Ó, duas pessoas acabam de chegar no debate, hein. Mauro César Pereira, que já vai entrar, e ele mesmo. Você, vocês da imprensa, o vocês da imprensa chegou aqui, a gente vai fazer uma ola.
Toda vez que o vocês da imprensa mandar mensagem, ele tá falando que a expulsão não deveria acontecer. Expulão não é do Ferrares, é do jogador do Náutico. Aqui, ó, ninguém vai falar da expulsão do jogador do Náutico.
Aquilo é lance para expulsão. Qual a imprudência do jogador do Náutico? Claramente o jogador do São Paulo desloca o pé exatamente onde o jogador ira pisar.
vergonha, diz ele. Eu eu até entendo se não tivesse expulsado, eh, mas pelo menos ele manteve o critério. É certo.
Então assim, não vejo problema não. Aí sobre isso, Casão, daqui a pouco o Mauro vai entrar também, pode entrar no assunto sobre a expulsão do Ferrares que o Danilo falou das duas, aliás, eh, o Zube Dia falou na coletiva e ele falou um negócio interessante e ele não passou pano não. Falou: "Pô, o cara não pode ser expulso dessa forma".
E ele falou assim: "O jogador de futebol, é por isso que eu queria perguntar para você, Casão, ele tem que entender o contexto do jogo. Esse é o conto. Talvez nem fosse um lance exatamente de expulsão se ninguém tivesse sido expulso ainda, se não fosse com a torcida, não sei que e tal.
" Mas diante do cenário era virou um lance de expulsão. Então, eu gosto muito de usar o termo inteligência futebolística. Isso.
Boa, casal. A inteligência futebolística não é só o cara se posicionar bem, entrar no espaço, antever uma jogada, eh eh saber onde vai passar a bola. A inteligência futebolística ela é completa quando o cara lê o jogo.
Uhum. O jogo tá numa determinada maneira. Se o jogo tivesse pegado, todo mundo dando carrinho, o juiz não tivesse expulsando ninguém, vai lá e dá o carrinho também ou chega junto porque tá fazendo parte do cenário daquele jogo.
Mas quando o jogo tá tranquilo, nada tá acontecendo e aí um jogador passa do ponto numa entrada, um carrinho, uma chegada, sabe, uma um encontrão, aí o juiz vai tomar uma posição. Aí o juiz escolhe o amarelo ou vermelho de acordo com a interpretação dele do tamanho da falta. Então o Ferrares eh nessa partida com o Náutico, faltou para ele inteligência futebolística, vê qual era o cenário do jogo.
O jogador tem que jogar. Quem que falou? Foi o Luciano.
Quem que você quem que falou? O Zube dia. Zelia.
Corretamente, cara. O jogador tem que tá jogando, mas ele tem que tá vendo o cenário do jogo, sabe? Tudo bem, ele tá marcando um cara que é difícil de marcar, um cara bom.
Se os outros jogadores estão dando chegada, ele vai lá e dá uma chegada no cara também para mostrar que existe um marcador. Agora, se o jogo tá correndo leve e solto, ninguém tá fazendo entrada pesada, o juiz tá levando o jogo tranquilamente e ele tá dando um, ele já está e estabeleceu um certo limite e o limite que ele estabeleceu é baixo, porque ninguém tá entrando forte, você não pode fazer uma entrada qualquer em qualquer jogada ou numa numa bola que não que não tem nada a ver. E além disso tudo, a bola tava na linha lateral próximo ao meio-campo.
Não era zero risco, não era exatamente, então zero. Agora, em relação à expulsão do do jogador do Náutico, é o seguinte, eh, você tá jogando, o jogador tá com o pé ali ou você chega antes da bola, não dá para sumir, né? O cara vem de lá, não dá para sumir.
O cara, o cara tá pisando, o cara tá indo na bola, ele vai pegar a bola. Aí você dá um toquinho, seu pé fica lá, o cara vem e pisa. Eh, é assim, é a interpretação do árbitro.
