Estamos iniciando mais hoje mais um a gravação de mais um programa Curral Pereira de arquiteto formado pela fauna foram 73 né e queria agradecer por você tá aqui e queria também fazer a primeira pergunta fala um pouco das perguntas urbanista que te ajudou na fazer paisagem no depois e também se ela te abrir algum caminho a gente sente por Eventualmente a fazer a trabalhar com Paisagismo né já que naquela que você fez o curso alguns tiveram muito dativas que eu me lembro e outras pessoas não tiveram seus livros obrigatória a obrigatório e eu que faço
um pouquinho dessa desse percurso na escola pelo menos adolescente mas mais novo bom eu vou começar um pouquinho antes só um pouquinho falando da minha terra um pouco mas eu sou imensa que é uma cidade Interior do Estado de São Paulo da região do Pontal do Paranapanema pede um rio bonito que é o rio rio Paraná então Rio para mim tem uma tem um sentido muito importante que a gente pescava nadava e Até os 17 anos vive lá ai meu pai queria que eu fosse Engenheiro do Ita eu acabei fazendo científico aqui naquela época colegial
científico e Depois fiz o cursinho o cursinho A ideia era para fazer engenharia de fato mas no cursinho eu percebi que Engenharia não era minha que o pessoal da arquitetura desenhando o ângulo pessoal desenhando e falei não é por aqui que é meu lado não é de coisas tão exatas como ela seja eu acabei optando de fato por arquitetura não sei fazer planta de casa uma coisa Meio genérica eu não tinha muita ideia mas sabia que meu caminho era mais pela uma coisa que é social [Música] e humanas entramos na Falcon a gente inaugurou a
Falco aliás esse prédio acho que é um prédio que acho que o prédio que tirando a questão do conforto térmico que ele é terrível é um prédio acho que assim é um é um ele foi uma maravilha para gente porque ele coloca a gente para uma coisa De meio que para a imaginação para a gente voar até o até a poesia né até olhar para o céu ali aberto em cima é muito essa coisa tem uma praça central no meio acho que isso já foi um dado muito importante para a formação da gente Agora durante
a fala Eu praticamente não tive pouquíssimo contato com Paisagismo a área que eu tinha um pouquinho mais interesse era arquitetura e comunicação visual E o que eu me lembro assim da vagamente de paisagismo na época da formação da Falcon era as aulas do Cardoso que é um grande paisagista que influenciou Acho que muita escola particularmente arquiteta que Paulistas peguei o Cardoso para mim a única coisa que eu lembro gente mais fundamental assim talvez ele perdeu o próprio interesse que não era tão grande era que o Cardoso chegava com cachimbo em cima do desenho que a
gente Fazia do projeto e falava aqui tem muito arquitetura aqui não tem arquitetura eu nunca entendi o que significava isso né talvez mais tarde foi compreendeu o que ele queria dizer com aquilo tudo porque na minha visão ainda Paisagismo ainda é muito ligado à questão do verde né que trabalha ele tem que fazer projetos de uma área específica x e enfim mas eu acho que a Fall é tem um lado assim eu fui mexer depois informado que acho que ela me abriu a cabeça para Uma série de coisas era um menino que veio do interior
que tudo certinho na área de tudo de política de comportamental de ela tem um leque poucas poucas poucas áreas de conhecimento na áreas de profissão oferece que é você ter um moleque incrível tanto que parece que me informaram que é uma das escolas que tem um índice de existência pequena em relação às outras que ela oferece um Leque então amplo que você não quer não quisesse mexer com arquitetura mexe com urbanismo com Paisagismo com desenhista vira cantor vira fotógrafo enfim vida cenógrafo eu acho que essa coisa é uma coisa da formação que mexeu muito comigo
acho que ela deu base um pouco não pelo menos na questão do paisagismo uma base uma base de mudar a cabeça porque eu viesse fazer depois e as pessoas que me influenciaram muito na época assim que a gente foi muito Marcante para mim que tudo tem uma relação inclusive assim com a arte uma ligação com a questão do espaço a questão da Cultura a questão do teatro que é uma coisa que no final de acabei meio que inconsciente o inconscientemente enveredando um pouquinho para esse caminho acho que não dê curso da minha vida dela eu
não sei se respondeu sua pergunta foi um trabalho de subtração popular na Periferia um projeto porque a gente havia um grupo A gente trabalhava com um grupo na área de educação na zona rural de Itapecerica do pessoal que morava lá tinha um pessoal fundamentamente da USP havia uma jornalista e Uma arquiteta da fauna Lisa já Davi que era da área de História o outro da filosofia outro que era ilustrador o da biomédicas era um grupo que atuava na área da Educação na zona rural Itapecerica e o pessoal morava lá Uma parte deles morava que Itapecerica
Por incrível que pareça tão próximo de São Paulo mas se a gente era estranho um pouquinho ela tem uma cara mas Olarias que parece a idade média ali né então a gente ia lá tinha uma escola e tinha um trabalho interessante e algumas pessoas que moravam lá Margarida que plantar aqui que era jornalista já começou a plantar que ele é um viveiro e começou a vender planta no Embu nas Feiras aí a equipe começou a se interessar por aquela área interessante por isso e falando muito podia comecei um projeto de um prédio Moema e nós
todos juntamos no Opala naquele tempo eu vi no meu carro chamado Opala Pois é um enxadão e nós fomos executar o Jade eu comecei pelas meio assim né sua parte de plantio e a partir de começou a gostar disso aí E começamos a arrumar mais projetos mas cada um se mantendo na sua respectiva área né e a gente resolveu cada um sair da sua área e montar um escritório uma empresa pequena e a partir daí mexemos durante uns 10 anos executando Jardim para praticamente todos os países de São Paulo né chacel para Miranda para rosa
para o Luciano e foi assim meio assim nesse processo que a gente aprendeu E que eu me apaixonei por causa disso a gente também projetava mas como mas era uma coisa muito ligada a vegetação em si que é uma área que eu tenho certa paixão e talvez aí esteja a origem um pouco porque o cliente ele pede para que tem filme de execução Muito mais coisa ligada ao Jardim compreendido como verde e não como restante então a gente recebia já os projetos nesse projeto já que toda a área construtiva pronta a Gente ou projetava a
gente executava e foi nesse processo que meio meio na raça que a gente começou e nisso e nesses divinas esse processo muito dialeto assim muito da prática assim a gente vai aprender no errando acertando e até o mesmo caso interessante a gente pegou uma casa na chácara uma casa grande e nós fizemos transplantes grandes porque havia verba aí a gente transportou Enorme tirar o Torrão e levar com cuidado também na posição do sol e tudo mais oito meses de altura e depois de um ano a proprietária liga para mim e fala Olha Raul aquela suja
Jabuticabeira deu Pitanga [Risadas] que a gente plantou foi uma Pitangueira que você plantou e achou que fosse de cabelo assim que era muito parecida né muito mas sempre me coloca no currículo essas coisas assim E os projetos também que a gente não gosta muito não coloca enfim mas foi meio assim nesse processo né e a gente pesquisar estudava aquela formação bem na raça como foi pelo que eu entendo os pais em geral da minha geração da geração anterior eu lembro pelo tempo que você tava fazendo de paisagismo quero obrigatório Cardoso era obrigatório eu nunca cheguei
a fazer que eu não pude fazer então eu sei que Teve as pessoas fizeram não fazem Jardins fazendo um monte de coisa de repente foi mais ou menos até porque eu me interessei um pouco pela área mas aí é engraçado que e muita gente você já começou na falsa se interessar por isso né Tá bom então mas qual foi o primeiro projeto que você diria que saia do plantio projeto de plantio para seu projeto todo primeiro só vou dar um então intervalozinho com Relação a isso Depois teve um processo depois que possa colocar mais tarde
depois eu larguei a exibição né eu voltei para Osasco São dado importante e ser diretor departamento de áreas verdes de lá que foi uma mudança na minha vida brutal Isso foi em 82 Foi uma mudança assim da área privada para visão de área pública muito importante para nós os anéis começou a trabalhar nessa época como paisagista [Música] e eu inicialmente foi assessor secretário de obras eu passei passei a montar esse projeto lá que que não havia departamento Então essa virada na minha vida foi muito importante eu acho que o projeto mais que eu fiz saindo
da área de plantio para uma área mas integral foi depois que eu voltei e aí passei só mexer com um projeto de um para um assim havia uma equipe que a gente Montou de arquitetos fazer alguns projetos pequenos os maiores eram as quetaria de planejamento que fazia Porque existe uma área pública economia entre infelizmente né entre planejamento que é considerado uma área que fica voando que ela é muito teórica infelizmente penso assim e uma área muito prática de obras que lá naquele dia a dia na prática esse e uma meio que não se não conversa
com outro então como é muito praticista que quer cimentar Tudo e construir muita coisa né e outra que pensa planejamento mais global e geralmente várias vezes tá ligado em obras que é uma contradição ou seja quem quer plantar precisa de mais áreas permeáveis e obras não é subjetivo no momento então esse trabalho na montagem dessa área de várias horas na periferia de lá na montagem queremos viver e lá teve um processo muito interessante de reabilitação da Cidade inteira que a gente fez algumas praças algumas coisas pequenas trabalhar com os recursos Que nós tínhamos uma Prefeitura
inicialmente totalmente detonada e nova né e foi um processo muito interessante né de abertura para área pública que é outra realidade que Aliás a gente sempre pede que suicida que os arquitetos entre para essa área particularmente paisagista porque é uma Coisa que fundamental que assim comigo em poucas cidades do Brasil praticamente elas não tem planejamento ambiental nenhum E aí você voltou saiu de lá é daí depois eu coloco uma experiência que eu vi lá mas a gente voltei trabalhei um pouquinho com excepção ainda mas eu decidi que eu queria mesmo trabalhar em pesquisa em projeto
e Consultoria e mercenária ambiental e a partir daí e o pessoal falava não Mas o que tá maluco que dá dinheiro é a execução de fato não é projeto mas o que eu quero fazer é projeto não 12 15 anos o projeto você fala um projeto pedagístico não projeto o tipo de educação ambiental como não só plantio deixa eu ver no começo ora gente acho que uma área que foi Novamente o filme difícil aqui na Vila Mariana que propuseram para a primeira vez que a gente fizesse o projeto desde o início que não é muito
