Bom pessoal a a ideia desse primeiro painel é pra gente tentar trazer uma reflexão pública do que do momento que a gente tá o momento que a gente esteve onde a gente tá E para onde a gente ainda precisa caminhar Eh estamos aí no TRS anos da aprovação da Lei do gás a gente teve muita discussão A ipbr desde do começo da discussão da lei do gis a gente trabalhou para para ajudar nos debates e AB botar essa essas pautas e no dia a dia do setor Eu lembro que a gente fez em 2018 um
debate que a Simone participou eh junto com anchan lá no Rio de Janeiro chamou uma conversa sobre a lei do gás Acho que foi o primeiro debate que a gente que a gente grande que a gente produziu e de lá para cá a gente vem fazendo algumas discussões eh Então a gente tem uma uma uma um uma estrada debatendo lei do gás e que a Gente acha eh de extrema importância para tudo que tudo que vem acontecendo no setor e a ideia desse painel é a gente realmente mostrar o que a gente já conseguiu evoluir
E o que a gente ainda Precisa eh evoluir eu vou convidar a o eh o as autoridades que que vão compor aqui a a essa mesa comigo pra gente iniciar Então esse debate eu não poderia deixar de convidar a diretora da NP Simone Araújo para essa para esse Debate a Simone participa das discussões sobre gás natural H há muitos anos e e há muitos anos a gente conversa né Simone sobre esse tema então Obrigado pela gentileza de tá aqui com a gente convidar também o Rogério Manso presidente da atgas a Silvia da pote do IBP
Paulo Pedrosa da abç e o vice-presidente da comissão de Minas energia Deputado Hugo Leal também secretário de energia do Rio de Janeiro Obrigado a todos pela gentileza de vocês terem eh aberto um espaço na agenda e tá aqui com com a gente hoje por favor Simone eu queria começar com você porque eh eu perdi a conta de quantas vezes a gente já conversou sobre esse tema e quantas vezes a gente já já debateu sobre gás e e e a importância das políticas públicas o ministro frisou bastante isso no no discurso dele hoje e E como
o Brasil trabalha para conseguir eh acho que toda a discussão no final é ampliar eh eh a capacidade de de oferta de trans porte de Distribuição e que mais pessoas mais empresas t o gás né E a questão que eu levanto para você é onde a gente tava para onde a gente foi e onde a gente ainda pode chegar obrigado Mais uma vez Simone Bom dia a todos eh Saúdo a todos os meus colegas de Painel eh agradeço aí o Gentil convite do Felipe eh acho que é um momento muito importante e eu para não
esquecer tomei nota de uma coisa que eu acho extremamente relevante eu sou absolutamente fã do Ariano Suaçuna E aí eu fiquei pensando hoje me acordi os manhã pensando em algo que ele diz que eu acho que poderia ser O Grande Desafio que nós vamos nos colocar Hoje ele diz assim o otimista é um tolo o Pessimista é um chato Bom mesmo é ser um realista esperançoso então que possamos ser realistas esperançosos quando a gente olha e a indústria do gás isso tudo para não dizer aquela célebre frase né o copo meio cheio ou o copo
meio vazio é a gente eu olho aqui alguns rostos assim e e às vezes é bom você envelhecer né porque você perde colágeno mas ganha experiência então quando você olha Alguns rostos aqui você percebe que são algum os mesmos rostos mas há muitos rostos rostos novos isso faz muita diferença significa que nós exercemos o primeiro papel que é o papel de efetivamente trazer novos eh agentes paraa indústria e aí eu queria pensar em algo né que que é outra coisa que eu gosto muito que é que é cinema que a gente pensasse que a gente
tá fazendo Talvez um um de volta pro futuro né o o Felipe lembrou todos os movimentos que Começaram de forma mais intensa entre 2015 2016 e talvez não esteja tão Evidente para nós que nós estamos falando de uma profunda transformação numa indústria nos últimos 8 anos para infraestrutura fazer uma transformação dessa natureza nos últimos 8 anos é absolutamente e é absolutamente disruptivo mas certamente ainda não é o suficiente porque no gás Eu acho que o ministro trouxe isso de forma muito Forte nós vamos sempre nos Colocar diante da grande dicotomia que é atratividade versus competitividade
isso porque o gás ele Inexoravelmente vai competir com as demais energias né com o seu ele é um bem de substituição do ponto de vista econômico e ele vai competir inclusive com o própria energia que ele gera por exemplo se estamos falando do setor elétrico eh mas o gás completa uma cesta de Energia competitiva isso talvez explique porque essa esse caminho dessa transformação na indústria do gás que olhou inegavelmente principalmente onde haveria uma maior quantidade de gás eu converso muito com o deputado leal e digo a ele dá importância que um estado Como o Rio
de Janeiro tem por ser o estado onde há maior oferta de gás natural há um potencial transformador eh inimaginável num estado Como o Rio de Janeiro mas onde essa denominada reforma Começou de maneira efetiva começou no Nordeste e quando você olha quaisquer estatísticas do Nordeste e olha não estou sendo Bairrista aqui tá lembra eu sou uma Realista esperançosa e o que fez a diferença no nordeste efetivamente ter energia competitiva e essa energia competitiva ela se Ancora nas energias renováveis eólico e solar mas ela sobretudo é o retrato de uma transformação que traz alguns elementos essenciais
primeiro elemento é Diversidade na oferta hoje basicamente 81% considerando os últimos dados da agência demonstram que o suprimento de gás Nordeste é feito por 81% de outras empresas algumas delas eh produzem no press sal mas sobretudo aquelas que produzem gás onshore e esse efeito imediato é uma diferença de preço levando-se em conta a média Nacional de 22% abaixo da Média Nacional de preço Que é eh comercializado No resto do Brasil você pode dizer assim se você quiser ser um chato como pessimista né você pode dizer assim É mas esse volume de gás comparado ao volume
por exemplo que é movimentado ali no su sudeste é menor ou muito menor mas é suficientemente transformador Porque qualquer eh estatística vai dar conta desse crescimento eh acho que esse é o primeiro ponto né Então certamente a gente teve uma transformação muito grande e quase Inesperada Porque de fato a Eloí tá aqui e e e não vai me deixar mentir nós fizemos um desenho enxergando ali o pral como o grande Hub onde você teria o conceito de um portão que chega com muito G mas o fato de termos essa essa reforma mais intensa no nordeste
