Senhor Thigo Pamplona vai ficar aqui agora a minha resenha da Coreia do Sul. Minha resenha da Coreia do Sul é o seguinte, muito legal. Você tiver ali, ó, tô aqui de bobeira na Ásia, tô aqui na Ásia oriental aqui dando a volta.
Vamos ali em seu, bora. Vale a pena. É isso, vale a pena o sonho de conhecer a Coreia do Sul.
Eu não sou do arameiro, então tem tem esse ponto aí. Não sou um cara ligado nos BTS. Eu escuto um Black Pink aqui a colar, mas não conte para ninguém.
Mas assim, pr mim não vale. Ó, cara, a comida é muito boa. O que eu gosto da da comida sul-coreana, que é a comida que tem personalidade, não é igual ir pra vou vou pra Europa, vou pro Estados Unidos, vai comer hambúrguer, fast food, sei lá, umas comidas estranha, não é?
Agora Coreia do Sul, olha, é diferente, é legal, só que eu não achei tão diferente do restaurante coreano aqui, não, que tem na Varjota, tá ligado? [risadas] Porque o pessoal diz: "Ah, não, eu fui comir uma pizza na Itália é outra coisa. Comi o sushi no na no Japão é outra coisa.
Acho, eu comi os bip lá na Coreia do Sul e era igualzinho os daqui, entendeu? Talvez o problema seja o meu paladar que é fraco. Talvez meu problema seja não ser a ficcionado de cultura sulc-coreana.
Talvez seja, mas achei legal. Não acho que vale o o que custa de passagem e as muitas horas de viagem, porque para aí foi umas 30 horas, para voltar foi umas 40 e aí o fuso horário de 12 horas foi olha agora assim sou eu, não é uma verdade absoluta, é só meu minha preferência. Então assim, conheci a Coreia do Sul, voltarei na Coreia do Sul porque vai ter um evento lá ano que vem, se Deus quiser voltarei, mas como um plano sonho de viagem, eu acho, eu acho Buenos Aires melhor.
Eu acho qualquer lugar que eu já fui na Europa melhor. Eu acho qualquer lugar que já fui no nos Estados Unidos melhor. Então assim, todo respeito.
Agora o melhor que eu conheci, a melhor coisa que eu já conheci na Coreia do Sul foram as pessoas, porque a verdadeira Coreia do Sul são os amigos que fazemos pelo caminho. E aí eu amei conhecer as pessoas, amei conhecer as igrejas, amei conhecer os seminários, amei conhecer os PhDs, amei as pessoas da Coreia do Sul, muitos eruditos, inteligentíssimos, muita gente extremamente capacitada. Tivemos conversas muito boas, conheci lugares muito bonitos, inclusive se eu morasse mais perto, beleza Cor Legal.
Agora, olha, fazer essas viagens de 30 horas, pegar voo de de 14 horas para ir pra Coreia do Sul, não, não foi o meu minha minha parada, não é não foi a minha parada. Assim, desculpa, não foi a minha parada, mas gostei da Coreia do Sul, só não gostei da distância do Brasil pra Coreia do Sul. É muito longe, cara, muito longe.
É absurdo o quanto você tem que ficar em avião, pegar fuso horário para ir para lá. Então assim, meu sonho de conhecer o Japão tá morrendo. Eu o sonho da minha vida era conhecer o Japão.
E aí, meu irmão, é longe, viu, filh? É longe. E aí, para conhecer o Japão, tenho que fazer 30 horas de avião de novo.
Sei não, ó, se quero conhecer o Japão de novo. Não, você ainda quero conhecer o Japão. Bom, mas sou eu chorando as pitangas de países legais estarem muito muito muito muito longe daqui.
Mas eu gostei. Foi uma viagem, olha, muito boa. Vai ter, vai ter vídeo sobre a Coreia do Sul.
Essa semana vai sair mais um Teologia na Estrada, mostrando a maior igreja do mundo. A gente fez um Teologia na Estrada no meio, na minha conexão, na minha escala lá em Parí, Monamu, onde eu mostrei a catedral de Notridame e falei se é pecado ou não apreciar igrejas católicas sendo um protestante. Vai lá assistir, ficou muito legal.
Nível documentário aí, o trabalho de adição muito bem feito do Gabriel Tuer e essa semana sai a nossa ida na Igreja do Evangelho Pleno lá em Seu, uma igreja que entrou no Guinnessbook, livro dos Records. Vai lá, fica ligado aí que vai sair. Ainda vai sair um vlog de viagem, comendo comida de rua, sei lá, pela Coreia do Sul, passeando nos seminários e coisas assim.
