Olá turma espero que vocês estejam bem a aula o assunto dessa aula é sobre hemostasia e coagulação quando a gente fala sobre hemostasia e coagulação E aí trazendo avaliação Laboratorial tá para dentro dessa avaliação a avaliação Laboratorial ela tem o objetivo de identificar as causas e também assim definir a das alterações da hemostasia que ela é responsável tanto por doenças hemorrágicas como também doenças trombóticas então na avaliação Laboratorial ela tem esse objetivo de avaliar como um todo a hemostasia que contempla tanto doenças hemorrágicas como doenças trombóticas além né também ela tem uma outra finalidade a
avaliação Laboratorial que é também seu útil na monitorização da terapia antitrombótica que inclusive ela é bastante utilizada E aí quando nós falamos sobre exames dermatológicos para poder fazer essa avaliação da hemostasia e da coagulação nós temos tanto o hemograma completo que nós já vimos esse hemograma completo onde ela tem sessões esse hemograma ela tem a sessão em que vai avaliar a série vermelha os glóbulos brancos mas também vai fazer a avaliação da plaqueta né então ela tem a sessão que é chamado de plaquetograma onde no no plaquetograma ela vai fazer tanto a contagem de plaquetas
né como também vai medir o volume das plaquetas então atualmente os contadores eletrônicos atuais onde são realizados os hemogramas eles fornecem uma contagem né automatizada de plaquetas da quantidade de plaquetas onde essas plaquetas elas vão variar né entre os valores de referência em torno de 150 a 450.000 eh né uma quantidade né Essa Contagem por por microlitros ou milímetros cúbicos de sangue tá então ela vai variar em torno de 150 A 450.000 tá E além da Contagem ela também esses contadores os os contadores eletrônicos atuais também fornece o VPM que é o volume plaquetário médio
né que vai dizer que vai determinar a variação do volume médio dessa plaqueta em que é fornecido o resultado em fentolitros tá E aí só Relembrando né assim as plaquetas elas são células bem pequenas são células que não contém núcleos são anucleadas são de tamanhos bem variados tá E aí elas são arredondadas ou pode ser ovoides também também geralmente o citoplasma delas são azul claro um azul bem clarinho com a presença de grânulos uns grânulos mais vermelhos né um vermelho púrpura bem homogêneo que é distribuído dentro do da célula de forma bem homogênea e na
coloração a gente consegue visualizar essas células bem pequenas tá então nos contadores eletrônicos no hemograma ela fornece tanto a contagem e também mede simultaneamente o tamho das plaquetas onde o resultado é dado em relação ao número de plaquetas que é fornecidos por microlitros ou milímetros cúbicos de sangue né o volume de sangue e o VPM que é o volume plaquetário Médio Mas a aula em si ela tem o foco da gente falar da gente conversar sobre coagulograma tá E aí para iniciar o coagulograma é preciso a gente buscar a gente entender a visão Ger a
visão Geral do sistema de coagulação quando nós falamos desse sistema de coagulação tem envolvimento de componentes que são considerados os componentes PR coagulantes Então são aqueles componentes que vão realizar coagulação os componentes anticoagulantes que vão evitar né a coagulação e os componentes fibrinolíticos que são aqueles que vão degradar os coágulos que foram formados então na visão Geral do sistema de coagulação a gente precisa ter um equilíbrio entre aquele aqueles fatores que atuam como procoagulantes aqueles fatores que atuam como anticoagulantes e aqueles fatores que atuam como eh fatores fibrinolíticos Então os agentes coagulantes são aqueles que
são responsáveis pela realização da hemostasia quando sofremos algum tipo de hemorragia E aí é no no eh são os agentes coagulantes são aqueles agentes em que vai envolver todo o sistema de hemostasia onde é dividido em hemostasia primária e hemostasia secundária já os agentes anticoagulantes são aqueles agentes que vão evitar a formação de coágulos desnecessários Então se tem os agentes coagulantes onde vão formar a a coagulação e nós temos os agentes anticoagulantes que vão justamente equilibrar esses coag que estão sendo formados para que não sejam formados de forma excessiva né formação de coag desnecessários então
