Você sabe qual é um dos nomes mais falados nos últimos meses aqui na energia solar? O famoso Ftrack. A A Neel criou essa modalidade para facilitar a conexão de sistemas de energia solar de pequeno porte sem precisar passar pelo estudo de inversão de fluxo de potência, o famoso entre os integradores, ainda mais aqui de Minas Gerais, né?
Mas será que isso realmente facilitou a vida dos integradores e consumidores que querem gerar a sua própria energia? Eu tenho visto muita gente alegando que as distribuidoras estão meio que forçando ao fast track, dificultando aprovações para sistemas que não se encaixam nessa modalidade. Então, ns, bora comigo pra gente entender que que significa essa tal modalidade e analisar os dois lados dessa história.
A inversão de fluxo tem sido uma verdadeira pedra no sapato de muitos profissionais do setor solar nos últimos anos. Eu já perdi as contas de quantas pessoas me relataram esse problema, principalmente aqui no meu querido estado de Minas Gerais. Após muita pressão do mercado, a ANEL, ela decidiu agir e fez alterações importantes na resolução normativa 1000 de 2021, dando maior atenção para os sistemas fotovoltaicos de pequeno porte.
Essas mudanças vieram com a resolução 1098 de julho de 2024, trazendo algumas alternativas que dispensam a análise de versão de fluxo de potência. E uma delas é o seguinte caso que você vai ver aqui comigo. Presta atenção.
Microgeração distribuída que se enquadra na modalidade de autoconsumo local com potência instalada de geração igual ou inferior a 7. 5 kW, respeitando algumas regras específicas. Essa alternativa, ela foi chamada pela ANEEL do famoso Ftrack, trazendo a alusão de ser um processo bem mais rápido, já que ele foi criado para liberar sistemas fotovoltaicos menores, sem a exigência da análise de fluxo de potência.
Mas atenção, essa alternativa ela tem regras e algumas limitações. Então vem comigo pra gente entender melhor. Nós precisamos entender dois pontos que estão na descrição dessa alternativa.
Primeiro ponto, o que que é um sistema de microgeração distribuída que se enquadre na modalidade de autoconsumo local? E o segundo ponto é como que funciona essa questão da potência instalada de geração igual ou inferior a 7. 5 kW.
Vamos começar pelo começo. O que que é um sistema de microgeração distribuída na modalidade de autoconsumo local? Basicamente, significa que toda a energia gerada, ela deve ser usada na mesma unidade consumidora, onde o sistema ele foi instalado.
Então, se você tem um sistema de energia solar em um sío e quer enviar o excedente da energia pra sua casa na mesma cidade, isso não será mais possível se você tiver enquadrado no Fash Track. Dito isso, para aderir ao Fash Track, o consumidor precisa formalizar essa escolha junto à concessionária. Isso é feito no momento da solicitação do orçamento de conexão por meio da assinatura de um termo de compromisso que segue o modelo padronizado pela ANEEL.
Neste termo, o consumidor ele declara que entende e aceita todas as condições do Fash Track. Entendido até aqui? Então bora continuar.
Presta atenção, porque agora nós vamos passar para o nosso segundo ponto, a potência instalada de geração igual ou inferior a 7. 5 kW. Para quem não sabe, a potência instalada de um sistema fotovoltaico será sempre o menor valor entre a potência nominal do inversor e a potência dos módulos fotovoltaicos.
Então, por exemplo, você pode instalar um sistema com 9 kW pico de painéis e um inversor de 7. 5 100 kW, que ele pode ainda ser enquadrado no F track, já que vale a regra da menor potência entre módulo e inversor. Ah, antes de continuar aqui, já estamos falando em inversor.
Se você pretende aderir ao Fashta Track, escolher um inversor certo, ele é super fundamental. A distribuidora Serrana Solar tem algumas opções que se encaixam perfeitamente a essa modalidade. Como os inversores da Solis de 7KVA, você encontra também o Sage de com a mesma potência e os Hypontec.
KVA que são ideais para ficarem dentro desse limite de potência exigido pela ANEL. Então não dá bobeira não e já consulta lá. Mas claro que se seu projeto não se enquadra no FTC, a Serrana Solar também conta com o portfólio completo de inversores, atendendo desde sistemas residenciais até projetos de maior porte, hein?
Então tem tudo que você precisa no portfólio da Serrana. Além de trabalhar com geradores fotovoltaicos on grid, a Serrana também trabalha com off grid, on grid híbridos e microinversores. Fora que eles também tem esse carregador veicular bonitão que tá aqui atrás de mim.
Então você tem tudo que você precisa. Vou deixar aqui no link da descrição o site da Serrana Solar para você conferir tudo isso que eu falei a partir de agora. A partir de agora não, depois que terminar de assistir esse vídeo.
Mas agora vem a pergunta que não quer calar. Será que o Fash Track realmente foi uma boa solução ou acabou se tornando mais uma limitação no nosso mercado? Vamos analisar então os dois lados dessa história, hein?
Mas primeiro você vai dar aquela conferida se realmente você tá inscrito aqui no canal e se você tiver gostando do vídeo, considere dá o like. Bom, let's bora continuar. Sem dúvidas, essa modalidade destravou muitos, mas muitos projetos de pequeno porte que estavam parados devido à inversão de fluxo de potência.
Isso é muito bom e não podemos negar, porque essa potência de 7. 5 kW pode compensar até 1000 kWh por mês na própria unidade consumidora, considerando aqui a média brasileira. Se a gente para para pensar, esse consumo já atende a maioria dos consumidores residenciais aqui no Brasil e até pequenos comércios também, viu?
a gente for parar para pensar, tornando o FTC uma alternativa muito viável paraa maior parte da população. Mas por outro lado, essa modalidade também tem as suas limitações. Como falamos anteriormente, é permitido apenas o autoconsumo local, sem a possibilidade de enviar o excedente de energia para outros locais.
E a grande polêmica é que eu tenho visto muitos integradores relatando que as distribuidoras estão forçando adesão ao FashTack, dificultando a aprovação de projetos para enviar créditos para outras unidades consumidoras. Por exemplo, dependendo da concessionária de energia, um projeto de 5 kW que envia créditos para outra unidade consumidora, dificilmente ele é aprovado. E a justificativa é sempre a inversão de fluxo.
No fim, o consumidor acaba sendo forçado a escolher o FTC. Isso tem acontecido em várias regiões aqui no Brasil, principalmente onde as distribuidoras já alegavam problemas com a inversão de fluxo de potência. mesmo antes da criação dessa modalidade, como a SEMIG aqui no estado de Minas Gerais.
Então agora eu quero saber a sua opinião. Comenta aqui para mim, o Fashtack realmente te ajudou ou foi só mais um obstáculo aqui no setor? Digita aqui nos comentários que é muito importante ver a sua visão do mercado pra gente resolver esse problema junto e, é claro, fazer uma discussão saudável aqui no YouTube.
Depois de comentar, não esqueça de conferir as soluções da distribuidora Serrana Solar. No site que eu deixei aqui na descrição, você vai ter acesso ao portfólio completo da Serrana. E agora eu vou te fazer um convite especial.
Continua aqui maratonando os vídeos da E4, hein? Um forte abraço e até breve.