eh a gente consegue encontrar aí analisando essa sua parte interna, né? Então, o meu trabalho é ler essas evidências, de encontrar esse padrão e aí a gente eu devolvo isso nomeado. Então, é bem exatamente a minha frase que eu falo que antes de se posicionar é preciso reconhecer, porque muitas vezes você não sabe ainda o que que, né, o que que assim, coisas que você já faz, que para você é normal, mas que muitas vezes já tá ali o seu diferencial.
Então tudo que eu te mostro hoje ali são hipóteses, perguntas e que aí com base no seu formulário, de tudo que você já comunica ali nas suas redes sociais. Então algumas coisas podem fazer sentido, outras não. E aí conversando a gente desdobra, né?
Mas a ideia aqui é que a sua marca ela já existe, né? Então ela só ganha força quando você quando a gente vai encontrar nessa parte o seu interno, que é o que já existe de você, existe em você. Aí a gente analisa o externo, que é onde isso ganha valor.
Então a gente analisa o mercado, a demanda, né, para quem você fala, então quem que precisa te reconhecer a concorrência. E aí a gente vai paraa expressão, que são essas ações que levam você eh quem você é, né, até quem precisa ver. Então, eh hoje a gente começa a falar aí sobre isso, sobre essas histórias, sobre essa sua identidade, né?
E o que eu percebi assim, já com base, né, no que você respondeu, é exatamente o que você respondeu. Que então assim, a sua vitrine hoje, o seu feed pensando eh, né, como vitrine, ela é realmente uma vitrine de móveis, né, não comunica quem você é. Só que ao mesmo tempo, né, no nos stories você tem uma super exposição, você gera uma conexão legal.
Eh, então isso é muito bom porque mostra que você já tem essa habilidade, essa na verdade prática mesmo, né? Você já integrou essa forma de comunicar no seu dia a dia. E aí quando você permite levar isso para um feed eh, num reuse e aí trabalhando uma comunicação de alto impacto, isso ajuda também nessa possibilidade de mais pessoas descobrirem o seu trabalho, >> né?
Então, eh, hoje eu percebi muito que, eh, o padrão que se repete é que o perfil pessoal e o da imobiliária, eles hoje acabam cumprindo essa mesma função, só que aí no Rels você traz um pouco mais assim da sua pessoalidade, né? E essa autoridade que nem você fala dessa parte de preço, de precificar corretamente e tal, isso acaba não tendo registro permanente, que pode ser sim, >> né, um dos seus diferenciais. Então, né, vamos começando aí conversando até pela sua história e pela sua bagagem e aí a gente vai destrinteando mais, porque aí numa outra sessão aí a gente, eu monto um posicionamento, monto toda uma estrutura para te apresentar, >> tá?
>> Tá. >> Eh, eu, tu quer toda a história ou da corretagem para cá? É, pode, na verdade pode ser tudo também, que para mim tudo é para mim tudo é tudo é é coisas que a gente pode também lincar de experiências que você teve anteriormente, né?
Então, eh, mas eu sempre gosto de falar como você se tornou corretora, né? E como foi essa história aí? >> Sim, eu hoje tô solteira, sou separada, tenho duas filhas, uma de 18 anos e uma de que vai fazer 15 em dezembro.
Eh, eu comecei na corretagem, tem 14 anos, por convite de uma amiga, uma amiga, uma conhecida que levava o cachorrinho na clínica veterinária que eu trabalhava. E a impressão que eu tinha de corretor sempre era que era aquele inferno na terra, tipo que o corretor é o cara chato, que ele insiste até tu comprar alguma coisa. E isso foi uma fala minha para ela.
Quando ela me convidou, eu falei: "Deus me livre ter que ficar ligando paraa cliente, insistindo e tal e tal". Mas na corretagem, né? Depois passaram alguns dias, pensei: "Poxa, mas de repente é uma oportunidade de eu ser alguém, porque né, eu não sou formada em nada.
Eu não queria fazer administração só por fazer, porque na minha época era isso, né? quem não sabia o que ia fazer da vida, fazer administração, faculdade de administração. Então, dei a oportunidade paraa corretagem, fiquei 11 anos na imobiliária que eu comecei e tenho mais ou menos 23 de 4, vai fazer 4 anos agora em março do ano que vem que eu saí.
