E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] E aí E aí E aí [Música] E aí E aí E aí [Música] O olá boa noite me chamo Marcos Sou padre da ordem dos cavaleiros da igreja hoje tenho 75 anos e devido a problemas de saúde não pude mais em combate a esses demônios já contei outro relato aqui no canal mas acho que esse que Contarei a vocês agora é o que mais marcou até hoje o ano era 1980 quando formos chamados para uma missão na cidade de Morro do
Maranhão era o segundo chamado para um pequeno povoado da cidade que vinha sendo atacado por um lobisomem arrumamos nossas coisas e fomos para mais um combate algum tipo de criatura e ao chegar à cidade um rapaz veio nos buscar em uma carroça para nos levar não para a igreja como era de costume mas para uma fazenda onde estava acontecendo os ataques no caminho eu e os outros padres estamos brincando com a situação Já chegamos na fazenda e um velho senhor veio ao nosso encontro pediu minha benção e foi logo dizendo o padre te quase seis
meses que eu e o povo daqui não sabemos o que é sossego um demônio do inferno está comendo às criações aí eu falei para ele se acalmar tudo ia dar certo ele disse que na fazenda Estamos todos com medo da tal criatura eu perguntei se alguém já tinha visto que era e ele falou que sim é um cachorro só que anda de pé e Honra consumo se tivesse caindo e à noite eu preparei junto com os outros dois padres as nossas coisas o padrão sempre aonde fogo punhal correntes e uma besta de fecha e a
noite caiu sentamos na varanda da casa enquanto o povo dormia a gente fazia rondas constantes para analisar o local nunca era costume na primeira noite essas criaturas aparecer e quando de repente o padre Antônio gritou Ave Maria correndo para lá e me deparei com uma situação horrível a criatura estava montando uma casa de taipa procurando um local para entrar num gigantesco só que andava sobre duas patas e quando nos viu mostrou As presas Padre Antônio foi igual outros parando e a criatura se jogou contra a porta derrubando e nesse momento começou uma horroroso dentro da
casa era um grito de mulher e choro de crianças eu tentei entrar mas criaturas já voltando de dentro da casa passou por cima de mim na boca ela trazer um bebê de colo arrancado dos braços de uma mãe e tirar a total à criatura tentava correr para o Mato e começou a gritaria o povo da Fazenda acordou constantes tiros foram em alvoroço era Total os dois padres fizeram circo próximo ao Igarapé já eu e sentido a mata e pude ver quando a criatura colocou a criança no chão e já estava abrindo a boca nesse momento
foi quando eu disparei uma barra bem ombro daquele cão ele se virou para mim e começamos uma luta ele tentar me morder mas as roupas que usavam eram de couro eu atirava nele mas a criatura apareceu não se importar mais com nada foi quando a minha arma caiu no escuro eu não pude encontrá-la e a criança chorava bastante jogada no chão e ao longe eu podia ouvir sons de cachorros latindo gritos EA voz dos outros dois pares que vinham meu socorro junto com pouco da Fazenda porém naquele momento eu estava só foi quando eu lembrei
do meu punhal e o cravei no peito daquele animal ele caiu e ocorrer em suas costas o devolando é num rava e eu também já que era tudo ou nada e eu não teria outra chance a criatura foi enfraquecendo e caiu e eu pude arrancar a sua cabeça nesse momento os outros padres e o povo da Fazenda chegaram eu estava caído segurando a cabeça do animal e do meu lado havia o corpo de um homem sem a cabeça e o pessoal da Fazenda pegou a criança e entregar um tamanho eu estava bastante ferido foi levado
para fazendo um cuidei dos ferimentos o corpo da criatura até de manhã continuava do mesmo modo corpo de homem e cabeça de animal o enterramos na fazenda passei ainda os 15 dias me recuperando E voltei para São Paulo onde iria ter mais uma missão da igreja mas essa eu conto da próxima vez muito obrigado por ouvir no meu relato uma boa noite eu torço e essa ocorrência aconteceu em 1957 na época era inverno quando formos chamados para uma ocorrência em Itapecuru o motivo era uma aparição de uma criatura que estava desenterrando caixões no cemitério da