Você pode olhar pro cara, fal assim: "Puta, o cara nem tava olhando pra perna do cara. O cara foi realmente só pensando na bola. O cara chegou um pouco antes e o cara pisou".
Você pode interpretar, foi uma falta, você merece um cartão, vou te dar um cartão, mas eu entendi. É diferente daquele cara que vem olhando e até diminui um pouquinho a velocidade para parecer que ele chegou atrasado, mas não, ele queria pegar mesmo. E o árbitro tem essa percepção.
A gente, quer dizer, eu fui jogador, eu tenho essa percepção. A a a a agora quem tá olhando o jogo e tá só prestando atenção e torce para um time e pro outro, você não tem essa percepção. Você acha que todas as entradas dessa maneira são iguais?
Elas não são iguais, mesmo sendo o mesmo tipo de chegada. Mas é a interpretação do árbitro. E o Ferrares até nisso, nessa interpretação do Casão, o jogador do Náutico, ele realmente ele tá ali, vai disputa a bola, chega atrasado.
É o que os árbitros têm falado de assume o risco, os árbitros têm usado esse termo, né? Agora o Ferrares não, o Ferrarz ele vai num carrinho voador, não é aquele carrinho deslizando, ele vai com carrinho aqui. A câmera nem pega, ó, meu joelho tá subindo aqui na Ele, pô, dá o Não dá.
Aquilo ali é muito se o juiz nesse lance do cara do Náutico, que ele mesmo depois ele pediu desculpas, né, pra torcida a hora que saiu tudo mais, se o juiz tava falendo, cara, tudo bem, né? Foi foi forte, mas vou dar um amarelo aqui, tá tudo bem. Aí o VAR vai lá e chama o cara, aí o cara fica ali e expulsa o cara.
Ó o Mauro aqui já está entre nós, Mauro. Muitos assuntos. A gente tava falando aqui.
Claro, do São Paulo. Só uma coisinha antes. Quando o o defensor arma, pula e puxa o joelho para ele, não, antes dele chegar, ele já tá com o juiz, já tá com amarelo na mão.
Vai ser amarelo no mínimo. Se você pegar o cara, você tá fora. Mesmo se o jogador adversário pular, porque você já vai num risco ali que é o negócio.
O Márcio, o Márcio Rossini no, no Zico, né? Não foi o Márcio Roci Nunes. Márcio Nunes no Zico, né?
Que o cara vai dá um carrinho no meio do Zico que aquele fal bom, o cara a hora que você vê o cara chegando, fala: "Ele vai matar o Zico. " Quis matar o cara. Exatamente.
Muito bem, Mauro. 2 a 1 e para o São Paulo. Tá classificado.
A gente tá falando que o Oscar jogou bem ali como segundo volante. Tava falando dessa da questão das expulsões. Bom dia.
É, acho concordo com vocês estavam falando. A primeira expulsão poderia ser evitada. O árbitro poderia eh entender de outra maneira.
A a do Ferrares não. Eh, acho que assim o São Paulo compre sua obrigação, né? Ele tá vendo aqui a essa coisa do Zubeia comparar com a como libertad.
Tá de brincadeira Zbeldia também. O Zuba menos, né? Eu já ouvi essa conversa do Libertador, jogo do São Paulo ano passado, na época do carpinizado.
São Paulo ganhou do Palmeiras nos pênaltos da Supercopa lá em Belo Horizonte. Não pareceu a não era Libertadores, era Supercopa, como Botafogo, Flamengo esse ano não era Libertadores, era Supercopa. Mas se porventura um for primeiro, outro for segundo, né, e cruzarem daqui a logo depois do Mundial, aí é Libertadores.
Aquilo foi Supercopa, outro torneio. Outro foi Copa do Brasil, um time da Série C. Eu acho que nesse confronto o que me agradou foi o Náutico, que competiu o Náutico.
O time da terceira divisão tem uma série de problemas, várias dificuldades. Acho que conseguiu assim, conseguiu oferecer dificuldades. Não foi assim simples pro São Paulo, não foi molezinha, né?
