E aí [Música] o Olá estudante seja bem-vindo à disciplina educação inclusiva eu sou a professora Natália bugança e na aula de hoje nós vamos falar sobre desenvolvimento humano olhando para os seus aspectos gerais eu estou muito feliz por estar com você por iniciar com você esse percurso de aprendizagens em que nós vamos descobrir e aprofundar muitos elementos a respeito da educação inclusiva certamente Você já ouviu falar de educação inclusiva e quando Nós pensamos na educação especial e na Perspectiva da educação inclusiva já existe um consenso o que esses temas são temas extremamente importantes que devem
ser do domínio de todos aqueles profissionais que irão trabalhar com educação É mas o que precisa ficar muito claro a você é que a educação inclusiva assim como a educação especial é um tema transversal o que isso significa significa que por ser um tema transversal é um tipo de abrangência de abordagem que perpassa todas as etapas e todos os níveis da educação ou seja desde a educação infantil até o ensino superior nós devemos olhar com muito cuidado com muito conhecimento para a educação especial e para a educação inclusiva pensando nisso essa disciplina foi preparada e
organizada com muito carinho com muito cuidado para que você tenha acesso aos melhores conteúdos e aos melhores conhecimentos Olá eu sou pedagoga especialista em educação especial e também sou mestre em educação e durante a minha trajetória eu já atuei em todas as etapas da Educação Básica praticamente e algum tempo já no ensino superior em todos esses âmbitos de atuação a discussões acerca da educação inclusiva sempre estiveram presentes não será diferente com você é você também durante a sua trajetória profissional irá se envolver em discussões a respeito da educação inclusiva e precisa ter o domínio desse
conhecimento vamos conhecer agora duas questões norteadoras que irão conduzir o nosso percurso de hoje na aula de número um e como podemos compreender o modo como as pessoas aprendem e se desenvolvem quem é o público-alvo da Educação Especial veja bem essa primeira questão ela nos conduz a olhar com uma especificidade especie específica própria né pra educação especial que diz respeito ao processo de desenvolvimento existem diferentes concepções de desenvolvimento e abordagem que nós vamos buscar na aula de hoje ela irá subsidiar todo o processo de compreensão da Educação Especial isso porque nós não vamos olhar para
a diferença nós vamos olhar para o processo de desenvolvimento diferente as concepções dizem respeito a esse processo de desenvolvimento mas apenas algumas enfatizam a importância da educação do trabalho do professor e do papel da escola na vida do sujeito e é com esse tipo de concepção que nós vamos abordar aqui na nossa disciplina que nós iremos caminhar e compreender o desenvolvimento e aprendizagem do indivíduo O que é público-alvo da educação especial pois bem essa é a nossa parte introdutória mas é importante que para você para que você aproveite todos os conteúdos que estão disponíveis no
seu ambiente de aprendizagem você também se Organize para que você leia o livro da disciplina Leia Azul web aulas faça as atividades do ambiente e que dessa maneira você tenha o melhor aproveitamento possível lembrando sempre que e pode interagir aqui com a professora por meio do nosso chat pode encaminhar as suas dúvidas pode encaminhar as suas observações as suas percepções a respeito também do conteúdo que está sendo trabalhado sem contar que nós também temos atividades de interação em que eu conto com a sua participação vamos conhecer o nosso primeiro conceito vem comigo Hoje vamos falar
sobre desenvolvimento humano para falar de educação inclusiva é importante romper com algumas concepções a respeito do desenvolvimento humano que estão relacionadas a uma ideia inatista de aprendizagem você já ouviu aquela frase filho de peixe peixinho é o pau que nasce torto nunca se direita parece até a música na mesma mas não é música não é um ditado antigo né o que essas frases nos revelam revela uma concepção de ensino e uma concepção de desenvolvimento como se o sujeito nas esse pronto bom e como passar do tempo aquilo que já veio com ele a partir do
Nascimento apenas vai amadurecer ou seja do jeito que ele nasceu ele não vai mudar ele vai continuar e ele já é pré definido Então esse tipo de compreensão esse tipo de abordagem é uma abordagem inatista a respeito do desenvolvimento e da aprendizagem não é com esse tipo de abordagem que nós vamos trabalhar porque nessas abordagens o papel da escola tem certa indiferença Porque se o sujeito é da maneira como ele nasceu Qual é o fundamento Porque aqui nós vamos trabalhar porque que nós vamos ter um processo educativo se aquilo que ele será já está predeterminado
não faz sentido Não é mesmo qual seria o papel do professor na formação desse em bom então nós vamos trabalhar com uma compreensão que ressalta que o sujeito né o ser humano ele precisa de oportunidades de aprendizagem e ele se modifica a partir das aprendizagens e é por isso que a sociedade a escola os professores e a família também deve levar sempre o melhor para esse indivíduo O que é público-alvo da Educação Especial vamos aprofundar um pouco mais nessa concepção de ser humano acompanhe comigo e pode ser humano ele é um indivíduo social quer dizer
que ele é o indivíduo social significa compreender o ser humano como um ser biologicamente social que ao nascer está submetido a obrigação de aprender por que que a professora está falando para você que ele está submetido a obrigação de aprender porque nós precisamos ser cuidados e durante esses momentos em que nós somos cuidados nós estamos na verdade observando Como é feito o tratamento conosco é como aquele cuidador se relaciona como ele fala conosco Quais são os objetos que estão presentes nesse mundo Qual é o nome dos objetos né então toda a nossa percepção ela vai
