e eu vou agora tentar ser esse o outro que eu vim aqui fiquei curioso vou ver qual é a dele é Vou conhecer o Walter vai perguntar deixa eu ver como é que tá o tem um cachorrinho e o meu cachorro de modo altamente experimental lista ele é na verdade pensar em um lugar para depositar ele tem que legal e eu adoro cachorro cachorro na seção 4 parte 1 a gente viu como o filme questiona todas aqueles nossos argumentos baseados nas generalizações nas previsões que nós fazemos aquelas generalizações e previsões que extrapola não aquilo que
é dado na nossa experiência imediata as nossas impressões ou aquilo que nós temos na memória nossas ideias e o melhor argumento então que raciocínios do tipo refilar aqui ó O Tigrão Latte o cachorro sarna do vizinho late e portanto todo cachorro late quer dizer esses argumentos que a gente hoje conhece como argumentos indutivos eles precisam de fundamentação é isso que nos dá o conhecimento com base na experiência tá então a gente viu lá né que por exemplo a gente atribui relações de causa e efeito a um caso como por exemplo coloca o meu nome fogo
minha mão queima na parte disso a gente gera ideia né que que o fogo tem uma capacidade um poder secreto ou não secreto vai saber que pensa propriedade então queimar objeto no entanto a como é que a gente chega a peça crença na gente vê o que é uma questão de fato se é uma questão de papo então não posso te conhecido de moda Playboy a gente pode conceder o contrário não é demonstrativo né ou seja não é a razão ela sozinha que está em jogo aqui para fazer a crença de que o fogo queima
por exemplo a O que é bom então aqui a gente tem que se expor ao mundo fazer testagem mas a princípio uma testagem só assim nós tivermos começando o Sr Zé a nossa maneira de compreender o mundo não seria suficiente né a gente precisa de várias pessoas acham que é o que o rio chama de uma conjunção constante fica uma conjunção é algo que conecta é um i na sentido gramatical o ódio que não só conexão é uma adição e essas conjunções elas devem ser constantes ou seja toda vez que a gente coloca a mão
no fogo eu ver alguém colocando a mão no fogo a gente vê que aquela não queima uma vez de novo ok tirou queima de novo de novo quem Então a partir dessas reflexões nesses eventos a gente chega a uma espécie de generalização de que então toda vez que eu colocar minha mão e ela vai queimar e nós parece opomos que a então relação de causa e efeito quando na verdade o que nós temos aí é apenas repetições de eventos semelhantes e a gente recorda bem que a semelhança é uma das formas de associar ideias e
imaginação sim e a gente só tem experiência de conjunções constantes a gente não tem experiência do fogo causando a queimadura né esse é o ponto né Exatamente esse posso dar não é uma experiência essas essa conjunção constante dos elementos na experiências exatamente estiver primeiramente uma mão que não está queimada é vento um vamos chamar né É bem que o doido na mão foi colocado no forro e evento três uma mão tá queimado mas a causalidade ela não é passada pela experiência a gente só vê repetições não tiver eventos que ia e de modo semelhante várias
vezes no decorrer das nossas experiências sim e daí o filme coloca uma questão que é bem e Furiosos que é o seguinte a gente conhece né os exemplos da natureza a partir dessas formas são as constantes O que é que nos garante que as conjunções constantes do passado em no caso colocar minha mão no fogo e nem vão queimar ela vai se repetir no futuro quer dizer todo nosso conhecimento com base em questões de fato estava segundo ele embasado na relação de causa e efeito bom e como nós conhecemos a relação ao relações de causa-efeito
como nós sabemos que determinadas causas sempre estão associadas a determinados efeitos bom isso acontece via repetições na experiência mas como a partir de repetições na experiência nós chegamos a essas conclusões que são generalizações e previsões filme diz que aqui uma premissa oculta é o que faz com que nós sempre chegamos essas conclusões é o exemplo do Rio mel que garante que o pão que me alimenta o ano passado é vai continuar me alimentando né Pode ser que seja algo que simplesmente se parece com pão mas a verdade é o na verdade aquele pão de padaria