O São Paulo tem vários problemas, tem desfalques, mas imagina a vida do Náutico, né? É muito mais difícil. Então assim, deu o jogo, deu jogo, como outros confrontos aí.
O CSA eliminou o Grêmio, o Vasco sofreu contra o Operário. Eh, eh, o Operário teve ter a bola da classificação e perdeu o pênalti. Então acho que interessante desse confronto foi isso.
São Paulo descobriu o papel dele e não é Libertadores não dá. Não jogou como Libertador, não jogou como Libertador. Única semelhança é você pegar é um jogo pegado, um jogo mata a mata, de repente se você pegar algum até os estádios parecidos com os aflitos na Libertadores são mais raros, né?
Não tem tantos estádios com essa pegada, né? Você tem menos estádios assim. Procura aí qual qual o estádio, tipo Caldeirãozinho assim, tubando em cima ali.
E não é um outro que você vai encontrar. Essa Libertadores do passado ficou no passado, né? Hoje é bem é bem diferente, mas passou.
O São Paulo se classificou, fez ali o seu papel, acho que com alguma dificuldade, né? E que eu acho que é muito mérito também do Náutico, que acho que foi melhor do que a encomenda. E até tava vendo lá o a repercussão eh na na mídia e a torcida do Náutic pareceram assim, entre aspas, satisfeitos, porque pelo menos o time aplaudiu e tudo.
Foi super valente o time, o time brigou. O jogo teve 20 segundos de Libertadores das antigas, que foi quando o São Paulo foi comemorar o gol no escanteio. Chuva de copo de não sei quem antigamente tinha aquela escudos, né?
É, da Libertadores, os policiais com escudo assim. É porque o Luciano foi foi para direção do Oscar, né, que tinha cobrado escanteio e ali tava a torcida do Náutico, do São Paulo tava do outro lado. Eh, agora uma questão, Danilo, Casão e Mauro, eh, de novo falou assim, não, porque tinha que ter rodado mais, tinha que entrar, ter entrado o Rian mais cedo, tal.
O Rian entrou, até participou da jogada do gol, né? Ele divide a bola com o goleiro só pro Rodriguinho e tudo mais. Até um amigo meu que discutiu comigo ontem, falou que eu não sei que que eu tava exagerando.
Ah, é que seu amigo senta cadeira. Às vezes você foi rigoroso com o Ran? Não, eu falei que eu pelo contrário, eu falei que ele foi rigoroso com o Rian, o Arnaldo Ribeiro falou: "Não, jogou mais ou menos".
Falei: "Puxa, o cara entrou, dividiu a bola do gol, né? O jogo que era difícil". Achei que eu que era muito cruel avaliar ele como um um jogo ruim, né?
Eh, mas tem isso, né? A torcida tá ainda quer mais do mais presença do Rian e tudo mais. É engraçado que a torcida do São Paulo reclamou por muito tempo que o Zubeldia não colocava a base, né?
E aí você vê o jogo de ontem, ele colocou a base para caramba até por uma questão também de não ter muito para onde correr com o elenco um pouco mais curto e a lista de lesões. Aí quando coloca a base, não, mas agora você não coloca o Rian. Então é, tem sempre uma uma questãozinha assim, mas eu vejo o Zodia trabalhando bem com o elenco que tem, eh, e com as questões que a gente tem que considerar sempre de jogadores da base.
Isso não só no São Paulo, isso em todos os outros lugares. A base, ela vai ter sempre a dificuldade e a oscilação. Então, eu, Rian apareceu bem, ele fez gol no Paulista, depois ele entrou no outro jogo, já não fez muita coisa e essa oscilação é natural.
o próprio Alves no São Paulo, eh, o próprio Ferreirão no São Paulo. São jogadores que fizeram dois, três jogos bons, depois somem um pouco e é completamente natural. A questão é que o São Paulo não tem gordura para queimar.
