Olá boa tarde como é que vocês estão hoje nós vamos fazer uma live com a Lídia Pereira ela é Educadora e especialista em autismo em meninas e mulheres Então pode se chegando deixa eu já chamar aqui a Lígia que ela já tá aqui enquanto isso Pega o aviãozinho clica lá manda nas cinco primeiras pessoas que tiver aí para todo mundo assistir para a gente poder aprender que vai ser bem Legal tá bom mandei o convite Lígia vamos ver se deu certo E aí gente boa tarde eu vou me apresentar rapidinho e aí depois eu vou
pedir para Lígia se apresentar também tá bom Eu Sou gerenir carneiro eu sou mãe a típica do Miguel autista e sou médica também especialista em autismo foi através do diagnóstico dele que eu entrei nesse universo do autismo Danilo divergência do dati pia e me apaixonei e Agora não quero sair mais e eu convidei a Lígia a Lígia ela é Educadora ela tem outras formações depois ela pode explicar para vocês mas atualmente ela trabalha realmente ajudando meninas e mulheres que estão dentro do espectro né isso Lígia se apresenta um pouquinho exatamente Então minha jornada como você
disse não é tão linear é cheio de curiosidades dúvidas a minha formação Inicial é fisioterapia eu percebia que quando eu trabalhava com a Cliente alterava né a postura dela melhorava a postura a voz também ficava melhor se sentir mais confiante às vezes em uma única sessão eu já anotava essas modificações E aí a minha curiosidade foi a seguinte Será que sim a gente alterar o psiquismo a gente também consegue ter essas repetições positivas em relação ao corpo ao físico né e para mim surpresa já vi muitos estudos a respeito disso como Antônio sem querer separar
a mente do corpo Porque é tudo interligado e Mas a questão é que essa curiosidade me fez estudar psicanálise psicologia deficiências e me apaixonei pela área da Educação Até porque eu também sou neuro Divergente e eu precisei ter suporte durante a educação para dislexia TDH sensibilidade aumentada também e como eu tive bastante Esporte bastante apoio dos professores amigos familiares e tudo então eu percebi que os meus alunos esse suporte nem sempre Era espontâneo nem sempre vinha de maneira fácil então eu tinha que reivindicar na escola conversar com os pais educar as pessoas e sobretudo em
relação as meninas esse suporte a compreensão mesmo falta de julgamento nem a foto julgamento O acolhimento das demandas às vezes eram complexos então isso me fez estar mais próxima das meninas das meninas autistas neurodivergentes estudar porque elas Geralmente são as que mais sofrem e são as mais invalidadas é um trabalho de formiguinha né que a gente vai fazer tem que educar os pais e tem que educar a família os professores os terapeutas às vezes e é realmente um trabalho de formiguinha a gente vai de grão em grão e a gente vai tentando e ajudando essas
pessoas né exato porque ainda é complexo se o autismo de forma geral ainda é visto como um enigma em relação as meninas né diferentes Apresentações que geralmente não entraram nos estudos antigos e portanto outras possibilidades do espectro é como se fosse literalmente nos pé eu acho que é um pouquinho de tudo é um espectro realmente e de certa forma eu acho que também se enquadre um pouco na questão do quebra-cabeça porque não para você ter que se enquadrar ou se encaixar Mais é para montar essas peças realmente para os poucos e encontrando né a melhor
Forma de moldar esse quebra-cabeça cada pessoa é única então não tem uma fórmula de bolo uma fórmula secreta não adianta você querer fazer a mesma coisa que o coleguinha tá fazendo porque não vai adiantar porque cada indivíduo né é o único Então acho que é realmente isso é um espectro que a gente tem que encaixar essas peças e a gente tem a maior parte né da população ainda tem essa crendice que Autismo só dá em menino né E a gente tem essa dificuldade da menina já ser Realmente é mais subdiagnosticado passa Bat quando realmente tem
mais meninos diagnosticados e aí vem a toda essa questão social a questão realmente biológica da menina de conseguir se adaptar melhor E aí meio que piora para a gente né Para a gente conseguir ajudar essas meninas diagnosticar que porventura na maioria das vezes tá tendo esse diagnóstico na vida adulta Então você imagina passar toda uma infância adolescência uma vida adulta sem Conseguir se encaixar Realmente é muito complicado e Que bom que tem pessoas assim como você que tem esse olhar diferenciado eu acho que é muito importante a gente realmente olhar para as meninas de uma
forma diferente porque a gente não tem nem escalas avaliativas né que realmente seja direcionado para meninas todas as escalas que foram feitas até agora foi pensando nos meninos foi usando os meninos como modelo e que se a gente for realmente Comparar é diferente tem o clássico óbvio que aí é fácil todo mundo diagnostica que a gente bate o olho já vê mas é nas sutilezas que aí que tá né o nível de conhecimento que a gente tem que adquirir né Sem dúvida Então temos na verdade duas escalas que ainda não estão validados para o português
e que avaliam esses traços tanto em meninas quanto em mulheres então escala para crianças e outra escala para adultas E Como você disse são São raros os instrumentos e os estudos também de 10 anos para cá que nós temos mas pesquisas mais observações e tudo então já temos alguns dados eles ainda não foram assimilados mas sim é um manual ele já Nos alerta para essas possibilidades por exemplo da camuflagem de recursos estratégias ao longo da vida mostram que os Marcos né de alterações hormonais eles têm um impacto muito Forte para do autismo nas meninas então
puberdade vegetação menopausa tudo Isso pode impactar e nessas fases às vezes é que a moça autista vai procurar auxílios só que como o mais exigem precocidade dos sinais Então como ela pode ser autista agora na adolescência esses sinais não estavam lá na infância e na verdade na maior parte dos casos quando te observa a investigar né fazer essa avaliação pregressa assim estavam então estudos congênios principalmente mostram Que as meninas mesmo tendo sinais ditos clássicos características de autismo e em quantidade tão elevada quanto o dos meninos elas tendem a não ser diagnosticadas e olha só que
interessante a gente os pais não se preocuparam tem até revisão sistemática mostrando que os pais podem realmente não ter o mesmo tipo de preocupação não reconhecer aquelas características né que a menina tem o determinado Sofrimento dificuldade como sinais do autismo Mas apesar disso eles tendem a buscar auxílio na mesma fase em que buscam para os meninos por volta dos dois anos só que as meninas vão ser diagnosticadas cerca de três cinco a gente sabe né Às vezes décadas depois dos meninos por causa dessas diferenças e da do senso comum que como você disse ainda né
a masculinidade é complicado mesmo dessas escalas que Você comentou você gosta Qual é a sua opinião assim você acha válida que a gente realmente [Música] é mais voltada para o feminino realmente né então só que tá precisando agora passar nesse processo de avaliação Para a gente poder aplicar ela então é de validação para o português mesmo assim pode ser podem ser usadas como recursos complementares então quando a gente faz avaliação aí coloca pode funcionar pode Inserir uma sessão de informações complementares e adicionar referência bibliográfica essas duas escalas elas são baseadas na prática de dois professores
que eu gosto muito italianos mas tudo com eles e a doutora Michel Garner e são profissionais incríveis muito sensíveis que tem uma prática muito humanizada eles fazem algo que eu gosto eu quero não exigir diagnóstico para iniciar uma intervenção e tem uma clínica grande na Austrália Mas quem quem montou a escala e fez avaliação foi outro profissional né profissionais Ingleses pesquisadores mesmo que já tem essa prática quando já tem experiência com a psicometria e são válidas eu acho muito interessante que você falou agora não precisa de um diagnóstico eu falo isso muito para os pais
