Então, pessoal, eu tô muito feliz e agradecida por estarmos no horário para começarmos essa sessão que eu falei para vocês que diante de toda a nossa jornada era uma sessão essencial pro destrave de vocês. Porque quando a gente olha para todos os obstáculos que vocês enfrentam, a maior inimiga que vocês têm não é o o maior inimigo, né? Não é o algoritmo, não é a estratégia mal feita, não é a operacionalização dos conteúdos. A maior Inimiga do teu negócio ou do teu crescimento é você mesma. E a verdade que quando eu falo você mesma é
a respeito da sua inconstância, da sua impaciência, da sua não visão de futuro que comporta você ser uma iniciante, você ser uma tentante, porque isso te coloca muitas vezes num holofote público que te machuca e te traz uma sensação de humilhação. E pra isso eu não poderia trazer uma Pessoa melhor para est aqui com vocês hoje nessa noite e nessa jornada do que Débora Quino. É mais conhecida como Debs Aquino, minha parceira de jornada já há tantos anos que já esteve na cadeira de vocês. Essa é uma mulher que já se reinventou, gente, assim, só
na minha vista algumas vezes, mas assim, ela já teve, vamos dizer que quatro grandes ciclos, então ela vai se apresentar para vocês, mas ela é formada, ela cuidava dos dentes das pessoas, da saúde bucal Das pessoas. Ela enfrentou um grande percalço na vida pessoal dela num momento que ela se viu muito apaixonada por uma realização pessoal vinda da corrida. Então, ela teve um câncer e ao mesmo tempo ela corria. E ela se fez blogueira nessa época. Ela largou toda essa história de ser uma profissional da saúde para virar blogueira. Depois dela virar a blogueira, ela
se tornou uma pessoa que falava sobre constância, que falava sobre se manter em ação, Sobre realmente assim trazer o teu dia a dia pro teu foco de meta. E aí foi nesse momento que a gente se conheceu, quando ela já tinha um produto que ela tinha lançado em 10 turmas e assim o produto ia muito bem, mas ela tava de saco cheio do produto. E aí ela falou para mim: "Cara, eu não aguento mais ficar vendendo produto barato, é, não é mais isso que eu quero fazer da vida e tarará". E a gente fez todo
um trabalho aí durante um ano para ela colocar na Cabeça dela que ela poderia apresentar toda a forma e a sua metodologia. eh, de outras maneiras. E foi aí que a Debs se reconheceu como psicanalista e começou a fazer atendimentos individuais eh para pessoas que realmente assim queriam estar muito focadas. E aí do ano passado para cá, ela se descobriu uma cristã fervorosa. Eh, talvez esteja na moda, mas eu acho que a questão disso não é a moda, é o Que vem, né, de dentro, o que vem do propósito, que vem do coração. É, e
aí a partir disso nasceu um novo projeto dela, dois novos projetos, um projeto muito conectado, é, ao que já existia antes e um novo projeto conectado a esse propósito tão solar, né, que hoje acomete ela e ela começou aí um novo perfil, enfim. Então, a história dela é bem completa, é de muita transformação. A gente entre nós, a gente brinca que a Debs é a Fênix, ela renasce das cinzas. E se recompõe assim de uma forma muito pomposa e sólida e que eh carrega em si, né, uma liderança muito natural. Então eu trago vocês hoje
para acessarem essa pessoa que ela é capaz de colocar fogo em vocês, ela é capaz de trazer vocês paraa ação. Então não fiquem em segunda tela, não fiquem rodando insta, não fiquem, estejam aqui de verdade, porque é aqui que começa a virada de chave de vocês. E em todo e qualquer momento que vocês duvidarem de vocês, vocês deveriam Voltar nesse encontro, porque ele é muito forte. Obrigada por estar aqui com a gente. Obrigada por oferecer toda a tua sanidade e a tua visão para esse grupo que é tão poderoso e manda bala. O palco é
seu. >> Bom, primou para vocês ou só para mim? E outra vez. Fui eu que caí. Todo mundo caiu. >> Ah, então tá bom. >> Manda bala. >> Não, agora voltou. Agora voltou. Travou, mas voltou. >> Voltou para mim. >> Tá. Então, eh, nem sei onde eu onde eu parei. Mas enfim, eu tô com a Amanda já. Tem >> Não deu para ouvir nada. Não deu para ouvir nada. Você entrou. >> Não deu para ouvir nada. >> Nada. Você deu oi e travou. >> É, exatamente. >> Volta, por favor. Assim, né? >> Então, vamos começar
de novo. Então, vamos. Então, é o seguinte, eh, eu, eu tô com a Amanda já há uns, há uns bons ciclos, né? Eu faço parte da Next e vou começar diferente do que eu tava começando. Uma coisa que eu tenho para dizer para vocês é: vocês estão na mão da melhor pessoa que vocês poderiam estar. Então, eu sempre gosto de começar os encontros aqui desse primeiro ciclo De mentoria, assim, porque quando eu cheguei no lugar de vocês, eu já tinha, gente, vocês não tem noção que eu gastei dinheiro com mentoria e mastermind, tá? muito, mas
muito mesmo. Vocês pensarem num tanto de dinheiro, multiplica por muito dinheiro e foi isso que eu gastei. E quando eu cheguei na na mão da Amanda por indicação de uma amiga minha, eu não conheci a Amanda, eu nunca tinha conversado com ela, mas essa minha amiga que me indicou, a Amanda é tão amiga que Ela só falou assim: "Ó, entra lá na mentoria dela." Eu falei: "Cara, mais uma". Ela falou: "Não, você nunca mais vai sair de lá". Aí eu falei: "Tá bom". Falei, "Eu vou dar uma última chance". E aqui estou há quase, vai
fazer 3 anos e meio na hora que eu renovar meu ciclo em julho. Então é o que eu posso dizer é vocês estão na mão da melhor pessoa, mas tem uma coisa que eh essa a Amanda falou, né, da caminhada, da minha caminhada cristã. Eu Comecei essa caminhada, na verdade 2020, quando eu passei um perrengue muito muito muito sério na minha vida, eh, na minha vida familiar. E e tem uma coisa que eu aprendi nessa caminhada que é assim, Deus ele ele é muito bom, assim, ele faz muita coisa, mas tem uma coisa que ele
não faz, que é a nossa parte. E eu mudei um pedaço da minha apresentação porque assim, eu resolvi fazer a minha parte de algumas coisas esse ano, sabe? algumas Coisas que a Amanda vinha falando comigo desde quando eu entrei, quando eu tava sentada na cadeira de vocês. Então, uma coisa que eu quero dizer é, às vezes a gente tem a sensação de quem vem aqui e dá uma aula para vocês e tá nesse lugar, não tem medo, não tem segurança, eh não tem as questões, mas tem. Então, a grande questão é o quanto a gente
eh se coloca para jogo para poder evoluir, para poder melhorar, para poder, sabe, buscar. Então assim, eh, lá na NET, sei Lá, a gente tem acesso a outras pessoas, a outros profissionais e tal, e de repente você olha e fala assim: "Putz, eu acho que eu preciso disso". É uma pessoa para, eu falo que é, é o isqueirinho, sabe? É uma pessoa para acender o fogo, porque às vezes o nosso fogo apaga. E eu brinco com a Amanda que ela é um ótimo isqueiro, porque quando eu fico muito quieta, aí ela manda no grupo, ela
fala: "E aí, tudo bem aí? Tá fazendo o quê, né?" Mas dessa vez, Quando ela falou, "Você tá muito quieta, eu mandei vários resultados para ela." Eu falei: "Querida, eu tô quieta, mas eu tô fazendo". Entendeu? Então vamos embora. Então, gente, eu quero começar dizendo isso para vocês, que assim, eh, aproveitem muito esse ciclo de vocês, porque não existe, e eu sempre falo isso, de uma pessoa que passou por muitas mentorias, não existe uma mentoria igual a essa, onde vocês têm acesso à cabeça da pessoa. Então, quando eu terminei o meu ciclo com você, com
com a Amanda, o primeiro, eu falei para ela: "Eu quero repetir". Aí ela falou: "Mas quer repetir o quê?" Eu falei o ciclo. Ela falou: "Mas são as praticamente as mesmas aulas, tal". Eu falei: "Não, mas não quero as aulas, eu quero o grupo, eu quero você". Entendeu? Então assim, isso que a gente tem com ela é muito rico. Então não percam a chance de eh usar a cabeça da Amanda, não no sentido dela fazer por vocês, mas De vocês entenderem, tá? Onde é que tá o meu gargalo, onde o que que eu preciso fazer?
