He. [música] [música] Boa noite, pessoal. Tudo bem com vocês? Eu sou mediadora Denise e eu vou estar aqui com vocês pelo chat e estou também lá no estúdio para responder as perguntas de vocês, tá bom? Vou tá chamando aqui a professora Corina. Hoje nós estamos na nossa terceira aula, né? Tudo bem, professora Corina? >> Olá, Denise. Boa noite. Boa noite a todos. Sejam sejam bem-vindos para mais um encontro, né? Mais uma aula, nossa terceira aula saúde coletiva. Sejam todos muito bem-vindos. >> Professora, fique à vontade. Boa aula. Estou por aqui, tá bom? >> Muito obrigada,
Denise. Ótima noite para todos. Sejam bem-vindos. Então, para quem está começando hoje ou que, né, tá iniciando o seu primeiro dia, sou a Professora Corina Fernandes, estou com você na Unidade Curricular de Saúde Coletiva e nós vamos seguir aqui o nosso conteúdo, né, da aula de hoje. Vamos concluir hoje o nosso primeiro módulo. Olha que nós caminhamos, né, juntos aqui. Então, já estamos aqui indo pro nosso eh o nosso primeiro módulo concluído com sucesso. Vão colocando aqui de onde vocês são. Uma boa noite a todos e a gente vai Seguir aqui, né, com o nosso
conteúdo. Vamos projetar isso. Então, vamos lá pra gente começar. Sejam bem-vindos paraa nossa aulinha de saúde coletiva. Estamos na nossa terceira aula, tá? E hoje a gente conclui o nosso conteúdo. Então aqui no cinco, eu sempre gosto de trazer para vocês terem uma ideia, né, de tempo, de conteúdo. Então a gente hoje vai estudar sobre organização dos serviços de saúde no Brasil. Então, a Gente finaliza o módulo um. Hoje conseguimos ver todo o nosso conteúdo do primeiro módulo. Então, conseguimos, né, aí cumprir com os nossos os nossos temas, os nossos conteúdos. E hoje a gente
vai aprofundar um pouquinho mais para entender essa dinâmica, né, da organização do serviço de saúde, entender um pouco mais sobre, né, a nossa participação enquanto profissionais de saúde, pensando nas nossas áreas de atuação, né, da Importância do profissional de saúde como educador em saúde, como agente de transformação social. Então, começando o nosso assunto de hoje, né, a nossa meta de aprendizagem é conhecer esses modelos de atenção à saúde no Brasil. Então, é tentar entender pensando na história do nosso país, né, de todas as transições que aconteceram aqui, das grandes mudanças, né? Então, pensar na atenção
à saúde Como sendo uma atenção integral, uma atenção que ela é voltada para todas as fases da vida, pensando na mulher gestante, no bebê quando nasce, na criança, no adolescente, na saúde do homem, na saúde dos vovôs, das vovós, da população idosa, né? pensando na população com deficiência. Então essa é a ideia de apresentar para vocês, né, as nossas frentes de atuação pensando nessa atenção integral. O que é Falar de atenção integral, professora? é falar sobre a atenção voltada para todos os níveis de prevenção, pensando na atenção eh que a gente deve ter como profissional
de saúde, em promover saúde, né? O que que é uma promoção de saúde? é uma eh são ações, né, que a gente realiza pensando eh no cuidado que a gente tem que ter com relação à nossa alimentação, com relação às atividades de vida diária, com relação ao nosso trabalho, à Saúde mental, com relação a saneamento, relação à comida, alimentação, em relação a ao acesso aos serviços de saúde. né? Eu contei um caso eh recente, né, que na verdade, né, tive essa essa experiência, né, e contei um caso recente de muitas pessoas, né, que às vezes
estão na fila quilométrica, né, do SUS para poder ter ali um procedimento, né, passar por de repente uma substituição de uma prótese, Né? Então ali tão passando uma fila para esperar um exame. Então é isso, não é só ter o acesso ao serviço, mas é conseguir de fato eh vivenciar, né, ali o que ele precisa, o que a pessoa precisa. Então, pensar que a promoção de saúde ela é voltada para o cuidado nosso de lazer, alimentação, saneamento básico, eh transporte público, acesso aos serviços de saúde, eh atividade física. Todo mundo já se Matriculou aqui para
fazer alguma coisa, né? Todo mundo já mudou a alimentação. É verdade ou eu tô mentindo? Todo mundo tá sentado de maneira adequada para assistir a aula, né? Então, a ideia é olhar com o cuidado que a gente deve ter. E aqui vocês estão se formando. A educação começa dentro da casa de vocês, né? E aqui quando a gente pensa no sistema de saúde brasileiro e na construção dele ao longo do tempo, eh importante trazer para vocês as quatro Fases, as quatro principais fases que a gente passou, né, e que estamos aqui vivenciando no momento atual,
tá bom? Eh, e aí a gente entende que no passado, tá, eh, o nosso olhar, eh, enquanto profissional de saúde, ele era voltado para um cuidado de doença. Então, era uma pessoa que adquiria alguma coisa, alguma doença e ela então procurava um serviço para se tratar, tá? para cuidar da saúde dela, na verdade Para restabelecer a saúde dela, porque a saúde dela tinha, né, ela tava doente já, então já não tava com saúde. Então, eh, o passado a gente ia num posto de saúde para tomar vacina, para imunização, né, para proteção específica. E aí o
cuidado era voltado para tratamento, as pessoas iriam para prontos pronto atendimento, para hospitais, né, para médico, porque de fato eh era um um olhar clínico, médico Assistencialista, né, de tratar ao invés de prevenir, tá bom? E aí, eh, esse sistema, ele passou por quatro fases. Vamos pensar ali em entender isso ao longo do tempo, tá? Antes a gente tinha inicialmente o sanitarismo campanha campanhanista, né? Campanhista, perdão. E o que que era isso, professora? Na época, né, ali dos portos, lá no passado, né, a gente tinha as campanhas que eram feitas nos portos. Por quê? Porque
os portos eles recebiam, né, era onde tinha as comercializações. E o problema do do sistema portuário era que tinha que ter saneamento para evitar a proliferação de doença, de rato, de bicho, de inseto. E por quê? Porque lá era entrada e saída, né? E aí eles fiz eles fizeram essas campanhas, né, de saneamento pensando em minimizar a doença para evitar que as pessoas se contaminassem e tivessem mais controle e evitassem o adoecimento. Foi quando teve Esse olhar, sabe? Não, não vamos deixar adoecer ninguém aqui, não, tá? E aí eles fizer faziam campanhas de prevenção, né?
Então foi quando começou a desenvolver essa ideia. Por quê? Porque o povo ficava doente, porque o foco era doenças infectocontagiosas e que aconteciam muito nos portos, né, principalmente ali. Por quê? Porque tinha baixo saneamento, era um movimento muito grande, o comércio, né? E aí a gente tem o período de transição, que É essa mudança que teve, né, ali do cuidado. Então, passou por várias transformações, né, na sociedade. a gente tem essa mudança também eh pensando eh no aumento da população nas cidades, nos grandes centros urbanos, povo saindo das roças, né, da ali da atividade mais
agropecuária. Então isso foi mudando e aí depois começou a privatização, né, as indústrias, o o tipo de modelo de trabalho mudou. Olha lá aí a Mariana, Eh, várias doenças, né? Então, a varíula, né? Então, teve várias doenças infectocontagiosas, tá? Então, tá tendo que mudar minha alimentação, professor. É isso, né? a gente precisa aí conscientizar vocês. Tem milhares de alunos, então se vocês melhoraram já significa que vão conseguir modificar também dos seus pacientes, das pessoas, né, com quem vocês trabalham, os clientes de vocês, tá bom? Eh, e então a gente tem esse Modelo médico assistencial privatista.
