O Olá meus caros alunos vamos dar início a mais uma aula Nossa hoje a nossa aula gira em torno da história cultural continua girando em torno da história cultural como estamos seguindo na disciplina texto-base de hoje é o texto do Roger Chartier é chamado o mundo como representação um texto clássico da área de história cultural dos domínios da história cultural um texto debatido amiúde pelos historiadores portanto Sugiro a vocês bastante atenção a esse texto e a nossa proposição de debate que nós retornaremos às texto várias vezes ao longo da disciplina de direito foram vamos fazer
Russos na medida em que fizeram as minhas só nós na medida que debatemos determinados objetos artísticos à medida que debatemos internados linguagens artísticas portanto eu sugiro a vocês bastante atenção nessa aula de hoje sobretudo porque nós temos mala menor né como Vocês sabem as aula hoje é gravada e nós não temos a participação sincrônica de vocês portanto é teremos a oportunidade intervalo mais curto na medida que eu não vou parar para responder questionamentos ou deixa abrir a palavra para algum de vocês todavia nós teremos esses oportunidades ao longo da disciplina ainda então eu sugiro a
vocês que faça uma passagem dúvidas guardem questões fundamentais que surgiram no texto e surgiram na aula mas Que vocês não tiveram oportunidade de alugar comigo que eu estou estarei à disposição bom é para falar um pouquinho do posto é chatinho é um jogador extremamente conhecido Também mundialmente e na área dos estudos culturais é não é não é menos importante é um dos oráculos mais importantes mas já chat é francês nascer de olho 945 portanto hoje já está lá com os seus há 76 anos né é professor de escrita e cultura da de da Europa moderna
do Colégio de França é professor da escola de Altos estudos em Ciências Sociais na França é professor da Universidade da Pensilvânia é membro do Centro de Estudos europeus Universidade de Harvard é reconhecidamente um dos vereadores é mais importantes da atualidade ele gira em torno é trabalha o mundo discute viaja muito trazendo para o sendo debate as questões da história cultural é dando palestras e difundido as suas pesquisas portanto é um instalador extremamente Significativo para quem trabalha na área de história cultural e administrativo também para quem também trabalha na área de teoria da história e além
das suas pesquisas ele propõe inovações no campo de óleo que é o cilinho e propiciam os estudos históricos uma alavancagem é os dados são da história cultural Ou seja a história cultural auxiliando e debatendo é quatro teoria da história proporcionam a questões fundamentais que hoje nós professores devemos muito as Discussões algo já já vou deixar de ir portanto eu trago um texto do clássico do Chartier no entanto autêntico tem que se mencionar outras obras que são fundamentais por exemplo história cultural entre práticas e representações no texto de 988 é a ordem dos livros de nossas
92 cultura escrita a cultura escrita Literatura e história de 2001 à beira da Falésia a história entre certezas e inquietudes 2002 Os desafios da escrita também de 2002 e escrever e Apagar cultura escrita e literatura no século 11 ciclo 11 e 18 a história ou a leitura do tempo de 2009 a mundo autor em mente do editor 2013 obviamente são inúmeros livros você digitar em darhan Google enrojet a gente vai aparecer em inúmeros Livros mas um texto e um livro Fundamental 2 fundamentais que eu recomendo para quem se interessa pelo são que entrar no debate
efetivamente são os livros históricos entre práticas e Representações cuja essa discussão que ele faz em um representação está colocada e à beira da Falésia a história entre incertezas em que pus e também tem já essa discussão de um representação 11 a representação é aquilo capítulo do livro à beira da Falésia é um texto original da revista dos annales a Regional de História e Ciências Sociais revista francesa é precisamente no seu número 6.989 esse preço é republicado no Brasil e 1990 o número 11 10 E o tanto e depois é publicado no termo ligo à beira
da Falência então é um texto várias vezes republicado é um texto exaustivamente debatido e é um texto fundamental para os estudos na Seara da história e cultura portanto nós não estamos discutindo aqui nada aqui Floyd ao nosso metier é um texto que vale a pena ler e ler com calma dialogando o vou deixar sobretudo porque é o tio tia tem um trabalho especificamente sobre as funções de Representações e práticas que gira em torno dos livros e procura compreender como que na sociedade do antigo regime 16 e 18 é como se deu a como a circulação
multiplicaram nos grito impresso modificou as formas de sociabilidade autorizou logo os pensamentos e transformou as relações de poder e se modificando sociabilidade autorizando novos tipos de pensamento e transformado as relações de poder ele tá dialogando Que o escrito tem essa capacidade e É nesse sentido que ele se propõe a fazer uma reflexão sobre as práticas as representações e as práticas de leitura do antigo regime EA partir dos seus das suas pesquisas é uma coisa bem francesa costumo dizer bastante nas aulas quando eu quando o ministro teoria e metodologia da história que é uma discussão bastante
francesa a questão de discutir teoria fazendo a pesquisa história ou seja discutindo Determinados objetos de pesquisa você é o mesmo tempo tá debatendo a teoria da história você está aplicando determinada perspectiva teórica no objeto de pesquisa e ao mesmo tempo refletindo sobre isso é mais ou menos como se a gente tivesse fazendo um filme e ao mesmo tempo passando making of o chute tem essa pegada essa perspectiva Ou seja a historiografia Francesa tem essa perspectiva São raros os livros principalmente teórico da historiografia Francesa eles são mais da perspectiva de aplicabilidade da perspectiva teórica em determinados
objetos de pesquisa oposto que eu chamaria da historiografia francesa por exemplo é está grafia alemã que já faz mais teoria pela teoria ou seja discutir Teoricamente apenas no campo das ideias e não se entra na efetiva aplicação disso nos objetos de pesquisa eles deixam Ou seja você pai reflexão que aparentemente é muito abstrata e não Entra efetivamente na aplicabilidade desta perspectiva teórica o short é diferente os franceses geralmente são diferentes nesse sentido eles discutem Teoricamente mas ao mesmo tempo aplicam nessa perspectiva até horta mas é plástico disso é era o Michel ficou que faz uma
reflexão teórica muito densa e ao mesmo tempo aplica é isso nos seus obras clássicas tais como nascimento da Clínica objeto onírico ou seja assim reflexões teóricas mas é um Aplicabilidade a Francesa tem muito essa característica não que o generaliza e diga que a historiografia alemã não faz isso é só grafia francesa só faz isso não há uma característica hegemônica dentro do francesa é mais aplicativa de strogonoff O que é mais debatedora e É nesse sentido que os artilheiros todas as estradas francês tem essa pegada de Teoricamente mais ou menos temos Abrir mostrar isso no objeto
de pesquisa e é Isso que ele faz do livro no texto O Mundo como representação é a parte do momento em que ele começa a discutir objeto de pesquisa dele a ênfase a questões de elaborar questões teóricas basicamente tem alguns objetivos para esse texto que são muito são básicos e que são visíveis para quem já se depara com o texto se faz uma leitura dinâmica ou seja o chantilly e procura comprovar que é mesmo suficientes na historiografia na História da história de que não há uma crise generalizada na ciência social e ele busca mostrar isso
já de cara já debatendo com o editorial da revista dos annales do ano anterior de 88 há também uma necessidade de uma tentativa de descrever a dupla resposta dos historiadores a isso que ele chama de assalto das outras disciplinas ele aponta também que é um deslocamento um deslocamento Claro é da história para cultura nós já vimos isso no texto que a Gente já iniciou ele já discutiu l porque eu acho que iniciou Nossa disciplina foi o texto do Ronaldo Vargas é o texto é discutir a passagem na história das mentalidades e história cultural e nós
