Olá, seja muito bem-vindo, muito bem-vindo a mais um episódio do meu podcast Finanças 360, apresentado por mim, Ana Brace. Se você ainda não me segue nas minhas redes sociais, quero te convidar a me seguir principalmente no meu Instagram, é @ana comor braz de bola r de rato, é de escolas, é de zebra. Vou ficar muito feliz de te ver por lá.
Você deve ter reparado que estamos num cenário dentro do meu escritório que você já viu na temporada anterior. Temporada anterior foi mais longa, foram 12 episódios, episódios diferenciados, bem diversificados, mas diferente do que você que me acompanha desde o início tá acostumado, que eram temporadas mais bem estruturadas, né? Uma coisa mais sentada e pensada.
Sim, porque desde outubro do ano passado a gente tá no momento de transição e em dezembro nós conseguimos nas últimas duas semanas vir escritório novo, mas muita coisa acontecendo. Quem já passou por mudança sabe que loucura que é, por obra sabe que loucura que é esse cenário que você tá vendo aqui atrás, eh, foi toda a gente que fez, né? Eu que construí esse escritório aqui, porque vocês estão comigo, porque as coisas vão crescendo.
São 15 anos de trabalho que eu tenho com muitas pessoas. caminhando comigo nesses 15 anos, me recomendando e muitas pessoas me conhecendo e fazendo eu entender que quanto mais braços eu tiver, quanto maior a minha equipe, quanto mais pessoas puderem ser atendida dentro do meu olhar, do meu modelo ético, melhor. Então, tudo isso que você tá vendo aqui faz parte de você, que incentiva o meu trabalho, curte e daqui pra frente você vai perceber que a qualidade, a estrutura dos episódios vai voltar a ser como era antes.
Obrigada pela sua paciência e apesar dos dois episódios trê sido excelentes, foram mais assim, vamos gravar em cima da hora, tem horário hoje, vamos, não deixa sem postar, tudo para não deixar aí de ter um compromisso com vocês. Então, bem-vindos a essa nova temporada do Finanças 360, apresentado por mim, Ana Brez. E nesse episódio a gente vai falar de algo que eu tô assim muito tempo, eu cito isso pros meus clientes e quero trazer como um tema para vocês, que é a Ana do presente versus a Ana do Passado.
E isso tem muito a ver tanto com a parte comportamental, que vai ser por onde eu vou começar, mas também com a parte de investimentos, porque é muito comum, tem muita gente que fecha a consultoria comigo e é muito comum as pessoas às vezes falarem assim: "Ana, faz sentido eu fechar a consultoria com você e também comprar o curso que você tem disponível? " E eu falo, curso e consultoria são coisas completamente diferentes. A consultoria é para eu tratar da sua vida.
Uma questão que você vai me trazer aqui pessoal, olha, eu quero me aposentar com tanto, eu tenho tanto de dinheiro guardado, eu ganho tanto e não sei se eu tô gastando da melhor forma, eu não tenho verbo, eu nunca aprendi a administrar meu dinheiro. Eu vou resolver questões específicas que a sua vida está demandando dentro desse momento para desenhar o futuro que você quer. Então é algo localizado e personalizado.
O curso não é para quem quer aprender coisas que às vezes nem vai est precisando ou querendo investir ou fazer agora. Então, por exemplo, eu no curso você consegue ouvir sobre ETF, talvez você nem tenha feito sua reserva de emergência. Então, ETF não seja para você.
Você vai aprender sobre ar@ boi, soja, o que que é isso, né? O que que é um um benchmark 6B, né? São coisas, não é só difícil assim, tem muita coisa fácil.
Eu quis pegar a parte difícil só para você pensar assim, pô, legal, eu tenho interesse em entender mais sobre, quero ouvir no carro, no transporte, onde eu estiver e tal. Gente, nem vivo de venda de cursos. Inclusive, falei isso para uma cliente hoje, né?
Eu sou a empresária bem-sucedida que nasceu no mercado financeiro, né? Não, não, não, não. Entrei nisso aqui de curiosa.
Eu nasci aqui. Se eu não existisse internet, eu continuaria tendo essa empresa, com certeza, porque eu trabalho com isso a 15 anos, antes de estourar, de explodir, do meu podcast ser conhecido. Esse podcast tem menos de 2 anos, para você ter uma noção.
