[Música] olá queridos profissionais da educação infantil carioca é com muito prazer que nós da gerência de educação infantil apresentamos a jornada pedagógica aqui no museu de ciências da terra e esse ano a jornada tem um sabor ainda mais especial porque ela completa 10 anos de vida dez anos de muitas histórias dez anos de muitas narrativas de muitos reencontros Ao longo da semana vão passar por aqui pessoas que fizeram e que fazem da nossa querida jp uma das formações mais esperadas comemore você também esses dez anos de muitas histórias e de muitos encontros que traduzem a
marca da educação infantil carioca um agradecimento muito especial à nossa querida secretária de educação professora talma romero suane que possibilitou esse grande encontro da Educação infantil vamos ouvi lo olá bom dia essa semana nós estamos celebrando 10 anos de jornada da educação infantil no município do rio de janeiro pra mim com grande orgulho pertencendo essa rede iniciar esta semana que vai ser uma semana especial de práticas e reflexões do trabalho que vem sendo desenvolvido na rede conta com cada um de vocês dentro das suas unidades para que repense a prática da educação Infantil visto que
é um grupamento de grande importância para a nossa formação carioca a partir desse novo semestre nós vamos estar discutindo novas práticas e avaliando o dia a dia das nossas escolas eu conto com vocês espero que seja uma semana é proveitosa e que vocês tenham muito a lucrar em nossa rede também boa semana bom trabalho e bom recesso as crianças fora da escola então viviam em suas qualidades sua experiência É um acordo social é um acordo cultural que as nossas crianças têm direitos e esses direitos devem ser respeitados e fomentado todos podemos ser mais uma lei
sujeito da inclusão se você quer que sua mãe lhe preste mais atenção faça ele ficar mais motivado quando a gente prepara a escola a secretária imaginando um determinado o uso ea criança subverte-se uso eu particularmente acho que nós tentaremos descobrir melhor o mundo imaginário das Crianças se a gente tiver mais próximo da linguagem da criança a gente consegue se permitir mais a brincar e permite mais que a criança brinque livremente bigodes que dizia claramente que dizer há quatro meses é onde se vai definir a infância da criança a consciência é um processo infinito de busca
de respostas de educadores da primeira infância não vão por favor hoje as suas casas a deitar nas suas Camas a dormir sem antes se olhar no espelho e dizer eu tenho um valor incomparável que a imaginação é um grande patrimônio que a gente tem é esse patrimônio subjetivo que ninguém vai tirar chamar os pais para conversar também um cuidado seu de formar esses pais para olhar para essa fase de desenvolvimento das crianças para crianças então o sujeito que se forma na cultura desde pequenininho são as relações ou é Nas relações que esse sujeito vai vai
se constituir não é proporcionar apenas um espaço para que ela brinque mas você também tarde vendo esse prazer ela realmente ela se expõe né as brincadeiras que ela sente que ela tá ganhando alguma coisa a criança também nos ensina saber como estar com ela nessa relação é o amor que move vocês profissionais lá que mesmo o tempo todo toda vez que vou falar do próprio trabalho [Música] [Aplausos] [Música] o direito à expressão é um direito humano básico mas que precisa ser atingido também na escola andré de educação infantil criança quando brinca ela fala que voltou
se coloca no lugar do outro ela traz suas indagações também do mundo porque é diferente ser professor de educação infantil e ser professor na Etapa seguinte por exemplo nos anos iniciais do ensino fundamental já que lá também que atua com crianças eu penso que o que faz uma diferença na educação infantil é essa possibilidade de a gente aprender junto com as crianças que criança é essa então cunha qual é o olhar dessa criança do século do século 21 a linguagem é como se fosse é a base fundamental da nossa constituição enquanto seres humanos Os agentes
os outros demais trabalhadores das creches das pré escolas também são educadores [Música] eu sou o andré balas e as joanas cá estamos aqui para falar dos 10 anos da área pedagógica da educação infantil a chata pelo espaço de amanhã de formação acreditamos que é um exercício de diálogo sim diálogo entre a teoria ea prática Ainda me lembro da minha primeira jornada pedagógica da educação infantil pois é andréia dez anos dez anos em que vivemos momentos maravilhosos de formação que lhes impactaram de forma limpa que a gente tem para dizer que o que a gente acredita
que esse é o momento de protagonismo da e desta rede avante educação infantil que venham mais dez anos mas segue dez anos de jp olá sobrou no roçado e faz parte da equipe gee essa mariana sá de minas Professora de educação infantil que faz parte da equipe gente estamos aqui mais um dia no museu seja terra localizado no bairro da cuca para um momento muito especial da nossa jornada hoje traremos a temática da transição da educação infantil para o ensino fundamental nossa quanto os percursos nossas crianças passam saem do ambiente doméstico e vão para a
unidade de educação infantil é uma caminhada longa sim e hoje para falar connosco Contaremos com dois especialistas maíra freitas e georgette barbosa jorge barbosa é doutoranda em educação pela universidade rural do rio de janeiro e orientadora pedagógica nos municípios de são joão de meriti e mesquita maíra freitas é professora do cap uerj e mexe educação pelo pé dr ainda contamos com as professoras parceiros da rede nossas professoras articulador as nossas professoras de educação infantil nossa roda vai ser Imperdível vem com a gente [Música] bom dia todas ea todo queria agradecer pela pelo convite e uma
grande oportunidade estar aqui a falar de um assunto que é muito importante pra gente que está na escola que é falar sobre a transição da educação infantil é hétero educação infantil ensino fundamental que é um tema que é muito caro pra mim que é um assunto que é muito importante na minha vida mesmo Enquanto professora é hoje é a primeira vez que eu venho falar com um grupo de professores assim o grupo da secretaria eu queria agradecer muito porque é é esse lugar de fala mesmo hoje meu é como professora mais do que está aqui
é só podia sair podia né hoje meu lugar é como professora assim eu falo do lugar da professora do 1º ano da professora que foi muito tempo professora de educação infantil e que tem pensado assim como vocês têm certeza Sobre essa transição é a primeira coisa que a gente e jorgete gente conversou um pouquinho sobre como que a gente ia falar ea nossa ideia mesmo onde a trazer uma conversa muito mais do que uma palestra muito mais do que trazer as nossas considerações é ter uma conversa entre a agente e vocês né nós todos somos
professores tanto eu quanto o quanto jorgete é a primeira coisa que a gente pensou quando foi pensar na nossa fala primeira coisa que A gente combinou quando eu pensava nossa fala é com que a gente vai abordar esse tema que é um assunto que que não é novo é um tema que já vem aí vem sendo falado durante muito tempo mas que ao mesmo tempo ainda é um assunto que tem que causa não só no não só na gente não só na escola não só os professores mas também nas crianças e nas famílias uma atenção
muito grande que temos a transição bom dia a todos é um prazer estar aqui Quero agradecer o convite assim como a maíra falou é muito bom a gente falar sobre a transição porque é um tema também pra mim é muito importante é um tema de pesquisa é um tema que eu venho investigando e como a maioria acabou de falar não é uma novidade a gente já tá com esse tema e no cenário educativo já tem mais de duas décadas pra gente ter uma idéia o próprio referencial é curricular nacional para a Educação infantil de 1998
