Olá, boa noite a todos. Sej bem-vindos à nossa primeira web aula da disciplina de pesquisa e orientação parte dois com o professor Fernando César. Eh, desejo para vocês uma ótima web aula e lembrando que quem tiver dúvidas podem colocar no comentários que a gente vai estar visualizando depois. Professor, a voz é sua. >> Olá, pessoal, turma, tudo bem? Boa noite Para vocês, tá? Sejam todos bem-vindos. A gente vai iniciar a nossa disciplina pesquisa e orientação, tá bom? Então, meu nome é, como você já sabe, mas vamos aqui fazer nossas apresentações. Meu nome é Fernando César
dos Santos. Sou professor daqui da universidade, né? E vamos começar nosso debate com essa breve apresentação e vamos caminhando, né, falar um pouquinho de quem eu sou, né? Então, sou doutor pela Universidade Federal do Pará, a UFPA, nosso vizinho Próximo, estado aqui, belíssimo, né? e foi lá que eu dei eh continuidade a meus estudos voltado para educação, onde eu pesquisei sobre a autorregulação e autoeficácia acadêmica, algo bem voltado paraa área da psicologia. Fiz o meu mestrado de linguística aplicada pela Universidade Unicinos, para quem não conhece, Universidade do Vale do Rio dos Sinos, que fica lá
no Rio Grande do Sul, né, na uma universidade belíssima, uma Universidade que é uma universidade de ponta que contribuiu muito com a minha formação, com esse conhecimento, né, e com as metodologias que a gente vem aplicando durante a nossa trajetória enquanto professor. Sou graduado em pedagogia aqui pela UEMA, né? É um orgulho para mim trabalhar aqui na UEMA, ter estudado aqui na UEMA, ter dado todo o segmento na minha vida, na minha carreira aqui dentro da EMA e permaneço aqui enquanto professor do quadro. Faço Parte do curso de pedagogia, né, o departamento de educação, logo
aqui na entrada da UEMA. Então, vocês chegarem aqui para poder visitar próximo ali no prédio do CESEN, tá? E lá eu desenvolvo as atividades trabalhando com a disciplina de gestão, política, avaliação, né? Sempre estamos em volta dessa perspectiva educacional relacionado a esses aspectos, né? E atualmente tô aqui como coordenador do curso de gestão da escola pública do Ensino médio, GEPEN, que é o nosso curso, que estamos aqui trabalhando e lutando para poder finalizar. A luta é demorada, é um, é cansativa, mas turma, garanto para vocês, vai valer a pena para caramba, porque nós temos que
nos formar, nós temos que conhecer novas metodologias, novos conhecimentos, novas dinâmicas para poder desenvolver. E o mais interessante ainda, o curso ele vem instigar pra gente poder compreender como é que é a nossa escola, né, como é Que ela se desenvolve, né? Daí todo esse rol de disciplinas, de atividades, conteúdo que é cansativo, mas faz parte do mundo acadêmico e faz parte da formação de cada um de vocês, tá? Fiquem tranquilos. A escolha que vocês fizeram, que é a escolha de estudar, de se formarem, de se qualificarem mais, foi a melhor possível. Então, sombra, sem
sombra de dúvidas, eh, vocês estão num bom lugar, né, com a as dores do estudar, do trabalhar, do cuidar de Família, de tudo isso. E vai valer muito a pena. Quando finalizar, vocês vão ver que é mais uma área que vocês eh ultrapassaram e que vai levar vocês a lugares cada vez mais confortáveis, né, dentro da educação, porque vão compreender um pouco mais sobre ela, tá bom? E vamos conversar. A noite vai ser boa porque temos muito para poder falar aqui, discutir. Vai ser bom, viu? Peço para vocês fiquem à vontade, tirem Dúvidas, dialoguem, tá
certo? Não deixe nada para depois, tá bom? Vamos falar do nosso próprio curso também. Vai ser o momento ímpar. Ah, eu vou apresentar agora um pouco a disciplina para vocês, né? Neste segundo momento, o foco será aprofundar os conceitos, as concepções teóricas que fundamentam a elaboração do plano de gestão. Vocês vão ver que durante toda essa minha discussão aqui com vocês, nós vamos estar trabalhando a Questão de qualidade, a questão de equidade, a questão de democracia, tudo em volta do que é para ser dito como um plano de gestão para que vocês pensem, né, no
futuramente no TCC de vocês, como é que vai se estruturar ele. E ao mesmo tempo que eu estruturo ele, eu tô estruturando minha escola. Eu tô repensando a escola ideal, que é uma realidade das nossas leis, né, tanto da Constituição quanto a LDB, a Lei de Diretrizes Base da Educação Nacional do Dia 20 de dezembro de 96. Então assim, é uma contribuição muito grande, turma, a gente poder pensar o nosso espaço, saber como é que ele é, eu conseguir perceber de fato o que é a escola que eu tô inserido. E se vocês perceberem de
fato a escola que vocês estão inserido, né, vocês vão contribuir pra qualidade que a gente tanto fala em educação. E que qualidade é essa? A gente vai ver durante a nossa apresentação e vocês vão dizer: Será que minha escola tem essas Qualidades toda? Será que minha escola é um espaço democrático de fato ou são apenas falácias, né? Então vamos parar para pensar e ter um senso crítico cada vez mais aguçado em relação do que é essa educação, tá? O convite era para que vocês reflitam sobre essa escola pública do ensino médio, como acabei de falar,
como um espaço de de construção colaborativo e participativo. De fato, olha que participar fica só verbalmente, vamos Participar, mas eu tenho que colocar o sujeito como aqueles que vão também estender os braços, levantar as mãos para poderem desenvolver essa atividade dentro da escola. Às vezes fica muito no discurso do que é participativo, né? E pare para refletir mais uma vez. Será que escola de fato ela abre espaço para ser participativa? Será que eu mesmo enquanto professor, enquanto gestor, eu sou uma um agente de que traz a participação para dentro da escola, né? Será que às
vezes a gente não se fecha um pouco, né? E a esse nossa atividade de hoje, nossa aula, ela vai falar muito sobre isso e vocês vão adorar, tá? Então, participativa capaz de responder os desafios cotidianos e promover transformações significativas no ambiente educacional. Turma, os desafios eles são constantes. Todo dia aparece novo desafio, desafio para educação. A própria proposta de o que é uma escola, ela é gerada por série de desafios. Todo Dia tem um documento novo, né? É BNCC que modificou, né? Foi aprovada. É a reforma do ensino médio que foi aprovado, né? são a
as leis da LDB, a a própria lei LDB em si, que uma hora ou outra algum deputado, algum senador vai lá e modifica para poder atender um novo pré-requisito, né? É a ideia de inclusão. E tudo isso recai sobre nós professores, tudo isso recai sobre nós gestores dentro da escola, que temos que estar atento, compreendendo esses Obstáculos, esses desafios para poder fazer com que a a escola de fato se movimente, né? Esse é o nosso papel. Por outro lado, né, para poder dar um certo conforto, né, tem que ter o papel também do Estado com
as políticas públicas, né? Será que o Estado tá nos atendendo da melhor forma possível? Será que os investimentos eles chegam até a escola? Será que eu consigo fazer tudo que tem em mente e tudo que é pedido dentro da escola, né? Será que o Processo de inclusão ele se complementa por todo? Será que a minha escola ela já está adequada para receber essa nova clientela? São desafios que digo para vocês, são grandes desafios porque não vai depender somente de vocês, mas vai depender de uma habilidade de vocês enquanto gestores para poder compreender o sistema educacional,
compreender o MEC, compreender toda a estrutura que esse MEC tem para saber como pedir, como dialogar com a Secretaria de Educação, Né, como ser um agente de transformação, tanto do processo de ensino aprendizado quanto da própria estrutura da sua escola, né? O desafio é grande para caramba, né? Mas ele é bom para quem gosta de desafio, para quem tá na gestão, para quem pretende estar na gestão e para quem é professor, né? E turma, eu falo de maneira confortável. Para mim todos os professores são gestores, todos os professor cabe a eles o planejamento. Ah, professor,
eu sou só Professor, não, né? Quando eu faço o concurso público, tá dizendo que eu vou ter horas para poder desenvolver o planejamento da escola. Quem desenvolver planejamento automaticamente tá ligado à gestão. Quando eu vou desenvolver o projeto político pedagógico da escola, é um projeto de gestão, então tá conectado com a gestão. Então todos acabam se movendo com a gestão, né? E aqueles outros, os alunos, os pais, os agentes administrativo, todos eles contribuem Para que a gestão ela possa ser de fato participativa, tá? Mas vamos em frente aí temos aqui algumas informações da disciplina. A
nossa disciplina, ela tem a cargo horária de 15 horas. Vão ter três sessões de estudo, tá estruturado em três sessões de estudo. É o ideal para poder compreender. Se vocês pegarem uma base geral dos planos de ensino, os programas de ensino, vocês vão ver que são três sessões adequadas. Botou quatro, já fica meio extenso. Três é o Adequado. Atividade avaliativa, uma só atividade avaliativa. Que beleza, que coisa boa de ser feita, né? E essa atividade avaliativa é um podcast bem interessante, bem prático, bem profundo, né? Porque vocês vão poder ter a oportunidade de se colocarem
e dar a opinião de vocês, discutir realidades, né? Aproximar. Agora, um ponto é aproximar a realidade da escola de vocês por meio da leitura dos artigos que Estão ali colocado, principalmente o de CU de 2002, se eu não me engano, 2002 ou 2001 e o de Du B de 2004. Fazendo a leitura aprofundada desses dois artigos, vocês vão ter condições de ter um debate formidável. E mais, são apenas três ou 5 minutos, então vai dar para poder resolver muito bem a questão, mas isso eu vou deixar lá pro final para que a gente possa ter
esse momento para poder pensar a nossa atividade e finalizar da melhor forma possível. Professor, dá Tempo, com certeza. Os documentos aqui, o material, tudo foi disponibilizado para vocês semana passada, se eu não me engano. Então vai ter tempo de aprofundar um pouco mais a leitura. E turma, leiam, eh, aprofunde as ideias. Eh, busque novos conhecimentos para poder fundamentar o que vocês já sabem. Aí vocês vão poder fundamentar as ideias de vocês, tá? O início da disciplina foi no dia 4/09, ou seja, mês esse mês passado, né? E aí teve um tempo Adequado, né? E a
data de previsão é o do término é 8/10 de 2006, né? E aí vamos ter também o encontro presencial no Polo no dia 10/10. E aí estejam lá presente que vai ser a continuidade dessa atividade avaliativa, onde vocês vão poder apresentar para toda a turma o as perspectiva de vocês, né? Então assim, turma, eu particularmente achei uma uma atividade de grande valor, de grande fundamentação e de grande valia, que vai contribuir não só para uma nota, Mas vai contribuir também pro projeto maior de vocês, tá? Então fiquem tranquilos e vamos botar as as coisas na
prática para poder desenvolver a atividade, tá bom? A ementa, a ementa ela é leve, assim como a carga horária dela, condizente, tá? Eh, é a em desenvolvimento de estudos individuais em grupo direcionados para a redação de um plano de gestão, né? Eh, e ela vai, a disciplina vai contribuir com o plano de Gestão de vocês por meio das ideias. Um plano de gestão educacional, ele não é um plano de educação de uma empresa, ele tem uma visão clássica de poder trabalhar com essa perspectiva de pessoas, né? A gente trabalha com pessoas, então eu tenho que
levar em consideração a realidade das pessoas, as diferenças, né? E não dizer ou pensar que tudo é igual, mas a gente vai chegar mais ainda aprofundar mais essas ideias quando a gente vai conversar a ler com Os autores, tá? um plano de gestão para a redação de um plano de gestão com foco nas especificidades da atuação pedagógica com a juventude no ensino médio. Então vai ser trabalhado um plano de gestão voltado por atendimento que cabe ao ensino médio, que são jovens, né? a juventude que tá ali estabelecida, que tem uma perspectiva de entender que a