comum isso lá na cultura dos clientes nossos no Brasil né que foi um prédio que participamos do prédio Total com até o fim é um prédio pequeno eu saí de não foi em 90 e pouco teu escritório ele basicamente ele Começa com que tipo de cliente são os arquitetos que eventualmente você estudou que começam a te chamar para fazer as coisas de paisagismo como é que começa como é da onde você parte tipo de cliente você vai agregando como é que até hoje vamos ver como é que quem são nessa volta a gente teve um
certo recuo para área da iniciativa privada trabalhar muito com bancos com residências com algumas escolas com área Pública pouco ainda né [Música] a partir daí é que foi tendo um processo que a gente foi ampliando para trabalhar muito com área pública com projeto de Praças parques com educação ambiental em várias áreas parece que muitas fizeram muito né fizeram em particularmente um banco que a gente teve uma uma História muito interessante informação de arquitetos que tem uma tradicionalmente assim é uma coisa que poucas estruturas privadas altamente competentes de Vanguarda né pagar para os caras pesquisarem fora
do Brasil enfim belos projetos que tem São Paulo que é uma e ali é um servo quem não conhece ainda é um acervo vai ser aberto a gente tem obra do Vaz mano do calázio Do Niemeyer do enfim da Maria Martins do xingo aqui no Brasil Enfim acho que é uma preocupação meio atípica e a vantagem trabalhar com banco aquele sistema tem uma certa uma certa Constância e uma certa padronização no esquema também que tem essa essa sequência mais parecida porque eu trabalho pouco mercado imobiliário de edificação Tomara que trabalha muito pouco mesmo sequencial no
mercado imobiliário não pouca coisa isso é muito pontual assim até para contar no dedo assim quando é difícil fiz esse processo todo Qual foi o último foi um difícil interessantíssimo aqui na sumarezinho chamado que é um projeto do Eduardo Martins Ferreira tudo [Música] que é um prédio interessantíssimo não é residencial residencial muito Interessante e na sua parte que ficou interessado mas a parte de baixo trabalhando desde o começo essa parte até trabalhando desde o começo acho que tem uma concepção que foge um pouquinho ao esquema assim de do mercado oficial essa coisa da do Clichê
que virou uma praga né Essa coisa bem misturada mas que tem uma concepção desde o início material muito interessante a área Externa muito livre muito e programa diversificado também o prédio pequeno ele não tem muita possibilidade de um programa muito grande tem o que tem piscina tem uma área de estar Ampla tem um espelho d'água Jardim mais um tem aquelas coisas de churrasqueira e tudo mais no escritório isso aí um pouquinho a gente começou a trabalhar em Osasco naquela época a gente executou muitas praças né a gente Tinha um esboço Geral com os arquitetos um
departamento baseadas verdes a gente é para Campo como maquinário pegava um monte de escavadeira jardineiros e os pedreiros e a gente orientava em loco era um processo muito assim primeiro porque o prazo era muito curto segundo que não havia grana então isso além do prazo é muito curta grana você tem que pegar recursos muito alternativos Não sei onde colocar acimentado barato aqui criar processo Mas enfim era um praças simples sem nenhuma sofisticação de projeto depois posteriormente né já que o escritório montado de volta começa a mexer trabalhar com parques começamos em Diadema e parque de
jesuítas uma parte só foi porque acabou a verba que era uma área um pouquinho pessoal não não era utilizada porque fica não Vale e população não frequentava e tentava reconificar o espaço hoje parece que voltou a ser problemático de novo tive lá mas parece que voltou a ser um espaço problemático uma experiência interessante que a gente fez não tanto pelo projeto em si porque é um projeto simples porque ele é ele é simplesmente bem naturalista que era final do mandato do de gestão dos Daniel Já haviam parte no Parque Central mais para que a gente
conseguisse segurar aquilo como área verde futura ou seja o papel era muito segurar aqui enquanto o parque fosse feito essa edificações que é uma coisa importante ser feita na cidade que ela se preocupado o tempo todo por mapa original a planta para gente fomos para o local e vimos alguns órgãos da água [Música] E fomos pesquisar na origem lá com o Semasa que é o que mexe com água esgoto e tive que havia um córrego canalizado a gente propôs que diz canalizasse córrego E aí ela passou até uma torcida na época lá será que tem
atingem não vai entrar não não vai não vai ser alimentada porque é uma coisa muito mais é um fio da água muito temporário mas a gente postou e virou aquelas Barragens que talvez não sei se alguém vocês conhecem lá então acho que um grande papel que houve lá foi essa renaturalização do canalização do Córrego para virar uma barragem né com a tendência no Brasil ele praticamente na cidade é você engessar os Córregos ele ficou nessa área só de escalarizar arborizaram tudo né nessa época mas os equipamentos construídos né não foi feito não foram feitos Parece
que agora o Paulo Mendes Fez um projeto para lá com algumas etapas com área de cultura e o parque não sei se eu respondi sua pergunta responde na minha vida profissional acho que talvez a mais que eu tive nos últimos que é uma área que é na confluência do tamanho da tipt quer dizer já tem uma coisa simbólica com dois rios importantíssimos que onde nasceu São Paulo né nas Beiras é uma área que existe uma favela na Beira do tamanduada um tempo atrás e a propósito prefeitura que são proposta avançadíssima nesse aspecto assim seria deslocar
os moradores da favela por umas identificações que foram feitas que estão quase prontas né que são projetos Wagner da Cohab Teresa e Peabiru Lima do INSS Então pessoal vai ser deslocado para lá eles são umas 300 e poucas famílias mas O espaço comporta 400 e pouco e a primeira experiência no Brasil acho que é importante de locação social ou seja o imóvel continua pertencendo a prefeitura e o morador paga uma porcentagem no caso da favelado do seu salário para aquilo tá porque ele não tem condições Esse sistema de educação social Esse sistema é muito comum
já na Europa Estados Unidos mesmo para classe média acho que o governo tem tem conjuntos Eu acho que é importante primeiro já se deslocar o pessoal para o próprio local que é uma linha que muitas cidades né Brasil tão que é mais correta você não tira o pessoal do local dele ele trabalha ali por perto né e mais importante ainda eu acho que é entender habitação aí no sentido de habitat o que acontece normalmente grande escondido operacionais que foi feita tanto pelo Estado como pelo município Implanta-se os prédios a periferia particularmente não deserto gramam quando
gramam e não acontece mais nada embaixo é como se caísse o disco voador É difícil a Silvia fez um desenho belíssimo uma vez acho que uma imagem muito interessante que ela fez dessa dessa dicotomia do edifício em relação a paisagem ela botou um prédio Com asinha acho que é muito muito correto isso quer Dizer o prédio cai no local a paisagem não existe isso mesmo para quem tem conhecidos ótimos famosos e socorre que é uma coisa de do Entorno que trabalhado mas secundáriamente e não e não entra como elemento sistêmico do projeto Mas voltando ao
projeto da parte do gato porque haviam ser uma favela do gato teve uma praça que os gatos ele vai ser implantado numa área de 140 140 mil metros quadrados onde vai ter equipamentos assim praticamente vira uma cidade vai ter uma creche Eu tenho um centro comercial que até o próximo que estão fazendo vai ter playgrounds quadros existe lá um campo que é o único campo de beisebol público do Brasil que é dizer 50 anos vai ser mantido a um jogo que a terceira idade japonês Já o que chama gatebol gateb porque tem uma travezinha pequena
que é como se fosse um joguinho de taco historicamente já tá ali é um galpão de sumô vai ter skate vai ter pista de ciclovia pista de caminhada Enfim uma grande e uma grande área coberta que é uma área tensionada porque ela é uma região muito de tecidos tecelagem né Muito de confecções e também referência a gente colocou uma grande área coberta uma espécie uma Marquise e uma área que vai modificar aquele local assim eu acho que aí é até legal porque não precisa esse tema que se costumam usar que é revitalizar Não no sentido
que às vezes algumas áreas de fato estejam mortas de fato não é isso mas às vezes assim revitalizar tem um sentido para os urbanista revitalizar é trazer as classes de renda mais alta para o local tá claro é uma coisa muito né e ele já é super vivo Aquilo é super usado só que de uma maneira ainda fisicamente Então acho que acho que é um projeto que que possibilita uma uma mudança na cidade e tem um dado interessante também porque hoje de quem vem vindo a Marginal e nessa bifurcação na saída que fica esse projeto
então o projeto é uma coisa Insular ele fica hoje você não consegue atravessar do lado de lápisca 15 minutos para atravessar a rua então a ideia foi Duplicar a Marginal perto do rio e a outra via vira uma via local se maforizada que consegue articular e conversar né Tem um diálogo com o restante então o serviço esse projeto ele envolve muita secretarias da secretarias vocês terem uma ideia foi feita e superliminar em 15 dias ficamos quase maluco o pré executivo para licitar num mês né o Marcelo participou muito também esse Projeto aqui foi um processo
violento que tinha um prazo e acho também importante até correr para isso porque é muito trabalho desse jeito mas acho que é um bem para a cidade e na discussão secretaria antes colocava o seguinte que era importante ser colocado como que ia ser gestão desse parque né já que ele envolvia diversas porque em função da gestão e achei uma questão que eu coloco fundamental para Nós mexemos públicas é que a gente faz o projeto uma discussão que tem com relação às partes seria cercados para ser cercado não não basta a gente como arquiteto gostar de
tudo aberto que de fato a gente prefere coisa aberta mas como fala muito de o Robin Moura aqui ele falou cerca e cercado e gradil é uma questão muito dialética é uma coisa que é um processo que não é tão simples assim A periferia cercar significa você ter um significa que o poder vai cuidar daquela área que não vamos mais jogar cachorro cavalo pneu não corre enfim tem um sentido que é um pouco mais complexo do que ter segurança também que na medida que talvez fosse avançando essa cerca pode se acabando eu coloco isso na
