Nessa aula falaremos sobre uma revisão do que a literatura nos traz, sobre atuações em equipe, seja multi, pluri, inter, transciplinar e também de uma condição colaborativa. Mas de costume, eu sempre gosto de iniciar uma aula retomando um pouquinho da aula anterior para dar uma facilidade de de eh vocês ligarem os conteúdos entre uma aula e outro, tendo em vista que muitas pessoas assistem uma aula, passa algumas semanas para assistir a próxima outra aula, né? Então para que dá uma aquela Se liga aí, tá?
na hora da revisão, para quem tem um pouco mais de idade, lembrou do telecurso 2000, né? Então, dou uma aquela revisada logo no comecinho e aí depois retomo o conteúdo para vocês. Então, esse slide ele retoma o que a gente tava terminando de falar na outra aula, que quando você olha para essa imagem do arremesso, você pergunta para um profissional: "O que é que você tá ensinando?
" Alguns vão dizer claramente ganho de força, gasto energético, habilidade motora, mas você pode estar gerando oportunidade para ensino de um monte de outros comportamentos e que esses comportamentos são aqueles definidores, estão lá explicados, definidos no do que caracteriza o transtorno do espectro do autismo no DCM5, especialmente a condição revisada. Então a gente pode ter aqui em azul um pouco mais claro o ensino do gasto energético, ganho de força. Você pode também tá gerando ocasião num contexto de arremesso para ensino de imitação, de esperar, de atenção compartilhada, deóico, de repetir um som.
Bola. fala bola e você dá acesso à bola de como ele respondeu a bola no estímulo antecedente dado bola para ele. Você vai consequenciar A, B ou X.
Não precisa deixar de dar o contexto da educação física. Você pode ter a possibilidade de ter a presença gradual de pessoas com as quais no passado ele não tolera a presença e você consequencia com a continuidade, permanência, ganhos, à medida que ele vai tolerando gradualmente de uma sessão para outra, mais próximo ou mais pessoas ou por mais tempo, pessoas que antes ele não tolerava. E aí você vai consequenciando cada vez que tem a possibilidade dele tolerar a presença de pessoas.
Ou seja, você não deixou de atuar na sua área, mas você priorizou, você usou as suas consequências, né, que a gente chama de reforçadores, mas um reforçador ele não é um item, não pode ser um item na perspectiva da análise portamento. reforçadora é na verdade estímulo, sejam itens, sejam condições, sejam eventos que ao serem apresentados como consequência de algo, fortalecem esse algo no futuro. Então, eh, um acesso a um elogio com e como consequência de algo que não permite que esse algo repita no futuro.
Esse elogio que para algumas pessoas pode ser um reforçador, para esse indivíduo não reforçou, não fortaleceu, não endureceu esse comportamento no futuro. o acesso a um chocolate como consequência de algo que ele falou, mas que não permitiu ele repetir ou fazer mais vezes no no futuro. Esse chocolate, embora para alguns podem ser ajado como reforçador, ele não é.
Mas se você entende ali quais são as eventos, as consequências que são mais poderosas pro aluno, você vai guardar elas para apresentar, especialmente nas condições em que ele apresentar cada vez mais próximo aqueles comportamentos alvos do seu tratamento, da sua intervenção. Não quer dizer que você, se ele gosta de elogio, não quer dizer que você não vai elogiar várias vezes, mas aquele evento que ele elogiu com mais ênfase, elogiu com mais intensidade, né? Você vai guardar eles para usar ele como uma condição potencialmente reforçadora nos momentos em que ele apresentar esses comportamentos que no passado ele tem mais dificuldade para apresentar.
Então, se ele tem dificuldade em esperar, mas ele também tem dificuldade em ah escrita e a escrita é mais provável dele fazer do que esperar e é muito difícil dele esperar e ele gosta muito de elogio, você vai usar o elogio mais poderoso somente nas ocasiões em que ele esperar, cada vez mais independente e vai dar elogios mais simples, contingente ou consequência em outros contextos também, como por exemplo na escrita. Mas guarde essas consequências mais poderosas, porque se o indivíduo você disponibilizar as consequências mais poderosas, potencialmente reforçadoras para coisas mais simples, para que que o indivíduo vai se comportar de uma maneira que dificilmente ele se comporta se ele vai acessar a mesma coisa que ele acessa apresentando um outro comportamento que já é mais frequente, que já é comum. Então, dessa maneira você pode perceber que um movimento como esse, olha o tanto de comportamentos, olha o tanto de demandas, de exigências, tolerar presença de pessoas, a rotina, a tentar-se à direita e esquerda, repetir um som, que se alguma pessoa que vai trabalhar apenas no na no arremesso e e tem dificuldade para muito dessas coisas, ele vai adaptar, ele não vai usar para discriminação direita, esquerda, diferenciação, ele vai tirar a presença de pessoas, ele vai fazer na mesma rotina com a mesma mesmos objetos.
