[Música] [Música] webinar [Música] perinity obtenha insites valiosos o webinar já vai começar Olá pessoal já estamos ao vivo já estamos nós estamos aqui com a tela eh de bent Mark sobre fator de risco Eu acredito que a gente já esteja ao vivo para todo mundo pessoal muito Boa tarde eh Demorou mas chegou o nosso primeiro evento online da perinity do ano de 2025 eh Esse é o painel de fatores de risco o burba já vai comentar com todo mundo como é que surgiu esse tema e como é que ele foi trazido à mesa aí para
ser debatido para ser tratado eh eh com com a nossa com com os espectadores que se cadastraram aqui para participar do evento antes de começar com os temas Pessoal eh eu queria falar a perinity uma empresa de 22 anos que desenvolve tecnologia para Gestão de Risco controles internos auditoria compliance promove uma série de eventos ao longo do ano eh eventos online eventos presenciais Então esse é apenas o nosso primeiro webinar tá eh nós teremos aqui ó entre os dias 7 de abril e 11 de abril de 7 a 11 de abril eh o grc talx
já tá combinado já já já tá confirmado já esse Evento nós teremos painéis sobre energia né do segmento de energia do segmento das seguradoras segmento Previdenciário bancos finex entre outros temas então ele vai acontecer de 7 a 11 de abril eh daqui a um mês e pouquinho né bom eu vou começar aqui então pessoal fazendo a apresentação eh do meu colega do meu companheiro que vai conduzir o webinar comigo aqui né ele que tá na perinity vai completar 5 anos agora eh ele é account Manager da Perin é contador Leandro burba obrigado pela sua presença
seja bem-vindo Obrigado Edu Obrigado aos demais Obrigado a todos que participaram se inscreveram inscrever então mais uma vez aqui acompanhando nosso evento eu vou ser bastante Breve Aqui n minhas considerações porque a gente tem um conteúdo bastante rico e extenso para tratar hoje então vou vou ser breve aqui para que os nossos colegas aqui possam possam falar eh primeiro explicando qual que foi a origem né dessa demanda aqui Desse bate-papo né como alguns de vocês já conhece aqui alguns dos que estão acompanhando o evento também eh eu coordeno um grupo de profissionais eh de riscos
controles internos auditoria interna enfim que é chamado hack 2 na verdade não é hack 2 né haack ao quadrado significa riscos auditoria compliance e controles internos tá é um grupo que hoje no WhatsApp a gente tem ali em torno de 1 100 pessoas n um grupo destinado para vagas outro para troca de Assuntos gerais temos também um grupo na no Linkedin mas que não tem muita motivação muita interação pelas pela característica da plataforma mesmo e nesse grupo de assuntos principais sempre tem trocas muito interessantes acerca de todos esses Termas né de Rc governança e compli
então para quem ainda não faz parte fica aí o convite é só me procurar lá no Linkedin que a gente viabiliza é o convite para vocês entrarem tá E no final do ano passado eu Não me recordo o nome da pessoa mas ela sinalizou ali a necessidade o interesse de fazer um benchmark né com pessoas com profissionais que fizessem ali uma avaliação de risco dos seus processos internos utilizando como metodologia abordagem de fatores de risco tá daí eu fiquei sempre quando o pessoal busca bent Mark assim eu sempre fico acompanhando para ver se vai ter
uma interação rápida não teve aí eu me manifestei né dizend assim ó fulana eh Aqui na perint nós temos uma série de clientes né que utilizam n esse tipo de abordagem fazem avaliação dos seus riscos né utilizando a metodologia abordagem de fator de risco inclusive com a utilização da nossa ferramenta né com com a metodologia que a gente dispõe nessa ferramenta eh se você me permitir eu vou ver se tem alguns clientes né que T ali a disponibilidade de fazer esse bent Mark coloca você em contato com eles aí nisso que eu coloquei várias Pessoas
manifestaram em interesse né assim mais de 10 pessoas em questão de 5 minutos assim Bom já que tem uma uma demanda grande eh eu não vou pegar essas 10 pessoas e colocar em contato com os clientes senão vai atrapalhar a agenda no dia a dia dos nossos clientes aí surgiu a ideia de fazer esse webinar fazer esse bate-papo aí nós fizemos uma busca uma pesquisa com nossos eh com os nossos clientes né E aí o nosso amigo Victor e nosso amigo Artur eh aceitaram Fazer esse bate-papo e estão aqui com a gente hoje tá então
aproveitando ainda para falar eh da questão do grupo haack né Eh nós fazemos encontros eh periódicos normalmente trimestrais a gente tá finalizando aqui a organização de um evento já com uma pauta de discussão ali mais ou menos definida para falar de fraudes corporativas Eh vamos falar também de algumas abordagens relacionadas a risco estou tentando trazer eh alguém para falar da parte de Recrutamento eh recolocação ambiente de trabalho empregabilidade esse tipo de coisa para fugir um pouco do tema do grc mas trazer também temas relevantes para esse nosso universo principalmente em função lá do grupo de
vagas que a gente coordena lá que tem bastante demanda tá então a a expectativa é que esse evento seja confirmado paraa última semana de Março eh mas como a gente depende eh de ações voluntárias na disponibilização do espaço para sediar o evento eh esse Ainda não foi não foi definido então pode ser que seja nas últimas na última semana de Março ou nas primeiras de Abril né E aí quem quiser acompanhar é só me seguir lá no Linkedin eu sempre publico lá ou entre lá no grupo hack também essas informações serão publicadas lá então é
isso eh Espero que tenhamos um ótimo evento Mais uma vez agradeço pela participação de todos e aí devolvo a bola para você Du perfeito burba Muito obrigado Então vou começar Aqui as nossas apresentações pelo Artur Toledo o Artur ele que é advogado ele que é compliance Officer ele que tá lá na refrescante Porto Velho de Rondônia né Eh já comi uma costela de Tambaqui lá no Rio Madeira Lá em lá lá lá na em Rondônia uma vez viu faz tempo viu gente eh na época que o rum madeira tinha água porque agora tem seca lá
só né gente é uma pena que tá acontecendo mas enfim a Artur seja bem-vindo muito obrigado pela Sua presença e fica à vontade para falar de você do Sesi Senai da Federação das indústrias do Estado de Rondônia e muito obrigado por ter aceitado esse bate-papo Eu que agradeço Edu Obrigado Eduardo Obrigado Leandro pelo convite eh dá um Boa tarde a todos que nos estão acompanhando Boa tarde parine e Vitor nossos colegas painelistas na tarde de hoje eh eu costumo dizer que quando uma metodologia para pra gente atestar se a Metodologia é boa a gente pode
com El é quando a gente consegue com ela extrapolar o ambiente corporativo e utilizar isso nas nossas decisões diárias no nosso dia a dia na nossa vida pessoal E desde que eu entrei em contato com a gestão de riscos eh eu comecei a extrapolar isso e e e gerenciar os meus projetos pessoais a minha vida pessoal também eh utilizando na metodologia fazendo a minha própria vida do laboratório para que daí eu Consiga eh divulgar isso paraos nossos parceiros pros nossos colegas de trabalho ah a gestão de risco é um dos pilares do nosso programa de
compli aqui da Federação das indústrias do Estado de Rondonia que é o grande guarda-chuva que congrega o Sesi o SENAI e El que são marcas eh nacionais eh amplamente conhecidas e difundidas há muito tempo no mercado brasileiro eh eu espero que a gente consiga contribuir com as Discussões na tarde de hoje eu ninguém é tão burro que não tenha nada a aprender nem tão inteligente que não eh não tem não é tão burro que não tenha nada a compartilhar nem tão inteligente que não tenha nada a a aprender um pouquinho é isso que eu espero
na tarde de hoje perfeito Olha eu já percebi a minha dificuldade a minha deficiência nessa sua frase eu entrei num looping aqui ó ninguém é tão burro que não tenha nada que aprender que já enfim eu já vi que é Bom eu não tentar entrar no detalhe dela e assim eu já vou direto pro Vittor Cotrim o Vittor pessoal que é head de compliance da speak Brasil ele também atua com investigação corporativa Gestão de Risco controle interno o Vitor tá aqui em São Paulo Vittor Muito obrigado pela sua presença Boa tarde seja bem-vindo boa tarde
pessoal boa tarde Eduardo Leandro Artur fardini todo mundo que tá nos assistindo aí Eh então então sim atuo Com todas essas Áreas tive uma longa experiência aí em consultoria rodando algumas empresas do nosso Brasil hoje em dia trabalho na spic Brasil uma empresa do ramo de geração de energia elétrica que recentemente 23 A gente foi certificado pelo selo pro ética né na edição 2223 aguardando a próxima edição para poder aplicar de novo e bem bem eh ansioso aqui para contribuir e aprender junto também com os nossos colegas que a gente é nessa troca que a
