Olá pessoal na aula de hoje a gente vai falar sobre a pneumonia enzoótica bom primeiro o que que é a definição de uma doença enzoótica a doença enzoótica é aquela que vai ocorrer com frequência em determinada região às vezes sempre em determinada época do ano atingindo ali níveis semelhantes de morbidade ou seja o número de animais acometidos e níveis semelhantes de mortalidade número de animais que vão a óbito tá então quando a gente pensa numa doença enzoótica é aquela que frequentemente vai ter dentro de um rebanho por exemplo a mastite dentro de um rebanho ela
pode ser enzoótica tristeza parasitária bovina é uma doença enzoótica Então isso que seria essa definição e aí no caso da pneumonia é a pneumonia que sempre vai ocorrer num nível esperado dentro de um rebanho esse nível pode ser maior ou menor de acordo ali com o sistema de criação e com o manejo bom é uma doença multifatorial a gente tem fatores ambientais que vão aumentar ou reduzir a ocorrência dessa doença por exemplo instalações que TM muita Uma ventilação aí muita corrente de ar que resfria muito esses animais e essa corrente de ar às vezes vai
atravessando vários lotes de animais então carrei esses patógenos disseminando eles num rebanho o a ausência de ventilação também é um fator importante quando a gente tem animais confinados num ambiente não ventilado esse ambiente tende a ficar com um ar com uma qualidade muito ruim então acumulam esses patógenos ali contaminam mais os animais Além disso quando a gente tem contaminação ambiental por fezes e urina nesse ambiente a amônia que é liberada da urina ali principalmente ela pode ser lesiva para as vias aéreas causando pequenas lesões ali e aumentando a chance de uma infecção ocorrer então aumenta
essa ocorrência de pneumonia eh os excessos de umidade favorecem a sobrevivência desses agentes patológicos ausência de umidade ou uma umidade muito ida também vai favorecer essas lesões nas vias respiratórias que vão favorecer a instalação de desses patógenos também eh Outro fator importante é a imunidade e a sensibilidade tanto individual quanto de um rebanho se um animal ele é imunizado para determinada doença ele foi vacinado ou ele já teve contato com aquele patógeno ele vai ter menos chance de contrair essa doença ou vai ter uma doença menos grave além disso a sensibilidade individual pode variar a
gente tem animais mais sensíveis ou menos sensíveis às infecções o estado nutricional também influencia na qualidade imunológica desse animal a raça eh e a espécie animal então tem animais que estão são mais sensíveis a determinados patógenos do que outros e também Outro fator que vai influenciar é a patogenicidade desse agente se é um agente muito agressivo ou se ele é menos agressivo Que tipo de lesão que esse agente causa e se esse agente já tava presente naquele rebanho se ele era endêmico daquele rebanho ou se ele foi recentemente introduzido E aí o o hospedeiro o
nosso paciente não teria imunidade contra aquele patógeno então a infecção pode ser mais grave então todos esses fatores aqui vão influenciar a taxa de ocorrência dessa pneumonia no rebanho a e a gravidade da ocorrência dessa doença Quantos animais que vão vir a óbito ou ter sequelas em decorrência dessa pneumonia Outro fator importante que vai influenciar as taxas de so vência a essa pneumonia é a ocorrência das infecções secundárias quando eu tenho mais de um agente ali causando infecção ao mesmo tempo é o caso das infecções que começam com uma infecção viral Às vezes uma influenza
um vírus ccial bobino e aí logo em seguida esse paciente também contrai uma infecção bacteriana essa sobreposição de infecção geralmente leva um quadro mais grave bom a gente vai ter essa pneumonia enzoótica essa pneumonia que é frequente em todas as espécies animais o que vai variar seriam os agentes mais envolvidos mais encontrados nesses casos de pneumonia por exemplo nos bovinos os agentes bacterianos que mais são encontrados nesses casos de pneumonia exótica dessas pneumonias mais frequentes nos rebanhos são a pastorela mutoid trela micoplasma e ureaplasma nos pequenos ruminantes a gente pode ter uma variação desses agentes