é como se no estado basal do nosso corpo os agentes coagulantes e os Agentes anticoagulantes eles se anulasse ou seja eles ficassem em equilíbrio para evitar a formação de trombos ou para evitar a formação de sangramentos E assim a gente tem um equilíbrio quando a gente chama de sistema de coagulação a gente tem um equilíbrio nessa anestasia e existe os agentes fibrinolíticos que são os agentes que em situações de sangramento e formação de trombos eles vão eventualmente entrar em ação para dissolver esses trombos é justamente nesse ponto que a fibrinólise vai atuar então no sistema
de coagulação a gente precisa ter esse equilíbrio entre os fatores procoagulantes os fatores anticoagulantes e os fatores fibrinolíticos no sistema de coagulação Como eu disse né o equilíbrio entre os agentes procoagulantes a hemostasia primária e a hemostasia secundária que são os dois tipos de hemostasia que fazem parte da ação procoagulante com os agentes anticoagulantes e com os agentes fibrinolíticas a gente consegue ter uma noção né da Visão Geral do sistema de coagulação que envolve os diferentes tipos de fatores e que precisa desse equilíbrio para que o sistema de coagulação ele esteja funcionando normal ele esteja
funcionando de forma equilibrada a hemostasia E aí falando eh de forma rápida fazendo uma explanação para que a gente possa entender e aí buscar aquilo que já foi estudado em relação à hemostasia em em relação aos agentes anticoagulantes e os Agentes fibrinolíticos então aqui o intuito é fazer uma explanação uma abordagem rápida para que se Busque as informações de cada fator pra gente então depois entrar na avaliação Laboratorial a hemostasia ela é dividir em hemostasia primária e hemostasia secundária na hemostasia primária é aquela hemostasia que ela envolve a interação das plaquetas a ação das plaquetas
seja a ação das plaquetas na interação das plaquetas com os componentes do endotélio Ou seja a interação das plaquetas com as proteínas plasmáticas como por exemplo a a proteína chamada fator de vulv lembr grande né Então essa hemostasia primária ela tem o objetivo de fazer aquela ação Inicial por isso que ela é chamada de primária então ela vai fazer o estancamento do sangramento aquele estancamento Inicial onde vai ter como participação a ação das plaquetas para poder formar o tampão pla tá E aí depois em seguida vem a ação da hemostasia secundária onde na hemostasia secundária
ela vai evitar o ressangramento então é como se ela fosse fazer a finalização daquilo que foi feito na hemostasia primária e aí Aqui onde vai vão entrar os fatores daquela cascata de coagulação onde são divididas né em e fatores intrínsecos fatores incos para depois se ter a via comum e aí finalizando com a formação da rede de fibrinha a hemostasia ela envolve esse equilíbrio da ação da hemostasia primária onde inicia primeiramente com o estancamento do sangramento e finaliza com a hemostasia secundária para que possa ser feito um tampão eh final um tampão definitivo para evitar
o rang então falando da hemostasia primária na hemostasia primária como eu já bem disse ela envolve a participação das plaquetas onde as plaquetas elas possuem diversos grânulos né em seu interior a onde são armazenado uma série de moléculas que após sua ativação após serem ativadas essas plaquetas elas são liberadas para fora da célula Tá além disso nas plaquetas a membrana da plaqueta ela possui diversas glicoproteínas que também tem um um um papel muito importante nesse processo de hemostase né de participação da hemostasia primária e existe também na hemostasia primária a participação de proteínas plasmáticas como
principalmente aí entrando o fator de VV li brante onde possui uma grande importância tá porque ele é produzido pelas Células endoteliais E aí ele pode ser encontrado de duas formas armazenado dentro dos grânulos das plaquetas ou livre no plasma que é justamente esse fator de VV lembran onde ele vai fazer uma ligação tá das plaquetas ao endotélio que foi lesado então na hemostasia primária que é o primeira a primeira etapa do processo de estancamento do sangue após o vaso sanguíneo ele sofrer uma lesão vai acontecer o quê vai ocorrer a formação de um tampão plaquetário
Inicial Então vai envolver a participação das plaquetas onde essas plaquetas elas vão interagir com a parede do vaso sanguíneo que foi lesionado ou que foi lesado tá com o intuito com o objetivo de interromper temporariamente esse sangramento Então a partir do momento em que se tem uma lesão do vaso sanguíneo o vaso sanguíneo ele expõe o colágeno tá E aí esse colágeno uma vez exposto vai começar a ativar plaquetas tá Para que essas plaquetas elas sejam recrutadas até o vaso sanguíneo que foi lesado que foi lesionado para que aconteça a Adesão plaquetária né Essa plaqueta