questão que o senhor perguntou porque você decide quer ser cercado Tá bom eu prefiro que não seja acertar Prefiro que não seja não posso até agora mas porém para que não seja é necessário que haja uma gestão compartilhada um conselho gestor no parque que é isso e só isso é que vai garantir que por exemplo que a gente plantar seja mantido se você não é feito um trabalho com o pessoal fora da favela onde eles estão tendo um processo de recordação para esses novos edifícios e para o parque inteiro aqueles assuntos mais emocionantes que eu
fiz porque Foi lá livro da nova no centro no local que não cabinhos 350 pessoas então tiver fazendo duas equipes de 150 Eles vieram de manhã carrinho com criança no colo agarrar no trabalho enfim e você é um projeto tem até um filminho de quatro minutos e foi muito para eles é uma gente sair de uma favela que as coisas são muitoadas quitinete apartamento de um quarto e dois quartos não são caixas de fósforos São muito interessantes quer dizer é uma é uma dignidade é uma coisa que eu acho que tinha que ser muito mais
né assim acho que é um processo muito interessante talvez discutiria com relação essa questão dos prédios serem muito né Modernista tipo Brasília que eu acho que é uma passagem muito violenta para eles saí de um processo onde queira não queira ter uma não vamos colocar correlação O pobreza do material né de lá o filho chorando tem uma coisa que é muito tem um lado que é mas tem um lado muito comunitário que é de uma dialética que não é lógica nossa né Na hora que você vai para o prédio que é um pouquinho mais acho
que é um processo também é cultural complicado e que deveria ter uma questão discutida arquitetura então com relação ao projeto do Espaço Livre do parque qual foi sua postura com relação a Definição da linguagem e da criação dos espaços já que eles têm uma outra história com relação a sua própria organização espacial no caso das moradias mas que também geravam Espaço Livre como é que você pensou para fazer esse barulho é um conflito que foi resolvido rapidinho sem problema é uma contradição porque primeiro o parque Não é só para eles né eles Talvez seja nos
usuários maiores de lá né porque são 400 e poucos famílias pequenas mas são é que vão utilizar muito mas a praticidade toda não é um parque só para eles Tá certo então dado que é importante com relação a linguagem foi um quebra-cabeça porque [Música] a gente não deve colocar simplesmente aquilo que eu acho que trabalhar com participação não é você puxar o que existe natural que querem e transformar e traduzir só numa linguagem colocar eu Acho que a gente não é tradutor a gente é intérprete acho que tem que pegar os dados discutir o máximo
que puder Mas isso é uma linguagem que vai além do que uma questão que está se acostumado fazer né então assim foi olhar o parque parque na sua linguagem é uma linguagem mais Modernista mais limpa Esse aspecto só que para que que a gente fez como esse Condomínios São cercados as únicas áreas cercadas são a gente mudou um pouco a linguagem no Local onde eles vão morar a gente usa uma coisa muito mais misturada de São Jorge que é um pouco a ver com o universo deles que é uma coisa muito mais misturada Porque o
povo em geral não é Modernista é uma coisa muito povo não é modernice isso é uma lógica Nossa que parece uma coisa tão simples e não é né este grandes massa de uma cor só que torrou e só verde claro que a gente trabalha nessa linha mas assim não é a lógica deles Em Guararema no qual a gente trabalha com eles né a gente fez um projeto que eles participam projeto nosso Caio bolsinhos participou também participa desse processo ele implantou um pedaço de coisa Se você pegar uma foto do Jardim do caseiro com que a
gente fez aquele é uma coisa meio de lição para gente esse é de uma a gente tem muitas vezes limpa no Projeto no sentido é de uma misturada que eu falei para a gente tem que talvez pegar esse dado também colocar de alguma forma né inserir que eu acho que esse papel nosso também acho que o papel dessa interação com quem utiliza o espaço essa linguagem não ser tão modernistas o processo também meio que foi feito com a fauna com a padronização da fauna aquele processo chamado Teve também a consultoria de algum que o rei
sanoff americano que trabalha com participação comunidade geral e mais a prefeitura então que uma experiência que eu vi também Santo André antes que a Catarina o Paulo né eles participam então na grande participou de algumas oficinas desse projeto que é uma área de 370 mil metros quadrados em Pirituba que tem um córrego um Brejo uma área muito bonita que a gente vê o Pico do Jaraguá Teve um processo nunca comunidade né E aí o pessoal da fao Afinal em quatro projetos diferentes que no final houve uma síntese e o depav departamento delas o final que
o Executivo que a gente está fazendo executivo então a participação muito mais e no final tentar ser o máximo Fiel do que já foi feito e nesse processo para participar vai começar agora tá implantando é o que a gente fez recentemente Na Cidade Tiradentes Aliás na zona leste umas áreas interessantíssima tema de ainda de estoque de área verde maravilhosa esse Parque é um parque que tem 600 e poucos mil metros quadrados Marcelo também participou e uma área que assim meio que misteriosamente ele não foi ocupado foi invadido é um local de uma das maiores concentrações
de Cohab do Brasil [Música] E é uma área que vai ser fundamental 80% da área apesar de ser um projeto né do bepav que revejava naquele naquele processo que o Paulo kg em ama desenvolve e a gente pode trabalhar as partes periféricas que são as partes mais planas e a gente fez o projeto em função do novo programa que que solicitar uma parte já tá pronto praticamente pronta né e é um projeto simples que a prefeitura Não tem dinheiro Então tem que trabalhar com os recursos né parque Periferia mesmo na área Central tem que os
recursos tem que ser super calculado já no meio do processo do anti-projeto você tem que fazer uma planilha de custo para saber se está fugindo ou não né então [Música] mas eu acho que é um grande avanço em São Paulo a implantação desses parques que está ocorrendo agora aqui tá tendo uma definição que eu acho Importantíssimo meio ambiente atualmente que é tentar congelar a unhas e dentes as áreas que são possíveis ainda grandes né ou transformar ou transformar em parque pela legislação e isso está sendo muito muito importante nesse processo né até talvez muito mais
do que só fazer parte que te garante que futuramente essas asas podem ser culpadas e o próximo governo não pode transformar que em outras áreas que não sejam áreas Verdes e parte nós estamos precisando muito né já que ocupantes das margens dos nossos Rios aí você tá trabalhando fundamental a gente faz projeto [Música] muito mais nesse na região da grande São Paulo no ABC está falando de parque de arquitetura né que o Marcelo Ferraz e Francisco que é um museu é uma experiência interessante [Música] foi levado daqui de São Paulo na época que levou Pinacoteca
teve muito mais pessoas que assistirem tem Salvador do que aqui já foi um sucesso então parece que o governo do estado lá interessado ficou muito animado resolveu criar esse Então a gente tem um bloco que é o bloco do Casarão tá sendo restaurado e o pessoal brasileiro arquitetura Marcelo belíssimo que é um anexo com a mesma Área ligada para uma passarela e assim e muito interessante foi a curadoria Francesa porque Diferentemente desses megamo eles estão acontecendo no mundo inteiro que são interessantes nessa questão mas tá virando uma coisa uma espécie de shopping de museu onde
a obra de arte é o último que interessa né que gasta bilhões e bilhões bilhões eu acho que foi uma acho que foi um convênio tão de um ponto de vista muito mais Com a nossa realidade segundo com uma com casamento questão da cultura que é o de fato que tem que ter Então o que eles falaram assim para gente tanto para Marcela como para a gente fez nós não queremos que vocês façam um jardim que seja copiado do museu rodando da Bahia Então usa esse suporte que é o Jardim e vai ter também uma
servo permanente lá e um local que é de que é de várias atividades culturais e culturais e Educacionais façam desse suporte do Jardim alguma coisa ligada a realidade de vocês E aí filme quebra-cabeça para mim porque assim é uma primeira responsabilidade grande umas águas do rodano Jardim né E você tem que conversar com vegetação com isso foi muito muito bonita assim porque a vegetação cresce com tempo e a obra as esculturas ficam paradas elas continuam com a mesma escala então a relação de Escala se altera então além disso a gente tem que ao mesmo tempo
que ressaltar a obra a gente não me identificava que era a ideia deles ou seja a obra é do rodan é uma maravilha mas não aura Ela tá no Jardim como se tivesse passeando numa praça isso eu achei muito bonito deles aí O Grande Desafio para gente foi trabalhar com uma vegetação e a gente usou alguns aspectos assim de Salvador tem uma coisa Que é muito típica dela que é tem uma brisa noturna que pouca se dá né que é meio que permanente e a vegetação que havia lá era muito de folhagem meio grossas tudo
muito barato o que a gente fez um pouquinho foi dar um movimento para vegetação trabalhar com habilitação que se movimenta com vento porque as obras do rodan são muito são muito de movimento elas são muito da Paixão do corpo da transmissão mesmo Pensador que tá parado ali ele tem uma coisa né a ideia inaugural no passado com um aniversário do rodan mas não foi possível esse ano eles vão inaugurar né então o gato em junho né uma parte em setembro inaugura outra parte e até o fim do ano inaugurou o parque inteiro porque a gente
espera que seja fiel que a gente quem vai cuidar é a Regional ele não vai ficar sob os cuidados Do meio ambiente isso é uma coisa meio excepcional assim porque pelo caráter pelo tamanho pela área seria lógico e todos os parques São Paulo São cercados também eu não estou falando meio rápido alguns projetos que eu acho que são mais a questão de educação ambiental que a gente trabalha um tempo mesmo com os professores da fala que né que ia trabalhar com a participação da as pessoas que utilizam que são os Vivenciadores de espaços Como lefevália
temos o árbitro usuário parece que é uma merda você faz as coisas e a pessoa vai lá e usa simplesmente né eu acho que participação é uma coisa acho que era bom falar um pouquinho sobre isso que é uma palavra tão genérica hoje né que até as empresas estão utilizando serve para tudo que é possível desde o você decide até Enfim tudo é utilizado com essa palavra que é um pouco oca Assim se a gente for um pouquinho mais claro um pouquinho é um exemplo meio ruim de dar mas assim foi um tempo mais longe
