Oi oi pessoal vamos dar início então a mais uma aula hoje a gente vai falar então um pouco sobre meta comunidades é falar dos principais teorias relacionadas a meta comunidade e dos conceitos Associados com isso é uma continuação então da disciplina de Ecologia de comunidades oferecida para os programas de pós-graduação da UFRJ e da Wave meu nome é Karine Braga e Tá bom então os conteúdos principais que Nós vamos tratar na aula de hoje são os padrões e processos em Ecologia de comunidades o conceito de comunidades É porque quando a gente trabalha com meta comunidade
a gente tem um conceito um pouco mais restrito de comunidade que está associada com comunidade local os efeitos e características das escalas espaciais nos estudos os mecanismos locais e regionais o conceito de metacomunidades propriamente dito e as duas principais abordagens de estudos de Meta comunidade que são abordagem mecanística e abordagem de elementos de estrutura de meta comunidade então é dando início a gente recorda um pouquinho Quais são os principais objetivos da ecologia que são medir entender e predizer os padrões de biodiversidade entender porque as espécies Estão onde estão porque certas espécies ocorrem juntos de certas
espécies E aí juntos porque elas ocorrem em Alguns lugares e não ocorrem em outros lugares hoje especificamente quando a gente está lidando com diversidade nosso objetivo é entender a riqueza de espécies a diversidade funcional a diversidade genética a diversidade fenotípica algum aspecto de diversidade e bom então é quando a gente vai avaliar esses aspectos da diversidade buscar entender isso a gente pode trabalhar e e subdividir a diversidade para procurar Entendê-la e essas subdivisões são subdivisões em geral hierárquicas a gente tem formas hierárquicas de dividir a adversidade para procurar entender a gente pode trabalhar desde populações
individuais e tentar entender a diversidade genética dessas populações diversidade morfológica das populações individualmente populações de uma única espécie por exemplo a gente pode trabalhar com populações interativas de diferentes espécies como duas populações Que competem entre si ou duas populações uma população de presas em uma população de predador A gente pode trabalhar com a comunidade completa que aí seria o conjunto de espécies que ocorrem em um determinado lugar ao mesmo tempo a gente a trabalhar inclusive com um ecossistema como um todo que incluiriam todas as espécies que estão presentes em um determinado lugar e também os
caracteres abióticos as características do ambiente a troca de energia de matéria entre o Ambiente essas espécies Oi e para realizar esses estudos para entender esses padrões a gente tem que determinar uma escala espacial de estudo Qual que é a localidade que eu tô estudando e essa localidade vai influenciar diretamente no que eu vou entender da diversidade porque é tanto os padrões de diversidade como de interação entre as espécies a importância das interações entre as espécies dependem da escala espacial que A gente tá a gente diz que o estudo né de biodiversidade ele pode ser escalonado
desde ecossistemas locais posso estudar uma folha e as espécies de bactérias que vivem nessa folha posso dar uma possa e as espécies animais vegetais que vivem nessa possa eu posso escalona isso para uma escala de paisagem e para aí a partir desse momento ao invés de me preocupar o que está acontecendo dentro daquela comunidade os fatores imediatamente Externos a essa comunidade por exemplo num fragmento Florestal EA relação com os demais fragmentos próximos o com isolada ela tá desses fragmentos ou não é que tipo de Matriz que eu tenho entre fragmentos florestais então eu já aumentar
ia um pouco Minha escala de estudo e além disso eu poderia subir ainda mais a minha escala e trabalhar numa escala biográfico uma escala Regional a gente já viu na primeira aula que tanto fatores em escala Regional Quanto em escala local podem afetar a diversidade de espécies Então a gente vai depender da pergunta que a gente está querendo responder o processo que a gente está querendo avaliar para determinar Qual a escala espacial que a gente vai trabalhar e Então como que Eu determino essa escala né como que eu vou saber que escala eu devo trabalhar
eu gosto de usar bastante exemplo desse estudo que eu tenho aqui para entender a Diversidade e para mostrar como que diferentes escalas espaciais vão influenciar na diversidade é inicialmente Então a gente tem aqui um pesquisador uma pesquisadora na na realidade que tava tentando entender a diversidade de tamanhos de Formiga uma pergunta muito simples eu quero entender porque que o tamanho varia quais os tamanhos de formiga que ocorre e a inicialmente ela foi buscar entender a o tamanho das formigas no deserto Avaliação do tamanho de formigas no deserto e aí ela pegou e mediu os tamanhos
de formiga que ela encontrava e ela encontrou o equivalente a essa curva vermelha aí que ela tinha algumas formigas bem pequena se você pensar que essa esse x que eu tenho aqui embaixo o eixo X representa o tamanho da formiga é as que estão do lado de cá são muito pequenas as da outra extremidade são muito grandes então eu tenho nessa curva vermelha Poucas formigas Muito pequenas tenho poucas formigas muito grandes e a maioria das formigas são de tamanho intermediário isso é bem o que é esperado para qualquer animal que você vai medir em geral
a gente tem a maioria dos organismos de tamanho médio poucos muito grandes poucos muito pequenos é o que acontece por exemplo na população humana também se não ajudou em muita coisa não ajudou ela entender muito bem o que foi esse o tamanho de Formiga de Deserto e aí o que ela fez foi comparar então uma vez que ela tem o tamanho dessas formigas no deserto comparar o tamanho com o tamanho das formigas de toda a América do Norte de toda uma vez que os eu tava analisando era um dos Estados Unidos e aí Ela comparou
Então se os tamanhos que ela tinha encontrado eram equivalentes a mesma variação está mãe que existe de formigas nos Estados Unidos e aí o que ela observa é o que tá Nessa curva preta então ela tem uma variação de tamanho maior de formigas que ocorrem em toda a América do Norte do que nos desertos pois selecionado então aparentemente uma faixa de tamanho de formigas que tenha capacidade de sobreviver no deserto de existir nessa nesse tipo de ambiente então ao comparar o que existe numa escala menor na escala do deserto com uma escala maior América do
Norte como um todo ela pegou o pude espécies que ocorrem no deserto e Comparou com o povo de espécies da América do Norte como todo e isso ajudou então a entender melhor é que não é qualquer a qualquer tamanho de formiga que vai conseguir sobreviver no deserto o que mais e a partir disso ela então foi buscar entender melhor ainda mais detalhes essa variação de tamanho de formigas de deserto e aí o que que ela fez ela começou a avaliar o tamanho de formigas Dentro das guildas de formigas que existem no deserto tem a formiga
que vai se alimentar de fungo de folha enfim você tem uma série de guildas alimentares diferentes e ela começou a comparar os tamanhos das formigas e ela viu que embora você tenha lá um Range de tamanho de formigas possíveis você vê que dentro de uma mesma a guilda Você tem uma baixa sobre a posição de tamanho e e ela interpretou isso então como alternativa para diminuir a competição Porque se elas têm tamanhos diferentes elas conseguem se especializar em Recursos diferentes mesmo que eles sejam de um de uma mesma a guilda o nível trófico elas vão
