Mas eu vou mostrar para vocês aonde é que o sagrado está em nós. Eu vou dar uma pista para vocês aondde é que o sagrado reside, aonde é que ele já em nós. Então pessoal, vamos tentar entender o seguinte, tá?
Como nós não temos outro modo de dizer isso, eu vou dizer desse jeito. Existem quatro mundos dentro do psiquismo humano. Existem quatro mundos ou quatro dimensões no psiquismo humano.
Existe o mundo do o mundo do ser. Existe o mundo do pensar, o mundo do sentir e o mundo do agir. Esses quatro mundos ou essas quatro dimensões formam apenas um método didático que os orientais há muito usam.
Para explicar certas questões, eu vou usar o mesmo método orientado pelos aníos espirituais para explicar outras questões e amanhã vou introduzir o que Amit Golsvan fala sobre esses quatros níveis dimensionais do nosso psiquismo, já usando um pouco de mecânica quântica. Nós não vamos fazer isso hoje. Qual é a questão?
Tudo que nós percebemos, tudo que o condicionamento do nosso cérebro deixa teceder, é só no mundo do agir. Como se eu ficar aqui parado olhando para vocês e vocês olhando para mim durante 20 segundos. Vejam que coisa esquisita.
Para que que sucede? Qual o sentido? Se eu não agir, ou seja, se eu não falar, se eu não me movimentar, como é que vocês vão saber o que eu penso e o que eu sinto?
Se vocês não agirem, se vocês não falarem, se vocês não se expressarem, como é que eu vou saber o que vocês pensam e certam? Então, observem bem, nós somos tão limitados que nós com esse cérebro nós só percebemos o mundo do agir. O mundo do agir tá exatamente o mundo material onde nós estamos.
sem a ação, a coisa aqui na Terra ficaria estranha, porque todo mundo ia existir parado. Então, algo de muito estranho acontece conosco que nos obriga a agir sempre. Não vamos nem procurar entender o porquê disso, mas isso não é bom.
Mas é inevitável. Porém, nós agimos motivados por quê? Ou pelo quê.
Nós agimos motivados pelo que nós pensamos e pelo que nós sentimos. É, é, mas por que que a gente não age de acordo com o que nós somos? >> Não, porque o que nós somos já é o que nós pensamos e o que nós sentimos.
É, não, nós estamos condicionados a pensar que é, mas não é. Eu descobri isso da forma mais engraçada que eu podia descobrir quando eu criei um super método nas minhas meditações, que é um método fantástico chamado Não sou rou. Como marquei 5 minutos no meu relógio, digo: "Eu eu eu sou dono de mim mesmo.
Eu sou soberano". Eu mando em mim e durante 5 minutos nada nesse mundo vai me fazer pensar ou sentir coisa alguma. Eu sou eu, eu dou ordem para mim mesmo.
Me tranquei numa sala, marquei no 20 minutos. Pronto, começou. Não deu 20 segundos.
Passou um pensamento. Diga, não fui eu, não sou eu. Vou começar do cronômetro.
Outro di não sou eu, eu não quero pensar, não sou eu que estou promovendo esse pensamento. Aí fica encrencando comigo mesmo. Madrugadas e madrugadas, cada coisa que aparecia di Não sou eu, não sou eu.
Eu pensei que eu ia enlouquecer, porque eu cheguei à conclusão que nada do que se passava na minha mente que me levava a agir nesse mundo de minha vontade. Aí eu cheguei a uma conclusão fantástica, eu digo: "Tem o espírito incorporado em mim o tempo todo, porque não sou eu, eu, Rogério, é ego terreno. Eu não estou querendo pensar nem sentir nada.
Aí foi quando, depois de muito tempo, eu descobri que essa coisa chamada pensar e sentir são dois softwares, dois programas que rodam no cérebro da gente. a gente querendo ou não? Mas que escolhambação é essa?
Eu sou dono de mim mesmo. Eu não quero pensar. Eu não quero sentir, eu não quero agir.
E por que é pessoal impressionante. Aí eu comecei a me vigiar durante o dia inteiro. Aí chegava a noite, eu dizia: "Cara, eu disse: "Não sou eu o tempo todo e passei o dia inteiro trabalhando, dei ordens rece.