gente se Engrandece né Excelente excelente mais uma vez então Obrigado Vittor bom e chegou ele né ele que é o CEO da crossover é o teacher que todo mundo conhece há muito tempo é meu xará ele tá quase ali em miami beach tá na Flórida na casa pertinho do Netinho tá tentando ver se se consegue fazer o netinho ser corintiano contou agora aqui pra gente né Eduardo persão pardil prazer aí eh em ter você aqui com a gente muito boa tarde seja bem-vindo boa tarde gente Obrigado aí é não não é bem isso não é
bem isso né a gente tá mais voltado pro verdão tal esse tipo de coisa então é minha eu tô fazendo um trabalho de conscientização né sim porque tem que ter alguém que se salva nessa família né né então é isso daí mas tá bom ó é um prazer estar de novo aqui eh participando com esse pessoal tão legal aí não é que tem a experiência de toda a aplicação da perinity do sistema né da prática no dia a dia eu acho que a gente Só tem a aprender né então muito obrigado pela pela pelo convite
aqui a gente que agradece Pardini e Pardini a gente então já queria começar eh fica à vontade para fazer apresentação a respeito da conceituação de risco que vai ser uma espécie de preâmbulo paraa conversa que nós vamos ter aqui o nosso tema é fator de risco mas o Pardini vai dar uma contextualizada de maneira conceitual para pros nossos espectadores que estão aqui então fica à vontade Parine Tá bom então assim eu eu na minha idade eu só consigo falar com quando tem algo escrito né então eu vou compartilhar aqui com vocês deixa eu ver se
já tá dando possibilidade de compartilhamento aqui gente é tanta coisa diferente aqui para fazer as coisas mas tá bom eu vou compartilhar e a ideia e a ideia eh é é que a gente possa eh de alguma maneira só equalizar os conceitos né equalizar os conceitos para facilitar aí a a os Debates e e e responder as perguntas que existem aí nesse painel então de uma maneira muito simples de uma maneira muito simples a gente precisa compreender e isso já vai ser falado e eu já tô me antecipando aqui que risco é todo e qualquer
evento que se materializado ele vai trazer um impacto adverso um impacto negativo na capacidade da organização em alcançar os seus objetivos sejam eles os objetivos estratégicos sejam eles os objetivos Corporativos que está ali na na no nível de diretoria ou sejam eles os objetivos operacionais que estão no nível de processo a base de toda essa condição para que a gente possa ter um adequado gerenciamento de risco é conhecer os objetivos então eu tenho lá os objetivos eu procuro sempre sugerir que a gente Abra os objetivos do processo em quatro camadas para facilitar também conhecer os
riscos os objetivos inerentes aqueles que são intrínsecos ao processo Aos aos Ao processo ele não se confunde contra o processo então o o objetivo inerente de contas a pagar é de contas a pagar não vai não vai se confundir com folha de pagamento e assim por diante os objetivos de TI que estão relacionados com os dados e as informações a qualidade dos dados as informações os objetivos de integridade que é estar em conformidade com o programa de de integridade com os valores morais da organização e os objetivos de compliance Aqueles que estão em conformidade com
os requisitos legais externos à Corporação a partir do momento em que nós conhecemos e definimos esses objetivos Aí fica fácil e vocês vão ver que gerenciamento de risco gente é a coisa mais fácil do mundo né a estrutura Oi desculpa te interromper aí pedir ajuda do do dos especialistas porque o pessoal tá se manifestando aqui de que a tela que você comp partilhou não está disponível para eles para mim tá Aparecendo eu não sei para mim também eu não sei no YouTube ao vi também tá se o Gabriel puder tiver por aí puder verificar eu
acho que pela quantidade de reações não tá vendo pessoas tá aparecendo tá aparecendo sim pessoal tá tá ao vivo no YouTube lá tá aparecendo Então vou pedir para quem não estiver olhando não tiver conseguindo enxergar tentar dar uma atualizada que às vezes pode ser um problema de conexão mas como algumas pessoas se manifestaram dizendo Que tá aparecendo então pode ser que seja um problema local de quem não está vendo tá pode seguir parin desculpa não então tá bom tá legal e depois também vai ficar gravado né Se as pessoas quiserem também vai analisar É tá
bom bom então o que eu tava voltando aqui que a base do processo de gerenciamento de risco está na adequada Definição dos objetivos quando a gente define os objetivos o que não é tão simples e não é tão fácil porque a gente quase Principalmente os operacionais a gente não pensa muito nos objetivos do processo a gente pensa no processo e nas entregas do processo mas não nos seus objetivos a partir do momento em que nós identificamos os objetivos Aí fica fácil de pensar no risco risco conceitualmente num primeiro momento é a negativa do Objetivo se
o meu objetivo inerente do processo de folha de pagamento é assegurar o pagamento justo a todos os funcionários o meu risco é não assegurar O esse pagamento de forma justa né então o risco ele está sempre baseado e alinhado com essa condição dos objetivos o risco não é eh é ele o risco é o caminho que nós precisamos ter para que nós possamos Aí sim de de extrema importância conhecer as suas causas que são os fatores de risco né o que nós tratamos não é o risco o que nós tratamos são os fatores de risco
são as causas desse risco e um risco pode ter diversas diversas causas né então eu vou Entender o por é que eu vou fazer um pagamento não justo para os meus funcionários pode ser um um erro na na na na na no cadastramento das taxas previdenciárias pode ser um um um erro no no nas nas horas na na na no cálculo das horas trabalhadas pode ser uma fraude pode ser uma fraude né então eu tenho que conhecer os fatores de risco a partir do momento em que nós conhecemos os fatores de risco aí nós vamos
fazer uma avaliação Para conhecer a magnitude Do Risco o que nós avaliamos é o fator de risco o que é tratável é o fator de risco tá então a gente vai fazer uma avaliação avaliação é sempre matricial probabilidade de de ocorrência e se ocorrer Qual é o impacto que ele traz seja ele o impacto financeiro ou seja o impacto da imagem que são os impactos primários que nós temos dentro dessa operação conhecemos o risco bruto né a a probabilidade vezes o impacto vai nos gerar o risco bruto conhecendo o Risco bruto nós comparamos esse risco
bruto com o apetite a risco que é o nível aceitável de risco que essa Corporação quer correr eu vou comparar com com esse apetite a risco quanto mais distante eu tiver do apetite a risco mais robusta de repente deve ser o meu tratamento e aí eu vou fazer a análise do tratamento o que é que eu vou tratar eu vou tratar a probabilidade ou eu vou tratar o impacto né quando eu tenho a gestão da probabilidade de repente um Controle interno vai resolver quando eu não tenho a gestão da probabilidade eu preciso trabalhar com um
plano de contingência né ou com uma ação de gestão então vou fazer o análise de tratamento definiu o que é que será tratado e algumas vezes nós vamos tratar ambos tanto a probabilidade como também o impacto é o que acontece no processo de continuidade de negócio de disaster recovery plan uma vez que eu fiz essa análise aí eu vou trabalhar que tipo de Tratamento eu vou tá aceitar evitar compartilhar mitigar e tem un um quinto que é buscar que em inglês é o pursu Né que é difícilmente a gente utiliza só de formas muito de
forma muito estratégica mas nós temos aqui out tratamento não importa qual é o tratamento que vocês vão eh utilizar com exceção do evitar o evitar você para evitar um risco você tem que não estar mais exposto a esse risco então ele não vai existir mais mas os demais que eu faço esse tratamento eu Tenho que calcular o risco residual não adianta nada fazer o processo de gerenciamento de risco e não calcular o risco residual uma vez que nós calculamos o risco residual comparamos novamente com o apetite a risco verificamos se estamos alinhados ou não ao
apetite a risco se não estiver alinhado avaliamos se nós temos tolerância para manter este fator de risco além do meu apetite E aí sim eu tenho Opa aí sim eu tenho a ação de Gestão para poder aperfeiçoar todo esse tratamento o objetivo do processo de Gestão de Risco é que a gente mantenha os riscos dessa organização dentro dos níveis aceitáveis e esses níveis aceitáveis é definido pelo apetite a risco da organização Então essa em tese gente é a estrutura de gerenciamento de risco não importa qual paradigma que vocês vão utilizar se vai ser cozo RM
