dando continuidade à aula de inflamação aguda nesse vídeo serão abordados os tipos de inflamação aguda que podemos encontrar existem diversos padrões morfológicos que podemos observar e que são importantes de serem reconhecidos na patologia eu queria pedir para você já deixar o like no vídeo porque isso ajuda demais o canal e eu consigo saber se você gosta ou não desse tipo de conteúdo morfologicamente existem diversos padrões de processos Agudos e para cada um desses uma nomenclatura empregada podemos classificar esses padrões de acordo com os componentes vasculares e celulares do exudato sendo assim podemos classicar em cin
grupos distintos a inflamação cerosa a inflamação catarral fosa supurativa hemorrágica podemos ainda verção entre esses padrões como fiin supurativa ou fibrina ágica eu vou abordar aqui os principais padrões que podemos encontrar a inflamação cerosa é um tipo de inflamação aguda onde a gente observa um material mais acoso esse material tem pouca quantidade de proteínas plasmáticas extravasadas e poucos leucócitos normalmente esse conteúdo ocorre por extravazamento de plasma por conta do aumento da permeabilidade vascular e também por glândulas cerosas inflamadas esse tipo de inflamação acontece em casos de lesões térmicas como fotossensibilização e queimaduras no local da
queimadura a gente observa o aparecimento de bolhas preenchidas por um fluido translúcido acontece também em alergias onde há lacrimejamento e escorrimento nasal na macroscopia a gente observa um fluido acoso em excessiva quantidade extravasando de corte de tecido ou vesículas na microscopia as fibras colágenas ficam mais espaçadas e os vasos da região ficam dilatados e preenchidos por hemácias o endotélio também pode ficar mais alto com as células hipertrofiadas essa imagem é de um bovino com lesões de fotossensibilização em Plano nasolabial A gente observa áreas de erosão e ulceração com locais onde há transudação de um líquido
acoso esses casos são de bovinos intoxicados por senécio brasilienses na microscopia a gente não observa grandes quantidades de células inflamatórias infiltradas as fibras colágenas ficam mais espaçadas e a gente consegue observar esses espaços em brancos indicados pelas setas pretas na seta azul a gente consegue ver que os vasos estão dilatados e repletos de mascias no lumem a inf ação catarral também chamada de mucoide é quando a resposta leva ao acúmulo de um exudato gelatinoso espesso observamos esse padrão comumente em locais onde há predominância de células caliciformes como na mucosa do trato gastrointestinal e trato respiratório
macroscopicamente o tecido fica recoberto por esse material mucoso na microscopia pode acontecer hiperplasia de células caliciformes e separação de fibras colágenas do tecido conjuntivo por musina nessas imagens que eu tô colocando a primeira é de um abomaso recoberto por material mucoso transparente e brilhante na segunda é uma interit fibrina catarral Então temos a mistura de dois padrões ess exo mucosa amarelado na superfície também tem fibrina na sua composição esse animal Estava infectado pelo vírus da diarreia viral bovina Esse é o padrão de lesão que podemos encontrar na microscopia nessa imagem existe aumento do número de
células caliciformes que são essas brancas indicadas pelas cetas pretas e esse conteúdo mucoso na superfície mucosa circulada em vermelho agora vamos ao padrão de inflamação fibrinosa nesse padrão inflamatório o exudato formado tem alta quantidade de proteínas plasmáticas E baixa concentração de leucócitos esse tipo de inflamação acontece quando a lesão é mais grave em células endoteliais e permite o extravazamento principalmente de fibrinogênio ele exuda durante a fase fluida da inflamação e é polimerizado em fibrina é bem comum em doenças causadas por agentes infecciosos sendo observado em superfícies cerosas como no peritônio na pleura e no pericárdio
na macroscopia os tecidos ficam avermelhados por conta da hiperemia e recobertos por exudato fibrinoso espesso que formam cordões elásticos de coloração Branco amarelada que quando puxamos podem ser facilmente removidos geralmente esse exudato é rapidamente infiltrado por neutrófilos se tornando um exudato fibrino supurativo microscopicamente os capilares ficam dilatados e repletos de hemácias e as células endoteliais sofrem hipertrofia E além disso O estroma do tecido ou a superfície mesotelial dos órgãos ficam recobertos por fibrina com uma coloração mais eosinofílica esses dois exemplos são na cavidade torácica a gente observa esse material filamentoso amarelado que h a fibrina
recobrindo a superfície pleural um agente bem comum que causa broncopneumonia fibrinosa em bovinos é a que é o caso dessa primeira imagem na microscopia é possível observar o material eosinofílico que recobre a superfície pleural Esse é o exato fibrinoso no lum alveolar também tem acúmulo de material filamentoso eosinofílico nas setas amarelas são os macrófagos intra alveolares e nessa outra imagem dá para ver melhor os macrófagos no lum alveolar quando a resposta inflamatória é composta por um fluido rico em proteínas plasmáticas e células inflamatórias predominantemente ó filos ele leva o nome de supurativo Esse exudato é
conhecido como pus a gente pode observar ele na forma líquida cremosa ou se estiver desidratado ele fica mais endurecido formando material caseoso em doenças como a linfa deeni caseosa ele pode ter uma aparência laminada quando observamos uma coleção de puis circunscrita por uma cápsula fibrosa visível na macroscopia ela é denominada abcesso se for visível apenas na microscopia é denominada de micro obcesso se o acúmulo de puis for distribuído em uma camada tecidual como em faas musculares ou tecido subcutâneo isso é chamado de flegmão ou celulite a inflamação supurativa é comumente observada em resposta bactérias como
estafilococos streptococos e escherich coole os locais mais comuns de inflamação supurativa são a pelv renal e os túbulos a pielonefrite nos bronquios pulmonares a broncopneumonia na cavidade nasal e nos seios nasais a sinusite e a rinite e no epitélio glandular da próstata a prostatite podemos observar também na vesícula urinária a Cistite e na glândula mamária a mastite quando ela é mal resolvida evolui pra inflamação crônica na macroscopia o local afetado fica recoberto por pus espesso de coloração Branco amarelada ou acinzentada nessa primeira foto é um caso de renite purulenta em bovino essa outra é uma
abcesso hepático o pus nesse caso estava encapsulado então ele é denominado abcesso Como já foi falado em muitos casos o pu está misturado com fibrina dando um padrão fibrino supurativo como é nesse caso de piotórax e um equino aqui além de ter pus tem fibrina e o conteúdo da cavidade causou atelectasia compressiva bilateral na microscopia o tecido é composto por infiltrado de neutrófilos íntegros e degenerados com restos celular fibrina e muitas vezes com colônias bacterianas nessa imagem que eu tô mostrando dentro do alvéolo a infiltração de neutrófilos com muitos restos celulares nessa outra que tá
mais aproximada é possível a gente observar fibrina que são esses filamentos mais AZ iníc indicados pela seta Esses são os tipos morfológicos de inflamação aguda que podemos encontrar essa aula vai ficando por aqui até a próxima i