Olá, boa tarde. O presidente Lula fala agora com jornalistas sobre a situação nas áreas afetadas pela chuva na zona da Mata Mineira. Vamos acompanhar.
>> Ah, essa minha visita à região é para assumir a responsabilidade na frente dos prefeitos das cidades que foram vitimadas. pelas chuvas que aconteceu aqui nessa semana, é para assumir o compromisso de que o governo federal vai repetir aqui o mesmo que nós fizemos com a tragédia do Rio Grande do Sul. Ou seja, nós iremos ajudar os prefeitos a recuperar a sua cidade.
Nós iremos ajudar os pequenos empresários a poder ter crédito para recuperar suas empresas. Nós vamos recuperar o que houve de estrago na saúde, o que houve de estrago na educação e sobretudo a gente vai dar casa para as pessoas que perderam as casas. É por isso que eu vim aqui com o companheiro ministro da saúde, com o companheiro presidente da Caixa Econômica Federal, que é quem tem o dinheiro para liberar, para ajudar a fazer as coisas.
Eu vim aqui com o ministro do Desenvolvimento Sábio Social e combate a fome. Eu vim aqui com o ministro chefe da Integração Nacional, que é o companheiro responsável pela pela >> pela cidade pela Defesa Civil, o meu ministro de Minas Energia, o meu ministro da cidade que é o responsável, a nossa ministra do direitos humano que tá aí a Janja para fiscalizar se eu tô errando. E eu trouxe comigo um convidado especial que é o companheiro Pacheco, tá?
A gente estava sem conversar muito tempo. Eu falei, vamos conversar um pouquinho. Eu quero agradecer aos deputados que estão aqui.
Eu ten a nominata aqui. Eu tomo aqui com o deputado com a Ana Pimentel, com André Janones, com o Igor Timo, com Luiz Fernando e com o Reginaldo Lopes. Se tiver mais alguém que eu não pude citar, por favor.
E tô aqui com os prefeitos José da Mato, de Ubá, Maurício Maurício Domingo de Matias Barbosa, José Henrique de Cataguades, Everaldo Roberto de Paula Cândido, Cirlei Freitas de Divinésia, Gustavo Fernando, senador Firmino, Pedro Augusto Ferraz de Leopoldina e Lucas Pereira Lopes de Iguatama. Iguatama. Muito bem.
E tô aqui com a chefe, sabe, da cidade, a poderosa prefeita Margarida Salomão. Deputado >> hein? >> Deputado Betão.
>> Cadê o deputado Betão que está aqui? Que mais que eu não falei aí? Bem, gente, ah, eu faço questão de assumir o compromisso porque normalmente as pessoas ficam sensíveis quando acontece um desastre desse.
Nos primeiros dias vem todo mundo aqui, tem muita solidariedade, vem muita autoridade e depois que passa uma semana que secou, sabe? As pessoas vão deixando de vir e cai no esquecimento e as coisas não acontecem. Nós aprendemos muito com o desastre que houve no Rio Grande do Sul.
Pela primeira vez na história deste país, o governo federal assumiu a responsabilidade de fazer junto com o governador, junto com o prefeito, a recuperação daquele estado e daquela cidade, tanto com investimento pequeno e médio empresário nos agricultores, casas para trabalhador rural, casa para o pessoal da cidade. E lá nós criamos uma coisa nova que chamamos, sabe, a compra das casas assistida. Ou seja, se uma cidade não tiver terreno para fazer casas novas, porque a gente não vai refazer as casas no lugar de risco.
A gente não vai recuperar a casa no lugar que a pessoa vai continuar risco. Nós temos que arrumar terreno para fazer as casas. Se não tiver terreno, a gente vai adotar o mesmo sistema de compra assistida.
O que é compra assistida? vai ter um valor para comprar a casa e a pessoa pode escolher em qualquer cidade do estado de Minas Gerais que ele encontrar uma casa, sabe, que possa atender os seus desejos de moradia, o governo federal vai financiar, vai dar de graça a casa, não é financiar, vai dar de graça a casa para as pessoas que perderam a casa. Nós aprendemos isso depois de apanhar muito com o que aconteceu no Rio Grande do Sul.
E nós então criamos um padrão, um padrão chamado padrão de essência, padrão respeito, padrão cuidar das pessoas. E eu eu eu digo sempre o seguinte, para mim não importa de que partido é o prefeito, para que time torce o prefeito, que religião que o prefeito professa, sabe? Não, para mim não importa.
O que importa é o seguinte, teve um problema na cidade, tem um projeto bem feito, a demanda é verdadeira, nós vamos ajudar os prefeitos a recuperarem a qualidade de vida dessa cidade. Então, presta atenção para vocês me cobrarem. Eu vim aqui para dizer para vocês que ninguém que foi prejudicado pela chuva, que ninguém que foi preocupado pela pela o deslizamento de terra ficará com o prejuízo nas suas costas.
Nós vamos ajudar essas pessoas a se recuperarem, dando as casas, sabe? ajudando as pessoas a receber antecipadamente uma parte do fundo de garantia que eles têm direito, receber o benefício do BPC que eles têm direito. Ou seja, nós vamos fazer chegar para as pessoas o dinheiro para eles também começarem a recomeçar a vida deles, tá?
É um compromisso que eu tô assumindo aqui na frente do prefeito, na frente dos prefeitos e a prefeita que estão aqui e sobretudo a fiscalização da Margarita Salomão, que é uma pessoa por quem eu nutro e admiro um profundo respeito por ela. Tá >> obrigado? >> Agora você tem a palavra, Margarida.
É sempre muito difícil falar depois do presidente Lula, que é um dos mais qualificados oradores políticos que eu conheço, mas eu me atrevo e vou dizer que nesse momento eu dou graças a Deus de ter o presidente Lula na presidência da República, porque nós estamos neste momento lidando com uma cidade destroçada. Vocês que são daqui sabem disso, o quanto que a cidade tá machucada, não só pelas 60 mortes, mas pelas áreas todas atingidas, áreas, obviamente, onde vive a população mais vulnerável, mas também áreas em que vive população abastada. Todas isso, toda a cidade, tá aí o morro do Cristo com essa ferida aberta que de alguma forma representa para nós nesse momento a o nosso machucado, o quanto estamos machucados.
