uma saudação particular a Monsenhor Jonas Abib que con celebra nesta Eucaristia com grande alegria recebi a notícia da sua presença aqui nesta missa isso para nós é motivo de grande alegria realmente porque aqui está alguém que Acreditou nessa nova realidade que levou adiante esse grande trabalho então a Monsenhor Jonas a nossa gratidão també por esta consciência e por essa escuta ao longo de toda a sua vida que alegria quando ouvi que me disseram assim nos diz o Salmo 121 esse Salmo o povo que caminhava para Jerusalém recitava louvava bendia a Deus quando se aproximava justamente
porque vi certa distância a beleza de Jerusalém chegar além significava chegar à aquele Lugar Prometido por Deus hoje para nós esse lugar se converte na nossa Jerusalém no lugar onde nós somos chamados a contemplar a beleza do amor e da misericórdia de Deus por isso também nós como salmista daquele tempo dizemos com toda a nossa força que alegria porque aqui estamos e a alegria de nos encontrarmos reunidos para a celebração da Eucaristia as novas comunidades são uma realidade eclesial atuante que existe em grande número hoje na igreja aqui nós estamos reunidos em quase 60 novas
comunidades que vieram para este acampamento para este momento de profunda reflexão a respeito da importância dessa realidade na igreja as novas unidades estão espalhadas por todas as dioceses e dificilmente a gente vai encontrar uma diocese um lugar aonde não tenha não exista uma expressão das novas comunidades e essa presença ela é uma presença que nos enriquece essas novas comunidades assumem cada vez mais um lugar na igreja e assumem diversas tarefas tarefas de serviço e muitas vezes serviços ados à caridade daqueles que mais sofrem muitas das novas comunidades são a inspiração justamente para essa acolhida uma
acolhida da Misericórdia daqueles que sofrem as novas comunidades têm uma relevância eclesial concreta e precisam ser conhecidas e acompanhadas para que possam chegar ao esplendor e o desabrochar da verdadeira primavera da igreja essa foi uma expressão de São João Paulo I no ano de 1998 quando celebrou a vigília de Pentecostes com as novas comunidades ele falava dessa primavera da igreja ou seja a beleza das flores novas que chegam depois do inverno e vem para encher de cor e de alegria a vida da igreja essa é uma realidade concreta das novas comunidades mas como nós podemos
entender essa nova realidade ou essas realidades ou essa realidade das novas comunidades que é tão recente e ao mesmo tempo tão vigorosa na igreja não é pouco o número que nós estamos aqui quase ou mais de 1000 pessoas Reunidas para refletir exatamente sobre isso o caminho da compreensão exige a consideração de dois pontos fundamentais a ação do Espírito Santo e a igreja sem o Espírito Santo e sem aja nós não podemos compreender o que são as novas comunidades para mostrar ou para ilustrar esse caminho para nos ajudar a aprofundar esse conhecimento nós podemos lançar a
mão de duas teorias porque às vezes quando nós usamos as imagens quando nós usamos expressões isso nos ajuda a aprofundar o sentido daquilo que nós queremos expressar nós podemos usar duas teorias duas teorias do mundo da da ciência do mundo das ciências biológicas que é a teor a teoria da geração espontânea e a teoria da evolução das espécies duas teorias que eh se aprende na escola que nos ajudam a compreender a origem da vida essa é a tentativa que nós fazemos a primeira a teoria da geração espontânea nasceu há muito séculos atrás ainda com os
filósofos gregos 6 se Anos Antes de Cristo se séculos antes de Cristo são teorias antigas mas eram as primeiras tentativas do homem de explicar a origem da vida foi acreditada essa teoria até meados do século 17 e a tentativa era dizer o seguinte que algumas espécies de animais algumas espécies de insetos nasciam da combinação de dois elementos biológicos ou não mas que quando se combinavam esses elementos então ali se produzia um novo ser era a tentativa humana de explicar a origem da vida as novas comunidades elas não nascem por uma geração espontânea não é a
