[Música] E aí [Música] E aí E aí [Aplausos] [Música] E aí e [Música] o acesso água é um direito humano e o Brasil é o país com maior reserva de água potável do planeta isso não impede que mais de 30 milhões de brasileiros simplesmente não tenho acesso a água a situação é mais grave nas favelas e periferias que são as populações que mais sofrem com a falta d'água e mesmo grandes cidades como São Paulo Rio de Janeiro Curitiba enfrentou problemas escassez a insegurança hídrica do Brasil é o tempo do bate papo na saúde de hoje
o nosso primeiro convidado Alexandre pessoa Professor pesquisador da Escola Politécnica de saúde Joaquim Venâncio Fiocruz e um dos coordenadores do grupo de trabalho água e saneamento da Fiocruz seja bem-vindo Alexandre como é que você pode pensar esse Panorama brasileiro a contradição brasileira a partir do ponto de vista do direito bom Então veja abordar a água enquanto direito humano que a ONU aprovou uma resolução que o Brasil foi um dos signatários é muito importante porque o estado brasileiro tem uma dívida histórica com saneamento Se nós formos lembrar o início da República lá em 1918 um ano
após a morte do Oswaldo Cruz foi criado uma liga para o saneamento que os sanitaristas exigiam que o estado garantisse O saneamento para o interior do país e para todo o estado brasileiro e nós hoje em pleno século 21 percebemos que o saneamento é uma desigualdade sócio-ambiental E aí nós estamos falando das populações das cidades das favelas dos bairros populares da Periferia urbana é bom nunca esquecermos Oi sa esse contingente também as populações do campo da floresta e das águas então O saneamento no meu entendimento também dialoga muito com direito à saúde pública porque eles
são indissociáveis e pensar na água a gente pensa né como o que é uma falta da gente pode entender essa questão de segurança hídrica né porque abri a torneira e não sai a água é uma questão não tem uma torneira também é uma questão do que a gente pode entender para pessoas que têm cotidianamente a água a sua disposição o que que essa insegurança e dica Então veja nós começamos pelo saneamento mas eu acho que é interessante para analisarmos o nível de insegurança e dica que o Brasil e o que o mundo passa Fazemos uma
análise multiescalar porque por exemplo vivemos uma crise ecológica E quem diz isso é o relatório do ipcc e veja para a América a China e para a América Central A crise hídrica decorrentes das mudanças climáticas se expressa mais pelos eventos extremos hidrológicos tão exatamente o prolongamento da estiagem Tá certo as chuvas cada vez com maior magnitude recorrência que vem trazendo um aumento do índice de mortalidade no Brasil agora como o relatório que foi apresentado recentemente que teve um impacto muito grande na mídia da rede pensão do inquérito da questão da insegurança alimentar observa que existe
uma relação muito próxima entre em segurança hídrica EA insegurança alimentar Mas vamos usar um exemplo que eu acho que fica muito claro de acordo com o relatório do mapa biomas que reúne várias instituições os dias empresas de tecnologias de 1991 até hoje houve uma redução de quinze por cento da superfície de água Continental no Brasil perceba ou seja isso A análise desse processo Exige uma análise da escala das mudanças climáticas só que você soma isso uma série de fatores que a que ocorrem no nosso continentes nossos biomas e um fator muito Evidente é relacionado com
desmatamento a relação da disponibilidade hídrica e daí segurança hídrica no nosso país tem uma relação muito forte com desmatamento que tá se espandindo em uma velocidade assustadora no Brasil de 2020 para 2021 houve um incremento de vinte por cento o pagamento nós temos dezenas de instituições que fazem o monitoramento quase que em tempo real da cobertura vegetal do nosso país e se você promove o desmatamento Sem dúvida nenhuma que isso soma com as mudanças climáticas na questão da mitigação e também na consequência bem segurança hídrica e a gente conversa ver que está tudo interligado né
como a natureza costuma ser costuma né nos ensinar constantemente esse desmatamento em excesso acaba interferindo na questão climática que acaba interferindo na questão hídrica que acaba interferindo na questão da saúde a gente percebe que está tudo ligado né não sei o que que a gente quando a gente fala insegurança né que que a gente tá falando com essa palavra em segurança hídrica quê que isso alerta para as pessoas né que faz com que a gente tem que olhar para todos essas esses fatores que você coloca que estão ligados à questão da falta de água veja
