e com o marido já é briga aí nessa época eu já estava brigando Nuna não tava mais nem querendo saber dos vizinhos Ah quando me despertei foi quando Foi uma foi um dia que ele bateu muito muito muito em mim mesmo ele tava bêbado Eu aproveitei peguei um facão mas eu di que foi o próprio Deus porque eu nem olhei se era a frente se era Costa nada dei na cabeça no foi sangue para tudo que é lado e foi com as costas do do do Facão não foi com não foi com que corta não
misericórdia Imagina se fosse e ficou a cicatriz até e ali ele veio para cima e foi onde eu me despertei eu disse eu não eu me revoltei meu filho morreu a eu disse eu não vou aí eu comecei a enfrentar e ali eu do meu filho eu pensei como é que eu vou ficar com esse menino aí eu comecei Aí eu falava assim quando ele ia pra escola eu dizia Joel vem aqui aí ele vinha eu disse me dá um abraço Ah já começ assim aí parecia que eu tava abraçando um poste não sentia nada
mas eu assim aí eu dizia assim meu Deus aí deu Joel vem aqui aí eu aí dava um beijo no rosto dele parecia que eu tava beijando uma pedra de gelo não sentia nada nada nada mas eu botei na minha cabeça eu tenho que fazer alguma coisa é aí eu comecei a fazer isso um dia eu sentia assim sabe um um calorzinho alguma coisa eu gostei daquele abraço eu gostei daquele beijo foi a eu sei que foi foi que eu amou al eu comecei a gostar do meu filho comecei a lutar por ele comecei a
cuidar dele houve a separação porque eu voltei né houve a separação eu cheguei cheguei em São Paul fo embora foi PR São Paulo com seu filho aí quando eu cheguei na casa da da da da minha tia na época eu já tinha falado para ela eu disse tia eu vou levar meu filho vou levar Joel ela sim minha filha seu filho traga quando eu cheguei ela disse aí a gente foi conversar aí ela disse Olhe você vai ganhar tanto tanto é pelo banho tanto é pela comida tanto eu disse Mas tia eu sou empregada doméstica
empregada doméstica tem direito ela disse você tem mas seu filho não só que eu já sabia que ela tinha uma fábrica de reciclagem des juntar lixo separar lixo sim eu aí eu fiquei eu disse já era pouco meu ganho né eu fiquei assim eu senti se eu trabalhar na casa da senhora até 1 hora da tarde mais ou menos depois do almoço eu lavo os pratos eu arrumo a cozinha e depois eu vou pra peneira que é a era é a fábrica é a fábrica de reciclagem é é uma peneira um galpão isso aham E
aí o trabalho da peneira é o o desconto é o dinheiro do Joel qu ele vai comer elas Ah tá bom então eu passei três meses é por isso que eu digo a muita gente você quer criar hábitos pode ser até antes mas 3S meses se passar disso também é só Jesus mas TRS meses é o suficiente foi TRS meses porque eu me acordava porque na Peneira você só vai embora quando acabar o último saco de lixo você não pode juntar lixo é lixo no outro dia vem outra carrada E aí Ah é se você
acabar aquele aquele trabalho meia-noite você vai pra casa 11 horas da noite você vai pra casa 3 hor da manhã você vai pra casa Nossa então você tem que então muitas vezes muitas muitas vezes na hora que eu tava querendo dormir Ela batia fazer o café nem dormia direito eu não dormia eu não dormia eu ia pro banheiro chorar eu só queria dormir era só isso que eu queria eu cansei de tomar café com Anador café com Coca que o pessoal dizia nada disso para despertar PR despertar porque eu tinha dor de cabeça e era
muito ruim eu eu só queria dormir dormir com três meses eu já não sentia mais nada então eu trabalhava me acordava 6 horas da manhã 5 horas da manhã tinha dias que eu nem dormia tinha dias que eu chegava mais cedo porque muitas vezes quando eu chegava em casa vamos lá 2 horas da manhã eu tinha que tomar um banho esquentar uma comida fazer alguma coisa não era assim ficava com seu filho ele tinha sozinho sozinho porque nessa época ele ficava na e eu morava na casa da minha tia sim eu morava é tinha um
quartinho nos fundo nos fundo né que eu eu ficava eu e meu filho entendeu né eu e meu filho então ele ficava lá geralmente não ficava ninguém em casa porque a empregada era eu o patrão e a patroa que era os meus tios estava lá e os filhos dele que era dois filhos um casal quando chegava na escola e tudo ia para lá também Ah sim e geralmente ele ficava lá Joel aí eu me lembro que muit das vezes ela dizia assim olha Cátia hoje tá comendo dois pão eu dizia tia é o meu e
