Olá, seja muito bem-vindo, muito bem-vinda. Mais um episódio do meu podcast Finanças 360, apresentado por mim, Ana Braz. Se você ainda não me segue nas redes sociais, quero convidar a me seguir.
É Ana com N, só Braz B de bola, Rede Rata, de escolas e de zebra. Vou ficar feliz de te ver por lá. Esse é um episódio daqueles que geralmente viraliza, que busca haters e pessoas que apoiam e enfim, vamos falar sobre seguro de vida.
O brasileiro não tem essa instrução, essa essa crença de que é uma obrigação social você não deixar você e os seus emus lençóis se acontecer alguma coisa ou melhor quando acontecer alguma coisa, porque a vida é sempre uma vida de altos e baixos. E se tem uma certeza que eu tenho, tenho certeza que você também, é que um dia nós não vamos mais estar aqui, ninguém vai ficar para semente. Nunca foi assim, né?
E não será. E até se você for arrebatado ou ou eh simplesmente desaparecer, vão dar você como morto. Os impostos incidirão de toda forma e as pessoas com quem você lidava, interagia e tinha responsabilidades financeiras podem sofrer consequências disso.
Ana, você tá falando de um assunto chato, não gosto. Quero te dizer que eu tô do seu lado e que a maioria dos seguros de vida no Brasil, até no mundo posso dizer, mas vou falar do Brasil, que é onde eu domino mais, trabalho há 16 anos com seguro de vida e planejamento financeiro no Brasil. Sou certificada, premiada, faço parte de um grupo seleto mundial que só 2% do mundo consegue entrar, que é o MDRT, Million Doló Around the table.
É difícil você conseguir fazer parte dos melhores planejadores financeiros do mundo. Além disso, já recebi mais de 50 troféus no Brasil na parte de planejamento sucessório, que tem a ver com o seguro de vida. Apesar de muitos seguros que eu uso, você não fazer nem ideia que existe, são completamente diferentes.
Tem gente que chega e falou: "Nossa, tentaram me vender seguro a vida inteira", mas não foi desse jeito, né? Eu uso o seguro de vida como ferramenta para você economizar imposto, gerar liquidez e comprar um ativo, que é comprar dinheiro barato. Eu tenho um outro episódio que já é vídeo falando sobre seguro de vida, inclusive o título dele é muito bom.
Ricos não pagam seguro, mas eles fazem. Eu explico com muitos detalhes ali. Também tem um super antigo que esse não tem vídeo que eu explico de seguro de vida.
Vale a pena depois você que achou interessante a pauta, jogar na pesquisa, procurar, porque você vai conseguir ir avançando nesse racional comigo. Mas eu quero te dizer que seguro de vida é um instrumento, é um ativo. Eu não sei se você já estudou contabilidade alguma vez, mas eu estudei.
E no, na contabilidade existe uma cruzinha, pessoal da edição pode colocar aí para mim, por favor, uma cruz que um lado é um ativo e o outro lado é o passivo. Ativo é tudo que gera garantia e receita. Passivo é tudo que deprecia e gera despesa.
O seguro de vida, por mais que você pense que ele é uma conta a pagar, né? Uma despesa, quando vem um problema, você tem que reduzir custo, falar: "Ah, vou cortar esse seguro aqui que eu nunca uso. " Até brinquei com uma cliente minha, que a minha cliente há 10 anos, a Renata, que ela falou assim: "A, eu não preciso mesmo desse seguro, eu não uso, tô pagando não sei quanto tempo e nunca usei".
Falei: "Renata, que bom, vamos comemorar que você pagou e não usou, né? " Imagina, você paga seguro do seu carro, você se sente assim também? Ai, tô pagando o seguro do carro e nunca usei.
Você tá torcendo para bater de carro, né? Então, na lógica, as pessoas elas têm uma dificuldade de entender que o seguro, ao invés de um passivo, ele é um ativo. Ativo que gera garantia e liquidez no momento que você precisar utilizar esse dinheiro.
É muito incomum ao longo da sua vida, dos zero aos seus 120 anos, tô dando um exemplo aqui numa linha do tempo de alguém que vai viver muito, porque cada dia mais a expectativa de vida aumenta, é muito improvável que você não vá ficar inválido, seja temporariamente ou definitivamente. Gente, às vezes eu tô falando disso lá no finalzinho mesmo, pr você não pensar que eu tô te agorando, tá? É muito pouco provável que você não tenha uma doença, algum tipo de doença, uma incapacidade temporária, tirar uma amídala, sabe?