que às vezes o importante nesse primeiro momento né a gente dá nome as coisas é a gente intervir no que tá precisando encontramos um déficit né ali Naquela questão Então vamos intervir ali independente do que é ao longo do caminho a gente vai descobrindo se não for a gente teve no que deveria ter feito né E se for Que bom que Já começamos porque às vezes a gente fica tão presa né Eu quero um homem Eu quero um diagnóstico Eu quero um Cid eu sei que às vezes é apreensivo mas eu acho e principalmente esse
cartão de criança se você identificou alguma dificuldade alguma coisa que não tá aqui já passou Do limite que já não tá né já passou dos mais desenvolvimento não atingiu eu acho que a gente realmente tem que intervir estimular e ver o que que tá acontecendo naquele problema digamos assim pontual e se for quando é uma coisa que é mais uma gama de sinais e sintomas realmente até mais fácil mas às vezes sou um pontas soltas que se a gente realmente não tiver um olhar diferente ela passa batido e aí como você fala e meninas e
ainda tem esse Esse é mais eu queria que você assim pudesse dar algumas dicas de mães que pudessem ficar de olho alguns sinais alguns sintomas que aquela poderia fazer prestar atenção para ajudar também então em meninas o que a gente nota geralmente são os sinais sofrimento dificuldades emocionais porque as meninas tendem a ser mais sensíveis Inclusive tem estudos de neuroimagem mostrando que as amígdalas das meninas dos autistas em geral se a gente já sabe Né pelos livros de neurociências mais antigos que as amígdalas dos autistas né que são estruturas que detectam ameaças no ambiente elas
tendem a ser aumentadas na infância só que esse achado ele estendem assim como relacionados com a sensibilidade e emocional mesmo nas meninas que a gente chama de comportamento por exemplo e nos meninos quando eles fazem um acompanhamento né o estudo longitudinal e vão olhando ao longo dos anos essas queixas nas meninas As redes psicológicas costumam ser estáveis e lá na adolescência a gente sabe que costumam até aumentar né em outras fases da vida para isso que quando a maior demanda para a socialização não tem mais acadêmicas por exemplo e outras tantas as meninas podem manifestar
manifestar os sinais agora quando a gente observa essa pontinha do Ice que é o sofrimento psíquico Talvez esse investigando a gente vai observar que ela tem sim hiper foco só que é o Interfoco muito compatível com o das outras meninas só que intensidade muito aumentada Então ela gosta das mesmas bonecas coleciona pônei Então como as outras mas é muito mais forte mas seria assim tudo essas características né E além disso a dificuldade de comunicação pode ser não ser tão nítida porque as meninas elas tendem a ter mais motivação social só que a motivação não significa
competência social Então ela acaba ficando perto das outras meninas Se aproximando dos grupinhos porém se ela não capta as pistas os sinais os segredinhos os códigos né porque as meninas se vinculam por esse segredinho pela intimidade Então se ela não capta esse sinais para compreender como estar mais próximo a conversar com essas meninas elas simplesmente a ignorada por ser estranha ou rejeitada mesmo sofre bullying e aí os olhos menos treinados vão imaginar que ela sim esteja Socializando na escola com os grupos mas na verdade que ela não está conseguindo fazer a conexão então nós notamos
que a menina pode ser ingênua que né pode ser sensível às vezes ela é muito sensível por exemplo aos conflitos Então faz de tudo para evitar os conflitos para não estar perto ou então realmente tem uma reação né proporcional diante de briguinhas de conflitos que para as outras meninas são naturais Então a gente vai olhando esses sinais prefere Que nem sempre são os critérios né parou diagnóstico do autismo mas que nos fazem questionar e às vezes Fazer uma avaliação de rastreio e embora essas avaliações que nós temos não sejam específicos para as meninas estejam desatualizados
quando a gente sabe desse dessas outras características ou sinais aí a gente pode fazer um diagnóstico um processo usando os inventários e se aprofundando nessas perguntas conversando mais com os Pais sobre como ela se comporta em casa enfim né Tem estratégias diferentes ou se mascara mesmo porque às vezes é nítidos faz observam que ela esconde ou muda completamente o comportamento diante de uma pessoa nova no ambiente a partir disso é possível detectar os sinais reais você falou a questão da questão hormonal eu realmente para mim eu acho que tem tudo a ver Porque a mulher
já tem época da vida que a gente sofre um desbalance por exemplo eu acho realmente quando a gente vai entrar na puberdade primeira menstruação a última né quando a gente já vai para menopausa tem matéria eu acho que realmente deve mexer muito e se essa mulher já tem já é negro divergente Eu acho que isso a flora mais né porque já é uma explosão igual você quando a gente engravida que tem filho é uma explosão de hormônio Imagina você Não está acompanhada devidamente passar por esse momento sem seu acompanhamento adequado deve ser realmente bem difícil
né É muito difícil adolescência por exemplo a menina tem uma série de demandas expectativas em relação ao autocuidado por exemplo e nessa comentando sobre a infância ainda se ela foi ignorado rejeitada pelo clube da Luluzinha talvez ela tenha sido aceita no Clube do Bolinha então talvez ela tenha tido mais afinidade com os meninos Talvez ela mesma tem a características mas masculinizadas tem meninas que não não suportam né o toque do cabelo molhado por exemplo na pele então uma série de questões pode fazer que na adolescência de fato de ter que ser mais feminina vestir roupas
mais delicadas ela também se sinta ainda mais oprimida depilar fazer sobrancelha passar maquiagem um feminino nem sempre é fácil já não é fácil ser mulher menina Imagina Você pensando diferente e sem se entender né porque eu acho que quando você tem um diagnóstico que você entende o seu diagnóstico daí se entende Talvez seja até mais tranquilo de lidar essas fases eu fico imaginando essas meninas que se tornaram mulheres que até hoje ainda se sentem não se sentem pertencentes né e não entende porque eu acho que principalmente por exemplo o autista mesmo tudo vai virando um
padrão então se a vida toda para você assim Você acaba achando que todo mundo é assim e quando você vai ver a fundo Não você que é diferente é como sotaque né eu tenho sotaque Claro mas a gente que tem o sotaque da gente que tem essas características e convive com elas a gente não nota essa diferença então os outros é que notam o nosso sotaque o nosso jeito de ser as nossas atipicidades ou peculiaridades então é como você disse Estranho são os outros mas quando a gente sabe que você falou que eu lembrei que
eu sempre falei que ai eu sou muito eu sou muito assim parece que eu não tenho muita personalidade por exemplo se eu for no Rio de Janeiro eu acho que no segundo dia já tô falando karaokês eu já tô falando você tá querendo nordestino né nem é tão nordestino por conta que eu já vivi Fui perdendo mas óbvio que ainda fica o resquício né do meu Nordeste tão lindo sou de Pernambuco Recife mas por exemplo se eu for na Bahia Quer um sotaque diferente dá dois três dias eu tô lá falando ô mainha venha cá
venha meu rei eu tô falando que eu não tenho muita personalidade eu acho que essa questão de querer se encaixar né Realmente as pessoas autistas tendem a fazer a camuflagem e uma das características é Uma das estratégias às vezes é assimilação de algumas características de alguns comportamentos e pode ser até de forma empática só que na infância na adolescência isso pode ser mal visto a pessoa pode ser julgada como né Sem personalidade ou Debochada e tudo e na verdade é uma maneira até afetuosa mas então porque a gente não aceita as nossas características pessoais como