já vimos essa de nada da história para a cultura dos historiadores para discussão cultural ele também vida diferenciar aquele que ele vai chamar de espaço social da cultura de uma história cultural do Social e vai abrir a mente é tomar a Partir da segunda perspectiva se os dois para cultural do Social que a proposta de G1 o cabelo analisou encontro a gente pensamento entre o mundo do texto eo leitor e aí já é uma perspectiva de aplicabilidade do trabalho dele e trazer para o centro do debate a discussão dos livros dos leitores e mostrar isso
Começou a funcionar como com que a perspectiva teórica funciona na prática Enxertia tem muito mesmo conceituar representação seja ele tá chamando ele chama ninguém para buscar essas representações são palatáveis e inclusive auxiliam na construção de identidades nesse sentido ele também apresenta o campo de estudo da História cultural ele abre margem para várias pesquisas várias possibilidades busca analisar as formalidades das práticas especificamente na Perspectiva da produção e da recepção de cultura e Obviamente tenta compreender as relações e engendrado Em meio às práticas e representações quando ele chama atenção para discussão das lutas de representação portanto é
um texto permeado de questões de debates de posicionamentos e em que ele dividir de forma muito clara e ele propõe para a gente uma reflexão mais início contando falando sobre uma suposta crise das Ciências Sociais seria essa suposta crise das Ciências Sociais que defende o diálogo entre as disciplinas da importação de métodos e técnicas contrárias contraria essa crise contraria essa chamada crise das de dados gerais das Ciências Sociais e púrpuro consequência da história que na ponta lá é debatendo o editorial dos análise de 88 mas olha não é bem assim nós não estamos em crises
em crise não é elemento suficiente para se afirmar que a ciência sociais estão incríveis e ela conta isso com muita clareza Direcionando vai dizer o seguinte vai se aprofunda ainda mais assim muito pelo contrário o diálogo interdisciplinar que resultou da importação de médicos técnicas de p a história e outras ciências Contrariar Tal ideia e aí a gente volta exemplos clássicos como por exemplo a relação dos historiadores com agroecologia ou adesão ao conselho de cultura da agroecologia ou até mesmo a relação dos dragões com outras Ciências Sociais e os corações Com um grande esse processo é
decidido que o shortinho vai defender a ideia de que as alterações no trabalho esporte nos últimos anos não foram desencadeadas por uma crise geral nas Ciências Sociais a ele os princípios de inteligibilidade que o carnaval a história foram abaladas progressivamente ao longo do século 20 e isso não levou a história a um processo de crise muito pelo contrário abriu o caminho para uma pluralidade de abordagens e compreensões Oi e aí ele anda na questão de três deslocamentos informa de de renúncia que ele chama de deslocar a história desloca determinados a perspectiva de abordagem renunciando a
questões renunciando a debates isso não quer dizer que a crise é um reposicionamento nem deixa isso muito bem claro isso Nenhum três renúncias de acordo com certinho a primeira delas é que a história renuncia à um projeto de história total e do modelo braudeliano Ou seja a história de Renuncia a tentar discutir a atualidade do contexto histórico a tratar discutir a construir uma história Total quando se faz pesquisa história é o mesmo tempo renunciou modelo braudeliano de tentar dialogar com a questão dos três tempos a gente vai se aprofundar nisso ainda ao mesmo tempo ele
apronta aqui há uma segunda renúncia a renúncia de definição territorial dos objectos pequenos e fica muito presa a determinada localidade do que renunciar uma terceira Renúncia contada pelos a ideia de queijo para conferir Primavera havia uma primazia do Social e estourar abdica o renuncia desse primado conferido ao social e dá uma guinada para a história da cultura cultural Essas são portanto as três renúncias apontadas pelo Roger Chartier E aí Vocês me perguntaram uma própria sua é no sentido essas três renúncias já não foram especificamente adotadas pelos Historiadores e outros momentos ou ao longo do século
20 já tinha tá deixando muito claro que isso não ocorre ao longo do século 20 Mas sim ao final da década de 70 e início da década de 80 é a passagem que a gente chamaria de uma história de modelo braudeliana aquela história dos análises de modelo braudeliano para uma história para chamada nova história e a chamada Nova História terias novos objetos novas abordagens novos Logos caminhos para Definir a história a partir da terminado diálogos interdisciplinares e É nesse sentido que o shortinho tá dizendo hora a história renunciou a história total e o modelo proteliano
a história deixou de definir o objeto de pesquisa a partir do é sobre pesquisa de história deixou de Primar pelo social essas três renúncias leva isso não é para outro caminho e aí ele se aprofunda nessas 3 - vamos entender esse primeiro momento uma resulta de um projecto de totalidade e Não rodando não seria isso o chantilly ou seja os tratores buscaram pensar na funcionalidade da sociedade Abrindo mão de rígidas hierarquias ações e práticas sociais e temporalidades Ou seja você não ia arquisa mais práticas sociais para entender uma prática é mais importante do que a
outra ou você não ia arquivos uma temporalidade para entender por exemplo eu quero entender o tempo longo aí eu tenho entendeu o tempo médio que a entender o tempo curto nos termos Braudelianos seria o tempo longo a estrutura o tempo médio a conjuntura e o tempo curto acontecimento na já batemos isso portanto historiadores abrem mão a aplicação das práticas sociais e ao mesmo tempo abrem mão dessa finalização de temporalidade histórico no sentido de pensar o tempo rigidamente tempo o corpo tempo médio o tempo longo como estrutura conjuntural acontecimento não há mais essa essa rígida e
hierarquiza são e a portanto é a a a Com a perspectiva de abrir mão de uma primazia de determinações nos trabalhos históricos por exemplo os vereadores partindo da ideia de que técnicas determinavam acontecimento retornar à sociedade ou a questões econômicas em determinavam acontecimentos determinavam determinar uma temporalidade determinar um processo histórico ou a demografia de terminal essa história sobre os abrir mão dessa primazia determinações eles começam a pensar considerar que as Práticas ou as estruturas são produzidas por Representações as nossas representações sempre estariam em conflito é uma luta de representações sociais é um teatro Uma já
de Mateus aqui em outros momentos no teatro de gemonio contra-hegemonia gente pode adotar lado só foi feita de algum Em alguns momentos atrás na disciplina em torno da discussão do Marxismo do novo Marxismo Daniel Leste as é a gente pode pensar aqui essas representações Produzidas nesse sentido e seria esse diz primeiro deslocamento de uma história total do modelo braudeliano ele já tinha propõe que os historiadores começaram a pensar é estruturas ou práticas é a partir de representações produzidas E essas representações sempre estarão em conflito são elas que dão sentido ao mundo cindido a ser um
primeiro deslocamento Ou seja é se esse deslocamento em forma de v anúncio o segundo de acordo com short e O Jardim a renúncia dos historiadores a definição territorial dos objetos ou seja os moradores passaram a definir os seus objetos de pesquisa de pesquisa se afastando é de um procedimento de inventário de determinado lugar você levanta tudo tem determinado lugar automaticamente isso essa esse abandono dessa perspectiva amplamente vem junto com a com a proposta de abandonar a história Total braudeliana respondeu total é o mesmo tempo para perceber tipo De abandonar a proposta da Eliana porque os