Ter uma pneumonia e às vezes algo grave, às vezes um câncer, às vezes um um uma trombose, né? Você tá lembrando de pessoas próximas a você. Então as pessoas às vezes pensam assim: "Nossa, mas para quê?
" A questão é, a gente nunca sabe quando isso vai acontecer. E quando você é jovem, né? jovem, eu não tô falando de adolescente, não.
Tá em fase de construção de patrimônio. Você pode se considerar jovem até os seus 50 anos, tá? que você ainda tá construindo o patrimônio.
Qualquer problema dessa ordem e até um falecimento precoce, uma ausência precoce, vai gerar um atraso na projeção do seu patrimônio. Quantas pessoas você conhece que falam assim: "Minha vida era organizada, minha vida tava em paz, eu tinha um dinheirinho guardado, tinha uma casa, um carrinho quitado, pá pá pá, ainda tinha comprado um lote, não sei onde. " Mas aí minha esposa ficou doente, eu fiquei doente.
A gente teve que gastar com dinheiro para caramba, com médico, com medicamento. Eu tive que parar de trabalhar, torrei tudo que tinha, tive que pegar empréstimo. Essa não é uma história incomum, é uma história absolutamente comum.
Se você olhar o teu prédio, a tua quadra, eu duvido que você vai ter três, não vai ter três histórias dessa para contar. Mas por que que você acha que nunca vai ser com você? Eu não tô te agorando, mas assim, na minha vida, eu não duvido que isso vai acontecer.
Por mais que eu faça exercício, me cuide. Porque tem muitos fatores que a gente não controla. Você não controla quando um outro bêbado vai dar uma fechada em você e você vai bater de carro.
É, é o outro. E você tá andando na rua e você tá vivendo. E quando a gente tá em construção de patrimônio, para para pensar o quão é difícil se você juntou dinheiro 5, 10 anos, de repente você perde tudo.
Você ter que acumular a reserva que você tinha mais o dinheiro que você precisa, que você já tá atrasado nesse prazo para poder ter o que você precisa ter. O seguro, ele é o único ativo que consegue trazer a valor presente nessa data um dinheiro que você ainda não foi capaz de juntar. Então, se você precisa de 5 milhões para se aposentar, eu só tô dando um exemplo.
Caso você fique inválido daqui a 2 anos, você juntou, por exemplo, só 1 milhão, tô dando um exemplo também, ainda faltam quatro, você ficou inválido. Você não tem mais como produzir renda, você não tem mais como guardar dinheiro para juntar os cinco, mas você tem a necessidade de pagar sua vida hoje que você calculou e o rendimento daqueles 5 milhões era o que você precisava para bancar sua vida hoje. O seguro, ele vai chegar nesse momento e te trazer um dinheiro para você conseguir concluir o seu projeto.
Ainda que você tenha sido impedido por fatores que você não controla, fatores adversos, totalmente alheios à sua vontade. Então, no caso, por exemplo, de algo que eu tenho feito muito, inclusive muitos clientes que fecham consultoria comigo e com a minha empresa hoje, eles buscam planejamento sucessório. Ninguém gosta de saber que tudo que construiu ao longo da vida vai ficar 40% menor quando você faltar e for deixar dinheiro pros seus herdeiros.
Ninguém fica feliz de saber que de 40 a 50% vai pro governo. É de embrolho jurídico, de taxas, de TCMD, de custas. E além do tempo que esse dinheiro fica travado, porque as pessoas que têm direito a receber dificilmente tem dinheiro para pagar todas as taxas e isso enrola e não tem como fazer.
o advogado dá volta e volta o processo para lá e arquiva e aí vai pedir um um imóvel para ser vendido em garantia para pagar as custas do processo. Nisso você vai torrando o patrimônio que você construiu com muito sacrifício. Então hoje em dia é muito comum e eu consigo com algumas ferramentas sucessórias, boa parte delas seguro, não só seguro, porque a gente tem rold patrimonial, previdência privada, mas tudo muito diferente do que você tá acostumado.
Não é o que o gerente do banco te oferece, não é o que o assessor te oferece de forma muito organizada. a gente consegue fazer você reduzir às vezes 50, 70% dos seus custos tributários de impostos, fazer quem vai receber o seu dinheiro pagar 70%, 50% a menos de imposto no caso do seu falecimento. Não há quem não goste de uma ferramenta como essa, de um planejamento como esse.
Isso hoje é muito comum aqui dentro do escritório. A eu gosto de dividir os seguros de vida entre seguro de vida e seguro de morte. Seguro de vida é toda a cobertura que você paga para você mesmo receber.