já fala da transição dessa importância da que é um momento assim muito significativo para a criança que pode trazer ansiedades e inseguranças para essa criança esse momento da transição é claro quando a gente fala em transição a gente tem que pensar em transições porque a criança ela nasce ela já está em transição assim como nós também ainda estamos em transição na nossa vida e ela vai para a creche e depois ela vai pra própria Escola ea gente está falando aqui dessa passagem da pré-escola do ensino fundamental porque essa transição assim marca muito talvez seja porque
pelo valor que a gente dá pela leitura e pela escrita é aquele momento importante a criança vai aprender então assim falar dessa transição não é falar de novidade mas a falar de um desafio porque apesar de ela já está no cenário educativo há bastante tempo Quando a gente começa a falar quando a gente começa a jogar a gente percebe quando as concepções ainda que a gente precisa desconstruir e construir novas concepções para que esse momento de passagem de uma etapa para a outra possa ser mais suavizado na vida da criança porque ele traz realmente muitas
tensões ea transição ela vai ganhar uma visibilidade maior quando ensino fundamental e ampliado de oito para nove anos não é isso a partir de 2006 É essa a lei amplia ensino fundamental então a transição da invisibilidade porque agora é obrigatório que todas as crianças de seis anos estejam na escola a partir de 2006 e como pensar nesta criança de seis anos que antes ela estava assim ó ou na educação infantil o ensino fundamental alguns sistemas de ensino colocava criança de seis anos na educação infantil a antiga classe de alfabetização e outros sistemas colocava Se a
criança no ensino fundamental mas com a lei com apreensão essa criança foi localizada no ensino fundamental então é uma criança que sai da educação infantil chega o ensino fundamental com seis anos de idade algumas com cinco anos e ainda vão completar 6 anos de idade então falar da transição é no desafio de olhar para a criança porque o sujeito ele é o foco de toda a a as práticas pedagógicas Então eu preciso olhar para essa criança ea maneira como ela se relaciona com a cultura então assim é muito bom tá aqui pra gente poder conversar
num primeiro momento quando a gente for pensar esse tema transição primeiro a gente foi lá o que a gente fala no senso comum mesmo é o que a gente fala no dia a dia o que é transição e ainda tivemos a idéia de lá no dicionário é o que está escrito no Dicionário sobre o que o que significa a palavra transição é no dicionário dizendo que a passagem de um lugar de um estado de coisas de uma condição a outra e como sinônimos eles trazem a palavra mudança trânsito alteração ou modificação passagem substituição transferência transformação
e troca eu acho que essas palavras do dicionário nos traz nessa principalmente sinônimos eles trazem algumas dicas algumas pistas sobre o que a gente entende como Transição é a primeira coisa que dessas palavras que me chama atenção essa palavra troca porque essa e se essa mudança essa transição precisa ser um momento de ruptura se essa criança ela está na escola ela continua na escola e acima de tudo ela continua sendo criança é a palavra troca ela nos remete essa relação que precisa existir e que que tanto eu quanto georgette na nossa conversa a gente percebe
que a gente defende inclusive a mesma coisa essa Troca precisa existir entre educação infantil ensino fundamental é essa parceria esse diálogo essa aproximação que também são palavras que quer para quem aqui né como mudança modificação é ela precisa acontecer entre não só entre os professores mas também entre os espaços entre as crianças entre entre as redes entre os diretores enfim é porque a gente diz isso porque está na escola é o movimento é contínua criança continuará Na escola e ainda ainda participará de outras transmissões na vida como o jec já falou né é depois quando
ela passa do ensino fundamental um ponto fundamental ou dois é uma outra transição e que mais uma vez traz uma ruptura e traz uma atenção então o desafio hoje para a gente e eu acho que a proposta dessa dessa conversa é pensar em prática os mediadores de aprendizagem que favoreçam essa troca que favoreçam esse momento de transição De maneira tranquila de maneira é que a criança não só crianças mas também os outros agentes eu acho que aí a gente não está falando o nosso foco sempre uma criança mas também precisa ser tranquilo para as famílias
também precisa ser tranqüilo é pra professores e estuprar a própria escola né é como como a georgette já já falou também um pouquinho é essa tensão se dá muito principalmente por conta dessa marca da cultura escrita que se dá a Partir do primeiro ano ainda hoje a gente entende o primeiro ano como o ano de escolaridade um dos anos qualidades mais importantes sempre tem sempre tem esse lugar é nosso diz a professora de alfabetização é importante que é isso que é mas ao mesmo tempo este lugar como como uma o marco na vida da criança
é um lugar onde ela vai ser alfabetizado e ea gente entende que na verdade embora o primeiro ano seja o responsável por esse momento mesmo dia De aquisição ou de chegada da leitura e da escrita de maneira mais sistemática a criança precisa e já pode ter tido contato com a leitura a escrita ao longo da vida ela já vem nenhuma criança chega no primeiro ano sem nenhuma experiência e essa experiência a gente entende que elas também podem ser experiências que aconteça na educação infantil mas maneira é de maneira sistemática de maneira no sentido de ensinar
a ler e escrever esse é um lugar de educação Infantil eu acho que essa é a nossa questão e georgette vai trazer agora alguns pontos de tensão nessa questão de que momento e que qual o lugar da leitura e da escrita com esse lugar com essa marca que a educação infantil traz eu gosto de trazer as diretrizes curriculares nacionais da educação infantil porque ela sim ela dá uma pista muito importante quando ela vai falar da transição se os documentos anteriores falavam na Transição mas muitas vezes falavam da importância mas não diziam como fazer as possibilidades
e óticas de as diretrizes ela elas vêm se dando uma dica muito importante uma pista porque ela vai falar da importância desse processo contínuo do desenvolvimento e da aprendizagem da criança então assim há uma continuidade mesmo de uma etapa para a outra não acaba ali não é estanque né precisa pensar nessa continuidade e se pra eu pensar nessa continuidade eu Preciso saber o que acontece no primeiro ano e o professor do 1º ano precisa saber o que acontece na educação infantil porque se eu não sei o que acontece é que acontece eu não dou continuidade
eu paro e começa outra coisa então é este documento vem trazer isso como muito importante pra gente essa continuidade no processo de desenvolvimento e aprendizagem em outra coisa que ele pontua que eu acho que salvou as crianças da educação infantil Brinco assim com os professores porque ele fala que é sem antecipar o conteúdo do ensino fundamental e isso está escrito para a gente é muito importante porque o tempo todo a gente vê esse anseio da família dos professores de querer preparar essa criança pra descontar comportamento do ensino fundamental para as aptidões então é fazer isso
que a maíra estava falando mas sem sistematizar o que o ensino fundamental faz sempre pará e pra Gente pensar nisso aí eu trouxe que rapidamente a gente perceber quando a gente olha para as práticas para as nossas práticas e vocês vão perceber as práticas de vocês muitas vezes é entrelaçadas a essas relações o professor piter nós ele é da universidade de londres ele pesquisa sobre as transições as diversas transmissões e quando chegou na transição Quando chega na transição da educação infantil e do ensino fundamental ele destacou quatro maneiras que essas duas etapas se relaciona ea