eu sotaque como o nosso jeito de falar mas pelas expectativas sociais em várias Fases talvez ela a menina autista se sinta oprimida porque se a menina é neuro divergente tem essa série de expectativas e ela não quer assumir então rejeita determinadas né demandas sociais elas simplesmente paga o preço Ela aposta nisso então sustenta o desejo delas características de forma fêmea quer dizer Ela sustenta a sua construção da identidade e os pais é que lutem como quando quer ser vegetariana eu não Quero que os animais quero ter um outro tipo de alimentação e ela vai argumentar
baixar autoestima baixa autoconfiança a gente sente que realmente é complexo Então nesse processo educacional é que seja com a médica seja com outros profissionais a psicoeducação mostrar que o cérebro é diferente tem necessidades individuais singulares e que também pode ter um florescimento maravilhoso compatível com que ela gosta então Validar aqueles desejos e a fase que talvez seja um pouquinho mais sensível não há problema da menina autista quando ela vai entrando assim na adolescência fase adulta questão de namorar sexualidade Pois é no consultório a gente observa algumas diferenças né Por exemplo a menina pode chegar a
adolescência um pouco mais infantilizada e aí o nosso trabalho é de protegê-la para que ela não tem experiência para os pais ela não Está preparada ainda então a gente adia um pouquinho né esses encontros muitos paqueras e tudo se é possível a gente valida esse gosto dela pela leitura pela dança por outras atividades as artes e às vezes né a gente vai orientar orientar ela em relação ao convívio e é muito importante porque na infância Às vezes a orientação por exemplo se alguém te oferecer algo que seja proibido oferece cerveja então Não sonoro muito bravo
para ela quer dizer pode ser incompatível com a vontade que ela tem de socializar de se integrar ao grupo de estar com pessoas que talvez sejam interessantes que talvez não façam coisas que ela não queira fazer que está tudo bem às vezes né mas então o jeito de conversar é outro talvez ela não compreenda os sinais de paquera E aí nós temos risco às vezes graves Porque os estudos mostram que 90% Às vezes das meninas autistas adolescentes né já passaram por situações de abuso então começa por isso compreendendo que tem o círculos de intimidade as
pessoas que realmente são muito próximas ali um pouquinho mais distante os amigos então para cada círculo desses conhecidos para cada ciclo desse existem comportamentos mais adequados ou esperados então é importante e às vezes Ter inclusive recursos visuais para que a gente converse sobre isso de forma antecipada e para que ela se sinta segura também em ambiente diferentes ou quando muda essa hierarquia social né a dinâmica social nos ambientes dela entende então realmente é mais propenso realmente a sofrer abusos esse tipo de coisa realmente pelo que você falou com quanto até de não entender muito bem
acho que até por Conta da literalidade por exemplo o amiguinho chama vamos na minha casa assistir filme você vai assistir filme mas o amigo ele não pensou assistir filme ele quer paquerar também eu acho que é muito esse sutilezas e tem que ser de uma forma realmente eu acho que é diferenciado mesmo de uma forma mais Sutil ou até de uma forma até mais prática não sei né dependendo de acordo para ela para a gente poder meio que blindar pelo menos nesse primeiro Momento até que ela possa tomar decisões né mas mais importante sozinha porque
eu acho que realmente é mais para pensar a sofrer esse tipo de abuso de assédio é tanto questão sexual mesmo até às vezes no trabalho às vezes de amigos também né você querendo se enquadrar Então você quer sempre ser legal ou deixar alguém fazer alguma coisa com você por exemplo te usar alguma coisa do tipo porque você tá querendo sempre agradar Alguém e não consegue se impor né Realmente mostrar sua identidade e isso acho que acaba a vida vai levando vai levando vai levando E aí eu acho que quando vem esses enxurrada dia gnóstico quando
a mulher tem diagnóstico na vida adulta eu acho difícil uma que não recebeu alguns outros diagnósticos psiquiátricos antes até chegar no você é autista né Você concorda exato e não sou só eu que concorda não na literatura a gente vê que vários Trabalhos indicam que a mulher entra nessa jornada com muitas queixas psicopatológicas E aí hoje em dia como se tem mais acesso né recursos mas específicos não em termos de inventário escalas mas é um pensamento mais abrangente agora que nós sabemos sobre a apresentação feminina do autismo Então ela pode receber esse diagnóstico de forma
tardia após muito sofrimento e também por ser mais vulnerável Claro mesmo tendo diagnóstico ela está mais Propensa como outras mulheres também né as mulheres vulneráveis tranquilo eu tô no 4G justamente já para nós ir lá do wi-fi Mas se vocês depois fala aí para gente se tá se vocês estão ouvindo direitinho vendo a gente tá bom talvez foi alguma coisa momentânea mesmo linda Doutora Natal obrigada Kátia travou muito olha aí ó tá fazendo travou Ai que pena Então vamos continuar aqui para a gente tá bom eu acho que não sei Se foi a internet não
sei mas agora deu certo que bom deixa eu te perguntar Lígia por exemplo eu sou uma mulher Tô desconfiada Tô vendo tô achando as coisas aqui na internet fui lá no doutor Google e acho que eu sou autista Qual o meu primeiro passo [Música] procura quem estiver mais perto o profissional que né você souber que tem competência sobre em relação que seja especializado que tem a experiência Nessa área aí pode iniciar o processo de avaliação e geralmente o processo diagnóstico Depende de da observação de vários profissionais então a médica como a doutora Janine a Educadora
né o educador como como eu todos podem auxiliar o psicólogo e tal mas todos na comunidade somos responsáveis nesses casos então não só a pessoa que observa suas características mas o esposo os pais meus filhos então todos podem em algum algumas Escalas né estão livres à disposição dos profissionais então podem ser utilizadas E aí a pessoa vai pensar melhor sobre esse assunto sobre as próprias características colunas e às vezes as moças que fazem parte da comunidade ali estar as características que elas observam a partir das nossas conversas a partir do próprio manual que não está
fechado ele né não é um livro secreto para o profissionais pode ser utilizado por Todos Então a partir dessa leitura mais minuciosa observa determinadas características assim ela pode levar essa pode e deve facilitar muito a conversa quando ela tem um diário e leva ao profissional é porque eu acho que pelo Só pelo fato realmente de você já tá na vida adulta talvez o médico vai estar ali mais só para validar o trabalho de vocês né porque é mais difícil para o médico fazer um diagnóstico mesmo se for Encontro de uma hora por exemplo não sei
mas ainda é muito pouco para você conseguir fechar um diagnóstico numa pessoa na vida adulta que veio né como Falou às vezes são coisas sutis que a gente vai pegando aqueles ganchos que vai juntando num touro para poder conseguir fechar um diagnóstico Porque se ela passou essa vida toda aí sem nada provavelmente é algo mais Sutil que a gente tem que ter um olhar diferenciado e às vezes o médico numa consulta não Consegue Então a gente tem que lançar mão dos profissionais eu acho muito válido muito importante todos vocês nessa questão de avaliação na avaliação