se vai ser a ISO 31.000 se não vão utilizar paradigma nenhum a estrutura É essa a Estrutura é muito clara muito simples e muito lóg aonde o processo eletrônico da perí te dess a condição de fazer todo esse trabalho O mais difícil não é estrutura O mais difícil não é implementação de estrutura o mais desafiador e aonde a gente gasta mais tempo é fazer com que a cultura de gerenciamento de risco esteja presente na organização Então esse é a o ponto de equalização que eu gostaria de colocar para vocês para que com isso em Se
possa então dar continuidade aí no no na nossa no nosso workshop aí tá bom tá certo Leandro tá certo Ed tranquil perfeito perfeito interessante que essa demonstração Pardini ela mostra em Passos extremamente objetivos porém precisos tudo aquilo que você tem que fazer dentro de uma estrutura de gerenciamento de risco e desde a parte dos objetivos a identificação dos riscos a identificação das caus dos riscos que são os fatores a parte da avaliação para Identificação de magnitude como você falou a parte do tratamento a parte também de resposta ao risco né análise pro tratamento as respostas
ao risco por exemplo onde nessa caixinha onde você colocou aceitar evitar compartilhar mitigar e buscar achei interessante o buscar pard porque o buscar não é tão tão utilizado tão comum não é mas é um conceito interessante também e a parte do cálculo residual após a a execução do controle enfim e partir pra gestão pro PDCA pra melhoria desse processo como um todo bem interessante isso que você mostrou e eu acho que a partir daqui a gente já pode partir burba paraa primeira provocação que os nossos convidados vão poder se manifestar aí eu só vou parar
de compartilhar aqui tá eu não sei como tá bom legal bom então a gente criou uma espécie de roteirinho aqui pessoal para meio que a gente direcionar o nosso bate-papo existe uma certa linha de Raciocínio do que a gente definiu aqui como script mas obviamente existe a possibilidade de improvisação aqui no decorrer do nosso bate-papo ou postergando ali alguns questionamentos inclusive até da forma como foi redigit aqui a nossa primeira provocação eu acho que seria até redundante repeti-la da forma como foi escrita porque o próprio pardin já acabou de dar uma pagem muito boa metodologicamente
do que nós tínhamos Estabelecido aqui como como primeira pergunta como primeira provocação então eu vou dar uma roupagem nova eh para essa primeira pergunta e aí vou Direcionar para que primeiramente o Artur se manifeste ali com a opinião dele com os comentários dele e depois na sequência o Victor então basicamente eh a gente o parinho deixou muito claro ali a questão de o risco que na verdade a gente tem que atuar no fator de risco consequentemente as respostas têm que Ser vinculadas aos fatores pra gente ter o melhor melhor atingimento dos nossos objetivos de controle
nossos objetivos estratégicos e a gente sabe que no dia a dia e aí por isso que eu eh Trago essa provocação por Artur e pro Vitor que tão ali no dia a dia da operação correndo atualizando Matriz de risco conversando com com os sk users com com eh com com os Risk aers para manter essa essa estrutura toda atualizada e a gente sabe principalmente do ponto de vista de Interpretação da primeira linha é é muito muito tênue essa diferença entre risco e fator de risco né então assim no dia a dia de vocês né imag
até se vocês antecipadamente puderem falar se vocês na na já começaram com uma abordagem de fator de risco ou se teve uma primeira onda onde era feito diretamente no risco como que foi feita essa migração e como que vocês fazem para poder fazer essa ident iação e separação de uma forma didática entre o que é risco o que que é Fator e como dar a resposta adequada aos fatores de risco para que nossos colegas que estão aqui acompanhando que certamente convivem com essas dúvidas no dia a dia eh como que eles consigam para que eles
consigam se enxergar dentro de um modelo prático que hoje vocês vêm adotando então fiquem à vontade Artur bom obrigado Leandro pela pela provocação pela pergunta eh eu acho que a grande questão aqui tá centrada nesse que você acabou de colocar a didática né E aí eu acho em Privilégio da didática eu gosto de começar primeiro nas palestras nos treinamentos nas oficina sobre gestão de riscos que a gente promove internamente aqui na organização eu gosto de começar primeiro do do pessoal para aí a gente ir pro corporativo então a gente sabe por exemplo maneiras práticas de
diferenciar que a didática já se provou bastante eficaz n sentido ele sabe que a hora a partir do momento que a gente tira o Nosso carro da garagem de casa que coloca na na na faixa de rolamento no trânsito a gente está sujeito a um risco que é inerente ao veículo que é o de sofrer um acidente né isso Independente de todas as ações de todos os eh cuidados que nós tenhamos Nós podemos ser vítima de um acidente de uma pessoa que não eh não tomou esse Cuidado então a gente sabe que o risco inerente
ao veículo ao trânsito eh o acidente é um risco inerente ao veículo Agora a partir do momento que eu eh começo a dirigir de maneira imprudente eh que eu saio atrasado de carro e por isso eu preciso descontar essa na velocidade para chegar no meu objetivo eh colocando o braço para fora e xingando os demais condutores eh essas condutas são os fatores que podem material se materializar no risco inerente que é o acidente outro exemplo que eu gosto de dar também eh por exemplo eh na minha Família nós temos várias eh pessoas perten meus pais
meus avós Então a partir do momento que eu nasci nasceu comigo um risco inerente a mim de desenvolver ou não AL um tipo de doença coronariana ah a manifestação de uma hipertensão algo nesse sentido isso é o risco inerente que nasceu comigo independente do que eu faça a partir do momento que eu cresci Digamos que eu começo a frequentar Bastante a Boemia noturna perder noite de sonos eh tomar um chopinho gelado eh e conversando eh assistindo o jogo o clássico Palmeiras e Corinthians eu que sou corintiano pro desgosto do e com ISO uma boa potencializada
aí e isso vai meque magnitude foi lá para cima exatamente e ali eu já pego um torresminho quem come um torresminho toma um chopinho já acende um cigarrinho vocês concordam comigo que eu tô somando Fatores que possam que podem se materializar que estão propiciando que estão alimentando a materialização de um risco inerente que já nasceu comigo a partir daí a gente consegue extrapolar pro corporativo Então se o meu negócio é um negócio eu analiso a minha cadeia de fornecedores eu tenho somente um fornecedor uma determinada atividade essencial do meu negócio o o risco de eu
ter que interromper a produção ele é inerente ao negócio então são vários os Fatores agora se eu identifico que eu tenho só um fornecedor que que que me fornece essa matéria-prima ou ou esse insumo para continuidade o fato de ter um único fornecedor é um fator de risco para Meu Risco inerente que é interrupção da produção então didaticamente assim que eu gosto de trabalhar nas nossas oficinas perfeito Vitor Fi à vontade bom bom pessoal tá já tá falando bastante coisa aqui importante e relevante pro Pro quando a gente tá falando do cenário de gestão de
riscos né né Eh e eu acho que tem um tem um elemento que é bastante interessante da gente abordar que é como o fator de risco ele tem uma uma uma uma visão reversa em termos dos riscos também né então fazendo uma visão complementar existem fatores de riscos que eles afetam vários riscos então Eh para além da porque muitas vezes você pode ter uma visão de risco e fator de risco e pensar que é só uma coisa linear Pelo contrário o fator de risco inclusive ele é bastante risco de assunto de risco que lhe afeta
então Eh um uma maneira que que eu gosto de abordar bastante nas n nos trabalhos que eu conduzo É de fato usar a ótica do fator de risco Porque de fato materializa o que o controle associado ou o plano de ação associado porque e de fato existe uma linearidade maior embora também tenhamos eh fatores de risco que tem mais de um controle ou mais de um Plano de ação associado mas esse fator de risco eh ele pode muitas vezes e tende a afetar muitos riscos diferentes Uhum Então E além disso também existe a questão da
própria eh facilidade ou ou eh Associação e até benefício de de qual fator de risco é mais interessante você priorizar a para você atuar especificamente porque eh ele é mais fácil ele é mais barato eh e ele vai te dar um benefício maior de você atuar e implementar controles Para poder mitigá-la do que outros né eventualmente perfeito perfeito Olha só pessoal já estão chegando algumas perguntas aqui através do nosso o que ah acabou de pular aqui na na na tela uma pergunta se você gostaria de conhecer e entender como a plataforma perente RC aplica aos