simples combinação de duas coisas uma comunidade não nasce porque umaas três pessoas se ajuntaram e disseram que agora formam uma comunidade uma comunidade não nasce da vontade de alguém Ah eu quero formar uma nova comunidade ou eu quero formar uma comunidade uma comunidade não nasce disso uma nova comunidade não nasce da decisão de um fundador nós não podemos olhar para os fundadores né quantos fundadores tem aqui levanta a mão pra gente a gente vê tem vários fundadores uma nova comunidade não nasceu da decisão de vocês porque agora nós queremos fazer isso porque agora nós queremos
criar alguma coisa nova porque agora nós queremos eh mostrar alguma coisa e por isso nós tomamos essa decisão uma nova comunidade não nasce da divisão de um grupo isso acontece em outros lugares mas não pode acontecer no nosso meio não é porque alguém não está de acordo com o outro que se separam dividem aquelas pessoas que caminham ali e começam uma nova estrutura uma nova comunidade Não é esse o fundamento uma nova comunidade não é fruto dessa geração espontânea de acontecimentos furtivos não é fruto do acaso não é fruto de vontades humanas uma nova com
nasce da ação do Espírito Santo é o espírito santo que desperta nos corações o desejo de servir a Deus de uma maneira particular e Exatamente porque é o espírito santo que desperta isso que ele toma a iniciativa de atrair outras pessoas de ajuntar essas pessoas para que em torno de uma realidade comum de um objetivo comum possam desenvolver a sua missão uma nova comunidade não nasce porque tem um estatuto social nós registramos o nosso estatuto E Agora Nós somos uma nova comunidade isso pode criar uma ONG e o Papa Francisco já nos dizia que a
igreja não é uma ONG Ela não é uma organização governamental bem estruturada ela não serve a esses propósitos até porque uma ONG ela pode ter eh motivos e necessidades lícitas mas também pode ser ilícita e uma nova comunidade não é isso ela nasce dessa provocação do Espírito Santo é o espírito que toma a iniciativa é o espírito que convida é o espírito que desperta e o fundador é aquele que se sentiu em primeiro lugar impulsionado por esse espírito el se sentiu despertado pelo espírito e por causa desse despertar ele se coloca a caminho o fundador
é aquele que sentiu em primeiro lugar o apelo do Espírito Santo e pela sua sensibilidade ele deu esse primeiro passo nessa direção uma nova comunidade nasce dessa inspiração e ée espírito que toma a iniciativa de despertar e de atrair novas pessoas os fundadores não precisam se preocupar se vão ter ou não ter mais pessoas na sua comunidade é o espírito quem chama é o espírito quem provoca é o espírito quem convida é o espírito quem faz despertar brotar nos corações esse desejo de seguir a Deus de uma forma particular de de uma maneira mais consagrada
a Deus os fundadores das novas comunidades são esses que têm essa grande sensibilidade de ouvir o apelo e de dar esse primeiro passo os fundadores não são Mestres e nem caçadores de discípulos eles são pessoas que escutam a Deus e ao Espírito Santo os carismas são dons de serviço e são suscitados pelo Espírito Santo em função de uma realidade concreta quando o espírito precisa ele suscita quando o espírito necessita de uma forma particular de ação então aí ele suscita esses carismas no nosso meio E quantos carismas o espírito tem citado na igreja sobretudo ou principalmente
nós vemos isso com tranquilidade a partir do Concílio Vaticano io a realidade que nos reúne aqui hoje é muito concreta portanto os carismas não são um direito privado de uma comunidade a comunidade que se fecha em torno do seu carisma a comunidade que se f que se fecha em torno dos seus membros não é essa a direção que o o espírito aponta o espírito não nos convida a uma separação do mundo mas o espírito desperta esses carismas justamente para que as novas comunidades possam testemunhar o evangelho de uma maneira inserida dentro dessa realidade do mundo