Olha como é que você perde oportunidades de interver. É uma zona de conforto ensinar de forma tudo adaptado, mas por outro lado, se você desconsidera a necessidade de adaptação de tudo, o indivíduo vai parar de trabalhar, ele vai apresentar comportamentos interferentes, né, em oposição, né, ele vai ser muito aversivo e ele vai exibir um comportamento que a gente chama de contracrole e aí não vai ser produtivo. Então você precisa definir qual é a prioridade, né?
Gerar a ocasião para aquele comportamento acontecer de uma forma bastante cuidadosa e verificar se outras coisas, outras demandas, outras variáveis não estão contribuindo negativamente para você ensinar. Então, por exemplo, se o indivíduo você quer ensinar ele a esperar, mas ele tem muito frio, né? Ele no mesmo nas condições ele eh tá muito incomodado com o frio.
Você fala: "Não, ele precisa prender o frio, ele vai exibir um comportamento problema, você perdeu a oportunidade de ensinar ele a esperar. Se o indivíduo tem pouca força, você usa uma bola pesada para ele, então ele não vai se interessar por jogar uma bola daquela maneira ou não vai conseguir fazer ou vai fazer a primeira vez e desistir, você perdeu a oportunidade de ensinar a esperar. Defina se o esperar é a prioridade, consiga contribuir com o máximo de peso de bola, com o máximo de temperatura, desde que isso não interfira negativamente no comportamento que você quer ensinar.
Se você tem que ficar ensinando atenção compartilhada e esperar, eh, o contato visual, tolerância contato físico, tudo de uma vez, esse indivíduo vai exibir uma um contrale, vai ser improdutivo a seu processo de aprendizagem. Tá? Aí eu trago alguns exemplos, né, que são importantes pra gente se atentar do que é o corectomas.
São uma dí de comprometimento. Certamente vocês já tiveram isso em outras disciplinas, provavelmente nas primeiras, que é aquilo que define o autismo, né? Então a gente ter uma díra de comprometimentos, né?
E a gente vai trabalhar numa equipe que vai tratar de forma intertransdisciplinar, alguém vai precisar ou algumas pessoas vão precisar orientar vocês no quais são as principais prioridades, porque fazer uma avaliação daquilo que define o autismo por todos os profissionais é desnecessário. É uma tarefa que precisa ser estaria sendo repetida por vários profissionais, alguns com mais, outros menos expertize para aquilo. desnecessariamente.
Então, talvez vha a pena concentrar a necessidade de fazer avaliações comportamentais relacionado aos comportamentos do autismo para alguns profissionais e outros profissionais então aprenderiam a interpretar essas avaliações e coletivamente definirem quais são os comportamentos que são prioritários pro aluno num primeiro momento. E à medida que esses comportamentos são desenvolvidos, se estabelecem outros, outros outros, outros, sem precisar cada um deixar de atuar, né, na sua própria área. Ah, e aí, é, falando um pouco da relação ainda como cada um vai atuar na sua própria equipe, ainda faço uma, volto a uma analogia da área da educação física, que é pensar em adaptar tudo para uma pessoa com autismo, para ensinar alguma coisa, ou você usar as características, os procedimentos que têm mais evidência pro tratamento do autismo na sua própria área.
E essa ilustração, ela é bacana para que vocês ah dominem, já que aqui do lado da esquerda vocês vão ver que a imagem que eu trago é o da educação física adaptada, em que você tá adaptando a aula pra pessoa com autismo. E na direita você teria então uma educação física especial que vai atender uma pessoa com autismo, mas focado nas atipicidades, naqueles comprometimentos mais graves naquele momento pra pessoa com autismo. Então eu estou atendendo a pessoa com autismo na lado da direita, pensando no contato visual, atendendo a pessoa com autismo para ensinar atenção compartilhada e contato visual ou desculpa, é para ensinar contato visual, para atenção compartilhada, para ensinar a esperar e qualquer outro que seja uma atipicidade aquilo que define o autismo.