fatores de risco é é uma pergunta um single Choice aqui sim ou não aí fiquem à vontade para responder mas falando das perguntas que chegaram aqui no nosso K Eh tem aqui uma pergunta eu vou fazer então duas de uma vez aqui pro professor Pardini e tem uma pergunta aqui do Erlon de Souza que eu acho que é o Erlon da Faber Castel nosso colega e essa sua pergunta Erlon a respeito dos fatores de risco na auditoria enfim nós temos uma pergunta que vai tratar dela então eu vou daí vai ter um momento aqui logo
mais adiante que a gente vai falar de algo relacionado a essa sua pergunta mas aí E eu vou te perguntar primeiro Pardini aqui tem a pergunta da Carolina Vil lá na sua apresentação você tá falando do buscar dentro de tratamentos ela pergunta aqui ó dentre os tratamentos buscar seria direcionado para o risco positivo essa é a pergunta da Carolina Vilela aí pode responder Pardini que daí depois eu já engato aqui a nossa nossa segunda provocação tá bom primeiro assim primeiro conceito né na minha visão não existe risco positivo isso é uma questão De semântica o
que os risco sempre trazem um impacto adverso logicamente que no momento que nós estamos fazendo o nosso processo de gerenciamento de risco eu posso me deparar com oportunidades Aí sim as oportunidades não vão ser tratadas pelo processo de gerenciamento de risco as oportunidades vão ser identificadas nesse processo e vão ser levados para uma outra área um outro departamento que possa alavancar isso então risco Tem sempre a conotação Adversa sempre a conotação eh negativa ali se formos falar dessa maneira tá bom eh o o o buscar na realidade ele é muito estratégico o buscar é quando
você decide correr um risco além do seu apetite a risco para chegar numa posição eh de Vanguarda eu vou eu trago um exemplo nisso daqui o Elon musk com o seu spacex ele ele foi Além daquele apetite a risco que ele é alto né quem trabalha com com aeronaves espaçonaves esse tipo de coisa já tem um apetite a Risco alto não quer dizer que ele queira correr o risco então eles têm um trabalho de Gestão de Risco muito forte né Eh e ele decide o seguinte Olha eu vou levar uma tripulação não profissional pro momento
do espaço que ninguém chegou e vou colocar uma pessoa fora da nave nesse local coisa que nunca ninguém fez né então ele fez isso e ele procurou ele buscou isso justamente para chegar numa posição de Vanguarda a com isso ele aprendeu muita coisa e ele vai Conseguir utilizar dentro do seu processo de oportunidade agora ele correu um risco além daquilo que normalmente ele Correria né então assim isso é buscar e isso é muito estratégico gente é é muito estratégico eu até entendo que no momento em que nós passamos Com todas essas alterações que estão acontecendo
com a Inovação com a inteligência artificial em algum momento as empresas vão ter que buscar algo que faça ela sair do lugar comum então ele Vai ter que ser um um um um essa resposta então essa resposta é assim eu vou buscar algo que possa me trazer um ganho lá na frente mas eu vou buscar algo que está Além do Meu Risco e aí eu preciso trabalhar muito bem essa parte de risco tá quem Traz essa quem Traz essa conceituação é o cozo RM o co RM conceituação tá perfeito perfeito Pardini Ok Carol Vilela essa
aí então acho que ficou bem claro né a explanação do Professor Eduardo Pardini E aí eu vou Partir pra provocação no seguinte sentido bom a gente então compreendeu a diferença de risco e fator de risco né Eh essa diferença é Sutil mas é é extremamente importante diferenciar esses elementos né isso teve presente já na fala do professor padini do do Artur e do Vittor eh mas aí eu pergunto Pardini Qual que é o maior benefício ou que é qual que é o maior ganho de tratar singularmente o fator e não olhar pro risco de forma
mais generalizada mais Abrangente que que você pode trazer de informação acerca então de tratar fator e não risco então Edu mas aí que tá o risco não é tratável então assim eh o risco é eh ele tá muito relacionado com com o objetivo então se eu tiver bem definido o objetivo eu vou entender Qual é o risco que eu tenho de não alcançar aquele objetivo para depois ir pras causas então assim ah mas alguém pode falar mas hoje eu não trabalho com objetivos e trato os riscos é um engano Você tá tratando o fator de
risco é você que tá chamando ele de risco Então se dá para se tratar de forma objetiva é um fator de risco e aí eu vou tomar o exemplo que o Artur trouxe né que só mudando um pouco tá Artur e só falando falando o seguinte tá você é jovem você ainda pode mudar Nem tudo é perfeito tá nem tudo na vida é perfeito né Edu É verdade tá bom então assim ele falou assim ah o fator de risco que ele traz de nascença é a a propensão ao Diabetes é isso não é a hipertensão
hipertensão é a gente pode mudar um pouco isso a gente pode mudar um pouco isso uma vez que nós nascemos o nosso objetivo é nos mantermos vivo até a hora da Nossa finitude que é a única certeza que nós temos que a nossa vida é finita pelo menos a material Então esse é o meu objetivo e aí eu tenho bom qual é o meu risco o meu risco é não conseguir me manter vivo aí eu vou na causa do Risco como é que eu vou ver por que que isso Não vai acontecer Ah porque eu
posso ser hipertenso eu posso eh sofrer um acidente eu posso aí eu vou trabalhar nesses fatores de risco e eu posso até desmembrar como ele falou Pô eu posso ter uma hipertensão e eu posso eh deixar essa hipertensão mais latente se eu tiver comendo um torresminho e a gente sabe né gente quem come um torresminho come um monte de torresminho um torresminho só não faz é um monte né então não dá então assim e aí ele vai Potencializando essa parte então é tudo uma questão de objetivos de onde você vai partir se você partir dos
objetivos corretos você vai chegar nos fatores de risco com maior amplitude e conhecer dessa maneira você você aumenta a sua abrangência você aumenta a sua visão né e o que o Vittor falou o O importante também é considerar que um fator de risco ele pode estar presente em vários riscos em vários riscos então aí eu preciso começar a pensar em capacidade De correr risco porque naquele momento ele é pequeno Ele é imaterial eu posso até aceitar mas na hora que ele dá o gatilho ele não acontece só ali ele pode acontecer em vários locais daquela
organização E aí aquilo que é pequenininho vira o mundo e eu tenho que ter capacidade para isso então para mim é assim não dá pr fazer gerenciamento de risco de uma maneira mais completa se nós não partirmos objetivos riscos e os fatores de risco para serem tratados Inclusive o tratamento de fator de risco para cada risco é pode ser distinto pode ser distinto e será distinto né perfeito perfeito Artur Vittor queriam fazer algum complemento à fala do do Pardini eu acho eu acho a fala do Pardini é irretocável a gente olhar a partir do o
risco é como se tivesse olhando o risco com uma luneta só que éo contrário a luneta a gente olha na lente pequenininha e lá na ponta ela tem aquela lente grande que é para expandir O nosso campo divisão se a gente for tentar olhar o risco no caminho inverso a gente vai estar olhando o macro para para enxergar um contexto micro E aí didaticamente pedagogicamente é muito mais complexo a de trabalhar isso tem uma Fala uma fala simples que resume um pouco você não consegue comer o o boi inteiro você tem que comer o boi
em bifes Então os fatores de risco eles são os bifinhos para poder a gente ir trabalhando esses riscos excelente vor Cara estão aprendendo novas analogias aqui que essas analogias tão complicado porque um fala de bif outro fala de torreo não almi ainda P Brincadeira meu só para lembrar que o professor Pardini tá lá 2 horas a menos do que a gente então ele ainda não almoçou lá são 2 41 eu acho né enfim é já deveria ter almoçado mas não deu tempo ainda pois é pois é bom então burba fica à vontade para dar sequência
é trazendo aqui a nova provocação né partindo do Pressuposto que acho que neste momento já deve ter ficado Claro para todo mundo e o que a gente tem que atuar eh na no para atingimento dos nossos objetivos de negócio estratégicos enfim é atuar no tratamento do Risco certo e o tratamento desse risco ele nos vai dar a possibilidade de ter medidas preventivas corretivas preditivas em relação a a como o nosso processo funciona no dia a dia né então aí eu gostaria de fazer uma provocação eu vou começar primeiro com o Victor que sempre fica por
