g1 é a origem do cabeça de cuia e na década de 30 o nordeste ainda era ameaçado por uma seca terrível mesmo nas regiões próximas a rios a situação também era precária e no ano de 1932 no piauí às margens do rio poti existe uma pequena vila de pescadores chamada poty velho as águas do rio poty eram cheias de causa e mal assombrados e muitos desses causos o povo dizia ser a culpa da falta dos peixes um dos poucos pescado hoje que tem mais vão ainda permanecerem porto de velho era seu joaquim seu joaquim tinha
nascido e crescido ali como seu pai se tornou um bom pescador e tinha sido com dinheiro dos peixes que conseguiram a construir aquela casa e cuidar da família e uma mulher que se chamava toda solange e o filho de 12 anos chamado crispim é mas a vida para joaquim tinha se tornado um desafio naqueles tempos o rio não dava nada tinha dia que não conseguia pescar nem um terço do que costumava trazer dos tempos bons e naquela noite joaquim teria levado o filho para que o menino começasse aprendeu o ofício do pai crispim não se
importava com aquilo queria mesmo era sair daquelas água e brincar com os outros meninos e ele só ia pescar porque ele obrigado pelo pai e se não fosse apanhava ah mas isso é uma desgraça mesmo nem o peixe a gente pegou até agora esse rio deve ser mesmo amor de suado feito o povo fala o rio desgraçado dos infernos é só sai daí tartaruga e mato gritou seu joaquim crispim se pedia para não dar uma gargalhada na frente do pai não se importava se o pai voltasse para casa sem ter pelo nenhum peixe na verdade
queria mesmo é que não prestasse mais nada para não ser que voltar para ficar com ele outras vezes é uma desgraça mesmo isso falava seu joaquim tirando a rede das águas crispim estranhava a atitude do pai nunca tinha visto ele agir daquele jeito algo puxou seu joaquim para dentro das águas foi tão rápido que crispim nem teve tempo de reagir e ele só ouviu a batida e o sou de água afundando nas águas o pai chamou crispim bom e depois de alguns segundos as águas se acalmaram como antes e o rio ficou em silêncio crispim
sabia que algo tinha acontecido a seu pai [Música] e quando que o spin chegou em casa naquela noite e contou a mãe o que tinha acontecido dona solange choro muito é mas o menino não derramou uma gota de lágrima pelo pai é as pessoas que desapareciam e até mesmo gente morta boiando no rio não era nenhuma novidade todos ali pode ir velho já estava acostumado com isso e depois daquele dia as coisas pioraram para a família de seu joaquim a nossa solange passou a vender frutas e outras comidas na feira para sustentar a casa crispim
nunca quis nada com trabalho quando ele fez 18 anos sua mãe chamou e conversou com ele crispim já está na hora de você arrumar algum trabalho para ajudar em casa quando dona solange falou aquilo parecia que ela tinha esculhambado se sentindo ofendido o jovem rapaz saiu de casa e fornecido e foi até o armazém do afonso e passou a noite bebendo tinha pego na gaveta de casa algum dinheiro que a mãe sempre guardava ali já era umas 15 para meia-noite quando trip voltava para casa eu não queria olhar para a cara da mãe e sabia
que aquela hora a mãe já devia estar dormindo voltava pela beira do rio aliando as águas eu estava bêbado mas em sua mente se lembrava do dia em que o rio tinha engolido seu pai é é emprestada daí só sai mato tartaruga se não tivesse engolido meu pai eu não tinha que trabalhar dizia crispim todo mundo na minha idade só faz se divertir enquanto eu vivo nessa vida é uma desgraça mesmo rio desgraçado tudo por causa desse rio de assado dizia a ele e dentro das águas continuava a subir aquelas bolhas de ar que viu
estourar bem perto de crispim o rapaz parou e ficou olhar para as margens do rio e sentiu que não estava só ali é aquele som tinha vindo do lado do rio quem tinha feito aquilo se perguntava crispim quando ele olhou um pouco à frente vi um vulto negro dentro das águas quem era aquele som de novo deve ser a cachaça fazendo efeito pensava ele bom e deu as costas para aquela visagem pensando se coisa na sua cabeça cheia de álcool chegou em casa e silêncio e se deitou só foi acordar lá pelas duas da tarde
