[Música] continuando o nosso assunto sobre as narrativas do Antigo Testamento nós verificamos que um grande equívoco acontece nessa interpretação e temos verificado até então Nesta aula que os textos narrativos encontrados no antigo testamento e aqueles também que foram citados do novo testamento eles são os textos talvez que sofram mais equívocos na interpretação e por isso eu gostaria de agora eh pontuar algumas situações do que as narrativas não são É lógico que essas pontuações do que as narrativas não são elas estão baseadas em situações do dia a dia estão baseadas em situações corriqueiras e em maneira
como nós observamos que essas narrativas são interpretadas ou métodos de exegese que são feitos equivocadamente também com base nessas narrativas por isso agora nós vamos eh parar um pouquinho para verificar algumas pontuações extremamente importantes do que uma narrativa bíblica com base nas nos termos e na estrutura da narrativa Hebraica o que elas não são as narrativas bíblicas elas não são alegorias ou histórias cheias de significados ocultos Isso é uma informação importantíssima Porque você observa Você deve lembrar naquela listagem que nós passamos há um pouco já já faz um pouquinho Nesta aula sobre os principais livros
que tem esse estilo literário de narrativa e um deles que eu gostaria de ser citar aqui não tá nem no slide mas só para que você lembre nós temos diversas pessoas que interpretam de maneira equivocada vamos Vamos citar o livro do profeta Jonas quando você olha o livro do profeta Jonas ele eh embora seja uma literatura Profética como nós vimos já nessa aula o livro de Jonas ele é um livro narrativo mesmo tendo sendo estando entre os livros proféticos e tendo um conteúdo Profético ele é um livro que possui as características da narrativa Hebraica no
contexto da narrativa bíblica Ok e algumas alguns erros e alguns equívocos são feitos de uma maneira muito erradas nessa interpretação do próprio livro de Jonas existe muita gente que diz que Jonas na verdade que não se tratava de um peixe grande que aquilo era uma alegoria Tem muita gente que interpreta o livro de Jonas como se fosse simplesmente uma um um drama emocional que Jonas estava passando em questão dos questionamentos que ele fazia referente ao Chamado de Deus existe uma série de interpretações errôneas que são feit a respeito deste livro de Jonas e ou seja
esse é o primeiro ponto que a gente precisa observar as narrativas bíblicas elas não são alegorias a característica da narrativa bíblica ela é exatamente contar uma história ela conta uma história e você vai observar que ela conta uma história tentando manter uma neutralidade tanto que nós falamos até já nas já nos nos assuntos anteriores que nós tratamos nessa aula eh alguns algumas frases como por Por exemplo quando citei a história de Sansão você não vai encontrar no livro de juízes informações e Sansão cometeu infringiu a lei de Deus ou cometeu tal pecado e isto foi
reprovado por Deus e Isto estava errado essa postura era moralmente errada você não encontra sendo pontuada a cada atitude errada de sanção essas observações nós sabemos dessas observações e sabemos que Sansão infringia a lei de Deus e que ele infringiu por diversas formas quando a gente junta um texto narrativo como é o caso de sanção com as informações de de outros textos de outros estilos literários Como já mencionei ali faz menção nitidamente a respeito do que era o voto de Nazireu e a narrativa faz questão de nos informar sobre isso que sanção tinha o voto
de Nazireu logo eu vou precisar dos outros livros bíblicos que são outros estilos literários no caso o livro de Levítico para entender o que era um voto de Nazireu e o que isso o que isso trazia de peso na vida de sanção ou seja mas a narrativa que é o texto que conta a história de sanção o narrador no estilo de narrativa bíblica ele passa estas informações e nós temos o compêndio completo dessas informações quando eu corro para outros livros de cunho de lei de cunho doutrinário onde eu consigo encontrar essas questões e essas explicações
mais uma vez a gente precisa lembrar da questão da Unidade dos textos bíblicos A bíblia é uma só agora quando eu estou tratando de assuntos que tem o estilo literário de textos com estilo literário de narrativa nenhum deles é alegoria isso precisa estar muito claro para mim quando o texto ah narrativo conta que Davi matou um gigante não é uma alegoria de fato Davi enfrentou um gigante e matou esse gigante quando eu estou diante de um texto como por exemplo Acabei de citar o texto de Jonas que onde ele é jogado para fora do barco
