Vídeo minha história com eventos. Você que é DJ Open Format, quer saber como é que eu, DJ Sorriso, saí do Absoluto Zero e me tornei um DJ especialista em animação e entretenimento com mais de 20 anos de carreira, animando desde chá de bebê a veloro, conhecido internacionalmente como DJ do Spotify, atualmente proprietário do Eventando Eventos da Escola de Eventeiras, que é o melhor lugar do mundo para você que é de open format. Então fica comigo até o final que eu vou te contar.
Roda veta. Caracas, ó, toda vez que eu paro para lembrar como é que tudo isso começou, realmente eu me apego às minhas lembranças por volta de 12 anos de idade, quando eu trabalhava no bar do meu avô. Todo sábado e domingo eu ia pro bar do meu avô para ajudar, porque lá tinha o jogo de futebol do time do bairro.
E aí toda vez que o time jogava, ganhando ou perdendo, eles faziam uma belíssima churrascada. E eu tava lá no meio da galera, minimamente servindo cerveja, limpando as mesas, lavando os copos e ajudando meu vô a repor todos os materiais lá do bar. E foi assim que eu comecei a era de eventos.
De segunda a sexta eu ia fazer coisas de criança, né? Ia pra escola, depois jogava videogame, jogava futebol na rua e de final de semana eu já tava lá no bar do meu avô. E olha, era uma jornada longa, hein?
Eu lembro que eu chegava lá em torno de 11 horas, meio-dia, né? chegava perto do horário do almoço e aí eu ficava lá até 10, 11 horas, até a hora do bar fechar. E naquela época, com 12 anos, eu comecei com uns 8 e fiquei até uns 12 anos lá, eu ia bastante, eu ganhava R$ 20 para ficar 12 horas, cara.
E ó, se eu for comparar faz aí uns 20 anos atrás, R$ 20 por diária, é bom ou ruim, hein? Uh, dificuldade. Depois que eu trabalhei do mar do meu avô, eu fui experimentar outras coisas, como por exemplo, trabalhar na feira de domingo que tinha lá no meu bairro.
Sabe aquelas feiras, né, de a de de de hortel de de hortaliças, frutas, legumes, verduras, né? Eu adorava ficar lá. A galera gritava e bora cobrar.
Mulher bonita não paga, mas também não leva. Vem para cá, não sei o quê. Eu ia nem na intenção de trabalhar, eu ia na intenção de pegar as frutas que caíam.
atrás das barracas e levar paraa minha casa. Era uma forma que eu tinha de ganhar dinheiro, mesmo sem ganhar dinheiro. Só que como eu tava sempre lá no meio da galera, eu sempre era convidado pelos feantes para poder ajudar nas barracas.
E como eu sempre tive um vozer, eu sempre gostei muito de falar, eles acabavam gostando de mim. E por incrível que pareça, é, eu sempre tive essa energia carismática. E o pior é que dava certo.
Quando eu tava na barraca, eu vendia para caramba só porque eu era animado, feliz e divertido. Olha que louco isso. Depois que eu terminei a minha fase trabalhando na feira de domingo, durou pouco tempo, meu vô ficou com ciúmes, mandou sair de lá porque lá era muito perigoso para mim.
Eu fui trabalhar em um buffet infantil e antes mesmo de trabalhar com DJ com recreação, o meu primeiro emprego na área de eventos foi como garçon. Foi lá, com uns 14 anos, mais ou menos, eu comecei a trabalhar com a bandeja lotado de copo, servindo os convidados na festa. E eu ficava muito feliz porque eu ganhava R$ 30 para poder ficar 4 horas como garçom, sendo que no bar do meu avô eu ganhava R$ 20 para ficar 12 horas.
Olha que belíssimo avanço, hein? Já é uma grande melhoria. E nessa brincadeira de ser garçom, eu sempre fui muito animado e acabou que consequentemente eu comecei até a receber caixinha de cliente naquela época.
Sempre vinha umas moedinhas no meu bolso, R$ 2, R$ 5. Eu lembro o dia que eu ganhei R$ 10 caixinha. Meu Deus do céu, foi o dia mais feliz da minha vida.
Só não foi tão feliz porque os outros os outros garçons lá do evento me obrigou a comprar Coca-Cola e dividir com todo mundo, mas o fato é de que era eu que tava pagando por aquela Coca-Cola e aquilo me deixou muito feliz. E a logo em seguida e é eh no mesmo lugar eu recebi a oportunidade de ser animador. E por que que eu fiz isso?
