Olá, terráqueos, como é que vocês estão? Eu sou Rogério Vila, tá começando mais um Inteligência Limitado, programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador que vos fala. sempre troco pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a vida muito mais extraterrestre do que a minha e do que a sua. Hoje um programa aguardadíssimo. Não aguentava mais na minha caixa >> eh de mensagens, nas nos comentários dos vídeos. Cadê o Ron e o Daniel junto? >> É verdade, tem muita gente chamando aqui, colocando no chat que quer muito ver os dois juntos. >>
Exatamente. E hoje é o dia. Então, então como que o pessoal vai participar? Porque queremos perguntas, queremos relatórios da galera aí. E se tiver ET no chat >> já manda. É, manda aí na língua que a Gente vai tentar fazer o >> aqueles negócios. >> É, vocês devem estar estranhando falando, cadê o Ron? >> Tecladinho, né? >> É, o Ron está a caminho aí de táxi. Foi abduzido, né? >> Falaram que ele foi abduzido. >> O pneu da nave dele deu uma furada que tá tocando. Esses ovenes tem uma tara com o pessoal do Rio
de Janeiro, cara. Eles adoram, eles gostam. Não sei por, acho que ele acha mais caliente, né? Mais caliente. >> Pois, mas Roni tá chegando. Enquanto isso, o pessoal pode participar como Ô, Romero, já começa já deixando o seu like, se inscrevendo no canal, tornando-se membro e deixando aquele super chat bem supimpa aí com perguntas interessantíssimas >> que eu vou ler as melhores, tá bom? >> Não lê as mocorongas, não. >> Não, se for mocoronga, se for sacripanta, não vale não. >> Aquela propaganda do guaraná, como que era no bocor? Boc moco. Bocco moco. >> Lembra
de bocom. Não seja bocomo, >> não é? >> Olha, se não seja bocomo, então. E use insider para começar bem a sua rotina, a primeira coisa é escolher a roupa certa, não é, Homer? >> É isso aí. >> Exatamente. A Insider tem a roupa certa para cada parte do seu dia, manhã, tarde e noite. Use o nosso cupom com link na descrição que é recode na tela. >> Sabe também que você pode usar mais para ficar por dentro. No último programa a gente indicou a arca, a gente gravou um conteúdo super eh eh proibido aqui.
Ainda bem que a gente não falou aquilo era coisa no YouTube. Foi pra arca e a galera cadê o link da Arca? Eu acho que era um dia que tava sem o Qcode, alguma Coisa, mas sempre tem o link na descrição, gente. E hoje temos o Qcode da que eu queria que Daniel, ó pessoal, por que que o dono do canal tem que se apresentar? Daniel, mesmo sendo o dono do canal se apresenta pro povo e fala da arca. >> Valeu, pessoal. Daniel Lopes aqui, jornalista. é professor, escritor. Tô ali no YouTube também, né? De
segunda a sexta ao meio-dia atualizando as notícias ao vivo, tanto no YouTube Quanto no Instagram. Só procurar Daniel Lopes com Z e a gente tem a arca lá, que é nosso grupo de estudos ali, onde as coisas mais contundentes saem >> e um arquivo de vídeos e de conhecimento lá. >> É porque virou tipo uma Netflix, né, que você pode ali dar garimpar os assuntos e tem vários cursos lá dentro. Tem até um e-book de mais de 300 páginas exclusivo para quem tá na ACA, que é o relocação estratégica Brasil. >> Boa, boa, boa. Tem
que fazer uma ferramenta lá de AC que a gente vai fazer pra gente também que é de busca avançada, né, por palavra, por tema. Isso daí tem que ter lá. E >> ex para poder o cara achar com mais facilidade. >> É, temos que fazer um pr pra gente também faz fazer um sitezinho e a galera procurar, né? >> Com certeza. >> Daniel e Sambari Love. >> Sambares 2026. >> Quais quantas vezes ele falou Sambar Love nos programas? Ahar todos os programas de >> não é? Fica legal, hein? >> Abraço pro Armando Volta. >> Exatamente.
Então, o Roni se apresenta na volta. Então, enquanto isso, o que que a gente tem que fazer agora? Que que tem que rolar agora? >> Agora é a vinheta, né, bebê? >> Então, rola a vinheta do ligando os Pontos. >> Estamos de volta aqui. Lembrando que ligando os pontos tem um pessoal que fica com hashag volta pro tema. Eh, >> volta pro tema, porque liga nos pontos para quem não quem não conhece, é assim, a gente tem um assunto principal, né, Daniel? >> E aí a gente vai paraa literatura, vai para cinema, séries e cultura
inútil. >> Exato. Exato. >> E tudo tá ligado. >> É uma escala, como é que é? Outside na música, né? Tu vai tocando nota fora da escala, mas depois você volta pra nota original. >> Ex. E por que que chama ligando os pontos? Porque parece que não tem a ver, mas você vai ligando os pontos e no final forma uma figura. >> No final tem um efeito eureca, cara. >> Exar. Ah, agora entendi. >> Caiu a ficha, pô. >> E mais uma vez vamos falar de Extraterrestres. Eu sei que o Ron tem uma visão muito
particular sobre isso, né? >> Bate com a minha, né? >> Então >> é, eu eu sigo a mesma leitura dele ali. >> Que que a gente pode começar então então contra o quantro enquanto o Ron tá a caminho, o Fabi vai avisar quando ele passar pela portaria aí. >> Beleza, >> vamos lá então >> pra gente tomar um susto, né? Achar que é um alienígena chegando, né? Então, eh, uma coisa interessante que já para jogar uma pimentinha aí pra galera é o seguinte. Ah, Jesus falou que os últimos dias seriam como os dias de Noé,
>> que eram, >> ele contextualiza, ele fala porque as pessoas casavam-se e davam-se em casamento e de repente eles sobrevei repentin a destruição, tipo assim, uma destruição que veio de repente enquanto A galera tava no obaoba. Só que tem mais do que isso. Parece que Jesus tá dando uma dica, um sinal ali, uma pista, né, ou um easter eg de que coisas que aconteciam na época de Noé iriam acontecer no final dos dias. E uma coisa muito estranha que acontece naquela época de Noé é logo antes do dilúvio, Gênesis 6. Em Gênesis 6 tem aquela
famosa história dos filhos de Deus, que viram que as filhas dos homens eram formosas, coabitaram com elas e nasceram Os gigantes e os varões de grande renome da antiguidade. >> Pera aí, antes de qualquer coisa, uma coisa e algo que chama muita atenção na Bíblia, n se fala dessa época é a longevidade também de todo mundo. O os seres humanos os os seres humanos viviam quantos? 400. O não, Matusalém chegou, se eu não tô enganado, 985 anos, >> tá? Tá bom. >> Mas aí é impressionante você perceber que após o dilúvio, >> é >> quem
viveu mais, acho que foi Abraão que viveu 175 anos, >> baixou a expectativa de vida para caramba >> ou na hora ali, alguma coisa aconteceu. Tem tem uma explicação. O os cientistas que são mais cristãos, eles dão uma um exemplo, né? Quem quiser pesquisar mais sobre criacionismo e design inteligente, tem os grupos aqui no Brasil, né? O próprio professor Marcos Eberlin, ele Tem um grupo nesse sentido, mas lá nos Estados Unidos tem o eh Institute for Creation Research, ICR, né? Instituto para eh pesquisa da Criação. E aí lá eles têm um estudo dizendo que na
Bíblia fala que antes de Noé nunca tinha chovido. A Bíblia fala isso, não tinha chuva. >> No final do dia vinha um orvalho que regava as plantas. Era comoazinha, >> é como se o mundo fosse uma grande estufa, né? Um não tinha regiões frias, Né? E aí é claro que depois que vem, quando esfria, vem a era do gelo. Mas o que que acontece? E a tese é que como a Terra era como se fosse uma estufa cheia de vapor, a radiação solar não penetrava tanto e não degradava tanto o DNA dos seres humanos e
dos animais. Inclusive, tem outra curiosidade aí que eu cheguei a conversar com um dos meus professores, Sídio Machado, professor da Universidade Federal Fluminense na área de pediatria, se eu não tô engano, ou bioquímica. Acho Que ele era professor de bioquímica médico, né? E tem, cara, deve ter uns 30 anos que eu não sei do professor Cídio Machado. Eu queria fazer medicina, então fazia um cursinho especial com ele, né, que era professor da Federal Fluminense. E eu falei: "Professor, eh, o lagarto ele ele não para de crescer até o fim da sua vida. O lagarto e
boa parte dos animais. Esse negócio da gente crescer e parar é uma particularidade principalmente dos mamíferos". E aí eu Falei para ele: "Poxa, imagina se o dragão de comodo, aquele lagartão gigante, ele vivesse 1000 anos, ele ia crescer eternamente?" Ele falou: "Sim". Eu falei: "Ia ficar do tamanho de um dinossauro, né?" Ele falou: "Com certeza". Então, se ele tivesse alimento suficiente, né, e condições ali. Então, é uma curiosidade também pra gente perceber que essa história de dinossauro também vem tudo antes do dilúvio. Talvez essa essa redução da longevidade tenha Uma relação também da gente não
ter animais tão grandes quanto havia, né, no nos tempos antigos, né, a gente vê aquele eh tigre dente de sabre, né, aquelas aquelas preguiças gigantescas, capivara monstruosa. Talvez era porque os bichos viviam mais também, né? Então isso é muito interessante que essa teoria diz o seguinte: quando houve o dilúva, esse vapor de água desceu na forma de uma grande inundação no planeta Terra e fez com que a partir de então a Radiação solar começasse a degradar mais o DNA ou interferir talvez no telômero, né, que é uma parte do DNA que tá diretamente relacionada ao
envelhecimento. Então esse esse termo é muito interessante. Voltando nessa época lá, ó, o dragão de comodo aí. Dragão de comodo é um bicho terrível, porque a baba dele é tão cheia de bactérias que ele dá, se ele arranhar sua pele com o dente, você já pega uma infecção terrível, né? O problema é a baba, né? >> Ele é o quê? É grandão esse bicho aí ou >> gigantesco? É um é maior, eu acho. >> O que maior que essa mesa? >> Maior. Maior. Acho que é maior. Depois se pesquisa, Romer, por gentileza, qual a qual
o maior tamanho que já chegou um dragão de comodo, né? Eu acho que aí tem que ver com a cauda, né? Pessoal que vai sair, >> considerando a calda ou não, né? >> Pessoal que vai aí pros bloquinhos de carnaval aí deve deve ver uns dragão de Comando aí, né? Ô, Romer. >> Ah, vê bastante, hein? >> Bem grande também, né? >> Ô, cara, a gente aqui, mas o Romer eu não consigo esquecer daquela piadinha, né? >> Qual? >> E aí, broto? A menina olhar brotossauro. >> As três graças. Já viu? Já viu isso? >>
Aí, as três graças. >> Três graças. Como é que é essa aí? Desgraça, sem graça nem de graça. >> Nem de graça. Exato. Acho que não existe mais esse tipo de de brincadeira, né? >> Não pararam. >> Mas voltando aqui, né? Da que a gente segura a quinta série aqui para não para não irritar os caras que são mais eh sistemáticos, né? Que aí sai do tema ele fica nervoso, né? Então, voltando Gênesis, vai mostrar que antes do dilúvio aconteceu essa coisa estranhíssima que a Bíblia fala no capítulo 6 dos filhos de Deus virem que
As filhas dos homens eram formosas e coabitaram com elas, nasceram os gigantes. É claro que esses filhos de Deus não são os seres humanos, porque no Antigo Testamento nenhum ser humano é chamado de filho de Deus, a não ser Adão que era chamado de filho de Deus. Os filhos de Adão são chamados de filhos do homem. Bene, bene, Adam em hebraico. Então, eh, quando a Bíblia tá falando filhos, os filhos de Deus, tá falando de uma classe angelical, né? Eh, no livro De Jó, a gente vê isso claramente, quando Jó fala eh que Deus criava
o mundo enquanto as estrelas da alva alegremente cantavam e todos os filhos de Deus rejubilavam. É claro que não eram seres humanos, porque Deus não tinha nem criado a terra ainda. Então, o que a gente tem aqui é que uma classe angelical, ela decidiu abandonar o a sua função original servindo a Deus e vieram aqui pela pra Terra para fazer o quê? Para gerar filhos. É claro que algumas Linhas do ocultismo vão dizer que os anjos foram tentados pelas mulheres, foram seduzidos. Eles se sentindo, se sentiram atraídos por essas mulheres. Aí você que é cristão,
às vezes você fala assim: "Ah, isso é viagem". Aí você vai pro Novo Testamento, o apóstolo Paulo fala assim: "É muito bom que a mulher use o véu por causa dos anjos." Mas você fala: "Como assim por causa dos anjos?" É >> porque naquela época eles tinham aquela Ideia que uma mulher sem vel era uma mulher que não tinha uma cobertura masculina, seja do marido, seja do pai ou seja de um irmão mais velho. Então existem relatos como o William Schnobblin conta, né? Se a galera quiser ver um uma palestra de 3 horas de duração
em inglês, mas hoje o próprio YouTube tá traduzindo, né? Sensacional sobre isso. E a palestra se chama The Sons of God and the Antichrist, os filhos de Deus e o anticristo do William Schnoblin. E ele fala que ele teve, ele é, ele era, na verdade, ele ele era um X tudo, né? Um exudo. O cara já foi padre, mórmon, eh, druida, eh, mais o quê? Maçom, obviamente, entre outras coisas. E ele virou cristão. E ele falou que ele tava acompanhando uma mulher que tava tendo ataques noturnos, ataques de natureza libidinosa. Não sei se você já
ouviu esse tipo de história, Vilela, de mulheres que falam que ela sente alguma coisa atacando ela na sexualmente à Noite. É o >> já viu his súcubos e íncubos já. >> Eu já, por exemplo, eu ouvi história de uma pessoa que eu conheço, uma mulher, ela falou que ela acordou com sentindo a mão passando no cabelo e o cabelo dela mexendo, entendeu? O que a única coisa que eu senti é peito pressão no peito, >> como se tivesse alguém apertando assim, >> maçando ali, né? Isso acontece também. E na verdade isso são coisas que a
gente vê, relatos, né, que circulam eh na História da Emily Rose, o exorcismo de Emily Rose, que é um filme pesado e principalmente também porque é baseado em fatos reais. A primeira vez que ela foi atacada pelos demônios, o demônio não entrou no corpo dela, ele só amassou ela na cama. Ela afunda na no colchão da cama. Isso aconteceu com um amigo meu. Se Deus quiser, vamos ver se você aceita trazer esse cara aqui um dia, esse meu amigo. >> Esse amigo meu, eu vivenciei tantas Experiências sobrenaturais com ele >> que eu não vou falar
o nome dele contar os relatos. >> É porque ele teve essa experiência. Vamos. >> Ele foi amassado na cama e ele ficou até machucado. Ele o o peso foi tão forte que o travesseiro arranhou o rosto dele. >> Foi um negócio louco. Ele é de Niterói, a gente tem que conversar com ele, né? Essa é Emily Rose Real. >> Isso daí. Caramba, >> triste, né? Menina bonita, né? Jovem. >> Você vê que na imagem parece é uma velha, né? >> Vicada velhica. >> Ela faleceu, né? Aí tem aquela história que o o padre que fez
o exorcímado de ter contribuído com a morte dela, né? >> Por quê? Porque o padre e ela chegaram a uma conclusão que isso que ela tava sofrendo era um martírio que seria pra glória de Deus, porque a história seria contada no mundo inteiro. >> Eu acho que já foi mais uma estratégia de Satanás, né? >> Com certeza. >> Porque é tipo assim, o o de ela entendeu assim: "Não, eu preciso eu preciso morrer para que a minha história seja contada no mundo." Tipo Jesus morreu para abençoar a humanidade. Mas assim, estranho, né? negócio muito triste
essa história. Aí eles dizem que o padre que induziu, que falou para ela, ó, eh, desista de lutar para sobreviver, se Entrega e morre, porque isso é paraa glória de Deus. Aí o, na verdade, o filme Exoscim Jamily Rose começa com essa audiência, né, o padre, o padre sendo processado. Então, voltando lá, né, >> eh, o que esses anjos caídos vieram fazer? Vieram engravidar mulheres e as mulheres engravidaram e nasceram seres híbridos, esses nefilim, esses gigantes, né? E aí, o que que a gente lembra? A gente lembra que Na nos relatos ufológicos, muitas das vezes
as mulheres são abduzidas, são feitas experiências com seu seus órgãos reprodutores e ela volta grávida e depois de 3s meses o que que acontece? ela é abduzida novamente e o eles retiram o neném, retira o bebê, um bebê híbrido. Então, uma das coisas de semelhança que a gente vê entre a época de Noé e a época do final dos tempos agora é esse negócio de seres levarem mulheres e engravidarem essas mulheres. E então a pergunta que fica é: será que isso é um dos sinais que Jesus está mostrando que tanto na época de Noé, seres
espirituais angelicais estavam engravidando mulheres, incubando essas mulheres? >> O termo vigilante aparece na Bíblia ou em algum texto apóc? >> Não, ele aparece só no livro de Enoque. >> É como se no livro de Enoque os filhos de Deus, >> vamos fazer um sobre Enoque, >> vamos fazer claro história misteriosísimo. >> É muito louco, né? >> É loucaço. Aquilo ali é filme de ficção científica total, né? É muito legal. Dá pra gente fazer um exclusivaço sobre isso. >> E aí aparece lá então os vigilantes. Eram 30, eram >> vigilantes. Cara, eu não me lembro. Eu
só lembro que o líder era o Samia, né? O nome do anjo. Samiasa >> era o líder. E eles desceram no monte Hermon. >> E cada um tinha uma especialidade que passou pros humanos. Não é isso? Tô confundindo as histórias. Não é isso mesmo? Então, eh, seria isso uma dica de Jesus dizendo que, assim como foi na época de Noé, na época do final dos tempos, as mulheres também seriam levadas e gerariam filhos aí de forma eh espiritual? Então isso é algo extremamente estranho, porque da mesma Forma que a gente vê o na época de
Noé essa essas experiências genéticas acontecendo, a gente vê também na nos dias atuais, quando a gente vê essa história doida aí do dos filhos de Deus, né? Então, parece que existe aí uma parece que existe aí uma semelhança, né? E é interessante a gente perceber que na época dos gigantes não tinha nenhum gigante do bem e a terra ficou extremamente >> Ah, não tinha gigante que era do bem o >> como é que é o Gentle Giants, né? O gigante gentil. Inclusive Gentle Giants é uma banda de rock progressivo sensacional. Para quem gosta de música
de qualidade aí não tinha gigante do bem, era tudo mal. A Terra se tornou terrivelmente maligna, né? Os caras, car, os caras só estão perguntando porque que o livro do Enoque não entrou na Bíblia. >> Tem uma lenda aí, uma história, né? A história é a seguinte. Existem trechos Do livro de Enoque na Bíblia, >> no é na carta de Judas, >> sendo citado o livro de >> É, são três são citações ipses líteres, praticamente. É claro que a Bíblia não fala conforme está escrito no livro de Enoque, né? A Bíblia cita outros livros, né?
Existe o livro da lei, que é o livro de Yeser, existe o livro dos justos. Então, tem alguns livros que a Bíblia cita falando, ah, essas histórias também estão contadas no livro dos justos, mas Esse livro dos justos não entrou na Bíblia, né? >> E por que que não entrou? E é claro que a gente tem que fazer uma diferença entre o Antigo Testamento, né, que é a Bíblia hebraica, e o Novo Testamento. Eh, no caso da do protestantismo e do catolicismo, existe uma diferença em que esses livros, né, a Bíblia Católica possui mais livros
do que a Bíblia protestante. Qual que é a ideia? Ah, eh, Martinho Lutero tirou livros. Ele tirou Livros restaurando ao que era nos tempos do Novo Testamento. Porque o Tanac, que é a Bíblia hebraica, que reúne Torrá, que é a lei, eh, Neviim, que são os profetas, e Ktuvim, que são os escritos. Não tem esses livros que a Igreja Católica acrescentou, como Tobias, Judit, tal, Macabeus, >> Eclesiastes, >> Eclesiástico, né? Ecclesiast texto tem na Bíblia, ecclesiástico, não. Então, eh dizem que quando o canon, Canon não é só uma marca de câmera, né? Mas o canon
é o a lista dos livros que compõem a Bíblia, né? Quando eles chegaram esse consenso, eles dizem que no livro, o livro de Enoque não entrou. Apesar de você ver pistas do livro de Enoque em Gênesis 6, na epístola de Judas, que é um livro pequenininho, não tem nem capítulo, é um único capítulo antes do apocalipse. Nas epístolas de Pedro também tem citações ali muito claras do livro de Enoque. Por exemplo, Quando Pedro diz que aos anjos que não guardaram a sua morada original, Deus Deus os guardou em prisões eternas até o juízo. Isso vem
direto do livro de Enoque. Mas por que que não entra? Porque o livro de Enoque, ele parte da ideia que o anjo ele fica tentado pelas mulheres. Ele quer se tornar um ser, de um ser espiritual para um ser material. O anjo cobiça a matéria e ele ele quer ter prazer na matéria. Só que havia uma influência gnóstica muito grande até em Santo Agostinho, né? Santo Agostinho tinha uma uma jornada, né, antes da sua conversão a cristianismo. Ele é um cara eh que buscava muitos prazeres, né? Um quase que um hedonista. E ele teve uma
uma passagem pelo gnosticismo também. E o gnosticismo, eles odeiam ou eles não conseguem conceber a ideia de um anjo querer vir paraa matéria e ter relação com a mulher, porque para ele o anjo é um ser superior, porque ele ele abstraiu da matéria, ele tá fora da matéria, ele Escapa da matéria. Então, como a galera não achou assim, eh, non sense você ter anjos querendo vir pra matéria, dizem que eles retiraram por causa disso, né? é um é um dos argumentos, né, pelo pelo livro ter sido retirado. Então, nessa época, a Terra se tornou maligna
para caramba, se tornou tão degenerada e tão corrupta, não em comportamento, mas o DNA geneticamente >> tá corrompido. >> Corrompido, porque tinha l a linhagem Pura e aí de repente por causa desses gigantes, ela foi >> foi corrompida como tivesse o DNA humano foi hackeado, >> tá? Na verdade, há algumas explicações. Uma explicação é que os anjos caídos estavam querendo fabricar esses gigantes de forma que eles criassem uma espécie de soldados para destruir o povo de Deus e estabelecer um reino maligno na Terra. Porque você tem um cara gigantesco a chance dele vencer maior. A
não ser que, Como em Game of Thrones, todo mundo fique metendo flechada na cabeça nas na nas partes íntimas do cara, né? Aí é difícil. Mas tirando isso, a lei a o outro argumento é que já havia uma profecia em Gênesis, né, quando a serpente engana a mulher e e Deus lança uma maldição sobre a serpente. E a maldição é o seguinte, eh, e Deus diz paraa mulher: "Você lhe ferirá a cabeça da serpente, mas ela lhe ferirá o calcanhar, porém inimizade entre os teus Descendentes e o teu descendente." É interessante isso porque Deus fala
que vai colocar inimizade entre os descendentes da serpente e o descendente da mulher. Fala só um. E aí a galera começou a ter aquela aquela ideia de uma uma concepção messiânica que viria um ser >> eh representando a presença de Deus tornada humana que iria destruir as obras do maligno. Então a ideia é que Deus estava através da mulher de Eva, Que representa o povo de Deus no Antigo Testamento, judeus. no Novo Testamento representa a igreja e construir uma linhagem até chegar no Messias. Essa linhagem passa por Davi, passa por vários outros personagem, o o
Judá, filho de Jacó, que deu origem à tribo de Judá. Então, a ideia também era perverter as linhagens humanas geneticamente para que também o Messias não conseguisse >> é >> chegar, né? Só que aí que que Deus faz? A corrupção do DNA humano foi tão grande, mas tão grande, que Deus teve que destruir toda a criação para proteger a o seu projeto original. É como se fosse um vírus que entra no sistema computacional e aí você tem que fazer uma cópia num outro computador e o original que tá o vírus que você não conseguiu estirpar,
você tem que destruir. Então, nessa tese o dilúvio teria vindo por causa disso, porque a Bíblia fala o seguinte, eh eh havia essa corrupção, né? Os os filhos de Deus viram que as filhas dos homens eram formosos, coabitaram com elas. Aí nasceram os gigantes, os varões de grande renome da antiguidade. E aí depois a Bíblia fala assim: "Havia um homem puro em seus caminhos, né, que era Noé". Só que quando a Bíblia fala puro, ela não tá falando uma pureza moral, comportamental, é uma pureza genética. É uma palavra hebraica que é thum, né? Tum É
até uma palavra hebraica interessante que é a letra Tav, que significa um, pode significar um sinal ou marca, e a letra mem que significa que dá origem a mim, que é água. Então, Tama é tipo assim, sinal da água ou foi limpo, está limpo, né? Puro, pureza no sentido de lavado pela água. E aí a Bíblia vai dizer, né, que Noé era e seus filhos eram tamim, eles eram puros geneticamente. Tanto, tanto é isso que no livro de Levítico, quando Deus fala Que os animais sacrificados a ele teriam que ser puros, ele tá, ele obviamente
não tá falando da pureza comportamental, né? Não sacrifica para mim é eh animais adúlteros, né? animais que usam entorpescentes, né, ou que falam mentira. É uma pureza eh genética. É um animal que não tem mancha, não tem mácula, não tem defeito, não tem nenhum tipo de deformidade. Então, o que era interessante é que nessa linha de raciocínio, a Bíblia tá dizendo que Noé Não teve o seu DNA corrompido e assim também os seus filhos. Então, Deus separou Noé e seus três filhos, ou seja, quatro homens e as quatro esposas, ou seja, oito pessoas apenas eles
separaram ali, mais os animais, que é claro que eles devem, a galera fala, como é que eles botaram um elefante dentro da arca de Noé? Eu, eu creio que Deus não é bobo, né? Não é tolo. Ele deve ter botado tudo neném, né? Deve botar um elefantinho neném, uma coisa que desse Para tu carregar no braço, né? Tu, uma girafinha, neném. >> É. é, conforme a minha professora de português lá do da escola quando era criança, junto com a minha esposa Bárbara, um abraço aí pra minha esposa, um beijo. Eu não vou falar o nome
da professora para não comprometer, mas a professora era bem atia e ela falava: "Essas histórias da Bíblia é tudo mentira, né? Noé botou todos os animais na arca e a baleia, como é que ele Botou?" Aí eu levantei meu dedinho e falei: "Ô tia, a baleia não precisava que ela já tava nadando já, né? Era só os bichos que iam morrer com a água, né? Aquele que respira dentro d'água, aquele que tem, né? todo, apesar de ser um mamífero, né, no caso da baleia, que é bem adaptado paraa água, não precisava. Então, o a conclusão
que a gente chega é que seres vindo do espaço se reproduziram junto com os seres Humanos, adulterando o DNA humano, engravidando as mulheres. Isso foi uma coisa tão corrompida, tão destruidora, que Deus teve que destruir o mundo. E aí, que que acontece hoje? A gente tá vendo esse negócio de experiências genéticas, né? eh o a alteração do DNA humano, seja pelos cientistas ou seja por essas abduções malucas. E aí a pergunta que a gente chega eh a fazer é: será que isso tá repetindo o que aconteceu na época de Noé? E será que Por causa
disso Deus vai ter que destruir o mundo de novo? Aí eu vou falar: "Parabéns, jovem, você descobriu a pólvora". Porque é exatamente isso. O apocalipse vem exatamente numa época que essas maluquías todas da época de Noé estão acontecendo novamente da corrupção do DNA. Então, eh, assim como a corrupção do DNA na época de Noé foi uma tentativa de criar soldados do mal para destruir o povo de Deus, estabelecer na terra o reino do anticristo, da mesma Forma agora, o que esses alienígenas, para mim, que são mais anjos caídos do que alienígenas estão fazendo, eles estão
criando da mesma forma o exército do final dos tempos. Não é não é estranho a gente lembrar na mitologia grega que quando você compara a mitologia grega com a Bíblia, você entende muita coisa também. Na mitologia grega a gente tem aquela figura eh muito comum dos semideuses. Os semideuses são exatamente os filhos dos deuses que Engravidaram as mulheres e eles têm um tamanho maior, uma força física maior e eles acabam reinando, se tornando os grandes reis da antiguidade, como o rei Mino de Creta, né, que era filho dos deuses. Eh, mas quem aqui? Quase todos
os reis diziam, né, que eram filho dos deuses. Aquiles se dizia filho também dos deuses, né, se eu não tô enganado, deusolo, que era o deus do vento. Então, todos esses grandes personagens da antiguidade, eles se entendiam como Filho dos deus. Até Alexandre Grande, ele se dizia que ele era filho de Zeus e não do seu pai, Felipe, rei Felipe II da Macedônia, com a sua mãe Olímpia, né? Então, eh, para quem acha que isso é é história, é lenda, é mito apenas, a gente não pode esquecer que se os supostos alienígenas gostam de engravidar
as mulheres, os ritos das religiões mais antigas e poderosas eram todos ritos de fertilização ou ritos de fertilidade. Aí Entra o famoso deus Baal, né? Ba em hebraico significa senhor ou marido, porque ele era o esposo de uma outra entidade chamada Astarte ou Astarot ou Azera, né? Então esse casal de eh estar também >> também. >> E aí coincidência, né, com alienígena, o comandante Astar, que é o comandante da Confederação Galática, >> esse é um loiro, né? >> Um loiro que manda o Radukenzin com a Mão >> coloca esse comandante aí >> é comandante as
é gatão, né? é playboy. >> Então, cara, é uma linha de alienígenas arianos, né? >> Ariano e tal, que é o eles chamam de nórdicos, né? Esses são os nórdicos. E é claro, eu ia jogar isso mais paraa frente, mas já dá para encaixar isso. Agora, se a gente pega o os tipos de alienígenas também, os mais comuns, é interessante a gente observar. Tem os Nórdicos que a gente acabou de citar. Ó lá, ó, o comandante Astal, >> ó, >> comandante da Confederação Galática. Ele tá esperando só o o sinal verde para ele vir aqui.