Ah, vamos supor, eu pago R$ 500 por mês ou R$ 1. 000 por mês. Tem cliente paga R$ 10.
000 por mês, tem cliente paga R$ 100. 000 por mês, cada um com seu tamanho de patrimônio. O cara que tem 100 milhões de patrimônio não vai pagar R$ 100 de seguro, né?
Não é suficiente. É igual balança de restaurante. Quanto mais cobertura você quer, mais caro fica, né?
Então vamos supor, tô dando um exemplo aqui, vamos botar 1000, que a pessoa pague R$ 1. 000 por mês de seguro de vida, ela bate no cartão de crédito, ela ganha pontos e milhas desse débito no cartão, ela tá tranquila que se ela ficar inválida, ela vai receber um dinheiro, mesmo que isso aconteça rápido, mesmo se ela ter juntado tudo que precisa, ela vai se aposentar. Se ela faltar, o dinheiro dos impostos já foi pago, inclusive com economia, porque ela pagou menos por aquele dinheiro, tá tudo resolvido também.
Se ela tiver que fazer uma cirurgia, teve que parar de trabalhar um tempo, o NSS não é suficiente, ou ela trabalha com vendas e teve uma queda no impacto ali, na receita que ela gera, ela sabe que vai continuar ganhando a mesma coisa, porque existe um seguro de vida. Seguro de vida é o que você paga, vamos supor, nesses R$ 1. 000, talvez 500, 400 ou 700, seja uma cobertura que você esteja pagando e você mesmo recebe o dinheiro em vida.
Nesse caso de afastamento temporário, de afastamento definitivo, mas que o dinheiro vai vir para você, para te bancar, para ajudar você a se tratar, a reformar e botar sua casa em condições de te suportar, fazer uma fisioterapia adequada. Quem já fez fisioterapia de plano de saúde sabe o quanto que é ruim. E tem gente que fala: "Ah, eu não preciso de seguro de vida porque eu tenho plano de saúde".
Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Bota o amendoim no buraco do amendoim, né? O seguro, o plano de saúde, ele é um plano que ele vai cobrir exames para você.
exames dentro do rall da NS, né? Porque tem, por exemplo, um PETSCAN. Se você descobrir um câncer e você quer saber se existe uma célula cancerígena em outro lugar do seu corpo, já um pet sccan não tá no rall da NS, tá?
Custa 20, 25, R$ 30. 000 para você fazer se você não tem dinheiro ou se você tem pouco e tá começando. Fisioterapia é a mesma coisa.
Ah, meu plano cobre. Seu plano cobre uma sessão de 20 minutos que você vai ficar numa fila de espera com dor, mal de cabeça, porque você tá com uma um diagnóstico terrível, né, que parece até uma sentença de morte. É diferente de você ter um excelente fisioterapeuta que chega na sua casa bonitinho, cheirosinho, dedica uma hora para você.
Isso aí plano de saúde dificilmente vai te dar. Eu conheço pessoas, inclusive eu tenho um caso recente, depois eu vou convidar essa pessoa para ver aqui, que é uma amiga próxima, teve um tombo da queda da própria altura em casa, do nada o chão não tava molhado, ela simplesmente falou: "Não sei o que aconteceu, me desequilibrei, caí. " Ela teve que fazer uma cirurgia no tornozelo.
A última vez que eu tinha visto era em março, retornou ao trabalho só agora. Ela falou: "Você não tem noção do quanto eu gastei para poder estar aqui nesse período, depois de eu botar placa e tudo mais, eu tive que fazer fisioterapia todos os dias. Foram 70 sessões.
Meu plano, plano dela é um plano que cobra até um lugar que você faz exame e eles tocam arpa enquanto você tira o sangue, tá? Para você ficar bem relaxado, toca arpa, violão. E ela falou: "Sabe quanto que rebolsa de fisioterapia?
R$ 100. Sabe quanto que a a fisioterapeuta me cobrou com desconto? Porque era um pacote gigantesco?
250. Faz a conta. Não tinha como eu ir ao mercado.
Meu marido trabalhando na rua, eu de cama, toda hora era iFood de taxa, você paga as coisas mais caro, Uber para lá e para cá, enfim, você teve, eu tive que com ela, falou, eu tive que alugar uma cadeira higiênica, porque eu tive que tomar banho assistido por muito tempo, uma pessoa jovem, olha quanto isso impacta para você. Uma cobertura de vida, ela pode trazer a valor presente, ou seja, na data de hoje, um recurso para você não ter que torrar sua reserva financeira e ficar além de tudo, de ter dor, de ter que fazer cirurgia, de tá preocupado, você ainda ficar preocupado com o dinheiro, vê o seu dinheiro diminuindo lá na sua reserva ou até se endividar, que é o caso de muita gente que tem pouco ou nada guardado. O seguro de morte, ele é o seguro que você paga de fato para deixar dinheiro pro outro, que tem gente que fala: "Ah, bobeira".