Então aqui já começa a ter a privatização, né? Começa a ter o modelo médico assistencial. E aí, bom, aí o foco é tentar falar: "Olha, vamos mudar essa forma aqui pra gente minimizar afastamentos das pessoas que trabalham. Vamos mudar eh a forma, né, de abordar, né, eh, a população. Vamos tentar eh fazer um sistema que ele atenda todas as camadas Da população, que ele seja, né, de maneira igualitária. E isso começou com a reforma sanitária. A reforma sanitária, ela teve origem lá na Itália e aí depois teve como se fosse, né, aqui no Brasil, baseada
na reforma sanitária que teve lá na Itália, onde o foco era, gente, gasta-se muito quando o povo fica doente, é muito gasto, é medicação, é tratamento, é médico, é afastamento. Vamos mudar essa abordagem, vamos fazer Um cuidado integral. E aí o cuidado integral, pensando nesse modelo plural, envolve as redes de saúde a partir de um sistema único, que foi quando iniciou o SUS, né, o Sistema Único de Saúde, uma linguagem que seja universal, que seja de acesso universal, que seja de maneira igualitária, né, onde todas as camadas da população pudessem ter acesso. né? E aí
então criou-se esse modelo plural e o que que teve de influência Para fazer isso? Como eu falei, fatores econômicos. Então, iniciou, por exemplo, com a questão do da do comércio, com a questão ali da mudança do cenário econômico do país, onde teve a industrialização, teve o sistema portuário, chegada e saída de muita gente do mundo inteiro, que trazia muitas vezes doenças, né? Ou então eh, os portos, eles se não tinham saneamentos aqui próprio no Brasil, eles eram um local de adoecimento, né? Então Imagina aí ou o povo saía de lá da cidade, né, do mundo
deles lá do, né, do da região deles e vinham para cá e tinha muita, muita, eh, comercialização via navios, né? Então a gente precisava ter esse olhar e aí então precisava ter saneamento e além disso precisava ter um controle maior eh de maneira preventiva. Aí então a gente tem, né, ali um cuidado de saneamento, pensando na questão econômica, principalmente dos portes. Aí depois aí Tem agropecuária, aí depois tem, né, o crescimento populacional nas cidades. Aí nas cidades o que que acontece? começa as indústrias, aí começa o superpoamento e aí tem que ter uma mudança. Aí
o só que o que que acontece nesse período, né, nesse meio tempo, a gente tem as vacinas, o avanço das vacinações, né, do controle das doenças infecto contagiosas, mas a gente tem o aumento das indústrias, o aumento dos trabalhos, das jornadas, né? E aí o povo começa a Adoecer. Por quê? Por causa da jornada de trabalho, por causa do tipo do trabalho, por causa eh dos fast foods que vieram aqui para cá, né, dessa eh globalização. Então, veio pro Brasil muita coisa de hábitos, né, ali dos americanos. Então, mudou a questão alimentar, né? O povo
eh mudou de fazer exercício. O as crianças de hoje em dia, elas fazem muito mais brincadeira e de maneira digital, né? Usando tablet, computador. Eh, que mais? Eh, que a gente tem ali? Uso do celular, né? gamificações, gamificações. E aí as crianças também hoje t aumento da obesidade infantil. Por quê? Porque ninguém mais vai pro parque, ninguém mais brinca de amarelinha, ninguém mais corre, joga queimada, né? E é o que a gente fala de transição epidemiológica, né? A transição epidemiológica é um Marco na saúde, onde a gente tem o declínio das doenças infecto contagiosas e
o aumento das doenças crônicas. E aí vem o diabetes, vem hipertensão, vem obesidade, vem as artrites, vem as artres, o povo tudo se queixando de alguma coisa, problemas posturais e aí o povo tudo tá na faculdade, tá na escola com escoliose, com dor nas costas, o povo fica agora tudo digitando. E antes isso era as doenças ocupacionais relacionadas ao trabalho chamadas Dortes, né? as lesões por esforços repetitivos, que era, por exemplo, a digitação, e as doenças ocupacionais relacionadas ao trabalho, uma depressão, burnout, problemas de coluna, doenças cardiovasculares. E aí, pessoal, o que que acontece hoje?
Hoje tem, né, a o aumento, né, das doenças, a incidência aumentada das doenças crônicas, problemas cardíacos, hérnea de disco, tá? Eh, tudo isso, né? E aí problemas graves de saúde mental. Então, a gente tem até 2030, é quase uma epidemia de depressão e ansiedade. Então, assim, se demora eh uma hora para responder, vocês já estão ansiosos, [risadas] né? Se demora uma uma hora para responder, já tá atrasado. Então, é isso, é essa velocidade da informação, é essa velocidade das exigências e a gente precisa minimizar isso, né? tentar realmente eh Ter esse olhar, porque qual que
é o impacto disso? Antes, pessoal, a incidência de síndrome do túnel do carpo, que é uma compressão do nervo mediano que passa aqui, que muitas vezes, né, inflama e comprime. E aí o que que acontece com as pessoas? Elas têm dificuldade para movimentar as mãos. Isso é por causa de problema no trabalho, muitas vezes, né, de de atividades laborais, sedentarismo que leva, né, a problemas cardiovasculares, Eh depressão. Então, pessoal, a fibromialgia, tanta coisa. E aí o que que acontece, gente? É, é muita criança hoje com obesidade, é muita doenças eh de saúde mental, né? é
TDH, é problemas de eh ansiedade infantil. Por quê? Porque ninguém é só celular, né? É tudo é tudo eh é internet, então o pessoal não se movimenta mais, eles não fazem mais nada. E aí depois desenvolve um burnout, né? Começa com uma simples ansiedade, Essa ansiedade aumenta. Então o autismo, né? O autismo hoje, nossa, tem campo de atuação para todo mundo. Porque qual que é a questão hoje? É que antes o diagnóstico ele era tardio, hoje a gente tem o diagnóstico precoce, graças, né, ali a esse avanço que a gente teve saúde, né? Então hoje
a gente tem realmente ali, né, um um foco muito grande no diagnóstico precoce. Então eu tô falando tudo isso, pessoal, para tentar entender para você, para mostrar Para vocês a importância que todo mundo aqui tem, né? Então, desde criança a idoso. E por que que eu tô falando isso? Por causa da incidência cada vez mais precoce desses problemas eh de gente que eh eh acaba indo para muito eh eh identificar isso muito tarde, né? a muito muito tarde e aí isso leva comprometimentos que às vezes fica difícil depois de reverter, tá? Então aqui a gente
tem o sanitarismo campanha campanhista, né, que ele teve início ali Por volta do século XX e ele foi até por volta de 1945. Então, como eu falei para vocês, o principal objetivo desse tipo de estratégia em saúde era o saneamento, tá? E aí, nessa época o foco era a economia ali, pensando nas exportações, né, eh, na agricultura, eh, a ideia do do controle das doenças era a prevenção e o saneamento por conta do comércio que acontecia nos portos. E aí tinha uma incidência muito grande, Né, de doenças ali infecto contagiosas, que era o foco até
acontecer, né, ali a mudança da da transição epidemiológica, tá? Então, o foco era o combate das endemias, né, daquela ocorrência em períodos específicos ou em regiões específicas, né, de doenças e muitas vezes o aumento ali e em que dava, né, a partir de surtos e aí depois tinha, né, esse avanço paraas endemias e se não controlassem as endemias, né, nessas Regiões específicos ou em épocas específicas e a a acontecia as epidemias, né? E aí a gente tem, né, essa esse controle eh nas cidades e também nas regiões, né, ali rurais, tá bom? Eh, a assistência
nesse período, ela era privada e tinha um caráter mais assistencial, né, ali num âmbito social e hospitalar. Então, as pessoas ficavam doentes e elas iam procurar tratamento, atendimento clínico, né? E aí, então Nessa época para tentar combater um povo que ficava doente, muitas vezes por conta, né, ali da falta de saneamento ou por conta, né, do sistema portuário, né, das doenças relacionadas ali aos ambientes, o pessoal falou: "Não, a gente precisa tentar mudar esse perfil, né?" E aí, então a gente tem o início das ações de saúde coletiva, que é tentar pensar, repensar esse modelo,