próprios desistem de fazer uma espécie de cartografia das particularidades determinado lugar é o diabo com a geografia muito em função do Fernando ao dela seja é renúncia definição territorial dos objetos está entre garantir vaga uma renúncia de uma história total e do modelo Brasiliano assim uns segundos o acabamento a segunda renúncia é intrinsecamente ligada a primeira é e interessante Os dois passam renunciou a perspectiva de inventário a determinados objetos determinados lugares ou é objeto da pesquisa histórica e abandona essa perspectiva de cara de fazer uma cartografia das particularidades daquele determinado lugar e ao mesmo tempo
nesse sentido aderem a p a pesquisa das regularidades e É nesse sentido que há uma tentativa de estabelecimento de leis Gerais que influenciam práticas e representações sociais é por Chartier Isso este procedimento de renúncia definição territorial dos objetos traz para o centro da reflexão a ideia de que os análise começam é a historiografia da década de 70 final deve ter certeza que nada a planeta começa a a resgatar e reatar o sentido os análise do início da mais originais de marca e quem sabe que foram influenciados pela sociologia Émile Durkheim e É nesse sentido essa
parte aqui do estabelecimento de leis a relação da História começou com sociologia nesse sentido tinha trás isso por cento da reflexão e faz esse diálogo com a sociologia E propõe aqui nessa renúncia a definição territorial dos objetos está intrinsecamente ligada a uma adesão e a necessidade de buscar a regularidade EA necessidade sobre esse meio de leis Gerais de e nesse sentido e os análises voltam à tona as análises originais de marca porque alga bater essa influência da Sociologia o blog tá é o Bloch Marc Bloch e lucien febvre dialogavam com a sociologia o tempo todo
então ao debater essa questão o rosto já tinha traz para o centro da reflexão aqui olha os análise dos anos historiografia e nos anos 80 as final de 70 e 80 do século 20 ratão o nosso retorno mão os armários da década de 30 a um retorno à tradição no cantinho não Ignora isso automaticamente a abandonar ao renunciare um projeto de totalidade é uma influência do modelo Brasília e ao renunciar a definição Territorial dos objetos os historiadores são levados a renunciar ao primado conferido ao social e aí o short vai dizer o seguinte joga os
moradores perceberam que era impossível qualificar os motivos os objetos ou as práticas culturais em termos imediatamente sociológicos era preciso ir para os objetos primeiramente pura Depois de andar sociologia e nesse sentido não dava para ir já condição social já entendendo Algo Mais amplo ou de algum Modo já demarcando um território específico e ao mesmo tempo só dois perceberam também já acordo com o chantilly em que em alta marcarem ao tentar qualificar o motivo dessa dessa e os motivos e os objetos e as práticas ao tentarem de marcar isso os moradores se perdiam porque também vamos
perceber que havia que a distribuição desses objetos desses motivos dessas práticas uma da sociedade não se organizam nessa Acionamento segunda divisões sociais prévias Ou seja você Abandona discussão os motivos dos objetos das práticas culturais em termos imediatamente sociológicos é porque é impossível compreender a distribuição dessas práticas culturais e ao mesmo tempo São sociais é impossível entender a sua Distribuição e são usados na sociedade já pelo uma coisa querem babaca dizendo assim ó ó essa sociedade se organiza de acordo com determinado a Divisão social prévio que a gente já é levado automaticamente a lembrar do livro
O carro que mesmo que ele demonstra pela ideia da circularidade costurado cultural vocês vão dar para pensar do ponto de vista histórico e já tinha tá trazendo isto debate o bloco que não dialoga com isso nesse momento tá trazendo mais dizendo olha misturadores perceberam que é impossível você trazer qualificar motivos objetos ao práticas culturais e sociais em Termos imediatamente sociológicos em tentar entender que as suas atribuições de seus usos são da da e organizados previamente segunda divisões sociais ou seja não dá para dizer que o sujeito é previamente não dá para já caracterizar que o
sujeito determinado lugar e já assumiria determinada prática social ou a singu é assumiria determinada prática cultural ou Faria determinada atitude cultural já não dá para determinar previamente Entendi isso plenamente Isso faz parte da renúncia no privado porque não social ainda quando você prima pelo social o céu não tomaticamente já rotula EA outro lá é a uma pré-disposição a qualificar motivos objetos ou práticas culturais esses esses locais avaliados ou socialmente avaliado das localidades da pesquisa histórica do processo histórico discutido ao mesmo tempo portanto sob esse Prisma e nós temos que ilustradores voltam para Desvios culturais e
não para a questão da só hoje cuidado de primeira mão do Social já dava o início ou seja abre novas perspectivas para se pensar novos de articulação entre as práticas sociais e o mundo social não seja as práticas culturais e o mundo social ou seja tô entendendo que práticas e mundo social são sensíveis o short abre para mim por uma reflexão de que por um lado há a uma pluralidade de separações que atravessam a sociedade Privalia Separações sociais isso atravessa sociedade por outro há uma diversidade de emprego de materiais e códigos culturais de símbolos você
já socialmente a sociedade é diversa e plural é in premiado de influências empregada de práticas sociais e de representações e só sou responde vista metodológico não dá para você pensar em apenas um recorte que seria um recorte social básico Mas você tem que pensar em variados negócios numa numa perspectiva Mais Ampla entendendo a sociedade a discussão a partir de uma reflexão mais claramente exposta no sentido de um desvio cultural Ou seja você quer a sociedade você já não parte com recorte previamente estabelecido com base determinada organização social não você vai primeiro parte a esses objetos
de pesquisa compreendê-los e compreender que as práticas e as representações influenciam diretamente as ações de Jesus É E essas ações dos indivíduos estão constantemente em conflito e daí surgem as divisões culturais os divergências políticas etc premiada Nessas questões para reflexão quando ele aponta essa renúncia do primado do Social pelo Historiador portanto meus caros as três renúncias que o shortinho atrás são importantíssimas para compreender o que ele tá chamando ali e o que ele está Considerando o deslocamento da história que não é uma crise de acordo foi ou Seja um projeto de história total e o
modelo braudeliano é abandonado há uma definição abandona também da definição dos objetos de pesquisa do ponto de vista territorial o e alma a uma abandono da perspectiva de poper.io ao social a primazia da reflexão É nesse sentido dessas três renúncias no short e traz para o centro do debate a sua reflexão da sua pesquisa ele passa discutir o encontro o distanciamento entre o uso do texto e o Número do leitor e quando ele faz isso meus gastos eu quero deixar muito bem claro para vocês e ele abre caminho para uma reflexão que serve para qualquer
objeto de pesquisa no campo da história cultural objeto de pesquisa qualquer linguagem nós vamos discutiram ainda música teatro cinema nós vamos continuar literatura história em quadrinhos jogos eletrônicos e essa discussão que ele faz sobre as possibilidades de relação entre Quem Produz cultura e quem recebe cultura e se apropria dela é fundamental para Qualquer que seja é a linguagem e é por isso que a obra do senhor tia tão importante do ponto de vista teórico Às vezes o Primeiro nem se importa quanto custam de leitores leituras mas o sujeito se importa com a reflexão teórica que
ele faz esse é o meu caso como pesquisador e o caso de números utilizadores na historiografia ou seja o short é importante do polícia teórico na Medida em que ele abre caminho para uma reflexão a pesquisa livros de dois ele abre caminho para aplicabilidade da perspectiva teórica que ele constrói a outros homens diante pesquisa variados e É nesse sentido que ele é tão importante aí vocês me perguntam pois bem Professor agora eu compreendi mas para compreender efetivamente a gente tem que andar no tempo aplicando o objeto de pesquisa que ele ta clicando para a gente