significa que os fundamentos dessa reforma funcionam eles são aplicáveis eles produzem os Resultos aos quais se destinam que é você ter diversidade competitividade e naturalmente uma modicidade quando você olha para preo Mas agora como é que a gente vai para frente primeiro a agência tem uma enorme responsabilidade eh eh nessa semana né nós tivemos ali uma intensa participação da agência em vários eventos de gás né nos dois primeiros eventos nós tivemos a diretora Patrícia participando do primeiro painel virtual que nós tivemos ela trouxe todos Os números vocês conhecem bem depois nós tivemos na terça-feira uma
audiência pública promovida pelo hoje Senador Laécio Oliveira do meu estado do Estado de Sergipe e que veio a ser no passado o relator da lei do gás desta que hoje nós estamos convivendo do ponto de vista do espaço de política pública gestada no no Parlamento né a caixa de ressonância da sociedade e E hoje nós estamos aqui uma vez mais conversando sobre gás fazendo exatamente um pouco dessa retrospectiva Mas também olhando pro futuro e aí a pergunta é o que falta certamente a agência é consciente e aqui eu represento rosamente o colegiado da anp eh
tem absoluta consciência do seu papel né Se a gente fosse falar de números estão falando de quase uma centena de referências de responsabilidades e competências da agência na lei igualmente no decreto e a regulação Ela não é uma regulação simples ela é a a o problema regulatório perfeito por assim Dizer porque tem múltiplos fatores e a gente ainda convive com a necessidade da intensificação da harmonização com os estados então eu diria que quando você olha para a a complexidade da nossa regulação talvez a gente pareça com o saneamento mas no saneamento há um o reconhecimento
da Ana como Aquela que estabelece diretrizes nacionais E isso ainda não acontece no gás não há esse eu diria assim essa quase conexão entre os Estados do ponto de Vista regulatório e a NP ponto de vista regulação O que que você tem que fazer você tem que harmonizar então você tem que como meu glorioso Estado de Sergipe eh buscar o melhor ranking que é promovido aqui pelo Fórum de gás no sentido de quanto você tá aderindo a a à nova lei do gás Você tem o Estado do Rio de Janeiro com quem a NP tem
um acordo de cooperação igualmente Sergipe Espírito Santo caminha da mesma forma a Bahia hoje quebrou um paradigma Excepcional de que é possível ter uma Merida de contratos hoje a Bahia tem a Bahia GS tem 15 contratos de suprimento então isso significa que nós estamos avançando mas volto a um ponto Central que aqui eu represento a grande responsabilidade que a NP tem acho que a principal mensagem é que nós somos conscientes dessa grande responsabilidade e nós temos conseguido usar os instrumentos da transição que nos permitem hoje olhar caso a caso e Nos eh e nos endereçar
na viabilização dos negócios então conversávamos um pouco antes desse encontro exatamente sobre isso o manso e eu dessa capacidade então em nenhum momento a agência será um caminho crítico pro investimento e acho que os os grandes Desafios que estão bem colocados na agenda regulatória que a gente debateu essa eh eu considero né ouvindo este primeiro momento do discurso do ministro que nós Temos um instrumento excepcional que não existia antes e ele é um instrumento que distingue o empoderamento da agência pro futuro que é o Gas release né no momento em que a gente Enda a
nossa atenção ao Gas release a gente vai poder de maneira efetiva cuidar para que a gente possa trazer essa experiência que hoje tá nucleada no Nordeste para o resto do Brasil de forma que a gente possa efetivamente Contribuir com os incentivos regulatórios adequados com a efetiva diversidade e oferecer ao final um preço que seja suficientemente competitivo que responda a essa esse binômio atratividade de competitividade que possa efetivamente transformar o gás naquilo que Ele é vocacionado que ia fazer essa ponte entre o momento atual e o futuro Acho que são essas minhas considerações iniciais Obrigada FIPE
Obrigado diretora passar a palavra agora pro Rogério Manso que é presidente da tegas Obrigado mano obrigado também pela gentileza de de est aqui com a gente e e se deslocar até Brasília para esse para esse bate-papo rti já eu queria entender também a visão dos transportadores Para justamente para essa questão eh do momento que a gente vive hoje no Mercado de gás eh a gente tem aí três anos da aprovação da da lei do gás eh tem temos avanços que que já são a diretora Simone pontuou alguns aqui eh mas temos desafios ainda que precisam
ser superados eu queria entender a visão como e como transportadores do que a gente ainda Precisa evoluir Obrigado Felipe eh primeiro Parabéns aí por mais um evento bem sucedido e mais uma referência né aumenta aí esse esse peso específico da Ipbr como você falou de ser um Fórum de de compartilhamento né de informação de troca de ideias que ajuda em muito a indústria a progredir um cumprimento a todos os colegas painel Deputado URG Leal ao presidente Paul Pedrosa silv pote minha diretor Simone Araújo eh eu acho assim Tom tomar tomar como ponto de partirda da
lei do gás eh Acho que primeiro a gente tem que entender né eu parto de um princípio de Que eh a lei é bem-sucedida e atribui esse sucesso a ter havido eh um equilíbrio né um foco no cliente muito grande e quem já me ouviu falar antes sabe que eu advogo o entendimento que a lei foi uma resposta eh a uma demanda bem colocada aqui pelo Ministro hoje uma demanda do mercado não mais por acesso a gás não mais por integração do gás porque isso já vinha acontecendo nas décadas Anteriores mas chegou-se o momento que
a questão é competitividade né num cenário dinâmico o mercado aberto onde hoje a indústria que representa no nosso caso por exemplo 40% da capacidade contratada do nosso sistema é pela indústria a parcela que vai para terma elétrica gera energia que também acaba indo em grande parte pra indústria então a indústria tem que competir com che gás dos Estados Unidos que a gente sabe que tem condições Extremamente tivas de produção Mas você conseguiu atender esse interesse ao mesmo tempo entendendo o que o ministro bem colocou aqui você precisava criar um ambiente de segurança jurídica porque para