maneira como ela se relaciona na verdade estão atreladas às nossas práticos a primeira relação foi essa de subordinação da educação infantil ensino fundamental como a educação infantil fosse algo menor do que no ensino fundamental é então assim quando é aquela aquela fala o professor fala assim Aí eu vou perguntar se o professor o primeiro ano e se o professor da educação infantil que tem que tem essa fala essas crianças não sabem nada elas só querem brincar quando esse professor do 1º ano tem essa fala ele coloca a educação infantil como algo menor elas não sabem
nada elas só querem brincar então se eu trato educação infantil que é do mesmo nível de ensino porque a educação básica ela só é uma etapa Diferente ela não é tapa menor ela não é etapa - importante é uma etapa diferente porque a criança na educação infantil ela tem uma especificidade da faixa etária que vai se modificando ao longo do ensino fundamental eu acho que uma outra coisa importante também nessa relação de subordinação que que georgette acabou de falar que é muito interessante o seguinte a educação infantil ela não é inferior ela não está subordinada
e nem tão - nem Tão pouco é uma etapa preparatória eu acho que essa palavra que é uma palavra muito comum que a gente ouve entre a gente mesmo eles estão se preparando para o ensino fundamental ea gente às vezes até nosso discurso com as próprias crianças é muito comum quando a gente itália num momento de desespero com a turma que não todos nós sabemos professores no momento em que as crianças são super agitada que a gente não sabe direito o Que fazer falou ó sejam vez o ano que vem acabou isso então a gente
traz inclusive no nosso discurso na nossa fala nos nossos rios nossas conversas entre os nossos pares na sala dos professores para o grupinho de amigos essas falas que muitas vezes a gente mesmo coloca a educação infantil como uma etapa que está subordinado ensino fundamental ou uma etapa preparatória essa faça essas falas desses professores eu trago até na minha pesquisa de Mestrado e um título é agora acabou a brincadeira porque isso ficou muito forte né aproximar a família fala os professores falam isso para as crianças o núcleo vai ver no primeiro ano a professora é bonzinho
assim não é lá no primeiro ano você não vão brincar lá não tem brincadeira e quando essa criança às vezes chega no primeiro ano professor falou aqui não tem brincadeira então assim a vai criando a criança vai construindo o monstro fantasma do Primeiro ano e isso pode trazer insegurança isso pode trazer inquietação para essa criança a segunda maneira do ensino fundamental se relacionar com educação infantil e aí nós estamos trazendo as imagens do do artista ivan cruz né para valorizar a nossa arte ele é de cabo frio ele retrata as brincadeiras pra gente poder fazer
esse diálogo a outra a segunda maneira é quando essas duas etapas ela e se opõe São as polarizações das práticas é aquilo que tem na educação infantil não pode ter no ensino fundamental o que é próprio de ensino fundamental não pode ser na educação infantil então assim a gente trabalha como se uma etapa a brincadeira fosse autorizada e na outra etapa de conteúdos e que não pode ter conteúdo na educação infantil não pode ter brincadeira no ensino fundamental então essas práticas se polarizam e isso só traz desencontro Pelas crianças nas práticas que elas vão é
trabalhar tanto de uma etapa o vai ter continuidade dificilmente não tem continuidade se o que faz aqui não é permitido aqui vice versa vai ter realmente uma ruptura interessante nessa questão da ruptura também é que não é tão comum mas a gente também vê em algumas turmas de educação infantil os professores fazendo discurso seguinte Não não pode escrever não pode ler não pode ter contato com a leitura ea escrita isso muitas vezes acontece também como se o mundo da leitura e da escrita fosse alguma coisa que ainda não foi autorizado a criança é a criança
não está autorizada a escrever a criança não está autorizada a ler a criança ainda não está autorizada a ter acesso ao mundo da escrita porque aquilo não é próprio da educação infantil então é esse perigo que a gente Tem da polarização ele acontece não só da gente trazer prática de uma para a outra como também a gente negar essas práticas ea negação dessas práticas ela também acaba sendo muito relevante maneira negativa acaba sendo é uma alegação das práticas dessa extremidade do processo a gente brinca que qualquer extremidade de processo ela é complicada o desafio a
gente está ali na linha tenha entre uma coisa e outra mas essa extremidade do processo onde a alegação Da prática também acontece também é muito perigosa e eles vão tentar atento em uma pesquisa da professora flávia motta minha orientadora da universidade federal rural do rio de janeiro que ela vai falar exatamente sobre essas polarizações ela acompanhou uma uma turma da educação infantil da escola e acompanhou essa mesma turma com quando ele for o ensino fundamental inicialmente ela percebe que as atividades lúdicas para potencializar a Aprendizagem das crianças estavam presentes na educação infantil mas quando chega
no ensino fundamental as atividades elas ficam em segundo plano e as crianças elas pertenciam à mesma escola né então assim a gente tem a idéia de que essa transição é mais suave já que a criança está na mesma escola e muitas vezes isso não é verdade não é só ir para uma escola diferente que é uma transição então a gente percebe que é essa prática Esse currículo precisa estar dialogando porque senão pode estar bem perto mas a distância vai ser grande para a criança a terceira maneira que ele fala dessa relação da educação infantil ensino
fundamental agora seria uma preparação contrária se na primeira e do caçá a pré escola preparando o primeiro ano nessa terceira relação seria o primeiro ano se preparando preparando as suas práticas para receber educação infantil uma coisa que a gente tem visto muito e Como coisas assim e como um ponto muito é significativo e importante o ensino fundamental pensar e que essa criança de seis anos que está que está chegando conhecer as práticas de educação infantil para que possa acontecer ter essa continuidade no processo ea quarta e última relação que é o que a gente está
propondo hoje aqui né o que a eu acredito que a secretaria vem fazendo com as formações é de um espaço compartilhado é desse diálogo desse Encontro é preciso que a educação infantil ensino fundamental se encontrem se encontrem a partir da secretaria de educação os professores os coordenadores pedagógicos a maíra falou que ela fala do lugar de professora né eu falo do lugar de orientador pedagógico de coordenador pedagógico no município onde o coordenador a orientadora pedagógica a gente usa essa nomenclatura que é coordenador é professor coordenador que Não e então assim o faldo lugar de orientador
pedagógico que precisa orientar tanto os professores da educação infantil quanto do ensino fundamental precisa ver se encontra este diálogo se não a gente não consegue dar uma continuidade vai continuar cada um falando da transição porque isso é uma coisa assim muito é pontual é na secretaria onde já trabalhei na educação infantil na equipe A gente sempre falou de transição o primeiro ano na equipe do primeiro ano foi decisão também falava expansão mas cada um do seu lado e aí a gente não se encontrava então esse desencontro acontecer na escola acontecer no currículo dessas crianças então
assim esse espaço compartilhado e esse momento de encontro é o primeiro passo para a gente poder pensar e encontrar as crianças dessas duas etapas Eu acho que a jornada e essa essa oportunidade que a gente está tendo aqui hoje é só um contínuo mesmo no meio desse oceano é o g3 que a gente sabe que isto que vocês participam na lgt de transição as formações encontro de professores e eu acho que tem muito ponto também que ia papel mesmo do professor e das equipes que estão na escola que é também de falar sobre esse tema