nos equinos a gente tem outra variação tá então são agentes que são mais frequentes naqueles animais se eu atender um rebanho que tá tendo ocorrência de pneumonia e eu fizer o isolamento é grande chance de eu encontrar um desses agentes aí os agentes virais mais frequentes nos bovinos é o vírus ccial respiratório bovino para influenza adenovírus ré vírus e o rinovírus bovino Então são esses agentes virais que são mais frequentemente encontrados e o animal pode sofrer infecção por esse agente viral e em seguida acabar tendo uma sobreinfección por uma bactéria e quais são os sinais
clínicos então é um quadro respiratório né um quadro de pneumonia vai levar o animal à ocorrência de febre apatia inapetência anorexia desidratação pode ter perda de peso perda da produção leiteira redução da produção leiteira como é uma doença respiratória ela vai se manifestar especificamente com tosse dispineia Quando eu fizer a os cuta pulmonar que que eu vou perceber a ocorrência de sibilos tações grossas crepitações finas áreas sem som que que vão corresponder aquelas áreas onde o pulmão foi mais gravemente lesado e o air já não tá chegando nessa região do pulmão então eu não consigo
a escutar nenhum som ou áreas que se formaram abcessos pulmonares aí também na que que eu vou perceber na alcuta é justamente a ausência desse som do ar passando ali e também um aumento compensatório da frequência respiratória tá tudo isso eu percebo na osca pulmonar além disso o animal pode apresentar secreções nasal secreção cerosa ela tá associada a processos ou alérgicos ou processos virais quando o processo é bacteriana a infecção é bacteriana ou uma infecção viral sofre uma infecção secundária por bactérias essa secreção vai passando de mucosa para muc purulenta tá a presença de puis
indica pra gente a ocorrência de algum agente piogênico ali Geralmente as bactérias essa pneumonia zo Ótica ela vai ser percebida com mais frequência nos Bezerros jovens e principalmente naqueles imunocomprometidos que que seria que que poderia levar essa imunocomprometidas imunológica e vai aumentar a chance desse animal ter uma doença pensando aí em outras categorias que são mais sensíveis além dos bezerros jovens se a gente pensar em vacas de alta produção e lactação principalmente em rebanhos confinados também serão mais sensíveis à ocorrência dessa doença lá no gado de corte quando que eu vou ter mais prevalência dessa
pneumonia naqueles animais de corte confinados principalmente naqueles que foram recentemente confinados que eu tenho um grande número de animais que tá tendo que se adaptar a uma nova dieta adaptar o convívio com animais com outros lotes que às vezes eles não conheci então tem aquela briga por dominância e e às vezes quando esses animais são confinados eles passam por um processo de transporte longo são levados de uma propriedade para outra onde tem o confinamento Então tudo isso junta para diminuir a imunidade desses animais então é comum que eu tenha esses surtos de pneumonia principalmente no
início desses desses períodos de confinamento essa doença a pneumonia ISO Ótica esse conjunto aí de de Agentes que levam essa doença geralmente tem alta morbidade então tem vários animais do rebanho adoecendo ao mesmo tempo isso frequentemente é associado a determinada época do ano principalmente ali na época mais fria do ano ou quando eu tenho uma concentração maior de chuva que aumenta muito a umidade da região então as vezes se concentra em determinadas épocas do ano e geralmente tem uma mortalidade baixa tem muitos animais adoecendo mas poucos vão morrer em decorrência dessa doença quando que isso
pode mudar quando que essa mortalidade pode ser alta Principalmente quando eu tenho um paciente com sistema imunológico comprometido Então tem um animal mais fraco já mais sensível a ocorrência da doença ele pode ter complicações inclusive virar óbito ou quando eu tenho infecção por agentes recém introduzidos no rebanho vamos supor que eu tinha um rebanho que ali não tinha presente o vírus incial bovino por exemplo que é um vírus que causa problema respiratório então esses animais nunca tiveram contato com esse vírus tem zero resposta imunológica adaptativa à infecção por esse vírus e aí quando eu introduzo
