capacidade de se autogovernar a independência ela envolve a capacidade de de realizar atividade Por que que as duas devem andar sempre em paralelo em consonância porque uma vai ser o
quanto eu consigo me governar e a outra é do que eu consigo me governar o que que eu consigo realizar de capacidade de atividade né então falar assim não você tem autonomia Tenho tenho sim eu consigo planejar eu consigo detalhar eu consigo desenvolver todo o meu processo legal e você tem Independência Ah não Independência não tem E aí pessal quando a gente fala de uma pessoa dentro do espectro autista muitas vezes a gente auxilia no desenvolvimento da Autonomia mas a gente trava no processo de independência por quê Porque existe um receio um medo de ter
a de que o nosso indivíduo tenha Independência se a gente for parar para Pensar será que nós somos pessoas independentes e autônomas né então enquanto um vai envolver a capacidade de governança o outro vai envolver a capacidade de realizar atividade tá dentro da da intervenção aba ela é uma tecnologia já bem desenvolvida e conceituada para que a gente consiga maximizar o nosso aprendizado então a gente pode dizer que o AB ele é um guia pode ser um guia para o profissional de Ensino então sempre em uma relação de um por um ou seja ela é
individual o objetivo é que a gente consiga garantir um aprendizado eficiente sólido e duradouro pessoal eficiência idez e duradouro são Três Palavrinhas aí importantes interessantes quando a gente fala no processo de ensino aprendizagem tá porque eu preciso saber identificar o que que é eficiente o que que é sólido o que que é duradouro Lembrando que muitas vezes a gente Precisa corrigir rotas a gente traçou ali um objetivo a gente traçou ali e um plano mas ele não deu certo então a gente pode trocar e é como uma receita mesmo né ah coloquei muito açúcar então
na próxima vou tirar um pouquinho açúcar colocar um pouquinho mais de sal Vamos pensar que este procedimento esse processo é uma mesa de som então eu vou Subindo ou descendo as questões ali para equalizar e ter uma régua muito clara do que que eu consigo de garantia de Aprendizado e do que que eu não consigo Olha isso aqui foi eficiente isso não é olha isso daqui é muito bom então esse é um pilar que eu preciso ter e mais do que isso p a comunicação que a gente tem com o nosso aluno com o nosso
familiar com todo Tá bom então isso é um processo muito importante não se esqueçam disso tá a partir do momento que eu tenho a minha intervenção eu não posso fazer ela de forma aleatória né ela não é em qualquer lugar que eu vou fazer existe Um ambiente específico né Para que eu consiga entender e observar Quais são as oportunidades Quais são as fraquezas Quais são as potencialidades que eu tenho para atender o meu aluno ou meu indivíduo ou meu paciente barra cliente e aí com isso a gente pratica as habilidades que eles aprenderam né dentro
de um contexto e que isso seja um contexto pessoal acolhedor e afetivo baseado sempre na na aprendizagem por reforço positivo então Ah você hoje você se comportou na escola legal parabéns reforço positivo nunca punição e o mais interessante é que algumas clínicas de de de de atendimento do método abo ou até dentro da escola a gente pode criar um ambiente que eu consiga trabalhar ali né aí a pergunta é será que todas as salas todas as escolas têm sala de recurso multiuso a escola de vocês tem sala de recurso algém alguém arriscaria dizer você tem
sala mti uso se ela é Boa darlin na sua escola tem Então pessoal a sala de obrigada por responder a sala de de recurso né a sala a Carol tá dizendo que a escola que ela leciona não tem Pois é pessoal não necessariamente a gente precisa ter a sala a sala de recurso multiuso seria darlin tá falando que os professores eh não usam e a Camila tá dizendo que na escola dela o atendimento É colaborativo é mais ou menos isso meninas eh não Necessariamente eu preciso ter uma sala de recurso mas se eu tiver um
ambiente Porque dependendo do do do da escola que a gente tá falando do como a gente atua é é muito diferente né então eu tenho aí escolas que TM diversas eh diversos recursos mas eles não são utilizados por quê Porque os profissionais ou não querem ou não têm eh eh eh um plano para atuar dentro desses ambientes Mas dependendo da da escola que a gente tá pessoal a gente pode desenvolver aí uma Sala e um ambiente que de fato a gente consiga desenvolver e acolher os nossos alunos e que seja um ambiente acolhedor e afetivo
né porque a gente precisa neste processo trabalhar com a forma de atender e praticar as habilidades que a gente teve dos nossos alunos para que a gente não perca então ah Natália na minha escola não tem não tem problema vamos criar uma sala vamos criar um ambiente às vezes pode até ser pessoal um cantinho dentro Da da da sala dos professores né Carol tá dizendo mas que disponibiliza material para criarmos em sala é mais ou menos isso né talvez eu não tenho ambiente Talvez ele não seja acessível Mas eu posso aí em algum momento ajudar
né com material e eu vejo muitos professores gente de de do ensino público eh recolhendo não sei se você tiveram aula já com a professora Gabriela Gimenes Mas ela é uma que e eu admiro Muito ela recolhe coisas na casa dela nos vizinhos na com para levar pra escola isso é muito legal né por quê Porque ela tá criando ali oportunidades ambientes e também trazendo eh eh trazendo oportunidade né de uma economia circular aí né darlin tá falando que os professores colocam os alunos neurotípicos para fora da sala para não atrapalhar é triste isso tá
é bem triste e só para falar ho a gente fala não fala mais neurotípico Ou neurotípico tá é neurodiverso neurodivergente seria o o correto neurodiverso neurodivergente tá é muito triste quando a gente pensa pessoal que os nossos alunos eles estão sendo excluídos de uma sala regular né ou então a gente faz assim ó pega todos os alunos que TM dificuldade de aprendizagem dificuldade de comportamento ou os que T problema que é uma palavra que todo mundo gosta de falar e põe dentro de um lugar só e Deixa lá né Isso é a a a pior
maneira de da gente conseguir eh fazer algum tipo de intervenção né então deixo todos eles lá como se eles tivessem de castigo Isso é um problema muito grande Infelizmente eu sei que é difícil é difícil é maçante É maçante mas esse não é o caminho o caminho não é a exclusão o caminho não é termos aí eh escola só para pessoas eh com algum tipo de de deficiência ou transtorno o objetivo é que assim é que a gente Consiga dentro de um ambiente equilibrar a socialização aprendizagem porque nós também aprendemos diariamente com eles e uma
coisa que eu falo assim ah Sabe aquele aluno lá qual o autista é muito é uma frase muito capacitista vocês sabem o que é capacitismo alguém aqui sabe o que é capacitismo ou alguém não sabe o que é capacitismo pessoal capacitismo é o preconceito contra a pessoa com deficiência Frases muito assim ah sabe Fulano tá dando uma Jon em braço é uma frase capacitista Ah eu não tenho braço para fazer isso não tenho perna para fazer isso é uma frase capacitista ou aquela frase assim ah sabe ó o cara lá fingindo demência é uma frase
capacitista Carol tá falando que ela sempre realiza os dois planejamentos planejamento dos alunos neurodiversos que são atividades do mesmo tema mais Voltado ao nível de habilidades deles já consegui avanços maravilhosos com eles parabéns Carol é isso pessoal eu tenho que a gente eu ninguém tem que nada né mas a Carol tá falando uma coisa muito importante que ela realiza os dois planejamentos isso é muito importante e olha só muitas vezes a gente pensa que o planejamento que eu vou ter com o aluno com espectro autista ele não pode ser ou não deve ser utilizado pelos
meus alunos que não têm espectro autista muito pelo Contrário e a riqueza de detalhes auxilia no desenvolvimento dos outros alunos então lovas aqui ele fala que parte do Sucesso da terab biaba ela tá ligada à compreensão do autismo não como uma doença porque não é uma doença ou um problema porque também não é um problema ser corrigido quando a gente fala de correção pessoal um problema a ser corrigido é um problema de Conduta um problema de comportamento Inadequado no sentido de de de valores Isso não é um problema a gente tá falando aqui que é
um conjunto de comportamentos que podem ser desenvolvidos por meio de ensino especial então quando a gente fala da Educação Especial na Perspectiva da educação inclusiva aí a gente tá falando uma linguagem bacana porque Qual que é o pensamento da educação pessoal da Educação Especial é muito diferente a gente falar Educação Especial de educação inclusiva tá a Educação Especial na Perspectiva da educação inclusiva ela acontece dentro do ensino regular não é o isolamento não é eu criar instituições que atendam só pessoas com deficiência tá E aí eu tenho dentro desse processo condicionamento operante que que é