Eu já era isso tudo, já era uma profissional que carrega muitos clientes há muitos anos, mas eu faço questão de compartilhar o meu conhecimento independente do nível de de financeiro que essa pessoa tem. Então, quem vocês enxergam aí de a Ana que vocês observam no Instagram, no YouTube, né, que parece ser uma influencer, que você talvez tenha encontrado como influencer, é uma empresária bem-sucedida do mercado financeiro, que convive com muita gente muito poderosa. Então eu estar aqui compartilhando isso com vocês e ter um curso, por exemplo, não é o meu ganhaapão, eu não vivo disso, mas eu gosto de fazer porque eu quero dar oportunidade das pessoas poderem aprender comigo, com quem sabe modéstia parte, tá?
Então assim, você botar no seu carro, botar no seu transporte, botar enquanto você tá fazendo algo em casa e entender de coisas que você nunca parou para pensar de uma forma fácil, é algo que eu quero, mas eu sou uma profissional do mercado financeiro. E voltando, é muito comum às vezes a pessoa que optou por comprar o curso e fazer a consultoria, que óbvio que não é obrigatório, é minoria que faz isso, mas há quem faça, sim, é muito produtivo, mas repito, não é obrigatório, não prejudica quem não fez. Ela fala assim: "Eu lembro que você falou na aula tal que você não gosta de tal coisa".
Aí eu falo para ela: "Hum, isso mudou". Ela: "Por qu? " Eu falei: "Não é que tivesse, não tava errado, tá?
" Mas aquela Ana era uma Ana que tava dentro de um determinado contexto. Eu vou e conto a história e vou contar isso para vocês aqui. Eh, é uma Ana assim hoje que eu já tô numa situação parará parará parará que parece mais com a sua ou parece mais com o que eu citei lá, eu já penso que também pode ser de tal forma sobre investimentos.
Eu vou trazer isso tudo, repito, para vocês aqui agora. Mas existe sim uma Ana e um perfil tanto de carteira de investimentos quanto comportamental, de rotina, de compras, de planejamento, de pensamento da Ana, que começou a vida ali ainda naquela corrida dos ratos de ganha, paga, ganha, paga, sobra muito pouco, ainda não tem dinheiro para fazer o que quer pra Ana que hoje já conseguiu uma liberdade financeira legal, bacana e e e já consegue agir de maneira maneira diferente de acordo com esse novo momento. E vamos lá.
O que que é isso para começo de conversa? A Ana de 2000 e ah, tem dois cenários da Ana, né? Tem a Ana, eu vou falar dos dois porque você antes da da Ana com dinheiro de hoje, tá?
A Ana do passado. Existe a Ana do passado muito quebrada, muito quebrada, tá? E eu vou falar dela porque às vezes pode ter alguém aqui me ouvindo que precisa saber como lidar, né?
E o que que eu fiz, né? Nessa fase de Ana muito quebrada para mudar isso. Existe a Ana que estava ganhando dinheiro, ganhando bem, mas ainda tava na corrida dos ratos.
E existe a Ana de hoje, que é uma Ana realmente bem-sucedida, com uma reserva, já passou da reserva de emergência há muito tempo, enfim, tá? Já já usufru de renda passiva, entre outras coisas. A Ana Quebrada, parece Ana da Quebrada, não é?
Ana quebrada financeiramente, Ana sem dinheiro, aquela que vendia almoço para comprar janta, sabe? Essa Ana era uma Ana que vivia bem, por incrível que pareça. E aí eu vou ensinar uma coisa para vocês que eu aprendi num livro que eu gosto muito e super recomendo, que é os Segredos das Mentes Milionárias.
Tem muita gente que administra mal pouco dinheiro e pouco dinheiro também pode ser bem administrado. pessoas que eu atendo, filhas de pessoas bem-sucedidas, às vezes ali uma pessoa de 19 anos que os pais são bem-sucedidos, tem uma renda legal por mês, pessoas que moram num lugar legal, que já viajaram, que sabem comer bem, pessoas que tiveram uma boa criação, tiveram berço, mesmo quando elas têm uma renda baixa, tá recém-casado, tá ganhando ali um valor realmente baixo de quem tá começando a carreira, eu já observei que essas pessoas Pessoas gastam melhor o dinheiro do que pessoas que ganham o mesmo que ela na mesma condição de vida e foram criadas em um cenário de desorganização financeira, o que mais uma vez corrobora para o seu problema não é dinheiro. Porque eu atendo gente muito endividada que ganha 200.