Acho que vai ficar bem legal também. Usei uma câmera 360º, então Gabriel T vai ter muito trabalho. Bom, dito isso, seja muito bem-vindo ao Dois Dedos de Teologia.
Eu sou o pastor Iago Martins, sou o pastor Batista, sou doutorando em teologia e este é o Teólogos do Twitter, o programa em que eu reajo às coisas que estão viralizando sobre Deus na Interroeb. É um programa em que eu entro num grupo do Telegram, onde o pessoal da equipe jogou aqui várias coisas que estão finalizando sobre Deus e eu clico e trago a minha primeira reação de improviso a tudo isso. Lembrando que graças a eu ter sido indicado como creator do ano lá na Insider, vote em mim, vote em mim, vote em mim.
Meu desconto tá melhor. O meu desconto tá dando 20% de desconto para todo mundo. Você tá com o mesmo desconto usando cupom teologia que as pessoas que fazem a primeira compra.
Insider dá um descontinho a mais pro seu, pra sua primeira compra. Agora você tá com o mesmo desconto de todo mundo. É o mesmo desconto, 20% off com cupom teologia.
Mas tem mais que estamos hoje no dia do consumidor na Insider em que dá para você ter a 50% de desconto usando cupom teologia mais os descontos que já estão no site e ainda ganhar mais 10% de desconto pagando no Pix. A Insider tá maluca e você tá doidão. Você não correr lá para aproveitar os descontinhos, os descontinhos maravilhosos que a Insider tem para te dar.
Ou seja, você tem o cupom teologia que tá aí, ó, empoderado. Eita, que não pode falar isso não, que é verde de esquerda, o cupom teologia que tá aí, ó. Como é que eu digo?
Empower Red. É, tá empoderado, gente. Tá com mais poder.
Ponto teologia tá aí, ó. Tá super saiadin nível cinco. Mais os descontos que já estão no site que acumulam mais 10% de desconto.
Fora os fret grátis, meu irmão. Corre. Estou aqui com minha roupa da Insider que não sua.
Eu vou falar uma coisa aqui que eu não posso expor ninguém, mas uma pessoa, uma pessoa muito próxima, um conhecido, um conhecido disse: "Ah, eu vou testar a Insider". A pessoa está cinco dias com a mesma roupa. Aí, qual é a roupa?
Só tá com uma calça que não é da Insider e uma camisa que é da Insider. Está há cinco dias com a mesma roupa. Está tomando banho, diga-se de passagem, mas está o dia inteiro com a mesma roupa.
Disse água. A calça já está intragável. Está impossível habitar em sociedade com esta calça.
A camisa da Insider não cheira nada. Você tá esperando o quê? Para trazer Insider pra sua vida?
Para pôr Insider nos seus couros. Irmão, passei três dias sem tomar banho com a blusa da Insider, indo pra Coreia do Sul. Estou coranizado total.
Vou falar disso por muito tempo. Passei um tempão com a camisa da Inside, três dias. Não fedeu, brother.
Não fedeu. E aí, ó, além de não feder, é, ó, roupas que desamassam no seu corpo. Desamassam no seu corpo sozinhas.
Roupa. Ó, essa blusa aqui tem bem um ano já, viu? Não saiu uma gota da tinta dessa roupa, meu irmão.
E você vai continuar pagando mais baratinhoas roupas rafubá, umas roupas que com três lavagens já tá podde, já não tem marcou nenhuma. Ou você quer vir pro futuro da tecnologia? Aproveita que hoje é o dia do papoco do trovão.
É, é a segunda, sabe? A segunda do papoco zenir é só cear, só cearense que conhece a segunda do papoco zenir. Hoje é a segunda do papoco da Insider.
Então corre lá cuponologia, link na descrição que é recode aqui na tela e simbora pro vídeo de hoje. Mas vote em mim se você não votou em mim, tá na reta final para você votar em mim, tá? lá no Awards da Insider.
[música] Então, se você ainda não votou em mim para que eu seja o influencer do ano da Insider e possa fazer um discurso dizendo glória a Deus, aleluia na frente da da terus usada toda. Cola baixo aí pro pessoal não não se ofender. Volta nós, volta em nós lá.
Pode votar quantas vezes quiser por dia, tá? Volta lá pra gente ver se a gente ganha. Bom, agora dito isso de fato, vamos lá pro vídeo de hoje.
Opiniões polêmicas no meu cristão. Opiniões polêmicas que eu tenho no meio cristão e são opiniões, apenas opiniões, você não é obrigado a concordar. Eu vi uma influenciadora fazendo isso e quis fazer minha versão também.
