[Música] Olá boa noite sejam bem-vindos a mais uma palestra do ppg 100 o programa de pós-graduação em ciências e engenharia de materiais da Universidade Federal de Catalão neste dia 25 de Setembro de 2024 hoje está conosco professora D Carina Gonçalves que é graduada em engenharia de Materiais pela Unileste mestre em metalurgia física pela UFMG e Doutora em engenharia de Materiais pela UFOP também É professora de pós-graduação da iecp em Minas Gerais unila e pontifício Universidade Católica de Minas Gerais e também é consultora técnica da abinox professora do cfet Minas Gerais de Timóteo a palestra da
professora Karina intitulada tratamento térmico dos Aços professora Karina seja bem-vinda é um prazer tê-la aqui conosco o palco virtu do ppg 100 do lampin é todo seu Obrigada Eu que agradeço o convite de vocês mais uma vez para est aqui presente com essa Turminha boa aqui pra gente falar um pouquinho de tratamento térmico dos Aços a última vez né que eu tive aqui com vocês eh foi para falar um pouco do diagrama de fases de ferro e carbono Então hoje eh eu venho trazer né uma conexão daquilo que nós falamos no último encontro por qu
hoje nós vamos ver eh condições de contorno das quais a gente consegue melhorar propriedades que são inerentes característicos né do nosso material Metálico denominado de Aço né O que que é o massa é uma liga de ferro e carbono essa liga de ferro e carbono ela pode ser composta por determinada quantidade sendo que até 2% né Desse carbono no meu material nós vamos ter uma liga das quais a gente vai est vendo aqui hoje O que que a gente pode fazer com relação a propriedades mecânic desses materiais a partir do momento que eu escolho eh
parâmetros envolvidos para fazer com que eu Modifique essas propriedades características ou inerentes da síntese do processamento desses materiais bom deixa eu melhorar o áudio aqui que o meu microfone Tava longe O que que a gente tem eh de primeiro de trazer pra gente como fator importante quando a gente fala de tratamento térmico dos Aços nós temos aqui uma um ponto né Uma Frase vamos dizer assim uma palavra que é importante quando a gente fala de térmico quando a Gente fala desse nome térmico a gente tá envolvendo quem temperatura Então esse tratamento térmico ele vai envolver
a temperatura da qual eu vou fazer com que esse meu aço ele possa ser trabalhado envolvendo temperaturas de resfriamento condições de resfriamento que vai me dar uma microestrutura característica após eh tanto aquecimento quanto resfriamento eu sempre falo o Seguinte tratamento térmico não é um tratamento daal a gente não tem modificação de composição química a composição química que você tem ali do seu aço seja ele de Baixo médio ao alto carbônio ele vai ser a mesma O que que a gente altera quando a gente faz um tratamento térmico nós estamos alterando a transformação de fase desse
material e essa transformação de fase é o que vai agregar um valor com relação à sua propriedade mecânica se eu quero Aumentar dar dureza se eu quero diminuir dureza ou se eu quero ter uma fase que vai propiciar para mim uma alta resistência mecânica bem como também uma boa eh ductilidade ou se eu preciso usinar esse meu material qual o tipo de tratamento térmico que eu posso fazer nesse aço da qual eu estou trabalhando Lembrando que toda vez que a gente fala de tratamento térmico resta a gente trazer né Para nós o aqui de volta
aquele diagrama de fase de Ferro carbono Por quê Toda vez que eu falo de transformação Vamos colocar aqui ó transformação de fase eu sempre vou lembrar que eu tô partindo e gosto de chamar essa aqui de fase mãe austenita a austenita é uma estrutura da qual a gente tem a rede Cristalina cúbica de face centrada e a partir dela eu vou escolher uma forma de resfriamento e essa forma de resfriamento é o que vai me dar a característica da minha microestrutura Ou seja a minha fase e a partir dela eu vou ter o que a
gente chama da minha propriedade mecânica ou voltando lá naquele tetraedro da engenharia de materiais que acho que foi a primeira aula que eu dei aqui para ofc no nessa nesse ano trazendo de volta aquele tetraedro da qual a gente né preocupa aqui com a composição química a gente preocupa com a síntese processamento microestrutura e a gente preocupa aqui com o desempenho e custo Então quando eu resolvo né Eu quero fazer esse tratamento térmico eu tô preocupada aqui no meu resultado no desempenho que o meu material vai ter e no custo também dado daquele processo de
síntese de fabricação dessa forma a partir do momento que eu tenho temperatura envolvida nesse processo eu penso que eu vou ter uma fase principal que é austenita né da qual eu vou ter as transformações de fase mas eu tenho um Outro elemento muito importante no tratamento térmico que além da temperatura eu posso envolver uma outra variável que é o tempo então a partir desse tempo que eu tenho de resfriamento eu vou ter uma característica de cada material formado se eu fizer um restrio muito lento a gente vai ter o que a gente chama de perlita