um animal por ador desse vírus esse vírus se dissemina no rebanho E aí Além de eu ter vários animais adoecendo ao mesmo tempo essa doença tende a ser mais grave porque eles não têm uma resposta imunológica ali pronta contra essa infecção então a taxa de mortalidade pode ser maior nessas situações e a mortalidade também vai ser maior quando eu tiver infecções secundárias então às vezes eu tenho um agente viral ou um Agente bacteriano que causa uma infecção mais Branda e aí S esse essa infecção leva um comprometimento da resposta imunológica E aí ocorre a infecção
por um segundo agente E aí a combinação desses agentes ou o segundo agente é mais patogênico pode levar uma doença mais grave inclusive levar o animal ao óbito e como que a gente vai fazer o diagnóstico dessa pneumonia tá o diagnóstico da pneumonia ele pode ser feito através do exame Clínico da nosso histórico ali do paciente da ocorrência da doença às vezes o histórico de ocorrência da doença no rebanho ele é importante pra gente o proprietário vai relatar que sempre é determinada faixa etá ali sempre tá tendo pneumonia ou tá tendo sempre tem pneumonia em
determinada época do ano ah o tempo virou o tempo esfriou começou a chover tem pneumonia isso aí a gente consegue recuperar nesse histórico e essa relato pra gente de corrência frequência leva a gente a suspeitar da pneumonia ISO Ótica Além disso o nosso exame físico vai levar a gente a detectar alterações pulmonares compatíveis ali com pneumonia então o diagnóstico de pneumonia pode ser dado somente com o exame Clínico porém a gente não consegue chegar ao agente que tá causando aquela pneumonia a gente chega ao diagnóstico de pneumonia às vezes se é uma pneumonia que eu
escuto alteração predominantemente na região crânio ventral do pulmão eu consigo chegar ao diagnóstico de broncopneumonia que tem essa característica de ter essa distribuição crânio ventral tá muito associado às infecções bacterianos ou às vezes eu chego ao diagnóstico de pneumonia difusa ou pneumonia Inter que é um padrão que se espalha por todo o pulmão que eu tenho alteração em todo o parênquima pulmonar e tá mais associado às infecções virais então eu consigo chegar a esse diagnóstico então diagnóstico somente de pneumonia se tá sempre ocorrendo naquela propriedade pneumonia isou Ótica bovina ou caprina ou equina dependendo da
espécie que eu tô que eu tô investigando para eu determinar qual o agente que tá causando essa pneumonia eu posso fazer a coleta de de secreções respiratórias que a gente discutiu lá semiologia os cuidados que a gente tem que ter nessa coleta principalmente o ideal seria fazer essa coleta através do lavado traqueo eh trao bronquico ou traqueal que seria o que eu vou conseguir eh fazer com mais eh cuidado ali isolar realmente o agente que tá causando a infecção E aí eu vou determinar se é um agente viral se é um Agente bacteriano e outros
exames complementares que podem auxiliar a gente nesse diagnóstico ou no prognóstico do animal ou na eficácia do tratamento seria o hemograma só que ele é mais inespecífico o que que o hemograma vai trazer para mim somente se tá ocorrendo ali um processo infeccioso se é um processo infeccioso bacteriano provavelmente vai levar aumento de de neutrófilos se é uma infecção viral provavelmente vai levar o aumento ou a redução dos linfócitos mas tudo isso é mais inespecífico certo e a gente tem os exames de imagem a radiografia e utrassonografia que serve que tem muita eficácia aí na
detecção de anormalidad pulmonares e na detecção de padrões de pneumonia então eu consigo pelo exame de imagem determinar se é uma bronc pneumonia crâ ventral se é uma pleuropneumonia se é uma pneumonia intersticial se é um edema pulmonar de origem cardiogênica eu consigo determinar aí por esses exames de imagem certo mas o diagnóstico de pneumonia consigo fechar na clínica com o exame Clínico agora para eu determinar qual o agente aí eu vou precisar do exame ali de isolamento desse agente outro exame complementar que a gente tem é a necrópsia quando esses animais vêm a óbito