você chegar esses objetivos de atender ao cliente você precisa ter um investimento pesado de longo prazo e sem uso alternativo então o risco do investidor que vem para cá é obviamente extremamente mitigado quando você cria Esse ambiente esse é o resultado e para mim responde pelo sucesso e que a lei do Gá vem tendo eh isso é importante claro que é importante eu gosto de falar até no sentido de provocar eh que o gás natural vai estar com a gente pelos próximos 100 anos porque ele desloca os líquidos no caso do Brasil um pouco de
carvão também masoca os líquidos que hoje são os líquidos de petróleo é que hoje são responsáveis por Cerca de 40% do nosso balanço energético nacional e esses dois combustíveis quando você olha a nível Mundial carvão e petróleo eh ainda são responsáveis por grande parte da matriz energética e tem um papel dominante há mais de 200 anos então a gente a gente não entender que o gás vem fazendo esse papel e não é de agora os que estão há mais tempo na indústria sabem que na década de 90 foi um período de grande eh percepção do
mercado de que o gás era esse Combustível é que substituiria Com benefícios eh pro meio ambiente levou uma transformação completa das companhias de petróleo e de novas companhias que entraram no setor na época a questão do aquecimento global CO2 não era Central Mas a questão sim dos particulados do meio ambiente ali mais imediato era importante então você tem uma lei eh que consegue abrir o mer e gerar as perspectivas que já foram colocadas aqui ao longo do seminário não Vou repetir é importantíssimo e ter feito ela com esse equilíbrio focando no resultado pro pro mercado
e ao mesmo tempo viabilizando os investimentos na cadeia tem obviamente o seu valor eh eu não vejo e certamente não consigo identificar nos agentes eh da cadeia tantos que estão pres presentes aqui quanto provavelmente que estão nos assistindo alguém que esteja envolvido com esse setor que não esteja fazendo um tremendo um dever de casa então eu acho Que a indústria de uma maneira geral tá mobilizada mesmoos os setores eh os os os consumidores representados aqui eh pelo pelo Paulo Pedrosa mais diretamente Mas pela Silvia como presidente do conselho de usuários também eh para não dizer
o deputado Hugo Leal que representa né ess Essa visão da sociedade de uma maneira mais Ampla que através do nosso legislativo a NP que tem esse dever de defender ativamente Então tá todo mundo envolvido fazendo Dever de casa eh e com consciência de que isso aqui não é um tiro de 100 m isso é importante a gente dizer não é um tiro de 100 m não é uma corridinha de 400 M não é uma corrida de fundo de 800 m eu não posso dizer que seja um Iron Man né talvez a meia maratona uma maratona
a gente pode chamar e não é sem percalço então Eh obviamente em determinados momentos a gente pode ter um foco numa questão específica ou outra mas a verdade é isso Estamos progredindo estamos caminhando falando Mais especificamente das transportadoras eh talvez duas referências eu posso trazer aqui o portfólio de investimentos medido pelo plano quinc anal das transportadoras antes da aprovação da Lei do gás somava R 6 bilhões deais Esse era o investimento que tava formalmente nos comunicados das transportadoras aprovada a Lei do gás ele foi para R 18 bilhões deais Esse é o Valor que a
gente continua divulgando até hoje mesmo sabendo que as revisões têm sido para cima eh alguns o o labanca por exemplo teve oportunidade de colocar durante a semana eh 5.3 bilhões pela tag aí no plano de investimento com coen eu tô falando da revisão que foi feita logo depois da lei do gás há 3 anos atrás Então já tem um número novo da tag que certamente leva os 18 pra faixa aí de 19 a 20 eh no início desse mês nós entregamos eh Paraa superintendência de movimentação que tá debaixo da diretora eh Patrícia Baran aqui presente
eh O Chamado plano coordenado de desenvolvimento do sistema de transporte é um plano com uma visão eh e de 10 anos eh que busca abordar uma série de questões da segurança de suprimento indo até a diversidade diversidade eh de novas fontes ali a gente vai encontrar esses 18 bilhões de uma forma eh muito direta nominada projeto a projeto Mas vai Encontrar também alguns projetos em fase conceitual e pré conceitual eu adianto aqui para vocês que a gente somando esses projetos e temos que entender que nessa fase conceitual e préconceito os valores aa são uma estimativa
e com uma Facha de variabilidade muito grande mas já somam a mais de 30 bilhões até 2033 O que é uma prova do potencial desse mercado eu falo pro pessoal que isso é a ponta do iceberg porque quando A gente olha pros 18 bilhões eles são essencialmente ampliação do sistema quando a gente vai para essa fase já de década de de 30 basicamente você já tá falando de eh extensão né Você tá indo além além de você ampliar o sistema Você tá criando o atendimento ampliando o sistema normalmente você tá ampliando capacidade de atender os
mercados existentes de uma maneira geral ainda que você tenha ali uma série de outros e eh investimentos também mas quando você Fala em 2033 basicamente está indo da lin da apenação e chegando a novos mercados Como eu disse falo aqui com alguma cautela é eh Porque alguns projetos ainda estão em fase chamada preconceito e conceitual mas mostra dar uma ideia desse desse potencial bom asos transportadores não têm parado por aí eh eu diria que o grande movimento que eu percebo eh posso a gente pode falar de várias Vertentes mas o o grande movimento que Eu
percebo é basicamente chegar mais perto do mercado chega mais perto do cliente eh ouvir mais eh é um mercado que abriu é uma característica quando você passa por esses processos quando a gente abriu o mercado de líquidos lá atrás foi um processo muito semelhante é um diálogo no início eh basicamente uma tentativa de convergência divisões eh aqui aqui no detalhe porque de uma maneira geral o o groundwork a base para esse diálogo já Tá estabelecida eh pela regulação mas passa a ser um um aprimoramento eh algumas eh consequências disso tem sido avanços com por exemplo