tentar Fazer analógico outros objetos por exemplo com base nesses três deslocamentos faz essas três reinos nessas da história deslocamento abandono do modelo braudeliano o abandono da perspectiva de ao recapitulando aqui né o abandono do modelo para Adriano e da perspectiva de histórias o deslocamento seria o abandono do recorte do objeto de pesquisa do ponto de vista territorial no terceiro deslocamento seria o primado pelo social Primado dos funcionários esocial em primeiro plano sem Então essa essas três renúncias são ponto de partida demonstrando essas três anos de agora a história foi para o caminho do cultural ele
começa a demonstrar a partir das suas pesquisas sobre o antigo regime do século 16 e o século 18 ele começa a demonstrar do ponto de vista até hora que tu vai esquecer da aplicabilidade ele vai discutir práticas de leitura no antigo energia E o pior é que a gente pode pensar em práticas por exemplo de assistir filmes hoje foi o espinho com anemia a gente pode pensar em práticas de audição de músicas O gente pode pensar nas próximas práticas de leituras clubes de leitura que existem a gente pode pensar nas práticas de pintura coletivas ou
individuais o gente pode pensar nas práticas de fotografia oi oi gente pode pensar nas práticas de dos Jogos Eletrônicos ou seja ele abre Um caminho enorme para a gente ele abre várias possibilidades eu diria que ele abre um mundo de discussões e problematizações do ponto de vista cultural por isso hoje a tia tão importante exploradores da história cultural ele abre caminho com base nas suas pesquisas para inúmeras voltas e Ele defende a ideia de que o exame das práticas de leitura ou seja que se aprende dos bens simbólicos dos livros é possível é compreender urso
Significações diferenciadas não seja você olhar para as práticas de leitura vocês anime nas práticas de leitura o que o que as pessoas apreendem nessas partes de leitura vão perceber se você analisar você se vocês analisarem vocês vão perceber que abrisse possibilidade de compreensão de um o significado de inúmeros dessas práticas de leituras as leituras e as entendimento são diferenciados depois ele vai discutir criação da criação que A gente ainda vai entrar mas a questão é fundamental nesse sentido ou seja as práticas de leitura permitem entender variadas apreensões variados de entendimentos dos usos que se faz
essas práticas de leitura e das significações que elas estão ao longo do tempo e É nesse sentido que o Chartier se constrói a pesquisa dele e constrói apontando e a história tá aí a todo momento ou seja nessas práticas de leitura e não só direito numa disputa Também porque você tá discutindo tá falando o antigo regime é muito muito os donos do sujeito do antigo regime só me atraso Pega alguém tem que fazer leituras para eles portanto nas práticas de leitura ou e escuta você tem um processo histórico determinado ou seja você vai compreender só
dentro de determinado processo histórico em poucas palavras meus pais a época eo lugar influenciam profundamente o modo como sujeitos escutam ou Len determinados Textos e isso é fundamental I fundamental deixa eu tinha trás isso por cento da reflexão ou seja os modos de modelos variam de acordo com o tempo no lugar uma das Comunidades e etc ou seja o módulo com a prática cultural constrói sentido EA dotada de sentido Depende muito do modo como ela é efetuada e do modo como ela é recebida por exemplo se eu vou dar um exemplo daqui a pouco eu
quero adiantar um pouquinho reflexão Porque ele vai aprontar que é nesse sentido de significações múltiplas e móveis dos textos é que dependem as formas pelas quais os leitores recebem esses textos ou seja as significações dadas aos textos dependem muito mal que vai ser chegou sujeito E aí responde pensar ele tá falando antigo emergir a gente pode pensar no mundo atual vamos desse chegam para gente se a gente fazer uma leitura do do do livro Um livro impresso essa prática de leitura vai ser diferente de eu fazer uma leitura tablet é o dia que você leitura
no iPad o iPad o time alguns jogo modo o o equipamento para leitura Olha só escutar bom então portanto meus caros nós temos várias possibilidades de significação determinada pré-determinado produto cultural dependendo do jeito que esse produto ao chega para a gente é isso que Ele quer dizer ou seja se você assistir o filme do cinema totalmente frente você assistir o filme em caso a experiência é diferente se você você escutar uma música em uma festa a dica de você escutar uma música em casa eu tirei de você escutar a música num bar ou seja algum
outro qual produto cultural chega até quem recebe influencia diretamente o moto não pode sujeito significa o que significa ou se apropria desse produto natural já nesse sentido e o chat e Discutir a questão das formas e eu vou dizer olha ele é conta uma definição para o apuramento de semântica do texto escrito ele é contrário contrário ou seja uma uma uma definição puramente apesar do sentido do texto porque vai dizer que para Rei das formas produzem sentido isso é a significação de um texto pode ser alterado de acordo com o modo como a leitura efetuada
é aquilo que eu tô dizendo para você você pode ir ler um texto no tablet E você pode ir escutar algo em algum equipamento eletrônico de escuta você pode escutar um lobo livro books e não buchwald o look né que usam hoje em dia você pode ler um livro de do computador ou notebook seja essas formas pelas quais os preços de chego são diferenciadas E aí eu não lembro que extrapola não só para os testes né é mais os produtos culturais de modo geral e é por isso é importante a leitura do Chartier porque para
além do texto dos Livros e das práticas de leitura ele nos auxilia profundamente a reflexão de outros de outros objetos de pesquisa que são interessante mesmo e portanto espero que vocês gostem o seguinte o quem o que em que e de que modo a leitura é feita influencia da inteligibilidade aquilo que é proposto mesmo por exemplo se eu proponho um texto para você se abaterem discutirem e vocês lerem esse texto é tô precisando desse texto a executar na Pesquisa de vocês é um tipo de leitura se vocês veem se peço desculpa o Estados para executar
as funções existentes na pesquisa é outra se você é o óculos chega o que o que é o que é deste modo influencia demais o modo pelo qual recebido o produto cultural eu quero bater nessa tecla que isso é uma das questões fundamentais e mais importante que o senhor tinha traz para a gente ou seja o produto cultural é é influenciado pelo modo pelo qual ele Chega ao consumidor chamado de consumidor que eu liguei nós temos uma indústria cultural ao consumidor desse bem simbólico deste produto É isso que eu tô curtindo livros e práticas de
leitura e de escuta lábia entre o século 16 18 da do antigo regime Mas a gente pode pensar isso Prazeres paternidade É isso que eu tô fazendo aqui para você Oi e aí os cantinhos Olha a leitura é sempre encarnada de Gerson espaço os Hábitos uma história das maneiras de ler deveria levar em conta as especificidades da comunidade de leitores e das tradições de leitura e aí eu digo o mesmo para vocês com outros objetos de p o e outros objetos por exemplo os modos de assistir um filme os nossos digitar uma música os modos
de ver uma pintura os modos de ver um jogo eletrônico os modos de ler uma obra literária E por aí assistiram ler uma história em Quadrinhos o assistir Uma minissérie está intrinsecamente ligada à ideia de que você tem que compreender a especificidade daquele espaço social daqueles leitores ou seja as práticas e as representações estão intrinsecamente ligadas a uma tradição hoje de leitura de assistir o filme de escuta de uma música e etc ou seja o historicamente as práticas e representações são determinadas historicamente localizadas é necessário Historicizar as práticas aí você consegue entrar no universo se
