Com cinco mulheres ao longo da vida e teve três filhas. E aí, deixa eu dar o start aqui. Tudo certo, meu povo? Tudo certo. Tudo certo. Boa. Alguém grita lá no grupo assim, ó. Começou, gente. Simbora. Manda mensagem lá só para ver o que que os atrasildos estão fazendo. Mande aí, mande aí, Vand. Vi que o Vand já pegou o celular. Já vou entrar já que eu tô aqui no carro dirigindo. Já tô indo pro escritório já. Lá você sabe melhor. Boa. Show de bola. Gente, é o seguinte, ó. Hoje nós vamos falar de um
tema extremamente importante para quem quer realmente eh transformar a palestra em algo paraa vida dele. Se você quer que palestra seja, se não o seu negócio principal, parte dele, um como eu sempre digo, né, um topo de funil dele, você precisa se preparar. para se tornar um TEDEdex speaker. Talvez você não conheça a plataforma TED, mas hoje a gente vai conhecer ela profundamente. Só para contextualizar, quem aqui sabe o que é um TED? Quem não sabe pode colocar no chat, fala: "Sei, sei, não sei." Mais ou menos o Vand. OK. O TED, ele, o PC
colocou, não sei. Ótimo. O TED, gente, é a principal plataforma de speakers do mundo. Eh, a Cláudia colocou, não sei. OK. Então assim, se você quer se tornar um palestrante elite, se você quer ser realmente um cara de sucesso nesse mercado, Flávia, bem-vinda. Eh, você precisa entender o que é o TED, o que é o modelo TED e especialmente fazer o possível para se tornar um TEDEX speaker, né? O TED é um dos maiores selos de validação do mercado de palestras. Por isso ele é tão importante. Então, se você se torna TEDEX, imagina assim, ó.
Comecei hoje e aí comecei cachê base, tô lá no iniciante, vou começar, mas eu sou um palestrante extraordinário, o Alisson pega no meu pé todas as aulas, então eu vou começar com cachê de 10.000. Ótimo. Se você faz um TED, teu cachê automaticamente vai para 1520. Por quê? Porque você é Tedex speaker, você está dentro das da maior plataforma de speakers do mundo. Do mundo. Então assim, é o sonho de todo palestrante profissional se tornar TED, se tornar TEDEX speaker. Tem dois livros lançados pelo pessoal do Ted que estão aqui na minha mão. Esse aqui,
Ted Falar, Convencer e do Carmine Galo e o do Chris Anderson. do Chris Anderson, Ted Talks, que falam sobre o processo de se tornar um TED, como é ser o TED, é o manual do TED. Só que vocês não precisam ler o livro agora. Eu já li para vocês, [risadas] eu vou fazer o resumão do que é esse processo. Opa, deixa eu fechar aqui. Do que é esse processo e por é tão importante. Para começar, como eu disse, você vai estar na maior plataforma de speakers do mundo. Então, quando você quer saber um palestrante se
ele é legal ou não, pega o Instagram dele e dá uma olhada se ele tem isso aqui escrito na bio, ó. Tá lá. TEDEX speaker. O contratante e quem vive desse mercado já sabe se esse cara é TEDEX, ele tem um selo de validação. A gente tem um diploma de TEDEX aqui, ó. O meu tá aqui na parede ali, ó. Esse aqui é meu diploma de TEDEX, depois eu mostro para vocês mais de perto, de ter participado De um TED. Então, como eu falei, como a gente vive dessas validações e o game é você subir
o teu nível de influência do palestrante, que a gente viu há duas aulas atrás, para que você seja realmente respeitado e tenha um cachê validado. Nós vamos trabalhar, nós, você e eu para transformar você em um TEDEX speaker. Só que não é simplesmente se tornar um palestrante. As aulas que nós fizemos até aqui, elas estão preparadas para transformar você num palestrante extraordinário. Isso você já tem. Hoje a gente vai falar de um modo específico que é TEDEX speaker. Alisson não é a mesma coisa. A minha palestra eu não consigo encaixar ela num TED. Vamos começar
pelo tempo. Uma palestra do TED, ela tem média de 10 a 15 minutos. Sabe todas as ferramentas que nós já estudamos até aqui? Tudo 10 a 15 minutos. Ponto. Alisson mais é a mesma palestra que eu vou aplicar e com 1 hora, com 40 minutos. É a mesma que eu vou fazer um TED. Lembra que eu falei para vocês da ferramenta do improviso marcado? É aqui que ela entra. É aqui que você traz. Lembra da espinha dorsal que vocês precisam me apresentar? É aqui que nós transformamos uma palestra em um TED. O negócio é tão
louco, gente, é tão diferente que nós não chamamos a o a palestra que você faz no TED de palestra. Ela não é chamada de palestra, ela é chamada de talk. Você faz um talk. Alisson, mas se tem toda essa esse regramento um tempo menor, por quê? que eu tenho que me interessar por esse modelo. Primeira coisa, imagina que você tá se preparando para um trabalho na faculdade, para uma apresentação de negócios, para uma reunião para atrair um investidor. Você precisa de alguns pontos essenciais para essa reunião, seja ela qual for. Você precisa ser claro, objetivo
e resumitivo e ao mesmo tempo entregar o objetivo final do que você espera, né? É aqui que entra o modelo TED. O TED é simplesmente você transformar algo macro em algo essencial. O que eu preciso falar dentro desses 10, 15 minutos para convencer esse investidor a investir na minha empresa? O que eu preciso para passar aqui nesse mestrado? O que eu preciso é resumir sem perder a essência? Esse é o jogo do TED. E ele é todo baseado em neurociência. Então, o que que os desenvolvedores do TED eh fizeram? Eles desenvolveram um manual com as
regras para você fazer um TED Talk. Esse material ele tá disponível, ele tá aberto na plataforma do TED. Então, se você quer e olhar e realmente aprender com profundidade, você pode lá abrir, baixar e estudar ele todo. Tem os dois livros do Carmine Galo, do Chris Anderson. Os dois também dizem muito sobre o TED, mas aqui eu vou trazer para você o que é essencial, tá? Primeira coisa, o formato das apresentações TED são um sucesso gigantesco no mundo. Por quê? Qual que é? É, é, ele ganhou uma popularidade absurda a ponto de se você tem
uma TV Smart na tua casa, uma TV moderna, você vai ter na tua televisão o aplicativo do TED. Você pode baixar, assim como você baixou Netflix, como você baixou Amazon Prime, Disney, Globo, essas porcariada toda, você pode baixar o do TED. Aliás, eu indico que a partir de agora, dia 4 de agosto, às 15:09, você dê uma desligadinha na sua na sua Netflix a partir desse momento e ligue a tua TED. Por quê? Porque você precisa entender como fazer um TED Talk. Você precisa realmente. E o primeira, a primeira forma é entender o formato. Esse
é o primeiro jogo, tá? O formato das apresentações, eles são diferentes e eles têm uma forma maravilhosa de passar responsabilidade pro speaker. Por exemplo, cada TED Talk, ele vai definir dentro das regras próprias dele, eles são vendidos licença, tá? Só para você entender, o TED TED é o americano, é a rede, digamos assim. Então, a rede se chama TED. Você, qualquer um de vocês aqui, pode se tornar eh licenciado do TED na tua cidade e montar um TED talk na tua cidade. Só que aí não vai ser um TED, vai ser um TEDEdex. Ele tem
um X ali a mais, a mais. E aí as regras são diferenciadas. Você começa com um evento pequeno para até 100 pessoas. E aí você eh, quando você participar de um TED americano, você organizer tem que ir pro TED americano, participar de um TED americano, entender a dinâmica de organização deles. Aí você volta e você pode lançar um TEDEX maior para até 1000 pessoas. Um detalhe, o organizer. Ai Alice, então aqui tá o segredo. Eu sempre ouço dizer que se eu não tenho palco, eu crio o meu palco, eu vou me tornar organizer do TEDEX
e aí eu palestro no meu TEDEX. Pois é, essa é a regra 01. Organizer não palestra. Exatamente. Para eliminar essa possibilidade. Se você é organizer, se você é coorganizer ou se você é da equipe de curadoria, você não pode palestrar. Por quê? Porque é muito sério e eles têm algumas regras muito básicas, tá? O tempo máximo 18 minutos, máximo, mas nunca se pratica 18. Geralmente eles praticam de 10 a 15. 10 a 15, Alisson. É o que eu fiz ano passado, que eu vou mostrar para vocês aqui hoje, era 12 minutos. 12, gente. O que
que você fala com 12 minutos? O quê? Aí você fala: "Nada e eu te respondo não." Você fala a espinha dorsal da tua palestra que você começou a construir semana passada. Lembra que eu falei? A espinha dorsal tem que ter no máximo 10. Então, exatamente isso é o TED. Aqui tá a essência do que a gente começou a construir na semana passada, a espinha dorsal do teu Ted. Percebe? Alisson? Isso faz diferença na minha carreira. absurda, é um selo de validação. Se se a gente consegue transformar você em TEDEX speaker e você conosco aqui nesse
formato, nessa mentoria, já vai Pra gente com uma palestra internacional, lembra que eu te falei? Dois dos principais selos de validação do mercado você já tem. Você é palestrante internacional e tedex speaker. Só que o TED, a porta é bem estreita, não é simples entrar, tá? E geralmente cada edição faz um processo seletivo. Você precisa passar pelo processo seletivo para entrar, que eles chamam de open mic. Open mic, ou seja, microfone aberto. Agora, nesse momento, eu tenho seis alunos. Seis alunos que estão classificados para uma semifinal de um open mic, de um TEDEX no Rio
Grande do Sul. Nesse momento, desses seis, um já tá definido. Ele será TEDEX speaker e inclusive ele tá com a gente nessa turma aqui. Ué, Alison, mas ele tá com a gente nessa turma e você já colocou ele para um open mic? Gente, lembra o que eu falei com vocês? A partir do momento que a que vocês entram nessa sala, eu já tô trabalhando por vocês. Não é só você mais trabalhando pela tua carreira, eu já estou. Ele é um cara que já tem uma aplicação, que já tem uma autoridade. Lembra da segunda linha da
autoridade? Ele já tem uma segunda linha importante. Então ele, eu já consegui colocá-lo e ele foi aprovado de primeira, que é o coronel Luciano Costa. Ele vai est com a gente na viagem. A gente viaja juntos em setembro, ele vai estar com a gente no HJ. Boa parte dos que aqui estão também vão palestrar no HJ. E na semana seguinte do HJ ele apresenta um TED no Rio Grande do Sul. Então nós já estamos trabalhando, já estamos fazendo acontecer. Quem já tem material, eu já consigo começar a buscar. Já estamos juntos para isso. E o
Ted tem uma forma muito legal, muito bacana, gente, muito gostosa de passar a responsabilidade para você, porque o tal do palestrante é folgado, tá? [risadas] O tal do palestrante é folgado. Vamos falar a verdade, gente. A gente é vaidoso. Se a gente não fosse vaidoso, a gente não tava no palco, tá? Nós somos vaidosos e estamos aqui para falar a verdade. E aí o palestrante pensa assim: "Ah, mas eu, o cara me dá 12 minutos, mas eu vou dar uma estouradinha no tempo e vou fazer com 14. Se ele me der 18, eu dou uma
estouradinha e fecho com 20. A organização do TEDEX, quando você fecha o contrato com eles, a primeira coisa que ele fala é a seguinte: você tem, vamos dizer, 12 minutos. Se for um de 12, se você estourar, o teu vídeo não vai pra plataforma, ou seja, você não se você fez um TED e você não se torna TEDEX speaker porque você não tá na plataforma. Que Ted é você que não tá na plataforma, na principal plataforma de speakers do mundo, entendeu? Olha como ele tira responsabilidade dele na hora. Ninguém vai tirar você do palco, ninguém
vai gritar com você, ninguém vai reclamar, não vai ter plaquinha, sai do palco agora, pelo amor de Deus. Não, tranquilo. Você vai terminar em quanto tempo você quiser. Seu vídeo só não vai pra plataforma. Maravilhoso. [risadas] Percebe? Então eles conseguem mostrar para você o quão é importante. Só isso. Que que eu preciso fazer a partir de agora? Primeira coisa, entender o modelo TED. Nós vamos assistir vários hoje, tá? Vários. E vocês vão perceber que a minha técnica, a minha teoria, as ferramentas do método palestras extraordinárias são todas baseadas no TED. E os principais que eu
vou mostrar para vocês aqui hoje, você vai perceber que tem a maior parte delas. Vamos já começar assistindo um. Esse aqui, gente, eu simplesmente amo. Eu vou mostrar para vocês o TED da Isabel Aend. Quem é Isabel Aend? É uma escritora, se eu não me engano, chilena. E e esse TED em específico, ela usa muito. Lembra das viradas emocionais? Terceira ferramenta das sete. Lembra? Antes de cada 5 minutos, vira a emoção para resetar a mente da pessoa e ela continuar conectada a você. Lembra disso? Então, a Isabel, ela faz isso com maestria. Vocês vão perceber
que vai ter momento que você vai estar dando gargalhada dela. Vai ter no momento exatamente após você dar uma gargalhada, ela vai pesar a mão no no tema que você vai sentir dor. Aí quando você tá sentindo dor, ela tum joga uma piada que você vai dar gargalhada. Aí você tá dando gargalhada, ela vem com assunto denso. Você vai ver como ela faz o vai e vem de uma forma incrível. E o mais gostoso, Isabel é escritora. E aí, como ela faz o TED dela? Diferente de todos que eu já vi na minha vida. Ela
tem um púlpito e ela faz como se ela estivesse lendo um livro. Ela é escritora, Alisson. Então quer dizer que eu posso fazer lendo? Então não tem nada que diga que você não pode, mas tem a ver com você? Se não tem, não faz sentido. O dela foi planejado para ser isso, provavelmente combinado com Organizou a coisa mais preciosa do mundo. É o meu TEDEX favorito. É um dos mais vistos do mundo. Então eu vou abrir para vocês no YouTube e aí vocês já vão ver a plataforma do TED que está no YouTube, entendeu? Então
você, tudo que tá ali dentro são simplesmente os maiores Palestrantes do mundo. Alisson, se eu estiver dentro da plataforma TED, eu posso gritar pro mundo, dizer que eu sou um dos maiores palestrantes do mundo? Yes, é esse o game. Bora lá, compartilhando com vocês. Não é esse que esse aqui já tocou. É esse aqui. Ó, plataforma do TED, 27.7 7 milhões de inscritos, né, pessoas inscritas. Se você não tiver, já se inscreve, porque a partir de agora é tua obrigação de dever de casa assistir muitos TEDs. Ó, só para começar, quem tá aqui, ó, Bill
Clinton, Isabel, é só assim. Áudio, OK? Tá saindo o áudio para vocês, gente? Tá top. [música] Thank you so much. Calma aí, calma aí. Achei que eu tinha colocado o legendado. Deixa eu colocar aqui o legendado. Não tô duvidando do inglês de vocês. É só para facilitar para todo mundo. Eu tô duvidando do meu. Calma aí. Tales ofion. Contos de paixão ofion legendado português. Tdeex, né? Porque senão vai aparecer música, né, senor Alison? Pera aí que eu abri o mesmo. Ué, gente, acho que eu que desativei. Pera aí. Ele tá com legenda. Ah, fui eu.