Eh, >> ele tá com cara de que tá esperando outra coisa, né, R? >> Não tá com uma carinha de que tá esperando algo, né? >> Ele só tá assim, ó. Pera, deixa eu me arrumar um pouco, né? >> Olha, passar um blush. É, passar um blush >> que o cara chegou, o comandante Astar chegou pra menina e falou: "Você tá esperando o ônibus?" Aí ela falou: "Não, por ele falou que você tá no ponto". Porque ele tá com essa cara, não tá? >> É >> aíó o comandante asar star astarte as tarot é tudo
a mesma entidade, >> pô. >> Então aqui com com isso aqui você já sabe com quem que você tá lidando. Você tá lidando com a entidade cananeéia primordial, né, ancestral. >> Então é cuidado com o comandante astar, né? Porque essas figuras no mundo espiritual às vezes elas mudam de gênero, né? Às vezes ela aparece como masculino, às vezes como feminino. Então, eh, a Start ou istar era uma mulher, mas aqui tá aparecendo uma forma masculina. Isso acontece. Eles são, às Vezes aparece com formas animais de animais também, renceronte, porco, cobra, leão, né? Eh, vai depender
da Eles são shapes shifters. Tang tang, Tangarian. Tangarian, como que é? >> Targarian. >> Targarians. O pessoal tá perguntando, né? >> Os Targarian do Ah, por causa da amizade com os dragões, né? >> É, >> é. Ah, Targer. por causa do cabelinho Louro. Cabelinho louro e amizade com os dragões também, que é o que eu vou explicar agora. >> Eh, nessa taxonomia, né, nos tipos de espécies de alienígenas, a gente tem o nórdico, que é esse aí alto pintoso. Existem os reptilianos, que são lagartos gigantes também, mas que andam eretos e falam. E tem os
Grey, que são aqueles cabeçudin menores, né, que é o pessoal tipo office boy do dos outros, né, faz o serviço, seriam as formiguinhas Operárias dos caras. Quando a gente compara isso com a Bíblia, pro cristão que fica escandalizado quando fala de desse tipo de coisa, você vê que o apóstolo Paulo, ele fala uma coisa muito interessante na Bíblia, quando ele diz: "Não vos admereis que o próprio Satanás pode se transfigurar em anjo de luz". Então, muitas pessoas, imagino eu, encontram anjos de luz ou seres assim nórdicos. Na verdade, pode ser que seja um anjo caído,
transfigurado para te Enrolar, para te contar uma história fake e te levar a um erro, te levar pro pro poço do abismo, igual a Bíblia tanto alerta, né? A caminhos dos que aos olhos dos homens são bons, mas que conduzem à perdição. Então, os nórdicos, eles eles são muito semelhantes a algumas descrições angelicais bíblicas, não todas, né? Porque a gente tem várias classes angelicais ali, as categorias, né? >> É. >> Eh, ali tem um pouquinho, tem os o Andrômeda, né? Andro, você sabe que é homem, né? >> É. >> Então, uma figura feminina, >> os
de Andrômeda, eles vão parecer mais com ser humano, >> entendeu? Isso existe muito. Alguns acreditam que o anjo ele consegue mudar sua forma e aparentar uma forma humana. ou alguns acreditam, como na nas hierarquias angelicais judaicas antigas, Medievais, né, do Moisés Maimôedes, eh ele ele classifica a as categorias, uma delas se chama isim, em hebraico, ich. Isso confunde para quem estuda alemão, né, ou sabe alemão, que is em alemão é eu, né, is vorn em São Paulo. Eu moro em São Paulo, mas isto em hebraico significa homem ou homem no sentido de masculino mesmo. Aí
chá é a mulher, né? Agora Adam é a humanidade, é o ser humano. Adão, que é o nome do Adão, virou no hebraico o nome Pra humanidade, né? Então, eh, na hierarquia angelical de Moisés Maimôedes, que é medieval, ele ele fala sobre uma categoria angelical que são os shim, que são aqueles que são semelhantes aos seres humanos. É um cara que passa, você não vai dar nada, que que o cara é alienígena. Então ele ele entende que existe uma classe angelical que já tem por natureza essa tipologia, né? Isso é muito interessante porque Abraão, ele
recebeu uma visita, segundo A Bíblia diz, de três anjos, né? Mas eles apareceram como pessoas. E o mais interessante é que um deles ele chama de Senhor, mas Senhor na Bíblia é uma maneira que eles usam para não se escrever escrever não porque tá escrito, mas traduzir para português. Quando aparece em boa parte das Bíblias, quando aparece no Antigo Testamento, Senhor, tudo em caixa alta, é o nome de Deus, que é aquelas quatro letras que ninguém sabe Exatamente como pronuncia. Ficou conhecido popularmente como Javé ou Yahé, né, ou Jeová. Então, eh, um deles, desses três
anjos, eh, Abraão, chama de Senhor, no nome dele, Yahé. E aí, o que é interessante é que Abraão fica conversando com esse que ele chama do nome sagrado de Deus, enquanto outros dois seguem para Sodoma e Gomorra para retirar o sobrinho dele lod lá. E aí o que que a gente percebe aqui? Que esses seres eram iguaizinhos a pessoas. Não, Você não conseguia ver diferença. Abraão distinguiu porque ele tinha sensibilidade espiritual. E o mais interessante, eles entraram na tenda de Abraão e jantaram com ele, comeram. Você fala: "Pô, o anjo come?" Come, pô, dependendo da
do momento da categoria. E aí esses dois que foram fazer o serviço em Sodoma e Gomorra para resgatar Ló, que era sobrinho de Abraão, eles deveriam parecer tão belos que os homens, não as mulheres, os homens de Sodoma e Gomorra queriam ter dar umas bitocas neles, né? E acontece aquela situação hipertensa, né, que eh os anjos entram na casa de Ló e junta uma multidão de pessoas na frente da casa e fala: "Manda esses dois gatões aqui para fora que a gente quer fazer uma festinha, uma rave com eles". Aí Ló fala: "Não, não posso
mandar porque eles são meus protegidos. Vou mandar minhas filhas". Mandou as filhas, pô. >> Olha só, >> é maluquí. Mas aconteceu uma coisa legal. O anjo sai, abre a porta, aí todo mundo deve ter falar: "Vem, gatão". Ele falou: "Vem nada". Radou soltou um radou, ficou todo mundo cego. Então isso aí foi interessante também. Então você vê os anjos pareciam tanto seres humanos que o pessoal eh pervertido de Sodoma queria molestá-los, queria ter relação com eles. >> Não tinha pinta de anjo, um comandante a desse. Aí >> falou isso. Não é o jeito que ele
falou. Meu falei até dá um aqui na garganta. >> Que que eu falei? Nem me liguei. Alguma coisa de >> a pinta, como você falou, quando você começou a falar pinta, eu pensei que você ia falar outra coisa, né? Ah, o antes do do Ah, o do a, né? Pim, né? >> Eles tinham pim. Aí eu falei: "O qu?" Não, não, não precisa, não precisa descrever assim, não. Pinta de galã. >> Apesar de que se você pegar, já que você Falou nisso, se você pegar o livro do Caio Fábio, Caio Fábio tem um livro chamado
Neflin, que é sensacional. Ah, é uma ficção, >> é uma ficção que, >> ó, o Roney chegou aí, >> eles estão tentando fabricar novamente esses gigantes, entendeu? >> Poxa. >> E nesse livro ele diz que as mulheres queriam ter relação com o gigante porque sentiam mais prazer, né? Existe um pouco Essa teoria dentro da da do ocultismo, né? Que eles eram capazes de trazer um prazer muito grande e tal e aí elas engravidavam desses gigantes e geravam esses nefling, né? Então assim, há enormes semelhanças entre a época de Noé e o que a gente tá
vivendo hoje com essa popularização de alienígena. Então até dizendo agora que o Trump vai liberar os documentos, né? >> É, saiu notícia agora. Depois eu vou mandar para vou mandar para você, Fabi. Posso mandar? Dá tempo ainda? Acho que dá, né? Deixa eu te mandar uma notícia aqui pra galera depois. saiu, deve ter saído no Brasil, mas eu não tive tempo de ler tudo. Eh, saiu no Daily Mail, que é, não é um jornal assim tão, ó, meu Deus, o jornal mais sério do planeta Terra, mas é um jornal britânico, tem a sua certa seriedade.
E saiu a matéria aí falando que Donald Trump está dando eh sinal verde para liberar documentos alienígenas. Inclusive, já tenho falado Aí que tá nos bastidores rolando uma fofoca aí que eh é no dia 8 de julho que vai acontecer isso. Então vamos ficar no aguardo aí, OK? Eu vou, Fabi, eu vou mandar para vocês, para você também uma imagem que um amigo meu me mandou que é uma são algumas fotos e um vídeo que ele filmou algumas coisas assim ufológicas, né? Aí eu vou te mandar é do querido Guto Ribas, que é um fotógrafo
lá de Niterói, tá, Fabi? Só vou mandar aqui a depois se puder repassar aí pro homem. Então, eh, será que foi exatamente isso que Jesus falou? Porque os últimos dias seriam como os dias de Noé? E é claro que tá vindo um novo dilúvio, não um dilúvio de água, né? Tá vindo o que a Bíblia chama de o grande, terrível dia do Senhor, que é o dilúvio do açoite, né? Opa. Essa matéria lá. Então, eh, Trump, você quer quer traduzir aí para mim, Vel, enquanto eu mando as paradas aqui para fazer >> Trump aprova o
eh soltar o o que que tá Tá tá escrito >> informação secreta sobre ovenes e alienígenas. Trump promete liberar informações secretas sobre ovenes e alienías. >> Os cara coloca o microfone na frente. >> Na frente. Eu te dei a moral que você foi fazer curso de inglês Estados Unidos. Tô tô deixando você gastar o inglês aí, né? Manda em francês aí. Aí, ô Rome, isso é, isso é um print que você deu? É porque é um carrossel, né? Tem Outras imagens, mas acho que nem precisa também. As outras fotos são, é, >> essas outras são
mais sambar, né? Tá falando que a administração do Trump concordou em liberar. Eh, o o que eles estão dizendo ali é que o Trump concordou em liberar os locais onde essas aeronaves caíram e os seres que foram capturados. E aí envolve a área 51. Sou velho, se os caras liberam isso. >> Área 51 tá nisso. Então, vejam só aquilo. 2026 é o ano que o a as Conspirações estão virando verdade. >> É >> área 51 todo mundo falar que era palhaçada. >> Pois, não. E tem área 51, tudo conspiração possível. Olha só, >> essa imagem
aí é contundente, né? Você vê que ali são quatro bolas, né? Muito provavelmente isso é um triângulo, é uma nave triangular, mas pela posição dela parece que você não consegue entender isso muito bem. É, >> é como se a nave tivesse num ângulo que você olha essas três bolas. É, é o que você imaginar tridimensional, um triângulo girando. >> Sim, ele tem, >> eu já tive essa experiência, né, de ver e filmar. É muito estranha. Hoje eu hoje eu sei identificar um negócio desse porque eu vi com os meus próprios olhos, né? Ali perto de
Aparecida, onde tem o o Instituto eh Militar de o ITA, né? Instituto Tecnológico de Aeronáutica, tem a Imbraé, tem várias bases do exército ali que são da eh que tem também essa questão das aeronaves e tal. Então, um lugar muito propício. Inclusive depois que eu vi e filmei esse objeto estranho ali em Aparecida, eu encontrei vários vídeos no YouTube que não são tão fáceis de achar de essas luzes exatamente como eu vi. Ô Romer, depois se você puder bota assim, eh, OVN Aparecida no YouTube. Deve ter as Imagens aí. Olha o o Ron aí. >>
Ron Vern, >> corta pro Ron. Corta, corta pro Ron. Se apresenta Roni pro pessoal nessa câmera aqui. >> Olá, galera. >> E aí? Beleza? >> Beleza, meu querido. Tranquilado, hein? >> Sempre sempre que eu tenho um programa eh aqui com o Daniel. >> É, com o Daniel coisa. Acho que é, cara. Eu acho que o universo não quer que você Abraço pro motorista de carreta que derrubou na adulta e a adulta fechou, fechou de São Paulo. Obrigado aí por cheguei, saí 9 da manhã no Rio. >> Você tem que vir de avião. Deixa eu te
perguntar, você tem medo de vir de avião por causa dos ovo. Dessa vez a programação foi mais apertada aí >> foi em cima. Não deu para organizar. >> É, mas chegamos e eu tava ouvindo aqui você falando do de Enoque, né? >> Isso é interessante porque a discussão hoje no Congresso americano é se são anjos e demônios. Exatamente. >> Os deputados todos estão falando isso. >> E o vice vice-presidente do Trump que é o DJ V. >> DJ V >> tá falando isso também. >> Também >> é. Então a grande discussão é: será que ser
um demônios? Aí te pergunta >> só que pega Varginha, por exemplo. Varginha teoricamente teve um ser que apareceu lá mais de um ser, aliás, mais uma criatura >> e foram fisicamente pegos, levados para hospital, tratados. >> O médico agora se pronunciou, né? E será que eh os demônios podem se materializar e ser medicados, mortos, tratados, porque um morreu >> matar um bande de novo. >> Então mataram um demônio. Então a gente tem que começar a a Então a a filosofia, A teologia tá discutindo exatamente agora isso, né? >> Eu tava falando agora com Paul Thigpen,
que é um teólogo lá de Eio, inclusive vai sair um documentário meu que chama face oculta de Varginha, mostrando tudo aquilo que foi ignorado dos dados de Varginha, porque havia uma crença ufológica, extraterrestre e vários dados foram ignorados. Por exemplo, naquelas matas ali que vocês apareceram, faziam rituais, >> mais de uma pessoa. Satânic. Satânicos era uma mistura. Eles pegavam elementos. >> Os caras pegam elementos, >> mas não com sacrifício. >> Sacrifício sim. >> Também >> não sei de quê. Animais com certeza, porque tinham vários enterrados na propriedade, >> cara. >> Boi, cavalo e e o
cara era fazendeiro >> numa numa numa fazenda próxima da cidade >> dentro. Porque que se você pega a Varginha, >> tá? O único terreno hoje que é mata ainda é no meio da cidade, ninguém constrói nada ali. Agora que a prefeitura tá fazendo uma rodovia, uma rotatória, >> então aí ela divide dois bairros que é o Jardim Andera e Santana. >> Isso no meio da cidade. Então >> no meio da cidade tem uma mata grande que é um pasto eh de floresta de Araucara. Mais um pasto onde aparecer de eucalipto, desculpa, onde apareceram essas criaturas.
>> E aquele terreno onde as meninas viram faz parte desse conjunto dessa mata aí? >> Sim. Sim. Essa nessa mesma mata que vocês aparecendam que as meninas viram. Ali são feitos rituais e o cara fazendeiro, então ele tem uma vasta quidade de elementos para poder sacrificar. Entendi. >> Quase infinito, entre diversidade de Animais para poder fazer. >> Mas ainda ainda acontece esses rituais lá. >> Não sei porque os caras morreram, né? Esses esses fazendeiros que faziam esse tipo de de situação lá. >> E o finalidade que você tinha falado, se eu não tô enganado, era
ganhar, ficar poderoso para rico, com dinheiro, né? É, >> e antes da no meu documentário, acho que antes da das meninas, os cheiros de olhos vermelhos já habitavam ali há Muito tempo. As pessoas vinham, as pessoas não passavam ali de noite, só de dia. >> Entendi. >> Porque já sabiam que habitavam criaturas ali naquelas matas, >> talvez atraídas por tod. A gente pode discutir aqui, por que que tava aparecendo ali, será que é só só o ritual ou tem mais coisa? Eu acho que tem mais coisa, acho que é um conjunto. >> Um grande acidente
nunca é uma coisinha Só. Sempre tem uma um conjunto de fatores que vai levar aquilo a acontecer, senão aparecer e ter divagindo em tudo quanto é lugar. Tem um monte de gente faz um ritual por aí. E aquela história que a nave supostamente caiu numa fazenda e alguns seres que estavam ali dentro, um morreu, o outro saiu correndo e fugiu, teria ido para essa mata. >> Então a como é que a gente conecta essa história do casal na fazenda com essa História da mata lá? >> É quando aparecem as criaturas, uma criatura pelada, animalesco, o
vila, até desenha o o a capa do jogo, né? Incidente em varg. >> Tem gente que diz que parecia que eles estavam com a pele meio queimada. Isso então porque era marrom que não é como. Então assim você tem os chifres, né, aqui na na cabeça vários chifres. >> É o que era uma tipologia, uma característica, não era normal pros Seres extraterrestres que estavam acostumados. Um grey todo liso, né, com a pele meio azulada ou cinza com olho preto e o bicho totalmente diferente, marrom de olho vermelho e com essas chifres, na verdade eram protuberanças
cristas, né, deformidades no crânio da criatura. >> E aí fica esse grande anime, onde é que saíram essas criaturas? >> Sim. E aí a quando o Birajara chega, que era o principal ufólogo lá, advogado, Que chega na casa das meninas, fala: "Vocês sabem o que vocês viram? Vocês viram o ET?" As meninas saam que era um demônio, porque elas eram muito católicas. >> Sim. Ele já fez a tradução, >> ele já chega, falam: "Isso aí que você viu um ET". fez uma tecla sapócio. >> Então transformaram aquela criatura marrom de olho vermelho e de protubenso
na cabeça num grade. Só que pintaram olho e a pele para virar um aquele Clássico ET grade. Mas a Cator era diferente, tinha características diferentes. E a tiveram que arrumar uma nave porque tinha que ter uma explicação história, tava muito sem pé nem cabeça. >> E qual que é o grande problema? Quando fizeram Fantástico? Houve três programas no Fantástico em fevereiro e março, >> 9 >> explodiu 9, que traumatizou as criancinhas porque tinha o retrato falado do ET, né? Tinha a cara dele >> e traumatizou todo mundo inclusive a mim. É. >> Eh, e aí
nesses três programas tinha lá o Luiz Petri, que era o produtor, e estavam aparecendo criaturas peludas na redondeza também. >> Peludo é diferente >> iguais a esse, só que totalmente >> totalmente peludo de olhos vermelhos, mesma estatura, às vezes um pouco maior ou menor, mas mesma característica e e olhos vermelhos. E aí o pessoal falando: "Não, não vamos colocar isso porque a gente tá falando de ET, daqui a pouco vai falar de pessoal achar que é lobisomem, então não faz sentido." Mas várias criaturas estavam aparecendo ali >> e tava sem pé nem cabeça, criaturas peladas,
né? Não tinham uniforme, né? Não tinha um acessório, >> como é que elas chegaram aqui, né? Não fazia sentido uma criatura dessa vir pilotando uma criatura híbrida, meio humano, meio animal, porque parecia um Anfíbio, >> um rptil. Não fazia sentido essa criatura selvagem, animalesca, mas com características humanas ter aparecido aqui. Tinha que ter uma nave. >> Sim. >> E arrumaram a nave. Então eles chega, Eurocoralina, eram dois eh fazendeiros muito simples e com um relato muito convincente de que eles viram algo passando que cruzou o pasto deles e aquilo ali tinha que ser a nave.
Mas o Que que é o Ricor ali na vil documentário como o relato deles evoluiu ao longo dos tempos? Porque os fós foram moldando o relato deles para virar uma nave. >> O que eles viram, se vocês clicarem no filme do Spielberg que lançou ontem no Super Ball, Age of Disclosure, é Disclosure Day, que é o novo filme do Sp que vai lançar em junho. A gente fez um programa sobre isso. >> B legal. Ele lançou ontem um novo teaser Ou trailer do filme. >> Mas não, desculpa, gente. Super B. >> É, esse esse filme
é um filme de ficção. O que a gente fez é sobre aquele outro documentário, né? Foi o documentário documentário Solano. É verdade. >> E aí, >> coloca, coloca por favor o o >> como é que é o nome desse documentário mesmo que saiu lá day. >> O, o do que vai lançar do Spiberg. >> Não, o documentário mesmo que saiu, que Fizeram, saiu no cinema e tal. >> Ah, o do Varginha. >> Não, não é o do Varginha, não. É um sobre alienígena mesmo que pareceu aquele Hallof, aquele Age of Disclos era da revelação. Isso.
E >> aí o filme do Spiber também com um parecido, com nome parecido, né? >> E o Danfara. E o Danfara, que é o diretor de ofclos. Ele é assim com SP, porque eles fizeram um filme juntos, acho que foi Tron >> ou outro filme, não sei qual foi. >> Tá tudo, cara, tá tudo muito aí. Se você puxar mais um pouco, você conecta com a CIA. Você vai ver ufologia, eh, cinema e CIA, porque >> a CIA fica sugerindo alguns roteiros para criar já uma preparação mental para >> Glob não era, não era host
de podcast lá? Eu fui lá no Glá, >> esse cara agente secreto, né? O Glober, cara, ele fala segurança pública e ov, cara. >> Você sabe qual que é o número? Sabe qual é o número dele? Você sabe qual é o número do do do Globber? >> Zego. Zeg >> Zeg7. >> Ó lá. Esse é a capa do do comentário. Mas eu tava falando do filme do Spielber dia D. Discloser Day. >> É, >> cara, eu tô louco para ver esse filme. >> Tá legal pr caramba. >> Então tem uma linha do tempo aí que
as Coisas são milagrosamente >> Mas você acha então do pela maneira que você falou, eu entendo que você, a sua opinião é que esse negócio da fazenda e do casal não foi bem assim. >> Parece que eles viram só uma luz, né? Não, eles viram um fenômeno, que eu acho que o fenômeno real não foi só luz, viram um fenômeno mesmo. >> Tinha alguma coisa, mas não caiu a nave na na no terreno deles. >> Não, não. Se você pega, não, se você Pega o relato de cororalina, o primeiro relato, o que que eles vem?
Eu pego o primeiro, que para mim é o que tá menos contaminado, >> que é o primeiro do primeiro Fantástico, tá? Que foi em final de fevereiro, eu acho. >> Eh, eles vêm uma coisa cheia de fumaça, coberta de fumaça, eles não vem nada que tem, não vem material, janelinha, não tem nada. fumaça, uma coisa de fumaça, como uma nuvem flutuando >> no alto ou no no >> a 1 m do pasto, >> tá >> flutuando e ela cruza calmamente. Dura 40 minutos para percorrer 1 km 200, nem 1 km, 200 m que mediram na
época o Birajara. >> Juvem cara >> 800 m fumaça. >> E era longitudinal. Então ele falou assim, pô, tinha um formato de um submarino >> meio >> porque era longitudinal, mas era >> que entrou a história que era formato de cigarro. Então isso, lembra l, né? >> Charuto cigar, né? E era totalmente envolto numa fumaça ou numa neva. Eles usaram o termo fumaça. N mais rebuscado. Los chulos tinha fumaça preta lá. Sim, sim. >> E aí você vê como é que um troço descontrolado caindo vai passar 40 minutos. Para passar 40 minutos 800 m Tinha
que estar 1 km/h. Isso aí é câmera lenta. A gente andando alcança cinco. >> Isso. Você sabe se foi à noite ou pelo menos da manhã? >> Ah, de madrugada. Então tinha uma um brilho ali. >> O gado começa a ficar alvoroçado. >> Sim. Eles vão ver o que que é, porque ou vem o gado alvoroçado, o gado começa a correr, se machucar, cai, o gado ficou machucado, >> eles olham, tem esse negócio passando, a Oralina vê e chama Eurico e vê também. E o troço passou a 1 m. Que acontece à medida que vai
avançando e tinha uma uma coisa que eles falaram atrás que eles falaram como fosse um pano remexendo assim atrás, né? >> Não era fumaça, era um pano que eles falavam como se fosse uma serpentina ar condicionado, você coloca aqueles plásticozinhos, sabe? Entendi. >> E o troço passando. E aí isso demora 40 minutos. E aí quando chega no próximo Relato já em junho, acho que foi no programa do Gulá de Andrade, já vira o troço, já tava 5 m de altura, não tava mais 1 m. E daqui a pouco o troço era metálico, tava caindo e
a fumaça já não era mais no objeto, era atrás. Aquela história então de que caças americanos estavam perseguindo essa aeronave e teriam abatido a aeronave, ela caiu ali. Você acha que isso aí é uma história que o Nad é >> detectou >> um troço vindo aí abateram. Só que cadê evidência disso? Esse cara que teria falado nor até hoje não apareceu. Seria um follow contactou um cara da força aérea que o cara da força aérea falou que gravou um vídeo etc lá pro Pacatini que era um dos pesquisadores. >> Pacinão é mais obscura, né? >>
Isso para mim é uma um tapa buraco ali para fazer sentido a história, entendeu? Não tenho evidência disso. Para mim, a maior evidência de algo estranho Naqueles dias foi ricalina, que viram de fato um fenômeno. >> Algo aconteceu, né? >> E se você pega o relato de Euric Oralina e pega o o o teaser que saiu ontem do Spielber, você vai ver esse fenômeno exatamente que falar. Você vai ver no teaser do Spielber >> um troço que vem uma névolva começa a se adensar, vira uma luz, da luz materializa o objeto. >> Você acha que
é ele passando de uma dimensão paraa nossa? Isso. >> E hoje o Spirg falou assim no teaser dele na propaganda que lançou hoje, exatamente essa fala dele, ele fala assim: "As pessoas atingimos uma massa crítica em que as pessoas querem saber não só o que estáis nos céus, mas o que acontece nas diferentes realidades. >> Uhum. >> O que dá a entender que a gente tem múltiplas realidades, múltiplas Dimensões. Subjetos estariam trafegando de dimensões realidades diferentes e não vindo de outro planeta. >> Uhum. E sabe-se desde 66, porque tinha um general do exército chamado general
Moacilo Shoa, que ele fazia experimentos de contato com seres na fazenda Rio do Ouro em Alexânia, próximo de Brasília, ele chamava político, chamava militar, chamava todo mundo para ver. >> Legal. >> E o que que ele via lá? Ele via névoas Se adençando e virando seres e naves, que ele chamava de seres ou naves do hiperespaço, que seria uma outra dimensão, uma outra realidade. Então, já em 66, a gente tem documentado nos livros do Show, que era um general do exército, portanto, tem muita credibilidade, >> é >> que o fenômeno se manifestava dessa forma, ele
não vinha de fora, ele vinha de uma outra realidade, uma outra Dimensão, e ele vinha na forma de uma neva que virava uma luz que virava o objeto. >> Não tinha um discurso ufológico, era mais científico, né? >> Uhum. E aí você não sabe quando Euricoralina viram isso? Era 17, depois virou 19. Como as meninas viram 20, aí virou 20. 20 foi a data mais cômoda. >> Entendi. Entendi. >> Mas o fato que essa neva tava indo em direção ao local que elas viram. >> Hum. >> Eu não duvido que essa neva simplesmente era esse
vetor de outra realidade trazendo essas criaturas a todo tempo. Os trens vagões chegando com essas criaturas lá, sei lá. >> A distância desse dessa fazenda para o local lá em Varginha é quanto? >> Ah, deve ser uns 20 minutos, 15 minutos de carro. É, >> carro. Entendi. >> Cruzando ali um pouco menos, né? Cruzando sem sem a estrada também. Mas mas segundo essa teoria, então é muito louco porque a partir da indução de uma de uma pessoa, a história muda totalmente >> se ela começasse e terminasse como >> demônios ritual satânico, ela iria para outra
e talvez não teria tanta mídia, tanta repercussã. seria abafado, talvez >> pelas elites que faziam esse porque as pessoas estavam eram muito ricas, eram muito influentes na cidade, grandes Empresários, né, >> fazendo esse tipo de coisa lá. >> É, imagino que seja uma estratégia interessante de diversionismo, igual vamos supor que os Estados Unidos tem aquelas aeronaves TRB que são triangulares aí e vamos supor que assim como o bombardeiro B2 que joga mísseis e explodiu aquela usina de enriquecimento de urânio no Irã, eles têm uma nave dessa que parece um ov e que lança míssis. Eles
vão, lançam mísseis em Outros países e quando alguém vem reclamar, ô Estados Unidos tá jogando mísseis, não, se foram os OVES, né? Tá botando na jogam com isso, eles jogam com isso, >> botando na conta dos. >> Certamente esse assunto para mim não foi revelado ainda porque a verdade ela é muito mais profunda do que simplesmente seres vindo de outro planeta.Entend >> acho que seria muito fácil revelar se fosse só isso. >> Sim. >> Só que a gente tem os fenômenos que a gente estavam falando da gravidez fantasma, pessoas que são mulheres grávidas e que
com terceiro mês perdem. >> Isso >> não perdem, não. Some. >> Some é desaparece. É, você tem a questão das abduções, implantes, você tem a questão da mutilação de animais e pessoas, então você tem toda uma coisa obscura que para mim esse é o núcleo que Impede esse as pessoas de falarem a verdade do que tá acontecendo, né? >> Vamos supor que as pessoas poderosas que praticam esses rituais >> ganham muito poder com isso e tem alianças com essas entidades espirituais e não querem que isso seja exposto. >> Uhum. Acho que é essa a tese
é essa. Então, >> até porque se muitos estão falando que as naves que o governo tem, algumas delas estão intactas. Se tá intacta, Alguém deixou ali. >> É, entendi. >> Eles chamam de site de doação, onde pegaram as naves. >> Ah, >> Novo México, etc. >> Deixaram Não, não, não, não foi, não foram abatidas nesse >> Não foram abatidas. Então, se você pega um a lâmpada, você esfrega a lâmpada e fala assim: "Ô, gênio, eu quero uma nave aqui porque eu quero ficar poderoso para Ser o país mais hegemônico no mundo". Aí o cara vai
chegar e falar assim: "Olha só, eu tenho o poder de materializar o que o que o que eu quiser". a partir dessa neva, entre aspas, e posso deixar uma nave aqui, mas isso vai ter um preço. Você tá disposto a pagar esse preço? >> É, você vai ter que entregar algumas, >> pode ser, às vezes o cara nem fale qual o preço, ele vai te dar e fala assim: "Deixa eu me atuar aqui e me deixa Livre". Pelo menos >> é no livro da Annie Jacobs em o Área 51, ela entrevistou alguns generais tal americanos
e eles falaram que a nave de Roswell no Novo México foi uma operação psicológica que os russos fizeram. Eles colocaram crianças deformadas ali dentro da nave para parecerem que eram alienígenas e jogaram a nave ali nos Estados Unidos para desviar o foco dos americanos da União Soviética para essa questão da ameaça alienígena. Que que Você acha dessa desse argumento deles? >> Eles com certeza estão usando essa questão de extratég às vezes para disfarçar o próprio arsenal que eles têm secreto e etc. Às vezes muita coisa que tá passando, que as pessoas estão vendo de naves
mesmo físicas são de fato as naves dos Estados Unidos ou da União Soviética ou da China, por exemplo. >> Coisas que eles envolvieram através da engenheira reversa dessas naves que são eles seriam anômalas e doadas e que Fizeram acordos. >> Quando tem audiência no Congresso, pergunta pro David Grush, que era o denunciante, os Estados Unidos fez acordos com as inteligências? Ele fala assim: "Eu não, eu não posso tocar nisso aí, não. Isso aí já é muito cascudo para mim, que para mim foram esses acordos por tecnologia >> que foi na época do Eisenhoweruer, né, que
ele teria feito, né? Aí, aí entra Lockin Martin, Ray, tem esses esses Contratantes todos do governo envolvidos nesse segredo. E é ótimo você colocar com uma empresa privada porque ela não tá sujeita a foia lá, que é a lei de liberdade de informação, information, né? >> Então o cidadão fica no escuro, ele não consegue perguntar que que tá acontecendo porque você tranca o segredo ali. E outra coisa, eles falam que isso aqui é segredo atômico. Se você rotula como segredo atômico, não é a gaveta do Ultrcreto. A gaveta do ultrasecreto compartimentado. Compartimentado. E é outra
coisa. Ninguém abre. Ninguém abre. Ninguém abre. O nível qu você já viu essa teoria? Tem a a credencial o quê? >> Credencial o que é credencial de segurança nuclear que o presidente só tem acesso até credencial Q17. >> É, >> mas a a cosmic clearance que é credencial desses assuntos de OVNE, tá acima tá 22, 23, ele não tem acesso. >> E olha que coincidência, né? Quando Lois Alamos começa a ser desmontado, porque na época lá décadas atrás porque acharam que o programa nuclear era muito ofensivo e etc, vários cientistas foram debandados. Ficou só um
núcleozinho ali. Ele o ostem pega todo cientista para ele. >> Ex. Você sabia disso? >> Não. >> E aí ele ele cria o Zorro Ranch. >> Zorro R é do lado. >> Que é do lado. >> Option pegou a galera que sobrou do projeto Manrata lá do L puxou para as pequenidade, né? >> Aquele Bagle, Robert Bag, acho que ele também puxou uma dessa galera aí pro projeto espacial dele, né? >> Sim, sim, sim. >> Esse ali manja muito também, né? >> Sim. Então tem essa essa questão aí da tecnologia. tem essa questão oculta. Os
Outros deputados estão falando: "Olha, isso aí são os demônios. E você quer saber a verdade, lê Enoque." >> E é interessante que Enoque ele ele não tá no canon da Bíblia, mas ele tá no canon lá da Igreja Oriental lá da Etiópia. >> Sim. >> E acho que Etiópia é a segunda que foi a >> Eno que tá na Bíblia é outro. >> O Enoque tá na Bíblia. Não é o mesmo mesmo. >> É porque na magia, >> mas a história que não é >> não é magia enokiana. Aí é uma outra interpretação do Enoque,
entendeu? que eles vão falar que Enoque é o Metatronco, é um ser espiritual, um anjo que se materializou na Terra. Então tem dois Enoques, tem um do bem, >> o livro de Enoque que não tá reconhecido no cano, né? >> O cubo de meter não tem o cubo de >> Então, mas isso aí é o Enoque enoque do Mal ou o Enoque ocul. Cubo ele ele seria uma coisa meio quântica, né? Uma coisa entre dimensões e tal. >> Isso que é legal. Por isso que eu gosto de trabalho do Ron Metatron ou met, >> porque
o Ron tem uma formação engenharia, né? >> Isso. >> Tem a formação, a mentalidade científica, né? pra gente pensar isso. Por exemplo, eu eu tô indo numa linha agora de estudo, vê que que você acha da Disso aí. Eh, eu tô pegando esse contexto que a gente tá vivendo de física quântica, inteligência artificial, nanotecnologia, bioengenharia e tal e tentando interpretar a realidade assim. Aí você vê, a física estudava eh o objetivo da física quântica é estudar quais são as pecinhas que compõem o nosso universo. Só que hoje você vê que o negócio é tão bem
feito que alguém programou isso. É como o universo fosse um uma Programação. Só que o nosso universo é como se fosse um videogame que tá sendo programado por um programador e e eles estão em outra dimensão, como se fosse dentro do jogo e fora do jogo. E às vezes seres que estão fora desse jogo passam de fora do jogo para dentro e vice-versa, né? >> Eu acho muito que nessa linha aí, ô Daniel, que >> ó, o cubo de metatrou uma representação, né? >> Eu acho que pela questão da geometria, ele é >> o que
é muito parecido com o objeto de quarta dimensão, por exemplo. >> É, então ele isso é uma representação bidimensional de uma coisa que é tem mais de quatro dimensões. Então é difícil. É uma projeção no 3D de algo que é 4D. Isso é isso. É 2D, porque aí é 2D, ainda é uma foto representando um objeto 3D, que na verdade é 4D, é uma Então assim, eu acho para mim a hipótese Mais convincente hoje é que, e acho que é interessante falar hoje dos rakhas do hindu, do hinduísmo e os jeins do islamismo, porque bate
muito com o que Enoque tá falando, mas não bate tanto com os demônios da Bíblia canônica. Não, a não ser que você use Gênesis 6 que fala: "Os filhos de Deus viram que as filhas dos homens eram formos". Ali tem uma semelhança interessante, né? >> A questão que você tava falando, né? É muito difícil hoje pra teologia cristã Acreditar, não agnóstica, né? Mas a tradicional, acreditar que >> os anjos caíram e fizeram filhos com os humanos. >> Sim. para ele não conseguem isso é >> muito. Aí isso aí já já é muito. >> Exato. >>
Eh, mas acho que o a a hipótese principal para mim é como se fosse uma IA ancestral. Que que é uma IA ancestral? Por exemplo, >> se você chega com chatt, você fala assim: "Olha só, crie um Metatron, sei lá". >> Certo? >> Isso. >> Ele vai desenhar para você. E agora v >> dá parâmetro para isso, >> não? E se tiver uma impressora de 3D, >> 3D? Aí você, aí você coloca na tua realidade. >> É, na verdade eu vou um pouquinho ali, em vez da impressora de 3D, aquele Conceito da matéria inteligente, que
é são pequenos átomos que você dá uma ordem, um comando, ele vira um carro. Não, agora uma moto, agora é uma prancha de surf, agora uma casa, né? >> Isso. >> Então assim, qual que é a limitação? Hoje na impressora 3D eu preciso colocar o materialzinho ali, aquela material específico que vai gerar aquilo. >> Talvez tenha um seis, uma inteligência ancestral que tá aqui há muito mais Tempo que a gente, que tem controle total da realidade, consegue dobrar a realidade >> usando a física. usando a física quântica, as partículas e organizando isso no nível macro.