eu tivesse a 15 segundos especificidades não é à toa que ele propõe que a identificar tem uma história da Leitura quando a leitura especificamente eu tô trazendo outros objetos de pesquisa quer dizer que a história da leitura por exemplo eu gostaria necessário levar em conta que as diferenças culturais não estão Organizadas segundo um resgate único Olá você poderia pensar por exemplo de textos podem ser lidos de maneira diferente por exemplo lembrados com talento para leitura além de diferente tem diferenças de leitura com leitores menos hábeis leitores acostumados por exemplo ou então você pega você pega
a leitura efetuada por conhecer dois e o assunto e a leitura efetuada por que a gente conhece o assunto a quem o açúcar é inteiramente novo as leituras são Diferenciadas estão diferenciadas de acordo com a determinação histórico a influência histórico a historicidade do sujeito histórico seja um lugar social entendeu culpa momento histórico em que ele está e isso é muito interessante é a tá diferença também mas expectativas dos diversos grupos sociais vão fazer uma leitura há uma expectativa é uma diferença interessante cima a leitura profissional por exemplo e leitura por Prazer por exemplo a gente
eu pego morrendo fazendo propaganda aqui nunca vi esse livro aqui organizado pelo Jorge Ferreira Ângela de Castro Gomes eu gosto de 964 e não 64 golpe derrubou um presidente Pode sim ao regime democrático instituiu a ditadura do Brasil se eu pego esse livro se eu vejo esse livro na prateleira de uma livraria eu vou me interessar por ele do ponto de vista Profissional ou seja eu vivo disso da Leitura eu preciso ler esse livro para compreender o modo pelo qual na minha cabeça eu pego ele para compreender o modo não posso te deu o golpe
civil-militar no Brasil e 964 bom leitor que lê por prazer e gosta de história ele veio esse livro na livraria ele quer comprar para entender passar meu passar essa história mas para não utilizar o profissionalmente Para conhecimento a iludição Ou seja a diferenças de expectativas a mesma coisa acontece com O filme determinados sujeitos vão ver um filme é assim entreter outros vão ver um filme para aprender um determinado jeito vou escutar música PA50 os sujeitos gostam de escutar músicas que deu Sininho uma fazenda terminado o debate e auxiliou a compreender determinados processos de histórias significativo
tem dívidas que vão lá é uma Bienal para ver em inúmeras obras artísticas e linguagens artísticas para Usufluir daqueles praticamente e aprender mais volume compreender tem pessoas que vão para o curiosidade é decidido meus gastos que eu já tinha tá trazendo pro sendo debate a noção de apropriação E aí ele entra nesse debate ou seja como como os indivíduos se apropriam dos bens simbólicos vamos quantos indivíduos se apropriam das representações e das práticas culturais presente da prática de leitura e para ele e se conserta central nos estudos Históricos é central nos estudos históricos na medida
em que o modo pelo qual os indivíduos recebem determinados objetos não tem nada As linguagem dela das representações ou práticas a influencia diretamente nas suas rações o modo pelo qual os indivíduos conhecem e se apropriam desses produtos esses bens simbólicos influenciam diretamente aquela sociedade é extremamente significativo E aí de acordo com ele a idade da procriação é Fundamental para a história cultural é central a noção de apropriação cultural É porque ela vai permitir compreender a extensão plural nos empregos das compreensões de leitura não só de leitura né acabei de falar aqui assistir um filme com
a música e portanto apropriação tem que ser pensada a luz de uma liberdade criadora do próprio indivíduo quando ele toma contato com aquela com aquela prática cultural com aquela representação E aí o Short atrás para você não debate é a ideia de que a promessa são é visão uma história social dos usos e das interpretações vocês do SUS desfazem dos bens simbólicos das interpretações que eles dão Presidente bola base nessas determinações fundamentais é que eles vão a compreender o utilizar os benefícios o base na sua visão demo o máximo mostra o qual ele cresceu o
mas não mostra o qual ele enxerga sociedade em que ele vive a Partir do seu contexto histórico o ou seja de acordo com chantier apropriação está historicamente vinculada as condições e os processos que influenciam na produção de sentido daquilo que o sujeito tomou contato você já me apropriou de um bem simbólico a partir da minha experiência portanto meus caros guarda isso apropriação de dente embora desapropriação de práticas culturais apropriação de representações é feita a todo momento dos indivíduos só Que determinado indivíduo sem produzir outros indivíduos se apropriam de outro mo o que vai influenciar sua
procriação ea historicidade o indivíduo está ou seja a experiência sociocultural do indivíduo o indivíduo ou de grupos sociais nós vemos exemplo em algumas acho que foram as duas atrás ou na passar uma mulher do bem pois é como determinados grupos sociais se apropriaram do filme Tropa de Elite por exemplo Tropa de Elite 1 e o modo pelo Qual determinado policiais do Rio de Janeiro começaram a abusar do seu poder nas comunidades carentes e abusar espancado em meses após o fio e se apropriar daquilo desse modo de acordo com a sua visão de mundo e de
acordo com a experiência sociocultural que eles tinham e outros indivíduos se apropriar no filme do polícia de criticado em rachas ao desvendar esse filme assista Não serve do ponto de vista de mostrar o modo pelo qual é o sujeito só devem ser Tratados o poder dos marginais etc e É nesse sentido que apropriação da cor porque ela é intrinsecamente ligada à historicidade a experiência social dos indivíduos que vocês guardem apropriação é dos indivíduos é individual mas às vezes as individual e às vezes na maioria das vezes de volta para dentro de um grupo específico associando
específico e nenhuma uma coisa que ele traz tem Extremamente interessante e que o perdão e Merece uma uma uma reflexão por quê e é muito interessante essa questão de apropriação por exemplo Oi e ele mostra com base em um em um pesquisador o modo pelo qual essa essa procriação se deu esse se deu ao longo do tempo e o modo pelo qual ela muda de lugar para lugar eu não vou entrar aqui naquelas função do mendigo por exemplo ele já Tinha uns atrás da questão da representação de como ela muda historicamente Mas aqui é uma
questão do short traz uma dele eu tô fazendo a bolsa aqui no texto quando ele vai me adicionar adicionar a E você vai me ajudar William cheique e O que é extremamente significativo é e como ele traz é uma reflexão sobre o William XIX Oi e o modo como William Shakespeare é recebido Eu vou entrando aqui tô indo aqui no trecho que é extremamente significativo nós já Jantamos que são para vocês seja forma da sentidas e vai dar para gente a base E aí é um base por exemplo o modo como o historiador chamado Laurice
Levy faça uma reflexão do modo pelo qual Shakespeare é apropriado ou seja como Shakespeare na América do século 19 ele é apropriado de um modo Muito diferente do que seria na Inglaterra te esperando a por exemplo vai dizer o seguinte Olha é o o laço Levine demonstrou que há uma apropriação diferenciada das obras do XIX e na América no século 19 daquela que tinha ocorrido na Inglaterra por exemplo porque a obra do cheiro as obras peças do jeito que eram internadas com múltiplas formas de Espetáculo tomadas de empréstimo a pasta de ladrão balé Alcir e
elas eram representadas desse Modo e conferir uma apropriação diferenciada desse público qual era a diferenciação ou seja as peças o xerife no século 19 lá na América e na América do Norte provavelmente ele menciona na América mas geralmente quando os soldados franceses são na América eles estão apontando na América do Norte eles são ele tá dizendo o seguinte Olha é um público Original das peças do chassi é um público era uma elite burguesa letrada na Inglaterra o Público geralmente né das peças seis pernas é da das peças chiques penianas é um burguês era um público