com as famílias muitas vezes eu trabalho numa escola em que as crianças Vêm de várias redes é professora do 1º ano então eles vêm da educação infantil do da secretaria municipal do rio de são joão de meriti enfim de várias outras secretarias e escolas privadas o que a gente percebe muito uma angústia das famílias e às vezes é papel nosso também como professor é como professora como professores de educação infantil é tranquilizar as famílias e trazer pra elas também esse papel do da transição é é muito comum a falta de professores Direção e eu estou
sofrendo muita pressão das famílias porque quando um passo para fora de casa por exemplo as famílias acham que a gente não está ensinando quando não tem caderno educação infantil as famílias acham que a gente está aqui sem fazer nada então também é nosso papel tem essa conversa com as famílias a partir das reuniões que a gente faz a gente faz os atendimentos explicar um pouco o papel da escola qual o papel da educação Infantil qual o papel do primeiro ano é um trabalho quem sabe assim eu não tô falando de um lugar de nós é
fácil de acontecer isso não é fácil e é difícil a gente precisa ter muita paciência muito cuidado com essa fala é muito cuidado com as famílias com a formação e mais o quê mas mais do que isso que eu percebo hoje na minha prática é que quando as famílias acreditam na escola acreditam na gente acreditou no projeto pedagógico Acreditam no nosso trabalho quando a gente faz isso eles de maneira tranquila de maneira cuidadosa eles viram aliados então essa coisa da tarefa de casa o que eu percebo assim aqueles pais que já tiveram alunos na escola
um tempo atrás já foram meus alunos eles defendendo a gente ao mundo precisa após ficar tranquilo a gente tem outras coisas aqui funciona de outra maneira eles vão ter as rodas literárias as Rodas de ciências as rodas de notícias também é como se fosse uma tarefa de casa eles têm outras coisas pra fazer então os pais viram nossos aliados nessa difícil conversa que pode ser também mais tranqüila é isso que a gente está propondo é da transição então invista também uma uma dica é não sei se eu não sei se existe bem indica mas uma
coisa que eu percebo que tem dado certo é um investimento também nessas conversas com as famílias As famílias quando acreditou na gente elas se tornam aliados inclusive com as outras famílias é muito importante isso porque assim enquanto falarem transição a gente tá aqui falando do tema da transição trazendo questões levantando falando dessa importância porque a transmissão acontece para as famílias para os profissionais da escola para as crianças e mas não perder de vista a criança e se esse essa concepção de das diversas infâncias que nós temos na Escola nós vocês aqui como eu não sou
do município do rio no trabalho mas eu sei que é uma rede é enorme grande com muita diversidade nessa um local e assim muito diferente do outro então nós temos muitas culturas ea escola tem um desafio de que aprender a conhecer essas culturas a valorizar essa cultura que a família traz que a criança traz de acordo com a sua comunidade é porque eu não posso perder a criança De folga o foco da criança e dessas infâncias que são múltiplas porque essa dicotomia de educação infantil ensino fundamental essa fragmentação aí a professora sônia trama e fala
isso só está na cabeça do adulto porque a criança ela continua sendo crime lança de uma etapa para a outra ela é criança então ela não vivencia isso essa diferença o que é educação infantil e ensino fundamental é o primeiro ano ele não traz uma marca Muito forte dessa cultura escolar média essa marca da sociedade moderna que que elegeu a escola com um mecanismo que que é justamente quem filtra quem são os sujeitos civilizados sempre sujeitos da ciência e o sujeito não civilizados sujeito o pensamento narrativo então acho que pensar na escola como uma possibilidade
possibilidade de transformar inclusive essas crianças em sujeito que vão transitar entre esses modos de pensamento que vão transitar Enquanto nessas culturas que vão transitar nos seus meios independente de dos quais eles estejam inseridos também uma possibilidade de acreditar na educação muito mais inclusiva negar também isso a criança negar a falar olha esse sujeito não tem essa marca da cultura escrita é esse sujeito não são sujeitos cartesianos não sou um sujeito que pensam ele da maneira como a escola está acostumada e legais e acesso a essas crianças também é legal a Possibilidade de acesso a essas
a essas outras culturas que é o que joão jardim falou então é essa essa transição e esses momentos de troca com a escola eles precisam ser possibilidade que a gente enquanto professor enquanto escolhe constituição trás mas também precisa ser uma maneira é da criança se vê ali de uma maneira tranqüila ela precisa reconhecer na escola é eu acho que essa é uma marca que a escola precisa avançar muito A escola se reconhecer como um espaço que é um espaço também da criança a gente não tem essa vida essa visão muito adultocêntrica é a gente ainda
diz o que é da criança ouvindo pouco que eles trazem ouvido pouco quais são as possibilidades quais são as vivências que as crianças estão acostumadas e querem trazer que sentem mais à vontade e aí nesse ponto que a gente chega na brincadeira né como uma brincadeira é própria da infância como a brincadeira é Uma marca e como a brincadeira também é uma possibilidade de aprendizado a gente falar sobre a brincadeira trouxe que o graf e foi da minha pesquisa é com professores e orientadores pedagógicos e uma das perguntas era saber se as dificuldades é que
eles tinham que ele se encontrava no processo de transição né porque eles na prática com as crianças para dificuldades que eles percebiam que as crianças tinham e aí a Gente vai observar que a maioria se que a grande maioria de sequer o menor tempo da brincadeira que isso fica muito marcado é quando essa criança sai da educação infantil e vai para o ensino fundamental essa questão da brincadeira e aí durante a pesquisa nos anunciado dos professores você vai percebendo que essa brincadeira tem diversa de gás sentidos talvez seja um grande desafio para o presente momento
da transição os Professores dos anos iniciais do ensino fundamental entender que brincadeira é essa quando quando a gente fala de brincadeira né é bate em que o filósofo da linguagem ele vai dizer que não são apenas palavras aquilo que a gente fala aquilo que a gente escuta e porque ela vem carregado de sentido né daquilo que eu já trago a minha construção que não é individual uma construção social coletiva então já trago isso carregado De muitos valores e aí a gente foi percebendo que acho que a brincadeira para o professor de educação infantil time sentido
quando chegava no ensino fundamental era uma coisa de passar tempo se der tempo ou então vamos fazer uma coisinha não entendendo a brincadeira que ela precisa ser entendida como experiência de cultura isso é fundamental quando eu entendo que a brincadeira uma experiência de cultura Enquanto a criança brinca ela está criando novos mundos novas possibilidades ela está imaginando relata invertendo a ordem dos objetos como beijo me vai dizer e ela está expressando ali a sua cultura porque na brincadeira de faz de conta ela tá ela faz o papel da mãe ela faz o papel do professor
já apontam que ela olha então muitas vezes a criança brincando de casinha né e ela reproduz Aquela fala da mãe a cultura de casa que ela traz e é um outro já tem outra cultura já vai organizar a casa de uma maneira diferente e ali elas vão trocar então é uma experiência de cultura muito importante ea gente como professor a gente tem esse desafio aí pra falar pra e pontuar outras coisas também é que traz é a dificuldade que seria o currículo a gente sabe o currículo do primeiro ano a organização Da sala do 1º
ano porque a sala do 1º ano tem que ser carteiras uma traz as carteiras uma atrás da outra nem aquele quadro porque tem que ser assim porque tem que já começara sim porque essa sala do 1º ano também pode se organizar para acolher as suas infâncias não é para acolher o aluno porque é a pesquisa da própria professora flávia que ela fala de criança alunos então essa criança na educação infantil e no ensino fundamental têm que incorporar o Que é ser aluno então fica muito forte essa tensão entre acho que a cultura escolar e as