Eh, eu tenho uma irmã, não sei se tu chegou a olhar o Insta da Ribeiro Imóveis, né, que seria o Insta da >> da imobiliária, digamos assim. Eh, e na verdade ela me encorajou a sair porque por mais que eu tenha um posicionamento já há muitos anos, eu sou bem conhecida em Joinville e tal, eh eu tinha um receio, né, de saída imobiliária e eu não gosto da parte burocrática, tecnologia, esse negócio de, sabe, mexer em computador, de contabilidade administrativa, enfim, eu sempre f era apavorada com isso, assim, não que eu não desse conta, mas era mais uma coisa para eu cuidar, enfim. E ela foi trabalhar em dezembro nessa imobiliária comigo.
Os meus clientes sempre vieram de rede social e indicação, né? Hoje muita indicação e tinha cliente que nem sabia onde eu trabalhava, apesar de estar lá na época na Bill, né, que eu trabalhava na Garten, enfim. E ela trabalhou anos eh na corretagem numa loteadora.
E daí eu chamei ela, falei: "Tu não combina vender lote para nada contra, mas assim para baixa renda. tu tem a skin de vender coisa melhor e galgar mais coisas paraa tua vida, né? Então, ela veio trabalhar comigo na Garten e em março, eu recebi uma indicação de um cliente muito bom, muito bom mesmo, de um cliente meu que eu já tinha atendido há 10 anos atrás e ali ele me deu uma certa segurança, assim, foi um cliente que de primeira ele comprou oito imóveis assim numa pancada só.
>> Uhum. >> Eh, e daí muito incentivada por várias pessoas amigas, né? Pitencur, outros corretores que tem aqui em Joinville, tá?
E por que que tu não sai, né, meu? J era para tu ter saído muito tempo e eu sempre, enfim, não pensava nisso porque não queria ficar com 100% de tudo e eu tinha esse receio lá no fundo, eh, um receio até bobo, mas eu tinha. Uhum.
>> E quando esse cliente veio, ah, a gente decidiu por sair da imobiliária. Daí ela saiu junto comigo, nós decidimos que a gente ia trabalhar como corretor autônomo, né? Hoje isso é muito muito cresceu muito isso, né?
É difícil o corretor bom que fica muito tempo numa imobiliária. >> Ele entra numa imobiliária hoje mais para aprender. Um ano, se meses depois ele já tá trabalhando sozinho, né?
Aqui em Joinville mesmo é coisa assim absurda a quantidade de corretores que tem. Eh, aí a gente saiu, acabou aparecendo oportunidade de comprar uma sala. Eu comprei uma sala num edifício aqui, porque isso traz mais credibilidade, né?
traz mais assim, ah, tu tu onde é que teu escritório, né? Sempre tem um um outro cliente, principalmente os mais velhos, que t essa essa preocupação de não ser alguém solto. Então, a gente comprou, eu comprei a sala, a gente fez nosso escritório e a gente decidiu então que a gente ia ter o site lá, né?
Ribeiro Imóveis. Eh, até o nome do site era para ser Ribeiro, Ribeiro Imóveis, mas já tem cadastro. Enfim, a gente colocou Irmãs Ribeiro.
>> Uhum. Porque aqui tem as irmãs Bitencur, que são as corretoras Bitencur. Daí elas começaram: "Ah, mas por que vocês não colocam então irmãs Ribeiro, não sei o que, tal?
" Enfim, a gente acabou colocando o site assim. Eh, mais o Instagram do da imobiliária, é mais para tu pra gente ter o perfil. No início lá a gente fez um materialzinho para dizer o que era, o que não era, para ter um um encaminhar pro cliente às vezes que não conhece a gente ou o cliente que entra em contato para ele saber que a gente não é qualquer uma, digamos assim, né?
Eh, e eu sempre fui a corretora que se expõe muito. São, é difícil hoje tem mais. Talvez eu tenha feito parte até de um processo de encorajamento desses corretores de falarem mais sobre isso aqui, >> porque aqui é uma cidade, não sei da onde, que cidade que tu é, tu mora onde?