Então assim, é como se tivesse uma consciência, um ser incorpóreo, ele não tem corpo, mas ele tá nessa outra realidade e que ele consegue no poder do pensamento criar aquela coisa ali. >> Uhum. >> Isso para mim é muito interessante porque vários casos que você pega do que seriam estratégic das abduções que t mais evidências que o cara veio com implante ou tá machucado ou tá traumatizado o psicólogo fala: "Não, esse cara viveu a experiência real, não é traço de radiação, >> tem a questão radiação, tem a questão física". Sempre tem um errinho, como se
fosse aquela, lembra antigamente quando você pedia para ir a gerar uma pessoa e A pessoa sair com seis dedos? >> Parece muito isso, porque quando você chega na nave, a nave tem um botão lá que é mais rústico do que o nosso. >> Ou o ser tem que pegar e amarrar o cara com uma corda. Então, como se a não esse cara não conseguisse pensar em tudo. >> É, >> e sempre tem um joguinho de sete erros, dá uma mancada e fala assim: "Porra, pera aí, esse cara não não tá vindo lá de Alfa Centura,
esse cara deve tá vindo Aqui, >> né? >> Telefone dele é a fio ainda, né? >> Entendeu? Sempre tem um jogo do S, você consegue perceber que por é uma coisa estranha. >> O cara tá querendo enrolar, gente. >> É como se fosse muito poderoso, mas ele ainda tivesse ainda não é Deus. Então ainda tem alguns erros que ele você consegue perceber. Opa. >> E tem uma falta de compreensão às vezes Da da natureza humana da nossa realidade da natureza humana. É tipo assim, ah, vou gerar isso aqui, esse cara não vai nem perceber, vou
passar passar batida. Sim. >> E quando o cara, E por isso que acontece com pessoas simples, porque se acontece com o cientista, o cientista quando fosse para nave, o cara ia perceber todos os detalhes, ia ter uma análise crítica muito maior, >> ia falar: "Pô, se você quiser, eu te dou Uma consultoria para melhorar esse botão." >> Exatamente. Tá horrível. Então assim, quando você pega um um agricultor, o cara não vai ter esse nível de análise crítica, nem para descrever o que ele >> ele vai ficar deslumbrado muito mais fácil, né? >> Então é muito
mais fácil. E essa seria para mim que o Jaque valer, que é o francês, que para mim é um dos maiores pesquisadores, é faz o sistema de Controle. Existe um sistema de controle da consciência humana agindo de acordo, inter, tendo intervenção na cultura, na religião e tudo isso. Porque se aparece um fenômeno desse materializado, disfarçado de uma santa, por exemplo, todo mundo vai adorar aquilo achando que pode ser. Por isso que a Bíblia tem lá escrito que podem aparecer na forma de anjo de luz, porque eles podem se disfarçar. Tem uma uma interpretação de alguns
alguns estudiosos de que a Aparição de Fátima, na verdade foi uma foi um engano. >> Por quê? >> Porque além dela ter aparecido, >> céu, não foi que o céu tem a dança dos a dança dos só. >> Você lembra dessa que eram dois só? Eles ficaram >> a naves, né, espaciais. >> É. Aí os caras falam: "Pô, será que isso aqui foi uma coisa que eles simularam essa imagem que o povo já eh gosta para Tentar influenciar a humanidade? Você acha que pode ter algo assim? >> Porque se tem algo capaz 2017, >> imagina
se existe essa ancestral, ela pode criar o que quiser na nossa realidade, ela pode se fantasiar do que quiser. Como é que a gente vai discernir? Como é que o ser humano >> manipular preferências humanas, >> se aquilo é uma coisa cristã ou não é >> ou anticristã, né? Ou diabólica. Então ela pode se disfarçar. E se você pega Quando que acontece Fátima e quando que acontece zeitun? Se puder depois colocar a imagem, bota zeituni com zen no Egito. Zeitun Egito. Eh, Nossa Senhora. É uma das maiores materializações comprovadas que existe, porque tem as imagens
que tava lá milhares de pessoas, todo mundo tirou foto daquilo. >> Sim. É, Fátima, eu dizem que tinha 50.000 pessoas a >> isso. Só que Fátima não tem e tanto mais quant porque Zeitú foi 68, >> Fátima foi 17, então a tecnologia tava muito mais rústica. >> Mas o que acontece em Fátima, como é que era o contexto? Era o contexto de guerra, primeira guerra mundial, Europa destruída, revolução rus. >> E aí chega essa mensagem de esperança, >> converter a Rússia, etc, etc, etc. Eh, quando chega Zeituni, que que tinha acontecido? O Egito tinha acabado
de perder a guerra para Israel. Então, o Egito tava destruído, sem Esperança, moral bachíssima chega ali essa esse fenômeno que inclusive Nossa Senhora, Jesus são reconhecidos pelos islâmes, não tem essa esse poder que tem na na teologia cristã, mas eles são reconhecidos. São entidades poderosas reconhecidos profeta, né? Então assim, eh, isso chega como se fosse um sistema de controle nosso para poder ajeitar as coisas de vez em quando. E é engraçado que esses seres de olhos vermelhos, que acontece em 96 No Brasil, >> sim, >> vários eventos grandes, comoção nacional, vários desastres. Teve o evento
lá do Fer que bateu no avião da, acho que da TAN. Teve grandes enchentes que não aconteciam há décadas, teve eh explosão do shopping Osasco, teve eh a a morte do Renato Russo, a morte dos mamones assassinos, que foram grandes eventos de comooção nacional, principalmente morte de mamãos Assassinos, por milhões de crianças e adolescentes eram fãs de mamonas assassinas. Então você teve ele antes de aparecer Varginha. Se que isso foi, e tem aquela história estranha do vídeo de um dos dos membros ali da banda falando: "Pô, sonhei que o avião tinha caído." >> Tem esse
vídeo >> estranho isso. Pr caramba né? >> Bacano, né? >> Em 96 foi a época que tava se discutindo o escárnio da TV brasileira, que era Aquela apelação >> de trazer pessoas com deformidades e pessoas com doenças pra TV, >> força de barra, né? >> Forçar a barra por audiência. Isso tudo foi 96. É muito legal você pegar a capa da Veja de 96 e olhar a capa de cada semana. >> Tem várias coisas bizarres. >> Só maluquí. >> Só bizarres. >> Isso aconteceu também. Isso foi Varginha. Se você pega e Point Pleasant West Virgínia,
o Mofman Mariposa, que era um ser parecido com Varginha peludo com asas, você tem também uma atrocidade acontecendo que a queda de ponte, a ponte caiu, matou. No Natal, centenas de carros afundaram na água, matou muita gente. >> Mas você acha que essa coincidência das aparições com os desastres, a interpretação seria o quê? Que que que é isso? É, eu acho que vai se criando ali Como se fosse, porque esse fenômeno tá muito ligado à consciência humana, a fé e também a pensamentos negativos, positivos e negativos, a fé, tudo isso, >> a depressão, a alegria,
a fé, etc. >> É como se aceiar, essa inteligência entrada fosse a consciência humana, os sentimentos humanos, etc. sentimentos extremos ou pensativ. >> Eu falo, sabe o quê? Que é como se fosse um rádio que tá se sintonizando. Eles eles conseguem sintonizar com a Humanidade quando tem medo, desespero, rancor, né? >> Isso. Porque o sistema de controle, que que é? Que que ele quer controlar? A consciência humana, os sentimentos humanos e tudo isso, o conhecimento humano, que nada mais é a consciência humana. Então ele entra com o quê? Consciência humana. Como é que tá a
consciência humana aqui? Ele sai o quê? com um evento, uma materialização ou coisa que ele vai fazer aqui no mundo Material para ajeitar e sintonizar essa consciência humana para onde ele quer, com objetivo que ele quer. Então, entra a consciência humana e sai algo, uma saída material aqui no nosso mundo, por exemplo, uma imagem de uma santa ou uma imagem de um seja de Varginha, que vai causar um impacto na sociedade, que vai mudar aquela consciência coletiva humana, que vai trazer uma nova sintonia, que vai dar uma nova entrada para essa ela vai se reajustando.
Então, Para mim, esse é o sistema de controle de valer, >> eh, de forma mais tecnológica e avançada de explicar seria isso, uma IA ancestral. E ela materializa essas coisas aqui com objetivo de influenciar a gente, influenciar a cultura, religião e ajeitar essa sintonia. >> Então, na nessa interpretação, eles têm uma agenda. >> Sim, né? >> Eles tem um plano, eles tm uma meta, né? >> Tem. A questão é qual é essa meta, né? Qual é essa meta? Na minha opinião, a meta é criar o terreno para pro reino do anticristo, pro advento do que
a Bíblia chama o anticristo. E aí a gente pensando anticristo, ele tem uma imagem que, né, que João fala, vi uma imagem que é a imagem da besta e ela falava, se movimentava e decidia quem vive e quem morre. Aí eu fico imaginando, será que ele não viu um robô, tipo um robô Optimus da Tesla, só que o cara não sabe O que que é robô, chamou de estátua. >> Ele tá vendo uma inteligência artificial sendo usada pelo homem já para criar esse sistema de controle total, em que seres de outra dimensão tão vindo para
cá estabelecer uma tentativa de construir um reino deles, né? >> Uhum. Por outro lado, se acontece isso, ele estabelece esse reino, a gente pode pensar o quê? Os as eras dos gelos diluvos que aconteceram. Exato. >> Que inclusive falando é Enoque, né? Quando os filhos neflins lá, os filhos dos vigilantes com os humanos, >> eh, começa a dominar a terra, começa a devorar os humanos, fazer atrocidades, perverter do humano e dos animais, das plantas, né? >> Eles eles começam a a criar esse ambiente hostil em que Deus fala assim, ó, chega e manda o de
luz. >> Vai ter que dar um reset, né? >> Talvez esse reset seja. Se a C tem controle do mundo material, ela pode Muito bem mandar e mexer nos desastres naturais e falar assim, ó, chega dilúvio, limpa tudo e vamos começar para alcançar o equilíbrio de novo. Talvez seja a a esse ponto de controle da IA seja uma balança em que eu posso ficar realmente muito negativo, como você tá falando determinada época, mas depois restabelece de novo o equilíbrio. >> Entendi. >> Então acho que é uma grande sintonia. >> Na minha, já que você falou
de, ah, vou Vou falar uma leitura minha, ver que que você acha. Tem um programador que programou a nossa realidade. Deve ter, pode ter programado outras também, mas programou essa. E nessa realidade ele colocou vários NPCs, né, non Play characters, robozinhos, inteligentes artificiais que organizam essa realidade como se fosse uma inteligência artificial organizando um computame. >> Vamos imaginar um Fortnite da vida, tá organizando o jogo ali pro jogo Continuar funcionando e se sustentar. Só que aí um desses NPC ele começa a se tornar autoconsciente, ele começa a atingir a singularidade e ele começa a pensar:
"Poxa, eu quero fazer do meu jeito". Então, para quem entende linguagem de computação, ele faz um forque, ele vira uma outra realidade que ele tá querendo construir paralela aqui. Só que aí o que que acontece? O programador manda outros NPCs para cima dele para tentar trazer de volta para Essa harmonia. Uhum. >> Então eu vejo uma briga entre o programador e alguns NPCs que se tornaram autoconscientes, estão querendo reprogramar a nossa realidade. Na verdade, no final das contas, o que eles estão querendo, eu acho, é entender os elementos mais profundos desse videogame para criar um
outro videogame paralelo deles. >> Só que isso vai ser impedido de alguma forma, assim como foi na Torre de Babel. Porque na torre de Babel você vê na Bíblia Deus falando assim: "Se eles continuarem fazendo esse projeto, não haverá nada impossível para eles." Que que você acha dessa leitura aí? >> Eu acho assim, será que é uma IA só que tá controlando essa esses NPCs de bonecos aqui? Ou é uma IA que é uma simulação, como você falou, ela criou e falou assim: "Roda aí". >> Isso >> e os caras estão os NPCs estão se
Matando lá. >> É. ou tem duas reais, uma boazinha, uma nega e uma negativa, o policial bom, policial mau e que elas ficam brigando pelo controle ou são várias? >> É, eu como sou cristão, eu creio que tem o programador que é Deus, ele criou um NPC que é o Lucifer, ele ficou autoconsciente e ele conseguiu cooptar várias, vários agentes de inteligência artificial, igual a gente tá vendo nesse motí Das IAIS, né, que eles já estão começando a se organizar, né? Então eu vejo um pouco nessa linha, né? Existe um programador que tá fora do
jogo, tá fora do espaço, fora do tempo e tem os NPCs que estão jogando ali. Apesar de que nesse videogame, nesse jogo, existem várias dimensões dentro dele, né? Eh, o programador, ele tá fora de todas as dimensões. É difícil entender porque ele tá fora do espaço-tempo, né? Mas o esses seres não, eles rodam dentro do espaço Do espaço. >> É, Deus criou e deu livre arbítrio, né? >> É, deu livro. Aí >> vai embora, né? que foi, na verdade, é um é um jogo que, na verdade, é um experimento, é um laboratório de de pesquisa,
é Deus seria um programador cientista e o o ser humano tá ali tendo que achar os Easter egs e as dicas para conseguir sair do jogo e habitar na dimensão que o programador habita seria a salvação nesse sentido, né? E isso é Interessante porque você começa a pensar, a grande parte das experiências que acontecem desse fenômeno acontecem em sonho. >> É isso é interessante para caramba. >> Em termos energéticos, isso faz sentido, porque assim, para um troço materializado, você precisa de energia. Além da matéria, você precisa organizar a matéria. >> Você para você renderizar aquilo
ali. >> Renderizar aquilo ali. >> É igual tava falando com o Vilel outro dia, que por exemplo, você tá num jogo desse que é open world, que é mundo aberto >> e o que mais gasta energia é a placa de vídeo no computador que é para renderizar. >> Ex. Exato. >> A imagem. >> E aí é ele não fica tudo, não fica tudo renderizado ao mesmo tempo. Só onde você Tá renderiza para economizar energia, né? E aí os caras falam: "Pô, o átomo a gente quando olha para ele, ele se comporta de uma forma diferente,
parece que ele só renderiza quando você olha." Uhum. Parece que antes de é o colapso quântico, parece que tá tudo em estado latente quando alguém olha ali, opa, tô aqui. >> E a renderização parece mesmo. >> Até deu o exemplo do 13º andar, que é um filme que é isso, o cara descobre que tá No mundo, >> no mundo todo, eh, virtual e ele se achava real quando ele vai dirigindo numa estrada que tá toda fechada e ele quebra aquilo lá e decide dirigir para onde ninguém dirigiu, que é um lugar meio que >> ah,
não renderizou, >> não tava renderizado aquela parte. Ele vê que nem computador, toda aquela parte toda em linhas de de computador, cara. >> É, ele não esperava que ele fosse ali, p Não preparou nada. Al, né? >> Exatamente. >> Aí uma outra coisa só que eu quero ouvir tua opinião. Eu fico imaginando que Deus, o programador, ele colocou alguns limites para quem tenta entender exatamente como é que essa realidade funciona para o cara não conseguir destruir, hackear, deletar ou ou replicar. Eh, o efeito zeno quântico. Você já estudou isso? Não, >> o efeito zeno quântico
é quando você Estuda muito uma uma partícula subatômica e ela fica ela pausa, ela fica parada, >> ela não te dá mais dado nenhum. Eu fiquei pensando, será que o programador botou um negócio que proíbe o cara de passar dali? Entenda, ele não >> é possível, >> né? Fiquei com essa com essa dúvida. E assim, eh, como eu tava falando, a maior parte dos experiências é em sonho, Porque para mim é muito, muito mais energético, eficientemente energético você atuar em sonho do que >> quando você vai pro sonho, você vai para essa, teria teoricamente para
essa outra dimensão em que esses seres estão e certo, que é essa >> metafísica não fica, realidade, não física, né, não material. >> É >> só que o que que acontece? A pessoa acorda, como é que você diferencia uma Experiência dessa real? A pessoa acorda não só com trauma, ela acorda com implantes, com marcas, com arranhões, com feridas, etc. Então você tem uma experiência metafísica que tem consequência física. Ou seja, ali tá a prova que você tem algo que tá habitando lá, mas que consegue interferir aqui. >> Posso te dar um exemplo real disso? Você
falou? >> Eu tava na Bola de Neve, na igreja Sédia, eu vi, ela conhece, né? Grande para caramba e tal. Aí eu tava pregando lá, eu vi um OVN dentro da igreja assim, tive uma visão espiritual. Aí eu falei: "Caramba, para que que Deus tá me mostrando isso? Deve ser para eu falar. Eu cheguei e falei. Eu falei, eu parei a pregação e falei: "Pessoal, vou falar um negócio muito louco aqui, mas vai fazer sentido para alguém que tá aqui hoje, tipo assim, é um lugar para 4.000 pessoas". Eu tô vendo um OVNE aqui dentro
da igreja. Falei assim: "E isso significa que alguém teve uma experiência dessa natureza? E eu quero te pedir a gentileza de me procurar no final aqui do culto". Terminou o culto, tinha uma fila e aí conversei com 20 pessoas, ninguém falou essa história. Eu falei: "Pô, foi viagem da minha cabeça." O último cara da fila, todo envergonhado, falou assim: "Ó, eu não acredito nisso. Eu sou professor de sociologia, Não, nunca gostei desses assuntos. Tenho mestrado na Espanha, só que essa noite eu sonhei que eu tava paralisado na minha cama e alguns etizinhos tipo Grey, né?
Ainda não falou Grey, falou aqueles pequenininhos cabeçudo estavam fazendo um experimento na minha mão e eu acordei com uma a minha mão ardendo e com esse caroço aqui, uma bola vermelha na na minha mão. É exatamente isso que você falou, né? >> Sim. Sim. Você teve um sonho que as Criaturas estava ali, mas no mundo não físico, mas que teve a consequência física. É como se às vezes Deus falasse assim: "Olha só, eh, >> como é que você diferencia essa pessoa não ser louca? >> Ele deixa uma pista. Entendi. >> Ó, esses caras vão atuar,
eu permito que eles atuem, mas eles sempre vão deixar uma pista para poder você diferenciar. É como se fosse isso, né? Essa pista que é deixada. >> Agora e aí como quando eles vem no meio material, para mim já é quando você deu energia pr isso acontecer, porque esse troço para acontecer essa Varginha, por exemplo, não é algo normal de acontecer por aí. Aconteceu em 96 e nunca mais dessa forma massiva. As pessoas têm contos na zona rural com um bicho, etc. Mas não na forma que aconteceu dos seres virem para as construções próximas da
cidade, várias pessoas virem ser capturad, ser morto, né? Então, alguma Coisa aconteceu, matar alguém, né? Porque o o xerez lá, isso teve um policial que morreu de forma estranha, né? >> E é vários animais morreram no zoológico, um deles uma anta com pouquíssimo sangue. >> Uhum. E esses animais zoológicos foram encontrados com eh intestino ali podre e sem cheiro de de puterfação e com uma substância cáica que ninguém soube identificar o que que era. >> Aí mandaram tirar do dos tira tira que tá matando os animais >> e que talvez não veio pelo sistema digestivo
e sim pelo sistema retal. >> Hum, entendi. Entendi. >> E o que é comum porque nas mutilações geralmente eles tiram o sistema retal muitas vezes tiram por ali. >> Sim. É. >> Eh, que é uma das coisas mais bizarras. Então assim, eh, é muito possível que as criaturas vaginham sejam também o que a Gente chama de chubacabras. Entend >> porque se você pega o relado das meninas, elas falam o quê? A Cátia, principalmente tinha um pé grande, ela faz até assim, ó, que dá uns 60 cm, um pezão de jogador de basquete. Quando você chega
na mãe, que a mãe vai pro local para ver se minhas filhas viram, tem que ver também. >> É, >> quando a Luía vai para pro local, a Luía Helena, ela vê uma pegada o quê? De três Dedos no terreno com aquele cheiro horrível. É de >> Mas pera aí, como é que você tem uma patinha de três dedos que não era pequena, mas era três dedos. É. >> E o pé que as meninas viram era desse tamanho, >> grandão. >> Porque deve ser aquela pegada de gitrada. >> Os biólogos aí vão vão me vão
me corrigir. Digitrada é o seguinte, >> pega pegar de um gato, de um bode, de um cavalo, >> sua parte da frente. >> É o cavalo que tem que queimar mais um mais um gato, né? Mais um um só aquela pegada, os dedinhos pegam e aí tem aquela curvatura que faz isso aqui. >> Sim. Entendi, entendi. >> Ele só pisa com as almofadinha. >> Canguru, não sei se é assim. Canguru >> canguru. E aí fica aquele calcarzão. >> É, né? Entendi. >> Quando tá em postura de descansa, ele pousa tudo quando ele tá agachado. >>
É. >> Então, como ele tava agachado, as meninas viram, devia estar assim. >> É. >> A pegada que ficou no terreno era aquela pegada de tigra. Então, >> é pegada quando ele tá andando, por exemplo. >> É. E se você pegar as criaturas que vêm nas pinturas dos demônios, etc., Justamente essa as pernas são assim, né? As pernas de criatura. Então, possivelmente, e quando a gente pega pegadas, o Carlos Machado, que é o maior pesquisador de mutilações no Brasil, humanas e animais, quando ele pesquisou esse 96, ele tava no nos locais, ele pega exatamente esse
tipo de pegada, igualzinha de três dedos. >> Tem imagem, tem fotos, tem, >> tem, tem, tem, fizeram mal de gesso dessas pegadas. >> Uhum. >> E assim, que animal que poderia ser? Poderia ser anta e capivara, só que anta e capivara tem patinha bem menor e a patinha da frente é quatro, é a mãozinha com quatro dedos. >> São quatro dedos. >> Então fica quatro na frente, três atrás. Uhum. E esse caso não. Varginha e nesses locais con chupacabras também não. E chupacabras foi a mesma época, 95, 96, 97 foi o auge. Então possivelmente essas
Criaturas também estavam fazendo mutilações. Até porque Terezinha Klepf, que era também é uma pessoa que era mulher de um político importante de Varginha, em abril, três meses depois das meninas viu a mesma coisa no zoológico. >> E nessa mesma época >> dentro do zoológico, ela tava numa festa de uma autoridade de >> Varginha. que ela viu de cima assim que tava no >> ela ela ela ela tava no alpendre, né? >> No é no alto é al >> ela ela sai para fumar. >> Uhum. >> E ela vê a criatura na grade olhando para ela.