Mas não sou eu, eu quem é que tava fazendo tudo isso? Porque eu, o Rogério aqui não era. Aí eu comecei a perceber quão doido e quão farçante é o nosso condicionamento que nos obriga a pensar que nós somos assim, Rogério, Geraldo, Rodrigo, tem algo de muito errado nisso.
E tem mesmo, mas não tem outro jeito de ser. Aí foi quando eu compreendi o valor da yoga profunda. Por quê?
Porque quando eu pego esse corpo e começo a acalmar, né? Todo dia de manhã quando eu acordo, eu pratico a minha disciplina dos ais, né? Vou aprofundar minha respiração começo.
Vou aquiietar a minha mente e vou alinharme comigo mesmo. Quando eu comecei a praticar profundamente alguns tipos de yoga, aí eu fui começando a acalmar o meu mundo mental e o meu mundo emocional. Aí quando passava qualquer coisa na minha mente, aí eu já não dizia tão apressado, não sou eu, né?
Eu fazia, eu já sabia que não era eu, que é produto do sol. Aí quando eu comecei a estudar mais profundamente alguns postulados quânticos, eu comecei a entender como é que isso funcionava. Aí quando eu aquii o meu mundo mental e o meu mundo emocional e deixei de agir, aí o foco da minha percepção chegou no mais profundo que existe para além dos pensamentos e sentimentos que Rogé É.
Aí foi quando eu parei de me confundir com os pensamentos e sentimentos que me passavam pela cabeça. Porque esse é o drama da humanidade. Se você imaginar que a sua tela mental é tal qual o firmamento, o céu, passou uma nuvem, passou, passou um avião, passou, passou um urubu, passou, tudo passa.
A gente não engole nada disso. Mas qual é o problema? Quando passa algum pensamento da gente, aí a gente apropria.
Aí tem horas que você tá muito bem e de repente surge um sentimento negativo. Aí você diz: "Ai, meu Deus, sou eu que tô sentindo essa coisa vergonhosa". Quando você se confunde com o fluxo nervoso dos pensamentos e sentimentos que inevitavelmente faça no seu psiquismo, você querendo ou não, aí você se torna uma vítima da sua própria incapacidade de se perceber como algo mais do que um simples po.
corpo animal que tem programas que rodam no seu psiquismo, você querendo ou não, quando o mundo do pensar e o mundo do sentir se acalmaram e eu parei de agir motivado pelo que eu penso e pelo que eu sinto e comecei a agir motivado pelo que eu sou, Aí foi quando eu descobri que algo de muito precioso, muito sagrado, muito belo, extremamente amoroso para comigo mesmo, existia no mais íntimo de mim mesmo. E isso era é tão belo que comparado com minha feiura de Rogério, aí eu desisti de ser Rogério de cara. Eu prefiro que você seja quem você é.
Eu faço questão, seu Rogério. Aí fui trabalhando minhas vontades. Aí pensei, puxa o profundo do meu, ou seja, a minha mente espiritual aflorou no psiquismo de Rogério.
Mas aí eu também trabal fui trabalhar o mundo mental e o mundo emocional do meu espírito, que também tem um ego de produto de vidas passadas. Aí ele também fosse que sem buscar eu terminei encontrando a parte mais bela que há em cada um de nós e que também há em mim e que mora no mundo do ser, que está lá no íntimo do meu espírito. É aqui que é deidade.
É aqui que a divindade maior está. Aí quando a gente descobre isso, continuar se olhar no espelho e ter que agir, ter que trabalhar pela sobrevivência financeira, ter que fingir que é Rogério porque tem família, tem amigos, tem trabalho. Eu chegava no trabalho no outro dia, o não sou eu, era só comigo mesmo, mas lidando com com pessoas.
Então você tem que fingir um personagem, mas se você achar que vai ser esse personagem, se você se confundir com os pensamentos e sentimentos que diariamente você é obrigado a ter pelo fato de você estar condicionado a isso, o sagrado em você sempre permanecerá oculto. Mas quando você consegue descobrir que o grande mistério da deidade é exatamente o que ele está presente em cada um de nós e que ele ama profundamente, cada parcelazinha dessa que ela mesma distribuiu num alto desdobramento amoroso praticado, sabe-se lá quando os espíritos dizem que quando a deidade se desdobrou, Não existia um só universo criado para além das fronteiras da realidade eterna da espiritualidade superior. Isso tudo começou a partir de outros estágios dessa criação.