último para fazer as considerações dele e às vezes ele pode acabar ficando sem argumento né porque os né os caras falam vou falar o qu né então vou trazer essa primeira provocação para você assim a partir do momento que você tem uma estrutura de fator de riscos ali associada n avaliada enfim com todos os critérios e metodologia definida como que é a busca por controles para mitigação desses fatores eh obviamente na medida do Possível a gente tem que trabalhar com ações preventivas né que vão nos possibilitar eh a prevenção antes da materialização do aquelo mas
em algumas situações até em função do apetite a o risco daquela atividade a gente tem que deixar a coisa acontecer e trabalhar em medidas mitigatórias para redução daquele Impacto então se você puder começar falando como que você faz isso hoje no seu dia a dia eh qual que é a estratégia que vocês utilizam E como que Isso é visto no dia a dia ali da segunda linha e aí depois só gostaria de fazer um pedido para vocês n depois que o Artur e o Pardini eh fizer as considerações em relação a essa provocação eh pra
gente trazer um pouquinho né de tudo que a gente tá falando aqui de riscos de fator de risco eh como que isso funciona do ponto de vista de tecnologia para mostrar um pouco para vocês e aí depois a gente até Pode pedir Para que nossos colegas eh se manifestem né Principalmente o Artur e o Victor eh que utilizam hoje a nossa plataforma drc né para fazer a parte de Gestão de Risco como que isso contribuiu e vem contribuindo ali na gestão dos trabalhos tá então por favor vi fica a vont vontade perfeito então nessa nessa
visão do dos controles internos né então quando a gente tem o a gente já definiu qual é a matéria que que vai ser analisada e eu vou aprofundar aquela Matéria a gente de fato tem essa visão ali do dos objetivos e eu tento olhar na nas provocações que são feitas junto com o gestor da daquela matéria né então Eh o trabalho ele não é eh eu só sozinho não é eu kip não sou eu inventando regra a gente sempre tem muita troca em todo esse processo de desse trabalho de gestão de riscos em que nós
vamos avaliando eh de maneira coletiva E analisando considerando também os próprios o próprio apetite a risco da Empresa como é que eu faço para poder eh desenvolver os controles que satisfatoriamente vão eh mitigar aquele risco de alguma forma e eh eh eventualmente num cenário de materialização materialização desse risco o que que eu posso fazer para que eh eu consiga eh eh diminuir seja em tempo seja Impacto eh aquele aquela aquele risco que foi eh materializado né então basicamente Eh e e e sempre também tem um um fator que a gente também não pode deixar de
de considerar que é uma empresa tem dinheiro você investir um para poder estruturar um controle é tempo é dinheiro é ferramenta existe todo um conjunto que tem que ser analisado junto com essas partes então por isso também eh como nós especificamente não somos aqueles que vão estar ali eh operacionalizando os controles a gente tem que ter muita troca com a área com o Gestor responsável pelo controle para que ele também diga se ele tem condições de eh executar Esse controle eh com da maneira como tá sendo discutido e o que que é às vezes é
é é melhor o o o bom do que o ótimo porque o o ótimo ele não vai conseguir porque ele não tem dinheiro porque ele não tem tempo porque ele não tem recurso de humano para poder desenvolver aquilo mas ele faz um um controle mais ou menos que pelo menos já vai mitigar um pouco a probabilidade da Aquele risco vira se materializar e eh e aí entrando até um pouquinho no num num indo um pouquinho além tem até a questão do do da do corretivo né Um pouquinho já começando a brincar de de de de
de crise de gestão de crise você colocar um pouquinho ali de controles eh corretivos pro caso de acontecer a materialização do do do do risco né então que que eu posso fazer eventualmente eu já posso é a depender do que acontece eu posso estruturar alguns controles que Naturalmente eh agem em benefício de conter aquele dano uma bacia por exemplo eh de contenção Num caso de vazamento de óleo alguma coisa assim então tipo é um controle que existe lá aconteceu a materialização do do do Risco mas ele tá ali preventivamente mas o o risco aconteceu Ele
é corretivo perfeito perfeito Artur bom eh eh excelente a fala do Vitor nesse sentido eh e e a gente fala a gente tá falando aqui dos riscos dos fatores de Risco mas no final do dia a gente tá buscando o controle né o o sentido da gente estudar o risco a gente pensar eh justamente nessa mitigação e e assim como a gente pensa metodologicamente para calcular o risco a gente parte do do viés do impacto caso ele se materialize ou da probabilidade dele se materializar eh isso isso dá pra gente uma objetividade de o quão
eh nós o quanto esforço nós vamos Empregar eh nesse controle e e e novamente partir da do da ferramenta do fator de risco que foi como o Vittor colocou de maneira muito bem bem bem colocado no início da fala dele eh nós enquanto área meio a gente tá aqui para auxiliar aquela área que tá lá na ponta que é onde o o risco está é quem lida com o risco no dia a dia nas vendas nos fornecedores eh e e nesse sentido eh tratar pensar em fator de risco e pensar em controle eh Pensar no
fator de risco é auxiliá-los na construção de como eles vão conduzir esses controles E aí já pegando o gancho eh muito embora não seja administrador de Formação eh a gente quando vai começar a estudar sobre compular gestão de riscos a gente acaba Bebendo um pouco do dos autores lá da eh da administração de empresa a gente vai ver que o os maiores gargalos dentro das corporações eh um dos né mas é cultura e comunicação você ter uma plataforma onde que que te Permita fazer esse followup e essa eh intermediar essa relação do do Risco com
entidade que está responsável pelo monitoramento eh que você consiga fazer a configuração dos prazos e ela a plataforma de maneira automática assuma para ser essa responsabilidade de realizar as cobranças E intermediar essas trocas eh atua como um controle para esse grande risco de comunicação esse grande risco de Cultura né De não deixar os Prazos se perderem os controles eh ficarem sem acompanhamento perfeito Pardini eh essa essa questão de da tecnologia aplicada em todo esse processo estrutural eh cada vez mais proeminente né hoje não se consegue trabalhar e fazer nada se não tiver essa tecnologia envolvida
e eu com certeza a tecnologia da perinity E aí a gente discutiu bastante né Ed eh ela foi montada de uma forma em que essa Metodologia que eu apresentei para você é a metodologia que ela tá ali é disponibilizada para ser aplicada Então ela consegue fazer com toda essa visão e e é importante que a partir do momento em que você segunda linha de gestão você não faz a sua você não faz Gestão de Risco você não faz controle interno você apoia a gestão primeira linha a fazer e a ter as suas responsabilidades E aí
é assim tudo dentro dos recursos necessários o que a gente Precisa Calibrar é se essa resposta é a melhor resposta que eu posso dar naquele momento e se ela vai me deixar alinhado ao apetite a risco e aí a gente vai fazendo essa sintonia fina né o controle ele é apropriado a partir do momento em que nós temos a probabilidade né A gestão da probabilidade então o controle e aí eu vou entrar no conceito do controle toda e qualquer ação baseada em políticas e procedimentos que Visa mitigar a probabilidade daquele evento Se materializar a partir
do momento que ele se materializa o que eu preciso ter é um plano de contingência como é que eu faço para minimizar este impacto em alguns casos quando vocês analisarem os fatores de risco dependendo da sua magnitude além de trabalhar a probabilidade Vocês também vão ter que trabalhar no Impacto então a área de tecnologia ela vai fazer de tudo que ela puder fazer para que ela Mantenha o sistema disponível mas se por algum Acaso aquele fator de risco se materializar e eu ficar fora do ar eu vou ter que ter um plano de contingência para
fazer o mais rápido possível e voltar esse sistema no ar então é uma dualidade E aí quem vai trabalhar isso é a gestão e a gestão vai trabalhar sozinha não não vai trabalhar Vai trabalhar com o apoio dos especialistas que são o a área de controles internos e a área de Gestão de Risco e a gente vai buscar A modelagem daquela resposta Daquele controle dentro da melhor condição que a empresa oferece naquele momento logicamente que o custo e benefício tem que ser observado mas o custo e benefício é em relação a se eu estou ou