onde é que ela pode me ajudar e usar, porque vocês precisam honrar o dinheiro que vocês estão pagando. Isso é uma coisa bem importante. Certo? Então vamos embora. Aí ó, a pessoa que tá que me deu um chacalhão sexta-feira tá bem aqui. Tô vendo ela aqui embaixo. Andreia, ô Amanda, deixa eu compartilhar minha tela. >> Tá liberado. Vê se você consegue. >> Não, vou te mandar um >> Foi. >> Foi. >> Uhum. Pera aí. Deixa eu só colocar no modo de exibição. Pera aí. Onde táa cheia? Beleza. Bom, gente, eu eu sou uma pessoa eh
muito vocês vão perceber ao longo dessa dessa apresentação. E é uma coisa que eu Falo para vocês, o único lugar onde eu uso slide na apresentação da Amanda, porque às vezes eu fico perdida porque eu sou muito, eu falo demais, eu sou muito assertiva e tal, mas eu acho que para cá a gente precisa ter esses pontos pra gente poder falar. Então, é, a primeira coisa que eu quero trazer para vocês é o título dessa aula, que agir é o novo pensar. Então, eu acho que a gente tá vivendo num um momento que as pessoas
elas pensam demais, sabe? Pensa, Pensa, pensa, pensa, pensa, pensa, pensa e não faz nada. Então tem milhares de referências, salva salva salva salva conteúdo, ai referência, referência, referência e não faz nada com isso. Então eu tenho uma aluna que não tem nada a ver com marketing digital, que uma vez ela entrou no curso meu e ela ela fez uma analogia que eu achei tão forte que eu falei para ela, eu falei: "Ó, Tati, eu vou me apropriar disso, mas eu sempre vou dar o crédito". E ela Disse assim para mim: "Eu tô chegando aqui obesa
mental e anoréxica de ação". Ela falou: "Não aguento mais". Ela falou: "Não aguento mais tanta informação na minha cabeça". Então eu vou falar uma coisa para vocês. Se vocês escolheram a, se vocês estão aqui, vocês escolheram a Amanda como mentora. Eu não sei aqui quem é mãe, mas a gente pode falar dos médicos, por exemplo, aqui tem várias médicas, tem a Marina, tem a Briana, que eu tô vendo Aqui. Quando você escolher um médico, você escolhe o médico e você vai nele, certo? E você confia no que ele tá fazendo. E aí você não vai
ficar procurando. Deixa eu ver, deixa eu ver. Não, você procurou aquele, você fica naquele. Com mentor é a mesma coisa, porque senão você vai ficar com muito barulho na sua cabeça e aí você fica completamente eh confusa, sem saber o que fazer. Então, quando você tiver uma dúvida, você vai lá no seu grupo e você Pergunta pra Amanda, porque você escolheu, tá aqui. Então, usa a pessoa que você escolheu. Eu quero me apresentar pra gente poder começar a falar sobre os tópicos que eu quero trazer para vocês. Então, como a Amanda falou, eu sou formada
em Odonto pela USP em Bauru. E eu vou, eu, eu gosto de contar essa história, gente, porque é, é uma história que eu falo, não é, não é para me gabar, mas é para mostrar pr vocês que ninguém começa do Zero. Então, eu, a minha a minha o meu sonho era ser juíza, né? Eu sou eu vim de Brasília, então cidade, vocês sabem, né? E aí eu falava: "Não, gente, eu quero fazer direito, eu quero ser juiz, eu quero bater o martelo, eu quero ser aquela coisa do pau que todo mundo olhando para mim, eu
julgando todo mundo, é isso que eu quero." E aí um dia eu cheguei na minha casa, falei pro meu pai, falei: "Ah, eu decidi que eu vou fazer, vou fazer direito". Aí ele falou Assim: "Não sei se tem advogado aqui, tá? Mas foi meu pai que falou, não fui eu". Aí ele bateu na mesa e falou assim: "Você não vai fazer direito, que direito é profissão de picareta. Ou você vai fazer medicina, ou você vai fazer odonto, ou você vai fazer engenharia". E aí eu falei: "Bom, engenharia eu não posso fazer, que eu sou péssimo
matemática. Então eu vou fazer medicina, vou fazer o Donto. E aí eu queria ir embora de casa. Então eu falei que que Eu vou fazer? Eu vou prestar medicina em Brasília que eu tenho certeza que eu não vou passar. E aí o prestou onto em todo o resto. E assim eu fiz, né? E aí eu passei em todas as faculdades que eu prestei aqui em São Paulo, fui pr para Bauru. No segundo ano de faculdade eu quis largar e aí meu pai falou assim: "Bom, você vai largar e você vai voltar para casa e aí
você vai trabalhar". Aí eu falei: "Ah, não quero trabalhar". Falei: "Vou ficar aqui na faculdade". E Aí eu terminei e fiquei durante 15 anos sendo dentista. Então eu tive uma clínica aqui em São Paulo. Quando eu vendia a clínica, a gente estava no melhor momento, não atendia convênio nem nada, mas eu acho que eu tava no momento fênix da minha vida, sabe? Então assim, eu enchi o saco de ser dentista. Eu não aguentava mais ser dentista. Só que tinha uma coisa na Odonto e eu fiz especialização em orto que era o seguinte, eu gostava muito
de conversar. Então, eh, os meus pacientes entravam na minha sala e eles falavam assim: "Ai, doutora, adoro seu divan". Aí eu falava: "Nossa, gente, eles adoram meu Dean". E aí a gente conversava tal e a orto é uma especialidade que não precisa paciente ficar muito tempo de boca de boca aberta. Então, a gente conversava bastante e tal. E aí eu fiz a fiz a minha especialização, fiz o mestrado e daí depois quando eu tive câncer eu já tinha vendido a clínica e aí eu tava Muito sem fazer nada, né? E eu fui fazer trabalho voluntário
no HC, porque eu fazia meu tratamento no Sírio. Eh, eles me chamaram para fazer trabalho voluntário lá e daí eu falei assim: "Gente, aqui todo mundo tem dinheiro para pagar psicológ peruca, não sei o quê". Falei: "Mas vocês me deram uma boa ideia". E aí o mastologista, ele tinha sido diretor do HC e eu fui fazer trabalho voluntário lá de escuta das mulheres que tinham câncer de mama, como Eu. E daí eu falei: "Gente, é isso que eu quero fazer." Falei: "Eu quero, sei lá, quero ajudar as pessoas, quero escutar as pessoas, tal". E aí
quando eu tive câncer, eu falei: "Meu marido falei, acho que eu vou fazer faculdade?" Ele falou: "Você não vai não, porque nossa filha tinha dois anos". Ele falou: "Não". Falou: "Escolhe outra coisa". Ele falou: "Vai fazer uma puse, vai fazer uma coisa assim menos, né, que não exija tanto." E aí foi quando eu fui fazer, eu Fiz formação em coaching, aí eu fui fazer psicologia positiva, neurociência e tal, e aí eu fui parar na psicanálise. Então essa é a minha história. E aqui eu trouxe algumas fotos porque eu acho importante a gente olhar pra nossa
história, sabe? A gente tem uma péssima mania de esquecer de onde a gente veio. A gente tem uma péssima mania da gente esquecer a nossa trajetória. A gente tem uma péssima mania de achar que a gente é uma coisa só, né? Então a gente acha que Porque a gente tá muito focada na profissão, a gente é só a profissional. Mas eu não sou a profissional. Então eu sou maratonista, eu já fiz 13 maratonas, já corri 13 vezes os 42 km. Eu lancei um livro depois que eu tive câncer. Essa aqui sou eu e minha mãe
nessa foto. E eu amo essa foto. Embora não pareça nem eu. Eu olho essa foto, falo assim: "Gente, não parece que sou eu, mas eu gosto de olhar essa foto porque foi um momento da minha vida que eu definitivamente parei Para pensar e entender aquilo que realmente importava na minha vida, que eu era muito doida, gente, de verdade, eu era muito doida. E aí eu falei: "Cara, minha filha tem 2 anos, meu marido tem 40". Eu falei: "Se eu morrer, ele vai casar de novo, né? Porque ele é bonito, mãe e tal". Falei: "Minha filha
vai ficar chamando outra mulher de mãe e eu vou fazer o que da minha vida, gente? Vou ficar lá no céu rezando e olhando para baixo e falando socorro". E aí eu Falei: "Não, eu falei, eu quero eh eu quero entender o que que eu posso deixar de legado pr as pessoas que estão comigo". Então essa foto para mim, eu sempre deixo ela aqui do meu ladinho, porque todo dia quando eu acordo eu penso: "O que que eu vou deixar de legado pras pessoas que convivem comigo?" E não é internet, são as pessoas que convivem