Eu moro em Santos, no litoral de São Paulo. >> É, aqui é uma cidade cidade alemã. Então aqui as pessoas são muito conservadoras, elas são assim, ninguém fala normalmente o que deve dizer e principalmente na corretagem, né?
Tem aquela coisa de que, ah, o cliente que manda, eh, principalmente na corretagem, né? Então, os corretores têm medo de perder cliente. Eu, graças a Deus, eu não tenho esse receio, ao contrário, né?
Tenho medo de não falar o que deve ser dito, porque eu não vou conseguir trazer o resultado que ele quer de mim, quer vender o imóvel dele. Então, eu tenho uma uma coisa muito, principalmente nos stories, acho que tu tá me seguindo, né? Eu vi que tu começou a me seguir.
Sim, sim. >> Eh, até tem aparecido menos assim, porque eu eu pensei, pô, eu vou me tornar chata todo dia falando da mesma coisa. Mas é é que não tem, tu tem que estar o tempo todo falando.
E os clientes que eu atendo, eu brinco que o cliente que trabalha para mim, porque por conta desse meu posicionamento, dessa minha exposição, de eu falar tudo que eu penso, não só pro cliente aqui entre eu e ele, mas expor isso no Instagram, traz uma uma coisa que o cliente fala assim: "Ah, não, daí se eu se se eu comprar, eu quero comprar contigo". Especialmente sobre a questão do preço do imóvel. Eh, então eles têm essa essa ideia de que se eles comprarem comigo eles vão estar fazendo, comprando no preço certo, algo assim.
Então, escuto isso de muitos clientes, sabe? Dessa confiança. Eu tenho muitos clientes de anos assim que compraram, que venderam, que casaram, que separaram, que casaram com outra e eles estão sempre negociando comigo, sabe?
Então, e eu queria de alguma forma trazer isso pro Fed. Eu já fiz algumas vezes eh vídeos pro feed assim, mas assim, peguei do stories, baixa qualidade de de vídeo, de tudo mais e postei ali para não deixar de fazer, né? Mas eu queria trazer uma coisa mais profissional, só que eu tenho um ponto.
Eu não sou tímida, não sou envergonhada, não sou nada, mas eu sou muito espontânea, então eu não consigo, eh, já tentei, não deu certo, ficou péssimo, eh, fazer um um roteiro, não consigo parar uma câmera aqui na minha frente e eu falar, principalmente se tem alguém olhando, se tem alguém filmando, gravando, eu não consigo desenvolver o raciocínio. Então eu sou muito do pegar aqui a, eu já pensei em comprar uma câmera profissional, virar ela como se fosse um celular e gravar para ver se eu consigo, sabe? >> Uhum.
>> Mas daí também tem que ser um negócio mais curto para não ser chato, para ser mais objetivo. Então eu não tenho paciência, saco e enfim para ver isso. Obviamente teria que ser alguém que entenda, né?
Mas eu queria trazer esse esse posicionamento, o que eu falo nos stories para o feed, porque de fato a minha o meu Instagram ele é só um uma vitrine de imóveis, né? >> Eh, sou eu mesmo que edito foto, eu mesmo que edito vídeo. Eu faço questão disso porque eu sei quais os pontos, digamos assim, né?
Que qual vídeo vai se encaixar melhor para um imóvel, qual foto, qual ângulo que vai valorizar mais, que vai mostrar melhor o tamanho da sala. Então, eu sou muito eh controlador. Eh, a gente já tentou contratar uma empresa de marketing na época que fez ali pra gente o o Insta da Ribeiro, assim, a gente passava mais tempo corrigindo as coisas do que eu mesmo fazendo mesmo do nosso jeito.
Enfim, eh, já pediram para tipo: "Ah, daí porque tu não dá curso para corretor? " Tem vários assuntos assim que desde pagamento de comissão, de argumento para poder não dar desconto em comissão, que parece que as pessoas não pensam antes de falar, elas só aceitam o que vem, sabe? E eu sou muito de defender a minha profissão, de defender o meu trabalho.
Eu sei o que eu entrego, então não posso receber menos do que é o mínimo, né? Se eu pudesse, se nosso mercado, se fosse o Mercado Unido, eu cobrava 10% pelo que eu faço. Mas não posso porque male é mala e queria pagar seis, sabe?