Eu não concordo com ter filho a todo custo. Tipo assim, se você não tem condição financeira para sustentar o seu filho, se você não tem condição psicológica, emocional para lidar com uma criança, então simplesmente não tenha filho. A qualquer custo?
Claro que não. A qualquer custo. Tem uma galerinha agora, eu não vou ficar dando nome também que eu não quero ajudar a tornar a gente estúpida, famosa não, tá?
Mas tem uma galerinha agora que acha que você deveria ter filhos, mesmo que você vai morrer. Tipo assim, você tem uma doença e você vai morrer se você tiver filhos. Aí a mulher diz assim, ó: "Mulher tá, escritora de livro sobre feminilidade, sobre filho, tem que ter filho mesmo assim.
Você vai morrer tendo filho? Então morra, que é melhor morrer tendo filho do que usar método contraceptivo. Ainda que vai morrer você e a criança, engravide mesmo assim, porque é pecado não engravidar, né?
É assim, aí você acha que você já tá maluco, né? Aí você já tá doidinho das ideias. Doidinho das ideias.
Sabe o que que eu acho doido? É que é o tipo de ressalva que eu não precisava fazer h alguns anos atrás. Quando eu fiz o meu vídeo sobre filhos, sobre o pecado de não querer ter filhos, é o tipo de ressalva que eu não precisei fazer, né?
Eu acho que eu me lembre, né? Também. Mas nó gente, vamos deixar aqui a ressalva que se você vai morrer e você não quiser ter filho, tudo bem.
Eu não, eu fiz essa ressalva. Vou ter que assistir o vídeo inteiro para saber se fiz essa ressalva, mas eu não acho que eu tinha necessidade de fazer uma ressalva como essa. Agora a galera tá indo no nível do extremo, do absurdo, do da coisa mais maluca possível, de que não basta a gente defender a fecundidade, defender que tem muitos filhos é uma coisa abençoada, de que a gente não deveria, né, encerrar as gestações simplesmente por algum nível de conflito financeiro, porque filho vai ser muito difícil.
Meu Deus, tem que ter filhos e vale a pena se endividar para ter filho. Vale a pena ter filho sendo pobre. Vale a pena.
Aqui eu vou discordar um pouco, tá? Vale a pena ter filho sem ter condição financeira. Porque dá para ter filho sem condição financeira para ter filho, porque a gente fica criando um monte de necessidade que, meu irmão, e a gente vai tendo filho do jeito que dá.
O filho nasce com pão debaixo do braço, entendeu? É claro que existem situações extremas. Aí talvez ela esteja falando de situações extremas, ela não deixou isso bem explicado.
O que é não ter condição financeira? Eu não conseguir pagar um plano de saúde, é não conseguir ter um carro, ter que pegar ônibus, eu não consegui ter babá, eu não consegui botar numa escola particular, o que é não ter condição financeira, fica um pouco vago. E ela tem todo o direito de ser vaga.
aqui também, obviamente, é um um rios Instagram, não é não é uma aula, mas eu acho que se você não estiver numa situação de miséria profunda, não vale a pena não ter filhos por causa disso. Ah, estou num situação de estou numa situação de miséria profunda. Eu moro numa zona tomada pelo tráfico, passa um traficante de fuzil na porta da minha casa, eu moro com esgoto a céu aberto aqui, eu está numa situação de de desabrigo.
Beleza, existem situações extremas de pobreza, extrema de pobreza, que se você disser eu não vou ter filho nessa situação, que tudo bem. Agora, muitos de nós estão colocando o tipo de peso financeiro sobre a sobre ter filhos, que é completamente mundano. Ah, você sabe quanto custa ter um filho?
Olha o preço da escola, olha o preço não sei o quê. Cara, aí é bobagem, tá? Gente pobre tem filho o tempo inteiro e os cria com dignidade.
Eu nasci de um lar pobre, nasci de um lar muito pobre, nasci de um lar que se fosse colocar filho na ponta do lápis, eu nunca teria nascido, nunca teriam escolhido me ter como filho ou minha irmã como filha, entendeu? Então eu já acho complicado. Psicologicamente também é algo a se considerar.
A pessoa, ela tem transtorno psicótico grave e aí ela pode matar a si mesma e aos filhos. a qualquer momento, beleza? É uma questão realmente séria se considerar.
Pessoa tem um transtorno bipolar muito severo, ah, intratável, não consegue ah lidar com aquilo, então a pessoa é esquizofrênica, né? E não consegue tratamento. Beleza, existem níveis muito complicados.