comigo. Só que isso começou a reverberar no meu trabalho também, né? Então, eh, eu acho que por Isso até eu passo por muitos movimentos de transformação, porque a hora que eu sinto que eu não tô mais deixando nada para as pessoas, eu quero mudar. E tá tudo bem mudar, tá gente? A gente tem mentor é para isso mesmo. Eh, e eu tenho uma filha que acho que não podia ser diferente, né? Porque meu marido eh faz aromé, veio da natação, eu sou corredora, ela entrou no competitivo da natação do Paineiras, então eu agora ela parou
porque ela resolveu estudar, Enfim, e mas ela ficou 8 anos competindo. Então eu também sou mãe da Duda, sou mulher do Fábio, né? gosto de gostava de de me enroscar na grade, de ficar gritando para ela. E tudo isso mostra pra gente o seguinte, que nenhum adulto começa do zero. Então, eu não sei quantas de vocês aqui eh estão em transição de carreira ou estão numa transição dentro da própria carreira, né? né? Então, encerrando um ciclo, começando outro, querendo mudar, Querendo e subir um próximo degrau. Mas o que a gente precisa entender é que nenhum
adulto começa do zero. Então, quando eu olho pra minha vida, né, quando eu encerrei a donto, eu falava assim, cara, como o que que eu vou fazer da minha vida? Porque eu só sei ser dentista. Eu só eu sou só dentista. Eu vou, eu vou fazer o quê da minha vida? Só que aí eu comecei a lembrar do que os meus pacientes falavam para mim: "Doutora, eu Adoro deitar no seu divan, por que que eles gostavam deitar no meu divan? porque eu trocava outras ideias com meus pacientes. Então eu costumo dizer que eu trouxe da
Odonto toda aquela conversa, o lidar com a dor, o lidar com a autoestima. Então, uma vez uma amiga minha falou assim: "Você já reparou, né, que você devolvia o sorriso paraos seus pacientes literalmente, e agora você devolve o sorriso de uma outra forma." Então, qual é a bagagem que você traz da sua vida? para isso que você tá fazendo hoje, qual é a bagagem que você traz da sua vida para a sua presença na internet? E eu tô falando isso, gente, porque isso era uma coisa que eu não falaria até sexta. Até sexta que eu
tive um encontro com a Andreia, que é da Next, e a gente ficou duas horas lá, ela me perguntando várias coisas e conversando, tal. André, ela é Especialista em arquétipos. E aí ela, eu contei várias histórias da minha vida para ela e aí ela pegou e falou assim: "Quantas vezes você contou essas histórias aí na internet?" Ela falei: "Uai, nenhuma". "E essa história aí da sua conversão, quantas vezes você contou?" Eu falei: "Uai, gente, nenhuma". "Ah, mas e isso? E aquilo?" Eu falei: "Meu Deus". Eu falei: "Quem sou eu na internet? As pessoas não me
conhecem". Então eu eu tenho uma frase que é assim, não tem concorrência, gente, na internet, sabe por quê? Porque ninguém tem a história da Cíntia, ninguém tem a história da Betina, ninguém tem a história da Flávia, ninguém tem a história da Amanda, ninguém tem a história da Marina, ninguém tem a história da Briana, ninguém tem a minha história. E o que eu sinto hoje é que as pessoas Se conectam pela história. E eu tava esquecendo disso. E às vezes a gente precisa de uma pessoa para poder lembrar disso. E quantas e quantas vezes a Amanda,
quando eu saí da reunião com a André, eu falei assim: "Cara, quantas e quantas vezes nesses três anos a Amanda ficou enchendo a minha paciência? Inclusive, eu tenho um postite escrito aqui, contar histórias do meu último A1 com ela. Tá escrito aqui na minha frente, contar histórias". Mas eu precisei de uma outra pessoa falar para mim: "Nossa, mas e essas histórias aí que você conta engraçada desse jeito e tal, tu não conta na internet não?" Falei: "Não conto não". Então, nenhum adulto começa do zero. Então, queria que vocês pensassem, eh, e eu gosto de fazer
pergunta, tá? O que que tem da sua história que você não tá trazendo para essa parte da sua vida agora? O que que tem da sua história que é só Seu e que você não tá trazendo, que você não tá falando, que você não tá mostrando, que você não tá usando nesse seu novo trabalho ou neste trabalho que você tá, ou nessa transição que você tá fazendo, ainda que ela seja na mesma profissão. Segunda coisa, transforme aquilo que é diferente em você em potência. Eh, por que que eu tô falando isso? Eu na sexta-feira Eu
fui na minha análise e aí eu tava contando meu analista, umas coisas da minha vida e tal e eu falei assim para ele, eu falei: "Tem uma pergunta que eu fiz pras minhas alunas e que eu tô pirando nela, na própria pergunta que eu fiz paraas minhas alunas". Eu perguntei assim pras minhas alunas: "Qual era a forma que você eh lutava para receber amor quando você era criança?" E eu fiz essa pergunta e elas piraram na Pergunta e quando terminou a aula, eu fiquei pensando, hum, e você, amor? Qual era a forma que você lutava
para receber amor quando você era criança? E a minha claramente era a aprovação do meu pai. Tem problema nenhum em falar isso, que eu já falei isso várias vezes na internet. era a aprovação dele. E aí, gente, o que que a psicanálise ensina pra gente? Que a gente pisa no chão da infância a vida inteira. Então, se eu não dissocio Aquilo que eu buscava lá atrás, eu vou projetar isso a minha vida inteira. E aí nós todas vamos para onde? Pra internet, o palco da aprovação. E aí eu deixo de me mostrar porque eu tô
buscando aprovação das pessoas da internet. Então eu deixo de mostrar aquilo que é diferente. E aí eu tava falando isso com o meu analista e eu contei para ele uma história que foi a seguinte. Eu não sei Quem que é da minha idade, eu tenho 50 anos, mas na minha época, quando eu era adolescente tinha um tênis que se chamava Headley e ele era todo colorido, tinha várias cores, tal, tinha preto, branco, vermelho, não sei o que e tal. E aí eu falava pra minha mãe: "Poxa, todo mundo tem o Redley menos eu. Todo mundo
tem o Redley menos eu." E ela falava assim: "Não tenho dinheiro para comprar e pagar a escola e não sei o quê, então espera que um dia eu te dou". Beleza? E Aí todo mundo tinha o Redley, menos eu. Quando foi meu aniversário, né, eu sou leonina, ela foi lá e comprou um Redley vermelho. E eu fiquei muito brava com ela porque eu queria o Redley preto, igual de todo mundo. E eu falei isso pro meu analista. E aí meu analista virou para mim e falou assim: "Nossa, que engraçado, né? Porque o legal devia ser
você ser diferente, né? Então assim, todo mundo tinha o preto e você demorou tanto para ter e você tinha o vermelho. Por que que você não queria ser diferente? Porque eu queria a aprovação de todo mundo, né? Só que aí quando eu cresci e me tornei adulta, eu criei um símbolo que é isso aqui, meus óculos. Se vocês abrirem meu armário, gente, eu não tenho bolsa, eu não tenho sapato, não tenho nada, mas eu tenho óculos. E depois da minha reunião sexta-feira Com a Andreia, ela falou assim para mim: "Ah, tal". Ela falando de símbolos.
Ela falou assim: "E os óculos?" Eu falei: "Que que tem?" Ela falou: "Nossa, todas suas fotos no Instagram são sem óculos". Falei: "É". Ela falou: "Você não grava vídeo de óculos?" Falei: "Não". Ela falou: "Mas você não tem vários?" Eu falei: "Umum, tem vários". E aí eu fiquei pensando no fim de semana, por que que eu usei isso aqui? Porque quando eu tinha 3 anos, eu tive Uma doença que chama febre reumática e depois da febre reumática, eu tive uma uveite que baixou esse olho aqui. E eu fiquei anos com esse olho mais baixo, porque
eu não podia operar só quando eu tivesse terminado minha fase de crescimento. Mas Deus foi tão bom comigo que meu olho abriu, só que ficou um tico mais baixo que o outro. Então eu comecei a usar óculos para disfarçar. E hoje todo mundo olha para mim e fala assim: "Nossa, eu amei seus óculos. Meu Deus, que óculos diferente. Onde você comprou? E não sei o quê. E eu tô dando o exemplo do óculos, dos óculos. Mas a minha pergunta para vocês é: o que que tem de diferente em você que você pode transformar em potência?