o condicionamento operante Pessoal vocês já ouviram falar do Skinner aqui eu sei que tem tem pessoal da Psicologia aqui com certeza eu vou falar do Skinner né condicionamento operante ele considera que as consequências de um comportamento elas podem influenciar a probabilidade de este ocorrer novamente parece Óbvio isso né e é e é óbvio a consequência de um comportamento ela vai influenciar a probabilidade dele Acontecer de novo por quê comportamento consequência consequência comportamento comportamento consequência O condicionamento operante ele tá significando ele significa o quê pessoal porque um comportamento seguido por um estímulo reforçador ele vaiar naidade
muito aument de que aquo compo ocorra no futuro então à medida que a gente vai levando a vida que asis vão acontecendo Que elas vão aumentando ou diminuindo a probabilidade que você adote determinado comportamento no futuro ela aumenta ou não Ou seja todos Nós aprendemos através de reforçadores do nosso comportamento e que ele vai ser modificado através da consequência é mais ou menos assim ação reação a gente tem uma ação ela vai ter uma reação certo E aí O condicionamento operante pessoal como que a gente pensa aqui neste caminho neste processo se a gente tenta
algo e funciona a gente tenta novamente ou não agora se a gente tentar algo que não funciona isso é menos provável que a gente faça novamente então funcionou a gente tenta novamente Não funcionou não tentamos Novamente tudo bem até aqui e aí a gente tem as tentativas discretas né que que são as tentativas de ai como é que eu tiro isso aqui da lousa agora que eu coloquei meus desenhinho bom a Carol tá falando que com isso ela percebeu que os alunos dela que não são nmeros divergentes né neurodiversos hoje fazem questão de auxiliar os
colegas realizando trabalhos e atividades em grupo ou até acho lindo auxiliar sem dar Sem auxiliar sem dar resposta ou fazer por eles as avaliações ou atividades sejam elas qual forem e ainda mais valioso vê-los vibrarem quando quanto o Miguel a Giovana conseguem ler escrever ou realizar brincadeiras e apresentação do jeitinho deles a interação ficou melhor Carol é mais ou menos isso né quando a gente traz aí na reflexão pros nossos alunos e a gente traz a questão colaborativa é muito Importante e é muito bonitinho a gente ver eh o quanto eles conseguem eh ter né
a própria percepção do cuidado do um com o outro né isso é muito fofo no sentido fof de falar né esse essa é a maior importância que a gente tem quando a gente fala que é IMP a maior importância não eu acho que o maior ganho da do ensino regular é esse né é a gente ter aí eh essa colaboração e essa troca porque Isso de fato é o processo de de inclusão né inclusão não é colocar todo mundo lá e achar que todo mundo vai estudar bem não inclusão é que eles sejam que eles
sejam partícipes e que eles façam parte daquele processo né e é muito bacana ver o quanto que eh o os alunos que não TM nenhum tipo de deficiência não tem nenhum tipo de transtorno eh Eles não têm pré-julgamento né quem tem julgamento moral eh e de valores sociais somos nós Adultos né porque a verdade é que todos nós somos preconceituosos todos sem exceção todos somos preconceituosos todos somos preconceituosos E aí com isso a gente já tem aquele preconceito e as crianças não têm somos nós adultos que apresentamos para as crianças né O que que é
o que que é o preconceito né e é e é dentro desse contexto da Educação Especial na Perspectiva da educação inclusiva Carol que a gente consegue aí eh falar Olha estamos tendo sucesso Estamos caminhando para o processo de inclusão né e o ensino por tentativas discretas né que é o discret tri teaching que é o DTT é uma das metodologias de ensino utilizado pelo ama ela caracterizada porque a gente vai dividir Passos pequenos ou discretos de forma separadamente ensinando um de cada vez uma série de tentativas junto com o reforçamento positivo necessário Então dentro de
todas as atividades a gente vai separando de forma discreta que é Pequenininho ensinando uma coisinha de cada vez e aí cada vez que eles vão entrando nesse processo a gente dá o reforço Positivo tá ele é pessoal uma metodologia realizada por um formato estruturado que Vai facilitar que uma nova habilidade seja aprendida então desde que eu já tenho um processo eu vou desenvolver outro processo para que eu desenvolva uma nova habilidade Então desse processo do do do DTT a gente divide as Sequências do que é complexo de aprendizagem em Passos menores Então quero que o
meu aluno aprenda a correr e pular e e jogar um dardo junto então eu pego essa atividade complexa e divido em partes menores então ou seja uma de cada vez durante um período de tentativas E aí juntamente com reforço positivo ou grau de assistência para que a gente alcance esse objetivo para que a gente chegue no desenvolvimento pleno das novas habilidades dos nossos alunos Eu Dei um exemplo aqui muito mais da área da educação física né mas a verdade é se eu quero uma que ele Aprenda que ele desenvolva novas habilidades eu pego uma sequência
complexa e divido em Passos menores tá E com isso o o grande exemplo é que a gente consegue eh dar o reforço positivo então por exemplo em uma situação cotidiana que uma pessoa Pens jogar futebol ela inicialmente não chega já apresentando uniforme do seu time né ela se apresenta como centroavante prov Norment ela começou a chutar bola a correr com a bola e empurrar com os pés ou seja as atividades foram sequenciadas de modo que foi aprendido quando ela aprende todas essas sequências aí ela pode jogar ir para o Gol né jogar para o Gol
fazendo várias tentativas no final concorrer um prêmio como o troféu de um bom jogador então quer dizer troue uma situação cotidiana e a pessoa já o indivíduo já tem na cabeça tudo que ela gostaria tudo que ela tem mas a gente Colocou aí o processo complexo sequenciado por etapas E aí o aba os métodos baseados no ABA eles vão dispor de princípios de comportamento para que a gente forma forme repertório e esses repertórios que eles sejam socialmente consideráveis ou seja o comportamento que a gente desejou então por exemplo contato visual é um comportamento que a
gente deseja habilidade dos nossos alunos se Relacionarem um com os outros é um algo que a gente deseja habilidade de conversar é um algo que a gente deseja acadêmicos no sentido de ler e escrever é um algo que a gente deseja ou também atividade de vida diária usar o banheiro né Eh escovar os dentes e aí nesse processo a gente utiliza a questão de eh atividade de vida diária o que que pode trazer prejuízo ou não então por Exemplo ele se troca sozinho ele arruma cama ele escova o dente ele se alimenta sozinho né E
aí nesse processo a gente imagina quais são os comportamentos indesejáveis ou seja aquilo que a gente não quer né então um aluno que desenvolve agressão ou que aumenta cada vez mais o grau de estereotipia a questão da estereotipia é algo muito específico pessoal por quê Porque a gente precisa entender o que que que levou Qual foi o Gatilho paraa estereotipia então às vezes profissionais eles não querem saber o que que ocasionou para que o nosso aluno com espectro autista tenha a estereotipia naquele momento ou aut lesão né porque tem aluno que vai tem criança que
vai lá até adulto também fica e soca as coisas e bate a cabeça na parede e fica se dando tapa batendo nas costas e arranhando se mordendo Esse é um comportamento que nós não queremos são comportamentos indesejáveis Mas o Mais importante da gente conseguir analisar quais são eles é o que que aconteceu naquele ambiente né Qual foi todo o repertório problemático que levou com que o meu indivíduo tivesse esse tipo de comportamento e aí o que que os outros trazem de dificuldade no convívio social e na aprendizagem desse indivíduo então por exemplo tem crianças pessoal
se a gente não observar o que acontece no sistema né então por exemplo tem Crianças que qual que é ambiente V dar um ambiente né Eh vou contar um um um caso meu quando eu era criança eu tinha uma pessoa lá da da igreja que que a gente ia que a pessoa ela era hoje eu sei que ela tinha uma deficiência física né que ela tinha cabeça muito grande mesmo assim e as mãos muito grandes e os pés muito grandes então toda vez que ela olhava para mim eu ficava com medo aí ela perceberia que
eu Ficava com medo ela fazia careta isso fez com que eu não quisesse naquele período ter aquele convívio social por que que eu tô falando isso porque muitas vezes os próprios alunos entre si eles apresentam aí comportamentos inadequados ou vir e fala assim ó vou te socar Vou te Socar né esse é um comportamento indesejável que insinua a agressão aí uma criança faz uma criança aleatória né aí chega na para Uma criança ou para um adolescente Enfim uma criança com deficiência ou com o espectro autio e faz assim automaticamente aquele aluno começa na estereotipia autolesão