não alinhado ao apetite a risco a única coisa o único risco ou os únicos riscos que a gente não pensa em custo e benefício e também sabe que o apetite a risco é zero é o risco de conformidade legal e o risco de integridade nenhuma empresa que queira ser chamada de uma Empresa ética com bons valores Morais pode ter o apetite a risco de fazer algo que está fora propositadamente fora do requisito Legal ou então fora dos seus valores morais que Aí eh tá conduzido pelo programa de integridade agora do resto a tecnologia vem justamente
aperfeiçoar essa condição de comunicação entre o que deve ser feito quem apoia e quem tem a responsabilidade de execução perfeito perfeito Olha só eu queria fazer aqui um combo dois em um porque eu acho que chegou a hora que dá pra gente responder a questão do Erlon sou aqui que eu conheço que é da Faber Castel que tá no interior de São Paulo junto com uma outra provocação Nossa pré combinada já que que o Erlon disse aqui quais seriam as implicações operacionais de tratar apontamentos de auditoria como fatores de risco tendo em vista que quase
sempre Tais apontamentos Potencializam a materialização do risco tá e junto com isso ainda dentro desse eh eh dessa Seara aqui eh nós tínhamos falado o seguinte eh quando a gente fala de fator de risco eh o próprio nome já diz e já faz essa Associação com a Gestão de Risco então evidentemente é uma ação da segunda linha né das áreas de de gestão de riscos e controles internos como explicar e disseminar não somente a conceituação como também as Práticas de gestão dos fatores para a primeira linha né pros donos dos riscos e executores dos controles
e para a terceira linha de defesa eh né popularmente conhecido como auditoria então a a a linha de defesa independente Quem de vocês gostaria de começar falando sobre isso então só recapitulando aqui o Erlon perguntou eh Quais as implicações operacionais de tratar apontamentos de auditoria como fator de risco tendo em vista que quase Sempre Tais apontamentos potencializam a materialização do Risco e aqui como é que a gente faz para disseminar a conceituação e a execução das práticas e de gestão de fatores de risco na primeira linha e na terceira linha uma vez que é um
tema e eh natural e oriundo da da fica quer falar V eu posso começar por gentileza aqui na spic Brasil eh a gente contratou a a perinity fez todo o desenvolvimento eh do da ferramenta em termos de módulo De auditoria e módulo de riscos e esses módulos eles se comunicam de fato então então a gente Inclusive tem uma auditoria interna voltada a riscos existe uma correlação direta então Eh de pontos de auditoria com fatores de risco e de fato quando o o próprio a nossa própria área de auditoria ela busca tudo aquilo que foi mapeado
e tá dentro do nosso módulo de Gestão de Risco para poder fazer a validação daqueles controles eh e performar eh se de fato Tudo que estava desenhado ali tá efetivo ou não e dá esse feedback de volta então existe essa comunicação módulo de riscos módulo de auditoria interna então sim tem muita correlação entre auditoria e riscos e quanto a questão de disseminação é uma questão que de fato é importante ter uma pauta de treinamento para poder você tá falando e e deixando isso vívido na cabeça das pessoas né Eh falo isso até porque eh quando
a gente entra com esse assunto muitas Vezes é uma coisa reativo quando você não tem uma cultura de fazer treinamentos comunicações a respeito disso então muitas vezes eh a pessoa olha falando já tá vindo aqui me trazer trabalho eh mais um mais uma tarefa pro meu dia e aí você vai eh explicando Quais são os ganhos que existem naquele processo né então porque muitas vezes também e é é a maneira como a gente aborda né você chega falando Ah tem que fazer isso Porque tem que fazer porque o cara lá de cima mandou porque a
out administração eh mudou de opinião então tipo no fim do dia quando a pessoa enxerga como obrigação tende a ser muito mais reativo muito pior do que quando a pessoa ela observa que existe de fato um benefício intrínseco a a o próprio trabalho dela né o valor que ela tem eh que ela agrega ao trabalho o o o a a a ausência de retrabalho ou a ausência de dor de cabeça que ela vai ter no futuro se ela Praticar Aquele controle Então você trabalhar a maneira também como você faz essas comunicações além de ter um
um processo de treinamento o como você faz eh a esse essa comunicação essa disseminação com as pessoas faz toda a diferença para que você tenha esses colaboradores de fato aderentes a essa cultura de gestão de riscos eh se eu puder complementar eh dentro do âmbito da auditoria a gente tem um um jargão uma piadinha entre Auditores né que é da sorte do auditor parece que o auditor ele sempre tem aquela sorte ou a área que está sendo auditada tem o azar de de 10 processos o auditor consegue sempre pegar aquele que tem algum alguma Não
conformidade alguma coisinha que que ficou resvalando alguma alguma coisa que ficou estranho né e eu acho que isso é é muito interessante que que essa não conformidade ela é combustível ela é material para você construir um Identificar um fator de risco e a partir dali trabalhar um controle justamente para eh pegando o que o Vitor trouxe eh evitar retrabalho evitar dores de cabeça evitar voltas no processo que poderiam serem resolvidas de maneira mais direta né E então com relação à linha de a terceira linha eh eu acredito que sim as não conformidades o auditor pode
ser parte eh importante nesse processo de identificar objetivamente eh os fatores de risco as Fragilidades nos processos eh [Música] a partir hoje se fala também bastante na auditoria baseada em risco Então você começa a sua auditoria a partir dos controles que as áreas eh da primeira linha estabeleceram para aqueles riscos para ver se de fato eh O que foi identificado O que foi combinado tá sendo eh executado né então eu acho que essa e é muito legal que o processo todo ele tá interligado né então no final das Contas primeira segunda e terceira linhas quando
a gente tá falando na a gestão de riscos elas se conversam se complementam eh é muito interessante a dinâmica com que isso tudo funciona né parini para essa a sua resposta desse item eu queria só complementar aqui porque vocês na Crossover São tem tem cursos né Vocês ensinam vocês TM algo voltado para esse tipo de disseminação de fator de risco isso tá Dentro de um curso por ex exemplo de imersão de controles internos como é que vocês tratam o trânsito do fator de risco entre as três linhas complementando nessa pergunta oi só instante antes de
você começar sua resposta eu gostaria de dar uma pimentada aqui com duas provocações aqui e gente tá bom né que aí você já enriquece um pouco mais da sua resposta mas são coisas simples Tá nada que vai vai te Comprometer principalmente a primeiro é a questão da importância dos controles internos isso já foi falado eh e é eh colocar dentro desse contexto e out Quais são as principais soft Skills que um profissional da área de riscos e controles pode ter deve ter e se eventualmente Isso é passado de alguma forma dentro dos Treinamentos e tem
uma outra aqui eh que o Vittor Eloy eh passou que é que que existe muita dúvida eh Principalmente talvez no conceito não mas na grafia a forma como se escreve escrita né fatores risco isso na na na escrita se existem dicas né aquela a solução de todos os nossos problemas né a a resposta de 1 Milhão para que isso para isso para que isso fique mais claro na hora do profissional de risco de controles internos fazer essa separação e uma correta descrição do que que é risco que é o fator de risco então se você
puder pegar essas ponderações e Colocar na sua resposta a gente agradece bom tá bom só você vai ter que me lembrar tudo isso de novo esquecer tá você vai me lembrando você gente eu sou um ancião eu tenho carteirinha de idoso pelo amor de Deus não é não paga mais ônibus né pardin É então assim mas vamos lá vamos vamos começar pelo começo ali ó Primeiro de tudo eh O que que é auditoria interna terceira linha de gestão é uma atividade independente objetiva que Visa criar Valor paraa organização como é que ela cria valor pela
pra organização fazendo uma avaliação da eficácia do gerenciamento de risco do sistema de controles internos e da governança então Gestão de Risco é um dos produtos é um dos itens que a auditoria trabalha a auditoria baseada em risco não é uma nova auditoria ela sempre foi baseada em risco né A gente trabalha com os riscos da operação para definir que trabalho eu vou fazer durante aquele exercício eu Olho para os riscos daquele objeto que tá sendo avaliado e eu tenho que gerenciar os riscos da auditoria o risco de não detectar algo que é significativo que