ou eu preciso eutanasiar E aí eu faço a necrópsia e o exame histopatológico e com eles também eu consigo fechar o diagnóstico de alguns tipos de agente por exemplo lá na necrópsia geralmente pneumonia bronco intersticial difusa e os pulmões borrachos é um pulmão que fica mais distendido o normal quando eu faço a abertura da cavidade torácica esse pulmão reduzir murchar quando eu tenho essa broncopneumonia intersticial ele fica todo armado e com esse aspecto borracho Então isso é mais característico das infecções virais e as infecções bacterianas eu vou achar ali na necrop uma broncopneumonia supurativa ou
seja com produção de puis ou às vezes uma pleuropneumonia que é quando vai ocorrer essa infecção na no tecido que tá revestindo o pulmão que tá revestindo a parte interna ali da cavidade torácica torácica então nas pneumonias bacterianas eu também posso encontrar prça pleuropneumonia e as doenças bacterianas geralmente vão apresentar essa distribuição crâ ventral Então as lesões vão ser mais intensas ou somente ali na região crânio ventral do pulmão diferente das infecções virais que tendem a ser difusas o que que pode ocorrer eu ter a infecção mista eu ter uma infecção viral e uma infecção
bacteriana E aí eu vou ter que saber detectar isso ali na necrópsia também bom chegamos ao Diagnóstico como que a gente vai tratar essa doença primeiro antibióticoterapia Ah é uma doença viral eu não vou fazer antibiótico a gente geralmente entra com antibiótico para tratar as infecções bacterianas secundárias ou evitar que elas ocorram ali e agravem o quadro do animal então a gente geralmente todo caso de pneumonia mesmo que a gente suspeita primariamente de um vírus a gente vai entrar com um antibiótico ali e aí a gente tem os antibióticos que são mais ou menos recomendados
pro tratamento dessa pneumonia por exemplo os antibióticos que apresentam menor efetividade ou porque já tem muita resistência das bactérias contra esses antibióticos ou porque eles têm um espectro de ação menor ou porque eles não agem contra aqueles agentes que eu sei que causam a pneumonia mais frequentemente naquela espécie por exemplo os menos efetivos Atualmente as tetraciclinas a enrofloxacina e a sufa Contra o metrop Então posso usar eles Até posso mas naqueles casos de infecção leve que o animal tá bem que eu não preciso ser tão agressivo assim na minha antibióticoterapia os mais indicados qu qual
o antibiótico que eu sempre posso usar aí para tratar um caso de rotina de pneumonia Associação de penicilina com streptomicina que me dá um bom espectro de ação e geralmente é bem efetivo no tratamento dessas infecções o sefur ou a amoxilina seof ele entra como cefalosporina cefalosporina ou qualquer uma dessas outras cefalosporinas a gente poder usar também então isso aqui é o que a gente geralmente usa de rotina para tratar em geral essas pneumonias quando eu tenho casos muito graves de pneumonia que eu tô suspeitando do agente mais patogênico ou de sobre infecção ou que
o animal tá muito debilitado às vezes eu preciso ser mais agressivo nessa minha antibiótico terapia e aí o que que a gente faz a gente pode associar mais de um antibiótico para aumentar esse espectro de ação por exemplo a gente pode associar o Sep fur com uma gentamicina para aumentar o espectro ali a amoxilina a gente associa com o clavulanato e Outro exemplo é o florfenicol que é um antibiótico de amplo espectro de ação e que tem pouca resistência a ele ainda na na produção tá então esses aqui São só exemplos a gente tem outros
antibióticos que podem ser usados também isso aqui são as indicações principalmente pros bovinos tá então para equinos Pode ser que a indicação mude um pouco em relação a essa aqui e aí como que eu vou saber eu vou ter que procurar informações qual que são os agentes mais prevalentes naquela espécie animal Quais os agentes mais prevalentes naquela região que eu tô trabalhando e naquela época do ano tá E aí eu suspeitando eu diminuindo esse meu espectro aí de Agentes que podem estar envolvidos aí eu vou procurar qual antibiótico é efetivo contra esses agentes além da