Mas já chegou gente para mim dizendo assim: "Ah, pastor, tenho TDAH e tenho medo dos meus filhos terem também. Pastor, eu tenho autismo nível um e eu tenho medo de passar isso para meus filhos. Ah, meu irmão, aí que cria vergonha, né?
C entre nós cria vergonha. Aí deixar de ter filhos por causa de de conflitos psicológicos que são extremamente comuns hoje em dia, né, em muitas pessoas por por muitos motivos. Eu digo isso sendo um caba neurodivergente.
Eu não falo aqui das minhas dos meus diagnósticos na internet, tá? Mas eu sou um caba também da da cabeça ruim em muitos sentidos, testado, um laudo de coisa ruim da cabeça. Eu vou deixar de ter filho por causa disso, entendeu?
Vivo em sociedade, vivo uma vida possível, não é? Vivo uma vida funcional mesmo com o meu dodói da cabeça. Aí pronto, meu irmão, a gente tem filho.
Então assim, estou discordando dela. Não necessariamente. Estou qualificando um pouco mais aquilo que ela tá dizendo, que ela não tá dizendo nem que sim, nem que não.
Ela só usou termos que para mim parecem um pouco genéricos. Aí é bom afunilar o que é que a gente quer dizer. Talvez ela até concorde comigo no que eu tô dizendo aqui.
Ou talvez não. Também não posso colocar palavras na boca dela. Vamos lá.
Você vai botar uma criança no mundo para fazer ela sofrer todos os dias da vida dela. Para mim não faz muito sentido. Mas gente, gente, todo mundo vai sofrer todos os dias de sua vida, tá bom?
Todos nós vamos sofrer todos os dias de nossa vida, porque a existência é sofrimento. Se a sua não é, parabéns, mas a existência da maioria de nós é puro sofrimento, tá? Tem muitas coisas boas na vida, mas também tem muita dor e muito sofrimento na vida.
Saber lidar com isso é saber lidar com a existência em um mundo caído. Temos a certeza de uma glória eterna. É melhor ter uma vida presente, uma existência, onde a gente sofre todos os dias de nossa vida, não é, do que não existir, porque existe uma certeza de uma glória futura que vai recompensar uma vida de sofrimento que a gente tem aqui.
Mas de novo, que tipo de sofrimento ela tá dizendo, né? Que tipo de sofrimento ela tá qualificando? Não está qualificando.
Eu acho que seria melhor se qualificasse. Por isso eu estou qualificando. Mas de novo, não estou querendo colocar palavras nas bocas na boca dela aqui de coisas que ela não disse, né?
Só estou complexificando aqui o pensamento, só para deixar claro, para ninguém me dar rate na menina ou fazer parecer que tô brigando com a menina aqui. Só estou complexificando. É assim, complexificando.
Eu não concordo com a criação de inúmeras igrejas protestantes, porque eu acredito que não é qualquer um que pode virar pastor, não é qualquer pessoa que pode fundar uma igreja e achar que tem ali a liderança, eh, o estudo e a capacidade de realmente e exercer o cargo de um pastor, né? De conseguir ali direcionar uma igreja pro lugar certo, porque é muito fácil você subir no púlpito e falar qualquer coisa, né? Eu acredito que isso aí é básico do básico, né?
A galera fica criando igreja como se fosse nada, não é? E claro que existe uma liberdade para plantar novas igrejas que viram novas denominações, mas igrejas plantam igrejas. Igrejas fundamentadas em rachas, em brigas, em conflitos e coisas assim.
Ah, isso é muito triste. Isso é uma uma vergonha que isso exista. Tem surgido um tipo de evangélico no Brasil que é o evangélico político, em que você não é um evangélico de verdade, você não luta por Cristo, pelas pautas bíblicas, você luta pela política e pelo aquilo que te convém.
Então você acha que aquilo é certo, você luta por aquilo, esquece o que Cristo falou para você. Eu chamo isso de cristianismo cultural. É um cristianismo que toma parte cultural do que é o cristianismo e rejeita as partes centrais e fulcrais do que realmente é o cristianismo, não é?
Então é igual os fariseus que dão o dízimo do tempero. Do tempero. Comprar.
Comprei aqui um punhadinho de hortelã. Vou dar o dízimo da hortelã. Mas ignora a justiça, o amor, a misericórdia e a graça.
É a galera que é contra o aborto, contra o casamento gay, contra droga, mas está no quarto casamento, é a favor de tortura, é contra o devido processo legal, é a favor da ditadura do seu lado e maluquícia, assim, não é? um tipo de cristianismo que só pega uma parte do que seria as aplicações do cristianismo à cultura e ignora o que há de mais central, né, do que é o cristianismo. Inclusive, isso não é apenas uma opinião, existem pesquisas falando sobre isso.