Mas eu quero dizer a vocês o seguinte, essa palavra do presidente Lula, a vinda dele aqui, ele ter pisado na lama, ele ter estado com as pessoas, ter ouvido, ter emprestado um ombro as suas queixas e as suas dores, abre para nós uma outra perspectiva e uma outra esperança. Então, nesse momento, eu quero dizer e acho que eu me atrevo a fazê-lo em nome de todos os prefeitos da região. Nós vamos fazer o dever de casa.
Nós vamos levantar detalhadamente as necessidades. Nós vamos colocá-las para o governo federal. E eu tenho absoluta certeza que ninguém vai ficar para trás.
Ninguém vai ficar sem casa, ninguém vai ficar sem seus pertences, ninguém vai ficar desassistido. A vida nós não conseguiremos recuperar, mas certamente perspectiva de vida, eu acho que nós todos podemos garantir. Então, muito obrigado, presidente.
>> Muito bem. >> Olá, a prefeita a prefeita disse uma coisa muito importante, gente, mas eu queria reiterar o seguinte. Primeiro, a única coisa que a gente não vai poder devolver para as cidades são as vidas que se foram, né?
As vidas humanas a gente não tem o poder de fazê-las voltarem a viver, mas as coisas materiais que as pessoas perderam, nós vamos dar a pessoa o direito de voltar a viver com decência e muita dignidade nesse país, né? Nós vamos criar no governo federal um uma pessoa que vai ser responsável. Falei com a Margarida para ela arrumar uma sala para que a pessoa venha de Brasília, a pessoa que vai ser responsável manter o contato com os ministérios, com a Caixa e com os prefeitos.
A gente tá pedindo para Margarida uma sala da prefeitura para que a gente não tenha que perder tempo procurando, sabe, um aluguel para fazer, tá? Então, pode ter certeza que vocês vão ter uma surpresa com a rapidez que vai acontecer. Inclusive eu trouxe o presidente da Caixa porque havia gente que reclamava da demó para sair o benefício e tudo isso está facilitado a partir do que aconteceu no Rio Grande do Sul.
O Pacheco teve um papel importante como presidente do Senado. Os nossos deputados tiveram um papel extraordinário, aprovando todos os projetos que a gente queria e facilitando. Até o Tribunal de Contas da União teve um papel extraordinário, facilitando, sabe, os projetos que a gente tem que fazer, porque em tempo de desgraça a gente não tem que ficar com burocracia que vai papel, vota papel, vai papel, vota papel, vai papel, sabe?
É para acabar com isso. Vamos todos assumir a responsabilidade e na hora que os prefeitos entregarem as demandas da cidade, tanto o Ministério da Cidade, Ministério da Saúde, a Caixa Econômica Federal, vão tratar de fazer as coisas acontecer com muita, mas muita rapidez. Eu queria passar a palavra agora ao ministro da cidade, que é o cara que tem a responsabilidade de junto com a Caixa devolver, sabe uma coisa importante que todo mundo quer, a sua casinha de volta.
Então, Jer pode falar, querido. >> Boa tarde a todos e a todas. Eu quero iniciar aqui prestando a minha solidariedade a todas as vidas e à famílias.
Essas vidas foram perdidas, seja aqui em Juiz de Fora, seja em Ubá, mas também trazemos conosco o compromisso de que nós vamos resolver os problemas que aconteceram aqui. Todas as famílias que perderam suas casas, todas as famílias que têm casas agora condenadas ou destruídas, essas famílias vão receber as suas casas. Isso.
Todos os critérios, tudo aquilo que foi adotado no Rio Grande do Sul, todas as inovações que nós fizemos, desde a compra assistida até o Minha Casa, Minha Vida Rural Calamidades, tudo isso será trazido também ao Rio Grande do Sul, aqui ao estado de Minas Gerais. No Rio Grande do Sul, para vocês terem uma ideia, já foram 10, mais de 10. 500 00 famílias que já estão com a chave na mão daquela tragédia que nós vimos no ano passado.
Também discutimos aqui, reunimos longamente com os prefeitos, com as prefeitas para falar sobre os projetos também da área de reconstrução. A partir desta segunda-feira, técnicos do Ministério das Cidades, tanto da área de saneamento quanto da área de periferia, saneamento para cuidar da questão das obras de macrodrenagem para acabar os alaramentos. a secretaria de periferias, que cuida da questão das encostas, eh, também estará aqui e também a Secretaria de Habitação, além do nosso secretário executivo, que vai estar aqui chefeando essas equipes aqui para discutir junto com os prefeitos, junto com as prefeitas, ah, para que nós possamos encontrar as soluções definitivas nesse processo, tanto de reconstrução como também de dar a casa às famílias.
É muito importante a gente ressaltar aqui que diversos investimentos por parte do governo do Brasil, por parte do governo do presidente Lula tem sido feitos no estado de Minas Gerais na questão da prevenção. A ciência aponta, senhoras e senhores, vão haver cada vez mais eventos climáticos extremos como esse que aconteceram aqui em Minas Gerais, como aconteceu o ano passado no Rio Grande do Sul. Só tem uma alternativa, investimentos em prevenção.
Nós temos que cuidar do meio ambiente por um lado e fazer prevenção do outro. E com isso nós precisamos ter investimentos. Investimentos em obras de macrodrenagem para acabar com os alaramentos.
Investimentos em contenção de encosta para que essas encostas não deslizem e não venham destruir infraestruturas, casas, matar pessoas. E é o que nós temos feito no Brasil e no Rio Grande do Sul. É importante lembrar quando nós chegamos no Ministério das Cidades, haviam antes do APEC da transição, haviam somente em prevenção 6 milhões de reais para todo o Brasil.