científica lá na frente de Cera tá ligado aí tem uns trem lá embaixo né daqui não é um pão invernizado negócio esquisito naquilo né porque é semelhante apenas em aparência mas que não está associado aos meus defeitos né esse seria o ponto na medida em que a gente não tem acesso empírico as propriedades causa gastronômicas do pão né razão o exato Então esse é o robô aqui ó garante que se aberta e matou minha fome no passado vai matar minha fome agora filha Aranha que eu vou passar aqui ó é boa e ah ah ah
Eu acho que a gente vai se ferrar em mas daí o ponto seja também tivesse lembrado que a gente não tem acesso a essas propriedades dos objetos não é se acham fácil os objetos em suas propriedades Onde está subindo né depois com a conjunção constante O que é que nos leva já que a gente de fato pensa né aqui por exemplo se eu colocar minha mão no fogo no futuro na minha mão vai queimar é só de volta desse pouco eu foi oso né Porque qualquer pessoa que pensasse algo do tipo a colocar mão no
fogo e não queimar é uma questão de fato então o controle pode ser conseguido sem contradição exato Então isso é sentido Há a possibilidade é que não vamos entrar no mérito de qual possibilidade seria nasce nomológico na Captiva logicamente mas a possibilidade de algum evento em que a gente coloca a mão no fogo e essa semana Kane E no entanto qualquer pessoa que agisse dessa forma né que pagasse para ver a gerir de imóvel em Prudente exata ela tem problema eu vou até colocar mais na página real 1 bom Então essa é um ponto né
a gente está falando de uma coisa que é muito caro para nossa vida cotidiana que a gente de fato pensa de modo causal que a gente de fato tem e crenças cotidianas que envolvem na verdade condições constantes aí não uma certa e privilegiado a maneira como a natureza constituída por exemplo através da Razão através da própria sensibilidade por exemplo então ele tem algo muito caro que está em jogo né e e fica faltando essa premissa média Vamos colocar esse termo médio aí porque é o que é que os garantes que o futuro será semelhante ao
passado isso o que viu me chama de uma premissa média na verdade é tipo um serviço oculta vamos assim O Mago um pressuposto né do raciocínio exatamente eles falta né justificar ou apresentar pelo menos e apresentar a premência de explicar lá do porque é que a gente acha que é natureza do mesmo jeito E porque é que do dia para a noite e as coisas simplesmente não podem mudar né Pode ser que o fogo amanhã na verdade congele nossas mãos né sim é concebível pelo menos né então o que é que nos leva a acreditar
que sempre vai queimar Que tipo de salto é esse que a gente da mesma forma a gente vai interagir no mundo né Assim como habilidades da natureza permaneceram sendo as mesmas no futuro o sol Continuará nascendo os objetos continuaram caindo pela ação da gravidade e isso seria uma forma uma premissa a premissa oculta que seria necessária para tornar aquele argumento os argumentos indutivos com base na experiência válidos só que acontece que eu não consigo encontrar uma justificativa racional como ele vai dizer para Esse princípio esse vai ser essa vai ser a moral da história na
seção 4 parte 2 vai ser nós não a justificativa racional para o princípio de uniformidade da natureza no princípio da uniformidade da natureza o que que garante que o futuro se assemelhar ao passado é que tá nada nada não menos nada que seja externo a ao fato O que é de ordem psicológica humana de que e aqui esse papel do amigo nós vamos entrar responda Pode ser na real tem aquela parte que é o filme ele passa um tempo tentando fazer a senhora tem algum argumento dedutivo em favor do princípio da uniformidade da natureza então
eu não tenho nenhum argumento dedutivo em favor do preciso deformidade da natureza mas será que tem algum argumento indutivo em favor não precisa uniformidade da natureza e daí que também não porque seria circular o argumento O que poderia servir de fundamentação aqui seria ou um raio é do tipo moral que seria um raciocínio moral não me sentido é que a gente vê lá na ética mas sim no sentido de de raciocínio a respeito de questões de fato Ou seja Talvez isso aqui seria eu poderia ter mais justificativa que a gente chamaria de indutiva é ou