a questão é nós estamos observando só a estereotipia do nosso aluno com espectro autista ou a gente tá observando o que que aconteceu naquele ambiente que gerou um comportamento indesejável E aí é um é um é um grande é um grande x Nesse processo ambiente escolar né o quanto que a gente tá ou não observando o todo porque aí é o foco Fica só no no no no no meu indivíduo né no meu aluno dentro do espectro autista sem conseguir analisar o que que aconteceu com o outro no outro ambiente que gerou isso tá E
aí a gente tem todos esses processos de modificação comportamental eles apresentam eles têm apresentado resultados eh eficazes né com os os alunos do espectro autistas quando a Gente auxilia na sua inserção nas instituições de ensino Ou seja a gente coloca ele para dentro do ensino regular com o objetivo de proporcionar que ele se desenvolvam de forma desenvolvam no comportamento desejável um bom relacionamento dentro na sala de aula então é importante ressaltar que incluir esses alunos ele não se resume a inserção dos mesmos no ensino tem uma pessoa que fala assim ah a inclusão não é
eu conseguir Que aquela aquela pessoa com o espectro autista vá no baile mas sim que ele dance no baile não coloco ele dentro da educação física só para ele estar participando e ele fica lá segurando a bola mas sim a inclusão é que ele possa jogar bola né então quando a gente pensa que esses alunos não se resumem não uma inserção do ensino regular ou o depósito de alunos a gente pensa que uma prática inclusiva é aquela que ela tá Relacionada na utilização deste método específico que Vai facilitar o processo educacional então a intervenção ela
acontece antes durante e em todo o processo de ensino aprendizagem tá e um dos principais um dos princípios básicos do aba é que o comportamento ele é uma ação que pode ser observada e computada e que possui frequência e duração e ela pode ser justificada pela identificação dos antecedentes e consequentes é por isso que a gente Precisa escrever como nem que seja um diário de bord mas que a gente tenha um registro a partir do momento que eu entenda a frequência a duração eu identifico eu antecipo inclusive algumas ações ou atitudes que possam acontecer sabe
assim você tá olhando que a criança tá perto do fogão vou dar um exemplo de vida diária tô olhando que ela tá perto do fogão brincando com uma bola grande a tem uma panela lá com água o cabo tá Mais pro lado de fora qual a probabilidade de da ruim é grande Então dependendo do que a gente observa a gente vê a frequência a duração o quanto aquilo tá acontecendo a gente pode antecipar inclusive o que pode ser de ruim então os comportamentos eles estão relacionados a evento aos estímulos que antecedem por exemplo a ida
do nosso aluno à escola ou a falta dele na escola isso aumenta a probabilidade de Acontecer no futuro ou não Mas se a gente percebe que isso tá entrelaçado as consequências a gente sabe que isso pode acontecer no futuro e aí o método aba ele pode intencionalmente apresentar para os meus alunos autistas que tenham estejam dentro esp ativa comportamentos mais desejáveis à convivência social e aí com isso eu aumento os comportamentos desejáveis e começo a diminuir até que eu consiga Eliminar os comportamentos indesejáveis tá para os profissionais o método aba ele pode ser aplicado desde
aqueles que tem um conhecimento do comportamento né sendo estes que são responsáveis por elaborar o planejamento das técnicas tá os profissionais de sua maioria são formados em psicologia e possuem alguma especialização ou que seja voltada at biocomportamental análise do comportamento ou psicologia experimental porém a aplicação em si ela Pode ser realizada por outras pessoas que fizerem um treinamento com profissional de aba tá como exemp pais professores que podem aqui apresentar um trabalho de competência Tá então não é aleatório que se faz E aí pessoal algumas estratégias né algumas estratégias são muitas as formas que a
gente tem para diminuir o comportamento indesejável né A pergunta é a gente quer aumentar o comportamento desejável ou a gente quer diminuir o comportamento Indesejável ou eu penso numa linha de desenvolvimento aumentar o desejável e diminuir indesejável mas para que eu tenha isso um caso de sucesso primeiro passo são as avaliações das habilidades que eu tenho Então eu preciso avaliar o meu aluno e apresentar Quais são as habilidades atual então se eu fizer por exemplo uma avaliação do desenvolvimento com um grau muito grande de informações né como o indivíduo se desenvolve que é comparado a
todos os Outros da mesma idade Aí eu consigo ó então nessa faixa Itália ele já poderia estar fazendo isso ele não tá aí eu vou analisar o que ele tá e o que que ele não tá Por quê desde do princípio que a gente entenda que naquele período ele precisa né seria desejável que ele se troque sozinho se alimente sozinho faça as necessidades sozinho e eu sei que ele não tem naquela faixa já é aí uma informação que eu tenho para Desenvolver porque ela já foi comparada a gente consegue analisar cognição a comunicação Quais são
as funções motoras e habilidades sociais que ele tem para que a gente faça ali uma variação referenciada E aí quando a gente consegue coletar todos esses dados de habilidades já existentes e de a vida dele a gente consegue junto com ele junto com a família com todos realizar Quais as competências que ele deve aprender em seguida tá então parte da da Da da avaliação e de estratégia é a comunicação com todas as pessoas envolvidas Porque dependendo a escola vai querer que ele se desenvolva na questão acadêmica mas os pais querem que antes dele se desenvolver
na questão acadêmica ele se desenvolva socialmente E aí a gente imagina nesse processo para ele se desenvolver academicamente ele tem que se desenvolver socialmente tá e da avaliação tem uma outra variação que é de preferência identificada a Itens de brinquedos jogos desenhos alimentos ou qualquer atividade que ele possa utilizar como reforçador ou seja com a recompensa né e análise funcional do comportamento é verificar o que que mantém determinados comportamentos então por exemplo o que que acontece na agressividade eu identifico aquilo né e a partir do momento que eu identifiquei e mantive aqueles comportamentos eu consigo
cons elaborar estratégia para modificar E aí eu diminuo o Comportamento desejável e aumento o comportamento desejável Então essas avaliações elas devem ser frequentes e elas servem como avaliações norteadoras para que a gente consiga ir dentro do processo de intervenção ter bom resultado dos vários procedimentos do aba outra técnica que pode ser manuseada com os alunos é reforço positivo a para ensinar as habilidades Então a partir do momento que eu tenho reforço Positivo eu Vou aumentar a probabilidade de que algo ocorra novamente de forma boa então quanto mais eu acrescento né o reforço positivo com o
acréscimo de alguma coisa eu consigo nesse processo resultar o fortalecimento desse comportamento desejável ah professora e no comportamento indesejável a gente senta e conversa a gente não pune a partir do momento que ele tem um comportamento indesejável e eu trago paraa área de punição eu não tô trabalhando com aba eu Não tô trabalhando aqui com reforço positivo e eu não tô dentro do comportamento né dentro da análise behavior tá E aí logo quando for ensinada uma nova habilidade ou aquela primeira vez que a pessoa com espectro autista tem a recompensa ela deve ser dada depois
de cada tentativa bem-sucedida tá ele não tem hoje uma tentativa bem cedida e eu recompenso amanhã então quando a gente Contextualiza com exemplo por exemplo citado anteriormente a recompensa muitas vezes dos alunos eram carimbos carimbo premiado Olha se você juntar cinco carimbos você vai ganhar um selo E aí pessoal nesse processo é muito importante porque parece porque tem uma fala de alguns profissionais atuais hoje da neurociência que o aba ele é uma forma de adestramento humano por quê Porque ele traz o reforço positivo mas não É porque o reforço positivo nada mais é também como
um um estímulo do que eu fiz algo bom não é bom a gente tá lá no trabalho ou em qualquer atividade Nossa fazer uma coisa fala meu parabéns meu negócio ficou muito bom é um elogio né Aí você fala pô legal tem um gás a mais para fazer um novo projeto uma nova estratégia algum uma coisa aí depois você fez três vezes seu Chef falma Olha você fez isso isso você vai ganhar Ó um bônus isso é um reforço positivo porque eu tenho recompensa então talvez se a gente conseguir fizer essa análise né e contextualizar