Muitas das discussões que a gente tem hoje em dia a respeito de a porque é assim que eu vejo a minha interpretação da Bíblia, na verdade é só uma falta de estudo mesmo. Tem muita coisa na Bíblia que de fato dá para ser discutida e pode ter opiniões diferentes, mas a maioria que a gente vê discutindo não, não pode. Você simplesmente resolveu acreditar em algo que não é bíblico, você não estudou.
não concordo com cristãos que são menores de idade e resolvem se casar. Nunca tenho que concordar com alguma coisa, mas eu sempre vou ter uma crítica ali, porque eu acredito que se menor de idade você não tem aspectos, principalmente na sociedade hoje em dia, psicológicos, emocionais e financeiros, para sustentar um casamento. Então, eu acho isso é polêmico, eu concordo na maioria dos casos, mas a mas eu acho que isso é uma questão de adaptação cultural também.
O que é que eu quero dizer com isso? No mundo antigo, nos tempos bíblicos, as pessoas eram maior de idade aos 13. Então, com 13 anos, a sociedade já esperava de você a postura de um maior de idade.
Era um mundo obviamente em que a expectativa de vida era muito menor. Então, a sociedade era toda configurada de uma forma em que com 13 anos você já era maior de idade. Então, as meninas casavam ali entre 14 anos.
Os meninos casavam ali perto dos 16 anos normalmente, segundo pesquisas dos tempos bíblicos. Então, uma menina com 13, 14 anos ia tá casando. O menino com 15, 16 anos ia tá casando normalmente.
Era a média de idade dos casamentos do mundo antigo. Era errado que isso acontecesse. Era uma estrutura de configuração cultural bem diferente da nossa.
A partir do momento em que a sociedade vai evoluindo, e para mim simução o nome disso, você vai tendo estruturas sociais diferentes, que aí o casamento vai ser jogado um pouco mais pra frente, até os 18 anos, 18, 21, né? Uma idade que geralmente o pessoal vai se casar dentro de contexto religioso, onde se casa mais cedo, digamos assim. Agora eu já vi a menina de 16 anos casando, a mãe lá assinando, com cara de 18, cara de um pouco maior e aí casava, não é?
Casava com consentimento dos pais, não é? E casava mesmo, criava família e tudo mais. Não é o tipo de coisa que eu acho bom.
Não acho bom. Meu conselho nunca vai ser que se case com 16 anos, mas isso é muito comum na minha na minha experiência em ermos maiores. Então, quando você pensa, por exemplo, em sertão nordestino, digo isso porque é a minha experiência de ver essas coisas, sertão noroachino, bairros muito pobres, pessoas em situações de pobreza, muitas vezes não não estou construindo teoria em cima disso, tá?
Só tô descrevendo um fato que eu vi, uma experiência bem anedótica. A experiência de casar muito jovem geralmente tá atrelado a ambientes mais pobres. Por qu?
Eu não não sei. Acho que se eu pensar um pouco mais sobre isso, talvez eu chegue a alguma conclusão. Mas isso acontece mais lá.
Vi isso acontecer mais nessas situações onde existe uma pressão social, um ambiente cultural que espera que você seja adulto mais cedo. Então muitas vezes as meninas de 16 anos que casam são meninos que já trabalham muitas vezes no mercado informal, obviamente a meninos de 16 anos casando, é o cara que já tá já tá trabalhando no lombo do jumento desde os 12, né? Então são pessoas em uma um em um ambiente sociocultural que já cobra deles um tipo de postura de adulto muito cedo e eles casam muito cedo como consequência desse ambiente sociocultural.
Mas levantando essa essa exceção, digamos assim, eu concordo. Eu acho que casar cedo muitas vezes é arriscado. Não existe uma sociedade que cobra de você já uma postura de adulto.
A sociedade nem tá preparada para absorver você como profissional no mercado de trabalho. Se você é menor de idade, por exemplo, que torna uma experiência muito complicada de de família, de casamento. Agora, de novo, só tô sendo sendo chato.
É isso. Eu só tô sendo chato porque eu sou uma pessoa insuportável e tô construindo aqui alguma coisa em cima do que ela tá dizendo e estabelecendo algumas exceções aqui. Mas mas é só isso mesmo.
Eu sou sou chato, mas contribuo com sua teologia. Sei lá. Espero que esteja contribuindo com a com a sua teologia.