É isso, pessoal, R$ 6 milhõesa. E esse governo fez o maior ciclo de investimentos da história em prevenção. Foram R2 bilhões deais.
Só para o estado de Minas Gerais, foram R, bilhões deais. Nas duas cidades, nas duas principais cidades, nós temos investimentos que totalizam R$ 500 milhões deais, seja para contenção de encostas, seja para as as obras de macodrenais. E isso eu tenho aqui que deixar claro.
Se existem esses 3,5 bilhões hoje, isso é graças aos projetos que foram apresentados pelos prefeitos e pelas prefeitas. Os projetos que nós temos hoje com o governo do estado de Minas Gerais, que são projetos de 2012, na ordem de 230 milhões deais, o governo do estado executou somente R 9,1 milhãoais, 4,1% do recurso que estava disponibilizado pelo Ministério da Cidade. Se nós falarmos em habitação, nós estamos chegando aqui no estado de Minas Gerais, só no estado de Minas Gerais, a 176.
000 famílias atendidas pela Minha Casa, Minha Vida. Se falarmos em Ubá e falarmos em Juiz de Fora, nós temos 10. 377 casas, parte delas 9.
600 já foram entregues e o restante nós estamos iniciando obras e daqui a pouquinho vamos entregar também a essas famílias. Isso tudo aqui é para mostrar para vocês que por parte do governo do Brasil, seja pro governo do estado que se quiser o nosso apoio, se quiser a nossa ajuda, nós vamos fazer para facilitar. Aqui nós não temos que ver cor política.
Essa é a determinação que o presidente Lula tem dado aqui em Minas Gerais, em todo o país. Não interessa o partido, não interessa a quem seja a pessoa, interessa que nós precisamos estar unidos para defender e proteger essas pessoas que agora muitas delas estão ilutadas e precisam de uma resposta. Então temos que todos nos unir para poder dar essas respostas o quanto antes ao povo mineiro.
Mais uma vez obrigado e a minha solidariedade a todas as famílias que perderam seus entes queridos. Ministro da saúde. >> Boa tarde a todos e a todas.
Primeiro quero me solidarizar as famílias que perderam seus entes queridos, a todas aquelas pessoas desalojadas e desabrigadas e ao mesmo tempo fazer um profundo agradecimento em nome aqui do secretário municipal de saúde de fora, o Jonathan, de todos os profissionais de saúde do SUS, Juiz de Fora, de Ubá, de Matias, de toda a região, das secretarias municipais que estão apoiando aqui na região, profissionais da Secretaria Estadual, em especial os nossos colegas e da Força Nacional do SUS, que é essa estrutura criada pelo Ministério da Saúde, que se prepara cada vez mais para enfrentar essas tragédias climáticas. Para o Ministério da Saúde, pro SUS, a crise climática é acima de tudo, uma crise de saúde pública. Pessoas morrem, unidades de saúde são destruídas, novas doenças surgem em locais que não existiam.
profissionais de saúde, famílias, gestores de unidades, eh vivem sobre uma pressão permanente por conta das mudanças climáticas do que elas já impactam na saúde, aquilo que o Brasil mostrou na COP 30 pro mundo. Eh, de cada 12 hospitais no mundo em 2024, um pelo menos ou foi totalmente destruído ou teve seu trabalho parcialmente interrompido por conta das tragédias climáticas. Então, Força Nacional do SUS, que hoje é uma força preparada para enfrentar essas situações, tá aqui desde a madrugada da terça-feira, quando fomos acionados aqui pela prefeitura já na virada de segunda para terça-feira.
Nós temos 30 profissionais aqui extremamente preparados, são desde o começo, que nos permitiram fazer esse diagnóstico que faz com que a gente possa ter alguns anúncios do que a gente já fez e novos anúncios concretos aqui. É, quer dizer que esses profissionais continuam de forma permanente, não só apoiando, atendendo aqui, mas vão ajudar não só esses três municípios, mas os outros nos reunimos com os prefeitos para qualquer outro diagnóstico, qualquer outra necessidade que venha surgir para enfrentar essa situação. Até agora a Força Nacional do Sul já enviou para cá é 2 ton de medicamentos, insumos, que são kits padronizados, que tem pelo menos 32 medicamentos entre antibióticos, medicamentos para hipertensão, para diabetes, as doenças crônicas, medicamentos para enfrentar aquelas doenças mais comuns que acontecem numa situação como essa, como diarreia, como o risco da leptosperose e mais de 16 insumos de utilização pros hospitais, né?
Esse esses kits são padronizados. Ele cada um deles eh dá conta, quando a gente soma todos eles, de eh fazer 15. 000 biotratamentos para cuidar eh dessa população.
Eh, uma segunda medida imediata que já tá aqui foi o reforço das vacinas de hepatite A, hepatite B e tétano. São aquelas mais utilizadas que eu quero reforçar aqui pra população a importância de aproveitar esse momento para atualizar essas vacinas, caso não estejam atualizadas. E hoje, no dia de hoje, inclusive a primeira dama fez um gesto junto ao abrigo aonde estão mulheres e crianças.
Nós estamos entregando aqui 318. 000 fraldas. Essas 318.
000 fraldas, cerca de metade delas são fraldas pediátricas e metade fraldas geriátricas. paraa população que precisa tanto desse insumo. Muitas pessoas que tinham isso em casa perderam, né, ou não conseguiram, né, não conseguiram ter acesso a isso.
É, quero reforçar que tanto as fraldas geriátricas quanto fraldas pediátricas, quanto mais de 40 medicamentos para hipertensão, diabetes, asma, que são problemas que se acometem com muita frequência nesse período, estão disponíveis de forma gratuita no Farmácia Popular. Então, as pessoas também podem pegar no Farmácia Popular. Nós a partir de segunda-feira estamos estabelecendo uma regra aqui no farmácio popular da região, que é a mesma que a gente utilizou no Rio Grande do Sul, que a gente utiliza para situações de tragédia como essa, que é facilitar o acesso na farmácia popular.