que é uma coisa o que é outra a gente não tá comprando ou adestrando o nosso Aluno por quê Porque cognitiva ente e comportamentalmente ele precisa de estímulos para que ele tenha mais comportamento desejável e menos comportamento indesejável a o aba ela é uma ciência respaldada Pela bom isso eu já falei né Mas além de toda dessa questão do do do berra verismo radical ela tem como premissa básica os fenômenos de caráter humano que pode interado da luz do próprio comportamento então de forma que o comportamento ele tá fundamentado na maneira que o indivíduo é
afetado e como ele é influenciado pelas consequências dos seus próprios comportamentos então se eu sei que eu fiz um algo eu vou ter os meu eu vou ter a consequência dos Meus comportamentos isso é na vida humana né pessoal agora se eu quero que um comportamento seja alterado é necessário eu modificar toda a probabilidade das ocorrências então por exemplo se eu sei que um aluno ele vai ter uma agressão uma atitude indesejável de violência né de agressão ao outro colega se eu deixar a bola lá porque ele vai pegar aquela bolinha e vai remessar então
eu preciso diminuir a Probabilidade dele ter eh que é fazer com que ele tem essa eh eh que ele pera Se eu conseguir identificar a probabilidade daquela ocorrência de um comportamento indesejável acontecer eu preciso reduzir os estímulos que antecedem ou antecederam ou que incentivaram aquele comportamento então mais ou menos assim você vai deixar eh eh seu celular lá pra criança sabendo que ela vai pegar e vai jogar no chão não você tira de lá e você já observou Você já analisou que aquilo é é um estímulo e um incentivo de um comportamento indesejável então por
exemplo psicólogo escolar ele vai se basear na análise do comportamento vai observar dentro do ambiente qual comportamento e entender o que que se entrelaça nas relações entre essas variáveis ou seja desde o estímulo a resposta e consequência então é preciso observação muito grande e a observação o tempo todo e o Oba na escola existe essa Preparação do professor né Para quê Porque ele é um pilar fundamental na construção do sistema então o professor é aquele que ensina então quando eu tiver um professor dentro entendendo que ele é um pilar fundamental eu o preparo para isso
né Por quê Porque a educação ela deve ser cuidadosamente estudada e planejada aliás para todos não só na questão do aba né e o aba na escola se eu tenho desse dentro desse espaço ou seja seja Coletivo ou individual e eu tenho psicólogo escolar ele também pode orientar quando for solicitado a gente sabe que não são em todas as escolas que a gente tem eh psicólogos né aliás são poucas que temos psicólogos a gente tem psicopedagogo pedagogo professor de de diversas eh disciplinas mas o psicólogo Nem todas as escolas tem né E aí tem algumas
legislações aí da importância de levar um psicólogo pra escola por quê Porque com psicólogo se Visa um ambiente Mais favorável adequado para o aluno e para o professor e para o coordenador e para o todo uma vez que eu tenho uma pessoa um profissional que de fato observa os comportamentos isso não exenta de que todos nós podemos observar os comportamentos Mas a partir do momento que eu tenho um profissional da Psicologia isso me ajuda em todos os outros processos tá E aí as considerações né pessoal um Diagnóstico ele é fundamental para que a gente conheça
melhor as dificuldades e os desafios de cada aluno seja ele dentro do espectro autista ou não mas é diante desses Desafios que os nossos alunos com espectro autista tem que tornam né que ao tornarse os alunos de do ensino regular a gente consegue entender o que que ele vai enfrentar Então a partir do momento que foi analisado de literaturas temas abordagem de intervenções a gente Escolhe aí o método apropriado mediante a análise do comportamento Para quê Para que a gente possa de uma maneira muito específica acolher os nossos alunos e ter aí principalmente o psicólogo
atuando para proporcionar o ambiente favorável para que a gente possa receber pô Natália isso é utopia não tem um profissional da Psicologia que vai fazer isso tudo bem mas a gente tem não só necessariamente doaba a gente tem diversos outros profissionais que pode Ajudar no acolhimento dos nossos alunos né Para quê Para que a gente transforme um ambiente favorável ninguém aqui eu acho que em san consciência gostaria de trabalhar num ambiente insano insalubre daquele que a gente não consegue de forma nenhuma eh ter suporte ter apoio né Então a partir do momento que a gente
tem todos os profissionais enol vidos pessoal isso ajuda muito no nosso Processo tá inclusive eh do Sucesso que a gente vai ter da escola alguém tem alguma dúvida Alguém gostaria de comentar alguma coisa não bom pessoal então acho que a gente pode ir pro almoço eh 1:15 a gente volta tudo bem para vocês obrigada thí pelo comentário bom Pessoal espero vocês aqui a 1 15 pra gente entrar na no segundo segunda parte aqui da atividade e depois eu mando o Form para vocês tá bom tá bom boa tarde bom almoço Boa tarde bom almoço para
vocês bom pessoal agora eu queria falar um pouquinho mais aqui eh sobre a neurociência cognitiva né que a gente tava falando anteriormente e e que que traz esse campo né Qual que é o foco dela né é o foco na capacidade cognitiva então quando a gente pensa no conhecimento dos nossos indivíduos então a gente traz aí as Questões da neurociência né a memória o raciocínio aprendizagem eh a gente entende que o estudo voltado à capacidade cognitiva eles estão inclusos também comportamentos ainda mais complexos né E que muitas vezes a gente pode ter essa dificuldade para
entender a questão do da relação memória e aprendizado né Eu não sei aqui se alguém de vocês ou alguns de vocês fizeram eh eh cursinho né mas a a sacada do do professor de cursinho ela é muito Voltada a em trazer além da da da memória né algumas emoções então por exemplo como é que a gente ativa muito bem a nossa memória quando a gente passa a entender que eh pra gente ter a memória além da repetição e de tudo mais a gente tem as questões de as emoções envolvidas né então eu tenho certeza que
cada um de vocês aqui tem eh um professor uma aula uma disciplina que vocês nunca esqueceram justamente porque vocês adquiriram essa memória e Com certeza ela teve aí um conjunto de de Emoções né Para que o ensino aprendizagem fosse realizado com sucesso então quando a gente fala aqui do do autismo do transtorno do espectro autista a gente tá falando que é um transtorno que leva muitos comprometimentos comunicação né além de toda a interação social e que isso vai englobar comportamentos restritivos E repetitivos então uma pessoa com autista ela tem uma condição que compromete a Capacidade
de comunicação de linguagem então por exemplo Algumas crianças dentro do espectro Elas têm dificuldade de perceber alguns comportamentos alguns acontecimentos são compartilhados então delas conseguirem se expressar o que elas sentem o que que elas pensam né isso em situações adversas e diversas né Eh muitas dific culdades de como utilizar as palavras de acordo com o contexto né Algumas crianças dentro do especto tem a ecolalia entre outras Características aí que pode prejudicar o desenvolvimento Global né dentro do espectro pessoal a gente tem aí uma incidência de três a cinco vezes que ela acontece mais nos meninos
do que nas meninas e é por isso que a cor azul é a cor do do espectro porque a incidência é muito maior nos casos masculinos né E aí hoje a gente tem esse cordãozinho aí que fala sobre cabeça que ele vai representar toda a complexidade dentro do espectro as cores diferentes Representam a diversidade das pessoas e das famílias de todos aqueles que convivem com o espectro então quando a gente pensa no no no conjunto heterogêneo das síndromes clínicas ou seja um conjunto de sintomas a gente tem aí essa Tríade de comprometimento né a interação
social ela muitas vezes não é recíproca né a comunicação ela pode ser ou não verbal e os comportamentos repetitivos e estereotipados tudo isso a gente chama Como um grande contínuo que são essas formas mais severas até as mais brandas que acomete né então dentro do dsm5 a gente consegue determinar Quais são as classes do espectro né fatores a b e c a gente insere os graus de gravidade eh hoje dentro do Cid 10 que agora já é o CD 11 tá dentro do F então quando a f70 é leve quando f71 moderada grave f72 quando
é profunda f73 tá E aí a gente tem umas questões aí de nomenclatura né correta ou não por Quê porque antigamente no no no CID 10 era algumas pessoas entendiam como o transtorno Global do desenvolvimento outro Cid que foi até maio de 2013 já pelo dsm4 é o Tid transtorno invasivo do desenvolvimento e aí o dsm M5 atual trouxe como o transtorno do espectro autista que hoje já tem uma nova uma nova eh uma nova era né como a gente fala e aí quando a gente fala do do tgd que era o o transtorno Global