que é um constituinte não é uma fase formada por quem a perlita Ela é formada pela sementia mas a ferrita ou se eu Modificar um pouco essa taxa de restrio o que que seria essa taxa de restre momento se eu falei aqui que eu tenho duas variáveis importantes que é a temperatura em graus c e o tempo em segundos que a gente trabalha em segundos isso aqui né graus C dividido por segundo é a minha taxa de resfriamento então se eu tenho uma taxa de resfriamento moderada eu já vou ter a formação de um outro
constituinte que é a ba Enita agora se eu aumentar essa esse tempo de restre momento se eu fizer uma tempera muito rápida eu vou ter a formação do que a gente chama de Mart bom E como que isso acontece por que que eu vou eh como que eu vou escolher cada tipo de tratamento térmico Quais são os tratamentos térmicos que pode me dar essas respostas a partir de de que e do que eu tenho que preocupar para que eu tenha no final essas fases uma pergunta Será que eu dependendo do que eu fizer Na minha
no meu tratamento térmico eu vou ter somente uma bainita ou a martensita ou se eu posso fazer um tratamento térmico para que eu tenha duas fases ou três perlita bainita e martensita atualmente nós temos eh desenvolvimentos principalmente na parte da de indústrias automobilísticas das quais a gente tem material que tem essas três fases eh a a perlítica que é a sementi mais a ferrita a perlita e a bainita por quê Porque o Meu resultado o meu desempenho ele que é o material que tem uma boa resistência e o material também que eu consiga talvez usinar
dar uma forma para el tá então a partir disso a gente vai lembrar de dois conceitos a partir de agora porque quando eu falo de temperatura e de tempo temperatura gra c e eu tô falando de tempo em segundos eu tô falando de um mecanismo muito importante na transformação de Fases que é a Difusão você já devem ter estudado essa matéria e vocês sabem que a difusão ela precisa de quem de tempo então os tratamentos térmicos das quais eu quero no final uma ferrita uma sementi uma perlita então você olhando para essa figura você já
sabe que eu vou precisar de quem de um tempo maior Para que ocorra quem a difusão dos meus elementos de liga de quem que eu tô falando mais precisamente aqui se eu tô falando de um Masso Carbono eu tô falando dessa desse elemento principal aqui que é o nosso carbono então eu quero dar tempo né naquele resfriamento mais lento eu quero dar tempo do meu carbono sair da minha austenita né Nós temos aqui a fase mha principal não desenhar aqui um Contorno imagina que aqui que eu tenho uma austenita e esse aço carbono meu seja
1045 1045 é um aço carbono com um com 0,45% de carbono por isso que tem esse 45 aqui no final Então esse material Aqui ele tem um tanto de carbono quando eu aquecer um carbono todo dissolvido aqui aqui dentro do meu da minha austenita se eu fizer um resfriamento lento a resultante vai ser a ferrita a minha sementia ou a minha perlita que é composto por essas duas dessa forma eu vou precisar de tempo por que tempo Professora porque eu preciso do tempo para que esse carbono que tá dissolvido aqui na minha Austenita ele comece
a ter a transformação de fase por causa da temperatura porque eu tô abaixando E aí eu queria né Recordar aqui com vocês um ponto importante porque aqui eu tô falando de fusão de carbono mas se o massa é feito de ferro mais carbono vocês lembram que o ferro é um elemento alotrópico e que ele muda a estrutura Cristalina também dele quando eu vou abaixando a temperatura né então E tá lá ferrita Delta CCC CFC depois ele retorna para CCC não sei se você se a mesma turma que tá aqui a turma que eu já dei
aess essa aula para vocês lá do diagrama ferro carbono Mas eu expliquei sobre isso sobre essa transformação de Fas que ocorre no f então Oi só só para já lhe atualizar a grande maioria dos alunos que estão aqui eles estiveram também na primeira palestra E aí a gente T algumas alguma Entrada do de novos alunos no programa talvez esses não tenham participado Mas aí tem o material No final a gente pode referenciar o vídeo anterior seu tá bom Ah sim beleza aí fica mais fácil deles se não entender volta Nesse vai nesse depois volta Nesse
tranquilo obrigada então o que acontece o aço ele é constituído de ferro mais carbono ferro ele tem essa característica de celot trópico porque el muda de forma a partir de uma variável que é temperatura Sendo assim como ele muda de forma essa estrutura Cristalina que ele tem permite com que ele mude a fase a partir de quem ferro mais carbono esse carbono adicionado ali no ferro quando eu tô fazendo fabricando o meu aço eu tenho lá na na des extração do minério de ferro né a gente tem a hematita da hematita a gente vai extrair