Desculpa a ignorância. Vamos novamente com vocês. Tales ofion Isabel. Ested tem 18 anos e na minha opinião ele continua sendo o melhor de todos. [música] [música] Thank you so much. It's really scary to among the smartest of the smart. I'm here to tell you a few tales of passion. There is a Jewish saying that I love. What is truth? Answer the story. Story I want to conve something that is trer truth about ouron humanity stories interest me and some me until writing them. Justice, loyalty, violence, death, political and social issues, freedom. I'm aware of the
mystery around us. premons, emotions, dreams, power of magic. In the last 20 years I have published a few books, but I have lived in anonymity until February of 2006 when I carried the Olympic flag in the winter Olympics in Italy. That made me a celebrity. Now people recognize me in my grandchild me to tell you about my minutes ofame of the organers of the Olympic ceremony of the opening ceremony called me and said that I had been selected to be one of the flag bearers I replied that surely this was a case of mistaken identity
because I'm as far as you can get from being an athlete. Actually I wasn't even sure that I could go around the stadium without a walker. I was told that this was no laughing matter. This would be the first time that only women would carry the Olympic flag. Five women representing five continents and three Olympic gold medal winners. My first question was naturally what was I going to wear? A uniform she said and I asked for my measurements. My measurements? I had a vision of myself in a fluffy anor looking like the Michelin man. By
the middle of February, I found myself in touring where enthusiastic crowds cheered when any of the 80 Olympic teams was in the street. Those athletes had sacrificed everything to compete in the games. They all deserve to win. But there's the element of luck. A spe of snow an inch of the force of the wind can determine the result of a race a game. However, what matters most more than training or luck is the heart. Only a fearless and heart will get the gold medal. It is all about passion. The streets of Turin were covered with
red posters announcing the slogan of the Olympics. Passion lives here. Isn't it always drives us and determines our faith. That is what I need for my characters in my books. A passionate heart. I need maverics, dissidents, adventures, outsiders and rebels who ask questions, bend the rules and take risks. People like all of you in this room, nice people with common sense do not make interesting characters. For spes in the green room of the stadium the other flag bearers three athletes and the actes suan and sopia also two women with passionate hearts mat the noble pr
winner kenya who has planted 30 million trees and doing so she has changed the soil the weather and villes a Cambodian activist who fights passionately against child prost years old her grandfather sold her to a brothle she told us of little girls raped by men who believe that having sex with a very young virgin will cure them from aids and of br are forc toce in the green roomed my uniform it was not kind of outfit that I normally wear but it was far from the michelin man suit that I had anticipated not bad really
I look like a refrigerator. So did most of the flag bearers except Sopia Loren, the universal symbol of beauty and passion. So is over 70 and she looks great. She's sexy, slim and tall with a deep tan. Now, how can you have a deep tan and have no wrinkles? I don't know. When asked in a TV interview, how could she look so good, She replied, posture, my back is always straight. And I don't make people noes. So there you have some free advice from one of the most beautiful women on earth. No granting, no coughing,
noing, no talking to yourselves, no farting. Well, she didn't say that some point around midnight, we were summoned to the wings of the stadium and the louders announc the Olympic flag and the music started. By the way, the same music thats here, the Aida March. Sopia Loren was right in front of me. She's a foot taller than I am, not counting the poofy hair. She walked elegantly like a giraffe on the African saving the flag on her shoulder. I jogged behind on my tip to holding the flag on my extended arm so that my head
was actually under the damn flag. [risadas] All the cameras were of course on Sopia that was fortunate for me because in most press I appear to although often between Sopia's legs. A place where most men would love to be. [aplausos] The best four minutes of my entire life were those in the Olympic Stadium. My husband is offended when I say this. Although explained to him what we do in private usually takes less than minutes. So shouldn't take it personally. I have all the press clippings of those four magnificent minutes because I don't want to forget
them when old age destroys my brain cells. I want to carry in my heart forever. The keyword of the Olympics passion. So here's a tale of passion. The year 1998 the place is a prison campfes in Congo. By the way, 80% of all refugees and displaced people in the world women and we can call this place in Congo a death camp because those who are not killed die of disease or starvation. The protagonist of this story are a young woman Rose Mapendo and her children. She's pregnant and a widow soldiers have forced to watch as
her husband was tortured and killed. Someh manages to keep her children alive and a few months later she gives birth to premature twins. Tiny little boys. She cuts the umbilical cord with a stick and ties it with her own hair. She names the twins after the camps commanders to gain their favor and feeds them with black tea because her milk cannot sustain them. When the soldiers burst in her cell to rape her oldest daughter, she grabs hold of her and refuses to let go even when they hold a gun to her head. Someh the survives
for months and then by extraordinary and the passionate heart of a young American man Sasha Sharnoves who manages to [ __ ] her in a US rescue plane. Rose Mapendo and her nine children end up in Phoenix Arizona where they are now living and thriving. love andionate women roseend make up that look around work with women and for women all my life them well i was born in ancient times at the end of the world in a patriarchal catholic and conservative family I would find out there for once Paula was 20 said I Had a
memorable fight is dated yes for privileged women like my daughter and all of us here today but not for most of our sisters in the rest of the world who are still forced into premature marriage prostitution force labor they have children that they don't want they can feed they have no control over their b their lives western women of being calledemin feminism never flirting and have seldom suffer from lack of meneminism is not dead by no means it has evolv change it for Venus bimbo, whatever you want the name doesn't matter as long as we
understand what it is about and we support it. So here's another tale of passion and this is a sad one. The place is a small women's clinic in a village in Bangladesh the year 2005. Jenny is a young American dental hygi who has gone to the clinic as a volunteer during her threeweek vacation. She's prepared to clean te finds out there are no doctors, no dentists and the clinic is hutes. Outside there is a line of women who have waited several hours to be treated. The first patient is in excruciating pain because several rot and
mollers. Jenny reales that the only solution is pull out the bad teeth. She's not licensed for that. She has never done it. She risks a lot and terrified. But fortunately has some Jenny has a brave and passionate heart. She murmurs a prayer and she goes ahead with the operation. At the end the relieved patient kisses that day the hygien pulls out many more tee the next morning when comes to the soinic first is waiting for her with her husband the woman's face looks like a watermelon it is so swollen that you can't even see the
eyes the husband furious threatens to kill the American Jenny is horrified at what she has done. day herbest of although women do they own lessid expolence women education workility income inherit own property benefits the society if a woman is empowered her children and her will be better off if Prosper women andsen trees new trees them drop by drop in a matter of for years have forest the soil is enriched village is saved the poest and most backward societies are always Women are 51% empowing theme more techy and design entertainment linked women areollateral menun and we
have what kind of do want this isal uses make in january exhibit of fando paintingskley library no museum gallery in the united states except for the new york gallery that cares work has to show the paintings theme is the ab prison ablees out my heart most is power with impunity fear abuse Of power and the power to abuse. In our species define reality and force the rest of the to accept that reality and follow the rules. The rules change all the time but they always benefit them. And in this case the trickle down effect which
does not work in economics, works perfectly. Abuse trickles down from the top of the ladder to the bottom. Women and children, especially the poor, are at the bottom. Even the most destitude of men have someone they can abuse, a woman or a child. up with power over the many through gender, income race and class. I think the time is to make fundamental changes in our civilization for real needer in the management of the world. We need a critical number of women in positions of power and we need to nurture the feminine energy in men. I'm
talking about men with young minds. Of course, old guys are hopeless. We have to wait for them to die off. [risadas] Yes, I would love to have Sopia Laorence long legs and legendary breasts. But given a choice, I would rather have the warrior hearts of Wangari Matai, Somali Mam, Jenny and Rose Mapendo. I want to make this world good. Not better, but to make it good. Why not? It is possible. Look around in this room. all this knowledge, energy, talent and technology. Let's get off our fan roll up our sleeves and get to work passionately
in creating almost perfect. [aplausos] Conseguem perceber as viradas, os callbacks, as construções? Cara, é incrível, é incrível, é incrível, incrível, incrível. Eu sou completamente apaixonado. Ó, ó que interessante. Eh, se você pegar o tema, ela fala de feminismo, né? É um tema que é polêmico, sendo muito sincero, não é um tema que eu defenda tanto, porque eu acredito em equilíbrio, não em um à frente do outro, mas a forma que ela entrega é incrível. Ela tá te fazendo rir. Ela tá no meio das pernas de Sofia Lauren. E aí, de repente ela vai falar das
mulheres estupradas na tribo, assim, ó, pá. E não é assim, pera aí que eu vou preparar agora você para Não, não. Ela simplesmente faz a virada. Quando ela faz a virada, você faz assim, ó. Mas essa não é, não é a mulher que tá me fazendo rir agora. E aí quando você acha que vai ser tudo denso, aí ela faz umas pequenas brincadeiras no meio e ela volta lá pra Sofia Loren, faz um callback incrível. Entendeu? Isso é palestra. Percebe que não teve o fechar o livro e abrir o livro? Pera aí, gente. Fechei o
livro da história e vou abrir aqui o livro da Técnica agora. Não, não, não. Tá tudo dentro da história. É a história que explica a técnica. Percebe? Esse é o game. Isso é incrível. E dentro do modelo eu levantei, eu fechei a câmera rapidinho. Vocês sabe que eu odeio fechar a câmera, mas para pegar para vocês verem. Ó, esse é o certificado do TEDEX que você recebe, né, em cada um que você faz. O meu tema foi evoluir. Foi em Erechim, Rio Grande do Sul. Então, Tedex Erechim, evoluir. Cláudia, fica à vontade para duvidar do
meu. Não faço inglês. Vamos lá, gente. Voltando pro conteúdo. Qual é o game do Ted? A primeira coisa que você vai pegar nos primeiros capítulos dos dois livros do manual do Ted, eles dizem o seguinte: "Tenha uma ideia". Essa é a base de tudo. Tenha uma ideia. Você tem um projeto e você precisa apresentar um trabalho acadêmico, qualquer coisa. Antes de apresentar ele, você tem que pensar de uma forma mais abrangente e criativa que você puder sobre essa sua ideia. E os desenvolvedores do Ted, especialmente o Chris Anderson, que é o o criador, ele desenvolveu
três perguntas. Três perguntas para você entender se você tá indo no caminho certo. O Tedex apresenta ideias, talks, não palestras. Quais são as três perguntas? Primeiro, essa ideia é nova? Essa ideia é nova? É a primeira pergunta que você tem que responder. Segundo, essa ideia é interessante? É interessante. As pessoas vão olhar e falar: "Nossa, que legal isso". E terceiro, é uma ideia realista. A reflexão do Chris Anderson é o seguinte: se você responder não a uma das perguntas, volta lá pra ideia e pensa um pouco mais sobre ela. Olha isso. Se responder não a
uma, volta e pensa um pouco melhor. Que tem em mente o seguinte, ó. Ter uma boa ideia não é só só ter uma boa história, alguns relatos. Uma boa ideia é aquela que oferece uma conclusão mais abrangente ou talvez mais interessante sobre um assunto que já existe. Alice pode repetir a essa pode repetir a a eh a tem uma ideia. E quais são as outras? Essa ideia é interessante. É a segunda. É uma ideia interessante. Essa é uma ideia. Primeira essa é uma ideia nova. A segunda, essa é uma ideia interessante. E a terceira é
uma ideia realista. Primeiro você tem a ideia e aí você apresenta essas três reflexões. OK? Top. Segunda coisa que Chris Anderson diz: "Tenha domínio sobre seu tema". Tenha domínio sobre seu tema. Estudar é fundamental, tá? Então você precisa ter pleno domínio do que você tá falando. Então analisa todos os exemplos que você vai utilizar. Tem uma boa base de dados, estatística, fotos, registros. Eh, até as piadas que você conta, elas têm que estar bem estruturadas. No TED ainda tem outra coisa super importante, tudo tem que ser comprovado. Então você vai dizer que, por exemplo, ah,
como ela colocou ali, que as mulheres em em ações sociais, os homens recebem 20 vezes mais que as mulheres. Ela precisa apresentar isso cientificamente antes de ir pro TED. Tudo que vai pro TED tem que ser fatidicamente comprovável. Se não for comprovável, você não passa. Ponto. Então, você tem que ter pesquisa e fonte confiável de tudo que você vai apresentar, tudo. Então, você tem que estudar muito sobre seu tema. Aqui o que você precisa entender é o seguinte. Quem ouvir você, gente, você tá indo, você vai ser colocado no momento que você fizer um TED
na maior plataforma de speakers do mundo. Não tô falando do meu bairro, da minha cidade ou do meu país, do mundo. Então, quem te ouvir vai entender naquele momento que você, o seu conteúdo é uma fonte, talvez a fonte principal de informação que ele tem sobre aquele tema. Então você tem que ser confiável e só pode falar do que você tem realmente certeza. Ah, eu acho, não coloca, porque senão você não vai passar, não vão te aprovar porque você tá com números errados. Terceiro, terceira regra dentro do modelo TED sobre slides e recursos. Ó que
interessante. Olha como o jogo é diferente. Se o teu TED tem números, dados estatísticos, algo que precisa de uma comprovação visual, o slide é bem-vindo, tá? Só que se ele é baseado numa experiência intimista, eh, você pode até colocar slide, pode colocar, mas não é necessariamente algo essencial dentro da ideia TED. Não. Se você colocar 1 kg de texto no slide, você não vai passar. Ponto. Porque eles não permitem, porque isso cansa atenção. O público tá interessado em você, no que você tá Apresentando e não em ficar lendo o texto todo que você tá colocando.
