[Música] olá agora que a gente já falou sobre segurança agora que a gente já conhece um pouco de alguns sintomas né a gente falou de forma generalizada Mas vamos pensar em alguns transtornos neurocognitivos específicos pra gente entender melhor e alguns transtornos que também são mais conhecidos e que a gente e eh ouve mais as pessoas falando e vão chegar mais pra gente ou pra gente fazer avaliação ou pra gente intervir ou pra gente poder trabalhar como cuidador como orientador Então tudo isso eh a gente precisa saber especificamente de cada transtorno ali né neurocognitivo e o
que a gente vai vai falar hoje Nesta aula é sobre o Alzheimer tá o Alzheimer a gente vê que o nível ali de acetilcolina que é um neurotransmissor que ele ajuda na memória na aprendizagem na concentração e no controle do funcionamento de vários órgãos ele no nosso cérebro ele é mais baixo então a gente já começa a perceber que já no cérebro tem coisas acon sendo que não vão às vezes mandar as informações que são necessárias ali para o restante do nosso corpo quando a gente fala aí das demências entre 60 e 80% das pessoas
que possuem demência elas possuem Alzheimer então por isso que a gente tá começando com um transtorno neurocognitivo que é o mais falado que é o mais acometido né que quando a gente fala que ah o idoso é não tá lembrando de alguma coisa todo mundo já pergunta ele tem Alzheimer né parecendo que todas as dificuldades que o idoso tiver relacionada a alguma função cognitiva tá relacionada ao Alzheimer é claro que a gente tá vivendo no mundo leivo então assim não é obrigatoriedade do mundo inteiro saber todas as doenças neurocognitivas mas nó que vamos trabalhar com
um público idoso que trabalhamos já com alguém idoso ou que temos agora a oportunidade de trabalhar com uma população diferente de pessoas Precisamos sim entender Quais são os transtornos neurocognitivos Quais são as diferenças né O que que caracteriza mais um ou outro e a gente vai falar de vários transtornos E como eu disse para vocês não necessariamente de todos mas a gente precisa conhecer aí um pouco de cada um deles Tá certo então que e eh benefícios a gente tem quando a gente estimula cognitivamente dentro do tratamento do Alzheimer Então a gente tem então a
manutenção de habilidades cognitivas então quando a gente fala é de trabalhar transtorno nos neurocognitivos a gente sabe que ah eu não vou então agora ensinar habilidades E aí ele vai parar de e eh não ele vai voltar a lembrar das coisas ele vai voltar a ter e e eh eh motoramente vai funcionar melhor não a gente sabe que a gente vai ter uma manutenção então quando eu falo de manutenção é Lembra daquela fread que eu falei então começa a ter os sintomas mas se eu começo a trabalhar ali as intervenções eu começo a dar uma
fread Dinha na progressão desses sintomas Então por que que as pessoas hoje a gente tá tão preocupado em trabalhar eh em conhecer esses transtornos neurocognitivos né de pensar em Por que que essas acontecem e quanto mais cedo a gente descobre a gente entende que a gente tem menos sintomas que a gente tem sintomas mais leves e que a gente dá a possibilidade de ter uma qualidade de vida maior até que sintomas intermediários e sintomas depois graves vão acometer Tá bom então mas se eu tenho um tempo maior de sintomas leves isso não é melhor né
Esquece mas a gente ainda consegue fazer outras atividades a gente consegue ainda estimular outras coisas então a gente tá falando de manutenção Ok ninguém fala de cura e ninguém fala de ah regrediu né agora tá melhorando não a gente dá uma manutenção a gente dá uma fradin Pode até ser que comece a gente comece a ver assim tá evoluindo mas parece que tá mais devagar aí sim aí tá certo mas dizer que ah não fazia mais algumas coisas agora voltou a fazer não aí a gente já tá falando de coisas que o que foi perdido
infelizmente não é porque a gente ai não queira mas é porque não tem reversão né então a gente não vai ter essa reversão vimos em aulas anteriores que existem coisas que muitos médicos nem consideram que são demências mas em algumas literaturas a gente vai ver escrito como demências e elas têm reversão mas porque elas vem de outras eh eh por outras vias Não exatamente como as demências que a gente tem então isso também a gente tem que ter esse entendimento ah Fulano tinha uma demência que foi reversível Então tem que ver dentro da aquela listinha
lá de demências essas que a gente vai falar hoje né nessas próximas aulas nenhuma delas a gente tem reversão tá a gente queria que tivesse mas a gente ainda não tem e a gente sabe que muitos estudos estão sendo feitos para que a gente eh eh estude e veja se um dia isso consegue ser diferente isso consiga que a gente consiga que mude né mas por enquanto qu a gente ainda não tem estímulo da plasticidade cerebral então a estimulação cognitiva ela pode e ajudar e ela sim melhora as habilidades de comunicação verbal com as pessoas
que tem Alzheimer Tá e isso faz o quê Vai facilitar a interação com os familiares com os cuidadores quando a pessoa consegue se comunicar consegue às vezes se expressar facilita aquilo que ela quer por que ela quer né ou por que ela não quer então enquanto ele consegue trabalhar estimular essa plasticidade cerebral né de conseguir ainda fazer algumas coisas eh e aí quando a gente fala dessa plasticidade como eu consigo ainda mudar ali o o o e o caminho que tá sendo feito ali fazer algumas mudanças a gente vê que algumas coisas relacionadas à comunicação
e a linguagem ali verbal também pode pode ajudar e pode melhorar Ok melhora então a comunicação como a gente diz o que que a gente quer mostrar com essa melhora da comunicação a gente vai ter aula mostrando algumas atividades que a gente pode fazer cognitivas alguns jogos algumas e trabalhar artesanato música estimular criatividade que aí isso tudo vai proporcionar um canal de expressão pessoal Às vezes o idoso vai ter uma dificuldade de falar para você alguma coisa mas através da música do jeito que ele trabalha a arte do jeito que ele trabalha e a criatividade
dele ele te dê outras informações ele se comunique com você de uma forma diferenciada E isso também é muito tá bom e aula que vem a gente vai falar um pouquinho sobre Parkinson