Ah, então teria sido melhor que a deidade não tivesse nunca se desdobrado, porque esses problemas não estariam existindo. É um modo de pensar. Os espíritos por no entanto, dizem que a gratidão que nós devemos ter cada parcela individualizada por poder ter o prazer e a satisfação de vivenciar tantos desafios, tantas coisas belas, ao mesmo tempo, tantos obstáculos e problemas.
Isso compõe um quarro que nós humanos não temos olhos ainda para enxergar. Mas esse quadro é essencial à vida espiritual, porque a vida espiritual, aí entra o nosso grande terceiro desafio. Ela é uma vida tão bela, tão maravilhosa.
Por quê? Porque o sagrado se expressa livremente através dos seus personagens espirituais que lá não tem problemas. Incomplicou.
Não ter problemas é uma questão muito complicada pra gente, porque nenhum de nós consegue imaginar um mundo sem problemas, porque o nosso cérebro também está condicionado a isso. Tanto é que a gente imagina que os anjos no céu estão fazendo o quê? sentado numa nuvem e tocando violinho, tocando violão, arpa, porque num mundo sem problemas, o que é que as pessoas vão fazer?
Pessoal, a vida plena é na espiritualidade. É quando essa parcela do sagrado cria uma internet cósmica, um sistema online. E é quando nós, independente de sermos seres deificados divinos ou somente evolutivos, é quando nós percebemos que estamos todos interligados no seio da divindade, posto que ela que está presente em cada um de nós e ela é que nos movimenta sem interferir no nosso livre arbítrio, na direção do belo, do bem, do amor, da bondade, que são os arquétipos.
que estão guardados no mais profundo de nós mesmos. Amanhã eu vou estar chamando o mundo do ser do mundo supramental. Eu vou estar vou estar chamando o mundo eh o mundo do pensar de mundo mental e o mundo do sentir de mundo vital.
Amanhã eu vou dizer para vocês, ó, aquilo que nós no Ocidente chamamos de espírito, é o conjunto desses três corpos sutis, o supramental, o mental e o vital. É. E quem é que junta os três?
No ocidente, nós dizemos que é perespírito, que quando a gente não tem o corpo físico que nos faz agir aqui na terra, mas se a gente vai se expressar na espiritualidade, o nosso perespírito assume uma fórmula, mas continua o mundo do pensar, o mundo do sentir também do espírito. E ele lá tem que praticar uma yogazinha para também aquiietar a sua bagagem mental e emocional para que o sagrado que está na consciência espiritual profunda também se espresse. Então pessoal, o mistério da deidade em nós é exatamente isso.
É uma insistência amorosa dessa deidade que mesmo sem que nós a compreendamos, mesmo sem que nós sequer acreditemos que tal é possível, mas ela está no íntimo de cada um de nós, teimosamente ali fixada, sabe de tudo que acontece com cada um de nós. Quando a gente ca o nosso ego, ela começa a se expressar, nos motivando, nos envolvendo. Mas quando a gente tá com ego forte, é quem mais nos ama.
É exatamente esse pai e mãe que já o íntimo de cada demais. Esse é o seu mistério amoroso. É tão simples que se torna difícil para nós entendermos.
Porque quem espera que essa deidade haja como os falsos deuses e doutores em fondo se ela não vai fazer isso nunca. Mas como ela sabe que é necessário a solidariedade entre os seres do de todos os universos, é por isso que as divindades agem. A volta de Jesus é uma interferência de uma divindade que vai fazer, que vai realizar obras no psiquismo de muitas pessoas, de muitos seres.
Jesus atuou abrindo mão do seu corpo divino, vamos assim dizer. Se fez um simples homem, agora volta na sua condição divina. Isso é interferência.
É do jeito que se eu entrar na sua casa também interferência. Se você minha, nós estamos todos aqui no mesmo barco, mas o leme do processo ao longo da eternidade está no mundo do ser, ou seja, pertence à deidade. Nós só temos uma fatalidade nos esperamos, é de que um dia inexoravelmente todos nós nos unificaremos.
a deidade. Porém, quando e como chegar esse dia, aí vai depender do livre arbítrio, de cada um dos teimosos e recalcitant seres nós temos toda a eternidade. Por isso, eu fico agora à disposição para perguntas, pode ser durante o tempo para perguntas, fofocas, comentários, discordâncias, o que for.