Nós não precisamos mudar o mundo ou Nós não precisamos esperar que o mundo se transforme para sermos cristãos ou para testemunharmos a nossa fé é nesse tempo é nessa realidade onde Deus nos convida pela ação do Espírito Santo a testemunhar aquilo que nós acreditamos E as novas comunidades são essa são Esse testemunho inserido dentro dessa realidade mas não existe uma inspiração autêntica sem escuta discernimento e aprovação O Chamado Não é uma escuta privada e nem o espírito fala apenas com uma pessoa os fundadores não são autodidatas que escutam o espírito santo por eles mesmos tomam
as suas decisões tomam as suas iniciativas e seguem por esse caminho como se nada mais em volta dissesse respeito a eles como se unicamente importasse vida da sua comunidade a vida daquele grupo que está ao seu dispor os fundadores não são autodidatas mas são pessoas que escutam em comunhão esse espírito ninguém pode sequestrar a ação do Espírito Santo fechar a ação do Espírito Santo em si mesmo ninguém pode dizer que apenas ele tem a capacidade do discernimento dessa realidade se não existe a escuta da igreja nós podemos duvidar da existência e da realidade dessa comunidade
nós sabemos que existem muitos problemas nós sabemos que existem muitas dificuldades nós não podemos ficar com medo dessas dificuldades por causa das dificuldades nós não podemos não querer as novas comunidades por causa das dificuldades nós não não podemos deixar de lado as novas comunidades mas é preciso falar seriamente sobre isso é preciso ter a escuta partilhada com a igreja por isso os fundadores precisam confrontar a sua escuta pessoal com a escuta e o discernimento do magistério da igreja porque é o magistério da igreja foi conferido o dom de governar a igreja e as novas comunidades
fazem parte da igreja elas não são alguma coisa separada da igreja se nós não temos essa escuta partilhada então nós quebramos a comunhão e se nós quebramos a comunhão então aí não existe vida é exatamente no confronto respeitoso e fraternal que as novas que as novas comunidades descobrem a autenticidade e a confirmação do seu carisma as novas comunidades têm um lugar as novas comunidades são importantes que algumas vezes se diz assim ah mas lá na minha igreja lá na minha diocese lá na minha paróquia existe uma perseguição a perseguição e aprovação também fazem parte do
processo de escuta quantos Santos tiveram a sua vida provada quantos Santos tiveram que enfrentar Muitas dificuldades mas se mantiveram fiéis à igreja de Jesus Cristo se mantiveram fiéis a Deus e pela escuta e pela obediência à igreja chegaram a ver a sua obra realizada porque não era uma obra pessoal porque não era uma obra individual porque não era uma obra deles mas era Justamente a obra do Espírito Santo e quando o espírito fala ele não fala sozinho e nem fala Só para um mas ele fala dentro da realidade eclesial por isso a escuta é fundamental
a segunda linha de reflexão que nós tomamos ou a segunda teoria que nós usamos é a teoria da evolução se as comunidades não são uma situação que nasce por geração espontânea mas que nascem pela ação do Espírito Santo as comunidades elas são como que organismos vivos dentro da igreja que também é um organismo vivo essa teoria da evolução ela foi pensada por um naturalista chamado Charles Darwin mais ou menos no século 18v a partir do século XVI e ela tem um pensamento assim que os seres vivos eles têm uma origem comum e essa origem comum
ela vai sofrendo modificações à medida que esses outros seres se adaptam a determinadas realidades quando existe uma necessidade então um ser vivo se adapta àquela realidade e por isso nessa adaptação ele vai sofrer modificações E assim a vida continua então existe uma evolução da vida aqui nós não vamos entrar nas polêmicas que essas teorias elas podem despertar em nós mas apenas para pegar essa imagem de uma evolução da vida a igreja de certa forma nós podemos comparar e dizer que ela é um ser vivo E por que que a igreja é um ser vivo porque