Então, imagens, gifs, infográficos, memes são bem-vindos, mas é fundamental que tudo tenha referência e tenha um porquê. Gente, guarda uma coisa, o slide ele é complemento, ele não é o principal da tua palestra. O slide ele complementa o que você tá falando. Se o slide te substituir, percebe que você é a parte que ficou descartável da palestra. Como assim me substituir, Alisson? Se você só fala o que tá no slide, não precisa de você. Dá o passador de slide na mão do público, ele vai passando e lendo. Você ficou a parte descartável. E dentro das
regras do Ted, sabe qual é a regra quatro? Vocês já ouviram do Alisson duas semanas seguidas eu falando sobre isso. E agora vem Chris Anderson para gritar no seu ouvido isso. Ensaio. Ensaio. Você tem que encontrar o ator, o professor, o cantor, o músico que tá dentro de você. Treina o máximo a sua apresentação. Seja o mais claro possível, em voz alta, sozinho, com amigos, com familiares, com almofada da sua casa, mas sem ensaio não vai acontecer. Explora tudo que é possível, encontra o seu potencial máximo, mas ensaia, ensaia, ensaia, ensaia, ensaia, senão não vai
dar certo. Eu só posso te garantir uma coisa. Se você não ensaiar, se você ensaiar, pode ser que dê errado. Agora, se você não ensaiar, eu tenho certeza que vai dar certo, que vai dar errado. Eu tenho certeza. Se você ensaiar, pode ser que dê certo. Se você não ensaiar, é certeza que vai dar errado. Tá? Para começar as quatro regras do TEDEX. O TEDEdex ele te vê, o TED ele te vê. Não, por que que eles não usam a palavra palestrante e não usam a palavra palestra e usam a palavra talk? Porque no TED
você é só um apresentador. Você está apresentando uma ideia. Você não é o centro. Você apresenta a ideia. Quer ver um outro? Vou trazer mais um agora pra gente assistir. Esse eu diria que é o meu segundo favorito. Provavelmente vai ser o favorito do Marcos, tá? Por quê? Eh, a gente vai na próxima aula falar de arquétipos, tá? Hoje é a última aula de conteúdo. A partir da próxima aula a gente fala de forma. O arquétipo do cara que a gente vai ouvir agora é o bobo da corte. Ele fala de um tema extremamente importante,
mas de uma forma completamente solta. Ele é um baita de um estudioso. Vocês já devem ter ouvido falar ali do livro deles, que é o Teurban. E ele, ó, o tema dele, por dentro da mente de um procrastinador. Olha a ideia, percebe? Começa com a ideia. Eu vou apresentar como funciona dentro da mente de um procrastinador. Você fala: "Uau, quero ouvir esse cara, quero entender porquê." Porque eu sou procrastinador. Todos nós somos em graus diferentes, mas todos somos. Então, eu quero entender esse cara. E aí ele vem e traz isso aqui, ó. Olha que coisa
mais linda. O dele é um pouco menor, tá? Vocês vão perceber que o dele é, [aplausos] eu acho que o do Team Urban são 13 minutos. Se eu não me engano. Vamos ver. Ó a minha interlenha como é que tá legal, ó. dentro da mente de um procrastinador. Se atentem porque ele é técnico, então ele vai mostrar coisas muito profundas que se você não prestar atenção, você não vai entender. Especialmente quando ele vai pra parte de realmente apresentar o cérebro humano. É muito difícil de entender. Se liguem. [música] So in college I was a government
major which means I had to write a lot of papers. Now when a normal student writes a paper they might spread the work out a little like this. So you know you get started maybe a little slowly but you get enough done in the first week that with some heavier days later on everything gets done and things stays civil. And I would want to do that like that. That would be the plan. I would uh I would have it all ready to go, but then then actually the paper would would come along and then I
would kind of do this and that would happen every single paper. But then came my 90 page senior thesis, a paper you're supposed to spend a year on. I knew for a paper like that, my normal workflow was not an option. It was way too big a project. So I planed things out and I decided it kind of had to go something like this. This is how the year would go. So I'd start off light and I'd bump it up in the middle months and then at the end I would kick it up into high
gear. It's just like a little staircase. How hard can it be just walk up the stairs? No big deal, right? But then funniest thing happened those first few months they came and went and I I couldn't quite do stuff. So we had an awesome new revised plan. And then those middle months actually went by and I didn't really write words and so we were here and then two months turned into one month turned into two weeks and one day I woke up with 3 days until the Deadline still not having written a word and so
I did the only thing I could. I wrote 90 pages over 72 hours pulling not one but two allnighters. Humans are not supposed to pull two allnighters. Sprinted across campus dove in slow motion and got it in just at the deadline. I thought that was the end of everything but a week later I get a call and it's the school. And they say, "Is this Tim Urban?" And I say, "Yeah." And they say, "We need to talk about your thesis." And I say, "Ok." And they say, "It's the best one we've ever seen." [risadas] That
did not happen. It was a very, very bad thesis. I just wanted to enjoy that one moment when all of you thought this guy is amazing. No, no, it was very, very bad. Anyway, today I'm a writer, blogger guy. I write the blog, wait, but why? And couple years ago, I decided to write about procrastination. My behavior has always perplexed the non-procrastinators around me and I wanted to explain to the non-procrastinators of the world what goes on in the heads of procrastinators and why we are the way we are. Now I had a hypothesis that
the brains of procrastinators were actually different than the brains of other people. And to test this, I found an MRI lab that actually let me scan both my brain and the brain of a proven non-procrastinator. And I so I could compare them and I actually brought them here to show you today. And I want you to take a look carefully to see if you can notice a difference. And I know that if you're not a trained brain expert, it's not that obvious, but just take a look. Okay. So, here's the brain of a non-procrastinator. Now,
here's my brain. There is a difference. Both brains have a rational decision maker in them. But the procrastinator's brain also has an instant gratification monkey. Now, what does this mean for the procrastinator? Well, means everything's fine until this happens. So, the rational decision maker will make the rational decision to do something productive, but the monkey doesn't like that plan. So he actually takes the wheel and he says, "Actually, let's read the entire Wikipedia page of the Nancy Caragan Tanya Harding scandal cuz I just remember that that happened. Then then we're going to go over to
the fridge. We're going to see if there's anything new in there since 10 minutes ago. After that, we're going to go on a YouTube spiral that starts with videos of Richard Fineman talking about magnets and ends much much later with us watching interviews with Justin Bieber's mom. All of that's going to take a while. So, we're not going to really have room on the schedule for any work today. Sorry. Now, what is going on here? The instant gratification monkey does not seem like a guy you want behind the wheel. He lives entirely in the present
moment. He has no memory of the past, no knowledge of the future. He only cares about two things, easy and fun. Now, in the animal world, that works fine. If you're a dog and you spend your whole life doing nothing other than easy and fun things, you're huge success. And to the monkey, humans are just another animal species to keep well slept, well fed, and propagating into the next generation, which in tribal times might have worked okay. But if you haven't noticed now, we're not in tribal times. We're in an advanced civilization and the monkey
does not know what that is. Which is why we have another guy in our brain, the rational decision maker who gives us the ability to do things no otheral can do. We can visualize the future. We can see the big picture. We can make longterm plans. And he wants to take all of that into account. And he wants to just have us do whatever makes sense to be doing right now. Now, sometimes it makes sense to be doing things that are easy and fun, like when you're having dinner or going to bed or enjoying well
or in leisure time. That's why there's an overlap. Sometimes they agree, but other times it makes much more sense to be doing things that are harder and less pleasant for the sake of the big picture. And that's when we have a conflict. And for the procrastinator, that conflict tends to end a certain way every time, leaving him spending a lot Of time in this orange zone. An easy and fun place that's entirely out of the makes sense circle. I call it the dark playground. Now, the dark playground is a place that all of you procrastinators
out there know very well. It's where leure activities happen at times when leure activities are not supposed to be happening. The fun you have in the dark playground isn't actually fun because it's completely unearned and the er is filled with guilt, dread, anxiety, selfhattred, all those good procrastinator feelings. And the question is in this situation with the monkey behind the wheel, how does the procrastinator ever get himself over here to this blue zone? A less pleasant place but where really important things happen? Well, turns out that the procrastinator has a guardian angel. someone who's always
looking down on him and watching over him in his darkest moments. Someone called the panic monster. Now, the panic monster is dormant most of the time, but he suddenly wakes up anytime a deadline gets too close or there's danger of public embarrassment, a career disaster, or some other scary consequence. And importantly, he's the only thing that the monkey is terrified of. Now, he became very relevant in my life pretty recently because people of Ted reached out to me about six months ago and invited me to do a TED talk. Now, of course, I said, "Yes,
it's always been a dream of mine to have done a TED talk in the past." [aplausos] But in the middle of all this excitement, the rational decision maker seemed to have something else in his mind. He was saying, "We clear on what we just accepted? Do we do we get what's going to be now happening one day in the future? We need to sit down and work on this right now. And the monkey said, "Totally agree." But also, let's just open Google Earth and let's zoom into the bottom of India, like 200 fet above the
ground. We're going to scroll up 2 and a half hours till we get to the top of the country so we can get a better feel for India. So, that's what we did that day. As six months turned into four and then two and then one, the people of Ted decided to release the speakers. And I opened up the website and there was my face staring right back at me. And guess who woke up? So the panic monster starts losing his mind and a few seconds later, the whole system's in mayhem. And the monkey who
remember he's terrified of the panic monster. Boom he's up the tree. And finally, finally the rational decision maker can take the wheel and I can start working on the talk. Now the panic monster explains all kinds of pretty insane procrastinated behavior like how someone like me could spend two weeks unable to start the opening sentence of a paper and then miraculously find the unbelievable work ethic to stay up all night and write eight pages. And this entire situation with the three characters this is the procrastinator system. It's not pretty, but in the end It works.
And this is what I decided to write about on the blog just a couple years ago. Now, when I did, I was amazed by the response. Literally thousands of emails came in from all different kinds of people, from all over the world doing all different kinds of things. These were people who were nurses and bankers and painters and engineers and lots and lots of PhD students. And they were all writing saying the same thing. I have this problem too. But what struck me was the contrast between the light tone of the post and the heaviness
of these emails. These people were writing with intense frustration about what procrastination had done to their lives, about what this monkey had done to them. And I thought about this and I said, if the procrastinator system works, then what's going on? Why are all these people in such a dark place? Well, turns out that there's two kinds of procrastination. Everything I've talked about today, the examples I've given, they all have deadlines. When there's deadlines, the effects of procrastination are contained to the short term because the panic monster gets involved. But there's a second kind of
procrastination that happens in situations when there is no deadline. So, if you want to have a career where you want to be a selfstarter, something in the arts, something entrepreneurial, there's no deadlines on those things at first because nothing's happening at first. Not until you've gone out and done the hard work to get some momentum to get things going. There's also all kinds of important things outside of your career that don't involve any deadlines like seeing your family or exercising and taking care of your health, working on your relationship or getting out of a relationship
that isn't working. Now, if Procrastinator's only mechanism of doing these hard things is the panic monster, that's a problem. In all of these nonadline situations, the panic monster doesn't show up. He has nothing to wake up for. So the effects of procrastination they're not contained. They just extend outward forever. And it's this longterm kind of procrastination that's much less visible and much less talked about than the funnier shortterm deadline based kind. It's usually suffered quietly and privately and it's can be the source of a huge amount of longterm unhappiness and regrets. And I thought, you
know, that's why these people are emailing and that's why they're in such a bad place. It's not that they're cramming for some project. It's that longterm procrastination has made them feel like a spectator at times in their own lives. You know, the frustration was not that they couldn't achieve their dreams, that they weren't even able to start chasing them. So, I read these emails and I had a little bit of an epiphany that I don't think non-procrastinators exist. That's right. I think all of you are procrastinators. Now, you might not all be a mess like
some of us. And some of you may have a healthy relationship with deadlines, but remember the monkey sneakiest trick is when the deadlines aren't there. I want to show you one last thing. I call this a life calendar. That's one box for every week of a 90ye life. That's not that many boxes, especially since we've Already used a bunch of those. So, I think we need to all take a long hard look at that calendar. We need to think about what we're really procrastinating on because everyone is procrastinating on something in life. We need to
stay aware of the instant gratification monkey. That's a job for all of us. And because there's not that many boxes on there, it's a job that should probably start today. Well, maybe not today, but you know, sometime soon. Thank you. [aplausos] Percebam, alguém aqui já ouviu falar de Parkinson's Law ou eh, como é que é o nome do outro? Ai, urgency effect, efeito urgência. Lady Parkson, efeito urgência. Já ouviram falar? São estudos científicos. Vocês acabaram de aprender sobre ele. Acabaram de aprender como você usa a tua adrenalina, noradrenalina e e dopamina a teu favor para
fazer as coisas acontecerem a partir da ele da diminuição do tempo. Só que ele explicou com o macaco, o monstro do pânico e o tomador de decisão racional, que é muito mais legal. Percebe, percebe como é diferente, como traz realmente algo eh eh quase inter, como é que eu posso dizer? Quase entretenimento. Isso é palestra. Isso é palestra. Alisson, eu não sei. Eu tava pensando, acho que a minha palestra tá meio técnica. Não é palestra, é treinamento. Palestra tem que ser entretenimento. Esse é o game da palestra. Esse é o diferencial da palestra. É isso
que muda tudo. Legal. Você já me mostrou dois. Como que eu faço o meu? Como que eu monto o meu TED? Vou pegar pelo manual do TED, tá? Sete passos, tá? para você construir a tua apresentação do TED. Sete passos. Primeiro deles, a gente já até falou sobre isso, tá gente? Pera aí, acho que a gente já falou esses sete passos. Eu só não trouxe como TED. Já, já falamos. Vamos pr as dicas essenciais. Lembra que eu falei a aula passada? Pense grande, seja verdadeiro, elimine dificuldades, use emoção. Isso é regra TED, tá? Isso vem
do livro do TED. Mas quais são as dicas essenciais que eles tr que eles que eles têm? Só para constar, eu me identifiquei com o tal que tudo a ver contigo, Marcão. Tudo a ver a tua cara. Não sei se vocês perceberam, o Ted tem um tapete vermelho. Ele tem um tapete vermelho. O Ted Talker, o speaker do Ted Talk, ele se posiciona no meio daquele tapete e a única movimentação que você tem é dentro do tapete. Você não pode sair dali. Você não pode sair dali. É isso que você faz. E aí as regras
essenciais que você tem que ter são essas aqui, ó. Primeiro [limpando a garganta] é regra do TED. Você só vira um TEDEdex speaker quando você dominar o formato. Regra um. Então assistir um TED é diferente de criar em um. De criar um. Quando eu falo para você que na Argentina você vai ter uma palestra de 40 minutos, a a galera mais old school, eu sei que já olha, fala assim: "Nossa, isso é pouco tempo e se eu te der 10? E se você montar a palestra com 40 e chegar na hora do evento, falar assim:
"Olha só, tá tudo atrasado, você só tem 15". Você fala: "Ai, Alice, eu não sei o que eu vou fazer". Pois é, dominar o formato TED acaba com esse problema. Então, mais do que criar um roteiro aqui, o que você tá fazendo é pensando em ritmo, em gesto, em tom de voz, em ideia essencial. Domina o formato TED. Por isso que a gente vai assistir alguns hoje, entendeu? Cara, tem que dominar PC. Eu vou mostrar o meu para vocês daqui a pouco e vou mostrar de dois alunos meus formados aqui nessa nessa mesma mentoria que
Vocês. Foram formados aqui e se tornaram TEDEX speaker, entendeu? Ana Carolina Oliveira, que é a mãe da Isabela Nardone e o Messi, que alguns de vocês que já conhecem, que é meu aluno também, não o Messi jogador de futebol, né? Não o Messi que chuta bola, mas o Messi que chuta porta, que é o policial federal. Então, vou apresentar para vocês o dos dois, inclusive vou contar como foi a análise e o processo dos dois. Segunda regra, seja objetivo, claro e direto. Três palavras. Objetivo, que que você quer apresentar? Claro, todo mundo tem que te
entender e direto. Então, se eu falo, olha que interessante, vocês acabaram de aprender sobre o monstro do pânico, macaco da gratificação e o tomador de decisão racional. Aí eu perguntei, já ouviram falar em Urgency Effect? Não. Já ouviram falar em Parkins Law? Não. Ele acabou de ensinar para vocês. Percebe? Se ele fala assim: "Hoje eu vou falar sobre Parkinson's Law, um um estudo científico que mostra o quanto você procrastinar, você fala: "Não, chato, não quero". Ele falou de uma forma clara. Não só pro técnico entender, é para todo mundo entender. Então, qual que é a
ideia que você quer espalhar? Essa aqui: Busca uma versão simples, direta, suscinta. Não fica fugindo do assunto, não dispersa, não fica divagando. Tenta resumir tudo numa frase. Lembra da frase masterizada? A apresentação TED, ela tem uma estrutura similar a de um elevator pit. Então você tem que investir tempo na construção de um roteiro profissional que seja objetivo, claro e direto. Terceira regra, eu já pincelei aqui, mas já dizendo novamente, no TED, você é um apresentador, você não é um palestrante. O palestrante do Ted, ele é especialista no assunto, apaixonado por pel aquele assunto, pelo que
ele faz. E é isso que dá o tom de facilidade de discurso. Lembra que eu falei na primeira aula, se eu não me engano, palestra, o ambiente de palestra não é ambiente de aula, é ambiente de show. E quando você domina e apresenta isso da forma certa, você dá um show. Então, estuda profundamente teu assunto a ponto de conseguir falar sobre ele como se fosse algo muito simples, porque você é a pessoa que vai apresentar ele. Ponto. Quarta regra, TED. Preste atenção no tom. Como assim? A gente já falou aqui de tom de voz, né?