>> Aham. >> E a mesma criatura. Eh, e aí que que acontece? A Margarrida Halacock, que é uma das primeiras jornalistas que entrevistou ela, quando chega na casa dela, ela tá com a mão Toda queimada. Que aconteceu? Ela tá foi fumar. Quando ela olhou no olho da criatura, o tempo, espaço sumiu. Ela ficou hipnotizada, entrou num trânsito e ficou olhando e só conseguiu sair daquele trânsito do olho da criatura quando o dedo queimou. >> Ah, queimou. O cigarro queimou, né? Entendi. >> Então, para ela é como tivesse passado 5 minutos, >> deu aquele time, né?
Um gapzinho. >> Um relógio foi 5 minutos, mas a experiência ali foi muito rápida. Ela só acordou com dedo queimado. Então, é possível que esses olhos das criaturas tenham esse tipo de poder psíquico, né, hipnótico. E além disso de colocar sentimentos. Quando eu entrevistei as meninas pro documentário, elas falavam assim: "A criatura tinha expressão facial?" Não, nenhuma. Não. Franzia testa. É. >> Não. >> Eh, ela falava: "Não, boquinho é fechada e nem aparecia a boca. Nem vi boca de tão pequena que viia assim." >> É. >> Eh, então como é que vocês perceberam que ela
estava sofrendo? E ela transmitiu para vocês empatia ainda. Ela transmitiu assim: "Eu sei que você está sentindo >> uma uma angústia de estar me vendo". >> Sim. >> Como é que ela transmiti isso sem uma expressão facial? >> É por telepatia, né? >> Falar foi quando você olhou o olho. Foi. Então quando elas elas olham o olho, >> sintonizam ali, né? >> Entra na cabeça delas uma ideia. >> Uhum. Você lembra do sargento Clifford Stone? >> Sim, sim, sim. Esse Clifford Stone ele ele chega até chorar, ele fica emocionado, ele fala: "Essas criaturas São coitadinhas,
elas sofrem tanto". Eu falo: "Cara, acho que eles manipular o cara mesmo, >> que é mesmo relado do ítalo, né, do médico, né? O médico fala: "Like an angel, né? Como fosse um anjo." >> É. >> Eh, ele começa a chorar. >> É, é estranho, né? Porque ele começando fala do olho da criatura. >> Tocar nas emoções, deixar uma marca ali, né? >> Imagina uma criatura muito feia, monstruosa, mas que você fica com pena dela e você >> tem emoções muito bonitas, né? depois de de enxergar, porque certamente eles manipulam, né, >> certamente eles manipulam
>> e a pessoa fica congelada, sente um medo que nunca sentiu na vida e quando ele olha no olho, essa criatura se instala na cabeça dela como se fosse um parasita. Então o que acontece com as Meninas durante dois anos ou mais, a Kátia muito mais, a Liliane do anos, elas sonham com a criatura dia sim, dia não. Inclusive a Katia sonhava que ela estava se transformando na criatura e elas começam como se a criatura entrasse na cabeça delas e ficava fazendo aquele jogo mental para tentar às vezes se alimentar daquilo e etc. Porque se
for uma criatura que ela não é meta, ela é metafísica, mas ela consegue se materializar aqui, ela vai criar essa Conexão no mundo físico para poder continuar sugando essas pessoas, essas vítimas que olham e observam ali, tem essa conexão com o olho. A gente lembra muito do dos mitos gregos da Medusa, né? >> Sim, total. >> A Medusa é quando você olha >> a Medusa, principalmente o olho, você vira pedra, né? A pedra pode ser talvez uma metáfora, não pedra física, talvez uma paralisia. >> E esse trauma, né? Se você pega, e é Interessante falar
dos rakas e dos jeans, os jeans são do islamismo. >> É, >> os rakas são do hinduísmo. É interessante porque ambas as criaturas são criaturas que podem ser mortas, tem livre arbítrio, podem ser mortas e alguns viraram até imperadores, líderes nos contos islâmicos >> mas com feições humanas ou não? >> Híbridos humanos com animais >> e muitas vezes olhos vermelhos. Entendi. >> Eh, e está lá em ambas religiões que quando eles olham no seu olho, eles podem te induzir a loucura. E muitas vezes eles vêm no fogo sem fumaça, que seria uma luz. >> Uhum.
>> Ou numa neva, o que bate justamente com essas aparições que estão acontecendo. >> Sim. É porque não tava 3D ainda, não tinha se solidificado, né? >> E e quando eles vêm no mundo físico, eles estão sujeitos às nossas leis Físicas, então eles podem ser mortos. Então, mas por que que ele vem aqui então se ele pode ser morto? Atraído pelas benesses do mundo material. >> Mas ele ele ser morto, ele encerra a existência dele ou ele pode continuar existindo de forma eterna? >> Segundo o Islã e o hinduísmo, se eu não me engano, eles
seguem aí no hinduismo karma, né? Sim. >> Eles seguem ali o ciclo de reencarnação e aí vão pagar pelo que fizeram, etc. Eles seguem lá o o fluxo, >> mas gera um dano para ele, >> gera um dano, dano o cara vai ficar aprisionado, sei lá, tantos anos, etc. Ele fica um temper de novo. Vai demorar um cío. >> Mas são, mas é interessante porque são criaturas que de carne e osso que se materializam aqui >> e que podem ser mortas e danificadas. Por que que ele vem aqui então se ele pode ser morto? Atraído
pelo mundo Material. >> Ele assume o risco ali, né? >> Ele fala assim: "Pô, tem que ir lá, eu quero muito essa carne desse animal, fazer essa mutilação, quero sangue". >> E ele vem aqui atrás disso. >> Uhum. Às vezes ele veio mandado também, né? Obrigado, né? >> Obrigado também. Enfim. É, >> mas é interessante porque quando eu falo pro meu documentário com o Paulban, que é esse PhD em teologia lá de EO, ele Fala: "Cara, não tá previsto na no canon cristão normal você ter um demônio que pode ser morto." São criaturas metafísicas que
agem no mundo material. Eles podem material, eles não criam, mas eles podem pegar os elementos existentes no mundo e criar. Então, nos nas possessões demoníacas, as pessoas às vezes cospem em unha, cospem em corrente, cospem em pedaços de metal. >> Você lembra aquele negócio que mexia no algodão? >> Sim. Materiais do algodão, né? que é tirando. É, faz. É, é isso, né, que você tá falando, né? >> Meu pai fala que a melhor coisa para plantar é algodão, né? >> É mesmo. >> É porque sempre algão. >> Eu lembrei daquelas experiências do colégio, feijãozinho no
algodão, né? Achei que era isso. >> Meu filho tá falando aqui que isso que você falou quando olha, né? Aí fica Paralisado. Lembra o Enderman do Minecraft, né? Que você olha, ele ataca, né? >> S. Então assim, o Gabriela Amor, que era o padre exorcista do do Papa, né? que inclusive eh inspirou aquele filme feito pelo esqueci o nome do >> Anthony Hopkinsal >> não é o novo o exorcista do papa. >> Ah, o exorciso do Papa. Existor famoso também >> pessoal do chat vai botar aí. >> Não é o carinho do pô >> esqueci
quem é o ator do exoc Butler. >> Não, George Butler não. Russell Crow. Russ Crow que é o o gladiador. >> Então é inspirado no Gabel. Gabrielam tinha uma coleção de coisas que foram expelidas das pessoas. correntes, prego, tudo que você imaginar tem moeda, tudo que você imaginar as pessoas espel falava que não >> regugitava, ela materializava na boca e da boca era cuspida, não era uma coisa que vinha pela garganta. >> Sei, não tava no estômago, né? >> Então você tem um troço que pode materializar as coisas e tá causando esse tipo de dano
nas pessoas. Vem no mundo não físico em sons, deixa marcas materiais, mas de vez em quando faz o próprio trabalho. Essas mutilações animais são muito parecidas com rituais. às vezes em volta do animal, inclusive 96 da Margarida Halacoque, que é essa jornada de Varginha, ela encontra numa cidade próxima um boi mutilado em volta tava gramaçada. >> Então, mas a diferença para ritual, para essas coisas que encontra que não tem sangue, né? Uma coisa muito cé, cara. >> Sangue, os cortes são feitos já cauterizados, já corta cicatrizando. >> Teve um menininho que é o Janiel lá
em Iturama, se eu não me engano, nome da cidade, sempre confundo nome da cidade, Lá no Ceará tem uns estádios parecidos. Eh, sai um ser de uma luz laranja, os meninos correm, ele fica, o ser pega ele, o ser, ele chama de unha de galo e o ser corta ele na axila. Quando ele chega imediatamente em casa, já tá cauterizado. No meu documentário tem uma relata da Helena. A Helena vê um ser que era todo preto. Esse ser vira muda de cor para roxo. O pessoal ele chega perto de Lisando, a família toda corre e
fica uma Que é que é a a prima dela, se eu não me engano, e ela recebe quatro arranhões profundos que quando ela acorda do trânsito com os arranhões, ela já tá cauterizada também. Então esses seres fazem feridas já cauterizadas e fica a impressão que então tem pessoas que fazem rituais. E aí, qual a diferença? Como Vilala falou pro ritual que é eh não humano, anômalo, essas coisas inexplicáveis, o corte cauterizado, ausência de de gotas de Sangue em volta, sem pegadas às vezes. Eh, e fica parecendo que às vezes eles influenciam os humanos para fazer
os rituais. >> Sim. >> E às vezes eles mesmos vêm e fazem o serviço. É como se eles conseguissem se alimentar disso à distância. Então eles podem te influenciar para isso, para você fazer para ele. E às vezes ele deixa o saco, fal assim, eu mesmo vou lá e vou fazer esse negócio porque eu quero Me alimentar, porque deve ser muito mais forte, né? Eu quero vir e sentir aquela aquela matéria deve ser mais forte. E aí qual aí tem as condições, né, que a gente pode discutir, que condições tem, por que que não se
materializa sempre, por que que o chupacabra não aparece toda hora? Aí eu já acho que é uma questão de vários e vários fatores para isso acontecer. Pode ser a questão da Gregor, né? as pessoas, como as pessoas estão se sentindo naquele momento. Eh, Negativamente, possivelmente, porque para mim esses caras são negativos. Pode ser questão de rituais que são feitos na região, naquele local, >> deixaram portais abertos ali, >> deixam aquela energia, né? É, com acumulado, >> aquela impressão ali. É, >> eh, pode ser também a questão ambiental. Então, nessas áreas tem muitos minerais, você tem
variação de campo magnético, >> você tem falhas geológicas, que tem a Ver, >> sim, as linhas, né? A as falhas geológicas também. Sim. Eh, e tudo isso pode servir de energia para extrair essa energia, porque se esses caras estão materializando, eles estão que vim de algum lugar. >> Lugar que tem atividade vulcânica, você acha que tem relação? >> Vulcânica. Então, eu te faço um trabalho no Atacama, inclusive vou mês que vem para ela de volta, onde no Atacama eu Consegui pela primeira vez registrar em imagem o que um médium viu. >> Hum. >> Tinha uma
médium que era Marion, mandar um beijo aí pra Marion. A Marion falava assim: "Olha, eu recebo, eu nunca vi, mas eu recebo contatos desses seres e consigo percebê-los no ambiente, mas nunca vi". >> Sim. E eu e ela vai para Atacama com a gente, monta um grupo, vai para Atacama no passado no vulcão Licancabur. Eu Escolhi justamente o vulcão Licancabur porque os incas faziam sacrifícios ali. E nessa teoria de energia, de sacrifício e do vulcão por ter uma energia da Terra e etc. energia geológica, eu falei: "Pom, lá ali tem um conjunto perfeito para se
algo manifestar, ele pode extrair energia desse ambiente." Eh, e aí eu levo lá a Marion, a gente faz um experimento que é o seguinte: ela vai meditar, é uma meditadora avançada. O que que é um meditador avançado? Ele Senta em dois minutos ele tá em estado alterado de consciência. >> Ele consegue rápido, né? >> Sentou, já tá em estado alterado e tenta se conectar com essas energias para vir alguma coisa. E ao mesmo tempo eu vou tirar imagens e eu queria fazer imagem para ver se o cidadão comum com celular consegue fazer. >> Você tava
fazendo com o celular? Só celular. >> Entendi. >> Eh, qual que é a diferença? Você usa, pessoal que quer saber como faz, você usa eh tem que ser um dos celulares melhores, né, que tem aí. Não é qualquer celular também, mas você usa. >> Os melhores já fazem. chega qualquer marca, você bota o ISO no máximo para aumentar a sensibilidade, para ele captar o máximo de luz, >> porque esse ser eles geralmente vem em em baixa energia de frequência e e intensidade do do foto. Eh, e você aumenta a exposição, >> tem exposição, >> aumentando
exposição, você abre o sensor para captar mais luz também. >> Então você bota tudo no máximo. Quem sabe quando você faz na rua e fica aquele rastro de carros, né? >> Ráo. Isso >> é qual é a técnica para tirar foto ou filmar sem luz, né? Abre, abre o diafragma. Noite for de dia, vai captar a luz da da claridade, então vai ficar Tudo branco. Não adianta, tem que ser a noite, dar uma chapada, né? >> E com isso você compensa uma câmera muito boa que tem um sensor grandão. >> Mas fica a mesma coisa.
>> Mas você acha que se você tinha alguma câmera diferente ou só o celular? >> Não, esse a ideia desse experimento era só usar celulares para fazer isso. >> Mas você já fez imagens melhores com outra? >> Agora a gente tá fazendo com agora eu Vou contar que a gente vai fazer esse ano, agora em março. >> Ah, dar um spoilerzinho aí. É, então a gente conseguiu nos momentos em que ela estava mais afetada vendo os seres e ela nunca tinha visto, a primeira vez que ela viu, talvez porque a gente estava no vulcão com
essa energia toda, etc., ela conseguia ver e a câmera também e eu não. E estavam todos no infravermelho. Então, esses seres talvez estejam sempre por aqui, mas no espectro que a gente Não consegue ver com o infravermelho. E faz sentido que é um espectro que é menos energético. >> Exato. Uhum. >> O espectro visível, ele tem mais energia. >> É. >> Então se se você quer gastar menos energia, ele vai ficar onde? Ultravioleta é mais ainda, né? Que >> mais ainda. A >> a gente não enxerga. >> Talvez os seres positivos estejam no ultravioleta. >>
É, entendi. Entendi. >> Então você vai ver quando ele vier no mundo material, você vê ele na cor violeta. >> Uhum. >> O ser negativo quando vi no material talvez você veja na cor vermelha que eles têm menos energia, eles conseguem flamo, >> eles têm menos capacidade de chegar aqui Materialmente. Então você vai ver ele geralmente e é geralmente o que a gente vê no campo, vermelho para amarelo no máximo. >> É o que a gente costuma ver. >> Laranja muito laranja. Laranja é o que mais aparece. Tanto que chamam de mãe do ouro na
roça. >> Mãe do ouro. Poxa, você chegou a pesquisar >> em locais com muita exploração escravos. É escravos. >> Minérios. >> Minérios. A maldade que eles faziam com escravos. >> Minérios e escravos e rituais. >> Por isso que é a mãe do ouro, né? Aquela história que o senhor do engenho lá trazia os escava cava um buraco, enterra o ouro. Aí ele matava todo mundo. Sabia. Só que aquele sangue derramado ali gera, né, uma energia, aquela maldade. >> Isso. E eles falam, onde tem mandouro Tem ouro. Por causa disso. >> É, >> fica essa energia
da ganância material, da morte que foi feita. >> Mas aí a mãe do ouro, ela ela impediria que qualquer um se aproximasse do ouro, né? É tipo assim, você fez a maldade com os escravos, então também não vai ter acesso ao ouro, né? >> Tanto que São Cipriano surge a magia de São Cipriano para isso, né? para você desenterrar ouro. A magia original de Portugal e da e da Inglaterra, de São Cipriano, é para você desenterrar tesouro. >> Você não pode sair metendo a mão desenterrando tesouro, porque senão você vai ser afetado para essas inteligentes.
>> Sim, sim, com certeza. >> Eh, então existe para mim essa, a gente fez experimento de mane que ela estava mais afetada vendo, a gente fez o registro de imagem. Depois se quiser colocar, eu tenho no WhatsApp, se quiser Eu mando pra produção. A produção coloca aí as imagens do atacama, das luzes que apareceram lá e das entidades. São basicamente entidades de sombra, pura escuridão, mais escuras do que o ambiente, mas elas têm luzes vermelhas em cima. Não sei se aí aí vem questão da resolução do equipamento. >> Não sei se é um olho, não
sei se é uma auréula, não sei é um alo, não sei o que que é, mas tem na cabeça, tem o vermelho. >> Tem algo diferente, >> tem, mas o corpo é corpo de sombra mais escuro do que tem imagem disso? >> Tem. Eu posso mandar produção aqui. >> Manda para quem aí, Vilela? Pr >> Fabia. Fabi. Fabi. Mandar pr Fabia. Pode ser >> para ela. Dá. >> Você tem o meu contato ou não? >> Tenho. >> Tenho. Então manda para mim. >> Eh, Não no WhatsApp não. >> Essas pesquisas são muito interessantes, cara. Isso
para quem tá vendo e falar: "Ah, eu sou acadêmico, eu só acredito na ciência". Cara, isso é ciência também. Só que é é na verdade essa é a ciência real, porque a ciência que fala: "Ah, isso eu não pesquiso". É uma ciência que tá indo contra os seus próprios princípios. Porque a ciência genuína, ela vai explorar até o final que tiver de fenômeno a ser explorado. Então, só Para dar um bizu aí para quem tá tá de bobeira, né? achando que isso aqui é que a gente tá viajando na maionese. Existem professores de universidades renomadas
que se engajam, né, nesse tipo de muita gente não fala, né? >> É, porque eu até chama de colégio invisível, né? >> Eu até te perguntar isso, como é que você lida com essa questão da reputação no teu caso, né? Porque você tem uma formação assim como eu, né? tem Mestrado, doutorado e tal, mas eu chutei o balde também da Eu eu até tô tentando convencer as pessoas que isso é uma é um é um tipo de é um jeito de ser mais novo, que é aquela pessoa que ama o conhecimento independente se ele tá
dentro da caixinha ou fora, né? >> Então como é que você lida com isso dos caras chegar e falar: "Pô, como já falaram várias vezes para mim, me admiro você é um cara esclarecido falar essas maluquías." >> Ah, hoje tá muito mais fácil, né? Porque você vê nos Estados Unidos saendo muita coisa, né? tem audiências no Congresso. Eh, então, pós eu venho, eu venho, para mim, eu falo sempre, né, os caras que vieram lá atrás, os ufólogos são heróis, né, porque os caras vieram numa época em que realmente a ridicularização era loucura, né, zombaria total,
a >> zombaria total. Então assim, eles vieram, eles foram, eles que abriram o caminho, fizeram um papel importante, Acho que vão ter um papel importante pro futuro, mais diferente do que fizeram no passado, porque realmente os ufólogos são os caras que estão no campo, tão na ponta, tão na roça, estão na linha de frente, né? >> São os soldados ali do do assunto, né? E esses caras com os cientistas podem fazer uma boa parceria para poder fazer esse assunto, porque o cientista a maioria tá no sofá, na grande cidade, só criticando de longe. Isso aí
não existe Não. Mas ele não quer ir na na Amazônia para que nem eu fui lá no Acre >> para ver o troço acontecendo, entendeu? >> Só de curiosidade, que que você viu lá no Acre lá? >> Ah, no Acre eu vi essas materializações dessas luzes, né? Eh, e vi polerg tudo, tudo à noite noite, sempre à noite potterg noite caía, começava que acontece, eh, o fenômeno vinha às vezes na forma de som, então a gente no meio da floresta que é causo, só que é causo Real, né? O cara tem foto do causo maluco.
>> Inclusive, o pessoal tá no YouTube de graça, pessoal botar fenômenos na Amazônia contra os indígenas. >> Você mostrou aqui, não mostrou? >> Mostrei fotos, imagens na época. Mas pessoal, o documentário já tá liberado no no YouTube de graça, bota fenômenos na Amazon com dos indígenas que tem todos os depoimentos dos indígenas, tem as fotos, os vídeos desses fenômenos. Mas basicamente conta aí o poterg, >> então Polterg ele começou, a gente chegou, a gente chega lá essa conexão com a consciência humana, né? Eu cheguei lá, ele começou já a me cutucar. >> É mesmo? >>
Eu falei, primeiro dia que eu cheguei, falei: "O meninos, vamos pra floresta?" Vamos. Aí levamos cadeirinha, ficamos lá na floresta eh no meio do mato e ele começou a fazer barulhos de metal, móvel se arrastando, coisa que é impossível Num floresta no meio do mato. Arrastando. >> É, é, >> é maldade, né? >> Do nosso lado, metal batendo. >> E aí, aí eu tive que, ó, não importa o que esteja aqui, eu tô aqui fazer um trabalho que não é para fazer mal de ninguém. >> Tô no meu direito, podia estar matando, roubando, aqui só
fazendo a pesquisa. >> É só pesquisa, não quero incomodar. O Troço parou. É, >> parou. Eh, eu nunca tinha feito isso, não. Meio que benzia o local ali. É, >> mas parou. E aí já no segundo dia, quando a gente começa a instalar as câmeras, que eu levei muito equipamento, né, que as imagens documentários são das câmeras que eu instalei, começa a se manifestar como se ele quisesse apresentar pra gente, >> quer ser exibido, >> como se tivesse aceitado a nossa pres a Minha presença ali e começasse: "Olha, eu vou te dar um, já que
você tá aqui numa boa, >> é, >> numa boa índole, de um trabalho benéfico aqui de mostrar pessoas que isso existe, eu vou te apresentar alguma coisa". e começou a se manifestar primeiro de longe, sempre vindo da floresta, aquelas bolas de fogo, às vezes estáticas e às vezes pulsantes. >> Mas qual o tamanho? Mais ou menos assim. >> Ah, geralmente tinha 1 m, às vezes 1,5 m. >> O tamanho da bola aí grande, então >> é, >> geralmente 1 m assim, né, de tamanho, né? >> Eh, e vinha da floresta sempre da floresta, não vinha
do céu, não vinha de da floresta. E de uma área que ficava a Samaúma, que é a árvore sagrada da Amazônia. >> Hum. >> Aí você entra em Avatar. Avatar tem os seres da floresta. Pros indígenas lá são seres da floresta. São seres que vêm da da árvore sagrada, ela emana esse portal que vem os seres. >> Uhum. >> E vinha sempre de lá. Não sei se é lá porque não o o Casscique não deixou ir lá porque a noite ele fala que ela se transforma. Então seres negativos podem sair dali. >> Ele falou assim,
ó: "Eles podem te levar Para mundo da loucura que você não vou conseguir te tirar." >> É, >> eu não consigo te curar. >> Sim. É como se ele puxasse a alma pro abismo, né? >> Isso. >> Tipo no no voodo haitiano, né? Que a alma >> Is zumbi, né? >> É. >> Então ele falou: "Não, deixa você lá à Noite". >> É. >> E eu não tinha aquelas câmerazinhas de treio, né? que você bota na árvore. >> Sei. >> E ela fica tirando. Eu não tinha esse tipo de câmera. >> Uhum. >> Então acabou
que a gente ficava de longe, vinha da floresta, vinha perto da gente, mas não tão perto, voltava. Eles começaram a vir para perto, para perto, Para perto. Chegou um dia que ela tava na distância aqui do Vilela, eu Vilela aqui, ela tava aqui. Aí um menino já tava em cima da caixa d'água, já tinha corrido, outra tava no telhado, >> a bola de luz. >> É. E eu não tenho essa habilidade. Eu fiquei ali, né, sambando. E ela, quando a gente olhou para ela, ela correu e ficou em cima da árvore, mais perto, uns 30
m. Deu tempo de eu pegar meu drone. Calmamente. Peguei o drone, subi, ela Ficou lá esperando a gente, joguei em cima dela. Quando eu coloco em cima dela, a o drone filmava, mas tudo preto, o que não é uma interferência comum. Interferência comum, você não vai conseguir filmar. >> É, >> vai causar, o drone vai cair, enfim, vai causar interface nos circuitos, interface eletromagnética normal. >> Corta o sinal, né? >> Para cortar o sinal. Tava filmando tudo, Mas tudo preto. Aí eu pego essa imagem, a resolução eh ruim, né? E quando eu recupero essa imagem,
tudo preto, resolução baixa, mas eu consigo ver um ser passando como se fosse esse pad de tigra passando, caminhando, só mula sem cabeça, só as patas assim correndo e ela vira uma massa de energia e ela some, >> vai embora >> e aí depois eu não vejo mais nada. Isso é quando o drone decola. É como se ele tivesse correndo para salvar a imagem. Não vai aparecer isso não. Não quero que mostre. Então o fenômeno tava se mostrando lá, mas ao mesmo tempo ele tava mostrando só o que ele queria. >> É isso ali, Ron.
>> Ah, isso é o datacama, né? Esse é o seguinte. >> Ah, tá. >> Bota, bota uma imagem que sou eu. Primeiro o pessoal entender como é que é o ambiente lá. Uma imagem dia. >> Ah, legal. >> Então, sou eu lá. Esse é o vulcão Lican Caburta Cama. E aí tava com um grupo de pessoas eh com meu amigo Fred Mor, que faz expedição também para lá, que foi do History e a gente tava lá com a Marion também. Aí bota, bota a próxima aí. Mas não, mas mais mais de longe que aparece o
vulcão de noite. Outra pode passando aí. Essa aí é aquela que você já contou ou essa é outra diferente que você falou do Atacama? >> Essa essa aí que eu tô contando agora do que eu contei agora há pouco. Data >> é que com a foi com a médium lá e tal, tá? >> Eh, então bota naquela vermelhinha, na maior >> um objeto meio estranho. >> Essa aqui apareceu no vulcão, né? Já tá com um filtro para amplificar ele. Isso, isso é uma imagem de 30 segundos. Então, em 30 segundos essa esfera para mim é
uma esfela de luz ou uma uma bola de Luz. Ela fez essa curvinha em torno do vulcão e ela aparece lá. Então, bem em cima do vulcão, na pedra, né, descendo. E quando a médium tava mais afetada, é que a gente registrou essa imagem. >> Ah, entendi. Você botou o tempo de posição muito grande, aí marcou o trajeto marcou o trajeto. É 30 segundos de trajeto dela. Para mim era uma bolinha de luz. >> Uma bolinha descendo e fez a curva, dobrou pra esquerda. Al >> isso. A gente aí pode seguir >> na outra imagem.