a igreja não está parada no tempo o Papa Francisco usou uma expressão a igreja não é um monumento eh para museus a igreja não é um museu mas ela vai vivendo de acordo com a realidade e o tempo aonde ela está inserida E as novas comunidades são um sinal disso é um sinal de que o Espírito Santo continua agindo atuando chamando a conversão continua atraindo pessoas para a vida da igreja quantas pessoas descobriram o caminho de Cristo o caminho da igreja porque encontraram uma nova comunidade quantas pessoas pelo sinal pela alegria pela música pelo canto
pela dança Pela expressão das novas comunidades redescobriram a sua vida de fé quantas pessoas se converteram exatamente por causa disso essa é a vida que existe na igreja por isso a igreja não é alguma coisa do passado que fica lá já pronta não mas ela é algo que está sempre em movimento e nós podemos dizer sempre em construção e para construir a igreja ou nessa construção contínua da igreja o espírito Santo suscita realidades que ajudem nessa construção as novas comunidades como organismos vivos nascem dentro da realidade da igreja e nela crescem e se desenvolvem as
novas comunidades chegam à plenitude da sua beleza aquela Primavera que falava João Paulo I justamente quando permanecem no seu lugar dentro da igreja não quando estão separadas como um apêndice como alguma coisa que é externa mas como algo que continua firme presente dentro da igreja é dentro da igreja que nós podemos fazer aquelas transformações que são necessárias é dentro da igreja que nós damos o sinal e o testemunho necessário à conversão quando falamos da igreja é preciso considerar uma dupla realidade a igreja tem uma existência espiritual enquanto projeto enquanto vontade de Deus e a igreja
tem uma realidade Histórica no tempo no tempo Aonde a igreja vai continuando o seu trabalho desde sempre a igreja foi pensada por Deus ela não é uma criatura humana ela não é a reunião de 12 pessoas de 12 apóstolos que decidiram levar adiante o ideal de Jesus Cristo ela é pensada por Deus Concílio Vaticano I fala isso de forma muito forte de forma muito verdadeira reafirma essa grande verdade de fé a igreja é desejada por Deus e por Deus quis a igreja para reunir nela todos os seus filhos no filho que é Jesus Cristo e
para que através do Espírito Santo a igreja continuasse na na história o trabalho de evangelização de levar a palavra dele a todas as pessoas final do Evangelho de Mateus termina exatamente assim Ide por todo mundo e anunciai anunciai a boa nova do evangelho e aqueles que acreditarem forem batizados esses vão se encontrar com o amor de Deus é nisso que nós acreditamos então a igreja como realidade desejada ela é um Sacramento de salvação para aqueles que nela entram e a igreja é o lugar do apostolado Todos nós somos chamados a ser comunidade inserida na onde
nós estamos não simplesmente porque nós fomos ao nosso grupo à nossa comunidade à nossa Paróquia Mas nós somos igreja quando nós estamos no trabalho quando nós estamos na escola quando nós estamos no nosso dia a dia às vezes tem pessoas que dizer assim ah lá no meu bairro não tem igreja como não tem igreja no seu bairro você tá lá você tem que ser igreja no seu bairro você tem que ser igreja na sua rua você tem que ser igreja no seu trabalho na onde você vai em todos os lugares aonde você vai você testemunha
aquilo que é ser igreja mas também pode ser um contr testemunho quando nós não vivemos essa verdade do Evangelho por isso o convite para nós é justamente esse de testemunhar a nossa fé essa igreja que é desde sempre por Deus na sua realidade histórica é uma igreja que provocada pelos novos desafios de cada época e animada pelo Espírito Santo ela dá uma uma resposta a igreja não tem medo dos conflitos a igreja não tem medo das situações de contradição a igreja não tem medo das muitas dificuldades apresentadas pelo mundo porque é justamente nessas realidades aonde
ela se apresenta como verdade é aonde elas ela brilha como verdade de Cristo proclamada pelo coração pela vida daqueles que são os seus fiéis e as novas comunidades TM um papel muito importante no tempo presente nos dias de hoje porque vocês como realidade dessas novas comunidades estão em em muitas situações em muitos acontecimentos de conflito e lá vocês precisam testemunhar a fé fazer a diferença mas fazer a diferença para melor fazer a diferena para muito mais do que aquilo que nós vemos as novas comunidades representam para toda a igreja um ganho enquanto manifestam a pluralidade