e onde um peixe grande um engole depois de três dias ele é vomitado desse peixe isso não é uma alegoria é uma narrativa e quando eu encaro esse texto como uma narrativa eu estou vendo que o autor está tão somente passando as informações e você percebe também que não encontra esse julgamento se Jonas desobedeceu ou não desobedeceu se determinada atitude de Jonas estava errada ou não mas na conclusão do livro e não em cada detalhe que a narrativa é passada que nós encontramos essas informações por isso a primeira coisa que uma narrativa bíblica não é
é uma alegoria ela é literal o estilo literário de narrativa ele passa exatamente o que aconteceu na história a a Arca de Noé outro outra narrativa bíblica Ela não é uma alegoria né e Noé estava enfrentando uma crise e ele a arca na verdade era uma simbologia de alguma coisa de fato existiu a arca de fato Noé construiu uma arca de fato Noé colocou eh debaixo da direção de Deus e sob o comando de Deus os animais dentro da á bem como a sua família de fato o mundo foi destruído por conta do pecado isso
não é uma alegoria é uma narrativa isso é extremamente importante para você que deseja não errar na interpretação bíblica e fazer uma exegese de maneira correta narrativas não são alegorias e não são histórias cheias de significados ocultos a narrativa tem uma das características da narrativa é ser transparente é contar os fatos de fato como aconteceram ela não tem no é uma literatura cheia de mistérios ou significados ocultos e aqui vale a gente fazer uma ponte a narrativa não é alegoria e nem histórias cheias de significados ocultos porém nas sagradas escrituras você tem diversas alegorias mas
não são textos narrativos e nas sagradas escrituras você tem diversas histórias com significados ocultos ou com significados proféticos e aqui eu poderia citar por exemplo a grande parte dos livros proféticos com exceção das partes na narrativas como é o caso de Jonas de Ageu e algumas porções de Isaías Jeremias e Ezequiel bem como também o livro Profético de Daniel onde a maior parte dele também é considerada uma narrativa Ok então com essas informações a gente fica muito bem respaldado de entender o que a narrativa não é ela não é uma alegoria e por mais que
algumas Sejam difíceis de entender e de fato a palavra de Deus principalmente no antigo testamento ela possui algumas narrativas de difíceis de entender eu preciso compreender que a minha dificuldade de entender uma história narrativa não transforma essa história numa alegoria ou numa história com conteúdo oculto ou significado oculto eu acho que de novo a gente poderia citar o exemplo da história de Jonas por mais que seja difícil de conceber por mais que não seja meio Óbvio nos nossos padrões de inteligência humana um homem ser jogado no mar ser engolido por um peixe um peixe ser
vomitar este homem e então eles e eh se levantar e fazer aquilo que o o senhor havia mandado ele fazer e desenvolver o seu Ministério Profético pregando arrependimento à cidade de nínive por mais que seja uma história que nos nossos padrões seja uma história difícil de entender eu não posso transformar devido às minhas dificuldades para compreender uma narrativa eu não posso transformá-la numa alegoria ou mudar a característica do texto porque eu não consigo compreender com facilidade o que a narrativa está dizendo Ok a segunda coisa referente a este ponto é que eu preciso lembrar que
elas foram escritas com base no entendimento do dos leitores originais aqui a gente volta naquele conceito da narrativa a narrativa a regra básica de uma narrativa é que ela foi escrita por alguém aliás esse na verdade a regra básica de um texto de qualquer texto né ele foi escrito por alguém para transmitir uma informação e direcionado a alguém específico eu nunca posso esquecer disso Ok eu nunca posso esquecer dessa informação eu preciso lembrar que aquele texto original ele foi escrito por alguém com base no entendimento que os seus destinatários tinham como a gente citou desde
o começo da aula a carta de Paulo aos Colossenses Quais são as informações que Paulo coloca na carta aos Colossenses informações que ele sabia que a igreja de Colossos conseguiria entender o que ele estava falando ele já tinha um conhecimento prévio daquele público e ele escreve de uma maneira que a sua carta atinja o entendimento daquele público e por isso ele desenvolve uma linguagem escrita ele desenvolve as inform AES para que aquele público que recebesse aquela carta ao receber aquela carta pudesse entender a mensagem que ele estava transmitindo e mais uma informação sobre a questão