educação pode contribuir com a formação dele para exercícios de cidadania, qualificá-los para o mercado De trabalho e também para cursos superiores, né? é formidável, bem como as possibilidades de diálogo com os vários territórios da atuação educativa. A elaboração, o segundo ponto, a elaboração de um plano de gestão para a implementação da política nacional do ensino médio pena no contexto de sua área de atuação profissional. Então, bem voltado para poder atender as políticas desenvolvidas a nível nacional que cabem a todo o território, né? Ninguém fica Aqui desassociado de nada. né? Qualquer parte do território tá contextualizado
com as políticas nacionais de educação para o ensino médio. Tá bom? Os objetivos pedagógicos da disciplina. Objetivo primeiro, destacar o papel da pesquisa sobre a realidade escolar, compreendendo-a como um instrumento essencial para reunir subsídios que orientem meu planejamento, para que meu planejamento ele não caia na ideia do senso comum, mas para que me o meu Planejamento seja fundamentado por teorias, teóricos, pensadores, filósofos, para poder contribuir para uma um processo bem bem aprofundado do que é esse nosso nosso plano de gestão, tá? Então aí vamos apresentar as principais etapas da elaboração do plano de gestão, considerando
as especificidades de cada contexto escolar. Notem que a gente vai falar de uma atividade e essa atividade de forma geral ela vai contribuir para Que vocês sistematizem, aprofundem mais ainda a construção do plano de gestão de vocês, que é o objetivo final do curso, né? Então assim, tem tudo para dar certo. Basta colocar em prática, né, e compreender a sistemática, né, o afunilamento do que foi a ideia do que se levou à construção do dos dois artigos, mas sem desconsiderar os outros artigos também, porque um vai contribuir com o outro e vai dar uma visão
para vocês assim formidável do que é essa Gestão dentro da escola de vocês. E aí é como se a gente abrisse um novo olhar sobre a nossa escola. E é esse o papel que cumpre quando a gente tá dentro de uma especialização para poder compreender de forma crítica qual o nosso papel, qual é o nosso papel da nossa escola e perceber se de fato nós estamos de acordo com as perspectivas políticas educacionais do nosso país, porque senão a gente pode cair no erro de ter uma escola de um jeito, numa Localidade, lá no outro município
de outro jeito, em um estado de outro jeito. a gente começa a dizer que tá em escolas maior do que a outra. O currículo, os conteúdos, as perspectivas, elas são semelhantes. Não que uma escola seja igual a outra, mas o zelo para ter essa qualidade, ela tem que partir de nós enquanto membros de cada uma dessas escolas. Então o peso é muito grande. Se escolher ser professor, escolhi ser gestor, acabou. O tempo de Estudar é esse. Tá bom? Mas vamos falar mais ainda sobre essas questões, tá? Então vamos agora partir para o detalhamento das sessões
dos estudos, né? Como é que ele se organiza os conceitos, né? As ideias, né? Os exemplos, né? Como isso tudo acontece dentro de uma prática educacional pedagógica? Primeiro, a primeira sessão, nós temos uma atividade, né? que essa atividade depois vou pedir até para colocar por Último pra gente poder pensar primeiro nas perspectivas relacionadas à educação, daquilo que a gente pode pensar para construir essa atividade, né? E aí vai tá a leitura de de Cur, né, que ele vai falar de direito à educação, ó, direito à educação, né, direito à igualdade, direito à diferença. Igualdade e
diferença, direito à educação. Tudo isso aqui, se você for na Constituição, artigo 206, 207, 200, tudo tá ali falando de gestão, tá falando Sobre educação. artigo 14, 15 da Lei de Diretrizes e Base educacional, nossa grande LDB, ela fala sobre gestão e aí ela vai falar sobre o direito à educação. É para todos. Quando a Constituição fala que o direito da educação é para todos, não há discussão. Mas há discussão, porque eu tenho que dizer que ela tem que ser gratuita, eu tenho que dizer que ela é de qualidade, eu tenho que dizer que ela
tem que ser, ela tem que ter acesso e eu tenho que Dizer que ela tem que ter permanência também, porque se eu só disser que tem direito, talvez a coisa não caia tão bem. E aí eu vou também ter o direito à igualdade e o direito à diferença. Esse direito à igualdade a gente tem que ter muito cuidado, porque quando eu falo que todo mundo é igual, né, perante lei, todo mundo é igual dentro da educação, eu começo a pensar minhas políticas educacionais de forma eh linear, né? passar uma régua e dizer assim, ó, pá,
Tá todo mundo bem, todo mundo igual, só que quando eu chego dentro da minha sala de aula, turma, eu vou perceber que existe diferenças étnicas, sociais, eh psicológicas, filosóficas, religiosas, culturais. E eu, enquanto educador eu tenho que considerar tudo isso, porque se eu começar a pensar metodologicamente e estruturar meu trabalho de forma que eu vou avaliar todos linearmente, como se tudo ali tivesse certo e que todo Mundo deve tirar a mesma nota, a mesma nota não, que é um trabalho, é uma atividade, é uma prova que vai servir para todos, eu posso estar incorrendo um
grande erro. Então eu tenho que parar para pensar dentro da minha escola que ali existe diferentes, ali existe diferente. E sem levar a em conta que e sem levar a questão que é um diferente e que ele é incapaz. Não, não é incapaz, ele é apenas diferente. Eu tenho que levar em consideração as diferenças dele E atribuir as minhas metodologias pedagógicas para poder atender as diferenças dele. Senão eu posso gerar uma grande exclusão. E olha que momento que a gente vive agora. Todo mundo fala de inclusão, né? Como se fosse fácil, como se a escola
tivesse aberta lá. Não, vamos incluir todo mundo. Não, não é fácil. Não é fácil, porque nossos próprios trabalhos acadêmicos, nossas próprias políticas eh eh governamentais, elas atribuem uma certa linearidade, Onde parece que todo mundo é igual. Então é um ponto complicado e cabe nós educadores equilibrar essa prática, tá? E aí vamos ter a o outro argumento que é por meio do artigo de Dub B 2004, onde ele vai fazer uma leitura bem orientada e ele vai falar o que é uma uma escola justa. E aí eu chamo uma reflexão para vocês. Será que a escola
que vocês trabalham é justa? Será que eu mandar o aluno de volta para casa pelo fardamento dele ou qualquer Dificuldade dele ou porque ele bagunçou pel uma questão de briga, violência escola? Será que é justo? Será que minha base não é seria educar para poder transformar ele? Eu sei que é difícil para caramba, turma. e falando parece fácil, mas eu sei que na prática as atitudes são tomadas, mas assim, reflitam bem, será que toda vez eu utilizo de justiça dentro da escola? Será que quando eu passo uma atividade eu não vejo que meu aluno ali,
ele não Passou um dia mal dentro da casa dele, ele teve alguma dificuldade, tem questões de violência, questões de droga e que às vezes ele tá ali naquele meio e que ele vai ter uma dificuldade de poder ter a mesma avaliação que os demais. Será que aquele meu aluno que tem dificuldade para poder enxergar ali a a escrita do que ele vai fazer? Será que eu não tô colocando ele numa situação difícil? Hoje mando que nunca a nossa prática pedagógica, ela é às vezes é um Pouco, ela é muito excludente, nem um pouco, ela é
muito excludente e ela nos leva a ter uma certa evasão dentro da escola. Então, uma das formas de evasão pode ser minha própria prática, minhas atitudes, minhas ações enquanto professor. Então, essas são reflexões que eu peço que vocês guardem para vocês e que começa a pensar dentro da escola de vocês, tá? Aí a atividade avaliativa, o podcast reflexivo, né, que aí vocês vão denominar vozes para uma escola Justa. E aí vocês vão fazer o paralelo da leitura que vocês fizeram dessas duas reflexões contidas dentro dos dois artigos e vocês vão lançar a visão de vocês,
a perspectiva de vocês. Por eu devo falar do mesmo jeito que tá lá no artigo, dá uma conotação, outro não, precisa. Mas o discurso de vocês é levar em consideração que de acordo com Cur ele fala que tal coisa é assim, que o direito à educação se fundamenta dessa forma, né? E aí com as palavras de Vocês, ele vai dizer que a escola justa de fato, de acordo com o do B, nos o que nos ensina do B, ele vai aprofundar todo aquele conhecimento. Então assim, a nossa atividade é uma atividade tranquila e que eu
vou querer de vocês uma uma entre uma integração de vocês total para que envie esse trabalho. E eu vou fazer questão de poder dar uma olhada em alguns, né, solucionar alguns para poder olhar, para poder pegar aquela métrica de todos, que são muitos, Né? Mas eu acredito que de forma geral todos vão se sair bem, tá? Mas vamos chegar lá, tá? Aí, atividade um, construindo grosário colaborativo, justiça social, inclusão e participação. Colocar ali o que é cada justificativa, cada explicação de cada um desses pontos. Essa parte, a parte mais tranquila. O principal é focar na
organização do eh do podcast. Professor, mas eu moro no município e a minha colega da equipe, Ela mora em outo, né? Ela mora aqui em São Luís, eu moro lá em Caxias. Eu turma, tranquilo, tranquilo, tá certo? Porque hoje nós temos tecnologia para isso. O próprio WhatsApp vai poder contribuir com vocês. Vocês vão ter diversas maneiras de poder chegar esse mesma medida. Não necessariamente vocês precisam estar no mesmo lugar, então esse não vai ser uma barreira, tá bom? Mas vamos conversar mais sobre isso. Vão organizando as ideias para poderem Depois perguntar. Fique à vontade. A
pesquisa, o outro ponto, a pesquisa como base para o planejamento. Todo planejamento ele necessita de pesquisa, ele necessita de um olhar aprofundado, um olhar delicado para poder compreender como é que se aplica esse planejamento. E fiquem tranquilos, todo planejamento, ele é uma ideia de poder colocar algo em prática que possa contribuir para que o sistema funcione bem. E se não der certo, por isso que é um planejamento. Eu tenho a possibilidade de repensar e refazer meu planejamento. Eu posso readequá-lo todo o tempo. Tentei tal coisa, não deu certo, volto atrás e tento novamente. E por
isso que o planejamento ele é interessante que ele se faça por diversas mãos, né? para quem não fique, a gente ficar, cada um tem uma visão, vai colaborar mais, os olhares eles vão se expandir mais e eu vou ter possibilidade de poder acertar mais ainda e se eu errar, erramos Juntos, né? E aí vem um processo eh democrático, né, de ideias, de diálogos. É formidável. Aí nós temos aqui, turma, o plano de gestão e a escola democrática justa e inclusiva, tá certo? Eh, considerando as reflexões de CUR sobre o direito à educação, que propõe uma
análise crítica desse direito, articulando-seos ao direito da igualdade e a diferença, ele pensa num direito à educação para todos, mas ele vai propor Uma análise que é crítica porque ele vai parar para poder pensar o que é, como é que ele vai se colocar em relação à questão da igualdade, que aparentemente pode ser um processo formidável, mas de repente eu posso tá equivocado, né? Porque o que igualdade às vezes ele pode ferir esse processo democrático, né? E a, se eu não levar em consideração as diferenças, né? Como eu já falei para vocês antecipadamente, eu tenho
que levar em conta aqueles diferentes dentro Da escola. Agora, levar em consideração aqueles diferentes, né? Ela é perceber que a nossa sociedade eu vou encontrar pessoas eh distintas de várias perspectivas. Como eu já falei para vocês, vão encontrar pessoas com deficiências, pessoas com TDH, uma série de fatores e isso parece que cugiu cada vez mais agora, mas assim, eu sempre percebi, sempre entendi que a educação ela sempre teve essas nuances, nunca foi diferente. Agora que parece que a a Coisa se instalou maior, né? Não sei se vocês concordam comigo, mas parece que agora deu uma