Mas por mais complexo que seja o seu tema, a linguagem que você vai entregar, ela tem que ser de fácil compreensão. Então, populariza a sua fala sem deixar ela vazia, mas populariza. Não precisa ficar usando tecnicismo, jargões da sua área. Você não precisa mostrar que você é super inteligente, não. Aliás, faça testes da do teu TED Com pessoas leigas, pessoas que não entendem nada do teu tema para ver se eles saem dali entendendo. ao mesmo tempo, faça testes com gente da sua confiança, né, que tenha nível de instrução para ele entender se o que você
falou tem a ver com o processo. Eu participei ano passado do Web Summit Rio e eu fui assistir um amigo que alguns de vocês já conheceram também, que é o Fernando [ __ ] que também se tornou Ted Talk. Eh, e ele fez também esse treinamento. E o [ __ ] ele é da tecnologia e ele é extremamente técnico. E eu fui acompanhar uma palestra técnica dele. E aí terminou a palestra, ele virou para mim e falou assim: "Me dá a tua visão de treinador". Eu falei, ó, como palestrante, forma de entrega, você foi muito
bem, muito bem. Como conteúdo, você deve ter ido muito bem, porque eu não entendi [ __ ] nenhuma, porque nós estamos numa palestra técnica sobre tecnologia, programação. Eu não entendi nada. Por quê? Porque eu não sou da área, então deve ter sido legal, entendeu? Ponto. Temos um amigo que diz que é paraa mãe entender. Se ela não entender, apaga e faz de novo. É isso aí. Mas não é nossa, não é meu amigo mais não, viu? É só seu agora. E eu tô fora desse cara. Na nos bastidores eu te conto as fofocas. Então, preste
atenção No tom. É, irmão, infelizmente é criminoso. Essa é a palavra. Preste atenção no tom, isso muda tudo. Quinta regra, menos tecnologia, menos acessórios e muito mais você. A ideia é transmitir a sua ideia de uma forma descomplicada. Então, no TED, o slide é suporte. Você só usa se for essencial. E aí, qual que é a alternativa? Treinar muito para ser você mesmo. Tem que ser cada vez mais você. Ponto. Eu sempre perco a conta. 2 3 4. Essa foi a quinta, né? Sexta regra. Cuide do tempo. Encaixar tudo. Cuide do tempo. Encaixar tudo numa
apresentação concisa e eficiente parece ser um desafio. Só que você ainda tem que controlar o tempo. você tem que ter a a a tua ideia concisa, eficiente, objetiva com tempo. E aí, qual o recurso para cuidar do tempo? Ótima pergunta, Cláudia. Eu vou dizer a minha técnica. Eu sempre divido uma palestra em 4/4. Então, ela tem 4/4. E aí eu faço a divisão temporal em 4/4, tá? Aí aí eu faço assim, no o primeiro quarto termina em tal slide, termina em tal momento da palestra e no meu slide, na minha apresentação, eu tenho um ponto
de cor que só eu sei onde tá e é um pixel em um canto que me mostra que aquele momento eu terminei o primeiro quarto. E aí eu tenho outro ponto em outro canto, quando eu termino o segundo, quando eu termino o terceiro e quando eu tô terminando o quarto, que é o final da palestra. Por que quartos e não tempo? Porque se eu tenho a divisão em quartos, eu consigo manipular o tempo. Se você me der 40 minutos, cada quarto dura 10 minutos. Se você me der 20 minutos, cada quarto dura 5. Se você
me der 60 minutos, cada quarto dura 15. Eu consigo manipular o a minha entrega a partir do tempo que você me der. Se eu colocar assim, em 10 minutos, eu tenho que estar naquele momento, OK? E se a palestra inteira foi de 10 minutos? Então você divide ela em quartos e faz as marcações. Alisson, acontece isso de eu ter uma palestra maior e e chegar no momento a pessoa me diminuir o tempo, como diria Hley Joy Wasm em o sexto sentido. All the time, o tempo todo. Eu tenho uma hora, chego no evento, eu sou
o sexto palestrante, todo mundo atrasou 5 minutos. Aí o organizador fala para mim: "Meu irmão, pra gente não Acabar esse evento amanhã, eu preciso que você entregue em 30". Aí você tinha 60. Aí você vai falar o quê? Não, não vou fazer. É o que você tem, irmão. E lembra do pecado número um? Qual o pecado número um? Dos sete pecados capitais do palestrante. O número um, se vocês não lembrarem, eu atravesso essa tela. Número um, estourar o tempo. Boa, PC, pelo amor de Deus. Não pode, não pode. Sétima regra. E aqui é uma das
nossas ferramentas, tá? Você vê como é tudo muito coligado com TED. Os improvisos são marcados. O improviso ele é bem-vindo, desde que ele seja marcado, desde que ele seja programado. Ele é improviso só pro público. Para você, ele tá no roteiro. Ele tá no roteiro. Ele tá escrito. A parte que parece que você tá improvisando, que parece que você tá brincando, que parece que você tá fazendo uma piada com alguém, ela tá no roteiro. Palco não é lugar de improviso solto. O improviso tem que ser marcado. Se não for assim, você vai ter problema. Certeza.
Lembra do looping? Abriu o looping, já era, você perdeu o teu público. A oitava regra, eles chamam de fã de carteirinha. Olha isso. Oitava regra do TED é se chama fã de carteirinha. Como assim? Quer fazer um TED? Quero. Vire fã de carteirinha do TED. Assista tudo. Entenda todos os formatos. Entenda todas as entregas. Por que que esse aqui tem tapete? Por que que esse não tem? Por que que esse aqui tá lendo e esse aqui não? Por que que esse parece que ele tá o tempo todo no mesmo lugar e esse se movimenta um
pouco mais? Vire fã de carteirinha. É isso que muda o jogo. É isso que muda. A oitava regra, já falamos dela algumas vezes hoje e vamos repetir, ensai. E aí eles colocam assim no livro, tá assim, ó, ensaiona. Nona. Então, nona ensai. Eu sempre perco a conta. E aí no livro ainda tá escrito assim: Quantas vezes? E eles respondem: "Quantas forem necessárias?" pratica sozinho, com a família, com os amigos, com as pessoas da sua confiança. Ensaia com a almofada de casa, com o teu cachorro, com teu gato. Só que lembrando uma coisa extremamente importante que
eu já disse e eu vou repetir. Eu eu já contei para vocês a história do que eu da minha conversa com o Gilberto Silva, penta campeão do mundo. Gilberto é meu aluno também, também fez essa mentoria aqui, fez a turma um. Gilberto Silva é penta campeão do mundo pelo Brasil, meio-coampo da seleção brasileira e ele ficou no Arsenal, tempo de ouro dele, ele era o capitão do Arsenal, Tierry Anry, um time assim maravilhoso, eles ficaram 56 jogos invictos entre Premier League e Champions League. Os dois campeonatos mais difíceis do mundo, 56 jogos sem perder. E
aí eu perguntei para ele, Gibá, como, velho, como 56 jogos invicto é muita coisa. Como? Aí ele falou assim, o Mister ensinou pra gente o seguinte. Mister era o técnico Mourinho. O Mister ensinou o seguinte pra gente: treino é jogo e jogo é guerra. Treino é jogo e jogo é guerra. Então, como que você ensaia uma palestra? Palestrando. Você não ensaia uma palestra lendo o roteiro. Leitura de roteiro é uma coisa, ensaio de palestra é outra. Então, se eu Vou ensai se eu vou ensaiar uma palestra, tudo que eu faço na palestra, eu faço no
ensaio. E lembro que eu já falei da nossa, como será a nossa sexta aula? Na sexta aula, nós vamos estudar neurociência. Você vai entender que nenhum passo que você dá no palco é porque você quis. Nenhum. Todos são programados. Todos. E como que eu ensaio isso, Alisson? fazendo. Então, se na palestra eu vou palestrar com um microfone na mão e um passador de slide na mão, um slide atrás de mim e uma boca de palco de 10 m, eu vou ensaiar da mesma forma, com um microfone na mão, um passador de slide, um slide atrás
de mim e um palco com uma boca aqui que represente 10 m. E eu vou caminhar nesse palco. Ah, eu não vou sentar aqui, ficar lendo o roteiro e dizer: "Eu vou falar isso, eu vou". Não, não, não, não, não, não. Você ensaia como palestra. É assim, você ensaia como palestra. Você palestra em pé? Sim, ensaio é em pé. Você palestra com microfone? Sim, ensaio com microfone. Mas eu não tenho microfone. Pega uma caneta, finge que você tá com microfone. Você tem que ter algo que represente o microfone. Vai ter slide? Vai. Você tem que
saber onde o slide tá. Então, se na maioria dos palcos o slide tá atrás de você, Quando você vai ensaiar, o slide tá onde, negão? Atrás de você. Por quê? Lembra que você tem que fazer a palestra sem olhar pro slide? Se coloca ele na sua frente, você tá olhando. Mas eu tô ensaiando, Alisson. Treino é jogo e jogo é guerra. Você só vai se acostumar com o desconforto de estar lá da forma que tem que ser. Se você fizer da forma que tem que ser, se você ensaiar sentadinho lendo um roteiro, quando você chegar
no palco, você não sabe para onde você anda. Aí você vai ter um microfone na mão e um passador de slide, você não sabe como é que lida com os dois. Aí daqui a pouco você tá falando no passador de slide e passando o slide no microfone. É, ué, você não se acostumou, você não entendeu. Treino é jogo e jogo é guerra. Ponto. Então o ensaio é quantas vezes forem necessárias. Alisson, mas eu não tenho tempo. Aquela velha pergunta. Que que você faz de meia-noite às 6? Eu já soube que eu não posso fazer essa
pergunta pra Flávia. [risadas] Ela tem um marido que ela precisa cuidar. O marido dela tá acamado por um acidente, ela cuida do marido. Então de meiaite é 6 ela tá lá cuidando do marido. [risadas] E última das 10 regras. Autenticidade. Tão importante sobre a sua ideia, o que você vai falar, é o como cada apresentador tem um estilo e você Tem que permitir que esse estilo transpareça. As apresentações elas só vão ser realmente extraordinárias se a audiência perceber que tem autenticidade no jogo. Por exemplo, eu falei do Team Urban e eu falei: "O Marcão vai
adorar". Por quê? é o estilo dele, é o tom de voz dele. Se ele fizer assim, vai dar certo. Se ele tentar ser o Mário Sérgio Cortela, que fica aqui falando assim e mas e traz filosofia, não vai encaixar. Aliás, vocês sabem que isso é programado, né? Sabiam disso? Essa extensão vocal de fim de frase dele, ele não fala assim. Ele só palestra assim. Sabiam disso real? Sabiam? Ele não fala assim, ele fala normal. Aí na palestra ele faz aquela extensão. E aí uma vez um cara entrevistando ele perguntou: "Por que que você faz isso?"
Ele falou assim: "Marcou, marcou você a forma que eu falo na palestra?" marcou, então deu certo. É por isso eu fiz para que você preste atenção e que você fale sobre isso, tanto que você tá vindo me perguntar sobre. Percebe? Vamos ver mais Ted. Agora eu vou trazer de dois caras que vocês vão conhecer, que são alunos, são do mesmo ecossistema que vocês. Primeiro é o Messi. O Messi chegou para mim como policial federal. um policial federal que não sabia sobre o que ia fazer, falar. Ele só queria parar de prender bandido e não ajudar
a população. Palavras dele, tá? Não minha, porque ele combate cyber crime. Ele é o chefe do departamento de combate a cyber crimes da Polícia Federal. Então aí ele chegou para mim, ele até fala que ele falou assim: "O Alisson me ensinou até eu me apresentar, porque ele chegou para mim assim: "Que que você faz, Messi? Você é da você é policial federal?" Entendi. Mas você faz o quê? Você é da inteligência? Você é do combate? Qual que é? Ele falou assim: "Ah, eu prendo hacker". Falei: "Ah, legal, prende hacker, massa." E aí eu fui conhecendo
o Messi. Aí quando eu comecei a entender o quem ele era, eu falei assim: "Irmão, você não prende hacker não, para com isso, porque até a tua apresentação, como você se apresenta, tá errado." Eu vou te dizer o que você faz e você vai falar isso a partir de agora. Toda vez que um criminoso invade um sistema, um criminoso internacional invade um sistema público no Brasil, o telefone que toca é o meu. Ponto. Porque ele não é um cara que prende hacker, ele é chefe do departamento de combate à cybercrime da Polícia Federal do Brasil.