culturas infantis e aí eu trouxe pra gente pensar rapidamente assim pra a gente refletir em algumas questões vocês vão ver no vídeo é esse é um trecho de negócio e é muito importante é uma leitura muito bacana desse texto porque ele vai pontuando a brincadeira primeiro vou falar aqui é brincadeira ela é uma coisa relacionada a Incoerência da criança ao desejo da criança de brincar ea brincadeira também transições o que interessa um bebê uma brincadeira de p&d interessa uma criança da pré escola geralmente não o bebê adora brincar de esconder a isso esconde mas como
ele ri se tiver uma criança maior já não vai achar interessantes porque é brincadeira é muito ligado a isso é o que interessa ele neste momento é ele vai falar que na brincadeira que agora Na na pré-escola eles vão dar sim outro caráter um objeto uma criança muito pequena uma criança de 1 ano até os dois anos de idade se você der uma vassoura na mão dessa criança ela vai brincar mas ela vai brincar de barreira a criança brinca com que as funções de objeto negócio vai falar se ela tiver perto de uma porta o
que ela vai brincar de abrir e fechar a porta porque o a brincadeira para ela o Objeto é para brincar da função do objeto quando chega na pré escola não a criança já consegue dar sentido a esse objeto então você dá uma vassoura ela não brinca de barriga ela faz um cavalo ela já olha para aquele objeto e ela já consegue dar um novo sentido para aquilo então ela já vai imaginar ele vai dizer também que toda brincadeira de imaginação tem regras têm é é a criança sabe que ela está brincando mas ela obedece às
regras da brincadeira porque Quando ela combina vamos brincar de casinha eu sou a mãe você é um filho ela não vai falar fala do filho ela se comporta como se fosse a mãe ela vai dá ordens como se fosse a mãe né ea outra criança vai fazer aquele que é do filho então tem regras aí claro que ela não vai ela não tem noção disso mas ela vai estabelecendo as regras na brincadeira então isso é extremamente importante para expressar a cultura é nesse mesmo Trecho tem um né ele esse texto que o bigodes fala da
brincadeira como oportunidade de aprendizado e ele traz uma questão muito interessante sobre a questão das regras que se a gente for pensar um pouco na função da leitura da escrita essa brincadeira ela pode auxiliar muito nessa nessas questões claro que aqui eu tenho que tomar um pouco de cuidado para falar sobre isso eu não estou trazendo a brincadeira com uma uma visão utilitária brincadeira Gente brinca para tal coisa eu acredito que a brincadeira tem fim a ela mesma mas eu acredito que a brincadeira também uma oportunidade de aprendizado eo bigode ele fala uma coisa bem
interessante que ele fala que a partir da brincadeira que a criança começa submeter a regras coletivas e o que é a escrita alfabética que não uma regra totalmente arbitrária e que a criança vai precisar em algum momento submeter não tem nada na letra a por exemplo que Diga que tem que ser daquele desenho daquela forma é a criança precisa entender que ali existe uma arbitrariedade que ali existe uma regra e que aquela regra precisa ser cumprida para que ocorra a comunicação é eu não posso fazer o meu aqui qualquer jeito embora eu queira porque existe
uma regra da cultura da do meio que eu vivo em que o ato é inserido então ele fala é que a brincadeira é a primeira vez que a criança submete nessa regra então a Criança que brinca pouco que submete pouco essas regras talvez para ela entender que o há uma regra arbitrária seja um pouco mais difícil porque ela tá não está tão acostumado submeter essa arbitrariedade da brincadeira então é se submeter à arbitrariedade da escrita também pode ser um desafio e assim de novo ressaltando que eu não acho que a criança tem que brincar para
aprender a ler e escrever mas entendendo que sim que esse momento também é o Momento de possibilidade de a criança se coloque outros papéis que coloca em outros lugares que às vezes só na escola que ela vai ter essa oportunidade a gente hoje vive cada vez mais em famílias menores muitas famílias ainda pequenas né e que as crianças têm pouco contato com outras crianças ea gente vê como é desafiador é pra gente que trabalha com educação infantil com o primeiro ano essas crianças viverem grupo viverem é com aquelas regras Coletivas todos nós aqui em algum
momento lá no primeiro ano na educação infantil a gente vai das regras do grupo os combinados da turma que a gente sabe que as crianças precisam estabelecer se combinados lá no seu pequeno grupo da sua turma é então a brincadeira também traz isso essa regra se combinado que precisa ser estabelecido que precisa sem que faz parte da cultura que faz parte do grupo na brincadeira último tópico e traz ali no vídeo a criança ela vai agir Contra aquilo que ela queria fazer aquele momento vamos pensar numa brincadeira é decorrida uma brincadeira simples você coloca uma
linha no chão e as crianças ficam em cima da linha e quem chegar primeiro tem que chegar até determinado lugar e aí a gente vai falar 123 já nessa brincadeira quando enquanto eles esperam o professor falar 12 13 eles querem correr mas ele se inseguro porque ele sabe que é o prazer maior de esperar A brincar com acontecer é maior até do que eles atender aquele impulso que eles querem no momento é de sair correndo entendeu então assim ele vai falar de se auto controle que está na brincadeira que é tão importante para as regras
da aquisição da leitura e da escrita então olhar para essa brincadeira como essa experiência de cultura como essa especificidade da da vida da criança um pouco ainda dá das questões que eu Trago na minha pesquisa é quando eu estava conversando com os professores assim todos eles do município disseram que não tinha um projeto de transição mas tinham intenções atividades que eles faziam com a intenção de trabalhar a questão da brincadeira então eu fui perguntar quem intenções eram essas que atividades eram essas que intencionavam pra isso e aí a gente vai ver aqui eu vou falar
de todos mas acho que a grande maioria se a gente observar o primeiro Aí que a atividade os professores da educação infantil faziam pra ajudar no processo de transição são atividades que estão é direcionadas ao trabalho de letras e números então a gente já vê ainda muito forte essa preocupação de antecipar conteúdos de ensino fundamental acreditando que essa é a melhor maneira de da criança de preparar essa criança então eu trago educação infantil mais uma vez para aquela relação de peter Moss que é de subordinação eles vão falar também que aí é trincando as duas
turmas juntos né é reuniões com pá com os pais fazendo que a maíra foi muito importante a família acompanhar esse processo e saber o que vai acontecer e por último eles falaram visitas das turmas de educação infantil para o ensino fundamental essa é uma orientação já a antiga desde o do referencial que é de 98 que já dá essa pista de fazer atividades juntas né As crianças da educação infantil o primeiro ano propor recriação um piquenique com essas crianças então a escola que que eu trato como orientadora pedagógica que atuei até o ano passado a
gente marca e se essa transição um ritual de passagem o salário vai falar muito isso sobre a importância desses rituais de passagem na vida da criança e aí a gente faz uma visita à escola que eles vão do município do bairro para o Primeiro ano a gente passa um dia juntos as crianças da educação infantil para com as crianças no primeiro ano então a gente faz dupla se elas levam para conhecer como a escola e nessa escola tem uma quadra grande as crianças ficam encantadas com a quadra porque elas vão perder o parquinho na nossa