O que que só você sabe fazer? Eu sei que a Amanda bombardeia a gente também com essas perguntas, né? Mas o que que tem em você? Porque às vezes a gente fica buscando referência. referência referência, se comparando, se Comparando, se comparando. E a gente esquece de olhar para aquilo que a gente tem e que quando a pessoa pergunta, a gente tem que responder assim, ó, pá. Então, igual a André me perguntou, que que você tem de diferente que só você faz, que você acha que assim, ninguém faz igual você. Eu falei: "Destrinchar coisa difícil em
coisa fácil". Desde criança eu faço isso. Desde criança minhas amigas falavam: "Explica matéria de história, porque você explica Melhor que a professora. explica. Não sei o que que você faz melhor. Na faculdade era assim, depois era assim, com a Bíblia é assim. Eu falei: "Beleza, cara, isso é o meu diferencial e eu vou mostrar para vocês como agora tá faz um mês e meio, eu transformei em potência. Vocês verem que a gente tem que persistir, tá gente? Não pode desistir. Controle em excesso torna-se paralisia. Eu não sei quem é que é controladora, mas o que
eu percebo, gente, é a gente fica muito paralisada tentando controlar todas as variáveis, todas. Ah, porque é o algoritmo, ah, porque é o vídeo. Ah, porque é o som. Ah, porque é não sei o quê. Deixa eu falar um negócio para vocês. Pega, faz, posta, sai correndo. Sabe assim? Possa sair correndo. Ai que eu tenho muita vergonha do vídeo. Possa sair Correndo e assim você vai ficando boa. Gente, a primeira live que eu fiz na vida era numa rede que se chamava Periscope. Não sei quem que é dessa época. Eu fazia live para cinco pessoas.
Eu entrava na live mascando chiclete. Eu tenho esse vídeo até hoje e eu olho ele às vezes só para eu lembrar de onde eu vim, entendeu? Que era assim. Oi gente, tudo bem? Hoje a gente vai falar sobre controle emocional. Quando eu olho aquele vídeo, eu falo: "Meu Deus, era Ruim demais". Mas aí lá em 2016 eu falei: "Cara, eu preciso, eu, eu sei que eu sou boa, porque eu apresentava trabalho, eu participava de congresso quando eu era dentista. Eu falei: "Eu preciso ficar boa no vídeo". Aí em 2016 eu resolvi fazer live todo dia,
do dia 1eo de agosto até dia 31 de dezembro, 7:12 da manhã. Aí meu marido falava assim: "Onde você arruma tanto assunto?" Eu falei: "Não, se eu vou lá, leio e fico Falando". Eu fazia live todo dia, todo dia, todo dia, todo dia, todo dia. Aí eu analisava meus vídeos, eu falava: "Ô, melhorar aqui, melhorar aqui, melhorar aqui, melhorar aqui". Eu controlava o quê? Nada. Só o fato de eu estar lá, quantas pessoas tinham, se ia entrar, se não ia entrar, se tinha gente, se não tinha gente, eu só ia lá e fazia, gente. Então,
eh, a gente precisa entender que quanto mais a gente quer Controlar uma situação, isso vale para tudo na nossa vida, mais paralisado a gente fica. Ciclos que se repetem não são destinos, são recados. Vocês já viram aquelas frase na internet, né, quando fala assim: "Tudo aquilo que se repete na sua vida é porque você não tá olhando não sei o quê". É verdade. É verdade. Ciclos que se repetem na sua vida são Sintomas. e sintoma, ele tá apontando para um lugar, um lugar para o qual você precisa olhar. Então, se o tempo todo você eh
sei lá, vai fazer um post e para, vai fazer um vídeo e para, vai fazer alguma coisa na e para, para olhar o que que isso tá querendo te dizer, do que que você tem medo, o que que tá te paralisando. A gente vai falar um pouquinho sobre procrastinação, Mas de antemão eu já quero te dizer que procrastinação é um problema emocional. Então assim, eu não sei lidar com aquilo que tá vindo daquilo que eu tô empurrando com a barriga. É o quê? É medo? É medo de se frustrar? É medo de fracassar? Eu vou
contar um negócio para vocês. Quem não faz tá fracassando. Por isso que eu falo que esse troço de medo de fracassar, gente, é uma grande Falácia. Porque assim, quem não faz já Так. Pessoal, vocês me ouvem? Todo mundoado. Vocês ouvem? Desce. Você ouve. >> Voltou, voltou, >> voltou. >> Voltou, voltou. >> Eu acho que que a turma te ouviu até você falar >> vocês ouviram >> até você falar sobre fracassar. Quem não Faz está fracassando. >> É, quem não faz está fracassando. >> Quem não faz tá fracassando. Tá, vocês não perderam muita coisa. Eu falei:
"Quem não faz, quem não faz já tá fracassando". Então você dizer para mim: "Ai, eu tenho muito medo de fracassar, beleza, mas você faz?" Porque quem não faz? Pode ser que você tenha medo de se frustrar, pode ser que você tenha medo De, sei lá, postar, postar, postar, postar, postar e nada acontecer. Pode ser que você pode ser que você tenha medo de tentar vender seu produto e não vender nada. E aqui eu vou abrir só um parênteses de uma pessoa que eu conheci lá atrás, lá atrás. E ela vendia um produto que era um
negócio de planilha de Excel. Eu não sei exatamente o que que era. E aí a gente participava da mesma mentoria e ela falou: "Ai, que eu vou abrir meu Carrinho não sei quê". E todo mundo da mentoria torcendo muito por ela, não sei quê. Ninguém tinha tido coragem de lançar nada, só ela. Aí essa menina veneno planilha colocou 2.000 pessoas numa live no YouTube. 2.000. E a gente tava vibrando muito por ela porque, meu Deus, imagina, né? A gente pensava, cara, a menina vai fazer milhão hoje, beleza? Ela vendeu zero. Com 2.000 pessoas na live,
ela vendeu zero. Aí ficou aquele silêncio no grupo, né? Ninguém sabia o que falava, tal. Acabou a live, ela voltou, aí ela falou, falou: "Gente, vocês acreditam, não vendi nada". Tipo, vendi R$ 0, aí ficou aquele silêncio, né? Ai, nossa, meu Deus. Ela falou: "Mas vou falar uma coisa, tô feliz. Eu tô feliz, sabe por quê? Porque eu coloquei 2000 pessoas numa live, então meu problema tá só na venda. Só na venda. Ela foi lá, ela assistiu o pit dela, não sei o quê, tal, tal, tal. 45 dias depois Ela lançou. Beleza, que aconteceu? Ela
vendeu. Então, guarda isso. Tem algum sintoma na sua vida? Tem. Para onde ele tá apontando? Pera aí que agora não quer passar aqui. O aqui para que algo fique confortável, uma hora vai ser desconfortável. Gente, eu não gosto dessa história de eh ai você tem que sair dessa zona de Conforto, não sei o quê. Mas uma coisa eu posso dizer para vocês, ah, eu não sei fazer vídeo. Vai ficar desconfortável antes de ser confortável. Mas como que eu vou fazer para ficar confortável? Como que eu vou fazer? Eu vou fazer vídeo. Ah, eu acho muito