o carbono esse carbono né esse carvão esse minério ele é colocado lá no meu aut Forno do meu al forno eu vou produzir o meu ferro gusa a Partir do ferro gusa eu vou ter um determinado eh e tratamento desse meu material da qual eu separo a minha escolha esse ferro bua vai pra Seara e lá na Seara Eu tenho esse controle tanto do percentual de carbono quanto de outros elementos de liga que são adicionados manganês um silício um Cromo nesses meus Aços dessa forma pessoal que que acontece acontece que quando eu tenho um restrio
lento eu tô permitindo eu estou dando tempo desse processo Difusional ocorrer se eu faço um restrio muito rápido acontece que não vai hver não vai haver difusão de carbono vai ocorrer o quê uma transformação de fase que a gente chama por cisalhamento o que que é um cisalhamento é quando eu tenho uma transformação de uma fase sem difusão de carbono apenas pela mudança dessa minha estrutura Cristalina que é justamente a marcita e entre ela eu tenho aqui que a gente chama de bainita e ferrita cicular Que elas estão tendo aqui transformações ela tem um resfriamento
moderado da qual eu permito ocorrer tanto um pouco de difusão quanto um pouco de saramento E aí que a gente vai entender que essa classe aqui de cima ela vai me dar uma determinada propriedade mecânica essa outra por ter dois mecanismos envolvidos no processo de transformação vai me dar uma propriedade mecânica diferente dessa de baixo e essa aqui por ser uma transformação de fase totalmente e a Gente fala esse termo a difusional que é o qu sem difusão de carbono simplesmente por uma mudança de estrutura Cristalina né a gente vai ter lá a minha austenita
cúbica de face centrada Transform mandem marens cita que a gente chama de TCC que é tetragonal de corpo centrado apenas por um cisalhamento de planos e eu vou mostrar uma animação para vocês que eu tenho aqui mais para frente bom para que eu faça um tratamento térmico eu tenho que entender O que que cada elemento de liga vai modificar o que que cada elemento de liga vai entregar para essa minha para esse meu material para esse meu Aço no caso seja de Baixo Carbono médio ou alto o que que a gente pode observar que se
eu quero um aumento de resistência eu posso trabalhar tanto com carbono com manganês com fósforo com silício ou o vanade se eu quero um aumento de dureza eu também posso trabalhar com um desses elementos de liga bom se eu quero Aumentar a tenacidade do meu material resistência um impacto Eu trabalho com quem com níquel então a gente tá vendo que o níquel quando ele tá lá nos nossos Aços a carbono ele tem essa essa e essa esse agregamento de propriedade com relação ao Impacto né com relação a tenacidade que é o quê absorver energia né
então a tenacidade né é o qu lá no nosso diagrama de Fases e desculpa no nosso diagrama de tensão versus deformação A gente tem aqui uma região que a gente chama de elástica e outra plástica né quando o nosso material tá deformando e a tenacidade que eu tô falando para vocês é justamente essa região aqui todinha da minha curva na minha região plástica Ou seja é a energia que eu tenho que o meu material absorve desde aqui do meu limite de escoamento até a fratura do meu material então quando a gente tá por exemplo eh
interessado na fabricação de Um Masso de alta resistência baixa liga eh que é utilizado no caso para indústrias automobilísticas eu estou muito preocupada com essa questão de resistência ao choque resistência ao Impacto bom se eu quero melhorar reduzir a ductilidade eu vou trabalhar com elemento de carbono de fósforo de enxofre se eu quero melhorar a resistência alta temperatura Então dependendo daquilo que você vai trabalhar você quer o quê que o seu Material né a eh uma característica dele é que ele vai ser desempenhado ele vai ser agregado em ambientes nas quais vai ser submetido a
alta temperatura então eu vou ter o qu níquel e molibidenio se eu quero temperabilidade no meu material eu vou trabalhar com carbono com Cromo e molibidenio temperabilidade né O que que eu caracterizo com meu material ser temperado quando a gente fala de temperabilidade eu sempre agrego essa Informação com martensita né sempre fala temperável toddo mundo lembra de martensita mas temperabilidade está relacionada também com baita porque às vezes a gente não quer um material totalmente com uma resistência tão alta então eu trabalho com quem com a bainita né a bainita ela tem essa capacidade da a
resistência no meu material e ter um pouco ali de ductilidade agregada no meu material bom E aí se eu quero por Exemplo que tenha na uma ação desoxidante aí a gente tem o manganês o silício e o alumínio são elementos adicionados lá no meu processo de fabricação que vai ter essa questão aí de ação desoxidante se eu quero aumentar a resistência à corrosão eu coloco o nick cromo eu quero aumentar essa resistência à abrasão eu coloco o Cromo ou a redução da soldabilidade carbono e Enxofre o que que eu tô olhando aqui e tô querendo