eu poderia ter uma justificativa a priori raciocínio ativa talvez com base em relações de ideias ou seja uma justificativa que hoje a gente chamaria de dedutiva bom então questão permanece qual a justificativa para o princípio da uniformidade da natureza Será que eu posso fornecer uma justificativa indutiva como é que seria isso no passado e observei que o futuro e se assemelhou ao passado Portanto o futuro sempre se assemelhar ao passado tem um problema aqui o problema é que você supõe o próprio princípio de uniformidade da natureza nesse argumento então uma justificativa de ordem indutiva por
assim dizer por princípio da uniformidade da natureza seria circular do tipo Porque que o futuro vai se assemelhar o passado bom porque no passado o futuro do passado se assemelhou ao passado do passado é o aniversário ou seja eu preciso supor a verdade desse princípio para poder justificar o de forma indutiva e se aquilo que rio me disse na primeira parte dessa seção tá mais ou menos o reto então todos os raciocínios indutivos tem por base Esse princípio inclusive um eventual raciocínio que ou justificar ia certo então aqui por aqui e uma justificativa circular obviamente
não é desejável pelo menos não do ponto de vista de uma Filosofia é sério esse caminho aqui não deu certo vamos tentar outro caminho será que eu consigo pensar numa justificativa dedutiva será que eu consigo fundamentar o princípio da uniformidade da natureza com base em raciocínios dedutivos a priori de forma dedutiva seria se vocês se lembram como o rio me definir os raciocínios dedutivos só que e cujo contrário leva a uma relação a uma contradição Então se o princípio de uniformidade da natureza fosse uma verdade a priori uma verdade talvez analítica como a gente viu
na conversa com Ítalo negar o princípio de uniformidade da natureza nos levaria a incorrer em contradições Mas a gente não tem nenhuma contradição ao pensar que o futuro poderia não se assemelhar ao passado não há nenhuma contradição em pensar que o sol pode não nascer amanhã não há nenhuma contradição em pensar que o pão pode deixar de matar a fome não há nenhuma contradição e pensar que os cachorros podem parar de latir certo então aqui o problema é que se eu contrário não gera contradição Portanto o princípio de uniformidade da natureza não é uma verdade
a priori não é uma não pode é dedutivamente e essa é a ponta muito caro né porque aqui quanto que a gente sabe da natureza para poder assegurar que o mundo foi de um modo x e continuar assim do mesmo modo no futuro exatamente não tem esse acesso privilegiado né gente está sentindo não consegue enxergar o mundo através dos Olhos de Deus na criação do limite por exemplo a gente a última instância tem um elemento pelo alto darwinista até aqui nós que somos animais que a gente tem sensibilidade que a maneira como a gente ter
age é que a gente sempre a perspectiva humana com o nosso tipo de racionalidade que muitas vezes a gente pressupõe em si comportamentos da natureza e não só na natureza depois que o filme entra na teoria moral também comportamento de outros indivíduos a partir daquilo que é feita por aqui mesmo eu vou fazer vou fazer uma coisa que eu faço eu faço assim gente tá bom o amor nos 45 do segundo tempo minha querida eu também esse ponto que a gente é parte da natureza né que nós somos Claro que não não não antecipa algo
próximo de uma teoria da evolução né as vezes a gente tem a tendência de querer mostrar que tava tudo lá em portão né questão voltar lá lei direitinho mesmo que tava tudo resolvido lá a gente só desdobrando algumas questões Claro que não é bem assim né o rio não coloca questões como essas assim na obra dele mas reconhece pelo menos que nós somos partes integrantes natureza que nós somos seres dotados de uma racionalidade que tende a responder problemas imediatos na colocados pelo enfim nossa capacidade de sobrevivência foi assim exame e que a maneira como a