letrado só que como a incorporação a representação das peças do Shakespeare incorporando fórmulas múltiplas de Espetáculo pomadas de empréstimos da farsa do Balé do Cívico do melodrama aprecia-se público e aí a um público que ele vai chamar de ruidoso Henrique Neto se você já é um público mais popular que faz barulho que se mexe vendo a peça né Até o Elite letrada isso Extra mais significativo para exemplo aqui certinha nos dá sobre a questão da apropriação e do modo como é que passado culturalmente como é representa o modo como é representado determinado texto um determinado
da linguagem influencia diretamente o nosso começa a linguagem vai ser recebida e o público eu não posso a linguagem será recebida é mais ou menos dizer que cada público tem um tipo de interpretação e uma recepção Vamos dar um exemplo aqui no entrar em debates é de pesquisas de vocês por exemplo é por exemplo um texto Vamos pensar aqui o modo nos filmes do Mazzaropi é um recebidos por um público mais mais humilde é daquele produz os filmes de e agradavam esse pouco mais popular e nem tem um público mais elitizado mais direito e intelectualizado
os seus Mazzaropi não fazer um sucesso nome de um público com esse com esse com esse Pessoal intelectualizado academia rejeitou uma sala durante muito tempo tá o jeito que nós temos uma tradição trágica que a produção que vende as fotos e exalta a tragédia e rebaixa comédia então o único ele é jogar a para um nível inferior do polícia liberar daí O Mazzaropi descredibilizado por parte de intelectuais só que o público Popular adere às Produções vão assistir Tô dando um exemplo ao contrário dos filmes que o Felipe estuda por exemplo que não tem lá Uma
procriação uma boa recepção o movimento do dogma 95 não tem uma grande apropriação Popular uma recepção mas um público intelectualizado vai aderir a esses filmes e vai gostar muito esses filmes sintético ou seja dos casos É depende dos públicos apropriação está entre está mente ligada a historicidade da experiência social ai eu falei de um filme eu falei de literatura festas populares também sujeitos geralmente por exemplo Folia de Reis o sujeito se Conhecem todos os funcionamentos ou se apropriar determinado modo dessa peça Popular o sujeito que não conhece o funcionamento apropriado de outro e é isso
aí Oi e a polícia que ele disse que a história social da cultura se transforma numa história cultural no centro há uma passagem E aí ele vai dizer o seguinte Olha a leitura nunca é somente uma operação abstrata eu falei como eu queria um espaço de Relacionamento entre o sujeito estou aqui tá lendo ou escutando o livro O outros e tem uma frase interessantíssimo que diz que quando você lê um livro de história você diálogo a com as pessoas mais interessantes do passar é uma espécie de diálogo com um Oi gente vários entre os personagens
do livro você com você mesmo e ao mesmo tempo isso depende da sua procriação essa prática de leitura que a gente está Fazendo é ruim significativa para ir para compreendermos e ele vai ter o seguinte olha não há texto fora do suporte que lhe permita ser lido ou ouvido não é inscrito que não dependa das formas pelas quais pelas quais o leitor atingir atingido O que quer dizer com isso seja não lá texto fora do suporte que permita a seguir o blog o modo pelo qual o livro chega ao leitor é fundamental daí na apropriação
que esse leitor para parada leitura E por exemplo ele distingue dois conjuntos dispositivos para entender o sentido aqui do script atingir o leitor primeiro ou seja as estratégias organismo da escrita e das intenções do autor em Esse é um primeiro conjunto dispositivo importante para se levar em consideração segundo aquilo que é proveniente de uma decisão doente Thor ou a exigência da oficina de impressão um dos carros vou dar um exemplo a não Para vocês mas que eu acho que deve ser mais uma vez aqui o livro Paulo Emílio Salles Gomes ao limite historiador a matriz
interpretativa da história do cinema brasileiro mas eu trago esse livro Uma cor dele é vocês conhecem misturador de Moraes e este livro é ruim hein E aí eu usei ambos os 294 páginas eram uma dissertação de Mestrado mais Ampla mas por exigências editoriais ele tem que Ser dado uma enxugada leitura teve que ser realizada para uma leitura mais direta a multa que passou isso foram cortadas uma coisa que por exemplo não serei não foi na dissertação de Mestrado ou tese de doutorado eu deixo um exemplo desse essa obra minha para vocês perceberem o seguinte alma
esse g a um sentido as passagens de escrita e as intenções do autor são fundamentais e o historiador deve levar isso em consideração mas também às exigências do Editor são consideradas importantes enxertia para essas duas coisas para você entender que isso não se aplica somente a livro o desenho do livro vou puxar um exemplo por exemplo você pega uma dissertação de Mestrado ou tese de doutorado mandar vai ser publicada ela tem ser mexida alterada a ter um sentido mais direto isso é muito interessante porque aí você não é não é mais a dissertação é o
livro atualização explica para dois Pesquisadores da área eles Tiago irem e depois ela vai passar pelos pares que vão estudar sua dissertação efetivamente te interessa sua ferramenta objeto Mas você quer atingir um pouco mais amplo você tem que mudar se você tem que abrir o espaço tirar determinadas situações tirar o que nós as pessoas que são técnicas da sua ar e com relação à literatura é fundamental que o efeito produzido não depende das formas materiais E aí o suporte ao teste é interessante esse é feito ele não depende da forma que ela seja o efeito
preço não vai depender da capa da letra ou da contracapa do livro é feita vai produzir no leitor é impretando todavia contudo não obstante ele auxilia na antecipação de feições do leitor com relação ao texto ele é rouca novos públicos e usos ou usos inéditos E mais uma vez eu dei exemplo É isso aqui ao público sinestro e conhecedor de história do cinema brasileiro é daqueles que gostam da escola cinema brasileiro e essa capa com Paulo Emílio Salles Gomes e o título com polêmico Sales Gomes já dá uma deixa e já antecipa ele tem mais
a sugestões do leitor e vai ler esse livro e essa capa é o Jango Oi e o anos 64 já antecipa um público Específico já já antecipou a feição de eleitor eleitor que vai atrás desse livro O que é isso deixa eu tinha tá chamando atenção da gente é isso e por exemplo essa capa desse livro do Playboy e ela já já é uma de um direcionamento a um público específico e ele já antecipa feições e levou Oi pode invocar logo os públicos Pois é se eu quisesse atingir um pouco diferente Desse público é que
essa brasileiro é história eu tinha pensado uma outra proposta de carro é uma coisa mais aberta ou no título mais aberto para ponto colocando cinema o colocando o cinema no título e teto e portanto meus caros interessantíssimo isso poxa atrás não se deve ignorar a questão do suporte do texto seja do modo pelo qual texto é produzido capa letra e ele não conhecia diretamente eles selecionam e ele atinja o mais amplo são Livro o filme também trailer de um filme é fundamental para definir o público daquele filme e o carro ai já nós estamos na
época mulher o cartaz que alguns de Jesus né Depois do stream mas os cartazes de filme é um fundamentais as capas de vinil eram fundamentais para definir um público-alvo determinado os discos a capa do CD também foi fundamental preguiça não tem mais nada com carro já tá tudo online É interessantíssimo esse processo e o modo pelo qual ocorre essas práticas essas representações do simbólico essas apropriações e suportes que proporcionam as inúmeras leituras por exemplo um shortinho vai dizer olha é com base de todos os argumentos que Eu aponto que a gente pode caracterizar uma diferença