dizer para vocês o seguinte Professor o que que você quer me dizer com relação a esses elementos de liga que a partir do momento que você pega a composição química do material que você tá trabalhando Você sabe exatamente qual tipo de tratamento térmico Qual a temperatura Qual o tempo que você vai trabalhar para que você tenha respostas inerentes a cada um desses elementos de liga que tá Adicionado no seu material por exemplo eu falei para vocês que o carbono ele aumenta a resistência Então você vai pegar por exemplo o Masso carbono 1020 que que é
o 1020 ele tem 0 20% de carbono e você vai pegar um outro 1045 que tem lá 0 45% de carbono ou 10 43 aí tem tem várias classes deo Carbon E aí eu falo para você o seguinte se 1045 tem mais carbono eu consigo ter uma propriedade mecânica n que é característic de qu eu Consigo aumentar a resistência eu consigo aumentar aza del a partir de que momento a partir do momento que eu vou aumentar uma característica de de temperabilidade se eu aumento a temperabilidade dele lá na frente do meu tratamento térmico vocês vão
ver que eu entrego nesse meu material uma capacidade grande de formar martensita quando eu faço uma tempera mas de antemão Se você olhar para essa linha se eu tiver muito carbono eu vou Trazer uma piora num no requisito desse meu material qual que é soldabilidade se eu tiver é um material com alto teor de carbono com baixo Mas dependendo do percentual de carbono e quando você vai trabalhar com a questão de soldagem com processo de soldagem e você for calcular lá por exemplo o carbono equivalente você vai ver que quanto maior o seu percentual de
carbono você vai ter uma baixa um baixo sucesso se você tiver que submeter esse material ao processo de Soldagem Ok Então dependendo da Então desse elemento de liga eu posso melhorar ou eu posso piorar determinadas características bom sabendo que esses elementos de liga Eles são adicionados nos nossos materiais carbono Cromo silício manganes boliden vaná cada um deles eles vão ter ações diferentes mecanismos de interação ali junto com os nossos Aços que é ferro e o carbono acontece que quando você forou Estudar o material que chegar na sua mão lá na no seu TCC na sua
tese no trabalho que você tiver desempenhando você vai saber que determinados elementos de liga Eles têm o que a gente chama de afinidade né afinidade os materiais metálicos eles são aquela formação que a gente tem que tem a nuvem eletrônica e por ele ter essa nuvem eletrônica e são compostos metálicos alguns deles têm uma afinidade maior de se conectar um com o outro de Ligar um com o outro e dessa forma eles vão formar o que a gente chama de carbonetos quem são esses carbonetos esses carbonetos são elementos que gosta e tem afinidade com carbono
Cromo tungstenio molibidenio vanádium então o que que acontece dependendo do processo que eu estou fazendo de resfriamento eu vou formar esses carbonetos e são carbonetos que podem fazer com que você aumente propriedades Mecânicas no seu material são eh carbonetos que vão né lá na frente a questão do endurecimento do seu laço mas um ponto importante é que deixar frisada aqui né sempre sempre que eu tô falando aqui de aço carbono tá não tô falando de materiais Aços inoxidáveis porque aí o comportamento é totalmente diferente Aí eu sempre falo que são dois materiais que a gente
tem que tomar muito cuidado Porque quando eu falo de ácido carbono eu tô falando de um material da qual eu posso temperar e a partir desse tratamento térmico eu posso modificar sua microestrutura e sua fase lá nos os oxidáveis Eu preocupo sempre com a composição química tá bom para que que eu faço tratamento térmico qual é a finalidade primeiro eu posso ter um material que passou por um processo de usinagem e ele foi entregue para você se esse material passou por um processo De fabricação de usinagem ou de soldagem qualquer tipo de fabricação Ele tem
muita tensão interna acumulada então se eu quero reduzir essa tensão interna acumulada eu faço tratamento térmico para quê para remoção para alívio de tensão que que eu posso fazer também eu posso melhorar a resistência mecânica eu posso eu posso melhorar aditividade a usinabilidade a resistência ao desgaste posso Lembrando que puxando uma setinha aqui Aqui nós temos propriedades Mecânicas e desgaste não é mecânico é tribológico tá isso aqui é comportamento tribológico a gente tá falando de um comportamento de superfície do seu material um outro ponto resistência à corrosão resistência ao calor eu posso melhorar propriedades elétricas
e magnéticas também do meu material sabendo disso nós vamos começar a entender que dependendo do mecanismo do processo de fabricação que esse material for entregue para você Você vai Escolher qual tipo de tratamento térmico que você deseja fazer no seu material a partir do momento que você quer resolver problemas de fabricação se seu material vem um processo de fundição uma conformação mecânica uma usin e você quer melhorar ali problemas que veio ocasionado por esse processo de fabricação seja con formação a frio seja eh Usinagem seja soldagem Então você vai ter que entender de onde veio