sendo construída a partir de seus processos de observação e de internalização que acontece desde o nosso Nascimento ou seja quanto mais elementos forem apresentados a cada um de nós mas a humanidade é construída Olha que frase bonita do Vygotsky né A humanidade é construída no sujeito a humanidade ela não é dado ela não nasce pronta a humanidade ela é construída ao passo que nós vamos internalizando todos esses elementos que foram produzidos pela cultura e que fazem parte desta cultura 10 a cidade então Imagine só que as nossas características biológicas elas dependem da cultura para se
desenvolver acredite se quiser né mas até mesmo aquilo que nasceu conosco que faz parte do nosso aparato biológico não se desenvolve sem o contato com a cultura Vamos a um exemplo vamos imaginar que uma criança quando ela nasce se ela for colocada em um quarto totalmente escuro o desenvolvimento da visão não será um desenvolvimento pleno se ela não tiver contato com os estímulos com as luzes com os objetos em movimento Essa visão ela não se desenvolve ou seja o biológico precisa do social para se desenvolver em toda essa teoria que eu trouxe aqui a você
essa percepção de que a humanidade é construída foi elaborada por um teórico que com certeza você já ouviu falar se não ouviu vai ouvir muito ainda porque zigoski faz parte do trabalho de todo educador de todo o professor né da nossa vida profissional dos documentos da escola né então leve gosta que que foi o teórico que construiu a Teoria histórico-cultural é ele traz a importância do Social né ele nos vê como indivíduo o histórico porque aquilo que nos torna humana aquilo que nós aprendemos tem também as características do nosso tempo histórico Imagine se você tivesse
nascido lá na década de 40 Será que você teria os mesmos gostos as mesmas preferências já que você iria gostar do mesmo tipo de e certamente não é então nós temos a característica do nosso tempo histórico e também da nossa cultura é daquilo que nos foi ensinado e que foi internalizado a partir das nossas relações vamos aprofundar um pouco mais na teoria vigotskiana no quadro e quais são as contribuições de Vygotsky para entender o desenvolvimento humano a partir da pergunta o que é o ser humano é e da compreensão de que e o ser humano
EA humanidade é construída a partir do modo de internalização e das formas de comunicação que se estabelecem entre os sujeitos na relação entre a criança eo meio social e os comportamentos que estão presentes na sociedade e naquele cuidador que se relaciona com a criança são interior interiorizadas e constituem a linguagem a linguagem é um tema muito importante dentro da teoria vigotskiana o e compõe na verdade esse sistema simbólico né então nós passamos é essa humanidade ela é construída a partir do momento que nós passamos a simbolizar o que é simbolizar é internalizar as formas de
comunicação da nossa cultura ou seja e as relações entre os sujeitos e o meio não são relações diretas são relações mediadas por instrumentos e por signos Esse é o processo de simbolização de internalização da cultura dos elementos da cultura agora vamos entender um pouquinho mais né como acontece esse processo de mediação por instrumentos e signos Quando nós vamos nos relacionar por exemplo com um objeto vamos imaginar que esse aqui é o meu objeto é um instrumento tá então os instrumentos são objetos presentes no mundo a garrafa é um instrumento a faca é um instrumento o
celular o mouse e a caneta um prato a inchada o martelo a todos os objetos são instrumentos são ferramentas que nos ajudam a estar yacon viver nesse mundo as nossas relações com o mundo acontecem a partir da utilização desses objetos que facilitam a nossa vida então as relações elas são mediadas por instrumentos que são esses né os objetos mas também por signos os signos são objetos são ferramentas mas não são concretas como no caso da garrafa nem da caneta nem do garfo nem do prato o signo são ferramentas no nosso campo simbólico no nosso aparato
cognitivo bom então vamos imaginar por exemplo a questão da escrita a todos nós que estamos aqui nessa aula sabemos que isso aqui ó quando eu faço esse movimento Eu estou fazendo um movimento da letra a não existe um consenso de que esse é o ar então nós simbolizamos essa representação gráfica que é o ar só que nós também internalizamos e simbolizamos que essa representação gráfica representa um som da língua que é o som a veja bem as atividades cognitivas que nós realizamos ela também não são diretas em todas as nossas atividades cognitivas Elas têm esses
mediadores como eu dei aqui o exemplo das Letras mas existem diferentes tipos de mediadores que servem aqui de ferramentas no campo simbólico Por exemplo quando eu quero lembrar de alguma coisa por exemplo aí eu preciso lembrar que devo colocar o lixo para fora de casa é porque o caminhão do lixo vai passar eu um lugar aí quando eu chegar em casa eu me lembro que eu preciso colocar o lixo para fora é um exemplo tá Existem algumas pessoas que fazem uma marquinha na mão com a caneta para lembrar de algo isso esse ato de fazer
uma marquinha é um ato de simbolizar porque é uma ação essa marca interposta a ideia de fazer algo ou o anel que foi trocado interposto a ideia de que eu tenho que fazer algo Então tudo é simbolizado outro exemplo de simbolização quando nós vemos por exemplo é um chapéu na porta de um banheiro existe um consenso de que aquele banheiro um banheiro masculino não é mesmo então em algum momento da cultura nós internalizamos esse consenso Então esse trabalho né da teoria vigotskiana e ele evidencia que todas as relações tanto de aprendizagem quando as relações com
o meio não são relações puramente diretas entre o sujeito e os objetos no mundo essas relações elas passam pelo processo de mediação com os instrumentos que estão presentes no mundo que são os objetos e também com os signos que estão presentes no mundo que são os objetos e internalizados aqui no nosso campo simbólico no quadro vamos conhecer outro conceito muito importante da teoria de gotas que Ana que é fundamental para entender a educação inclusiva a teoria vigotskiana recebeu o nome de teoria histórico-cultural e para teoria histórico-cultural aprendizagem é o que impulsiona E cria o desenvolvimento