O São Paulo não tem, não tem como falar que o o jogador da base é a terceira opção, como acontece no Palmeiras, no Flamengo, eh, em times um pouco mais organizados, quando em algumas ocasiões, né, quando você consegue rodar. Ultimamente Palmeiras e Flamengo tem até colocado os garotos como primeira ou segunda opção, dependendo da lista de lesão também, mas o ideal pra base é você conseguir colocar os caras aos poucos e o São Paulo não tem esse tempo e vai colocar ali no para queimar mesmo. Eh, então vê o Rodriguinho que eu falei, foi lançado lá em 2022, fazia 3 anos que não fazia um gol, fez o gol ontem.
O Rian é a mesma coisa, pressionado. Acho que o Zubel Dia vai ter que saber lidar com isso. E ele tem tem eh entendido, embora a pressão da torcida exista, para mim ele tem feito um bom trabalho para colocar esses garotos em campo.
E aí, Mauro Casão? Não, eu acho que a questão, o o problema todo é o Rian, né? Porque a cobrança desde o paulista é o Rian.
É o Rian. O Rian. Enfim.
Beleza. Eu também acho que o Rian merecia ter jogado mais lá atrás, pô. entrou contra a Portuguesa, fez o gol da vitória, depois ele parou de entrar.
Naquele momento lá, eu acho que o Zelia eh eu acho que ele errou. Ele poderia ter no Campeonato Paulista com o embalo do Rian ter sido o melhor jogador da Taça São Paulo. Foi o artilheiro também, se eu não me engano, né, na Copinha, não lembro agora fez gol de pênalti, né, Cavadinha.
É, fez o gol de cavadinha e tal, aí passou, entrou no jogo contra a Portuguesa, fez o gol da vitória e aí o Zil Dia parou de usá-lo. Aquele momento eu achei que o Zelia tava errado, mas já virou a página. Hoje é outro cenário, ele vai usar de acordo com o que com a necessidade dele.
O Lucas Ferreira já ficou titular várias vezes no São Paulo, tem o Mateus, tem os caras jogando, né? E o Rian também vai jogar como entrou ontem. Agora tem já um pessoal na na torcida e eu acho que dentro do próprio São Paulo que já tem, não importa o que o Zelia faça, não importa o resultado do jogo, não importa nada, alguma coisa eles vão implicar.
É isso. Então, torcedores da própria opinião. É, o São Paulo ganhou por 2 a 1 em casa, aí ganhou por 2 a 1 fora.
O que era time de Série C, tal, mas ganhou os dois jogos, passou. Cara, você vai achar o o Rian para você criticar o o Zubeldia, sabe? Então eu acho que ali o Zubeldia vai ter vida dura no São Paulo, porque já tem uma torcida, uma parte da torcida.
Até ele sair vai ser assim, até o dia que ele foi embora vai ser assim. Então, mas já tem uma torcida ali com um pouquinho de gente da direção que não vão mudar de ideia. Quando não é o quando não for, se se ele colocar o Rian como titular e o time o time ganhar por 1 a 0 de um time fraco, eles vão achar outro cara para eles reclamarem, entendeu?
É, essa agora virou esse negócio, né? Porque eh ele ele vai meio que antes era o que ali era pardal porque colocava o Oscar de volante. Ele colocou ontem jogou bem o Oscar.
Tudo bem que era um jogo específico, mas jogou bem. É, esse esse adjetivo pardal, ele pode ser visto de duas maneiras, né? Pode ser visto de forma positiva ou negativa.
Dependendo pode ser bom. Sim, porque o cara encontra uma solução. A história do futebol tá repleta de jogadores que foram colocados em uma posição diferente daquela em que atuavam e deu certo.
Cara, o Brasil foi campeão do mundo com o volante de zagueiro Piaz em 70, por exemplo. Só um exemplo, entendeu? E o o time de 70 tinha várias improvisações para encaixar Gerson, Rivelino, Jairzinho, Tustão, Pelé, né, o o Saldanha e depois o Zagalo, né, que tem o time do Saldanha e o ajuste final do Zagalo.
É uma série de de de adaptações ali. Tem uma um monte delas ali. Inclusive tinha um monte de zagueiro lá que poderia ter jogado no lugar do Pias e não jogou.
