Because life is a game and it's all about having fun. It's only serious because of the programming in your head. A healthy human would never care if somebody laughs at them because your own insecurities that make you care about it.
It's not their bothers you. Somebody inside of making fun of you. Desde criança, alguém apertou o enter na sua mente e instalou um sistema operacional chamado medo.
Mas se você sair um pouquinho da bolha, vai perceber uma verdade simples e libertadora. Nada disso importa. Do ponto de vista ateu, somos poeira consciente flutuando no escuro, uma consciência biológica que, por algum motivo, aprendeu a se preocupar com boletos, com likes e com a opinião de estranhos.
Você percebe a ironia? O universo inteiro está em silêncio e mesmo assim você acha que tem algo a provar. Do ponto de vista religioso, você tem a figura central da maioria das religiões falando sobre a insignificância das coisas materiais e que não é necessário nos preocuparmos demais com a vida.
Esses dias, por exemplo, eu vi uma mulher reclamando do arrependimento de ter ido a uma festa com um vestido preto básico demais. Segundo ela, várias outras estavam usando algo parecido, como se isso fosse uma tragédia, né, o fim do mundo. Mas no fundo, ninguém ali estava reparando nisso, a não ser ela.
A verdade é simples. Cada pessoa está tão ocupada com suas próprias inseguranças que mal tem tempo de notar dos outros. A mesma coisa com quem posta direto nas redes sociais.
Primeiro que se você é uma pessoa comum e fica postando frases bonitinhas, ninguém vai ler porque ninguém realmente quer saber o que você pensa. As pessoas nas redes sociais só vão dar atenção para você, ou por interesse na sua aparência ou se você for vulgar o suficiente para atrair a atenção de homens. Tem gente que perde o sono revendo uma conversa de 10 segundos, imaginando se falou algo errado, enquanto a outra pessoa já esqueceu completamente o assunto.
Tem gente que vive como se tivesse sendo observado o tempo todo, como se cada passo fosse decisivo, como se qualquer deslize fosse destruir sua reputação. E no final, nada disso importa. A vida segue, as pessoas esquecem.
O mundo nunca esteve prestando tanta atenção em você assim. No fim, isso é uma coisa boa. Outro fenômeno curioso que eu andei reparando aqui esses dias é quando alguém morre.
E é claro, não quero ser incompreendido aqui. A morte é sempre o acontecimento delicado, né? E devemos ter empatia por pessoas que perderam entes queridos.
Mas existe um fenômeno bem curioso, quase que automático, onde as pessoas sentem a necessidade de escrever mensagens públicas para o falecido nos stories ou nos status. Coisas como, preste bem atenção na frase, tá? Descanse em paz, meu amigo.
Espero que você esteja em um lugar melhor. Óbvio, a intenção é boa. Não quero só um psicopata aqui, né?
Mas se você parar para pensar não faz sentido lógico nenhum. É como se a pessoa tivesse tentando se comunicar com o defunto ver status do WhatsApp, né? Eu fico, cara, eu sinto muito pela sua perda, mas ele não vai ler essa mensagem que você deixou para ele.
E se a gente olhar mais fundo ainda, voltamos à questão da rede social. O que existe na prática é tipo um recado endereçado a quem tá vivo. Não é sobre o falecido, é sobre a imagem de quem posta.
É tipo o ego tentando mostrar o mundo, né? Olha como eu estou sofrendo. Olhem como eu era próximo dele.
Olhem como eu sou sensível, né? Obviamente isso aqui não é maldade, é apenas o ser humano tentando validar sua dor, tentando mostrar que faz parte daquela história. É uma busca inconsciente por atenção, né?
por pertencimento, por reconhecimento, até nos momentos mais tristes. Mas mesmo assim eu não consigo ver sentido em você se comunicar com o defunto via status do WhatsApp, entendeu? O ponto aqui não é julgar, mas perceber o mecanismo, porque quando você enxerga isso, percebe como o ego molda comportamentos que no fundo não tem muita lógica, né?
só carregam a necessidade humana de ser visto. O ser humano vive cercado por pequenas preocupações que quando observadas de fora, não fazem o menor sentido. Imagina que você é um alen olhando pra humanidade assim e do nada você assume o controle de um ser humano.
Se você olhar esse ser humano sem o ego, você consegue fazer coisas extraordinárias, porque o ego que cria os problemas onde não existe nenhum. Ele transforma detalhes insignificantes em dramas pessoais, porque precisa encontrar maneiras de provar sua própria importância. C é o tipo da pessoa que compra aquele carrão que ela não pode comprar para parecer bem sucedida, né?
Não entenda errado aqui. Eu gosto muito de carros, né? Se a pessoa tiver condição, vai fundo.
Quem que não quer ter uma BMW preta, né? Mas tem pessoas que se endividam para impressionar pessoas que nem gostam dela. É bizarro.
Tipo, agora aquela vizinha vai ver que eu comprei um carrão. Tipo, você tá buscando a aprovação dessa pessoa que você nem se dá tão bem, entendeu? Mas assim que o indivíduo entende que a vida é insignificante, ele passa a parar de se preocupar, ele se liberta.
E é exatamente essa percepção que desarma as preocupações, né? Desmonta as paranoias e silencia aquela voz interna que vive te cobrando metas impossíveis. Quando você entende que nada disso é tão grande quanto parece, a vida deixa de ser uma corrida e volta a ser a vida.