Ele é o principal cara que combate a cybercrimes no Brasil. Os crimes que ele combate, que ele que ele busca, são Todos milionários, bilionários quase, entendeu? Então ele ele faz recuperação de milhões bilhões todos os dias, como é Polícia Federal para órgãos públicos. Aí, como ele sempre fala, eu cansei de ver as pessoas sendo roubadas, só que eles são roubados e o dinheiro dele não volta para ele. Quando a gente recupera, vai pro governo. Então, eu quero fazer com que as pessoas não tenham mais prejuízo. E aí a gente inscreveu o Messi num open mic
de Belo Horizonte, que é o segundo melhor TEDEx Brasil, em tamanho, em organização, eles são incríveis. E a gente programou passo a passo para vocês entenderem já como é um processo de um open mic. Geralmente é assim. Geralmente eles primeiro vão avaliar o teu, lembra que eu falo da da importância do posicionamento? Eles vão avaliar o teu posicionamento para ver se o que você tá ofertando para eles tem a ver com você se posiciona. Deixa eu ver se essa pessoa é especialista no que ele tá falando. Aí eles gostaram. Claro, você se inscreve e coloca
lá um tema e aí você vai fazer uma redação para dizer porque você deve estar no TED. Aí eles vão fazer a primeira pesquisa. Se na primeira pesquisa houver congruência entre o que você fala e o que você mostra, aí você passa de fase. Na próxima fase você vai mandar para eles um vídeo de 1 a 3 minutos, aí depende da organização, defendendo o seu tema. Não é se apresentando, é defendendo o seu tema. Deixa eu ver se eu E aí, o que que a gente faz, tá? Quando a gente chega nesse momento, eu vou
invadir o teu roteiro. Por quê? Porque a gente precisa construir um roteiro, não para você palestrar, para você passar de fase. Então aqui a gente tem que usar marketing, a gente tem que usar mistério, a gente tem que usar um monte de coisa. Vou mostrar para vocês, ó, só para exemplificar, do coronel Luciano, que acabou de passar, né, pro TED. Ele tá aprovado, ele vai fazer o TED. Eh, como que chegou o texto dele e como que a gente reconstruiu, ó, texto do Luciano, tá? Não vou ler tudo, mas só uma parte. No epicentro de
um combate nas operações especiais, a informação que salva sua vida viaja duas vezes mais devagar que o seu botão biológico do pânico. Diante do fogo cruzado, seu coração ultrapassa 175 batimentos por minuto. Sua visão vira um túnel e sua capacidade lógica desaparece. Se você não souber governar sua biologia em frações de segundo, você está morto. Mas e se eu lhe disser que o mundo corporativo está operando exatamente nessa frequência destrutiva todos os dias? Empresários líderes estão enfrentando um descompasso evolutivo Gritante. O estresse contemporâneo atrofia o cérebro, gera colapsos nervosos e esgotamento crônico. O mercado tenta
resolver isso ensinando currículos ou despejando teorias motivacionais rasas. O erro fatal da nossa era tentar liderar organizações ou gerenciar crises sem antes possuir soberania sobre o próprio sistema nervoso. Estamos desconectados do nosso próprio hardware biológico. Só ler esses dois primeiros pontos para vocês entenderem o que ele mandou. Aí eu falei com ele, como eu falo, tá? Posso dar uma mexida? [risadas] Vocês já ouviram isso de mim, né? Posso dar uma mexida? Aí ele pode falei: "Top texto que eu mandei e que ele foi aprovado." A decisão errada de um líder pode causar um prejuízo financeiro
e patrimonial e patrimonial à empresa. No ambiente que eu fui treinado, qualquer pensamento errado causa sua morte. Eu sou o coronel Luciano Costa das Forças especiais do exército brasileiro. Eu decidi viver a minha vida em ambientes de estresse extremo, nos treinamentos mais duros do mundo, em batalhas que a maioria de vocês, seres humanos normais, sequer imaginaria viver. E foi nesse ambiente inóspito que eu entendi que a maior batalha do homem é contra um inimigo que É impossível ignorar ou fugir a sua própria fisiologia. Diante do fogo cruzado, o seu coração ultrapassa 175 batimentos por minuto.
E esse bombeamento sanguíneo acelerado causa efeitos em todo seu corpo. Sua visão faz o efeito túnel. O seu raciocínio lógico desaparece e se você não souber dominar a sua biologia, é ali que você morre. Percebe que eu saí do tecnicismo demais e fui para algo que vai impactar o cara que tá lendo? É isso que a gente faz. A Cláudia, não vejo a hora de ler isso nas nossas trocas de mensagens. Posso dar uma mexida [risadas] bem leve e tranquilo, estilo Alisson. Por quê? Eu tenho que conquistar o cara pro cara falar assim: "Vou te
dar a chance de passar de fase." Não pode. Se ele não entender que é o que ia acontecer como tava muito técnico, o cara não ia entender. E se ele não entender, ele não te aprova. Entende? E aí o Messi, a gente foi fazendo todo o processo, o Messi, o BH, eles são tão organizados que eles fazem um último open mic que é presencial. E aí o Messi foi. Aí no presencial a gente fez o seguinte, para quem, eu não vou explicar aqui não, eu vou mostrar primeiro, depois eu conto. Porque se eu se eu
contar, eu já vou contar o segredo da palestra do Messi. Então, primeiro eu vou mostrar Messi no TEDEX BH e eu vou mostrar o Alisson lá, tá? que eu fui, a gente fez o processo, ele foi aprovado, ele palestrou e eu tava lá acompanhando. Eu não ia perder de jeito nenhum, né? Vamos lá. Esse aqui já foi. Esse também. Aliás, o Messi já fez dois, tá? Eu não vou mostrar o The Bern Brown agora não. Depois vocês assistem o da Bern Brown que também é muito bom, tá? Poder da vulnerabilidade. Vale a pena assistir. Aliás,
vocês já vão desinstalar Netflix hoje para começar a assistir só Ted, então assistam todos. Já assisti da Benebral. Muito bom. É maravilhoso. É maravilhoso. Como se proteger de crimes na internet? Anderson Messias, nosso queridíssimo Messi. [música] [aplausos] Que legal, hein? Hoje a gente vai conversar um pouquinho sobre esse carinha que tá no bolso de vocês no telefone. Alguma vez você olhou pro seu celular e ele piscou do nada? Alguma vez você colocou a mão nele e ele tava pegando fogo? E aquela bateria que não dura nem a metade do dia, uma vez aconteceu com vocês?
E aqueles 3 GB da operadora que não chega nem no final do mês? Se você respondeu sim para uma dessas perguntas, só um detalhe, tá? Até essas gargalhadas macabras foram programadas cada uma delas, porque ela tem um porquê pode começar a se preocupar. Eu tenho uma má notícia. Você pode ter sido vítima de espionagem no seu telefone. E a má notícia é espionagem é só um dos cyber ataques da atualidade. Há alguns meses vocês podem ter visto nas mídias sociais um vídeo que mostrava um aparelho sendo invadido em que uma transação de Pix era alterada
a quantia. E o destino desses valores. Ali os golpistas por meio desse vírus conseguiam [limpando a garganta] fazer com que o destino não fosse o que você queria. Mas Messi, como é que eu identifico aquele vírus dentro do meu telefone? Vendo o seu aparelho travando durante a operação? Mas vamos combinar, seu telefone vive travando, nem sempre é vírus, né? [risadas] Você poderia pensar que era apenas um travamento normal do seu telefone, enquanto todo o seu dinheiro estaria indo embora. Mas eu tenho um vídeo para mostrar para vocês. Abre o senal, arrombo. Bora, bora, bora. Abre
sinal rombo. Polícia Federal. Esse sou eu prendendo o cara que inventou o golpe do Pix. Na casa dele, 7.2 milhões em dinheiro vivo. Eu bati o recorde, uma das maiores apreensões de dinheiro no Brasil. Eu só tenho uma notícia ruim para você. Ele não ficou detido. E outra, o golpe do Pix só foi inventado depois que ele foi liberado. Antes esse hacker havia acumulado 7.2 2 milhões e muito mais em criptomoeda. Hoje, hoje eu nem consigo imaginar a quantia que ele deve ter. E esse hacker do Pix está longe de ser um dos piores cybercriminosos
da atualidade. Os piores só são pegos depois de terem causado um estrago enorme na vida financeira de famílias e empresas. Eles estão agora na Deep Web desenvolvendo o próximo grande vírus a ser entregue para vocês na internet. Infelizmente o mundo está dividido cada vez mais entre três grupos de pessoas. As que cometem cybercrimes. As quem vocês acham que é esse moço em pé aqui no cantinho? Quem é esse cara aqui? [risadas] Que são vítimas de cybercrimes e as que acham que nunca serão vítimas de crime cibernético. E eu tenho as informações para te provar isso.
Lembra daquelas perguntas que eu fiz lá no início da nossa conversa? Se você respondeu sim para qualquer uma delas e você descobriu que possivelmente você está sendo espionado, não fica triste, você não tá sozinho. [risadas] Uma pesquisa de uma empresa antivírus famosa mundialmente revelou que um a cada quatro brasileiros está sendo Espionado na internet hoje. E espionagem é somente um dos ataques que podem ocorrer no Brasil. Houve um aumento em 2023 em 10 vezes o número de ataques. Foram 10 bilhões só no primeiro semestre. E quando a gente pensa em crime, a gente costuma pensar
naquele cara marginalizado, naquele cara encarcerado, aquela pessoa que não teve outra opção na vida. O caso do sábia criminoso é diferente. Sábia criminoso tem em média de 20 a 29 anos. Ele normalmente tem educação superior, uma formação em TI, muitas vezes ele é um cientista computacional. E eu digo ele porque normalmente é um homem. Vamos falar um pouquinho da motivação desse cara. Antigamente ele invadia um site do governo apenas para ficar famoso ou mandar uma mensagem política. Hoje não. Hoje é tudo por dinheiro. [risadas] E esse dinheiro vem de sequestro de dados. Messi. O que
é sequestro de dados? É quando um criminoso na internet rouba os seus dados para depois te estorquir. O Brasil é o segundo país mais atacado no mundo. Foram 2.1 milhões apenas no primeiro semestre de 2023. O Brasil só perdeu pros Estados Unidos. E se você acha que esse tipo de criminoso causa apenas danos financeiros, você está muito enganado. Em 2023, dois pacientes de Minas Gerais morreram após hospitais terem sido atacado na internet. E esses são somente as vítimas que foram detectadas. Aqui a gente não tá falando dos novos golpes e fraudes que acontecem todos os
dias. Eu sei, é assustador. Lá na diretoria de crime cibernético da PF, eu enfrento esses criminosos todos os dias, mas nem tudo está perdido. Você pode se proteger e diminuir as chances de ser a próxima vítima. Há algum tempo eu dei uma palestra em Portugal sobre cersegurança e lá eu descobri um site que é muito completo e que vai ajudar você a se proteger desse tipo de ataque. Agora eu quero que vocês peguem o amiguinho de vocês que tá dentro do bolso, puxem o telefone e abram, porque a gente enviou um e-mail para vocês pela
manhã com essa reportagem. Podem parar um tempo. Só um detalhe aqui já é uma adaptação da palestra dele. Por quê? Porque no TED você não pode colocar QR code de nada. Na palestra dele ele põe o QR code e fala: "Pessoal, lê aqui a notícia, tal, que é essa notícia que eu que a gente pegou na na polícia lá em Portugal, né? Sobre o o eh do the Economist, que mostra ali 13 dicas para você se proteger. Como não pode no TED? E o Ted tem acesso a todos os leades. Ele mandou por e-mail para
eles. Puxa o telefone, abram o e-mail de vocês, dá uma olhada lá na na caixa de spam, todos os e-mails. Beleza? Volta aqui comigo agora. Vocês já abriram a reportagem? Legal. Todo mundo comigo? Beleza. Show. Deixa eu te perguntar uma coisa. Por que que você clicou nesse link aí? [risadas] Messi, porque você é da Polícia Federal? Por que que vocês imediatamente confiaram em mim? Vocês acham que aquele vídeo lá é verdadeiro? [suspirando] [risadas] Ninguém aqui viu a minha carteira da polícia. Eu posso ser inclusive aquele hacker do Pix. Se eu te perguntasse no início dessa
nossa conversa, quem aqui clicaria num link malicioso? Ninguém levantaria a mão. Mas foi exatamente o que você acabou de fazer. E para te convencer a clicar nesse link, eu fiz exatamente o que o criminoso faz. Ele te conta uma história que te envolve. Eu cheguei aqui, te alimentei com informações reais e eu fiz você confiar em mim. E quando você teve a certeza que eu tava aqui para te ajudar, você me deu todos os seus dados. Vamos ver o que eu consegui coletar de vocês agora. Vamos pra tela. Esses são os seus dados. IP, sistema
operacional, versão do navegador, localização. Essas são exatamente as informações necessárias para um hacker te atacar. É somente necessário pesquisar as vulnerabilidades junto com o seu IP e o ataque tá feito. Mas calma, antes que você saia daqui desesperado, [risadas] nada desses dados aí vão ficar guardados, tá? Eu realmente trabalho na diretoria de repressão a crime cibernético da Polícia Federal. [risadas] Agora vocês acreditam, né? Meu nome é Anderson Messias, por isso, Messi, não tem nada a ver com o cara lá do futebol. E eu realmente estou aqui para te ajudar hoje. [risadas] A minha missão aqui
hoje é te proteger na internet, mas vale aqui mais uma verdade. Eu nem precisaria que vocês clicassem nesse link, mas o pessoal aqui pediu para pegar leve com vocês hoje. [risadas] Agora que eu consegui te mostrar o mundo em que você realmente vive e que a internet que você navega todos os dias não é apenas um pack de diversão, eu quero te mostrar uma ferramenta que vai realmente proteger um dos ativos digitais mais importantes da sua vida, as suas senhas. Eu quero somente que vocês pesquisem na internet gerenciador de senhas, código aberto. Lá vocês vão
poder escolher entre os melhores gerenciadores de senha da atualidade e o melhor, eles são gratuitos, sincronizam entre todos os seus dispositivos, sendo ele Android, Windows, Mac ou iPhone. É só criar um Login, transferir as suas senhas antigas para o gerenciador de senhas. Dá para fazer isso tudo de forma automática. E depois você vai trocando as senhas velhas por novas criadas pelo gerenciador. E aqui mais duas dicas importantíssimas. Ativem o segundo fator de autenticação nas suas contas digitais. Isso vai criar uma barreira a mais contra um cyber criminoso. Atualizem as informações de segurança do seu e-mail
e nunca, nunca, mas nunca cliquem no link antes de saber a origem. [risadas] O meu papel aqui hoje é te deixar mais seguro. O primeiro passo foi mostrar a verdade do mundo virtual que você tanto usa. Sim, é possível que você tenha sido vítima de espionagem no seu telefone. Sim, é possível que você seja vítima de crime cibernético no futuro, mas na internet não há apenas criminosos. Há pessoas cuja missão é te proteger na internet. O meu nome é Messi e eu sou uma delas. [aplausos] [aplausos] Sentiram o drama todo, Alisson? Era o cara falando
aí, eu tentando bloquear minha senha aqui, velho. [risadas] Que que é? É o cara falando, eu tentando bloquear minha estranha tudo aqui, doido, desesperado. [risadas] Acho que todo mundo, eu não tenho noção de como é na palestra. Na palestra a gente faz o seguinte, vou pegar um exemplo, tá? Tractto show Maceió. E aí a gente fez o quê? Qode na tela. E cara, milhares de pessoas. E aí na hora lê aqui esse QR code, lê aqui. Aí o pessoal lê o QR Code. Aí na hora que lê ele conta mais uma historinha, tal. Ele falou
assim: "Agora deixa eu fazer uma pergunta. Por que que vocês leram esse QR code aqui? Por quê? Porque eu mandei aí no TED, como eu falei, o TED tem limitações, tá? No no na palestra, ele pode falar mais solto." Falou assim: "Quem disse para você que eu sou policial federal? Você viu minha funcional? Eu mostrei para você a funcional. Pois é, eu sou um hacker e eu acabei de pegar várias informações de vocês. Quer ver? E aí ele põe na tela. E aí quando ele põe na tela, o que que ele faz? E aí ele
tá com computador aberto, tempo real. E aí ele vai mostrando, porque quando você coloca nome no teu computador, o nome aparece. O nome aparece. Aí a gente tava lá. Gente, não sou eu, tá? Eu não sou o cara. Eu sou carioca, mas eu não sou assim. [risadas] de 10 palavrões a cada palavra, a cada a cada frase. Não, tá, eu tô domesticado. Eu só não posso ir pro Rio. Quando eu vou para lá, eu volto pior, mas no natural eu não fico tanto. Aí, [risadas] não é, PC? Se chegar aí já era. Aí o que
que acontece? O o ele coloca e aí ele fala o nome de um pai de uma amiga nossa que tava lá atrás que conhece ele. Aí ele ah, não sei o quê, não sei quem, não sei o quê. Ó o Rinaldo aqui. Ó o Rinaldo filha da [ __ ] [risadas] É muito engraçado porque o pessoal fica num desespero, num desespero. E aí na palestra a gente brinca com uma coisa que ao invés dele mostrar aquela tela técnica, que é o que vem, o que vem é informação de tela técnica. Vem só informação. Mas a
gente fez uma tela, a gente fez um slide como se fosse uma tela de galeria de fotos. Ele não tem acesso, tá? Ele não acessa isso naquele naquela, ele acessa números, mas a gente põe, olha o que a gente acessou, aparece aquela tela assim e desfocada de fotos, meu irmão, o povo fica desesperado, desesperado, que a especialmente a turma que apronta, né? [risadas] Quando eu levei o Messi na agência, o Messi é da Polo já. O Messi tá na Polo, ele tá agenciado, tudo certo. Então quando eu levei ele lá e aí ele falou: "Cara,
eu vou hackear o pessoal da Polo, velho. Vai dar merda isso, Arison. Vai dar merda isso aqui. Vai dar merda. Não vai dar certo não. Vamos fazer isso não. Eu falei: "Vamos hackear". Só que você vai pedir permissão na hora de apresentar para não ser invasivo. Você vai dizer o seguinte: "Posso mostrar o que eu peguei do telefone de vocês? Posso?" E aí eles vão dar permissão e tá tudo certo. Aí foi assim, juro. Gente, captei algumas coisas do celular de vocês. Olha aqui. Posso mostrar o que eu peguei do celular de vocês? Aí tinha
uma menina sentada, uma das vendedoras, sentada no chão assim no cantinho, falou: "O do meu celular? Não, não autorizo, não. Não autorizo, não, não Autorizo não". [risadas] Falei: "Cara, se entregou. [risadas] se entregou que o celular tá lotado de nudes, né? Não, não, não autorizo, não mostra, não, não, não autorizo, hein? Não autoriza ele. Calma, calma, calma. Tá bom, não vou, não vou apresentar nada [risadas] do dela, tá? É muito engraçado, cara. Mas foi pro Ted, arrebentou, arrebentou. Foi um dos caras mais bem avaliados, tá? E aí, logo depois eu conheço Ana Carolina Oliveira, que
vocês devem conhecer. O Messi já fez dois Teds, tá? O Messi já fez dois. Ana Carolina também fez dois. Ana Carolina foi interessante porque assim, eu conheci ela em um TED. Nesse TED que eu fiz, eu conheci ela e a história dela é a história que o Brasil conhece, né? A filha dela foi jogada pela janela, jogada pela janela pelo pai e pela madrasta. Menina com 6 anos de idade, jogada do oitavo andar. e morreu. E gente, eu tô contando só o que saiu na mídia, tá? Se eu contar tudo que eu sei que a
Ana me conta e que ela me contou, é escabroso o nível das coisas que aconteceram. É escabroso, é assustador. E ela não ficou feliz com o Ted que ela fez. Ela falou, ela falou: "Ah, todo respeito a você, todo mundo que tá aqui, mas tem outros que fizeram muito melhores que eu e eu quero ser especialista, eu quero realmente fazer palestra, isso e aquilo." Top. E aí que a gente fez? A gente preparou ela para um novo que ela fez tem mais ou menos um mês, que é esse aqui, ó, que aí ficou incrível, incrível.