Mas eu adoro esses videozinhos que me fazem pensar, sabe? Esse sabe quando o vídeo me faz pensar em alguma coisa e desenvolver alguma coisa minha própria cabeça, é um vídeo que me deixa muito feliz, porque eu acho que dá pr para, sei lá, ficar viajando aqui em cima das ideias possíveis. Eu acho que só com isso já dá para sofrer bastante rate, então vou est parando por aqui.
Ah, acho que não. Acho que eu nem acho tão achei nada muito polêmico não, tá? Do que ela disse aqui.
C entre nós. Cai entre nós. Bora pra próxima.
Aqui. Diabo. Fala aí, padre, o que te traz por essas bandas.
O passaporte da salvação é o Santo Terço. O passaporte da salvação é o Santo Terço. Eu pensava que era Jesus Cristo.
Pensei que era fé em Cristo Jesus, amar Jesus Cristo. Mas aí agora é o santo terço, o passaporte da salvação. Se rezarmos o terço, Nossa Senhora nos salva.
Nossa Senhora nos salva. Quando rezamos o terço, Nossa Senhora nos salva, gente. Aí vamos dizer que não existe idolatria a Maria.
Não é idolatria, é só hiper duper blaster super doia, não é? É só superer hiper blaster super doia. Aí não é idolatria não, gente.
O terço é o passaporte da salvação. E é no terço que Maria salva a gente. Não é Jesus que salva a gente, é Maria que salva a gente.
Não existe [música] nada que não passe por ela. É complicado. É complicado.
Paredão falso na época de Jesus. Mandaram aqui. Jesus.
Aqui quem fala é Tadeus. Você não foi eliminado. Preste atenção.
Em três dias você retornará à vida. Tem uma televisão aí e você pode assistir tudo que tá acontecendo na Terra. Gente, foi Judas.
Meu Deus, eu tô destruído, cara. Bartolomeo meu é muito, meu amigo geral falando mal de mim, ele lá me defendendo, amigo. Cadê Lázaro no pay-per-view?
Ah, morreu. Vou ter que voltar lá para ressuscitar ele. Judas, não para de falar de mim, cara.
Falso. Quando eu voltar, eu vou acabar com ele. Transformar em vinho.
E virou whisk. Que é esse babaca andando em cima da Maria Madalena nessa festa do McDonald's? Judas disse: "O quê?
" A gente vai ser mais rejeitado do que a Carol com car. Ai, olha que amor, minha mãe. Ela é muito santa.
Olha ele. Olha quem voltou. Olha ele.
Agora vocês vão ver o que quer jogar de verdade. É, eu acho isso blasfêmico mesmo. Is mim é só blasfêmia, tá?
Só blasfêmia. Não consigo rir, não consigo ver graça. E olha que eu sou um cara de boa, tá?
Sou, sou um cara muito de boa, gente boa, diriam alguns. E assim, isso aqui é só blasfêmia, gente. Para mim é literalmente botando, é literalmente usar o nome de Deus em vão, é tratar Jesus igual Bocó, relacionar Jesus com o pecado.
Eu acho, eu acho triste. Acho triste. Não rirei, não vou rir.
Eu já, eu já contei para vocês essa história de que eu derrubei o site do Ministério Público de tanta denúncia ao especial de Natal do Porto dos Fundos, que que já fiz. Eu fiz uma campanha pra gente derrubar, foi o primeiro especial de Natal, pra gente denunciar o Ministério Público por intolerância religiosa e tal. Hoje eu acho que não.
Acho, eu acho que acho que as pessoas tm um direito civil. direito civil de falarem as coisas absurdas que elas quiserem, mas eu quero ter o direito civil de falar as coisas absurdas que eu quiser também, entendeu? Que seja socialmente tratado como absurdo, quero poder pregar as coisas são socialmente tratadas como absurdo.
Você tem que enfrentar o Ministério Público, por exemplo. Mas é triste, é um, eu não entendo crente que gosta de porta dos fundos, não sabe? Não entendo mesmo, não.
E tem um monte de assim, de novo, é muito ruim tratar teoló de forma teó, avaliar teologicamente uma peça de humor, né? Mas tem um monte de imprecisão aqui também sobre personagens da escritura, né? Tudo bem, agora pronto, reagi a porta dos sos.
Só que faltava coisa que eu acreditava quando era cristã e agora não acredito mais. Eu acreditava na volta de Jesus e que ele iria aparecer do nada a qualquer momento, nas nuvens com poder e grande glória. É, você é cristão, você acredita realmente nisso?
Nossa esperança. Eu também acreditava no arrebatamento secreto, [música] que as pessoas escolhidas seriam levadas de repente, que só restaria as roupas delas. Isso das roupas, tá?