o seu material não Somente a composição química Mas qual que é a procedência dele por exemplo quando a gente lembra daqueles Filmes né daquelas facas o pessoal fazendo espada a gente sempre lembra de um processo que desque o material coloca a espada bate bate bate bate ali naquele material que a gente chama né na metalurgia de forjamento que você tá colocando ali uma determinada pressão força né sobre aquela área que é a faca e ali você tá fazendo o quê você tá diminuindo a Espessura do seu material e depois você faz o quê tempera coloca
na água aquece de novo e vai fazendo sucessivamente esse processo Então esse processo que vem por exemplo de fabricação da sua do seu forjamento né ou seja de uma produção de uma faca de uma espada para você depois colocar esse seu material para que ele seja utilizado você precisa fazer um tratamento térmico porque se você aqueceu e temperou e é o Masso Ferramenta né vamos lembrar aqui ó espada eh qualquer tipo de material que requer que tá relacionado com essa classe as ferramenta é um ao que tem acima de 0,80 de carbono Ou seja é
um material com muito carbono então se você Aquece e você resfria rápido você tá tendo o quê uma tensão interna ali dentro por causa da transformação martensítica por tempera então depois que você produziu aquela faca que você fez aquela tempa Ou Aquele outra ferramenta você tem que escolher um tratamento térmico para aliviar justamente aquela tensão que foi dada no seu material e aí Qual tratamento eu vou fazer Qual temperatura que eu vou aquecer esse meu material por que pessoal tô falando isso porque a gente pensa o seguinte ó temperei meu material adicionei adicionei uma temperatura
de aação né ela vai ficar mais ou menos nessa cor aqui bem avermelhada resfrio rápido Mas dependendo da aplicação se é uma engrenagem se é um disco de freio depend do que você for utilizar o trata o pós que é o tratamento térmico não pode ser qualquer temperatura Porque dependendo daquilo que você precisa uma resistência ou desgaste uma resistência mecânica dureza você vai ter que saber qual a temperatura que você vai aplicar de que forma qual tipo de recozimento eu vou aplicar nesse meu material qual o tipo de alívio de tensão Será que a gente
Sabe definir o que que realmente é um recozimento que temperatura que eu devo usar que tempo que eu devo usar para eu melhorar um pouco a ductilidade do meu material será que é qualquer tempo né que eu posso deixar ou qualquer temperatura não aí a gente tem que tomar muito cuidado com esses parâmetros envolvidos que é temperatura e tempo e o meio de esfriamento bom e aí né É aqui tão um desenho deveria estar lá na frente quando eu Tava falando para vocês do mecanismo de transformação de fase né porque justamente isso aqui é um
diagrama da qual eu tenho a questão da minha alotropia do meu ferro que é o ferro a partir do momento que eu aumento a temperatura dele eu tenho transformação de fase se esse material chegou para você você sabe a composição química e sabe o processamento dele de onde que que ele partiu para ser entregue para você você sabe se que você precisa às Vezes aquecer esse material acima de uma temperatura característica a gente fala muito na metalurgia que é A3 que é uma temperatura justamente acima aqui ó desse ponto de 9912 GC para eu ter
uma microestrutura denominada de austenita por quê Porque eu falei que essa é a fase austenita da Gama CFC é ela que vai transformar em todas as outras fases dependendo da minha condição de resfriamento bom Ô a esperta aí o também o os professores se alguém que eh vocês vão deixar a pergunta mais pro final né isso mesmo isso professora Ah beleza Tá bom então é o seguinte nós temos lá a nossa austenita que tem a fase Gama cúbica de face centrada trazendo uma informação a gente sabe que a aenet como ela gosta muito de Carbono
a gente fala que ela tem um limite de solubilidade de carbono maior dentro dessa mina ura austenítica eu consigo colocar até 2,14 por de carbono Ou seja é uma rede Cristalina que consegue colocar dentro dela muito carbono se eu falar de aquela daquela outra outra fase que é cúbica de corpo centrado o limite de solubilidade do carbono aqui é baixíssimo é de 0,02 ou seja quase nada de carbono ela é colocada na minha estrutura Cristalina CCC Ou seja a estrutura Cristalina cúbica de face centrada que é minha austenita ela gosta muito de carbono cúbica de
cor centrado que representa lá a nossa ferrita ela gosta pouco de carbono Então tá aí a justificativa o por da gente querer justamente nos tratamentos térmicos para fazer uma têmpera para ou às vezes leva o nome de vários nomes é tem austenitização solubilização vocês vão ouv muito esses nomes é o que que é é justamente eu Quero o quê chegar nesse Campo Onde eu tenho austenita por quê Porque eu quero chegar nesse Campo Onde eu tenho austenita para que eu consiga dissociar qualquer carboneto qualquer carbono que esteja lá embaixo na temperatura ambiente eu quero dissociar