Vou mostrar para vocês mais um e depois nós vamos pro Alisson. que aí vocês vão poder criticar. Ana Carolina Oliveira, coragem de enxergar o que ninguém vê. Até o nome é é mexido, tá no TED. Eu [música] já fui uma pessoa que ocupei o lugar de achar que tragédia só acontecia em canal de televisão. Sabe aquela coisa que você vê? Eh, que loucura, que coisa estranha. Como é Que alguém tem coragem de fazer isso? Como é que alguém tem coragem de cometer um crime ou uma atrocidade com uma outra pessoa? E a violência, ela sempre
parece que ela tá muito longe da gente, até que ela bate na nossa porta. Até que ela bateu a minha porta, até que a tragédia entrou exatamente dentro da minha casa. Minha filha, Isabela Nardoni tinha apenas 5 anos quando ela foi jogada da janela do prédio pelo próprio pai. apenas 5 anos, uma criança, uma menina muito, mas muito cheia de vida, mas que teve a vida interrompida por quem mais deveria cuidar e proteger. E eu repito, o próprio pai. E durante muito tempo da minha vida, eu achei que a minha luta era só justiça ou
memória da minha filha. Mas o tempo esse sim me mostrou algo que era muito maior. A Isabela, minha filha, não foi só um caso isolado. Ela ela fazia parte de uma estrutura muito violenta que destrói mulheres e meninas todos os dias. Porque a violência contra a mulher, ela começa muito antes. Ela não começa quando ela é assassinada. Ela começa no controle, na manipulação, na humilhação e na destruição emocional, que ela é muito silenciosa. E é exatamente aí, aí que nasce o feminicídio, no silêncio, num silêncio que grita. E a frase que uma mulher sempre costuma
ouvir. Ah, mas por que que ela não saiu desse relacionamento? Ah, mas ela tá ali com certeza. Porque que ela quer? Mas ela está emocionalmente aprisionada. E uma pessoa emocionalmente adoecida, ela não precisa de julgamento. Ela precisa exatamente do contrário. Ela precisa de acolhimento. Ela precisa que alguém perceba que aquele silêncio tá ali dentro gritando. Meses atrás, o Brasil acompanhou um caso eh de uma mulher de 32 anos. da Tainara. Ela entrou num carro, teve uma discussão, não sei se foi simples ou acentuada, mas as imagens registrada, essa imagem é ótima para vocês verem como
funciona um TEDEX, tá? Por isso que eu parei, gente. Eu vou continuar, tá? Tapete, não importa o tamanho do palco, você vai se movimentar em cima do tapete. Você não sai do tapete, tá? Independentemente do tamanho do palco, você não sai do tapete. Na marginal TT, lá em São Paulo, elas mostravam muita, mas muita violência, que ela naquele momento era impossível de ser ignorada. Tainara tinha dois filhos. Essa mulher, ela lutou para sobreviver. lutou mesmo, mas depois de algumas semanas ela veio a falecer. Mas depois de semanas veio algo que acontece repetidamente. As pessoas só
falam de tragédia depois que elas acontecem. O silêncio dela já vinha antes, mas a gente passou a normalizar a violência e comentar. Um tempo antes, outra mulher chocou. Juliana Garcia, 35 anos, agredida dentro do elevador pelo próprio namorado. As imagens do que aconteceu com ela aconteceram uma indignação nacional. E não foi só na minha cidade, foi em todos os lugares, inclusive aqui. Mas diferente do que aconteceu com a Tainara, a Juliana sobreviveu. Mas depois isso me revela algo que me marcou. A uma das maiores dores dela não era física, era um trauma, um medo, era
a memória, a sensação de insegurança que essa e tantas outras mulheres vivem. A violência contra a mulher, ela não acaba no momento em que acaba aquela agressão. Ela continua dentro da sua mente, dentro do seu corpo, dentro da sua vida, dentro da sua alma. E como se recuperar isso? Mas talvez, na minha opinião, a pergunta nunca é por que que ela não saiu? Talvez a pergunta seja em que momento essa mulher começou a desaparecer emocionalmente? Porque o feminicídio, gente, ele começa muito antes no silêncio, no desaparecimento, nesse silêncio que grita. E depois dessa história toda,
realmente revela uma coisa, não são as dores físicas. É o trauma. Como é que uma mulher entra de novo no elevador? O trauma dela não acabou quando ela terminou de tomar um soco. Esse trauma fica, esse trauma permanece. E como que a gente consegue falar sobre isso? E quem fala sobre isso? Enquanto Nós estamos aqui agora, esse momento que eu tô aqui falando com vocês agora, isso tá acontecendo. Uma mulher é assassinada a cada 10 minutos no mundo. 1500 mulheres foram assassinadas. A gente começa o ano de 2026 com records. Quatro mulheres são assassinadas. por
dia. E você sabe o que mais me dói? É que muitas delas, muitas dela deram sinais. Elas pediram ajuda, mas muitas pessoas ouviram e julgaram ao invés de acolher. Muitos apontaram o dedo aí, ó, e falaram várias coisas, mas não deram um abraço. Depois da minha filha, eu entendi que muitas pessoas falam sobre tragédia e sobre o que aconteceu, mas ninguém fala sobre quem fica, ninguém fala sobre a vítima. A gente precisa parar de agir depois de uma tragédia. A gente precisa falar desse silêncio que grita antes que aconteça, porque está aí, tá acontecendo. Tudo
Isso acontece no medo, na justificativa. Mulheres desaparecendo emocionalmente. E é por isso que eu quero repetir aqui hoje. Não desista de uma mulher. Ela não merece. Ah, mas ela voltou para ele, a colha. Ah, mas ela não denunciou, continuou por perto. Sabe por quê, gente? Muitas vezes vocês podem ser a única ponte, a única ferramenta que uma mulher tem. E eu quero falar com vocês, homens que estão aqui hoje. Controle não é amor. Ciúmes não é amor. Humilhação, não é amor. Violência psicológica também é uma violência. E silenciar uma mulher é uma violência. E talvez,
gente, o maior erro da sociedade é esperar que tudo vire sangue para entender que aquilo era uma violência. O feminicídio, ele começa muito antes de uma mulher morrer. Ele começa quando essa mulher perde o direito de ser ela mesma, quando ela deixa de existir emocionalmente Antes dela ser ferida. Mas também justamente aqui é que eu volto pro caso da minha filha. Quando a Isabela morreu em 2008, para vocês terem ideia, nem existia a tipificação do feminicídio como existe hoje. Ah, Carol, mas tudo bem. A Isabela era só uma criança, né? Sim, era exatamente isso. E
é por isso que eu luto. A minha filha, ela não teve a oportunidade de crescer. Ela não teve a oportunidade de se tornar uma mulher. Ela não teve a oportunidade de lutar pelos seus próprios direitos. Então, quando eu venho aqui lutar pela violência, eu também tô lutando pela minha filha. Isso não é só sobre o caso da minha filha, isso também é pela minha filha, mas é pela Tainara, pela Juliana e por tantas mulheres que tem que lutar por tantas coisas desde que nasceram. o direito de existir, o direito de viver, o direito de ter
uma vida e o direito de estar aí sem medo. Essa luta são tantos os direitos de viver. Todos nós temos o direito de viver, homens e mulheres, mas a gente não tem direito de perder a vida. E talvez a Vida de alguém dependa da coragem de algum de vocês de escutá-la. antes que a tragédia aconteça. E aí agora eu quero fazer um convite, um desafio para todos vocês que vieram ouvir tantas histórias aqui, tantas histórias emocionantes que a gente olha para ela e fala: "Nossa, eu me identifico, eu me identifico". Então eu quero dizer para
vocês o seguinte: vamos parar de nos tornar comentaristas de tragédia. Sabe quando você fica lá no sofá da sua casa falando: "Nossa, vocês viram o caso daquela moça? Você viu o que aconteceu com aquela outra moça lá? Você viu aquela criança? O que aconteceu com ela? É isso, é isso que nós estamos nos tornando e fazendo o quê em consequência disso? normalizando a violência, julgando, apontando o dedo e falando daquela mulher por causa da roupa, por causa do abatom, pelo um comportamento. E elas estão sendo julgadas e mortas por coisas básicas do dia a dia
que todo mundo vê. Então eu faço aqui um convite para vocês. Não, um convite não, um chamado. Saia do lugar de espectador. Não seja mais um espectador. Não fique sentado aí, ó, no teatro. Seja protagonista da história de alguém que sofre em silêncio. Se torne a ferramenta de alguém que talvez, como eu já disse, você seja a única pessoa. Porque não faça como que achei que tragédia só acontecesse na televisão. Não espere que a tragédia invada a casa de vocês para que vocês sejam protagonistas. Eu garanto, a tragédia dói. E dói, mas dói demais. Mas
ajudar uma vida, ajudar uma mulher, ajudar uma criança, ajudar um ser humano é muito mais grandioso. E essa tarde eu conto com vocês nesse chamado, porque eu repito, não é um convite, é um chamado para todos sairmos daqui como protagonistas da história de alguém. E essa pessoa não precisa estar na nossa casa. O silêncio mata, mas a nossa voz, ela pode salvar muitas. Muito obrigada. [aplausos] Forte, né? Mensagem da Ana é muito forte. E quando a gente montou tava muito genérico e por isso a gente colocou os casos reais. Não dá para fugir do caso
dela, né? O caso dela é muito forte, todo mundo conhece. Então, a gente trouxe mais uma vez, mesmo ela já tendo falado dele num outro TED, mas chama muita atenção, chama muita atenção. E por último, eu quero que vocês vejam do cara aqui, [risadas] que é o meu, o meu TED, que olha que interessante, ele não é sobre os meus temas principais, não é, tá? Eh, ele ele é sobre sobre um tema sazonal. O que é um tema sazonal? Eu montei um tema que ano passado todo mundo falava de a e aí eu criei uma
palestra chamada e agora, que é como é que o ser humano vai lidar com isso tudo. Ser humano vai ser substituído, não vai? E ela foi tão bem, foi tão bem, ela, ela mandou tão bem que ela virou Ted e tá aqui, ó. É o último que a gente vai ver hoje aqui juntos, tá? Eu usei, semana que vem a gente vai falar sobre arquétipo, mas eu usei um arquétipo completamente diferente do arquétipo que eu normalmente uso em palestra, tá? Vocês vão ver como eu tô calmo, como eu tô doce. [risadas] E na palestra eu
costumo ser um pouco mais incisivo. Mas por que o tema p [música] E agora? E agora a inteligência artificial chegou? E onde é que fica o ser humano no meio? O áudio tá ruim para vocês? Porque ela escreve, ela ela corrige, ela edita. Só o áudio tá ruim para vocês, gente, ou só para mim? Tá só um pouco baixo para mim aqui assim, mas não tá dando para ouvir. É, não tá legal não, Alisson. Tá legal não. Pera aí, eu acho que eu já sei o que é. Eu achei que não dava. Eu achei que
não é porque eu mexi na configuração do áudio do meu computador e eu joguei para um canal só porque uma das caixas tá rachando. Eu não sabia que ele ia atrapalhar aqui. Pera aí. Ajustes do sistema. Claud para você tá OK, Claud. Uai. Eu consegui ouvir assim, tava um pouquinho mais baixo, mas dava para ouvir. É, eu não tava ouvindo nada. Ah, para mim apareceu. OK. É, você falou, você falou ir agora três vezes, né? Dá, dá para ouvir bem, pô. E agora? E agora? E agora? Volta aí, ó. Toca, toca a parada aí. Vamos
embora. Vamos voltar para mim. Tá bom também. Então, vamos lá. Logo o seu, né, Alisson? Logo o meu vai dar sacanagem, pô. Isso é sabodagem. [risadas] O cara querendo fugir, não quer mostrar o dele, que o dele foi uma bosta. Aí a parada do cara lá, mo do hack, ó. É aí, ó. Você vê como é que dá problema de verdade. Bora lá. Aí, ó. [música] E agora? E agora? A inteligência artificial chegou. E onde é que fica o ser humano no meio disso tudo? Porque ela escreve, ela desenha, ela corrige, ela edita, ela fala,
ela calcula mais rápido que o nosso medo. Ela não erra, ela não cansa, ela não procrastina. E agora? Mas não, gente, eu não vim aqui para falar do inteligência artificial. Eu vim aqui para falar de você, de algo que vem com você de fábrica desde que você nasceu. Eu vim falar da sua iniene, da sua inteligência natural. Mas para falar de você, eu preciso voltar um pouquinho no tempo, porque a revolução que tá assustando todo mundo não é a primeira que a gente vive. E eu te garanto, não vai ser a última. Tem um exemplo?