escola tem parque mas não tem quadra mas nessa escola tem quadro mas não tem parquinho e isso vai mostrar na criança o que é Que vai ter perdas sim nós perdemos coisas que dá nem nas etapas mas nós adquirimos outras bem pois a nova nem coisa diferente nem coisa que eu nunca vivi nunca experimentei então isso vai dando um equilíbrio para a criança saber que mesmo que ele não tem o parque mas tem a quadra em que a gente vai fazer na nossa quadra então elas falam milhões de coisas porque conversar com as crianças também
uma uma proposta daqui da intencionalidade é muito importante você Deixar as crianças levantar essa hipótese o que vocês acham que tem no primeiro ano como é que tem que ser no primeiro ano e deixa eles falarem né o comum é o que você gostaria que tem que o que você gosta da nossa escola que você gostaria que tivesse lá no primeiro ano porque essas coisas também precisam ficar eu acho que a gente precisa fortalecer tanto a educação infantil quanto ensino fundamental porque existem Coisas que só é específico da educação infantil e coisas específicas do ensino
fundamental mas existem coisas que podem ser trocadas existem coisas que a gente pode aproveitar de uma etapa para a outra então a nossa proposta agora a gente testar um pouco essa nossa leitura é essa nossa escrita a gente trouxe aqui algumas imagens algumas brincadeiras no brasil Não vou dar dica não vou dar dica é ea gente queria que vocês participação também vocês têm um papelzinho está ao lado e uma caneta então nós vamos copiar essa palavra você está em 20 segundos quem conseguiu copiar umas duas palavras 2 letras a outra cultura dos rios dela e
do meu jeito fala você sabe que está escrito não tem idéia do que está escrito aí não sabe fazer essas letras na verdade a Gente não tem é costume de desse desenho de letras então pra eu copiar isso daí qual é um movimento que eu tenho que fazer várias vezes para a chácara chácara tentar fazer isso mais de dez vezes e para ver o que você está sentindo que a gente sente no canteira dor também do macho que incomodou nesse movimento repetitivo se cansa imagem o que as crianças sentem quando uma criança do primeiro ano
chega na sala eo quadro já está às vezes Preparado né com as atividades e ela tem que copiar se ela não sabe ler se ela não ainda domina esse código da leitura e da escrita ela copia algumas palavras quantas vezes ela vai ter que fazer esse movimento é uma uma reflexão para a gente pensar com complexa é a cópia para a criança tanto assim na questão cognitiva e na questão física biológica porque causa desconforto e você acha que essa criança vai querer se concentrar nessa atividade Que não tem significado para ela porque ela não sabe
que leitura que ela está fazendo aquilo ali qualquer música que passar do lado dela vai ser mais interessante para ela poder acompanhar a borracha e caiu no chão pra ela ficar ali ela vai pedir para ir ao banheiro e quando a borracha cai você perde totalmente o foco do dondi você ela tem que olhar qual é o risco que ela fez para saber ponto com o risco que ela vai continuar porque ela não sabe qual é Aquela letra então isso é pra gente refletir da questão do exercício da copa é e aí vem a frase
que muitas crianças falam pra gente estado entendo a dor na minha cabeça está doendo meu corpo eu posso ficar um pouco empenho posso lá fora ea gente fala não espera terminar de copérnico foi ao banheiro e às vezes esse corpo tá ali totalmente dolorido tão um corpo que está incomodado e a gente está Insistindo naquela actividade daquela actividade que muitas vezes dolorida mesmo pra criança né aquele espírito transição e tailandês ao próximo a propósito que vocês virarem a folha eles vão dividir se em duas partes né vocês vão ter dez segundos pra copiar cada lado
qual das duas partes para vocês foi mais tranquilo de fazer o que tinha linhas curvas ou que tinha as linhas retas Linhas retas linhas retas mais alguém ou bem teve mais facilidade com a qual as minhas linhas retas também linhas retas é essa essas imagens a gente trouxe também um pouquinho pra provocar sobre o uso da letra cursiva e uso da letra cada letra caixa alta a letra o script enfim ainda é uma prática escolar o uso da letra cursiva às vezes na educação infantil ea gente queria refletir um pouquinho com vocês em qual lugar
da letra cursiva a letra cursiva é Uma letra que está aí no mundo é uma letra que a gente usa o tempo inteiro não à letra cursiva é uma letra que a gente usa basicamente na escola ou naquela marca de refrigerante famosa é em outros lugares geralmente e nu na revista no jornal é outdoor nas embalagens só a gente usa a letra caixa alta é a letra script e porque é porque a gente ainda continua pra vocês a mais visual a mais fácil de fazer foram as linhas retas é a letra do mundo nem a
Letra a letra bastão é a letra que está no mundo e porque a gente ainda continuo usando a letra cursiva para concretizar nossas crianças é com essa reflexão assim sobre quais lugar da letra cursiva é em nenhum momento eu queria negar a letra cursiva eu acho que é papel da escola apresentar não só different letras como diferentes gêneros textuais diferentes suportes a criança tem que saber ler não tem que saber ler só no Livro didático tem que saber ler o jornal tem que saber ler o outdoor tem que saber a embalagem afinal o que a
gente quer são leitores do mundo né não só leitores de palavras a gente quer que as crianças entendam a minha função social da escrita mas qual e qual seria a vantagem da gente apresentar a letra cursiva alguém tem uma vantagem porque deve ter alguma vantagem total até hoje aí uma dica já então eu acho que essa idéia de Antecipar mesmo né esse conhecimento porque já que vai acontecendo na etapa seguinte e aí talvez usar na educação infantil faz só com ela uma vantagem e isso talvez não concordo com ele terá como efeito não não concordo
esse uso mas pensando supostamente acho que já têm de aprender então já vão ensinar logo essa daqui que a letra da escola em si é isso é uma coisa interessante pra gente pensar que a letra a letra cursiva ela aparece com uma possibilidade de Escrever um pouco mais rápido né se vocês se a gente começar a escrever aqui letra script bastão e comecei a escrevê la mais rápido a letra cursiva acaba vendo né porque ela é mas é nosso objetivo na educação infantil no primeiro ano que as crianças cresçam rápido a gente não tem esse
objetivo se a gente não tem esse objetivo porque a gente tratar dessa proposta é e aí a gente volta para o que eu já falo um pouquinho sobre a intencionalidade Pedagógica com a nossa intenção quando a gente está apresentando as letras para as crianças nosso objetivo ali é uma letra rápida é um texto corrido é uma letra de médico para escrever bem rápido ea gente entregar logo a receita esse não é um lugar de educação infantil né a gente quer que as crianças conheçam as letras que as crianças entendam com a função social da escrita
é a gente quer que as crianças entendam que a letra está no Mundo que as palavras estão no mundo e que elas vão precisar ser usar serem usadas para alguma questão mas a gente não precisa de rapidez e nem de beleza né a gente não precisa tomar aquela letra caprichada isso pra gente pouco importa o que importa é que a criança entenda ele com a função social desde que tentam pensar também a gente trouxe essa essas imagens pra problematiza um pouco esse uso da letra cursiva ali recursiva ela também tem uma Outra questão que é
motora é muito mais trabalhosa para fazer manualmente então também a gente ouve muitas crianças falando se monta doem do meu deus tá doendo eu tenho criança até que atinge agora eles descobriram gelo na escola então eles toda hora para encontrar um gelinho na mão porque tem essa coisa da mão que dói e muitas crianças já trazem eu sou lutador primeiro ano que acho que na escola que o trabalho não tem educação infantil eles vêm dos mais Variados locais ele já vem com essa letra cursiva e aí a gente coloca inclusive a letra cursiva com uma