Eh, é a melhor metáfora que a gente pode usar para tudo que a gente tá falando aqui. Os upanhados dizem mais ou menos assim: você imagina uma carruagem com seis cavalos, um coxeiro e um passageiro lá dentro da carruagem. O que é que o me chama disse?
que a metáfora possível, nosso entendimento, é você imaginar o seguinte: os cavalos representam os sentidos, os apegos, as necessidades do nosso corpo animal. As rédias representam a atitude mental que nós temos ou podemos ter ou deixar de ter para controlar os cavalos, ou seja, para controlar os nossos sentidos, as nossas paixões, as nossas necessidades. O cocheiro lá em cima segurando as regras é o nosso eu superior ou o nosso eu profundo espiritual.
A carruagem é o nosso corpo. O passageiro lá dentro, se vocês sabem quem é o ego. É esse nome que a gente acha que tem aí.
Qual o problema? O eh o ego lá como o passageiro vendo da carruagem, ele não tem a visão que o coxeiro tem. A visão dele é limitada, ele só vê teljanas, mas ele fica com vontade de tomar redes e ele mesmo querer ir para onde ele quer ir, não para onde o cocheiro tá levando.
Como ele não cria afinidade com o seu eu profundo, ele toma as réas. Se ele insiste em tomar as réas, o cocheiro, ou seja, o eu superior, o eu sagrado ou o eu profundo, entrega as redes para ele. Aí fica lá em cima.
Vou fazer o quê? Se toda hora o ego tá, eu quero as regras, eu quero as redes. Então assim, os upanchados dizem que na hora em que nós dentro de uma carruagem, sem ter noção do que nos espera, 8 km à frente, a gente só vê 200 m da estrada, sem conhecer direito quanto o nosso corpo, ou seja, aquele aquele carro vai aguentar dos solavancos da estrada.
Mas ainda assim a gente insiste em ser o piloto enquanto ego e dirigir o nosso corpo para, né? Ou então a gente solta os cavalos, deix deixa os cavalos correrem, isso não tem como acabar bem. A grande lição dos upanchados é que quando o ego está na direção da sua jornada, isso não tem como acabar bem, você vai ter problemas.
Mas se você deixa o coxeiro que tem uma visão mais ampla, que sabe segurar as rédias, conduzir, ele ego chegará a um lugar seguro, terá uma viagem agradável. Essa é a metáfora dos upinchados. Quando o ego faz questão de, além de ser um mero passageiro, ser também o condutor, aí o eu superior em cima cruza os braços.
Possoar. >> Mas quando o ego se deixa levar pelo seu eu superior ou eu profundo, quando a soberania do eu superior administra as atitudes da mente, as necessidades do corpo, as aí o ego chega a bom ternea. E qual é a jornada do ego?
É uma jornada que acontece entre o copa. Tudo que o pocheiro faz é conduzir o ego de forma agradável, segura, escolhendo as melhores estradas, as mais belas paisagens. Mas o ego tem que confiar no cucho.
Quando o ego fica impaciente, querendo aventuras e aí é essa a mensagem metafórica dos upanchadas. Lembrem-se disso. Uma carruagem, cavalos puxando, um cocheiro, rédias, o carro de madeira e alguém, um passageiro lá dentro.
Os cavalos são os sentidos, as necessidades de um corpo animal que ninguém administra, a não ser uma vontade sáa. As régias são representa as atitudes da mente. O colocheiro segurando as rédias é o nosso eu superior cuidando das nossas atitudes mentais para que os cavalos estejam controlados.
A carruagem de madeira é o corpo material. O passageiro é falso. É o Rogério que não existe, mas que pensa que existe, já que existe toda essa carruagem, existe um corpo, mas como eu não vejo eu superior que tá lá em cima e eu me sinto andando, me sinto pensando, me sinto sentindo, mas não sou.
Se eu me perder nessa história, meu ego passa a ser um fator determinante de todas as minhas atitudes. Aí eu só vou agir motivado pelo que eu penso e sinto. Só que muito do que eu penso e sinto é produto da jornada que eu tô tendo e não necessariamente da minha bagagem espiritual do que eu sou.
É isso que os supernichados tentam nos ensinar. É uma bela metáfora. O difícil é a gente na vida conseguir praticar o que os pamixades nos exerceram.
Mas pessoal, obrigado. Amanhã continuaremos de alguma forma.