viu que a mãe estava em casa e foi para feira hoje não mãe perguntou ele eu fui não crispim a nossa roça não dá mais nada que possa vender na feira era disso que eu queria falar com você ontem antes de tu sair nós roçado não tem mais nenhum pé de coentro e sua mãe não tem condições de pegar na enxada com o homem da casa essa é sua função o crispim se irritou novamente e acusou a mãe de ver tá aquela história apenas para que ele fosse pescar depois que os ânimos se acalmaram dona
solange você viu uma colher de madeira uma sopa deliciosa para o filho oi dona solange estava ser lixo imaginando que tinha convencido o filho a voltar a pescar e e quando o dia amanheceu crispim pegou a rede que era do pai e entrou no mesmo barco que anos atrás tinha visto o pai sumir bem diante de seus olhos é mas em vez de pescar esconder o barco outros arbustos e eu tô feito besta e ficaram esse rio que não dá nem uma piabinha quando eu voltar eu sei que mãe vai fazer aquela mesma sopa era
só tá tentando fazer o pescar desse ele depois de esconder bem o barco foi até onde uma moça lavar roupas quem era maria de bill a filho do vizinho ao lado e foi até bem perto dela bem devagarzinho o escondido atrás do mato alto que espinho observava sabia que nunca que ela iria querer ele na verdade era já estava de noivado com um rapaz de teresina a minha vontade de agarrar ela a força e de encher de beijo qualquer dia desse é isso que eu vou fazer e ela vai se apaixonar por mim disse ele
bem baixinho para não ser ouvido o resto do dia passou andando pela vizinhança nem mesmo tocou na rede as sete horas da noite voltou para casa fazendo cara de cansado a mãe lamentou e disse que no dia seguinte tinha certeza que ele traria alguma coisa na rede ah e assim os dias foram passando e crispim sempre fazendo aquele fingimento a mãe sempre arrumava um jeito de fazer uma sopa para ele mas logo os ingredientes da sopa emagreceram ficando uma sopa um pouco os legumes e bem rala e até que um dia a mãe só tinha
uma coisa para fazer a sopa o que sopa é essa mãe até a lavagem dos porcos do seu brio trás você mais gostosa gritou ele muito irritado com a mãe não tem tido muita coisa para fazer sopa meu filho tem uma arrumada algumas coisas na feira mas nem sempre consigo hoje eu só arrumei esse osso e cozinhei com sal só para dar gosto para você tomar disse ela chorando ela quer ver se eu tô pescando de verdade mesmo por isso fiz que não tem dinheiro e me dá essa sopa nojenta pensou que o espinho muito
irritado e foi quando arremessou a cuia de madeira cheia de sopa na mãe o objeto pegou em cheio na cabeça e dona solange que caiu no chão crispim vendo que a mãe não se mechia foi até perto ea cutucou com o pé a e foi aí que percebeu que ela estava morta a verdade é que dona solange não come a dias sempre deixando aquela sopa para o filho você preso dizia ele a tv ideia de ir para o barco e fingir que estava pescando só voltaria no dia seguinte e diria que tinha encontrado a mãe
morta eu estava muito nervoso não quer ir para um presídio as águas do rio poty naquela noite estavam muito calma crisp começou a pensar no que faria estava planejando e fugir dali mas antes levaria maria a sua vizinha junto e mesmo que ela não quisesse era isso que ele ia fazer o desgraçado tu matou a tua mãe nem o satanás que quer no inferno espinho ouviu aquela voz e reconheceu era a voz de sua mãe [Música] é mas não podia ser ela ela estava morta [Música] pensava se alguém que tinha visto ele matar a mãe
e quem tá aí eu não matei ela não ela caiu e bateu com a cabeça no chão você jogou a cuia na minha cabeça por causa disso tu nunca mais vai sair desse rio e nem vai poder comer nada que vende esse rio tu vai sofrer cada minuto da tua existência nessas águas de repente dois braços enormes e negros agarraram crispim eo levaram para dentro das águas do rio poxim e quem viu tudo isso ninguém sabe o que se sabe é que o rapaz nunca mais foi visto em terra e tendo sido declarado pelos vizinhos
como autor do assassinato da mãe e depois desse dia o rio voltou a produzir peixes de todos os tipos e foi depois de meses que começaram a surgir aquelas histórias de uma criatura com a cabeça de cuia e os braços muito longos que puxavam as pessoas para dentro da água e as devorava [Música]