000 por mês, 150. 000 por mês. Acredite se quiser.
O seu problema não é dinheiro. Quando eu atendo alguém, e é o caso da Ana Quebrada, Ana Quebrada, da Ana Quebrada que vivia bem, é o seguinte, se eu tinha R$ 500 no mês, é só um exemplo, podia ser muito menos que isso e podia ser R$ 500, sei lá, né? Que que talvez eu nem tivesse o que sobrava com muita luta do de uma roupa que eu não usei, que tava lá estancada no armário, vendi num no grupinho desse de desapego, tá?
Então, para você não pensar que, ah, pelo menos você tinha 500, não era um 500 assim facinho, não. Podia ser 200, podia ser 100, tá? Eu vou botar 100, inclusive, que é mais perto da minha realidade, que minha cabeça já tá deturpada e já tô achando R$ 500 pouco dinheiro, mas às vezes nem é.
Às vezes a pessoa realmente só tem 100. Que que eu fazia? Uma vez no mês ou de 15 em 15 dias, eu juntava duas, três amigas ou pegavam o ônibus, se não fosse no período ali que eu já tinha carro, dividia a gasolina, R$ 10, R$ 15 para cada uma, a gente ia, eu moro no Rio de Janeiro, não sei se você sabe, mas a gente vinha pra zona sul do Rio, que é um lugar chique.
Você já deve ter falado, Garota de Ipanema e tal. A gente vinha para Ipanema e a gente gastava ali quando andava de bicicleta, de patins, né? Coisa programação barata, nossa verba era um salgado e uma água de coco.
Nosso passeio na época, eu tô falando de 15 anos atrás praticamente, custava R$ 30. E as pessoas achavam que eu tava rica porque eu passeava em Ipanema. Ela anda por Ipanema.
Mas na verdade tinha gente que devia ter muito mais dinheiro sobrando do que eu, que tava mega quebrada dentro de de de sei lá, gastando mesmo ou muito mais ali no seu bairro. E eu tava aproveitando, eu tava vendo coisas novas, coisas bonitas, né, tendo o privilégio ali de estar num lugar eh sofisticado, gastando R$ 30, dividindo com as minhas amigas e todo mundo vivia a mesma coisa. Essa Ana era uma Ana que tinha um dia de rica uma vez no mês.
Entenda bem, dia de rica é você se dar esse luxo controlado de estar num lugar legal, mesmo que gastando pouco. Falei esses dias com meu marido, cansei de ir pro Tapixaba, que é uma cafeteria famosa aqui no Rio, tida como cara, sentar lá depois de caminhar, que custa zero, caminhar, né? Eu gastava o transporte, caminhar área de graça, sentava lá, tomava um suco de laranja e voltava para casa.
O suco de laranja era R$ 14. Minha verba era o transporte ou suco de laranja e voltar para casa para almoçar em casa. E eu morava bem longe, tá?
Uns 40 e poucos quilômetros. Eu acho isso longe de ônibus. Então, com trânsito fica mais longe ainda.
Eu nunca deixei de ver coisas boas e nunca botei na minha cabeça que ficar limitada ali. Eu tô dando um exemplo da minha realidade, que é uma pessoa que gosta de praia, que gosta de um bom restaurante, eu gosto disso, mas às vezes para você é outra coisa, para você é um cinema uma vez no mês, para você pode ser outra coisa, não sei onde você tá, não sei o que que você gosta. Isso era Ana quebradona, sem dinheiro nenhum, que sabia administrar bem a sua verba ali, vendia sua roupa que ela que não usava na nos grupos de desapego, tava sempre olhando se tinha alguma coisa em casa que isso aqui tá encostado atrás do armário, posso fazer um dinheiro disso, né?
Era uma Ana que fazia girar, dava o seu jeito, dava os seus pulos e ainda era bem desorganizado. A Ana que começou a ganhar bem, mas tinha pé no chão, era uma Ana que falava muito mal de 10%. E quem é seguidor dinossauro sabe disso.