né o nazismo utilizar a participação é um texto muito interessante sobre isso então participação e sim não quer dizer muita coisa ela é muito vaca e para o arquiteto acho que tem um dado muito assim atípico que é um pouco assim falando em participação pessoal entendeu os traços Devaneios meus traços aquela coisa Modernista Prime adaptar um pouquinho que tinha uma maneira geral mais população de Periferia que população preferia tu é associado muito essa coisa da porta da Liberdade camisa de força e ao mesmo tempo com A tá ligado no trabalho de Periferia habitação Popular Então
tá muito ligado a isso agora não conceito a gente é um Arquiteto americano que é quem pode me ajudar nesse que dá umas classificações superinteressantes Existe uma forma de várias classificações de participação uma dela que começa explicando que é uma coisa fundamental assim é uma que ele chama de representação Ou seja a gente quando quando trabalha um projeto qualquer qualquer não vamos colocar no caso um projeto que a gente não sabe quem vai Ser quem vai quem vai utilizar Ou seja é meio anônimo eu faço um edifício que eu não sei quem vai morar a
gente trabalha como representação a gente tem que se imaginar no lugar do outro né que a alteridade Marginal que o outro quer e gosta e a partir daí fazer isso então eu mesmo numa prancheta no computador a solidão do meu atelier eu posso ter uma atividade que ela é participativa também nesse sentido ou seja representa O que é a coletividade ou usuário você precisas que vão utilizar eu tenho que imaginar e me colocar no lugar dele ele coloca esse computador em forma de participação que ocorrem todas as etapas de participação Então são várias vários níveis
de representação né a gente tem exemplos maravilhosos e que respondem naquela época aquela realidade e tem de classificações assim de representação até coisas muito mais Profundas que envolve muito mais gente muito mais profundamente até que pessoal participantes moradores ou sei lá e eles ajudam até no projeto elaborar projeto em muitos casos até o arquiteto fica secundarizado ele está muito mais para uma consultoria e ele tem uma autogestão onde ele são várias classificações sei lá como que eu enxergo um pouquinho essa questão de participação eu acho Cada vez mais particularmente a área pública onde não é
não há muito controle em relação a quem vai utilizar o espaço Diferentemente de uma residência que um morador ou filhos vizinhos os conhecidos é muito esse campo de quem usa é muito específico numa área pública a gente não tem esse nome quem vai utilizar num bairro periférico tem uma coisa Muito mais local até para ter um certo controle um pouco mas numa área central de São Paulo quem que utiliza ali umidade de pessoas que passam o tempo todo então eu acho que a lógica de projeto ela é muito complexa e o instrumental de projeto é
complexo E aí eu não vejo Como descolar a questão da gestão futuro anterior da questão do projeto participação entre muito começar a questão toda e aí eu acho que modernismo Acho que é um dado importante porque a formação é muito movimento moderno que nós vamos discutir tudo é importante que ele teve influência que nós tivemos dele da questão de priorizar as áreas sociais em relação às áreas mais individuais a questão da liberação dos espaços a questão da retirada do Adorno né A questão de particularmente quando começou na União Soviética na Holanda priorizar Habitações populares que
não havia essa preocupação na época né porque exigiu isso ou seja e mesmo conceito estético de mudar de quebrar com aquilo que havia de isso acho uma maravilha no modelo isso acho que porém poderia ter um vácuo que eu acho que ele é brutal no que se refere a questão do processo ou seja quem projeta é o profissional com algumas interfaces com algumas profissionais e quem vai utilizar não é Que não interessa porque isso isso é sempre pensar no modernismo né tanto quando a gente tinha uma proposta socialista na proposta que pensava que esse meio
de produção ia se alterar eles pensavam numa questão do Futuro mas eles não trabalham o diálogo com o projeto enquanto o processo porque na medida em que por exemplo que o modernismo coloca a questão da Utopia que todos nós temos esse sonho de mudar as coisas assim na hora que você joga Para o futuro longínquo a possibilidade de usuários de hoje entender obra Tá certo eu tiro de certa maneira essa relação do hoje e quem me garante que futuramente O que está sendo costurado hoje vai chegar naquilo que futuramente você queria Então tem um descolamento
para o futuro que é um descolamento que tira responsabilidade Tá certo e uma dialética muito mais difícil que é trabalhar essa dificuldade que é o que Que as pessoas pensam do espaço que vai utilizar E como que se junta com a estética que a gente quer eu acho que tem que colocar também acho que nós como profissionais Nós temos que colocar o Que Nós aprendemos e a experiência de quem Mora também tem uma experiência que nós não temos né Acho que essa luta essa esse bate ou embate sempre tenso entre a forma entre o social
entre tudo e eu acho que não tem assim então Colocando muito mais uma visão mais corpo de hiena porque porque até o décimo congresso do siam né que era congresso era dominado pelo kobisier nessa linha muito internacional da lista de qualquer espaço serve para qualquer lugar da máquina Enfim tudo isso aí vem os novos arquitetos da Itália vem euroxame venho skyson que quebram que eles queriam um grupo chamado Tim tem porque era o décimo Congresso mas que eles começam Questionar essa questão de ser uma arquitetura que era internacionalista em qualquer lugar é uma marca de
morar e parar e não considerava o contexto eu acho que a partir daí começa a ver uma mudança brutal eles começam a questionar e a partir daí muda o Sião muda os congressos em função dessa visão onde você interage com o local então a história do local para ser importante a cultura os símbolos e local O que se planta o que se vive com a história da arquitetura isso passei incorporado no projeto de uma maneira inclusive com discussão né foi uma corrente muito demarcatória no modernismo é uma coisa meio genérica também e essa linha é
uma linha da bobagem trabalha muito nessa linha tanto que a linha tem uma ligação grande com vanique que é uma linha que utiliza antropologia como elemento de como elemento de estudo Que acho que é uma coisa que falta muito na falta trilogia na cadeira deveria ter ou aqui ou Av né no caso é possibilidade de você ter créditos e assistir na tipologia porque acho que ela responde uma série de questões que a Sociologia não responde nesse aspecto da relação da e a vários autores sobre a questão da Cidade Urbana Hoje antropólogos que eles chamam erradamente
definitivos mas não a cidade mais moderna então é uma Acho que tem uma interface importantíssima aí dentro muito e a questão também do local tem outro dado também fala não então a questão da identidade tem que pegar um local na periferia Então tem que ser só os elementos que eles têm ali no local no presente que tem que ser incorporado tá então desculpa eu falei tudo isso então para mostrar o que o que que Embasa esse trabalho que a gente tem uma série de trabalho como é da fruta no Quintal que é do MST também
escola do MST que é mutirão verde que a gente utilizou que é um trabalho com a fala aqui na área de requalificação da luz que está sendo feito lá agora no projeto morar no Centro todos eles envolvem uma uma participação dos moradores [Música] e eles mudam o Pinheirinho da água belíssimo disso né Uma hora até Catarina que deu certo onde A população segurou por ano gente por anos uma área para ser parque isso é muito interessante você pode segurar uma área às vezes para ser construída uma creche habitação também é importante mas segurar ela tem
intensa do pessoal de lá agora vai ser implantado eles vão cuidar tem um processo conjunto é um projeto muito interessante bonito que tem uma certa garantia de que de fato amanhã na metade de tornado agora é Tem que trabalhar e acho que isso entra pedagogia eu falei um pouquinho o fundamento desse tipo de trabalho que a gente acha assim mas essa questão da identidade um pouquinho porque hoje a gente imagina muita entidade com aquela coisa meio local Isso é uma frase que fala que você tem que trabalhar localmente pensar globalmente em tese ele até que
a gente acho até correto mas acho que ela é muito ela é Muito meio ainda meio mecânica porque eu acho que pode pelo menos dias de hoje as coisas não correm assim a identidade que tem no local um office boy que mora no Jardim Ângela ele pode ter uma identidade super grande na Avenida Paulista que trabalha ali pertinho o dia inteiro ou a área da cidade né ele pode ter uma relação com a coisa que ele vem na televisão que ele gosta de videogame que é um personagem que tem na China Então essa essa relação
é mais esse Territorializada num certo sentido Então acho que essa visão simplista que o local é geográfico só acho que não é só Então nesse aspecto Nossa linguagem na hora que vão bolar alguma coisa arquitetura eu acho que ela tem um repertório que pode enriquecer muito mais assim muito eu vou dar um exemplo de um colega nosso que é um arquiteto que eu gosto que me chama aqui dado é o nome grego [Música] Umas escolas aí e ao percurso dele nasceu Ele nasceu na Istambul viu depois de um ano ele foi para Bélgica ele foi
para a França depois ele foi morar na Grécia na Grécia um tempo depois fiz a criatura em Nova York casou com uma brasileira está aqui eu fico pensando como que como que é a lógica da raiz geográfica de uma pessoa assim ocorre e isso cada vez ocorrendo Muito mais como que se trabalha uma questão do enraizamento a questão da identidades que você fica colocando aqui Você já bateu num projeto Qual foi o conflito a coesão que você teve um projeto com outro que você quer falar o mesmo vencedor da tabela do carro qual foi o
grau de de ação sua em relação às demandas da comunidade local e vice-versa na verdade o quanto o Raul acabou conseguindo aquela pessoa traço etc e o quanto que Ficou limitado ao contrário o quanto ele foi estimulado pela demanda pois aí por exemplo com relação ao gato não posso falar porque o papai teve um prazo absurdo nós não tivemos condições de consultar pessoal e quem tá fazendo esse trabalho junto com o pessoal da favela Era hospitalização social então a participação no gato Foi simplesmente a gente depois reunir com eles e mostrar o projeto que é
uma discussão pós que é o que a gente não Gosta de fazer só isso mas enfim mas ela não teve jeito né o que eu posso dizer um pouquinho temos a língua porque lá teve que imaginar naquilo que tava falando teve que me representar que que eu acho que o pessoal que mora em favela gosta não gosta né então eu tive que utilizar o máximo que eu posso disso quer dizer tô repertório que ele tem uma certa experiência em área de Periferia que existe uma lógica a gente sabe que como a gente falou o povo