do desenvolvimento Dentro dos fatores e dentro dos sids né a gente tinha algumas características né que vai do f84 até o f849 ah professora como é que eu sei hoje né Eh saber em qual desses existe a questão do do do espectro autista que hoje é o espectro autista justamente porque ele abrange aí diversas outras síndromes né que estão acopladas dentro do dm5 então Asperger Hat né Eh transtorno Global do desenvolvimento transtorno Global não especificado tudo Isso hoje entra dentro do dsm5 que é o espectro autista então no Cid 11 que a gente a gente
já não utiliza mais o CID 10 e sim o Cid 11 ficou tea né transtorno do espectro autista que ele apresenta eh cinco até mais variáveis quatro cinco variáveis aí que vai apresentar eh o comprometimento E aí dentro do comprometimento o que que é leve o que que é ausente ausência então ele tem Às vezes o espectro autista com deficiência intelectual e com Comprometimento leve ele tem o espectro autista com deficiência intelectual com comprometimento leve ou ausência ele tem aí eh além do teia e deficiência intelectual uma linguagem funcional prejudicada ou ele tem uma linguagem
funcional eh eh aqui é igual né prejudicada Mas ele tem aí a deficiência intelectual a gente tem também o transtorno com deficiência e com ausência de linguagem funcional a gente Tem outros transtorno do espectro autista não especificado né enfim a gente a gente tem aí uma gama de de de de nomenclaturas que foram atualizadas no no Cid 11 e no dsm5 que apresenta aí não só a nova nomenclatura de como é utilizada mas também os comprometimentos né então a gente sabe que tem três fatores importantes que é a interação social comunicação e comportamentos de atividades
estereotipadas Então a gente tem diversos alunos que balançam a Cabeça balança o corpo eles mexem nas mãos eles batem nas orelhas eles emitem sons eles podem andar nas pontas dos pés né então quando a gente fala de estereotipia mais comum a gente tá falando dessas né ah professora todo aluno que tem estereotipia tá dentro do espectro autista não necessariamente tá existem outros outros comprometimentos outros sides né que a gente pode dizer outros tipos de transtorno que pode apresentar aí um ou dois uma ou duas eh Estereotipias isoladas né então nem sempre quando a gente tem
aí algumas questões a gente tá falando que são eh dentro do espectro autista mas os comportamentos eles são comuns entre todos os indivíduos que T terra que muda a intensidade é a manifestação é o quanto isso agrave o quanto isso acomete né Eh em em prejuízos de ordem de vida diária tá então quando a gente fala aqui do contínuo a gente tá falando desse Conjunto de elemento elementos que ele pode passar de um para o outro sem o modo contínuo ou seja dependendo do que tem ele vai por um lado dependendo do que tem ele
vai pelo outro eu deixei aqui esse organograma e não entendam que retardo mental é uma forma porque a gente não fala mais retardo mental a gente fala deficiência intelectual mas esse é o esquema do contínuo né então se eu tenho lá a pessoa com espectro altista ela tem a preservação cognitiva Significa que ela tem um bom funcionamento e ela pode ser áspera se eu tenho a pessoa com espectro autista que ela tem a def intelectual significa que ela tem um baixo funcionamento tá a revista autismo apresenta uma prevalência de um a cada 110 de crianças
por exemplo nos Estados Unidos está dentro do espectro autista pessoal hoje a cada 36 nascidos nos Estados Unidos um tá dentro do espectro autista Então antes era um a Cada 110 Hoje tá um para cada 36 então a gente percebe que o número de pessoas dentro do espectro tá aumentando isso quando a gente fala dos nascidos né então a gente falando dos nascidos a gente ainda não tá falando eh dos que estão tendo diagnóstico tardio né hoje muitas pessoas adultas já estão inclusive fazendo eh fazendo o teste neuropsicológico Porque estão dentro do espectro né não
tem causa ainda específica eles são Estudos não conclusive conclusivos então existem vários relatos várias questões aí que apresentam a normalidade orgânica elas apresentam eh disfunções neurológicas Elas têm um comprometimento biológico mas o que se sabe é que existem fatores genéticos imunológicos e perinatais que foram encontrados aí em nascidos e alguns achados bioquímicos neuroanatômicas que estão relacionados ao espectro autista tá um dos estudos inclusive pessoal apresenta eh lá atrás Quando teve a guerra mundial né Segunda Guerra Mundial os filhos dos Soldados E os netos dos Soldados que sobreviveram que voltaram da Guerra muitos deles desenvolveram espectro
autista Isso é uma comprovação é um estudo que eles fizeram longitudinal ou seja mais de 10 anos aí para apresentar que pessoas com espectro autista Teve um caso relacionado à família não só fatores genéticos mas fatores imunológicos e questões aí de grande nível de estress Né então a gente sabe que a gente tem uma carga genética aí que pode né quando a gente fala de tratamento e acompanhamento tratamento não é uma palavra porque a gente não trata aquilo que não é uma doença né mas a a os maiores padrões da da da da neurociência ainda
apresentam como na verdade não tratamento mas sim acompanhamento né então A ideia é diminuir Aí alguns sintomas de comportamentos auxiliar no desenvolv mento de funções que esses Essas crianças têm que são atrasadas ou que ou seja aquelas ainda rudimentares né ou seja desde o nascimento até os primeiros 4 anos de vida Ou aquelas inexistentes E é claro o desenvolvimento da Autonomia né então quando a gente pensa que a gente tem todas essas questões envolvidas aí dentro do espectro autista a gente quer dizer que o ambiente estruturado em sala de aula ele pode e parece ser
o mais eficaz para crianças autistas por quê Porque Percebe-se que obtém Progressos nas áreas de linguagem de cognição mas também com a redução dos comportamentos inadequados por quê Porque um se espelha no outro né Por exemplo quando eu vou bocejar alguém olha para mim automaticamente já boceja e só da gente falar do bocejo a gente já boceja porque isso é o neurônio espelho né então quando a gente fala de neurônio espelho também tá falando que dentro da sala de aula existe essa redução de Comportamento inadequado porque um aluno ele se espelha no outro dependendo do
caso pessoal alguns Algumas crianças e até adultos e adolescentes utilizam medicamentos né embora não exista nenhum para para para para o espectro autista né existe aí eh eh medicamentos né farmacológicos que auxiliam aí a redução de outras questões que que envolvem o espectro autista né então Eh redução de ansiedade tem muitas crianças E adolescentes e até adultos né muitas pessoas com espectro autista que acabam desenvolvendo aí uma eh uma ansiedade transtorno global de ansiedade ou ou ansiedade generalizada né E até muitas vezes a depressão né então o que se faz é tratar de medicamentosa tá
tratar de forma medicamentosa eh as questões que são de de de de comportamento aí a darl perguntou Se é risperidona para autismo em tese não existe eh um remédio para autista que existe são medicamentos que auxiliam em outras outros transtornos ou comorbidades então por exemplo ansiedade depressão né Eh esses remédios eles são para controlar os episódios que que que não tem necessariamente a ver com o espectro autista Tá mas por exemplo a risperidona ele é ele é pr anciedade né E aí tem outros farmacológicos e psicotropicos Que auxiliam muito tá então por exemplo Ah ele
de o que que eu posso fazer então se eu tenho uma criança com espectro autista que ela é muito ansiosa De repente dá um psicotrópico para ela um farmacológico que vai reduzir a ansiedade né Eh hoje já existe o óleo de cannabidiol que é auxo linha muito e tem dado resultado né para acalmar e deixar as pessoas num outro nível de de de de de maturidade aí emocional e cognitiva tá E aí do espectro autista a gente tem Essa Tríade né O que são os comportamentos repetitivos os prejuízos de linguagem a dificuldade de socialização né
a comunicação muitas vezes quando é verbal ou quando é não verbal né E aí da questão de interação social Pessoal a gente tem isolamento em graus variados então às vezes as crianças com espectro autista por exemplo elas estipulam e encontram uma pessoa de referência Então ela quando essa pessoa não tá ela pode se isolar Muitas vezes ela não utiliza o relacionamento como uma fonte de segurança mas sim como um conforto e alívio para ansiedade né então mais ou menos assim você tá num ambiente seja você pessoa dentro do espectro ou não né e começa aquela