hierarquia quando os pais chegam pra pra professoras e falam né meu filho já escreve a letra cursiva como se a outra letra fosse uma lembrança inferior às crianças que não sabem ler ainda estão aprendendo mais usam a caixa alta do bastão elas usam o script enfim mas as crianças que estão alfabetizados ela já usam a letra cursiva então além de Tudo a gente coloca essas duas letras com uma nova forma de hierarquia as crianças já sabem que são plenamente concretizados elas só estão plenamente conectadas com ela já dão conta da letra cursiva então acho que
essa é uma outra questão que a gente precisa pensar em qual lugar da letra cursiva na educação infantil e nossa gente levantou muitas questões a gente já discutiu muito muitos pontos importantes para essa transição eu Gostaria agora de ouvindo não me ouviu e era poder saber quais são as questões que vocês também trazem do chão da escola da prática de vocês pra gente continuar esse diálogo a gente pode ajudar né a pensar junto considerando que nós temos crianças nas duas etapas da educação básica tanto na educação infantil quanto na spe nos primeiros anos do ensino
fundamental nessa travessia que relações podem ser estabelecidas entre a educação ensino e Infâncias acredito quando você traz essa pergunta você está pensando no termo educação na relação da educação com o ensino ea criança não é isso quando a gente fala da educação infantil que não quem não o ensino fundamental que tem uma diferença a educação é claro que todos fazem parte da educação básica né a educação com uma dimensão maior e é o ensino já existem coisas sistematizadas que não tem mais aí depende de uma concepção alguns Autores vão trazer essa questão essa essas diferenças
em relação a outros vão dizer porque se a gente pensar não tem ensino na educação infantil só o ensino só está no ensino fundamental essa essa concepção à educação tapper passa sempre tudo mas assim eu acho que é perigoso a gente fazer um pouco essa divisão porque acaba assim a gente moralizando a gente vai polarizar um pouquinho né então assim só sistematiza assim e sistematizando Ensino fundamental mais um exemplo quando a criança no ensino fundamental ela começa a fazer uma lista nelas trabalham com lista de de brincadeiras as listas das frutas dos brinquedos prediletos alila
vai escrever a lista mas a educação infantil ela pode também trabalhar a lista e professor vai escrever e ela vai fazer uma lista desenhada a concepção de lista ela vai aprender o que é uma lista como é que construiu uma lista ela vai olhar nas Práticas de leitura do dia a dia e ela vai identificar em uma lista uma receita mesmo ainda não dominando a lei a questão de descrever todas as palavras então assim a educação infantil ela vai dando esse repertório acho que são importantíssimos para o primeiro ano lá a criança começa a escrever
as frases daqui a pouco nos anos iniciais ela está construindo as suas histórias mais na educação infantil já construiu as histórias coletivas com Os objetos o professor já desafiou essa criança a começar uma história e elas juntas construir ele escreveu sua história no quadro então essa criança sabe como começa como terminou mais uma história quando ela chega lá no ensino fundamental criar uma história já não é dificuldade pra ela porque ela já tem esse repertório o que ela vai ter que aprender de novo agora é dominar o código de escrever da onde vai começar é
dado o direito à Esq e moralidade elas mas elas já têm tudo isso então assim é uma dimensão também de ensino mas não desse ensino como a gente é esse ensino massacrante né pra essa criança do da da educação infantil com as reflexões vocês consideram essenciais pra que na prática né dos professores de educação infantil as transições sejam práticas cotidianas uma coisa questão fundamental é isso que a gente está propondo aqui o diálogo entre as duas práticas e um diálogo Entre o currículo não adianta esse com ritos e muito distante esse currículo também tem que
se aproximar então esse diálogo curricular ele é importantíssimo nós temos uma pesquisa que é da uerj de uma dissertação de mestrado que a professora rosalva drumond ela pesquisou essas relações curriculares na transição então ela propõe um currículo a construção do currículo ibri que possa trazer práticas de itaqui que possa se aproximar para Que realmente haja essa possibilidade porque senão pensar nessa prática nessas atividades eu continuo fazendo é dando uma lacuna muito grande para essa criança é passar né de uma etapa para o outro então talvez a aproximar esses currículos seria uma atividade interessante uma das
questões desse momento acredito que seria a prontidão o que que é a criança está pronta para Esse novo momento nessa transição essa passagem na educação infantil para o ensino fundamental e aconteceria se um papel fundamental da educação infantil nesse processo você tá manoel de barros na minha opinião e na opinião de manoel de barros com é concordando com ele eu acho que a maior riqueza do homem a sua incompletude então eu não acredito na prontidão nunca é eu fico até um pouco agoniado quando a gente ouve as palavras né então essa turma está ótima está
Pronta pra educação está pronta pro fundamental esse aluno da excelência pronto e eu penso pronto pra quem pronto pra quê ea gente acaba reduzindo na verdade quando a gente fala está pronto no geral quando as professoras falam isso elas querem dizer em relação à leitura e à escrita né e aí em relação à a leitura ea escrita eu acho que a função de educação infantil maior é despertar na criança o interesse por esse momento da leitura e Da escrita e que eles entendam a função social da leitura e da escrita então assim se existiam estar
pronto eu não acredito mas se existe alguma coisa que a educação infantil pode fazer pelo ensino fundamental pode fazer para e para as crianças eu acho que aí é enquanto o papel da escola é despertar para esse olhar da da leitura e da escrita com interesse com uma função de mundo é que as crianças entendam pra que serve a escrita para que serve a leitura Eu queria perguntar pra vocês o que a gente como o professor pode fazer para facilitar essa passagem das crianças nessa transição para o ensino fundamental e com o simbólico tem importância
também nesse período eu acho que a primeira coisa que a gente tem que pensar nesse sentido é que o jogo simbólico ele faz parte da vida da criança o tempo inteiro então não é grande desafio do professor de educação infantil Inserir o simbólico na vida da criança porque ele já tá aí a a criança se relaciona com o mundo com 1 desde as suas frustrações suas alegrias suas angústias através do jogo simbólico né eu acredito nisso então acho que nesse trabalho que educação infantil faz por essa transição eu acho que o jogo simbólico ele pode
estar em todas as práticas desde o momento que a criança está fazendo uma brincadeira com o colega fazendo uma lista fazendo uma um Bilhete para uma outra turma fazendo uma atividade com o grupo no espaço externo brincando de casinha brincando de de mãe filho então acho que esse simbólico ele pode está inserido o tempo inteiro nas páginas com essa infantil e acho que é eu acho que no geral ele está inserido é e eu acho que as práticas que vão ser exigidas das crianças no ensino fundamental elas podem estar permeando essas esse jogo simbólico através
da brincadeira então seja uma não brinca Uma brincadeira de garçom em uma brincadeira de professor então o tempo inteiro essa essa prática do jogo simbólico e das relações com a leitura e com a escrita que eu acho o nosso grande nó ainda nessa nessa transição elas podem estar permeado e junto com esse jogo simbólico e georgette e falou da questão do rito de passagem nessa e pensando com as vivências com os momentos com crianças com as famílias com os professores da Educação infantil do 1º ano a gente pode proporcionar é pra favorecer facilitar esse momento