Porque eu descobri que o animador ganhava R$ 10 a mais. Então de R$ 30 por festa, eu ia ganhar R$ 40. E tudo que eu precisava fazer era puxar uma brincadeira no microfone para que eu pudesse interagir com os adultos.
E pasm, naquela idade já era muito comum as pessoas terem medo de microfone ao ponto de ninguém querer fazer. Por isso que eles ofereciam R$ 10 a mais de incentivo. E, ó, era uma coisa que eu faria de graça, mas eu aceitei de bom grado e eu comecei a fazer as minhas primeiras brincadeiras com o microfone.
E não era nem coisas complexas, eram brincadeiras simples que o bffet já tinha estruturado. Você só precisava conduzir as pessoas a fazer as brincadeiras. Um zoom na minha cara.
Teve uma uma experiência muito engraçada, inclusive, de um evento que eu tava fazendo, né, mais ou menos nessa mesma época. E eu fiz uma brincadeira com o microfone. Eu segurei o microfone no meio da brincadeira, eu falei: "Todo mundo levanta a mão para cima?
Isso, segura na mão de Deus". E aí eu tomei bronca da minha gerente que ela falou: "Não brinca com essas coisas que esse povo é evangélico". Falei, mas eu não falei mal de Deus, muito pelo contrário, eu tô incentivando a conexão divina, mas essas piadas meio que infames, a a quase que me prejudicaram.
Mas a sorte é que eu sempre fui muito cuidadoso e sempre andei na linha do cancelamento. Depois, quando eu completei por volta dos meus 16 anos, né, eu já tava lá no ensino médio, eu comecei a fazer eventos maiores, eu comecei a ir fazer colônias de férias. Então eu comecei a viajar um pouco para mais longe.
Inclusive eu entrei numa empresa de recreação e essa empresa me permitia fazer várias festas em lugares remotos. Foi quando eu comecei a viajar um pouco mais. Nem tanto por conta da rotina que eu tinha, né, de escola e tudo mais, mas foi a minha primeira oportunidade de saber que existia um mundo fora do meu bairro.
Eu com 16 anos, eu venho de uma família muito humilde. Então eu malemar conhecia a Praia Grande. Eu não sabia nem o que era a praia, né?
conhecia muito pouco, eu viajava muito pouco. Para mim, o mundo se resumia no meu bairro. Então, essas experiências de trabalhar com festas e eventos foi que desbloquearam minha mente para um mundo infinito.
E daí pra frente que eu peguei o gostinho, meu amigo, eu não quis parar mais não. Depois que eu completeou 18 anos de idade, aconteceu algumas coisas infelizes na minha vida. Acabei perdendo minha mãe, acabei ficando órfão, eu acabei tendo que cuidar da minha própria vida.
E aí eu tive que me dedicar 100% ao trabalho, até porque eu comecei a ter aluguel para pagar, então eu não tive muita escolha. E apesar de eu sempre trabalhar no CLT, mesmo depois, assim que eu saí da escola, eu já consegui emprego fixo, comecei a fazer faculdade, comecei a fazer outras atividades, a área de evento sempre foi muito presente na minha vida. Tanto que uma das faculdades que eu fiz foi de educação física, de tanto que eu gostava dessa área de recreação, de área de animação, nessa área de entretenimento.
E foi na educação física que eu tive a oportunidade de trabalhar dentro de academias. Foi quando eu virei professor de ginástica, virei professor de Zuma, virei professor de natação, professor de spin. Resumindo, eu dava aula de qualquer coisa dentro da academia.
E tudo porque eu tinha duas habilidades muito bem desenvolvidas. A primeira habilidade era do microfone, eu sempre dominei muito bem. E a segunda parte era a parte da desinibição, da sem vergonhice.
Eu nunca tive vergonha, sempre fui cara de pau. Então eu falava o que eu pensava de uma forma muito respeitosa e ao mesmo tempo eu gostava muito de fazer aquilo. Então isso foi uma porta de entrada gigantesca para esse universo.
E eu fiz muitos eventos esportivos com o microfone animando, mesmo que eu não era DJ. E como professor esportivo, você precisa sim ter uma playlist de música exclusiva para você poder fazer com que a galera siga o seu trabalho. Então, em todas as aulas de Zumba, eu tinha que trabalhar com playlist.
Nas aulas de spinning tenho que trabalhar com playlist. Nas aulas de natação, dependendo a aula, a gente trabalhava com playlist. Então eu aprendi a construir playlists e setlists nessa época, aonde a gente colocava o aquecimento, o ponto ápice, volta a calma, recuperação, cadenciamento, todas essas e eh informações, todos esses jargões, eu aprendi trabalhando na educação física, graças a essa oportunidade que eu tive, com bolsa de 100% de aproveitamento.