exposição maior. E vocês que estão bastante tempo, alguns aqui dentro da educação, sabem disso. A gente teve, sempre teve, né? Mas ainda bem que agora esses olhares modificaram pra gente poder ter um atendimento melhor para esses alunos, né? E ver que os diferentes eles precisam também serem incluídos e que as políticas elas devem fazer isso com que haja um um Atendimento cada vez maior, tá? Então, objetivo do plano de gestão. Aí vocês vão ter bem claro o objetivo do plano de gestão, ó. Inclusão e democracia. Expressar na prática os expressa na prática os princípios de
uma escola democrática justa e inclusiva. Toda vez que eu falar da inclusão, eu de fato vou est falando de uma escola democrática. Se eu falar só democracia, até pela ideia de democracia filosoficamente isso É muito amplo, né? Eu posso me perder do que é democracia ia chegar até o ponto dizer assim, acho que não tá sendo tão democrático assim, né? Inclusão hoje é tão importante que as universidades, elas criaram algumas universidades, mas isso eu acredito que vai se expandir mais, cursos de graduação de inclusão, né, na perspectiva na inclusiva para poder atender eh professores, para
contribuir com a formação deles para atender essa clientela. Eu não digo nova Clientela não, viu? Porque para mim é uma clientela que já existia, né? Então a inclusão ela vem com uma força total por meio de políticas públicas, decretos, né, leis para fundamentar e contribuir as universidades se agregaram. aqui no caso da UEMA abriu os para tratar de inclusão, formação e professores, tanto de nível eh regular quanto por meio do dia de EAD, né, o curso. E aí nós temos outro ponto, justiça social, Turma, é algo muito amplo, né? A justiça social, ela se alinha
ao planejamento educacional, a promoção da cidadania para ter justiça social, para sermos justo, de fato, nós temos que ter justo socialmente, né? Aí quando eu tenho uma justiça social, eu consigo ter uma visão e atender todos para que ninguém fique de fora do processo justo que é. E a educação que a gente exerce lá da nossa escola pública, que cada um de vocês trabalham, né? Ela só é uma educação Clássica e boa permanente porque ela é social, ela tem um cunho de estado, então é uma justiça social, tá? E aí ela promove a cidadania, ela
tem que visar combater as desigualdades e a valorização da diversidade, que é o a gente tá falando aqui todo o tempo quando a gente falar da inclusão, né? E aí, turma, tem a questão de combater as desigualdades. Pare para pensar de que forma a escola de vocês combate alguma desigualdade dentro da sociedade. Como é Que eu combato a desigualdade, né? O ponto principal para combater a desigualdade em si só é a educação de forma geral, né? Nós estamos no nosso estado é um estado que ele tem os município de piores índices de desenvolvimento humano do
país, né? Então isso chama muito a atenção e aí tem vários pontos que podem se colocar como índice para poder melhorar a essa condição e trazer desenvolvimento para aqueles municípios, né, para para Aqueles povoados, aquelas localidades onde há uma necessidade de implementar uma qualidade de educação, contribuir com emprego, renda, uma série de fatores. Turma, mais do que qualquer outra instituição, garanto para vocês, quem vai melhor cumprir esse papel é a educação. é o papel que vocês têm, né? Então, leve a sério, pense na formação de vocês, analise, porque quanto mais vocês aprofundarem o conhecimento, melhores
Agentes de transformação vocês vão se tornar. E aí sim esse papel vai ser cumprido de trazer justiça social, né, empreender a educação. E aí os índices de desenvolvimento humano do nosso estado, eles tendem a melhorar, né? É só para vocês observarem, os municípios que mais crescem é aquele que é uma maior dedicação com a educação, né? Então o nosso papel ele é assim é um papel fabuloso, né, de grande perspectiva para o desenvolvimento por meio do Conhecimento do Estado. Então assim, pense nisso. Pensando nisso, esse nosso projeto de gestão, ele vai ser cada vez mais
bem elaborado, mais bem constituído, tá certo? Então assim, para poder a gente traçar mais uma ideia ainda, justiça social, né, é o princípio de garantir a todas as pessoas, independentemente de gênero, origem ou classe social, indistintamente, tá certo? Eh, a igualdade de direitos, aí sim vai ter Justiça social. Eu não vou olhar questões de gênero, não vou olhar questão de etnia, eu não vou olhar nada, eu vou olhar apenas pessoas com a possibilidade de terem ali um um aprendizado significativo, tá certo? Aí vamos ter acesso a recursos básicos que vão contribuir e dar dignidade para
as pessoas. A educação é o maior caminho. Professor, tem outra forma de enriquecer o povo, tem outra forma de poder melhorar os índices da educação, da do Desenvolvimento do nosso estado. Turma, eu não vejo mais nenhum outro que não seja educação. A saúde tá interligada com a educação. Agro a agropecuária, qualquer área que vocês queirem indicar, eu preciso de formação. Eu preciso ali de ter um agente transformador, que é esse agente, é o professor, eu preciso da escola. Eu preciso pro mercado de trabalho a escola. Então, a maior garantia de poder ressignificar, melhorar o nosso
estado, potencializar o O nosso país é por meio da educação. Se vocês souberem de outro, me falem que eu vou ficar grato. Mas é educação. E aí eu coloquei aqui uma pequena figura que eu achei interessante para caramba, né? É a escola, os diferentes dentro da escola, né? O a menina cadeirante, os coleguinhas, né? o outro cadeirante, né, preto e aí os outros mais, né, todo mundo faz parte da escola, né? Ah, até alguns anos atrás ainda tinha professores que eh não aceitavam Matrícula de algum aluno com alguma alguma deficiência, né? Ah, não vou aceitar
porque a escola não tá preparada. A escola tem que tá preparada. A minha escola real, ela tem que tá preparada, né? Para esse meu aluno real, eu não posso negar a matrícula. Eu não posso atribuir pra escola que ela não tem preparo, que ela não tem estrutura. Eu não posso mais dizer isso. Professor, mas se as políticas não atenderam minha escola, Vocês têm que buscar a Secretaria de Educação, tem que buscar um caminho que tem a promotoria, tem juízo, tem tudo ali pra gente poder buscar o caminho, mas eu tenho que fazer justiça social. Viu
lá como é um peso grande, é pesado para caramba, né? Ponto aí, outro ponto, a educação como direito fundamental e cidadania, né? A educação é um direito fundamental para todos. E é por meio da educação, de maneira fundamental é que eu vou fazer o Princípio do exercício da cidadania, né? que é um dos pontos, se vocês pegarem a nossa Constituição Federal, vai dizer que o direito à educação é de um deles, um dos pontos é o exercício da cidadania, qualificação para o trabalho e formação superiores, né? Ele vai dizer que o exercício da cidadania, se
eu contribuir para formar bem um cidadão, dar uma uma boa educação básica para ele, uma educação infantil, um ensino fundamental bem estruturado e Depois um ensino bem bem qualificado, turma, ele vai se tornar um bom cidadão. Ele se tornando um bom cidadão qualificado para aí sim ele exercer a cidadania, aí ele vai entrar no mercado de trabalho tranquilamente, ele vai conseguir passar no vestibular, não é? Eu não vou precisar de outros meios, né, para poder fortalecer o próprio ensino médio em si. Ele tem que qualificar o aluno para que isso aconteça. Professor, e se o
aluno não Tiver preparado? Ainda assim eu diria na minha perspectiva que a culpa é nossa enquanto professores, porque o nosso papel é de dar educação para que eles tenham educação de qualidade, né? Nós ganhamos, nós temos estrutura, nós temos FUNDEB, tem BNCC, tem reforma do ensino médio, tem um monte de política aí para poder dizer que o mecanismo é esse. Os romanes, eles não chegam até o meu município, turma, procure, leiam, verifiquem no MEC, fale com a secretária Da educação e a gente vai acabar alcançando esse objetivo. Tem que alcançar, mas não vai ter nenhuma
justificativa cabível, porque a estrutura educacional nossa já é essa, né? E mas ela vai ser implementada cada vez mais com os novos profissionais da educação dentro da escola inserido dentro do nosso contexto. A ampliação dos nossos encargos, eles vão aumentar cada vez mais. Aí bem que tem um um pequeno jogo de palavras aqui que vai Falar que a educação é direito. É o primeiro ponto que chama mais atenção dentro de um score de perguntas dentro de um artigo. É direito, é cidade, é povo, é cidadão, são deveres, né? participação, bem, forma de expressão. Então, tudo
que eleva a nossa nosso aprendizado, nosso conhecimento, tá em volta da educação. Então, vamos pensar em educação todo tempo, tá? Então, aí, turma, nós vamos encontrar eh Dois pontos que interligam a igualdade e diferença, tá? Direito à igualdade. O que é esse direito à igualdade? O direito à igualdade, ele assegura as mesmas oportunidades para todos. Que formidável é, né? Que bacana. O direito à igualdade ele assegura a mesma a mesmo nível de oportunidade para todos, sem discriminação, né? Isso é bom. É um ponto já se nós fôssemos todos iguais e não alguns Diferentes ou uma
grande parte diferentes, né? Então, sem discriminação. Se o foco for apenas na diferença, se eh se o foco for apenas na diferença, sem garantia de direitos iguais, podemos estar contribuindo para a segregação. Porque eu vou dizer que todo mundo é igual e aqueles não são igual. Eles vão ficar segregados, porque eu vou botar no mesmo nível para todos, mas eu vou alcançar aquele que não é igual e aí eu vou ter um problema dentro Desse. Todos são iguais, sem discriminação, tá? São reflexões, vão pensando, vão discordando, vão concordando, mas pensem, tá? Sem a garantia de
direitos iguais, poderemos estar contribuindo para a segregação, o preconceito e a criação de grupos sociais fechados, nos quais ser diferente pode estar condicionado a ter menos direito. E não é isso que é direitos iguais, né? Todos têm que ter direito dentro da sociedade. Todos têm que ter os mesmos direitos, professor. Mas tem casos de quem é mais rico, ele tem mais direito e tal. Isso aí são as estruturas sociais, isso aí são as desigualdades que a gente coloca socialmente, mas documentalmente por meio das leis, a nossa percepção, percepção é de igualdade. Não deveria acontecer, né?
Todo mundo que procura a educação deveria encontrar guarida ali dentro daquela escola, né? E aí com as suas diferenças, seus problemas, sem a Sua farda completa, sem seu livro eh bem organizado, bem estruturado, né, com pouca alimentação e vai buscar na escola subsídios para isso. Então aquele diferente pra escola, ele sim tem que ter o mesmo olhar daquele que eu digo, julgo que não é diferente. Turma, parece que falando assim é fácil. E muitos de vocês pode dizer assim: "Ah, mas isso aqui na minha escola, eu faço isso, eu faço aquilo". Pare para pensar e
pare para observar Bem. Será que eu faço? E será que todos fazem, né? Eu tenho que fazer. E aquele que não faz, ele tem que ser colocado para poder fazer, para que aquela pessoa se sinta de fato incluído dentro da escola. E o direito à diferença. A diferença reconhece e valoriza a diversidade cultural, diversas culturas completamente diferentes e também individual do sujeito, tendo como cuidado para não transformar a diferença em motivo de Exclusão, como eu já falei para vocês, ou desigualdade. Nesse sentido, se focarmos apenas na igualdade, se eu pegar apenas a igualdade, que é
aqueles que eu vejo que pode estar mais de acordo com as estruturas que eu acho que são feitas paraa igualdade, nós vamos estar nos arriscando em criar uma homogeneização. E aí a nossa escola não é homogênea, turma, longe disso, né? forçada, uma homenagem forçada, porque não é isso, Anulando dessa forma as identidades. Cada um de nós possumos identidades diferentes. Cada um de nós temos uma forma de ser. Só para vocês ter uma ideia, eu tô trabalhando aqui com vocês a disciplina, eu ajo de uma forma, eu apresento de um jeito, eu falo de um jeito.