competir menos umas vão ser melhores em consumir os recursos de tamanho menor outras melhores em consumir os recursos tamanho maior por exemplo são sementes né E isso foi estatisticamente significativo então agora ela tava trabalhando numa escala é única de espacial E aí ela escolheu uma Partição ecológica para tentar entender a diversidade ela dividiu a ela queria entender a diversidade de tamanho e ela dividiu em subconjuntos ecológicos para entender a variação de tamanho dentro desses subconjuntos é uma forma de avaliar também então isso tá muito dentro do que o tão azul e dizia que em todo
o método científico deve se isolar mentalmente os sistemas para fins de estudo de modo que a série de isolados que fazemos se torna o objetivo real do Nosso estudo o isolamento é parcialmente Art é mas é a única maneira possível de prosseguir é como a nossa mente funciona a gente para entender as coisas a gente tende a montar arquétipos a separar grupos para poder facilitar Nossa compreensão da realidade esses grupos não necessariamente existe não são necessariamente entidades reais é como os modelos que a gente discutiu na aula passada a gente faz modelos em que a
Gente simplifica a realidade então a gente desconsidera uma série de variações para poder a gente conseguir avaliar os fatores que são do nosso interesse e é exatamente isso que a gente faz quando a gente vai estudar meta Comunidades a gente vai particionar os sistemas ecológicos e entidades locais e regionais vamos ignorar um pouco da conexão entre entre essas escalas da conexão e entre os locais diferentes para poder Conseguir entender melhor os sistemas que a gente está analisando então a gente sempre vai estar trabalhando com modelos com simplificações no com o objetivo de tentar entender melhor
a realidade que a gente está avaliando então o que que é de fato uma meta comunidade né existe uma série de definições de metas comunidades você for buscar na literatura você vai ter várias definições como qualquer coisa na ecologia não tem uma resposta correta no Caso o conceito de meta comunidade que é mais comumente usado que a gente vai estar usando no curso é um conjunto de comunidades locais ligadas entre si pela dispersão de múltiplas espécies potencialmente interativas é esse conceito é um bom conceito porque ele esclarece que existe uma hierarquia de escala a e
ela local e uma escala Regional conjunto de comunidades locais não comprar escala Regional que a meta Comunidade e permite que a gente identifique processos que ocorrem tanto nessa escala local quanto na escala Regional a questão de múltiplas espécies potencialmente imperativos porque são conjuntos de espécies que fazem sentido de serem analisados de forma conjunta que vão tá usando recursos similares ou que vão tá usando o ambiente de forma similar para poder fazer sentido de serem comparados de serem analisados de maneira conjunta é seria muito difícil Se a gente trabalhasse com o conceito completo de comunidade pegando
todos os organismos vivos de uma mancha para considerar na minha comunidade local porque eles podem estar respondendo a fatores muito diferente não ter capacidade de inspeção muito diferente as o ambientais que vão importar para elas são diferentes Então essa é já é uma uma primeira adaptação que a gente faz do conceito de comunidade que ficaria mais Ligado a um conjunto de espécies que vão de alguma forma está interagindo ou potencialmente interagindo porque muitas vezes a gente não mede a interação de fato mas a gente sabe que são espécies que tem modos de vida é parecido
que consomem recursos parecidos então que poderiam interagir é isso que quer dizer como potencialmente interativas e quando a gente a gente determina a escala espacial de análise para um estudo de meta comunidade no mínimo a gente tem Que ter duas escalas que são as duas que eu citei a escala local que é da comunidade local que serão várias comunidades locais eo momento comunidade e à escala Regional que o conjunto de comunidades locais e e isso é uma opção né o mínimo são essas duas escalas Mas eu posso trabalhar por exemplo com várias escalas espaciais para
identificar processos diferentes que sejam do meu interesse para explicar a biodiversidade Oi e o quê que é a comunidade local né como que eu defino uma comunidade local bom tem uma série de formas de se definir uma comunidade local quando a gente está trabalhando com modelos teóricos e a gente vai modelar as comunidades a gente tem condições mais ideais né de temperatura e pressão a gente consegue colocar as condições ideais então é a gente define a comunidade local nesse caso como um uma área suficiente para que todos os os Organismos todos os indivíduos das espécies
que estão presentes ali tenham a mesma probabilidade de interagir entre si e que a abundância das espécies nesse dentro dessa área tenda a ser homogênea no espaço Então não precisa que todas as espécies tem a mesma abundância até porque espécies têm abundância diferente mas por exemplo se a área muito grande pode ser que a espécie indeterminado uma das espécies da comunidade em determinada área seja Muito abundante E à medida que eu vou me afastando desse ponto de mais abundância abundância dela vai caindo então eu tenho uma heterogêneo idade na abundância da mesma espécie ao longo
da área em uma condição ideal esse não vai acontecer e a outra que todos os indivíduos tenham a mesma chance de interagir entre si disse encontrar dentro daquele espaço só que como a gente tá dizendo isso é uma condição ideal e muito difícil de acontecer até Porque a gente sabe que as comunidades tendem a seguir padrões mais similares com que o gleason propunham que a gente discutiu na aula passada que é terem variações de abundância e terem limites de distribuição descontínuos não são todas um com limite fechado como Clemente se propunha e consegue determinar muito
claramente onde começa e onde termina então fica difícil de terminar essa essa comunidade empiricamente dessa forma de maneira Prática a gente tem algumas formas de fazer isso uma das formas mais usadas São escolher sistemas que tenham limites Claros limites bem discretos como por exemplo um conjunto de lagos um conjunto de poças cada possa ser tratada como uma comunidade local mas entenda que dentro de uma poça eu não vou ter necessariamente uma distribuição de abundância é homogênea das espécies ali dentro mas eu tenho mais chance que os indivíduos de uma mesma possa interajam Entre si do
que com indivíduos de uma outra possa se eu tenho essa maior probabilidade eu já tô mais perto de respeitar o princípio inicial de comunidade local e é isso serve também para fragmentos florestais topos de montanhas e unidades discretas e até mesmo quando a gente trabalha com áreas relativamente conte-nos uma vez que a gente entenda Qual que é a capacidade de movimentação da das espécies que a gente está Analisando as vezes até dentro de uma de uma área de mata muito grande a gente consegue selecionar pontos individuais que podem ser tratados como unidades discretas para um
estudo de meta comunidade e aí a gente vai saber que é uma meta comunidade onde a dispersão vai ter um papel bastante importante a beleza tratamos do conceito de comunidade local então a comunidade é é assim conjunto de espécies que habita uma mancha a mancha é temos aí um carro De estão passando beleza é temos a mancha que vai abrigar a comunidade quando a gente tá falando da comunidade enfim em geral a gente tá falando das espécies dos organismos que vivem ali a mancha é o local que é ocupado pela comunidade e tocada comunidade local