ela vai se ligar ao colágeno que foi exposto ela vai ser aderido ao colágeno que foi exposto e essa ligação acontece justamente por esse fator o fator de Von lembrante e E aí essa intermediação desse fator faz com que a plaqueta ela fique aderida ao colágeno que foi exposto por conta da lesão então inicialmente a hemostasia primária ela vai formar esse tampão plaquetário onde se tem a participação desse colágeno do fator e a participação da plaqueta nessa figura vocês podem observar também né que além da ativação da plaqueta com a liberação de grânulos existe também
glicoproteínas na membrana da plaqueta que vai lhe auxiliar também nessa ligação Então essas plaquetas ativadas elas mudam de forma e liberam várias substâncias vários grânulos eh como o tromboxano A2 os fosfolipídeos plaquetários as proteínas de adesão plaquetária que vão recrutar ainda mais plaquetas para o local para poder formar aquele tampão plaquetário grande extenso né para que possa ser então feito esse agregado plaquetário tá então dando continuidade na hemostasia primária se tem o qu essa agregação plaquetária onde as plaquetas elas se unem umas às outras formando um tampão plaquetário né que é uma barreira temporária que
vai interromper aquele sangramento inclusive né a gente observa aí a participação do fibrinogênio tá o fibrinogênio ele é uma proteína plasmática que vai estar ali e presente no nosso plasma tá no nosso sangue e que vai também fazer auxiliar nessa conexão nessa ligação nessa agregação plaquetária E aí depois entra quem entra a hemostasia secundária que é a segunda fase do processo de coagulação sanguínea onde tem o objetivo de estabilizar aquele tampão plaquetário que foi feito né que foi criado na hemostasia primária então na hemostasia secundária ocorre o quê a ativação de várias proteínas plasmáticas que
são chamadas de fatores de coagulação onde resulta na formação de uma malha de fibrina que é uma uma malha de fibrina bem consolidada é uma Malha de fibrina que é bem sedimentada tá E aí garante a a a a estanc agem garante o estancamento né a cessação do sangramento de forma mais dur adora né de forma realmente com que evite um ressangramento como eu falei inicialmente eh fazendo uma uma uma abordagem né uma uma explanação inicial da hemostasia primária onde ela envolve a Adesão plaquetária a ativação plaquetária a formação da agregação plaquetária né na adesão
plaquetária ela tem a participação do colágeno que é exposto pelo o vaso endotelial que foi lesado ela tem a participação das glicoproteínas que também fazem essa adesão inicial das plaquetas ao colágeno e tem a participação do fator de VV lembrante onde ela faz uma conexão mais firme da plaqueta ao colágeno que foi exposto pelo vaso que foi lesionado que foi lesado tem também a ativação Da plaqueta onde ela vai erá diferentes tipos de grânulos né então como o tromboxano A2 e proteínas de adesão plaquetária serotonina que vai promover a vasoconstricção e regulando ali o fluxo
sanguíneo fosfolipídeos plaquetários dentre outros e a agregação plaquetária com a participação do fibrinogênio a essas glicoproteínas que estão presentes na membrana da plaqueta Tá formando tudo isso aquele tampão plaquetário ário né onde depois vai entrar a hemostasia secundária que vem com os fatores de coagulação onde nós temos a via intrínseca e a via extrínseca tá onde vocês aprenderam anteriormente né Eh os diferentes tipos de fatores de coagulação que são aqueles fatores que vão atuar na Via intríseca né onde a via intríseca ela tem a finalidade né Ela é uma ela é uma via que envolve
o sistema de contato tá E aí o contato do sangue com a superfície de carga negativa que é o colágeno ela vai então dar prosseguimento na hemostasia secundária e tem a via estría que envolve o quê o sistema de lesão endotelial então é o contato do sangue com o fator tecidual liberado das celas subet aliais após a lesão então esses fatores de coagulação seja na via ou na Via extr elas no final elas vão entrar numa via comum onde vai onde vai formar Justamente que o objetivo final da hemostasia secundária é formar essa rede de