o o termo técnico existe o plano nacional de segurança hídrica que o particularmente tenho críticas porque eu acho que ainda trabalha com engenharia antiga Ela não trabalha com uma discussão de outras acções para além de obras que são necessárias mais uma discussão por exemplo de recuperação das das florestas o debate da agroecologia e do saneamento que eu considero para um enfrentamento dessa insegurança e incontornável são ações de adaptações que já está ocorrendo no país por várias experiências ainda locais em escala Porque precisamos de políticas públicas mais emergentes para enfrentarmos essa situação que uma insegurança é
das condições de vida da população que se traduz num aumento é a pobreza que tem uma interferência também com a soberania Nacional viu se você for me perguntar Talvez para gente sair da crise dos sintomas para pensarmos os seus determinantes eu acho que nós temos que discutir o modelo de desenvolvimento modelo agromineral u&i dru fóssil negócio porque veja quando a gente fala do agronegócio muito se fala sobre os agrotóxicos mas pouco se fala que esse modelo agrícola usa a água de uma forma extremamente perdulária nós chamamos do modelo Hidro e intensivo de água então qual
é a prioridade da água nós sabemos que o maior consumo exatamente para o agronegócio e como é que ele sai do Brasil ele sai como água virtual que que é água virtual é a água que tá dentro da carne Ah tá nos grãos das grandes monoculturas na água que tá na celulose Então esse esse conjunto é um tem o peso da exportação muito expressivo mas que nós temos que dizer para a população que nós estamos exportando água e que sábado tá faltando para o alimento daqui do Brasil muitas vezes você virtual e não tem essa
noção da quantidade de água que tá sendo revertida para que tudo isso seja produzido e exportado né e é importante a gente tá chegando no final do bloco que você foi traçando um Panorama urgente né E que tem e que seja que já se tem conhecimento de tudo não é essa questão a questão é ação e ação já está falando de gestão de políticas públicas ou seja sem a compreensão de que as políticas públicas são começar agora a gente provavelmente vai ter cada vez uma piora ainda maior desse Panorama né é sem dúvida desde as
bacias hidrográficas até o saneamento domiciliar até a condição de banheiro dentro das habitações é o Caminho das Águas eu entendo que é fundamental plantarmos água Essa é mais do que uma metáfora Isso é uma visão necessária se nós plantarmos a água agrofloresta agroecologia Nós também plantamos saúde é bonito esse é um tema tão que parte do mais simples né mas que fala dessa complexidade toda que você esposa aqui para gente e que precisa de uma mobilização de todos nós né para primeiro para a compreensão dessa complexidade dessa gravidade e depois para a ação né Para
que realmente as coisas se transformam se transformem você percebe que a porque você falou no início do programa também que isso é uma questão que não é só brasileira né Por mais que a gente tenha todos esses agravo e colocados aqui você percebe que há uma pessoa expressão Mundial que possa dar essa guinada importante para a gente ir entender que é Preciso plantar água e a percepção existe e o problema é o tempo a variável tempo aí ela é fundamental essas ações ela elas não podem ser postergada caso contrário nós arrebentamos um limite de resiliência
dela o clipe e seja Alerta e o sugiro que vocês vejam o que a Fapesp tem apresentado nos é binários sobre as mudanças climáticas é fundamental alguns processos já são irreversíveis então quanto antes tivermos a participação das instituições de pesquisa acadêmica e Sem dúvida nenhuma atuação da população dos movimentos sociais com experiências excelentes que sinalizam o caminho para a reversão desse processo a gente consegue se preparar melhor no sentido da promoção da saúde e é uma dessas dessas organizações sociais que vai tá aqui no passa um bloco nos ajudar nos ajudando também e os processos