vai ocorrer em uma mancha e ela é Diferente do conceito de mancha da ecologia da paisagem por exemplo que em geral é sempre uma um fragmento Florestal é sempre uma é uma unidade Muito clara a mancha ela ela não ela não precisa necessariamente por exemplo tá imersa numa matriz 1 e é e há diferenças Nas condições entre as manchas pelas condições ambientais as diferenças que eu encontrar Nas condições ambientais entre as manchas vão servir para a gente poder detectar por exemplo a importância do os fatores ambientais locais para determinar a diversidade de espécies que ocorrem
em um lugar então é as diferenças entre as Manchas no ajudar a gente a ver se existe um filtro ambiental determinando as espécies que vão estar presentes nas minhas comunidades locais é mais novamente a mancha não precisa necessariamente tem limites clasa como exemplo que eu citei se eu tenho uma área de Floresta gigantesca e eu coloco pontos suficientemente distantes entre si para que o eles fiquem fora ele fique fora da área de vida de organismos por exemplo se eu tenho um ponto a e um Ponto b os organismos do ponto a não podem incluir o
ponto b dentro da sua área de vida eles vão entender a ficar ali no entorno do ponto a e por isso não tem mais chance de interagir entre si do que aqueles do ponto b e aqueles lado do ponto bem mesma coisa vão entender ficar em torno do ponto b Ah é Então como eu disse Existem duas abordagens principais para o estudo de meta comunidades uma A primeira é os modelos mecânicos que foram propostos Pelo leybold em 2004 e o segundo o que a gente vai tratar a são os modelos baseados no padrão que usam
análise dos elementos de estrutura de meta comunidade que foram propostos pelo leybold e o Mike osso em 2002 esse Label de ao mesmo de do trabalho de 2004 foi uma outra proposta que ele que ele tinha feito antes para o estudo de meta comunidades bom então vamos dar início primeiro com os modelos Mecânicos de meta comunidades Que foram propostas pelo leybold é essa abordagem Então ela ela se propõe a avaliar EA quantificar a os mecanismos que estruturam a meta comunidade ela ela se se propõe a ser uma forma de análise que tá lidando com os
mecanismos e os processos medindo eles diretamente embora de fato nos trabalhos empíricos sejam muito difícil medir esses esses processos que estruturam esses mecanismos que estruturam a meta comunidade porque os mecanismos que ela Consideração a dispersão competição os filtros locais filtros ambientais locais a extinção e a especiação claramente coisas todas muito difíceis de se medir logo ela nunca mede de fato diretamente esses e isso é usado muito diretamente nos estudos mecanísticos quando se trabalha com modelagem computacional gerando as comunidades em computador e empiricamente é muito difícil Como que a gente vai medir especiação empiricamente Né trabalhando
com drosófilas sol com bactéria mesmo assim muito complicado Oi e aí ela se propõe então Quatro modelos principais de meta comunidades que têm importâncias diferentes desses mecanismos que que ele sugere ó e aqui a gente vai vai descrever basicamente Quais são esses modelos e quais as diferenças entre eles vão ficar mais focado nesse momento entender esses modelos Primeiro vamos entender esse diagrama que tá aqui no mapa é esse Diagrama Zinho que tá aqui que que a gente tem então a gente tem letras e a gente tem polígonos né temos aqui um polígono grande e um
polígono pequeno em volta da letra Cada letra representa uma espécie Então a gente tem especial EA espécie B nesse exemplo o polígono pequeno que a espécie tem em volta de si representa a sua com o tipo de um ambiente para o qual ela tá bem adaptada a viver e o polígono grande esse quadrado grande ou esse círculo grande Representa as características ambientais da minha mancha então por exemplo especial o Dinho Em volta dela então ela estaria bem adaptadas seria bom uma boa como competidora para viver em manchas do tipo quadrado que tem as características ambientais
que estão sendo representadas pelo quadrado aqui já espécie B tem as características suas características individuais boas para lidar com o ambiente do tipo círculo Bom então e a gente tem aqui também certas É Ligando essas comunidades entre si são linhas pontilhadas e linhas contínuas podem ser compartilhadas ou contínuas que tem uma seta na pontinha que não tá dando para ver bem eu vou aumentar o zoom aqui para vocês verem Olha só então a gente tem uma setinha que tá dando a direção quando alinhar é pontilhada quer dizer que a comunidade é que a dispersão é
uma dispersão baixa quando a linha é continuar quer dizer Que eles pressão é alta nesse caso Então desse modelo de alocação de espécies que em inglês se chama espiche sorte a gente tem manchas heterogêneas Ou seja eu tenho manchas que tem características ambientais diferentes entre si tem um manchas do tipo círculo e manchas do tipo quadrado eu tenho espécies que estão a em Ambientes diferentes eu tenho espécies como a espécie a que está adaptado a ambientes do tipo quadrado e Espécies como a b que está adaptado ao ambiente do tipo círculo e cada espécie só
tá ocorrendo no tipo de mancha para o qual ela tá mais bem adaptada a viver então eu tenho um filtro ambiental forte determinando a distribuição dos meus espécies permitindo que ela só ocorram nos ambientes melhores para elas é a dispersão tá sendo representada para todas as espécies como uma dispersão fraca uma depressão baixa o papel da dispersão é pouco importante nesse Modelo então o que a gente espera quando um conjunto de comunidade uma meta comunidade é segue a um modelo de alocação de espécies é que eu tenho um filtro ambiental forte determinando a minha composição
O que é dispersão seja fraca e seja suficiente apenas para que as espécies consigam encontrar os ambientes Nos quais elas estão mais bem adaptadas mas não é uma dispersão suficiente por exemplo para manter espécies em Ambientes subir ótimos certo e é dando continuidade então a gente pode seguir para o próximo modelo esse só um detalhe esse modelo então coloquei aqui esse quadrado é esse quebra-cabeça encaixando a peça perfeitamente que é só uma Uma metáfora que as espécies encaixam perfeitamente como um quebra-cabeça no ambiente para o qual ela está adaptado a viver e as peças não
encaixam e em locais diferentes locais errados aqui agora a gente já começa a Entrar no modelo um pouco mais complexo que é o modelo de efeito de massa você já entendem o diagrama já conhecem vou novamente preenche a tela com ele a gente tem a quinta uma situação que a gente tem manchas diferente a gente tem manchas heterogêneas também temos mancha do tipo círculo e mancha do tipo quadrado temos também espécies diferentes a especiais quadrada espécie B círculo mas nesse caso eu já tenho espécie Quadrada E em mancha do tipo círculo Então ela tá vivendo
em um ambiente que não que ela não é um competidor forte ela um competidor fraco e vice-versa eu tenho espécie B também que é do tipo circo Vivendo em mancha do tipo quadrado você pode ver que a letrinha tá menor no ambiente onde ela não é bem adaptada então nesses ambientes para o qual ela é um competidor mais fraco elas vão ocorrer em abundância as menores enquanto aquelas que são competidoras Forte não tem abundância As mais altas nesses ambientes é o caso da especial aqui na mancha do tipo quadrado outra coisa que é diferente no
efeito de massa é que a dispersão passa a ter um papel bastante importante eu tenho tanta especial quanto à espécie B como dispersores fortes então é justamente por isso que elas conseguem ocorrer em manchas para as quais elas não são não estão bem adaptadas seriam uma situação do tipo fonte e Sumidouro por exemplo eu Tenho aqui a especial na Mancha quadrada onde ela é um e ela aumenta muito a sua abundância tanto que ela consegue mandar migrantes para as áreas que são subir ótimos e as espécies vão viver então numa dinâmica de fontes Sumidouro o