poderia mudar minha opinião Então essa camada de risco está sempre presente então tá bom o a a a a a a estrutura de um apontamento da auditoria ela não é o fator de risco ela tem que ser levada em consideração de que o auditor fez uma análise sobre o processo de gerenciamento de risco daquela Atividade e ele detectou vulnerabilidades ele pode ter detectado riscos que não são visualizados ele pode ter detectado fatores de riscos que não foram considerados ele pode ter considerado Que fatores de riscos não foram bem avaliados né foram sub ou Super avaliados
e ele vai detectar que as respostas daquele risco não é suficiente ainda para fazer a mitigação do Risco então logicamente que a primeira linha de gestão apoiado pela Segunda linha vai ter que considerar todos esses apontamentos para aperfeiçoar ou corrigir o seu processo Então esse é acho que assim isso resolve a relação da terceira linha junto com a segunda com a primeira não podemos esquecer que a primeira linha é responsável por tudo a primeira linha tem que fazer a gestão de risco a primeira linha tem que definir qual é o controle qual é a resposta
que ela vai dar E como eles têm dificuldade para Isso que é eh normal eu tenho uma segunda linha que é a linha de especialistas que vai dar o apoio paraa modelagem paraa instrumentalização paraa manutenção para que a primeira linha eh consiga fazer os a sua a cumprir com as suas responsabilidades Então essa foi a resposta pra primeira pergunta qual que é a segunda pra pergunta do Erlon exatamente foi o foi bem na resposta na pergunta do Erlon o Erlon perguntou né se o fator poderia ser visto como risco A segunda pergunta que nós falamos
é eh como é que a gente faz para transitar o a disseminação da gestão de um fator estamos Falando exclusivamente fator também com a primeira linha que é a linha incumbida de executar os controles de identificar dar as respostas enfim tá bom E aí isso vai servir para todo e qualquer tipo de boas práticas de gestão é a criação de cultura é a fundamentação da cultura é o aprendizado é a vivência né então a segunda linha tem uma Responsabilidade muito grande de fazer com que essa instrumentalização não seja como faz mas o por faz o
por que isso é importante então esse trabalho contínuo de aculturamento da primeira linha para que eles entendam a importância para que eles entendam que isso não é uma burocracia que isso inclusive vai auxiliar ele na qualidade do seu trabalho da sua atividade na entrega dos seus produtos é de extrema importância Então para mim não tem outra outro Caminho senão o aculturamento que pode ser por treinamentos por palestras e eu gosto muito de oficinas de trabalho o gerenciamento de risco junto com a gestão vai falar tá bom Vamos definir os seus obj os objetivos do seu
processo agora vamos identificar o risco faz tudo de uma maneira conjunta a pessoa vai aprendendo e o mais importante o gestor que vai entendendo a essa metodologia ele vai compreendendo que aquele risco foi ele que viu então não é mais o risco Da área de risco é o risco que eu vi então ele começa a se eh tomar propriedade disso e isso começa a trabalhar é de é fácil gente não não é fácil nos nossos projetos eu levo um ano para implementar eh a estrutura de de gerenciamento de risco e levo mais 5 anos para
fazer aculturamento E isso se não tiver muito turnar muito desculpa muito turnover turnover se não tiver muito turnover porque se tiver turnover isso é um pouco mais complexo tá É Porque quando a pessoa tá pronta né Pardini ela sai aí entra uma pessoa que tem que ter toda uma curva de aprendizado risco não é é o risco então assim o meu risco é fazer a manutenção de talentos ali se depois que a pessoa aprendeu saiu é porque alguma coisa não tá legal a minha resposta não tá legal gerenciamento de risco puro gerenciamento de risco gente
eh como o Artur falou tudo na nossa vida é gerenciamento de risco tudo tudo ele é o Coração da governança o gerenciamento de risco vai servir pro nosso dia a dia como vai servir pro nosso dia corporativo se a gente não faz Gestão de Risco a gente até casa a gente até casa gente e às vezes casa duas vezes como no meu caso isso pior ainda né pior ainda isso né ainda bem que a minha esposa não vai eu ver né porque esse ano 40 anos de casamento então é então assim né Não ela não
pode ouvir e ela nem tá aqui hoje então tá bom eh então assim a gente tem Que pensar nisso Gestão de Risco é tudo dentro da nossa condição terceira questão a terceira questão que o burba fez foi a do Vittor Eloi que que eu também acho muito interessante isso a dificuldade de fazer a grafia a escrita que diferencia risco de fator c tem como trazer um exemplo se então assim eu eu vou eu vou tentar exemplificar tá eh o um dos objetivos do do processo de compras um dos objetivos do processo de compras assegurar a
aquisição de Produtos ou serviços que seo assegurar somente a aquisição de produtos ou serviços que sejam necessários para operacionalidade da empresa Esse é um dos objetivos tá bom esse o meu risco é comprar algo que não seja necessário comprar produtos ou serviços que não sej necessário Esse é o risco a segunda que é negativa do Objetivo é negativa o fator de risco é por que que eu vou fazer isso por que que eu vou comprar algo que não é Necessário porque eu não tenho um planejamento de inventário eh porque eh eu eu eh o meu
processo de compras não é eficiente eu não faço uma revisão de volumes eh porque é uma fraude né então assim o fator de risco é sempre aquela resposta da causa por que que isso vai acontecer e a minha e e eu digo o seguinte faça a coisa mais simples possível descreva aquilo mais simples possível então eh eh eh o fator de risco é quando você pergunta que é a causa Você consegue já fazer essa diferenciação né se você não se você olhar pro risco eh e ele já for uma causa ele já não é mais
um risco né partindo sempre com a visão dos objetivos Tá certo então você precisa trabalhar não sei se ficou Claro mas essa seria a forma né então por que que eu vou comprar algo que não é eh por que que eu vou comprar algo que não é necessário porque a requisição de compras não foi aprovado por pessoas com Alçada porque a requisição de compras está errada porque eh eu eu o inventário o controle ou a gestão do inventário não me permite ter uma boa visão ou então porque alguém cometeu uma irregularidade fez uma fraude comprou
coisas que não precisavam não é lógico que isso não acontece isso é só um exemplo de ficção jamais acontece Tá bom então tá então esse essa para mim é a visão é o que me ajuda a fazer esse trabalho quando tô nos meus clientes tá bom Pensar dessa forma perfeito Espero que o Vittor Eloi tenha compreendido bem aí Eu entendi eu vou dar um exemplo aqui Vitor eh de Olha só gente pingou aqui uma nova pergunta single Choice para vocês avaliarem aqui e responderem também tá que o Bueno acabou soltar então Eh Vitor Elói eu
acho que ficou Claro aqui a a resposta eu vou dar um exemplo bem breve nós temos um cliente eu não vou mencionar o nome porque ele não tá sabendo que eu vou mencionar é um Cliente do setor de transporte do Rio de Janeiro faz transporte rodoviário de passageiros e e e tem um exemplo semelhante ao que o Artur falou risco de acidente na Via eles tratam os fatores como condutor não preparado para aquele equipamento eh eh por exemplo falha de sinalização da pista neblina falha de manutenção no equipamento então todos eles materializaram ajudariam a materializar
o risco de acidente né dessa empresa por exemplo de transporte Rodoviário como forma então tem o risco tem essas causas como consequência danos materiais eh é resultado morte né perdas de vida Enfim então aí você pode ter outros riscos com outras consequências mas eu acho que a dica do Pardini de ser o mais suscinto né Pardini ser o mais claro o objetivo mais simp vai sempre valer para tudo é o mais simples possível é isso daí para facilitar o entendimento perfeito e aí tinha mais uma não é tinha mais uma na verdade a Outra que
eu tinha falado é como é que vocês passam isso na crossover porque eu sei que vocês TM cursos de imersão né para auditoria para controles internos e eu não sei se vocês têm algo voltado pra primeira linha ou somente paraa segunda e terceira linha é nossos os nossos cursos eles estão voltados principalmente o de Gestão de Risco para todas as linhas inclusive para auditoria logicamente que um curso de auditoria vai ser mais apropriado para auditor e Sempre a gente utiliza aquela metodologia aquela visão que eu passei para vocês no início todos dos nossos trabalhos inclusive