As pessoas não vão precisar levar a receita um documento, porque muitas pessoas perderam as suas receitas, os seus documentos. Então elas já pegam sem esses documentos nos abrigos das unidades de saúde também vão poder pegar nesse período emergencial na farmácia popular. Além disso, nós estamos entregando hoje 50 ambulâncias do SAMU.
É, isso aqui é pra região. Eh, é a antecipação da entrega. que isso ia acontecer daqui a 2 3 meses.
Nós estamos fazendo a antecipação dessa entrega, reforçando o SAMU de toda a região. Para vocês terem ideia, ficou 6 anos o Brasil sem comprar uma ambulância do SAMU sequer paraa UTI. Durante 6 anos não se comprou uma ambulância sequer para UTI.
presidente voltou a governar esse país. Nós nesses 4 anos de governo, vamos chegar até final de 2026 com mais de 2. 500 ambulâncias repostas.
Estamos entregando aqui. Depois os senhores e senhoras vão poder ver a imagem. Já tão aqui as 50 ambulâncias.
Os prefeitos estão aqui já para retirá-las pro conjunto da região. Nós vamos instalar a partir de amanhã aqui uma carreta do Agora tem especialistas que faz exames de tomografia e ultrassom. faz parte de uma ação do programa agora tem especialistas que leva esse exame especializado para as regiões mais remotas ou que tem eh maior dificuldade para ajudar a reduzir o tempo de espera em que quem tá aguardando.
O presidente chama a carreta de Jamanta porque ela é grande mesmo, a Jamanta, vocês vão ver lá fora. E essa carreta consegue fazer de 50 a 60 exames de tomografia por dia. O objetivo dela vai ficar aqui por pelo menos 30 dias aqui em Juiz de Fora.
Pode ficar mais se for necessário. É atender Ju Juiz de Fora e a região. Região.
>> O objetivo dela qual que é? Felizmente, né, graças a Deus, a gente não teve destruição das estruturas hospitalares aqui, tanto de de fora quanto bará quanto Matias. Infelizmente a estrutura tá atendendo, só que ela é pressionada mesmo onde tem a tomografia, onde tem ultrassom, acaba sendo pressionada para atendimentos de urgência que acontece por conta de toda a tragédia.
Então essa carreta vem para dar uma vazão, um equipamento a mais extremamente moderno, tanto a tomografia quanto o ultrassom. Exatamente. Para que as pessoas que já estão esperando na fila não esperem mais ainda por conta do atendimento emergencial.
Então, a partir de segunda-feira, a Secretaria Municipal de Saúde de Fora começa a organizar com os municípios da região a chamada para exame de tomografia ultrassom. Então, quem tiver esperando na fila pro exame de tomografia ultrassom, deve receber um chamado da Secretaria Municipal de Saúde para vir fazer o exame nessa carreta do Agora tem especializar instalada aqui em Juiz de Fora. Além disso, nós tivemos a destruição eh quase completa de quatro unidades básicas de saúde em UBAR e duas unidades base de saúde aqui em Juiz de Fora.
Isso é um problema eh que nos preocupa numa situação como essa, porque as unidades não fazem o atendimento de urgência, mas elas vão fazer a o pré-natal das gestantes, elas vão fazer o atendimento de vacinação, o acompanhamento do crescimento das crianças, o acompanhamento do hipertenso, do diabético, da pessoa que vai faz uma reabilitação por algum problema físico e quando fica fechada essas unidades, aumenta a pressão sobre os hospitais que tem que estar reservado. pros atendimentos emergenciais. Então, por conta disso, também já é uma padronização da Força Nacional do SUS.
Nós vamos trazer para cá quatro carretas de atenção primária em saúde para Ubá e duas aqui para Juiz de Fora. Elas chegam já até o final da próxima semana para restabelecer nessas carretas tem estrutura de sala de vacinação, acompanhamento de pré-natal, acompanhamento de gestante, acompanhamento de hipertens diabético, acolhimento psicológico. Para os senhores e senhoras terem ideia, a gente já teve 14.
000 1 atendimentos psicológicos com psicólogos, psiquiatras encaminhados pela Força Nacional do SUS, junto com os profissionais especializados aqui do SUS local de terça-feira para cá. E esse acompanhamento, atendimento psicológico é muito importante num momento como esse, inclusive pros profissionais de saúde que são atendidos, as famílias. a gente vai continuar com todo esse serviço de acompanhamento psiquiátrico e psicológico aqui.
E também eh nós eh repassamos já pros municípios, pros três municípios, cerca de R milhões deais, que a gente fala que é uma parcela de urgência para reforçar as ações que estão sendo feitas. Isso é um repasse fundo a fundo do Ministério da Saúde pros fundos municipais. E vai ser publicado hoje em Diário Oficial Extra eh o repasse total de 16.
800 R000 também pros três municípios e para alguns municípios da região que tem serviços de média e alta complexidade nos hospitais que não estavam habilitados. Então tudo aquilo que tinha aprovação técnica para habilitação, isso significa mais recurso para realização de cirurgias, para funcionamento de exames especializados nesses hospitais, né, paraa internação nesses hospitais. é um reforço para os municípios da região, inclusive credenciando vários dos hospitais em serviço.
Alguns já estavam funcionando e a prefeitura tava bancando do seu próprio recurso, né? Outros não estavam abertos ainda, passam a funcionar a partir dessa habilitação. E vamos continuar, vamos compor esse escritório aqui que o presidente Lula falou que vai se instalar aqui em Ju de Fora.
a nossa força nacional do SUS vai continuar aqui para identificar outras demandas, outras necessidades em todo o processo eh de funcionamento. E a gente já pediu pros prefeitos para buscarem terrenos dessas quatro unidades base de saúde em Ubá e duas de fora, buscar terrenos em áreas eh protegidas para que a gente faça a programação da reconstrução dessas unidades num segundo momento, já reconstruindo com aquilo que é o padrão do Ministério da Saúde hoje, que são que é o padrão construtivo de unidades resilientes que consigam resistir aos as tragédias das da crise. climática.