Se vocês pegarem o outro professor, ele vai agir de outro jeito, de outra forma. A identidade dele é outra, a formação dele é outra, né? pode até ser parecida com a minha, mas ele Vai ter uma individualidade, uma identidade diferente, culturas diferentes, religiões, né, diferentes. Eu tenho que atender a diversidade das religiões, respeitar todas. Ah, mas eu não sou parte dessa religião, eu não concordo com ela. Dentro da educação, né, há o princípio de eu poder atender a todos, é o princípio da da escola ser laica, né? Então essa laica é respeitar, né, de uma
certa forma, de maneira geral, todas as Religiões, né, aqui na universidade, nas escola, aquele aluno que é adventista, são um exemplo, né, ele não é prejudicado por nada. Naquele dia da que ele tem o sábado dele, né, como uma questão religiosa, ele pode não ir pra escola e ele não vai ser prejudicado, os conteúdos vão ser trabalhados com ele, ele vai conseguir avançar. Então assim, é uma forma que a gente tem de mostrar que a a escola ela acompanha e ela respeita essas questões, até porque Essas questões elas não são pessoais minhas, elas se encontram
lá na no artigo 5º da Constituição Federal, então eu ten que receber universidades, né, as várias visões filosóficas, pedagógicas, né, eu tenho que ficar aberto para isso, né, e também a particularidade de cada grupo social, respeitar a diversidade no o contexto geral. E aí, turma, eh, a igualdade, né, quando a gente fala da da prova de de igualdade, a gente tem que pensar que ele é um valor filosófico, Né, de ético, de tratamento entre pessoas, né, sem privilégio nenhum, né? E quando eu falo em democracia, aí sim eu vou est falando que é um sistema
político de governo, um governo democrático, um governo que trabalha de forma democrática, né? Agora, o princípio de poder essa democracia ser concretizada na prática é por meio de um sistema entre pessoas de forma igualitária, de um perdetor de igualitário. Aí a democracia ela vai ter Funcionalidade, ela vai poder dar certo, tá? Aí eu coloquei uma pequena observação aqui que vai dizer assim, ó, essas diferenças ainda apresentam um grande desafio para as sociedades modernas. Você sabe qual o grande desafio que a gente tem ainda? Aceitar as pessoas, né? Discriminar, discriminação, preconceito, né? Os olhares, eu não
concordar, eu achar que eu sou superior. Isso é um desafio imenso. Acredito e até paraa formação de Uma de uma perspectiva educacional, de um projeto, eu eu pensar em todos. Na escrita é fácil, na prática, acreditem, isso aqui ainda existe. É só ligar a televisão. Ligou a televisão que a gente vai lá, tá lá vendo as dificuldades em relação ao processo de aceitação, né, de participar de todos, né, e consequentemente das políticas públicas. Eu tenho que ter políticas públicas que assegure esse princípio de direito, que é justamente criar mecanismos que Garantem a igualdade de oportunidade
e de direitos. igualdade de oportunidade e de direitos. Eu tenho que gerar oportunidade e os direitos para poder me assentar daquilo. Por meio do reconhecimento das diferenças. eu reconhecer as diferenças como uma delas para poder alcançar esse ponto das diferenças e equalizar uma norma melhor paraa sociedade. As cotas, as cotas é um processo fabuloso, né, de pegar os diferentes e tentar organizar Para que aquilo ali se dê uma adequação melhor. Ah, mas temos aquela ali, tá certo? Aquela ali tá turma é lei, tem validade geral, né? Não basta não ter mais discussão, é colocar na
prática que com certeza tocando paraa frente a gente vai dar certo pra nossa sociedade. Outro ponto, acessibilidade para a PCDZ e o respeito à liberdade religiosa. Esses três pontos, acreditem, se a gente conseguir resolver ele, nosso estado, nossa educação avança muito. Será que Minha escola tem rampa para poder atender? E será que a rampa funciona bem? Será que as portas atendem a passagem no cadeirantes, né? Eu já vi aqui algumas realidades que é bem complicado, viu? para quem necessita de ter acesso. Isso complicar bastante que eu não vou entrar no no mérito, mas assim, por
momento que nós nos encontramos, é necessário que isso se modifique, que a gente se adequ leis, porque são leis federais e que elas Estão aí para poder dizer que agora a coisa tem que funcionar desse jeito. Será que minha escola tem estrutura adequada para poder atender as peculiaridades, essas diferenças de todos? E aí vocês vão refletindo, vão construindo as ideias e o papel de vocês dentro da escola de vocês. A trajetória histórica e a função social da escola. A escola cumpre o papel função, a função social dela. Uma desses pontos é a conquista do de
lutas Sociais. O direito da educação, turma, ah, não é uma concessão espontânea. Ele veio por meio de movimentos sociais, lutas, brigas, confusões, grandes debates, pioneiros da educação, um monte de coisa pra gente poder alcançar o que nós temos hoje em relação à nossa LDB. Acreditem, desde a Revolução Industrial para cá, a gente vem lutando, né? os países europeus, a América de forma geral, foi lá e conseguiu ter essa concepção da educação e reestruturar ela De uma forma mais rápida, porque eu poderia dizer assim, em relação a nós aqui no Brasil, aqui no Brasil teve uma
luta muito grande porque a educação era muito elitizada, ela só era ofertada para poucos. E eu diria para vocês, até hoje ainda vejo que de uma forma crítica aqui ainda tem um complicadorzinho, né? Eu ainda é um pouco elitizada. Sim, a gente não tem uma inclusão total de todos dentro da escola. Isso se mede pela educação, pela questão inclusiva, Né? Alunos com dificuldade financeira, de alimentação, alunos aqui da universidades, né? Um monte de contextos que ainda precisam ser resolvido e que ainda gera ainda lutas necessárias. E a nossa educação, eu costumo falar, turma, que ela
é muito nova, né? Eu direi que a nossa educação do contexto que é agora para poder a gente poder conceber questões da educação, a universidade, aq ela ela despontou com a o a educação eh à distância já há bastante tempo, né? Então foi por meio da LDB que isso poôde acontecer. por meio da LDB, abriu várias universidades, oportunizou para que o o preto, o pobre, né, aqueles que tinham dificuldade de acesso à educadão, à educação pudesse adentrar as escolas de uma forma mais incisiva, né, dentro da universidade, principalmente, tá? Então, o direito à educação não
é uma conquistação espontânea. E aí, só voltando e falando da jovalidade da nossa educação, né? Eu digo que a nossa Educação ela é da LDB de 96 para cá, que a gente conseguiu estruturar melhor tanto a educação infantil, o ensino fundamental, o ensino médio e a própria universidade, né? Mas antes a gente vinha lutando para poder dizer o que que a gente queria e como que a gente poderia ter uma uma educação de qualidade. E aí vem a base da nossa educação que foi pensada pelo senador Daci Ribeiro e pelo senador Jorge Jorge Raj, que
deu aquela contribuição para Poder discutir a nova LDB e a gente ter esse modelo que a gente tem hoje, certo? E aí temos também o papel emancipatório, a escola em si, a escola pública, ela deve atuar no desenvolvimento da autonomia no pensamento crítico e da emancipação humana. Esse é o papel que cumpre pra escola. Eu fazer com meu aluno, ele consiga ser um sujeito crítico e não um sujeito, como Paulo Freire bem coloca, né? Um sujeito conteudista, né? A gente não vê nosso Aluno com apenas um um um banco, galinha de vai lá e deposita
eh conteúdos para ele. Turma, disputam dentro da escola. Será que minha escola discute essas questões, essas faz relações críticas? Será que o o o potencial de criatividade e desbotamento intelectual dos meus alunos eu consigo alcançar, né? Esses dois pontos vão gerar uma emancipação dos meus alunos, né? eu vou conseguir perceber meus alunos sendo seridos dentro da universidade, passando em Concursos, serem sujeitos reflexivos. Aí sim é que vem uma ideia do exercício da da cidadania. Se eu tiver apenas um aluno em si e eu não tiver clareza esse exercício da cidadania, ele é meio que falho,
né? Eu eu preciso adotar um senso crítico. E é isso que eu peço para vocês nessa atividade, que lance mão do senso crítico de vocês. Leiam o texto e analise criticamente a prática de vocês. Lá na minha escola tá dando certo, minha escola funciona, ela não funciona e tal. Seja críticos. Ser crítico não é dizer que eu perdi tudo, não, né? Eu ser contra. Ser crítico eu refletir para que a coisa saia melhor, tá? Outro ponto, bem público de todos. A escola é um bem público de todos. A educação deve ser gratuita e obrigatória, né?
Eu não tenho que cobrar nada paraa educação. E eu eu vou dizer para vocês, tem tanta questão que quando eu penso do que é gratuito paraa educação, gratuito para mim quando a Constituição fala que é gratuita, de Fato é gratuito. Não tem que se cobrar nada de aluno, não tem que se pedir nada. até hoje, como se pedir um mínimo para um aluno, pode ser um ponto de evasão dele da escola. Até nossas atividades, quando a gente vai fazer atividade na escola, né, se não tiver um apoio dos professores, alguma coisa assim, eu posso estar
contribuindo uma de uma certa forma para evasão dentro da escola. Então, cuidado pra gente ter esses pensamentos bem concretizados Sobre o que é a gratuidade e a obrigatoriedade. Eu tenho que ter os alunos, os pais têm que matricular. Olhe que medidas políticas administrativas, políticas sociais estão sendo adotadas para que haja uma uma cobrança maior dos familiares para poder matricular os alunos, bolsa família. E agora tem mais ainda a ideia do pé de meia que são medidas para poder assim, ó, você tem que tá meio matriculado. Olha, quando o principal, eu diria para vocês assim, ó,
O principal para mim de educação é que o aluno venha pra escola pelo conhecimento, mas a gente sabe que a gente tem que utilizar dessas políticas públicas para que isso aí possa acontecer, né? Então, sigamos em frente aqui, tá? Outro ponto, os desafios contemporâneos para a gestão educacional. Os desafios contemporâneo, estamos cheios de desafios contemporâneos, né? Pode ser uma diminuição da carga horária De alguma disciplina como história, geografia ou de política, filosofia. Pode ser o incremento de uma nova disciplina como educação eh empresarial, financeira, né? Ou então projeto de vida, né? que a gente tem
que se remodelar para poder reaprender e fazer com que aquilo ali funcione, né? Então são desafios, desafio para poder compreender essa nova clientela que chega na educação com esse novo olhar que é dado pela sociedade Para nós enquanto eh sujeitos que vão fazer com que essa educação seja colocada em prática. E aí ele fala o o Core do Matriade fundamental, garantia de políticas públicas que articule tanto a igualdade, a inclusão e a qualidade. Turma, o que vocês vão encontrar de igualdade, de qualidade dentro do plano nacional de educação? Foi como nunca. É o que mais
se fala dentro da do nosso plano nacional é sobre o o qualidade. Qualidade é equividade. É o que que mais Tem. Só que quando eu falo de qualidade é muito amplo. Pare para pensar na nas discussões de vocês lá na escola de vocês. O que é qualidade, né? É como se fosse assim, ó, qualidade é eu ter o quê? Uma cadeira e de plástico ou uma cadeira luxuosa, porque é qualidade. Eu dou uma grande aula com todas as contribuições tecnológicas. O que é qualidade? O que que é qualidade que a nossa nosso plano nacional de
educação quer dizer? né? Então, reflitam. Quando a gente vê qualidade, equidade, será que tá todo mundo tendo os mesmos direitos? Reflitam bem, tá? Inclusão. A minha escola é completamente inclusiva. Vamos eh partir do princípio da sinceridade. Será que todo mundo que procura e quem tá lá, será que tem os potenciais inclusive dentro dela? Desculpa por beber água e não pedi licença para vocês, tá? Porque a molhar um pouquinho a garganta faz bem, tá? Será que tem tudo isso dentro da escola? Então são questões. Quando tiver lá no podcast, a minha escola ela é uma escola
inclusiva, democrática e ela prima pela qualidade, mas ela ainda encontra algumas dificuldades devido os desafios contemporâneos que são impostos pela escola. A pandemia foi um grande desafio que foi colocado na nossa atualidade, né? Nós somos a aguardando esses alunos que eram crianças recém-nascidos ali e que vão chegar dentro da escola com uma Série de dificuldades devido à aquele momento, né, de doenças e uma série de coisas e que a minha escola tem que estar preparada para poder atender essa nova clientela. Pense sobre isso. Outro ponto, dois riscos a evitar no planejamento. Padronização forçada em ignorar
as diferenças e a particularidade do sujeito. Turma, todo curso que vocês fizeram aqui, qualquer um de vocês, qualquer curso que tem na universidade, Ela tem disciplina de sociologia, filosofia e psicologia. Tem que ter. Por quê? para mim poder compreender esse sujeito nesses aspectos, né, eh, filosófico, psicológico, políticos, né, para poder eu saber quem são eles. Minha sala tá ali organizada, movimentada, mas aqueles sujeitos ali, aqueles meus alunos, eles têm particularidades, eles são diferentes, né? Eles são mais, um é mais calado, o outro fala mais, né? Um tem um espaçozinho para poder estudar em Casa, o
outro já não tem. Um tem uma família bem organizada, bem estruturada, outro já não tem, né? Um mora numa casa, são vários fatores. Querendo ou não, tudo isso entra dentro da nossa sala de aula, tá certo? E aí vai um, os pais participam do contexto da escola, turma contribui ainda muito. Família é um ponto chave para poder dar uma dinâmica boa pra escola, né? Mas eu entendo que hoje existe uma grande dificuldade dos pais estarem na escola. É uma Dificuldade imensa, viu? Porque tem a questão da do capitalismo e os pais trabalham e o o
