público. Dr. Viviane dos Santos Rosa.
Boa noite, Dr. Viviane. Boa noite.
Eh, a senhora era lá do Copador do do Barrador do Barrador, né? E atendeu o menino. Não conhecia ninguém aqui, não, né?
Antes de acontecer isso, o que só está obrigado a dizer a verdade sobre as penas do crime de falso testemunho. Ministério Público. Doutora, boa noite.
Doutora, a senhora foi uma das responsáveis pelo atendimento do Henri ou só chegou depois? Eu fui uma das responsáveis. Logo imediato a chegada dele, primeiro foi a Dr.
Cristina acionada e depois fui eu. Eh, o que que a senhora pode dizer do atendimento, da chegada dessa criança e do atendimento? Ele chegou, eh, fui avisada que tinha uma criança grave, parada e pela equipe de enfermagem me dirigi até a observação, que é um eu tava num lugar à parte e menos de 5 segundos a gente chegou lá e a Dr.
a Cristina já tava fazendo os primeiros atendimentos e ela me passou que era uma criança que tinha chegado que tava em parada. Então a gente estava começando a pegar acesso, eh, ambusando, verificando sinais vitais, eh avaliando a necessidade de uma se uma possível ressuscitação de uma de uma parada cardiorrespiratória. A senhora teve acesso ao relato das pessoas que o levaram?
Relato: "Como assim? Olha, eu tô trazendo porque caiu, bateu a cabeça. Eu tô trazendo que foi atropelado.
Tô trazendo que desmaiou. Na tá na hora que a gente estava fazendo atendimento eh concomitante, a gente começava a fazer alguns questionamentos até para direcionar eh possíveis causas que a gente pudesse reverter naquele momento, né? Perguntei se tinha eh tava tinha febre, se tinha caído, se tinha eh usado alguma medicação de uso contínuo, se tinha alguma doença prévia.
Eh, no primeiro momento, eh, não, não comentaram nada, todas foram negativas, né? e eh com uma segunda que como eu estava em cima da criança fazendo os procedimentos, eu tentei focar e só ouvindo, fazendo perguntas altas verbais de comando para ver se tinha alguma resposta positiva para eu direcionar o que eu poderia fazer de melhor para aquela criança. Depois, no meu segundo momento, quando a gente parou eh a Dr.
Cristina, a gente reserva, reveza esse atendimento para não ficar cansativo na massagem, né, nem no ambusar, nem no intubar. Eh, eu perguntei, falaram que o os dois estavam juntos e eu não me recordo quem comentou naquele momento, mas que tinha ouvido um barulho e se dirigiram até onde a criança estava. Ele estava pálido, com as de extremidades frias.
boquinha roxa, que a gente chama de cianose, e com a respiração ruim. Quando constatam a respiração ruim, a senhora ouviu dizer em quanto tempo eles pegaram essa criança e chegaram ao hospital? Tempo não.
Eu só perguntei se era próximo de do hospital e te falaram que sim, que morava nas proximidades do hospital. Característica alguma dessa criança já estar morta há algum tempo. Eh, não tem, eu não sou perita, né?
Então não tem como afirmar quanto tempo essa criança tava morta. Assim, não tem como eu responder. Quanto tempo.
Só sabe que naquele momento ela estava morta. Ela sim, parada cardiorrespiratória, mas não sabia quanto tempo ela estaria parada. algum pedido para vocês atestarem o óbito naquele momento?
Não. Fora o quadro da criança, que é um quadro anormal, alguma outra situação chamou a atenção da senhora? Também não.
A senhora teve eh alguma ideia do que levara essa criança a óbito naquele momento? no momento da com todas as negativas que a gente perguntou de eh de medicamento, infecção, qualquer outra coisa, não. Tanto que quando a gente não sabe a causa da morte de uma criança ou de algum qualquer outro paciente, a gente tem, a gente indica, né, a gente eh orienta a que vá para fazer a o procedimento da ML para identificar a causa.
E assim foi a indicação e o trabalho de vocês. Sim, muito obrigado, doutora. Você estessa de acusação tem perguntas?
Defesa de Sairin. Dr Viviane, boa noite. Viviane, a senhora informou aqui no na reavaliação médica lá do Barador que a vítima manteve a sistolia durante todo o período.
Sim. A cistolia é morte. A sistolia é sem batimento cardíaco.
Isso significa morte. Sim. Mas tem exat mas tem passivo e tem passivo de recuperação.
Foi o que a gente fez, tentou a recuperação dele através da ressutação cardiopulmonar. Certo? A senhora quando eh a olhou o corpo da da do Henrique eh a senhora observou o quê?
Quantas lesões? Quantas equimoses? Quantas equimoses?
Eh, especificamente não. Eh, eram algumas, não sei denominar quantas, mas algumas no braço, algumas no abdômen, na perna. Na perna é perna, braço, braço e abdômen.
A senhora viu o laudo cadav depois chegou a alerta? O Dr Henrique no dia do depoimento a gente leu junto. Dr Henrique, o delegado.
Sim, sim, sim. E essas lesões que foram apontadas, constatadas no lado do Cadavéico, era as mesmas que a senhora observou lá na no hospital? Eu não vi as fotos, mas algumas Sim.
Que fotos a senhora? As fotos do IML. É, eu não vi fotos não.