correria Imagine se tá num local começa todo mundo correr a gente sempre encontra alguém para aliviar a nossa ansiedade Isso é isso é do ser humano né Eh crianças com espectro elas não Apresentam movimento antecipatório elas não avisam e é muito difícil observar esse esse movimento antecipatório porque não tem muitas vezes elas têm dificuldade de contato olho a olho por isso que depende muito do grau ah professora todos não olham não tem muitos que olham mas também a gente percebe a incidência de olha mas em seguida desvia né ela pode apresentar muitas vezes um rosto
inexpressivo o que dificulta a Gente entender Quais são as emoções né O que que elas estão sentindo né então por ela a não ter um rosto expressivo muitas vezes a gente não sabe se ela tá com sono com fome com frio se ela tá irritada se ela não tá se ela quer conversar se ela não quer conversar Isso faz parte quando a gente fala da deficiência a gente tá falando que na deficiência na capacidade de perceber os sentimentos e respostas eles são interpretados muitas Vezes de maneira inadequada E aí essas crianças muitas vezes mudam o
tom de voz e a expressão facial o que que isso acomete acomete que ela pode ter dificuldade de criar vínculos de amizade ou participar de brincadeiras e cooperação em grupo por quê Porque uma vez que ela interpreta de uma forma diferente e ela pode ter uma reação inadequada mudar o tom de voz ela tende a ter dificuldade com outras crianças para participação de atividades Cooperativas Às vezes acho como se fosse surdo eu sei que parece uma fala capacitista mas não é às vezes tá falando Chamando chamando chamando simplesmente Aquela aquele aluno ele não responde né
e mais do que isso ele não busca uma aprovação do adulto é nesse nesse sentido que a gente fala que eles têm muitas vezes autonomia muito mais do que a gente imagina porque eles simplesmente não precisam dessa aprovação Sabe eles vão lá e fazem Quando a gente fala de linguagem comunicação pessoal a gente tá falando que existe um déficit na compreensão da linguagem falada muitas vezes eles podem falar pouco e a falar muitas vezes não tem a qualidade social e reciprocidade então você pergunta tá com fome fome tá com sono sono quer sair para conversar
aí ele responde conversar muitas vezes eles vão pegar eh trechos das frases que a gente fala às vezes eles falam sem conversar e Ae pode ter muitas vezes uma fala ininteligível tá isso para os nossos olhos não para os deles então muitas vezes eles estão se comunicando muito bem às vezes eles têm uma forma de estereotipia e ecolalia que inverte os pronomes eu e você então às vezes a fala pode ser incessante um tom de voz contante pode ser monótono ou cantado né frequentemente também ele pode imitar com perfeição as frases no mesmo tom de
voz e Ritmo daquelas Pessoas que pronunciou então eles têm diversas habilidades aí bem diferenciadas alguns aprendem ler de forma precoce sem ajuda de outros aí a gente também pode falar que a gente tem eh pessoas com espectro autista de aut funcionamento né mas contudo eles demonstram também pouca compreensão do que foi lido muitas vezes eles não sabem utilizar essa informação para se comunicar com outras pessoas porque muitas vezes eles têm um assunto muito Específico que eles ficam dentro daquele assunto e aí eles desenvolvem muito bem referente ao comportamento existe uma uma hiperatividade e uma passividade
existe as rotinas e estereotipias em casos mais específicos né pode ter automutilação normalmente se eles gostam de brincadeiras eles vão falar vão gostar mais eles vão eles tendem a participar de brincadeiras mais repetitivas são Pouca pouco imaginativas ou seja sem variedade então eles vão Querer falar brincar sempre da mesma coisa os brinquedos muitas vezes eles são utilizados de forma pobre ou seja sem simbolismo e sem criatividade são raras as brincadeiras que eles fazem de faz de conta né a imitação muitas vezes ela pode ser prejudicada na questão motora como bater palma dá tchau ou até
outros cumprimentos de forma geral não utiliza de objetos muitas vezes de acordo com a sua função então Muitas vezes eles vão por exemplo utilizar uma garrafa para ir uma garrafa eles é um microfone para eles pode ser um cachorro um pet alguma coisa de estimação então às vezes eles vão desenvolver aí eh eh a utilização de objetos que não TM nada a ver com a função eles podem desenvolver apego também exagerado para alguns objetos então por exemplo se você deu a garrafa ele sentiu apegado aquela garrafa aquela garrafa significa muito para ele pode Ser que
todo ambiente que ele vai ele queira levar garrafa né existe também uma resistência muito grande de mudança de rotina de ambiente Então por este motivo existe a necessidade de organização e previsibilidade dos acontecimentos tá é necessário falar isso existe uma preocupação com itinerário horário datas e números e é muito comum ter fases de preferência por exemplo por Mentos específicos né e uma uma grande chave de Todos eles assim muito específico eles têm Fascinação por movimentos eles ficam estáticos olhando né Eh pode demonstrar também uma preferência por sabores muito fortes que normalmente desagradam a maioria das
Crianças então caldo quinor tempero coentro coisas diferentes Pode ser que agrade ou colocar limão no arroz sabe coisas assim vinagre no feijão eh Pode ser que isso também aconteça Eles têm tendência a tocar e cheirar as pessoas então algumas crianças dependendo do nível de suporte elas chegam perto da pessoa e fazem assim ó e às vezes a gente fica tenso eu não sei se alguém já passou por isso sabe criança vem e fala ah essa é a Natália ele vem diretamente você e queira né queira as pessoas ou você dá alguma coisa para ele ele
vai gerar o objeto Isso é uma característica também né Eh eles também pode se prender A detalhes e vão tornar isso classificadores e colecionadores de objetos então pode ser que ele tenha lá postit ele vai guardando postit Quando você vai ver ele tem uma caixa de postite Pode ser que ele tenha tampinha pedra garrafinha ou até as coisas mais inusitadas isso também é eh é do espectro eles T preocupação com partes de objetos né então muitas vezes você der um um objeto para ele vou te dar uma garrafa sem tampa ele quer a tampa ele
Vai pedir a tampa porque para ele a garrafa tem que ter tampa ele pode estudar um tema único até saber tudo a respeito e aí quando encontra com outras pessoas ele fica falando só sobre aquele assunto né E às vezes são assuntos bem peculiares né sobre dinossauro sobre o planeta ser a terra ser plana não Redonda ou questões que às vezes a gente tem muita dific né em em em compreensão mas para eles é tudo mais óbvio Né outras características é o que eu falei anteriormente eles têm o o pensamento concreto e literal Então dependendo
da piada da metáfora da brincadeira que a gente fizer ele não vai entender por exemplo vai chover canivete para ele vai chover canivete são crianças e adultos também que tem dificuldade em organização e sequência então às vezes a gente espera que ele tenha uma organização e uma sequência se na verdade eles têm a Outra eles têm também muitas dificuldades de generalizar alguns assuntos né então para eles tem que ser algo muito literal e concreto outra coisa é que Normalmente eles não TM muita noção de perigo né e ele também identifica o ambiente pelos seus detalhes
então normalmente quem tem e trabalha com crianças dentro do espectro autista se você mudar uma característica da sala de aula alguma coisa ele vai saber E aí a importância do diagnóstico Né porque até pouco tempo atrás muitos pediatras eles ainda tinham dificuldade em reconhecer quais eram os sinais básicos de pessoas dentro do espectro autista principalmente em criança né E aí isso resultava em diagnóstico tardio Além disso muitos deles ainda temem revelar aos pais que o seu filho pode ser autista isso também foi um estudo da da da da Academia Brasileira de de Medicina né A
questão é depois de tanto tempo a gente faz lá todo o teste Neuropsicológico e tudo mais e aí como é que a gente revela pro pro pai e pra mãe que aquela criança tá dentro do espectro né E aí um tempo atrás né uns 20 a 30 anos atrás Esses foram os motivos de algumas crianças serem diagnosticadas tardiamente né então a gente tem um exemplo aí eh que nos Estados Unidos eh é um país que que que pensa muito na saúde mental E com isso ela é ele é um país que encara qualquer tipo de
transtorno ou doença mental como uma Doença crônica que pode ser devastadora e com diversas consequências emocionais econômicas né E aí os pediatras eles podem sofrer processos lá existe uma legislação muito forte de perder a licença médica né se apresentar que não for identificado os sintomas nas crianças até 1 ano e meio então lá nos Estados Unidos Por exemplo isso é muito isso é muito forte diferente no Brasil né No Brasil a gente ainda tem muito que caminhar ainda é muito difundida a Informação sobre o que é o espectro autista Quais são as características né o