para que a gente não perca mais tempo obrigado pela fazer as coisas Eu é que agradeço e vai para fazer um breve intervalo e volta já ainda falando sobre insegurança hídrica no Brasil não sei nem aí [Música] um bate papo na saúde tá de volta falando sobre insegurança hídrica no Brasil nesse bloco nosso convidado é Rafael Santos Neves coordenador de programas da circulação semiárido brasileiro Asa Brasil seja bem-vindo Rafael muito obrigado pelo convite por esse bate-papo uma saúde que eu queria começar de onde o Alexandre deixou no bloco anterior que a justamente da importância da
mobilização da sociedade civil quando a gente fala da questão da insegura ação hídrica e como muitas vezes é a justamente o trabalho das organizações civis que apontam caminhos importantes né para essa questão que é tão urgente como é que a gente pode começar falando justamente explicando o que que é Asa Brasil que já tá trabalhando há muito tempo né Qual o objetivo dela que ela vem mostrando para gente a beleza vou spray é bom acho que vai funcionar hoje tem mais 22 anos ela foi pensada por organização da sociedade civil de diversos sindicatos e federações
ligadas à igreja católica e evangélica O realizações ambientalistas organização de assistência técnica para pensar uma ação dessa pipoca do problema problemas mais urgentes que existiam na época do semiárido do Brasil um a grande gerada nos momentos de grande escassez de água é o outro a realidade da vida das mulheres que são aquelas que vão atrás das árvores para casa da isso onde mais Expresso os funcionários no mundo a gente cobre que é sempre responsabilidade da mulher não só comida mas a água dentro de casa né e é o fim a questão Eleitoral de muita gente
vivia Cid em uma indústria da cinta e trocando voto por ago retorna dera garante água no lado da casa das pessoas de uma forma democrática e autônoma para a família a estratégia já existia a água de churros né e faltavam onde é que guardar essa água de chuva semiárido brasileiro você não é muito chuvoso se ele sobe em média 700 MM em lugares bem menos mais assim ou parado tem nada do mundo era bastante chuvoso a questão é que chove em três meses três quatro meses a chuva toda é muito concentrada se for dentro desse
quatro meses ela também concentrar em alguns dias ela cai o mundo inteiro em alguns dias e depois você não tem mais mais alvo então a estratégia no lugar desse é você guardar o povo sempre fez isso é o era uma cultura popular não foi uma grande esse aqui a observar o povo Fazia era guardar água principalmente Cáceres o que não faltava era uma era uma o apoio estatal apoio governamental no sentido de garantir um lugar para guardar seus então a lanterna Redonda que foi que o final na verdade inicialmente possuída por um anel que era
o pedreiro trabalhou no sudeste construindo piscina e voltou cru semiárido e falou o rapaz aquela história de construir piscina de placa será que dá aqui e baixo custo e tal e as relações aprimoraram isso porque a gente já vai tecnologia social de baixo urso fácil aplicação fácil manutenção tudo que precisa para você lhe garantir água para famílias que moram em formas de espécies no meio Rural né então é bom realizar fazer semiárido vou falando um pouco quando você vier se você vier Não sou mais de 100 municípios é um território que junta a França EA
Alemanha não tô falando de um gato que chama né seria o tamanho semelhante a França a Alemanha EA gente tinha o relaciona a cidade se viu Todo escrito bom então é se uniram para criar uma pressão pelo governo e propor uma política pública que foi o programa 1 milhão de cisternas esse Cálculo 1 milhão de um tinha uma lógica não era só Market at uma presente o tamanho da população rural brasileira mais pobre você chegava do semiárido você chegava muito próximo desse milhão de famílias e e ouvir teve encontrou uma coisa muito importante mas escuta
do estado brasileiro né Eu acho que no momento que a gente tá vivendo num estado desculpe a crítica ou pouco Republicano que não ouvir a sociedade civil a gente teve ainda não Ministro é Sarney Filho do Ministério do meio ambiente primeira primeira parceria de constante externa do Governo Lula e Dilma essa parceria ampliou né e a qual lugar da sociedade civil os casos conseguiria chegar essas famílias né se reconhecer essas famílias ou trolao o emprego desse recurso e a gente tá falando seu mais de Dois Bilhões só que só asas geriu no tribunal de contas