Não teve fotos. Teve só do pescoço, né? O corpo inteiro não houve.
Só viu fotos do corpo inteiro? Não, nenhuma. Não deu.
A senhora tem experiência, né? E emergência emergencista tem a senhora já teve oportunidade de receber alguma criança no Barrador estado? Não, de acidente ou com alguma causa inaparente, mas assim já fiz recitação no Barradó de transferir pro outro hospital de referência para pro CTI.
Sim, certo? Só para finalizar, eh, houve dificuldade na intbação do Henri? Sim, houve dificuldade.
Estava com a boca aberta? Não, ele tava com rigidez, dificuldade da gente abrir a boca o que a gente chama de trismo. Se e na literatura médica uma informação de quando e a pessoa tá com trismo é impossível abrir a mandíbula.
a gente ficou com muita dificuldade. No entanto, quem me ajudou foi um um técnico de enfermagem que me ajudou a segurar a boca com os dois dedos dele e eu como um laringo eh eletrônico consegui ir até a glote e tentar entubar. E isso aí sem causar qualquer lesão.
Sim, aparentemente eu não vi nenhuma lesão em dente nem l qualquer lesão durante esse procedimento. Sim. sem nenhuma lesão.
Então esse essa ferida que foi constatada, a senhora quando a senhora viu a senhora não viu, quando ele chegou, a senhora não viu nenhuma faça não, ele tinha uma escolhação no nas narinas. Quando a senhora recebeu Oi, durante a intubação a gente viu uma escolhação nas marinas. É, tá bom.
Tem mais perguntas. Doutora Daniela, me ouve? Doutora, excelência.
Sim. Pois não, a senhora tem pergunta. Só pergunta em relação à à lesão da laceração hepática, se a doutora chegou a ver algum hematoma, alguma, alguma mancha, visualizou alguma mancha e externa?
As únicas, sim. As únicas manchas que foram vistas foram essas e modes que eu acabei de de relatar. Próximas é o fígado.
Não, não. No abdômen, nos membros inferiores e nos braços. Essas manchinhas, essas lesões pequenas, né?
Oi. Lesões pequenas. Lesões pequenas.
Isso. Lesões pequenas. Eh, em relação a essa laceração hepática, ela não teria que ter uma mancha, alguma coisa?
Se foi ela que deu o óbito à criança, a consequência do óbito. Isso só mesmo um perito para avaliar. Eh, foi feito algum raio X, a senhora sábia?
Sim, foi feito um raio X durante não sei lembrar realmente o horário até mesmo do abd mais do tórax, porque a gente tava com dificuldade de expansão e a gente eh viu que tinha um pneumotóx ali e aí já tava até nas responsabilidades da Dr. Fabiana, como eu falei, a gente revesa eh para não ficar cansativo, porque a intubação e a massagem é contínua. Então isso a gente tem um protocolo de tá sempre revesando.
Nessa hora a Dr. Fabiana que tava no chefeando, vamos dizer assim, o preço vedimento. Esse tá esse revesamento da das massagens de ressuscitação, elas também são realizadas pelos enfermedos.
a gente eh revesa assim a principalmente a massagem ou a a ensuflação do ambu. [Música] A senhora recorda o nome do encerreiro que dizia que era um encerreiro bem alto e grande que era da área de adulto atendimento de gêno. O nome dele específico não.
Eu eu sei um apelido que geralmente o pessoal da da chama. A gente tem um cada um da vez acaba tendo um nome mais carinhoso. A senhora pode falar qual seria o apelido?
Foi o Bill. Bill. Eh, ele também você pode desse revzamento?
Oi. Não, ele não. Ele só me ajudou realmente na hora de de segurar a mandíbula com os dois dedos.
Eu segurando os dois dedos e eu com laringo para poder estabilizar a a para não fechar a a boca. Ele deixou só os dedos dele eh posicionados. E eu como laringo fui e introduzi o o tubo de intubação.
A senhora recorda se tem imagem desse raio X? Acredito que sim. Se foi feito e foi registrado, o hospital tem.
Mas não é porque o hospital não encaminhou pr da pra delegacia. [Música] Eh, em relação a o abdomen dele, você já percebeu se ele tava distendido? Eh, a gente não viu nenhuma alteração específica de de de movimento.
A gente não viu o movimento do intestino, a gente não sentia nenhuma massa específica no intestino. era um um abdômen, vamos dizer assim, flácido, mas também com essa essa eh até pela intubação, a gente pode introduzir na hora que ambusa sem o tubo, como é a gente faz, a máscara fica ao redor igual uma máscara do próprio COVID, parte do ar pode ir pro estômago, como vai pro pro pulmão e pode ter distendido o apóio do com gás, mas não daria fora do abdômen se a criança tivesse com o intestino íntegro. Diviane, a senhora pode informar se existe câmeras nessa área de atendimento?
Oi, não entendi essa pergunta. se existem câmeras nessa área de atendimento. No hospital da parte da pediatria, eu sei que tem algumas câmaras, mas não sei se especificamente nessa direção que a gente estava, que é o repouso onde fica as crianças que a gente faz esses procedimentos, tá?
Sem sem mais perguntas. Obrigada, hein? Defesa de Monique.
Eu sem perguntas, tem perguntas, sem perguntas, excelência. Pode encerrar.