antibiótico terapia a gente faz o uso dos antiinflamatórios não esteroidais para controlar febre controlar a dor associada a esse processo de infecção eh melhorar o bem-estar desse animal que que a gente geralmente usa os antiinflamatórios não esteroidais flunixin de pirona ou maxican seriam os mais indicados aí na rotina tanto dos bovinos quanto dos equinos e a gente pode usar os mucocin éticos que são agentes que vão facilitar a saída desse muco a saída dessa secreção muco purulenta ali das vias aéreas então eles têm diferentes formas de ação no organismo que vocês vão ver em terapêutica
mas dentre aí os mucos cinéticos que a gente tem de rotina que podem ser usados a gente tem o clembuterol bromexina E acetilcisteína então eles podem ser Associados aí aos antibióticos para facilitar a saída desse muco dessa secreção respiratória que tá atrapalhando a respiração do paciente além disso a gente faz um tratamento de suporte que que seria manter esse animal num ambiente quente seco com uma ventilação adequada não é um ambiente abafado nem um ambiente com corrente de ar e fornecer água em água e alimento de qualidade que são palatáveis para esse animal comer tá
para ele se alimentar e Ir melhorando e a gente pode também fazer a suplementação aí com vitaminas e minerais que vão ajudar o sistema imunológico desse animal ajudar o organismo dele a combater essa infecção a gente tem também os imunoestimulantes por exemplo o levamisol que ele tem um protocolo que ele é usado para estimular a imunidade do animal que a gente pode associar o tratamento específico paraa pneumonia para tentar melhorar e acelerar esse processo de cura do paciente aqueles animais que estão apresentando sinais de hipóxia ou que tem um comprometimento respiratório muito grave a gente
pode fazer oxigenioterapia também para aumentar a tensão de oxigênio aí o oxigênio que tá chegando aos tecidos e como que a gente faz o controle dessa doença nos rebanhos ou evita que ela seja muito tenha idade letalidade mais alta primeiro ponto colostragem e cura de umbigo todas as doenças a gente vai falar isso é como eu confiro essa primeira imunidade ao ao bezerro ao potro ao pequeno ruminante é pelo colostro então se eu falho na minha colostragem eu deixo esse animal susceptível a diversas doenças então não errar na colostragem fazer a cura de umbigo adequada
proporcionar esse animal ambientes secos bem ventilados sem correntes de ar uma boa nutrição um controle de Endo e de ectoparasitas são situações que fazem que esse animal seja mais forte seja mais resistente tem um sistema imunológico mais eh efetivo ali no combate das infecções eh fazer o isolamento e o tratamento adequado dos animais doentes se eu tenho um animal com pneumonia dentro de um lote ele vai contaminar esse lote então no momento que eu identifico esse animal eu tenho que isolar retirar ele dali para evitar que essa infecção se Espalhe mais fazer o tratamento adequado
não adianta eu ir lá e achar que uma dose de antibiótico e uma subdose de antibiótico vai resolver o problema Às vezes o animal pode ter uma certa melhora eu volto ele no rebanho e ele sai disseminando essa doença pelo rebanho todo então sempre fazer o escolher o antibiótico adequado usar pelo período de tempo adequado até esse animal ter realmente a cura tá e muito cuidado a introduzir animais novos no rebanho porque quando eu pego um animal que eu não sei da origem dele não sei de histórico de vacinação de histórico de doenças e introduzo
ele num num rebanho ele pode est vindo como um cavalo de Troia ali trazendo vários agentes que o meu rebanho nunca teve contato e aí eu vou ter um alto índice de ocorrência de pneumonia e às vezes com uma letalidade muito alta porque eu introduzi um agente novo ali no rebanho então sempre procurar saber adquirir animais com que T procedência ali com vacinação correta em propriedades que eh tem um manejo sanitário mais adequado que não tem tanta ocorrência de pneumonia e fazer ali um período de quarentena deixar esses animais isolados afastados do rebanho até eu
ter certeza que eles não têm nenhum patógeno que pode ser transmitido para meus animais certo bom sobre a pneumonia zó bovina era isso que eu tinha para falar para vocês até a próxima aula