né, assistencial ali hospitalar para tentar melhorar a qualidade de vida das pessoas E da população e evitar as endemias. E aí a gente tem então a criação nesse período dos institutos de previdência e os institutos de aposentadorias e de pensão, que é os IAPs, né? E aí esses então eles têm esse cuidado para essas pessoas. Então eram centros, né, ali, institutos que de fato tinham esse olhar pensando na saúde dessas comunidades, né, dessas populações, tá bom? E aí, eh, o período, né, de transição, ele acontece ali por volta de 1945 Até 1960, tá? E aí
esse período ele vai corresponder ao pós-guerra e à crise previdenciária. Só que aí o que que acontece com pós-guerra? Muitas pessoas desenvolveram problemas psiquiátricos, muitas pessoas eh tiveram amputações, muitas pessoas tiveram eh eh comprometimentos físicos e que tinham a necessidade de um tratamento mesmo, sabe? Ali aí a gente pensa na, né, no povo da enfermagem, né, nos médicos, né, Eh, assistência social. Então era um foco mesmo pensando na recuperação de pessoas que tinham sido afetadas, né, ali ou a população em relação ao a problemas, né, ali de de restrição, né, de perda de autonomia. Eh,
muitas vezes essas pessoas elas eh não conseguiam retornar paraas suas atividades, né, laborais. Então, os resgates, né? Então, assim, era muito, eram problemas físicos, eram Problemas mentais. Tem até alguns filmes, né, que a gente eh vê isso, né, de pessoas que tem até uma série eh vou tentar me lembrar aqui o nome para passar para vocês, que fala sobre é um soldado, né, que é o eh falando sério, eu acho que é falando sério a série. Depois eu confirmo para vocês, tá bom? Eu gosto sempre de dar algumas dicas, né, de de filmes ou de
séries para vocês, tá? para vocês poderem assistir é falando a real. Então, nessa série Falando a Real conta várias passagens, né, de profissionais de saúde. Então tem ali, né, o pessoal que é da psicologia, né, que são algumas abordagens e contamí uma das pessoas é um rapaz, né, que volta da guerra, né, ele e ele tem vários problemas, né, então vários vários problemas, então ali de sociação de socialização, problema no na família, porque ele é diferente de como ele foi, né, eh Para lá Então, eh, o resgate mesmo, né, ali dentro do ambiente familiar. Então,
para vocês que trabalham com saúde, vocês têm que entender que vocês não tratam e vocês não tem uma abordagem só de quem vai ali fazer um exame. É um contexto familiar, né? Então, várias pessoas, né, ali, eh, é que vocês vão ter que lidar, né, com a família do paciente, né, profe, assisti o filme que você indicou semana passada, gostei muito. Que bom, Dayane, Excelente. Que ótimo, que bom, viu? Depois, se o pessoal quiser colocar aqui, tá? Eh, vocês podem colocar algumas indicações. A teoria de tudo. Muito bem, Larissa. teoria de tudo. Que bom que
vocês gostaram. Falando a real é uma série, tá? E eu tô gostando bastante. Eu já tô acho que na segunda temporada, então lá fala de vários aspectos, né? E assim é super leve a série, né? Então fala várias abordagens, né? Então tem casos, Várias vários casos lá para se você quiser estudar, né? Sobre um pouco, né? De casos diferentes, né? De pacientes ali. Eu acho bem legal, viu? Boa noite para todo mundo. Então, tô dando aqui algumas dicas. Isso é uma série. A semana passada foi indicação de filme que foi a teoria de tudo, né?
Então, para quem quiser assistir, né? Olha que legal, assistir a teoria de tudo no sábado. Então, vão vão colocando aqui as percepções de vocês, tá? Eh, que era do A teoria de tudo, né? fala, né, sobre uma pessoa, né, que a gente tava estudando na semana passada, né, sobre o impacto, né, eh, né, de de como que isso aborda dentro do contexto ali que a gente tava estudando, pensando nas atuações, né, de de saúde. Então, foi muito bacana, né, o filme é um ótimo filme. Isso mesmo, né? Que bom que vocês gostaram. Já se Maira,
né? A série, eu acredito que seja do da Apple, eu acho que tá na Apple, não sei se na tem na Netflix. Depois vocês vão pesquisando aí, vão ajudando o povo aqui a pesquisar. Gente, o filme é a teoria de tudo, a teoria de tudo, tá? Eh, e aí depois tem hoje que eu tô indicando, é falando a real, falando a real, a teoria de tudo e falando a real. São muitos casos, gente. Aí, esse que eu tô contando aqui, porque eu tô dando um exemplo, né, de pós-guerra e é o que tem lá. Então,
é um rapaz, né, que tem um problema no contexto familiar e aí ele Precisa ser reinserido na família. Então, tem várias abordagens, né, que eles trabalham lá, né, com a parte da psicologia e aí conta todas essas histórias. Então, é muito legal para ver os dilemas, né, para para saber sobre pessoas, né? A gente tá aqui para cuidar de pessoas. Então vocês têm que gostar de pessoas, né? Então não pense que fazer, né? Aqui o curso da saúde que vai ser sobre você, né? Eh, Então, eh, basicamente depois se alguém tiver alguma dúvida, eh, eu
peço aqui para vocês, eh, deixarem, né, aqui as perguntinhas que depois eu vou eh respondendo, tá? aqui o o IAPs, né, que é os institutos, né, ali de aposentadoria de previdência, tá, pessoal, que é esse daqui, ó, que eu coloquei aqui, ó, os institutos de aposentadoria e de previdência, tá, de pensão para os trabalhadores daquela época que o foco era voltado, né, muito Para essa questão ali, né, de trabalho, né, de afastamento, de adoecimento da população, principalmente a população que trabalhava, tá, nesses portos, nas indústrias, né, perdão, nas na agropecuária. E aqui a gente tem
então esses institutos, né, de aposentadoria e de e de pensionatos, né, ou de pensões voltadas para os trabalhadores. E aqui a gente tem a criação do Instituto Nacional, tá? Que é para essas pessoas, né, e ter esse cuidado pra gente poder, Aqui é o Instituto Nacional e aqui o IAPS é o Instituto de Aposentadoria. né, que é esse daqui, ó, Instituto de Apesentadoria e de Pensão, tá? E lá a gente tem então a criação do Instituto Nacional, tá? E aí é quem cuida disso tudo, que a gente vai então ter esse olhar, né, pensando eh
nessas pessoas, né, na reinserção, na questão social, na reintegração, tá bom? E aqui a gente tem, né, na sequência, Né, um modelo médico assistencial privatista. Esse modelo, ele foi implantado entre o período de 1960 e o período de 1980, tá? E ele, o que que ele tem? Então, a gente tem aqui, né, um modelo que ele é voltado para a pré prática médica curativa. Hum. Aí o que que acontece aqui? Bom, então a gente tem um modelo lá que eles tentaram fazer que é a imunização para melhorar a imunidade das pessoas. Aí o que que
Acontece, né? Só que a gente tem aqui o foco de 1960, 1980, essa mudança do cenário de adoecimento da população. E aí o que que acontece? O foco ele por conta das indústrias, dos grandes números de afastamentos, né? As pessoas tinham várias doenças, muitas vezes associadas com o trabalho delas, um alto nível eh de afastamento, de eh invalidade, de invalidez, né? De sequelas. Então, às vezes mexia com máquina, né? mexiam com Transportes, com maquinários e aí tinha muita amputação, sabe? E a gente tá no módulo um, tá gente? Na última aula do módulo um. E
aí o que que acontecia? Esse pessoal começou a ter doenças, doenças relacionadas com a ocupação, né? E aí a gente tem então esse foco, né? ali pensando em pessoas que adoeciam e que tinham a necessidade de intervenção, de tratamento, às vezes, né, o afastamento. Então aqui o foco não era a Coletividade, mas uma assistência, né, individual, tratar, então curativa, medicação, eh assistencialista, precisava passar por especialistas, então às vezes, né, passava pelo médico ortopedista, cárdio pulmonar, nessa época tinha as mineradoras, né, que ainda temos, mas aí mudou um pouco, né, as as normas regulamentadoras, né, pro
trabalho. E aí então a gente tem esse olhar hoje, né, pensando nos EPIs, né, nos Equipamentos de proteção, né, individual e coletivo. E aí pensar, então, só que isso foi uma resposta, gente, foram ações implantadas por conta desse momento aqui que eu tô contando para vocês, tá joia? Então, o que que acontecia? esse povo, esse esse pessoal, né, as pessoas ou elas passavam doença de uma paraa outra ou então elas adoeciam por conta eh do trabalho delas, né? E aí isso, esse material ele é do do livro digital, tá bom? É o final dessa Unidade