Então, queria trazer esse esse posicionamento. Eu também tenho um perfil de muito, sou muito incisiva no que eu falo e não sou simpática, não que eu não seja simpática, eu até sou, mas eu sou mais séria assim, eu tenho, eu tenho um, desde criança, eu sempre tenho aquele estereótipo de braba, de de que arruma rolo por tudo. E não é questão de arrumar rolo, né?
questão de posicionamento. Então, as pessoas às vezes confundem eh eu falar sobre a comissão que o cliente não quer pagar não sei o quê, não sei o que, eu queria fazer confusão, entre aspas, mas não é. É para educar aquele cliente que as coisas não funcionam assim e por que a gente cobra aquilo.
Isso eu queria levar muito pro feed, sabe? Porque eu hoje tenho um visualização, quando eu apareço bastante no nos stories, principalmente, posto, faço todo dia no feed, eh chegar a 1 milhão, 1 milhão e pouco de alcance, eu nem tenho interesse que outras cidades, outros corretores de outros lugares, outras pessoas de outros lugares venham me seguir. Quando eu vejo que é de outro lugar, eu já removo a pessoa, porque não quero explodir para para, sabe, não quero ter 100.
000 seguidores. Essa não, esse não é meu, não é o meu objetivo não, por enquanto, pelo menos, porque o que eu gosto de fazer é vender imóvel, sabe? Eu eu amo assim o que eu faço e não é pelo vender imóvel, né?
O meu negócio é ajudar. Eu tô agora com uma situação de uma cliente tá se separando, ela eles já são meus clientes há muito tempo. Atendia os dois, agora os dois separaram e a gente tá vendendo a casa deles.
Aí assim, normalmente o que acontece? Seu corretor vende. Ah, tu tem que falar com o teu advogado aí sobre isso aí da separação.
Não, eu vou atrás do advogado. Eu falo o que ela tem que ver, o que não tem que ver. Eu marco reunião junto com o advogado.
Claro, até onde o cliente me permite isso, né? Mas eu não consigo, sabe? Então, eu tô aqui para solucionar uma dor, um problema, algo desse cliente.
E eu queria levar isso cada vez mais. Eh, o cliente chega a mim, né, para mim com indicação do tipo, meu, vai lá, cadar e vai, né, te resolver a vida. Mas de alguma forma para aqueles clientes que ainda não me conhecem ou para aqueles clientes mais velhos, que eu trabalho com padrão de móvel eh de médio altíssimo padrão, tem então tem clientes que são mais eh mais velhos, né, eles não têm talvez acesso a tanto a tecnologia e tal.
Então, quando ele entra num no meu perfil que tenha lá vídeos, né, falando sobre isso, enfim, é difícil assim, é puxado, né, porque hoje eu já quase trabalho 24 horas por dia, só não trabalho quando tô olho com olho fechado e ainda assim ainda sonho com o cliente, com bo de cliente que já não mato meu já. Mas assim, se tu falar, tá, mas o que tu quer daí é isso? Mas sabe quando tu pensa, será que eu quero isso mesmo?
Mais uma coisa para fazer, mais um compromisso. Ai, guri, olha. >> Mas eu acho que eh até de alguns pontos bem legal, assim, vários pontos que você já me deu, mas tem um lado muito bom, assim, hoje eh a gente não vive mais naquela era do conteúdo montadinho, do conteúdo perfeito, daquele conteúdo de arte.
É um conteúdo que é mais espontâneo. Ai, não é? E assim, é um conteúdo que é mais espontâneo, eh, mesmo, sabe?
Então isso para você é super a favor, né, de você assim, você não tem às vezes nessa necessidade de tipo fazer muitas grandes edições. Então às vezes pegar o vídeo assim, você ter uma base da mensagem, tipo da pauta, pegar um um começo legal que dê aquele tchan ali pra pessoa ficar no vídeo e você gravar como um stories, mas depois transformar isso num num reals. É tudo bem, né?
Legendar que a gente sabe, principalmente em stories que as pessoas assistem muito sem volume, enfim, tal. Então é mais assim, então dá para trabalhar, sabe? Montar uma uma linha editorial aí e para você pensando nisso, o que você tem assim, essa força de tipo eu falo mesmo e tal, são poucos que tem.
