oi boa tarde galera beleza então como eu já tinha comentado a gente finalizou lá o último chama pai da matéria né que foi as curvas né circulares de transição agora a gente vai entrar em superelevação e superlargura que são dois elementos acessórios aí que a gente deve determinar esse a necessidade ou não ela em curvas curso para fins de segurança né então vamos ver um pouquinho sobre eles os cálculos a parte da superelevação é a parte mais simples normalmente a super largura um pouquinho mais chato mas tem um processo de cálculo você seguindo a receitinha
ele tem segredo e depois fazer especificação disso na pista né no projeto em si também não é não tem muito muita dor de cabeça ambos tanto a superelevação quantas super largura e são aplicadas normalmente no trecho de transição aonde que vai estar essa superelevação e superlargura justamente nesses trechos de espiral ali das transições caso você por exemplo ter trabalhando só com uma curva circular simples né sem esses trechos de transição daí a gente normalmente aplica esses dois fatores de superelevação e superlargura antes de você entrar nas curvas ali naquela tangente inicial ali que você está
seguindo aquele trecho reto olhando de entrar na curva a gente vai ver um um por vez aqui né tranquilo calmo e vamos fazer um exercício de cada um deles aqui já na própria aula para vocês entenderem como é que funciona e aí já conseguiram pegar a lista aí que eu já tô liberando ela sequência com o exercício sair da parte de curvas né circulares transição e isso para elevar ciência para largura e agora a gente já tem conteúdo né para conseguir dimensionar bem aí qualquer a prática aí de traçado geométrico de rodovias a última coisa
que vai faltar além disso aqui agora é alguns critérios quanto a pintura de faixas né na rodovia distância de parada visualização né e e curvas verticais que a gente vai ver agora na sequência tá então iniciando aí a gente vai começar a partir para elevação como eu já comentei oi e a gente tem a parte introdutória então aqui é só para contextualizar mesmo né então e superelevação normalmente é um requisito de segurança principalmente muito também é de conforto do usuário então a gente utiliza superelevação principalmente porque quando a pessoa entra em curva normalmente o carro
ele é devido as forças centrífugas que estão atuando ali no no veículo o carro ele tende a sair pela tangente então a gente tem que tentar evitar isso a todo o custo né e também os veículos quando entram normalmente em curvas eles ocupam mais espaço na rodovia não é principalmente caminhões toy super largura na sequência que a gente vai ver tem o papel dela tá então a gente até uma parte introdutória né que percorrer o trecho curvo as condições operacionais alteram devido principalmente ao surgimento de esforços laterais que passam a atuar sobre veículo né então
a gente tem que dar uma a segurança e para o nosso usuário então aqui tá explicação matemática né do das forças que estão atuando a força centrífuga ela vai estar atuando aqui puxando o veículo para fora da curva né para que ele sai pela tangente ali da curva a gente quer evitar isso a todo o custo então quando a gente eleva a pista né com aí levar com a porcentagem ali e calculada né a gente mantém valores entre mínimos e máximos ali que a gente vai ter a gente consegue evitar que essa força centrífuga aí
é ato e ali no veículo removendo ele da nossa curva e aí causando provavelmente um acidente então a parte matemática inicial aqui para determinar a força centrífuga e tal a equação aqui a partir dessa equação as demais equações que a gente vai estar aplicando aí a gente vocês vão ver que elas saem basicamente desse dessa a equação matemática principal tá então todos os demais equações que a gente vai usar elas acabam tendo uma relação ainda velocidade que tá o veículo entrou na curva que vai ser velocidade de projeto isso aqui é o raio da curva
que eu vou tá trabalhando e assim por diante tá então basicamente assim então como eu já tinha comentado né se tem uma curva com transições né que foi o último exemplo que a gente aprendeu a gente tem um trecho reto que seria três tangente e a gente tem o trecho de transição o trecho propriamente dito da curva circular novamente transmissão então gente então a superelevação ela é distribuída né não no traçado justamente nesses trechos aqui então normalmente a superelevação ela pode ser lançada né não tem a sua evolução na rodovia de três maneiras então ela