fibrina que é uma rede de fibrina consolidada que ela entra né tanto a via intrínseca como a via extrínseca elas vão entrar numa via comum então elas vão se interligar elas vão se encontrar na via com um que vai justamente ter como ação a a a atividade do fibrinogênio né onde eu tenho uma protrombina que ativa a trombina que por sua vez esse fator ativado que é a trombina ela vai conseguir transformar fibrinogênio que nós temos no plasma vai conseguir transformar em fibrina E aí essa rede de fibrina ela faz a finalização da hemostasia secundária
que é uma rede consolidada dada para poder conter aquele sangramento E aí a gente finaliza o sistema de coagulação que é o sistema que envolve a hemostasia primária tá eh e aí ação inicial das plaquetas e da hemostasia secundária onde nós temos a via intrínseca a via extrínseca e a via comum né entrando aí com a ação do fibrinogênio para poder formar a rede de fibrina além disso né como foi falado lá no início da aula eu preciso ter um equilíbrio não esqueça que eu preciso ter um equilíbrio entre eh os agentes procoagulantes entre os
agentes anticoagulantes e os Agentes fibrinolíticos tá então nós temos também como a gente falou os agentes coagulantes que promovem a coagulação os agentes anticoagulantes que evitam a coagulação e os Agentes fibrinolíticos então além da coagulação nós precisamos também ter um equilíbrio tá que é ação dos agentes anticoagulantes onde são agentes que vão regular aquilo que se tem envolvido no processo de coagulação que é a hemostasia primária e hemostasia secundária Então são os agentes anticoagulantes que vão inibir ou regular a hemostasia primária então elas vão ter ação nas plaquetas Como por exemplo o óxido un as
prostaciclinas e tem os agentes anticoagulantes que vão regular ou vão inibir a hemostasia secundá então elas inibe ou destrói aqueles fatores que estão envolvidos na Cascata n n na cascata de coagulação que é o que está relacionado com a hemostasia secundária né E aí nós temos a proteína C A proteína S os inibidores do fator tecidual dentre outros e também nós temos na visão Geral do sistema de coagulação os agentes fibrinolíticos que são aqueles agentes que vão atuar como ativador tecidual do plasminogênio tá onde depois de formado o o a rede de fibrina eu preciso
degradar essa rede de fibrina tá para voltar tudo ao normal para regularizar tudo normal então ela vai ativar o plasminogênio para se transformar em plasmina E aí a Ina ela é uma enzima que tem que função ela é uma enzima que consegue degradar né Essa rede de fibrina que foi formada esse coágulo de fibrina que foi formado por isso ele é chamado de agente fibrinolítico então aí vocês viram uma rápida explanação do sistema de coagulação né como todo uma visão Geral do sistema de coagulação onde é necessário onde é envolvido tá onde se tem o
envolvimento dos agentes procoagulantes né E aí entra a a coagulação da hemostasia primária e secundária os agentes anticoagulante tá e os Agentes fibrinolíticos então entrando agora especificamente na avaliação Laboratorial tirando o hemograma né que a gente já falou mas entrando na na avaliação né n das técnicas que tem como função avaliar a hemostasia primária avaliar a coagulação avaliar os sistemas reguladores de coagulação e o sistema fibrinolítico essas técnicas elas são divididas justamente nessas funções tá no sistema como um todo tanto na hemostasia primária né na coagulação envolvendo a hemostasia secundária no sistema que regula a
coagulação e no sistema fibrinolítico então coagulograma o coagulograma gente quando a gente fala de coagulograma ele é composto principalmente por três testes que é o tempo de protrombina que é conhecido como Tap ou ou TP n mais popularmente conhecido como Tap tempo de tromboplastina passal ativada que é o ttpa se tem a contagem de plaquetas e se tem o tempo de sangramento tá existe outros exames também que compõem o coagulograma como por exemplo teste da agregação plaquetária né também ele pode ser feito e a análise da prova do laço para poder verificar a fragilidade capilar
também ele é utilizado embora ele não seja específico por exemplo por exemplo para poder avaliar uma fragilidade capilar decorrente de alguma deficiência mas ela também pode ser avaliada como a prova do laço ela também pode ser solicitado em casos de dengue né onde a gente tem uma diminuição de plaqueta Então ela também pode ser solicitado E aí são esses outros exames que podem compor também o corrama aí vai depender da finalidade tá alguns exemplos de indicações Gerais onde é solicitado qu agrama né então para avaliação preventiva para procedimentos cirúrgicos a investigação para investigação clínica de