Sim, isso e não jogaram. Então isso isso faz parte. E eu acho também que pro caso do menino do Rian, tem um aspecto bom também as críticas, porque vai se acostumando também, né, que é outra parada.
Uma coisa é gol de cavadinha na Copinha, até a Copinha, no profissional você vai ser mais cobrado. Então tem esse aspecto também. É bom que ele vai se acostumando com a cobrança, a repercussão dos seus feitos dos seus erros é muito maior.
Acho que o garoto começa também a se preparar para isso. Mas a parada não é com ele, a parada é com o técnico. Essa que é a grande questão, entendeu?
Ele é ele ele é só e eh digamos assim um instrumento para você tentar ferir o o treinador. Quer dizer, se ele erra ou acontece alguma coisa errada, é porque o técnico colocou antes, ou colocou depois, ou não colocou, colocou. De alguma forma o técnico tá errado, os caras já estão predispostos a isso.
Eh, eu acho que esse tipo de coisa eh só tem um antídoto, já falou, isso vale para vários clubes, é você não eh eh se deixar eh ser gerido de fora para dentro. Não significa não ouvir ninguém. Eu acho que na imprensa e até na torcida você vai encontrar, claro, momentos de reações e eh razoáveis que fazem sentido, né?
Eh, questionamentos e tal. Torcedor pode, claro, questiona de forma razoável. Então, e o mesma coisa da imprensa, pode ser exjogador, pode ser jornalista, pode ser o que for, né?
E tem aquela coisa que você tem que ignorar, tem que colocar de lado, que você percebe e no caso do São Paulo tem muito isso nesse momento, que são eh eh não são críticas específicas, são ataques, assim, é uma coisa já programada, assim, eu vou reclamar desse cara sempre, eu vou encontrar a maneira de reclamar. Isso não tem só no São Paulo, mas no São Paulo agora tá um pouco mais acentuado. Então se quem faz a gestão ficar se preocupando com isso, cara, aí não não vai funcionar, porque aí você tá sendo gerido de fora para dentro.
E o cara faz um trabalho bem satisfatório. Eu ainda continuo procurando quem é esse técnico maravilhoso, gênio da lâmpada. Esse deve ser o Mago Merlin, né, que vai chegar no São Paulo no lugar do Zbelia e todo mundo vai sair jogando como se fosse o melhor time do mundo, como sabe, vai surgir dinheiro para contratar.
Quem é esse cara? Eu não sei quem é esse técnico. Jovem não vai oscilar.
Aliás, tem umas tem umas opiniões feitas, né, que assim meio que uns clichês. O próprio Caio ontem na transmissão, uma coisa que eu disordei dele falando, ele falou: "Não, a base do São Paulo sempre vai entregar jogador que que responde, sempre jogador pronto. " Não é assim.
Lógico que não. Tem várias vezes que você vai ter uma geração que não vai funcionar, que vai ser, o jogador vai ser promovido e não vai responder. Não adianta, ah, porque tem garotos do cilinho que a cultia, não sei.
Não é assim, não é um negócio as gerações antes, antes dessa de agora e da do Sara eram gerações que não você pode até falar, beleza, foi campeão da Copinha, mas também quantos times campeões de Copinha que depois você não consegue aproveitar nada, porque são ocasiões totalmente diferentes. Então, tem algumas coisas que você tenta encaixar num rótulo, alguma coisa feita e que eu acho que o São Paulo tem passado por isso também. Não pode colocar garoto da base que vai responder.
Para mim não é assim. Ontem ele falou isso na transmissão e respeitosamente aqui eu discordo aproveitando, porque para mim não é assim tão simples. Ah, não, veio da base do São Paulo.
Pode pôr que tá pronto para mim. Esse para mim é um dos comentários baseado no nada. Você simplesmente você acha.
Você pode achar o que você quiser, mas não existe nada que justifique uma afirmação como essa do do Car Ribeiro. Zero. Zero.
Não tem nada que justifique. Faz o menor sentido. Menor sentido.
Aliás, tem um outro outro cenário. Uma hoje onde é mais fácil lançar um jogador da base, no Palmeiras ou no São Paulo? Palmeiras, porque assim, o Palmeiras tá organizado, o time tá montado.