pode a minha rodovia lá pode rotacionar com um relação ao eixo da minha rodovia a gente pode ter a votação correndo de acordo com borda interno e a gente pode ter a votação correndo de acordo com borda externa a mais comum sem sombra de dúvida é a mais aplicada em todos os casos aí é a rotação com relação ao eixo da rodovia que é esse caso aqui que o primeiro nosso primeiro caso nosso e aqui do pelo desenho dá para entender isso o reparo aqui quando eu tô vindo pela tangente aqui a minha pista ela
tem uma caída para cada direção né tem uma carne do lado esquerdo uma casa do lado direito quando eu deixo eu entro no trecho de transmissão a minha super lavação começa ser aplicada então repara que aqui do lado esquerdo eu já não tenho caída para esse lado eu já tenho o meu trecho ou ficando em nível tá então antes um trecho que tava caindo por um lado ele já começa né ele sofre uma elevação e já fique nível quando eu chego no final do trecho de transição eu já tô com essa é que é uma
revolução vai acontecendo ali proporcionalmente a leia o trecho de transmissão então quando eu chego lá no final do terceiro transição a minha superelevação já chegou o valor máximo ali calculado que a gente vai aprender a ver isso aí na sequência é que eu determinei cálculo então eu já vou estar lá com outros esquerdo com todas a ação e o trecho interno né que é o lado direito aqui da minha rodovia também já vai estar vai ter chego já lá superelevação porque ele só vai ter que descer né a porcentagem para chegar e aí toda minha
pista vai estar no sentido que for arbitrado ali em cálculo que seria necessário para que não aconteça nenhum acidente ali do veículo sair pela tangente repara que dá em todo o trecho circular eu não tenho essa constância e depois quando eu entro no trecho de transição novamente aí acontece o contrário né então aquela lado esquerdo começa novamente a descer e quando chega lá na tangente lá na frente que é o fim da minha curso né com transmissão ao circular que seja eu já teria me acordar minha a minha estrada já normal como ela se encontrava
aqui na entrada tá então normalmente é feito dessa maneira eu não tenho não tem muito segredo então a gente vai aprender a calcular aí definir qual o valor da superelevação de acordo com raio da minha curva assim por diante então a gente tem alguns critérios na de acordo com o raio da minha da minha rodovia dentro da minha curva ali e as outras características que eu tenho né de velocidade de entrada tipo de terreno assim por diante eu vou ter necessidade uma super levar sozinhos maior ou menor aqui tem as tabelas para definir o coeficiente
de atrito pneu para o inmetro de acordo com a velocidade de entrada na minha curva essa velocidade ela vai ser tabelada tá em função da classe operacional de rodovia que eu tô trabalhando se a classe um dois três ou quatro acredito que vocês devem lembrar das aulas anteriores que a gente tem passou qualquer maneira na nesse slide mesmo lá na lá na frente eu coloquei tabela novamente que relaciona os tipos de classe de rodovia os terrenos são do lado plano montanhoso e as velocidades de projeto é que a qual é o nome do denit então
aí eu botei um atrito de acordo com cada velocidade que eu posso ter essa minha curva e eu vou estar utilizando esse fator de atrito aqui os valores de r que dispenso superelevação também estão relacionados aqui então o que que você vai fazer a inicialmente quando você pegar qualquer tipo de problema e antes de sair com o plano qualquer coisa a recomendação é verificar se realmente tem necessidade de utilizar superelevação ou não a então você vai em cima da velocidade de projeto prevista para essa rodovia aí para aquela curva você vai verificar qual que é
o raio da sua curva circular como é que você tá tá verificando a necessidade sobrelevação e se caso a sua ao seu raio né e considerando a sua velocidade vamos supor que meu projeto é 80 km por hora e o raio da minha curva vamos supor superior a três mil duzentos eu já montei necessidade de utilizar superelevação nenhuma porque como a curva é muito suave a força centrífuga ela não vai ter tanta tanta incidência ali no meu veículo a ponto de remover ele dá né usuário tem que ficar forçando o volante ali para manter o