Então, na medida que foi identificado os terrenos, a gente poder liberar o recurso para essa reconstrução. É isso, presidente. >> Muito bem.
O ministro da integração, companheiro Valdes Gois, presidente Lula, senador Rodrigo Pacheco, prefeita Margarida e Macaé e Alexandre Silveira, em nome dos quais cumprimento todos e todas aqui presente, autoridades, primeira dama Janja. E dizer, presidente Lula, que no Brasil todos nós, setor público e privado, estamos sendo desafiados viver e nos organizar para lidar mais fortemente, com frequência, intensidade de eventos extremos. Então, essa é uma realidade muito muito recorrente agora no Brasil.
Eu quero sair um pouco daqui, voltar no Rio Grande do Sul, porque o primeiro semestre de 2023 no Rio Grande do Sul, nós operamos com carro pipa lá, porque foi um primeiro semestre de estiagem total em mais de 400 municípios do Rio Grande do Sul. Em lógica, para quem vive as estações, no primeiro semestre de 2024 era para repetir a esteagem. No entanto, foi exatamente no primeiro semestre de 2024 que se viveu os eventos.
Começou julho, um, setembro, o outro, quando foi a partir de dezembro, nós fomos surpreendidos com uma situação extrema e totalmente fora do período que costumeiramente acontece. Lógico que tem toda uma questão aí em relação aos efeitos do Elío, com Laninha. Então nós temos vivido isso muito intensamente e isso tem desafiado a como lidar melhor e criar uma cultura de risco e não só de resposta ao desastre, que é o que o presidente Lula tem trabalhado com todos nós, nos organizarmos cada vez mais para lidar com risco.
Às vezes a gente pode até não conseguir salvar o patrimônio das pessoas, mas evitar que mais vidas sejam ceifadas. Bem, para compromisso nosso, né, presidente Lula desde o primeiro dia e o ministro Já ainda colocou aqui, mas é bom repetir, a Defesa Civil não tinha orçamento e já tinha acontecido um desastre de São Sebastião no dia 27 de dezembro de 2022. Já estava sem assistência lá.
Nós já assumimos o governo tendo que dar assistência a São Sebastião, cidade altamente estruturada, mas bastou um evento fora da caixinha que destruiu a cidade sem vida de pessoas. Ninguém imaginava aquilo. Presidente recompôs a Defesa Civil com estrutura, com gente, com orçamento.
Nunca faltou um centavo que fosse necessário, por medida provisória, disponibilizar para dar resposta em desastre. Para dar resposta em desastre. Porém, também recriou o Ministério das Cidades e dotou o Ministério da Cidade de todo o recurso necessário para iniciar um processo, reiniciar um processo de prevenção nesse país que tinha sido abandonado.
Então isso é preciso deixar claro também. Bem, no caso específico daqui de Juiz de Fora e da Zona da Mata, a gente vinha trabalhando com as equipes municipais, estadual em termos de monitoramento, mas vem mais uma situação recorrente de extremidade. O que que aconteceu?
mês de fevereiro, na história da zona da mata, foi o mês que mais caiu água nessa região. Tá se aproximando a 800 mm concentrados só no mês de fevereiro. E na semana que aconteceu o desastre da mato, na semana que aconteceu esse desastre, o monitoramento da ciência, que é bom que se diga, com toda a sua expertise, mas veja os desafios das extremidades.
Estava previsto 200 mm distribuído em 5 dias. Era essa a previsão de todos os modelos matemáticos. caiu em 5 horas concentrado.
Para uma cidade que nem Juiz de Fora, que quase 30% da sua população, já dita aqui pela prefeita, vive situação de alto risco, é até difícil o modelo matemático também precisar onde é que vai saturar primeiro e ter o primeiro deslocamento de casas de terra e ceifar vida de gente. Essa é a realidade que nós vivemos das ocupações e dos desafios climáticos. Então, trazendo paraa tarefa que tá sob minha responsabilidade dada pelo presidente Lula.
Nós estávamos antes do desastre acontecer. 2 horas da manhã do dia desastre, a prefeita decretou calamidade. De manhã a gente amaneceu com a calamidade reconhecida sumariamente pelo governo do presidente Lula e eu aqui juntamente com a equipe do Padilha, com a equipe do Éito Dias, com a equipe do Jader, com a equipe da Casa Civil, com vários determinado pelo presidente Lula presente aqui.
De lá para cá não largamos mais a mão de nenhum prefeito, de nenhuma autoridade, nem do povo. en recomendado pelo presidente que ele acaba de anunciar que tá instalando definitivamente o escritório de resposta aqui do governo federal em parceria com os municípios e estado. Nós fizemos o reconhecimento sumariamente dos municípios, continuamos fazendo dos demais emergência.
Em quatro dias, terça, quarta, quinta e sexta, nós construímos junto com os prefeitos, junto com os prefeitos, 33 planos de trabalho só de ajuda humanitária e de restabelecimento. Não tô falando de reconstrução porque já tem um caso do Mata aprovado ontem, ontem de reconstrução, primeiro plano de reconstrução já de reconstrução de pontes, mas são dezenas de pontes e é para fazer um identificou a ponte tá tá tá danificada. tem que reconstruir, faz o plano dela, a gente aprova e vai paraa segunda ponte.
Então, só de restabelecimento e de ajuda humanitária, nós já temos 23 planos feitos em duas mãos com os prefeitos, dos quais já aprovamos uma grande maioria e a outra, outro restante tá hoje e domingo, em análise na Defesa Civil Nacional. para segunda-feira a gente já tem os 23 planos eh aprovados em torno de 11 mais 36 milhões. Vamos chegar aí a quase 50 milhões que eu tô falando é água, certo?