desconfortável fazer palestra. Como que vai ficar confortável fazendo palestra? Ah, eu acho muito desconfortável ser eu Mesma. Eu tô falando sério, ser eu mesma. Tá bom. Então agora eu vou ser eu mesma até ficar confortável, porque por trás de todo esse lugar confortável que você quer ficar tem algum medo. É medo de quê? É medo de quê? Então eu falo pras minhas alunas assim, ó. Gente, precisa deitar na cama de prego e ficar. Tem que deitar lá e tem que ficar na Cama de prego até ficar confortável. Aí depois você vira, aí vai espetar mais
um pouquinho até ficar comado. Aí você vira até ficar mais. Então assim, se tem alguma coisa, e agora vamos falar do trabalho que você precisa fazer no digital e que é desconfortável para você, não tem outro jeito de ficar confortável a não ser fazendo. Tem um livro muito maravilhoso, ele tá até aqui, vou pegar para vocês, depois eu mando a foto lá pra Amanda. Eh, o título dele, gente, ele parece meio clickbait, mas chama assim: Como fortalecer sua autoestima? A gente leu isso aqui no no meu clube do livro esse mês. E esse livro ele
é ótimo porque ele é bem didático. E ele fala uma coisa, a autora ela fala uma coisa que eu acredito piamente. Ela fala o seguinte: a autoconfiança ela vem do fazer. Ela vem do fazer. Ela não vem do elogio, ela não vem da sua infância, ela vem do fazer. Então, a autoconfiança é você Olhar para você mesmo e dizer assim: "Eu consigo fazer isso. Então, eu consigo fazer um vídeo, eu consigo eh gravar uma é como fortalecer a sua autoestima." Depois eu mando pra Amanda aí, mando a capa pra Amanda. Eh, eu consigo gravar um
vídeo, eu consigo fazer um post, eu consigo fazer 30 resumo dia eu vou fazer. O que que você precisa fazer ficar Confortável para que o negócio comece a sair do lugar? Essa é a pergunta. Procrastinação é um nome gourmê pro medo de se frustrar. Todo mundo tem essa história de falar: "Ah, que eu sou procrastinadora? Ah, porque não sei quê". Então vamos parar para olhar o que que tá por trás da sua procrastinação. Se eu tenho medo de, por exemplo, não vou vou trazer um Exemplo que é bem tangível, vai. Quando a pessoa tá acima
do peso, muitas vezes ela procrastina a academia, certo? Então ela faz matrícula. É a pessoa que a academia mais gosta. É a pessoa que faz matrícula e nunca vai, né? Então ela faz matrícula, gasta dinheiro com roupa, com tênis, não sei o quê. Quando chega na hora de ir pra academia, que que ela faz? Ela vai assistir Netflix. Por quê? Porque ela é preguiçosa. Não, muitas vezes porque ela não sabe lidar Com a vergonha de chegar na academia acima do peso e ter lá aquele bando de gente sarada. Então o que eu quero dizer para
vocês é a procrastinação, ela é ela esconde um medo. Então se eu tô procrastinando alguma coisa, eu tenho medo de alguma coisa. E aí o exemplo que eu vou dar para vocês, eh, e eu trouxe números que eu gosto de provar com números, é o seguinte, eu é verdade que eu comecei a Fazer isso eh há pouco tempo, mas na sexta-feira eu acho que como eu tinha tido a minha análise, daí eu tive encontro com a Andreia e daí eu tava sozinha porque eu tava em Brasília e eu tava ali quieta no meu canto, tava
sem meu marido, sem minha filha, eu fiquei pensando muito sobre isso. Eu falei: "Cara, esse negócio da aprovação na minha vida é muito sério, porque a minha vida inteira eu cei a aprovação do meu pai e eu fui projetando isso nas minhas Relações. E claramente é, eu projeto isso na internet, por as minhas alunas me conhecem como eu sou, as pessoas que me conhecem mais de perto, as minhas pacientes me conhecem como eu sou, mas na internet a Amanda sempre fala isso para mim, ela fala assim: "Cara, falta, falta quem você é na aula, na
internet". E aí eu falei assim: "Pô, por que que eu não consigo ser essa pessoa?" Aí eu falei, cara, porque claramente eu Tô colocando todas as pessoas da internet no lugar do meu pai, que eu quero que todo mundo goste de mim, todos os meus seguidores gostem de mim. Mas eu falei: "Quero mais". Quando eu comecei esse produto novo e esse Instagram novo, comecei um Instagram do zero, foi a história do do da coisa cristã. Então, assim, eu comecei a a minha caminhada cristã em 2020, né? quando a gente teve esse negócio que eu falei
para vocês aqui na minha casa e e é Aquela história, né? A gente só procura Deus quando a gente tá desesperado. E aí foi quando realmente eu me converti e tal e daí eu comecei a estudar a Bíblia e a corta para 2026, 25 na verdade, eh eu já tinha tido várias coisas assim, tipo, cara, você precisa falar, você precisa falar disso na internet, você precisa falar disso na internet, você precisa falar disso na internet. Só que eu tinha medo, medo de ser cancelada, Medo do povo falar: "Ai, é moda, ai porque você agora vai
vender não sei quê. Ai porque você não sei que lá". Falei: "Meu, falei: "Eu nem preciso de mais de lançamento para viver, eu não preciso mais disso, porque eu tenho os meus pacientes. Então lançamento hoje eu faço dois por ano, enfim, porque eu também quis sair dessa loucura de lançamento, porque eu fiz muito lançamento na minha vida. Então eu falei assim: "Car, não quero mais, vou Fazer dois por ano". É isso. Então, por que que eu procrastinava? Eu tinha lá o Instagram aberto e eu achava que ia aparecer do nada os meus seguidores do Neida.
Mas por que que eu procrastinava o conteúdo? Que eu tinha medo. E aí foi muito engraçado porque no dia dessa dessa coisa toda com Andréia, ela falou assim para mim, porque foi uma coisa que a Amanda me questionou. Ela falou assim: "Por que que você vai criar Um Instagram novo?" Eu falei: "Ah, porque eu quero, porque é nchado, porque não sei quê". Ela falou: "Cara, mas por que que você não junta?" Inclusive, eu tô aqui com o nosso um a um e ela fala: "Vai, você precisa pensar, você não quer juntar?" Falei: "Não, não quero
juntar e tal". E eu sempre ficava com aquela pulga, cara, por que que eu separei, né? E era sempre a história do nichá. Mas aí na sexta-feira a Andreia fez a mesma pergunta para mim. Ela falou: "Cara, por que que você fez dois Instagrams?" Aí eu falei: "Não, porque o nicho que não sei quê, né, nené". Aí a gente conversando, conversando, eu falei: "Cara, o Instagram do Pausa para Fé que ninguém me conhece". Então assim, tudo bem, tá tudo bem, ninguém me aprova lá, ninguém me conhece, mas o meu outro Instagram eu tenho desde 2012.