os nossos projetos eles trabalham com essa metodologia e é e é uma metodologia que vai um pouco além que você já conhece edor é que na hora da do processo de geração de risco a gente trabalha com três eh três eh matrizes eu tenho a matriz de risco que é gerado pela Gestão de Risco eu tenho a matriz de controle que é gerado pela Área de controles internos as duas não são feitas de maneira ah eh distintas e depois a gente faz o alinhamento numa matriz de alinhamento e na hora que a gente faz esse
alinhamento e isso é legal porque dá uma visão mais abrangente de tudo eu vou encontrar controles internos que estão mitigando um ou mais fatores de risco que eu preciso validar eu vou encontrar fator de risco eu posso encontrar fator de risco que não tem nenhuma resposta Então eu preciso analisar o porquê eu posso encontrar controles internos que não estão Associados a nenhum fator de risco eu também tenho que entender o por que isso acontece e posso encontrar um fator de risco com mais do que um controle interno que também tem que ser analisado porque em
tese eu preciso de um fator de risco para mitigar um eu preciso de um controle para mitigar um fator de risco somente se o fator de risco for muito relevante aí pode ser Que eu tenha ali um Doo cheque mas o custo e benefício eh tem que ser visualizado quantidade de controles para mitigar um fator de risco não quer dizer que eu tô fazendo uma gestão adequada eu tô fazendo uma gestão não Econômica né eu tenho que analisar isso então essa metodologia a gente trabalha no processo de Gestão de Risco na auditoria interna na área
de controles internos a gente trabalha com com essa visão para todos cada um na sua posição tá perfeito Perfeito burba da sequência por gentileza Ah não tem mais sequência não nosso horário já estourou eu sei já estourou né agora pass rápido eu avisei para vocês lá no nosso no na nossa conversa Inicial que a gente achava que quando pensar que não já foi então a respeito aos nossos colegas aqui que estão com a gente a sempre pesa ali pelo cumprimento da agenda eh e vamos mais uma vez respeitar Então a gente tinha algumas perguntas aqui
no chat para poder responder inclusive veio uma de lá do YouTube outras considerações finais aqui no nosso script mas nosso tempo já acabou então infelizmente a gente vai precisar encerrar Então gostaria de convidar os colegas Artur Victor e Pardini para fazerem suas considerações finais e E desde já a gente agradece mais uma vez pela presença de vocês para poderem enriquecer esse nosso bate-papo esse Nosso webinar agradecer a presença de todos e para aqueles que ainda ficaram pendentes de resposta e Anseio por essas respostas fiquem à vontade para nos procurar e eu Edu da Perin e
os colegas que estão aqui que eu tenho certeza que eles terão maior prazer em bater um papo sobre isso tá então por favor façam suas considerações finais bom agradec po começar isso Artur isso mesmo ia começar pela letra A Artur maravilha agradec o Eduardo e ao Leandro novamente pela Oportunidade o Eduardo e o Vittor pelas excelentes hoje aprendi muito mais do que em muitos cursos de que que já realizei e a cada um que acompanhou essa nossa transmissão de hoje eh eu acho muito enriquecedor a gente criar um ecossistema uma cultura interorganizacional para falar sobre
gão de riscos para falar sobre riscos controles governança e com integridade eh parabenizo a perid por encabeçar esse movimento eh deixar no meu LinkedIn Artur Toledo quem quiser eh estender esse nosso contato fiquem à vontade eh pra gente trocar ideia verdade continu nossos Linkedin não foram publicados né Bueno me parece eu acho que acabaram não sendo publicados Bueno Se você quiser a toque de caixa publicar o nosso LinkedIn durante a ó acabou de colocar aqui gente Maravilha LinkedIn de todos nós para vocês poderem nos contatar e é isso muito obrigado pela Paciência Obrigado pelas contribuições
e a gente se vê nos próximos encontros né Eu acredito que era isso obrigado pessoal obrigado obrigado Artur vamos lá Vittor fica à vontade bom agradeço aí o convite Eduardo Leandro eh foi um prazer aqui est participando dessa dessa desse bate-papo aqui com vocês Artur Pardini foi é é sempre engrandecedor tá trocando conhecimentos vendo novas visões de abordagem de risco de controles internos eh a gente sempre Eh retoma né Eh conceitos antigos traz mais fresco então Eh é muito interessante e a provocação que os nossos colegas que estão assistindo a gente é sempre bom porque
sempre surge alguma coisa que que Putz não não tava pensando nesse fator né bom tá tá com esse com com esse assunto também na na cabeça não num deixar isso esquecido então agradeço mais uma vez aí o convite a oportunidade aqui de tá compartilhando também com vocês a a minha experiência Nesse nesse tema e estamos aí disponíveis para próximas vamos trocando que é sempre bom sempre enriquecedor obrigado perfeito pessoal só um comentário antes do Pardini fazer suas considerações finais nós tínhamos o intuito de navegar na solução nós tínhamos ainda outras provocações pré acordadas para tratar
mas como a gente falou o tempo foi muito rápido aqui então eh a gente convida vocês através aí dos nossos LinkedIn do contato que o Bueno já colocou eh de nos contatar eh para que a gente possa fazer isso daí tá bom Pardini fica à vontade eu acho que Edo vai ter que chamar uma segunda reunião aí um segundo bpo ao para completar isso tá É isso aí mas mas assim ó eu só tenho agradecer é o que eu mais gosto de fazer é ficar nessa conversa nesse bate-papo legal com Victor com Artur eu não
conheci agora é um prazer eh conhecer eh Fantástico essa experiência que é difundida então muito Bacana muito tranquilo e eu sempre digo o seguinte gente a vida é muito complexa as organizações são complexas Então se vocês querem que gestão de ris dê certo faça isso da forma mais simples possível não traga complexidade paraa área de Gestão de Risco o gestor primeira linha vai trabalhar e vai entender quando vocês tiverem alguma coisa simples não adianta levar métricas com potência com isso e com aquilo para saber eh 10 casas depois da vírgula o que que é aquele
Risco não a gente não precisa de nada disso o mais importante do que acuracidade disso é ação de gestão não é então precisa trabalhar sempre com Essa visão utilizar a tecnologia para dar todo esse apoio né na atividade de vocês e ser o mais simples possível ser simples não é ser superficial ser simples é fazer as coisas da maneira mais adequada e horizontal possível tá bom E como eu sempre termino Ah só quem quiser saber mais sobre gestão de risco Lá no canal do YouTube da crossover tem um curso tem um minicurso de Gestão de
Risco tem um minic curso de editoria vocês podem utilizar lá lá na nosso na nossa rádio no Spotify rádio crossover Brasil tem quatro cinco programinhas só falando de Gestão de Risco eu vou falando cada etapa da Gestão de Risco agora tô fazendo até inglês gente que barbaridade é isso né mas eh sejam simples e no final do dia o que importa é que a gente seja feliz e que façamos As pessoas que estão ao nosso lado feliz isso que realmente importa tá bom obrigado aí pela participação por poder participar com vocês obrigado exato pessoal Eu
que agradeço pardin ó só para falar para vocês pessoal a a crossover oferece uma série de coisas interessantes tem o momento crossover também que é muito interessante de ouvir esse que é no Spotify certo tem no Spotify tem o simples assim eu parti reflexão que é só rádio só podcast e na TV crossover Brasil no YouTube aí você tem momento crossover se tem simples assim partiu reflexão mas aí Vocês conseguem Me enxergar não vai fazer muita diferença mas tudo bem né quem quiser ter pesadelo à noite pode me ver lá e principalmente o business School
da crossover né Eu acho que é ensinamento de primeira linha de muita qualidade com o professor Eduardo Pardini burba fica à vontade pra suas considerações mais uma vez agradecer a presença do Pessoal aí e nos colocar à disposição sempre tá precisarem como o Edu falou tirar dúvidas Ah poxa eu tava na de ver a carinha do sistema para ver como vocês lidam com tudo isso que vocês explicaram na teoria Pode me procurar pode procurar o Eduardo que a gente vai ter o maior prazer em conversar com vocês sobre o tema e apresentar o que a
nossa tecnologia oferece de solução na gestão de risc Tá bom muito obrigado e até a próxima gente Pessoal Muito obrigado Mais uma vez aí pela participação de todo mundo e até a semana de 7 a 11 de abril no grc TPS onde nós vocês vão encontrar com o burba novamente comigo eu acho que com o Pardini talvez também algum dos painéis aí enfim não tenho certeza ainda se a gente vai ter a honra de contar com a com a participação dele Espero que sim e mais uma vez também obrigado Artur Vitor pessoal forte abraço tchau
tchau para vocês tchau gente mais tá bom tchau tchau