de que uma narrativa não é uma alegoria ou uma história cheia de significados ocultos e aqui a gente pode dar exemplos eu já dei exemplo aí de Sansão já dei exemplo de Jonas mas você pode colocar também um exemplo de Moisés na descida do Sinai parece absurdo mas muita gente interpreta o texto Onde Moisés esteve mais de 40 dias aliás 40 dias na presença do Senhor no Monte Sinai tem gente que interpreta esse texto como se fosse uma experiência emocional ou até de cunho espiritual Onde Moisés eh imaginou essa experiência ou seja algumas pessoas interpretam
esse texto como se tivesse sido uma uma uma experiência transcendental no sentido de que ele não estivesse lá fisicamente mas que tenha sido tão somente uma experiência contada e de de uma experiência emocional ou até no subconsciente de Moisés isso que é um absurdo o texto do de Êxodo parte do texto de Êxodo né como nós já vimos Êxodo tem dois tipos de de estrutura literária narrativos e textos de lei Mas quando você observa você vê que os textos narrativos contam exatamente Moisés de fato esteve no Monte Sinai os textos narrativos nos comprovam isso Moisés
de fato esteve perante a face do Senhor perante a presença do Senhor no Monte Sinai de fato existiu esse acontecimento aqui a gente pode lembrar não foi também neste mesmo período Mas a gente pode lembrar até da experiência de Moisés na sarça ardente o que muitas pessoas também eh eh eh assassinam se assim a gente pode dizer esse texto narrativo da sarça ardente Onde está contando a história de um encontro de Moisés com o senhor de um chamado específico de Deus a Moisés de fato a narrativa afirma que existiu uma sarça que o fogo não
consumia isso não é uma alegoria isso não é uma história cheia significados ocultos Isso é uma narrativa e de fato isso aconteceu outro exemplo que nós podemos colocar como narrativa que é um texto narrativo e que não se trata de uma alegoria é o confronto de Elias com os profetas de Baal e asos profetizas e sacerdotizas de acá que acontece no Monte Carmelo Aquele é um texto narrativo também que se encontra ali no livro dos Reis esse texto esse episódio da vida de Elias Aliás toda a vida de Elias todos os detalhes do ministério de
Eli são descritos em textos narrativos ou seja eles são literais O Confronto espiritual físico ou qualquer outra esfera que você queira relacionar nesse confronto de Elias com os profetas de Baal e a será no Monte Carmelo ele de fato aconteceu não foi um confronto em oração não foi um confronto emocional não foi um confronto que Elias fez na sua mente uma batalha nesse sentido ele foi um confronto que de fato aconteceu Elias de fato estava no Monte Carmelo os profetas e profetizas estavam Naquele monte carmelos de Baal e de acá de fato acab estava naquele
lugar de fato existiu aquele confronto de fato existiu o altar e aquele e tudo como texto narrativo nos informa por isso eu preciso sempre frisar nunca transforme um texto narrativo bíblico em alegoria ou história cheia de significados ocultos interprete as alegorias bíblicas que nós encontramos na Bíblia diversas alegorias Como de fato são vou dar um exemplo rápido para você de uma alegoria o texto de Jeremias quando ele diz Desce a casa do oleiro que Falarei contigo isto é uma alegoria Ok o povo de Israel não era um vaso literalmente Deus literalmente não é um Oleiro
que fica fazendo os vasos ali sim se trata de uma alegoria o senhor pega uma ilustração de algo cotidiano das pessoas e do público que recebe o livro Profético de Jeremias e os registros escritos dele e também aquilo que ele a maneira como ele se expressou verbalmente com esta profecia e traz as informações de Deus Este texto é uma alegoria mas eu não posso transformar também no livro de Jeremias os textos narrativos que contam a respeito do da da vinda de nabuco do nosor da vinda dos exércitos babilônios para destruição isso não é uma uma
figura de linguagem isso não é uma alegoria a destruição de Jerusalém a destruição do reino do sul de fato aconteceu e aí são textos narrativos Isso é uma atenção que nós precisamos dar narrativas só mais uma vez frisando não são textos alegóricos e nem sem eh a a e nem se e nem histórias cheias de significados ocultos segundo ponto que eu eu pontuei aqui que registrei aqui a respeito do que as narrativas não são é que as narrativas individuais do antigo testamento na maioria das vezes elas não t a intenção de nos ensinar eh lições
Morais aqui eu posso voltar a até no exemplo que eu dei sobre sanção você não vai observar eh durante toda a descrição narrativa da vida de sanção cada erro de sanção ser pontuado como uma lição moral isso estava errado isso estava contrário à lei de Deus assim como você pode voltar no livro de Gênesis também e ver a vida de Jacó e a maneira como é discorrido a vida de Jacó também em outro texto narrativo Vai contando as informações né os golpes de Jacó as mentiras de Jacó a a maneira como ele foi Constru indo