não é Modernista ele é tudo ele mistura tudo né uma visão de jardim mais floridinho não é Jardim muito verde não é muito né é uma coisa muito da realidade muito Jardim europeu pré bulimax aqui né é muito gosta que tudo eu não tô colocando isso Beleza povo em geral não mas isso uma camada que mais sofisticada por exemplo que tem uma coisa mais da eu quero só um tipo de árvore e os prédios hoje estão essa arquitetura aí de clichê que estão Utilizando em prédio são três palmeirinhas aliás Se tivesse como ele fazer uma
manifesto que depois do bule marcha vem concebível não se utilizar biodiversidade que pesquisou tanto quer dizer o que ele descobriu de maravilhoso fora a forma que ele mudou no mundo inteiro de processo de paisagem é o Brasil e disse assim biodiversidade que vários países do mundo tem utilizem-se ao máximo e tá se regredindo quer dizer Esse projeto de edifícios tirou aquele negócio assim moço aquelas toinhas porque aquelas bolinhas que estão fazendo né É de uma pobreza de repertório que é terrível né e a maioria não são para nem sequer brasileiras tirando bromélia e mais uma
outra não é um repertório brasileiro porque porque os edifícios né e as obras mais comerciais elas exigem planta pronta né eles não tenha paciência de ficar esperando uma muda que você encontra no Mercado que vai demorar um ano uma muda que você acha importante então o que a gente faz Às vezes a gente utiliza as mais estrelas prontas e ao lado planta coisas que vão demorar mais para crescer a gente consegue certa maneira conciliar as duas coisas né então é isso empobrecimento foi muito muito grande então acho que uma coisa população tem em geral essa
biodiversidade essa não mistura de linguagem né então a gente particularmente dentro como eu falei Para vocês dentro do local onde eles moram que é um lugar de vivência muito mais intensa a gente bagunçou muito mais nenhum desenho ele não é tão ele não é tão Lógico né ele o tipo de equipamento que a gente utiliza tem uma disposição que não é mesmo utiliza fora para uma área mais maior deles isso é no gato uma coisa mais Inicial nas oficinas né e depois o processo houve a síntese foram as equipes dos Pós-graduanos né que fizeram quatro
projetos em função disso que saiu uma síntese o que eu sinto no projeto Pinheirinho assim da gente for olhar hoje a síntese final é que é ele contempla muito programa todo né pode falar isso melhor com algumas exceções do programa que eles queriam para o parque mas a linguagem ainda foi errei interpretada e ela é uma linguagem ainda né Toda de ângulos retos Nascentes uma parte já já bem vegetada nada e outra parte vai ser vai ser replantado então a área mais antrópica vamos dizer assim mas de desenho de equipamentos mais e elas construtivas construídas
são muito mais da Periferia aí tentou conciliar um pouco a linguagem que a gente tem né com uma bagunçazinha da linguagem bagunça no sentido que a população de maneira tem é um casamento Complicado né Acho que ali na fazia isso na arquitetura de uma maneira muito interessante essas duas essas duas linguagens eu não sei se eu respondi a pergunta ambiental que aquele sítio ela localidade Qual a postura com relação a essas questões né Tem projeto ela vai fazer uma residência aqui em São Paulo você vamos ver as questões ambientais talvez Fiquem mais ligadas a você
criar condições climáticas com projeto mas existem outras experiências o Parque do Rodeio até tem né a parte do mas aí mais facilidade [Música] é um Assessoria tem uma proposta que não foi depois implantada mas eu não esquema do caldeirão que ele criou um processo de reabilitação simultânea algumas experiências onde Talvez esse lado foi mais destacado Mas você pode Ter uma atuação de você agregou e isso que achou o projeto da papel chama [Música] é uma área de Proteção Ambiental pertencendo papel Suzano que fica em Bertioga mais perto de Mogi que é uma área belíssima Onde
está certo a fazenda toda que é enorme eles têm uma área que é uma área só de plantio de eucalipto tem uma área de eucalipto Junto com espécies de massa secundária e outra só de espécie de Mata Nativa na Mata Atlântica essa área que uma área que existe uma construção ambiental e tentar trabalhar com todos todas as possibilidades corretas da questão ambiental desde material que se usa na parede no piso em tudo é isso e lá tem uma coisa interessante porque a gente tem um pouco a ideia do calypto aqui na cidade que ela é
uma árvore belíssima Mas ela é uma árvore Maldita porque pelo pote dela você plantar numa cidade é complicado porque ela tem um risco de tombar além do que ela parece que tira um pouco a umidade do solo e ela não é uma planta nativa a gente tem uma coisa depois um valor que a gente fica lá porém tem uma coisa interessante que a gente aprendeu com os agrônomos lá Florestal existe uma uma coisa meio consorciada Que é do eucalipto com a mata com a mata secundário que embaixo do eucalipto não nasce nada não e o
kagema falou o seguinte que da assessoria lá que é o Eucalipto lá funciona como uma Pioneira longeva ou seja tá Pioneira que dura bastante então ela tem um papel lá que é diferente um pouquinho né quer dizer um papel que eu desconhecia nesse aspecto Aqui nós fizemos lá eles Eles queriam que fosse revejados para Mata Atlântica a gente retirou os Apocalipse no meio da Mata e só utilizando espécies da Mata Atlântica e a escola da cidade também teve um papel lá com os arquitetos fizeram uma formulação da área Central mas foi meio foi a experiência
meio nesse aspecto que conseguiram corretamente Não mas a gente tem que trabalhar no meio da Mata que é enriquecer a mata em torno da da da da da construção que aí você faz a transição né Você tem uma mata em torno de uma clareira quando se constrói a transição entre a mata e a linguagem da gente qual é a que influenciador de pessoas ou de pessoas ou de modo de fazer o trabalho com desenho mesmo você acha que veio da onde você foi de quem você gosta Do mundo inteiro né Acho que tem uma influência
também grande do dos norte-americanos lá da escola particularmente californiana em São Paulo é muito muito forte né para todos os paisagistas que está mais tempo aí no mercado o Raul na área mais ambiental nada a participação tem o sanoff tem o Robin Moore e isso na área da questão projetual nada mais a concepção se o céu Teve Muita influência em mim o Flávio Império né o Paulo Freire na educação a Mayumi com o trabalho dela né pelas escolas trabalhava com as crianças e com o processo dela Acho que tudo isso é esse Mix fora com
influência que a gente chama que não são diretas porque assim influência não são desenhos tropicalismo e mexeu muito comigo na época né ele trata uma questão da Heineken no Rio Caetano com a guitarra né assim no momento que só se Falava aquelas coisas muito que eram do momento político de resistência Mas uma coisa muito panfletada meio de sério olhando assim para o copo aquela coisa que coisa mudar era meio tido como desbundado quando o Caetano aparece e Fala Pera um pouquinho não é do mundo não é bem assim raiz não é isso só raiz é
uma coisa mais complexa né Você pode falar do Mandacaru faz maravilhosamente e você utilizar em inglês no meio acho que essa coisa mexeu Muito na nessa concepção que eu particularmente sou do interior essa concepção do que que é a raiz se a coisa mais hoje mais internacional não falo globalizante digo mais mundializada que a globalização temos que virou uma coisa meio já muito parada economia trouxe muita e na época eu fui pintura até 17 anos então eu era muito eu tinha uma paixão pelos impressionistas assim eu pintava paisagem da 17 anos né assim Era uma
coisa muito muito até hoje eu sonho com paisagens assim daquele tempo que algumas coisas mal resolvidas também que a paisagem aparece meio recorrente e uma pergunta aí [Música] na verdade dentro você começou hoje diferente da evolução do seu modo de fazer projeto sei lá completar mas o projeto como um todo Paisagismo o que que mudou que mudou para você ou que mudou inclusive no te pede nas duas coisas porque não deu para você primeiro no que te pede ao contrário como que faz para esse processo todo de mudança tem um dado muito meu no caso
que eu comecei executando Jardins eu comecei mexendo com vegetação fundamental o meu início foi muito nessa área assim meio especializado nessa área tem uma Certa especialidade nisso aqui bom nesse aspecto a tendência da gente que mexe com execução é muito ser muito mais biodiversificado e uma linguagem mais naturalista mas inglês mas sei lá o quê mas uma linguagem do meio do mato né onde as plantas se articulam de uma maneira muito mais solta né acho que com o tempo eu acho que eu fui depurando Esse aspecto aí e trabalhando uma forte talvez muito mais limpa
tentando sintetizar esses dados aí mas Sem contudo colocar elementos que também mexe nessa bagunça que é muito Nossa né que eu acho que quebra um pouquinho com esse modernismo só muito muito estruturada Pois é tem um dado meio contraditório que você colocando porque no fundo o modernismo limpa mais legal imagens não é tão ruim demais né quase controlada mas ele é diversidade na verdade [Música] porque nesse processo de participativo você acaba tendo que incorporar necessariamente alguns elementos que não são o que a linguagem que você quer de fato que essa linguagem mais limpa Tá certo
limpa no sentido de termos de espaços mais amplos as grandes massas de vegetação existe uma certa uma certa uma certa clareza na linguagem na hora que você olha na leitura da paisagem que é muito mais deve ter mais cartesiano E Veja bem Acho que uma pergunta que eu falei assim para você começar a falar já você começou a falar o que você acha dessa Michele estética hoje do próprio mercado que o mercado imobiliário pede eu tava cliente peça mas esses lida com isso quando alguém te conhecer bom filme tem um dado que é o seguinte
você esquecer depois que você perguntou direito Depois de um certo tempo de profissão as pessoas acabam te procurando dentro do perfil que você é é um dado interessante né porque cada um opta no começo da carreira porque dificuldade de emprego tal Cada Vez Pior né assim nesse aspecto Então as pessoas têm que fazer o que aparece né é uma realidade porém porém eu acho que a decisão de fazer que de fato a gente acredita que é uma coisa menos Ele me reduzindo a exclusão social fazendo uma paisagem muito mais coletiva usando mais coisas que tem
a ver com nossa cultura e não essa coisa do mercado imobiliário eu acho que uma opção da gente tá rico não vão ficar nem muito como mercado imobiliário muito e nem com a coisa mais conceitual mas eu acho que a opção fundamental o que o que eu acho é muito ruim é assim que muitas vezes parece em alguns casos isso é muito colocado por aí De que nós temos Que ser meio que submissão ao mercado Isso mercado aqui mercado até virou uma cara até para ver uma pessoa fez isso materializado o mercado que é isso