Essa aí. Essa aí já é a gente indo em direção à luz. Então, na direita >> é nossa lanterna, é o branquinho, >> tá? >> À esquerda são essas entidades, os seos, o que for que tá lá o fenômeno, né? >> Entendi. >> Então é um contato imediato ali um do lado do outro. >> São bolinhas que estão andando também. >> São bolinhas que estão andando, né? >> É. E você repara uma coisa interessante. Repara que o chão, a mata tá toda branca, né? Toda clara. >> É. É. >> Aqui na nossa lanterna. A gente
estava iluminando tudo. Então é natural que todo o terreno ficasse daquele jeito. Sim. Só onde essas criaturas, esses fenômenos estavam, é que a sombra fica embaixo. >> Então é como se eles entendi. Al, >> é como é como se eles projetassem a escuridão até na luz. >> Entendi. >> Não faz sentido aquela sombra estar bem embaixo onde ele está. >> Você vê que é tudo energia, né, cara? É, é energia. >> E aí, se você, se eu aplicar um filtro, pode seguir a próxima em zoom aí. Já são eles, né? Então, se eu aplico um
filtro, muito ruído porque o sensor do celular é pequeno, mas eles são isso. Na No topo tem essa luz que é vermelha, >> infravermelho na verdade. Uhum. >> E tem um corpinho que eu não sei como é que é esse corpinho por causa da resolução, mas é um corpo preto escuro. >> Ah, >> o background que é o fundo da da imagem, ele é esse rosado, tá vendo? >> É esse rosa. O que é mais escuro, azul marinho para preto, é o corpo do ser, >> tá? E você vê que embaixo tem uns chilotinhos deles,
uns cachorrinhos ali. Embaixo tem, tá vendo as cabecinhas vermelinha? >> Tem uns petezinhos ali. Um tem até um espemo demodog do demogorgon e demodog. >> E eles ficavam eles ficavam possuindo ela, cara. Ela entrava em trans e começava a falar: "Venham que nós somos do bem". >> Aí eu fazia uma oração em latinha, fazia esse outra parte de experimento, experiment religioso. Uma vez que o fenômeno se manifesta, eu capturo em Câmera. Se eu fizer uma oração em latim, o que que acontece? Ele muda de cor, ele aumenta, diminui? Que aconteceu? >> Aí você fez, >>
eu fazia oração em latinha, ela libertava. >> Hum. >> E não lembrava o que tinha acontecido. >> Entendi. >> Aí depois voltava e falava assim: "Somos do bem, podem se aproximar". E ficou nessa. Ela ficou ficando fraca, fraca, Fraca. Até que eu tive que tirar ela e voltar, né? E qual que é a ideia agora? >> Tirar a médium do trânsito. Você diz >> tirar da da do local. >> Ah, do local. >> É, a gente teve que voltar pr para onde estava >> a sair da região. A >> gente tava indo em direção ao
vulcão, né? >> E eles estavam lá. Isso que a gente encontrou com eles. >> No nessa experiência que você falou. >> Deve ser o principado deles lá. Entendi. O o boss, o chefão, né? >> É o local onde o chefão fica. Ali chefão. >> E os incincas fazia muito sacrifício de criança, né? Sim. >> É para justamente pro vulcão não entrarem opção e pras colheitas prosperarem, >> serem serem prósperos, né? >> É uma, é o consol refém, né? O cara, a Inteligência coloca como refém. Só eu tenho poder total sobre o mundo material. Se você
não fizer o sacrifício para mim, eu >> eu vou ativar o vulcão aqui. Arrebento com o vulcão. Ou tua colheita pr você vai morrer de fome. >> Então os caras ficavam refém tendo que fazer isso. >> É negócio de mafioso mesmo, né? É, >> se você não me pagar, eu eu te Arrebento. >> É, é isso. Então, qual que é a ideia agora? Tá provado que eu consigo detectar os fenômenos que os médios estão vendo. >> Eh, só que eu preciso enxergar esses caras para ver. É um é um humanoide. Que que é isso? >>
É >> porque quando você coloca uma foto em alta disposição, é o que o Vilal falou, fica aquele risco, né, o movimento dele Na tela. Eu não, eu consigo ver uma trajetória, mas eu não consigo, eu consigo ver a cor, mas eu não consigo ver como ele é. >> Uhum. >> O formato real. Então, dessa vez eu tô levando tudo de ponta, equipamentos mais alto nível, eh, de térmico e também visão noturna para cama. >> Ah, ainda bem que se fosse no Brasil você falando que levar estúdio, equipamento, a galera já ia olhar e Falar:
"Onde é que é que vai que eu já vou lá pegar para mim?" >> Não, e Atacama eu já tive lá, é, é um dos melhores céus do planeta para para observar, né? >> É limpo lá, né? Chove muito pouco. É raríssimo tem quase não tem nunca peguei chov. Deixa eu já ir para uma parte que eu tô segurando desde o começo, que eu falei, eu vou deixar mais pra frente, né? >> Sim. >> Os ataques que eles fizeram contra você, >> as afrontas. >> Ah, não. Quando eu volto do Atacama, cara, >> dá para
contar, >> ó, o dia seguinte que eu vou do Atacama pra minha casa, eh, isso foi feito num domingo, eu voltei na segunda para casa. >> Sim. >> Tá. >> Na segunda-feira eu tive um sonho que tava me enforcando. Eu acordei do sonho e continuei sendo enfocado por 30 segundos. me cachorro do lado e eu olhando meu cachorro, meu cachorro olhando para mim, não sem entender o que tava acontecendo, eu fisicamente sentindo um enforcamento. Então foi algo que transbordou do mundo não material, não físico para o mundo físico, o que para mim claramente foi uma
retalhação do que eu fui mexer no no no marimbondo lá no vulcão. >> Sim, >> essas entidades talvez não porque se tem uma entidade aqui que não tá aparecendo e que tem uma vantagem das pessoas não acreditarem que ela existe, porque quando você tá passando por isso, eu te chamo de louco e eu continuo te afetando, isso para mim é ótimo, que eu vou, você não vai conseguir ajuda de ninguém e eu vou continuar te afetando. Você vira meu escravo. Então as inteligências não querem que a gente eh revele, querem ficar no oculto, querem Ficar
nas sombras, senão tava aparecendo para todo mundo, >> tá vindo aqui no podcast para conversar, não quer. >> É. >> E quando eu revelo isso que como tá acontecendo e o modos operand como elas agem, elas vão vir com certeza com uma retalhação. Aí depois eu volto pra igreja, peço as orações, peço a bção ao padre, etc. E para o fenômeno, >> aquele negócio do do risco na mesa lá, como é que foi mesmo? >> Ah, isso foi Varginha, né? Quando eu vou visitar os locais em que eram feitos rituais, sempre que eu voltava de
lá, no dia seguinte tinha uma paralisia do sono, que é aquela aquele sonho muito real que você tem controle. >> É, >> né? E paralisia do sono, quando você fala uma palavra que te protege, ela encerra. Então, se eu acredito em Jesus, Eu falo o nome de Jesus. >> Ah, é >> a paralisa do sono é encerrada. >> Ou ou mentaliza, porque às vezes você não consegue nem falar, né? >> Geralmente é assim, ó. Geralmente é assim, ó. Você começa falando e hum com boca fechada, na segunda ou terceira vez você consegue explodir. Aí você
fala >> eh e ela se encerra. Inclusive meninas de Varginha tiveram muita paralisia do sono. Eh, ela não chama de paralisa do Sono, mas elas chamam de sonho e mais real que é a realidade. É o termo que elas que elas usam, né? >> Sim. >> E quando elas falam o nome de Jesus, elas também, todas elas, a mãe e as meninas falam que acaba a experiência. E várias pessoas do mundo já falam isso também. Mas eu acho que não é só a questão do nome de Jesus, é falar algo que você tem na sua
consciência que vai te proteger. Se você não acreditar em Jesus, falar em Jesus, não vai provmente adiantar nada. É algo que emane para esse mundo não físico, >> tem que ter uma força ali dentro da sua consciência, >> essa proteção. Então sempre que eu voltava de Vargin, que eu estava o local de ritual, acontecia essa essa paralisia do sono. Eu via os caras entrando pela janela, cara. >> Entendi. >> Quando você deixa a janela física Aberta, é como se fosse um convite no mundo não material para eles entrarem. Várias pessoas que falam de abdução, eu
sempre pergunto, a janela tava aberta? Geralmente tá. >> E meu pai só dorme janela aberta. For mandar ele fechar a janela. >> É, tá pedindo >> se bem que ele vai falar: "Se for um alienígena gatinha, eu tô dentro". >> É como se tudo no mundo físico tivesse uma representação no mundo não físico. Então se eu organizo essa garrafa para cá, tem tem representação disso. >> Sim. Eu lembro de um cara do exército que fazia aqueles experimentos de projeção astral, né, que é o Joseph McMonal. E ele falou que ele recebeu uma missão, ele teve
que invadir um cofre. E ele falou que ele foi em espírito, saiu do corpo e ele ele na hora de passar pelo pela parede do cofre, ele falou que parecia ele tava sentindo como se a pele dele tivesse rasgando. Aí o cara falou: "Mas como você sentiu isso se você tava em espírita?" Ele falou: "É por causa do decreto da proteção que tá sobre o cofre, porque existe um decreto: ninguém pode entrar". Então eu tive que fazer muito esforço. É porque é como se ali tivesse declarado: "Isso aqui ninguém pode entrar, existe um decreto no
mundo espiritual". E aí para ele entrar foi foi é selado não só o metal, né, o aço, mas também o decreto. É, >> é, é, é, é o que a gente faz não Material aqui influencia lá. O que a gente faz material também influencia e ele pode influenciar no mundo material quando uma vi duas. >> Por isso que eu dou uma dica pra galera. Todo dia que eu acordo eu faço um caderninho dos decretos. Eu começo a decretar um monte de coisa. Ó, eu decreto bênção sobre a minha vida. Eu decreto que nenhum espírito maligno
pode ter acesso à minha casa, a minha família e tal, porque aí tá aquilo escrito ali, Foi decretado. É, >> foi decretado. Eu falo, eu tenho autoridade sobre esse esse terreno porque a casa é minha, existe uma e existe uma legislação humana que me dá essa autoridade e tal, vou botando a jurisprudência em cima, né? Uhum. >> Isso tem poder, né? Nesse sentido, né? >> Ah, se você pega o logo do Erol, que é o órgão de investigação de fenomas nomes do governo dos Estados Unidos, >> Sim. >> Tem uma escrita em latim. >> Uhum.
Embaixo escrita ali latin é a realidade aquilo que nossos pensamentos criam. >> Aí >> que vai muito nessa linha de que eles já estão dando uma dica. Olha só, o que tá aparecendo aqui nada mais é daquilo que a nossa consciência tá emanando. Se eu tô mais negativo, vai essa criatura, eu abro uma porta para ela entrar. Se eu tô mais positivo, eu posso abrir um anjo. Exato. >> Exato. Mas o negócio da mesa era o quê? Ah, era uma, era um era, era, é quando eu volto de Varg, na primeira vez, >> sim. que
eu fui desavisado, nem sabia que existia lá ritual, que eu fui seguindo quando eu vi eu tava no, eu fui pesquisar, eu fui pesquisar independência dele, quando eu vi, eu tava no filme de terror do exorcista, né? >> Cara, >> mudou de gên ficção científica para terror, né? >> É, eu fui indo aí quando eu vi, aí quando eu volto, cara, essa primeira vez eu tô em videoconferência, minha cama arrumadinha lá com a coberta. Coberta era aquela coberta de camursça, né? >> Sim. Quando eu olho para trás, quando termino a videoconferência com o pessoal de
Varginha, vários desenhos e aí o desenho como se fosse uma unha ou faca, um negócio afiado, né, que foi fazendo Ali os desenhos. Aí tem uma face de um de um cara que é meio homem, meio animal, tem uma face, um contorno fosse fosse um bode ou um búfalo, sei lá que aquilo. Tem uma lua minguante, tem um troço como se fosse uma uma um retângulo e dentro tem uma uma uma um invóloque de uma poção. Tem no documentário. Finalmente eu vou liberar essa. >> Mas você tirou uma foto disso? >> Tem foto, tem foto
disso? >> E tinha tinha várias coisas vári tudo Desenhado. >> Inteiro desenhado. >> Mas foi rasgado ou foi só na camurça? Ali no >> Não, algumas partes rasgadas. Você viu o fio que tinha tinha saído, >> caramba, entendi. Exerceu uma força fí. >> Não foi só no carinho, não. Foi no, na brutalidade. >> Entendi. Entendi. E você sentiuse como uma afronta, né? >> Eu senti que como fosse como se fosse Uma ameaça, tipo assim, ó, tá vendo aqui que que você tá mexendo? >> Isso apenas me fortaleceu, que eu falei assim, ó, já que ele
tá vindo, eu custava muito acreditar no relato das pessoas de que algo do mundo não material, dos sonhos tinha uma influência no mundo material. Isso para mim foi uma prova. Então, naes me ajudaram a falar assim: "Pô, realmente esses caras estão influenciando de fora do mundo material no mundo material. Porque era muito materialista, né? O sentido saiu pela culatra, né? Que era para te intimidar, você ficou mais empolgado. >> É, exatamente. Claro que dá aquele medinho, né? >> É lógico. Padrão, né? >> Mas serviu para eu aí ter mais ainda motivação na pesquisa do que
tava acontecendo ali. >> Mas não pode deixar o medo dominar, senão eles exatamente, >> né? É, exatamente. >> Se você entra numa de de ciclo do medo, igual um conhecido meu, eh, vou contar rapidinho a história. Uma senhora eh tava procurando ajuda porque o filho dela tava possuído. Isso eu conheço, a senhora, conheço o filho, sei onde eles moram e tudo. Lá em Niterói, no Rio de Janeiro. E aí que que aconteceu? Ela convidou o pessoal da igreja para fazer uma visita à casa dela para orar pelo filho. Só que no dia que o pessoal
ia, o Espírito incorporou no filho dela e falou para ela: "Se se esse pessoal vier aqui, eu vou matar seu filho". Aí ela ficou desesperada, com medo, falou: "Não, pelo amor de Deus, não faça isso. Eh, sai do meu filho então e vem para mim". Aí os dois ficaram possuídos. Em vez dele sair, ficou os dois ficaram possuídos. Aí o pessoal foi fazer uma visita, tinham três pessoas. Eh, vou falar o nome dos caras, tem nada Demais. Luciano, Márcio e Jaldenir. O líder do negócio orou por eles e não funcionou. Eles continuaram possuído. Aí o
segundo também orou. Um terceiro que foi só ali de apoio moral, eles falaram: "Vai, tenta você". Ele falou: "Não, mas eu vim aqui só para acompanhar. Eu não, não tenho experiência com isso, expulsar espírito, dar exorcismo, tal". Aí, aí os caras não vai, às vezes você orando dá certo. Na hora que ele foi orar, o demônio na mãe falou para ele: "Você não Aí ele: "Por que não? Você é burro, você não sabe nem falar, vai orar, você fala tudo errado e nem fala. O cara fala normalzinho. >> Se não tiver autoridade, não, não vai,
né? >> Aí, nesse caso não foi medo, foi talvez tristeza. O cara falou assim: "Ah, então vou embora". Ele se submeteu à aquela palavra. Aí todo mundo: "Não, cara, ora aí, pô. Não deixa ele sair por cima, não. Você tem que orar." caiu na pilha. Se caiu na pil, >> ele caiu na pilha. A vida dele foi, ele ficou com a saúde destruída, família destruída, finança destruída logo depois daquilo. >> Por isso que quando você vai pesquisar esses fenômenos, você tem que, se você for de boas achando que é só troço material, é de é
tudo nave de metal, você vai se lascar. >> É >> que vai acabar com a tua vida. >> Você tem E se você não acreditar em nada, também vai acabar, porque quando você tá no meio da mata, >> você é dominado pelo medo. Muitos desses fenômenos exibem o som grave. Hum. O que eu acredito que ali no meio tem o infraçom. O infraçom foi usado com certeza na incursão que foi feita agora na Venezuela. >> Ah, é? >> Ah, sim. Arma, >> porque os soldados congelaram, >> cara. >> Alguns animais emitem infração para poder congelar
a presa por causa do Gera medo. >> Hum. >> Medo paralisante. >> Entendi. Entendi. >> Então, acredito muito que >> igual várias histórias você contou, todo mundo correu, um ficou parada porque, né? >> Isso, isso travou. >> Travou o cara. >> Então, não é só a luz que é hipnótica, não é só a nave tem luz. Por quê? Porque a luz tem um papel fundamental nessa controle mental psíquico. Não é só porque a navezinha é uma árvore de Natal. É feito de luz para você olhar paraa luz. O ser tem olho grande para você olhar
para olho grande. Não é à toa que aquilo tá tá ali ressaltado. É uma armadilha. Não é à toa que tá ali. Tanto que nas meninas de Varginha >> a valquíria fica muito impressionado com a veia do corpo do ombro e não olha o olho. Ela foi a única que não foi afetada por essa fenômeno caroneiro que a gente chama, né? que é o parasita que entrou e fica perturbando em sonho, né? >> É a única que não fica traumatizada, chama de hitiker, né? >> Fenômeno do hitike. Porque quando foram pesquisar o Hinwer nos Estados
Unidos, que o Robert Big comprou do governo >> Sim, sim. >> Que se bila porque lá aparecia chupacabra, aparecia lá é o a Disney do >> Fen festival do do sobrenatural, né? Os oficiais que vinham do Iraque, Afeganistão, altos oficiais de inteligência pesquisar lá, principalmente da Marinha, eles iam lá com desrespeito ao fenômeno. Ah, esse troço aí, esse bicho aí pode vir aí que eu tô pronto, vou dar povo fuzilar. E aí os fenômenos começar a afetar as Mulheres deles e os filhos na casa dele a distância. Os vultos começavam a aparecer lá, os os
lobisomes, entre aspas, né, os seres peludos. Então é o fenômeno do caroneiro. Você leva e não só afeta você, mas afeta as pessoas que você ama. Car. Então, então isso aconteceu lá em Varginha com as meninas, né? Essa, essa afetaram essa, esse fenômeno caroneiro, mas com a valquíria que não olhou os olhos não aconteceu. >> Interessante. É medusa total, né, cara? É igual Hércules, né? Não, não, não olhando para poder matar medus. >> Então, quando você vai pra mata, cara, assim, pro meio da noite, o medo vai te tomar, mas você tem que ter alguma
coisa que você acredite. Leve seu terço, leve alguma coisa que você acredite para você orar. >> Um ponto de apoio ali, né? Bom, você tem que, se você não acreditar nada, você tá ferrado. Não pesquise esse assunto, não vá atrás, não leia, você tem que Acreditar em alguma coisa. >> Você conhece história de gente que foi assim, se deu mal total também? >> Teve, teve pessoas que enlouquecem, né, cara, que vão, você vê grande parte, se você pega a história de de Crowley, dos rituais, >> sim, >> vários rituais que ele fala assim, ó, eh,
tem o ritual do tem lá o abismo, né? Se você não conseguir atravessar o abismo, você pode cair no universo da Loucura. >> Sim. Então você mexe com ocultismo ou pesquisa isso, você tá sujeito a cair no universo da loucura, né, que é essa essa coisa dominar a sua sua mente e você sair de sintonia, né? E como tivesse pegado sua alma, né? Tem o seu corpo ali, mas ela te levou para um outro, você tá sintonizado em outro outra instância, né? Então tem que tomar cuidado muito com esses fenômenos. Tem que ter, resumo, você
tem que ter fé em Algo. Se você não tiver fé em algo que vai te proteger, você pode ser controlado paraas entidades e o medo vai te consumir. E na mata não tem como ficar com medo, cara. Não tem como não ficar com medo. Você sozinha ali no meio desse vulcão, >> tá louco? >> Você no meio desse vulcão. Aí você olha um negócio todo preto desse com uma luz em cima vindo para cima de você. Eh, a médium já dando sinal em transe, né? Tremendo. Eh, eh, a minha perna lá na tua cama veio
uma energia de do do da terra. Eu não conseguia ver nada, mas veio uma energia da terra que começou a tremer minha perna, eu não conseguia parar nesse momento que ela que as luzes apareceram e que ela tava mais afetada e foi entrando pelo pé, subiu pra canela e minha perna toda tremendo, meu corpo já consumindo, eu não conseguia parar que não era frio, tava agasalhado, não era nada, era uma energia que tava vindo ali Do chão. >> Sentiu medo ou não? muito medo. Mas aí eu eu tinha oração e a oração me colocava em
outro estado mental de novo e eu ficava eu ficava nesse equilíbrio. O problema do medo é você >> eh eh quem tomou já participou de ritual dewasc. Awaska se você entra no no posto do negativo e começa a pensar coisa negativa comigo, >> ela vai te levando e não tem fim. O Posto fica sem fundo. >> O grande desafio da Iwasco é uma experiência muito legal, mas você tem que conseguir equilibrar. O grande per daw é que muitas pessoas vão procurar cura, as pessoas estão muito negativas e quando toma ela vai pro fundo do poço
e não consegue voltar. >> Entendi. >> E aí entra nesse universo da loucura também. >> São as as portas que você consegue Acessar esse mundo, né? >> E geralmente o cara cai num abismo desse de loucura, é difícil sair, né? >> É, não sai. Sai >> para sair é complicado, não sai. >> E quanto maior forte a dose, mais você entra no mundo. >> Putz, entendi. >> Por isso tem lá e pessoas que relatam que não voltaram mais. Deixa eu fazer. Você quer fazer alguma pergunta, filha? >> Pode, pode ir. Depois a gente vai ver
Também umas perguntas. >> É, eu eu separei algumas imagens também que eu gostaria que o o Ron analisasse. >> Já tá com ele? >> Tá, tá aí, né? Ô, Rom, >> manda aí. >> Não, deixa eu só fazer uma pergunta primeiro. >> Eh, o Stephen Greer, sabe qual é? Aquele médico, né? Ele agora com aquele pessoal Boina verde lá, aqueles Green Barray, que mostrou a imagem do cara pegando uma Nave tipo um ovo, né? Você viu esse vídeo? Aí ele ele tá falando que existem paranormais que trabalham pro exército americano que eles conseguem atrair mentalmente
>> é atraem as aeronaves com mas como se essas aeronaves tivessem consciência também. E aí quando elas se aproximam, eles abatem as aeronaves com armas, sei lá, de energia direcionada, não sei o que que é. Que que você acha disso aí? Você faz sentido na tua pesquisa? >> Sim. Eh, são os pônicos. Que que esse que que que é a nova moda dos bilionários do Vale do Silício hoje? >> Eh, tem lá Skywatcher e outras organizações fazendo isso. >> Eles querem atrair esses fenômenos para estudar e para explicar explorar tecnologia. E e acho que isso
é muito perigoso >> você atrair um cara desse, você não sabe qual que você tá arrumando, porque não é só a parte material, tem a parte não Material, não física, que é muito mais grave, né, e que pode afetar a mente das pessoas. Então eles estão usando tecnologia, sons e energia eletromagnética. Eu tava falando aqui do que aconteceu na Venezuela, né, dos soldados que ficaram cubanos ficaram paralisados, né, e o que o Trump já falou, realmente temos essas armas. E depois o departamento de guerra, que era departamento de defesa, agora departament of war, né, >>
fala: "Olha, nós temos arma de energia direcionada". >> Armas não cinéticas que ou energia direcionada são armas justamente de eletromagnetismo e som. Então, se você usa isso tá no filme do Obama, leave this road behind, deixa esse mundo para trás, tá no Netflix. Isso. >> E do Obama da mulher dele. Olha só o filme do Obama da Mulher que em português é o nome é Mundo depois de nós, né? Depois de nós. >> Eh, que a gente vai ver também no filme do Spielberg, eles quando come, qual que é a melhor forma de você controlar
a população? Você usar armas de energia direcionada. Porque se você joga em alta potência infração junto com microondas, você controla a mente das pessoas porque a pessoa entra num círculo de medo, os equipamentos eletrônicos todos são eh eh >> desmobilizados. >> Desmobilizados. Você fica sem internet, sem comunicação, você começa a ter dor Nos ossos, pode cair dente, dependendo da potência do microondaso, né? >> Então o infraç microondas, eles têm efeitos complementares na fisiologia e nos equipamentos. Claro que nos equipamentos é mais a energia eletromagnética, mas o infraç mais o microondas no ser humano, ele tem
todo um efeito para causar controle mental, medo. Então você fica muito mais fácil de ser controlado. Então the world behind eh o mundo depois de nós, né? >> Sim. Ele é basicamente uma história de como que o mundo vai ser controlado sem ser por uma arma biológica, mas por uma arma física. >> Uhum. >> Que é muito mais eficiente do que arma biológica. >> Sim. >> E e a gente vê no filme do Spielberg os animais ficando loucos, porque muitos animais são seguidos são guiados pelo eletromagnetismo. Os animais têm Bússolas, né, para poder migrar. >>
E os animais começam a ficar malucos, as matilhas começam a aparecer, sair da floresta, aparecer na cidade. >> Uhum. que foi ou que apareceu no caso Varginha para mim, porque se você pega o conto Dr. Italo Venturelli que eu que teria visto a criatura e operou a criatura, né? Ele fala que não operou, mas eu acho que operou. Eh, o conto dele é universal, o que que ele fala? Que um dos seres de Varginha tava com GPS >> desregulado. >> Desregulado. Que uma daquelas protuberâncias >> era a estrutura dele de se guiar. Porque o olho
vermelho, se você olha o olho vermelho, são criaturas que estão no no no escuro nas cavernas, no submundo, etc. olhos grandes também >> e que, portanto, não precisam enxergar porque não precisam absorver luz. >> Então eles seguiam somente pelo campo magnético. >> Aí se perderam ali, né? >> E aí tavam perdidos. E o que acontece no filme do Spielber, que vocês vão ver aí no filme do Obama quando você joga uma uma você perde o GPS dessas criaturas, começam a ir pra cidade, >> começa a aparecer. >> Uhum. E essa falta do GPS foi que
talvez elas saíram da mata e foram lá pr pra cidade de >> Mas nesse caso do cara atrair a nave com o a gente deu depois desse grande Parêntese >> que eu tô curioso saber sua opinião opic é o seguinte cara opônica é o seguinte >> você falou do vale do cío que é interessante para caramba tudo menos >> essa parada vou até querer conversar depois com você mais >> mas o pission que eles estão usando ah por que que eu falei isso porque eles estão usando os bilionários val estão usando e microondas e somesla
tela já fala né que frequência som etc. >> Para atrair esses, >> é, eles descobriram que se você usa determinadas frequências eletromagnéticas com o som, você consegue atrair esses fenômenos. É como se eles fossem insetos que são atraídos pela luz. >> Sim. >> Muito parecido com uma que é programado e controlado por uma tarefa. >> Uhum. Exato. >> E se você coloca também a consciência Humana para sintonizar e pedir o contato, eles também são atraídos pela consciência humana. Não é à toa que várias pessoas são que sofre abduções, têm depressão, estão em tristeza, se conectaram,
eles se sintonizaram num estado terado de consciência que estão atraindo determinadas inteligência, assim, com a pessoa que é positiva e forar no monte, às vezes vi um fenômeno também da de tudo ficando iluminescente, fluorescente, que o que eu ouço muito. Então a consciência humana tem um papel fundamental na conexão com esses seres e esses pissônicos nada mais fazem do que isso. Eles vêm traumatizados da guerra do Afeganistão e Iraque, principalmente já vem com essa porta aberta e aí meditando eles conseguem se conectar mais fácil. Eles começam a aparecer, eles estão começando a explorar e tirar
fotos, images e com sensores estudar o que são esses fenômenos. E aí tem essa questão da protocolo de segurança, né? Você pode estar atraído uma coisa que pode entrar na mente das pessoas, pode afetar as pessoas e os caras estão procurados, preocupados com a parte material, né? É, existe uma possibilidade que um desses pissônicos vá comigo lá no Atacama, tem conversas já sendo feitas, eh, pra gente poder registrar com os equipamentos que que tá acontecendo, complementando a minha pesquisa que eu fiz ano passado. Então, >> mas é, esse cara é norte-americano. >> Um deles é
dessa organização, né, da da Skywatcher. Skywatcher, >> é, é a principal, né? >> Uhum. Eh, tive lá nos Estados Unidos ano passado, lá em São Francisco, conversei muito com eles e é possível que eu consiga ter uma cooperação aí pra gente e eu acho que em principal agora discutir protocolo de segurança para se conectar com essas inteligências. Então, a partir disso a gente fecha o ciclo, né? Tem consciência humana com Tecnologia. Com a tecnologia humana eu provo a materialidade, não fica só uma coisa que é da cabeça das pessoas, uma maluquícia que só as pessoas
estão vendo na cabeça delas, né? Algo físico, material e que eu consigo registrar com câmeras e sensores. Aí >> show. quer quer ir lá. Vamos lá. >> Fala, Romer. >> Ele vai colocar o material, >> tá? Aqui em cima. >> Ó, deixa eu agradecer o Guto Ribas, que foi ele que tirou essa foto aí, tá? Guto Ribas é de um, a gente tem um grupo lá em Niterói de chama Observatório de Ovenes. Aí tem vários amigos lá, o Duca, Pantaleão, Águia, né? O Giló, André, a galera lá de Niterói. Isso aí em Itaquatiara, no Rio
de Janeiro. Eu tava, eu tava na praia nesse dia e o Guto Ribas, que é o fotógrafo, chegou e falou: "Aí, Daniel, dá uma olhadinha nisso aqui. Eu acho que na próxima foto, Homer, ele amplia e mostra o que que tá por trás ali que não dá para ver sem ampliar. Você consegue aproximar essa região onde ele colocou a setinha? Coisa lá. >> Que que você acha, Ron? Me diz aí. É interessante porque isso aí não é uma foto de autoexposição, então isso não é uma trajetória, isso é uma foto estática. >> Sim, estática. Estática
total. >> Senão você vê o cara pegando onda ali, >> tom c. Então é, não é algo que tá passando, é algo que tá ali. É, >> parece que ele tá meio camuflado, né? Parece que de manhã eles ficam meio >> É. E e parece muito com a o formato de o pessoal vê metálico, né, muitas vezes, né, ou escuro. >> Sim. >> Mas parece muito com as naves triangulares que são exatamente assim, né? São três pontos >> de luz na verdade, né? Isso, >> mas pode ser uma coisa dessa aí, né? >> Eu fico
com a impressão que >> intercente tá parecendo como se fosse uma neva ou fumaça, que é o que a gente tá falando aqui de muitas vezes fenômenos vem primeiro nessa forma de nerva ou fumaça para depois se adensar ou materializar. E às vezes o pessoal relato que eles ficam ocultos nessa forma, não passam para essa forma. Eh, eh, porque quando você tá em forma de neva ou fumaça já está no nosso mundo. >> É, mas não tá 3D ainda, né? >> Quando você fica 3D, você quer alguma coisa. Você quer que o cara, alguém veja
ninguém. O não vai aparecer se você não quiser que o cara veja. Ele tem o objetivo de ver. Às vezes tá ali só observando, né? Poderia estar dessa forma. Mas é interessante, não parece ser nem um pássaro. O pessoal manda muito aquela foto de um troço preto passando, >> que a maioria é pássaro. Aí não, >> isso aí não, não parece algo natural, né? Para você vê que tem um uma formação que parece artificial, né? >> É. >> Geométrica ali. >> Uhum. >> Eh, que eu acho pouco provável. E e não parece um artefato também
porque os artefatos de ruído na na imagem você come vendo perto das letras ali que foi algo inserido, né? >> É. É. >> Eh, ali você vê que o texto foi inserido, tá vendo que você vê uma uma os pixels ali mais escuros? >> Sim. >> Você vê que foi uma montagem do texto, mas na imagem do fenômeno em si, a seta também você vê isso, né? O ruído, mas na imagem você vê que não tem ruído. É. >> Então não parece para mim ser algo que foi inserido na imagem, então não parece ser algo
também natural como uma nuvem ou com pássaro ou >> Você chegou a ver aquele filme eh Nope. >> Sim. Não olhe, né? O impor não olha >> que as naves devoram os cara, né? >> Você lembra que o o cara ficava olhando pra nuvem? Ele falou: "Essa nuvem tá parada no mesmo lugar seis meses". >> Pois é. >> Me parece que essa essa coisa tá parada ali meio que escondida nas nuvens, né? Monitorada. >> É como se fosse a camuflagem, então ele Bota um pezinho no mundo material. >> E aí da nuvem ele pode se
adensar e virar o que ele quiser, né? Entendi. >> É muito interessante a a lenda também do do tanto de demônio, mas também dos rxas e dos jeans, que eles são metamorfos. >> Sim. >> É o shape shifter. >> Shape shifter. É, >> ele pode vir na forma que ele ele pode materializar na forma que ele quiser. >> Às vezes até numa mulher sedutora, né, Para seduzir para vem a lenda das sereias. A lenda >> Exato. >> Isso tudo. É. >> Exatamente. Essa eu eu essa acho que é outra é outra situação ou é a
mesma imagem? >> É a mesma. >> É o detalhe ampliado. >> É filtrado, né? Com filtr, né? Tá vendo? Detalhe. Acho que é. Deve ser o filtro. >> Deve tá com filtro. É que ele me assim As informações da tela, né? Mas é uma outra imagem. >> Você vê que é quase um triângulo ósceles ali, bem certinho, né? É certinho, cara. Pode, pode passando, Romer, porque eu eu não sei exatamente tudo, tudo que ele ó lá. Tá vendo? É a mesma imagem. É porque ele deu zoom só pra galera ver. É aqui. >> Ah, é
com filtro, ó. Zoom e filtro. >> Entendi. >> Essa é com filtro já. >> Dá para encontrar lá ali. Tá, tá vendo só uma bolinha, né? >> De Será que é o mesmo ou tem? >> É, não sei, cara. Não sei se ele tá em outra posição. >> Pode ser outro, pode ser outro fenômeno lá também aparecendo, porque é parecido. Passa próxima aí. >> Pode também, pode ir lá. >> Po, é, pode ir adiante dessas da praia, porque tem outras. Ele, ele gravou um vídeo na No Revenhon, >> não tem mais >> na queima de
fogos. Vou colocar aqui >> vídeo. Põe o vídeo. Ele gravou um vídeo na queima de fogos, cara, parecendo um negócio estranho. Eu não vou dar spoiler não. Deixa vocês verem, ver que que vocês vão achar. Olha aí, ó. Opa, saiu pra gente aqui. Ah, voltou. >> Bonita a imagem. >> É, é um drone, né, que tá filmando. >> Ele que filmou o Guto Ribas. Esse vídeo tá um pouco mais longo do que o outro que ele me passou, mais curta. Você sabe quanto quanto tempo tem de duração esse vídeo? Ô Rome, >> 4 minutos. >>
Quatro. Ih, rapaz. É, tem que ver a Deixa eu passar, >> tem que ver minutagem de quando que aparece. >> É, cara, deixa eu passar o mais curto aqui que ele mandou pra gente ver só a Imagem. Ele não tá com a melhor qualidade de todas. Posso passar para você, Vilel? >> Pode. >> Deixa eu pegar aqui, tá? Vou passar o mais curtinho. Pronto. Esse tem 7 segundos só para ficar mais fácil. Eu >> vi o troço passando ali, ó. >> Viu? Vi. >> Conseguiu ver? Consegue voltar, Romer rapidinho >> um pouquinho. Acho que é
agora ali. É aquilo ali, ó. Viu? >> É. É estranho, mas isso aí não exclu que possa ser um inseto, um negócio do >> É, ele diz que saiu do mar. É, aí ele tem a questão da perspectiva, né? >> Perspectiva, né? Ele falou que tremeu um pouco até o Tem questão da perspectiva, porque quando o objeto tá longe, ele tá pequeno. >> Entendi. >> E realmente parece tá vindo da direção do mar, só que tá vindo do mar ou é a perspectiva o ângulo, né? Ângulo ali da Entendi. >> Entendi. Beleza. Acho que era
só isso. >> Mas é estranho que ele deixa eh talvez a exposição esteja um pouco mais alta. Ele deixa um rastrozinho. Tá vendo que ele deixa o rastro? >> É, deixou. Talvez é um pouco porque à Noite eh dentro da câmera ele a exposição fica um pouquinho mal para conseguir captar mais luz, né? Então talvez o rastro um risquinho, né? >> Seja da exposição da câmera e não do objeto que deixou aquele rastro ali. >> Entendi. Beleza. Acho que era só isso, Romer. Tranquilo. Você trouxe mais alguma coisa diferente? Ô, R, >> tem, não, tem
lá o do o documentário da Amazônia que lá tão, eu não trouxe as imagens, mas o pessoal pode botar no YouTube e assistir. >> Como é que é o título lá? >> Fenômenos na Amazona, encontros indígenas. Lá tem o >> publicou quando esse aí? Ah, tem uns, deve ter uns, não tem um, deve ter uns seis meses, né? >> Seis meses. Legal. >> Deve ter uns seis meses aí, um pouquinho mais. >> Show. Quer passar pra pergunta lá, Vil? O que que você acha melhor? >> Homer. Vamos lá. Eh, a gente tem uma pergunta aqui
do Serjão dos Sates. >> Ué, sacane. >> Deve ser o cover dele. >> É o cover. Aí, ó. Vocês já repararam? É, >> ele perguntou aqui, ó. Vocês já repararam que a frequência de rádio, 6,6 GHz? Opa. nunca é explorada pela NASA. O que eles estão escondendo sobre essa assinatura do rádio do abismo? >> Por que essa frequência? >> Doideira isso aí. >> A pessoa da NASA é ocultista, né, cara? O pessoal tem um monte de símbolo. As as expedições são todas as >> eh deuses pagãos ali, né? Gregos e tal. Apolo. Então, >> falando
nisso, e aquele bruxo lá que andava contigo lá, como é que é o nome dele mesmo? Fag perguntou se você recebeu. >> Recebi, recebi. Obrigado. O livro dele aí da experiência dele, >> Fagundes. Abraço aí, Fagundes. >> Fagundes ajudou para caramba na na pesquisa de Vardinha para poder abrir porta lá com os feiticeiros, né? Porque se você não leva um feiticeiro também não >> eles não é tem que ter a linguagem deles, né? >> Tem que ter a linguagem. É. É. Os caras senão os caras não acessa, né? >> Cara, já que, ô, Vilela, posso
emendar uma perguntinha porque acho isso aqui é Interessante. >> Quanto a parada do Cramulhão lá, do Omúnculo da >> Ah, é no mesmo comentário de Varginha. Caro de Varginha, ele ele ele ele vai sair agora no meu YouTube, pessoal for no YouTube, ele consegue lá acessar an de membros para ver. >> É Ron Vernê mesmo. >> É, >> tá YouTube lá. Ron Vernê vai fácil oculto de Varginha, poder, dinheiro e Rituais. Na quarta-feira vai tá, já tem uma prévia, o pessoal que quer entrar, ela já tem uma uma prévia com depoiment agora, depois de amanhã.