neuropsicológica porque ajuda muito até a pessoa se conhecer né Eu acho que é uma autoavaliação acaba sendo também exatamente agora o risco tanto para própria pessoa que faz o alto Diagnóstico como em alguma situações mesmo com profissional é Focar apenas naquela queixa na demandam na hipótese Inicial então eu falo sempre com os profissionais né quando estou supervisão com os meus alunos e tudo essa queixa a hipótese ela tem que resistir a nossa tentativa de refútá-la então dsm não tem só o autismo tem uma série de outras condições então o objetivo é testar essa hipótese questionar
isso não é por maldade a pessoa que está no processo de avaliação ela não pode ficar chateada com o profissional Porque sim precisa saber se Realmente faz sentido porque pode ser outra condição pode ter mais de um diagnóstico e não é só uma situação algo do momento por exemplo a pandemia que fez muitas pessoas virarem isoladas um pouco comportamentos restritivos e tudo então a gente precisa saber se é situacional se realmente tem relevância e prejuízos e intensidade né suficiente para alterar a rotina da pessoa eu acho que tudo tem a ver a questão do igual
Você falou agora do prejuízo né se gera prejuízo para essa pessoa para as pessoas no entorno dela eu acho que ela tem que realmente ser avaliada assim para ontem porque eu acho que tudo gira em torno do prejuízo se você ainda consegue lidar bem e viver a vida bem que eu acho um pouco difícil mas se não tudo bem mas eu acho que de alguma forma em algum pontinho ali com certeza vai gerar algum prejuízo E é isso que é difícil Talvez para as Mulheres porque eu costumo dizer que a gente já sente culpada só
mulher só de você já tá ocupada e a sociedade também né em volta muda a gente para ser realmente mas é capado bubular então uma menina igual você fala né a gente escuta muito a menina quietinha que fica lá na dela ela passa despercebido realmente olha como ele é boazinha como ele é quietinha aí vem assim dormir na boazinha né você querendo agradar todo mundo e fica ali naquele Mundinho e todo Mundo acha muito lindo porque ela é muito organizada aquelas coisas muito certinha E aí quando você vai juntando Quando você vê não é não
é inato dela assim né É uma questão típica vamos dizer geralmente já tá entrando é realmente uma tipo e a gente vai deixando passar porque é bonitinho a menina ficar ali quietinha aí como você fala também que a maioria das pessoas falam tipo quando é um menino que é muito quieto todo mundo Já estranho como assim Esse menino tá muito quieto tá acontecendo alguma coisa que ele é muito quieto agora é uma menina que é muito quieta não que legal que ela é muito quieta né Eu acho que tem muito disso né os pais até
validam Pois é tem dois modelos ou teorias a respeito dessa configuração e identitária de meninos e meninas autistas então Simon barcoin que é um pesquisador que investiga muito sinais de autismo ele fez um hipótese a Respeito do cérebro das pessoas altíssimas e ele chegou à conclusão ele deu até o nome de cérebro extremo macho então em um continuo que seria o cérebro feminino mais empático e mais cuidador e no outro extremo certo o cérebro masculino mais lógico e mais pragmático então segundo ele o cérebro das pessoas autistas estaria aqui mais próximo desse extremo macho então
talvez até passaria desse descontinho desse espectro de Possibilidade tendo o homem né o menino neurotípico aqui um pouquinho mais próximo do cérebro feminino enfim mas então existe essa teoria e pode ter relevância assim e existe uma outra teoria o modelo de pensamento que também é estudado a respeito da configuração neuronal mesmo a arquitetura cerebral e das funções cerebrais das pessoas autistas que é a o modelo da incoerência de gênero e nesse modelo principalmente a suzanebg que Estuda bastante é um psiquiatra e ela diz que os meninos autistas eles estão mais próximos dessa configuração feminina então
não sei não chega a ser uma configuração exatamente feminina mas talvez seja um pouco mais passivos um pouco às vezes mais simpático passivos mesmo e enquanto as meninas autistas tendem até uma configuração mais próxima do cérebro masculino neurotípico olha só que interessante Então você me fala que as meninas muito recapadas muito quietinhas elas tendem a passar abaixo do nosso radar porque a sociedade já válida e quando essa menina tem uma configuração mais masculinizada tombou e mais prática mais lógica sobre o mundo e quer mais conforto como ela vai ser interpretada então nos dois casos às
vezes elas são invalidadas ou negligenciadas não recebem o suporte adequado seja porque ninguém as nota ou porque todo mundo vai julgá-las como Inadequado porque são muito práticas né ficam o sistematizando as coisas pensam de forma lógica literal e não querem saber de confusão conteúdo e para elas por exemplo a socialização é muito feminina muito frufruzinho para elas e na genesissível inclusive são elas às vezes que é rejeitam né ou fazem bullying com as outras meninas porque elas não sentem que esse universo seria relevante ou admissível mesmo Como é que é seu trabalho com essas meninas
e mulheres autistas como é que é que funciona como é que a gente chega até você vamos lá pois é hoje em dia trabalho mais como professora orientando tem o curso tem uma aula mas você quer esse autismo feminino ejaculação precoce também sobre os caminhos possíveis para que a gente Facilite a detecção das meninas autistas de verdade também o suporte e tem os Nossos livros né tem o livro em que tem um capítulo esse livro são mais de 50 autores que abordam vários assuntos importantíssimos para que a gente simplifique eu gosto muito dessa palavra eu
uso até a expressão simplificar para amplificar e aqui nesse nos dois capítulos tem simplificando o espectro feminino e também falando sobre a educação extrema demandas que às vezes é confundida com o diagnóstico de Toddy então às vezes a criança Ela se sente muito ansiosa e ela cria ali determinados comportamentos que parecem que são né às vezes não adaptativos mas que às vezes parecem muito desafiadores e na verdade é uma tentativa de não lidar das demandas Pois é é um parece que é um perfil mesmo do autismo então esses estudos vem acontecendo desde a década de
70 e hoje acredita-se que sim que esteja associado Ao autismo as crianças têm as características do autismo mas às vezes tem uma habilidade verbal Acima da média e parece que elas estão manipulando os adultos os casos assim mais clássicos e às vezes faz desafiadores são aqueles em que as crianças imitam um bichinho ou querem se fazer de adultos Então a menina por exemplo que na sala de aula Ela quer tomar o lugar da professora se chama atenção e a questão é a seguinte as estratégias Educacionais e terapêuticas convencionais e aprovados que a gente vê como
padrão ouro para o tratamento de autismo elas não costumam funcionar com essas crianças em evitação Extrema de demandas e aí olha só que contra intuitivo às vezes quando a gente oferece esse espaço para que ela tenha um pouco mais de autoridade mais agência né que ela controla um pouquinho mais a situação a rotina participe das escolhas ela acaba florescendo se desenvolvendo Muito bem então os comportamentos eles tendem a ser reduzidos a autoridade para essa criança vai assumir a casa e vai se tornar uma pessoa mimada né um adulto irresponsável e tudo egocêntrico e não é
o caso às vezes quando a gente acolhe essa necessidade e flexibiliza um pouquinho não as regras mas o jeito de falar sobre as regras essa criança sente atendida então tem livros tem aulas tem cursos para sair supervisão e tudo Depois da Live vocês vão lá no perfil da Lígia vai lá no link da Bio dela e eu já comprei o meu a minha masterplay já assistindo é maravilhosa pode fazer que vocês vão adorar tipo colocou ali quanto mais aprendi sobre autismo feminino mais se identifica então se você realmente tem alguma suspeita tá sentindo que tem