da União vive atrás da gente graças a Deus até e nunca teve o quê que comprovar entendeu então assim nunca teve o que se diz se você denunciar então assim é uma experiência da sociedade civil que levou uma solução real é o acho que hoje você conhece muita gente do mundo parece programa não te espero já foi premiado pela pela ordem luzir com uma política pública eficiente e garantiu tudo instante para redução da mortalidade infantil aumento do Da Da hora da mulher para outros trabalhos redução do autonomia política as famílias assim uma política de uma
forma de envolver a sociedade civil que ouviu sociedade civil e foi extremamente eficiente Eu acho que o que Alexandre Trazer isso como é que a gente pensa Esse é o plano nacional de segurança hídrica na Perspectiva envolvendo a sociedade civil que qualquer plano que não faça eu acho que ele é fa gago a ficar limitado ou não dá conta do que realmente desse Grande Desafio tia como é que essa relação das pessoas com a terra a gente tem um preconceito muito grande quando a gente ouve falar no semiárido ainda se preconceito ainda existe ainda né
é como se fosse uma terra inóspita é uma terra que as pessoas abandonaram num determinado momento histórico que a gente pode falar dessa relação com a terra que é no fundo o que impulsionou todo esse grande movimento de transformação ao longo dessas últimas décadas a gente costuma dizer que na nossa na nossa luta do cliente os egípcios usavam panfleto com satélite mas nossa a luta de tentar mudar um pouco Essa visão a gente ele que antigamente a imagem do semiárido era casca de boi porta e a terra rachada Hoje é a casca de noiva o
achardes externo pelo menos a gente conseguiu botar um elemento que é um alimento tem a ver com autonomia não saber do povo é um elemento que se você vendo semear ele compõe a paisagem seja não é um uma cisterna de plástico ela parece uma garrafa de água sanitária gigantes a senhora compõe bem a paisagem de seminário né hum branquinha redonda mas é isso né todo lugar o lugar da exclusão EA lugar que não aumentem diretoria Leonardo filmagem na favela é o lugar de bandido e não é verdade só vendo vai trabalhador Alguns são bandidos do
semiárido sofre do mesmo da mesma questão de certa forma há por trás disso o projeto de país dentro de um rural desabitado de grandes terras propriedade de terra de Cultura metalizada Esse é o projeto de país existe há muitos anos e que existe uma população e sobrevive é contra tudo e contra todos e se você perguntar ela Avisa lá ver a sua feliz aqui eu não quero sair não a maioria das pessoas saem para dizem que vão para São Paulo pelo Rio pela beleza acho que você não tem treino tem saúde educação você falta investimento
E aí em contraposição a isso o centenário desse mostra lugar onde você tem um pouco de investimento público um pouco de vontade política É a coisa muda é o lugar de cores de fartura né Você vai na casa de uma pessoa que tem uma cisterna que acesso acesse o programa de aquisição de alimentos do governo compra direto à venda de produtos para escola que openai as festas das políticas e hoje não acessam mais o bolsa família que essa uma grande questão e a ISO essas políticas é daquelas que existem para a superação do Bolsa Família
Superação do problema Você vai na casa de uma família dessa vai ser recebido uma galinhada com uma mesa farta hotel romântico sertanejo é só de mostrar o melhor que tem de dar o melhor que pode dar e tem aquilo tem fartura em casa então você me acha um lugar que não chove muito para quem tem de agricultura você puder controlar a quantidade de água é uma maravilha para produzir ali mesmo e aí eu te dou um exemplo se a gente 2016 que a gente estava me mandou agora existe a gente do do Brasil de toda
a história do Brasil a gente viveu um período de estágio enorme e sempre que viu essa tirar gente as aqui te a grande grande o processo fluxo de movimentação das pessoas saindo de semear nessa última a gente não teve e pelo contrário a gente tem um aumento das feiras agroecológicas tem mais vende produtos de qualidades saudáveis no cenário do brasileiro é de Cultura familiar Tem bota comida sem agrotóxico sem veneno sem que na nossas mesas aqui no semiárido pessoas vem para Recife para o pênis então assim a gente aumentou muito a quantidade de feira porque