distúrbios hemorrágicos né a avaliação de Estados pré-trombótico e e trombofilico terapias né quando se faz uso de medicamentos dentre outras mas principalmente para essas quatro indicações é solicitado coagulograma começando aí pelo tempo de protrombina pelo Tap o Tap gente ele é um teste muito eh solicitado né que vai fazer uma avaliação da coagulação sanguínea tá E ele ele é um teste que ele consiste na determinação do tempo de formação do coágulo de fibrina então ele vai avaliar o tempo em que é formado o coagro de fibrina mas aí formado o coagro de fibrina de forma
eh externa né então coagro de fibrina que é formado quando ele é submetido a um um um um um um experimento quando ele é submetido a um cenário Laboratorial tá E aí o tempo o Tap ele vai avaliar os fatores que estão envolvidos na via extrínseca da coagulação né E aí é feita a é feita através da coleta de uma amostra de sangue né onde ela é coletado com o anticoagulante o c o citrato de sódio tá onde é utilizado então o tá E aí essa amostra de plasma ele é submetido a um ativador da
Via extrínseca então é adicionada a tromboplastina tecidual juntamente com o cálcio e aí a gente é colocado né o plasma com esse reagente que é a tromboplastina tecidual que é o fator TR e o cálcio onde ele é colocado no aparelho tá e um aparelho que é chamado né que é denominado de coagulômetro né E aí ele é colocado nesse aparelho e vai justamente avaliar a ação ela vai avaliar a presença dos fatores extrínsecos que participam da via extrínseca da coagulação né e a lei dos fatores extrínsecos também ela avalia a via comum que é
a via final onde se tem o encontro né dos dos dois tipos de via tá E aí o exame ele é observado em relação ao tempo em segundos em que leva para formar o coágulo de uma de uma forma geral o valor de referência do tap é de 9,5 a 13,5 segundos né que é o valor de referência que é um valor eh normal para poder se formar eh o qugo de fibrina então o tempo de protrombina o Tap ele serve né Eh para ele tem diferentes fenomenalidade ele está alargado então está aumentado por exemplo
em caso de deficiência do fator de coagulação no caso da Via extrínseca e da Via comum então ela vai demorar a formar o coágulo de fibrina porque tá deficiente estão deficientes esses fatores né também muito utilizado para avaliar a coagulação intravascular disseminada né também muito utilizado para poder avaliar o efeito de algumas de alguns medicamentos como pacientes que fazem uso de vafina tá e se tem um encurtamento do tap quem faz suplementação de vitamina K né por conta da da ação eh coagulante que ela tem quem faz transfusão de plasma e em caso de trombofilias
é muito importante gente e a gente saber né que o Tap além do resultado que é fornecido em segundos o Tap também ele é fornecido é o próprio aparelho que libera tá os segundos né o tempo de formação do quo de fibrina em segundos tá E também ele libera esse inr inclusive os médicos solicitam muito Tap para poder avaliar o inr que é a relação normatizada internacional o que que ela significa esse NR ele é um cálculo que o próprio aparelho faz calcula né que ela vai fazer uma relação entre o Tap da amostra então
o Tap do do do paciente que está sendo analisado com base num Tap controle normal que ele é feito inicialmente quando a gente abre o kit do reagente que tem lá a adição da tromb plastina tecid e o cálcio né então quando quando a gente abre aquele kit aquele reagente a gente faz esse cálculo né da média do tap do controle normal né que é uma calibração que a gente faz que a gente chama Então esse NR ele faz uma relação entre o tempo o Tap da amostra do paciente com o Tap de um controle
normal E aí para que que serve isso porque como esse esse Tap né os reagentes eles acabam levando a muitas interferências a uma variação no resultado entre os diferentes Laboratórios clínicos então para se ter uma padronização né com o objetivo de calibrar esse Tap para reduzir as variações né para reduzir as interferências dos resultados do tap se utiliza também esse inr inr né então tanto o o aparelho ele libera os segundos o tempo de formação do quadro de fibrina como ele faz uma relação desse tempo comparando com a média de um Tap de controle normal