professora Mas isso é tão básico Não isso não é tão básico isso faz total diferença sabe porque vamos olhar para outra concepção na concepção piagetiana é que recebeu o nome de epistemologia genética é o desenvolvimento que possibilita a aprendizagem ou seja o indivíduo tem que passar pelos estágios de desenvolvimento para que ele seja capaz de aprender aqui na teoria histórico-cultural com a qual nós estamos trabalhando e vamos continuar trabalhando durante toda a nossa disciplina nós estamos dizendo que quanto mais oportunidade de aprender esse sujeito possui mas ele irá se desenvolver e você conseguiu perceber aqui
como é importante pensando nos aspectos da Educação Especial essa concepção se quanto mais aprende o indivíduo mais se desenvolve quanto mais oportunidades forem ofertadas ao nosso aluno público-alvo da Educação Especial mais desenvolvido ele será e o que nós não podemos é limitar o acesso dessa pessoa aos bens culturais a cultura mais elaborada Então tudo de melhor que existe existe perdão na sociedade a professora empolga né tudo de melhor que existe na sociedade deve ser apresentado ao nosso aluno que é público-alvo da educação especial dentro do processo de ensinar o vigor que trabalhou com um conceito
de zona de desenvolvimento proximal que nós vamos acompanhar agora no quadro e de acordo com a teoria histórico-cultural que é a teoria vigotskiana existe aquilo que o sujeito já sabe fazer que se encontra no nível de desenvolvimento real e aquilo que o sujeito é capaz de aprender que é o que está no nível de desenvolvimento potencial entre aquilo que nós sabemos fazer e aquilo o que nós somos capazes de aprender existe a zona de desenvolvimento proximal O que são aquelas atividades e habilidades que nós só conseguimos fazer com ajuda de alguém que já sabe que
já domina ou seja com a ajuda eu consigo sem ajuda eu ainda não consigo são aprendizagens que estão em vias de desenvolvimento e aqui nesse local que o professor vai atuar ele precisa descobrir durante o trabalho pedagógico com o aluno seja um aluno que é público-alvo da Educação Especial ou não ele precisa descobrir quais são as aprendizagens que estão em vias de desenvolvimento ou seja nem muito fácil porque se for aquilo que o meu aluno já sabe fazer estará no nível real e será muito fácil e nem muito difícil é porque ele também não vai
dar conta de fazer então descobrir a zona de desenvolvimento proximal para atuar como mediador nesta zona é o papel do professor e Vygotsky ele foi um teórico muito importante quando Nós pensamos nessa concepção de aprendizagem e desenvolvimento voltado ao público-alvo da Educação Especial no livro fundamentos da defectologia E essa era nomenclatura que foi utilizada por gigoski Ele demonstrou como o foco do trabalho Educacional deve ser na potencialidade do aluno não na falta não daquilo que ele não consegue fazer então partindo daquela concepção de aprendizagem que você conheceu de acordo com a teoria vigotskiana que aprendizagem
é que impulsiona o desenvolvimento que promove o desenvolvimento ou seja quanto mais o meu aluno aprender mas ele vai se desenvolver e nós entendemos Aqui de acordo com os fundamentos da defectologia do vigoss que foi essa obra maravilhosa que é amplamente utilizada que quanto mais o meu aluno público-alvo da Educação Especial tiver contato com oportunidades de aprendizagem mais ele vai se desenvolver vamos conhecer no quadro algumas características e dessa obra de acordo com Vygotsky e de acordo com o livro né fundamentos da defectologia as crianças com deficiência possuem totais condições de aprendizagem e de desenvolvimento
em um meio em que essa criança vive deve possibilitar a compensação social e impulsionar as suas potencialidades Ou seja a criança tem determinado tipo de deficiência o meio deve oferecer ando as possibilidades de aprendizagem para que ela tem o desenvolvimento em outras áreas ou de outra forma a criança cujo desenvolvimento se a complicado por um óleo o termo que era utilizado na época em que o vi gótica escreveu né complicado por um defeito não é simplesmente menos desenvolvida que seus coetâneos normais é uma criança desenvolvida de outra forma e é isso aqui que nós devemos
lembrar ou será que só a forma e como o indivíduo que é considerado dentro do padrão de normalidade aprende é a forma correta ou será que existem outras maneiras de aprender né então o foco do processo educativo deve ser nas outras maneiras de aprender nas outras possibilidades Nós não somos iguais cada um de nós tem um processo de desenvolvimento que a único eu não aprendi a escrever do mesmo jeito que você aprendeu eu não aprendi a andar de bicicleta do mesmo jeito cada um caiu mais tombo do que o outro alguns subiram em árvores outros
não então cada um tem um processo que é individual como nós aluno que é público-alvo da Educação Especial nós devemos focar nesse processo individual e não na falta e olhar para esse processo individual nas possibilidades do aluno imagine uma criança e com paralisia cerebral e ela não consegue segurar o lápis direito é só que ela tem a compreensão da escrita Será que a escola tem que ficar focada na questão da dela segurar o lápis ou segurar a caneta não ela pode escrever utilizando letras móveis utilizando letras que colam utilizando o computador porque que o foco
tem que ser naquilo que ela não consegue então o foco tem que ser na potencialidade da Criança e essa é a perspectiva de desenvolvimento de aprendizagem que nós vamos trabalhar ao longo da nossa disciplina que é a perspectiva histórico-cultural o livro da nossa disciplina principalmente a unidade de um ele tem uma riqueza profunda desses conhecimentos e vale a pena você é aprofundar finalizamos o nosso conceito e vamos continuar aprendendo e quando Nós pensamos nesse termo deficiência automaticamente veio a ideia daquilo que falta na mesmo daquilo que não está dentro do padrão de normalidade só que