alguma coisa diferente que você não tá se enquadrando que realmente pode se encaixar Eu acho que o ideal seria buscar o que primeiro uma psicóloga uma Psicopedagoga pode ser direto ao médico e claro o psicólogo que está né a fazer esses atendimentos e o educador muitas vezes também está tem que fazer avaliação neuropsicológica Para poder identificar igual você falou o dsm5 não tem só autismo né Às vezes a gente pode enquadrar em algum outro transtorno Você tem alguma relação se meninas também tem mais casos de TDH ou não tem muita relação porque eu acho que
deve ser Ainda mais difícil hein autismo com TDH Pois é no th do tipo desatento associado autismo em meninas agora no geral 90% dos autistas podem ter alguns sinais de disfunção executiva e até 60% podem chegar a receber o diagnóstico eu descobri né ano passado né nunca imaginei que eu tinha nunca se alguém me perguntasse para ele Imagina a minha perna balançando toda hora estrala é complicado e é para você ver que esse Tipo de coisa não eu gosto de dizer que não tem não tem classe não tem cor não tem sexo bate na casa
de todo mundo qualquer um pode estar propenso a ter alguém atípico dentro de casa ou você se ninguém é provavelmente você quer porque realmente essas crianças principalmente os autistas até hoje muitas pessoas eu tiro pelo meu filho meu filho tem autismo ele se enquadra e seria um nível um barra Dois porque ele precisa de suporte para tudo mas o cognitivo dele é bem preservado e ele tem uma intenção comunicativa muito forte realmente ele ele tenta se comunicar e eu ainda sofro muito com essa mas nem parece nem tem cara mas como assim ele fala mas
todos tem um mais parece que não bate a gente falar ele é altíssimo para todo mundo faz uma cara como tivesse né realmente uma feição um estereótipo não tem então se a gente Realmente não tiver um olhar diferenciado para essas crianças adolescentes e adultos realmente passa batido porque é o que eu falo quando é um nível três ou quando vem com alguma comunidade associada é fácil até um leigo bate o olho e vê que tem alguma coisa diferente a gente tem que estar treinado é realmente para essas pressas nuances e o autismo em meninas eu
acho que realmente tem que tem que criar uma vertente mesmo autismo feminino para Poder estudar cada vez mais parar com essa história de só fazer triagem em meninos fazer meninas também para a gente cada vez mais melhorar essas escalas para a gente poder ajudar melhor essas meninas porque é um sofrimento acho que para todo mundo e principalmente para pessoa que está dentro do espectro que ainda não conseguiu esse diagnóstico porque imagina essa menina igual você falou questão de gêmeos às vezes é o irmão Né e consegue um diagnóstico e a menina que tinha tanto quanto
sintomas meio que não não é passou despercebido e aí depois é que a gente vai ver o sofrimento que causou na vida dessa família porque a gente não teve um olhar diferenciado e eu como médica eu sempre costumo dizer eu não tenho vergonha nem tenho medo de pedir ajuda e dizer não sei quando eu não sei eu digo que Calma não sei mas eu vou procurar saber vou perguntar ou então vai vai tal pessoa Que ela vai conseguir te ajudar eu acho complicado quando fala não não é Tchau volta daqui a seis meses volta daqui
um ano é nada não é coisa da sua cabeça eu acho que isso a gente devia excluir isso nas nossas falas no consultório e validar realmente a questão dessa mãe ou até mesmo treinar o seu olhar porque para meninas eu acho que eu tenho recebido bastante meninas no meu consultório e a maioria vem com sintomas bem mesmo não é nada muito Sutil sabe Quando a gente começa a fazer anamnese interrogatório já meio que fecha o diagnóstico porque realmente se enquadra bastante no que a gente está acostumada a ver nos meninos eu não sei se infelizmente
ou Infelizmente ainda não peguei nenhuma menina assim mais difícil de diagnosticar por conta das sutilezas das nuances né que que tá entre um e outro mas eu acho que cada vez mais a gente tem que estudar mais não só o autismo em geral as pessoas realmente Têm que entender tem que compreender tem que entender que tá nós estamos aqui e vocês vão ter que engolir a gente que eu acho que realmente daqui a pouco vai estar o atípico vai virar atípico gente porque essas crianças aí vão crescer vão casar vão ter filhos e a chance
de um autista casar com outro autista vai ser muito grande e a probabilidade de vir outra autista também vai ser muito grande e daqui a pouco vai virar meio que o comum então a gente tem que fazer Um exercício inverno de auto avaliação mesmo de parar de querer eu acho que a gente quer muito enquadrar botar muito em caixinha você assim tem que ser assim Fulano tem que ser assim menina tem que ser desse jeito menino tem que ser daquele jeito uma vez ouviu uma frase que eu acho que eu gostei bastante enquanto a gente
querer realmente ficar por exemplo separando muito típico de atípico que eu tô falando agora questão de educação e Na escola e a gente fica muito separadinho sabe Ah mas fulaninho é falou não é eu acho que as crianças as menores elas não entendem ela tratam Todas Iguais elas podem notar alguma variação entre um outro jeito de ser mas elas não fazem Essa realmente essa discriminação as pequenas as maiores ela já fazem ela já fazem bullying já discrimina já exclui enquanto as pequenas não as pequenas elas acolhem hoje eu vi a mãe de um dos pequenininhos
Com atendi hoje falou ele não tem interação comunicativa Mas ele falou os amiguinhos da escola acolheram ele cuidam dele e é mais ou menos isso com as crianças pequenas fazem E se a gente crescer essas crianças com esse pensamento que não importa se você enxerga menos enxerga mais se você tem dificuldade para ouvir para andar se você usa cadeira de rodas você usa muletas você tem TDH se você autista acho que a gente não precisa ficar dando Nomes nesse momento e sim tá todo mundo igual cada um com a sua necessidade se você precisa de
mais ajuda em tal coisa então vamos dar mais ajuda então coisa e não ficar falando precisa de ajuda porque ele é isso Olha nem precisa de ajuda porque ele é aquilo aí eu acho que isso fomenta essa questão separatista de ficar os típicos dos atípicos os pcdeiros não perceber eu acho que se a gente trouxesse a visão para as crianças que todo mundo é criança e ponto e vamos Respeitar e vamos ajudar eu acho que tem mais chance dessa criança se tornar um adulto inclusive e não capacitista eu não sei se você sabe mas eu
era radicalmente contra esses diagnósticos sobretudo quando se trata de nível o suporte o caso dos mais leves de TDH porque assim eu sentia que é mais prejudicado que poderiam se ia transgênicos fazia a criança focar muito nos déficits e deixar de observar as competências que ela já tinha já tinha Cultivado alguns cursos interesses e tudo então no meu trabalho foco Realmente é muito aspiracional eu quero que as pessoas observem né o futuro que elas podem construir a identidade que elas estão né em processo de construção quem faz interesses delas e então meu sonho também é
de que essa apresentação diferente do ou apresentação feminina seja incluída e a gente não precisa daqui alguns anos falar especificamente Sobre o autismo feminino Mas falar como você disse né sobre a inclusão sobre as diferenças que são lindas o mundo precisa de todos os cérebros então nós temos livros também do Eric candel por exemplo que mostra que essa arquitetura cerebral diferente tanto da pessoa que tem TDH quando tem dislexia e o próprio autismo é justamente o que a pessoa traz de melhor e de diferente para o mundo e que pode ajudar as outras pessoas às