É fanf, tá? Vai ficar as roupas das pessoas. Tem nada disso na Bíblia, tá?
Mas arrebatamento secreto é uma é uma interpretação teológica muito corrente dentre círculos dispensacionalistas principalmente. Nem todos os cristãos acreditam nisso. Eu devo, eu eu devo ser o último o último teólogo que que crê nisso em arrebatamento secreto.
Não conta para ninguém não. O pessoal tem vergonha. O pessoal tem vergonha de dizer que crem em arrebatamento secreto porque os presbiterianos são a grande força teológica no Brasil.
A principal força teológica no Brasil vem da igreja preseriana. E eles trataram como ideia absurda, né, muito por muito tempo na nas redes sociais, na literatura. E aí muita gente assumiu a zombaria sobre a ideia de arrebatamento secreto.
Mas eu ainda acredito nisso ainda, viu? De uma perspectiva pré-ira. Fiz a exposição completa do livro de apocalipse lá na igreja.
Você encontra tanto no meu Spotify como na no YouTube da Manain lá, se você quiser ouvir minhas posições sobre arrebatamento secreto. Expôs Apocalipse verso a verso lá. E quem ficasse na Terra iria sofrer muito.
Hoje eu não acredito mais nisso, porque a própria Bíblia, ela vai falar de um retorno que aconteceu no século I. Então, na verdade, essa é uma posição teológica ah bem pouco usual, chamado preterismo, não é? De que Jesus já teria voltado em certo sentido ali.
Havia um sentido que Jesus voltou. Não é que a Bíblia diga isso, a Bíblia não fala disso, tá? Mas os preteristas interpretam dessa forma, mas é uma interpretação bem pouco corrente.
24, Marcos 13 e Lucas 21. Não, não é isso, tá? Diz esses textos essa geração até que todas estas coisas aconteçam quando ele fala da destruição do templo de Jerusalém.
Além do mais, isso das pessoas serem arrebatadas e sumirem do nada é uma ela mistura algumas coisas, né, ao mesmo tempo aqui, de que a destruição da do templo de Jerusalém era volta de Jesus em certo sentido. E que por isso aquela geração foi a geração que vive a volta de Jesus, porque a destruição do templo de Jerusalém foi naquele período. Ela mistura aqui umas uns conceitos aqui juntos.
Não tem base sólida no texto bíblico. Então eu soltei essa crença, não tenho mais, graças a Deus, porque era uma crença muito enraizada, né? E é muito difícil quebrar uma crença, mas graças a Deus eu soltei.
Agora eu não fico mais com ansiedade, sabe? Pensando: "Nossa, Jesus vai voltar a qualquer momento se eu tiver em pecado e tal". Esse tipo de pensamento, sabe?
que 100% dos crentes têm esse pensamento. Então eu vou dizer o seguinte, primeiro que eu não entendi, eu tinha entendido pelo começo do vídeo que ela não era mais cristã, mas ela fala como se ainda fosse, só mudou a teologia dela, será? Não entendi.
Estou agora talvez não tenha prestado atenção direito no começo aqui. Agora, a volta de Jesus não deveria gerar ansiedade, deveria gerar tranquilidade. A ideia de um Cristo que volta para nos buscar é uma esperança, não é um medo.
É engraçado, né? Ah, muitos cristãos têm medo do apocalipse e eu fiz um a série de sermões que eu fiz lá na igreja sobre o livro do Apocalipse tinha como título Desejando Apocalipse, explicando porque que apocalipse era uma esperança e não um medo, não, não uma angústia, né? Ah, a gente tem que desejar o apocalipse, querer a vinda de Jesus.
Agora, esse medo dela, eu entendo, eu entendo, ah, vai que eu sou peg em pecado e tal. Isso talvez vem de um tipo de teologia um pouco semipelagiana, talvez até em algumas correntes do armenionismo de que você acredita que se você cometeu um pecado ou cometeu uma falha, naquele momento você não vai pro céu. Eu vi muito essa história de se você cometer um pecado na hora da morte, você vai direto pro inferno.
Quando uma teologia da salvação bem desenvolvida, em círculos um pouco mais acadêmicos, um pouco mais robustos, o armenianismo vai encontrar isso. que é basicamente a teologia padrão do calvinismo, é que uma vez que você é salvo, não é a prática de um pecado particular que vai te tirar do caminho da salvação, mas seria a apostasia, a rejeição da fé, uma entrega à vida de pecado e coisas assim. Então, se você é um cristão que ama Senhor, que vive uma vida de fé e e cometeu um erro, cometeu um erro e e foi sal e Jesus volta, não foi este erro em particular, esse pecado em particular que vai te tirar do caminho da salvação, porque não deu tempo você se arrepender especificamente daquele pecado, porque você já se arrependeu do pecado.