próximo modelo a gente tem um modelo de dinâmica de manchas nesse caso vocês podem ver que todas as manchas são idênticas a gente só tem mancha do tipo quadrado mas a gente tem espécies com Características diferentes entre si a gente tem especial que é bem adaptada a esse tipo de mancha dessa paisagem que a gente tá na lizando a meta comunidade e a gente tem espécie B que seria um competidor Fraco mas se você observar a especial tem uma baixa capacidade de inspeção as linhas que saem que partem delas são pontilhados Então esse despeço a
pouco pela paisagem já espécie B embora seja um competidor fraco ela é um dispersor forte então muitas vezes ela Vai se manter na paisagem pela sua capacidade de dispersão ela ela mantém as vezes populações baixos mas como Tem uma área grande na cor a ocorrer ou seja várias manchas que ela Pode ocupar ela consegue manter populações ainda viáveis se mantendo em baixa abundância por fim a gente tem o modelo neutro que é o que a gente já viu na aula passada né que vai vai funcionar mais quando a gente está pensando no mesmo nível trófico
É nesse caso As Manchas são todas iguais e as espécies são todas iguais uma vez que a gente sabe que no modelo neutro a gente não espera ação de filtro ambiental a gente não tenha ação de fatores locais o principal é personagem é a dispersão determinando a a presença das espécies nas comunidades locais então a distribuição das espécies é resultado da dispersão da capacidade delas de chegarem nos lugares é e a abundância vai ser resultado do somatório Da da das variações aleatórias de abundância e que vão ocorrer morreu o indivíduo esse lugar vai ser ocupado
por um indivíduo de qualquer uma das espécies presentes naquela mancha ou mesmo de Fora daquela mancha mas que venha a chegar ali sendo que quem tem maior probabilidade de ocupar esse espaço vazio é aquela espécie que já tem uma abundância maior correto Oi e essa bem tranquilo porque a gente falou bastante sobre esse modelo então Aqui só uma comparação entre os quatro modelos né e com seus nomes em inglês também para facilitar Então a gente tem alocação de espécies né aqui em cima que eu Spirit sorte Pet daí não Mix ou dinâmica de manchas aqui
embaixo a gente tem o neutrol ou modelo neutro e o Mass Effect que são os efeitos de massa os principais mecanismos aqui então são a dispersão EA e os filtros ambientais locais a capacidade das espécies ocuparem as manchas e de sobreviverem e Aumentarem seus abundantes nas manchas se as espécies têm abundância a baixa capacidade de expressão baixa elas vão entender assistindo II e a especiação não não entra muito claramente nesses modelos é é nas suas versões mais simples simplesmente porque a especiação demora muito para acontecer então para afetar a comunidade mas a leva-se em conta
que especiação pode estar acontecendo ao longo do tempo novas espécies podem Surgir alterar um pouco essa dinâmica mas de maneira geral filtro ambiental local é a importância do filtro ambiental local e da dispersão determinando a composição de espécies nas manchas uma vez que a gente aumente a escala geográfica Vá para escalas biográficas a especiação e extinção começam a ter papéis mais relevantes e mais importantes na determinação da estrutura de meta comunidades comparando então alocação de espécies compete Daynames a diferença que Pet daí não me quis todas as manchas são iguais enquanto no Spirit sorte As
manchas são diferentes entre si bom e no pet daí não me quis as espécies diferem quanto à capacidade de dispersão elas diferem tanto na sua adaptabilidade o ambiente com outro na capacidade de expressão mas as manchas são todas iguais o neutro todas as manchas são iguais todas as espécies têm a mesma capacidade competitiva EA dispersão é o Fator principal determinando a composição das Comunidades locais e por fim o efeito de massa a dispersão é muito importante tão importante que ela permite que as espécies ocorram em ambiente subir ótimos As manchas são heterogêneas a capacidade competitiva
das pressão é ter hoje é heterogênea também mais as espécies vão conseguir se manter então o filtro ambiental nesse caso da no caso do efeito de massa é um filtro ambiental mais fraco as duas Comunidades metacomunidades dois modelos aqui debaixo o filtro ambiental é fraco as do as comunidades de cima o filtro ambiental já é um pouco mais forte sendo que o filtro ambiental mais forte de todo é da espiche sorte em onde as espécies só ocorrem nas comunidades para os quais elas estão mais bem adaptadas vou passar um artigo disponibilizar no Clash é um
artigo com o uma aplicação desse modelo para entender a Distribuição de espécies em comunidades para vocês terem uma coisa mais empírica para avaliar mas como a gente não vai trabalhar com análise de dados nessa disciplina A ideia é apresentar os modelos mesmo e agora vamos entrar nos elementos de estrutura de meta comunidade ver como que isso diferencia da dos modelos mecânicos Então essa proposta foi esse modelos foram primeiro proposta então pelo Mike Michael sonho leybold o que Estão aqui nas fotinhos em cima num artigo da Oikos de 2002 e depois foi pouco usado até esse
essa abordagem E aí foi feita uma uma reavaliação desses modelos pelo Presley e rins e o Willian e foi proposta então um Framework mais completo para esse tipo de análise a proposta principal dessa abordagem é avaliar a característica da distribuição das espécies ao longo de gradientes ambientais que se manifestam como diferentes estruturas de meta Comunidades e nesse caso ao abordar as metas Comunidades a gente não vai estar tão não vai estar avaliando simplesmente o filtro EA dispersão a gente vai tratar aí como a ideia de um Gradiente ambiental que organiza a distribuição das espécies então
nessa abordagem o filtro ambiental já passa a ter sempre uma importância né ele já pressupõe uma importância do filtro ambiental para estrutura de comunidades E vamos então começar a entender isso Qual que é o principal ideia ele se baseia na ideia de distribuição gaussiana das espécies ao longo dos ingredientes ambientais que que é isso vamos olhar aqui esse esse gráfico aqui embaixo nessa curva pensando que isso é a curva de abundância de uma espécie ao longo de um Gradiente a gente pode pensar um gradiente de umidade por exemplo então eu tenho uma condição é meio
ruim onde a umidade é muito baixa e Abundância de espécies é muito baixa e aí abundância dela vai aumentando à medida que a que a umidade Aumenta até atingir um ótimo de umidade dessa espera essa espécie e depois desse ótimo que é o pico da curva abundância da espécie vai entender a cair Oi e aí como que influencia Então nesse trabalho a ideia que eles levam em conta é se a espécie ocorre no valor dessa variável que no caso aqui como exemplo tô usando umidade mas pode ser qualquer Variável ambiental ou mesmo um conjunto de
variáveis ambientais que compõem o gradiente se ela ocorre nos valores de x 1 e de x 2 que seriam os dois extremos aqui no caso essa espécie vai ter a capacidade de ocorrer em qualquer ambiente que tenha qualquer valor dessa variável entre x-11 e x luz então se ela ocorre no valor de umidade de vinte por cento e até oitenta por cento de umidade qualquer lugar que tenha sessenta por cento essa espécie vai ocorrer porque tá Entre 20 e 80 Esse é o principal pressuposto onde todas as outras ideias e para o modelo de metro
comunidade ocorre beleza é uma coisa que a gente deve levar em conta os ingredientes não precisam ser espacialmente continus quando a gente pensa ingrediente ambiental a gente nem de pensar por exemplo um Gradiente altitudinal daí da parte baixa da Montanha Da né do platô até o aponta até o alto da montanha isso seria um Gradiente altitudinal mas nesse caso a gente não precisa necessariamente pensar ingredientes contínuos a gente pode trabalhar com coisas descontínuas por exemplo é que eu tenho três poças e eu posso pensar em um ingrediente de vegetação que seja importante para as espécies