Mas alguém vai me dizer, mas como é que eu vou ensinar contato visual? Como é que eu vou ensinar, né? Aí a lógica é não precisar inventar a roda.
Já temos práticas baseadas em evidência. Se a gente entender a dificuldade em um aluno olhar como um comportamento de contato visual sobre o controle instrucional, dificuldade em um aluno eh com relações sociais, entender como comportamento de habilidades sociais, um aluno que eh dificuldades para ah fazer uma coisa na escola pode ser tolerância a mudança na rotina, pode ser um comportamento alvo para aquilo. Nós já temos estratégias para ensinar essas coisas, temos práticas, temos formas, estratégias para ensinar essas práticas.
A diferença é como é que você vai utilizar essas práticas para ensinar aqueles mesmos comportamentos, o fono, físio, tocação física, pedagogo, psicólogo. Podem todos eles trabalharem o mesmo comportamento, mas não necessariamente da mesma maneira. Eles podem se apropriar da mesmas práticas baseadas em evidência para ensinar o mesmo comportamento, mas não da mesma maneira, não o mesmo programa de ensino, programa de ensino de contato visual.
Não é isso que vai ter que todo profissional fazer o mesmo. Pensando em contato visual, como é que os profissionais vão contribuir nos seus contextos de atuação, usando as práticas baseadas em evidência, não mesmo programa de ensino para ensinar contato visual. Ah, mas profissional, eu não consigo pessoa, pro supervisor, professor, eu não consigo visualizar isso ainda.
Entendo plenamente, porque esse é uma maneira da gente agir, que embora a literatura traga como possibilidades, ainda não temos na literatura muito claro e muito desenvolvido como fazer isso para áreas fora da psicologia. Isso é um esforço que a literatura tem começado a fazer, levantado possibilidades, dado caminhos, mas eu entendo ainda esse caminho difícil. O questão é o fato de você ainda não conseguir visualizar como ensinar contato visual diferente do psicólogo ou da psicóloga é uma coisa com dificuldade e à medida que você vai estudando sobre isso, você vai pensando em possibilidades para verificar se a maneira como você tá abordando esse ensino, utilizando a ciência da análise portamento, tá evoluindo.
É diferente de você falar: "Não consigo, vou ensinar contato visual igual eu aprendi". que era ensinado para ser aplicado por um psicólogo e aí eu vou fazer ora a aba, ora eu atuo na minha área. Então esses extremos ora atuam numa ou atua uma na outra ou você conseguir aplicar, existe um contínuo em que a gente vai aqui tentar levantar possibilidades e eu vou trazer cada vez mais exemplos ao longo dessas aulas de possibilidades desse modelo que eu trouxe paraa educação física que possa ser possível aplicável para vocês.
Então, ah, temos, né, as 28 práticas listadas aqui para vocês e nenhuma delas trata todo o autismo. Nenhuma delas elas vão ter essas práticas testadas, experimentadas e para algumas características que definem o TEIA e outras para características que são relativas a aquilo que define o TEA. Então, a gente chama isso de 28 práticas com baseadas em evidências.
Ou seja, prática baseada em evidência é algo que foi pensado numa hipótese de algo que eu possa utilizar como uma variável independente, uma intervenção para solucionar um certo problema, uma variável dependente. Testo, descrevo como eu fiz, mostro que o resultado na minha variável dependente do meu resultado foi em função a depender da minha intervenção e não outra coisa. e publico isso.
Então, ele precisa estar descrito para que uma outra pessoa leia o que a primeira pessoa fez, repita o procedimento e tenha resultados semelhantes. Se um profissional, se um pesquisador publica uma pesquisa e tem um efeito muito bacana, mas ele não descreveu como ele fez, esse artigo, ele não vai ter efeito para tornar essa intervenção uma prática baseada em evidência, porque não vai permitir com que outro profissional descreva ou repita esse procedimento para replicar e aquilo que a gente chama na literatura corroborar com os dados, combinar, acompanhar. os dados da literatura.
Então, se uma pesquisa ela não descreve adequadamente, ela não contribui para aquela estratégia ser uma prática baseada em evidência. Se uma pesquisa traz um resultado que é forjado, por exemplo, eu tenho 100 alunos para intervir sobre uma determinada condição. 50 desses alunos tiveram um bom resultado e 50 não tiveram resultado adequadamente.