Eu não tô dizendo que hoje eu pago 10% em qualquer lugar para qualquer pessoa. Inclusive antes de ontem foi final de semana, sexta-feira eu não paguei, tá? Para você não pensar que eu mudei de ideia.
você que é defensor da do de ser crítico dos 10%. Sexta-feira eu fui no restaurante, não paguei, eu conto isso para vocês. A Ana falava mal do 10% era uma Ana que tava fazendo muita conta para viver melhor.
Então eu entendia que se eu gastava, vou dar um exemplo, tá? Tô alterando os números, então não fica achando: "Ah, é muito, é pouco". Só t se eu gastava 4.
000 por mês de comida. Isso contando o lazer da minha filha, contando meu almoço na rua, porque eu trabalhava na época não tinha tido pandemia ainda, eu tava trabalhando presencial, atendendo as pessoas presencial, não tinha tanto online quanto é hoje, um ou outro. Eu gastava o meu almoço de trabalho que sai do meu bolso autônoma.
Eu gastava o lazer com minha filha, eu gastava o meu minha compra de supermercado e eu gastava o meu almoço de final de semana, o meu luxo, tá? O meu luxo, o meu delivery. Vamos supor que isso desse R$ 4.
000. Eu sabia que se eu chegasse em todos os restaurantes pagando 10, 12, 15%, porque em lugares mais caros é isso. Sem fazer nenhuma nenhum critério de bom atendimento, eu falava: "Cara, eu já tô apertada, tenho que vender tanto por mês, tenho que fazer isso, tô deixando de fazer tal coisa, não pude ir para tal lugar.
Desculpa, R$ 500 para mim, R$ 400, se a gente for falar exatamente dos 10% para mim. Nesse momento é muita coisa, porque eu guardava de investimentos, vou dar um exemplo também, 500 é o meu investimento. Eu tenho pouquíssimo dinheiro.
Eu tenho pouquíssimo dinheiro. Ainda não cheguei na minha reserva de emergência. Como que eu deixo para lá 10% de tanto que é a minha alimentação nesse mês?
Eu não estou podendo tratar esse dinheiro como se ele não fosse nada. Deixar para lá. Ah, tá bom.
Você me atendeu mal. Ah, tá bom. Foi self service.
Nem fui eu. Nem foi você que me atendeu. Fui eu que fui lá e peguei.
Você tá me cobrando. Foi isso que aconteceu sexta-feira. Spoiler.
Era um restaurante selfs que eu não bebi um nada, tá? Não bebi uma Coca-Cola. Levantei, peguei minha comida, sentei na hora da conta.
Quanto, que que você tá me cobrando? Ah, tanto do buffet e tanto do do do serviço. Aí eu falei: "Não, pode tirar o serviço que é self service foi eu que me servi".
faço. Meu dinheiro não é capim, gente. Eu que sei.
Bota isso ao longo da vida, todas as vezes. Vou dar agora já trazer pro pr pra pegada final como é que de repente, só um desfecho da Ana do meio do caminho, como que de repente a Ana que tava melhor entende que beleza, eu estou ganhando bem, mas eu não tô no meu topo do topo com sobra. Eu tô guardando ainda com dificuldade, com sacrifício, ainda abro mão de algumas coisas.
Se dinheiro me faz falta, de fato, eu preciso ser criteriosa com atendimento. Eu preciso ser criteriosa se esse dinheiro vai sair ou não, porque eu não posso jogar isso fora. E aí eu já vou trazer pro presente.
E eu tenho outros episódios que eu falo muito de comportamento, tá? Eu não tenho gostado de fazer episódios muito longo, muito longos e as pessoas me elogiam por isso. Ah, não são aqueles podcasts de 2 horas que são mega chatos e tal.
Então eu eu tento manter aqui um um tempo para vocês. Eh, então eu não vou me aprofundar em outros detalhes enormes. Se você quiser, pede isso aqui, porque eu posso aprofundar mais.
Eu dei o exemplo do do passeio ali em Panema de quem não tinha R$ 0, de como eu aproveitava isso. Dei o exemplo ali da Ana médio, que ainda fazia falta, mas já podia se dar certos luxos, mas entendia que não tava rica, apesar de estar ganhando bem melhor, sabia que aquilo fazia falta, questionadora. Óbvio que tem outros comportamentos, que é o que eu repito.
Se você quiser, eu trago para você, pede aqui nos comentários eh um só sobre isso, só sobre comportamento. E agora eu já vou vir pra Ana de hoje, tá? Que é uma Ana que aprendeu principalmente com o modelo americano, né, de Nova York.