que vivem nessa bolsa Eu tenho a primeira possa que tem uma quantidade intermediária de vegetação do Entorno a posição do Meio tem uma quantidade mais alta de vegetação EA última possa quase Não tem vegetação arbórea ela só tem aquela graminha Em volta dela ali então eu teria que um Gradiente que o ordenado no espaço eu não estou partindo da menor graminha da menor quantidade de vegetação para maior e Então na hora de organizar a isso aqui embora isso não esteja organizado no espaço isso ainda vai influenciar e vai gerar um Gradiente ambiental para as espécies
talvez eu tenho espécies que só consegui um ocorrer na primeira e na Segunda possa e não consigo ocorrer na terceira possa simplesmente porque ali não tem vegetação suficiente e mesmo que essa poxa por exemplo com menos é menos quantidade de vegetação tivesse aqui ó no meio entre as duas eu ia até a espécie na porção um a bolsa dois e não teria na outra certo então é eu poderia ordenar esse aqui entender isso como um Gradiente ambiental um gradiente de quantidade de vegetação é porque eu quero chamar atenção aqui é Simplesmente que essas coisas não
precisam estar espacialmente organizadas para formar um continente Gradiente pode ser manchas por exemplo que vão ter valores diferentes da variável e ainda assim a gente trabalha com ela considerando como ingrediente ambiental é entendido isso a primeira coisa que a gente vai fazer é organizar a as nossas comunidades para entender a qual é o fator Qual é o gradiente ambiental que organiza a distribuição das espécies se Existe um Gradiente ambiental que todas as espécies respondem para fazer isso o primeiro fator que a gente avalia é a coerência a coerência é o primeiro elemento de estrutura de
meta comunidade que vai ser avaliar então a gente parte o primeiro de uma matriz vou colocar em tela cheia novamente a gente parte de uma matriz e aí eu vou ter várias manchas aqui eu tenho achar um dois três quatro cinco seis nesse é aqui nesse estudo e eu tenho quatro espécies sp1 SP2 SP3 sp4 e aí o que que acontece eu tenho a Oi e a ausência das espécies nas minhas Comunidades a espécie nunca presente nas nas manchas 1 3 e 6 a espécie dois está presente nas manchas 2 4 e 5 quando não
tem nada é considera que está ausente então o primeiro passo para avaliar então a coerência e entender essas espécies respondeu mesmo Gradiente ambiental executar uma análise de ordenação análise de de ordenação que a Gente faz é chamada de média recíproca ela é uma análise estatística que eu não vou entrar em detalhes sobre como é calculada mas eu vou fazer na prática com vocês aqui uma ordenação para vocês entenderem o que que essa análise faz como que ela odeia nossas comunidades o que ela vai tentar fazer é colocar na matriz às espécies que tem uma distribuição
mais parecida vão ficar mais juntas na matriz e as é uma composição mais parecida vão ficar Mais juntas nessa Matriz mais próximas uma da outra eu fiz uma montagem aqui para ficar mais claro para vocês entenderem como que isso é feito Bom vamos lá então a gente tem aqui a primeira espécie espécie um é que está ocorrendo na nas comunidades 1 3 e 6 não modifiquei nada tô mostrando só a espécie um Então vamos primeiro ordenar as espécies depois nós vamos ordenar as manchas para ficar mais claro a próxima espécie que tem a distribuição mais
Parecida com a espécie um é Espécie três então eu já juntei ela com um aqui na matriz e não coloquei a 2 entre as duas então tá espécie uma espécie três depois a a próxima que tem a distribuição mais parecida é espécie quatro que ocorre também nas manchas 3 e 6 além das manchas 3 e 6 ela está presente na dois e na 5 mas como ela tem duas manchas em comum com as espécies um e três ela vai ficar mais juntinho dessas dessas duas espécies E por fim a gente acrescenta aqui a espécie dois
que só ocorrem em uma mancha em comum com as espécies um e três e duas em comum com esse PS4 Então ela fica perto da espécie quatro que é parecida com ela que tem algumas manchas em comum com ela mas tá mais longe das espécies 1 e 3 que têm distribuições mais diferentes dela beleza ordenamos as espécies 1342 agora vamos ordenar as manchas de acordo com a composição de espécies para gente ver como que fica Isso então eu ordenei aqui e olha só para as coisas ficarem mais parecidas eu começo da Mancha seis que tem
as espécies um três e quatro depois a mancha três que tão bem têm essas três espécies aqui tanto faz eu poderia começar com a três também daria no mesmo a mancha três depois vem a mancha um quê as peças um e três depois a gente tem a mancha cinco que tem a espécie quatro e espécie dois como a espécie dois não tá presente nenhuma das outras manchas essa Mancha vai ficar separada depois a a mancha dois que também tem as espécies um e quatro desculpa que também tem as espécies quatro e dois e por último
a mancha quatro que tem é somente a espécie dois tem uma composição diferente pronto aqui nós temos a nossa Matriz ordenada E aí o que que acontece a gente é entende nesse caso aqui que esse é a ordem em que essas essas espécies estão desculpa que a ordem que essas manchas aparecem representam um Gradiente ambiental Muito provavelmente representam Gradiente ambiental que é responsável pela distribuição das espécies a gente ainda não o gradiente ambiental é esse e a gente ainda não sabe se realmente é um Gradiente ambiental vamos fazer mais testes mas o primeiro pressuposto é
que sejam Gradiente ambiental porque eu vou à medida que eu vou mudando as manchas eu vou mudando a composição de espécies por exemplo a espécie um aqui e a Primeira ela tem ela consegue ocorrer nos valores desde o valor que apresentado pela mancha seis até a mancha um certo e aí a partir do que acontece na Mancha número 5 aqui a espécie essa espécie já não consegue ocorrer é é é só que o que acontece aqui de interessante eu vou colocar maior para ficar mais fácil Olha só é a espécie quatro que a gente tem
que chamar Atenção porque se isso aqui é um Gradiente ambiental EA espécie quatro ocorre na área seis na manchas seis e ocorre na Mancha dois ela teria que ocorrer em todas as manchas que estão entre os seis e o 2 já que a gente pelo pressuposto principal dessa abordagem né a gente espera que se a espécie ocorre no limite mínimo e no limite máximo qualquer valor entre esse mínimo e esse máximo essa espécie conseguiria ocorrer Então as espécies não deveria estar Ausente desse desse dessa mancha número um que seria uma mancha com o valor intermediário
tanto é que expresse uma e três está presente nesse nesse nessa mancha bom então ela deve ter algumas características parecidas com a manchas EA mancha três por exemplo onde a espécie quatro tá presente como que a gente lida com isso a gente tem isso vai ser a essa medida vai ser o que vai ajudar a gente entender se isso Representa um Gradiente ambiental provavelmente representam Gradiente ambiental ou não isso é o que a gente chama de ausência embutida é uma ausência embutida e entre duas presenças a gente considera que essa ausência se isso representar essa
ordenação de fato representa um Gradiente ambiental essa ausência da espécie e é devido ou a gente não ter conseguido a mostrar ela quando foi feito inventário nessa área ela tava presente animais a gente não há Detectou ou alguma outra variável que não compõem esse Gradiente ambiental que a gente está analisando O que impede a presença dela ali Por exemplo essa área um pode ser igualzinha área 3 ou muito próxima muito parecida com a área três um fator intermediário entre A3 e A5 aqui só que ali tem um Predador muito vorais que preza essa espécie um