É comida, é material de higiene pessoal, é combustível, é aluguel de caçamba, é aluguel de trator, é limpeza pública, é botar fora a lama da cidade, desobstruir ruas e avenida, restabelecer serviços públicos. Então a gente está focado, não largaremos a mão por determinação do presidente Lula com a implantação do escritório aqui, mais ainda na articulação com os colegas ministros e com a população e as autoridades da região da zona da mata. Conte com a gente.
Obrigado. >> Ministro Wellington Dias do Ministério de Desenvolvimento Social e Combate à Fome. >> Presidente, primeiro saudando Vossa Excelência a nossa primeira dama dona Janja e permito aqui em nome da prefeita Margarida saudar e agradecer pela boa agenda e integração aqui com os municípios da zona da mata.
Em nome aqui do meu querido colega do Senado, senador Rodrigo Pacheco e a deputada Ana Pimentel, me permitam saudar aqui e agradecer também o importante apoio hoje na agenda participação da bancada, o importante apoio da bancada mineira, independente de partido, ao que Minas Gerais precisar nessa região. Desde o primeiro dia, como disse o ministro Valdez, já é a presença da força suas é uma força do sistema social, com pessoas preparadas de várias regiões do Brasil para situações como essa, a exemplo do que o Brasil já tinha na Força SUS. E aqui vai ficar agora nesse escritório de reparação aqui, é claro, não podemos devolver a vida das pessoas, como disse o presidente, mas o presidente tá aqui, não é?
E aqui sob o comando de Deus e aqui e esse forte trabalho, eu quero dizer que é para trazer esperança. Sei que nessa hora as pessoas ficam abaladas. Eu já vivi situações como essa na condição de governador e sei o quanto que abala a presença do presidente Lula, a presença do governo é para trazer esperança.
Não estão só. E o presidente determinou a cada um de nós atendendo o que for necessário. Aqui temos já eh a liberação de recursos do auxílio e abrigamento para o que for necessário e agora inclusive aprendendo com o Rio Grande do Sul.
Tanto faz estar em abrigo, como tá na casa de parente, como tá na casa de pessoas que recebem de forma solidária, tem o mesmo atendimento, recursos para comprar o que precisar para essas pessoas que perderam até a escova de dente, perderam roupa, perderam tudo e agora tem essa condição. Eh, são os recursos, é, no valor que for necessário. Tem 5.
000 pessoas em Juiz de Fora são cerca de R 5 milhões de reais que a gente libera para esse atendimento e assim em cada município. Também o apoio para as equipes aqui o apoio, como disse o ministro Padilha, trabalhamos também no atendimento a da assistência, psicólogos, psicopedagogos também à pessoas que estão abaladas, que perderam seus entes queridos. E eu destaco dois outros campos, a recuperação, estruturação, credenciamento, equipamento para rede suas, CRAS, CRAS, unidades de acolhimento, enfim, o que for necessário.
E uma outra que é também novidade é o atendimento no campo e na cidade, onde perdeu pequeno agricultor, pescador, enfim, a gente tem o fomento rural e temos a condição também de dar esse apoio. e pelo programa acredita preparar as pessoas da própria região para as oportunidades que aqui vão surgir com a própria reconstrução. Vamos precisar de mais gente pra construção civil, vamos precisar mais gente para tantas áreas, qualificar e garantir as condições das oportunidades para quem vive em cada município e os empreendedores, pequeno negócio também apoiar para que possam pelo programa Acredito ser estabelecido.
Estamos antecipando o Bolsa Família, o BPC, e o que for necessário é colocar nos planos e a ordem do presidente Lula é atender. Muito obrigado. >> O nosso presidente da Caixa Econômica Federal, que é o responsável, prefeito, é o responsável por liberar o dinheiro para vocês, tá?
Presidente Lula, todos e todas, boa tarde. Minha soledade. As famílias da zona da mata que perderam os seus sonhares nessa tragédia.
Mas para além, né, dessa solidariedade, a Caixa tem um papel fundamental de ser o braço operacional de todos os programas voltados para essa fase da do atendimento, mitigação de todas essas questões advindas da calamidade aqui na região da zona da mata. Eu antecipo a todos que já está disponível os recursos do saque calamidade do FGTS. É uma primeira medida que a Caixa adota.
Então, todos aqueles eh trabalhadores da região da zona da mata e no caso específico de Ubá, que é um grande centro moveleiro desse país, o segundo maior. Então todos aqueles empregados, todos aqueles trabalhadores já estão habilitados a receber o seu saco calamidade. Na segunda-feira, a Caixa à porta, juntamente com a equipe do ministro Jader e dos demais ministros e ministérios, uma equipe com a presença do nosso vice-presidente de governo, nossos dois diretores da área de governo para fazer o suporte necessário a ação rápida e urgente na recuperação das cidades dessa região.
O terceiro ponto, senhor presidente, que a gente precisa ressaltar que a experiência do Rio Grande do Sul permitiu com que a Caixa criasse um protocolo novo para enfrentar situações de calamidade, como nós percebemos, cada vez mais eh rápidas, urgentes que estão acontecendo no planeta Terra, mas especificamente no Brasil. Aqui nessa região nós temos toda um aparato de medidas que a Caixa estará adotando, que vai desde a prorrogação, a postergação de prazos de pagamento dos empresários, por exemplo, a outras medidas que se adicionam a esse conjunto de ações que o governo do Brasil está adotando. Entre uma delas, eu ressalto também na área da saúde, as santas casas, a partir da quarta-feira da semana vindora, terão condições de repactuar as suas contratações com a Caixa Econômica Federal, de forma e que elas terão a extensão de 12 meses de prorrogação no prazo da sua contratação.
eram 180 meses para pagar os seus valores, que eram anteriormente de 150 meses. E nós, com nova medida adotada por orientação do presidente Lula, nós teremos a transferência dos fundos, dos recursos que originam esses créditos para um fundo mais barato, advindo do FGTS, que vai permitir com que se reduza o encargo das santas casas. Então são várias medidas que nós estamos antenados, coordenados pelo governo do Brasil sobre a orientação do presidente Lula, sobre a gestão dos ministérios e a Caixa fazendo seu papel como fez no Rio Grande do Sul.
no Rio Grande do Sul. Vale ressaltar que nós temos um número simbólico. Governo do Brasil colocou R 91 bilhões deais em todas aquelas ações.