que que se pode fazer para evitar diagnósticos tardios uma das principais características clínicas é o prejuízo da linguagem específica Mais especificamente da fala né então se observa tudo isso logo no começo nos primeiros anos de vida para que eh essa criança não Ten o diagnóstico tardio a verdade pessoal é que tudo que foge do que é padrão considerado normal Né Eh pode a gente precisa ficar de olho tá E principalmente quem tem mais de um filho aí né Eh a gente sempre faz a questão comparat cória né então a gente tá sempre comparando na escola
a mesma coisa né a gente tem alunos com um comportamento tem um outro que tem um comportamento diferenciado é muito importante a gente conseguir identificar isso logo no no começo né Eh muitas crianças dentro do espectro elas podem né uma fase inicial adquirir né a fala Né Elas podem sofrer regressões ou redução do vocabulário faz parte muitas vezes desse processo de retrocesso ela pode ter perda de falas de palavras que elas já aprenderam então elas falam ali dali a pouco elas não falam mais eh existe o aparecimento de palavras completamente sem significado e às vezes
impróprias né existe uma repetição de termos sem necessidade sem função social Então são crianças que às vezes falam coisas inadequadas num ambiente Inadequado numa hora inadequada com pessoas inadequadas ou seja não é ali que se fala né então ela tem essa perda de de de de noção do que é ou não a função social o que ela pode ou não falar naquele momento né outras podem ter atrasos severos na fala ou podem ter palavras mal articuladas jarg ou repetição de termos né e e evolução pobre do vocabulário ou seja ela vai continuar sempre naquele vocabulário
Sempre com aquelas palavras não vai ter o enriquecimento vocabulário delas né E além disso existe uma parcela de crianças aí que são não verbais né ou seja elas podem nunca desenvolver a fala tá isso não significa que elas não se comunicam é importante a gente saber aí a diferença de fala e de comunicação né a gente pode muitas vezes comunicar de outras formas ou com olhar ou com gestos né É bem aquilo o corpo fala e alguns Sinais do do do do espectro né pessoal eles podem ser percebidos logo na primeira infância então quanto antes
for realizado o diagnóstico quanto antes tivermos o olhar daquilo que sai do ponto entre aspas comum ou regular melhores tendem a ser os resultados das intervenções tá então o diagnóstico precoce é sempre o caminho mais eficaz para quê para a gente consiga diluir reduzir todos os prejuízos que o o espectro autista pode ocasionar aí tá Bom E aí tem algumas perguntas né com qual idade geralmente é possível a gente diagnosticar e no caso de ASP vale as mesmas considerações e recomendações a verdade pessoal aqui não há um consenso muito em relação a isso né Muito
pelo contrário né trata-se de uma questão muito polêmica né que se por um lado a gente há quem defende o diagnóstico precoce por outro lado existe uma parte significativa de especialista que é preciso considerar que nos anos iniciais Nós seres humanos a gente está em pleno desenvolvimento né E aí se um diagnóstico ele for equivocado além dos prejuízos que ela pode a criança pode ter eu posso desenvolver novos prejuízos né então o diagnosticado o diagnóstico do tea que é o que a gente fala de diferencial é quando existe aí um método sistemático que ele é
utilizado para identificar outras questões também essencialmente quando a gente pensa por Eliminação então neste diagnóstico neste método sistemático vai envolver aí uma somatória de algumas características e a exclusão de outras ele fala fala ele tem a estereotipia não então então a gente inclui que ele não fala mas que que ele fala mas que ele não tem estereotipia ou ao contrário né E aí quando a gente pensa nisso a gente pensa que todos esses indicadores e características apresentam que uma criança tem um transtorno ela pode não Estar presente em outras crianças com o mesmo diagnóstico né
E aí depois de toda a polêmica do manual estatístico de transtorno mental que é o dsm5 o Asperger por exemplo ele passou ser considerado dentro da designação Geral do espectro ou seja ele tá contemplado dentro do espectro autista então quando a gente for observar hoje o dsm5 ele é o mais eh atualizado e dentro dele pessoal tem uma tabela e tem algumas planilhas que apresentam lá eh como que a gente Tem aí a percepção do diagnóstico né a incidência quanto tempo dura qual nível de repetição qual prejuízo que isso traz E aí a gente vai
colocando para ident ficar né outra pergunta é se toda criança com interesse específico por algum assunto pode estar relacionada com o diagnóstico do thea não isso é um mito Nem todas as crianças com thea como eu falei anteriormente apresentam necessariamente o que a gente diz de interesse focal e Nem todas as crianças com interesse específico tem um diagnóstico médico muitas vezes é de fato o interesse dela isso pode ser também uma questão cultural e familiar né então a família fala muito sobre sei lá plantação de café tem uma criança fala plantação de café e ela
sabe tudo da plantação de café isso não necessariamente significa que ela tá dentro do espectro autista por ela ter um interesse focal Tá mas de fato as crianças costumam demonstrar Maior interesse por algo normalmente né E aí quando ela identifica esses interesses é fundamental que nós adultos ajudemos a a engajá-los nesse processo de aprendizagem né Por quê Porque justamente tem como um dos seus objetivos que essa criança tem o repertório ampliado e Que ela possa a partir deste conhecimento agregar novos conhecimentos então mais ou menos assim a gente utiliza do que ela tem de melhor
para que a gente ajude a aumentar ou Melhorar o outro repertório para que ela temha aquisição de novos conhecimentos Então esse é um dos papéis de nós como enquanto educadores né como que deve ser uma conversa com os pais né não há uma periodicidade de formato padrão não existe uma forma específica uma receita de bolo mas o que a gente precisa né E que seria necessário é garantir espaço de escuta e de diálogo por quê Porque isso vai viabilizar Eh um estabelecimento de parceria efetiva entre a família e a escola porque se a gente não
tiver como eu falei anteriormente essa Tríade né aluno escola e família a gente passa a não ter uma relação de cooperação E aí a gente tem o não apoio mútuo então quando a gente não tem esse apoio a gente não tem essa relação de cooperação provavelmente a gente não vai conseguir estabelecer uma parceria E se a gente não tem uma parceria a gente não consegue aí juntos Pensarmos em estratégias para que o nosso aluno com espectro autista se desenvolva né então toda a escola estabelece regras para diálogo né e elas devem ser guia para os
alunos com espectro autista ou não né porque muitas vezes a gente tá falando aqui Claro sobre espectro autista mas também isso vale para qualquer outra eh criança né seja ela com dificuldade de aprendizagem seja ela com qualquer dificuldade ou parâmetros considerados não normais Referente à sociedade né E aí qual que é né Eh eh o o os comportamentos que nós professores devemos nos atentar né primeiramente pessoal é que existe esforços grandes por parte da escola para muitas vezes buscar o diagnóstico quando há hipótese do tea E aí quando eles são eh quando são hipóteses legítimas
né Por quê Porque quando a gente imagina o diagnóstico a gente tá falando de assegurar assegurar os direitos enquanto Direitos Humanos né Entretanto por vezes o que a escola faz a buscar um laudo né e não um diagnóstico percebem existe uma diferença de laudo e diagnóstico né porque buscar o laudo é uma expectativa muitas vezes ilusória de que ele vai trazer resposta de como a gente deve trabalhar com aquele aluno sala de aula Ah eu só vou trabalhar com meu aluno a partir do momento que eu tenho laudo não a gente tem aí diagnósticos hipóteses
diagnóstico que a Gente pode trabalhar para melhorar o desenvolvimento dos nossos alunos eu não preciso ficar esperando um laudo para saber o que que eu vou fazer com ele como eu vou lidar por quê principalmente que cada criança é única e as barreiras que vão impedir o acesso pleno ao currículo ela também é peculiar e ela também é individual o PDI é plano do aluno é individual né Então nesse sentido quando a gente fala que ainda que a gente apresenta aí pareceres Diagnósticos semelhantes duas pessoas elas podem reagir às mesmas interações de maneiras completamente diferentes