A pessoa para de encher a cabeça com notícias negativas, intrigas, polêmicas e tragédias diárias. Ela percebe que aquilo nunca foi informação, era apenas veneno emocional. Era só o mundo tentando te convencer de que tudo é, tudo é crítico, tudo é perigoso.
Por isso que eu não assisto TV, cara. Mas quando você entende a sua insignificância no grande plano, você percebe que não precisa carregar o peso do planeta nas costas. Você solta, respira e retoma o controle interno.
Para você que é religioso e acha que eu tô falando besteira, eu te dou exemplos. Eu vou ler um capítulo aqui de Mateus 6 e você vai entender o que eu quero dizer. Por isso vos digo, não andeis ansiosos quanto à vossa vida, pelo que havis de comer ou pelo que havis de beber, nem quanto ao vosso corpo pelo que havis de vestir.
Não é a vida mais do que o mantimento e o corpo mais do que o vestuário? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem, não trabalham nem fiam. Não andeis, pois inquietos, dizendo: "Que comeremos?
O que beberemos? Ou com o que nos vestiremos? Porque todas estas coisas os gentios procuram.
De certo vosso Pai celestial, bem que sabe que necessitais de todas essas coisas, mas buscai primeiro o reino de Deus e sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas. Jesus literalmente manda você parar de se preocupar com o futuro. Ele diz: "Basta a cada dia o seu próprio mal".
Ou seja, o amanhã não existe. Pare de tentar carregar o peso dele. Isso é o quê?
Exatamente o que estou dizendo. Você não tem o controle e não deveria se torturar por isso. Quando ele fala, "Observai as aves dos céus", ele olha para os animais que não têm planejamento, não guardam comida, não fazem seguro de vida e mesmo assim vivem.
Ele diz basicamente para imitá-los. Animais vivem no presente, sem paranoia, sem ego, sem carga emocional artificial. Por isso, filosofias como a de David Goggens não fazem o menor sentido para mim.
E se faz para você, vá em frente. Esse é o ponto do vídeo. Você é livre para fazer o que quiser.
Porém, a maneira com que ele vive, você tem que concordar comigo, não é uma maneira feliz. Dá para ver que ele vive estressado, cara. Pois a filosofia de Gogs, para você que não conhece, gira em torno de disciplina extrema.
dor constante, sacrifício diário, acordar antes do sol nascer e provar para si mesmo e pro mundo que você é inquebrável. E ok, existe muito mérito nisso, existe força nisso e eu o admiro por isso, mas para mim isso não representa felicidade, representa sobrevivência contra si mesmo. O Gogens vive como se ainda estivesse em guerra mesmo quando não está.
É como se a vida inteira dependesse de estar sempre correndo, sempre suado, sempre lutando, sempre ultrapassando limites, né? Mas a pergunta é: para quê? Para quem?
Se for para deixar um legado ou vencer a si mesmo, para mim essa é solta a palavra para ego. Afinal, depois você morrer, nada disso vai importar. Cada um com sua perspectiva.
Mas, pô, olha o churrasquinho que eu fiz no sítio tomando uma cerveja, cara. Sério que tem alguém que prefere correr até com os ossos quebrados do que fazer isso? É claro, não existe glória nenhuma no que eu faça, mas é exatamente por isso que existe a paz.
Eu vou paraa academia quase todos os dias, mas é só uma breve parte do meu dia que eu faço isso por diversão e pela saúde. Porém, existem pessoas que levam isso muito a sério ou querem atingir aquele corpo horrível de quem toma hormônios, né? Ou sei lá, entrar em uma banheira gelada todos os dias para dominar sua mente.
Cara, para mim isso aqui não faz sentido nenhum. Me desculpa. A melhor parte de ser livre é não ser escravo de nada.
Só que muitas pessoas confundem liberdade com fazer absolutamente tudo o que querem quando querem. Elas pensam: "Por que esperar até final de semana? Eu sou livre, posso beber na segunda?
" Aí entram em um ciclo de vícios porque confundiram liberdade com ausência total de limites. Isso acontece muito com artistas e famosos, né? Eles têm dinheiro, tempo, acesso a tudo e não precisam mais seguir uma rotina.
E quando a vida fica fácil demais, é aí que muita gente se perde. O resultado você já conhece, né? É só olhar casos como do Winderson Nunes, né?
Ele chegou ao topo, porém o topo acabou virando um abismo. E já sabem o que acontece quando você olha demais pro abismo, né? >> Quem olha demais para um abismo, o abismo acaba olhando para ele, entendeu?
F nesse cara, ele é um grande exemplo de uma pessoa que está desapegada ao medo. O Itakamaeno durante anos foi colocado como o cara louco da internet e estranho que só dá medo, sendo que quem acompanha suas lives ou vídeos antigos sabe que fora do personagem ele é um cara bem calmo e sábio. Eu já vi ele gravando aqueles vídeos malucos dele no ônibus, ou seja, ele já desapegou da opinião alheia há muito tempo e por isso é um cara mais [ __ ] do que 90% da população.
Mas enfim, cara, acho que semana que vem eu iria fazer um vídeo, né, fazendo um churrasquinho aqui na minha casa da cidade agora, ouvindo uma boa música e demonstrando a vocês como eu faço para celebrar a insignificância de nossas vidas.