a contratação via portal de oferta de capacidade grande parte de vocês aqui já conhecem eh antigamente o cara tinha que pegar um avião vim com uma série de documentos debaixo do braço para participar de uma chamada pública Hoje ele entra na internet contrata a capacidade lá e não contrata mais uma Uma capacidade só e tem várias opções que estão sendo e continuam sendo desenhadas praticamente eh diariamente para atender a demandas específicas aparece uma oportunidade de fazer um negócio o cliente pede eh um determinado tipo de produto de curto prazo com determinadas características aqu ele é
conversado com a agência aprovado e e vai est lá na na plataforma eh os códigos de rede eh que são uma parte também prevista na lei do gás eh Majoritariamente já estão prontos Eh estamos abrindo eh um um diálogo com os carregadores sobre esse tema aí com o apoio e do Conselho de usuários eh já falei aqui do plano mas eh onde a gente tá obstinado mesmo é numa questão chamada conexão de fonte de suprimento E aí eu vou fechar aqui Felipe que eu entendo que também já posso estar chegando não sei se já tem
ali um um Countdown mas eh O que a gente persegue de de de forma obstinada é algo que a lei nos atribui que é basicamente obrigação de conectar as fontes suprimento tendo as fontes de suprimento conectadas todas numa mesma plataforma o cliente que tá ali conectado participa basicamente de um de um amplo Mercado Nacional e consegue criar num mercado que ainda tem restrições diretora Simone falou aqui da da importância de criar diversidade da oferta da questão do Gas release mas a Verdade que nós temos bastante estão de ferta e estão muito longe da liquidez que
existem nos mercados que esperaram a abertura aqui então você ter todos esses mercados eh na mesma plataforma eh viabiliza Justamente que você possa atingir aqueles objetivos previstos lá na na lei do gás isso a gente faz de forma incansável olha aqui pro pro pro Marcelo e penso lá em Sergipe da conexão né que ele tanto cobrou Marcelo Menezes né nosso Secretário lá de de de estado eh cobrou né eu lembro de ligações às vezes à noite dizendo Puxa não tá andando etc mas estamos lá né com a o Countdown ali tem de fato um Countdown
para chegar enfim e essa conexão Ela atinge dois objetivos criar essa plataforma esse Grande shopping center onde todo mundo pode entrar e ter acesso a múltiplas fontes de negociação não ficar restrito aquilo que tá ali no seu estado mas poder internacional mas tem Também um out feito que é a grande batalha nossa que é modicidade tarifária porque a partir do momento que você tem volume trafegando na rede Você rateia aquele custo que é fixo a gente trabalha dentro do sistema como é sistema de transmissão com receita máxima permitida o custo é fixo então a entrada
ou saída de cliente não causa um desequilíbrio para o transportador mas causa sim pode causar a saída de cliente um aumento das tarifas é algo que a Gente entende que é nossa obrigação evitar Então a gente tem trabalhado intensamente paraa conexão das fontes a gente tem buscado manter dentro da rede as fontes trabalhando com ipe muito próximo o ministério muito próximo também é garantir que as térmicas que estão conectadas e o papel delas e a flexibilidade que elas elas promovem pro sistema pro sistema que eu falo aqui agora pro sistema elétrico né uma Térmica conectada
no sistema de transporte tem um tempo de resposta muito mais rápido tem uma confiabilidade muito mais rápida do que praticamente qualquer outra fonte Principalmente uma fonte desconectada que dependa de de exclusivamente de gnl mas ela garante também estando lá dentro ela compartilha as termelétricas para vocês terem uma ideia são responsáveis hoje pela contratação também de um valor equivalente à Indústria 40% da capacidade de transporte é contratada pelas termelétricas a capacidade de de de térmicas eh na Europa nos Estados Unidos na China eh ela vai aumentar a frota instalada como se chama ela vai aumentar em
todos esses países porque com a entrada dos renováveis você precisa de cada vez mais capacidade para litar lidar com aquelas amplas intermitências que você tem durante o dia então seria Insensato algo que a que a Eloí chama mais ou menos Eloí vou aqui dar uma liberdade poética de não arrependimento né uma estratégia de mínimo arrependimento seria insensato pra gente eh sacrificar tarifarias e desconectar térmicas e por uma questão basicamente de de de qualidade do algoritmo de decisão que pode às vezes não est reconhecendo esse benefício é um trabalho que a gente faz aí e por
último para fechar aqui eh é Conhecido de muitos aqui a nossa briga para evitar o bypass do sistema que frequentemente e beneficia um grupo pequeno e limitado nem que seja geograficamente de cliente em detrimento dos todos a gente conta com o apoio da NP a NP a gente sabe que tem uma preocupação enorme manz como a diretora Simone falou aqui e como a diretora Patrícia Baran Nos alerta cotidianamente e preservar a regulação aplicá-la no seu sentido mais Estrito Então são são esses aqui alguns desafios mas eu t sendo um falei a diretora Patrícia mas tivemos
uma sinalização positiva da diretora num pleito que a gente fez que eh conversa com o que eu falei antes do aumento dos investimentos eh a gente pleiteia eh junto à agência dado aí a atividade muito grande na regulação é que se aplique um dispositivo tá aqui na audiência Fernando matumoto e outros do ministério que eh previram lá dentro do Do Decreto que que a lei do gás que a agência tem o poder de Para viabilizar eh investimentos importantes eh tomar decisões específicas Então a gente tem um pleito para aquelas decisões que envolvem investimentos que são
necessários hoje já para garantir o abastecimento Nacional lei a Estação de comprensão Japeri gasig alguns outros são poucos mas se aplica ali um regime coberto pelo decreto desculpe aí me alongar mas Espero ter ajudado Obrigado Manso eh vou passar a palavra para silvi mas antes silvi eu vou fazer só dois pequenos registros eh diretora Simone citou o senador Laércio Oliveira eh que foi relator da lei do gás na Câmara e ele tá E agora tá no senado Senador a gente conversou ontem ele estaria nesse painel teve um compromisso não e não pode estar aqui com