aqui que a gente tá que a gente tá estudando. E a aula acaba eh 10:10, tá bom? E aí a gente vai ter hoje um quiz que a gente vai estudar juntos, a gente vai ter alguma eh uma atividadezinha no final, tá? Pra gente fechar esse nosso módulo aqui, com louvor, tá bom? E e então pessoal, aqui nesse momento a gente tinha esse esse problema. as pessoas adoeciam, precisavam passar por médicos especialistas e elas muitas vezes eram Afastadas, então ou passava doença ou então elas tinham problemas de amputação. Eh, e e muitas elas tinham a
necessidade de serem completamente afastadas. Então, entra em NSS, né, toda essa parte, né, de afastamento, né, de assistência social, a previdência social. E aí a gente tem a criação também, né, aqui do Ministério da Previdência e da Assistência Social. E aí a gente fala o seguinte: "Bom, e aí tá tendo muita queixa, tá tendo muito Afastamento, tá tendo muita eh pessoas com doenças crônicas e aí começa a ter, né, os problemas cardíacos, problemas eh ortopédicos. Eh, o que que a gente vai fazer então para melhorar isso, né? Esse olhar curativo, o povo adoece. por uma
pneumonia, por uma doença eh respiratória, que é o que eu queria falar, né? Eu, né, fui olhar aqui pro chat e esqueci, mas qual que é O problema das minerações, né, dessas indústrias que trabalham com cheiro? Muitas pessoas elas adoecem e começam a adquirir problemas respiratórios, né? E aí elas evoluem paraa bronquite asmática, né, para fibrose cística, né, para fibrose, para pneumonias. Então tem tipos de pneumonia que é por conta, né, de desses poluentes e a risco químico. Perfeito. Não sei qual que é seu nome, olha que legal. Obrigada. Risco químico. Então tem os riscos,
né, biológicos, os Riscos físicos, os riscos químicos, os riscos ergonômicos, né, relacionados ali a uma postura. Perfeito. Parabéns. Olha lá, uma pessoa falou: "Tenho asma, né, Rinite? e as doenças, né, ali, eh, que são relacionadas com o trabalho, os produtos químicos poluentes. E aí, gente, por que que tinha pessoa que adoecia por isso? Por causa dos EPIs, né, ou melhor, por falta deles. E aí, então, o que que a gente vai fazer para poder controlar Isso, né? Olha, para vocês verem a relação com as outras aulas, com biossegurança, com anatomia, fisiologia, né? Então tem que
ter esse olhar, né, ali, eh, que a gente fala, né, multidimensional. Então é pegar um montão de áreas do saber, né? E a gente então aplica aqui, né? pensando na saúde coletiva. Então, pessoal, em resposta a isso, a gente teve então esse atendimento coletivo e com a vigilância sanitária para tentar mapear os fatores De risco e propor ações e medidas que tivessem um olhar preventivo novamente, pensando que não é só mais doença efectocantagiosa, que é problema também ali da mudança do estilo de vida, do aumento da incidência das doenças crônicas, uma transição de diminuir epidemiologia
ali pensando nas doenças infectocontagiosas e ali, né, desse olhar da epidemiologia para mapear a partir da vigilância sanitária como as pessoas elas estão adoecendo, Né? Então, eh, tentar identificar os microrganismos e ter uma atuação em qual fase da doença, gente? em qual fase da história da doença? Tentar controlar qual fase da doença, da história natural da doença. Aonde é a história natural da doença que controla? Eita! Ó os meus, ó os meus alunos aqui chegando. Isso na atenção primária e na fase pré-patogênes. Gente, eu tô tão orgulhosa dessa minha Turma, meu Deus. Sem pensar que
eu tenho alunos espalhados por todo o Brasil, eu tô muito chique. Eu tô num orgulho da minha turma. Olha isso. No período pré-patogênes na atenção primária. Vocês estão de parabéns. Parabéns. Então, na atenção primária, a gente tem promoção de saúde e proteção específica, a prevenção a partir, né, dos exames periódicos e da vacinação. Anota aí que vai ter quiz. [risadas] Vai ter quiz. Então já vai anotando para você poder responder. Então a prevenção primária, o que que tem mesmo? Que que tem mesmo na prevenção primária, hein? Promoção de saúde e proteção específica, prevenção. Muito bem.
E na secundária? E na secundária? Meu sotaque é mineiro. Meu sotaque é mineiro. A gente tem na prevenção secundária o Diagnóstico precoce e o tratamento imediato, né? E aí já é o período patogênes, onde a pessoa já vai ter ali, né, a relação com algum estímulo, né, e aí a gente já vai precisar cuidar dela, né, na prevenção secundária. Muito bem, né? E a terciária, o que que é a terciária? Terciári é o tratamento, né, pessoal? Aí já tem manifestação clínica, né? Já tem ali tratamento que precisa ser feito. E aí a gente também já
tem ali, né, a o a O período patogênese, né? Então já tem a evolução da doença, a reabilitação. Olha que legal, o povo tá estudando. Parabéns. Muito bom. Lá os desfechos já trouxeram até os desfechos. muito bem a sequela, a morte ou a invalidez, né? E aí o objetivo nosso é tentar chegar e controlar isso para que não chegue, né, nesse nessa fase. Muito bom. Vocês estão de parabéns, gente. Vocês estão estudando? É [risadas] excelente. Muito bem. Tô orgulhosa. E aí, então, para que que a gente tá falando sobre esse modelo? Porque então vem aqui
a nossa aula da semana passada. Vocês vem que é um pontinho, que a gente precisa das outras informações pra gente seguir em frente, né? Então, olha lá, o grupo da radiologia aparece aí para Eloía, o grupo da da radiologia diagnóstico em radiologia. Bora lá o pessoal aí fazer os diagnósticos precoces, tentar identificar um sobrepeso para não virar Uma obesidade. A turma tá afiada. Olha que eu tô na melhor turma dessa dessa instituição, hein? Meu Deus. Excelente. Olha lá. Eh, e aí com resposta a isso, a gente teve a reforma sanitária. A reforma sanitária foi o
seguinte: "Olha, a gente precisa mudar isso aqui. Tá todo mundo ficando doente? Tá uma incidência muito alta de doenças? Tá tendo doença infectocosa, tá aumentando a doença crônica?" Que que a gente vai fazer para responder a isso? criação do SUS, de um Sistema único, de maneira igualitária, universal, que atendesse a todas as pessoas, né, tivesse um acesso ali para ela, para cada necessidade, seja independente de ser uma prevenção primária, secundária ou terciária, independente de seu primeiro nível, segundo nível, terceiro nível, quarto nível ou o quinto nível, né? Então, pensando que o terceiro e o quarto
é o diagnóstico, tratamento imediato e o quinto e o último nível é o tratamento, Né, ali a a reabilitação, é quando a pessoa às vezes precisa, né, passar por um procedimento, né, especializado numa nutrição, numa fisioterapia, né, numa fonudiologia, vai fazer um tratamento lá com a Biomédia e assim por diante, né? Então, é um tratamento ali especializado com médico especialista, ortopedista, eh cardiologista e assim por diante. Tudo bem? Então, vai precisar uma eh remédio. É isso. Então, o o importante é ter esse olhar para minimizar isso e fazer com que não aconteça, né? Que é
a reabilitação ali, a intervenção. Vocês estão muito bem, meu Deus. Olha só. E aqui a gente tem então a reforma sanitária no Brasil. Então foi uma reforma que foi um movimento, né, de várias classes. Então que participou intelectuais, estudiosos, pesquisadores, profissionais de todas as áreas da saúde, organizações Populares, né? Então, as ONGs, sindicatos, né? E o objetivo principal foi construir uma política de saúde, né, que fosse voltada, né, para a população, que tivesse uma reformulação na porta de entrada, que era para tratar pessoas. E aí vamos reverter isso paraa prevenção, vamos diminuir essas doenças aí,
vamos mudar, né, ali a ideia, né, de tratar pessoas para prevenir doenças, viu? Então essa era a ideia e que foi, então, como eu já falei, né, mesmo na na aula De hoje, né, eh inspirada na reforma sanitária da Itália. Então eles pegaram, né, o modelo de lá e aí ela foi, né, ali inspirada eh paraa gente então poder, eh, ter essa união, né, de maneira eh conjunta de todas as áreas, de todos os profissionais. Então eu estimulo muito vocês, né? Tem gente do Brasil inteiro e a importância de vocês realmente participarem de concursos, né?