porque eu quero fazer com que esse carbono esteja todo todo na minha Matriz austenítica para depois eu escolher a taxa de resfriamento e ter o que eu Preciso seja uma perlita uma bainita ou uma martensita bom sendo assim pessoal seguinte a gente tem alguns elementos que estabilizam essa minha austenita quando eu falo sempre de elementos que estabilizam lembra o seguinte se a gente fala que você tem um corpo eh estabilizado significa que você tá falando que você consegue manter né Eh essa característica por uma gama maior por um um um intervalo maior sendo Assim quando
eu adiciono elementos como níquel manganes e nitrogênio eu estou favorecendo justamente essa fase aqui eu estou fazendo com que o meu material ele aumente essa probabilidade de ter mais austenita há mais tempo aí e uma também um intervalo de temperatura maior eu vou mostrar isso para vocês no diagrama de Ferro Carbone Por que que será que niit manganeso e nitrogênio nitrogênio estabiliza austenita a austenita Scfc níquel manganes e nitrogênio na natureza eles são encontrados como estrutura cúbica de face Central então por isso eles são adicionados para que aqui para que eu consiga aumentar Justamente a
minha estrutura cúa de face centrada mas aí eu também posso ter elementos de liga que são adicionados para estabilizar a ferrita que seria quem Cromo e silício aí você pensa assim nossa professora você tá falando aqui de Aço Os carbono mas se você trazer isso para para uma conexão só para entendimento para ficar mais claro pensa o seguinte se você pegar a composição química lá de um maço inoxidável austenite você vai ver que tem muito níquel que tem muito que às vezes um tem muito ní outro tem manganes e outro tem nitrogênio por quê Porque
ele quer ter ali no final um aço característico com essa estrutura austenítica bem como um aço característico estrutura ferrítica Ok por isso é importante a gente saber quais os elementos de liga ou seja ter né a curiosidade de olhar a composição química que o seu material tem que seu aço tem dessa forma você recebeu esse material e você precisa escolher uma temperatura de tratamento Tero só que você não sabe que temperatura você por exemplo possa fazer uma um aquecimento da qual você vai ter um campo austenítico por exemplo Como que você Escolhe essa temperatura será
que eu posso fazer experimental eu posso escolher qualquer temperatura Não essa temperatura pessoal de alitização ela é justamente localizada aqui no nosso diagrama de Ferro Carbon olhando aqui no nosso io da abca Doo Y desculpa nós temos aqui quem temperatura mas olhando aqui os nossos diagramas da qual das quais a gente tem dois elementos liga que é quem ferro e Desse lado eu tenho quem o aumento de carbono o meu carbono ele aumenta da esquerda para a direita ao aumentar esse percentual de carbono a gente vai passar dessa região aqui vamos colocar aqui 2% aqui
a gente tem o aço e acima desses 2% aqui a gente tem o fofo o ferro fundido Ok dessa forma quando a gente olha para esse diagrama de Fases no Equilíbrio lembra sempre que é no equilíbrio toda vez que a gente fala diagrama de fase no equilíbrio eu estou estou querendo dizer que eu tenho um resfriamento muito lento de forma que eu dê tempo para que toda essas fases Possa possa ocorrer Ok então se eu olhar aqui nesse eixo eu tenho o meu ferro 100% de Ferro somente aqui e aqui eu vou tendo o qu
um ferro no estado líquido depois aqui ele muda para quem um ferro Delta a gente tem uma Setinha aqui o campo é bem pequenininho aqui depois dessa temperatura aqui a gente tem o ferro mudando para estado Gama aqui nesse pontinho aqui eu tenho 912 GC uma área bem pequena que essa aqui é justamente a minha ferrita alfa o ferro Alfa que tem um limite de solubilidade carbono baixíssimo a o número aqui ó 0,02 ou seja se você olhar para esse diagrama O que que você vai perceber que a partir Do momento que eu tô adicionando
carbono vamos caminhando aqui nesse eixo X eu modifico algumas temperaturas temperaturas essas deixa eu descartar aqui porque eu não consigo apagar a t sen não dá pegar muito tempo aqui ó temperaturas exas que eu vou modificar Por que professora ó se eu tiver um aço por exemplo com 0,5 por de carbono vamos pegar aqui ó nesse pontinho aqui vamos subir vamos subir aqui Ó eu quero austenitizar esse material que é esse ponto vamos chamar ele aqui de ponto a se eu tenho Masso com 05 5% de carbono significa o seguinte que para eu austenitizar esse
material eu precisa aquecer ele a 912 GC não qual a temperatura mais ou menos que eu posso subir aqui e ter uma fase completamente austenítica ah professora se eu fizer uma linha aqui ó eu vou chegar em torno de 810 GC É agora se eu te der um Masso por exemplo com 0 80% de carbono por exemplo um aço 1080 que é o famoso o aço perlítica nesse ponto eutetoide aqui tá 0,76 é de 0,76 a 0,80 cada diagrama vocês estão encontrar valores diferentes se for nesse ponto aqui a minha temperatura de austenitização ela vai