da transição a transição é uma questão que tem que ser pensada pela escola junto com os pais porque não adianta o professor ter uma falha ea família ter outra fala vai criar ansiedade da mesma forma né com com essa criança então que quando o corsário que propõe esse rito de passagem é pensar em atividades que vai Ajudar a criança a perceber essas mudanças que ela está mudando que ela está crescendo e ela vai passar por uma nova etapa então se eu sou professor e eu já tenho na minha escola também o primeiro ano os alunos
vão é esse espaço de encontro compartilhado que o professor de educação infantil precisa jogar com o professor do 1º ano porque se precisou do primeiro ano sabe o que você faz né na educação infantil ele vai dar uma Continuidade e você sabe o que é próprio do do primeiro ano você enquanto educação infantil já vai conversando com as crianças sobre essas questões mas uma conversa assim uma conversa muito amorosa uma conversa assim com boas expectativas do que vem pela frente porque o novo às vezes assusta é a criança fica assustada então ritual de passagem seria
as duas turmas fazem atividades juntas para se Conhecerem para trocar se essa professora que vai pegar o primeiro ano é no próximo ano você conhece ela pode na sua turma de educação infantil e conversar com as crianças porque assim a criança já vai ter contato com esse professor ele pode lá contar uma história quando a gente faz essa visita de uma escola para outra muitos professores falam ah sim não mas a minha escola não tem condições de visitar não tenho não Posso levar minha turma para visitar em outra escola a gente sabe que nem sempre
é possível e uma sugestão que eu sempre dou para os professores pede por seus alunos da educação infantil escreveu uma cartinha ou a professora escrever o que eles que gostariam de saber o que tem no primeiro ano e aí a professora escreve eles manda uma carta para o primeiro ano a professora junto com o primeiro ano Responde essa carta gente vamos falar pras crianças da pré escola o que a gente faz aqui a eles escrevem e manda cartinha de volta ea professora lei ócio crianças do primeiro ano disseram que eles fazem isso fazer aquilo que
na escola tem então esse tipo de conversa vai ampliando essa criança as informações do que do que é esse primeiro ano do que essa passagem quando a gente visita também que a gente pede a gente tira fotos das crianças juntas e Aí a gente orienta para que essas fotos fiquem um mural para quando essa criança de educação infantil chega lá no primeiro dia do 1º ano ela já vai se ver nessas fotos então a gente já tem um elo afetivo então o professor de educação infantil ele pode facilitar esse processo assim de uma maneira muito
importante quando ele compreende esse momento de transição e essas mudanças da mesma forma que a gente é gosta de se Olhar desse acolhimento para essa continuidade a gente também oferece isso para o nosso aluno eu queria agradecer mais uma vez na presença de vocês foram uma manhã muito rica pra gente estar aqui conversando trazendo a angústia de quem está lá no chão da escola assim como eu como vocês né como é georgette também está no chão da escola entendendo o que está acontecendo e trazendo questões reais do nosso dia a dia então muito Obrigada obrigada
mariana e bruno pela apresentação por tudo eu também quero agradecer o convite muito especial pra poder compartilhar com vocês um pouco da experiência e toda vez que a gente troca que vocês trazem questões também nos ajuda a pensar né maneira mais ainda e ampliar esse tema da transição às vezes do ponto de vista do adulto isso pode parecer uma coisa banal mas não é para a criança ela vivencia mesmo muitas tensões nesse processo então a Gente fica assim bem feliz e quando a gente fala da transição toda vez que começa a falar da transição o
que meio que me vem à mente é uma frase a gente separou é do bruno daniel de barros novamente ele é porque ele fala de coisas assim significante para os adultos mas que as crianças valorização dos seres desprezíveis que as crianças tanto gosta né então ele vai ser assim quem anda no trilho é trem de ferro sou água que corre entre pedras Liberdade caça jeito ea gente percebe que as crianças elas são cumuláveis embora a cultura escolar tenham treino ele quer mostrar uma única maneira de ser de fazer elas vão contornando as pedras e elas
vão quando as culturas delas e vão brincando e que bom né a maior revolução que a gente tem aí seja infantil sejam infantins sem infantil é revolucionário obrigada obrigada Estamos em um outro espaço do museu de ciências da terra dentro da exposição no tempo dos dinossauros para realizarmos a nossa vivência maíra você pode explicar pra gente que vai acontecer armário hoje a nossa ideia foi que essa experiência que a gente vai vencer agora é relembrar um pouco pra gente como que acontece nos planejamentos então a gente pediu para que cada professor que participou da nossa
roda Da nossa conversa anterior que escrevesse uma frase que é peculiar de educação infantil e uma frase que é peculiar do ensino fundamental agora joan jett vai explicar um pouquinho pra gente como vai funcionar essa vivência bem depois que todo mundo escreveu a sua frase nela o que é característica da educação infantil e do ensino fundamental a dinâmica vai ser mariana vai ler o que foi escrito que cada um colocou em nós temos duas Equipes aqui uma equipe representando a educação infantil e uma equipe representando ensino fundamental à medida que a mariana folheia frase ea
gente pensar se essa frase pertence à educação infantil ou pertencem ao ensino fundamental a gente dá um passo o que meninas por keira menino não lá construir regras coletivamente vivenciar o trabalho diversificado favorecer a autoria das crianças Contar histórias ensinar a ler ea escrever trazer aprendizagens significativas potencializar as experiências culturais das crianças e provocar a paixão de conhecer nossa tá todo mundo tão quietinho muito bacana a gente entender que todas essas práticas que foram colocadas todas essas concepções tanto da educação infantil e do ensino fundamental à medida que a mariana foi falando e vocês foram
se aproximando a Gente percebe que elas cabem elas compõem os dois segmentos e o mais importante a gente entender que essas práticas são para crianças que vivem em suas infâncias tanto na educação infantil quanto no ensino fundamental essa imagem aqui em cima dessa ponte nos faz lembrar da travessia nessa passagem que a gente vem discutindo que a gente vem debatendo e ela também me remete a uma frase de guimarães rosa que ele vai dizer assim Que o real não está na saída nem na chegada o real se encontra pra gente é no meio da travessia
e é isso que nossas crianças estão fazendo então vamos atravessar [Música] [Música] nossa bruno que jornada incrível a verdade mary quantos temas quanto às trocas quanto às experiências quebra mas a discussão continua agora com vocês ah Ah ah ah ah ah ah o museu de ciências da terra esse ano teve a oportunidade de abrigar a 10ª jornada pedagógica da educação infantil que a iniciativa da prefeitura do município do rio de janeiro e nós nos juntamos a essa jornada de uma Forma muito prazerosa e esperamos que tenhamos continuidade com esse empreendimento porque nós damos aqui dentro
desse museu a importância dele ele tem um viés de conservação e de descrição do material mas ele tem um viés de educação e divulgação do conhecimento e à educação infantil a gente considera de uma forma muito para aqueles ela se espalhe realmente a sua actividade entendemos que o professor universitário forma ele Tem mérito eles informa o professor do fundamental e do médio ele e além de ensinar ele procura educar e educar para a vida enquanto que a educação infantil além de ensinar e educar e cuidar e cuidar significa amor chegamos ao fim de mais uma
jornada pedagógica da educação infantil nós da gerência de educação infantil gostaríamos de agradecer a cada criança cada família cada profissional esteve conosco ao longo desses dias de muita Formação estudos e debates e o que fica pra gente desses dias todos é [Música] [Música]