vezes Por uma percepção mais criativa diferente uma abordagem mais lógica mais concreta ou às vezes até literal mesmo e né pode enriquecer as experiências de outras pessoas então eu gosto muito de trazer inclusive as meninas as mulheres autistas para esse debate porque quando a gente dá voz a quem realmente viveu a experiência que nós vamos ter a possibilidade de pavimentar esse caminho para outras pessoas né tornar a jornada dessas meninas que estão chegando agora Mais fácil e mais significativa também sim é pega no gancho que você falou na questão de qualidade eu acho que por
isso que é muito importante fazer um face eu acho que se foi fosse realmente instituído nas escolas para todas as crianças no próprio p a gente ia descobrir quais são as facilidades as habilidades déficit dessa criança e trabalhar de acordo com essas habilidades e com esses déficits mas infelizmente o nosso a nossa educação é Padrão né todo mundo tem que aprender do mesmo jeito que eu acho isso porque cada um tem uma forma de aprender e eu acho que para quem tem essa dificuldade é ainda pior porque se você já tem toda essa dificuldade para
se enquadrar ainda você ainda é obrigado a aprender da forma padrão igual todo mundo eu acho que fica ruim para todo mundo não importa nem se você é típico atípico eu acho que é realmente é complicado a escola era para ser um lugar agradável Que a gente gostasse de tivesse prazer de estar na escola eu penso assim e não são peso Ah eu vou ter que ir para escola hoje ai Infelizmente também a gente ainda tem assim professores muito arcaicos que não busca realmente prender a atenção do aluno fazer uma coisa diferente né buscar e
se inteirar tá acontecendo hoje em dia para aprender a atenção dessas crianças adolescentes é tudo muito muito igual muito cartesiano tudo de caixinha acho que as pessoas Precisam de mais diversidade mesmo tem que mais colorido gente é verdade a gente sabe que tem né esse esse plano aí tem o livro que chama Maquiavel pedagogo tem do johntei no gato também que fala sobre esse pensamento é a construção muito fordista desse da escola então signo modelo industrial e que realmente não é para deixar as pessoas mais inteligentes no livro de ontem no gato inclusive chama o
emborrecimento programado porque A escola segue por protocolos deixa as crianças no mesmo lugar sempre tudo tem assim letra para o recreio tem que parar imediatamente aquela atividade ali então ela não tem autonomia para continuar investindo de forma brusca O que é curiosidade às vezes é interpretado como mal medicamento é um grande problema e inclusive o pay então pei maravilhoso a gente investigue mas eu sempre lembro os protocolos que eles são só para garantir Que ninguém Deixe de ser atendido no que realmente é necessário né para aquela pessoa então protocolo de Saúde protocolo no hospital ser
justamente para não deixar ninguém ser negligenciado mas o protocolo ele tem parâmetros né segue os itens básicos para aquele Cuidado então o nosso projeto é sair do bem fazer um enriquecimento tanto que em saúde educação a gente tem três modelos de trabalho né que são a prevenção Tratamento e resolvido agora a promoção de saúde vai focar em que em gerar né energia e promover a inteligência que é o meu caso na área da Educação eu quero que meu aluno expanda as possibilidades dele cognitivas dos interesses a motivação que saiba memorizar mais raciocinar melhor escrever com
palavras mais ricas onde vocabulário e estudo contribui para a expansão do Repertório comportamental Também e da construção da sua própria história né quem sabe escrever uma história uma narrativa sobre um personagem também vai ter mais facilidade para construir escrever a sua própria história você pede muita adaptação para escola poder ajudar de alguma forma essa criança ou você deixa mais para parte do médico você mesmo que solicita um pouquinho sim quando a gente sempre vai à escola Para conversar com a equipe e claro a gente solicita algumas acomodações é interessante porque antes do diagnóstico e foi
isso até que me fez mudar de ideia e reduzir esse preconceito em relação ao diagnóstico porque eu imaginava que ter uma sede né ter um nome falar autista que fosse reduzir as possibilidades né o potencial dessa desse aluno só que quando chegava a escola e solicitava com acomodações sem dar um nome né da condição em geral As pessoas questionavam como você falou né duvida e acham que a gente está meimando que não seja necessário que a pessoa tem que se esforçar tudo isso né Essas falsas que são capacitistas por outro lado quando a pessoa recebe
o diagnóstico existe um outro problema sobretudo em relação às meninas Às vezes a equipe deixa de apostar e a gente sente essa nítida tendência da equipe querer passar direto aluno Então a gente tem que fazer o Trabalho de acomodação dos dois pontos então trazer a motivação o investimento que é importantíssimo para qualquer aluno porque nós temos a profecia Auto realizador ou profecia Auto realizável a partir do Olhar do educador que esse aluno vai prosperar vai acreditar em si mesmo a partir dessa né dessa Aposta que é o aluno próprio fase que a equipe também quem
está em volta esse olhar de acreditar confiar que o aluno aprender é A partir disso nós temos os resultados ele é capaz e se interessa valida faz perguntas se envolve com o processo de educação mesmo então tudo isso precisa ser avaliado a gente precisa observar o que está acontecendo sugerir também sem às vezes constranger né Precisa colher a equipe também porque nem tudo é óbvio e às vezes as pessoas como você disse não estão formadas mesmo para ter esse olhar diferente ainda então focados aqui né Prevenção é tratamento e a escola deveria ser esse universo
como você bem falou de florescimento de possibilidade de encantamento curiosidade motivação intrínseca motivação extrínseca enriquecimento para a gente nem precisar de bem eu acho que seria o melhor do cenários a sua solicitação ou dos outros profissionais que seja por falta de um Cid né eu vejo muito isso acontecer a escola meio que que percebe que suspeita Mas como não tem um diagnóstico meio que lava as mãos né fica se torne isenta enquanto ninguém enquanto alguém não vier com um relatório com algo com diagnóstico para você para escola eles ficam meio que deixando levar vamos indo
não é nada ou eu acho eu às vezes eu converso com professores o que eu sinto é que eles têm medo de sinalizar para os pais eles têm medo e isso é difícil porque se o professor que está com essa criança todo dia não perceber nada tem Uma coisa estranha aí né que o professor devia ser uma ótima pessoa para você realmente interrogar buscar perguntar porque a criança tá ali todo dia pelo menos quatro horas por dia e o professor Às vezes a pessoa que passa mais tempo com a criança do que os pais durante
a semana e seria uma ótima pessoa para você realmente fazer um questionário perguntar E no fim das contas eles falam muito que tem medo porque já escuta Casos de pais que processou que tirou da escola quando é particular que sofre algum tipo de represália né E querendo ou não eles precisam do emprego deles aí fica nessa sem saber o que fazer de mãos atadas para os pais ou deixo ou corro risco de ser prejudicado de alguma forma porque eu tentei ajudar eu acho que eu não sei muito o que falar para esses professores Você está
certíssima inclusive também nós temos revisão sistemática mostrando Que existe essa tendência de negação da família e às vezes da equipe também né tanto de professores mesmo terapeutas às vezes tem que é capacitista mas por isso que eu gosto de pensar na inclusão no acolhimento dos neurotípicos também porque às vezes passam por essa dificuldade Se eu menciono esse hipótese como ela vai ser recebida Será que os pais vão se sentir desconfortáveis Será que vão me julgar e se a hipótese não for confirmada como né Eu fico nesse nesse ambiente como o que as pessoas vão pensar