a gente mas ele vem ao evento vai almoçar com a gente ele ele vai estar Aqui hoje e o segundo registro é que a gente convidou os representantes e da Bas para participar desse debate também mas eles tem uma uma reunião um conselho exatamente na mesma data de hoje a agenda não não bateu mas na Gas weck 2025 Certamente eles estarão aqui com a gente silv por favor eu queria a gente queria entender o o a visão dos produtores eh para esses Desafios que a gente ainda tem eh na lei do gás obrigado Mais uma
vez por est aqui com a Gente obrigada Felipe eh primeiro agradecer a ipbr por nos oferecer né um um momento assim de de debate de encontro também toda a indústria está aqui eh parabéns né mais um evento muito e e e por sempre nos manterem formados se tem uma fofoca na indústria está na ipbr eh saudar também os meus companheiros de mesa que representam eh poder público as empresas privadas e toda a cadeia de gás e em nome deles também saudar todo todo Mundo aqui muito feliz de ver que os produtores estão aqui também eh
com as suas equipes e aí eh eu tinha algumas notas mas Simone e o já falaram tudo então vou ter que improvisar eh que na verdade eu gostei da maratona viu é uma maratona e como Simone bem lembrou começou antes da lei do gás começou com com os trabalhos na do gás para crescer em 2016 um e nesse nesse período todo de 8 anos A indústria esteve Reunidas trazendo soluções né Por quê Porque a nossa indústria é uma indústria com investimentos pesados de longo prazo então é muito importante a gente sempre estar balanceando as mudanças
regulatórias tributárias enfim até legais etc com segurança eh para os investimentos então nesse sentido faço Eco né a ao Manso os investimentos em transporte são vultosos mas os investimentos em produção de gás São muito muito vosos mais volos toos Ainda sempre com na perspectivas de longo e longuíssimo prazo né Então queria trazer aqui eh as similaridade mas também diferença com a Europa vocês todos sabem que eu S venho lá da Europa Vivi a abertura do mercado de gás na Inglaterra e cheguei aqui estou aqui já me considero brasileira e e é muito importante saber que
que lá foi uma maratona mesmo Demorou com com tentativa acerto Tentativas e erros né E a gente vai fazer isso também aqui né muitas vezes eu falo isso para quem desenha as políticas públicas Marcelo wiit que me que não me deixa mentir falou Marcelo Solta esse gás para empregar porque não vai ser perfeito mas pelo menos vamos ter alguma coisa para trabalhar então muito importante essa mensagem também é para NP a NP tem muito trabalho que que a lei do Gá deixou para para ela eh é importante dar eh velocidade entendendo Que muitas das decisões
que precisam ser tomadas hoje dependem de novas regulamentações e terão efeito só daqui a 5 7 anos né no caso da produção mas também no caso de novos gasoduto os tempos são esses né então Eh precisamos eh hoje dar velocidade a essas decisões dar clareza essas decisões de política pública e velocidade as decisões eh regulatória bom diferenças com mercado europeu tem uma muito muito grande que a eh quando a Europa começou a abertura do Mercado de gás a infraestrutura já estava toda lá primeira grande diferença então Eh o uso da infraestrutura existente era muito importante
mas não tinha tanta necessidade de novas infraestruturas a outra diferença fundamental a a Europa já estava num nível Eh vamos estável de demanda energética demanda total dos energéticos e também a demanda de gás estava estável nós aqui precisamos crescer precisamos crescer Todos né todas as a matriz energética e dentro dessa Matriz acredito que também o gás precisa de crescer para aumentar já foi dito o crescimento econômico da indústria eh a segurança de abastecimento a qualidade de vida dos brasileiros o nível de conforto na verdade dos brasileiros e brasileiras então aqui o desafio é duplo a
gente precisa ao mesmo tempo abrir o mercado e crescer ao mesmo tempo e transicionar energeticamente também então eh como é Que a gente pode fazer isso então discussão e troca são muito importante por isso realmente agradeço eh poder estar aqui eh já disse então que a nossa uma indústria é é é uma é uma indústria que comporta os desafios de uma indústria de rede tipo elétrico e também de uma indústria de upstream do onde os desafios eh não são só above the ground são below the ground a gente procura gás procura petróleo não sabe se
vai achar Então Eh toda a nossa atividade tem um alto risco de sucesso ou não né então com essa visão a gente tem que Balancear tanto a competitividade do nosso produto que lá na ponta compete com outros compete inclusive com renováveis com biomassa com biocombustíveis eh com energias eh elétrica limpa etc mas ao mesmo tempo não podemos vender esse eh produto a qualquer preço na ponta Porque precisamos remunerar toda a Cadeia precisamos eh fazer com que toda a cadeia tenha incentivo para investir então de de frente para trás distribuição precisamos ainda aumentar a distribuição transporte
eh escoamento e processamento e e produção e obviamente lá na ponta também tem investimentos vultosos né para o uso do gás para se transicionar do do carvão ou dos combustíveis líquidos para o gás eh precisa de uma visão de longo prazo precisa de investimento vultoso também Então eu quero dizer que estamos muito sensíveis a esses desafios como produtores né a gente a gente está fazendo não vou repetir aqui já tivemos eh durante a semana eh intervenções sobre os novos projetos eh estão fazendo novos eh projetos eh que vão aumentar a oferta de gás isso está
securo e líquido eh com ou sem reinjeção né na verdade mesmo com a reinjeção de hoje com a reção prevista nos campos do pral eh os a Rota 3 mais o raia mais o SEAP eles Vão duplicar o aumento ou duplicar a oferta hoje do mercado e firme então é um é uma grande quantidade de gás e a gente precisa trabalhar porque o manso aqui ele vai precisar fazer investimento reforço da rede de transporte e lá na ponta a gente quer muito a gente já falou da da do fato que hoje temos mais uma variedade
mais Ampla e uma competição na oferta né a a Simone já disse o o isso começou com muito mais força eh no Nordeste eu acredito que em Breve vamos ver esse desenvolvimento também no no Sudeste e tem novidade eh e o deputado goal vai nos falar lá do Rio de Janeiro mas estão sendo passadas algumas importante eh regulações novas que vão abrir o mercado no Rio de Janeiro e vamos ter exemplos de consumidores Livres lá então que eu queria dizer é que e a a oferta é já bastante diversificada é o ideal não é o