e a beleza dos carismas e mais ainda enquanto guardam e promovem a comunhão todo Carisma só tem valor objetivo se ajuda na missão da igreja não é possível pensar uma nova comunidade isolada como um gueto como alguma coisa à parte dentro da Paróquia nós temos a paróquia e temos a nova comunidade dentro da realidade da igreja diocesana nós temos a igreja diocesana e temos a nova comunidade não é possível pensar nessa realidade de alguém Fechado nos seus próprios interesses porque todo fechamento produz unicamente a morte e nós sabemos que muitas novas comunidades já nasceram e
já morreram nós sabemos que muitas novas comunidades já apareceram e já desapareceram E por que que isso acontece porque o fechamento provoca a morte dentro da realidade da igreja as novas comunidades não são uma mutação indesejada uma mutação é alguma coisa que não serve para nada porque ela sofreu muitas variações então é alguma coisa descartável as novas comunidades não são uma realidade descartável não são uma mutação indesejada Mas elas são esperadas elas são esperadas e necessárias e sob a ação do Espírito Santo e por meio da comunhão elas cada vez mais precisam assumir o seu
lugar de testemunho do Evangelho no mundo Elas têm um lugar e uma função todo fechamento provoca a morte e o Espírito Não age quando existe fechamento porque o espírito santo não pode entrar numa comunidade fechada o espírito santo não pode entrar em corações que estão endurecidos numa vontade que se considera absoluta o espírito santo não pode fazer parte de um projeto assim para aqueles que participam de uma nova comunidade isso é um dom vocês receberam de Deus um dom o primeiro Dom que vocês receberam foi o batismo de serem chamados a ser filhos de Deus
de serem chamados a fazer parte da família do pai e complementando esse esse chamado complementando essa graça vocês receberam o chamado para serem membros de uma nova comunidade de fazerem parte de uma família que caminha junta que sofre junta que chora junta de uma família que Experimenta dores e alegrias de uma família que minha diante do mesmo senhor tendo Jesus tendo Jesus como bom pastor é um chamado a viver a radicalidade do seu batismo o chamado para estar numa nova comunidade não é para fazer parte de um grupo que tem uma camiseta bonita especial ou
que usa uma cruz diferenciada ou que tem algum sinal um distintivo que os separa do mundo não é isso mas é justamente para viver a radicalidade do Dom primeiro que é o batismo Essa é a novidade das novas comunidades Essa é a beleza das novas comunidades viver a radicalidade do seu batismo de uma forma inserida dentro do mundo ou nas realidades do mundo na igreja somente a comunhão sustenta a vida eclesial não existe outro caminho as novas comunidades são uma realidade ainda em formação e a solidez dessa obra depende da escuta e da Obediência Se
temos problemas e nós temos e nós não fechamos os olhos para eles nós olhamos para algo ainda mais para algo maior que é a graça de uma comunidade de vida que testemunha a sua fé que sustenta no mundo aquilo que é a verdade do evangelho que vive a beleza desse evangelho assim a Igreja de Cristo o monte da casa do senhor continua a realizar a sua missão de levar a boa nova do Evangelho é a maneira como nos dias atuais o espírito santo leva adiante o trabalho da igreja também através das novas comunidades e se
é assim o que é que nós nos tornamos instrumentos instrumentos na mão do espírito é isso que nós somos nada mais do que isso instrumentos chamados pelo Espírito para estar a serviço novas comunidades vocês foram chamados para o vocês querem servir a igreja de Jesus Cristo vocês querem servir a Jesus Cristo gostei da resposta novas comunidades escutem o espírito santo permaneçam na obediência da igreja e assim somente assim vocês serão instrumentos da nova evangelização louvado seja nosso senhor Jesus Cristo para sempre seja louvado