as pessoas tiveram acesso o estado subsidiando o processo de segurança alimentar para ler segurança ele finalmente ângulo conjunto então é com vontade política com investimento o cenário brasileiro pode alimentar não só se igreja mas contribui alimentar o Brasil de comida saudável a gente trê nisso piamente eu acho que assiste a já mostrou isso tá bom E esse projeto foi um dos responsáveis pelo Brasil saiu do mapa da Fome Se não me engano 2014 né é isso Informa a Vitória parece que a gente nesse processo eleitoral parece as pessoas não acreditam nisso daí quando a gente
fala que a gente tava nesse lugar e querendo dizer que o Brasil tá boa agora parece que as pessoas não acreditam que a gente realmente saiu do mapa dessa forma a gente não tinha ninguém entregando quentinha pelas ruas como acredito que tá no Rio de Janeiro Recife é uma realidade extrapolou a pandemia veio na pandemia e hoje essa é uma quantidade fibra de grupos religiosos é o próprio MST distribui cestas e alimentos outros grupos de agroecologia aqui distribuem alimentos porque a gente está numa situação de miséria terrível e a gente tinha saído com isso como
um conjunto de políticas públicas e todas ela inclusive de considerar a sociedade civil eu acho que essa é uma questão toda que a gente é tomando um pouco toda a situação de política que ela sempre quer como grande mega vídeo de cima para baixo eu acho que ela não vai e se capilarizar a sociedade senão Então se a gente tem um problema de água Esse é um problema tanto da nossa casa da nossa torneira mas é um problema da indústria e do agronegócio hoje e se trata ele de forma sistêmica né então é um problema
de poluição dos Mananciais um problema de não aproveitamento de água de chuva hoje em dia a gente falar que um prédio eu tenho dito do texto todo prédio público e deve ser obrigado a captar água de chuva e utilizar para isso pois bem forte para privada para lavar carro para lavar chão e você já vem dizia O esgotamento é O esgotamento dos Mananciais E no caso Urbano você é do rio grande problema exclusivo do Rio de Janeiro divertir e só instantes então se você tem um lugar que o telhado de Manguinhos o telhado daqui da
asa capital água de chuva se reduza o quanto essa água vai para o esgoto Urbano e encher ele já era pode ser a gente e como assistente país precisa que a sociedade civil Se comprometa todo mundo se senta a parte do problema e o problema é você vai dizer aqui é às vezes a gente olha de forma talentosa para ele porque talvez mas somos uma das últimas gerações que ainda podem virar esse jogo então é seu desespero nosso hoje porque até se falando a 40 50 anos lá a gente mandar tem que mudar em 20
anos a redução da água potável do mundo foi um quinto Vinte por cento da água do mundo diminuiu de 20 anos atrás para agora bom então assim a gente tá no No Limiar o a gente muda o nosso jeito de atuar não só de pensar é que eu dizer o dizia o filósofo aos filósofos cá vem é uma mudar a maneira de pensar o mundo agora a mim sabe mudar o mundo mudou a forma de atuar mas do mundo né Rafael obrigadíssimo pela presença aqui conosco e parabéns pelo trabalho e o Renato Muito obrigado um
abraço todo mundo e.t. gente pena a gente no canal saúde espera a gente voltar e Esperamos vocês também Zero visitar aqui a gente vê um pouco disso que eu falei na realidade de um sorriso das pessoas que eu acho que isso que uma pergunta foi fundamental é a gente tem um filme que tá tendo no YouTube que chama o outro olhar é isso aí a gente sempre tem que pensar Vasco cidade olhar de uma forma diferente e quando a gente vê uma pessoa que tem fartura e casa não vive numa casa ah Cíntia mas hoje
em dia o filho tem o celular o outro filho tá estudando no estudo de pesquisa ou seja aviso possibilidade para Universidade pobre todo dia comodismo os candidatos e três pratos de comida em casa todo dia a realidade muda sabe né Eu acho que é isso que a gente precisa mostrar para as pessoas e ninguém precisa de quando o estado realmente apoia o trabalho da pessoa a gente pode sair dessa situação de pobreza e os eu voltar ao caminho ou trilho certo de todos um abraço grande para ti Obrigado pelo convite mas a gente que agradece
e bate-papo oração de hoje fica por aqui a gente se vê no próximo programa com mais um assunto que tem tudo a ver com a sua saúde até lá e [Música] E aí E aí E aí E aí [Música] E aí