Uma vez eu ouvi um cara que eu atendi, que eu fiquei até feliz de não tê-lo como cliente, porque esse tipo de pessoa, eu eu nem quero perto de mim, que ele falou assim: "Deixa, eu não vou estar aqui para ver, deixa o Ricardão pagar a escola do meu filho, deixa a minha mulher se ferrar, não vou estar aqui para ver mesmo, ela vai arrumar outro". Pelo amor de Deus, né? Inclusive nos países desenvolvidos, eu já atendi muitos clientes que eles falando: "Aqui é obrigatório, eu atendo muitos brasileiros que moram no exterior, aqui é obrigatório ter seguro de vida, porque eles entendem que é uma responsabilidade social você não deixar seus filhos, enfim, seus dependentes financeiros dando trabalho pro governo, tendo que correr atrás de pensão, ter que sobrar pro governo e não pra Fila do SUS.
Isso é para quem realmente precisa. De maneira geral, no imposto de renda tem que ter um seguro que deixa as pessoas tranquilas depois da ausência ou até mesmo num invalidez, menos trabalho social pro governo. Até porque você sabe que no Brasil, se você defender do governo para isso, sua esposa, seus filhos ou você mesmo, você tá ferrado.
A fila do INSS, você vai torto, sem um braço, sem uma perna, o cara vai dizer que você tá em plenas condições de trabalhar. Então, o ideal é que a gente se planeje para não ter. Além disso, o seguro de vida, ele faz parte de uma estrutura financeira do seu planejamento.
Então, toda vez que eu falo que você tem que guardar 25% do que você ganha, 10% é longo prazo, 10% é curto prazo, 5% é gestão de risco, que nada mais é do que seguro de vida. Ah, Ana, eu não sei quanto que é caro, quanto que é barato. Então, eu vou fazer, vou lá no Nubank e vou fazer um seguro de R$ 46 por mês.
Acorda. Se você quiser que eu faça um vídeo aprofundado para você entender com profundidade sobre as coberturas, o que que presta, o que que não presta, eu faço. Inclusive, acho ótimo.
Já vamos botar até na lista aqui para você poder fazer, você poder identificar quando tiverem oferecendo uma furada para você, porque talvez a importância do seguro, eu já esteja colocando aqui, você fale: "É, eu tô entendendo, realmente, não adianta nada eu investir se eu não tiver alguma coisa que deu errado com o investimento. " Isso vai manter o meu projeto ativo. Eu tô sendo bobo.
Se eu não tiver um seguro de vida, com a cobertura de vida, com a cobertura de morte, algo desenhado paraa sua necessidade. Talvez a importância eu já esteja te mostrando e você esteja sendo capaz de compreender, mas como não me dar mal com isso? Como saber que o cara lá da da Prudencial ou da Matlife ou da da Mag ou da, não sei, do banco do Itaú, sei lá da onde não tá me enrolando, né?
E assim, todo mundo pode te enrolar. Eu falei seguradoras aqui que eu gosto e que eu não gosto e eu já vi gente tomando volta enrolada em todas essas. É por isso que o conhecimento ninguém te tira.
Por isso que é tão importante você entender o que presta, o que não presta. Eu vou fazer algum episódio em sequência aqui explicando detalhes de cobertura, como deve ser feito, como deve ser calculado para você fazer. Mas é interessante que você saiba que o seguro de vida ele é essencial e ele faz parte.
E o valor dele, o valor que você paga, ele tem a ver com quanto você ganha, que era o que eu tava falando, 20%, 10% vai para investimento longo prazo, 10% investimento para curto prazo e 5% o ideal é que você separe para pagar um seguro de vida. Ana, e se o meu seguro de vida deu mais do que isso? Ah, tem gente que eu conheço que guarda 50% do que ganha.
Às vezes a pessoa com uma renda mais alta, com custo de vida muito baixo, tudo bem, né? Uma escolha sua colocar. Você não pode deixar de investir para ter um seguro extremamente caro.