Vejam os editais, comecem como treinis, né? E aí tem tanto trabalho, gente, tem tanta Oportunidade, é tão carente a área da saúde, né? Então, eh, vocês já se inscreverem, né? Assim que possível, pesquisem, né? Já se informem, façam cursos de capacitações enquanto vocês estão estudando. A maioria dos cursos para estudantes de graduação é a metade do preço. Vão ampliando suas atuações, né, as suas formações para quando vocês saírem daqui vai tá rico, rico o seu currículo, né? E principalmente você vai estar pagando a metade do preço para Fazer, porque quem estuda muitos cursos é a
metade do preço, é 60% de desconto. Então vão lá fazendo um cursinho de saúde coletiva, né? Façam cursos que vocês possam fazer ali, cursos de complementares, tá bom? Isso é muito importante para complementar a formação de vocês. Eh, no próprio SUS, tá? Vocês têm cursos que vocês podem fazer, tá? Alguns sites, assim, eu vou indicando para vocês ao longo do eh do semestre, tá bom? Aqui Durante o nosso curso, aí eu vou passando algumas indicações, tá? Para vocês. Eh, a reforma sanitária, então, ela foi consolidada, galerinha, na oitava conferência nacional. A Fio Cruz colocar aqui,
excelente, é um dos melhores que tem, a maioria é gratuito, tá? na FGV Getúlio Vargas, né? Tem várias plataformas também, mas a Fio Cruz para saúde coletiva é um dos melhores e principalmente tem muito curso de graça Lá gratuito, tá? Para vocês fazerem e é na plataforma deles, tá? Então aqui a reforma sanitária, ela foi consolidada na oitava Conferência Nacional de Saúde, né, em 86, para um novo modelo. Então, pensando no modelo que seja voltado para todos os níveis, então que envolva a promoção, proteção específica, né, a prevenção, o diagnóstico precoce, o tratamento e o
a reabilitação para quem precisa. Então, a gente tem um número muito grande de pacientes com autismo, a Gente tem um grande número de problemas de de pacientes com problemas cardíacos, né? A gente tem problemas de saúde mental, como todo mundo colocou aqui, né? Então, incidência elevadíssima de ansiedade, né, de depressão. Eu, né, assim, sou, né, eh, uma pessoa muito tranquila. Então, assim, eu moro numa cidade que eu sou de São Paulo, né? mora aqui em São Paulo, que se eu for levar aqui o ritmo da cidade, né? Ainda bem que eu não sou assim, o
ritmo acelerado, Mas a própria tecnologia ela faz eh a gente ter um uma exigência muito rápida, porque ela conecta você muito rápido com todos. Isso é um problema, ao mesmo tempo que é uma facilitação, mas ela pode te dar eh gaps, né, ali gatilhos de uma exigência se você não consegue controlar. Então a gente precisa, né, ter ali, por mais que seja rápido, veloz, né, a gente precisa eh ter esse olhar cuidadoso, principalmente pensando nas nossas Crianças e também na questão da obesidade infantil que está elevadíssima, né? Então, problemas posturais, porque vocês carregam muito peso,
é muita postura inadequada, então tudo isso favorece para vocês terem problemas, né, de hér disco, né, problemas posturais, desenvolver escoliose e isso cada vez mais recente, né, cada vez mais precoce em crianças menores. E aí obesidade porque não se movimenta, não brinca Mais, só fica sentado e assim por diante. E aí então a gente tem a criação do Sistema Único de Saúde, né, que foi eh idealizado no, né, ou ali trabalhado principalmente, né, nessa consolidação ali de 86 na oitava Conferência Nacional de Saúde. E ali a gente tem a criação e a promulgação na Constituição
em 1988 e a gente vai estudar especificamente sobre SUS mais para frente, tá bom, pessoal? Alguém quer fazer alguma pergunta, né? E aqui então a gente tem, Né, esse modelo plural que eh ele foi, né, aqui implantado em 1988, né, como um sistema de saúde brasileiro. E ele foi uma resposta, então, né, por conta dos problemas de saúde, do aumento da incidência de problemas, é, crônicos, né, a transição epidemiológica que aconteceu aqui no país, né, e de uma maneira universal também, né, ali pensando, eh, onde teve uma eficácia, né, de doenças efecto contagiosas por Conta
das campanhas, né, de vacinas que a gente eh implantou, né, E eh e aí isso minimizou então, né, as doenças que eram comuns daquela época. Mas eh o que que aconteceu também é ter pessoas com problemas cardíacos, hipertensão, diabetes, transtornos mentais, né, o aumento das doenças eh por questões genéticas, eh questões, né, que precisava ter um olhar ali para aquela família para fazer um mapeamento, né, de pessoas que tinham Já histórico de doenças genéticas. e de repente fazer, né, esse mapeamento ou a questão da saúde mental ou voltada pro trabalho ou por conta do da
mudança do estilo de vida. Então isso tudo desenvolveu, né, ali esse olhar e essa necessidade. Então a gente tem então a criação do SUS em 1988, né, em que a gente tem então uma filosofia que a gente fala que o SUS ele tem alguns princípios. O que são os princípios do SUS que nós Vamos estudar, né, a partir da próxima aula? É a forma com que ele eh se organiza e a forma eh com que ele trabalha, né, ali a filosofia do SUS, que é são os princípios eh doutrinários e organizacionais do SUS. Os princípios
doutrinários do SUS é a filosofia dele, né? é a crença dele, é o que ele propõe em termos de teoria, né? Então ele pensa, né, no direito universal, igual igualitário, né, para todas as pessoas, independente de classe social, Independente de raça, né, ter esse direito universal à saúde, né, eh que seja eh organizado de uma forma eh compartilhada, né, tanto para o governo federal, municipal, estadual, né, essa com essa essa eh gerência, né, essa gestão compartilhada entre todos os poderes, né, e que ele seja igualitário, né? E o que que é um direito igualitário? Todo
mundo tem o direito a sus, né, de maneira igual. Só que eh essa equidade, Ela o que que acontece com a equidade é que a gente precisa tratar as pessoas de maneira igual, porém respeitando as necessidades individuais de cada um, que é basicamente tratar de maneira igual cada pessoa, mas desigualmente pensando que cada um tem uma necessidade adecífica. Então, mesmo a pessoa com o mesmo diagnóstico, né, obesidade, mas pode ser uma obesidade numa criança e pode ser uma uma obesidade num idoso. Então, o contexto ele é diferente, né? Então, a gente precisa entender que, por
exemplo, ah, tem uma pessoa com diagnóstico de eh depressão, uma tá num hospital psiquiátrico, né, ali num atendimento de alta complexidade e outro foi recém diagnosticado, tá? Numa num acompanhamento ali eh eh de especialista. Vocês entendem que mesmo pensando em um único diagnóstico clínico, os contextos eles são Variáveis. Então existe uma pessoa que tá na atenção básica, né, ou ali na atenção secundária, na atenção eh secundária. Outro sendo criado e mapeado, né, que tá ali queixando, que tá mais triste, mas que ainda não tem diagnóstico de depressão, né? E aí eu tenho uma pessoa que
já tá num hospital internado, numa numa internação, né? Então a gente vê que a gente passa por todas as fases. Isso é saúde integral, entende? Que é o Atendimento primário, secundário e terciário, quando requer uma internação, requer um procedimento cirúrgico, né? Então é para vocês terem esse olhar que saúde integral, integralidade do cuidado vai desde a promoção até a necessidade de uma reabilitação. Pode ser uma pessoa alcólatra e a reinserção dela por conta do alcoolismo, tá? Então equidade a gente precisa tratar de maneira desigual, de forma justa. E o trater desigual significa que cada Pessoa