gente gera seus clientes é a maneira como nossos organismos funcionam ela não é um pô o privilegiado ela é um ponto de vista sempre humano não chegou mano não tem aula não tem esse acesso que os racionalistas tanto prezavam é de que a razão humana teria alguma espécie de acesso privilegiado a certas verdades necessárias né exatamente e aqui até uma conexão mas nesse caso uma conexão para fazer uma discordância entre Rio e de cartilagem como a após a hipótese do gênio maligno né Um dos fatores que fazem com que a gente não se engane é
a garantia de que não é um Deus mas a gente dá certo ele não não permitiria que houvesse uma entidade tão maléfica que sempre nos levasse o erro humano e no caso do rio me essa possibilidade não possibilidade de gênio maligno mas essa possível benevolência Divina né Vamos colocar dessa forma de que a gente não vai ser É mesmo ela não existe não não é colocado aqui e tem toda uma discussão sobre esse rio mesmo agnóstico ou uma ser vista a mais de qualquer forma ninguém vai acelerei a e viu-me seria um teísta ou propriamente
um questão né Então essa carta da eles pensa de Deus realmente está fora do baralho e até um dado histórico né esse causou bastante problema para vir a minha porque ele foi uma vez na universidade de Edimburgo tentar ser professor que ele nunca conseguiu no caso ele não chegou da aula e o Anderson que era um filósofo que trocava cartas e filósofo moral no caso ele foi um dos dos membros da banca podemos colocar assim e ele vetou o rio me na medida em que as consequências da teoria moral deles seriam enfim infiéis né seria
um livro e pensamento e da época e poderia causar algum tipo de consequência nociva em relação à maneira como as pessoas agem no mundo né justamente porque essa essa máxima da benevolência essa incapacidade do rio me de propor uma teoria moral que incentivasse as pessoas a serem Moraes né que o filme coloca lá o projeto de m como sendo uma descrição dos comportamentos humanos não é uma geografia mental como ele coloca lá na investigação E aparentemente para época isso era algo aquém da atividade filosófica na que deveria ser poucas pessoas possuem morar em pelo mais
cabelo ciência aí alquimia mas vai me sinto ou pela por Milton né consciência alquimia ao mesmo tempo o vulto dos peixes Olha esse bicho aqui que atacar Eu adoro a distância agora mas tem tanta cá então eu tô com medo da gente levar uma roupa E ai ai é uma boa ideia mesmo atacar sim vai vai ó Oi opa um socorro não tem um Olá boa boa boa Eu acho que eu vou morrer sério não vai dar jeito que eu tô gastando meu passado tem bigode Hahahaha acho que vou acabar morrendo também parágrafo 2 embora
por exemplo seja preciso concluir como na seção precedente que em todos os raciocínios baseados na experiência a mente dar um passo que não encontra apoio em nenhum argumento processo de entendimento nenhum processo racional portanto não há perigo de que estes raciocínios dos quais todo o conhecimento depende ou quase tudo conhecimento depende cheguem a ser afetados pela descoberta ou seja por mais que a gente Descubra o princípio da indução ou o problema da indução e por mais que a gente saiba que não há nenhuma justificativa racional para fazer essas referências ainda assim a gente continuar fazendo
não não vai a conclusão filosófica não vai mudar as nossas vidas em um certo sentido se tem alguma outra princípio que está conduzindo essa essa esse raciocínio e não é um princípio racional do entendimento é um princípio da natureza humana é um princípio da natureza humana isso que hoje a gente chamaria de Psicologia é um princípio da psicologia humana é uma certa característica psicológica humana parágrafos cinco Esse princípio é o hábito ou costume pois sempre que a repetição de algum ato operação particulares produz uma propensão a realizar novamente a si mesmo a tua operação sem