é muito complicado pensar nesse padrão de normalidade né esse padrão daquilo que é considerado anormalidade ele foi na verdade caracterizado pelo modo de produção capitalista ou seja o indivíduo é considerado normal porque ele é capaz de se encaixar no modo produtivo né naquele comportamento e é capaz de produzir para a sociedade de produzir riquezas então aquilo que é considerado normalidade na verdade não está com foco no sujeito está com foco na atividade produtiva desse sujeito então quando nós olhamos para de ciência é importante desmistificar eu pude de consenso de olhar para o defeito e entender
profundamente o que isso quer dizer vamos acompanhar no quadro as pessoas com deficiência são aquelas que tem impedimentos de longo prazo de natureza física mental intelectual ou sensorial os quais em interação com diversas Barreiras podem obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas o que nós podemos entender a partir desse conceito de deficiência G1 em todas as pessoas têm direito a participação na sociedade e as barreiras devem ser eliminadas Oi e a deficiência é parte da diversidade humana e é muito interessante pensar nessa questão não é de
que a deficiência parte da diversidade humana você imagina se toda a sociedade fosse e como organizadas em se todos nós fôssemos iguais como seria né Será que um e aprender com outro provavelmente não né então quando nós olhamos para deficiência Nós só estamos olhando para uma parte dessa sociedade que é tão diversa cada um com suas características e com a sua história a classificação das deficiências acontece para que nós possamos ter um entendimento e um atendimento entendimento e atendimento melhor desse público-alvo vamos acompanhar a classificação que as deficiências são classificadas em deficiências intelectuais deficiências físicas
e deficiências sensoriais Oi essa classificação acontece a partir da classificação internacional de doenças que Alcide e também da classificação internacional de funcionalidade incapacidade e saúde por muito tempo era utilizada apenas os índios os índios Sabe aqueles números que que vão não atestado quando você pega algum atestado tem um conjunto de códigos com números e letras que classificam Qual é aquele tipo de doença que você tem mas a partir de 1980 Surgiu uma classificação complementar proposta pela OMS que foi a classificação internacional né que em 2001 foi realizada e se tornou mais adequada para classificar as
deficiências porque a deficiência não é vista como uma doença mais então o Cid não seria é mas a classificação adequada e o conceito atual de deficiência não se restringe às condições individuais pessoais são um pouco considera a deficiência uma doença por ser uma condição seu conceito Ford a relação entre pessoas e Barreiras tá Então olha lá o que você precisa anotar não a deficiência não é considerado uma doença ela é considerada uma condição e assim utilizaram-se de 11 para entender a pessoa com deficiência tornou-se insuficiente Oi para o contexto atual Essas foram as classificações das
deficiências e nós vamos explorar cada uma delas ao longo da aula de hoje nós vamos fechar esse conceito e já vamos para a primeira classificação G1 e vamos falar de deficiências sensoriais e dentro dessa classificação nós vamos falar da decência vindo ao auditiva e também da surdocegueira Vamos iniciar pela deficiência visual com deficiência visual é o comprometimento da visão que pode ser parcial parcial é conhecida como baixa visão ou total que é conhecida como cegueira e esse comprometimento pode ser compensado em parte com o uso de lentes ou cirurgias Mas não pode ser corrigido tá
então para ser considerado baixa visão ou no caso da cegueira né algo que é permanente algo que não é corrigido totalmente mas um detalhe miopia miopia astigmatismo ou hipermetropia que é o caso aqui da professora não são consideradas deficiências visuais tá e no âmbito da deficiência visual existe a necessidade de apoios de ferramentas para auxiliar a autonomia da pessoa com deficiência visual então é utilizado o sistema Braille tá para escrita para leitura também é utilizada a Bengala para locomoção e o treinamento de orientação e mobilidade que dá a esse indivíduo a possibilidade de ter autonomia
e a respeito do treinamento de orientação e mobilidade nós vamos conhecer né um depoimento vamos conhecer um pouco mais a respeito de orientação e mobilidade com o senhor José que é um fisioterapeuta que tem um amplo desenvolvimento pessoal profissional com muita autonomia Então vamos aprender um pouco com ele sobre esse tela acompanhe [Música] o Olá pessoal ó e eu gostaria de falar com você sobre uma questão importantíssima que é a mobilidade locomoção para as pessoas com deficiência visual vocês vão observar que eu estou com chapéu e uma bengala e uma bolsa a minha bengala era
da cor azul os chapéu ele serve como proteção para minha cabeça porque na realidade eu sou cego totalmente se tiver algum galho já já eu não consigo receber antes de eu vaca nesse galho então eu uso chapéu para proteção da minha cabeça Observe essa é uma árvore que está plantada no local aparentemente correto mas não está correta que o correto era sabe de nada a aparecer o decreto e provavelmente a bateria IURD interior e na hora que a pessoa cega caminha ligar e quando a gente vai atravessar um lugar que você não conhece uma lua
a gente coloca a mão em cima da cabeça que a proteção superior para que não passa o outro mas tem o braço em algum obstáculo que você não sabe que está a tua pré então próprio Alessandro lugar que você não conhece e que você fica com medo se tiver alguma dentro alto É como Aquela logo à frente do seu ovo que é a proteção superior os lugares que são lugares pequenos a Bengala é curta a gente usa Bengala curta em lugares fechados onde tem pessoas agora aqui usa-se a Bengala longa a pegada longa para a
gente poder deslocar o mais rápido possível comermos perigo que você consegue identificar o obstáculo mais fácil Navegar a longa então altura da bengala e ela é Depende da pessoa que uma pessoa individualmente ela vai definir o tamanho que deve ser a Bengala ó então Observe uma coisa nós estamos caminhando [Aplausos] em uma calçada que é acessível a E aí [Aplausos] a manutenção de celular e Tem lugares lugares errados que poderiam ter dado um é [Música] uma outra árvore plantada no local que não era para ser adequado e em um ponto de ônibus e e observe