De forma ampla, você teve o arrependimento do pecado e todos os dias a gente se arrepende dos pecados, não é, diários. É esse arrependimento do pecado que garante a nossa salvação. Falta de certeza da salvação também é uma coisa muito triste, né?
Você viver a vida da fé sem ter certeza de para onde você vai, sem ter certeza do que é que Deus preparou para você, né? Paulo tinha certeza da salvação. Os cristãos tm que ter certeza da salvação.
Essa certeza quando falta nos dá uma vida muito triste, né? Com medo do apocalipse. Uma pessoa que não tem certeza da salvação vai pro céu.
Sim, pode ir pro céu mesmo sem ter certeza da salvação, sem problema nenhum. Mas a certeza da salvação garante uma vida muito mais tranquila e muito melhor, muito mais paz, né? Muito mais paz.
Eu acreditava que falar em línguas era um sinal que a pessoa tinha o Espírito Santo, que o dom de línguas era algo divino. Hoje eu não acredito mais nisso, porque em várias religiões a gente tem esse fenômeno de falar em línguas. Isso é bem comum em várias religiões, em vários povos, em várias culturas.
A gente vê muito isso presente na Umbanda, no candoblé, no chamanismo. Esse ato de falar em línguas é uma alteração na consciência da pessoa. Então a própria mente da pessoa vai causar esse fenômeno.
E também a questão da manipulação do ambiente, a emoção coletiva, as crenças coletivas também, que são muito fortes e isso pode ser induzido por músicas. Então, a gente tem vídeo aqui no canal em que eu falo justamente isso, não exatamente da alteração do estado de consciência, porque falar em línguas pode gerar alteração de estado de consciência com muito tempo falando, tem pesquisas neurociências sobre isso, mas o falar em línguas está presente em tantas religiões, em tantas expressões ritualísticas, porque é um fenômeno natural o falar em línguas, como a gente entende, né, essas falas, essas palavras. Eu não vou ficar imitando aqui porque eu sei que é fim de algumas pessoas, mas é o labachúrias da vida.
Esses labachúas, essas falas [música] não idiomáticas, claramente não idiomáticas, são estados naturais da consciência. Qualquer pessoa consegue fazer isso. Qualquer pessoa consegue fazer isso se ela se ela livre vocalizar.
É literalmente livre vocalização, entendeu? Livre vocalização. Já tem um vídeo inteiro aqui no canal em que a gente explica pela Bíblia e explica certas avaliações linguísticas de gravações de de pessoas falando em línguas, onde a gente explica que esses sons, essas coisas não são falar em línguas à escritura.
No Novo Testamento, o falar em línguas eram línguas idiomáticas, eram idiomas. idiomas, Iago. Mas não é, cara, tem um vídeo aqui no canal, só ir lá no canal, tá tudo explicado, você vai ver lá e lá a gente explica isso com cuidado e detalhes, tá bom?
Músicas, sabe quando o pregador ele vai falando, aí vai induzindo a pessoa, aí vai repetindo frases, sabe? E o tom de voz também, tudo isso para manipular, isso vai criando uma expectativa muito forte na pessoa, uma emoção muito forte. Esse tipo de euforia religiosa é muito comum, a gente chama isso de hipnose.
É um processo autoipnótico, né? Você entra num processo de êxtase coletivo por causa de um processo autnótico. Tem um liv tem um vídeo aqui no canal em que eu entrevisto um hipnólogo muito famoso, Alberto Delízola, onde a gente conversa sobre a hipnose dentro dos ambientes, né, pentecostais, onde ele ajuda a entender isso muito bem.
Vale a pena dar dar uma olhada nesse vídeo aí também. Acho que faz com que ela tenha esse tipo de atitude, não só falar em línguas, né, também outras atitudes como cair no chão. Então isso não é uma prova do cristianismo ou uma coisa exclusiva do cristianismo.
Essa é uma crença que eu também não tenho mais. Eu sou um pastor batista e eu também não tenho mais não, tá? De jeito nenhum esse tipo de de crença.
Bom, este é o teólogos do Twitter de hoje. Você sabe o que fazer né? Segunda-feira maravilhosa.
Vai usar o ponto teologia lá na Insider e aproveita para você não ficar de fora dos descontos fora de série que estão rolando aí. E vota lá em mim, por favor. Vota lá no seu coleguinha, camarada pra gente poder ganhar aí o Award, se Deus quiser, tá bom?
Um cheiro no seu cangote e até a próxima.