que se esteja impelido por nenhum raciocínio o processo de entendimento dizemos invariavelmente que essa propensão é feito do hábito os parágrafos 6 o hábito a é assim o grande guia da vida humana é só esse princípio que torna Nossa experiência útil para nós faz-nos esperar no futuro uma cadeia de acontecimentos semelhantes as que ocorreram no passado sem a influência do hábito seríamos inteiramente ignorantes de toda a questão de fato que extrapola o que está imediatamente presente a memória e aos sentidos Jamais saberíamos Como adequar meios a fins nem como empregar nossos poderes naturais para produzir
um efeito qualquer a gente seria basicamente tapados seríamos 10 esquerdo por Cia de imediato um fim à toda ação bem como a parte da especulação da gente simplesmente pararia de fazer as coisas deveríamos vegetais basicamente então a a maneira como o filme coloca a questão do lado também perigosa né porque tem uma proximidade com a maneira como a gente consegue o hábito hoje que afinal de contas O que é um hábito né É e de comportamento repetitivo né em certo sentido ou comportamento que a gente realiza ele é irrefletido a obviamente que a gente pode
colocar os nossos hábitos questão pensar sobre eles tudo mais nesse construí hábitos por é semelhante mas mas o ponto é que o hábito de alguém que faz constantemente e a princípio sem refletir né porque a gente faz dessa forma só que ao mesmo tempo Diferentemente da maneira como a gente encara o hábito nesse sentido mais coloquial o rio me Usa me sentindo muito mais carregado e pesado por esse abre porque é simplesmente algo de qual a gente não pode se ligar né pois beijar não é só a questão do Abila tem o hábito de tomar
café da manhã às seis da manhã tá mas pode ter um dia então eu posso mais ideias sete às 8:00 9:00 Nossa semanas as 10 horas da manhã tudo bem né é mas para o rio mas justamente algo Irresistível sendo que ele usa não é algo que a gente não consegue se desvincular e onde é que o hábito então nessa questão gz do que sentido as conjunções constantes são vinculadas colares e o que é que tem a ver com a o problema da unidade né da da natureza e sim eu eu diria que é que
a gente não tem como conhecer a causalidade através de diretamente conhecendo os poderes causar esse né supostos poderes causais que haveria na natureza a gente só tem como dizer que é da nossa Constituição psicológica por assim dizer inferir essas essas relações causais a partir das reflexões da experiência né não seria isso o princípio da hábito vamos ver não seria uma espécie um princípio psicológico nossa Constituição é exatamente isso. Né e é exatamente isso no ponto do lado e o que ele chega a chamá-lo de instinto né o instinto que nós temos que nos leva a
esperar justamente isso que as conjunções passadas lá no condições constantes do passado melhor de renda Elas serão as mesmas no futuro né o que nós somos levados a acreditar nisso de uma forma extintiva ou seja de modo não refletido de novo é um novo um não a nova afronta o novo Ataque ao papel que a razão tem na formação das nossas crenças e na aquisição de conhecimento né porque porque o rio tá dizendo de última instância é que mesmo uma crença básica como colocar a mão do fogo vai fazer confirmação não se queime Ela depende
então da experiência né do fato de a gente colocar a mão no fogo ou de ver alguém colocando a mão no fogo e em seguida a gente vê que é que ela não se queimou acontecendo de modo repetido né refrigerante e foi o outro lado nós temos aqui também um papel da natureza humana por assim dizer que é anticorpos um termo que ele usa que nós somos instintivamente levados né a pensar que essa apê e a levar em consideração apreço por nas novo não é uma questão muito refletidas em apreço Por que então que a
natureza continuar antes exatamente do mesmo jeito como ela era no passado e que no futuro ela não mudar a nas suas regras suas leis seu comportamento não mudará na medida em que não porque a gente tem um acesso privilegiado a natureza que a gente conhece natureza tal como ela é isso é Essência globogol mas porque nós temos um instinto né recurso psicológico do hábito ou de costume que é um sinônimo que vive usa que nos leva a fazer essas mesmas referências 1 Aí sim aí é e você concordaria que é uma espécie de um princípio
