aqui eu que fiz trazer para vocês alguns pontos fortes da gues porque a gues ela é né mundialmente conhecida e utilizada muito na prática Clínica e também para eh para pesquisas científicas né Ela é uma escala que consegue nos trazer essa significância estatística dentro das pesquisas mas ela também tem uns pontos fortes que nós temos que olhar dentro da nossa prática Clínica mesmo agora trazendo um pouco mais paraas nossas intervenções do porque ela é um diferencial do porque ela é importante estar presente num plano terapêutico num protocolo eh de tratamento então a gu ela é
suficientemente capaz de abordar qualquer tarefa diária Como eu disse anteriormente Opa João Paulo por favor voltando então anteriormente como eu citei ela uma escala que nos possibilita um leque né uma um leque de oportunidades para pra gente conseguir avaliar pra gente conseguir direcionar nossos objetivos e Justamente por isso que ela é capaz eh de abordar de avaliar de quantificar qualquer tipo de tarefa diária do meu paciente também qualquer tipo de idade não tem uma idade específica para ser utilizada guas ela é utilizada para todas as idades para qualquer tipo de classificação qualquer gravidade que muitas
vezes a gente encontra essa dificuldade eh em muitas escalas e muitas avaliações que normalmente os pacientes mais graves severos acabam tendo essa nós acabamos como terapeutas tendo essa dificuldade de avaliar de colocar aquele paciente dentro daquela escala de forma com que eu consiga obter um resultado eh específico um resultado palpável daquele paciente porque muitas vezes as gravidades as né as dificuldades os déficits dos pacientes acabam interferindo na execução da do dos Testes das escalas então é uma escala que a gente consegue ter um direcionamento também para essas crianças que apresentam uma gravidade maior ela é
possível também medir o progresso né a evolução do nosso paciente dentro da intervenção de pequenas mudanças né porque muitas vezes para escala nos mostrar no final o score ou no gráfico algum resultado eh significativamente né vamos primeiro trazer para PR as famílias porque normalmente Eles olham eles são visuais óbvio que eles não vão entender todo todo o contexto da escala o que tá sendo avaliado ou não porque que ela é importante ou não eles são leigos então normalmente o que eles gostam né e procuram para conseguir entender na na na prática Clínica né Na hora
que a gente apresenta o relatório a devolutiva são a as demonstrações de gráficos de da da linha do desenvolvimento aonde meu filho está ele tá conseguindo evoluir ou não então muitas vezes a muitas escalas muitas avaliações não conseguem nos trazer essa diferença essa evolução por conta de ser pequenas mudanças por conta de ser pequenas evoluções Então as escalas acabam não sendo tão eh específicas não conseguem ter tanto refinamento e a guz já consegue nos trazer isso consegue nos mostrar né e mostrar pra família que por mais que seja uma pequena mudança ainda assim teve evolução
então ainda assim é algo palpável é algo que a gente consegue demonstrar pra família o a escala consegue eh mensurar de forma quantitativa e de forma com que cons mostrar isso visivelmente paraa família também Desculpa a guess também ela é uma escala útil para crianças com baixo funcionamento cognitivo né então como eu disse anteriormente qualquer gravidade que a criança apresentar qualquer classificação diagnóstico então eh paraas crianças que também T di né um baixo funcionamento cognitivo ela também consegue ser uma escala que nos eh que consegue avaliar aquele paciente sem com que ele tenha prejuízo por
conta dessa desse baixo funcionamento cognitivo então a gente consegue ter esse direcionamento a gente consegue aplicar com essas crianças também e isso é muito bom e é uma das coisas que a gente vem percebendo eh com os anos a dificuldade de a gente conseguir avaliar as crianças eh com di com baixo funcionamento cognitivo em muitas escalas porque a gente não pode dar assistência a gente não pode eh auxiliar ou manusear a criança em alguns testes a gente tem que deixar eles fazerem Então tem que esperar com que a criança Tenha um bom um bom respaldo
um bom respondo não que a criança tenha um cognitivo preservado para entender o meu comando para entender o que tá sendo solicitada para ele conseguir executar e muitas vezes a gente se perde nisso perde de conseguir ter uma escala com que consiga pontuar o que a criança tá fazendo Porque infelizmente ela tem esse déficit infelizmente ela tem essa dificuldade então a gente acaba tendo a perda de um teste que poderia ser eh utilizado para aquela aquele diagnóstico porém o cognitivo acaba nos nos dificultando de encontrar esse resultado de de conseguir eh aplicar essa escala e
ela a guas também ela envolve isso que acho que é a cereja do bolo da da escala principalmente para nós que trabalhamos com terapias centradas na família é uma escala que consegue envolver consegue trazer a participação tanto da criança adolescente e da sua família para elaboração paraa estruturação das metas como eu falei anteriormente e E isso nós vemos muito na na prática clínica que quanto mais a gente leva em consideração quanto mais a gente D voz pra família quanto mais a gente inclui a família maior motivação nós vemos deles maior engajamento nós vemos das famílias
né e criança do Adolescente Então isso é muito importante e nós temos essa essa escala que nos permite ter essa aproximação com a com a criança com a família é muito importante então eu acho que a gues nisso ela consegue ser é o ponto forte eh maior Ponto Forte dela é conseguir trazer a família para perto de nós paraa gente conseguir traçar uma meta que realmente seja relevante paraa família pra gente conseguir alcançar e como toda a escala como toda a avaliação nós sempre procuramos para colocar isso prática clínica para colocar isso uma pesquisa científica
nós precisamos que ela tenha uma validade e uma confiabilidade importante pra gente conseguir utilizar ela e ser útil para nós na na nossa na nossa no nosso raciocínio Clínico no nosso no momento de nós traçarmos o nosso plano terapêutico então nós temos que levar muito em consideração a validade e o que significa uma escala ser válida né O que significa ser o que significa a validade eh ser realmente sólido capaz de produzir os efeitos esperados e a gues ela consegue ela nos traz sendo uma escala sólida foi desenvolvida e capaz e ela é capaz de
produzir os efeitos esperados Desde que seja estruturada de forma objetiva eh Desde que seja pensada eh trazendo né a metodologia Smart então para a gente conseguir ter um efeito esperado o que a gente eh idealiza junto com a família que a criança tem capacidade de conseguir nós precisamos sempre lembrar lembrar da da metodologia porque ela tem que eh estar ter ela tem que ter esse embasamento pra gente conseguir produzir e conseguir ter validade da escala e o que seria né O que seria uma escala confiável né O que a confiabilidade significa para nós eh ter
consistência nas mensurações ser capaz de de um instrumento de sendo capaz de um instrumento não variar em seus resultados então mais uma vez a escala Gas consegue ser mensurável mais uma vez trazendo da metodologia Smart ela é uma escala que a gente consegue mensurar quantitativamente a as nossas metas os nossos objetivos e é um instrumento que tem por isso que a gente tem que tomar muito cuidado tem que aprender eh e e entender como ela funciona para nós sermos capazes de utilizar Esse instrumento essa avaliação e não ficar variando eh e não ter aliás eh
possibilidades de variar os nossos resultados então por isso ela tem que ser muito específica pra gente não se perder e não variar nos resultados não se perder na estruturação da das metas não se perder nessa linha de raciocínio para conseguir ter essa esse respaldo confiável de uma escala com confiabilidade para nós eh é crucial Nós aprendemos a escrever a Guess de forma com que ela seja e confiável para todas as nossas metas práticas para as nossas metas Clínicas Pass