O Predador não é um filtro não é o filtro que tá dentro desse Gradiente que a gente tava enviando e Por isso ele afeta essa espécie não afeta as demais isso seria uma possível explicação como que a gente vai fazer então primeira coisa que a gente vai fazer testar é qual que é a probabilidade de isso formar um Gradiente ambiental ou não a gente faz é quantificar a partir do momento que a gente ordenou a matriz quantas ausências embutidos existem no caso da nossa Matriz de exemplo que a gente só tem um mouse embutida uma
vez que a gente Quantificou isso o aleatorizar matriz como no exemplo que eu faço é e como no exemplo aqui a gente vai aleatorizar matriz e vai ver para cada aleatorização ou seja cada organização ao acaso das espécies e comunidades quantas ausências embutidas são geradas nas matrizes ordenadas ao acaso aqui na verdade nesse slide eu tô colocando para vocês só a forma que a gente geralmente apresenta esse essas matrizes ordenadas Ao invés de colocar um a zero para ficar mais fácil de visualizar o que a gente faz é colocar em preto preencher a célula de
preto quando a espécie está presente deixar em branco quando a espécie está ausente e esse cinza Aqui é onde é aquela ausência embutida E aí a gente vai então fazer aleatorização das matrizes e quantificar o número de ausências embutidas que a gente tem na matriz autorizada aqui a gente tem uma primeira aleatorização Possível que eu fiz eu só embaralhei a Comunidade olha nesse caso aqui eu gerei seis ausências embutidas com essa reatualização Isso vai ser feito mil vezes são geradas mil ali atualizações E aí uma vez que eu gerei a essas miolo atualizações eu vou
ver quantas vezes eu encontrei aquele número de ausências embutidas que eu encontrei na minha Matriz ordenada por média recíproca e eu vou comparar então esses valores e vou ver se a minha Matriz ordenada tem mais Menos ou não se diferem estatisticamente do número de ausências embutidas médio que eu tenho nas minhas matrizes autorizadas E se eu tenho uma na minha Matriz ordenada eu tenho mais ausências embutidas do que na matriz é na média da Matriz autorizada eu tenho coerência negativa então ó vamos repetir porque o raciocínio inverso e pode ficar confusa se eu tenho mais
ausências embutidas na minha Matriz ordenada do que na minha Matriz aleatorizada eu tenho coerência negativa porque eu tenho um monte de quebra na distribuição da minha minhas espécies a distribuição não é coerente certo se eu tenho se não difere da Matriz ordenada ao acaso então é a minha a minha matéria não está representando nada é o equivalente ao modelo nulo independente da forma que organizasse eu ia atender encontrar um valor parecido de ausências na minha Matriz bom então eu teria uma coisa aí se Aleatória não teria coerência e caso eu tenha menos ausências embutidas na
minha Matriz original ordenada do que nas minhas matrizes aleatorizados eu tenho uma coerência positiva eu tenho poucas quebras poucos buracos na distribuição das minhas espécies minha coerência é positiva e isso me indica que aquele conjunto de espécies estão respondendo ao mesmo Gradiente ambiental se eu se eu tenho muita quebra mais quebra do que esperaria ou acaso eu vou entender ou se Ela não difere do acaso eu vou entender que essas espécies não estão respondendo a mesma as mesmas variáveis ambientais bom então aí aqui então a gente começa a nossa árvore de decisão para encontrar a
estrutura de meta comunidades na minha coerência Então se ela não se difere do acaso eu tenho uma matriz aleatória está representada que elas espécies estão distribuídas ao acaso Se eu tenho uma coerência negativa eu tenho muito buraco na distribuição das espécies elas não Estão respondendo ao mesmo Gradiente ambiental talvez essas espécies estejam competindo entre assim esse excluindo ao longo do espaço Então não vai ser pelo Gradiente ambiental que eu vou entender a distribuição das espécies agora se eu tenho uma coerência positiva aí eu vou medir o próximo elemento de estrutura de meta comunidade que é
a substituição de espécies é bom aqui só para chamar atenção do caso da de quando a coerência é negativa A gente vai ter uma meta comunidade que vai estar ordenada de acordo com aquilo que é proposto pelo Diamond Ele propôs uma hipótese lá na década de 80 que a hipótese de tabuleiro de damas que justamente essa hipótese de ordenação e distribuição das espécies na comunidade causada pela competição e aqui tem o livro dele onde ele propõe vou aumentar para vocês conseguirem ver é onde ele ele propõe essa essa teoria ele tava estudando a vizinha uma
em um Conjunto de ilhas e ele percebeu que embora a capacidade de dispersão das espécies de voo delas permite se elas voarem de uma ilha para outra então não houvesse uma barreira geográfica que impedisse elas de estarem presentes na nas comunidades locais nas manchas dele ele não tinha tinha vários pares de espécies que nunca ocorriam juntos e ele assumiu que esses pares de espécies não ocorriam juntos por causa da competição a competição impediria a cor ocorrência Dessas espécies seriam fatores triturador ele sofreu várias críticas na época porque não tinha um método estatístico adequado para testar
essa essa abordagem e por com ele e por isso isso caiu meio no descrédito ele sofreu muita crítica Hoje em dia a gente estava propondo testar isso por elementos estrutura de meta comunidade mas a gente já percebeu que estatisticamente não dá para encontrar essa essa estrutura também é pela pela Análise de meta comunidade por se vocês prestarem bastante atenção aqui nesse nesse modelo olha só a espera as espécies alternadas aqui tem distribuição muito parecida se eu fizesse uma média recíproca aqui onde nessas que estão aparecendo acima dele na verdade elas não ficariam ordenadas dessa forma
Vou colocar aqui para o apontar é essa essa estrutura aqui eu tenho várias espécies que tem distribuição parecidas que estariam Separados no grediente se eu fizesse a ordenação por média recíproco elas vão ficar junto Oi gente separadas da outra então a gente não encontraria essa estrutura quando o modelo foi proposto ele foi proposto considerando isso mas não mais de fato isso não acontece já tem estudo mostrando isso bom então continuando é é uma vez que a gente encontra então uma coerência positiva que seriam as Espécies respondendo ao mesmo Gradiente ambiental a gente vai medir o
próximo elemento de estrutura de meta comunidade que é o tornou ver ou substituição de espécies isso já dá para lembrar da aula passada né da primeira aula que a gente falou sobre torno ver substituição de espécies está relacionado com isso a gente vai quantificar a substituição de espécies e isso a gente vai fazer já a partir das matrizes ordenadas a gente já vai ter todas tudo Pintadinho de preto Inclusive as ausências embutidas onde eu tenho uma ausência embutida eu vou pintar de preto e vou considerar como 6 peças estivesse presente nesse lugar já que eu
quero entender a estrutura de meta comunidade em resposta a esse Gradiente ambiental e que se esta espécie não está presente ali na comunidade não é devido ao Gradiente mental que eu tô analisando seria duvidar ou E por que não vem ao caso para esse Estudo então eu considero como se espécie tivesse presente ele uma vez que eu preenchi todas as ausências embutidas o que a gente vai fazer para poder ver se está ocorrendo para quantificar substituição de espécies é comparar pares de manchas e ver se o que eu tenho isso é substituição de espécies o