a sua vida na base do engano e da trapassa e você não observa também na narrativa no livro de Gênesis da história de Jacó cada pecado dele sendo pontuado como uma lição moral por isso não é característica de um texto narrativo o texto narrativo a base da da narrativa bíblica ela conta uma história ela apresenta uma história ela não se atém em fechar moralmente Cada história e aí você pode perguntar mas então significa que a Bíblia não fecha os assuntos jos ela não pontua se a atitude de um está errado ou não como que ao
ler uma narrativa eu vou saber se aquela narrativa ela está se os padrões morais né aplicados por aquelas personagens envolvidas naquela narrativa individual estão certos ou errados e aí eu te respondo você pode lembrar no começo dessa aula quando nós passamos a respeito da Unidade dos textos sagrados a Bíblia nenhuma narrativa é isolada nenhum texto é isolado nenhum livro ou carta é isolado ela completa-se os 66 Livros vão se completando e construindo aquilo que nós já vimos há pouco como sendo a progressão da Revelação vai crescendo essa revelação e essas informações que nós vamos recebendo
Como já dei exemplo agora a pouco como eu sei que as atitudes de sanção eram erradas se a narrativa não me dá essas essas lições Morais a cada pecado que ele cometia ora porque juntamente com o livro de juízes que é uma narrativa e pertence à sagradas escrituras também nas sagradas escrituras na unidade do texto Eu tenho um livro de Levítico que é outro estilo literário mas também faz parte das sagradas escrituras e como um texto de lei ou texto de doutrina tem características parecidas são textos que mostram a fundamentação do que é certo ou
errado padrões do Reino de Deus a lei de Deus e o que deve ser obedecido de acordo com o padrão moral do Senhor deu para entender a narrativa ela não expressa e ela não tem essa intenção de a cada situação em essas lições Morais por que ela não tem essa intenção porque você encontra essas explicações dos padrões morais no todo das sagradas escrituras é assim eh a narrativa na verdade ela conta o que Deus fez na história de Israel ela não oferece exemplos Morais de comportamento certo e errado e mais uma vez eu vou afirmando
e por que ela não faz isso não é que ela deixa uma situação em aberto para que o leitor julgue o que ele acha que é moralmente certo ou o que ele acha que é moralmente errado de maneira nenhuma a Bíblia tem a resposta absoluta para todas as coisas ela não deixa pontos em abertos nós não estamos falando aqui de textos bíblicos Gerais nós estamos falando da linha narrativa as narrativas bíblicas não TM a intenção de pontuar esses exemplos Morais de comportamentos certos ou errados porque esta pontuação e essa intenção de ensinar a lei de
Deus como deve ser obedecida é uma característica dos textos doutrinários e característic dos textos relacionados à lei de Deus por isso e a narrativa precisa ser interpretada com base nesses conceitos ou seja aqui fica de uma maneira maravilhosa para nós explícito que a Bíblia se completa a Bíblia vai completando as suas informações não dá para você estudar um texto isolado não dá para você estudar uma carta isolada aqui a gente volta até no contexto de meta narrativa que é o primeiro nível a questão do segundo nível que pega a questão de antiga e Nova Aliança
E também o terceiro nível que são as narrativas individuais nada é solto não existe fios desconexos nas sagradas escrituras eles vão ligando um ao outro mas mais uma vez eu não posso tratar uma narrativa isolada ou individual que tentar tirar dela lições Morais Se eu não tenho base nos outros livros para encontrar esse respaldo uma narrativa passa as informações como elação uma narrativa passa conta a história de Deus na história de Israel e das personagens que são consideradas na meta narrativa como Quad juu vantes trazendo essas informações Como de fato aconteceu a questão moral frisando
bem isso do comportamento dessas personagens se é certo ou errado eu encontro respaldo nos outros estilos literários dos demais livros das sagradas escrituras terceira pontuação do que a narrativa uma narrativa bíblica não é embora as narrativas não Tragam necessariamente um ensinamento de forma direta elas frequentemente ilustram O que é ensinado em outros trechos de forma explícita e categórica aqui acho que vai ficar um pouco mais claro para que a gente entenda essa ligação dos textos narrativos e essa explicação Principalmente nos conceitos doutrinários e Morais que nós encontramos nos em outros tipos de textos em outras