cidade fomos para lá eu e dois padres que me acompanhavam já na primeira noite ficamos na guarita do cemitério para ver do que se tratava noite era calma uma noite comum de inverno e quando ouvimos um som que pareceu alguma coisa que a van da terra Joguei minha lanterna e pude ver o que parecia ser um homem mas não era Um Homem Comum era um homem grande e gordo com um pedaço de Defunto na mão é aquela cena nunca vai sair da minha vida eu logo eu tirei naquele monstro e gritou de dor e saiu
correndo e ele correu e se escondeu atrás das sepulturas e depois saiu correndo para um matagal que ficava ali próximo vamos atrás ele fazia barulhos estranhos enquanto Correia os outros dois padres me acompanhavam na perseguição era faz o seguir a criatura já que ficava um rastro de podridão por onde é que o passava Chegamos em um descampado e a criatura se voltou contra nós jogando Pedras em seguida a tiramos mais uma vez nativo que voltou a correr e se abrigou em uma Choupana que ficava perto dali nós não sabíamos como entrar já que aquele monstro
era perigoso demais porém fomos entrando aos poucos o gravam os por toda parte o lugar parecia estar vazio Foi aí que o Padre João gritou ele está em cima da casa vou ver para cima e aquele monstro se jogou em cima do Padre João e já o estava mordendo e dão socos com corpo dele contra o chão eu e o outro padre para defender o Padre João começamos a tirar na criatura que o rabo de dor mas não parava o ataque e aos poucos aquilo foi perdendo as forças e caiu Padre João Estava bastante machucado
mas sobreviveria e já criatura estava enfraquecendo e caiu morta em seguida cavamos uma Sepultura colocamos a criatura dentro o dei um golpe com sabre arranquei a cabeça do monstro a temos fogo enterramos o que sobrou [Música] e esse relato aconteceu em 1998 e morro do Maranhão soubemos que havia uma criatura que estava correndo atrás dos Caçadores daquela região de imediato nos deslocamos para aquela cidade a princípio não sabíamos do que realmente se tratava chegamos uma quarta-feira e ficamos numa pousada e na quinta-feira seguinte os colocamos para o tal povoado das aparições ao chegar lá ouvimos
vários relatos e logo identificamos a criatura essa se tratava de mais um lobisomem uma das criaturas mais perversas que existe fomos para o local dos ataques ficamos em uma casa de roça para noite começarmos a nossa caçada e a noite era de inverno e chovia bastante começamos uma patrulha no local quero uma mata de serra quando de repente ouvi uns tiros nas proximidades e corremos para lá encontramos dois Caçadores caídos eles estão feridos pelo ataque da fera esses alguns virem ficaram ainda mais apavorados mais usavam os grandes mantas negras além de armas Depois de alguns
minutos os caçadores se acalmaram e nos contaram que foram cruelmente atacados e feridos por aquela criatura e nós o levamos para casa e eu chegar lá vamos surpreendidos por um novo ataque à criatura tentava todo modo entrar na casa o rava e arranhava as portas até que aquela fera derrubou a porta da frente e entrou é um grande cão negro que se pôs de pé a criatura babava e os caçadores que estavam de horror quando um barulho de tiro ecoou na sala foi um tiro que saiu da da minha arma o atingiu no peito a
criatura se pôs de quatro e correu desesperada o tiro tinha pegado no peito fomos atrás do Rastro de sangue e somente pela manhã eu encontramos ele havia se enfiado em um buraco onde o sol bateu era homem e o sol não tocou era bicho Eu estava nas margens de um córrego enfiado em um barranco que a água havia feito chamamos a polícia e o delegado Falou vocês Mataram um bicho não um homem então enterramos a criatura ali mesmo E aí