né Essa média do tap de controle normal ele é feito em uma curva de calibração previamente estabelecido tá Para que diminua esses ruídos na variação do resultado e aí o valor de referência ela é em torno de 1,25 tá E quanto maior inr né maior risco de sangramento tá e ele é muito então por isso que ele é muito utilizado né para poder fazer essa avaliação em relação ao risco de sangramento principalmente quem faz uso de medicamentos anticoagulantes o outro né que faz avaliação da coagulação E aí não esqueça né que a gente tá analisando
eh parâmetros né exames que fazem aquela avaliação da hemostasia secundária porque a gente tá avaliando os fatores de coagulação da Via intríseca e da Via extrínseca né Já viu o Tap que foi da Via são os fatores de os fatores de coagulação da Via extrínseca e da Via comum e aí nós temos o o ttpa Né que é o tempo de tromboplastina parcial ativada onde aqui ela diferente do tap porque aqui ela avalia os fatores de coagulação mas aqueles que estão envolvidos na via intríseca e na Via comum tá então ela é uma ele é
feito de forma semelhante também ao Tap então é submetido então é feito utilizando amostra de plasma coletado com citrato de sódio né avalia a via intrínseca e a via comum tá E aí aqui ele consiste na determinação do tempo de coagulação também do plasma onde esse tempo também ele é fornecido em segundo mas aqui ele é submetido a um um o plasma ele é adicionado ele é submetido a um ativador de sistema de contato que é um ativador da fase de contato né da coagulação com a cefalina com um reagente chamado cefalina que é um
fosfolipídio né que é como se ele tivesse substituindo o fosfolipídeo da membrana plaquetária já que nós estamos utilizando plasma que é pobre em plaquetas para que a a gente possa ter condição de avaliar os fatores de coagulação da Via intríseca em que é necessário justamente né e e eh esse esse fosfolipídio né assim é como se fosse simulando um fosfolipídeo da membrana plaquetária tá então por isso que a gente utiliza a cefalina para então ter condição de avaliar aqueles outros fatores de coagulação que são os fatores da Via intrínseca tá então que o valor de
referência ele é em torno de 30 a 40 segundos né da mesma forma que o tá o ttpa Ele também é um método coagulometria de coágulos de fibrina em que ele é detectado foto fotometricas que são denominados coagulômetro né então são os próprios aparelhos chamados de coagulômetro que fazem a dosagem do tá do TPA aqui também se tem situações em que leva alargamento do do o assim como o tá do ttpa também como deficiência dos fatores de coagulação no caso os fatores principalmente da Via intríseca né na coagulação intravascular diseminada na doença quando você tem
uma deficiência do fator de VV lembr Grand quem faz uso de heparina então todos esses essas situações você tem um alargamento do ttpa tá o encurtamento em caso de Câncer em casos de trombofilias se tem uma diminuição um encurtamento e é então assim rapidamente há uma formação do do do clag de fibrina contagem de plaquetas também faz parte do coagulograma onde a contagem de plaquetas Ela tanto pode vir no hemograma quando é solicitado né mas ela também na na no próprio laudo do qual olograma no exame com agrama ela vem essa contagem de plaquetas onde
a contagem de plaqueta ela vai ser um parâmetro que vai avaliar o que é a hemostasia primária porque Lembra que eu falei que a hemostasia primária ela vai justamente envolver a interação das plaquetas onde ela vai formar aquele agregado né plaquetário para depois entrar a hemostasia secundária onde tem esses fatores onde eu avalo o noap e no ttpa então contagem de plaqueta hemostasia primária Então ela representa também uma parte muito importante no qug olograma tá após um evento hemorrágico o primeiro passo da hemostase consiste né na agregação plaquetária onde vai formar tampão inicial a contagem
de plaqueta ela é feita no sangue coletado com edta Então ela sai no resultado do hemograma eh e aí vem eh somado ao lado do calculr tá como eu já falei para adultos uma um ponto muito importante gente é que as plaquetas ela não faz diferença em relação ao sexo feminino e ao sexo masculino ela tem um único valor de referência que vai de 150 a 450.000 né plaquetas conta de plaquetas número de plaquetas por microlitros de sangue ou milímetros cúbicos de sangue então é um valor acima do normal né na que se chama de