o dele eu não vou comer pão porque eu não comia MMO tomava café da manhã naquela época eu só tomava café preto né e fumava que eu já fumava naquela época então era só isso e nisso aí aí eu fiquei um tempo lá e nisso o Eduardo que foi esse rapaz que eu vivi com ele o que te trouxe sim o que foi me buscar bu ele começou a e eu já não queria eu com ele era mais novo do que eu 8 anos eu nunca quis saber de ninguém mais novo justamente porque eu pensava
8 anos mais novo esse é um moleque mas não ele era um homem de verdade sim e ali a Acabou ele tratando meu filho muito bem fui morar junto com ele e aí Tudo Mudou também na com a minha tia Hum porque a minha tia e muita quando eu chegava mais cedo ela pedia para mim fazer massagem nos pés dela em vez e descansar eu eu fazia aí às vezes eu fazia eu fazia fazia ela aí às vezes aí eu ia sair bem Man aí ela fazia ah aí eu voltava devia ir trabalhar e a
fazer massagem nos esp a Depois que eu fui morar com com Eduardo aí eu já comecei a colocar limite não posso não dá não senhora ao ponto dela dizer assim nossa V foi só você casar porque naquela época você vai morar junto e você disse que ia casar a você foi casar não foi não sei o quê eu disse graças a Deus e ora respondona também eu aproveitei falara pro monte aí o Eduardo comprou uma casa porque a gente foi morar junto nesse quartinho que estava só eu e meu filho né aí depois a gente
foi ele comprou uma casa a gente morava ali no tatu a pé ele comprou um sobrado era uma uma um um uma comunidade que abriram ali né Sim e ele comprou uma um um um sobrado a gente foi morar lá com o tempo porque eu morei com ele 3 anos com o tempo eu saí do emprego ele me tirou do trabalho para me cuidar melhor do meu filho o dinheiro dele tudo era na minha mão eu era eu sempre fui uma mulher possessiva manipuladora eu mandava no homem não tinha opção do homem mandar se ele
quisesse ir embora tudo bem ele poderia até me bancar de tudo se não fosse eu no controle não tinha dinheiro não tinha nada é tinha que ser eu depois deu eu de novo então o dinheiro quem ia receber o dinheiro dele era eu hum é tão de um jeito que ele falava assim olhe eh você compra aí as coisas para você pro seu filho o se se sobrar alguma coisa comprar alguma coisa para mim nunca dava nunca dava para comprar nada para ele e é por isso que eu digo ó meu né O meu primeiro
marido era aquela coisa tudda esse Eduardo era trabalhador I Eduardo ele não bebia nessa época eu já tava bebendo né mas ele não bebia aí eu eu dizia eu vou pro Barro eu quero ir pro Barro eu ia ele ia comigo eu dizia beba um guaraná e ele dizia você acha que eu vou ficar sentada na mesa com você você bebendo cerveja com o guaraná ele ficava com um copinho ali só disfarçando sim e ali era a gente brigava muito muito muito também sim mas a minha vida sempre foi de porque olha quando eu saí
quando eu saí do casamento Quando eu saí do casamento até eu chegar aqui no Eduardo até eu chegar lá no Eduardo antes sair do casamento eh eu já tinha conhecido outros homens ah É porque quando eu tava com meu marido e tudo eu sempre foi uma mulher honesta quando eu falei que meu filho morreu e ali ali eu eu me separei dele fui morar com uma amiga minha lá no na rua ela tinha um homem eu tinha outro e ali foi outro outro hoje eu sei que é um abismo outra então quando eu cheguei para
morar com Eduardo eu eu era uma pessoa é que eu mandava e mesmo a pessoa estando eu era dominadora aí a pessoa diz assim tá Nada justifica você deu um tapa na cara dele por quê Por nada é só para mostrar o o satanás é isso era só isso porque se eu falar para você que ele nunca fez né nada sim nada então e aí ele me ele ele disse olha ele me aconselhou ele não me tirou ele disse saia porque você vai você vai eh cuidar melhor do seu filho porque meu filho quando ele
foi eh pra escola a primeira vez em São Paulo ele voltou chorando chorando muito Chorando muito chorando muito eu falei aí eu pensei que alguém tinha batido e tudo mas não foi foi porque as pessoas estavam chamando ele de negro essas coisas e ali ele queria também aprender a a a a escrever essas coisas sim saí do trabalho eu fiquei só tomando conta dele nisso foi aonde eu e esse o Eduardo ele trabalhava de segunda a sábado e no domingo me ajudava a fazer faxina na casa com um bom tempo assim sei lá depois de
um ano um pouquinho ele começou a mudar ele começou a querer jogar bola se divertir eu disse que negócio jogar bola e e o fogão parear e as panelas para eu vou lavar primeiro depois eu vou dig não não era nem que ele dizia que não lavava ele lavava eu não não é você não queria que ele saísse sim não não minadora mesmo e algumas vezes ele saiu eu ia PR os bares bebia ele ia atrás ele falava um monte porque eu sempre tava and em cima de algum homem eh é porque eu pensava eu