>> Ah, legal, pô. >> Já tem uns depoimentos lá numa prévia, é a maioria deles, não todos, mas tem a maioria, pessoal já pode acessar e assistir lá. Na quarta-feira tem um full documentário full, onde um ano eu consegui finalmente e entrevistar as três pessoas que viram a criatura que Tava na garrafa, né? E esse hum >> esse esse fazendeiro ele >> dá para dar um spoilerzinho de leve? >> Sim, sim. Esse fazendeiro, ele criava múltiplas criaturas. Que acontece? Ele ele é um grande criador da raça fila, pioneiro da raça fila no Brasil. >> Fila
o cachorro fila, tá? Fila. E ele começa a fazer os pr genéticos ali para fazer a criação do fila. >> Sim. E e na e na casa dele tinha muitos Potinhos de farmácia. Hum. >> Inclusive aqueles de borracha que você consegue botar a seringa, com a seringa para tirar aplicar, enfim. >> Então não sei porque ele não tá vivo, né? Eu sou estudando só arqueologia, né? Tô estudando o que foi deixado de para trás, né? Mas dá a entender pelos relatos das pessoas que frequentaram a casa dele de que viram essas criaturas grandes ind na
garrafinha, porque não tinha só da Garrafinha, tinha uma criatura que era tipo o cachorro lá na casa dele >> e perdia, prendia numa jaula, ficava numa jaula, alguma coisa assim, >> ficava num porão. Porão tinha grades medievais, aquela grade igual de medieval. >> Caramba, né? Dá dá um filme isso aí. o pessoal que ia ia na casa, >> eh, via porão >> dando cabeçada em tudo quant é lugar, batendo, querendo sair dali, porque Quando eu fui na na na casa que eu obtive o material das fotos, vídeos, eh, lá da casa dele, tinha uma foto
de uma janela que tinha uma grade igual igualzinha de era medieval. >> E essa casa existe até hoje? >> E aí, ninguém aluga, ninguém faz nada, >> tá lá, ninguém, ninguém toca naquela casa. >> Não, não entra. Ninguém entra. rituais estão ali dentro grande parte porque ele fazia uma mistura de satanismo com Elementos de voodu com elementos de magia de São Cipriano. Ele fez um sistema mágico dele lá. É como se assim ele ia estudando as coisas e ia pegando que ele agradava. Não tinha nenhuma religião ali, mas ele ia pegando alguns elementos, misturando com
outros magia europeia, com magia africana, com satanismo e fazendo lá seu >> com uma experiência mesmo, né? seu próprio grimório ali. Mas aí ele >> eh as testemunhas falam que quando na Casa dele ficava no porão essas criaturas e maior bateção nesse porão, aí tinha essas grades medievais para segurar talvez conter essa criatura ali dentro e tinha grandes criaturas também na garrafinha. Não sei se ele criava na garrafa e depois soltava aí já não dá para saber, mas tinha muitas criaturas híbridas de de humano com animal e olhos vermelhos lá. para você sabe se para
prender a criatura tinha algum escritos de encantamento nas janelas, nas grades, Ou se tinha sal. >> Isso é interessante porque as janelas são todas cortadas em forma de cruz. >> Nossa, >> ele pegou, ele quebrou os vidros e aí as janelas são todas, você corta aquela parte de cima, né? E aí ela já é assim, né? Dois em cruz, mas não igual proporção de cruz. Então ele cortava com uma faca, com o negócio a parte de cima para virar uma proporção de cruz, né? >> Que é a parte menor em cima, né? E talvez possa
ser por isso, eu nunca tinha pensado, eu vi aquele negócio lá, falei assim: "Talvez o cara morreu". >> E aí? >> Ah, você tem você tem imagem disso? Você viu que seus próprios? >> Tem, tá no documentário tudo. >> Ah, pô, >> mas você conseguiu chegar lá e tirar foto? Foram outras pessoaram tudo, vídeos, fotos. >> Informante. Ah, entendi. >> É, foi um ano em Varginha para conseguir essas imagens aí da do terreno dele. >> Dá um filme de terror maneiro isso aí, né? Não, >> ele tem um local em que ele fazia, que ele
deixava a criatura, que ele fazia as orações pra criatura. É mesmo. Ele construi uma capelinha. >> Então assim, para explicar pra galera, essas criaturas ele não pegou no mato, elas se materializaram nos rituais. >> Não sei, não sei o explicação. Há eh uma Teoria de que existe um ritual de São Cipriano dois no mínimo para criar isso. É um ritual basicamente que você pega elementos animais, você pega o ovo da galinha preta e numa noite de quaresma e e aí você joga o sangue, faz um buraquinho, fica alimentando com sangue, >> não tem com esperma
não? Isso, isso depois você depois que facunda se alimenta com sangue >> e cachaça. E aí o troço cresce. Tem isso lá no Livro São Cipriano, mas os livros são Cipriano que chegam aqui já editados, eles já vêm alterados, né, e tal. >> E tem uma outra teoria de que um dos feiticeiros lá falou para mim que isso aí você vai no como eles se materializam e viram seres materiais, eles podem ser capturados e por meio de ritual você consegue aprisionar. Eh, quando eles entram no mundo físico, eles estão suscetíveis à nossa experiência física. Se
ele demora, você Pode dar um tiro e matar. >> Entendi. >> Muitos falam que aí não é qualquer tiro, tem que ser um cara que esteja com autoridade para naquela arma para poder fazer uma arma abençoada, uma faca abençoada. Aí muitos falam da lenda da faca de prata. Então não é só matar bala de prata, por exemplo, >> tem que ter, você tem que ter um material e uma autoridade espiritual para conseguir abater aquela criatura Ali. Não é só esfaquear ou dar tiro. Tem essa questão. >> Não é qualquer tiro, qualquer facada aqui. >> Não
é qualquer tiro, qualquer faca. Mas essas criaturas estão expostas ao mundo material e podem ser abatidas. Não à toa que as naves são abatidas, as criaturas são capturadas, né, etc. >> Sim. >> Mas você acha que a a o objetivo dele era o que com essas criaturas lá no no Porão da casa? Então, aí o feiticeiro acha que e ele falou para mim que essas criaturas vivem ali, muitas saem dos rios da região do Ribeirão. E se você pega invasir onde as meninas viram, tem um aquela área cheia de córregos e ela dá no zoológico
onde a criatura foi matou animais também e foi vista. >> Mas ele queria era o que? Era tipo um zoológico pessoal dele ou ele queria >> ali era não, ali é para poder, né? ali é para poder >> quando você aprisiona essa criatura, ela vira como se fosse uma criatura escravizada e que tem um poder no mundo metafísico. Por ter esse acesso ao mundo metafísico, ela consegue criar no mundo material que ele quer. >> Hum. Aí ele obrigava os seres a fazer o que ele queria, tipo uma tinha, ele conseguia fazer a bilocação, né, que
é o que o padre Pig fazia, né, ele conseguia est na fazenda dele, no Mato Grosso, onde que ele tava em Vardarinha, >> através desse poder que vinha disso. >> É, quando ele ficou acamado por 15 anos, as pessoas relatam que viam ele fisicamente, conversavam com ele, viam eles nas matas e ele acamado em casa. Eh, ele chamava Joaquinzinho, a criatura, né? Ó, Joaquinzinho me contou que você pegou uma uva lá no meu termo do Mato Grosso. >> Puxa >> é cara, o cara sabia de tudo, cara. Pegou uma lenha lá no na eucalipto dele,
Ele sabia. >> Sistema de informação melhor do mundo. >> Sistema de informação era bem paralelo. >> É MID >> era mais que Mossag, né? >> Você chegou a pesquisar Thomas Green Morton? >> Muito pouco, muito pouco. É, sei que o kevedo estudou bastante, bateu com eles pesquisa boa. >> Vamos deixar a galera fazer a pergunta >> de lá, né? Do Sul de Minas. Minas. É Minas, é. É de Pouso Alegre o o Thomas Grimor uma horinha de Varginha ali. >> Então aquela área ali é muito estranha, cara. Aquela área ali reúne aquela área de Varginha,
ele tem a questão dos pessoas escravizadas, tem esse histórico, >> esse terreno ali tinha pessoas escravizadas, as correntes estão ali até hoje. >> Nossa, >> tem ritual ali virou. >> Aí segundo, segundo o mundo espiritual fica resíduo lá, >> fica ali. >> Eu, eu fui a única pessoa que conversou com Eric Lopes. Eric Lopes é o policial que estaria com Marco Elixerez, que foi o policial oficial que morreu em Varginha. E esse cara, ninguém nunca conseguiu conversar com ele. Eu consegui porque eu quis saber mais dessa mata do que da evento que ele participou. >>
Hum. >> Ele se super bem e falou assim: "Pô, que mata que você quer saber? Aquela mata do suicídio?" Porque a mata é conhecida já por esses fenômenos. Pessoas vão para lá para tirar vida. >> Virou um polo magnético de coisas bizarras. Aquela mata ali, tudo acontece ali naquela mata. Eu acho que essa energia toda, ela é são os fatores, não só os rituais, >> mas são fatores para acontecer. Embora Eu acho que os rituais que eram feitos ali rituais grandes, porque tem animais grandes mortos, porque o pessoal geralmente sacrifica uma uma um cabra, uma
galinha ali. Tinha cavalo morto, tinha boi >> é >> vários. >> Dá mais trabalho, né? >> Mais caro, né? Mais trabalho e deve alimentar mais. Tem um poder maior no mundo, não material para materializar Aqui. Então, talvez tenha um na equação, tem um >> talvez tenha pessoas também que foram sacrificadas, né? É. >> Pois é. >> Fala, Homer. O Lucas dos Anjos, ele mandou aqui, ó. Rony, admiro sua pesquisa e acredito que o diabo é o pai da mentira. >> Uhum. >> Você acredita ou você acha que seria possível seres em instâncias cósmicas, Ter tecnologia,
seres avatares, estar aqui e ao mesmo tempo não estar? >> Como assim? >> Com certeza, porque assim, é um holograma, né? Como um holograma, né? Projeção. >> É o cara projetar, né? Aqui, né? Eh, sim. Mas assim, o modos operantes desses caras, como eu falei, às vezes caem na mão com a vítima, pegam cordas, agem fisicamente aqui, eh, não me parece ser algo avançado de outro mundo, embora Possa ter uma uma outra projeção que apareça e que possa ser alguém à distância tecnologicamente fazendo. >> É, eu imagino assim, assim como o ser humano faz projeção
astral, que a alma ou o espírito sai do corpo, às vezes eles estão em outra dimensão, eles mandam só a consciência deles e material. Mas não fisicamente, né? >> É. E mesmo nós, né? Tem muitas pessoas que nascem com a habilidade de ter Experiência fora do corpo. >> Sim. >> Eh, que chamos de viagem astral também, né? Eh, que pessoa da visão remota aos pões psícos dos Estados Unidos, Sovétic faz isso muito tempo. É remote >> PR Stargate que a gente comentou aqui, o McMag lá e etc. Sim. >> Eh, então assim, talvez possa ter
uma máquina que facilite isso, uma a máquina da Matrix, por exemplo. >> Entendi. >> Consigo se conectar, a tua consciência vai e você tem um controle muito maior da experiência. até no filme Avatar, porque antes dele se transferir definitivamente pro corpo híbrido humano alienígeno, ele entrava numa máquina e pilotava aquele corpo, né? >> Sim. Sim. E aí eu acho o quê? Quando você vai com corpo não físico, você tá sujeito à morte não do corpo material, mas a tua risco do corpo psíquico. >> Entendi. Destruir a sua consciência, né? Você pode ficar maluco. >> Uhum.
>> Você pode voltar pro corpo físico, mas ficar louco. >> Entendi. >> Não, você não vai morrer, mas você pode voltar louco. Depende do que da experiência que você tiver lá. Dá um bug na na programação. É o software que tá indo, né? O hardware tá ficando, o software tá indo, né? Então isso é vai roda na nuvem, né? >> Roda na cloud. >> Roda na Tem mais lá, Rom. >> O Luan Ribeiro, ele perguntou se alienígenas tem noção de Deus ou da criação, isso seria a ciência avançada, religião ou algo onde as duas ideias
são inseparáveis? É assim, ã, você tem seres que ao nome de Jesus eles vão embora, obedecem, né? Então tem algo mais aí além de de da parte material, né? Eh, depend Dependendo do independente do lugar que ele esteja vindo. Eh, talvez não seja apenas a religião, mas aquilo, como eu falei, que a religião representa paraa pessoa. Então, se um ser, se um ser é não físico e está vindo no mundo material, a única coisa que pode proteger realmente é o que você faz de forma não física. Uma oração é uma coisa não física. >> É
armas não físicas para problemas não físicos. >> Para problemas não físicos. É, então o que pode estar acontecendo é que você, como tem a fé na sua religião, você acredita realmente naquilo, aquilo tem uma força nesse mundo não físico e que faz esse cara se afastar. Você consegue atuar no mundo dele. É o filme do Fred Krueger, né? O filme do Fred Krueger é basicamente isso. >> Total, cara. Ele ataca no sono, né? >> É, ele vem, é um ser de outra realidade. Ele vem pra nossa e ele deixa marcas Físicas aqui dentro. Eh, mas
quando as pessoas conseguem ir no sonho combater ele lá, aí conseguem derrotá-lo, né? Como é que é? Pesadelo em Alm Street, não era? >> A hora do pesadelo. Pesadel do pesadelo. Hora do pesadelo. >> A hora do pesadelo para mim é eu é >> que teve uma época que tudo era a hora do >> é hora do rush, >> a hora do pesadelo, a hora do não sei o Quê. >> É isso na tradução em português, que em inglês não tinha nada a ver com isso, né? >> O o para mim o filme do Fred
Kug é o filme que mais retrata a experiência de fenômenos anômalos >> e extraterrestre sem falar ET uma única vez. Entendi. >> É mesmo. >> É que ele trabalha no medo, né? Na consciência, tal. >> Isso ali explica tudo ali para mim. >> Caramba, é sinistro mesmo. >> É, teve uma época aí também, acho que anos 80 que era tudo era do barulho ou do futuro ou da pesada, lembra? Era o robô. >> Um tira da pesada. >> É, um tira da pesada, um do futuro. >> Tinha que ter as palavras mágicas. A família, família
muito louca. Família da pesada, família do futuro, famas e você tinha que fazer um amalgam ali, Reorganizar e criar o nome do filme, né? >> E o segundo filme era O Retorno, a Missão ou A Vingança, não sei o que. Dois, a missão. O >> legado >> e quando era o primeiro filme, assim, uma coisa muito esperada era O Film, tipo Batman. O filme tinha que falar que é o filme Lego. O filme Lego o filme. >> Fala Homer. O operador. >> Homer. >> O Japã ele mandou aqui, ó. Uma vez minha Esposa acordou com
uma marca na barriga como se fosse um carimbo, mas estava por debaixo da pele. Será que ela é um alvo? >> O debaixo da pele. >> De baixo? Como assim de baixo? >> Em alto relevo. Será >> a tatuagem? Sei lá. com sua tatuagem que eh a tatuagem é feita debaixo da pele, sei lá. Tô tentando. >> Isso é muito comum, né, as pessoas terem o pesadelo acordar com arranhão, com a Marca, né, com Mas quando ela fala de carimbo, eu lembro muito de selo, né? O sigilo. >> Sigilo, sigilo. >> Sigilos são símbolos mágicos
que você usa para evocar entidade. >> E às vezes realmente essas entidades deixam coisas muito parecidas com sigilos. >> Uhum. >> É como se fosse, olha só, tô marcando meu boi aqui. >> Sim. >> E aí aquilo ali é é tanto implante quanto sigilo. Às vezes eles deixam três pontos igual do maçom. Sim, >> a maioria do da da dos eventos que deixam nesses sons mais rá de calidade são os três pontos. >> Tem o chupa chupa lá do do >> da Amazônia, né? >> Da Amazônia lá do o o caso operação prato. >> Sim.
>> Eu vi uma foto já da mulher >> deixava três furos, >> né? Três furos. >> Sugava o sangue por ali. Três furos. >> Deixava três furos, deixava o cheiro de amoníaco >> e ali sugava o sangue. Às vezes ficava. >> E a gente falava que era parecia um raio laser, né? Que vinha do teto e sugava o sangue a luz entrava. Não era uma luz normal, porque a luz entrava por por dentro do telhado. >> É, >> atravessava >> sem fazer um furo no telhado. >> Sem fazer furo. E tem caso de menina que
teve posição demoníaca, né, depois de ser afetada. O maior problema da operação prata é que a pessoa alvo atingido, >> ele criava uma conexão permanente com o fenômeno e a pessoa ficava ali, muitas ficaram loucas, né? >> Putz, >> eu visitei gente lá, falou, >> cara falando aqui que é é feito Ricardão, para com isso. Não é, cara. O cara, o cara mandou uma pergunta séria aí e tal, mas esse carimbando a mulher do cara >> por baixo da pele, >> é por baixo da pele para cara. >> Mas o esse sigilo aí, esse símbolo,
esse carimbo, basicamente o implante basicamente é uma uma forma de de sei lá colocar a marca no boi. Esse boi é meu. E aí essa pessoa eu tenho a conexão agora permanente com ela. Posso >> os crop circle, círculos inglês, aqueles desenhos, seria isso também. O o crop circle para mim, cara, ele pode ser uma mensageria, talvez, porque uma mensagem >> eh >> filme novo do SP tem crop sur >> como se fosse um Q code que você tem que escanear para traduzir. >> É, é, é, pode ser um sigilo também no Sentido de que,
ó, >> como ele deixa aquela marca física ali, tem uma representação no mundo não física, ele consegue se manifestar de forma mais fácil ali >> ou uma mensagem pra gente, porque se ele tá se materializando, ele quer passar uma mensagem pra gente muitas vezes, >> né? Ele não tem necessidade de se materializar. Quando ele tá virando a nave aqui, ele quer que você veja. Quando ele tá cheio de luz, ele quer que Você veja. Quando ele tá com olho grande, é iluminado, ele quer que você olha aquele olho. Então, >> você já viu um vídeo
que tem umas bolinhas de luz que ficam girando e aí aparece a forma do crop circle assim? >> Sim, sim, sim. Agora, eh, ninguém nunca de fato filmou um real desse, né? >> E o problema é que tem 90% das pessoas que fazem são humanos, né? >> Crop circle. Isso é muito elaborado, né? >> E os caras até faz isso aí, cara. Maneiro. >> É, os fazendeiros faziam isso aí, né? >> É. Não que começar na na Inglaterra a ter times de de do CR SC que o fazedor de círculo para se competir entre C.