Então vocês percebem como às vezes um uma Coisa que aconteceu lá atrás, ela impacta o que tá acontecendo aqui na frente. Gente, não tenham medo de olhar, porque é sem brincadeira. Na hora que você olha, descortina, porque você conversa com a sensação, você nomeia aquilo que você tá sentindo. E eu vou falar uma coisa para vocês, a Amanda é muito boa de discurtinar essas coisas, mas vocês precisam dar espaço para ela. Eu tô falando muito sério, várias e Várias vezes eu já deixei ela na geladeira por causa das coisas que ela me falou, que eu
precisava pensar. Então, dá espaço para ela falar para vocês. Não agir também é uma escolha. Você pode escolher agir e escolher não agir. E o que eu posso dizer para vocês é quando a gente escolhe agir, gente, alguma coisa acontece. Pode ser que não seja exatamente o que a Gente quer, mas acontece alguma coisa. Eu tenho uma teoria que eu falo para as minhas pacientes e já contei em algumas aulas, que é a teoria do tanque. E que eu vou contar essa teoria para vocês, vocês vão entender. Imagina que vocês t o tanque aí na
casa de vocês, vocês lavam roupa, aí vocês pegam o tanque, coloca aquela rolha, coloca homo e vai lá e começa a lavar um monte de roupa. Lava roupa, lava roupa, lava roupa e não tira a água. Chega uma hora que aquela Água vai estar suja, certo? Como que você vai lavar roupa pra roupa ficar limpa? Você tem que tirar água, tem que limpar o tanque, você tem que trocar água. E muitas vezes quando a gente tá paralisada, que que a gente tá fazendo? A gente tapa o tanque e fica aquela água lá, aquela água lá,
aquela água lá. E aí a gente falando: "Ai, mas eu não sei porque as coisas não acontecem. Ah, não sei porque não vende. Ah, não sei porque Minha agenda não enche. Esvazia o tanque, tira água. Tem que ter coragem para deixar esvaziar o tanque, porque às vezes você vai ficar um tempo com o tanque vazio. Que foi o que aconteceu comigo quando eu sentei na primeira vez, no primeiro ciclo, nessa cadeira aí da Amanda. Ontem vocês estão sentadas, gente. Eu tinha um produto que a cada lançamento ele me dava R$ 300, R$ 350.000. Quando eu
cheguei para ela, eu falei, falei: "Eu não quero mais esse produto". Daí ela falou: "Mas você tem certeza que, né, não é um produto que tá dando ruim?" Eu falei: "Eu não quero mais". Aí ela falou: "O que que você vai fazer depois?" Eu falei: "Eu não sei. Eu tô aqui para isso, você me ajudar". E eu fiquei sete longos meses conversando com ela, pensando, desenhando. Então, a gente precisa entender que Quando a gente esvazia o tanque, às vezes vem um tempo de não ter tanque cheio e que precisa desse tempo pra gente poder entender
o que que a gente vai colocar dentro do tanque, sem fazer as coisas na loucura e na impulsividade. Essa frase não é minha, essa frase é do Anthony Robbins. Eu fui num evento dele em 2018 lá em Londres e ele entrou no palco e ele colocou essa frase. Aí eu Olhei e falei: "Nossa, gente, posso ir embora? Beijo, tchau". Toda decisão é encerrada por uma ação. Ou seja, quando você diz que você decidiu alguma coisa, você não pode sair do cenário da decisão sem agir. Então assim, eu decidi que eu vou entrar na mentoria da
Amanda, então eu vou chamar a Tati, eu vou pagar. Isso é toda decisão encerrada para Umação. Beleza? Eu entrei na mentoria da Amanda. A Amanda mandou lá aquele questionário interminável, né? da primeira sessão que terminava, demora 50 dias para responder o questionário. É uma sessão de autoanálise. Toda decisão encerrado para uma ação. Você não entrou na mentoria, preenche o questionário. Aí ela te dá a devolutiva. Que que você vai fazer com questionário? Que que você vai fazer? Você vai ler, Né? Você vai ler, você vai aplicar. Mas muitas vezes você não vai fazer. você não,
eu vou falar a verdade para vocês. Muitas vezes vocês não vão fazer, mas tem que fazer pelo menos uma coisa, porque senão você não decidiu. Isso é a mesma coisa que a pessoa que diz assim: "Ah, eh, eu decidi que eu vou começar uma dieta. Ih, você foi lá no frut comprou as coisas para você fazer legume. Ai, que eu tenho que esperar marcar Nutricionista. Nossa, você não precisa de um papel. Você sabe o que você tem que fazer. Não saiam do cenário de uma decisão sem agir, senão vocês vão se tornar aquela pessoa que
fala, fala, fala, fala e não faz absolutamente nada. Só decide, mas não faz. Esse negócio de montar o quebra-cabeça azul, gente, é uma coisa, é uma analogia que eu gosto muito e que eu gostaria que vocês parassem para pensar. Imagina que Vocês tm um quebra-cabeça para montar, daqueles de 1000 peças, tá tudo azul. Tudo azul, tipo aquela pintura do Vanangog lá que é tom de azul e amarelo, porque a gente já comprou esse quebra-cabeça aqui em casa, a gente quase morreu para poder montar aquele negócio, porque só tem tom de azul e amarelo. E daí
imagina que no meio dessa desse monte de quebra-cabeça, dessa mão de peça, tem uma peça roxa e essa peça roxa tá atrapalhando você Montar seu quebra-cabeça. É exatamente isso que acontece quando a gente, eh, por exemplo, está no digital. E a gente não tá fazendo porque a gente tá olhando o nosso quebra-cabeça. Existe uma peça roxa no meio do quebra-cabeça azul que a gente não tira. A minha pergunta para vocês é: qual é a peça roxa do seu quebra-cabeça? Antigamente a minha peça roxa era buscar 350 milhões de referências. Então, em Vez de eu fazer
meu conteúdo, eu ficava procurando referência. E aí eu falava: "Não, eu tô trabalhando, eu tô procurando referência". Só que eu não fazia nada com aquelas referências, ficava lá a referência e eu passava horas buscando referência. E aí quando eu falei: "Putz, isso é o que tá me atrapalhando. Eu preciso parar de buscar referência e fazer meu conteúdo e ver que que dá certo, que que dá errado. O que der errado, eu não vou Fazer. O que der certo eu vou repetir. Constância não é continuar porque tá dando certo, é continuar até a realidade não tem
mais como ignorar você. E isso é bem específico para quem trabalha com internet. Então assim, gente, eu tô na internet desde que tudo era mato, porque eu não comecei no Instagram, eu comecei em 2008 com um blog, eu era blogueira, blogueira mesmo. Eu vendia banner no blog quando eu era dentista ainda. E o que eu posso dizer para vocês é, a internet ela é um trabalho de constância, não é uma constância de um mês, não é uma constância de 2 meses, não é uma constância de 3 meses, não é. Então, no evento presencial agora do
começo do ano, a Amanda falou uma coisa que é muito real. Você não faz, quando você vai prestar, as médicas aqui, né, Podem falar, não tem que fazer um esforço danado para passar no vestibular de medicina, não tem que estudar para caramba passar em medicina. Pois é, a internet é igual, tem que fazer esforço também, não vai cair do céu. Não é porque você viralizou um vídeo que a sua vida vai mudar, que você vai vender milhões, que você vai, sei lá, pescar o balde do não sei que lá que o povo fala, não vai.
É um trabalho de constância. E eu vou Falar para vocês uma coisa, gente, eu demorei muito para entender isso. Quando eu sentei nessa cadeira de vocês, a Amanda falou assim para mim: "Cara, você tem muito produto, né? Que que você tem esse tanto de produto?" Porque eu tinha esse produto principal, mas eu tinha uma cabeça assim, ó, ah, vou falar de abundância, vou criar a jornada da abundância. Aí eu vendia, aí nunca mais eu vendia. Aí agora eu acho legal falar do, sei lá, dos hábitos. vou criar a Jornada do hábito. Aí eu vendia, sabe?
Aí a Amanda falou assim: "Cara, as pessoas não sabem o que você faz. As pessoas olham seu Instagram, cada hora é uma coisa. Uma hora é a corrida, outra hora é o tênis, outra hora é a roupa, outra hora não sei o quê, outra hora é o curso. Ninguém sabe o que você faz." Ela falou: "Você precisa ter constância numa determinada coisa". E aqui é onde eu quero trazer uma coisa para vocês. Eh, eu resolvi começar o Instagram do zero, o Pausa para fest. Vocês estão conseguindo ver direitinho a tela? Tão tá. Eh, eu resolvi
começar o Instagram do zero. Me perdoem aqui o se a Geology tivesse aqui, a Gia, ela ia me matar. Mas assim, eu enfiei isso aqui no meu slide mesmo agora 17:28, porque foi quando saiu o relatório de maio. Eu criei o Instagram do Pausa para Fé, eh, e cheguei à conclusão que é porque realmente é o meu cantinho que ninguém que quem me encher o saco lá, tá tudo bem porque a pessoa não me conhece, porque eu tô trabalhando muito essa questão da aprovação. Tô abrindo meu coração para vocês. Eh, só que eu não vou
acabar com esse Instagram. Por quê? Porque realmente é um nicho bom. Eu acabei de vender um negócio lá que eu falei assim: "Cara, Tem público para vender isso aqui? Então vou acabar com esse Instagram. Eu vou começar a fazer um trabalho de integração, mas vou continuar tocando os dois". Então quero contar para vocês o que eu fiz. Eu comecei esse Instagram, eu peguei só de dezembro porque o Instagram só permite de dezembro até agora, tá? Mas eu comecei esse Instagram em outubro do ano passado e aí eu falei pra Amanda: "Ah, vou começar um Instagram
do zero, tal". E ela falando: "Cara, meu Deus, vai ter mais trabalho, tal". Eu falei: "Não, eu dou conta, vou começar". Bom, outubro postei, sei lá, dois ris. Novembro nã dezembro eu compartilhei quatro res em 31 dias. Aí eu trouxe os números aqui para vocês. Então, em dezembro eu tinha 2100 seguidores lá e a Bonita achava que com quatro resia dar muito bom. Aí quando foi em fevereiro, eu não tinha ainda mudado minha cabeça, mas eu Compartilhei oito. E aí vocês podem ver que aumentou de 11.000 para 53.000, aumentou o percentual de não seguidores e
aumentou um tico o número de seguidores. Quando foi em fevereiro, eu postei mais, tá vendo? Postei 17, três posts, aumentou para 67.000 Meu alcance não cresceu tanto aqui, né? Sem seguidores, postando mais. Por quê? Porque eu tava fazendo bem desgovernada. Eu falava: "Ah, vou fazer De qualquer jeito, vou fazer aí, vou compartilhar a hora que der, né, para terror da Amanda". Só que aí em março eu resolvi fazer um negócio. Eu falei assim: "Cara, uma colega nossa da Next chegou lá no grupo e falou assim: "Gente, vocês já testaram res de teste?" Aí eu falei:
"Ah, já vi esse negócio aí, mas como que é? Como que você fez?" Ela falou: "Ah, tô colocando lá real de teste e tal". Falei: "Tá bom, beleza". Aí eu fiz um propósito comigo mesma, falei: "Cara, eu vou postar todo dia um reals, todo dia eu vou pegar um versículo, eu vou fazer uma palavra do dia com a mesma estrutura todo dia. E aí no meu um a um com a Amanda, eu tô com o postite aqui, ó. Ela, a gente fez esse um a um começo de fevereiro, para vocês verem como a gente procrastina
as coisas. Ó o postite aqui com a letra dela. Ela falou assim para mim: "Faz a palavra do dia e usa os temas que pegam A sua persona." Aí eu tô com o trocos pregada aqui. Eu falei: "É mesmo, né? Vou pregar aqui o que eu falei com a Amanda e vou fazer todo dia um res focado nas dores da minha persona com a palavra do dia, versículo. Beleza?" E aí eu falei, eu vou fazer um real de teste por dia. Gente, para fazer um real de teste por dia, você tem que fazer dois feeds.