ser a mesma do ponto a não vamos chamar isso aqui de ponto b Se eu pegar esse material aqui e aquecer quando eu olhar para essa linha aqui ó acima de 700 aqui ó essa linha contínua que vocês estão vendo aqui ó é 727 GC significa que acima dessa linha aqui acima de 727 pir eu tenho quem austenita ó Então vamos lá ao 10 50 O maço 1080 um eu tenho 05 de carbono outro eu tenho 08 primeiro ponto o que que nós já Alteramos aqui por esse aqui tem um percentual maior de carbono eu
já Meine quem a temperatura de alização então uma pergunta aqui já é respondida eu vou usar a mesma temperatura de alização para qualquer tipo de material não o carbono é um elemento de liga que modifica essa transformação de fase nos meus aos sim Então dependendo do teor de carbono Eu tenho que saber qual é a temperatura de aquecimento que eu vou utilizar para esse meu material por que que eu tô falando isso porque é tudo muito lindo e muito perfeito na metalurgia quando você olha para um diagrama desse de Ferro carbono Só que lá quando
você começa a adicionar variáveis porque como eu falei esse aqui é o famoso gráfico no Equilíbrio né o diagrama de Ferro carbono equilíbrio mas lá no nosso dia a dia Quando você vai estudar o material você não vai trabalhar nessas condições de Equilíbrio e você não vai ter só ferro carbono você vai trabalhar nas condições fora do equilíbrio que é a nossa aula anterior que eu passei para vocês que é o diagrama de fases ttt tempo temperatura e transformação e o TRC temperatura e restrio contínuo transformação por estriamento contínuo Ok beleza então a gente já
viu Aqui que o nosso diagrama de fase as nossas temperaturas ela vai modificar dependendo do Pr de carbono mas lá atrás aqui eu falei que alguns elementos de liga pode aumentar o campo da austenita e outros podem aumentar o campo da ferrita que tá justamente aqui nesse diagrama de Fases voltando aqui tá manganês ele aumenta quem ele estabiliza a Austenita se eu tô falando estabilizar significa o seguinte que eu vou aumentar isso aqui ó se esse campo tá aqui e posso vir para cá E aí você fala assim comigo professora se você então tiver o
Masso carbono mais o manganês significa que você pode abaixar essa temperatura de transformação aqui sim significa que se eu quiser fazer uma tempera se eu quiser austenitizar o meu Material eu vou modificar essa temperatura sim Então dependendo do elemento de liga que tá adicionado a partir da sua composição química você vai saber que ou você pode abaixar essa temperatura de aenza ou você também pode aumentar Então dependendo do elemento de liga eu posso modificar essas essas variáveis que são importantes no nosso tratamento térmico bom e ali eu tenho trouxe aqui Para vocês alguns elementos que
são alfagen né que pode vir a trabalhar no nosso diagrama de fase aumentando aqui o meu campo da ferrita por exemplo aqui ó esse campo pequenininho aqui ó que foi aumentado é justamente esse aqui ó se você pegar esse pequenininho aqui ó eu posso fazer isso aqui com ele ó ele tá bem pequenininho aqui mas se eu ao colocar elementos que estabilizam ferrita eu posso fazer isso aqui com ele ó se eu aumentar isso aqui significa que Eu tô deslocando esse para cá também ó então viram que um elemento de liga adicionado ele pode mudar
o comportamento do meu material então não é só querer falar se eu quero austenitizar eu quero professora fazer uma tempera no meu material e aí queem temperatura você vai eh fazer eh o seu processo de aquecimento qual é a temperatura que você vai ultrapassar essa linha aqui que a gente chama de Ac3 não é profess você trouxe outra informação aqui para nós Sim essa linha contínua aqui ó colocar minha caneta essa linha contínua aqui que vocês estão vendo ela é denominada de ac1 e essa aqui é ac3 e essa aqui é ACM por quê essa
linha aqui ac3 ela vai até o meu ponto eutetoide ou seja até 0.8% de carbono a minha linha ac1 vocês podem Observar que ela pega tudo aqui embaixo ela vai até lá no final do meu diagrama de Fases que é onde eu tenho 6.7 de carbono e não resta perguntar e tirar a dúvida por que que ele não vai aqui né 100% porque que é seis pontos 7 de carbono porque o limite de solubilidade do carbono na minha sementia é de 6.7% carbono que tem uma estrutura ortorrômbica eu consigo colocar até 6.7 de carbono nessa
estrutura por eu conseguir colocar muito Carbono nela é uma fase que muito dura muito resistente porque eu tem muito carbono voltando aqui para essa região que vai nos interessar muito lá a partir de agora que a gente vai começar a falar sobre cada um um dos tratamentos térmicos sem detalhar demais porque a gente não vai ter tempo se eu escolhir fazer um tratamento Tero nesse aço aqui que foi tá na sua mão e ele tem menor quantidade menor igual a 0,76 de carbono então eu quero aquecer acima Da linha ac3 se eu tenho O maço