vocês se Fry Identificação do conteúdo não tem nada que marcando que aqui teve o ponto de ônibus não correto seria que aqui tivesse uma finalização no chão indicando que tem o controle são eu encontrei ele porque eu já conheço esse local que as pessoas fala assim ah mas por que que tem que ser vermelho fiz o touch para pessoa cega então eu vou explicar para vocês tá bom Não é por causa das pessoas cegas mas sim por causa das pessoas por causa das pessoas com deficiências com baixa visão e a pessoa que não enxerga bem
ela olha esse piso e ela se utiliza do contrate para se locomover se locomover ela pode tá usando a Bengala e o contraste do chão é que vai definir o caminho Por onde ela deve seguir então é por SMU a cor ver antes do piso da calçada para ambientes internos pode ser azul amarelas depender da cor do piso a palavra é contraste cromático então gente olha vocês aí que estão aprendendo sobre a educação EA inclusão social saibam que incluir é uma ação se fora para dentro ó Olá eu sou serve precisar inclusão dos governos das
pessoas para que a minha vida seja melhor Parabéns Professora Muito obrigado e até a próxima tchau é nós é que agradecemos a oportunidade de aprendermos tanto né com o senhor José que o trouxe muitas informações relevantes a respeito da orientação e da mobilidade no quadro novamente nós vamos continuar falando ainda sobre deficiência visual entendendo que isso sobre a baixa visão Nós também observamos alguns ajustes necessários tais como os recursos óticos que façam ampliação e significativas como a utilização de lupas ou de lente de aumento letras ampliadas e contrastes de cores Como foi mencionado no vídeo
né o contraste da cor da calçada é um um elemento bem importante para a pessoa com baixa visão e agora nós vamos conhecer as características da deficiência auditiva ela compreende a diminuição ou a perda da capacidade de ouvir ou seja de perceber os sons e tem diversos graus de intensidade de acordo com o volume de decibéis que a pessoa consegue perceber sendo A surdez no seu grau mais acentuado Oi e a importante que desde que seja diagnosticada a deficiência auditiva ocorra uma estimulação precoce com o bebê aliás no caso de qualquer tipo de deficiência a
estimulação precoce é sempre um elemento muito importante e é importante detectar o quanto antes se uma criança apresenta algum grau de perda auditiva significativa já falamos um pouco sobre a importância da linguagem na formação do ser humano e como a criança com surdez não é diferente com ela não é diferente né Se ela não houve e por isso têm dificuldade de aprender a linguagem falada é importante que ela Aprenda uma língua para se comunicar e esse é o papel da libras a língua brasileira de sinais E no caso da surdocegueira né Nós temos aqui já
na própria palavra a indicação né de que essa pessoa ela tem A surdez e ela tem a cegueira é um tipo de deficiência que compromete os sentidos visuais e auditivos em diferentes graus pode impactar o desenvolvimento da linguagem da comunicação autonomia EA mobilidade por conta das especificidades de cada pessoa com surdez cegueira pode apresentar e é necessário né um trabalho específico atendendo às suas necessidades ou seja não existe um manual em que é esteja direcionado todo o trabalho que o professor deve fazer no caso da surdocegueira Aliás não existem receitas prontas né todo o percurso
será construído por esse professor a respeito é o do sujeito a partir do trabalho que ele realiza então no caso da surdocegueira como existem diferentes tipos de comprometimento isso se torna mais Evidente né um plano individualizado de acordo com as necessidades do meu aluno de acordo com as possibilidades também daquilo que eu posso ofertar a ele naquele momento e assim nós fechamos o nosso terceiro conceito e vamos conhecer a nossa situação problema G1 E aí E chegamos a nossa situação problema e agora nós vamos falar sobre a formatura de Renata Renata é uma aluna do
ensino médio que tem síndrome de Down mas a família da Renata ela sempre teve uma percepção de que a Renata não teria limitações que ela teria acesso a diversos ambientes que ela iria frequentar a escola regular que ela iria brincar livremente se desenvolver e isso possibilitou a Renata uma ampla capacidade de aprender e disse desenvolver vamos conhecer as características dessa situação problema bom então temos alunos do ensino médio e vai acontecer a formatura da turma da Renata imagine-se na posição da professora de Renata ou ainda de um colega da turma como você explicaria que o
ambiente em que Renata cresceu e vive faz a diferença em sua vida a partir da sua reflexão você avalia que os referenciais teóricos estudados nesta sessão a partir desses referenciais você consegue compreender como o contexto social e histórico contribui para o desenvolvimento humano ou seja Será que essas possibilidades as quais a Renata teve contato durante a trajetória Educacional fez realmente diferença na vida dela e percebemos aqui olhando para as possibilidades de resolução que a Renata possui totais condições de participação e organização inclusive do evento da formatura assim como os outros alunos que o ser humano
é um ser biologicamente social então ele não é marcado ou delimitado a partir de uma marca só biológica é olha a Renata tem síndrome de Down e ela não pode fazer isso porque ela tem síndrome de Down não nada disso não é possível definir o ser humano o ser humano apenas por seus aspectos orgânicos Tá mas pelas possibilidades de aprendizagem que foram ofertadas a esse sujeito Essa foi a nossa situação problema nós vamos continuar falamos da Renata ao longo da nossa disciplina e também da aula de hoje agora vamos para o nosso momento de interação