perda de espécie que seria o oposto a gente não pode fica perda de espécie a gente só conte fica substituição então aqui a gente tem um exemplo de comparação de Duas comunidades eu vou para o próximo slide para ficar mais fácil e dá um zoom aqui olha só aqui a gente tá comparando então a lancha um EA mancha cinco no caso da Mancha um eu tenho a espécie na casa da Mancha um eu tenho uma espécie um presente é e esta espécie não está presente na Mancha cinco já espécie 2 tá tá presente na Mancha
5 e tal zente na Mancha um se a gente fizer um paralelo a cola passado eu coloquei as figuras aqui para vocês Verem a gente pode pensar que a manchar um essa mancha que tem uma preguiça um macaco uma ave e uma onça EA mancha cinco tem o mesmo macaco a mesma ave mas tem um jacaré então eu eu tô trocando aqui a minha onça pelo jacaré está ocorrendo uma substituição de espécie na minha Beta comunidade entre as comunidades um e a comunidade cinco é muito fácil pensar nessa substituição de espécies a gente pensar que
a os limites né eu vou ter sempre uma mais para um Lado e uma menos para o outro lado certo para uma mesma comunidade vai ter essa essa carinha aqui já nesse caso aqui o ponto eu não pode fico porque nesse caso eu não tenho substituição de espécies eu tenho perda de espécie o equivalente a um alinhamento a gente tem a mancha um que tem as espécies 31 e quatro mas não tem esse PS2 e a mancha seis que eu tenho todas as espécies incluindo a dois que não está ocorrendo na Mancha um então comparando
aqui as Duas manchas seria onça por exemplo que está presente na comunidade um mas não tá na seis e as outras três espécies que estão na Mancha seis também então na Mancha 11 bom então eu vou quantificar o número de substituições de espécie aqui ao longo de toda a minha Matriz eu vou comparar todos os pares de mancha depois da ordenação com para para pa e vou ver quantas ausências embutidas Eu Assim são obtidas Desculpa vou ver quantas Substituições de espécies ocorrem quando eu comparo cada par encontrando o número de substituições de espécies eu vou
começar a aleatorizar as minhas matrizes novamente e vou quantificar o número de substituições que ocorrem nas matrizes aleatorizados e eu vou comparar se eu tenho mais substituições do que esperado acaso menos substituições o que esperar do acaso ou se não difere bom então eu vou no caso se eu tenho menos substituições do que o esperado Acaso eu tenho substituição negativa nesse caso é mais fácil é o que a gente pega - substituição do que esperado a casa eu tenho substituição negativa substituição negativa vai entender a levar para uma estrutura aninhada E se eu não defiro
do acaso eu tenho uma substituição Lula né é igual as matrizes das autorizadas eu vou ter uma quase estrutura que a gente vai ver depois como é que é esse Eu tenho mais substituições do que eu espero a tua Casa tem uma substituição positiva isso vai me ajudar andar aqui na minha árvore de decisão depois que eu vim da de coerência eu venho para substituição eu venho ver ser negativa ou positiva se ela for negativa ela vai ser uma estrutura aninhada aqui em cima a gente tem o Patterson e o acima que foram de escritores
as estruturas alinhadas e a minha estrutura aninhada pode ser de 3 tipos e pedisse peça aleatória ou agrupada se for positiva eu posso ter Uma estrutura igualmente espaçados uma estrutura glissoniano ou uma estrutura Clemente Rihanna bom então já fica claro a gente tem que fazer um próximo teste para poder avaliar Qual dos três tipos é independente de ser positiva ou negativa a gente vai fazer esse próximo teste que é o teste de sobreposição dos limites de distribuição esse teste vai avaliar se as espécies tem limites de distribuição parecidos ou diferentes se ela se Sobrepõe muito
nos seus limites de distribuição ou não e aqui bom então é agora falando do próximo elementos figura de meta comunidade a gente vai falar sobre a sobreposição de limites de distribuição das espécies é essa medida vai tentar lidar entender o quão equivalente são os limites de distribuição das espécies a gente lembra lá da teoria do Clemente né as espécies tinham limites de distribuição Equivalente elas são distribuídas em pacotes ao longo do Gradiente ambiental tem de uma ocorrer muito juntinhos começam e terminam no mesmo. Se vocês observarem aqui ó esse terceiro e que é o Clemente
XIII ano ele vai eles as espécies são justamente ocorrendo nas mesmas manchas elas formam biotas distintas já nessa segunda aqui nessa primeira aqui desculpa é a gente tem as espécies os limites igualmente espaçados cada espécie vai E quando e uma mancha diferente do Gradiente ambiental Então tem de ser uma coisa bem continuar mais continuar do que o esperado a casa enquanto já essa segunda que seria agrizone Ana os limites de distribuição das espécies ao longo do nosso Gradiente são ao acaso exatamente como a gente viu na primeira aula que os limites de distribuição das espécies
são aoa casas estão Lembrando que o gradiente ambiental tá distribuído assim então cada Coluninha da nossa Tabela que é uma espécie elas algumas vão terminar aqui no começo outras vão terminar no meio outras mais para baixo e deitar aleatoriamente distribuído o que a gente faz é calcular o índice de uma visita que vai ver Quantos limites equivalentes a gente tem e a gente considera que se o índice de morisita é menor do que um se o motivo o limite distribuição das espécies é distribuído homogeneamente ao longo do Gradiente ambiental a gente Teria esse limite de
distribuição espaçado senão E se ele não difere do acaso limite atribuição não é significativo elas estão distribuídas aleatoriamente ao longo do Gradiente a gente teria o equivalente ao glyson E caso elas tenham muita sobreposição cada grupinho de espécies tem limites equivalentes a gente forma vários pacotinhos como eu caso aqui do Clemente a gente tem uma meta comunidade Clemente Serrana nesses três casos são casos em Que o tornou ver a substituição de espécies é positiva e agora quando o teu número é negativo a gente tem as estruturas alinhadas Então a gente vai ter também esses 3
tipos aqui que isso também são equivalentes a gente vai ver se a perda de espécies que está ocorrendo ao longo do nosso Gradiente ambiental é positivo desculpa é se sobreposto ou é homogêneo ao longo do Gradiente ou aleatoriamente distribuído ao longo do Gradiente Ambiental nesse primeiro caso aqui a gente tem uma ninhada com limites de Distribuição e Pedro espécies quer dizer ao longo do Gradiente eu vou perdendo sempre o mesmo número de espécies são poucas espécies uma duas espécies perdidas ao longo do Gradiente nesse segundo aqui eu tenho perdas aleatórias de espécies ao longo do
Gradiente ambiental é uma medida que eu vou mudando eu perco uma perco duas pergunta às vezes não perco nenhuma às vezes eu Passo uma grande partida obedientes e perder nenhuma espécie E aí depois eu perco novamente um ou três então eu vou perdendo espécies aleatoriamente ao longo do Gradiente ambiental e nesse o último eu tenho pacotes de espécies que são perdidas ao longo do Gradiente ambiental são os limites de distribuição das espécies também são muito sobre após parecido com aquela questão do Clemente mas eu não tô trocando conjuntos de espécies eu tô perdendo conjuntos de
Espécies aqui a gente tem exemplos então de como que seriam esses padrões aqui no caso o clemenciano eu teria ao longo do Gradiente ambiental então pacotes de espécie aqui o gráfico do creme diz que a gente tem aquelas quebras muito Claras a gente tem ecótonos mostrando então que eu tô mudando a composição de espécies aqui é o que os limites de distribuição das espécies não se sobrepõe então são aleatoriamente distribuídos ao longo do Gradiente ambiental e as igualmente espaçados seria uma situação como esta que eu tenho uma espécie acabou o dela e começa outra acabou