carro na na curva da uma curva bem suave bem tranquilo o que a gente já visto nas últimas aulas lá que quanto o maior é um raio da curva mais segura é mais tranquilo é então aqui é a mesma situação então a primeira coisa que eu recomendo é em cima do raio verificar-se a necessidade da superelevação não tenho necessidade você não precisa ficar com uma nada você tá lá é especificar que não precisa na sequência e quando eu tenho raios abaixo então aí eu tenho que fazer as análises eu tenho valores de superelevação mínimas que
eu também tenho que trabalhar dependendo do revestimento valores de superelevação mínimos aqui então revestimento dos criminosos de granulometria aberta de 1263 por cento de superelevação revestimento betuminoso de alta qualidade que tá errado né receber o que é dois por cento de superelevação e pavimento de concreto né um e-mail de superelevação sempre ficar atento também esses meninos estão recomendo antes de começar a fazer cálculo verificando que tem necessidade por exemplo já deixaram cantinho do exercício lá qual seria o valor da superelevação mínimo que é isso aqui que a gente vai estar definido né através dessa dá
um revestimento e a gente tem os valores de superelevação sons máximas o que eu vou estar utilizando de acordo com a classe de rodovia que eu tô trabalhando e a importância dessa minha rodovia o máximo massa absoluto que você pode ter super gravação é doze por cento nunca mais que isso e isso mesmo assim é em circunstâncias específicas o recomendável a entre dez porcento a oito por cento que são os valores máximos aí mais comuns presta atenção que por exemplo dez porcento ele é recomendável para rodovias passe zero ou seja caso rodovia de melhor qualidade
com maior velocidade de tráfego então a superelevação com doze por cento é casos extremos mas onde você não tenha condição né nem com 10 por cento você tá atendendo tá então porque que você não pode ter um valor muito alto de superelevação e se não você tá aumentando muito a rampa fica bem confortável por aí apagar que você tá resolvendo o problema você tá gerando outro que eu te conforto do usuário ele o som da rodovia durante a curva então dependendo da ido das situações eu tenho valores máximos não seja entra nessa tabela e pega
o valor máximo ali a nota no cantinho como você tem um mínimo e um máximo e aí você vai definir qual seria o seu valor interessante ali nesse meio ali de acordo com raiva você tá trabalhando como atrás a gente eu te aviso né então para curvas de grandes raios a superelevação ela acaba sendo desnecessário o que tem algumas equações também específicas que a gente utiliza de acordo com a super elevação máxima que eu tô definido além do meu projeto de acordo com a velocidade que está especificado ali para aquela minha rodovia eu tenho o
valores de raios mínimos de curva para eu consigo trabalhar com essa super elevações tão essa tabela é mais para você consultar as vezes em cima do seu raio para verificar vamos supor que você pegou um exercício para fazer e o exercício falou que o raio da sua curva é 200 metros um valor bem baixo e aí você né quer fazer uma análise inicial ali para ver se raio se aplica né se ele chega perto da superelevação máxima porque você viu que o valor é bem baixo então vamos supor se eu tô se eu estou especificando
nessa rodovia que setenta por cento 70 km por hora a velocidade dela hoje e verifiquei que a sua preservação mínima vamos supor é dois por cento eu venho nessa tabela aqui com a velocidade e eu já vou ver o seguinte que de acordo com a classe de rodovia que eu tô trabalhando se o tempo todo por hora o raio de 200 metros que aproximadamente 205 aqui né vai trabalhar trabalhando com a superelevação máximo de quatro porcento é uma maneira mais fácil aqui para eu já pegar e achar qual seria a superelevação que eu vou posso
ter de valor máximo ali naquela caminha rodovia então aí eu achando aqui por exemplo quatro porcento eu sei que a minha superelevação daquela minha rodovia vai ter entre dois e quatro aí eu vou calcular ela para definir o valor certinho a essa equação aqui por exemplo aí eu vou utilizar ela se eu tiver é eu tô vamos supor que eu tenho raiva qualquer ali especificado e eu quero saber qual que é o raio mínimo para poder entrar nessa tabela aqui o e definir a superelevação máximo ali aquela carne a rodovia então entenda a velocidade de