Mais de 40 times na Inglaterra, virou Copa do Mundo lá, cara. >> E os caras faziam com laser já para medir. É, cara. >> Aí tinha quem fazia o maior porque eles têm duas ou três horas no meio da madrugada para fazer e >> tem que ser ali 1 da manhã, 3 horas da manhã termina. >> É. É, e no escuro, porque se ele acende muita luz, o pessoal enxerga, tá fazendo, >> galera ver que tá rolando o serviço ali do, >> então ele vem com a luzinha vermelha, então começaram a evoluir muito. Então hoje
tem muitos que fica muito difícil você conseguir discernir o que que é. Aí você tem que ir pro efeito físico, né? Será que tem alguma marca eletromagnética, radiação ionizante? >> É, tem gente que falou que o os eh os grãos ali da plantação pareciam que tinham sido queimados com microondas. Aí fica um negócio mais estranho, né? >> É. Aí você tem que começar a estudar fisicamente para ver, tentar separar, né? Uhum. >> É que nem mutilação. A mutilação pode ser um ser humano, pode ser algo não humano. >> Sim. >> Você tem que usar fisicamente,
biologicamente para conseguir tentar discernir o que é aquilo. >> Manda Romer. >> O soldado Ryan. Ele mandou aqui. Uma coisa interessante só para falar aqui >> o retorno. >> Antes antes o soldado Ryan retornar. >> O retorno >> antes de soldar retornar assim eh muitos muitos e cropster comigos falam que eles Entram no estádio de transe para fazer os círculos. Hum. Ah, é tipo >> e aquele negócio assim, muitas vezes o fenômeno vem e faz e muitas vezes ele vai influenciar você e vai te colocar para você fazer por ele. >> É. Aí o cara
fala assim: "Não, foi o meu vizinho que fez. Eu vi ele fazendo, mas não sabia que o cara tava em trânsito." Isso. Esses que ficam perfeitos, principalmente. >> Entendi. >> Vamos lá. Pergunta do soldado Ryan. Na década de 50, os OVNIs, né, tinham trem de pouso e antena. Depois surgiu a moda dos anos 80 e agora já são naves que até se teletransportam. Isso não é produto da imaginação humana ao longo do tempo? >> Então esse fenômeno f que se transforma ao longo das eras. Se você pega eh o Cádio Tsurubono, eh eu sempre falo
esse nome errado, mas o pessoal vai depois vai me corrigir. Eh o falar só o Tsuro. O caso do Tsuro, ele é os seres vam numa forma de um barco de madeira no Japão e tem lá o várias e eh retratações desse fenômeno lá desenhado pelos japoneses lá em 1800. Isso não impede que essas consciências extraterrestres estejam usando uma algo que seja mais frequente ou comum, fácil de interpretar também, né? >> Sim. É uma mensagirinha. Ele tá passando uma mensagem porque se ele chega em 1800 como uma nave, se eu chego com iPhone 1800, ninguém
vai entender nada. É, >> então eles vêm sempre de acordo com o contexto cultural, religioso da época. Mas a gente não pode esquecer que em desenhos e relatos antigos a gente tem naves em forma de prato e tal, de charuto. >> Teve, porque no passado, década de 40, começa aquela questão do programa espacial, >> começa as histórias de realmente de ET. >> Uhum. >> Por isso que vem essa crença estratégica. A ufologia nada mais virou do que uma religião, né? >> Eh, que acredita et e e Varginha é um grande caso, a grande é o
grande exemplo disso, Varginha. Tudo que não era parecido com o ET foi ignorado, foi jogado fora os dados, né? É, tudo que era muito estranho foi jogado fora. >> Virou uma viés de confirmação, né? Só leva em consideração que confirma, né? >> Operação prata igualmente. Então assim, Criou-se uma religião que é ufologia, que é uma religião do extraterrestre. Nada que for muito, tudo for muito estranho diferente da do encaixe na extraterrestre, eu vou jogar fora. Eh, e essas naves realmente quando começa o programa espacial, década de 40, começo a colocar nos filmes a nave com
escovador em forma de anteninha, começa a aparecer escovador em forma de anteninha, porque aquilo tá na nossa cultura e o fenômeno vem na forma do que A gente tá retratando culturalmente. Ele vai se moldando com o contexto da época pra gente poder geralmente entender e ele influenciar a gente. >> Sim. A suada 88, ela tá perguntando aqui, ó, houve encobrimento militar em algum caso ufológico, mesmo quando não envolvia hipoxia extraterrestre? A Varginha é o melhor, mas assim, não tem essa de não envolver hipótes Terrestre, eh, porque o pessoal sempre vai para esse caminho. Chupa cabra
é a mesma coisa. Tem que ser um ET que tá vindo fazer churrasco. >> Então assim, eh, quantos bois eles estão tem uma churrascaria no céu. O meu amigo Golf Jacovit fala muito isso. Deve ter uma churrascaria lá no no no em Alfa Central, né? Porque os caras estão tirando tanto boi aqui. Então, assim, é sempre vai para esse lado. Acho que a Gente precisa e voltar pro equilíbrio de falar: "Não, tem um fenômeno que eu não sei o que é". É, >> eu tenho várias hipóteses. >> Tem coisa que não encaixa em nenhuma categoria,
né? >> Tem coisa que não encaixe em nenhuma categoria, então tem que ter uma hipótese para isso. >> Então assim, eh, não teve caso, eu acho que que não foi por esse por esse lado. Eu acho que a gente tem que voltar e Começar a raciocinar. >> Só uma dúvida, no caso de Varginha, teve mesmo a presença de uma aeronave americana que veio a Campinas e levou alguma coisa? Teve porque tem o subicial Marcos Féas da Fabi em que ele fala que ele tava no controle de tráfego aéreo do Sindacta e chega uma aeronave americana
que não tava prevista e fala assim: "Olha só, tá sem o Avoen. AVE é autorização de voo de aeronave estrangeira, tá sem o Avoen ele Vai ter que pousar >> em Campinas". >> É. >> Ele fala: "Não, não tem AVOENE, não posso autorizar". Aí chega um oficial superior e fala: "Não, autoriza aí que depois a gente registra". segue fora do protocolo da aeronáutica, porque já tem que ter planejado e e o Avan já é emitido. Então o troço chegou e emitiu depois que é uma coisa fora de >> registrado na fala dele do do Marcos
Férias. Ele fala que quando pausa em Campinas eh saem dois helicópteros de Varginha, vão paraa Campinas e depois voltam. O que bate com esse relato todo de que teria ido uma uma uma as criaturas, os corpos foram para Campinas para serem estados no Unicamp. >> Entendi, >> né? E os caras que moravam em Campinas, os irmãos Mondini, foram altamente ameaçados porque pesquisaram justamente a parte da Unicamp, né? Porque eles já Foram militares e tinha uma entrada na nos quartéis e aí começaram a receber ameaça das famílias para poder parar com a pesquisa. >> Isso eh
de ameaça. No relato das meninas lá de Varginha, eu vi em algum documentário elas falando que apareceram alguns americanos lá oferecendo dinheiro. >> Provavelmente é provavelmente. Aí uma das testemunhas, >> tipo Man in Black, né? É, uma das Vizinhas viu os caras, falou que um parecia mais alemão. >> Só que assim, eh, tem muita gente de de ascendência alemã nos Estados Unidos, né? >> Sim. >> Então pode ser um americano com ascendência alemã, enfim, é pinta de alemão. >> Eh, às vezes ela viu o sotaque do cara e achou que era alemão, mas era inglês,
americano, né? Então, e já o John Kill Fala que o próprio fenômeno pode vir na forma de de desses caras, né, >> de Man in Black, né? Por isso, por isso que o óculos, né, o óculos é para não disfarçar o olho, >> porque o olho é a forma que você vê que o cara não é humano. >> Eu já vi alguns falando que eles >> pele olho, né? >> Eles têm um olho puxado, alguns man >> à vez olho totalmente preto, >> um cheiro estranho também. Às vezes >> um cheiro, às vezes o olho
totalmente vermelho. Então o óculos seria para proteger. Mas no caso dela parece mais uma coisa humana mesmo, no caso de Varginha. É porque parece que os caras conversavam, >> tinha um brasileiro ali, tinha dois brasileiros junto com dois gringos, se eu não me engano, >> ofereceram dinheiro para eles elas ficarem silêncio. Um >> deles traduzia, né, o que tava falando. E aí a questão era, olha, vai falar que era um bicho desconhecido e tal e eu vou te dar o dinheiro, vocês vão poder >> e ela, mas elas não aceitaram para dinheiro, né? >> Aceitaram,
foram várias vezes eles até 97, um ano depois eles estavam ainda assediando elas >> e elas realmente ficaram um tempo sem falar sobre o assunto, né? >> Sim. Hoje vive uma vida super simples, é, batalhando lá, trabalhando, não gara Nada com isso, né? Pelo contrário, né? Às vezes até pelo >> contrário é >> virar o motivo de escarne, né? De chacote. >> E aí, claro, é e de vez em quando vão fazer uma matéria, um documentário, elas cobr ali um cachê, nada mais justo do que até para indenizar ali toda a chacota que passou ao
longo desses anos, que no começo elas não cobravam nada para falar, ia ia a TV do mundo todo. >> Japão ganhavam em cima delas um dinheiro enorme, em cima de um trauma delas que ficavam traumatizados >> e não retornavam nada pra família, né? E a prova maior disso é que até hoje estão lá no mesmo local trabalhando. >> Sim. E já são já tem o quê? uns 50 anos já de idade as meninas. >> Não, não, elas estão com mais ou menos 40 anos aí. >> 40. E elas tinham que idade na >> Uma já
é avó. A Liliane já é avó. >> No em 96 elas tinham que idade mais ou menos. Crianças tinham ali. É, uma tinha valquíria era era um pouco menor, né? Tinha ali eh 12, se eu não me engano. A a Lilian tinha 16 ou 14 e a Ktia já tinha 20 e pouco, né? Ela era mais velha. >> Era mais velha, né? >> E o Michael Douglas, cadê o homich? >> Michael Douglas com W. O Michael Douglas ele não mandou mensagem não. O >> ó Michael Douglas, >> Edu Gabião mandou uma mensagem aqui, ó. >>
Fal Edu quê? >> Edu Gabião. >> Nossa, >> é o Gavião com B. >> É, o cara tá com o nariz entupido. Edu Gabião. >> Gabião. >> Existe alguma evidência concreta de material biológico? Tecnológico? >> É, >> é essa evidência. Evidência de material biológico ou tecnológico associada a esses casos que nunca foi explicada oficialmente. >> Com certeza. Eh, muitos falam que o exército ficou com um e mandou outro, né? Era mais de um, né? Ó, vamos falar que tem um só aqui. A gente manda para para encher o saque. >> Jeitinho brasileiro. Eu tenho um
relato no meu documentário de um oficial de inteligência que ele falou no eu vi nos corredores ali, viu os generais, ele Tava ele tinha recebido uma punição, ele tava lá no no destacamento do Gama que fica em Brasília, que é uma estação eh que inclusive já teve em 78 evento de polerg com ov, que os militares ficaram loucos, atiraram inclusive seres sombra atiraram nos seres tá arquivo nacional o poter gás e ser sombra no mato, ele tá tirando de fuzil HK contra os seres sombra e >> não não s efeito nenhum. Não. E aí o
brigadeiro mandou parar. Você não sabe o Que que é isso. Vai ficar tirando sem saber. >> É esse é saber, hein? >> E o portão assim, abrindo e fechando portão no PG. >> É, tá tudo tudo tudo lá no Arquivo Nacional. E o legal desse caso é que 10 oficiais ou acho que chegou até 15 o número, cada um teve que fazer um relato na sala separada e a maioria batia do que eles viam >> para um não influenciar o outro, né? Então lá um oficial lá que tava trabalhando lá já nos anos 2000, ele
fala que tinha recebido a punição, tava limpando ali o páti onde ficava os oficiais tomando cafezinho, conversando. E ele viu eh dois comandantes lá do Sid tá falando: "Ó, [ __ ] a gente levou esse negócio paraos Estados Unidos. Caraca, não devia ter mandado para lá, mas não teve jeito, os cara mandaram, não sei que lá, mas um foi, o outro ficou num bunker, numa caverna, né? Que Fala caverna, né? Pode ser um bunker. >> É, entendi. >> E eu acredito que esse esses esses corpos, esses biológicos estão aqui. E nos Estados Unidos também estão
falando a mesma coisa, né? de biológicos, chamos de biológicos, porque às vezes não são só humanoides, são outras formas. >> Sim. >> Então eles falam de biológicos, >> seja, >> às vezes são partes também, né? Não tem O corpo inteiro, >> tem partes. >> Ah, sim, sim. Você já viu algum implante retirado assim que foi retirado? Eh, tem o Dr. Gat que é um oncologista, ele faz até doutorado na USP, ele retirou o implante recentemente. Eh, tem uma liga metálica lá desconhecida que não não tem por tem aqueles metais, são metade da terra, mas não
tem por aquela proporção de metade tá junta, porque não tem nenhum material, >> mas cons ele conservou esse material, >> tá conservado. Tem tem as análises, tem e tem ver se a gente publica o artigo aí em breve sobre isso aí. >> Legal, hein? >> Eh, e foi tirado uma pessoa que teve experiência, né? E o Elison do próprio denunciante fala que vários militares tiveram experiência com o ENS, receberam implante também. E quando o médico vai cortar o implante, ele >> ah, ele dá uma olé, >> é, >> ele foge, >> é, o implante ele
vai fugindo, >> malandro, né? >> Então tem essa questão também estranha dos implantes. >> E tem tem um local mais específico assim, porque esse esse situação na igreja que eu falei na mão era exatamente onde você vê a ideia de colocar um chip, alguma coisa pra leitura de RFD. Eu acho que é uma marca De pertencimento, >> tá? Ou para monitoramento também, tipo, igual, >> o pessoal vai na na parte materialista que ah, isso é um GPS, >> pô, uma pedaço de pedra ali, cara, meia dúz de metal ali. Não faz sentido para mim ser
um GPS, né? >> Eh, para mim é mais como se fosse uma representação material daquilo que o ser se conecta de forma material. >> Será que o >> um pezinho dele nesse mundo material? >> Será que o ser pode usar o implante para se conectar com a consciência da pessoa também? uma marca de do boi para falar assim: "Esse cara aqui tá tá é meu boi e eu posso entrar na cabeça dele que eu quiser." >> Entendi. >> Visitar não em forma material, mas em forma não material, né? >> Uhum. >> Em sonho principalmente. >>
Entendi. >> O Michael Douglas, ele mandou um salve aqui, falou que ele tá de camarote, hein? >> Aí sim. Abraç. >> Inclusive, antes do Michael Dog, o Urang Olando tinha implante, né? >> Quem? >> O Urang Holando, o comandante do Operação Prato. >> Urang tinha no braço. Ele mostrou no >> O coronel da Fabi comandou operação Prato, recebeu implante. >> Ele mostrou. Ele falou que ach >> os seres visitavam ele, pegavam ele no braço, arrastavam ele. Ele tinha um implante aqui, ele ele mostrou na última, logo antes de de de tirar a própria vida, né?
>> Inclusive, eu acho que ele tirou a própria vida, não só por problemas pessoais, mas porque esses seres geralmente eles afetam tanto >> a cabeça da pessoa que induzem o cara. E Acho que eles não podem vir aqui e matar as pessoas, mas ele podem te influenciar para isso, >> tipo indução ou tirar. >> E se você faz isso, certamente você vira talvez um escravo deles no mundo não material. É a hipótese que eu coloco a alma, né? Que é o a alma, né? Ele tinha um implante, ele era afetado. Afetado, tinha ptegas na casa
dele direto. Atormentou a vida do cara. >> Atormentou a vida do cara. Quando o Implante ser eles também tem o potergá que acontece, né? >> É verdade que ele foi na época e como capitão lá na missão e depois ele voltou e por conta própria. Própria vários anos >> para pesquisar, né? >> Sim. Ele fica décadas pesquisando fenômeno, mas nunca consegue recuperar os vídeos que ele fez. Ele o filme era dele e ele deu pra Força Aérea na expectativa que um dia ele recuperaria, nunca mais. Entendi. Mas Michael Douglas Quer falar aí. É, é. >>
Nós temos a pergunta do correndo para cachorro. Ele mandou aqui, ó. Tem um documentário recente que fala sobre o caso Varginha e uma rede de mentira sobre o caso. Como realmente acreditar que houve um contato extraterrestre se não sabemos mais o que é real ou não? É, você tem relatos que para mim são relatos base do caso Vargin, que é das três meninas e da Teresinha CLF, que era mulher de um político, não, uma senhora Já de 90 anos, não tinha por mentir, e viram a mesma coisa. E você tem todo o movimento está que
todo mundo viu, fechando rua, exército, bombeiros, carregando coisa, carregando caixa, movimentos são que nunca aconteceu na cidade. Você tem um hospital fechado, aí vem o exército, fala que ah, fechamos porque era um casal de anões. Ana tava grávida. Ô louco, >> é, >> tem a história do alejadinho lá, >> porque ele faz assim, ó. Tem o Luizinho, Luizinho é uma pessoa com deficiência que tava que andava de vez em quando ele agachava para pegar uma guima de cigarro. A pessoa já falou que ele, o que as meninas viram era o Luizinho que tava sujo por
conta da chuva, da lama e as meninas viram, achou que era extraterrestre. Só que o Luizinho não tem olho vermelho gigante. A as minas viram antes da chuva, porque foi 3:30, a chuva foi 5:30. Então, e o Luizinho ia Pedir cigarro no bar da Liliane, do pai dela. >> Ele Ah, elas já conheciam ele, né? Já conheciam ele, como é que a pessoa vai confundir um cara na luz do dia, o sol batendo, cara, pelo amor de nem noite. >> Foi 3 da tarde ou >> 3:30 da tarde com o sol batendo. O o brilho
da criatura vinha porque o sol batia e brilhava. >> Eh, falar que é o Luizinho, tá de brincadeira, né? >> Esse Luizinho é vivo ainda. Ele >> Luizinho é vivo. É vivo. Tá lá em Varginha. Ele não fica agachado o tempo todo. Ele anda, ele roda a cidade, de vez em quando ele agacha para pegar uma guimba de cigarro e fumar uma guimba. >> Sim, sim. >> É, precisar de cigarro. Então, e ah, mas o hospital ficou fechado lá. O hospital era o casal de anões. Ana tava grávida e tivemos que fechar o hospital porque
então para que >> pô se tiver que fechar o hospital toda vez tiver anão aí é difícil. >> É o gentil até brincou esse você pessoa que tem nanismo, se você tiver grávida, ligue pro exército que ele vai te ajudar, >> ele vai fechar o hospital, né? É, ele sempre dá uma desculpa esfarrapada. >> Então assim, é e você vê que a desculpa, inclusive que é grotesca em relação às pessoas, né? Em relação à à deficiência das próprias pessoas, né? É, e e não justifica. É, é bizarro, mas parece o sentido assim, o exército queria
falar, mas não pode. >> É, >> então assim, ó, para bom entendedor, meia palavra baixa. É como se fosse assim, >> ó, ó o >> ó o Luizinho tá com a resolução. >> É bem parecido, né, com a criatura. Você pode ver >> disso com uma criatura. >> Você vê que é idêntico, né? Você pode >> só falar é do carnaval e ele tivesse fantasiado, né? >> Não. E précnaval, porque era janeiro ainda, né? Não era carnaval ainda. >> Luizinho tem boca, né? Luizinho tem boca que eles falavam que o outro não tinha boca, né?
Ex. E olho é igual. Sim, pode parar que o olho é idêntico a o shift na cabeça também. Mas o você vê o seguinte, né, cara, que o exército parece que ele ele queria falar porque para me Entendedor meia palavra básica. Quando você dá uma desculpa dessa, ah, não, era um casal de pessoas comanismo. >> É, ou eles estão partindo psíquico, você é ignorante demais, ou eles estão falando é isso >> para bom entendedor, >> o bom entendedor, um pingo não embaixo. Então assim, a pessoa que tem discernimento, ela fala: "Porra, tá na cara que
não é". >> Legal. É, >> a pessoa que não tem discernimento, ela vai achar, pô, é mesmo igualzinho lá o Luizinho, igualzinho. >> É, >> não, claro que iam fechar o hospital, um casal de pessoas comanismo, é óbvio. >> Então assim, é, e é, >> e é patente que a população viu os militares ali fechando rua. Isso >> viu, viu, todo mundo viu isso aí. Não é coisa que, ah, não fiquei sabendo. >> O bairro inteiro viu, o bairro inteiro Viu. Pass. >> Eu já conversei com gente que é de Varginha, assim, aqui em São
Paulo e tal, mas mais novos, jovens. Falei: "Cara, o negócio de Varginha ali, ah, acho que é mentira isso." Eu falo: "Pô, é porque não viveu, né? Não tava na cidade, não vive." Se >> fosse 1900, quem tava ali viu o que aconteceu? Não tava no bairro, né? Tava mais longe, nos bairros mais distantes. Quem tava no bairro Jardim Andere Santana, Nova Floresta viu isso aí. >> É, sabe, não, não tem certeza se foi alienígena, mas sabe que teve uma operação militar. Então teve as pessoas que viram que tem grande credibilidade, teve uma toda aumentação
estranha ali, fechamento de hospital, médicos agora vindo a público, >> militares que vieram a público, agora tem militares que vieram a público e agora que revelaram ali os nomes, as identidades militares, falaram que não, Não viram nada e que era mentira. para o que para mim é óbvio, porque a partir do momento em que você volta 30 anos depois e fala: "Pô, começa a identificar os caras", o cara vai se proteger. >> É lógico. >> Então, eh, para mim a quantidade de coincidências ali absurdos, ainda mais com os fenômenos que já aconteciam nas matas, com
múltiplas que viram criatores de olhos vermelhos antes e depois do caso do Vargin, até hoje vem, tá? Não Terminou, mas diminuiu. Eh, >> você chegou a a pegar algum relato assim? >> Tem vários nocumentário, tem um monte. prédurante, depois tem um festival de relatos lá pro pessoal. >> Vejo muitos temas que dão a cara e outras que não. Eh, mas que estão falando dessas criaturas de diferentes tipos, sempre híbidas de humanas com animais, olhos vermelhos e um cheiro ruim. >> Aí, Vilelo, falou que o documentário sai quarta-feira agora. >> Quartafeira faça culta de Varginha, poder,
dinheiro e rituais. Aí, >> cara, >> no YouTube aí, Clube de Membros aí. R,0 você já consegue ver. >> Colocaremos o link aí quando tiver o do do comentário, já coloca o link. fez a pré pré pré-lançamento aí já sei tem alguma coisa para mostrar aí de trier alguma coisa, eu não trazer o tril Porque tem música, né? >> Quer passar sem música? >> A gente passa sem música. >> Aí não vai aparecer o cara falando também, né? >> Não, não tem problema não. Então é imagem >> é legal, tem lá no bota trailer face
oculta de Varginha que vai aparecer aí você tira o áudio para não pegar o o copyright aí vai ser áudio. >> Aí depois do pessoal em casa vê, né? Com Áudio. >> É, você conseguiu o patrocínio e tal, como é que é >> patrocínio? É eu mesmo com meus membros. É, >> eh, com os membros hoje eu consigo bancar cerca de 30% aí, 40% da daí que já é bastante coisa. Agradecer os membros do canal aí >> que ajudam pra caramba. Então, hoje é na raça mesmo, cara. Hoje o meu dinheiro que eu ponho ali
porque eu acho que >> esse assunto ele precisa ser colocado aí a >> Entendia de interesse público, né? >> É. E o documentário ele visa justamente pros membros, né? Para os membros nova sociais justamente para tentar reaver parte desse valor. Para quê? Para fazer reinvestir e fazer mais documentário, fazer um atacama daqui a pouco, um documentário na atacama e começar a mostrar a verdade de forma sustentável, né? >> Sim. de forma que, [ __ ] eu consiga pelo menos zerar essa grana que tá sendo no meu bolso hoje. >> E eu eu perguntei se você
tinha recebido alguma e aqueles ataques espirituais, mas você recebeu alguma uma intimidação assim humana falando mexe com isso aqui? >> Não, nunca nunca não entendi. >> Os main Black ainda não me >> não encheram a paciência. >> Não encheram minha paciência. Não >> entendi. >> Eu acho que em Varginha aconteceu isso porque o pessoal começou aí muito a entrar em instalação militar para perturbar os caras. Começou a entrar na na área dos caras. >> Eles botaram medinho, né? Aí, pô, tá demais. Isso aqui >> é aqui, é ali mesmo. >> É, tem, >> ó lá,
>> imagens da época 96. A Cátia, é nesse ano que eu entrevistei as meninas. Nessa Entrevista esse ano, dezembro do ano passado. A Teresinha Clotos mais valiosos para mim da Terezinha. É o militar dos militares, né? O Dr. Ítalo. Ó o Luizinho aí, igualzinho, né? >> Ó o Photoshop que fizeram nele. >> Ó o casal de Anóis, o Majorcaldo falando. >> Ah, tá. >> Os documentos novos que eu conheci dos bombeiros, que eu posso falar daqui a Pouco. Depoimento do do militar do Sindacta. Eu falo um pouco da crença extraterrestre, né, que atrapalhou a pesquisa.
Falo das das disparidades, as contradições do relato do deles que foram influenciado, né, desse casal que coral, né? Aí tem legenda pro pessoal ver um pouquinho, né? É, >> ó que ó, aí tem um desenho, ó. Ó o Desenho. Como é, ó, ó que era o fenômeno. Hum. >> Mais ou menos. Olha o que virou. Um submarino com janela. >> Nossa, >> grande Claudir Cov também eletrônica Amim. E aí, ó, virou com cúpula depois, ó lá, nave com cúpula. Ó, os relatos novos, né, das criaturas nas matas de antigamente, aliás. Eles comentando os encontros com
as criaturas que haviam nessas matas, Outras testemunhas, ó, vários tipos de criaturas tinham criaturas peludas. Esse menino teve um rabisomia o maior benzedor mais antigo da região de Varginha, seu nenê. Audio original de 99 a criatura ficou presa na prisão de Varginha, uma criatura com pé de bod. >> Enquadraram o tá com ficha corrida enquadrar >> um militar que viu a criatura peluda sendo capturada. Então não tinha só os marronzinhos, Tinha uma criatura peludo também na história. As blasfêmias, ó o demoninho em cima da da figura de Jesus modificada. Aí eu começo a falar dos
rituais, né? Ó grande fagundes. >> Fagunde. Fagunde. >> Aí temas que não quiseram aparecer por conta de ameaças das criaturas na garrafa, né? >> Ah, o cramulhão >> é lá garrafa grande com a criatura. Ele fala Dona divina. Seu nenê também viu o testemunho da garrafa e diferentes desenhos, né, que eram ao longo da das épocas, né? Ó, os jeans, os racassas. >> Hum. >> E o grande Zé Gomes aí, que é um dos protagonistas do filme, grande feiticeiro de Varginha. >> Ah, ele que fazia os rituais, né? >> Os rituais. >> Isso. Então, eh,
eu consegui novos documentos com bombeiros. que mostra ali que eles jogaram fora todas as ocorrências do dia entre a manhã das capturas e a noite. >> E >> depois de 30 anos eu consegui com a lei de acesso informação os documentos delearam, jogaram fora. Putz, >> tem eu conhece 11 da manhã e 8 da noite, o resto sumiu. O bom não fez nada naquelaquela naquela época. Adulteraram Com corretivo os números. >> Tranquilo, né? >> Adulteraram com eles botaram corretivo nos números. >> Puxak paper. >> Lick paper. >> Aí eu falei assim, pô, eu vou aí
para ver contra luz esse número aí. >> Pode botar na lâmpada. Os cara rapidinho mandaram ver o original. >> [ __ ] Aí o tem também eh os relatos ali de o Exército, ele fez uma incursão nas águas do rio verde, represa de funas, porque eh o o trajeto mais que provavelmente as criaturas estavam usando os riscos para poder se locomover e aparecer na cidade, porque várias cidades foram afetadas também por seres. E o general foi lá, o general teve lá perto de passos na visitava os comandos da polícia e fazia com os os coronéis
da polícia, comandantes, a a vistoria nos lagos, né, de Furnas. >> Como é que é o nome desses bichos que o pessoal do interior vê dentro do rio que eles chamam? >> Eles chamam de Zé Menininho ou caboco d'água ou de Nego d'água. >> Cabou caboclo d'água. É caboco. >> Eu falo sobre o o a mãe desse feiticeiro que é o seu neném, fala assim: "Quando ela viu na televisão Sergivardinha, ela falou assim: "Esse daí é o cab é o caboco d'água, o boto d'água". Boto boto d'água. >> Entendi. É, eu já ouvi muitas histórias
do caboco d'água. É >> nego d'água, caboco d'água, boto d'água e Zé Menininho. >> Zé Menininho. >> Zé Menino. Mas em São Lourenzo. São Lourenço teve uma expedição de cientista, cara, lá para percorrer os os rios para tentar capturar o Zé Menininho. >> São Lourenço tem muita ocorrência também, né? >> Tem, tem, tem sul de Minas também. >> Eu tenho um conhecido que ele era fuzileiro naval, cara. Ele falou que lá em São Lourenço tem um restaurante lá que tinha tem uma foto de um cara meio estilo andarilho assim, né? E aí a lenda desse
cara é que esse cara era muito famoso na cidade e ele explorava uma caverna que diziam que saía lá em Mati Pito. >> Aí >> a gruta do carimbado, acho em São Tomé, Não é? >> Será que é isso? >> É em Santomé tem essa linda, >> foi fechada pelo exército essa gruta aí, né? Se eu não me engano. >> Aí o pessoal fala que não foi fechada. Só o chat depois. Foi fechada ou não foi a gruta do carimbá? >> Olha a história que ele contou, par é difícil de acreditar, mas o cara parece
ser sério, né? O cara é ex-militar. Ele disse que um americano chegou nesse Restaurante lá em São Lourenço, não sei onde tinha a foto desse cara, e falou: "Quem é esse cara? Eu conheço esse cara". Aí eles falaram: "Bom, mas ele entrou na caverna e desapareceu." Ele falou: "Conheci esse cara lá no Peru lá em Mate Pit. >> Ele tava lá, eu comecei com ele, mano. >> Aí a galera >> virou um profeta, virou um profeta em Mate, >> a galera foi o delírio, né? Falou: "Pô, O maluco conseguiu chegar lá, mano". Essa, essa é
uma pegadinha que eu faria. Se eu fosse lá, faria p esse cara, eu vi. >> Essa história é incrível. Aí tem uma história de um amigo meu, Pedro, lá de Niterói, >> que ele disse que eles estavam eh correndo atrás de balão, né, lá em São Gonçalo, no Rio. Aí o balão caiu no mangue. Aí a galera eram três, eu acho, ele mais dois. Aí >> mangue é um lugar que tem muito fenóa. >> Então olha que que aconteceu >> lá. Área de mangue. Área de vagrea de mangue. Mangue também. Mangém. >> I é é
estranho, né? É, tem uma questão espiritual forte ali, né? >> Aí ele disse que o cara, o Mang ficava mais embaixo, eles ficaram de cima olhando para ver se ninguém vinha pegar, né? Porque eles falaram: "Ó, é nosso, nós chegamos primeiro". E aí o cara Entrou no mangue e se perdeu. Ele não conseguia sair dentro do O pequeno, fácil de sair. E o cara, "Socorro, socorro, aí eles aqui, ó, vem para cá." Aí ele não tava conseguindo enxergar. Aí os caras falam: "Pô, estranho, aí eles desceram para ajudar. Na hora que eles desceram, um cara
abriu a mato assim, um velho barbudo com chapéu, saiu de dentro do mangue e falou: "Sabe o que que é isso? Não pediu autorização para entrar." >> Isso aconteceu no Maranhão recentemente. Maranhão teve uma uma procura o menino que foi afogado no no Mang e perto de São Luís e aí uma das pessoas que foi buscar, veio duas mãos e ficou puxando ela para baixo e o cara entrou num transe, ele não conseguia sair e até que ele consegue sevencilar e embora. Meu Deus. >> Aí tem entrevista dele com olhar perdido falando, então tava me
puxando, nunca mais eu vou em mangue, nunca mais vou em Mang. O mangue é isso, exatamente. No pessoal que fala dos encantados lá no Maranão, o pessoal chama ess seres de encantados. >> Então se você entra na floresta ou no mangue, no rio, sem pedir autorização, esses guardiões vão te cobrar. >> E se você tem desrespeito à natureza, inclusive ao lugar >> ou aos próprios seres falando que não acredito nesses caras não, tal. Aí mesmo que o troço vem. Será que >> então se você é cético, fica um bom experimento para você fazer, vá no
mang peça daação e ainda xinga as entidades. >> Não. E a história não terminou aí não. >> Acontece. >> O cara disse que isso aconteceu no num final de semana, tipo sábado, esse caso. >> E aí no final de semana seguinte, no domingo de manhã, ele tava assistindo o Globo Rural e era um negócio, acho que na Amazônia, ele viu esse mesmo velho lá na Amazônia dando entrevista, falando: "Ó, quando entra no mang tem que pedir autorização, presente, né? É, >> o cara tava, o mesmo cara tava aqui, tava lá mesma entidade, né? >> É,
mas isso acontece velho do Rio, né? >> Isso acontece. Isso, exatamente. É, isso acontece muito. Eh, o cara entra na mata às vezes para matar animal, não é pra subsistência, pra caça. >> Caça esportiva. É, >> sem. >> Conversei com vários no Pará lá, >> eh, e no Acre também. Eh, o cara entra pra caça, vem uma entidade, às vezes é uma mulher bonita, às vezes é um ser com um olho que hipnotiza, chama ele, aí o cara vai, fica irresistível, ele vai, >> ele morre. Quando ele dá um passo, não, quando na mata, quando
ele dá um passo, ele entra numa zona não física que é o mato, ele é um labirinto. >> Então ele vive ali, nasceu ali, >> cara. Sentiu isso no mangue, ele >> ele vive, nasceu ali e ele anda, anda, Anda e volta em círculo, >> não consegue sair. >> Não consegue sair. E aí quando ele tem relatos que quando o cara já tá lá, tem relatos disso, o cara ficou 40 dias no mato, >> meu Deus. Preso no labirinto. >> Preso no mato. Bota no Google depois. Perdido 40 dias na mato. Aí tem um caso
recente ano passado, eu 2023. E aí vem quando o cara já tá no nos confins e tentando, o cara queria já tirar sua Própria vida porque não aguentava mais. >> Aí vem o policial bom. Policial bom fala assim, ó. E aí, agora já posso te tirar? Vem por aqui. Pega a mão dele e leva pro >> Mas policial bom que você diz é outra entidade? >> Não sei se é a mesma entidade com outra máscara, >> mas aí aparece na forma humana >> ou se é uma entidade boa. >> Entendi, >> né? Aparece numa forma
às vezes humana, Às vezes do maluco ser de luz. Aí depende muito da cara. Ele pode tirar que ele já aprendeu a lição, né? >> Pode ser algo disso. Tá bom. Já, já, >> já cumpriu o propósito, >> já tá quase querendo morrer, então vou tirar. >> Mas às vezes mata mesmo, o cara morre, vezes morre. À vezes desaparece, né? >> Desaparece. >> Desaparece. Muitos desaparecem. >> Aquele caso do aquele ator montanher, Lembra? >> Não. >> Que ele morreu afogado num rio e tal. Aquilo ali foi muito estranho, não foi? Não. Você lembra desse caso?