dela começa outra a sobreposição delas é baixa uma das interpretações de quando isso acontece é que existe uma quantidade de recurso limitada no ambiente então o número de espécies que podem se sobrepor e correr é baixo e vamos se manter ali apenas aquelas competidoras mais fortes Ó e aqui no caso a gente tem a as três estruturas alinhadas e para essa última que eu trouxe um exemplo que é o são os morcegos a distribuição de morcegos e um Gradiente altitudinal nos antes o que que acontece lá a gente tem a montanha e a gente tem
faixas de vegetação que ocorrem em cada e grau de altitude eu tenho uma faixa de altitude que ocorre um tipo de vegetação na próxima faixa de altitude vai ter outro tipo de vegetação e à medida que a gente muda de uma faixa De vegetação para outra não muda completamente a fauna de morcegos o que acontece é que apenas um subconjunto das espécies que ocorria na faixa de baixo que consegue ocorrer na faixa superior eu perco um conjunto de espécie E à medida que eu vou subindo a montanha eu vou perdendo um subconjunto de espécie e
a resposta então meu Gradiente e ambiental seria um Gradiente altitudinal que leva à perda de pacotes de espécies ao longo do Gradiente E aqui eu trouxe um estudo de caso tem um capítulo do meu doutorado rapidinho para vocês verem um exemplo e aqui a gente mostra Ah eu tava avaliando a distribuição de espécies de roedores no nordeste do Brasil e a condição que a gente tem lá é bastante particular que a gente tem aquelas áreas de ser tão aquelas áreas de Caatinga que são bem secas na baixada estão representadas aqui por essa vegetação esparsa e
à medida que a gente vai subindo a Montanha vai entendendo a ficar mais úmido como vai ficando mais úmido vai crescendo uma vegetação maior até que no topo das montanhas a gente costuma ter florestas por quê que isso acontece porque a o vento úmido que vem do Oceano e adentrando para o continente encontra com as montanhas e ocorre chuva orográfica Então essa chuva tá sempre acontecendo no alto da montanha forte o suficiente para manter uma floresta lá em cima E são que formam os Brejos de altitude da costa leste de Pernambuco por exemplo E aí
eu avaliei Então o que aconteceu com a falta de roedores nessa região eu fiz eu tinha inventários em diferentes pontos ao longo desse igrediente desde as áreas bem baixas essas retas estão representando exemplos de locais amostrados ao longo do meu Gradiente ambiental Então eu tinha mesmo nas áreas mais secas mas abertas até lá no alto Oi e aí aqui é a estrutura que eu Encontrei eu vou aumentar para ficar mais fácil de visualizar eu encontrei então uma coerência positiva significativa Olha só o número de ausências na minha Matriz ordenada foram 53 ausências embutidas na média
na minha Matriz aleatorizada foi 85 Então eu tinha menos ausências embutidos significativamente Como pedir 0,01 significativamente menos ausências do que o esperado ao acaso as minhas ausências embutidas eu representei elas Aqui de nesse rosa clarinho para vocês verem Então eu tenho as espécies na coluna é as presenças tão coloridas na cor forte e o rosa clarinho ou verde clarinho são as ausências embutidas eu vou explicar já o que que essas cores significam o tornou ver o substituição de espécies eu quero na minha Matriz Não tive nenhuma substituição de espécies EA média é esperada ao acaso
nas matérias atualizadas foi 677 então seria um Número bem alto de substituições logo a minha eu tenho e significativamente menos ausências do que esperado ao acaso e a coincidência de limite a distribuição foi 1,48 é que dá que é maior do que um e significativo com Pedro 0,01 o que me dá uma estrutura então alinhada com perda de espécies agrupadas vamos entender agora essas cores nas colunas as espécies em verde são espécies características de ambientes florestais em laranja são Espécies características de ambientes abertos I e II as áreas que o colorir aqui nas minhas linhas
né que são as minhas manchas eu colorido de verde as manchas que estão dentro de áreas com mais florestais mais do alto da montanha e de laranja as manchas que são de ambientes um pouco mais secos eu não fiz um Gradiente muito claro eu apenas coloquei de aquelas que estavam nos ambientes um pouco mais secos de laranja nos Ambientes um pouco mais úmidos e mais florestais de verde e o que a gente percebe que aconteceu então foi que eu tenho uma estrutura aninhada e nas áreas de vegetação mais Florestal ocorrem tanto as espécies de área
aberta pelo menos algumas delas quanto às espécies de áreas florestais E à medida que eu vou descendo a montanha e vou fique chegando nos ambientes mais secos e eu vou perdendo duas espécies florestais e ficando somente com as Espécies de área aberta essas perdas foram Tom próximas que elas foram consideradas nesta análise Como agrupadas que o limite de distribuição o agrupamento dos limites Distribuição e não precisa ser perfeito precisa ser exatamente na mesma mancha do Gradiente se elas tiverem suficientemente próximo ele já consideram A análise de a considera como agrupada então eu perdi um pacote
de espécies florestais à medida que eu cheguei nas áreas mais Baixas mais secas do meu ingrediente e Flores do meu Gradiente ambiental Então são um exemplo de uma aplicação que usei no meu doutorado esse que foi só uma das análises Eu fiz várias outras dizer que só para vocês verem uma aplicação prática e o que que é importante desses modelos Por que que a gente faz essas análises primeira coisa é que esses modelos são simplificações relembrar isso e que eles servem para ajudar a gente a entender o Processo que tá acontecendo Então aqui com aquele
Gradiente ambiental ali eu consegui entender o a ordenação das espécies nas minhas comunidades eu consegui A partir dessa análise avaliar quais variáveis ambientais estavam compondo aquele Gradiente ambiental eu consegui ver que por exemplo é quando aumentava quando a sazonalidade aprende cntabilidade da do clima da área era maior as espécies que estavam presentes e quais espécies eu perdi e entender um Pouco mais a distribuição das espécies quando eu tava fazendo quando eu fiz a minha análise ela não pode ser o objetivo dela se simplesmente descobri estrutura de Mata comunidade porque isso não traz a formação ela
é o objetivo da gente analisar esses modelos é entender a estruturação da diversidade é que a gente consiga entender os processos que os dados da gente estão evidenciando então no meu caso a gente tá Evidenciando que as vegetações florestais contribuem grandemente com a diversidade na região do Nordeste abrigando tanto as especiarias aberto Quantas espécies de áreas florestais e que por exemplo a pena das diárias de Brejos de altitude lá do nordeste levaria à perda de espécies que só conseguem ocorrer naquela região Graças aos Brejos de altitude que estão presentes lá bom então só revendo O
que que a gente Falou hoje a gente falou que padrões e processos se complementam falamos do um conceito de comunidade local de como é usado para estudo de meta comunidade falando dos efeitos e características das escalas espaciais lembra do estudo da formiga análise em escalas diferentes vão ajudar entender processos diferentes mecanismos locais e regionais né o filtro ambiental local determinado submissão de espécies como mecanismo Regional a dispersão alterando também as Composições locais falamos do conceito de meta comunidade e das duas abordagens principais de estudo as duas abordagens que deram início aos estudos de meta comunidade
entramos em detalhes nos modelos das duas abordagens o dom é isso nessa aula a gente fica por aqui Agradeço a vocês a presença por assistirem os vídeos e a gente discute na aula a partir do estudo dirigido O que foi tratado aqui obrigada gente