Então assim, tem que explorar porque isso realmente ela vem eh você já percebe isso no presencial, quanto que isso te dá de força mesmo, né, para trabalhar. Imagina isso expandindo, né? O que acontece até o que eu percebi até na no seu perfil é que muitas vezes a sensação que traz é que a mensagem ela é direcionada para corretor, mas o que eu percebo assim no seu discurso é que muitas vezes talvez o que você tá colocando ali eh de eh de posicionamento mesmo, os corretores acabam se conectando com isso, né?
Também acabam sentindo isso e fala: "Opa, pera aí, né? " Então, por conta disso que tem essa conexão. Você fala de dos dos corretores mesmo pedirem curso, né?
Pedirem essa questão de de às vezes de você ensinar e tal. Isso é uma coisa, não precisa ser para agora, mas às vezes num futuro. Uma porta aberta, isso é uma coisa que funcionaria para você?
>> Sim. >> Tá. >> Eu cheguei a marcar, guria.
>> Uhum. Ah, é. Uma vez uma vez e algumas pessoas eu falei: "Olha, postei no stories, né?
Eu falei: "Olha, vocês ficam me incomodando se a gente fizesse um café assim com uns 10 corretores e tal e tal". Eu gosto, sabe, de ajudar. bastanteores, bastante me mandam mensagem, pergunto o que que fariam, o que que eu faria, como é que faz isso, como é que faz aquilo.
Eu gosto assim, eu sinto prazer em contribuir com o outro, porque eu tenho muita visão de que o dele, se eu ajudar ele a fazer um negócio muito bom, não vai influenciar no meu, né? Eu eu tenho essa consciência. >> Eh, e aí, enfim, aí só que assim, a gente não sabe brincar e minha irmã, né, ah, vamos fazer só um bolinho, sabe aquela coisa do só um bolinho?
Daí o salindo, eu falei: "Ai, mas tinha que fazer um, sei lá, um PowerPoint, uma apresentação >> a mas eu tenho que arrumar alguém". Daí começou a tomar um tamanho assim que eu falei, não tenho tempo e não tô com saco para organizar isso, mas sabe, eu queria achar, ter achado alguém, achar no futuro, talvez, né? Alguém que eu sou muito assim de das pessoas fazerem o operacional para mim.
Eu só chego lá, tá? Agora eu vim aqui para falar o que que vocês querem saber, sabe? Isso assim, >> eh, eu não, esse é operacional porque senão eu deixo de fazer o que eu tenho que fazer até para ganhar dinheiro, pagar minhas contas, né?
Então, quando tu tira a tua a tua energia da venda e tu foca em outra coisa, tudo não teremos, né? Ou tu faz o negócio pro curso, ou tu, enfim, a Line Sábica, imagino que tu conhece ela também, acho que talvez tenha feito consultoria contigo, porque eu vi que vocês se seguem. Não, >> não, ainda não.
>> Não. A Aline sabe que ela teve uma época que ela tava gravando um curso e tal e tal, mas é isso assim, é que a nossa profissão, se tu desvia o teu foco, tu se perde assim no caminho da grana mesmo, sabe? E e hoje eu tenho responsabilidades bem altas, acabei de reformar minha casa, eh quero quitar um financiamento que eu tenho na praia.
Então eu tenho alguns outros objetivos, mas daqui no prazo de um ano, um ano e meio assim, eu vou est bem tranquila, então vou est com uma grana guardada e daí eu posso direcionar minha energia para, por exemplo, um evento assim, né, algo assim. Eh, claro que existe aquele receio, né, de se expor, daí, apesar de que eu me exponho no Instagram, mas de se expor ali, de ser julgada, porque quando a gente vai também em palestras, a gente comenta: "Ah, nada a ver isso aí, isso aqui, não sei o quê". Mas também faz parte, né, da brincadeira, faz parte do jogo.
E, enfim, >> você já recebeu algum hate no Instagram? Não, você sabe que não. >> Mesmo se expondo, mesmo posicionando assim, não, >> não, não, não, nunca ninguém me falou nada assim.