básica entre a história social da cultura e Uma História cultural do Social que aqui eu defendo é é uma história social da Cultura vai Possui uma rigidez na toda lógica maior vocês também tem que tivesse você vai ficar mais preso na questão social e é mais rígido do ponto de vista metodológico e do recorte você não vai estar tão aberta a pluralidade das interpretações e o que você vai dar ênfase a interpretações vinculadas ao social e econômico e às vezes é um político e você vai sentar em aspectos semânticos você já aspectos de compreensão dos
Sentidos colocados por um texto para Jesus tá querendo estudar esse texto bonito do Social e vai ignorar forma Isso serve para um filtro também lá nós da polícia apenas no Social da história social da cultura ignorar forma a que horas em plástico o Claro que tem um livro chamado história social do Jazz e esse livro é um exemplo claríssimo do modo pelo qual se faz uma história social da cultura Vamos botar preocupado em demonstrar a história do Jazz só que Ele discutir do ponto de vista do social1 não discute a forma e ele não discute
a forma da música ele não entra nas discussões estéticas e indicadas pelo jazz e discutir com a lista social e discutir a questão da negritude Rojas por exemplo vou dar um exemplo aqui não tive discutir de várias das questões que coloca tão vendo que uma história social é diferente mas para social da cultura é diferente de uma história cultural social que eu vou Entrar ainda ou seja você tá preocupado quando você faz para social da cultura com os desdobramentos sociais e às vezes coloca com o abstrato dos objetos culturais e os aspectos culturais dos objetos
culturais e já vai estar a cultural do Social que aquela que o seu dia depende aquela que ele advoga para si e para vários historiadores é que a Escola Social da cultura é centra a história cultural do Social sempre as suas atenções no Simbólico e é esse simbólico fundamental porque nesse simbólico e seria um influenciador de posições e relações sociais e aí simbólico que influencia constrói para cada grupo social identidade e aí ele com ele se passa de uma exploração social da cultura para uma história cultural do Social a um desvio para cultura e a
partir desse desvio É possível entender a produção de identidade a partir de estratégias simbólicas práticas e Representações como estou identidades e É nesse sentido que ele entra na descrição das representações coletivas ele tá chamando ainda influenciado por Emílio do car o Marcelo Mouse e aí a gente ia naquela excursão conseguir apresentação novamente ou seja as representações dizem respeito ao modo como em diferentes lugares e tempos a realidade social icons e o né de uma classificação de divisões e de limitações as representações são Esquemas intelectuais que preencham figuras as quais o presente anotado de sentido a
praia esses grupos sociais obviamente construindo identidade dessas representações do animal algo para anular o vaso ausente presente por meio de discursos das práticas sociais das práticas culturais os discursos ao mesmo tempo essas práticas essas representações trazem algo presente com outros significados a partir do momento Que elas são apropriadas eu acabei de mencionar o outro como Shakespeare é é apropriado na América no século 19 moto totalmente diferente pelo com ele é apropriado ele era apropriado na Inglaterra e portanto meus caros as representações geram práticas sociais e são geradas por práticas sociais dá para entender qual nasce
primeiro Oi e o fundamental que o short atrás essa construção de identidade é existem Lutas de representação E essas que possui é que possibilita uma dupla abordagem nessas lutas pelas possibilitam se e Há uma possibilidade de entender aqui lutas de representações são construções que geram identidade ou seja uma ideia é uma representação se constrói encontrar a outra das relações de força e da Represa por exemplo as relações de força entre as representações construídas e aquelas que são impostas por exemplo no Período da ditadura militar surge uma cultura é uma cultura é a prática de poder
executada pela está a dormitar face surgir um grupo social uma outra visão de mundo que se transforma em oposição e vai lutar quando é que tá na metade por exemplo assim como por outro exemplo a Guerra do Vietnã dada ensejo para inúmeras manifestações culturais contrárias à ela e os grupos se constrói deixar a mente a lutarem contra o sistema buscar com o Sistema é construir sua identidade ou assumir o sistema é construir a sua identidade também ou seja a construção das identidades sociais é intrisecamente ligada à luta de Representações e o outro sentido que a
dupla abordagem é que e o recorte social é interessante esse porque daí você pode conferir crédito determinado grupo social os grupos também constrói a identidade EA partir dessa construção de identidade que nós Temos as possibilidades das lutas de representação de muitos sociais se chocam os interesses desses grupos E aí a lutas e representação E aí o grupo se consegue se unir em torno de uma identidade tem mais força social Oi e a gente pode pensar o sindicalismo movimento negro ou o Hip do movimento o movimento das mulheres ou seja a todo um processo histórico que
influencia o modo pelo qual existem lutas de representações e a partir dessas lutas De representações e vão surgir as identidades sociais se sujeitam as identificar construir sua identidade dentro determinados grupos você não consegue identidade social sozinho isolado você constrói a identidade social a partir do momento que você se identifica um determinado a representação proposta de multa naquele grupo social E aí você começa a fazer parte de vocês consideram parte dele isso tem base Dobramento e cozido Paulista político nós estamos passando hoje em dia é o Brasil hoje viu não o Brasil Jadir praticamente mais desde
2013 Brasil é dividido muito dividido bom então as pessoas que se consideram de direita das pessoas consideram de esquerda da ideia desses grupos são vários grupos são lutas de representação que acontece EA construção de identidades as redes sociais transformaram E potencializaram essas Com essa construção de sua identidade sabe por quê Porque se eu sou um sujeito começa acessar determinados assuntos que me interessam e curtindo apenas a se interessam em determinadas redes sociais eu vou ficar dentro de uma bolha e isso vai ficar voltando para mim e essas coisas eu só vou ficar dentro de uma
bolha porque aquilo que eu curto eu curto vai aparecer para mim aquilo que contar os Meus interesses para trazer o diálogo e debate não vai aparecer Oi e aí meus gastos quando você se fecha numa bolha e não quer entender o outro acontece o que acontece no nosso país essa divisão para o site conflito Claro entre representações e divisões do mundo práticas sociais e cada grupo tá dentro da sua bolha porque todos os todo o processo da a dental criar um neologismo aqui toda a internet zação das pessoas gerou um processo histórico que as pessoas
Começam a curte determinados assuntos determinados temas e começa a receber só esses temas que elas elas não têm é diálogo e short o contraditório automaticamente quando você viu contraditório você já rechaça e não debate no diálogo você nem sabe notícias ficam dois mundos diferentes é Six constrói nessa luta de representação exemplo do presente para vocês para compreender melhor essa luta de representao E portanto é interessante isso já tinha trabalho com essa questão da luta de representações e vai propor para gente o fato de que ao trabalhar com essa luta de representações a história cultural auxilia
na problematização de uma hierarquiza são da própria estrutura social é a partir das lutas de representações que se constrói aracá mentiras sociais e aí a vantagem porque você não tá preso social mas está discutindo social também tá discutindo Social mesmo tempo a interessantes Eu sugiro o filme para você chamado 13ª emenda tem na Netflix que mostra como a questão racial e forte nos Estados Unidos e como determinadas representações de lutas de representações influenciaram na nossa na semana em que o o policial que assassinou o George Floyd fui condenado mas não tem mais ao não temos