então tem que fazer o que o mercado pede primeiro primeiro que eu posso optar e não querer esse mercado essa coisa que estão fazendo por aí essa miscelânea absurda de retomar passado que não tem relação com a gente De frente se por exemplo se a Itália pega esses elementos antigos e retoma é uma coisa se o Rossi pega e faz isso é uma coisa a gente aqui copiando forminha então no final o projeto acaba sendo um Lego joguinho de forma como as coisinhas que não tem nada a ver com o ambiente para vender né E
a mídia reforça isso gente que é problema todo mas uma coisa Popular [Música] Quando você como é que você vê isso você vai tomar uma certa aceitação a não só que o mercado e se oferece essa cópias revistas que vão trazer dessas informações e essa tradição até muita gente é Imigrante veio da Europa isso acaba sendo uma linguagem que por 200 anos teve no Brasil querendo a nossa tempo assim e foi negada pelos modernos todos livros inclusive no Paisagismo aí de repente alguma coisa voltar Até que ponto também tem um pouco de saudades do passado
que não existiu então tanto faz tem duas leituras acho que é importante colocar por exemplo de uma casa Tombada né que de fato havia a arquitetura eclética de 1900 e pouco e eu tenho que como recuperando fazendo o projeto agora da da FAU Maranhão né que eu gosto muito assim que o Silvio já participou uma época enfim quer dizer uma obra Tombada e eu tenho que restaurar o jardim é um conflito tá Que que eu faço eu esqueço o passado e eu faço uma linguagem totalmente minha eu posso ter referências históricas que eu posso recuperar
eu acho que perfeitamente correto pega a gente se for casa usa até os elementos eu comi a Linguagem Nova e nossa linguagem você refaz uma de acordo com o novo uso acho que aí uma referência vamos dizer profundamente histórica que tem um sentido de fato tem um significado Eu acho que Um pouquinho o mercado melhorar o que eles fazem ele pega as coisas que estão por aí que não é só saudade é muito mais o bolso também né assim mas tem a questão que você colocou que eu acho que é um dado que não deve
ser coletivo e os jornais eles divulgam e como só sete empresas no Brasil né domínio 80% da mídia brasileira tá certo tanto jornalista como sei lá o quê esse pessoal cria um processo no qual passa a Ser Então existe um padrão que é aquele que vai se pedir para arquiteto para arquiteto fazer [Música] não é o que eu costumo fazer parece poucas obras para mim que me pedem neoclássico me parece raramente né felizmente né a gente acabou procurando a gente apareceu isso a pergunta podia não ter feito [Risadas] Que tentar mudar a cabeça do cliente
um prédio Pronto né o clássico fazer um jardim que não que não tem uma linguagem deles também não é possível é possível talvez fazer muito mais instância é tentar conciliar uma coisa que a gente quer eu não vejo essa saída só que aceitou fazer o projeto ficou uma linguagem que eles queiram é uma coisa complicada Mas enfim não é Maranhão é que ele é uma bomba para fazer a gente pegou história um Pouquinho até utilizando umas coisas que você ouviu né forneceu quem te olhou já ali naquela época era uma coisa meio misturada porque ele
não era nem francês porque ele não era só assim e nem era só inglês né porque a linguagem do jardim da fala antiga era um quarteirão aliás para quem não sabe depois eu podia falar um pouquinho do projeto ele pegava o quarteirão inteiro né era uma área belíssima casa ficava no meio e a entrada era pela Genópolis tanto que no projeto da gente tá utilizando uma escultura do Guto lacaz que é uma ideia a gente abre um muro no pedacinho e a gente faz um jogo de espelhos que a gente consegue ver a rua Originalmente
então a gente procurou outro la casa queria que você fizesse a paisagem da Higienópolis que é antiga que era entrada real fazia a gente ver aqui da fal aí ele boulou um negócio Super Interessante que a gente Olha o desenho original ele era todo assim inglês traçado era meio inglês com algumas plantinhas com plantas Tropical misturada com tudo que você encontra no mundo que acho que especialista então perante isso me deu uma certa Liberdade né de utilizar espécie que a gente possa que não precisa ser necessariamente aquela coisa do né do francês e nós estamos
sobrou muito Jardim nada Né então estacionamento agora que ia ser só a área do fundo e a lateral a gente tinha criado o l que fechado o portão da esquerda para virar todo aquele mar de convivência não vai poder ser feita mais então é basicamente a circulação de carro e o que sobrou que aquela lá da frente que vamos trabalhar de uma maneira o Fundamental e liberar uma vista da falca tá tampada hoje aquele Pátio interno é um caos de Vegetação ali a gente limpa aquilo e libera visual a gente abre os Muros da fal
com chapa de permetal então A ideia é nossa foi que ela voltasse Claro que simbolicamente ia ser uma praça de novo população em volta pela primeira vez primeira vez nunca foi ela nunca foi além dos Fundos é convidado para entrar Como cria uma Permeabilidade com entorno que infelizmente eles focada por difícils enormes que o tombamento aí não não teve o cuidado de manter as áreas do Entorno né que a briga de oficina hoje para poder falar também sobre oficina que eu gostaria de falar no projeto novo Bom eu não sei que todo mundo que nem
todo mundo ligado tanto de teatro a gente acha que todo mundo ligado e acho que as gerações mais novas não são mais De cinema em TV do que teatro né Mas enfim excels quem não sabe é um eu acho que é um dos grandes teatros nossos né assim cujo teatro quem não conhece em conhecer você até o fim da semana que umas coisas mais bonitas que tem em São Paulo e é uma briga antiga de dentro e uma briga que não é uma briga só da questão do Silvio Santos agora comprou o quarteirão e vai
fazer um shopping com projeto Júlio Neves e vai abraçá-lo e o Coitadinho vai ficar ali espremido né Coisa que não toma momento ficou correto seria o quê tem que liberar uma área em torno né como é o correto fazer para que você tenha uma respiração no espaço e mantém o mínimo que desenvolve Então mas não comprou e os excessos ficou brigando anos e anos e anos para conseguir que liberasse ela em torno e conseguir se retomar um Projeto Arena bobagem que foi feito que ocupava as áreas do fundo e o Paulo Mendes por ser homem
fez um projeto com esse projeto atravessava a rua e o teatro avançar por uma praça ou seja oficina virava uma coisa da cidade uma coisa que não é uma construção ela tem uma relação Intensa com espaço do Entorno que eram os teatros antigos né bom essa luta foi e não conseguia e Silvio Santos conseguia conseguir agora E nós estamos fazendo um projeto né assim agora o Marcelo Suzuki junto com a Cristina que se formou no retrasado com mais uma equipe da FAU para fazer uma coisa chama teatro estádio que é um teatro externo vai ser
rebaixada que é uma praça um teatro vai ter uma cobertura retrátil e que ele chamou muito uma que a intenção uma coisa interessante eu tô te chamando para você fazer aqui oficina de florestas que o Caetano Colocou na música Samba que é homenagem coloca uma frase lá eu queria que você do lado dessa parte externa criasse uma coisa que não fosse Modernista não fosse Modernista aquela coisa meio brasileira acho que tivesse o impacto das Árvores muito interessante São Paulo que eu conheço que ele que a paisagem externa parece [Música] na época o Flávio Império né
junto com as ex absaber que é um cara que Importantíssimo que o primeiro cara que tombou patrimônio ambiental que é Serra do Mar é nosso grande grande geógrafo ele falava Império aqueles duas pessoas maravilhosas né tombaram fizeram esquema tombar porque na época às vezes era do patrimônio histórico para tombar oficina não só como uma entidade física ou criou-se uma nova categoria E tombamento que é pelo que oficina Significou culturalmente na área em todos os sentidos nesse processo de teatro e da cultura brasileira aí tentaram agora tombar pelo iphan que é o órgão federal daqui o
ifanegot eles usaram argumento né pegar as fases da Lina pegar a fase [Música] já que não é uma coisa muito Física mesmo tá então ele pode pesquisar essa coisa meio não do não material dá Uma Margem Não tem problema né mas enfim essa discussão foi levada e agora parece que felizmente essa vitória ouve e vai ser feita a área externa né que eu acho que é uma vitória é uma discussão importantíssima aqui em agosto no começo de agosto porque é uma discussão que não é de teatro uma discussão que é da cidade que é sobre
bexiga ele batalha para que aquela aquela beleza Que bexiga tem né tem que ser mantido né que pode conviver Com o shopping ninguém é contra shopping né mas que você tem que trabalhar as duas coisas de uma maneira interessante a história o que que vai ser feito de novo então é uma briga que eu acho a briga que tem a ver com todos nós aqui que eu acho que tem que ser reforçada né no fim de semana aqui mas tá sendo elaborado pelo projeto pelo Marcelo Suzuki não sei muito que vocês queriam dentro de todos
os projetos que você Passou qual que te marcou mais Pois é porque cada um tem uma coisa por exemplo uma escola que foi forte então é um aspecto nada de tombamento acho que a mudança muito especiais para mim com a Catarina que o pessoal a gente tava consultoria para Diadema Esse foi 1982 1990 e pouco no setor de áreas verdes para cidade então a gente A gente orientava com relação ao plantio de aves e tombamento de áreas e uma cidade é a segunda cidade mais adensada em termos demográficos do Brasil acho que só existe uma
outra que eu não sei qual é que é mais as calçadas são super estreitas você não tem mais uma planta árvore ela só pode subir para cima e era uma dificuldade que enfrentar muito grande lá com relação de como que aumenta A gente perceber na experiência de Osasco da gente que as áreas melhores resolvidas que se mantinha mais ao longo do tempo que havia muito mais a permanência e essa coisa que chama sustentabilidade era naquelas a qual havia uma participação ou da população ou da escola ele resolveu então trabalhar com as escolas que eu acho
que é um potencial que a maioria muito Trabalhou muito que eu acho que é uma maravilha assim são Arara já implantadas nós trabalhamos com 120 escolas em Diadema com toda a rede pública e nós somando as horas das escolas que geralmente são tudo detonadas Porque infelizmente a partir de uma certa época no Brasil as áreas escolhidas para escola são pirambeiras é o que resta né então os terrenos são tudo assim inclinados não tem Jardim nenhum não tem nada começamos somar as áreas dava 200 mil Metros quadrados e áreas participou do projeto tá aqui com a