É claro que essas brincadeirinhas com tom de verdade do tipo, ah, às vezes a gente tem algum evento de construtor e a gente encontra com vários corretores, né? Aí tem aquelas brincadeirinhaas, meu, hoje a da tapa atacada lá no Instagram fazendo rolo. Por que eu mesmo brinco com isso?
sobre, porque assim, eu falo, né, podem falar que eu sou grossa, podem falar que eu sou estressada, podem falar que eu sou um monte de coisa, né? Porque isso são características. Eu já aceitei que eu sou essa pessoa mesmo, mas eu tenho muitas outras qualidades, né?
Mas nunca vão poder dizer que eu sou mau caráter, que eu passo a perna em alguém, como tem um monte que faz, tem a carinha, bonzinho e tipo primeiro oportunidade te carca no meio, né? Então existe esse esse, mas isso acho que faz parte até daquela coisa do a pessoa não tem coragem de fazer o que eu faço, né? Porque de fato não tem.
E daí ele é mais fácil tu ai tava lá, né, fazendo confusão. Daí eu porque eu falo assim, ah, eu gosto até de confusão. Se for para mim aparecer, daí eu já levo a brincadeira.
Daí eu digo, se for para aparecer nos stories para não fazer rolo, eu nem apareço. Eu fico na minha em casa quieta, eu brinco assim, porque eu já aceitei que a que a a minha característica mais forte é essa. Mas é óbvio, não é que eu faço rolo, né?
É que o meu posicionamento é muito pá. Então isso causa a impressão. Eu não tenho um jeitinho, inclusive eu tenho ranço de gente assim muito a ai >> fofinha, né?
>> É óbvio, né? que muita gente vai adorar, muita gente não vai gostar, assim como eu não gosto de gente muito mimimi, normal, né, cara? Não tem como agradar todo mundo, >> não é?
E é assim mesmo. E aí você fala então assim, você que hoje você tem, só para eu até entender, essa parte da sua identidade, assim, ela já ficou bem clara para mim, o seu perfil, o seu jeito é até a sua história, né? Você fala que e você falou que você trabalhava num veterinário, o que que você fazia lá?
Eu comecei a trabalhar com 12 anos, comecei a trabalhar como empregada doméstica. Depois eu fui trabalhar no Hotel Burbom, trabalhei na parte administrativa, trabalhei no caixa do restaurante que tem aqui no no hotel. Daí eu saí de lá, fui trabalhar numa clínica veterinária de recepcionista, mas eu eu sempre tive essa veia vendedora.
Então nessa clínica veterinária, por exemplo, ela tinha algum algumas coisas para vender, ração, coisinhas para cachorro e tal. E eu sempre inventava promoção, eu arrumava um jeito de vender o que tava empacado, sabe? Eu sempre meu pai foi, meu pai é doente hoje, né?
Tem esquizofrenia e tal, mas ele sempre foi vendedor. Eu lembro assim, de pequeninha, ele fazia lixeira, portões e aos domingos eu saía com ele para vender lixeira. Eu tinha, sei lá, 8, 9 anos de idade, talvez.
Nem isso. E e tem uma cena que eu sabe quando aquela coisinha lá no fundo, tu lembra lá no fundinho assim, eu vendi, eu vendi uma lixeira e ganhei uma bicicleta. Então assim, eu sempre tive essa veia vendedora.
Isso meu pai sempre foi vendedor. Ah, teve uma época que ele vendia sapato para loja por catálogo e ou ele vendia lixeira. Hoje, né, que ele é doente, ele compra aquelas plaquinhas de cão bravo.
Eh, estacione aqui essas plaquinhas de de como é que fala? sinalização e sai por aí vendendo assim, claro, as pessoas compram, né, para ajudar ele, enfim, mas é porque ele precisa fazer alguma coisa assim para se sentir útil, sei lá. Então essa veia vendedora sempre esteve comigo.
Depois eu saí dessa clínica veterinária, fui trabalhar na PRIN. Eu trabalhei na PRIN muitos, muitos anos, não, uns dois anos, eh, pedindo doação por telefone, né? Eu era campeã de doação.
E assim, as pessoas são muito medianas, né? Elas pensam com o próprio bolso, elas eh então já nessa época eu, ah, todo mundo falava: "Ai, é uma ajuda de R$ 2 mês. " Eu pedia as minhas eh ligações eram todas sempre auditadas, porque eu já jogava lá nos R$ 100, R$ 100 por mês, todo mês.