nós temos aqui uma pergunta e eu quero contar com a sua participação durante esse momento para você qual é a importância do professor conhecer as especificidades dos alunos público-alvo da educação especial para o trabalho pedagógico por quê que o professor tem que conhecer as especificidades desse aluno você quer alguns minutinhos para pensar sobre essa questão encaminhar a sua contribuição no nosso chefe espero você tô pensando na questão proposta Espero que você tenha concluído que o professor precisa conhecer as características para ofertar as melhores condições de aprendizagem para traçar os melhores planos e também organizar as
melhores materiais tudo isso pensando na especificidade no direito à educação desse aluno e também é naquilo de melhor que você encontra o profissional comprometido poderá oferecer a esse aluno e agora vamos aprofundar um pouco mais sobre a deficiência física vamos acompanhar no quadro e na sequência falaremos a deficiência intelectual e também múltipla mas iniciando essa fala olhando para deficiência física vamos entender que ela diz respeito à alteração completa ou parcial de um ou mais segmentos do corpo humano acarretando o comprometimento da função física uma condição que resulta em dificuldades na coordenação dos movimentos podendo acontecer
em diferentes intensidades Ou seja pode ser mais ou menos acentuada podendo afetar a fala EA locomoção G1 em alguns complementos comprometimentos tá da função física para poesia para a paresia monoplegia monoparesia tetraplegia tetraparesia triplegia triparesia hemiplegia hemiparesia ostomia amputação ou ausência de membro e também a paralisia cerebral que pode afetar a função física tá se você tiver interesse em ampliar o seu conhecimento a respeito de cada um desses comprometimentos você pode buscar o nosso material no livro da disciplina e também realizar outras pesquisas a respeito de cada um desses comprometimento E no caso da deficiência
intelectual algo que chama a nossa atenção já de início é A nomenclatura né deficiência intelectual porque é uma definição que passou por várias modificações ao longo do tempo e é relativamente recente essa nomenclatura que substitui o que antes era chamado de retardo mental ou deficiência mental Então não é utilizada mais esses dois termos Ainda bem né eram termos mais pejorativos hoje na atualidade é crucial considerar como a pessoa com deficiência intelectual se relaciona com o meio suas habilidades as interações e obviamente em que medida o meio no qual ela vive facilita Ou coloca Barreiras para
sua participação plena Ah tá Eyed nós podemos compreender a deficiência intelectual como uma deficiência caracterizada por limitações significativas tanto no funcionamento intelectual conta no comportamento adaptativo que abrange habilidades sociais e práticas cotidianas e essa deficiência se origina antes dos 18 anos tá então para ser considerada uma deficiência intelectual uma das características a essa do início antes dos 18 anos quando nós falamos em deficiência múltipla nós estamos tratando da associação de duas ou mais deficiências se necessita de uma análise sobre as particularidades e compreender Quais são as diferentes formas de comunicação estabelecidas e quais os canais
mais utilizados é algo extremamente importante organizar os posicionamentos corporais no sentido de buscar uma melhor posição para que a pessoa particípio plenamente das atividades propostas nesse caso da deficiência múltipla é importante também ter esse olhar bem individualizado cuidadoso ter o acompanhamento de uma equipe também da Saúde de uma equipe multidisciplinar atendendo todas as necessidades daquele indivíduo e assim nós estamos mais um conceito em que trabalhamos sobre a deficiência intelectual e sobre a deficiência múltipla G1 e você certamente já ouviu falar de altas habilidades e superdotação sabe aquelas notícias daquele daquele menino daquela menina de 10
anos que já foi aprovado em várias universidades né sempre se torna algo muito admirado né divulgado na mídia advogado na internet em traz também no senso comum uma ideia de que essa criança que é tão incrível tão desenvolvida ela não precisa da escola ela não precisa de nenhuma intervenção pedagógica porque ela simplesmente vai né ela pesquisa ela tem acesso a conhecimentos muito avançados para idade e ela constrói projetos então dai essa ideia de que não precisa de uma intervenção mas na verdade essa criança Precisa sim de uma intervenção a mente porque uma característica é o
desenvolvimento em algumas áreas esse desenvolvimento que é superior e não em todas né E essa criança que é o sujeito em desenvolvimento precisa desse desenvolvimento amplo e desse direcionamento nas outras áreas do Saber vamos conhecer algumas características sobre as altas habilidades e superdotação E aí e o que você pensa ouvir a palavra superdotação no senso comum é associado a algo extraordinário e em alguns momentos nessa Associação encontra-se com crianças bem precoces com habilidades para além da sua faixa etária e de acordo com a política nacional de Educação Especial na Perspectiva de educação inclusiva Os estudantes
Com altas habilidades superdotação demonstra um potencial elevado em qualquer uma das seguintes áreas isoladas ou combinadas na área intelectual acadêmica liderança psicomotricidade e artes além de apresentar uma grande criatividade envolvimento na aprendizagem e realização de tarefas em áreas do seu interesse e as altas habilidades e superdotação não são vistas apenas como habilidades intelectuais mas com outros domínios de manifestações humanas como a capacidade de liderança e as artes essas pessoas demonstram talento muito superior em alguma área enquanto em outras apresentam um talento mais próximo ou comparado à maioria da população é mas ainda assim superior para
sua idade né quando nós vamos trabalhar na identificação das altas habilidades e superdotação é importante que você futuro Professor futuro educador Considere as seguintes questões e qual é a necessidade de identificar as demandas desses alunos quem será por conta da sua característica principal reside na demonstração de saberes além do esperado ou será que não basta deixá-los caminhar sozinhos ao longo dos seus processos de desenvolvimento você já sabe a resposta para essa pergunta né não basta deixá-los caminhar sozinhos é necessário um processo de intervenção mas vale reforçar os seus estudantes Com altas habilidades superdotação não possuem