Realmente eu cedi. E olha que eu nunca fui muito fã de Nova York, mas eu tô ando apaixonada, tá? Eu sou muito mais fã de Europa do que Estados Unidos, mas tenho ido muito para Nova York.
Uma amiga minha casou e mora lá. e tenho conhecido uma Nova York que eu não conhecia. É uma terra muito próspera, né?
E o marido da minha amiga, depois eu vou até falar para ela assistir esse episódio, ela nem vai imaginar que que eu citei isso, é uma pessoa assim muito das energias, um cara próspero, um cara com comportamento muito abundante e ele é uma pessoa que eu vejo de bom grado bonificando quem merece, sabe? Essa coisa do toma aqui, toma um a mais, né? o que eles chamam de, eita, fugiu o nome agora eh, como é que é o nome da tips, né?
Tips. Então, eu vejo ele que toma uma tip, toma e tal, de sempre tá dando dinheiro, né? É, eh, para incentivar o trabalho do prestador e ele entender que isso é importante, ele entender que o dinheiro circula porque as pessoas valorizam um trabalho do outro e ele não é uma pessoa que se amarra, ai não quero te pagar, né?
Que aquela história que um amigo meu me falou uma vez, trabalhar, ele falou o nome da cidade, eu não vou falar para não ofender ninguém, ele trabalhar em tal lugar é pedir esmola para dois. O cara não quer te pagar de jeito nenhum, o dinheiro sai sofrido, você recebe até cansado. Isso não traz abundância de fato, né?
Mas isso também não é deixar para lá e pagar tudo que te trazem. Foi uma aula com conviver assim às vezes que eu encontrei com esse marido da minha amiga, que porque eu comecei a entender que hoje eu tenho condições de de dar uma tip para alguém, de pagar um serviço, né, quando eu achar que valeu de fato, ou simplesmente assim, poxa, eu gosto muito desse lugar, eu quero que esse lugar cria, esse cara sempre me atende, hoje não foi, não me deu muita atenção, não foi o nota 10, mas eu sei que não como aquela Ana do meio do caminho, eu vou ser uma uma Ana que tá entendendo que aquele dinheiro tá saindo com propósito e porque eu quero. O maior problema da vida financeira, gente, é a pessoa deixar o dinheiro sair porque o dinheiro está sem controle, tá solto.
E não é isso. Dentro de todos os cenários, eu posso ter muitos defeitos, né? Não sou perfeita.
Se você pensava isso, tá enganado. Se você pensa que eu pensava isso, você tá redondamente enganado. Acabei de te dizer, não sou perfeita.
Mas dentro de de determinados cenários, a gente tem que saber qual é a forma certa de se comportar. E por incrível que pareça, quando eu tava muito mal endividado, eu sabia como me comportar. Quando eu tava médio, eu sabia como me comportar.
Quando hoje eu sei como me comportar. Então, a Ana vai mudando. Eu vou dividir esse episódio em duas etapas, porque no próximo eu vou falar só investimentos e estratégia de investimentos que a Ana de antes tinha.
E essa Ana mudou coisas que eu pensava, porque eu realmente não quero que esse aqui fique muito grande. Se eu agreguei alguma coisa a você, se você, se foi útil, eh, se você se enxergou em algum desses três cenários, comenta aqui. Eu sempre ouço com muito carinho o que vocês me dizem, o que vocês me mandam de feedback.
Eu não sei se você se lembra, não sei se é sua primeira vez aqui ou não, mas eu tenho uma empresa de consultoria financeira. Você pode fazer a sua consultoria, seja para organização, para planejamento financeiro, de entender onde você quer chegar, quanto você precisa, qual rendimento, quanto você tem que guardar ou investimentos que é realmente te ajudar a investir melhor o seu dinheiro. Você pode fazer sua consultoria comigo ou com a minha equipe, que obviamente é um valor mais acessível.
Eh, você pode marcar sua primeira reunião com eles, é gratuita, comigo é paga. Eu vou ficar muito feliz de te atender. Você tá vendo o meu escritório, seja muito bem-vindo a Breix Consultoria.
Me siga nas outras redes, compartilha esse vídeo com alguém que você se importa e até a próxima. Ciaau! Ciao.