Se eu publico os dados desses 100, eu vou ter 50% de efeito. Se eu no final da minha pesquisa tirar os dados 50 e publicar apenas dos 50, desse 100, eu vou ter na minha publicação 100% de efeito e vai todo mundo compartilhar esse estudo meu como uma grande evidência, mas ele não é porque ele é um estudo e ninguém soube que os dados que eu coletei com outros 50 não tiveram sucesso. Uma outra pessoa pode olhar essa pesquisa bem descrita, que parece um resultado fantástico, e aplica com outro 100.
E se ele não tiver a mesma intenção negativa, não tiver o mesmo viés, que é o termo que a gente utiliza, ele for uma um profissionalismo ético na publicação, ele publicar os mesmos 100 os mesmos resultados dos 100 e provavelmente terá um resultado semelhante ao que deveria ter tido primeiro, ele vai ter, vamos ter duas pesquisas, hora com efeito de 100%, hora com efeito de 50%, que antes se esse 50 primeira pesquisador tivesse publicado e tivesse 50%, essa poderia ser a prática mais bem-sucedida em comparação com a outras, porque essa gera um efeito de 50%. Se não tiver nenhuma outra prática que solucione aquele problema com mais de 50%, essa será uma prática baseada em evidência. Só que na falha de um pesquisador em trazer os efeitos verdadeiros com todos os dados, quando você tem uma duas pesquisas com a mesma intervenção, hora com 50%, hora com 100%, isso não vai ser uma prática baseada em evidência, porque a gente tem efeitos de uma mesma intervenção com muita variabilidade nos resultados.
E aí a falha do primeiro pesquisador vai gerar uma ocasião de necessidade de muitos outros pesquisadores a repetirem esses processos para que você tenha então um acúmulo da maioria que traga efeitos mais próximos de 50% por conta de um que atrapalhou. Então é muito importante vocês terem uma cultura de compreensão da ciência que um estudo ele não é uma prática base emada em evidência. Uma prática é uma estratégia que foi aplicada por ter sido bem descrita.
Os efeitos da intervenção foram eles e não outras coisas que geraram os resultados em compara. E e a terceira é a replicabilidade desses efeitos com o mesmo procedimento sobre determinada variável. E a gente chama isso então de uma prática, não um estudo, uma maneira de agir com evidência de sucesso.
Então, essa listagem de 28 práticas baseadas em evidências, atrás de cada uma delas tem um conjunto de artigos que tiveram uma descrição adequada do procedimento, que tiveram uma metodologia de aplicação rigorosa com efeitos robustos e a replicabilidade entre eles com resultados semelhantes para não todo o transtorno espectro do autismo, mas de alguma ou mais variáveis daquelas que eu mostrei anteriormente que define o transtorno do espectro do autismo. Então vocês vão perceber que 24 das 28 práticas baseadas em evidências são baseadas na ciência da análise do comportamento, o que traz atualmente que as principais estudos, as principais literaturas mostram que a análise do comportamento é a grande ciência para tratar o transtorno do espectro do autismo, embora algumas dessas práticas não sejam são baseados na ciência da análise do comportamento, como por exemplo TCC, eh, terapia cognitivo comportamental, porque embora tenha palavra comportamental, ela não é a mesma noção de compreensão da evolução de um comportamento, do aprendizado de um comportamento, como a análise do comportamento. Análise do comportamento é diferente de cognitivo comportamental.
A explicação da da da do comportamento é diferente. TCC ele tem evidências para ensino de algumas habilidades sociais, especialmente numa certa faixa etária. Foi tentado experimentado com uma outra faixa etária ou outros tipos de níveis de suporte e não fizeram efeito.
Lembra que eu expliquei para vocês na última aula e fiz a analogia da cloroquina e da ivermectina, que eles são práticas baseadas em evidência, mas para um determinado aspecto, para um certo público e não funciona necessariamente para um outro público, ainda que sejam todos humanos. TC ela tem evidências, os estudos mostraram para uma certa característica nível de suporte do autismo, uma certa faixa etária e pode ter sido testado para outra faixa etária, outras características e não tiveram efeito. Então é muito importante vocês saberem pesquisar um pouco sobre isso dentro das suas próprias áreas para trabalhar de uma forma coesa.
O próprio exercício movimento que vai ser alvoas últimas aulas aqui dessa disciplina, em que é uma prática baseada em evidência paraa intervenção no autismo, que ela pode ser útil para benefício de vários profissionais, mas eu vou recomendá-lo para ser uma prática, uma ferramenta para os profissionais do movimento. E eu entendo que quem melhor vai utilizar essa ferramenta para compor é o profissional de educação física, mas não exclui outros profissionais ou movimentos para usarem essa ferramenta e terem um benefício. Ela, embora conceitualmente tenha bases na análise do portamento, os principais estudos que levaram essa prática baseada em evidência para o atendimento ao autismo não são na perspectiva da análise do comportamento.