de mim então você está certíssima é quando algum profissional me traz essa quente essa dúvida O que eu costumo dizer é que a gente não precisa falar sobre hipótese de autismo de TDH de dislexia então está no ambiente acadêmico vamos supor que o professor percebeu uma dificuldade na socialização Então o que a gente fala é o seguinte pode falar com a família Olha eu percebi Que família o seu filho talvez é precise trabalhar mais as competências as habilidades sociais porque elas são importantes para a construção ou para o cultivo de outras habilidades no futuro então
eu sinto que vale a pena ter uma atenção e se o profissional quiser falar comigo quiser vir a escola será um prazer receber então talvez não precise mencionar a hipóteses específica daquela Daquela condição até porque às vezes não é o papel né do professor naquele momento os pais talvez não estejam nem pensando sobre esse assunto então pode ir aos poucos e a partir da receptividade às vezes Ah mas eu estava Realmente pensando nisso em casa também observe e tal você acha que é isso Pois é tem algumas características compatíveis precisa de especialista Então vai ser
bom conversar Com outro profissional estou aqui à disposição só elas falam que realmente tenta falar de uma de forma bem Sutil dando pistas como é uma mãe que é receptiva que às vezes a própria família já tá anotando é até bom mas o grande problema é que a maioria nega a maioria não enxerga às vezes tá na cara ali e a mãe fica negando e eu sinto elas falam mesmo né que tem medo de falar por conta de represália e eu acho que você devia os pais deviam escutar mais o professor Né como eu falei
a criança passa tanto tempo com aquele profissional eu acho que a gente deveria levar em conta o que que ele fala né a gente tem que pesar Óbvio mas eu acho que a gente tem que validar também as dicas né sutis do que o professor tava indo dar para você mãe a Talita perguntou se os autistas tem uma forma diferente de aprender e de amadurecer então é um transtorno do neuro o Desenvolvimento Então o que a gente observa né as características principais estão relacionadas a login falava muito disso né que é a falta de intuição
social Então essa falta de intuição social nós percebemos com às vezes dificuldade na Comunicação na interação no contato social e imaginação social que ela falava que hoje a gente poderia dizer que a teoria da mente né com ignição social que tem vários aspectos e segundo ao Órgão foi ela que criou esse termo espectro e que o décimo né já acolheu mas segundo ela são justamente essas dificuldades em relação a intuição a percepção social que gerariam as outras características né o critério B essas características mais restritivas e os comportamentos repetitivos isso ainda é válido de certa
forma e ajuda a simplificar o raciocínio então é a partir disso né que nós vamos observar gente já deu uma hora de Live vamos Preparar fazer igual o Miguel vamos nos preparar eu queria assim que você desse fizesse um resumir Se você pudesse joga uns sinais sintomas que a gente pudesse ficar de olho tanto quando a menina criança ou quando uma mulher já na fase adulta para ela fazer um alto reflexão ou tirar alguma dúvida procurar um profissional Óbvio gente sempre na dúvida não Google profissional capacitado por favor a gente não tá Pedindo para você
ir no Google tá pedindo para você fazer um alto reflexão e ver se você realmente se sente dessa forma assim se enquadra um pouco e procurar um profissional capacitado porque também não dá para igual você falou autismo a gente sabe que tem que vir na infância não adianta você agora achar que você tem do nada não você tem que fazer né buscar lá atrás com os pais ver como é que você era na infância se tem um irmão mais velho uma irmã Perguntar como é que era essas a infância como é que você foi e
fazer uma retrospectiva e ver se realmente é isso eu costumo dizer que às vezes você só é chato também às vezes é isso não autismo é só chatice mas às vezes é e às vezes você tá em sofrimento e tá buscando ajuda nos lugares errados então dá uma de quem aí de coisas que a gente pode acender uma regra assim eu acho que uma luzinha vermelha A gente seguia verdadeiramente pelos critérios né então critério a que vai falar sobre a dificuldade de interação e comunicação então se a pessoa tem dificuldade na reciprocidade social a gente
percebe desde pequenininho que a criança gosta de sorrir às vezes se brinca né os pais escondem o rosto e aparece a criança se diverte né Às vezes o pai finge que vai morder o pézinho a mãozinha criança esconde não quer depois ela dá a mãozinha pra gente De novo né durante as brincadeiras a gente percebe a imaginação brincar funcional simbólico e tudo isso às vezes nos traz esse sinais de boa reciprocidade na comunicação também não verbal gestos né a pessoa está sempre com as mãozinhas ao lado do corpo não tem depressão facial E aí Nós
lembramos que pode chamar atenção a ausência e também os exageros fazer muitas caretas para se expressar talvez indique que ela não a Pessoa não perceba né não saiba modular as suas expressões sociais ou expressões corporais Além disso que é muito característico meninas principalmente a dificuldade para compreender os relacionamentos então nos autistas em geral vamos perceber a dificuldade no início das conversas das internações que às vezes é muito brusca às vezes é muito literal às vezes entra já com tópicos muito Sérios ou muito profundos e às vezes é só para ter uma conversa especial atividade para
compreender os vínculos e para cultivar os vínculos também grupos isolar prefira preferir criatividades introspectivas E mais uma vez lembrando se não abre juízos né se não é intensidade muito alta se a gente não percebe como um problema então naturalmente não é um transtorno Então não vamos pensar em autismo então esses três itens eles precisam ser Cumpridos para que o diagnóstico de autismo seja aventado E aí o segundo critério critério B vai falar sobre as esteiras são quatro aspectos né E aí nós precisamos observar pelo menos dois e são as estruturas motoras ou verbais e né
os comportamentos motores às vezes repetitivos que aparentemente não tem função mas muitas vezes nós sabemos que são movimentos que trazem conforto são auto-regulatório E aí na intervenção a Gente vai procurar não cuidar disso observar para não inibir algo que seja funcional para aquela pessoa no momento além disso a inflexibilidade mental que tem de a não ser tão forte na menina nos primeiros anos mas os estudos mostram e a realidade a clínica mostra que ao longo da adolescência a moça vai ficando um pouco mais rigorosa mais metódica e talvez até por causa dessas experiências muito antiogênicas
ou frustrantes de socialização Então os meninos a ter mais Esteroides e também mais Rigor flexibilidade desde a infância mas as meninas às vezes aparece como seletividade alimentar como né outras outras questões mesmo como você falou essa seriação a organização da Casa das Bonecas né E aí terceiro item vai ser sobre interesses especiais o hiper foco que pode ser mais típico dos pares e por isso talvez não chame atenção das meninas mas sim nós observamos as outras características e principalmente essa Dificuldade de socialização E aí né estamos atentos Talvez sim a gente Perceba o hiperfoco imenso
em k-pop né música coreana e aí quem não gosta desses filmes só que observando Às vezes uma banda de música que todo mundo gosta também mas essa intensidade passa às vezes dos limites né e o último ele tem relação ao critério B são né A pessoa pode ter as duas coisas dependendo dos então pode ser hiporreativa ao frio por exemplo hiper reativa ao toque as texturas E isso também às vezes é um motivo para seletividade alimentar para o estilo da pessoa se vestir para o corte de cabelo que ela vai escolher assim vai fazer as