Aí, né, argumentava e a pessoa, ah, não, 100 não consigo, mas 50 eu consigo, mas o meu objetivo era o 50. Então, eu sempre tive essa coisa da venda, sabe? Eh, aí saí da Proim, voltei para essa mesma clínica veterinária como recepcionista de novo.
Aí saí dali, fui trabalhar na Copael, que também era venda por telefone, vender coisa de higiene para empresa, essas coisas, né? Vendia bastante também por telefone. Aí que eu comecei como corretora, que daí eu lembrei, pô, mas eu trabalho aqui, eu trabalhava das 8 ao meio-dia, meio-dia não, 1:30, 2 horas, na qual papel.
Falei: "Pô, eu não essa, o resto da minha tarde eu posso estar fazendo outra coisa. " E daí foi quando eu decidi lá falar com o gerente, porque daí eu pensei: "Ah, eu vou ter um salarinho para pagar minha minha minhas lojinha e daí se der tudo certo eu fico na corretagem". Então ali eu vi uma oportunidade de fazer as duas coisas.
Eh, eu lembro até que quando tava dando uns 30 dias, porque daí o Ed Newton, que era o gerente da imobiliária, falou assim: "Ah, Dai, assim, não tem como servir dois santos, né, para te conseguir trabalhar como corretora. Eu não tinha nem noção de como era, tu vai ter que se dedicar e tal, mas assim, eu eu espero uns 40, 60 dias, né, até tu ver se é isso mesmo que tu quer e tal. Eh, quando tava dando uns 30 dias, eu chamei a mulher dele, que era dona lá também e corretora.
Falei: "Ai, Cris, eu acho que não vai dar certo, né? Eh, será que o Dinuto vai ficar muito chateado? " Porque daí ele já tinha me levado para conhecer prédios, mostrado como é que apresenta e eu tava envergonhada de fazer ele perder o tempo dele e já sair, né?
Ainda bem que ela falou assim, ela porque ela era uma pessoa mais cabreira também, ela falou assim: "É, >> é, eu acho que, tipo, eu vi que ela não gostou que eu ia sair". Então, falou: "Ah, mas de repente tenta mais uns 15, 20 dias, né? Vai que saia alguma venda, alguma coisa".
E daí nesse dia eu falei: "Tá, mas o que que eu preciso fazer? Qual é o que que é o diferencial para conseguir vender ou não? " Ela falou assim: "Tem que ter captação, D, tu tem que ter captação, porque se tu não vender, alguém aqui pode vender para ti?
" Aí eu falei: "Boa". Eu guria, eu sei que num dia eu nunca esqueço assim, eu saí, eu rodei em Joinville 54 km porque eu zerei o o a quilometragem do carro e eu fiz 18 captações em um dia. Tipo, nem me pergunta como, mas eu fiz 18 captações.
Com 45 dias eu fiz a minha primeira venda e no mês seguinte foram vendidas duas captações minha dessas 18 aí. Daí dali para frente, eh, eu entendi que era isso mesmo que eu queria fazer e, né, que seria essa minha minha profissão. Eh, então eu gosto muito, sabe?
Eu gosto de ajudar o outro, eu gosto de eu vivo saindo com um corretor aqui para tomar café, que, né, eles pedem dicas e tal. Eu gosto muito, sabe, de contribuir assim com outro e tal. E gosto muito de vender também.
Eu gosto dessa relação. Eu fiz muitos amigos dentro da coragem, né, de clientes mesmo. Tem clientes hoje, sexta-feira, uma cliente minha dormiu aqui, que ela tá separando e tal.
Enfim, a gente acabou se aproximando e ela tava com uma situação lá específica. Eu falei: "Guria, vem aqui para casa". Ela capaz daí eu falei: "Vem aqui para casa".
E ela dormiu aqui. Então, é, é, eu gosto disso, sabe? Eu amo isso assim, eu realmente amo o que eu faço, >> não?
E você tem uma história que é muito muito legal assim, sabe? Mostra o quanto da sua mentalidade mesmo, né? O quanto que você vai atrás, o quanto você busca.