Parte significativa dessas ações foram conduzidas pela Caixa Econômica, entre elas, a medida que foi adotada, como foi anunciada pelo presidente, como foi reforçada pelo ministro Jader da compra assistida. um sucesso absoluto lá que hoje se estende a todo o território nacional como uma forma de mitigar a questão da busca da recuperação habitacional, algo tão desejado pelo Brasil e pelo brasileiro. Para encerrar, e eu não poderia deixar de de me solidarizar com os colegas da Caixa Econômica Federal aqui de Minas Gerais.
Minas Gerais é um estado importantíssimo para as atividades da Caixa. A Caixa, para além de ser um banco estatal, ele tem suas atividades comerciais. E aqui, presidente, tudo do orçamento que a Caixa destina ao Brasil, Minas Gerais recebe entre 10 e 15% de todo esse orçamento.
Então, eh, eu queria deixar ressaltado que a preocupação que a Caixa tem com Minas Gerais por orientação do presidente Lula não é exclusivamente em momentos como esse. Evidentemente que nós estamos totalmente empenhados, mas o trabalho da Caixa é, como diz o nosso propósito, transformar a vida das pessoas. E na gestão do presidente Lula tem sido mais fácil transformar a vida das pessoas.
Muito obrigado. Eu, ô, ô, José Damato, vem aqui. É o seguinte, eu vou dar a palavra pro Damato porque é o seguinte, quem for quem for a UAR e chegar no centro de Ubar, acha que o maior desastre climático foi lá.
E lá morreram seis pessoas e tem duas desaparecidas. E aqui em Ju de Fora morreram 70 pessoas, ou seja, aqui teve muito mais vítima, mas quem for lá e ver a fotografia, o centro da cidade está destruído. Tá destruído.
Ou seja, significa que aqui atingiu as pessoas mais pobres que moram no lugar mais perigoso. Mas aqui em Juí de Fora, tem uma coisa. Eu vi de helicóptero muita casa de rica em cima do morro.
Não sei qual é a segurança que tem, mas significa que aqui tem um problema de terreno, sabe, de área área, como é que fala? garantida pra construção. Muito sério.
Eu vi lá muita casa com piscina, com tudo, que se um dia tiver um desastre e cair uma casa daquela, a piscina vai jogar tanta água quanto chuva e vai aumentar o deslizamento. Mas lá não, lá é o centro da cidade. É o centro, é o comércio, é o pequeno empresário, é o comerciante, é o logista.
Fala um pouco aqui, companheiro da Mato. >> Pessoal, boa tarde a todos. É uma tragédia que aconteceu na nossa cidade de Ubar, a maior tragédia da história.
Nós fomos acometidos aí de duas enchentes. A primeira com 174 mm em 3 horas, o que elevou o curso, né, o rio da cidade em 8 m e 48 horas depois a segunda enchente, 120 mm. Isso aí, infelizmente, né?
O que a gente mais lamenta, presidente, é a perda de seis pessoas e duas pessoas desaparecidas até o momento. Em termos de perda material, tivemos a destruição de 14 pontes da zona urbana e 31 pontes da zona rural. Além disso, a cidade totalmente devastada, né, em relação a toda a estrutura.
Perdemos ali várias casas. vários prédios e a força de vontade nossa é muito grande em reconstruir. Estamos aí desde o primeiro momento, né, da enchente na rua trabalhando, né, igual a prefeita Margarida, dos prefeitos também aqui da região, pra gente poder restabelecer a cidade de Ubá o mais rápido possível.
Cidade de Ubá, o maior polo moveleiro de Minas, segundo do país. Nós temos, né, no nosso polo, presidente, mais de 700 indústrias. É um povo trabalhador.
>> Sabia que era São Bernardo? São Bernardo era maior do saúde imóveis da América Latina. >> Agora você diz que é o bar.
>> O bar passou. Então assim, né, nosso nosso povo tá uma dificuldade muito grande, mas pode ter certeza, com todo empenho, né, juntamente com o governo federal que já se prontificou, tenho certeza que nós vamos restabelecer nossa cidade e trazer a tranquilidade que a nossa população tanto precisa, tanto merece. E como a gente conversou, né, anteriormente, ficam aqui, né, duas palavras para representar, né, as nossas cidades da zona da mata, resiliência e esperança.
Tenho certeza que em breve nós vamos sair dessa. Muito obrigado a todos. E para terminar a nossa entrevista coletiva, eu queria pedir ao companheiro Pacheco, que foi o presidente do Congresso Nacional e agora é senador, para falar o que que o Congresso pode fazer para ajudar.
Obrigado, presidente. Bom, muito boa tarde a todas as senhoras, todos os senhores. Meus cumprimentos à imprensa, a quem dedico o meu profundo respeito.