projeto né eu consigo em cima da superelevação máxima e do coeficiente de atrito que a gente viu aqui anteriormente né nessa primeira tabela eu consigo definir verificar qualquer raio mínimo aqui para que ela superelevação que eu tô estimando ali que eu tô analisando o que eu pretendo trabalhar naquela minha rodovia é essa aqui é a equação principal que você vai estar utilizando para definir super levar sem problemas aí normalmente o processo de cálculo como é que funciona tá eu tendo a velocidade de projeto e o raio especificado na então eu tenho esse raio especificado na
minha curva esse raio aqui também está especificado essa seria minha super elevação de projeto que eu vou definir eu teria que ter especificado no na em cima da tabela aqui da por exemplo das velocidades aqui outro tipo de rodovia qual é o super elevação máxima que vou tá trabalhando às vezes o próprio exercício vai estar te explicando isso tá vamos supor que você tá trabalhando com a rodovia classe 1 e área montanhosa vamos supor se tem uma super elevação máximo de oito por cento sabendo o qual que a sobrelevação máximo subir oito por cento você
vem por exemplo nessa equação aqui coloca super elevação de oito por cento a velocidade projeto acho f aqui nessa primeira tabela ah tá então você tenta por né km por hora vamos supor 0,15 e você vai achar o raio mim pois se raio mínimo definido você poderia também tá achando pela equação pela tabela que se quiser você vai acho inserir o valor do raio mínimo aqui nessa equação vai inserir o valor da superelevação máximo que você está considerando o seu projeto e consequentemente você acha superelevação a ser utilizada na sua rodovia e aí acabou é
só especificar que essa super animação vai ser aplicada naquele trecho de transição se for uma curva com transição ou se for uma curva circular que se essa superelevação vai ser aplicada naquele trecho é tangentially antes de entrar na curva a e aí fechou bom então aqui tá tabela conforme já comentado com vocês né então de acordo com a classe de projeto que eu tô trabalhando e eu tenho as velocidades e ir em cima das dos tipos de terreno que eu tô trabalhando aqui então por exemplo se eu tiver trabalhando com a rodovia classe 2 terreno
do lado a velocidade máxima naquela rodovia 70 quilômetros por hora então eu já sei qual que é a velocidade de entrada na curva tão em cima da sua velocidade eu faço todos os meus cálculos ali e definir qualquer a superelevação aqui tem duas tabelas que eu coloquei né super elevações máximas mais comuns então essa tabela tem uma super elevação de oito por cento e aqui tem alguns raios que foram definidos em função de cada uma das velocidades então repara que aquele tem todas as velocidades que eu posso ter principais aí né de projeto de 30
até 120km por hora de 10 em 10 e de acordo com a ver e eu tenho é para que a tabela lá sempre vai fechando para cada raio aqui ó o valor de superelevação máxima o próximo dele 888815 diante então foi calculado todos os valores de super levar em cima dos valores de superelevação foram definidos os valores de raios então esses valores de raios aqui serve como referência para gente né então vamos supor por uma rodovia de 70 km por hora uma super elevação máxima de oito por cento e eu preciso ter um raio de
no mínimo 191 metros ali para poder tá atendendo valores inferiores a isso aqui eu já não consigo atender a superelevação máximo de oito por cento precisaria de uma super elevação maior que 8 já se eu tiver um raio não é qualquer raio que pediu na frente 91 metros eu consigo trabalhar com super elevações de valores menores então no caso aqui por exemplo com 245 metros essa minha superelevação já vai para 7,2 por cento e já estão essa tabela que é uma tabela para consulta rápida ajuda bastante em alguns algumas verificações às vezes alguma coisa assim
então é bem tranquilo aqui na sequência tem uma segunda tabela mesma coisa só que agora para sobre a elevação máxima de 10 porcento onde eu também posso fazer a consulta repara que também ela termina tudo em 10 aqui ó tá então eu também tenho os raios definidos aqui esses aqui são alguns valores de referência mínimos para cada uma das situações de superação que eu tenho aqui e aí a gente tem um exercício bem simples aqui para a gente calcular então eu vou colocar esses dados nenhum uma folha aqui para gente conseguir fazer aqui o exercício