tem a sua necessidade específica. Tudo bem, gente? OK. Então, a saúde ela é um direito do cidadão e um dever do Estado, né? Então, a gente tem níveis de doença, a gente tem níveis de complexidade. Baixa complexidade é atendido na tensão primária, média complexidade é atendido na tensão secundária, alta complexidade é atendido na tensão terciária, tá? Então, essas são as diferenças. O que que a gente propõe com SUS? é tentar Reverter os quadros e eh garantir que a grande maioria das pessoas sejam concentradas na atenção primária, ou seja, promoção e prevenção. Essa é a ideia,
é reverter a porta de entrada do hospital da assistência médica para o a atenção primária, que envolve as campanhas, envolve a nossa atuação como eh profissionais de saúde, educação em saúde, né, com palestras, atuação, né, de nível de conscientização da população. Tudo bem, pessoal? Vocês estão me entendendo? Sim. Então é reverter a porta de entrada dentro desse modelo plural para sair da assistência clínica, né? Eh, colocar aqui nunca foi, né? Prevenir é melhor do que remediar. É isso mesmo. É, o importante é que vocês entendam. O importante é que vocês colacionem essa aula com a
atividade de vida de vocês, Com aquilo que vocês vivem em cada território, em cada região, né? Então, coloquem aqui para mim no chat o que que acontece mais aí na região de vocês, qual que é as as ocorrências mais comuns das doenças eh infectocosas? Que que acontece mais aí na cidade de vocês? Qual que é a maior incidência? Que que o pessoal eh procura mais os serviços de saúde? Vocês sabem, dengue, que que acontece muito aí? Água, diarreias, tuberculose, gripes, problemas respiratórios, muitas viroses. Então, a gente tem aí, né, eh, muitas, muitas ocorrências, né, pneumonias,
câncer, muitas doenças respiratórias, COVID, a pessoal, a COVID ela ainda existe, tá? A COVID ainda ela está ativa, viu? ansiedade, eh, viroses, rancenise, depressão, COVID. A COVID continua, pessoal, é como eu falei aqui, ativa, tá? É isso aí. E aqui, né, pra gente tentar, né, eh, atuar de uma maneira ali, né, a reverter esse quadro, a gente então precisa pensar em programas de saúde, né, políticas sociais que tentem eh fazer esse mapeamento, essa abordagem para identificar os mais vulneráveis ou as situações de maior vulnerabilidade, que É o que vocês estão colocando aqui, né? eh, que
é esse mapeamento das condições, né, que são mais vulneráveis para tentar controlar e aí fornecer isso, né, de uma maneira a propor medidas que sejam universais, de maneira integral, de promoção, prevenção, diagnóstico rápido e tratamento e a equidade ali pensando da atenção à saúde, tá? Então é isso, é equidade em saúde. Sim, mas pensando que cada pessoa ela precisa de um Tratamento, de uma abordagem, de uma conscientização. Pode ser por conta de uma regionalização, pode ser por conta, né, de uma população específica, idosos, crianças, adolescentes, tá bom? Então, sempre pensando desta forma. E aqui, né,
eh, pensando então na nossa atuação, né, nos profissionais de saúde, né, os profissionais de saúde, eles Aprendem sobre estrutura e função humana. Então, a estrutura é o corpo, né? O que nós somos formados é a anatomia, é conhecer muito bem, né? Todo mundo que tá aqui na nesta aula são profissionais de saúde que de alguma forma vão atuar com pessoas. Então é sempre olhar, né, ali, olha casos de câncer, né, pensando ali na na ansiedade, em campanhas, né, que possam eh cuidar dessa pessoa, né, ter a conscientização, A informação do de como que elas acontecem,
como que as doenças elas podem ser prevenidas, tá? E a função humana é que assim, quando a gente fala sobre a pessoa, a gente sabe que essa pessoa ela faz coisas, essa pessoa ela trabalha, essa pessoa às vezes ela estuda, essa pessoa muitas vezes ela eh tá dentro de um contexto familiar, né? É o olhar integral, tá? É esse olhar é completo para o ser. Então, a função dela é, por exemplo, a pessoa teve uma Um derrame cerebral, ela teve, né, um acidente vascular cerebral. E aí, qual que é o problema? É que esse AVC
ela fazia tudo antes e ela passa muitas vezes a perder autonomia, jovens enartando, né? Então, por quê? Porque muitas vezes faz uso de anticoncepcional, faz uso de bebida junto, aí às vezes não pratica nenhum tipo de atividade física, né? Então, uso de anticoncepcional com bebida, tá? Eh, já é certo, a pessoa, Ela pode ter ali um acidente vascular por causa desses dois fatores de risco, misturar ainda se tem ainda outra doença, né? Então, diabetes, hipertensão, né? Eh, pessoas que não têm uma alimentação correta. Então, é complicado, viu, pessoal? Então, as mulheres principalmente, né, que fazem
uso de anticoncepcional, fazer o acompanhamento sempre, né, com médico ginecologista, Ver se o, né, o remédio, se você, como que são seus hábitos de vida, isso é extremamente importante, tá bom? Então, quando a gente pensa na função humana, a gente tem que entender que essas coisas todas que vocês estão falando aqui, né, eh, elas podem impactar na função. O que que é a função? Bom, uma pessoa que teve o derrame cerebral, um exemplo, tá? Teve um AVC, um derrame cerebral, popularmente conhecido como derrame cerebral, né? O que que vai acontecer Com ela? Eu teve, eu
tive uma aluna essa semana, né, que também teve, né, várias questões, né? Então, assim, vários alunos, né, colocaram aqui, compartilharam das suas experiências e é isso, né? Então, às vezes, uma questão cardíaca que evolui para uma questão neurológica, então o fumo, o cigarro, né, o uso abusivo, né, ali de substâncias químicas. Então, né, eh o acidente vascular cerebral, que é o derrame Cerebral, né, ele pode ser muitas vezes provocado por um problema cardíaco. Só que aí o que que eu tô querendo dizer que a pessoa que teve às vezes o AVC, né, ali o derrame,
o que que pode acontecer com ela? ela perder a autonomia, não conseguir mais dirigir, não conseguir mais tomar banho. Isso impactar no quê? Nas atividade de vida diária dela, né? Não se alimentar mais sozinha, né? Então assim, esse é o problema. Então a gente precisa ter Sempre esse olhar clínico, né, de uma prevenção, né, de um olhar mesmo voltado de maneira conjunta para todo mundo, tá? eh por meio, né, do estudo da anatomia, da fisiologia, da psicologia, da sociologia e da patologia, né, além das várias maneiras, né, de assistir, de abordar e se relacionar com
esse profissional, né, com esse eh se relacionar o profissional, né, com essas pessoas, com a família e com a comunidade. Então, uma forma da gente Atuar, né, que nós também vamos estudar, é é uso de anabolizantes, né, para ganhar a massa. E aí essa questão hoje, né, de usar medicamentos que a gente ainda não sabe como que é, né, ali os efeitos colaterais. Então isso tudo eh pessoal precisa de fato eh de acompanhamento médico, né, para que todo mundo atue de uma maneira integrada. E aqui, gente, é a questão do contexto da família e da