gente né nada de sensibilização dela questão de dezembro ambiente das escolas e vamos plantar frutífera nos Quintais que para a gente tinha sentido simbólico assim porque na hora que a criança então vai lá muito com o primeiro com ensino médio depois de um processo de trabalho ligando a arte o plantio na escola era Levasse uma frutífera que geralmente era Nativa para plantar em casa estabelecer uma relação do público pelado né isso tem um dado muito atraente no projeto Então como que funciona lá a gente trabalhou com toda a secretaria da época todas as disciplinas que
haviam na escola né E o projeto ficava durante uns dois meses dois ou três meses não sei se era isso onde havia um trabalho intensivo Onde ligava a questão da arte a disciplinas trabalhava questão da arte a questão dos resíduos dos resíduos né questão da água do solo do verde do ar depois ele foi ampliando pela questão da Aids as drogas e discussões enfim o projeto foi sempre as discussões passaram a ser mais amplas nesse período e a gente optou em que fosse escolher três escolas até o final do mandato faltava um ano dois e
pegava três aprofundar um trabalho ou a Gente Abarcava Nem que fosse em forma de flash todas as escolas a gente optou pelo pelo mais maluco que era fazer um prazo de um ano né praticamente Então tinha uma equipe fixa no projeto e a secretarias disponibilizavam técnicos para ir trabalhar nas escolas e os professores tinham tempo X para trabalhar essa questão do tema o plantio na escola o Paisagismo essa questão ambiental e no final tinha uma Apresentação final de Exposição de tudo do que os alunos faziam os trabalhos em relação a isso aí fora isso assim
tem uma questão Trabalhou muito que era tentar que uma dificuldade na escola no Brasil todas mesmo Universidade quer sair do intramuros é um se sai do espaço escolar não você vai para cidade cidade não é uma escola né e tem um certo medo porque os professores têm medo de levar as crianças para lá porque pode acontecer Alguma coisa não tem ônibus disponível aquela coisa toda maluca que daria até para resolver tá em termos governamentais né mas não existe então a cidade passa a ser um espaço onde eles vivem mais da escola fica uma coisa meio
de laboratório então essa experiência de levar para fora devia estar a cidade interessante ativa levou um projeto num parque quer ver lá perto com sensibilização em relação a tudo isso e Pai compreender como que a gente fazia paisagem de uma maneira que não era só da forma mecânica quer trabalhar a questão da palavra que é muito da escola ocidental a palavra oral e escrita que é uma coisa muito linear não é assim não se trabalha com as formas de expressão de arte nas escolas né assim lá em trabalhava com teatro com dança com música com
desenho com tudo então muitos alunos que estavam afastados da escola são tido como mau Aluno voltaram para participar desse processo da arte então uma coisa secundária não sistêmica no processo divide aprendizado né infelizmente acho que é isso assim Acho que eu sempre quis uma forma interessante de de relação do corpo com as coisas do processo que eu acho que é uma coisa importantíssima de se relacionar ali no livro dela que ela arquitetura entender relação dele com Corpo dele em relação ao espaço que ele vive né meu corpo tem que tamanho em relação a essa cadeira
e a partir dessa escala ser humaniza o espaço Então esse tipo de trabalho da Silva fez plantávamos Quintais E aí amorzão com os professores nas escolas implantamo Paisagismo muita fruta e muita fruta brasileira né uma série delas que são brasileiras mas que não se utiliza Você não conhece não tem produção era uma festa muito era uma coisa muito de comunhão isso foi acabou em 96 vou ter uma vez lá vai começar com algumas diretora você teria que percorrer as casas Tava legal uma estavam legais não estava legal e outras não estavam né porque um processo
pergunta aqui então mudando um pouco Agora então desse assunto pela pergunta a respeito que você fala um pouco do Sesc lético né todo tipo de escala projeto participativo empresas departamento banco etc uma felicidade de fazer com tanta escala legal assim trabalho de interessante assim O duro é eu acho que a gente administrar isso nós que somos arquitetos que não tem muito vocação fazer iniciar é uma coisa muito difícil Né basicamente cada projeto é um projeto né com relação ao certo ele é falado no trabalho que eu achei interessante não é é um trabalho é uma
instalação que a gente fez a Lígia Raina que é uma ceramista que você está me conheceu muito interessante trabalho mais caro interessante de cerâmica ela foi chamada para ocupar uma sala do Museu da casa brasileira aí eu fico como cara para trabalhar o Espaço e trabalhar parte da cerâmicas sete bolas de cerâmica muito bonitas no espelho d'água ou não no espelho acho que uma ideia Legal seria uma coisa insólita transforma essa sala inteirinha Num lago e bota as bolas aqui então fizemos um Lago Preto ficou belíssimo e as bolas delas iluminada com ela grinha que
lambe e água nem se mexe ficou super interessante muito você não espera Entrar numa sala encontrar um lago Só que o Sesc depois dos Belenzinho gostou e quis comprar o local só que o local era um galpão de 30 por 15 esse contexto não é para aquele contexto que ele contexto era para um lugar fechado que tem um impacto X para aqui vai virar uma poça d'água com umas bolinhas nessa escala monstruosa a gente fez um cubo o lago ficou num cubo meio virtual com aquele pano que chama de Tule transparente então virtualmente criamos espaço
onde o que foi transferido mudou o contexto mas a gente teve uma relação de escala numa área fechada virtual depois numa terceira etapa um lugar definitivo que fez no SESC Itaquera que tá lá até hoje e ela fica perto de uma lanchonete e ficou no lugar no espelho d'água que voltou mais cara que ele tinha Acho que muita questão da relação da Questão da escala da questão da arte que é muito né que é uma coisa que nós você usa bastante objetos escultólicos da lígias em projetos residenciais também etc não todos mas a gente passada
muito para isso é uma peça quebrada e no gato vai ter uma um pouquinho não conhece não escutou japonês é uma maravilha ele trabalha muito com Com elementos de cultura que mexe muito com ar com a com a água aquele ambiente naturais muitos high-technologia de escovado como coisa ou não mas é uma coisa meio única no mundo inteiro no Parque do Gato nas propusemos né prefeitura aceitou tão felizmente e como a colônia japonesa tá bancando algumas coisas no parque que vai ser o ano da imigração japonesa que há cinco Anos daqui quatro cinco anos e
eles vão bancar algumas construções lá também talvez eles banquem essas culturas Porque que a gente achou importante lá claro que tem uma maravilhosa disputoras brasileiras que poderiam fazer mas acho que o xinga é uma coisa muito especial nesse aspecto lá em quando dois rios o Parque do Gato e sempre a gente fala às vezes do Parque do Gato ninguém sabe porque é uma coisa que você Passa correndo de carro é horrível aquele lugar ali então você passa sempre correndo aí nós falamos tem que marcar isso aqui e falar aqui existe um rio onde na beira
do carro nasceu São Paulo que tem que ser marcado isso aqui né agora as construções Vão marcar vão ficar um parque bonito mas ainda é pouco né a escolher o móvel do xingo tem 20 30 metros de altura Mas ele vai ter que vir aqui se fosse negociado que ela gira ela Coloridona e ali é um Marco não encontro os rios né Ele trabalha muito com água também mas mecanismo de água no Brasil é complicado manter vídeos experiências de todos os prefeitos da década de 60 que botava Aquela fonte luminosa e seis meses viravam um
pinicão verde a aplicação trabalho um pouco trabalho muito pouco domínio público muito íngreme muito bonito do Mauro mas teve que fazer Das tipos coração para conseguir colocar alguma coisa no resto de verde que havia e Na topografia com pouco complicado são os elementos de água usamos elementos atrás Acabou falando alguma coisa mas se vê um pouco a resposta é o seguinte o projeto pedagógicos participativos uma fruta no quintal o processo acaba sendo mais importante do que o projeto essa é uma pergunta o processo acaba sendo mais importante Que o projeto e ela continua e qual
a importância contribuições específica do Olhar da arquiteta e tantos pedagogos tiveram disciplinas como é que no fundo a primeira página de tantos pedagógicos tantos professores de potencial inventando bico em cima da acho que os professores da escola no quintal você está falando não não não qualquer outro Qual o papel ah entre tantos assuntos interdisciplinares A primeira foi a primeira coisa Interessante porque assim a gente pegar os grandes especialistas na área de participação e o Robin hooke a Catarina trouxe recentemente para cá maravilha né que ele faz o mundo inteiro trabalhando população com coisa de arte
uma coisa belíssima ele fala uma coisa que o sanoff também fala que todo mundo fala que mexe nessa sala de participação que é uma coisa assim para o participante Não serve sentido é muito mais Importante ele sentir que tá de fato tendo uma contribuição participando dando opinião naquilo que vai ser feito porque muitas vezes a própria coisa em si isso é uma coisa meio geral é uma coisa muito interessante é muito porque a cultura no Brasil como que é nós saímos pouco tempo de ditadura de 20 anos né nos últimos países acabar com a escravidão
aqui né e é muito colonizado quer dizer a população não acredita que ela possa ser chamado Por uma discussão do espaço público que sempre colocado autoritariamente né enfiado ali Paraná então quando a gente vai reunião na periferia e fala assim olha nós fizemos trabalhar um projeto com vocês utiliza essa parte que é importante aqui que não é uma opinião dele não queremos isso aqui queremos não sei o quê e agora vamos ver como a gente pode trabalhar que são do espaço né com o Pessoal do MST eles desenham chegam a desenhar e eles fazem um
projeto eu fico numa mesa em volta no papel Só que cada um desenha de um lado então então desenho que você vai olhar ele é Radial cada um tem uma paisagem diferente e a gente tenta discutir depois com eles então eles falam assim mas espera um pouquinho não mas não Vocês que são vocês que estudaram para vocês sabem desde que vocês fizeram tá bem a partir então a concepção imagina Considera que eles vão participar da Concepção do projeto que é uma coisa atribuída a profissionais aos estudados Como eles chamam é uma coisa que eles consideram