e colocar aqui ó exercício superelevaçao o ok ele especificou para a gente que o raio da minha curva aqui conforme exercício é de 214 1,88 m ele falou que a rodovia é classe 2 o e região para terreno ondulado e e são essas foram os dados iniciais aí do exercício é um só para voltar aqui ó tão hi 214/98 uma rodovia nova serem plantadas na região de terra não do lado classe 2 qual que é a primeira coisa que eu vou fazer então eu vou voltar aqui atrás e vou entrar nessa tabela para já verificar
classe 2 terreno ondulado velocidade máxima 70 km por hora então o que que eu vou fazer não vão vir aqui na minha lotação e vou colocar aqui ó pela tabela velocidade de projeto 70 km por hora tá foi especificado já estão conseguimos definir vou deixar isso aqui em vermelho né porque tá indicando com o valor que eu achei aqui para não coloca exercício me forneceu e voltando então para nossa o nosso exercício aqui e o que que eu posso fazer na sequência aqui tá então toma olhar nossa tabela aqui verificar o que eu tenho super
elevação máxima que que eu posso utilizar eu tô super elevação máxima quatro porcento um valor mínimo a ser adotado em situações extremas não é o que eu vou tá trabalhando isso é inferior normal e o superior normal tá então normalmente você quer trabalhar entre seis a oito por cento é o como tá então por exemplo se eu fixar esse meu exercício que a oito por cento na hora exercício não deixou isso claro para mim eu posso escolher entre 6 a 8 10 a 12 pessoal como eu falei só se for classe 01 classe um por
exemplo e é o 12 vitor era todo custo tá então nesse caso aqui a gente tem opção vamos escolher então oito por cento ele até fala que adotar para rodovia ficasse um região montanhosa e rodovias das demais cargas de projeto então como adotar oito por cento então voltando ao nosso exercício aqui a gente pode colocar é super elevação máxima né adotada a oito por cento tá e a mínima e qual seria o valor mínimo então vamos voltar lá e também próximo apresentação e vamos verificar aqui ó exercício também não me forneceu o tipo de revestimento
tá normalmente você vai estar nos casos mais comuns a gente usa saber o que que é né o pavimento flexível asfalto ali concreto betuminoso usinado a quente pode ser alta qualidade ou de granulometria aberta que repara que sai de dois por cento e pode ir até três por cento vamos trabalhar vamos supor é com de alta né revestimento de alta qualidade 2 porcento eu tô especificando isso tá então aqui eu vou colocar então que o mínimo que eu vou tá trabalhando é dois por cento só para a gente ter uma referência e com isso eu
sei que meu valor já tá né tem que estar nesse meio termo aqui eu sei que o meu raio é 214,56 tu vamos partir para os cálculos aqui e qual que é a próxima etapa águia já entrando nessa tabela aqui eu tenho a tabelinha aqui ó eu já consigo achar o valor desse coeficiente f se eu quiser aqui é 70 temos por hora a minha rodovia então f é zero 15 e eu vou também já aproveitar que eu tô aqui e já vou pegar esse valor aqui ó repara aqui a nossa nossa rodovia lá tem
um raio de 214 88 né e pra que eu não tivesse necessidade de os seus utilizar superelevação o meu raio mínimo teria que ser 2450 ou seja tem necessidade da superelevação já verifiquei isso então eu vou guardar esse valor f aqui zero 15 bom então vou voltar lá para nossa lotação da fator de atrito bom então fator de atrito 0,15 é tabelado foi delfim netto rodovia precisa de superelevação árvore especificar que também que a gente viu naquela tabela de baixo beleza voltando aqui a gente agora por exemplo pode utilizar essa equação se eu quiser qual
seria o raio mínimo né para que eu consiga para que eu parece necessidade máximo vamos calcular ela aqui vamos colocar a equação primeiro aeminium a velocidade é o quadrado é dividido por cento e vinte e sete meses e máximo mais f máximo então o raio mínimo é a velocidade 70 ao quadrado dividido por 127 que é uma constante né vezes aqui faltou 11 parentes e o e máximo é oito por cento então 0,08 maseru 15 então repara que né fala porcentagem tô colocando decimal então agora a gente pode calcular que verificar o que vai dar
de valor para gente né então 0,08 mas era vírgula 15 vezes 127 tô gravando o valor aqui a calculadora 70 vezes e tenta dividido pelo valor então o raio mínimo e é 167,7 35 metros e o que que é isso 167 75m significa para mim significa que e para que eu necessitasse utilizar essa próprio valor de superelevação máximo de oito por cento o meu raio deveria ter um valor de aproximadamente 167 75 o meu valor de raio na verdade tem 214 então isso significa dizer que a minha superelevação vai ser um pouquinho inferior a oito