comunidade. Então, o SUS ele também vem, né, como que a gente que mora, que trabalha na área da saúde, poderia atuar dentro do SUS, professora, pensando na estratégia da saúde da família, né? Então essa a estratégia da saúde da família, a gente vai aprender sobre a composição, né, ali básica deles. E além disso, a gente pode atuar pensando nos núcleos de apoio à estratégia da saúde da família. É composto, né, dependendo do núcleo, a gente tem o núcleo um, núcleo dois e Núcleo três, que são compostos por profissionais de saúde, né, das diversas áreas do
conhecimento. Então lá depois eu quero que vocês pesquisem, tá? Façam lá uma pesquisa, vocês podem entrar no site, né, e aí lá do Ministério, né, da Saúde, pesquisa lá estratégia, saúde da família, eh profissionais eh de composição. E aí depois vocês podem pesquisar também a os profissionais de composição dos núcleos de apoio à estratégias da saúde da família, do Nível um, do nível dois e do nível três para vocês conhecerem, porque são eh portas de serviço também para vocês aí no PSF, né, nas unidades básicas de saúde, nos centros especializados de reabilitação, que é o
SES, vê o que é que existe na sua realidade aí dentro da saúde coletiva. Tudo bem, pessoal? Alguma dúvida? UNASP, núcleo de apoio à saúde da família. Pesquisar sobre os integrantes que compõem a estratégia saúde da família, Sobre o núcleo de apoio à saúde da família, o NASP, tá? Médico da da saúde, o PSF, tá bom? Então, para vocês verem onde é que vocês podem atuar, tá bom? Na farmácia, né, pensando nos hospitais, tá bom? Tem a gente a gente tem hospitais públicos também, tá pessoal, né, de setor privado, mas também tem hospitais públicos, né,
que tem todas as as necessidades aqui para todo mundo, tem para todas as atuações. Repito, sim. Então, eu pedi aqui para Vocês pesquisarem sobre a estratégia saúde da família, quem são os componentes dos profissionais de saúde. Olha lá, o pessoal já tá até já. Eles são tão rápidos que eles já tão tão até colocando aqui já. Muito bom, pessoal. E agora a gente tem ainda mais aí uns 20 minutinhos de aula, tá? E eu vou compartilhar aqui com vocês algum eh alguns exercícios pra gente poder resolver juntos. Eh, o slide eu não vou voltar porque
a Aula ela fica salva, tá bom? aula ela fica salva, então vocês podem aí ficarem tranquilos que depois vocês conseguem eh retornar à aula, tá bom? Então fiquem bem tranquilos quanto a isso. OK. Tudo bem, gente? Olha lá, o pessoal já tá colocando médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, dentista, auxiliar de dentista. Vocês estão muito rápidos, pessoal. Vocês estão muito vocês estão muito Rápidos. Muito obrigada, pessoal, aí pela pela Que bom que vocês estão gostando. Agradeço muito. Muito bom. Mas eles já estão colocando aqui. Então os auxiliares de saúde, os dentistas, equipe multidisciplinar. Excelente. O fono
entra, entra no NASF, tá? No NASF do tipo dois. Muito bem. Que são os específicos por áreas de atuação. Nutricionista, povo da farmácia. É isso aí, galerinha. Quem mais? Agentes comunitários. Perfeito. Os dentistas, psicólogo, biomédicos, bacharéis em educação física, enfermeiros, técnicos de enfermagem, técnicos também, né, assistentes ali sociais, serviço social, terapeuta ocupacional, nutricionista. Para ninguém ficar triste, tem para todos os que estão aqui hoje. Cadê os coraçõezinhos aqui? Todo Mundo hoje. Todo mundo tem, viu? Hoje a aula é para todos. Cadê os coraçõezinhos aqui na aula? Muito bom, muito bom. Pessoal, eu vou passar aqui
para vocês, então, o quiz pra gente conseguir concluir a aula dentro do tempo oportuno, tá? E é isso aí, farmacêutico. Hoje, hoje não teve reclamação. Hoje tem aula aqui para todo mundo, viu? A aula fica gravada, vocês podem ter acesso posteriormente, Ok? Então, podem colocar. Hoje a aula é para todo mundo, podem colocar os coraçõezinhos aqui, tá? Então, em relação ao nosso conteúdo, eu estou concluindo aqui e eu vou passar então paraa nossa próxima etapa, que é um quiz que eu montei com muito carinho para vocês, treinarem o conhecimento aplicado, tá bom? Então eu vou
eh projetar aqui para vocês. Foi. Não vi se foi. Não tá indo. Eu não consigo ficar aí na sala. Pessoal, vocês estão vendo? Sim, né? Então, a gente vai passar aqui pro nosso primeiro quiz, tá bom? Eh, pra gente testar o nosso conhecimento, OK? Então, vamos lá pra gente ver se vocês aprenderam o conteúdo ministrado do módulo um. Estão comigo? Sim. Então eu vou ler com vocês, OK? Eh, vocês estão me vendo? Vocês estão Vendo o caso, pessoal? Foi sim. Estão vendo o quiz? Ótimo. Ótimo. Então vamos lá pra gente fazer juntos, OK? Vou ler
com vocês, tá bom? Então, a história natural das doenças pode ser definida como um conjunto de processos interativos, compreendendo as interrelações do agente, do susceptível e do meio ambiente que afetam o processo global e seu desenvolvimento, desde as primeiras forças que criam o Estímulo patológico no meio ambiente ou em outro ã ou em qualquer outro lugar, passando pela resposta do homem ao estímulo. até as alterações que levam um defeito, uma invalidez, uma recuperação ou a morte, né? Sobre a teoria da história natural das doenças, é correto afirmar. Então, vamos ler aqui. Letra A, refere-se ao
desenvolvimento de uma doença sem que haja interferência externa. Letra B, refere-se à diminuição da prevalência de doenças crônicas não transmissíveis. Letra C, refere-se ao aumento da expectativa de vida resultante da erradicação de algumas doenças transmissíveis. Letra D, refere-se à história das doenças transmissíveis. que levam à morte por causas naturais. E letra E refere-se às mudanças ocorridas nas últimas décadas em relação às principais Causas de morb mortalidade. Então, vou dar um tempinho para vocês pesquisarem aí ou então, né, relembrarem dos conteúdos anteriores. E aí, qual que é a letra, pessoal? Letra A. Pessoal colocou aqui letra
E. Letra D. E, letra A. Letra E, letra E ou D. Letra A. Letra E, letra C. Letra A está correta. Letra E, letra D. Acho que é a letra A. E aí, pessoal, qual que é a resposta que está correta, hein? Então, aqui neste neste exercício, né, nesse quiz, a letra correta é a letra A. A de amor. [risadas] É a letra A. Então é a letra A que está correta. E por que que é, professora? Porque a gente tá falando sobre um processo de adoecimento, né? Quando a doença ela é uma vez ela
acontece e ela acontece a Partir, né, de essa atividade, pessoal, não precisa entregar, tá bom? É uma atividade só para nós testarmos o nosso conhecimento aqui, viu? Então é só para a gente interagir aqui, é um quiz, tá bom? Então não é para entrega, OK? Então quando a gente fala sobre a história natural da doença, a gente tá falando sobre a doença, sobre como ela acontece. E uma vez que tem a interação da pessoa, que é o susceptível, com os fatores Ambientais, né? Então esse estímulo começa a acontecer no corpo da pessoa, ele então tem
a interação com o organismo, com as células, né? E ele então passa a ter um desenvolvimento, né? Ali sem que haja uma interferência externa, né? Sem que você queira ou que você não queira. A interferência externa é que isso já está implantado no seu organismo e aquilo então vai passar por todos os processos, né, biológicos, bioquímicos e ela então tem ali a sua Manifestação clínica, tudo bem? Então é isso. Parece que o Brasil inteiro se tá aqui no chat. Eu acredito que o Brasil todo tá aqui, tá? Então, sem a interferência externa é isso, né?