Eu sou da geração X, os nascidos até 1981. A geração que viu o mundo mudar umas 10 vezes e a gente continua aqui. Não mudou nada. A gente sabe que todas essas revoluções vão causar transformações, mas o ser humano prevalece. E eu lembro direitinho do meu primeiro contato com a inovação. Eu tava em casa e a minha prima me chama para ver o videogame que o pai dela tinha comprado. Mas a tela, gente, não tinha gráfico em 4K Absolute Cinema, não. Que tinha era isso aqui, ó. Uma tela preta, um boneco de palitinho e uma
bolinha quadrada. Alguém se identifica? É nessa hora que a gente entrega idade. É nessa hora. O telejogo não era nada tecnológico, não era nada bonito, mas ele já entrou na minha mente de uma forma muito intensa, porque isso para mim era inovação. Parecia simples, mas era o que a gente tinha. Só que olha que interessante, eu não viver essa inovação dentro da minha casa, porque toda a inovação sempre vem carregada de uma boa dose de preconceito. E pro meu pai, videogame estraga a televisão. Isso não presta, isso emborrece o menino. E eu não tive o
videogame. E, aliás, o videogame também não estragou as televisões como meu pai acreditava. E a inovação também não parou por aí, porque logo depois veio o controle remoto. É, gente, no tempo dos Vikings você precisava levantar para trocar o canal, viu? Para aumentar o volume. Isso se você não tivesse na sua casa um controle molecular. Que vocês não conhecem esse? Na minha casa tinha. Meu pai sentava, ligava a TV e daqui a pouco vai lá, moleque, muda o canal. Vai, moleque, aumenta o volume. E vai o moleco lá a obedecer e fazer o que ele
tava pedindo. A gente era o controle do pai, a gente era o botão da televisão. Aliás, o que é um controle remoto? O controle remoto é um botão que te obedece. O problema é que hoje em dia tem muito ser humano que virou botão, o botão de um algoritmo. Tá vivendo conforme giro feed, obedecendo a notificação, virou o controle remoto da própria rotina. E sabe o que é pior? nem percebeu. Nem percebeu. E aí vem a provocação. Naquela época a gente não tinha muito, mas a gente sentia, a gente criava, a gente se emocionava. Hoje
tá tudo ao alcance de um clique, mas será que a gente ainda sente? Será que a gente ainda tá aqui? Será que a gente ainda tá aqui? Logo depois veio o celular. um aparelho desse tamanhozinho, pequenininho, né, sem abrir o flip. Mas toda inovação vem carregada de preconceito e convive com a geração tecnológica anterior. Então, o celular conviveu com o orelhão de ficha e haja ficha de ligar para ligar de um pro outro. Era cada palavra uma ficha nova. E aí, para inovar no orelhão, criaram o cartão de telefone que aumentou a tranquilidade, diminuiu o
Movimento repetitivo, mas aumentou a ansiedade, porque você colocava ele e começava a contagem 10, 9, 8, 7 segundos. Não, não. Seus créditos indo embora. Era assim que a gente vivia. E a inovação não parou por aí. Mas olha que interessante, o orelhão não tinha tela. A gente falava menos, mas se comunicava muito mais, porque não tinha figurinha para substituir palavra e muito menos sentimento. E depois veio a revolução nas fotos, porque no tempo dos Vikings eram três equipamentos. câmera, filme e revelação. Você fazia uma viagem, tirava 24, 36 ou 48 fotos e depois de um
mês ia ver como ficou. Não tinha nada de instantâneo. Não tem esse negócio de deixa eu ver como ficou, não. Aceita que dói menos. Isso se não queimasse o filme. Alguém já perdeu um filme de 36 poses com todas as fotos da viagem? Quem nunca? Mas os momentos ficavam guardados na memória. A gente não tinha 40 fotos, mas a gente tinha lembranças incríveis. E o próximo passo da inovação, próximo passo da inovação, foi um que eu tenho certeza que ninguém vai esquecer. Ninguém, porque hoje a gente usa o tempo todo. A gente não tinha muita
coisa naquele tempo, mas a gente sentia. Hoje a gente tem tudo, mas parece que desencantou, parece que não tem mais graça. E aí chega uma grande inovação à internet, mas toda inovação chega com preconceito, convivendo com a geração anterior e antes mesmo de estar pronta, porque a internet chegou, mas era de escada. Você lembra do barulho? É, hoje se a internet falha por 3 segundos, a pessoa surta. Nessa época, se conectasse em 10 minutos, você chamava de milagre, agradecia a Deus. Não era assim? Tá tudo tão mais fácil, mas e o ser humano onde é
que tá no meio disso tudo? Nessa época a gente conectava na força da oração, né? Você ficava, vai conectar, vai conectar, vai conectar, vai conectar e caía. A gente conectava de madrugada porque usava o telefone, cobrava pulso. Um pulso 3 minutos, de madrugada um pulso só ficava mais barato. É legal que eu sei pela idade, eu sei a idade pelos olhares e pelo balançar de cabeça. A gente vai entregando, né? E agora o que sobra para mim? O que sobra para você? Porque aí ela escreve, ela desenha, ela digita, ela faz tudo que você poderia
fazer. E eu tenho certeza que vem na tua mente: "Eu vou ser substituído, a minha profissão pode acabar". Mas não se preocupa que substituição também não é coisa nova. No processo de evolução, muitas profissões deixaram de existir para outras nascerem. Alguém aqui lembra do acendedor de postes? Não, gente, não é da minha época. Mas tem um que era o terror da minha adolescência, o remarcador de preços. O cara tava no mercado com essa maquininha, ele ia tec te tec tec tec tec trocando todos os preços. De repente sumiu, acabou. Foi substituído pelo QR Code, pela
código de barras. Mas a pergunta continua: "E agora?" Porque a Iá agora não tá só tirando a etiqueta, ela tá tirando o cargo. Ela faz o trabalho e cobra menos. Às vezes nem cobra, mas não se preocupa, porque a gente também já viu o outro lado, que aí pode calcular mais rápido que todo mundo, mas quem é que ainda escuta o que você sente? Quem é que mede a sua dor? Quem é que segura a sua mão quando tudo falha? E agora? Será que eu vou ser substituído? Tem uma obra de um cara chamado Limon
Frank Ball de 1900, o mágico de Os. E essa obra já nos mostrou o outro lado e a gente nem percebeu. A menina Dorot seguia pela estrada dos tijolos amarelos em caminho à cidade das esmeraldas de Ós para encontrar o mágico. E no caminho ela encontra um leão medroso, um espantalho burro e um homem de lata sem sentimentos. Os três vão até Os para cada um fazer um pedido. A Dorot só queria voltar para casa. O leão queria ser corajoso. O espantalho inteligente e o homem dilata, o robô. Ele só queria um coração. Ele queria
saber o que é fé, o que é amor, o que é perdão. Ou seja, na ficção que prevê quase toda a inovação, a gente já viu a receita. O que a máquina mais busca é ser exatamente o que a gente tá virando as costas, ser. Humano. Ser humano. Evoluir é ser humano. E agora? Agora eu tenho uma notícia para te dar. A não vai embora. Ela não é moda, ela não é fase, ela não é algo passageiro. Ela vai continuar por aqui. Mas a parte mais importante é que eu garanto, a IA e a INV,
uma vai aprender com a outra, uma vai depender da outra. Aliás, se você quer saber a verdade, esse talk aqui foi construído utilizando duas inteligências, uma humana do Alisson e outra digital. Aá me ajudou a construir ideias, buscar referências, eu ditava e ela escrevia. Mas quem tá aqui no palco sou eu. A Iá, ela pode até trazer muitas ideias, mas ela não viveu o telejogo. Ela não correu com ficha pro orelhão. Ela não foi controle remoto do pai. Ela não perdeu um filme inteiro de 36 poszes. Ela não é o filho do seu João com
a dona Elsa. Ela não sou eu. Aí a escreve. Mas quem vive sou eu. A Iá pode prever tudo que você vai fazer, mas ela não pode decidir no seu lugar. Ela te mostra o caminho, mas ela não vai com você. E agora? Agora eu te digo, quem vai continuar mudando o mundo é quem tem o que já veio de fábrica. Atitude, coragem, propósito, chamado. Aá pode conectar a todas as nuvens, invadir servidores, se conectar, cruzar continentes. Mas uma coisa que a Iá nunca vai fazer é se conectar as mãos que desenharam todas as nuvens.
Porque aá pode simular tudo, mas ela nunca vai sentir o que você sente quando você dobra o seu joelho no chão. Isso só o ser humano é capaz de fazer. A Iá, ela tem muitas respostas, mas o mundo não vai ser conquistado por quem tem todas as respostas, mas sim por quem tem coragem de bater no peito e dizer: "Pode deixar que eu faço". que eu faço, mesmo sem estar pronto, mesmo cansado, mesmo precisando se esforçar um pouquinho mais, mas com presença, com chamado, com atitude. Então, meus amigos, eu quero que você guarde essa notícia,
que você guarde essa informação. Quando te perguntarem, e agora Você vai se lembrar que a Iá chegou. E, aliás, seja bem-vinda, Iá. Mas respeita a minha Iene. Porque enquanto existir gente de carne, osso e sonho, nenhuma máquina vai ocupar o teu lugar. Muito obrigado. [aplausos] Obrigado. [aplausos] Curtiram? Ups. Arrasou. Muito bom. Muito bom. Calma aí. [risadas] É um pouco, é um pouco, é estranho te ver assim. V. [risadas] Tá muito calmo. Até ajoelhou, cara. Foi para orar. Falei, rapaz. [risadas] Não é o arquétipo que eu uso no palco normalmente, entende? No palco eu uso muito
antiherói, eu sou mais brigão. Mas aqui é o que a gente fala das ondas. A onda era essa. Todo mundo achando que ia ser substituído. E essa palestra eu vendi muito ela para congressos de tecnologia de todo mundo falava de A o dia inteiro. Os caras ficavam desesperados e agora meu do céu, vamos me substituir, que que eu faço? Eu vinha, falava: "Calma, calma, a IA e a INão conviver, tá tudo certo", entendeu? Evolução já vem acontecendo todos os dias, profissões já estão acabando todos os dias, tá tudo certo, calma, entendeu? Então foi só uma
forma de pegar aquela onda e foi tão bom que virou Ted, entendeu? Foi tão bom que virou Ted. Então, eh, mas percebe, é completamente diferente de uma palestra. é apresentar uma ideia paradinho, sem se movimentar demais. Eu não fico no palco, gente. Eu desço do palco, quase toda a palestra. Eu desço do palco, eu ando para lá e para cá, tá? Eu uso muito movimentação de palco, muito ali, não, paradinho no tapete. Por quê? Porque é um talk, é diferente, sabe? Então, se preparar para esse momento faz diferença. Alisson, e por quê? Talvez eu não
tenha chance de fazer um TED, isso e aquilo. Eu faço curadoria de TEDs, gente. Eu tenho contato de vários organizers. Aliás, tem mais um que vai acontecer em abril do ano que vem, que provavelmente Eu vá colocar uma turma para fazer para para para estar conosco na curadoria, entende? Então, além disso, quando tem open mic aberto, qualquer um pode se inscrever. Inclusive, essa palestra nova que eu tô fazendo, eu quero fazer um TED dela, a síndrome da empresa invisível. Eu acredito que ela cabe muito no TED, entende? Então, eu vou me organizar para também colocar
ela no próximo para fazer mais um TED. Alisson, fazer mais um de um TED faz sentido, gente. A Coca-Cola, quantas propagandas ela faz por dia em cada lugar do mundo, entende? Então, quanto mais você se posiciona, melhor, mais autoridade você vira, entende? Então, faz total sentido. Deu para entender para sacar a ideia do Ted, para entender as particularidades, as diferenças? Contem. Digam tudo, não me escondam nada. Um de cada vez, gente. Sempre. Cara, deu. Sim. assim, eh, e a forma dela ser condensada, né, uma coisa assim bem bem bem objetiva, né, como você falou, né,
do dos três pontes, né, do de ser direto, de ser claro, né, e então é um desafio muito, né, porque você tá lotando noite para fazer uma falestra de 45 a 1 hora. Aí Você tem que fazer uma espinha para 15, 14, 13. Aí você fala: "Gente, mas a minha história vai acabar em 13". Mas aí não é tua história, é o que você defende. Vamos, vamos fazer um print com Ah, o mais saiu. Ia falar, vamos fazer um print antes do mais sair. Ele já saiu, não deu. É, é, é muito assim, ó. Espinha
dorsal, cara. O Ted é espinha dorsal. Essa palestra aí agora eu tenho ela para uma hora. Eu tenho ela para uma hora. Aí, por exemplo, quando eu falo dos filmes, eu trago dois. Eu não trago só Alice, eu trago Eu Robô, porque Eu Robô é exatamente isso. Um robô não queria ser chamado de NS5, ele era o Sony, ele tinha um nome. E ele começou a sonhar, ele começou a a entender e ele tinha um sonho além de todos. E ele, I want to be a human. Eu quero ser um humano. Então, será que na
velocidade de cada vez mais tentar robotizar, a gente não tá deixando para trás o que os robôs lá na frente vão querer, que é voltar à essência, voltar a ser humano. Então, eu vou trazendo outros exemplos. Aí eu conto mais histórias, tem mais o Alison, entendeu? A história ali do videogame com a minha prima, ela se estende, entendeu? Vai o Alisson do rádio. Mas qual a espinha dorsal para um TED? Essa aqui que vocês assistiram. Essa aqui. Alisson. Diga. Tenho que sair porque eu tenho aquele aquele encontro lá do com o pessoal da da Vamos.
Vamos já fazer o print. O print. Faz o print pra gente fechar. Show, cara. Já encerramos mesmo. PC e Claudinha, se puderem abrir câmera. Depois eu colo o Maíce aqui de alguma forma. E a Flávia, eu tô congelado aí na tela? Não, tô aqui congelado também. Então deve tá com congelado no Piauí vai ser difícil, amigo. [risadas] Irmão, hoje tá frio. Hoje tá dando 36. [risadas] Tá frio para caramba, velho. [risadas] Bora. Print em três, em dois. Aqui, aqui quando a gente fala que tá frio mesmo, tá batendo seis, sete, [risadas] entendeu? É parecido, né?
