[Música] [Aplausos] [Música] gostaria de iniciar dizendo o seguinte a carta deve fazer ouvir uma voz muito mais do que desenvolver um ponto de vista não se trata de provar que se tem razão e sim de se suscitar a ilusão de uma presença com isto eu gostaria também de dizer que cartas e cartas pedagógicas que nós temos aprendido tanto nos últimos anos são muitos os inspiradores e a gente foi buscar Aonde eles se encontravam e como viviam quando escreveram as cartas especialmente em tempo de exílio na prisão ou em momentos difíceis da sua vida que eram
proibidos inclusive de amar e por isso tomaram nas mãos um papel e uma caneta e e escreveram os seus sentimentos eu diria que essa busca pelas cartas pelo seu significado histórico documental é bastante recente há pouco eu analisei 43 obras que eu li apenas sete delas datam de antes de 2012 portanto 37 destas cartas D dessas obras são atuais de 2012 a 2022 o que que eu quero dizer com isso que na atualidade recente Temos visto uma explosão enorme e de interesse pela busca desta rica e primorosa literatura permeada de pedagogia filosof psicologia documentos históricos
e Instrumentos metodológicos percebemos uma explosão nos últimos 10 anos vejam que nós podemos ler cartas desde Paulo Apóstolo nos tempos bíblicos no antigo testamento quando ele escrevia as comunidades dosas tências Coríntios e assim por diante e alguém levava essas cartas em mãos lá para aquelas comunidades Então veja que nós podemos começar lendo cartas de Paulo Apóstolo passar por cartas de Abelardo e Eloí do ano 10000 que foram dois franceses proibidos de se amar e portanto se amaram através de cartas e que você e vão encontrar muito antigas só em ceos como eu encontrei já todas
as folhas soltas mas são cartas riquíssimas de Filosofia e Psicologia nós encontramos cartas de Francisco de Assis no século XI na Itália aonde ele passou muito tempo se comunicando com seus confrades através de cartas podemos passar por vários Mestres da humanidade tais como Rosa Luxemburgo citada pela Fernando Olga pela pela Fernanda Paulos Olga Benário José Saramago Paulo Freire e nós que estamos escrevendo cartos