Então você tem que gravar um do feed e o outro de teste. E aí eu comecei gravando Os de teste. Aí tinha assim 10 visualizações, 12 visualizações. Eu falava: "Meu Deus do céu, tô tendo um trabalho danado, cara, esse negócio não tá dando tal". Até que em março teve um que explodiu, que deu tipo 57.000 1000 visualizações. Aí entraram ali 700 pessoas. Aí eu falei: "Nossa, eu falei: "Do que que tá falando esse RS aí que visualizou, que viralizou ansiedade?" Falei: "Beleza". Falei: "Eu vou fazer real de teste sobre ansiedade até Esgotar o assunto." Aí
que que aconteceu? Em abril aconteceu isso aí. E em maio eu praticamente dobrei o número de seguidores. Fazendo o quê? Postando todo dia e fazendo mais o quê? Entendendo os que estavam dando bom. Porque não acha que tá tudo dando bom, não. Tá? Então, os que estavam dando bom, eu fui lá, eu Peguei tudo que eu aprendi no primeiro ciclo da mentoria, que eu nunca tinha feito contar vocês. Analisei tudo e falei: "Tá, o que que deu bom?" Esse assunto, esse assunto, esse assunto, esse assunto. Catei aqui o postich da Amanda, risquei o que não
tava dando bom, peguei o que tá dando bom e falei: "Cara, a Bíblia tem 350 milhões de versículos para eu poder falar sobre esses assuntos". E aí a Amanda tinha falado assim para Mim: "Eu quero que você vá pro TikTok, que eu acho que no TikTok vai dar bom, não sei o que". Eu falei: "Ah, né? Tiktok, não sei quê". E minha filha tem 15 anos. E ela fala assim para mim: "Mãe, com certeza você vai flopar no TikTok que você não sabe mexer." Aí o dia que ela falou isso para mim, eu falei: "Ah,
é". Falei: "Tá bom". Falei: "Então vou abrir um TikTok do zero". Falei: "Eu vou provar para você que eu vou viralizar lá no TikTok". E aí eu abri e como vocês podem ver aqui, esse foi meu primeiro post com 500 e pouquinhas visualizações. E eu fui fazendo e gente bem assim, sem nada, tá? Com essa cara mesmo aqui horrorosa, tal, até que um dia 17.000, no outro dia 22.000. Aí no outro dia aqui, ai meu Deus, não pus a foto. Mas no outro dia teve um de 57.000. Vou repetir a foto, desculpa. 57.000, não sei
mais o quê. E esse Instagram que tem um, esse TikTok Que tem um mês que eu criei, tá com quase 3.000 seguidores. Eu não tô vendendo nada lá, não tem nenhum link, eu tô só crescendo essa base lá porque eu quero entender como funciona a rede. Mas eu falei: "Cara, a Amanda tinha razão. Desde a primeira vez ela olhou pra minha cara e falou: "Cara, você precisa ir pro TikTok porque você é mais soltona. Você vai lá, você vai falar não sei quê." E demorou 3 anos para eu fazer o que ela falou que era
para eu fazer. Em um mês, tá aí o resultado. Eu posso voltar aqui depois para contar o resultado para vocês. Então, eu queria que vocês pensassem em todas as oportunidades que vocês já deixaram passar. Não é para vocês ficarem se chicoteando com essa pergunta. Mas eu quero deixar a pergunta para vocês, que é, Tem muita coisa que tá fora do nosso controle, que não é responsabilidade nossa, mas tem muita coisa, como eu mostrei para vocês, que é aqui, ó, bate no peito e deixa comigo. Então, o que que é deixa comigo a partir de agora?
Onde vocês vão colocar a energia de vocês? Onde vocês vão bater no peito e falar assim: "Não, cara, igual eu falei pra minha filha, ela falou assim: "Você com certeza vai flopar no TikTok". Aí Gente, vocês falam para uma pessoa que nem eu que eu vou flopar, que eu não vou dar certo, que não sei quê. Falei: "Ah, é". Falei: "Pois eu vou te mostrar". Falei: "Daqui a pouco meus meus vídeos de Bíblia vão estar aparecendo paraas suas amigas". Falei: "Você vai morrer de vergonha de eu aparecer para elas, viu?" falei, vai aparecer tudinho. Então,
o que eu quero deixar para vocês é, a gente não precisa esperar grandes Eventos para transformar nossa vida, porque pequenas ações diárias elas podem criar grandes viradas. A gente só precisa fazer, né? E eu acho que às vezes a gente fica muito paralisada esperando o momento certo, esperando a hora certa, o momento perfeito, o estúdio, o microfone e não sei o quê. Gente, é assim, ó. Dá o passo, dá o passo, dá o outro passo, dá o outro passo. Então, é, é muito louco como eh é aquela História que eu acho que todo psicanalista e
todo psicólogo odeia. A gente, é verdade que a gente odeia isso. Você passa tempos e tempos e tempos trabalhando com o paciente. Aí você fala: "Meu Deus, a pessoa não vai chegar isso, não vai chegar". Aí o abençoado, abençoada chega na sessão depois de dois anos, fala assim: "Não, você não sabe?" Tava conversando com uma amiga minha esse fim de semana, cara, caiu uma ficha que eu precisei trazer para você. Aí você fala: "Entendi nós passamos dois anos falando disso. Foi sua amiga, né, querida?" Foi. Pois é. Então assim, acontece, gente, a grande questão é
que eu acho que quanto mais a gente toma na cabeça, mais a gente pensa assim: "Tá bom, toda a decisão é encerrada por uma ação?" É, então se vocês forem lá no meu feed, vocês vão ver que desde sábado eu só posto foto com óculos, viu, Andreia? Ela falou assim para mim: "Cara, você Tem que pôr esses óculos aí para jogo". Falei: "Beleza, cara". Falei: "Tá bom, sábado vamos começar com a foto do óculos, dos óculos". Entendeu? E são coisas que quando eu entrei há 3 anos, a Amanda falava para mim. Então é aquela história,
não fica, não fica com raiva, tá? Que eu passo por isso, viu, Amanda? Tá. Deus abençoadas chegaram para mim e falaram assim: "Ai, minha amiga, nossa, me deu um insight". Mas é O conjunto, gente. Só que o que eu posso dizer para vocês é a gente eh eu acho que são duas coisas. Primeiro, a gente precisa estar no ambiente certo. Então isso eu realmente sou muito grata. Amanda, eu sempre falo que ela é um hub de pessoas do bem. Ela conecta e ela forma grupos assim que são incríveis de verdade. E eu sempre falo para
ela, eu falo: "Gente, a mentoria é tipo um custo fixo da minha empresa, entendeu? Eu não saio porque eu Gosto das pessoas que estão lá, eu me conecto, são pessoas que às vezes falam uma coisa, eu falo: "Putz, isso aqui é para mim". Então é o ambiente, né? E a gente sabe que o ambiente faz diferença. E a segunda coisa é, às vezes vocês vão escutar uma coisa agora e lá na frente vocês vão falar: "Nossa, a Amanda me falou isso há do anos". Beleza, caiu a ficha dois anos depois. Faz, Faz. Então, eh, quantas
e quantas vezes ela me mandou áudios intermináveis falando desse negócio do TikTok, falando negócio da constância, da produção de conteúdo, cara, não faz a coisa desgovernada desse jeito. Você tem uma ideia e aí você vai lá e posta. Então, lá no Pausa paraa fé, eu tô tendo eh exatamente a percepção dessa história da constância. E eu resolvi fazer um teste. Eu falei: "Cara, eu vou vender um jejum aí de por R$ 37 para ver se as pessoas vão se comprometer." Aí falei: "Ai, meu Deus". Falei: "Ninguém vai comprar". Eu penso essas coisas também, tá? E