valores superiores ou saberes em questionáveis esse Imaginário social do senso comum fortaleceu a concepção de que não precisariam precisaríamos ofertar oportunidades escolares né que é um mito reforsado pelos testes psicométricos né que são aqueles teste de QI Você já ouviu falar dos Testes de que ir bom então a partir dessa visão né dos Testes de QI foi perpetuado essa ideia de que não é necessário fazer nenhum tipo de intervenção quando na verdade é importante que a escola identificar e a família também que esse Estudante tem altas habilidades superdotação subir menta a criança a um processo
de avaliação faça as adaptações curriculares necessárias e que essa criança tem a possibilidade de desenvolver se desenvolver ainda mais naquela área em que ela já tem esse do Minho essa alta habilidade e que nas demais áreas a escola tem a condição de continuar trabalhando com esse sujeito G1 o transtorno do espectro do autismo alteia vamos falar um pouco sobre hotel oteia é um transtorno muito debatido é muito apresentado também nas mídias é muito estudado e novas descobertas vem surgindo que estão nos ensinando na verdade a lidar EA trabalhar da melhor maneira possível com esses alunos
vamos acompanhar e o autismo foi identificado como um transtorno lá na década de 40 Quais são as características do terra o desenvolvimento prejudicado na interação social e na comunicação o acompanhado acompanhado de um repertório mais ou menos restrito de atividades e interesses a e em 79 foi compreendido como um espectro com grandes variações e manifestações de intensidade nos aspectos que o caracterizam então existem diferentes níveis do theia em alguns alunos Me perguntaram me fizeram perguntas bem interessantes Eu até gostaria de retomar né com vocês me perguntaram é o seguinte como identificar no bebê o Terra
geralmente esse bebê ele não responde a estímulos né então por exemplo é ele sorri pouco ele não mantém um contato visual né E outra pergunta que me fizeram é Como encaminhar quem vai identificar por exemplo é se essa criança tem até ou não precisa ter um processo de investigação Tá mas geralmente se a mãe conversa a respeito dessas características com o pediatra da criança o próprio pediatra faz o encaminhamento para as especificidades e para uma investigação se realmente essa criança tem o theia se isso é percebido na escola lá na educação em como é feito
uma conversa também com a família Claro com muito cuidado com muito respeito e essa família leva também a criança ao pediatra que vai fazer os encaminhamentos necessários tá no quadro novamente e houveram mudanças nas nomenclaturas do transtorno do espectro do autismo tá então até 2013 ele era chamado ele se enquadrava nos transtornos globais do desenvolvimento é aquela chamada de telha de e a partir de atualmente né Nós utilizamos a nomenclatura transtorno do espectro do autismo e de acordo com a política nacional de Educação Especial na Perspectiva da educação inclusiva Os estudantes com transtornos globais do
desenvolvimento são aqueles que apresentam alterações qualitativas nas interações sociais recíprocas e na comunicação um repertório de interesses e atividades restrito estereotipado e repetitivo então movimentos estereotipados também estão presentes uma maneira específica de ficar mexendo com a mão ou com a cabeça ou com o tronco né incluem-se nesse grupo estudantes com autismo síndrome do espectro do autismo e também a Psicose infantil e Vale ressaltar que os alunos com terra tem direito de frequentar as escolas regulares Então os profissionais eles precisam estar bem capacitados suas necessidades devem ser atendidas pela equipe escolar EA convivência com os outros
alunos oportunizar a ampliação do Repertório a partir do contato e da exposição aos modos de fala e linguagem com seus pares e a identificação ela é feita a partir de um diagnóstico Clínico realizado por uma equipe multidisciplinar envolvendo o neuropediatra psicólogo fonoaudiólogo terapeuta ocupacional E também o pedagogo é importante que seja feito um trabalho coletivo quando a o diagnóstico envolvendo os profissionais da saúde e da educação então o acompanhamento desse aluno e ele irá ocorrer a partir dessa interação entre saúde e entre educação as causas do transtorno do espectro do autismo foram amplamente investigadas e
ainda são antes da década de 40 com uma base aí na teoria psicanalítica né atrelava se esse transtorno a questão da relação o ou seja da falta de vínculo da mãe com a criança a chamada mãe geladeira Essa é a expressão utilizada Mas esta interpretação ela se tornou insuficiente para caracterizar esse transtorno e outras investigações científicas continuarão acontecendo evidenciando que as possíveis causas podem ser biológicas relacionadas ao desenvolvimento cerebral e cognitivo então ainda existem investigações os estudos continuam e a partir dos estudos nos estudos perdão nós vamos sempre aprimorando e como profissionais da educação buscando
aprender cada vez mais sobre as deficiências e sobre os transtornos e essa é a nossa segunda situação problema e nós vamos continuar falando sobre a Renata que ela aluna do ensino médio que tem síndrome de Down só que agora tem uma nova personagem que entra em cena que a professora Sônia a professora Sônia é aquela professora querida todos os alunos gostam né E ela soube que vai fazer um trabalho com uma aluna que chamada Renata que tem síndrome de Down mas os colegas outros professores falaram para ela olha é interessante você consultar os relatórios o
diagnóstico para você fazer o seu planejamento e ela falou o seguinte não não quero eu não quero chegar para trabalhar com aluna com uma ideia formada com os rótulos que eu vou construir eu quero conhecer aluna investigar né as capacidades e também as limitações dessa Luna para que eu possa traçar um ano de trabalho com ela qual seria o seu posicionamento Se você fosse a professora Sônia vamos ver no quadro G1 E como você reagiria diante da perspectiva de ter a Renata como aluna você partir de uma avaliação da saberes como fez a professora Sônia