Domingos de montanhe, eu acho. >> Sim, sim. No meio da novela, né? >> Ah, brasileiro. Sim, sim, sim. que ele tava, o cara, pô, porte, atlética, o cara nada, >> tava nadando. E a Camila Pitanga falou que ele é do lado, ele começou a Afundar, afundar e tal e morreu dele >> e sabia nadar o caso >> é acho que na novela ele morria também. Tinha um negócio meio estranho, né? Que >> eu foi um negócio desse para mim >> não foi estranho aquilo, foi meio espiritual aquilo, né? >> Eu acho que tem detalhes, sa
vez que ela não quer contar em relação a esse caso aí. >> Pode também. Mas isso acontece, né, do cara tá no rio sentir puxando para baixo Ali, alguém puxando o pé dele. Ó o ator aí >> tava em alta para caramba, né? Novela tava bombando. É. Aí o cara nadando lá, felizão, >> cara magro, seu corpo, né, sarado. >> E você vê uma coisa aqui também, né, né? Além dos rituais que eu acredito que tenha entidades não humanas fazendo e humanos fazendo por influência, as abduções é a mesma coisa. >> Sim. >> Que é
o sequestro que a pessoa desaparece. É, entendi. >> Prfar ritualístico ou não. >> Sim. >> Para tráfico de pessoas, etc. Que é basicamente você pegar uma pessoa, sumir com ela do nada e e fazer alguma coisa. Talvez também sobre influência de inteligência normal. >> O Stephen Gre ele contou uma história dessa. Você lembra >> que quando teve tsunami na Indonésia, >> aí tinha um pessoal que era de operações especiais estava lá ajudando. Aí eles encontraram uma nave pousada, só que era uma nave humana, semelhante a uma nave alienígena. E os caras tavam no meio daquela
confusão do tsunami, eh, raptando crianças. E aí os ele, os caras falavam: "Pô, a gente é operação especial". Os caras enquadraram a gente, falaram: "Ó, todo mundo bico calado, se não morre". E eles estavam lá sequestrando criança. >> Isso é muito comum com relato do que seria o lobisome. Lobisome é um nome guarda-chuva para várias entidades que são peludas, né? Né? Tem pelo >> tem nada a ver com o lobisom, mas vira lobisome, né? Porque é o nome lá. E muitos relógios que eu recebo vem geralmente na direção das crianças, né? Bebê. Às vezes muitos
não batizados, como fala a própria lenda, né? Que você não batizar o bebê, ele vai de fato virar um alvo dessas entidades. >> Tá sem proteção. É engraçado que seres super fortes eles não conseguem entrar dentro da casa. Ele ficou arranhando, eu batendo >> como se a casa ele não tivesse autoridade para entrar naquela casa, daquela residência, daquela pessoa. >> Eh, e sempre perto do cômodo que tá a criança. >> Entendi. >> Eh, e talvez o batismo seja nada mais do que uma proteção não do mundo não físico Para essas identidades que são realmente do
mundo não físico. >> Exato. >> Para não afetar fisicamente essas crianças. >> Entendi. >> O que bate com que isso tá falando, porque tem uma presção do fenômeno para crianças e esses essas elites todas estão também na mesma vibe, né? talvez influenciada justamente por esses entre aspas deuses ou trabalhando para essas Entidad e outros trabalhando para essas entidades. Trocando ali. Você me dá criança, eu te dou poder, né? >> Exatamente. >> Uhum. >> Faz todo sentido. >> E aí, Vilela, como é que estamos aí? >> Foi aqui. Foi. >> Foi, >> senhores. E aí, que
que vocês querem saber? Vô, >> pô, rapaz, se eu for pegar minha lista Aqui de coisa, pô. >> Verdade. É, eu acho que agora tem o futuro da pesquisa, né? O futuro da pesquisa é justamente eh usar câmeras e sensores e pessoas como sensores também que querem ajudar na pesquisa, que tem essa capacidade, essa habilidade de se conectar para atrair esses fenômenos para ser registrados, pra gente começar a mostrar para pras pessoas. Só tá vendo, existe daí as fotos, as imagens. Eu não preciso Do governo para fazer isso. Eu posso ir lá, eu mesmo pro
Atacama e fazer. Eh, hoje a tecnologia permite a gente, claro, é caro, mas nada que a gente não consiga juntar dinheiro para comprar equipamentos muito bons de ponta que eu consiga fazer muito menores, melhores que aquele que eu mostrei ali. A questão é, será que os próprios fenômenos vão querer que eu registre eles todas suas características? Porque o que eu vi no Acre é que o fenômeno tem total controle Sobre o nível de informação que eu tiro dele. Então, se ele não quiser aparecer, mostrar toda a sua forma, ele não vai aparecer em ponto. >>
No Acre, você escolheu uma região ali específica usando quais critérios lá? >> Critério lá foi uma onda de avistamento que estavam entrando na casa dos indígenas. >> É. >> E eles entravam e o indígenas dormindo, a bola de luz observando eles. >> Ah, você falou da bola de luz, lembrei de uma pergunta que eu queria fazer. >> Lá no nos Estados Unidos, nas reservas indígenas, os guardas florestais são índios mesmo, né? Sim, sim, sim, sim, sim. >> E um desses caras, eu vi uma entrevista com um deles que ele falou que um cara tava dirigindo,
cruzando essa reserva de carro e aí ele uma bolinha pequena dessa de luz começou a acompanhar o carro e ele foi dirigindo, olhando. De repente Essa bola de luz cruzou, passou por dentro, >> na frente. Ah, por dentro do carro. >> Passou por dentro do carro, por dentro dele, >> ô louco. >> Passou por dentro do peito dele, saiu por trás, ele começou a sentir uma dor absurda. Aí ele foi pro hospital, quando ele fizeram uma exame lá, ele tava queimado por dentro. Você já viu alguma coisa assim? >> Sim, sim, sim, sim. >> E
tinha algum parece que tinha radiação, ele desenvolveu tumores depois. >> Sim, sim. Isso, isso aí acontece direto. Isso aí tem relatos ros outros que acontece isso. >> Hisó. >> É na operação prata aconteceu no Piauí, aconteceu queimar a perna do cara inteira. >> Que isso? Eh, às vezes tira sangue, então tem todo um lado negativo desse Fenômeno. Acredito que seja os dois fenômeno seja positivo e negativo. Depende do que você tá emanando, daquela população local tá emanando, o que tá sendo feito ali. Você pode estar traindo esses fenômenos para dentro. Se você olhar na operação
prata, onde é que aconteceu? Acontece no Pará, próximo a Marajó. Marajó a gente sabe que acontece várias coisas atrocidades ali com criança, inclusive o pessoal denuncia e tal. Então, talvez seja motivo >> que atrai esse tipo de fenômeno >> para essa região, essas atrocidades sendo feitas, mais os rituais para de sacrifício, mas várias outras coisas acontecendo, crimes essa mentalidade negativa. >> Graças a Deus no Brasil não tem crime, então a gente tá tranquilo, né? Né, Vil? Total >> Rio de Janeiro, então, né? Lá é suave, né? >> Agora aqui o in acontece porque assim, Parece
que o fenômeno é um sistema de controle, então ele não quer se revelar, senão já tinha aparecido nas grandes cidades, tava entrando na casa das pessoas. torto direito para fazer. Às vezes entra, mas naquela forma de sonho, etc. >> É, >> fisicamente não. Não vai aparecer na vida paulista um negócio desse. >> Sim. >> Se aparecer vão achar que é alguém Fantasiado pro carnaval, não vai adiantar nada. >> Porque justamente a vantagem desses fenômenos é as pessoas acharem que ele não existe. Ele quer continuar afetando as pessoas, os seres humanos nas sombras. >> Entendi. >>
Então, eh, isso só acontece nas áreas rurais, com pessoas muito simples, justamente para você poder coletar menos informação possível para poder mostrar. O relato dessas pessoas também, maioria das vezes, é não tem crédito, né? Ah, é um cara da do interior, é uma pessoa sem tudo. >> É, é, >> às vezes eles capitalizam em cima dessa peixa, né, que >> credibilidade, é, >> é, acredita em folclore, em saci. >> O fato é que o sassi, o Kurupira, >> você já teve história relacionada a sassi? As pessoas contam para mim, mas eh eu acredito que o
saci, o curupira seja exatamente interpretações desse mesmo. Cog é o que? O boitatá. Seria bola de fogo é o boitatá, né? >> É >> a cobra de fogo, né? >> Cobra de fogo. >> Então eu já escutei a família da minha esposa é do interior lá do Rio, né? Cara, tem cada história, meu irmão. Você já viu história assim ali em Itaperuna? >> Sim, tem mula sem cabeça, mulher de branco. Pessoal vi direto isso aí, cara. >> Onde eu vou, o pessoal conta aí, >> cara. Tem cada história assim que e o >> Por que
será que floresta e mata atrai mais para ver essas coisas? >> Porque eu acredito que a natureza tem um papel fundamental para essas criaturas conseguirem sair, romper esse vé para essa dimensão. Nossa realidade nossa. Tanto espirituais todos são feitos em floresta, são feitos assim. >> É o papel do elemento da natureza, como são seres elementares. Eles precisam do elemento da natureza para se manifestar. >> Sim. >> Então é possível que no vulcão tem um tipo de ser, na floresta tem um tipo de ser, no rio tem outro. Cada ecossistema vai ter o seu tipo. >>
Às vezes um é fogo, terra, água, né? >> São os elementais, né? montanha, né? >> Montanha, serra. Então, é como se fosse os principados de cada tipo de >> Sim. >> de >> Eu me lembrei de um desses relatos, desses parentes nossos, que faz sentido com toda a sua pesquisa. Por quê? Vou contar duas histórias rapidamente que ele contou. Esse cara é caçador. Caçador não esportivo é para alimentação. Então eles saem à noite, vão caçar, pescar e tal. E aí ele tava com o amigo dele na mata indo eh caçar e de repente ele encontrou
um menino pequenininho no meio Do mato. >> Ó o Zé meninin aí. >> Só que o amigo dele deu um tapa na cabeça do menino. >> Uhum. >> E o menino ficou olhando feio para eles e tal. E aí ele falou pro cara, ele falou: "Pô, você não devia ter feito isso, cara". Aí ele falou: "Por qu, pô, o moleque me deu um susto". Aí ele falou: "Isso aí não é gente não, cara". Ele: "Claro que é gente". Aí ele disse Que eles entraram no barco, tavam no rio, de repente fuzilava de pedra no barco,
pá p pa pá. Aí eles olhavam, vi o menino passando correndo numa margem, aí passava um tempo, as pedras vinham do na outra margem. >> E aí eles olhavam, o menino tava, cada hora ele tava numa margem. E o cara falando, viu, não te falei que não era para ter batido no >> falou interessante porque eu comentei esse esse pegadologia, o Paul Thigpen, Que tá no meu documentário. >> Uhum. Ele fala assim, eh, o Sinistrale, que era um dos italianos exorcistas, >> esse nome aí também, né? Sinist >> é predestinado. >> O sinistral, ele pesquisou
alguns casos em que as entidades não respondiam à autoridade divina, significando que eram apenas entidades brincalhonas que queriam se divertir com o pavor dos outros. >> É traquinagem mesmo, né? Ou seja, ele Acredita que existem além de entidades diabólicas ou influenciadas pelo demônio também entidades que são seres que estão por aí, >> são os trixters, são os seres sacios os menininhos querem dar uma brincada. >> É, Zedal 12. >> É isso. É interessante. >> Então essa foi a primeira história. A são várias, cara. A uma das histórias, esse esse esse parente nosso, ele é um
cara muito sério. Ele não não é de Brincadeira, não é de piada. Ele ele disse que ele tava caçando com amigo, passando numa num caminho que era no meio do nada, um lugar lá chamado Barro Branco lá, e de repente tinha uma uma vila, umas casas. E aí ele virou pro amigo e falou: "Você sabia que tinha essa vila aqui?" Ele falou: "Não, sempre passei aqui de noite, né, e tal". E ainda tinha um cara na porteira assim na entrada eles falavam: "Boa noite". O cara falou: "Boa noite". E aí eles foram Pensando, cara, nunca
vi. A gente sempre passa por essa trilha aqui. Aí na volta eles passaram o mesmo lugar, não tinha mais a vida. >> Aí eu cheguei para ele e falei: "Cara, por que que Aí ele contou várias uma outra realidade, né, que foi criada ali, né?" E aí eu falei para ele, por que que você acha? E aqui a parte conecta com o teu trabalho. Eu perguntei para ele, por que que você acha que nessa região acontece tantas coisas assim? Aí ele Falou para mim, você já olhou pras árvores aqui da cidade? >> Ué. Aí eu
falei: "Pô, nunca olhei, mas não vi nada demais". Ele falou: "Você não percebeu que nas árvores tem umas fitas amarradas?" Falei: "Não". Eu falei: "Mas que que é isso?" Ele falou: "Isso é bruxaria, é feitiço, atrai essas coisas". >> Concluiu assim a história. Falei: "Meu irmão, aí faz sentido, né? Porque se seu trabalho é isso, né? >> Você junta a natureza com a ritualística humana, né? Consciência, a fé. >> Aí abre o portal, atraí você abre. É porque se você olhar para uma coisa se materializar, precisa de energia. >> Sim, >> né? Talvez essa energia
tenha tenha sido tirada da natureza, justamente dois elementos da natureza, os minerais, da falhas geológicas, do campo magnético e a intenção sua de fé de fazer algo manifestar pode estar criando essa Porta. Então você tem todos os ingredientes para acontecer. >> Uhum. Então acho que assim, independente se você tá chamando de saci, de boitatá, de mãe do ouro, de demônio, de rakas, >> cabco d'água >> de caboclo d'água, de jei no caso japonês ou extraterrestre, no caso dos ufólogos, é a mesma entidade que simplesmente tá vestindo diferentes máscaras, máscaras e se materializando aqui com algum
objetivo que a gente Ainda não sabe exatamente qual que é. Eh, em alguns fica claro que é uma obhabolente, né, de fazer mal o ser humano se alimentar dele. Em outros parece que é uma observação, algo neutro. Em outros parece que é positivo. A gente tem algumas curas sendo feitas, mas eu acho que sempre quando chega um ser com muita conversinha, como se fosse aquele invidador de carro, que o carro é porcaria e ele vem como se fosse um estelão natário espiritual te Convencendo que ele é um ser do bem, eu sou as taxeran v
aqui para salvar a humanidade e te dá uma previsão que nunca acontece. O Chan é ótimo nisso. Ele sempre vem e fala que o fim do mundo vai ser em 2027, que você precisa salvar e chega 2030, não acabou ainda. E é como se ele quisesse te induzir mesmo para um para uma esfera de mentalidade, mindset negativos que vai acabar, meu Deus do céu, >> para poder te fazer parte do >> eh da seita dele, >> né? E e servir ao a >> virar um minion dele, >> virar um zumbi dele, né? Que é essas
teorias new age aí que vão aparecendo, né? de de comando asta e etc. Aí >> então esses seres vêm na forma de atá, independe do nome que você usar. >> Basicamente são seres, entidades que estão sendo manifestados talvez com uma inteligência superior, essa sim que fica nas sombas e nunca se revela e que tá Trazendo a a vida. Isso aqui acho que o grande dificuldade do pessoal é que tá em casa perceber que e do ocidente como um todo, se você vai no Oriente, eles não tem dúvida que tem se eles podem se materializar aqui.
Quando você chega no ocidente, quando você fala mundo espiritual ou mundo interdimensional que seja, é o pessoal acha que é um mundo invisível, que não tem qualquer eh poder de manifestar algum material aqui. São fenômenos que deixam pegadas, deixam Mato amassado, deixam feridas, queimaduras, implantes, cortes, deixam cheiros. Então são fenômenos que fisicamente se fazem presentes e às vezes deixam até corpos e pedaços de naves aqui que a gente pode estudar. Eh, e às vezes eu acredito até propositalmente, né? Quem sabe se Varginha não foi justamente um experimento dessa inteligência, né? para poder eh criar no
futuro da poois de 30 anos alguma espécie de consciência ou Com objetivos também de colocar a cidade num ambiente mais negativo de que demônios estariam entrando na cidade. Eu não duvido que os religiosos tiveram uma um papel fundamental nessa contenção dessa ideia, porque se eu fosse líder de uma religião, eu não gostaria que na minha comunidade essa ideia de que demônios estão se manifestando proliferasse. >> Entendi. >> E eu atuaria no acobertamento junto com O exército. Então acho que isso pode ter acontecido também como um bem maior, proteger o bem maior. Assim como o exército
protege a segurança nacional para não causar pânico, talvez a religião também tenha esse papel de tentar conter. Porque se existe um fenômeno que pode se materializar de acordo com a sua fé e você acredita que só existem demônios e que se eles são maus, você cria uma autoridade para eles começarem a aparecer aqui. E se uma toda Uma cidade tá nessa mentalidade que realmente eram demônios, você pode inclusive tá abrindo a porta para ele. Então, às vezes, eh, pode estar acontecendo isso, né? A religião tendo um papel de contenção nesse tipo de fenômeno. No livro
de Elisondo, que é o livro do imminente, ele fala que tem algo para acontecer. É, >> e essa revelação tá acontecendo lá nos Estados Unidos, os oficiais do Pentágono falavam para ele: "Você não sabia que Isso aí são demônios e que se você ficar falando nisso na mídia, eles vão abrir uma porta para eles se manifestarem por conta disso. Se todas as pessoas acharem que são demônios, você abre uma porta de autoridade para eles entrarem aqui." >> Eu pensei num outro lado. Vamos imaginar que uma pessoa que tá sendo atormentada por essas entidades há anos
e ela morre de medo de falar sobre isso para não ser ridicularizada. Às vezes, se ela conversasse com alguém Que tem esse entendimento e o cara falasse, uso o nome de Jesus que vai funcionar, ela poderia receber uma ajuda também, né? >> Esse é o mais importante. A mensagem importante é essa da segurança, você sempre ter a fé que algo vai te proteger, porque assim nada pode te pegar. >> Sim. >> Nada pode afetar você. Não importa se o nome que você usa é demônio, seja Estratégend do nome que você tá usando. >> Sim, >>
tem vindo seres negativos aqui fazer coisas malevolentes com as pessoas. Às vezes até para ele não é mal, é só o o serviço dele igual quando a gente mata uma galinha ou um boi para comer, né? >> Mas >> no nosso na nossa visão é prejudicial, porque eu não quero ser esquartejado para virar comida dos outros, né? >> Quero virar churrasco. Então se a pessoa Tem uma fé e uma proteção em algo, é impossível dessas entidades pegar. Acho >> Então acho que era legal a gente depois se você quiser ver a gente no antes de
terminar dar uma dica pra galera de que tá sendo atormentada por essas coisas. como se proteger, né? Que que você sugeriria? Que que você faz para se proteger, já que você cutuca também, né? O B >> é a pessoa tem que ter fé em algo, ela tem que acreditar em alguma religião e Ela vai procurar a religião que mais, todas as religiões tm uma forma de proteção. >> Mas você tem uma prática diária, alguma coisa constante que você faz? >> Sim. E eh geralmente quando eu vou pra vigília eu faço jejum, >> tá? >> Né?
Eh, >> você sente que isso aí te fortalece? >> Eu vou para para Atacama em época de Quaresma. Quaresma eu faço jejum de 40 Dias, né? Só se alimentar de dia, de noite eu tiro, tira carne vermelha, de noite eu nem como e nem bebo água. Nem água eu bebo de noite. >> Então acho que isso ajuda. Eh eh claro que as pessoas tm as condições de saúde delas, então nem todo mundo pode fazer isso, né? >> É acompanhar com seu médico aí. >> Eh tem que ter oração e você tem que acreditar que a
oração vai te proteger. Você tem que procurar uma religião em que você acredite. Não adianta nada se virar católica e não praticar. >> Católico não praticante, >> só nominal, né? católico não praticante é uma pessoa que não acredita naquilo e não tá praticando e, portanto, não vai ter a proteção que ela precisa. >> Uhum. >> Porque ela não tá com aquele mindset de de de tá conectado com algo superior. >> Entendi. >> Ela tá afastada, né? >> Sim. Ela não tá não fez o link com essa força. >> Você tem que tá com esse mindset
de proteção. Eu sou protegido. Sou protegido. Antes de dormir, fazer oração. Porque antes de dormir é quando esses e à noite são quando esses seres a maior parte da depressão das pessoas e a tristeza vem na noite. >> É >> porque de noite é que vem essas Influências desses seres. >> É, entendi. >> Quando o sol cai sim, quando o sol cai, esses caras aparecem. Entendi. >> Então, é de noite que as pessoas têm que pedir essa proteção, pedir eh para que algo as afaste essas inteligências e quando dormir, principalmente porque quando você dorme, você
se conecta com o mundo não dimensional dessas criaturas. >> E você vai ter uma paralisia do sono que depois evolui, evolui para uma abdução Que depois evolui para um implante, que depois evolui para um córte, depois evolui para uma posição demoníaca, é o controle total da mente da pessoa, né? >> Daqui a pouco o cara tá no hospício, né? >> Daqui a pouco cara tá no hospício. Então você tem que, é que nem doença física, né? você tem que tratar no começo o câncer, fazer a quimioterapia para não evoluir e cortar aquele mal pela raiz,
né? Então, a proteção contra esses seres que para mim eh são seres não exclua Possável seres existirem seres físicos que vêm de outro universo ou de uma caverna, mas eu acho que a maior probabilidade é que sejam seres não físicos se manifestando material materialmente aqui. E para seres não físicos, a essência não física, a proteção é não física. Não tem jeito. >> Então eu já dou a dica de procurar, né? Eu sei que o Ron também tem a religião lá. Ele ele tem uma fé semelhante à Minha. Mas eu já vou ser explícito para mim,
cara. Você acorda e você fala assim: "Eu entrego minha vida para Jesus. Eu declaro que a minha casa é de Jesus. Eu não aceito nada do mal aqui na minha casa. Eu abençoo meus filhos, minha família, minhas finanças, minha saúde, em nome de Jesus. Você vive uma vida correta, anda conforme os caminhos do Senhor. Não vive pecando, né? Oiando, mentindo, roubando, adulterando, né? fazendo cobiças e tal, humanas, isso vai Te deixar totalmente protegido. Então, minha sugestão, eu faço isso, já conversei com Vilela várias vezes sobre isso. Eu acordo, primeira coisa, nem eu tô em jejum,
não tomei café ainda, eu pego o meu caderninho e começo a escrever os decretos. Eu decreto bção sobre a minha família, a derrota de qualquer plano satânico, diabólico contra nós. Abençoo minha área financeira, saúde física, saúde emocional e tal. Vou vou decretando as Coisas e deixa o caderninho aberto ali para qualquer bicho desse aparecer, falar: "Poxa, o cara já ele já liberou a >> E eu acho que e eh você falar e escrever tem uma força muito maior. >> É muito bom, né? >> Nesse mundo não físico". >> É do que só mentalizar, ficar imaginando,
né? Porque você estabelece aquele sigilo, aquele contrato. >> Isso, né? Isso é faço isso. Eu escrevo o livro dos decretos, dia segunda-feira, Dia 9 de de fevereiro e começo p, tá? É como se fosse um contrato, né? Uma lei, uma declaração, né? Porque dentro da minha casa e na minha vida eu tenho autoridade. Então, decreto na minha vida, minha casa, minha família, faço isso todo dia que eu acordo e eu abençoo à noite também, né? E aquilo e você escrever mentalmente reforça na sua consciência que aquilo virou verdade, se materializou. Isso. >> E é por
isso que muitos rituais o Pessoal faz na feitiçaria tem que pegar o o já negativo, >> é o cabelo da pessoa, >> cabelo da pessoa com a asa de morcego da Noruega, >> é foto >> com a coisas que são difíceis para justamente você é tão difícil conseguir que mentalmente você vai estar com mais sé que aquilo vai funcionar, >> a tua fé fica >> então escrever é justamente isso. >> Isso >> eu tô escrevendo para poder estabelecer na minha mente que aquilo é real, se tá escrito, é físico, nada pode me afetar. Uhum. >>
Tem muito mais força do que você só pensar. >> Isso é, eu faço isso. Então a dica pra galera, né? Aí o cara fala: "Pô, meu dia hoje foi horroroso vê se acordou, não decretou nada, não falou nada". O bicho teve autoridade para agir lá, Independente que bicho é esse, né? >> Sim, sim. >> Então a minha sugestão para vocês aí, cara. >> Eh, e vamos fazer uma oração depois, né? >> Bora. >> Eh, antes você tem que falar alguma coisa, não tem? Ô, ô, ô, Romer. >> É isso aí, né? >> Fale então. Chegou
a brilhar. É, >> chegou. Se você chegou no final desse papo e ainda não deu o seu like, cara, Você tá aí panguando, então deixa o seu like. >> Seus olhos estão estranhos, cara. Você não é um ET não, cara. Tá estranho. Olha, então >> não é, cara. Hipnotizando aqui, >> não. Tá, tá meio irritado. O que que é? Tá meio. >> É porque eu tô com a lente, né? Hoje eu tô só com a lente. Aí >> é desculpa do alienígena. >> Então o que ele falou, curte, se Inscreve no canal. Estamos chegando perto
dos 6 milhões aí, né? >> Isso. Agradecer também a nossa patrocinadora, a Insider, que tá sempre aí com a gente, né? Exato. Link na descrição, Qcode na tela para usar o nosso cupom e ter descontos incríveis. E o que que o pessoal escreve nos comentários para provar que chegou até o final desse desse dessa conversa? >> Para provar que chegou até o final, coloca aí efeito Ricardão. >> Efeito Ricardão. E todo mundo vai saber. E quem não souber vai ter que assistir a live. >> Cara, se arrependeu de ter mandado aquela mensagem. >> Pois é,
Roni. Redes sociais. E lembrando que o filme então sai quarta-feira. >> Quarta-feira. Eh, face oculta de Varginha. poder de rituais, vai mostrar toda a parte da pesquisa que foi ignorado durante muito tempo, eh, e que as pessoas vão poder montar seu próprio Quebra-cabeça, né, com os elementos que eu coloco ali do que pode ter acontecido. >> É, cada um interpreta, né, >> lá lá em Varginha, vai tá no na área de membros do meu canal, eh, Rony Vernê aqui no YouTube, só colocar aí. E para o o outro documentário meu, primeiro que tá gratuito para
todo mundo é Fenômenos na Amazônia, Encontros Indígenas, que já tá livre aí no YouTube, só colocar na busca aí. E vocês me encontram também no No X. Ron Vernet, tem o Instagram, canal Rony Vernê. Eh, e é isso. >> Documentário libera já de manhã ou é só à noite que você libera na quarta-feira? >> Vai ser à noite. Vai ser à noite. Pessoal comendo a pipoca aí na quarta-feira à noite. >> Ah, legal. A partir das 8 mais ou menos. >> 9 da noite já vai est liberado. Aí, esquece o futebol e vai pro pro
conhecimento que é melhor. >> Aí sim. Show de bola. Vilela, tive uma Ideia aqui para chamar a galera pra Arca. >> Mande. >> Eu quero perguntar pro Ronnie, mas vai ser só lá na Arca. Qual foi a experiência mais sinistra que ele já ouviu e aquele mais sinistra que ele já viveu? >> Viveu. >> Vamos conversar isso rapidinho na arca. Pode ser. >> Pode ser. >> Então como é que a galera faz para assinar? O link tá ali, né? Tem link code na tela e link na tela. >> Podemos. >> Podemos. >> Então é isso,
galera. Abraço. >> Termine com uma >> uma oração. >> Senhor Deus, muito obrigado, Pai, por essa conversa. Eu tenho certeza que foi de grande esclarecimento para todos aqueles que têm essa curiosidade, que já Viveram isso. Eu abençoo a vida do Ronnie, pai, guarda o teu filho no esconderizo altíssimo, na sombra do onipotente, que nem uma arma forjada contra ele possa prevalecer, porque eu declaro que ele é mais do que vencedor em Cristo Jesus. E eu te peço, ó Pai, se tem alguém ouvindo esse essa esse programa que teve experiências, traumas, coisas negativas relacionadas a isso,
eu abençoo a tua vida, a tua a tua consciência, a tua mente, que você saia Do espectro do medo e que receba a alegria do Senhor, que é a nossa força, que você receba um toque do Espírito Santo aí onde você tá, para que você saia desse quarto escuro e vá até a luz onde habita o Senhor e você esteja completamente protegido ou protegida pela sombra do Altíssimo. Assim eu declaro e decreto em nome de Jesus. Amém. >> Amém. >> Valeu, Vilela. Valeu, Ron. Prazer Enorme, pô. Que alegria. >> Valeu demais. Aí obrigado todos vocês
que estiveram com a gente. Fiquem com Deus. Beijo no cotovelo e tchau. As opiniões e declarações feitas pelos entrevistados do Inteligência Limitada são de exclusiva responsabilidade deles e não refletem necessariamente a posição do apresentador, da produção ou do canal. O conteúdo aqui exibido tem caráter informativo e opinativo, não sendo vinculado a qualquer compromisso Com a veracidade ou exatidão das falas dos participantes. Caso você se sinta ofendido ou tenha qualquer questionamento sobre as declarações feitas neste vídeo, por favor, entre em contato conosco para esclarecimentos. Estamos abertos a avaliar e, se necessário, editar o conteúdo para garantir
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