ideal certo tem coisas para fazer para ainda aumentar essa essa diversificação E é uma maratonas vamos conseguir eventualmente mas isso vai acontecer também dando a olha ao consumidor o consumidor ele tem que ter o poder de decidir eh eu vou comprar desse eh supridor e não Desc aí e fazer com que essa competição tenha um efeito não somente no preço obviamente importantíssimo mas Nas condições de oferta O gás ele não é um produto Unificado como água que chega na nossa casa não O gás ele vem flexível firme Ele vem eh sazonal AD ele vem eh
com eventualmente multas ou então uma faixa eh de preço quando você pede mais pede menos então tem uma variedade hoje de contratos que não se reflete só nesse 22% a menos que a Simone disse mas também numa variedade eh de de de de condições eh que vemos nos contratos que são publicados pela NP e isso é muito muito importante porque aí cada consumidor ele vai vamos dizer achar o sapato para o seu pé e isso é muito Importante quando o consumidor vem na mesa de negociação com um um possível supridor ou vários na verdade ele
ele consegue achar aquele suprimento de gás que funciona para ele e aí todo mundo fica e eh melhor mais feliz e aí a gente já já viu que por exemplo algumas distribuidoras Já tomaram inici de ter um portfólio quem tem um portfólio tem mais segurança tem também mais eh eh solidez né porque tem eh consegue atender todas as variabilidades que Podem acontecer bom então eh eu acho que estamos na boa direção eu acho que eh quem os produtores que eu represento os carregadores que também represento como presidente do conselho de usuário Estamos fazendo eh o
nosso dever de casa estamos eh também à disposição sempre para ajudar para para para apoiar né todo esse esse caminho regulatório que tanto a NP tem mas também todas as agências Regulatórias estaduais estão tendo eh e a só para concluir aqui eh eu eu sou uma otimista tá save só seja tola mas eu eu já vi muita coisa eu acho que estamos no caminho certo e que eh se a gente persevera a gente daqui a 5 anos vai ter um mercado muito muito diferente talvez com outras fontes Também quem sabe da Argentina eh outras fontes
muito mais biometano acredito também nessa Fonte Nova que que que vai entrar no nosso mercado Eh muito diferente daqui a 5 anos como hoje estamos numa situação muito diferente de 5 anos atrás obrigada obgado Pedro eu eu tô lembrando aqui também que a gente eh conversa sobre esse tema há há muitos anos também né Desde da da época que você tava no mme que era secretário executivo acho que antes disso eh obrigado Pedros também pela gentileza de tá aqui com a gente e queria entender a visão dos consumidores Dos grandes consumidores para o momento que
a gente tá hoje o que a gente precisa evoluir para para um para um momento ideal vamos dizer assim pronto bom dia obrigado Felipe Simone Manso silvi Deputado Leal Ah eu acho que eu talvez os que me conhecem eu eu eu tenho assim a a ansiedade não é do do otimista mas que quer enfrentar as dificuldades não deixa de olhar paraas dificuldades hoje eu saio um pouco mais otimista acho que o ministro aqui na Fala de de abertura mostrou eh consistência e um rumo e e é importante reconhecer né o ministério de Minas e energia
tem hoje uma das melhores equipes né o ministro montou uma equipe com profissionais eh competentes então isso nos permite um pouco de otimismo e na expectativa de quem sabe nos próximos dias nós vamos ter eh fatos novos que vão e nos animar ainda mais mas a indústria tá preocupada né Nós temos um problema grave de Competitividade nós temos a questão da transição energética que o Brasil é o país da energia limpa né ela tem que vir para impulsionar a indústria e desenvolver o país n temos uma demanda potencial gigantesca pro gás natural para descarbonizar os
processos produtivos a gente repete sempre e não para carbonizar o setor elétrico n mas acho que o tema do painel os três anos da da lei do do gás e nos nos convidam para um para para subir o ponto de vista E olhar o estratégico n e eu acho que a lei do gás eh Deputado o o congresso deu ao país uma lei do gás estrutural Eu acho que isso a gente tem que reconhecer eh ao contrário talvez deputado do que acontece no setor elétrico né no setor elétrico n muitos muitas questões específicas legítimas terminam
sendo impostas ao ambiente do setor elétrico talvez até de uma forma contrária a que seria uma lógica sistêmica né no setor de gás o congresso nos deu uma lei que Faz sentido a lei ela é consistente ela é coerente ela embute um modelo então isso nos convida a refletir sobre o modelo que a lei traz porque esse modelo só vai funcionar se os mecanismos na exploração na produção no escoamento no tratamento no transporte na distribuição e na na comercialização e no consumo respeitarem a lógica do modelo da lei do gás eh é como eu disse
no evento no senado presidido pelo relator da Lei Senador Laécio a lei tem um usando a Expressão da presidente Dilma tem o metabolismo da eficiência ela funciona se as peças se encaixarem então nós poderíamos ter tido uma outra lei a lei que diria vamos estatizar o o setor Então vamos ganhar reduzir o custo de transação Não é vamos ganhar no no ganho de escala não é o esse seria um modelo possível uma escolha possível e ele teria mecanismos para fazer com que ele funcionasse eu propriamente não acredito nessa lógica Mas ela é possível a lei
do gás nos trouxe um uma outra coisa que depende da competição não é depende da diversidade não é então ela ela por exemplo ela exige a desverticalização exige a pulverização dos agentes isso traz custos os custos têm que ser Compensados com os ganhos de eficiência mas a lei criou um grande Mercado Nacional de gás que deve acontecer através da malha de gasodutos com competição na oferta e demanda e diversidade de movimentos Diferentes escolhas como a Silvia falou diferentes produtos de gás para permitir e a gente tem que saber a lei nos deu um fim né