empresário, a o trabalho às vezes não libera os pais para poderem estar na escola quando são chamados para estarem ali. É, é são vários computadores, né? Eu não colocaria a culpa em ninguém nesse processo, não. Tá? Outro ponto, segmentação excludente, criar trajetórias escolares desiguais que reforcem privilégios e exclusões. Vou fazer uma prova hoje aqui, uma avaliação e aí eu vejo todos aqueles alunos que eu reconheci que são desiguais, né? Que tem as os diferentes ali dentro e eu faço uma prova linear para todo mundo ali do mesmo jeito. Olha só, eu vou est criando privilégio
para algum, eu vou est criando uma exclusão para outros, entendeu? Então a gente tem que ter muito cuidado e para poder pensar, né, como esse meu professor para quem é gestor de escola, será que meu Professor da minha escola ele tá levando isso em consideração ou não? Então vamos pensando sobre esses aspectos, tá? E aqui, turma, nós temos aqui esse gráfico aqui que foi que eu coloquei aí que ele vai falar da referencial para qualidade e equidade da gestão escolar, né? E aí ele vai ter primeiramente valores, né? Que é a me a justiça, a
equidade e a inclusão, os valores que vão acentuar tudo isso, a aprendizagem e o desenvolvimento integral, né? Eu Preparar meu aluno como sujeito total. Se você não vê lá na Grécia lá, os gregos lá, os romanos preparavam de maneira integral. A nossa educação, ela vem se estruturando com essa ideia de de um sujeito integral, né? Aprendizagem, desenvolvimento integral. Outro ponto, clima escolar e convivência respeitosa. A gente tem que primar por isso. A gente tem que observar o cotidiano da nossa escola, dos nossos alunos. Será que há respeito entre eles? Será que eu, Professor, eu respeito
também meus alunos? Eu gestor, respeito todos os meus pares e os alunos? Então é um ponto que deve ser levado muito em consideração. Vocês já viram que algumas escolas, eu tô falando rápido, depois vocês me corrijam, né? Mas porque a gente fica ansioso querendo falar de educação e é bom falar, né? E aí, será que eu não tive dificuldade para poder fazer meu projeto político pedagógico? Por que que eu tive dificuldade? Não é Dificuldade de encontrar meus pares e daí todo mundo sentar, né? a dificuldade de trazer a comunidade, trazer os alunos, trazer os agentes
administrativos para poder discutir esse projeto político pedagógico. De fato, só vai ser um projeto político pedagógico que foi discutido. Aí eu vou fazer que haja uma democracia e participação social de fato. E isso nada melhor do que eu organizar o projeto político pedagógico, que aí eu vou conseguir Agregar todos esses atores dentro dessa condição, né? Outro ponto, ética. E o que ética? Aí entra a parte da filosofia ética também muito amplo. Quando a gente fala de ética, uma amplitude muito grande. Mas o que ética? Levou em consideração os aspectos que devam ser respeitado pelas contribuições
que é dada, né? Reconhecer cada um as diferenças, reconhecer os princípios de cada um, as ideias, ponderar sobretudo, tá? Dentro desse contexto do de uma Formação política pedagógica da minha escola. Outro ponto, melhoria contínua e inovação. Inovação, turma, não é só tecnologia. Inovação eu trazer uma ideia, até mesmo uma ideia que já foi construída e eu dar uma nova visão, eu tô contribuindo com uma inovação. Façam de tudo para inovarem dentro da escola de vocês. Melhore o que já tá bom. Vá lá e bote uma nova ideia. Acrescente um pouco mais para poder dar certo,
né? Hoje a gente fala inovação Para tudo, tá certo? E aí nós vamos ter as dimensões governança e para planejamento escolar. Outro ponto, gestão pedagógica. Eu tenho que ter que é a visão total, a visão administrativa, a pedagógica, visão financeira. A gestão pedagógica, ela tem que funcionar muito bem, que é por ela que vamos atingir o principal ponto da educação, que é o processo de ensino e aprendizado dos alunos. E aí nós vamos ter também liderança e desenvolvimento de pessoas. A liderança ela se dá no cotidiano todo tempo, não só do gestor, né? O gestor
ele tem a partir do respeito que ele se dá com os demais pares, ele passa a ser uma liderança. E sem liderança também, eu diria para vocês, eu abraçar tudo e pegar tudo para querer resolver tudo. Não é eu saber dividir tarefas, condições, debater, né, aprovar, dar ideias, né, e lançar para que os demais possam participar e que essa minha liderança ela venha das Pessoas também, né? Então, quem pode ser o líder da escola? qualquer pessoa, qualquer um de vocês, o aluno pode ser uma liderança, os pais, né? E aí eu vou ter liderança de
todas as formas. E provoquem lideranças, né? Existe a figura do colegiado escolar, acreditem, funciona bem para caramba. E o que eu vejo andando aí pelas escolas, né, aqui pela em São Luigas escolas hoje com eh colegiados, órgãos colegiados, né, Associação de pais e mestres, eh como é o nome dos alunos, é gremo estudantil, né, são pontos que são interessantes, pois a gente tem muitos conselhos de classe, né, esse tipo de coisa, mas tentem fazer porque a gente tenta aproximar esses outros grupos E a gente vai por meio deles legitimando a nossa liderança, legitimando nosso papel
enquanto gestor. Parei para pensar, será que na minha escola não seria interessante uma associação de pais Mestres documentado, um gremo estudantil participativo com nossos alunos, né, para eles poderem criar ideias pro esporte, lazer deles lá e a a cultura também, né, o teatro, qualquer ideia assim, vai contribuir para caramba. Aí vamos ter, como eu falei para vocês, a gestão administrativa e financeira, que é necessário, tá aí o PDDE para poder contribuir e às vezes até complica um pouco quando a gente se enrola na prestação de conta, né, que tem que ter Aquelas os detalhes das
notas fiscais toda, mas esse é papel de um gestor, um dos papéis de gestor, organização, planejamento, né, medidas a serem tomadas, né? E aí vamos ter também a gestão de dados, transformação digital. Eu tenho que tá condicionado, eu tenho que estar organizado para poder desenvolver minha escola por meio digital. cria um grupo de WhatsApp, de WhatsApp com os pais para poder discutir, cria um grupo lá para poder Falar com os outros gestores, os professores da escola para poder falar apenas de medidas educativas, né, financeiras, né, um grupo financeiro, não de tecnologias, né, elas são aí
para poder colaborar conosco, né? Esse aqui, esse é o documento do referencial do MEC, agora bem recente, 2026 que eles trouxeram para poder ser debatido. Argentina já sabe muito sobre isso, mas não é só saber que existe, é colocar na prática. E se na prática eu tenho Conhecimento e ele não tá coadunado com esse conhecimento teórico, eu tô com um probleminha grave dentro da minha escola, tá? Vamos lá. Nesse sentido, para aprofundar essa reflexão, a leitura de Curi nos leva a algumas reflexões. Turma, essa leitura do texto, ele vai contribuir com o podcast de vocês
e vai contribuir substancialmente para a construção do do que vem a ser o projeto de vocês também, tá? O plano de gestão de vocês, Né? Aí ele ele lança lá no nosso ebook três perguntas. Essas três perguntas vocês vão trazer um monte de significado paraa discussão, o diálogo de vocês e também para projetar na construção do projeto de do plano de vocês. Aí ele pergunta assim, ó, de que maneira a compreensão da educação como direito à igualdade e a diferença pode inspirar um plano de gestão mais inclusivo e contextualizado, né? De que maneira a compreensão
da educação como direito à Igualdade e a diferença? Aqueles dois assuntos que a gente falou anteriormente, eles vão contribuir para uma gestão mais inclusiva e contextualizada. E aí ele vai dar o aprimoramento para vocês ter fundamentação teórica para lançar no debate e na escrita de vocês. Quando tiver colocando lá na escrita, de acordo com Cur e do B, ele falam sobre tal assunto assim. Aí o que que Curi vai nos ensinar? ele diz o seguinte: eh essa Perspectiva, ela fundamenta-se, segundo o Curi, na dialética entre a igualdade essencial de todos, que é a garantia do
direito universal. Todo mundo tem direito à igual, tem direito a essa igualdade, combate às discriminações e oferta de condições de cidadania para todos. E o respeito também, né? ele vai lá e assegura, que vai também ter o respeito às diferenças, que aí vai entrar direitos à valorização do contexto singular, né, de cada um, a Questões de gênero, etnia, cultura e as necessidades específicas que vão contribuir para que eu possa ter esses direitos concretizados, né? Então pense bem, igualdade tem um bom conceito e diferenças, né? Ele também coaduna com a igualdade para que os dois relacionado
eles vão contribuir para que eu possa ter uma escola de fato democrática, né? Como inclusão, com tudo que possa pensar, tá? Aí ele vai essa fundamentação que Puri nos apresenta, ela pode inspirar o nosso plano de gestão escolar da seguinte forma. né? Quando vocês estiverem pensando nele e quando for discutindo no podcast, garantia de acesso e permanência, isso sim vai gerar igualdade. Antes a nossa lei, ela falava apenas de acesso e esquecer a figura da permanência. depois foram perceber que é necessário que haja também a luta por permanência para que o aluno esteja Dentro da
sala de aula do início até o fim, do como eu poderia dizer assim, ó, do primeiro horário até o último, mas eu posso ser mais amplo ainda, que ele esteja do início do ano até o termo do ano letivo, que os 200 dias letivos ou mais sejam parte da vida daquele aluno e que ele não abandone, né, que ele não fique evadido da escola, né, que eu não utilize nenhum tipo de artifício a mais para poder fazer busca. ativa, nada disso. Claro que precisa, né? Mas eu Digo assim, ó, se eu construir uma escola inclusiva
de fato, esse aluno vai se fazer tão parte dela que ele vai querer permanecer dentro dela, tá certo? E aí vai ter a garantia de que nenhum aluno seja marginalizado ou excluído da escola. Todos eles vão pertencer à escola, vão se sentir bem, vão se sentir incluído. A ideia de sentir incluído, né? Ideia de pertencimento à escola. Toma faça um debate na escola, né? Pense, né? Será que meu aluno ele tem Essa esse sentimento de pertencimento? Ele gosta da escola que ele tá? Será que eu mesmo, professor, eu gosto de ir paraa minha escola? Eu
faço questão de lá no dia do planejamento debater lá o que é para ser necessário para essa escola funcionar bem? Analise outro ponto, reconhecimento das diferenças, evitar ali dentro da escola um certo adquualitarismo entre os alunos, que dessa forma pode se ignorar as desigualdades reais e as especificidades De cada um desses estudantes. Turma, olhem todos diferença mesmo. Eu chamo atenção para isso porque eu mesmo eu, eu eu na minha prática eu observo meus alunos, eu tenho mazelo por eles para poder entender que há dificuldades, né? Até quando eu vou colocar aquela faltinha eu pergunto para
eles: "Rapaz, o que aconteceu mesmo de fato para poder tu não ter faltado, pode ter faltado para te poder não ter feito aquela atividade lá, o que foi?" Aí o aluno vai Lá, às vezes a gente pode dizer assim: "Ah, mas ele enrolou, ele não sei o quê". Então, turma, as dificuldades elas existem sim e a gente deve considerar muito delas, tá? Logo, o plano de gestão de cada um de vocês, ele passa a prever adaptações curriculares. Ele vai levar em consideração as adaptações curriculares necessárias de acessibilidade para alunos com deficiência, né, e estratégias de
acolhimento à diversidade étnica de Gênero e social. Abram os olhos de vocês e revejam a escola de vocês. Vocês vão encontrar um pouco de tudo dentro dela. Nada vai fugir do olho dos olhos de vocês com esse novo olhar crítico que vocês vão ter dentro da nossa especialização. Outro ponto, outro ponto, combate a privilégios e preconceitos, tá? Privilgio, eu devo ter muito cuidado porque de repente eu posso privilhar privilegiar um determinado grupo e eu Vou est segregando outros. O privilégio tem que ser para todos, né? E preconceitos, turma, vamos acabar com isso. E olha o
que existe preconceito dentro de uma sociedade onde a gente fica falando de ser tão democrática, né, tão eh próxima, né, onde todos somos somos iguais, né, e a gente é muito preconceituoso ainda. E a escola ela tem que ser um lugar para romper esses processos de preconceito e ela tem que oportunizar para que as pessoas possam Se respeitarem mais, né? se igualarem mais, né, e a gente romper com preconceito, a gente vai ter uma ideia melhor de palavra eh de aceitação, mas tem até uma palavra melhor, mas de aceitação do de cada um da sociedade,
né? E aí a a vamos avançar mais. se desenvolveru os países que se desenvolveram mais, é porque elas começaram a ser mais eh sociáveis um com o outro, respeitar as diferenças, né? Eles começaram a se Organizar melhor e aí a visão do país é tentar crescer cada vez mais. A gente vai ter muitos exemplos na França, na Finlândia, os países aí que cresceram com a educação seram bem nos processos de avaliação. Muito foi por isso. Ah, deixa eu passar aqui. E aí, só beber um pouquinho d'água? peço permissão para vocês. E aí ele chama da
seguinte forma, a outra pergunta: Quais são os elementos do texto de cure que dialogam com os Desafios que você identifica na sua escola hoje? Quais são os desafios que ele trata lá no texto? Aí vocês na leitura do texto vão perceber quais são os desafios. ele vai dizer assim, ó, eh, o texto de cour destaca seguintes desafios históricos que permanecem atuais no cotidiano da escola. Um deles, o primeiro, persistência da desigualdade social e educacional. Nós temos que romper essa barreira, nós temos que Crescer para cima disso e acabar com desigualdades sociais. Professor, é tarefa fácil?
Jamais. é dificílimo, mas nós somos uma construção estrutural, educacional que a gente tem que primar para que isso se modifique. E como é que é um processo cultural enraizado dentro da sociedade e a a escola ela é um ente da sociedade, ela pega todos os atributos por meio do seu currículo dos anseios da sociedade, lá dentro dela, a gente pode começar a Trabalhar para que essas desigualdades sociais e educacionais elas possam ser modificado. E aí vai depender do papel de cada um nosso, de importa professor, do que que a gente faz na nossa prática, tá?