vou tá aqui eu vou beber ele vai vir atrás eu não sei quando eu não sei que hora então não ficava assim esperando Ah ele vem ali eu vou não Eu já ficava dando em cima de homens e com homens e dançando e falando no ouvidinho e tudo e ele sempre vinha e era uma briga feia é tanto que quando mataram não tá deixa eu ir por parte né aí um dia aí um dia eh um dia ele foi né um colega meu um conhecido né falou assim para mim ktia Eduardo tá dando em cima
de uma mulh de uma moça nova que chegou na Peneira na firma né na empresa S e eu já ele só em ele querer jogar bola ele começou a usar uns perfumes também qu ele não se arrumava porque ele ia PR onde PR lugar nenhum ele ele era motorista do caminhão de lixo sim ele não vai arrumado cheiroso e tudo o interessante que antes disso eu estava indo pra igreja com uma colega minha mas eu tava indo para zombar do povo da igreja eu nunca gostei de crente sempre detestei Crente e a gente ia e
nessa igreja eles faziam assim eh em nome de Jesus todo mal sai e eu e minha colega ficava lá lá atrás correndo para um lado e pro outro mangar a gente só ia para isso sempre chamei ele ele não ele ele não não não não ia um dia antes dele morrer ele foi aceitou Jesus então aí deixa eu chegar até lá que eu tô pulando né é que eu vou me lembrando assim aos poucos sabe então Eh aí ele ele me pegava lá me pegava com os homens né ele falava um monte o Eduardo ele
nunca veio em cima de mim mas eu ia em cima dele um dia que foi para ele vir em cima de mim meu filho pequeno ali foi o próprio Deus menino pequeno entrou no meio de nós dois e Ah olha Eduardo foi era tão homem que Ele olhou assim pro menino e saiu eu acho que ele pensou meu Deus essa mulher não tem vergonha porque o menino defende Porque se é um homem que não ele ia tome né Isso é ia para cima Ele olhou pro meu filho já saiu aí tudo bem aí quando esse
conhecido nosso falou dessa mulher eu já fiquei esperando ele lá no meio da rua aí quando eu vi ele já viem entrando para dentro de casa falando Monte eu tô sab aí ele falou bem assim Kátia o o marido dessa mulher eu sei que ele matador ó mand Eduardo ter ter cuidado não é para Eduardo ter cuidado el não mandou eu ter porque ele ele foi um um um Fuxico que ele me fez não era para mim falar para ele mas Oxe quando eu quando ele quando eu vi ele de longe eu fiquei só quietinha
quando ele chegou disse como é que pode você tá dando em cima da mulher pensa que eu não sei falei falei um monte falei Aí eu disse assim eu tô sabendo que o marido dela é matador tomara que ele venha te matar é tá aí pronto sim aí depois disso um bom tempo que eu não eu me lembro que foi quarta-feira de Cinza passou os três dias de de de de de de carnaval né sim era umas 10 11 horas da noite era tarde ele tava dormindo meu filho na rua brincando ele nunca se incomodou
com porta aberta com nada meu filho brinca na porta aberta aí ele só que antes ele foi pra igreja aceitou Jesus aí um dia antes aí quando ele aceitou Jesus lá chorando e tudo eu digo ah bestado que que esse homem tá chorando tanto você foi com ele ele foi comigo Ah ele foi com você eu ia pra igreja mas só para zombar eu não escutava nada eu chamava ele não não não nesse dia que ele foi ele chegou eu já tava arrumada para ir com a colega minha Ele disse esente que eu vou com
vocês eu disse não vai dar tempo porque ele trabalhava com lixo eu disse você vai tomar banho não dar tempo por ele passou água aqui debaixo passou nos braços vestiu não tomou banho que não ia dar temp foi chegou lá escutou a palavra quando o pastor disse quem quer aceitar Jesus Ele foi aceitou Jesus Chorou eu vi que ali que foi tudo de verdade mesmo ele chorou confessou o Senhor Jesus aceitou aí eu fiquei com eu fiquei como é que pode um bicho velho não gente ele tá chorando tanto por quê E ele chorando chorando
lá no altar eu digo meu Deus que vergonha o homem desse tamanho que ele era al tão Que vergonha pelo amor de Deus porque eu sempre a eu chamava Porque ele nunca gostou de briga sim se alguém batesse no carro dele ele ia conversar tá ver se precisava eu chamava ele um monte de coisa sabe eu dizia Seu bobo Eu que atiçava mesmo então quando eu vi ele chorando eu digo Ai meu Deus que vergonha o que que vão falar de mim aí isso é homem aí botava lá para baixo essas coisas né Aí quando
foi no outro dia ele tava dormindo O Eduardo tava dormindo eu tava assistindo televisão e meu filho Joel tava brincando na rua eram umas 10:30 11 hor era de era noite