duas pessoas podem ter características comuns Mas elas são diferentes uma da outra e é por isso que é importante a gente pensar cada aluno como um ser único porque o que serve para um muitas vezes não vai servir para outro e também pessoal pensar na questão do currículo do professor Né a gente fala só currículo Vita e currículo currículo mas a gente será que a gente pensa num currículo biopsicossocial ou seja trazendo em consideração todas em consideração todas as nossas experiências aquilo que a gente gosta de fazer as nossas potencialidades apresentando também as dificuldades apresentando
aí o que que pode ser barreira o que que não pode ser barreira né Hoje existe já nesse sentido professores que atuam na reformulação do Próprio currículo né então eu tenho certeza que a gente tem professores que além de reformular o seu próprio currículo né eh ajuda na reformulação do currículo escolar né E aí a a a política de de política pública da educação ela trabalha com isso né ela segura esses direitos né então a gente tem aí eh que ficar atento em relação a todos os comportamentos que aparecem de forma Diferenciado tá então assim
falando Mais especificamente na escola né a gente pensa o quanto que a escola ela auxilia nesse processo ou também o quanto ela pode prejudicar nesse processo né então Todos nós somos profissionais formadores de opinião né então cada vez mais a gente precisa ter um conhecimento né Para a gente criar estratégias de como a gente vai auxiliar no desenvolvimento de cada aluno né recentemente trou assim pô mas é muito difícil eu tenho às vezes Que lidar com 35 alunos e tenho cinco dentro do espectro que que eu faço choro e aí tem algumas políticas públicas que
garantem né Eh outros profissionais dentro da sala de aula né Para que efetivamente eles tenham suporte né porque é difícil lidar com um imagina liar com vários né e muitas vezes a gente tá pensando em ensinar ensinar para que eles tenham conhecimentos e tudo mais e a gente percebe que alguns não estão Eh adquirindo conhecimento né e eu acho que tem essa pergunta muitas vezes né Será que o problema está que eu não soube ensinar ou que ele não soube aprender aí a pergunta sempre é que estratégias eu criei para atingir os objetivos dele né
do meu aluno daquela família né por isso que é importante sempre esse diálogo né pessoal família aluno não adianta a gente ouvir a família e não ter escuta para o aluno como diria Romeo sasak nada sobre nós Sem nós né eu preciso eu não preciso da aprovação do aluno para lidar com aquelas estratégias Mas eu posso apresentar para ele quais são as estratégias sabe pequenas conversas olha Fulano Hoje a gente vai trabalhar assim você gostaria de trabalhar assim é ouvir um pouquinho né A Carol tá falando que na rede privada infelizmente não há ela mesmo
tem quatro De 20 TR é somente Ela Carol Sinto muito por você Infelizmente essa é a nossa é é o nosso cenário Brasileiro né O que nos deixa muito preocupados aí do que que vai ser né mesmo porque a escola é o primeiro é o primeiro equipamento primeiro estabelecimento que a gente vai depois da da da casa dos nossos avós tios Condomínio a gente vai pra escola né E se a escola não cuida se a escola não acolhe se eu não tenho estratégia eu posso prejudicar esta criança para uma vida toda e pessoal prejuízos na
primeira infância muitas vezes ele Acarreta em prejuízos pra segunda infância pra adolescência e pra vida adulta né então infelizmente aí a gente a verdade é que a gente luta luta luta educação é uma luta diária né a inclusão dessas crianças também é uma luta diária de todos nós não existe uma engrenagem que funcione como uma única peça a gente precisa de outras peças aí para que a gente possa atingir o nosso objetivo que é que o nosso aluno Aprenda que ele se desenvolva que ele tenha autonomia e Independência na vida dele né E que a
gente também dê suporte Aos familiares né porque Acredite eu não deve ser nada fácil né a gente vai para casa muitas vezes refletindo sobre isso né Nossa será que eu fiz eu poderia fazer mais Ah eu poderia mas a escola não dá porte a gente não tem recurso eu sei que as barreiras são muitas né então aqui eu trouxe alguns conteúdos que possam auxiliá-los na criação de estratégias específicas né e também na busca dos Direitos né a própria Carol tem quatro numa sala de 23 é só ela é muito difícil isso que ela tá falando
na rede privada né na rede pública a gente pode ter o dobro de alunos e aí mesmo assim ainda é muito difícil né Então a verdade é que assim hoje seja a rede privada ou seja rede pública as dificuldades elas existem as barreiras são muitas né e o que que a gente pode fazer nesse processo é entender um pouquinho não só sobre essa análise de comportamento né Mas também poder entender aí quais são as dificuldades e as barreiras para que a gente possa auxiliá-los e mais do que isso né pessoal criar uma rede de apoio
né rede de apoio é um algo muito importante e é o que eu falei anteriormente quem cuidando de quem cuida quem cuida de vocês como que nós professores nos cuidamos hoje em dia né Com quem que a gente conversa com quem que a gente troca existe outra questão também que eu queria frisar é que ah eu Já ouvi e e percebo isso principalmente às vezes quando eu tô ou dando aula ou uma palestra quando a gente tem diferença de idades dos professores a Facha etária então alguns querem outros não querem e aí quando a gente
pensa que a gente precisa envolver todos esses professores para criar um plano de ação ou um plano de desenvolvimento individualizado pro nosso aluno nesse momento às vezes a gente não tem profissionais que estejam a favor que Estejam do nosso lado e aí volta pra gente essa responsabilidade né então a verdade é que assim é difícil é muito difícil tá fácil não não tá fácil fácil mas a gente pode aí pensar em como desenvolver aí estratégias que de fato possam auxiliar eh os nossos alunos nos auxiliar também né para que a gente tenha aí eh sucesso
mais cases de sucesso na nossa vida profissional na nossa carreira e que no final a gente falar de Fato valeu a pena tá porque não é fácil em resumo pessoal não existe uma receita pronta que existe aí são conhecimentos específicos e ingredientes que a gente possa agregar ou não dentro da nossa aula dentro do nosso contexto dentro da nossa disciplina dentro da nossa escola e muitas vezes dentro da nossa casa né então era isso que eu queria trazer para vocês hoje queria saber se alguém tem alguma dúvida se alguém gostaria de falar alguma Coisa professora
eu tenho uma vai fazer alguns barulhos aqui num lugar que não dá para est muito acessível mas é sobre a atividade que eu abri o Google forms e estava lendo e eu gostaria de saber assim a a questão a pergunta é voltada eu criar um planejamento ou é sobre eu expor o meu pensamento sobre expor o seu pensamento Ah tá que achei que eu ia ter que formular uma atividade igual a que eu faço é só formular um pensamento só Um pensamento para que eu possa entender de vocês assim o que que vocês conseguem eh
desenvolver trazer algum Case né O que que vocês estão desenvolvendo dificuldades que vocês têm não não necessariamente criar um plano sim um pensamento tá Ah não então obrigada não vou fazer isso com vocês alguém mais tem alguma dúvida pesso pessoal alguém mais gostaria de falar Alguma coisa Não então tá bom pessoal fico aqui à disposição oi oi eu sou a Janaína que eu me identifiquei no início da da aula né que eu sou fonodiólogo eu estava em atendimento né mais logada ali no sacrifício achei muito importante umas pontuações já vou trazer isso até para os
pais tá gostei muito da das tuas pontuações vou assistir a aula né novamente para poder Est Fazendo atividade tá ótimo eu permaneço aqui já na disposição de vocês tá para ajudar no processo que vocês precisarem aí eh e eu sigo à disposição e agradeço feedback também alguém mais pessoal não então tá bom pessoal Desejo para vocês aí um bom final de semana Ah não desistam da educação mas eu sigo aqui à disposição de vocês tá bom eu vou sempre no final do ano Eu cortou um pouquinho Jana Não eu só ia finalizar tá meu eh
eu final de ano e eu vou os pais eles acham que as palavras para minha reunião Ah tá agora euv perfeito perfeito obrigada aí muito sucesso para você viu Jana Obrigado alguém mais pessoal gostaria de Falar ou pontuar alguma coisa bom eu sigo à disposição de vocês desejo sucesso aí nesse finalzinho de ano tá bom eh obrigada por tudo aí Obrigada pelo pelos pelos elogios aqui agradeço e fiquem com Deus e eu tô à disposição de vocês tá bom pessoal se tiver qualquer dúvida pode mandar para pra Janaína pode me acionar que eu tô eh
atividade não é para entregar hoje necessariamente tá Pessoal vocês podem Fazer até segundo o terça para o quanto antes vocês mandarem o quanto antes eu lanço no sistema tá bom imagina Kelly tô à disposição de vocês viu ótimo final de semana para vocês pessoal um beijo