Uma vez que eh você está em contato com aquele vírus, com aquela doença e ela então ela está incorporada, né, o estímulo está incorporado no seu corpo, você então começa a ter o desencadeamento dela a nível celular, né, ali, a nível bioquímico. que isso é Dado pelos sintomas e as manifestações clínicas, independente da sua vontade, sem interferência externa. Então, uma vez que tá ali dentro, você de fato então ali começa a a ter essa história acontecendo em você. OK? Próximo. Vamos para o próximo. Próxima pergunta. Vamos lá. políticas, planos de e programas de saúde pública
com ações voltadas A evitar que as pessoas se exponham a fatores condicionantes e determinantes de doenças, a exemplo dos programas de educação e saúde que se propõe a ensinar a população a cuidar de sua saúde. Além disso, incentiva condutas adequadas à melhoria da qualidade de vida, distinguindo-se da atenção primária ou ações da medicina preventiva que identificam precocemente o dano e ou controlam a exposição do hospedeiro ao agente causal Em um dado meio ambiente. ente, este texto corresponde à definição de A, tratamento especializado, B pandemia, C promoção de saúde, D vigilância epidemiológica e E prevenção de
doenças. Qual é a alternativa correta? E aí, pessoal? Quem acha que é a letra E, letra C, C ou E? ou de C D. Vamos lá. Letra C. Tá, tá entre C e E, hein? Então, pessoal, vamos lá responder letra C. C de casa. Porque a C aqui o exemplo dessas políticas, planos e programas. Olha só o texto. Educação e saúde que se propõe a ensinar a população a cuidar de sua saúde. Letra C. Então, a gente tá falando sobre ensinar, educar a população a cuidar de sua saúde e não a estabelecer uma Relação de
causa efeito com possíveis faltas de cuidado e saúde que levam à ocorrência de determinadas doenças, que seria a prevenção de doenças, tá? Então a gente previne doença quando a gente fala sobre, olha, se você não fizer isso daqui, você fica doente. Aqui então são programas, ações que a gente propõe para ensinar a pessoa aos cuidados básicos de vida, a cuidar da sua saúde de maneira geral, tá? Conscientização E educação e saúde, higiene, promoção, é cuidar de si mesmo, cuidar da sua casa. aí onde você mora, tá bom? OK. Então, prevenção de doença é quando a
gente vai prevenir a hipertensão em relação aos cuidados da alimentação, porque se se alimenta mal, pode ficar doente. Isso é prevenção de doença. OK? Vamos para a próxima. Vamos para a próxima. Então, vou ler aqui com vocês, hein? Eh, terceira, eh, a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, promulgada em 5 de outubro de 1988, é a Lei Fundamental e Suprema do Brasil, servindo de parâmetro de validade a todas as demais espécies normativas, situando-se no topo do ordenamento jurídico. A Constituição da República Federativa do Brasil de 198 assegurou diversas garantias constitucionais com o objetivo
de dar maior efetividade aos direitos fundamentais, permitindo a participação Do Poder Judiciário sempre que houver lesão ou ameaça de lesão a direitos. Na Constituição Federal do Brasil de 88, a saúde definida como letra A, dever do Estado, da família, das empresas e da sociedade, executando as ações de vigilância sanitária e epidemiológica. Letra B. Valor inalienável, devendo o Estado colaborar na assistência através de políticas de proteção aos mais necessitados. Letra C, resultado das condições de vida, devendo ser garantida Mediante acesso a planos de saúde complementares. Letra D, ato de cuidar da saúde e assistência pública da
proteção e garantia das pessoas portadoras de de deficiência. Letra E. direito fundamental do ser humano, devendo o Estado prover as condições indispensáveis ao seu pleno exercício. Quem acha que é a A, B, C, D ou E? Então, já vou responder aqui, né, por causa do nosso horário. A resposta Correta é a letra E. Letra E. Então aqui devendo, dever do estado, da família, das empresas, não é um dever assegurado pelo estado, né, de prover todas as condições. Valor inalienável, devendo o estado colaborar na assistência através de políticas de proteção aos mais necessitados, não é só
mais aos necessitados, a toda a população independente da necessidade. Garantidos de letra C, planos de saúde complementar, não é saúde integral, tá Errado. ato de cuidar da saúde e assistência pública das pessoas portadoras de deficiência e quem não tem e quem não tem deficiência, né? Então é de toda a população, homens, mulheres, adultos, idosos, jovens. Então a resposta correta é a letra E. E pra gente finalizar a nossa aulinha de hoje com o último quiz, é, vamos lá. Essa eu quero ver, vocês eh responderam hoje na aula já, né? O atendimento pelo SUS acontece em
Três níveis de atenção. No primário, então, estão as unidades básicas do posto de saúde, a porta de entrada ao SUS, onde são marcadas consultas e exames e realizados procedimentos menos complexos, como vacinação e curativo, no segundo entendido como de média complexidade. são as clínicas, unidades de planta atendimentos, hospitais e escolas que dão conta de alguns procedimentos de intervenção, bem como tratamentos a casos crônicos e agudos de Doenças. E no terceiro, de alta complexidade, estão os hospitais de grande porte, onde são realizados manobras mais invasivas e de maior risco à vida. De acordo com o texto
e os níveis de atenção à saúde do SUS, nível primário, secundário e terciário. Identifique a resposta correta. Letra A. Primário, proteção específica. Secundário, prevenção de doenças e promoção de saúde. Terciário, limitação ao dano e reabilitação. Letra B, primário, promoção da saúde, secundário, prevenção de doenças e proteção específica. Terciário, limitação ao dano e reabilitação. Letra C. Primário, prevenção de doenças e promoção de saúde, secundário, proteção específica e limitação ao dano. Terciário, reabilitação. Letra D. Primário, promoção de saúde e prevenção de doença. Secundário, limitação do dano e reabilitação. Terciário, proteção específica. Letra E, Primário, prevenção de doenças
e promoção de saúde. Secundário, proteção específica. E terciário, né, limitação ao dano e reabilitação. E aí, pessoal, o que que é o quê? letra. Então, no primário, né, a gente tem a promoção de saúde, né, e a proteção específica. Que mais? Então, olha lá, primeiro nível, né, tem eh a porta de entrada, vacinação por ativo. E aí, então, primário, proteção específica, promoção de saúde, secundário, casos específicos, né? Então a gente pensa ali, né, na limitação do dano e na reabilitação. Então, letra B, né? Isso aí. Muito bem. Muito bom, pessoal. Então, com com isso, a
gente vai finalizar aqui, tá? Espero que vocês tenham gostado das atividades, Né, e da aula, que tenham tido aí, né, um um aproveitamento e desejo a todos, né, uma excelente noite. Vou passar aqui a palavra pra nossa mediadora, Denise e agradeço muito a participação aí em massa de vocês. Muito obrigada. >> É isso aí, pessoal. Uma boa noite a todos. Muito obrigada, professora. E eh estou lá no fale com mediador, tá bom, pessoal? Perguntas aí sobre atividade, sobre mapa, prova, é tudo com Mediador, tá bom? Eh, chama o seu mediador lá no Fale com mediador.
Boa noite a todos. Obrigada, professora. Tchau, tchau. >> Boa noite, pessoal. Uma boa noite. Tchauzinho. Até a próxima. >> [música] [música]