psicológico vamos assim é claro que na época dele não havia não havia essa termo psicologia psicológico mas mas você diria que é uma espécie de condicionar habilidade é o princípio do hábito não seria uma espécie de quase um princípio BR ver estávamos assim nós somos condicionais nós somos seres condicionados a a ferramenta essa mesma experiência Nossa amor quase formular crenças causais mas tanto de malha mamar uma coisa assim que a gente chamaria hoje de quase um princípio behavioristas Sim sim certamente assim Se pudéssemos usar essa expressão né condicionamento Nossa certo sentido somos condicionados pela repetição
dos eventos passados e nós e daí vem um outro elemento importante né com nova crítica que o filme faz a noção de razão né ao menos a suposta capacidade da Razão de abarcar toda Esfera do conhecimento auxiliar é isso que não só nós precisamos da experiência repetida Nas condições constantes mas também desse princípio psicológico deve chamar nesse condicionamento o e de uma inferência né Afinal de contas a gente fala também né escolhe se eu colocar no fogo no futuro a minha mão vai se queimar a gente fala sobre isso a gente infere essa relação no
entanto o rio me deixa bastante claro que essa referência ela não é realizada no momento da razão mas sim no âmbito da Imaginação assim e importante não Hahaha já tá pronto dar uma uma outra faculdade vamos assim exatamente né E lá nas investigações as investigações do Rio e deixa claro né Quais são as capacidades da imagina Não elas têm as suas associações como a gente mencionou né semelhança EA contiguidade no espaço no tempo de causa e efeito mas também ela tem o poder de aumentar compor e não compor transpor aumentar ou diminuir algumas das ideias
e nesse caso usando a relação de associação né a causa é feito nós somos então levados através da Imaginação e deixe que nós temos das condições constantes aí diferente sim que a natureza ela vai permanecer a mesma independentemente do tempo que nós estivermos quando na verdade isso só uma suposição que nós fazemos e de por mais que seja uma suposição e acho que é importante deixar isso não é bem bem só limitado aqui mas uma ponte vermelha assim que mesmo que sejam princípios colocados as geradas que a imaginação e feridos sua imaginação pelo hábito mesmo
que a razão tem um papel Modesto né em relação às questões de fato a esse não significa que rio está atacando a noção de indução na que depois foi chamada dedução o que Rick está atacando a nossa crença de que a se nós colocarmos a mão no fogo por exemplo nós não vamos queimar e eu me não tarde e coloca a mão no fogo e vejo que acontece ele está descrevendo móvel como nós temos essa carência e que quanto mais vezes a o mundo a confirmar né corroborar que eu tava nossa experiência adequada mas mais
razões nós temos para continuar não colocando a bola de fogo nós não quisermos queimar Então antes daí é bem bem importante aqui é uma é Um Desafio cético mas não é uma uma reputação né das nossas crianças causais mas pelo contrário dependemos o tempo todo da da ciência causais gostei desse. Aí que a questão da da Imaginação não coloca enfim desafios ético né não é em última instância mar uma aspecto destrutivo vamos assim na filosofia dele mas E construtiva exatamente está só na Perspectiva empirista que Ele defende delimitando como nós formamos a crença em relações
de causa-efeito secas nesse caso como estamos aí no âmbito das questões de fato não é uma relação de ideia ou seja não é demonstrativo não é a priori o seu contrário pode ser concebido sem gerar uma contradição essa saber como é que nós temos a crença por exemplo de que no futuro o fogo vai queimar minha mão Se eu colocar minha mão no fogo de um lado experiência e as conjunções constantes que são Unidas então né pelo hábito que formam um hábito por conta disso e assim tinto esse condicionamento e que nós fazemos inferências causais
utilizando então certamente nossa imaginação sem esquecer que a causalidade fazer efeito é uma das relações de associação de ideia que o rio me coloca lá nas investigações também perfeito perfeito obrigada então então mais uma vez a beleza valeu eu vou dar um tchau aqui para câmera aqui