tromb dose ela traduz um estado mais hiper coagul então uma grande quantidade de plaqueta então um estado hiper Hiper coagul um valor abaixo do normal que é a trombocitopenia ela traduz a um estado mais tendencioso ao sangramento tá E aí assim existe né antigamente se tinha a contagem de plaqueta manual mas é ela diferente da hemácia e dos leucos ela é uma montagem que geraa muitos resultados variáveis Então ela tem uma especificidade muito baixa uma sensibilidade muito baixa então ela não é recomendado fazer a contagem de plaqueta manual é realmente por meio de equipamentos automatizados
então é importante lembrar que as plaquetas não fazem parte apenas do sistema de coagulação ela faz parte né do sistema hematopoiético então por isso o raciocínio Clínico ela deve ser mais amplos não só ente voltado para doenças né como as coagulopatias tá porque justamente as plaquetas ela compõe também um hemograma é uma das seções né do hemograma completo que a gente costuma dizer completo né E que é utilizado em diversas outras situações clínicas inclusive para fazer avaliação de anemias de leucemias de doenças infecciosas dentre outras tempo de sangramento É também um outro teste que pode
ser realizado e que às vezes é solicitado onde o tempo de sangramento ela avalia também a hemostasia primária tá esse tempo de sangramento ela mede a função plaquetária em vivo né então diferente de outros testes que a gente avalia né que que existe tem testes tá embora seja mais caro mas tem a a a a que permite fazer a avaliação da função plaquetária mas que não é em vivo né que aí utiliza por exemplo aparelhos são chamados de agregometria se plaquetar e vivo Então ela consiste né em uma indução de um sangramento por meio de
uma incisão na pele de modo a lesar pequenos vasos que é onde vai entrar o quê o processo envolvendo a hemostasia primária então é um exame que detecta o tempo que o organismo leva para acessar um pequeno sangramento que vem justamente entrando a hemostasia primária tá então o procedimento ele é conhecido como teste de Duck onde consiste como eu já falei fazer uma pequena e quase indolor incisão na pele geralmente é feito no lóbulo da orelha tá E aí a partir do momento que você faz a incisão você começa a marcar o tempo para verificar
em quanto tempo né vai levar para poder estancar essa leve incisão que foi feita no lóbulo da orelha tá E aí o tempo de referência ele é em torno de 1 a 3 minutos porque é uma lesão muito pequena é feito num local onde se tem pequenos vasos envolvidos né para poder fazer aquela avaliação Inicial eh da hemostasia primária ão o significado Clínico né se tem um aumento em casos de trombocitopenia de moderada a severa quando você tem uma função plaquetária normal quando se tem uma doença quando você tem uma deficiência do fator de vfem
bran quando se tem uma fragilidade capilar em casos de púrpuras né trombocitopênica presença de produtos de degradação de fibrinogênio dentre outros significados clínicos né Às vezes até na deng eles esperem também esse tempo de sangramento e existe outros exames tá que assim não é o comum não é o carro chefe né mas em determinadas situações podem ser solicitados né que é a dosagem de proteínas que participam do sistema regulador de coagulação né como por exemplo a proteína C não é a proteína C reativa tá gente a proteína C reativa ela é uma proteína que participa
do processo inflamatório né é uma é uma proteína seesse reativo é uma proteína que está lá envolvida no processo inflamatório do sistema imunológico essa proteína se que eu estou falando ela é uma proteína que é produzida end né de forma endógena ela nós temos essa proteína nós produzimos normalmente essa proteína assim como a proteína S assim como a proteína chamada antiobesidade controlar a coagulação então é como se fosse é como se fosse n eles são anticoagulantes endógenos naturais né E aí em casos de deficiência a gente precisa desses dessas proteínas para poder regular a coagulação
porque se tiver uma coagulação excessiva em quantidade se eu não tiver essas essas proteínas que regulam a coagulação essas proteínas anticoagulantes endógenas naturais normais eu vou ter sempre o sistema né a coagulação sendo formada E aí sendo formado o quê trombos né tendo uma formação de coágulos em excesso a formação de trombos em excesso então preciso sim para poder né o sistema de coagulação sistema como um todo além de formar os coágulos eu preciso também ter um sistema que equilibra a formação desses coágulos eu preciso de um sistema que Evite a coagulação que Evite a