Nós temos que recuperar a essência da lei porque às vezes a gente se afasta dela né Há um conflito Federativa a gente tem que enfrentar né a regulação da comercialização e do transporte é prerrogativa da NP não é isso está sendo enfrentado né em alguns estados de uma maneira que compromete o metabolismo da eficiência alguns estados Olham flertam com o modelo da verticalização por exemplo que é contrário da lei do gás então nós precisamos olhar as premissas da eficiência da lei do gás que estão na competição na cidade não é e garantir o enforcement dessa
lei para Que ela possa trazer eh os resultados que nós que nós queremos que são não é um mercado diverso de gás um mercado diverso e que nós ainda não temos acho que o deputado vai nos falar do Rio de Janeiro mas nós Ainda temos muito pouco temos muito a avançar não é na para que a gente possa chegar nesse patamar do gás do gás competitivo nós entendemos eu acho que a a diretora Simone falou de uma coisa importante quer dizer nós vamos precisar eh definir com clareza o que nós queremos do gás acho que
a questão central que a gente fala pouco sobre ela é para que a gente quer o gás o gás não é um combustível para ser universalizado enterrar tubo não é um fim em si mesmo é Um meio pro desenvolvimento do mercado na oferta da molécula nós precisamos de diversidade diretora falou no gás release nós da abço e trabal olhamos no no na proposta do gás reliz e hoje diretora também temos trabalhado e levado pro governo a proposta de leilões de gás leilões de gás que ajudem a revelar o preço e revelar a demanda n é
leilões de curto prazo para estabelecer A Âncora de um mercado secundário que vai permitir gerir o risco do mercado de Compradores e vendedores e até olhando pro setor elétrico E aí Deputado setor elétrico tem aonde ensinar o setor de gás quem sabe modelos de leilões de longo prazo de gás como os contratos a-5 do setor elétrico leilões para entrega futura de gás durante 15 anos começando 5 anos no futuro esses leilões proem os ppas para o investimento no crescimento do parque industrial e pro investimento no escoamento no tratamento no transporte e na distribuição do gás
Talvez esse seja um grande papel de política pública que não vai se chocar com o princípio da competição mas de organizar o mercado de maneira que a gente vença essa questão que foi falada do ovo ou da galinha eu não vendo gás porque não tem comprador Eu não compro gás porque não tem vendedor Mas então assim eh para para para recuperar aqui inclusive o nosso o nosso tempo comemorar a lei do gás resgatar o que ela tem de Essencial de princípios que a Gente se afastou um pouco disso e seguir nesse rumo da da da
implementação que isso vai trazer muito desenvolvimento pro Brasil a nossa visão e nós já apresentamos trabalhos pro governo mostram que se o gás chegar no preço que nós consideramos que é o possível competitivo isso acrescenta 1% de PIB ao ao ao ao país muito obrigado obrigado Pedro Deputado Leal agora vou passar pro senhor o senhor foi citado em quase todos os os os discursos Eh é problema Tem uma uma Miss o senhor tem uma missão agora mais complexa né eh obrigado Mais uma vez pela gentileza de estar aqui com a gente o deputado Hugo Leal
que é vice-presidente da comissão de Minas energia da câmara dos deputados e é também secretário de energia e economia do mar do Rio de Janeiro bom bom dia a todos uma satisfação poder est aqui Felipe o PBR faz esse evento e esse evento tem uma importância fundamental exatamente para colocar em prática é o Que a gente às vezes vê só no discurso Eu costumo sempre falar isso uma coisa é o discurso qualquer um pode fazer o discurso outro é quem vai colocar o recurso e aonde é que as coisas vão acontecer E aí eu queria
fazer antes de iniciar aqui e não vou nem fazer apresentação aqui que eu acho que não vai ser necessário porque foram tantas as provocações mas quero fazer três registros antes de começar minha fala tem alguém do ministério das minas e Energia aí ficou alguém Ah sim então fazer Primeiro Registro seguinte o ministro agiu perfeitamente eu gostei do discurso aliás muito bem feito né Eu acho que ele tá muito em sintonia com que a gente tem p do mercado e tudo mais só que ele fez o seguinte ele abriu o gás deixou o gás espalhar e
Esperou o que que vai acontecer daqui a pouco nos na próxima na tarde porque ele fez Várias Vários apontamentos aqui que alguns do mercado querem ouvir e outros Têm alguma restrição é foi importante ele abrir o gás já tá aqui espalhado Só cuidado aí é o segundo é para você cuidado para não misturar o gás com a energia elétrica porque isso pode sair faísca e explodir Isso é isso é uma situação bastante Car não me provoque com relação ao mercado de energia elétrica Senão nós vamos aqui vai vai dar explosão né mas uma lógica de
brincadeira aqui que eu conheço Pedrosa também há muitos anos já tivemos Oportunidade de vários embates e debates Mas essa é uma grande preocupação o ministro aqui foi muito feliz aqui né Eu acho que ele passou um recado e passou eu digo o seguinte E aí é transformar o discurso em recurso em ações efetivas é o que nós estamos vendo e concordo com o que foi falado aqui o ministro montou uma equipe muito técnica muito boa boa é bom de dialogar é bom de falar e não por acaso o estado do Rio de Janeiro é o
estado que acaba sendo o principal Diálogo nesse segmento né Nós estamos falando aí de eh 85% da produção de petróleo do óleo e mais 75% da produção de gás nó F da Costa do Rio de Janeiro São 110 milhões de m c é algo que tem que ser guardar relevância nós estamos falando de Rota do já tá instalada não estamos falando de de ah vamos perspectiva já já já já correndo Quantos milhões de metros cúbicos chegam na Costa do Rio de Janeiro então a relevância pra gente é importante E aí Às vezes alguém chegou e
fez um comentário um colega aqui que não declino o nome falou assim mas você Agora você virou a menina virou a representante o representante da indústria de petrólio agora você fala só de petróleo de gás eu falei querido se eu morasse no Mato Grosso eu defenderia a soja eu moro no Rio de Janeiro eu tenho que defender o petróleo a lógica eu defendo você não defende a soja porque a soja é importante só pro Mato Grosso para fazer a sua alimentação a soja é uma questão nacional e queç mundial e eu faço a mesma coisa