Não faz sentido. Isso. Em algum momento vai te dar um problema.
ao mesmo tempo que se você falar: "Ah, mas isso é meu seguro de vida custar 1% da minha renda mensal". Vou falar: "Olha, eu não posso afirmar isso, mas a probabilidade das suas coberturas estarem completamente inadequadas pro teu perfil financeiro, pro teu tamanho de vida, de patrimônio, de consumo de renda, é muito grande. Existem exceções raras, tá?
Porque matemática é uma ciência muito exata. O normal, o normal é que quando a gente estrutura um plano, o valor mensal que vai ser o adequado para realmente te atender em todas as necessidades que você pode ter é algo entre 5% da sua renda. E eu gosto de falar isso pro meu cliente, porque muita gente tá tendo acesso a esse tipo de de conteúdo, de reunião, de informação pela primeira vez.
Eu falo pr essa pessoa, olha, se você veio com algum número em mente, ah, eu queria gastar até tanto, pensa que o adequado é 5%, é óbvio, a escolha é sua, se você vai gastar mais ou menos do que isso, a gente vai desenhando aqui tudo com você. Eu gosto de fazer desse jeito, né? Eu não monto o plano e mostro pra pessoa, eu monto junto com a pessoa, assim que meus consultores fazem também.
A gente vai desenhando junto, ajusta junto pr você ficar muito certo do que você tem, para que serve, em quais situações você tá protegido. Inclusive, você pode olhar aqui, a gente tem um QRcode, link na legenda, para marcar uma reunião comigo ou com os meus consultores. Você pode ter uma reunião que a gente chama de gestão de risco para falar sobre isso, não?
independente do seu do seu desejo, ser muito mais para proteção sucessória, planejamento sucessório, reduzir imposto, né, do patrimônio que você tem depois da sua ausência, deixar liquidez pros seus dependentes financeiros, pros seus beneficiários ou se você tá querendo cobertura de vida, porque você tá em fase de construção de patrimônio e entende que isso seja importante para você. Eu convido você a marcar aqui com a gente e eu, tá prometido, você vai me encontrar no próximo episódio falando aqui sobre detalhes, como fazer uma pólice de seguro de vida ideal e como saber quando estão me enrolando, quando tá errado, quando não é para ser desse jeito, quando você tá rasgando dinheiro. Eu vou contar até alguns casos reais recentes, porque todo dia eu pego, todo dia sai um malandro e um bobo e sai negócio quando ele se encra.
Então assim, todo dia tem gente desinformada que não teve o privilégio de assistir esse conteúdo que você tá assistindo aqui, né, e que caiu numa volta e eu falo: "Nossa, você jogou dinheiro fora, então eu vou te ajudar a evitar isso. " Como eu tô fazendo algo sequencial, manda esse vídeo para alguém que você se importa. É muito comum profissionais autônomos.
Às vezes alguém trabalha numa empresa tem um seguro de vida, já seguro de vida empresarial que a tua empresa paga para você, ele não supre o seu seguro de vida pessoal, tá? Até porque você pode ser mandado embora em algum momento e o seu seguro vai acabar. ali é uma obrigação legal para se acontecer algum acidente com você dentro do trabalho ou no caminho, na ida na volta.
A empresa tem é lei, não foi feito com seu número para pagar a escola do seu filho, não foi feito pensando nisso, né? A empresa não sabe o quanto você tem de reserva, o que que você tem de planejamento, o que que você quer pra sua vida no futuro. Então são são projetos diferentes.
Eu adoro falar desse assunto porque eu entendo que todo planejamento financeiro que eu crio, ele é para ser realizado. Eu quero que você se aposente comigo. Não é vem aqui, vê um negócio, compra um negócio e vai embora.
Eu quero te entregar. E eu sei o quanto faz diferença você ter um planejamento para que se algo acontecer que vai jogar todo o seu planejamento por água abaixo, você continue mantendo esse projeto. Eu já passei por isso muitas vezes com o tempo que eu trabalho, já paguei muitos benefícios, já paguei benefícios de morte, de vida, de doenças graves.
E eu sei o quanto isso faz diferença pra pessoa não regredir ou cancelar tudo que a gente tinha construído ou tudo que ela queria construir. Então, eh, eu gosto porque eu sei que é complementar. Eu, como uma amante de investimentos, eu sei que não existe crescimento, rentabilidade, quando toda hora o imprevisto vem, pega você de calças curtas.
Então eu vejo você no próximo episódio. Você não sabe, eu tenho uma empresa de consultoria, eu posso te ajudar a administrar melhor os seus rendimentos, os seus investimentos e também todo o seu planejamento patrimonial. Manda esse vídeo para alguém que você se importa.
Até o próximo episódio. Tchau tchau.