Outro ponto é o desenvolver a atenção, né? Acabar com a atenção entre a norma universal, todo mundo é igual, né? Vou fazer um currículo igual para todos. O currículo do ensino médio é igual para todos, né? sem levar em consideração. Aí ele pode, a gente pode Até fazer um um paralelo da igualdade e do da diferença. Só que aqui ele vai falar das normas gerais, tá certo? Uma lei geral para todos, né? Só que de repente eu não vou caber dentro ali dentro daquela daquele contexto quando fala de situações, turma concretas, né? situações concretas tem
que ser levado em consideração, porque na prática a dinâmica muda e se eu não levar em consideração, eu vou atropelar os alunos. Só dar um exemplo para vocês. O Vai ter o vestibular. Vestibular, uma visão para todos. E as particularidades são atendidas? Será que tem uma prova que é mais fácil para aquelas pessoas que são diferentes, né? Eu posso, hoje em dia, tem a questão da inclusão, eu posso até ter a prova diferente e o conteúdo, eu diminuo o conteúdo, fica mais fácil. Na minha sala de aula, aqueles alunos que tem baixo nível de aprendizado,
né, dificuldade com leitura, com escrita, eu diminuo o a O nível das questões ou eu permaneço para todos? Pense nessas questões, né? Outro outro ponto, a gente ainda tá lutando contra uma uma herança histórica de discriminação, né? A gente ainda tem dentro da escola nossa própria linguagem, né? Eu eu agora eu aceito que não vou nem entrar tanto no mérito, eu aceito que os diferentes, né, sejem parte desse grupo aqui. Olha aí como que eu tô conseguindo ser eh eh um sujeito Democrático? Não tô sendo não, eu conseguindo sendo bem bem crítico ainda, bem discriminatório
ainda. Então é uma histórica que a gente não consegue ainda resolver facilmente, porque isso tá incutido no nosso próprio discurso, no nosso meio cultural, nas nossas palavras. Dentro da escola a gente tá cheio de discurso de preconceito. É só analisar nossa nossa construção. Vamos fazer um debate dentro da escola lá, vocês tiverem lá na prática. Vamos falar Sobre discriminação, eh, preconceito, vou falar sobre sexo, sobre drogas, né? Vamos falar, vamos discutir para poder tentar quebrar com excelência histórica de discriminação. Vamos só falar de questões de gênero e olha que são questões dificíimas, porque a gente
ainda tem poucos estudos ainda, professor, mas tem muito estudo, mas ainda tem pouca gente formada, preparada ainda para poder tratar dos assuntos. Outro ponto, desafios de efetivação do Direito formal e concreto. Aí eu volto lá pro tensão entre norma universal e situações concretas. As leis nós temos são leis formidáveis, eu diria tem que perfeitas, né? As nossas leis são bem estruturadas, a nossa constituição muito boa, a nossa lei diretriz e base bem estruturada. Só que quando eu vou cair paraa realidade da sala de aula dentro da escola, eu tenho dificuldades, né, de implementar aquilo na
prática, seja por questões pessoais, particulares do grupo Que tá inserido, seja também pelas políticas públicas que às vezes não atende aquelas realidades ali na minha escola ou atende, aí você pode dizer, ó, dentro da minha escola as políticas públicas elas chegam e a gente consegue colocar todas em prática e tudo é perfeito. A gente não tem dificuldade nenhuma. ou as políticas pode ter dificuldade de serem implementada aí na escola. Turma, isso não tem problema nenhum, não. E e até visão do governo é Que a gente encontra isso. Quando eu vou dar os resultados que o
PNE vai ser analisado, como foi esse agora atual, as novas políticas públicas que vão surgir é por meio do desafio que foram encontrados. E aí eu vou atender a essa nova prática, esse atual momento contemporâneo que nós estamos vivendo, tá bom? Aí vamos para outro ponto. E aí a outra pergunta que o Curi faz também, ele diz assim, ó, como o papel social da escola Descrito pelo o autor relaciona-se com a construção de ações concretas a partir da escuta da comunidade escolar. Será que a minha escola escuta a comunidade escolar? Será que eu faço reuniões
que a comunidade vão lá e discute os problemas da escola e aí eu esculto, faço um plano para poder trabalhar de acordo com aquela realidade que a escola tá sendo colocada? Turma, até o mínimo é válido. Acreditem, peg uma ideia ou outra, ó, num dia tal um pai falou, alguém disse Isso aqui e a gente colocou na prática, funcionou, o pai foi lá, foi prestigiado por aquele momento, ali, houve uma discussão, os alunos trouxeram uma ideia, nos acatamos, né? Isso é formidável. na dá uma um sentimento de pertencimento e de motivação para que a escola
funcione cada vez melhor. Aí de acordo com CUR, o papel social da escola valém das exigências produtivas ou de mercado, né? Se a gente fosse atrao mercado, eu virou mãe de escola Técnicas, não da contraescola técnicas, mas assim, ou uma escola tecnicista e eh a gente tem que ter cuidado porque o mercado dele é muito forte, né? e até uma discussão que é bem mais profunda, a a mais e a gente teria que ter uma nova aula para poder tratar do assunto, mas o mercado ele ele se aproxima da educação, queira ou não, ele se
aproxima. São os financiamentos ou as questões que impermeiam a educação e que aí entra ONGs, uma série de fatores que de uma certa forma eles atendam a questão do mercado. E aí a gente vai ter que ter esse pensamento crítico em relação a essas questões, né? Trata-se de uma de uma dimensão fundante da cidadania político-social. Aí ele vai falar o seguinte: esse papel social é a escuta da e a escuta da comunidade reflete-se nas seguintes ações quando há escuta e o papel social vai ser exercido em desenvolvimento da cidadania ativa e Participativa. O cidadão participando
da escola, como eu já falei para vocês, a escola não se não se constrói expao, pela imposição. Ela não se faz pela vontade minha enquanto gestor, pela vontade da secretária de educação e pela vontade do prefeito, do governador ou do presidente. Ela se estrutura por meio das leis e que vai fazer com que eu, na minha dinâmica de participação também, eu contribua também a uma abertura para ter um processo democrático de trabalho. Vou ficar uma imposição. E isso é uma ditadura não é interessante para o desenvolvimento da escola, mas ela se estrutura por meio da
expart cívil a partir do ponto de vista também do cidadão, né, da fala, do discurso, da conversa, do diálogo com ele dentro da escola. A ação, outro ponto, né? Então aí eu vou ter a escola participativa. Tur. Outro ponto, a ação como instrumento de luta, ela não deve parar nunca. e redução de desigualdades. Eu Tenho que manter uma luta constante para diminuir as desigualdades. Uma forma de diminuir a desigualdade, acesso à educação. A lei e a gestão escolar possui uma dimensão de luta por justiça e equidade. Se eu parar de lutar, turma, pode ser que
a gente retroaja com a educação. A educação tem que ser uma luta constante. Hoje eu quero garantir de que eu possa ter acesso à escola, eu tenho que ter o princípio de qualidade de fato e definir o que é a qualidade. Equidade, definir qual é a equidade que eu tô falando e definir também a questão da inclusão para que de fato possa ter. E isso é uma luta, não é algo que se dá de graça. Não que o governo negue, mas que eu me coloque para poder ter esses princípios, essas políticas públicas dentro da minha
escola. dentro da minha comunidade, dentro da minha sociedade. Outro ponto que ele destaca é socialização e construção de espaço público Democrático. A escola em si só, ela tem que ser o espaço público democrático. As nossas eh reuniões, elas têm que ter esse pulo democrático de discutir o que que vai ser trabalhado, não, como é que vai ser as aulas, como é que vai ser a avaliação, como é que vai ser a missão da escola, o a questão política. né? Como é que vai ser, como é que vai ser, vai acontecer esses papéis dentro. Tem que
estar bem definido, né? A escola conceitualiza como bem como um bem Social público, no qual o saber e a cultura expandem e se multiplicam, atendendo a todos democraticamente para tornar a sociedade mais justa e igualitária. Turma, é um processo lento, cultural, mas que é papel nosso e a gente tem que estar nessa dinâmica de poder fazer esse atendimento. É nesse contexto que entra a nosso outro artigo que vai falar de France Wise do B, né, ou do Bet, né, ele vai falar em 2004, na escrita dele desse artigo. Ele contribui Com o nosso aprendizado a
questionar os sentidos tradicionais de justiça escolar e propõe uma análise crítica sobre as diferentes modelos que buscam a responder a pergunta central. Mas afinal, o que é uma escola justa, né? O que é ser uma escola justa? É atender as dinâmicas do que é pedido para ela em relação à equidade, a inclusão, a qualidade, a a a minha permanência, né? Essas garantias. Será que tudo isso vai ter aí a minha Escola para ser justa? Será que eu fui justiçado eh no tempo todo escolado meu preparado para exercer minha cidadania? É uma escola justa. Turma, ainda
tá com problemas gritantes em relação à alfabetização, né? Será que meu aluno lá no oitavo período ele já tá bem alfabetizado para poder entender os conteúdos da história, da geografia, né? Será que ele ele compreende ou ele tem que ter um retrocessozinho para poder ensinar ele a ser alfabetizado lá no Oitavo ano, lá no nono ano, lá no primeiro ano, né? A gente ainda tem desafios muito grandes, né? Mas esses desafios são nossos, tá? Daí nós vamos ter que do B chamar atenção paraa igualdade de oportunidades meritocrática. Aí ele vai dizer que a escola é
justa ao colocar todos os estudantes na mesma competição, condição sobre regras formais e exames objetivos, na qual a organização destaca o acesso universal por meio da Padronização dos programas e os critérios de avaliação, né? Será que é justo isso? Eu fazer uma uma padronização, eu gerar competição, né? uma condição para sobre regras formais, exames objetivos que sirvam de regra para todos. Ele faz uma crítica sobre isso. Será que eu não tenho que atender as diferenças? Aí vai entrar a ideia de novo de diferenças de igualdade, tá certo? Aí o meio de inversão por meio de
padronização dos programas, programas Que chegam à escola, que a gente tem que trabalhar com nossos alunos e os critérios de de avaliação, eles mensuram o desempenho individual, entendendo o fracasso, não como uma injustiça social. mas como responsabilidade direto do aluno. Aí é muito fácil eu dizer que o aluno ele é o responsável pelo pela falta dele, do mérito dele, pela condição dele de ser péssimo, de ele não conseguir atender tudo. É muito fácil dizer que a culpa é do aluno e o Processo e as políticas públicas e dizer que a escola foi igual para todos,
né? e gerar competições e botar todo mundo na mesma na mesma condição é complicado, né? Vamos correr todo mundo, só que eu não tenho uma das minhas pernas, eu já não tô na mesma condição, né? Então eu tenho que ser colocado numa outra condição, numa outra categoria, mas eu tenho que avançar junto também. E eu não tenho que pensar que somente aqueles aqueles poucos vão ter direito à aquilo Ou muitos. Eu não posso deixar, de uma forma geral ninguém para trás, certo? Outro ponto, desafios da realidade escolar. O texto de Dubé, ele aponta que a
mera competição meritocrática gera desmotivação, né? A perda de autoestima. Isso vai ser consequência. Qual a melhor escola? Eu ranquei hoje tudo. Qual a melhor escola? Quem são os melhores alunos? O que é bom? O que é isso? Eu fico ranqueando tudo entre alunos com maior defasagem, Além de desvalorizar o ensino profissionalizante. De acordo com o do B, a aplicação de regras iguais, né, em ambientes socialmente desiguais, penaliza os mais fracos, os que tão não têm condição de estar lá com os iguais. Então, turma, a gente tem que ter um cuidado imenso filosófico, sociológico, psicológico, pra
gente não afetar e não prejudicar esses alunos, né? Aí ele vai propor que uma escola justa reconheça as desigualdades e atue para compensá-las, Né? criar outros métodos, outras prerrogativas, outras formas de poder desenvolver com apoios diferenciados e valorização dos diferentes percursos de aprendizagem para não focar no único percurso. A prova hoje vai falar de tal assunto e vai ser esse contexto para todo mundo. Não posso pensar e dizer, ó, esse daqui é tua prova é essa, tua prova é aquela. Um exemplo, né? Mas eu tento que dar as condições para todos para que todos alcancem
os mesmos resultados, tá? Claro que vai ter diferenças, mas eu não posso diminuir, aumentar mais a diferença entre eles, né? E aí, turma, com base nessa leitura de Du B e de Curi, vão refletir nas seguintes questões: Quais práticas, olhares e decisões são necessários para que eu possa construir uma escola pública realmente justa? por meio da leitura vocês vão acabar percebendo e vocês já percebem. Só fundamentem isso mais ainda, tá? Uma Escola pública mais realmente justa, democrática, inclusiva e comprometida com a qualidade social da educação, né? Quais são os olhares? Aí a gente vai fundamentar
para poder dar uma fundamentação teórica cada vez mais eh compromissada para resolver essas questões, certo? Outro ponto, turma, planejamento, qualidade social e gestão democrática. Planejamento, qualidade social e gestão democrática. O planejamento ele nos Acompanha a vida toda. É plano de aula, plano da escola, plano da do sistema nosso deo. O planejamento ele faz parte todo e tá conectado com a gestão. Eu até diria que hoje é muito complicado eu falar de gestão sem levar em consideração o princípio do planejamento, tá certo? Aí vamos aprofundar os estudos em relação aos princípios de justiça, igualdade e diferença,
aos elementos centrais da elaboração do plano de gestão escolar, Tá? E vamos voltar de novo, ó, o texto, o bom que ele vai se reproduzir novamente para acentuar cada vez mais esse foco. Aí eu vou fazer uma leitura meio passando, mas para que a gente fortaleça mais ainda esse princípio, tá? Aí, turma, o foco estará em conhecer a realidade da escola por meio de pesquisas, promover a participação coletiva, além de garantir o planejamento esteja orientado pela qualidade social da educação. Essa Reflexão vai nos levar a transformar esses princípios em ações concretas no contexto da nossa
escola. Eu, considerando cada um desses princípios de justiça, igualdade, diferença, vai contribuir para que eu planeje bem a minha escola. E aí vocês vão ver uma certa diferença entre o planejamento do plano do projeto político pedagógico e o planejamento de gestão nossa, né? Há ali uma diferença que um é mais voltado princípio de missão, visão filosófica, Né? Eh, e me esqueci o outro ponto. E o nosso plano é muito do que nós queremos para nossa escola e como a gente tem os nossos olhares paraa nossa escola, tá? Planejamento, qualidade social e gestão democrática. Mais uma
vez, de acordo com Silva, o outro texto que nós temos lá no nosso ebook, a educação pública não deve ser tratada como mercadoria. E temos que ter cuidado porque hoje, mais do que nunca, a nossa educação, ela vai levando Esse princípio de ser uma vista ainda como uma mercadoria. De uma certa de uma certa forma eu tenho que evitar esse princípio, porque a nossos alunos eles são não uma mercadoria, eles são sujeitos, são pessoas. Eu tenho que tratar eles como uma visão social de pessoa diferenciada e não como objetos. Eu não tenho que objetivar a
nossa educação, nossos alunos de forma nenhuma, tá? De acordo com Silva, a educação pública não Deve ser tratada como mercadoria, mas como um direito social ligado à transformação da realidade e a construção de cidadãos, de sujeito. Não é objeto qualquer. Apesar de tudo que a gente falou de educação, se volta pelo aspecto financeiro, né? visão de mercado, eh empreendedorismo, um monte de coisa, mas a educação é uma questão social. E aí ele critica, o Silva, ele critica a a apropriação do conceito de qualidade a partir da lógica de mercado Que eu falei para vocês já.