não tem como desconhecer a cadeia de de óleo e gás aqui e concordo que o gás é mais de 100 anos vai continuar mesmo que você não usa ele vai estar aí essa Isso é fato isso é fato Então essa defesa essa visão é o que a gente quer saber o seguinte como que nós vamos colocar isso em prática como que isso vai se transformar para chegar no consumidor e Felizmente ou Infelizmente o Rio de Janeiro tem uma caracter não só de ser um estado produtor está lá na costa chegando milhões e milhões de metros
cúbicos de gás como tem uma situação que é diferente dos demais estados guardado proporção guard as devidas proporções talvez São Paulo que tem um uma empresa privada explorando a distribuição de gás que é uma empresa estrangeira Ou seja a regulação do gás no Rio de Janeiro que é que é que foi Definida pelo preceito Constitucional a regulação de distribuição é do estado Esse é esse já começa a confusão é do estado Distribuição e comercialização e o transporte e a a e a vamos f a questão do transporte fica com a união Nós já estamos ali
nós já temos a convivência com a NP intensa não só pela proximidade porque ela está lá no Rio de Janeiro mas por vários e vários temas a gente tem praticamente ali quando estava no Exercício da secretaria eu não estou Nesse momento que eu estou exercendo o mandado mas quando estava no Exercício da secretaria tínhamos reuniões periódico permanentes e é natural que seja assim e aí quando você traz ess esse debate essa discussão da regulação aí você encontra um primeiro uma um primeiro um primeiro problema e o primeiro o problema que se se apresenta nós temos
uma agência uma agência eh de regulação aersa que controla a questão de saliento e gás Acho que são duas Temas que poderiam até ser em breve eh conectados e que tem assim às vezes resistência até até como que vai viabilizar como é que vai operacionalizar e no no período que eu estive à frente ali da secretaria E continuo fazendo isso eu estabeleci relações e reuniões permanentes com a com a agência pra gente poder no mínimo regulamentar o Mercado Livre por Óbvio e nós temos um grande eh um uma grande empresa uma grande siderurgia lá no
Estado do Rio de Janeiro que tem a maior demanda de um contrato privado com privado mas que impacta na economia do nosso estado e a gente tem que fazer o seguinte qual é a primeira pergunta a que custo vai sair vai pro mercado livre perfeito eu acho que isso é lógico E aí não vou discutir mercado elétrico você não não me venha com essa história de ressuscitar o 414 agora nesse momento não depois a gente discute isso mas a gente vem com essa experiência de Entender o seguinte na abertura do gás do a gente tá
lá definindo a cus nessa abertura Qual é o impacto que vai ter nos que vão permanecer e o ministro falou uma coisa aqui que eu quero dar outra dar relevância porque é o seguinte é o custo desse gás Porque o gás vai continuar existindo mas se ele não tiver uma coisa que seja viável não vai não vai valer a pena porque nós temos outras matrizes Energéticas e isso é razoável e o estado do Rio de Janeiro querendo ou não eh acabou tendo um ambiente propício para fazer esse debate eu tenho cada vez mais falado isso
ao Governador e aos e aos que estão próximos ali porque nós temos uma regulação Estadual temos uma uma empresa privada que faz a distribuição comercialização e temos um uma uma possibilidade uma definição de políticas públicas macros do governo federal Então a gente tem que estar muito aliado Associado olhando observando para isso transformar em uma uma ação positiva nós vamos fazer dier a a próxima reunião da agência que vai ser quarta-feira vai definir um escopo para para paraa questão do mercado de do Mercado Livre por Óbvio o cuidado porque como é tudo que é inovador acaba
sendo trazendo eh eh trazendo alguma aflição é que nós temos que entender o que que isso vai significar pros outros mercados pros outros atores paraas outras indústrias Paraas outras comercializadores então é uma característica do Estado do Rio de Janeiro eu não não faço em detrimento a outros estados tamanho grande mas lá nós temos o gás nós temos a a as comercializadoras nós temos uma distribuidora que é privada a regulação sendo Estadual E ali a gente tem talvez aí sim Pedrosa tempestade perfeita mas para poder utilizar a nova lei do gás que eu tive participação direta
nessa nova lei do gás nunca vou me esquecer de Um debate que nós tivemos nas lideranças do governo sobre exatamente o que nós estamos vendo agora o que que era gasoduto de transporte e o que que era gasoduto de Distribuição e queriam colocar na lei Inclusive a a o diâmetro desse gasoduto falei Gente pelo amor Deus se fizer isso aí aí é é sim é é uma coisa que é estratosférica eu entendo que houve muitos avanços mas é que esses avanços por por características e constitucionais e infraconstitucionais Do do mercado acaba se desdobrando com um
diálogo permanente com os estados Então eu acho que essa aproximação que eu registro aqui que essa aação que esse trabalho que foi o que tá sendo debatido aqui o que o ministro falou e o que todos falaram que a Simone o manso manso desculpa Manso o manso falou a silvi falou e o Pedrosa falou são provocações positivas mas que se você quer um ambiente né um laboratório de Experiência Olha o Rio de Janeiro ajude o Rio de Janeiro acompanhe o Rio de Janeiro eu não tô aqui porque eu sei posso estar falando faço algum tipo
de brincadeira eu estou aqui porque o Rio de Janeiro o meu estado e por isso retornei ao mandato da relevância desse aspecto desse dessa desse ambiente então então se há uma coisa que é importante é nós E aí encerro aqui dizendo o seguinte é nós olharmos né O que tem acontecido a percepção desse mercado a percepção dos Consumidores a percepção de todos os agentes porque todos eles precisam ser remunerados mas se isso no final das contas paga a conta é isso se nós tivermos quem pague essa conta que essa conta não fique só onerando a
a a atividade econômica e vai ser 100% viável assim como a questão do GNV no Rio de Janeiro não é por acaso que nós temos um mercado de 3.200 m c dia é uma realidade isso é um ativo do Rio de Janeiro também que sirva De aprendizado aos outros estados nós não queremos dar lição a ninguém nós queremos conviver com a com essas decisões parace que ess decisões se transformam em ações efetivas em resultado efetivo discurso Temos vários aqui que sabem fazer discurso problema é na hora de colocar o recurso tá bom obrigado fil Obrigado
Deputado eu