É quase até 30 mesmo. Então tem, tem que botar o 30. Isso [risadas] valeu. Não me acostumo jamais com esse frio de São Paulo aqui. Não me acostumo jamais. Gente, imagina o cara que mora no Piauí quando tá 30 tá tá frio. Foi igual no Rio, rapaz. Você tá doido. 25 já é gripe já dá para já. Enterna. Valeu, galera. Aqui em São Roque especialmente é mais frio que São Paulo, né? Aqui a gente tá doido, hein? Invernão, invernão bate zero brincando, entendeu? Fácil, fácil. Por isso que pessoa bebe. Por isso que é a terra
do vinho. [risadas] Então, gente, eh aqui nesse momento nós terminamos tudo que nós tínhamos para falar de conteúdo. Lembra que palestra é conteúdo mais forma? Tudo que a gente tinha sobre conteúdo se encerra aqui, tá? A partir daqui nós vamos falar sobre forma. Então, nós vamos trazer neurociência, nós vamos falar de arquétipos, nós vamos falar do mapa, tá? Então vamos trazer realmente o que você precisa fazer no palco para entregar a mensagem que tá sendo construída até aqui. A partir desse momento, nós conseguimos marcar as individuais para olhar os roteiros. Importante é que você já
venha com algo já desenhado, não vem do 100% zero. Se vier do 100% zero, a gente tem que construir juntos isso que a gente estava construindo aqui, tá? Ah, você vai deixar de me atender se eu tiver no zero, Alisson? Não, não vou deixar de atender ninguém, entendeu? Mas é claro que o processo vai mais rápido se já tivermos um caminho para seguir, tá? Se já tivermos um caminho, vai ser mais tranquilo. A partir daqui, a o processo é o seguinte, fazemos o individual, daí você me traz as histórias, mensagem masterizada, início, final, traz uma
ideia, um pré-roteiro. Desse pré-roteiro aí vai vir uma mensagem do Alisson assim: "Posso dar uma mexidinha?" [risadas] É, eu sei. E aí a gente dá uma mexidinha, cria um segundo pré-roteiro e aí quando esse pré-roteiro volta para você, você vai colocar no teu tom de voz, no teu jeito de falar, na tua forma, tá? Pra gente finalizar. Só que isso a gente vai fazer agora em uma semana, uma semana e meia. Por quê? Porque daqui a três semanas vocês apresentam para mim o TED, a espinha dorsal da palestra. Isso que Eu precisava dizer. Que bom
que a Cláudia tá aqui ainda. O primeiro ensaio é só a espinha dorsal. Primeiro ensaio, 15 minutos. É a mesma palestra, sem as gorduras, sem muita história, sem improviso marcado. As ferramentas vão estar ali, mas de forma mais pontual, tá? Mas aonde que ela acontece? Aqui online online tá online. Eu vou abrir aqui com vocês. A gente começa, um se apresenta, eu vou fazer as anotações e a gente vai organizando. Eu faço uma pequena correção na semana seguinte, novamente, duas semanas vocês vão fazer para mim só o TED. Só o TED. E aí depois a
gente fechou o roteiro, aí a gente volta pro individual para vocês fazerem cada um a palestra inteira. Uhum. A gente já vai est batendo na porta da Argentina, [risadas] que é a hora da prova de fogo no palco. Tá tudo bem, tá tudo bem bem bem, tá tudo bem. É assim que acontece, tá tudo sereno. Lembra do do monstro do pânico? É a hora que ele vem e sp Não, me identifiquei total, filho. Me identifiquei muito [limpando a garganta] assim com o negócio já hora dois dias, pô. Pô, eu fiz, cara, eu fiz um TCC
na faculdade de direito, faltando, sei lá, três dias, cara. Assim, o você se identificou com Arban, né? Total, assim, total. Falei, cara, é assim, não. [roncando] E o melhor é a suspense, né? E aí o telefone toca da faculdade. Team Urban. Sim. Eh, nós queríamos falar sobre o seu TCC. Sim. Nunca vimos nada igual. Incrível. E ele ainda para. Vocês viram que ele para, ele para, olha todo mundo, olha a plateia inteira, tipo assim, para dar o suspense. Não, isso não aconteceu. [risadas] Eu queria sentir isso aqui, sabe? Queria sentir isso aqui, né? Senti energia
de vocês olhando. Nossa, ele é incrível. Mas não foi assim. [risadas] Mas tem essa esse estudo é incrível, cara. estudo que fala sobre eh a lei de Parkson, que é você quando você tá realmente com dificuldade de fazer algo, você espreme o tempo, espreme o prazo e deixa para entregar na última, deixa realmente para fazer na última hora, porque você vai ter uma injeção maior de nanoadrenalina, adrenalina e dopamina, que aí você não vai dormir, você não vai respirar, você não vai fazer nada enquanto você não terminar a missão. O corpo vai trabalhar, vai usar
hormônios para você fazer isso. Eu passei por isso, fazer uma palestra em uma semana. Entendi. [risadas] Dois dias de ensaio. É assim, entendeu? E aí, clau, ó. Ah, não sei se eu vou conseguir, não sei conseguir 1 hora 40 de palestra. Eu falei, quase que ele não sai do palco, né? [risadas] Quase que se deixa. Ele tava lá até hoje, entendeu? fazendo a palestra que não, não ia, todo mundo se identificando, todo mundo assim não fazia pergunta, todo mundo se identificava e queria ficar falando, sabe? Porque foi numa empresa, foi B2B, né? Então, mas é
isso mesmo, é isso. Ali ele ali disso aqui. Eu falei: "Meu Deus do céu, como é que traz de volta, né? [risadas] Controle do tempo." Aí o maior problema que o inimigo do palestrante é o relógio, gente. Sim, vocês vão perceber isso. O relógio é nosso inimigo e a gente luta contra ele. É uma luta, mas no fim dá certo. Sim. falar contigo depois, Alisson. Eh, eu mexi na palestra, né, porque assim, aquela palestra falando rápido, tava dando 1 hora e oito, então tava tá falando muito rápido, então tive que diminuir ela um pouco para
acaber em 45, acho que foi 50 minutos mais ou menos que ficou. Uhum. Que aí você falou que é um tempo bom que você consegue colocar, né, o o improviso marcado para aumentar se precisar você consegue extrair se for para poder tipo Tedex. Então, tentei deixar mais ou menos assim, mas eu preciso fazer alguns ajustes para poder te mandar. Show. Depois não sei, né? Show. Manda que a gente dá mais uma revisada. E aí, mas agora a gente Vamos seguir o rito. Sim. Agora não precisa me mandar. Vamos seguir o rito. Assim, o sufoco maior
já passou. Que que a gente faz agora? Agora monta a espinha dorsal para você me apresentar o Ted. Tá, Alisson. Uma dúvida. Eh, agora o nosso próximo passo é te enviar esses esse roteiro. Eh, essa essa conversa individual acontece em que momento? A gente marca agora. Eu vou liberar a agenda lá no grupo pra gente já marcar, entendeu? E aí já fazemos a individual e aí nessa individual você traz esses processos que você já escreveu e a gente vai sair dela com pré-roteiro. Na individual inicial eu vou mais ouvir do que falar, tá? falando, eu
vou est anotando tudo, vou est anotando, vou est anotando. Se vocês já tiverem, por exemplo, tanto o Vand quanto o Marcos já tinha uma palestra, é o caso de vocês também. Se vocês quiserem, ah, quero trazer a palestra e que você veja ela e vamos trabalhar em cima dela, pode ser, não tem problema. Só que tô montando tudo de novo. É, provavelmente ela vai virar um outro bicho. [risadas] Eu falava de carro, eu fazia, eu fazia ligação com carro, aí virou lam aeróbica No final. Então, para você ver como [risadas] é que ele trazia, ele
trazia uma analogia de carro que não tem identificação nenhuma com a história dele e ele não falava de mais nada, era só uma frase que falava de um carro. Falei: "Mas o que que esse carro tá fazendo aí?" [risadas] Falei: "Cadê o dançarino de lamberóbica?" Que faz muito mais sentido, entendeu? Você você começa falando da lamberóbica e aí daqui a pouco aparece um carro no meio da história. De onde saiu esse carro? O Vand também tinha uma. O Vand tinha uma abelha. Do nada aparecia uma abelha. Falei: "Mas de onde saiu essa abelha? Mata esse
bicho. [risadas] Essa abelha não tá conectando nada com nada, entende? Então vamos conectar. Se a analogia inicial é lamberóbica, vamos levar a lamberóbica até o fim. A do Vanderlei. Se analogia inicial é o teu pai dizendo para você vender um cacho de banana, vamos levar o cacho de banana até o fim, entendeu? Então a gente constrói em cima para ter uma coesão só, porque senão parece um monte de parece uma série. Cada capítulo é uma história diferente. Para mim tá sendo um exercício novo, porque são torta com 22, são 20 anos falando sobre autismo e
de diferentes maneiras. E agora eu quero fazer uma coisa bem construída, mas sobre o teu olhar, então é um desafio. Não, vocês vão ver. E e é assim mesmo, tá gente? É para todo mundo. Para mim é quando eu cismo descrever alguma coisa nova é uma loucura, porque que que eu faço? A minha, a minha minha temática é o quê? Eu prego essa parede aqui do lado, loto ela de postite, que eu vou tendo as ideias, postite, tum, cola, postite, colo. E depois eu vou montando quebra-cabeça aquele negócio e vou mexendo e vou tirando a
frase aqui. A Frase, a frase é essa. Encontrei a frase e aí eu vou escrevendo, vou escrevendo, mas nessa, exatamente nessa lógica que eu tô passando para vocês, seguindo esse passo a passo. Uhum. Entende? Aí dá certo, dá certo. Vocês vão ver quando chegar no dia de ensaio, você vai falar assim: "Nasceu, como assim?" [risadas] Falei: "É, ué, você tá gerando, você tá gerando ela tem dois meses." Entende? Dá certo. Bom, agora bora lá, então. Agora eu vou ter que deixar o meu macaquinho do [risadas] quieto. Macaco da satisfação. Deixa aí. Da satisfação. Sim. [risadas]
Tá desenvolvendo um sistema aqui, coisa nada a ver. Eu falei aí a Edi, a a a Cláudio, ele conhece a Edi, que falou o nome dele primeiro, né? Ele conheceu antes de mim, que é minha esposa, né? E ela puxando minha orelha, vai estudar pra palestra, falei: "Vou estudar, pera aí, tô fazendo negócio aqui do trabalho aqui da IA, porque eu sou apaixonado por IA. Tô aqui, vamos contar a história direito. A ID foi minha, foi minha aluna primeiro, nada disso. Os dois foram meus alunos. A Edi foi minha aluna numa turma anterior, depois o
Marco virou meu aluno e aí eu fiz clau, o primeiro evento para mais de 100 pessoas no Brasil eh eh pós pandemia. Pós pandemia. E assim, uma loucura, porque só tava liberado 100 e eu vendi 200 ingressos. [risadas] E aí, como é que vai ser? Não pode, não vai poder, não vai poder? E eu tô assim, gente, meu Deus, é muito maior que isso, gente. Vai liberar não, que não se não vai dar, vai ser uma loucura. Se não der, a gente faz dois dias, faz em dois fim de semana, tá tudo certo, mas vai
liberar. E eu e mais outros amigos juntos. Não, você é maluco, para que que vendeu isso tudo? Não vai dar certo. Vai ser bloqueado. O governo do estado. Vai, gente, calma. Vocês confiam em Deus? Eu confio. Então, relaxa. Calma. O possível a gente fez. Agora o impossível é com ele. Três dias antes do evento, o governador liberou para 200 pessoas. Três dias. Eu falei: "Aí, ó, vocês não acreditam?" Eu acredito. Fizemos. Quem eram meus staffs? Marcos, Edi e mais outros amigos. Eles se conheceram como staffs do meu evento. Se conheceram, se apaixonaram, namoraram, casaram. e
aí meu irmão? E aí, meu povo? Tudo certo aí? Você tá bem? E aí, prazer, hein? Digo uma mesma lesma. Preparado para um palco argentino? Sim, principalmente quando se cai da terra com a maior biodiversidade pré-histórica que eu conheço. Perdendo apenas pro USA. Pronto, tá aparecendo um dinossauro. Olha aí. Não tem que vir um dinossauro na conversa. Fazer o quê? Algum é, é mentira que eu falei. Não é verdade, não. Tem algum sítio perto de Buenos Aires? Ô, ô, ô, ô, Thor. Bom, eu pesquisei a existência de dois museus e se tiver tempo vago antes
da palestra, preto visitar os dois. Então, nós vamos juntos lá. Aí sim. Se quiser a minha assessora aqui pode enviar os os locais que enviei para ela, ok? Querida, já quer fazer um roteiro. Se deixar com ele é só bicho e dinossauro e museu e pá pá. tem que ter o ramp. A gente tem que colocar pelo menos um desses no nosso roteiro total para todo mundo ir. [risadas] Aí sim. Quer que explique o que que é ramp? Explique. Cada palavra é uma abfiação. Cada letra, cada letra é uma abrifiação de uma palavra que tem
que ter para uma vi ser boa para mim. F relaxamento A de animais, Museus e Park. Se não tiver dois ou três de algumas dessas categorias, não é boa. Sensacional. Adorei. Excelente. Adorei. Vamos criar um ramp na Argentina, então. Pronto. [risadas] É, é o melhor. É bom mesmo, pois veio grandes coisas da terra do tango, do do churrasquinho argentino, dos Buenos Dias, Buenos Aires. Ola que tal. Maravilhoso. Já tá marcado. Ai que legal. Olha o qu mãe totalmente inimibulho disso. Pronto. Até um paradinha. Dá um tchau pro pessoal. Então meus bons que vou da família.
Beijo [risadas] querido. Querido, querido, querido. Estarei aqui toda terça. Prova a vitela. Yes. [risadas] Maravilhoso. Muito bom. Maravilhoso. Ó como essa viagem vai ser, gente. Vai ser a coisa mais incrível do mundo. Vocês se preparem do [risadas] mundo. Não, vai ser incrível. Vai ser incrível. E vai tá o Thor. Gostou muito o Thor com essa com toda a eloquência dele, com e o coronel Luciano que fala pelos cotovelos também. Jesus. [risadas] Vai ser incrível. Vai ser incrível. E o pai do Torque vai estar junto ainda. Se preparem junto também, o Rafa. [risadas] Gente, a prosa
vai ser boa. Vai ser boa. Nós vamos comer um bom churrasco lá no Buenos Aires Grill, que é a coisa mais maravilhosa do mundo. Incrível. Ah, isso precisa ter, meu Deus. Vou, né? Tem que ter churrasco. Tem que ter churrasco, animal, relaxamento, parque e museu. Ramp. E o museu. É. E o Ramp. O museu. [risadas] Beijo, queridos. Beijo. Beijo. Com. Tchau. Tchau. Boa semana para todo mundo. Boa semana. Yeah.