unhas se não vai fazer as unhas às vezes até o grafite faz aquele barulho no papel isso é aversível a Criança não sabe às vezes manifestar justamente porque tem dificuldade na comunicação do seu sentimentos e da sua Sensações então né questões às vezes que a pessoa mesmo percebe ela é reativa tem um comportamento de Esquiva ou de irritação mas às vezes as pessoas no ambiente não vão detectar o que é qual é a causa esses aspectos em geral que são realmente os critérios agora a ponte em A pontinha do iceberg mesmo geralmente é sofrimento desregulação
emocional dificuldade nas interações fuga isolamento mas nem sempre em primeiro Principalmente nos primeiros anos nós vamos ver Por exemplo essa introspecção muito forte nas meninas Então você já tem elas têm mais motivação social e isso é que causa a confusão além da camuflagem disso tudo que nós falamos né É mesmo a gente esqueceu mas em todo eu acho que é autismo Feminino e mais quem eu acho que é praticamente você tem que pensar né de querer se cachaça de querer ter né tá mais próximo E aí o Messi que você usa tanto mesc que você
já não sabe mais se tá de máscara ou sem máscara Então tem que se conhecer para concluir eu estou aqui com o livro que fala sobre essa representação do eu e ele fala de modo geral como as pessoas constroem Suas máscaras sociais e imagina né se a pessoa está no teatro todo mundo sabe que ela está né que os atores estão usando máscaras e que estão representando mas se é uma pessoa por exemplo neuro atípica que usa as máscaras de forma inconsciente e os outros também não sabem que ela está representando isso já era de
repercussões e às vezes bastante sofrimento psíquico e Crise existencial tudo e a gente fala bastante em outros Vídeos sobre isso também é porque eu você falou geralmente essas meninas mulheres passam por vários vários diagnósticas ansiedade depressão Às vezes vem com a bipolaridade com e vem vindo e vem vindo e vem vindo quando você vai olhar fundo realmente é tudo vem quando você vai ver né o Iceberg lá embaixo mesmo tá lá um autismo bem grande tampado na sua cara é complicado mas aí temos recursos também para identificar a camuflagem Então a partir desses estudos então
Mergulhe nesse nos cursos nas aulas nos livros os artigos e a partir disso também nós vamos observando Quais são os outros recursos para identificar as estratégias de camuflagem então mulheres que se sentem um pouco que não se encaixa muito já recebeu um monte de diagnóstico e nunca consegue um tratamento adequado comece a pensar igual colocar aqui escreve no caderno Ali já também falou isso faz um relatório né escreve vai escrevendo o que você acha que você tá fazendo que talvez não seja tão assim comum vai anotando e procura um profissional capacitado que é o mais
importante não vai em qualquer profissional também se você for mulher eu bato muito nessa tecla vale um profissional que realmente tenha experiência em fazer esse diagnóstico de autismo em meninas em mulheres porque você pode acabar até se Frustrando dinheiro num profissional que não tem experiência para lidar com essa sutilezas igual ele já falou fica vendo só a ponta mas quando você olha lá por baixo mesmo tá lá bem grande lá o Iceberg a gente tá vendo só a pontinha achando que não é nada então procure sempre uma ajuda de um profissional capacitado pode um médico
pode ser um psicólogo neuropsicólogo psicopedagogo a Lígia que tá aí também que tem curso vão lá na bio dela entre lá no link comprem A masterclass dela eu já comprei já já assisti abre a nossa mente realmente a gente começa a perceber anotar e principalmente quem é dessa área da área da saúde até professores também se vocês quiserem aprender mais para ajudar os seus alunos também eu acho muito interessante que eu acho que a informação nunca nunca é demais né sempre bom você tá buscando e é um tema que vai estar cada vez mais ao
nosso Redor não vai ser autismo não vai ser mais aquele aquela criança ali que fica só parada no canto da sala sem interagir sem nada não gente não tá aí para todo mundo e eu acho que a gente tem que se capacitar infelizmente colocaram aqui também questão dos da escola né que realmente a maioria dos professores infelizmente não estão preparados para receber essas crianças mas isso gente já é outra para outro Capítulo para outra Live porque enquanto não vier lá de cima Lá de cima mesmo dos nossos políticos eu acho difícil alguma coisa mudar uma
escola ou outra Talvez né que realmente seja inclusive busque aprender a lidar melhor com isso porque eu como mãe eu te Visitei Várias escolas todas eram inclusivas todas amavam os autistas que foram pelo WhatsApp tudo lindo mas quando você vai lá conhece a história muda um pouco e a inclusão e as pessoas confundem muito capacitismo com inclusão então enquanto A gente realmente não buscar conhecimento busca em pessoas também que seja uma fonte confiável por exemplo a Lígia uma conta super confiável ela se tá referência bibliográficas Ela estuda fora do país também com pessoas muito importantes
que a gente nem conhece aqui mas que lá fora tem né uma bagagem gigantesca e às vezes a gente não não dá atenção para isso então busque também uma fonte confiável para você buscar informação e as meninas Principalmente mãe de meninas se vocês também notam alguma coisa diferente na sua criança na hora que você olha o que você tiver algum outro filho para comparar Não não é legal comparar a gente mas tem horas que a gente precisa comparar para ver as diferenças realmente procurem uma gordura também né procura ajuda sempre que eu falo sempre que
você notar alguma coisa diferente procura ajuda de alguém especializado não fique de Google não fique Perguntando para vizinha comparando com mas o autismo da minha amiga é diferente é mas é diferente mesmo você não vai encontrar dois autistas iguais então é sempre buscar informação de uma fonte confiável eu queria agradecer a todo mundo que participou da nossa Live eu eu já via que tentando e atentando ali já há muito tempo para ela conseguir um lugarzinho na agenda dela para a gente poder bater esse papo que da primeira vez que eu escutei Eu acho que eu
nunca Contei a gente a primeira vez que eu tive contato com a Lígia foi lá na certificação do Dr Thiago Castro que ela deu uma aula maravilhosa e a maioria das aulas o meu marido assistia comigo ao lado ele também se encantou com você super se identificou com muitas coisas que você falou concordou e ele ele é seu fã viu Muito obrigado qual é o nome dele Tiago desde então ele acompanha também eu costumo dizer Que eu quando eu saio de casa para fazer um diagnóstico eu tenho depois de curtir o caso com ele já
tá quase tá sempre junto graças a Deus também pelo filho dele né Ele tem também que tá por dentro para aprender para saber lidar e nós somos um casal né e uma família então todo mundo tem sua função aqui dentro e muito obrigada Lígia Muito obrigada mesmo adorei bater esse papo com você eu sempre Aprendo muito quando Eu te escuto Você fala de uma forma simples e gostosa de ouvir é gostoso ouvir sua voz então muito obrigada E eu queria que você se despedisse também para a gente poder dar tchau excelente agradeço a você Doutora
Janine parabéns pelo trabalho pela família pelo cuidado com as pessoas por assim pensamento também mas humanizado e agradeço muito a participação de todos aqui foi muito bom estar com vocês nessa tarde tá bom então tchau tchau gente Obrigada depois vai lá na Lídia vai lá no Instagram dela e já vai lá no link da Bio dela para ver a mas dela que tá muito legal também você não segue já segue se quem realmente não me segue já começa me seguir também para gente estreitar mais esses laços Eu sempre tô falando alguma coisa postando no dia
a dia principalmente o Miguel gosto muito de mostrar também ele nas terapias ele em casa a gente vai trocando figurinha Tá bom gente tchau tchau