Quero dizer, presidente Lula, primeira dama Janja, senhores ministros de Estado, prefeita Margarida Salomão, vice-prefeito Marcelo Detet aqui estão e a minha solidariedade a todos vocês e a todos os municípios, que a presença do presidente Lula e sua comitiva, de diversos ministros, a iniciativa da implantação de um gabinete estendido aqui em Juiz de Fora para poder dar as respostas devidas à zona da Mata Mineira, são reveladoras de algo que se espera muito de um governante, que é responsabilidade política. Quer saber que em determinados momentos se exige o espírito de estadista para poder cuidar daquilo que é hoje uma grande tragédia nacional, infelizmente, que acometeu a zona da Mata Mineira. Mas é reveladora também, prefeita Margarida, a presença do presidente de toda essa comitiva, da magnitude da lesão do que a zona da Mata enfrentou, dessa tragédia e dessa catástrofe que hoje nós presenciamos e que precisa gerar o espírito de solidariedade federativa, assim como aconteceu em relação ao Rio Grande do Sul, quando eu, presidente do Congresso Nacional, pude mobilizar todo o Congresso, independente de partido, independente de ideologia, independente de Estado da Federação, para concentrarmos as energias naquele instante ao Rio Grande do Sul, que passava por aquele momento trágico e tormentoso.
E diversas iniciativas foram ali tomadas, desde os decretos de calamidade até as medidas provisórias, os projetos de lei, a suspensão de dívida, o a geração de crédito, a recursos extraordinários para os municípios. Então, houve ali uma grande mobilização que acabou fazendo com que experimentávamos, experimentássemos diante de uma grave tragédia de índole nacional, esse espírito de solidariedade que somou todos os partidos políticos e todas as linhas políticas. E nesse instante, mesmo no ano eleitoral, o que se recomenda é isso, meus caros deputados federais que aqui estão, deputados estaduais, vereadoras, vereadores, essa solidariedade, essa união que possa fazer com que todos nós mobilizemos as energias para poder reestruturar, reconstruir a zona da mata mineira.
As vidas perdidas são lamentadas. É motivo de grande tristeza para nós todos. Hoje famílias têm um sentimento de que perderam seus parentes, podendo ter evitado isso, mas nós políticos temos que ter de fato essa responsabilidade que nós não podemos nos dividir, que nós devemos nos unir.
E a partir de segunda-feira, a partir dessa visita que fazemos aqui hoje, deputado Reginaldo Lopes, deputado Ana Pimentel, deputado Igor Timo, deputado Luís Fernando Faria, deputado André Janones, que cheguemos ao Congresso Nacional e tomemos as providências dos projetos necessários, das medidas provisórias necessárias para poder tratar essa tragédia com a dimensão que ela tem e que ela representa, porque é o nosso papel como poder legislativo. Portanto, presidente Lula, a mensagem que dou a cada um dos cidadãos e cidadãs da zona da Mata é, de fato, desse espírito de solidariedade verdadeiro, desse espírito de união de todos nós em favor da reconstrução da nossa querida zona da mata mineira. Dizia aqui o presidente da Caixa Econômica Federal, Carlos Vieira, que Minas é destinatário enquanto estado de 10 a 15% dos recursos federais, das ações da Caixa Econômica Federal.
E que bom que o é. Porque Minas representa exatamente 10% da população do Brasil, 15% do número de municípios brasileiros. E eu fico feliz que hoje seja destinatário de 100% da atenção do presidente Lula.
Muito obrigado, presidente, por sua presença aqui, em nome do Congresso Nacional, em nome da presidência do Congresso Nacional e do presidente Davi ao Columb, que pediu que transmitisse a cada um de vocês também essa solidariedade do Congresso como um todo. Estaremos inteiramente à disposição para que de mãos dadas possamos manifestar a expressão dessa nossa solidariedade com muito trabalho, com muitas entregas e com muito resultado. Muito obrigado, presidente.
Se eu fosse utilizar o microfone que o Pacheco us, eu tinha que subir num caixote aqui. Por que cresceu tanto e porque que eu cresci tão pouco? Deixa a gente terminar esse ato aqui, eh, pedindo para vocês todos aqui, se vocês puderem, se colocar de pé, pra gente sabe, ficar fazer um minuto de silêncio pelas pessoas que morreram na zona da mata em função da enchente.
Obrigado, gente. Gente, um abraço. Vocês ouviram tudo que nós falamos aqui.
Eu espero que a imprensa tenha anotado, espero que tenha gravado no celular, porque vocês t que nos cobrar, tá? tem que nos cobrar, porque esse ano é o ano da verdade nesse país. Esse é o ano em que a gente vai provar quem mente e quem não mente.
Esse é o ano que a gente vai provar quem faz e quem não faz. Esse é o ano que a gente vai provar, sabe que fazer pirotecnia através do celular não resolve o problema da sociedade. O cidadão que fica gravando e fazendo meme em toda hora, sabe?
Brincando de fazer política. Nós vamos desmascarar exatamente nesse ano. Muito obrigado.
Que Deus abençoe todos nós. >> É isso. Nós acompanhamos a visita do presidente Lula as áreas atingidas pelas últimas chuvas em Minas Gerais.
O presidente participou de reuniões entre autoridades locais e federais para discutir o socorro aos moradores das áreas atingidas por fortes chuvas na zona da Mata de Minas Gerais. O desastre atingiu principalmente os municípios de Ubá, Juiz de Fora e Matias Barbosa. Entre as medidas está a instalação de um grupo de trabalho na Prefeitura de Juiz de Fora, que vai funcionar aí como um gabinete de crise e como um ponto de comando federal na região.
Esta estrutura vai permanecer ativa até que a normalidade seja completamente restabelecida. A Defesa Civil Nacional já reconheceu de forma sumária o estado de calamidade pública em Juiz de Fó, o Bá e Matias Barbosa. Cerca de R$ 3.
400. 000 foram empenhados para as duas principais cidades atingidas. Esta força tarefa mobiliza uma série de órgãos federais, como a Força Nacional do SUS, força nacional do SUAS, Ministério da Defesa, de Minas e Energia, da Infraestrutura, Caixa Econômica Federal, Data Preve e também Ministério das Cidades, entre outros.
beneficiários do Bolsa Família e do BPC nas cidades afetadas também terão o pagamento antecipado. É isso, nós ficamos por aqui, mas claro, podemos voltar a qualquer momento com mais notícias do governo e sobre as ações aí de socorro às vítimas das enchentes em Minas Gerais. Até a próxima.