por cento quanto não sei ainda agora a gente vai calcular tá mas serve como referência para eu ter uma noção do valor da minha superelevação então voltando aqui agora não nos lá a gente vai pegar a equação principal aqui para conseguir definir o valor da minha superelevação coloquei também a mesma coisa fiz a equação que já e a gente já consegue aplicar ela aqui vai ser 0,08 vezes duas vezes o raio mini 167 75 dividido pelo raio do meu projeto que a 244 - 8 tudo isso aqui e é menos o raio mínimo novamente 167
e 75 e só o quadrado dividido pelo raio que é 214 vírgula oitenta e oito ao quadrado também é só agora basta a gente calcular isso aqui e verificar o que vai dar de valor então a superelevação deu 0,076 15 ou seja aproximadamente 7,6 porcento tá esse seria o valor da superelevação a ser adotado como o restante aqui não é tão só processo de cálculo eu vou deixar em preto com a resposta final do exercício é em vermelho não é difícil né a gente é verificou como é que funciona aqui bem tranquilo e esse sete
e meio por cento disso para elevação ele vai ser distribuído naquele trecho de transição trabalhando com a curva com transmissão é a gente vai ter aqui os trechos notários que a gente já conhece o trecho por permitir de circular as duas espirais né que são os trechos de transição e esta gente que são os trechos retos ali de entrada e de saída da é normalmente o que que vai acontecer para aplicar superelevação a minha pista de rolagem ela vai ter essa seção transversal normalmente né eu tenho caídas para os dois lados da pista normalmente dois
por cento dois meio por cento alguma coisa nessa faixa esse caimento ele vai estar estabelecido nesse trecho reto da tangente quando eu entro no trecho de transição essa inclinação que eu tenho do lado externo da da borda da pista ali do lado esquerdo supondo que a minha curva para o lado direito eu tenho que zerar então eu tenho que entrar no trecho de transição com essa parte da pista aqui nível então eu vou ter que zerado um valor negativo que eu tinha antes por um valor zerado aqui na uma porcentagem zero e para né conseguir
definir isso eu vou ter que definir qual é o comprimento que eu preciso aqui desse trecho reto suficiente necessário para e dessa inclinação chegar em zero aqui né nenhum dado comprimento ali que seja interessante então para fazer isso eu utilizo essa equação zinha a equação aqui a relaciona o comprimento necessário né para fazer isso ele vai ser igual a largura da pista é a largura da faixa de rolagem aumente a 3,5 mas tá gente tem uma tabela para definir mas normalmente a 3:30 1360 às vezes zuar o abaulamento né a inclinação então normalmente dois por
cento dois por cento 2,5 por cento o g é a declividade da borda e esse valor é tabelado né então eu vou pegar esse valor tabelado que vai estar no próximo slide ali e aplicando essa equação eu vou conseguir definir se comprimento ou seja qual é o comprimento que eu preciso desse trecho reto aqui para aplicar essa diferença de porcentagem de um valor negativo que eu tinha antes que é o valor normal que eu tenho que ter ali para poder ter escoamento de água até eu chegar em 0 oi e aí com isso com esse
valor definido do lt eu consigo definir o primeiro estaqueamento que sejam estacamento ali no trecho reto ali antes de entrar na curva que seria o primeiro estaqueamento talent cantando a superelevação onde ela começa e quando eu terminar esse trecho eu tô entrando no trecho transmissão então eu vou estar entrando com a minha pista zerada no lado esquerdo do lado direito eu continuo com a inclinação normal natural dela vamos supor dois por cento e na sequência o que que eu tenho a minha pista ela vai começar a iria somente do lado esquerdo até um valor positivo
que valor positivo esse valor positivo vai ser um valor que equivale é o valor né do outro lado da pista vamos supor que esses dois por cento então eu voltei dois por cento positivo lado esquerdo dois por cento negativo do lado direito tá então a minha pizza ela vai estar com a mesma inclinação porém de sinais contrários isso aqui ainda não é o valor da minha superelevação vamos supor que o valor da minha superelevação como a gente fez exercício agora é 7,6 porcento então eu já tenho dois aqui eu tenho que pegar em 7,6 porcento