formação de trombos como eu falei lá no começo ele é como se eles se anulasse né que na realidade eles estão em equilíbrio então a dosagem dessas proteínas ela é muito útil na avaliação de pacientes com com quadro de trombose venosa para poder identificar quadros de trombofilia tá então ela tem essa finalidade né E aí você pode pode ser feita a dosagem principalmente da proteína Essa é a mais solicitada essa dosagem ela pode ser feita por meio de método funcional que avalia a atividade da proteína né que aí Ela utiliza substrato substrato cromogênico eh e
aí a leitura ela é feita em equipamentos específicos equipamentos chamados também quag lômetros E aí já são equipamentos mais modernos tá e também pode ser feito por eh ensaios imunológicos e aí entra a nefelometria e o Eliza que são os mais utilizados né mas aí são em laboratórios mais especializados e o dedímetro sim que o dedímetro El inclusive ele é muito solicitado até mais do que a dosagem de proteína S né proteína C né que aí o dedímetro ele é um produto um produto prov do sistema fibrinolítico que é o terceiro que a gente precisa
também ter para poder estar em equilíbrio da coagulação e pra gente também poder estar em equilíbrio do sistema anticoagulação né que aí entra o sistema fibrinolítico então ele vai avaliar a atividade fibrinolítica Então são testes que avalia o sistema capaz de dissolver o coaco né sanguíneo que é justamente a avaliação da ação fibrinolítica ela dissolve o coagro de fibrina porque não adianta estar tá somente feito com áo de fibrina precisa também depois de finalizado depois de se ter um estancamento um controle daquele sangramento eu preciso entrar entrar com o sistema que vai degradar esse coágulo
de fibrina tá eh e aí existem diferentes testes né existe por exemplo tempo de lí da e oglobo plasminogênio né do ativador tecidual de plasminogênio mas o mais solicitado é o dedímetro tá que é um teste bastante confiável ele é muito sensível que avalia a deposição de fibrina né os valores elevados de dedino eles indicam a presença de níveis anormais de produtos de degradação de fid no organismo então o Dedim ele é um produto específico exclusivo de de degradação da FIB né e não do fibrinogênio então ele é específico somente da fibrina tá e não
do fibrinogen Então ela é específico para poder mostrar atividade fibrinolítica né em relação decorrente da formação de fibrina que Depois de formada ela entra o sistema fibrinolítico tá então é um teste que consegue detectar a presença de diferentes fragmentos de fibrina ou de fibrinogênio ados pela plasmina né como tinha falado anteriormente a plasmina ela é uma enzima que consegue degradar o quargo de fibrina E aí o dí ele é um produto específico que vem como resposta do coarro de fibrina que foi degradado por quem pela plasmina tá então a elevação do dedímetro do dímero ele
pode ser causado por exemplo pela trombose venosa profunda pela embolia pulmonar pela coagulação intravascular disseminada né Eh em traumas também cirurgias infecções recens então também ele pode ser solicitado o dímero tá que ele pode estar aumentado Eu lembro que o Dedim ele foi muito solicitado na época da covid né que aí ele fazia uma correlação com uma infecção recente Então são testes que avalia o sistema capaz de disolver o qu Ou seja a avaliação da ação fibrinolítica e aí especificamente o Dedim ele mede a concentração dos produtos que foram provenientes da degradação da fibrina E
aí ele detecta a presença de diferentes fragmentos de fibrina sendo o deino o único que deriva exclusivamente da da fibrina né e não do fibrinogeno e há vários métodos disponíveis né os melhores e os mais comuns são aqueles quantitativos e que são Inclusive inclusive feitos de forma muito rápidas rápida são aparelhos portátil assim são aparelhos pequenos né que a gente utiliza e em torno de 10 minutos ele dá concentração do dedinho alguns exemplos né de disturbios de coagulação onde envolve essa avaliação Laboratorial como por exemplo na púrpura trombocitopênica hiop eh na TPA na púrpura trombocitopênica
trombótica né na na doença que envolve a a deficiência do fator de ffil membran e nas hemofilias principalmente a a e a b que são doenças que vão estar que que são condições envolvidas né com a deficiência dos fatores que participam da cascata de coagulação Então é isso o assunto que envolve né como objetivo a a coagulação a hemostasia a coagulação sanguínea né Eh que tem como objetivo fazer um um um uma abordagem Laboratorial para poder identificar né para Que ela possa ser utilizado com o intuito de detectar né ou de monitorar tanto doenças hemorrágicas
como trombóticas l