O que é qualidade para educação? E eu tenho que ter muito cuidado para esse conceito não tá ligado a a à lógica, a visão de mercado. Se eu ligar a visão de mercado, eu esqueço que o meu aluno é um sujeito social e eu não posso fazer isso. Por mais que a gente fale dessas tendências que rodam a nossa educação, eu tenho que ter cuidado com isso. E isso já vem nos acompanhando desde o ano de 1990 para cá. A gente tem muito uma educação meio Que liberal, capitalistazinha. Então a gente tem que ter essa
visão. Pegue essas leituras vai ajudar muito para vocês. Vocês vão construir aí artigos, vão escrever muita coisa legal, viu? Quando a gestão educacional passou a priorizar indicadores numéricos, que é o que a gente mais faz, né? Hoje vai ter o IDEB, hoje vai ter o Enem, hoje vai ter várias avaliações, o PISA, um monte de coisa, a gente começa a a balizar a nossa educação por meio numérico. Professor, isso é errado, né? que é errado, mas eu não tenho que ver o meu aluno apenas como dados estatísticos, eu tenho que ver ele como dados qualitativos,
porque eles são pessoas. Então eu tenho que ter cuidado em relação a isso, né? E vamos for ver, priorizar indicadores numéricos, produtividade e eficiência. Se vocês foram pegar essas nomenclaturas, isso está muito condicionado a uma questão de uma empresa. E a nossa empresa é uma Empresa onde nossa mercadoria é primorosa são nossos alunos, né? E aí nós vamos desconsiderar os contextos sociais, culturais, econômicos. Hoje é dia de prova. Vamos ter uma avaliação e vamos ter que dar resultado. O governo tá pedindo que isso aconteça, tal. Pode acontecer o que for, mas vejam os alunos como
produtos sujeitos, né, como entes sociais e não com apenas resultados numéricos e estatísticos, tá? Seja crítico, vamos Ser crítico nas nossas ideias. Eh, ainda falando de planejamento, qualidade social e gestão democrática, esses estudos estão em contraposição ao modelo gerencialista, né? Se vocês forem ver algumas realidades hoje que estão acontecendo no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, né, Rio Grande do Sul, tá começando a ter uma visão eh gerencialista já da gestão mesmo, as escolas sendo entregue para grupos, né, para poder ser trabalhado a ideia da Gestão. Então isso é um cuidado que a gente
tem, porque a gente, a nossa clientela são pessoas e não produtos, objetos, tá certo? Então a gente tem que ter um certo cuidado para poder pensar essa situação, tá? Eh, essa concepção, ela está fundamentada na gestão democrática, na valorização dos profissionais da educação, no financiamento público adequado e na garantia de acesso, permanência e sucesso dos estudantes com foco na Produção integral. Então, todo o cuidado tem que ser dado aqui, turma, para poder fundamentar ainda mais ainda, eu coloquei a leitura em um recorte tanto de Silva como a leitura do artigo de flashes, né, onde ele
vai dizer que a educação não, Silva, ela vai dizer primeiramente que a educação não é mercadoria, mas um direito social e uma prática comprometida com a transformação da realidade. Aí, novamente, é aquilo que eu acabei de falar para vocês e que Eu reforço aqui, né? Esse é um resumo crítico. A educação não é mercadoria. A educação é um contexto de transformação da nossa própria sociedade. E aí vem a leitura de Flash, né, que ele vai falar que a qualidade não é um conceito neutro. A qualidade está carregado de sentidos políticos, ideológicos e sociais que eu
devo levar em consideração e parar para pensar o que é essa qualidade, né? e deixar em algum documento, encontrar uma clareza para o Que é essa qualidade. E aí ele faz o resumo crítico, que é basicamente o que eu falei para vocês. Além disso, ele observa e e pede para que vocês reflitam sobre alguns pontos, né? Um deles, porque a autor afirma que a educação não pode ser tratada como mercadoria? É, como acabei de falar para vocês, o que Silva pede e o que Flasher diz, ele fala assim, ó, porque a autor afirma que a
qualidade da educação não é uma constituição política, né? É uma Constituição política e não um conceito técnico e neutro, porque eu tenho que pensar na constução política de melhoria, né? E com isso se e como isso se relaciona com as críticas ao modelo gerencialista das políticas educacionais? Porque nós somos sujeitos passivo de aprendizado e de melhorias e não objetos neutros, né? Nós somos sujeitos que vamos construir a nossa formação, a nossa qualificação, tá? Então aqui fortalecendo ainda mais as Ideias de Silva e Flecha, elas propõem uma reflexão sobre o papel da escola pública, não como
espaço de controle e desempenho. Turma, não se sintam controlados na escola e não controle, né? Nem busque desempenho em todo mundo. Nós não somos numa fábrica como meio de produção, mas como um lugar de inclusão de justiça social, de constitução, de cidadania. E assim, ao elaborar seu plano de gestão, vocês vão parar para pensar sobre cada uma dessas questões, Né? E se isso de fato faz sentido na realidade de cada um de vocês. E aí, Silva, defende a qualidade da educação pública, deve ser de transceder os meros índice e resultados numéricos. Como eu já falei
para vocês, nós não somos estatísticos, dados estatísticos isolados, somos dados estatísticos que vão levar em consideração questões relacionadas à justiça social, à equidade, a inclusão e a cidadania, né? E aí devemos também considerar o Contexto sociocultural da comunidade que minha escola tá inserida, né? Demandando financiamento público que devemos ter para manter essa escola de qualidade adequado, condições concretas, tá? valorização dos profissionais da educação, gerando ali formações contínuas, né? Uma boa qualificação para que o professor se sempre está bem qualificado, né? E não garantir somente o acesso para os alunos, mas também permanência para eles poderem
ficarem na Escola, né? E aí vamos ter várias políticas que a gente pode pensar e aí vai a realidade de cada um dos municípios de vocês, tá? E aqui, turma, de maneira repetitiva, aí eu coloquei esse conceito aqui que vai muito quando nunando com aquele primeiro conceito de gestão democrática participativa, que aí vai levar em consideração a família enquanto participação, a escola e a sociedade. Aí os objetivos coletivos, as decisões Coletivas serem tomadas, o planejamento colaborativo, né, a avaliação e acompanhamento, a gestão democrática e transparente, né? A gente não tá tendo nenhum segredo no cofre
dentro da escola, então todo mundo pode saber o que bem acontece dentro da nossa escola e participar, opinar contribui muito. E aí a autoorganização de todo esse processo, tá? O trabalho que a gente desenvolve na escola é sempre um trabalho coletivo, onde todo Mundo faz parte, tá bom? E aí, o planejamento participativo da gestão escolar, o planejamento participativo construi eh constitui de uma ferramenta essencial para a construção de gestão escolar democrática comprometida com a transformação da realidade que eu tanto falei e que vocês vão inserir dentro do plano de gestão, tá? Mas por favor, não
vejo o plano de gestão de vocês apenas como documento burocrático devida para ele, né? Um Plano factível, um plano verdadeiro da realidade de vocês e não apenas como instrumento burocrático, tá? E aí, de acordo com Gand, outro outro outro artigo que nós chamamos na nossa ebook, o planejamento participativo, ele apresenta-se como uma ferramenta de intervenção crítica e transformadora da realidade. E aí eu vou ter o planejamento participativo, onde todos vão contribuir e aí vai ter essa nuança. Para Ganje, planejar não significa apenas organizar tarefas, mas constitui um ato pedagógico e político, capaz de mobilizar a
escola como espaço de escuta, diálogo e construção coletiva, né? Então, a gente já falamos bastante sobre esse aspecto, né? Para aprofundar esse tema, propomos a leitura e análise do discurso do texto de Danielo Gand, né? O que que ele nos diz, o que que ele nos ensina. E aí ele, assim como Core e Dub, né, ele vai e lança a mão de Algumas perguntas. A primeira, ele vai dizer assim: o que diferencia o planejamento participativo de um planejamento burocrático e tecnicista? O que é um planejamento participativo e o que é um planejamento burocrático, preso, amarrado,
denso, né? Isso é que insista, são normas, né? E a gente quer um planejamento com vida, com participação de cada um de vocês. Fins intencionalidade. Intencionalidade. Enquanto correntes tradicionais focam em Gerenciar processos para eficiência, o lucro ou o alcance de metas pré-definidas, como se pede uma empresa, né? O planejamento participativo da nossa escola, ele busca transformar a realidade social e combater as injustiças de forma coletiva, né? Esse aí o papel nosso e não ele de forma burocrática comprometido com metas prédefinidas, nada disso. Deixa uma uma certa mobilidade nesse nesse planejamento de vocês. Outro ponto, o
Conselho de participação, ele vai além da mera colaboração técnica ou cumprimento de tarefas. Turma, esqueçam. Cumprimento de tarefas e apenas participação técnica, ele não contribui nada. Aí é como se fosse um robô que esteja fazendo aquela lei, é colocar no chat GPT e ele vai lá e faz dê vida para esse planejamento para que ele possa cumprir as metas, estabelecer os objetivos e que tudo funcione da escola devida dê participação para aquela ali, Tá? E não de forma técnica. Estamos já alcançando aqui nosso nosso papel aqui do desafio do nossa atividade avaliativa. Aí lança a
segunda pergunta: como o processo de planejar pode fortalecer a gestão democrática e a responsabilidade e a responsabilidade da escola? Como o processo de planejar pode contribuir com isso? Por meio da construção coletiva de rumos ao eu permitir que todos opinem, né? E aqui a gente vai se tornando repetivo para Reforçar como que isso pode acontecer. Outro ponto, ele vai partir para a superação do poder concentrado. As decisões são tomadas a partir de igualdade entre todos os sujeitos, né? dividindo o poder de escolha e a responsabilidade sobre os resultados rumo da instituição. Turma, ninguém perde poder
porque dividiu. A gente soma, a gente enriquece mais o nosso poder quando a gente sabe dividir bem ele e ter mais chance de poder acertar. Então, reflitam sobre isso, tá? Que papel tem professores, estudantes? É outra pergunta que ele faz. Que papel tem professores, estudantes, famílias e comunidade nesse processo de construção coletiva? todo, né? Antecipo para vocês, todos atores ativos da decisão. Deixa de ser meio os executores ou clientes, os pais, né, a comunidade do sistema e passo a no terceiro nível de participação, na construção em conjunto de todo aquele desafio para poder ser Resolvido.