formas de textos né que não são narrativos nas sagradas escrituras você encontra nas narrativas exemplos práticos do que esses conceitos nos ensinam talvez a gente poderia dizer aí na ativa né na maneira normativa como eles aplicam a lei de Deus ou os padrões do Reino de Deus trata-se de um tipo implícito de ensinamento ao ilustrar nessas narrativas os ensinamentos explícitos correspondentes nas sagradas escrituras é interessante você verificar uma coisa nos Evangelhos embora a gente esteja aqui fitando mais o antigo testamento você vai conseguir compreender talvez de uma maneira mais fácil com este exemplo no Novo
Testamento nós temos alguns os Evangelhos tem tem essa característica os Evangelhos eles não são na sua totalidade textos narrativos Mas ele tem grande parte dos dos seus registros como narrativos vamos pegar por exemplo o texto o o evangelho de Mateus o primeiro dos Evangelhos do novo testamento o evangelho de Mateus ele tem diversas narrativas individuais descritas o decorrer do seu livro mas ele também possui algumas algumas partes que não são textos narrativos mas são textos relacionados à lei ou à doutrina um exemplo o sermão do monte o famoso sermão do Monte a maior pregação pública
do senhor Jesus e a primeira pregação pública do Senhor Jesus nós encontramos nos textos ali de Mateus 5 6 e 7 que descreve exatamente o sermão do Monte ele não se trata de uma narrativa mas esse texto ele está inserido no meio de outros outras narrativas individuais esse exemplo fica claro para nós essa conversa de textos dessa unidade da Bíblia porque você percebe Jesus ali no sermão do Monte apresentando os padrões do Reino de Deus e ao apresentar os padrões do Reino de Deus ele vai apresentando padrões morais ele vai apresentando padrões da lei de
Deus ele vai fazendo uma ligação puxando o fio da meada lá dos livros da lei do Antigo Testamento e aplicando isso na na realidade do Povo daquela época e essa aplicação serve para nós até os dias de hoje enquanto a igreja do Senhor Jesus estiver nessa terra e aí você percebe um texto que traz essa força das informações de lei e narrativa sendo inserido no meio de outras narrativas então talvez fique uma explicação muito fácil para nós entendermos e outro exemplo como eu coloco aí no slide é o adultério de Davi você observa que não
existe uma frase como eu coloquei aí quando conta no livro de Samuel no segundo livro de Samuel a queda de Davi quando ele adultera com batseba na verdade todo aquele plano né o adultério depois o Assassin Nato do esposo toda aquela situação Aqueles desdobrar né da dessa história do adultério de Davi é interessante que a o texto é um texto narrativo e Ele conta o fato Ele conta aquela o ocorrido mas ele em nenhum momento você encontra essa expressão e ao cometer Adultério Davi fez o que era errado Aos olhos do senhor você não encontra
essa expressão porque seria uma força eh julgando se assim eu posso dizer ou aferindo se o que ele fez era certo ou errado como acabei de dizer e onde que nós como nós sabemos então ao ler um texto narrativo que fala do adultério de Davi que o adultério era pecado o conceito está implícito E é isso que eu estou falando e esse conceito está implícito onde E aí tem a citação de Êxodo 20:1 lembra da unidade das sagradas escrituras eu nunca posso tratar um texto isolado ele faz parte de um todo e como eu sei
que adultério é pecado como eu sei que o senhor reprovou a atitude de Davi porque é um conceito implícito fazia parte da lei do senhor na qual Davi sabia na qual o profeta Natan que confronta Davi sabia e na qual as pessoas do povo de Israel sabiam é isso que a narrativa trata como esse conceito implícito a narrativa não precisa dizer ou trazer esses conceitos porque não é essa a intenção da narrativa a intenção da narrativa é contar o fato e não somente isso e aqui mais uma vez frisando por isso como eu citei já
no começo da aula a interpretação errada que as pessoas fazem sobre os casamentos mistos por isso que é é muito eh eh complicado e é errado você criar doutrinas ou padrões de vida com base em narrativas porque as narrativas contam as histórias Mas elas apresentam conceitos implícitos e onde estão esses conceitos implícitos que são conceitos Morais e doutrinários nos outros livros que T outro estilo literário das sagradas escrituras por isso eu não posso basear a minha a criar doutrinas ou basear doutrinas ou basear essas situações em textos narrativos porque não tem essa finalidade ok