ainda não se tem ainda informações sobre o tempo né de prisão a quantos Anos de prisão mas já se tem resultado ele foi condenado bom e interessante assistiu porque você vai perceber o modo pelo qual os indivíduos é os norte-americanos a partir determinadas representações de de lutas de representações de choque mesmo vão construir se identitariamente tanto brancos quanto negros quanto latinos uma se construir identitariamente a partir do confronto com o outro Oi e o modo pelo qual esses culpo nosso se dão essas lutas de representação e o modo pelo qual o racismo se transformou em
algo estrutural dentro do estado americano ao ponte de D praticamente ser hegemônico dentro da polícia é muito significativa recomendo para vocês 13ª emenda o enfim em suma meus caros a história cultural Oi e o seu debate Acerca das lutas de Representações A fundação fundamentais nos estudos históricos para compreendermos o modo pelo qual os indivíduos constroem se constrói identitariamente nesse Prisma nós podemos centrar nossas atenções as estratégias simbólicas e determina as posições e as relações sociais você já ajuda para redações têm no seu interior estratégia a simbólica e E essas posições nessas relações para cada garra
classe grupo social elas são constituição constitui como Constitutivas de identidade em volta com as relações sociais e as posições sociais estão sendo construídas construída identidade dos sujeitos e por exemplo se eu começo a construir representações seu surpresa que eu sou a professora entrou na sala de aula e começa a construir representações de determinados alunos voltam correndo determinados alunos e vou se tratando em sala de aula se você já vai construir identidade para Certos grupos eu posso aderir ao determinar o aluno deixar ele fazer determinadas coisas outros grupos eu não deixo fazer essas mesmas coisas vez
eu faço o seu agir dessa maneira e eu tô construindo lutas de representações eu tô auxiliando na construção de grupos e esses grupos vão é ter interesses diversos e é um modo pelo qual é o prato que eles vão construir a sua identidade a partir das suas representação isso é muito Significativo e é por isso que eu sugeri para vocês vocês acharam que eu tinha esquecido mas eu não esqueci é é por isso que eu tinha sugerido a vocês a leitura do texto por é suplemento complementar do texto Roberto ahi a imagem do operário no
século 19 pelo espírito de um rol deve porque eu amo o Roberto ahi trata especificamente da luta de Representações e sobretudo produzidas lá no século 19 em dois momentos históricos e Importantíssimos para o movimento operário portanto meus caros quem não leu o texto o quem leu agora tá entendendo o sentido que provavelmente não entenderam muito bem o Instituto coloquei o peso para dar bate antes a gente discutir essa questão das estratégias simbólicas e da luta de representação é porque eu quero discutir movimento operário é porque o aparelho traz para o centro da reflexão o módulo
vasos lutas e representação são Explícitas Oi e o módulo classes lutas e representação constrói identidades e ele vai dizer o seguinte ainda olha você querida com linguagem a vida com linguagem especificamente que vai artística nunca vai ser o primeiro leitor de documentos documento já passou por um creme para uma seleção já passou por uma hierarquiza são por exemplo vou dar um exemplo do seu status que eu lembro mais claramente porque estava Enchendo arquiza da história do cinema brasileiro mas pode ser outros aspectos por exemplo Jeová por exemplo Gente Pega o Mazzaropi E você José Oscar
quando for lá ler é terços sobre o Mazzaropi você vai perceber que ele é totalmente esterilizado na historiografia brasileira se você já passou pelo crivo de um público crítico já passou pelo perigo de pesquisadores você não é o primeiro leitor ou você não primeira assistir Aquele filme Portanto tem lá já uma sessão que o historiador que o pesquisador Tem que olhar mais a fumo e problematizá-la será que esse sujeito tem razão criticar Aquele fio aquele sujeito tem arranque de que aquela obra literária sabe que sujeito tem razão em Criticar é aquele movimento até aquela festa
popular O que é sujeito tem razão de criticar aquela música a partir de critérios E quais os critérios foram adotados para a crítica essa questão estado tentar Contra isso eu roubei Parry traz para gente isso é por isso que eu mencionei esse texto para vocês espero esse efeito sentido agora para a gente chegar lá e reflexão sobre as lutas de representação e toda vez que o tio sentido das formas eu já antecipei isso é claro para gente que o short está propondo a gente entender a recepção a produção EA recepção dessas E eu já dei
exemplo do Shakespeare aqui do moto quando chega que será produzido na Inglaterra foi produzido na América do Norte ele foi recebido na Inglaterra mostre foi produzido na América e portanto bom e é nesse sentido que ele propõe que as práticas e as representações contribuem sensivelmente para a discussão das relações de poder o texto termina vem aqui meio que tem que terminar né short e deixou no ar Questões indagações isso é natural é os estudos de história cultural e não fechou mas o que fica para a gente e aí já partindo para o fim o que
fica para gente é que já isso tem tudo a ver com a nossa linha de pesquisa para a gente precisa dessa disciplina a gente pesquisar um relações de poder porque ele traz para o centro do debate a ideia de que as práticas representações contribui sensivelmente para discussão da história cultural a luz das questões Relacionadas às relações de poder ele traz as representações e as a representação Oi e a expulsão de o mundo como representação é porque é possível a partir da história cultural EA partir das reflexões teóricas constante Faz entender o mundo a partir das
representações da cidade o historiador entender a sua documentação a partir das reflexões em torno das representações e das práticas Portanto meus caros eu pensando para vocês que a reflexão o gestante no momento em que ela foi feita é extremamente foi extremamente significativo E no momento que nós estamos fazendo também é extremamente skate a a discussão em torno de mostrar que não há uma crise nas Ciências Sociais a história ao invés de crise a história se deslocou para determinar os caminhos são três locamento específicos a necessidade de mostrar o caminho e da Diferenciação da história social
da cultura por uma estrutura cultural do social para uma história cultural do Social isso tem que ser guardado nessa passagem da história social da cultura para uma história cultural do Social ele deixa isso bem claro para gente o risco de cavalo o conceito de representação que é fundamental as lutas e representações que são interessantíssimas para compreender as identidades sociais isso tudo nos casos Nos leva a ideia de que a história e relações de poder podem ser debatidos e discutidos a luz da história cultural ou seja política relação de poder não está vinculado apenas a questões
do Social econômico ou político o controle é fundamental a gente foi entender a história e o mundo representação como propõe o resgate enfim eu quero agradecer a você que me aturou até agora a vocês que me aturaram até agora e que assistir esse vídeo na íntegra Quero Agradecer também a todos aqueles que depois um lançar e me podem lançar questões do grupo eu vou tentar responder na medida do possível nós teremos aula na próxima semana normal é como o professor Tiago e eu estarei presente obra que eu convidar nós nosso convidado será o professor Thiago
de Jesus Vieira é professor do programa de pós-graduação em história da UFG e ele vai discutir história música e sociedade os dois textos que ele colocou Já estão disponíveis para vocês que a gente vai poder continuar essa reflexão da história cultural das práticas de apresentações só que agora a luz de uma linguagem específica e abusa enfim nos casos eu agradeço Cível mente e agradeço demais você tem assistido esse vídeo até agora e desejo a todos uma boa noite Uma boa tarde uma boa amanhã seja qual momento em que for que vocês um grande abraço a
todos até a semana que vem né