então falta 5,6 por cento então aí a gente vai trabalhar com as dois lados da pista ao mesmo tempo eu vou aumentar a 5,6 por cento aqui e vou reduzir deste outro lado aqui 5,6 por cento com isso eu chego com 7,6 porcento dos dois lados da minha da minha rodovia fazendo com que o e se a superelevação necessária e aí eu quando eu alcance 7,6 porcento eu tô entrando no trecho circular aí eu passo todo o texto circular com isso constante chego aqui no outro lado da espiral e aí começa a reduzir gradativamente do
7,6 porcento até os dez dois por cento novamente por exemplo tá que seriam utilização normal da rodovia ea partir do momento que eu cheguei e tá aqui dois por cento igual nos dois sentidos mais positivo aqui negativo aqui eu começo gradativamente abaixar o trecho da parte externa ali de dois por cento para as ela novamente quando chega nisso acabou o meu trecho da espiral aqui ah e eu tô entrando no trecho tem jeito novamente daí nesse trecho tão gente eu baixo esse lado novamente para os dois por cento negativo e volto para o né o
padrão original da minha rodovia então não tem muito segredo né normalmente em projeto a gente vai definir somente os destacamentos que eu correm essas essas mudanças de declividade né os valores finais ali declividade então com relação à a minha curva de transição transição por exemplo é o que que é dia o que que acrescenta destacamento para mim vai acrescentar um estaqueamento no trecho reto que o estaqueamento onde eu vor sair do negativo aqui e vou para zera e eu vou ter um sacramento geralmente aqui no meio no meio não mas em algum ponto aqui do
trecho de transição que vai estar indicando aonde os duas as duas partes da minha se apresentam a mesma inclinação um positivo e outro negativo na sequência é eu na querendo definir aquela estaca que vai estar no meio do trecho de transição e e que vai ter a igualdade entre as duas os dois trechos da as duas caídas ali iguais nem dente que os porém de sinais contrários não é eu utilizo geralmente uma semelhança de triângulos aqui né triângulos retângulos que eu vou ter aqui como essa daqui que tá apresentada então sabendo que lá no final
do trecho de transição eu tenho a superelevação inteira né o valor total dela e que a minha pista vai sair vai começar o trecho de transição com inclinação nós vamos supor 10 eu vou ter um ponto no meio desse né algum ponto aqui no meio dessa desse triste de transição que eu não sei a localidade não vai estar no meio com o que eu vou ter uma de atividade que eu quero saber então vamos supor que seja dois por cento a caída da minha do meu trecho aqui na minha caída na minha rodovia né e
eu sei que vai ter algum ponto ali naquele trecho de transição e que né essa pista estava com zero ela vai chegar em dois por cento também igualando as duas dois lados então cumprir esse esse seu cumprimento ele né eu consigo fazer uma semelhança de triângulo e aqui eu tenho já equação zinha pronta então esse comprimento essa inclinação que eu quero vamos supor dois por cento tem que ser igual a a superelevação total dividido pelo comprimento total do trecho de transição que mexe vai vai itália aquele percurso ocorrendo e a superelevação aumentando até chegar naquela
super elevação máxima vezes o comprimento que eu quero saber por exemplo na iii oi ciele quem é e eu definido sl então eu sei qual que vai ser a estaca aqui dentro desse trecho de transição que eu vou estar tendo a igualdade de caída dos dois lados porém sinais contrários então a que eu tenho as definições não é para vocês terem guardado em não tem muito segredo e com isso eu consigo definir se estaqueamento do lado oposto da da curva são né tudo simétrica tudo iguais aos estaqueamentos porém né claro seguindo a sequência lógica que
nos estacamento que eu tenho aqui na minha curva e aqui tá tabela na sequência não é com aqueles dá aquele dado da primeira equação que eu tenho aqui ó que é o g então tá a tabela para vocês aqui em função da velocidade da curva que a gente tá entrando tá é com isso vocês podem pegar o valor aqui em cirino a equação e achar o comprimento aqui do trecho reto que eu tenho aqui que vai iniciar pista aqui a sair de um valor negativo e preserva e aí conheço a gente finaliza a parte de
superelevação até mais então tchau tchau