Se o Luiz entra e chuta a bola, bate alguém, sobra pro pro Maurício fazer o gol da vitória com Riba Bragantino, uma coisa o Luiz de entrar no time do Palmeiras, ele tá jogando dos lados dos caras, os caras estão lá com ele. Outra, o time do São Paulo você não tem, tem muitos caras fora de combate, jogador machucado, o elenco é mais inxuto, então o garoto entra tendo que ser mais protagonista, tendo que assumir uma, por exemplo, quando se o o Rian entra, qual a função dele? Tem que ser um Calere, não é isso?
Ele tem que ser um calério. Cal tá machucado, ó, resolve aí, garoto. Só que ele é um garoto ainda.
Então, por mais que ele tenha qualidade, então assim, é completamente diferente. E eh, hoje é mais fácil lançar um jogador da base, digamos, no Flamengo, no Botafogo ou no Vasco. No Vasco é mais difícil, claro.
Pressão é muito maior, a dificuldade do clube é muito maior, você tem menos jogadores de qualidade a cercar o atleta jovem. É claro, mesmo no Flamengo, com todo potencial, tem o Everton que tá toda hora tropeçando, que a torcida já fica na dúvida. O o garoto tem que entrar e eh quando ele quando o garoto entra num time, ele ele não pode ser a solução do problema, porque ele é o garoto no no São Paulo, eh no Vasco, ah, no Corinthians mesmo, no Santos.
Todo garoto que entrar nesses times, em alguma situação, ele vai ter que entrar já para corresponder à altura da necessidade do time daquele momento. E não é assim que vai funcionar. O o Palmeiras que você falou entre o Luí, se ele chutar a bola, bater no cara, sobrar o Maurício, fazer o gol, legal.
Se ele não chutar também não vai mudar nada para ele, porque ele faz parte de um elenco já formado, um time super campeão que tá tudo funcionando. Ele não vai entrar para ele fazer o o mecanismo funcionar, não. Ele vai entrar para fazer parte da engrenagem que já tem lá.
É diferente. Uhum. Você ser jogado ali dentro e fala assim, ó, vai lá.
O cara olha no banco assim, não tem ninguém. Aí vê o Mauro lá sentado lá no cantinho, centroavante. O Mauro tá 1 a 0 pros caras, falta 20 minutos.
Entra lá, por favor. Você não tá pondo o cara para pegar experiência. Você tá pondo o cara com a esperança de que ele entre lá e faça o gol do empate.
Outro dia o ouvir o jogo, né? Sim. Outro dia o Zia falou um negócio que eu achei interessante também na numa outra coletiva que ele tava falando justamente sobre a base.
Ele falou assim: "Uma coisa é quando um cara da base entra pela primeira vez e que ninguém conhece o cara". É o Luca no jogo lá do Libertal. Ele entrou, tomou duas peitadas, depois pega uma bola, costura, faz um gol.
Eh, esse cara já tá mapeado nos próximos jogos, nos próximos jogos, que é o que tá acontecendo com o Ferreirão, que é o outro jogador da base também. Ele quando ele começou costurava, chegava, tal. Agora ele já tá mapeado, sempre tem dois marcadores.
As pessoas, os jog, os adversários começam a saber como é o jogador e ele fala: "Esse é um, é, essa é outra, outra etapa que o cara da base tem que passar, né? Uma hora que ele, ele tá, tá melhor marcado, as pessoas já sabem quem ele é, é diferente, né? E até na essa é uma grande diferença inclusive da própria base, né?
Quando o moleque tá jogando no sub20, óbvio que existe, né, o análise de desempenho dos rivais e tal, mas não tem como comparar a análise de desempenho num num jogo num jogador profissional. E aí o cara assiste ao jogo já sabe. E outra, você sai de um campeonato sub-20 que você tá sendo marcado por zagueiros e volantes do sub-20 e de repente você é marcado por Gustavo Gomes, Léo Ortiz, Gil, sei lá, é completamente diferente.