Eles param de ser o cliente, aquele que vai lá para poder saber de como é que tá e ele vai lá e participa também. O desafio é grande, eu sei que não é fácil. Tá? Outro ponto, contribuição com saberes próprios. Todos entram em pé de igualdade. Fundamental isso que aconteça, né? Apontando por nível do seu conhecimento de mundo, né? Todo mundo tem aquilo que possa contribuir, né? Não precisa ser o doutor que vai resolver a situação toda, né? Mas aquele sujeito que tá trabalhando na parte administrativa, ele tem a visão dele e a contribuição dele
é significativa. O professor da disciplina de física matemática, ele vai ter a contribuição dele, o da história, o o supervisor, todo mundo vai contribuir com seus saberes próprios. os pais, os alunos têm olhares deles e a gente vai perceber e tentar ver se coaduna todas aquelas realidades para resolver as questões. Aí os destaques desse nosso estudo vai para esses pontos aqui que eu já falei para vocês, justiça e igualdade, né? temos que levar em consideração e as diferenças que são apontadas tanto por cura e quanto do B dentro dos artigos deles. Outro ponto, qualidade social
e planejamento participativo. Qualidade da sociedade que a gente quer e o planejamento participativo são pontos em destaque. Tentem perceber dentro da leitura que vocês fizer cada Um desses pontos. E o terceiro ponto em destaque é planejar como ato político e ético. O planejamento não é mero preenchimento de formulários ou o cumprimento de etapas burocráticas. Temos que resolver porque o estado pediu, a secretaria pediu, tem que resolver, mas coloque vida naqueles documentos, né? Uma uma atitude política, coletiva e transformadora. Eu vou responder logo aqui porque a gente vai perder o prazo e tal. Coloque vida Dentro
dos documentos, tá bom? Agora, turma, chegamos na parte decisiva, a nossa atividade avaliativa, né? Aí vamos fazer um um podcast reflexivo denominado de vozes para uma escola justa, onde você encontrar fundamento para resolver ele por meio dos discursos de do B e Curi, né? A atividade eh avaliativa é tranquila. Eu vou fazer uma leitura rápida dele porque eu vou chegar nos pontos principais para poder destacar Para vocês. Ó, forme um grupo com mais um ou dois colegas, não é mais três, nem mais três, nem quatro. Um ou mais dois colegas, né? Então vamos fazer do
jeito que pede a atividade, que a dinâmica é essa, o pedido é esse, né? Vamos seguir a métrica, a regra, a regra ali, tá? porque vai ter um sentido para que isso aconteça. Quer exigir um pouco mais de cada um de vocês, tá bom? Isso é bom. E grave um podcast. O podcast. Vou gravar o podcast, pegar meu celular, Gravar aqui junto com os colegas ou baixar um um aplicativo um dia que eu possa tratar sobre isso. De 3 a 5 minutos, turma, três a 5 minutos. Dá para vocês falarem bem. Só ten um exemplo,
ó. O, a minha escola que eu trabalho, ela vem se desenvolvendo por meio de uma perspectiva de qualidade educacional em decorrência dos resultados do plano nacional de de educação, né? A nossa, nós estamos primando para um atendimento Mais inclusivo, né? Apesar das dificuldades que encontramos dentro da minha escola, né? Aí o outro colega fala lá e na minha escola a perspectiva tá sendo a mesma, né? as diferenças ali em relação à sua escola. É essa, mas aí vocês naquela discussão ali vai ser gostosa de poder se ter porque vai sair um um bom trabalho, um
bom podcast para quem vai querer ouvir e vai entender que na escola lá de Imperatriz, na escola de Caxias, na escola de Bacabau, há Ideias que sincronizam entre si, que aí tem suas diferenças. Então é formidável, ó, 3 minutos é rapidinho, tá? e conectando as atribuições dos autores com a sua realidade e profissional. Fundamentar de acordo com a perspectiva de curilá, né? Eh, a o entendimento que a gente teve aqui é que essas fundamentações que na nossa escola participa, elas estão de igual teu, porque a igualdade, esse conceito que ele bem trabalha, tá de acordo
com a Realidade da minha escola, tá certo? Todos os participantes do grupo devem postar o podcast. Todos vão ter que postar o podcast. Além disso, o grupo precisa montar uma apresentação para compartilhar, compartilhar as suas reflexões com toda a turma no encontro presencial da Espena. Aí no dia do encontro presencial vocês vão lá e vão dizer, vocês vão ter 15 minutos para poder chegar lá e dizer: "Ó, o nosso trabalho foi postado, nós trabalhamos Sobre a questão da qualidade, o nosso grupo aqui acabou a gente percebendo que as dificuldades das nossas escolas são as mesmas.
ou nós trabalhamos na mesma mesma escola e a dificuldade lá que nós percebemos é a mesma. Os olhares se intercruzam, são os mesmos em relação aquele ponto que chama atenção lá na minha escola. Nesse debate vocês fazem uma excelente apresentação e vai ser só sucesso para cada um, tá? A atividade avelativa no seu podcast, Procura incluir uma introdução pessoal. Sou Fernando, sou diretor da escola tal, sou professor da escola tal. Eh, eu vou falar um pouco de mim, né? Coisa breve, tá? Outro ponto, síntese crítica. Principais conceito de justiça escolar. Qual os conceitos básico, justiça
escolar, tensão entre igualdade e diferença. Aos cuidados hoje que a gente tem em relação à igualdade e diferença e a sua aplicabilidade no contexto da escola. Como se aplica na minha escola esses contextos? Aí vocês vão perceber por meio da leitura do texto de curi e do B. apenas os dois textos principais, tá? Outro exemplos concretos, vivências e observações que expressam os desafio de construir uma escola justa. Na escola a gente tá com desafios ou superamos determinados desafios, né? Nós tínhamos um desafio relacionado à questão de violência dentro da escola e a gente foi perceber
que os alunos estavam com Problemas tais, colocamos palestras e tal. Vamos falar reflexão final. como essas leituras de do B e de Curi nos inspiraram para poder na nossa prática fortalecer uma gestão comprometida com a justiça social. Aí vocês, ó, façam a o fechamento do debate do podcast de vocês. E o formato para envio ao MP3. Quando vocês gravarem MP3, ele vai por meio de VVE ou MP ou M4A, ele já vai direcionado, turma. E tranquilo, acreditem, façam, enviem, organizem a Equipe um, no máximo três, né? E vamos paraa frente aí. Use sua criatividade, fale
com autenticidade, né? Com uma discussão, com a vontade de quem quer falar, quem quer contar, quem quer dizer o aprofessoral que nós todos aqui temos, né? Contribua para que sua voz faça parte dessa construção coletiva de uma escola mais justa e democrática. Vocês vão dizer o que quer pela escola mais justa. Fiquem à vontade, pegue esse momento para uma regra, para Uma apresentação, né? E aí é só o áudio, chega em casa, discute, coloca ali uns um controlezinho da fala e vocês vão bem para caramba. E aí vai os critérios avaliativo, relação entre o contex
entre o conteúdo estudado e o contexto escolar. Aí vai ser analisado o que vocês estudaram lá nos artigos e aí vai ver a descrição. Você conseguiu articular os conceitos trabalhados no contexto, nos textos com a sua realidade profissional, Apresentando exemplos concretos? Você conseguiu três pontos. Outro ponto, podcast. O podcast apresenta profundidade nas reflexões que vocês apresentaram com falas embasadas nos conceitos e teorias eh estudad ao longo da disciplina. os dois textos fundamentam mais três pontos. Outro ponto, socialização. A socialização das reflexões contidas no podcast foi estruturada de modo a promover a compreensão e engajamento do
ouvinte? Será que contribuiu? A apresentação contemplou os principais elementos do podcast? Se alcançou, se socializou bem, tranquilo. O Tutov vai atribuir mais quatro pontos. E aí vocês vão formatar os 10 pontos e aí vamos alcançar o nosso objetivo. Aqui turma nós temos nossas referências que são as encontradas dentro do que a gente apresentou agora para vocês. Sucesso, vai dar muito certo. Vocês vão alcançar os objetivos. Obrigado para estarem me ouvindo hoje Numa quinta-feira onde vocês estão aí. Eu chei eu sei que cheio de atribuições, cheio de questões, mas estão aqui de coração, tá? E agora
fica à vontade para tirar qualquer dúvida. Estou aqui com vocês. Consegue visualizar? >> Tá bom. >> Você consegue ver o chat privado comentários na parte dos comentários. >> Pronto. Boa noite, Kelly Paulo de Viana. Eh, aí aqui a Leonora Tavares, eu colocaria na dimensão administrativa financeira a questão da transparência, pô, tem que ter transparência para tudo que a gente faz, Leonora, de fato, concordo plenamente contigo. Isso particularidade. No dia do planejamento, vá lá e fala do que aconteceu. Receber o PDDE, receber alguma alguma vantagem para dentro da escola. Deixe claro, a uma das políticas da
escola da do da fundamentação pública é a publicização De tudo aquilo que entra dentro da escola, tá? Igualdade, diferente de equidade também, né? Tem que ter cuidado e eu chamo muita atenção para isso. Tente trazer essas questões, tá? tem trazer essas questões para dentro do nosso trabalho. Vou lá. Outro ponto. Deixa eu só voltar aqui. Eu apertei aqui errado. Um monte de gente participando. Boa noite Joaquim Sanchez. Uma B. Polo qu participando. Bacabau. Boa noite. Boa noite. Boa noite a todos. Boa noite Caxias. Muito bom, Caxias. Um abraço tudo de Caxias de Bacabau. Boa noite.
Boa noite, Paulo de Imperatriz. Adoro, adoro todos os lugares, turma. Adoro viajar para conhecer os lugares, ver vocês, né? Eh, polo de São Luís, Fa trem novamente. bom, muito boa participação. Deixa eu ver aqui alguma acompanhando o Leonora aqui participando aqui dos estudos. Isso é bom, Leonora. Continue firme aí no processo que vai resultar em b ter bons resultados e a gente fica, a gente fica gratificado, né? depois, consegui finalizar o curso e fiquem tranquilos, vocês vão conseguir, tá? Professor Fábio, turma se de São Luís, um abraço para Toda a turma se de São Luís.
Turma B, um grande abraço. Turma B, Polo de São Luís, boa noite. Polo de Viana, uma Viana bacana para caramba. Fizeram lá um um lugar cultural, né? um espaço perto de um rio ficou muito bonito. Eh, obrigado. Aá, eu tento ser didático. Eu às vezes até acho que eu falo rápido, viu? Linda, tentar me organizar mais ainda, tentar pensar mais sobre isso. E aí também para não instigar tanto e e Porque começa a ficar repetitivo, né, o discurso do ebook. Eu colocaria, falou da gestão financeira e transparência, já falei, né? Aí me ela fala aqui
o o desafio de planejar coletivamente e reunir gestores, professores, funcionários, estudantes e pais para decidir, executar e avaliar as ações da escola. Esse para mim é o maior desafio que tem, viu, não é nem os documentos, nem a leitura, nem o estudo. São pessoas, pessoas o maior Desafio que tem. Elas poderem sentar, participar, discutir e tu conseguir agregar todos ali no mesmo lugar. Cara, é um desafio imenso, mas possível de poder ser feito, porque é uma luta constante. Não pensa que tu vai alcançar facilmente, mas é um papel nosso enquanto gestor, enquanto alguém que planeja,
tá? Eh, PAF, PAF é o professora, né, professor? Parabéns, professor. Obrigado. E aí, quem mais aqui? Esse curso é muito importante para todos e deveria ter mais, com certeza. E eu acredito que aqui é o EMA, por meio da EMA Net, por meio da professora Alia Chaica, a nossa coordenadora geral, eu acredito que ela ainda vai isso com muito carinho, mas assim, eu acho que todos devem se formar da melhor forma possível. Turma, metam a cara, estudem, façam essa atividade, enviem no tempo, não fique abrindo espaço para depois, né? Façam logo. É Tranquilo, o podcast
é tranquilo. Ah, professor, mas eu tenho vergonha, eu tenho dificuldade. [roncando] Supere, vamos lá, meto a cara e resolvo e vamos paraa frente que vai dar tudo certo. Vamos alcançar o objetivo, tá, turma? E ficou aqui as participações, né? Josete de do polo de São Luís, turma D, um abraço, Josete, tá? Meiri Ângela, eh, Meiri Ângela Ribeiro, um grande abraço, turma, é o que eu tinha para falar para vocês. Espero ter contribuído. A a ideia Principal é reflita sobre a própria formação de vocês. Ela vai refletir lá na escola de vocês, ela vai conseguir responder
o podcast e ela vai contribuir com o plano de gestão de vocês e vai dar tudo certo. E qualquer dúvida, eu tô aqui à disposição de vocês. Procure, pergunte, pergunte pela a secretária do nosso curso, pergunte pela D, pergunte pela pelo tutor, né, pela quando ela coordenação de tutoria. Todos nós estamos aqui de braços abertos para Poder contribuir com vocês. A formação ela vai de encontro com todos, tá? E eu tô no meio desse processo e eu quero que vocês tenham sucesso, tá bom? Um beijo, um abraço para vocês e fico aqui à disposição. Qualquer
dúvida, tá? E quero ver o resultado de todos. >> Flora R Silva, obrigado. Obrigado também, Flora, pela a sua participação, por tá nos ouvindo aqui também, tá? >> Então é isso, né? Aqui o André Brager Fala: "Muito boa aula. É necessário fomentar a participação colegiado escolar. Tem que ter colegiado escolar. Eleição, turma, excelente. Processo democrático formidável. Muito bem lembrado, André. Muito bom. Tanto colegiado quanto eleição são coisas que já são vistas com a vontade de se melhorar e dar um processo democrático melhor para todos. Muito bom. Era isto, Gabriele, fica à vontade. >> Então é
isso, né? e gostaria de agradecer ao nosso coordenador, professor Fernando. Eh, gostaria também de agradecer a todos vocês que participaram da nossa aula. Eh, e é isso, gente. Não vamos desistir. Vamos todos apresentar o TCC que já está perto, né, professor Fernando? E é isso. Muito obrigada mais uma vez e boa noite a todos. Gabriele e o Gabriel que tá ali nos acompanhando. Um beijo, um abraço para Vocês e obrigado a todo pela participação de vocês e por estarem até aqui às 21:10 juntos. Um abraço e obrigado.