Então, é a segunda, outras estratégias que a gente tem também aqui, como por exemplo integração sensorial de aires. Ela também é uma prática para uma característica do autismo, não integração sensorial não vai tratar o autismo, ele vai tratar umas características específicas do autismo usando de uma certa maneira, não é qualquer integração sensorial, é de uma determinada específica que a gente tem evidência. Professor, não quer dizer que eu se utilizar uma outra prática não vai ter esse efeito?
Pode, mas essas são as que têm mais chances de sucesso para essas características. Não quer dizer que um outro caminho também não vá trazer um efeito. Mas se você tá buscando um tratamento para alguma coisa, certamente eu imagino que você esteja buscando o tratamento que tem melhores chances de sucesso, ainda que uma outra seja mais barata, ainda que você possa ter atendimento por um outro profissional que te dê uma solução mágica mais barata e que não vai ter a chance tão grande de sucesso como o que a literatura já vem nos trazendo, certo?
Certo? Então eu quero fazer com vocês um exemplo, um de acesso a um site. É o site docape.
Deixa eu >> gravar >> isso. Vamos gravar lá. Vou fazer aprendendo aqui agora.
a câmera aí. Vai ficar vermelhinho em algum momento. >> Pronto.
>> Já vamos só fazer o teste drive para ver se tá gravando. Esperar 10 segundos. >> Vou entrar no site aqui.
Isso. >> É você vai ter que botar para gravar de novo, que quando entra no site ele encerra a gravação. Você vai ficar nele.
>> Se você sair. >> Ok. Não vou sair dele.
>> É, mostrar outros sitesão depois. Mas eu faço, eu tiro, eu, eu separo, eu, eu paro aqui na hora. Você vê o que?
Show. Se esse daqui não tiver na tela, significa que parou a gravação. >> Se você mudar a aba, ele encerra sozinho.
>> Perfí. É maravilha. Tá mostrando só a aba ou tá amando esses milhão de abas que eu tenho aqui?
>> Ele, ele mostra tudo, mas tem problema. Pausa e vamos ver se a gravação tá saindo. Só pra gente ver a pasta.
Dá, deu o jeito. Clica aqui. Apareceu aí.
Vou clicar no botão direito, ver se ele vai te jogar para alguma pasta. Tipo, abrir. Vem.
Ah, >> ele não tá abrindo aqui. >> Então vamos nos documentos tradicionais, né? Pastinha.
tradicional. Clique em Windows, captura. Táí.
>> Pronto. Play sóito. >> Lindo.
>> É cara. Muito bom. Foi, foi alguma coisa aí?
>> Não, >> você pode também olhar pro monitor, se você quiser olhar pro notebook. >> Ah, perfeito. >> Perfeito.
>> Quando >> que que foi essa conexão? >> Não, acho que quando você compartilhou, bota o mouse pro lado para ver se o mouse aparece aqui. Arrasta o mouse para ver.
Será que é o cabo desconectou? Var e colocar de novo car diria. Quem sabe fazer filósofo?
E agora? Ainda bem que a pressela vai dar vai secar, hein? Não acredito.
Erros de gravação. >> É, não esprega, senão vai ficar >> marcado, né, do papel aqui. >> Lindo.
tecnologia sempre querendo passar a perna pra gente. >> Posso? >> Uhum.
>> Vai cá jeito não. Até a hora que você cai. Posso?
>> Pode sim. Como é que tá sua vista de longe? Consegue?
>> Consigo. >> Se precisar aumentar, aperta. Não, tá ótimo, tá ótimo, tá ótimo, tá ótimo.
Obrigado. Bom, adoraria mostrar para vocês. Então, não, não.
Bom, vou fazer um exercício com vocês aqui que é em comum em pós-graduações, mas eu que eu acredito que seja muito importante para vocês fazerem, já que quando eu faço esse exercício nas nos cursos presenciais, nos cursos síncronos, as pessoas adoram e, em geral trazem o feedback de que elas nunca ah foram ensinadas a fazer isso. Esse é o site do Nicape, que é a última revisão, a mais recente, ah, sistema de revisões literárias e apresentação das práticas baseadas em evidência pro tratamento do TER. A gente teve já o NPDC, o NSP, >> tá?