ou farinha de outra maneira você ficaria com diagnóstico você iria investigar Vamos pensar aqui em algumas possibilidades de resolução e para dar conta dessa empreitada educativa os instrumentos mais eficazes estão dentro do escopo do próprio saber docente seus saberes enquanto o professor seus conhecimentos Acerca das relações humanas sua capacidade de diálogo com os estudantes e suas famílias ou seja aquilo que o professor precisa saber a respeito do aluno deve ser investigado pelo professor é claro que esse professor ele precisa ter um olhar atento cuidadoso para com este aluno mas ele deve abandonar esses rótulos que
podem ser construídos Porque a partir dos rótulos ele pode por exemplo conhecer o aluno com uma ideia formada né uma ideia de que esse aluno teria menos possibilidades de aprendizagem do que na verdade ele tem que já a partir de o conceito esse professor já chegaria limitando as possibilidades do aluno então é muito interessante essa perspectiva que a professora Sônia teve de ter um interesse de olhar para aluna antes de traçar de tirar as suas conclusões precipitadas e essa foi a nossa segunda situação problema G1 E chegamos ao nosso segundo momento de interação e eu
preparei três questões a respeito da aula de hoje para você responder no nosso isso tá então eu vou compartilhar com você a tela do Chris que é um jogo bom e você vai acessar esse jogo não está aparecendo aqui para vocês mas ao você vai digitar aí na sua ferramenta de pesquisa me quis tá m y q u i z pontocom Mix tá e você vai digitar esse código 86 3245 Então a professora vai repetir aqui para você ir digitando enquanto eu falo tá então você vai abrir a sua ferramenta de pesquisa e na sua
internet e vai digitar m y q u i z. Com é feito isso vai solicitar um código para você é só um minutinho e deixa eu abrir aqui que eu acho que você vai ver melhor dessa forma E aí E aí bom então digitando a lajoy Agora sim gente agora vocês vão conseguir entrar Joy me quiz.com tá joia em mim me quiz.com e vão digitar o código aqui que a professora falou estava incompleto daquela maneira que eu estava falando para vocês tá então digitando na sua ferramenta de pesquisa Joy o mix.com quem será aberta uma
tela essa tela aqui ó tá vocês vão colocar um nome que vocês e vão clicar no botão verde tá essa tela vai aparecer para vocês e vocês vão colocar o código inicialmente tá 86 3245 e depois de colocar o código 86 3245 você irá colocar o seu nome e irá iniciar respondendo as questões combinado Deu para entender Joy mix.com será solicitado o código 86 3245 depois que você colocar o código você coloca o seu nome e clica no botão verde e aí você vai iniciar respondendo são duas questões a respeito do conteúdo e uma questão
em que você pode marcar mais de uma alternativa que a respeito da Sua percepção Vamos iniciar o jogo todo mundo já conseguiu acessar Vou dar mais um minutinho tá para vocês acessarem para a gente iniciar o jogo E aí E aí e Prontinho vamos começar E aí E aí E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] E aí E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] E aí [Música] E aí E aí [Música] E aí [Música] nós [Música] já temos aqui os nossos ganhadores né a pontuação o
Polo Pedro ainda está jogando vamos esperar a Iara vamos lá Iara vamos participar e ara São Paulo Pedro dois vamos continuar E aí E aí [Música] E aí E aí E aí E aí bom então temos aqui a pontuação da Paula que está liderando o Rodrigo também Polo Pedro 2 e a Iara tá obrigada pelas participações vamos lá revisar as nossas perguntas Quais foram as perguntas trabalhadas você que está respondendo ainda pode continuar tá Não precisa e parar aqui em conta a professora está falando pode dar continuidade continuar respondendo as questões tá você viu que
na primeira questão nós estamos falando de igualdade né igualdade de oportunidades de igualdade de direitos e que é muito importante garantir que se tenha igualdade na questão de número dois nós falamos a respeito da perspectiva do Vygotsky de que todos são capazes de aprender e na questão número 3 nós tivemos as expectativas né suas a respeito do trabalho que nós vamos realizar na disciplina então eu quero mandar um abraço para Paula para o Rodrigo o Polo de Pedro e para essa participante com o nome difícil Millet né E também para Iara um abraço a todos
Obrigada pela participação e esse foi o nosso momento de interação momento que eu posso contar aí com a participação de vocês que nós podemos interagir um pouco mais e também testar os nossos conhecimentos né Vamos recapitular o que nós trabalhamos na aula de hoje e nós vimos que o processo de Constituição do sujeito E contempla também o papel do meio social e das mediações G1 e a educação é um direito humano EA escola precisa estar preparada para atender a todos os alunos o papel do professor no processo de organização do processo de ensino e também
da aprendizagem foi amplamente discutido nessa aula de número um e nós chegamos ao final da nossa primeira aula e eu estou muito feliz pela oportunidade de conversar de compartilhar esses conhecimentos com vocês e para finalizar essa nossa primeira reflexão Eu gostei muito de uma situação que está lá na página 17 do livro da nossa disciplina e eu quero encerrar a nossa aula com ela e para respeitar o princípio da igualdade é fundamental respeitar a diferença a diferença é a nossa marca de humanidade lembra que a humanidade é construída né isso porque conviver com pessoas e
grupos diferentes amplia a nossa humanidade no sentido filosófico mais profundo então eu espero que você tenha percebido que as amplas possibilidades de ampliar a nossa humanidade se dá a partir do nosso contato com a diversidade que consequentemente acontece a partir de práticas mais inclusivas chegamos ao final dessa aula deixo aqui o meu abraço e Espero você na semana que vem E aí [Música]