Olha que maravilhoso. Depois da educação física, eu fui me explorar um pouco mais na área da educação. Fiz também faculdade de pedagogia.
Eu já era conhecedor do corpo humano, da anatomia humana. E agora eu também queria aprender um pouco mais sobre a psiquê. E eu fui aprender dentro da pedagogia para entender como é que era a mente da criança e esse poder de entender a mente que me fez ser tão famoso no meio infantil.
Então foi quando eu voltei a ser DJ, uma das minhas habilidades era a interação infantil. E a gente sabe que todo mundo é uma criança mal curada, né? Todos os adultos foram crianças e foram crianças que não tiveram tanto carinho quanto mereciam.
E essa consciência sobre o desenvolvimento e emocional da criança me fez fazer festas cada vez mais animadas. Depois que eu passei por toda essa grade de cursos, né, eu também fui me especializar, fui fazer pós-graduação, só que eu fui para uma área mais profunda. Eu comecei a ler outros livros sobre mentalidade, sobre psicologia positiva.
E foi quando eu comecei a desenvolver o que eu chamo hoje de sorrisologia, que é a arte de fazer as pessoas felizes através do sorriso. Foi dando aula e estudando que eu entendi o sentido de tudo aquilo que eu fazia, o porquê de tudo isso. E dentro disso eu aprendi PNL, aprendi constelação sistêmica, aprendi neurociência.
E eu aprendi coisas que, ó, eu poderia falar aqui que você não ia entender nada, só que quando você aplica na prática faz todo o resultado. E todas as habilidades, inclusive me levaram para universo corporativo. Então, eu parei de atender pequenos clientes e eu comecei a atender grandes clientes.
Eu comecei a dar palestra, eu comecei a fazer treinamento corporativo, eu comecei a ser contratado para fazer os adultos se divertir. Inclusive, teve um projeto que eu participei aonde eu dava aulas presenciais e onlines só para animar os colaboradores. Eu era professor de ginástica laboral, mas a minha ideia não era só movimentar, era divertir.
Então, quando eu juntei a ginástica laboral, a sorrisologia, foi um sucesso. Foram anos que eu viajei bastante ganhando bem. Cheguei a ganhar R$ 300 para trabalhar 15 minutos fazendo animação dentro de ambientes corporativos.
Então, olha só quanta bagagem isso envolvida. E uma coisa eu posso dizer, olha, eu já animei desde chá de bebê a velório, eu já rodei esse Brasil inteiro, já fiz eventos fora do Brasil e hoje nós temos clientes em vários cantos do mundo e todos eles relatam as mesmas coisas, que funciona a sorrisologia por conta dessa gama de experiências que eu tive e por conta do acúmulo de diversos conhecimentos científicos comprovados pela ciência, como a sorrisologia, por exemplo. Então isso mostra que toda a experiência que eu tive é o que vai te ajudar a ser um profissional melhor, a ser um profissional mais bem disputado, diferenciado.
Então não é um conhecimento único e abstrato que você adquire, mas é o que você conseguiu agregar com toda a tua experiência e com todo o teu conhecimento. Agora, a grande pergunta que eu te faço é, né, eu compartilhei a minha história com você, né, pelo menos alguns detalhes importantes dela e o que fez eu ser quem eu sou. Agora, a pergunta que eu te faço é: quem você é?
Qual é a história que você conta da tua história? Quem é o DJ que viveu a história que só você viveu? O que que você aprendeu em todos esses anos que pode ser o diferencial para que você possa ser o DJ único e exclusivo na tua cidade?
Eu era muito bom de microfone, hoje isso é o meu carro chefe. Eu era muito bom de dança, hoje eu faço isso também nos eventos. Eu era muito bom de inventar coisa nova e eu continuo fazendo isso até hoje.
Agora, o que você poderia nos ensinar da tua experiência e o que você acha que a gente pode ajudar você nesse processo todo? Coloca aqui embaixo nos comentários. E não esquece, se você quiser se tornar um DJ muito mais melhor de maravilhoso, você tem a escola de Eventeiros para te ajudar.
Inclusive, nós estamos aí com as matrículas abertas do nosso curso de lucrativo, que é o curso inicial para você que é de Open Format e quer aprender a metodologia da sorrisologia para dobrar o seu faturamento e conseguir faturar aí 10. 000 por mês trabalhando só de sábado, mesmo que você não tenha controladora e não tenha equipamentos. Espero que você tenha gostado dessa história.
Eu vejo você nos nossos próximos vídeos. Bora eventar. Ah.