uma coisa de outro mundo né então isso é muito emocionante ver como que essa passagem da opressão e do autoritarismo no espaço que eles usam pode ser gradativamente ser modificada autores é um processo muito muito bonito né muito já que você já falou a pergunta Seguinte era Justamente que quisesse queria que você falasse um mutirão mutirão Verde um filme Um negócio interessante é me tira outra vez Então mas me tiraram Verde a gente tava em Osasco naquela mesma época que criamos departamento e valorizar a cidade inteira também bom aí então e como que é o
departamento a gente criou que departamento que não existia ele contratou alguns Arquitetos algumas pessoas que trabalham no jardim de lá cuidava de algumas coisas e elas estão procurando todos os secretarias profissionais que tava encostados super interessantes que estavam ali desinteressados vão puxando todo mundo e montando uma equipe de disciplinar mas que tínhamos oito arquitetos bom aí fizemos um plano para arborizar Osasco fizeram um projeto Levantamos por Rua havia uma equipe sair numa Kombi que era do Que Lhe chamava dos monitores e saiu de casa em casa levar um papelzinho da gente dizendo que a gente
pretendia arborizar se a pessoa queria queria né porque lá dentro eles não quer por uma questão de segurança né Acho que vai subir pela árvore lá no quintal chama de sujeira cair folha na no chão antes a sujeiras todas fossem flores né Então ia de casa que você não quiser não adianta plantar a gente vai mostrar a importância que tinha e antes disso a gente fazer uma assembleia com bairro inteiro Todo mundo participando para discutir o projeto bom depois disso trazia para o escritório departamento que existiam e consegui fazer um projeto para a cidade inteira
mas só que aí tem um dado assim [Música] e era porque você tem para você implantar sem quebrar o piso da calçada mais simples tem que trocar a terra porque a Terra era muito ruim ela saiba quebrar o piso botar fazer uma Orla depois botar árvore botar gradil e botar o tutor era processo complicado que a prefeitura não tem condições de fazer então é isso uma empreiteira definir um bolsão por local é besteira passava assim a semana inteira quebrando O bairro inteiro e botando terra boa e deixou assim quase que bairros e bairros dessa maneira
chegava um dia pessoal ia plantar só que um dia nós resolvemos fazer mutirão que passava 10.000 árvores acho que foi uma coisa muito emocionante na carreira da gente participou na época né o Caio também participou esses buracos todos colocamos terra tem que tomar cuidado para colocar Terra rapidamente que se alguém sofrer Acidente né um problema Seríssimo né E aí fizeram planejamento todo e num dia de domingo a prefeitura assim pegou tudo Secretaria de obras né e mais o depave que é de lá com 40 caminhões numerados aí Alguns arquitetos em cima do caminhão e mais
monitores com projeto na mão saindo pelas ruas todas plantando no mesmo dia e a população ajudava e alguns jardineiros a gente também ajudava já no local com a plaquinha com o nome da Árvore fundamentalmente nativas O problema é que Nativa Às vezes você não consegue um repertório só de nativas provocar lugar meio comprimido uma espécie pequena que às vezes você não consegue facilmente no mercado né E você não pode plantar baixa em rua tem que ser de 2 metro e meio para cima que é uma Norma do dpaf daqui de São Paulo Inclusive tem milhões
enormes tem que fugir do posse Todo planejamento esse projeto estava feito o critério de seleção que você explicou mas e também de Distribuição e fim de projeto mesmo era um ruas com as mesmas espécies geralmente marcava com a minha espécie e quando você tinha mais pé já existente você conversava com ela e você pergunta Fala alguma coisa aqui [Música] do trabalho da escola Guararema e também E aí uma pergunta que veio aqui também Completando da relação desse trabalho da escola deve ter Guararema né como a estrada do Rodrigo Farol o canteiro como história é uma
cidade muito bonita que pouca gente conhece que é Lindíssima gente 74 km na beira do rio Paraíba tem um projeto belíssimo na beira com os decks foi uma descoberta para mim então essa escola é uma área de 40 mil metros quadrados numa área mais isolada Mas vamos dizer Rural Mais uma área mas sei que tem um córrego no fundo que é uma escola do movimento sem terra que vai ser uma escola de capacitação política técnica com a tecnologia que é um projeto da arquiteta Lilian aí ali nos chamou para essa área essa obra ela é
feita em mutirão com agrupamento de acampados acampados é o cara que mora na barraca de lona preta ele não é o Assentado que já tem um local para ficar definitivo então assim você tá trabalhando com a pessoa que tem Desprovida assim é só aquela Maravilha que ele é enquanto experiência de vida porque ele tem uma barraca preta uma panela um cachorro e a namorada o marido da mulher enfim tá certo ele fica esperando um ou dois anos até que se tem uma terra uma certa meio de mudança então quando nos chamaram para isso Fazendo os
movimentos que eu acho mais importante no mundo não é só no Brasil né tanto que assim você encontra muito mais pessoal da Suíça da Itália da França fazendo estágio que a gente Nossa né que É financiado em parque por algumas algumas ondas europeias falei Pensa bem a gente apresentar dois arquitetos para alguém que planta cuja Essência simbólica ela voa o plantio Tá bom então a gente faz porém a gente gostaria que Fosse um trabalho em conjunto com eles e como a cada 50 dias dei uma equipe numa parte do Brasil isso é uma beleza porque
a gente fica aprendendo com eles as diferenças dos ecossistema como eles como que ele se relacionam com o mundo deles e com as espécies também a gente propôs que fosse dada duas oficinas pelo menos com essa equipe que a gente interagiria com eles e o projeto seria feito meio que meio que paralamamente a esse processo todo né Então aceitável isso mesmo há três anos vai sendo feito isso a Catarina visitou pessoas visitaram quem quisesse já tá implantado né com a construção Restaurante Central que é uma construção enorme né utilizo muito btc e tijolo feito no
maquininha lá tipo taipa pré-fabricada desde a tecnologia com ferro mesma coisa meio misturada naquele participa do processo que uma coisa mais baseada na terra tá sendo maquinário e aprende a fazer Aquilo e vão fazer a parte central fizer tão acabando os alojamentos e agora vou fazer o prédio que é o prédio do dos professores da sala de aula fora isso lá fora vai ter um teatro para mil pessoas a gente consultou conversando com ele se eles queriam Jardim temático assim mais colocado vocês querem o pessoal do nordeste mais uma coisa você quer as espécies misturadas
entre animais Ele vai usar meio que a referência deles vários locais para para fazer o projeto né e como que a gente trabalha a questão da educação com eles aí a experiência de uso de lavoura no Brasil é totalmente na roça meus pais vieram de lá uma certa ligação com a questão do campo muito muito grande né meu pai era madeireiro Pontal do Paraná essa coisa preservação e hoje tem que Plantar o que ele tirou juntou hoje né a gente acaba sendo que uma mistura disso tudo e é uma cultura pesado do MST pelos transgênicos
são importantíssima né a gente deveria estar discutindo isso também mas são eles que brigam pela gente e o kg ama tá dando uma consultoria lá do Pontal que tá fazendo manejo que é de Floresta interessante também tem um mundo Cultura né manicultura na minha Região naquela época tudo pequenas propriedades então passava laranja Depois virou pasto flagrado porque gado um uma pessoa toma conta e milhares é o que eles né Acabou acabei de adversidade e voltar a ser aquelas monoculturas que vieram aquela visão dos plantatio lá dos Americanos né tá voltando agora muito bonito o trabalho
dele ele tá vegetando umas áreas maciço de Mata mantendo e vegetando ele articula isso com alguns Corredores que se une as Capoeiras E no meio você aperta lá fora então lavoura para ser plantada numa realidade que é que você passa a ter todas as gentes biológicos se interagindo que a maneira correta de do manejo da isso aí quer dizer uma visão avançada de que eu acho que estão levando mas mesmo assim ainda e a história deles é uma história de cortar e queimar quando tem lugar para cortar porque as Floresta acabaram Todas né Botafogo e
aí a gente começa a discutindo acho que o módulo da discussão é uma coisa interativa não é a aula expositiva assim no caso e a questão que a gente viu tinha como que faz eles discutir a questão de que não pode que é legal ter essa variedade que como que não é legal ter plantação é a questão que pode pegar fundante que a partir daí tudo mais se esclarece é que é biodiversidade é como faz por causa de Universidade sem uma linguajar nossa né então a gente faz assim a gente anda com eles começa a
colocar o que Que Vocês comeram hoje eles começam aí pela lógica me comeram farinha farinha vem de quê planta o boi faz o quê o boi faz isso que a gente consome vende planta que é um dado para eles muito fundamental os animais o ser humano depende de planta tá se não existir a gente morre Aí você enviar a gente faz a pergunta contrário aí a cabeça já não é tão lógica não se os animais morressem acho que não faria falta nenhuma falta não sei o que eu falo outros aquela coisa meio que ele passe
né e a partir desse impasse que as pessoas se colocam que a gente mostra que não são os animais não vivem as plantas como as plantas a partir disso a gente escura questão do Trabalho deles como que eles operam a questão da lavoura Por que que não é legal ter monocultura e a partir disso vem uma série de questões até da vida geral que a gente discute a água que são do solo a questão da nativas porque Nativa porque não tive mas dentro do universo que o universo deles o suficiente quando eu resolvi deixar a
execução de jardim Os processos participativos [Música] na elaboração do espaço público fundamental quando eu resolvi não mexer nas coisas que são de jardim na minha vida que eu quero mexer de pesquisa Clara que mexe com a questão da reflexão da paisagem com a questão do projeto né e a gente pode acompanhar também execução porque sempre procura acompanhar a obra é uma coisa que está Sempre muito presente pra gente que a gente tem como diria três no escritórios do pessoal que trabalha com a gente né passar por todos os processos desse projeto tocar obra fazer contato
administrar enfim essa coisa mais complexa porque eu acho o seguinte eu acho que a questão da paisagem é uma questão que ela não se resume simplesmente né a uma operacionalização dos elementos que você tem Não é misturar a planta com concreto com uma forma bonita e não sei o quê paisagem acho que tem uma coisa uma coisa que é do conceito que a gente quer para elaborar Eu acho que o conceito sempre precede a questão do projeto né Eu acho que uma coisa fundamental Eu praticamente não consigo trabalhar você não tenho entendido Por que que
essa área aqui que quer fazer com ela