vendeu um monte. E as pessoas estão super comprometidas. E aí eu acho que tem um último ponto que eu quero falar para vocês que é assim e que isso eu sempre falo para todo mundo. Eh, para mim a grande diferença hoje quando eu vendo curso é que eu não Preciso mais disso para viver. Então, quando a gente não olha, quando a gente olha pro nosso cliente ou para quem é psicóloga e tal, pro nosso paciente médica, por exemplo, como dinheiro, ou seja, hum, essa consulta aqui vai pagar a escola do meu filho, hum, essa escola,
isso aqui vai pagar a minha luz, cara. Você vai afastar o seu cliente ou o seu paciente de você. Primeiro servir. O dinheiro é consequência. Então, tudo isso que eu falei para vocês, eu experimentei na minha vida. E o que eu posso dizer para vocês é: "Não espera dar ruim para poder fazer. Faz antes dá". Certo, gente? Amanda, obrigada, viu? Falei igual uma doida, não tomei nem água. Obrigada, gente. Pessoal, olha, eu queria que vocês levassem esses ensinamentos da Debs pra vida, não só pra jornada que a gente vai completar daqui em diante, mas de
Verdade pra vida. E alguns dos aspectos que eu acho que são os mais importantes de vocês fixarem na cabeça de vocês, é que assim, tudo que a gente sente hoje não foi criado hoje. Tudo que a gente sente hoje tem uma origem e uma raiz muito profunda na nossa história. E o quanto mais a gente evitar isso, quanto a gente mais se afastar disso, mais isso vai doer, mais isso vai machucar, porque isso vai aparecer em muitas e em várias esferas da nossa vida. Então, muitas Vezes, quando vocês não fazem a tarefa da mentoria ou
muitas vezes quando vocês se negam eh a oportunidade de aparecer publicamente e se testar nessa posição, vocês estão dando palco e estão dando chão pro que aconteceu na infância de vocês e dizendo à vida, olha aqui, eu vou repetir esse padrão até eu me exaurir. Só que a gente está nesse mundo, gente, para evoluir. Esse é o nosso verdadeiro trabalho. Esse é o nosso ofício, né? E a verdade da verdade é que o ofício ele enobrece, ele enaltece o homem. Então, o que que a gente tá fazendo aqui que não lidar com as nossas feridas
e trazer um outro significado para elas e nos colocarmos numa outra visão perante a vida? Então, esse encontro é um convite para vocês deixarem de lado esse medo de ter um vídeo com 200 visualizações, 500 visualizações, uma base de 1000 seguidores, 2000. Vocês estão à frente De uma pessoa que está há 12 anos na internet, que já esteve em todos os masterminds, que já foi, já subiu em muito palco, já, já tomou muito microfone de podcast e esse ser tá aqui como prova para vocês de que tá tudo bem, a gente se vista tentando. E
ela demorou 3 anos, gente, para alcançar esse nível de constância, né? E muitas vezes hoje talvez ela se questione e fale: "Cara, por que que eu Demorei 3 anos para isso? Porque imagina se eu tivesse feito isso em 2000 rubble". Só que essa oportunidade, essa chave tá na mão de vocês. Vocês podem fazer diferente. É por isso que a Debs veio aqui falar com vocês e dá a oportunidade de vocês construírem uma história que fique como legado para tudo que vocês têm como objetivo, para tudo que vocês querem ir paraa frente em termos de evolução.
Então, é, Eu deixo aqui essa grande mensagem para vocês e eu vou usar o nome do produto da Deb, que foi uma grande estrela por muito tempo, que é digam não a procrastinação, gente. A procrastinação coloca vocês num lugar de merda. E quanto mais vocês procrastinarem e não fizerem de fato a decisão se tornar uma ação, tudo que vocês têm como desejo vai continuar sendo só um desejo, vai continuar lá longe. Eu tô aqui para dar a mão para vocês e pagar o preço com vocês. Eu tô aqui para tá com vocês e falar: "Beleza,
estamos ali com 200 visualizações e tá tudo bem, gente. E tá tudo bem. Eu tô aqui para olhar com vocês um conteúdo e falar: "Putz, passou do ponto, vamos fazer isso, vamos fazer aquilo, agora a gente vai fazer tal coisa, agora a gente não vai fazer tal coisa, né? E até hoje, e vocês vão ver, eu posso mandar um print para vocês. Eu Vou sair desse encontro e vou mandar um áudio para deps falando um monte de coisa que eu já falei 10 vezes e vou falar de novo. Quem sabe dessa vez ela faz e
esse é o meu trabalho, esse é o meu papel. Então eu digo para vocês, aproveitem, gente, essa oportunidade com essa decisão e tornem essa decisão uma ação. Isso muda o jogo. É isso que muda o jogo, né? Se a gente tá falando para vocês, façam uma tarefa, façam a tarefa, gravem o vídeo, Gravem o vídeo para depois não falar: "Pô, empenhei maior grana e não senti e não aconteceu." Por que não aconteceu? Porque você não fez? Não cai nesse lugar, gente. Para mim é o pior dos planetas. Quanto mais vocês fizerem, mais vocês vão sentir
os resultados. Então eu preciso deixar o meu muito obrigado para Debs pelo encontro tão rico de hoje, tão aberto, tão transparente, tão sincero, tão generoso. Eu preciso deixar que a minha Contribuição para ela em termos da estratégia do conteúdo dela, então deb, a sua lição de casa, já que você tá aqui na sala, é você pegar todas as headlines dos seus dos seus slides e gravar todas elas no TikTok. E tá todo mundo de prova aqui que a gente quer ir lá ver, né, gente? Todas, tá? Você tem até o final do mês para gravar.
Todas. O tempo tá generoso. >> Ah, tá ótimo, gente. >> Tá >> todas. A gente vai ver e vai todo mundo te seguir lá para ver se você colocou, tá bom? Então, tá. Então, gente, eh eu queria agradecer muito a presença de todas vocês aqui. Queria lembrar vocês sobre a tarefa de casa com deadline de quarta-feira e mais uma vez enaltecer e enobrecer a Debs e que se dispôs a estar aqui com vocês, que é uma mente maravilhosa. Então, quem tá nessa, eh, vertente cristã, siga ela no Pausa paraa Fé. Quem tá mais eh voltada
ao dia a Dia, à autonomia, a ação, que quer dizer um grande não e gordo não, a procrastinação, segue ela no Debs Aquino. Já já vem aí a abertura do Clube do Livro. Eh, o Clube do Livro é um um grupo muito especial da DEPS, aonde ela traz de fato um título, uma publicação e ela vai acompanhando os ensinamentos daquela publicação com a sua roda de mulheres que precisa desse fogo, desse isqueiro para entrar no seu eixo, né, em qualquer área que seja eh a grande Questão da sua vida, tá? Acompanhe ela no Insta. E
para quem quer fazer um trabalho mais próximo e mais aprofundado, a Debs atende no um a um e as mudanças são muito nítidas e muito bonitas da gente ver. Então, de, ó, muito obrigada, turma, se vocês olharem >> a estante da, ela tem ali, ó, o troféu fênix duas vezes. Ela tem o raio e ela tem o quadro. Mas é isso, né? Tem quem vá ser fênix e tem quem vá ser constante. Vocês que vão escolher o Caminho de vocês. Todos os caminhos nos levam até o nosso objetivo, se a gente de fato persiste com
aquilo que a gente tanto quer. Tá bom, pessoal? Um beijo enorme para vocês. Dé obrigada. Obrigada, gente. Beijo, >> beijo, gente. Tchau.