acima desse percentual de carbono eu tenho que aquecer acima da linha quem ACM que o comportamento vai est para cá já é diferente professora mas se eu quiser aquer esse meu material por exemplo com a menor quantidade menor igual a 0,76 mas nesse tratamento térmico eu não quero ter só martensita eu quero trabalhar com uma taxa de resfriamento da qual eu vou ter Ferrita e essa martensita e essa austenita transforme por exemplo em marqu cita que é essa alfinha aqui aí eu falo com vocês assim Ah então faz esse aquecimento aqui nessa região bifásica o
você tem a ferrita ferrita não transforma em mais nada transformou acabou mas alenita se você tiver você tá falando pro seu material o seguinte eu quero que você transforme em alguma coisa E aí dependendo da taxa de restrio Essa transformação de fase e também do seu meio de restrio ela vai te propiciar uma estrutura perlita bía ou martensita beleza dessa forma Quais são os pontos importantes aquecimento temperatura de aquecimento tempo de encharque o que que é esse tempo de Shark é metalista gosta muito de falar em Shark mas tem muito gosta de falar tempo de
permanência Nessa temperatura que é justamente esse patamar aqui para qual a gente deixa o material a uma determinada temperatura o meu ambiente eu quero trabalhar em um ambiente com atmosfera controlada eu quero trabalhar com um ambiente da qual eu vou descarbonetação que não seria tratado nessa aula Mas seria um tratamento termoquímico né a gente não vai falar dela hoje mas o ambiente é muito importante porque às vezes você quer Fazer em ambiente protegido a vácuo então isso pode modificar o que você vai ter de resposta no seu material e um Outro fator importantíssimo que é
o restrio Esse é o cume da nossa da nossa do nosso tratamento térmico por quê dependendo do que da taxa de resfriamento eu quero eu quero ter ali e eu vou escolher o meio da qual eu vou resfriar Mas por que professora você tá falando que dependendo do que eu onde eu Colocar o meu material ele vai me dar uma ele vai me dar uma fase sim então a gente vai ver seguinte que eu posso fazer um restrio dando exemplo aqui para vocês ao ar eu posso colocar um ventilador na frente daquele material para ele
rear mais rápido eu posso pegar esse material deixar ele resfriando dentro do forno eu posso pegar esse material colocar dentro da água com gelo ou dentro de uma água com a temperatura Ambiente ou eu posso colocar também em óleo em banho de sais ou em banhos poliméricos então ISO vai modificar justamente o qu o que a gente chama de taxa de resfriamento e a resposta vai ser diferente a partir da nossa preocupação aqui que é esse aquecimento porque tem gente que pensa assim nó professora é o aquecimento não tenho que preocupar porque eu pego meu
material eu coloco ele dentro do forno ali eu quero 900 G Eu pego lá o mass Carbon coloco dentro do forno não vai dar problema vai então tipo assim dependendo a composição química do de carbono você tem lá uma plaquinha né você pega essa placa que tá na temperatura ambiente ela tem um de carbono você vai coloca dentro do forno que tá 950 que pode acontecer ou você tem lá por exemplo uma placa que passou por um processo lá de Soldagem tem uma junta soldada aqui você tem aqui um cordão de solda aí você quer
fazer uma lío de tensão Aí você pega esse material na temperatura ambiente e coloca vou aquecer vou aquecer em qualquer temperatura o que que vai acontecer seu cordão de solta vai trincar então a gente sim tem que tomar muito cuidado com essa questão de aquecimento com essa temperatura com esse tempo que vai ficar dentro do forno com o ambiente com Resfriamento primeiro tratamento térmico que a gente vai ver recozimento para que que eu faço recozimento eu posso fazer recozimento para quê para aliviar tensão eu posso fazer recozimento para fazer um processo de recristalização por qu
lá no meu processo por ex pegou um material que veio de um processo de um lingotamento Você tem uma placa fundida né Essa placa F desculpa fundida não lotada ela vai ter uma estrutura de grãos das quais elas cresceram ali na Placa do seu molde né os grãos ali bem PE menininhos bem coquilhas aqui depois eu posso ter colunares e equiaxial não sei se vocês já viram aqui a disciplina de solidificação taxa de solidificação metalurgia física Então essa estrutura aqui Dependendo do que você vai fazer lá na frente ela não vai trabalhar de forma interessante
para você então o que que eu posso fazer eu posso fazer aqui um recozimento de forma com que eu posso Homogeneizar a minha estrutura para que eu consiga dar forma para ela se eu quiser dobrar esse seu esse meu material nãoé então se eu precisar de dobrar por exemplo e ele tiver uma estrutura por exemplo aqui de de lingotamento contínuo você sabe que você tem aqui nessas linhas uma tensão muito grande porque você tem aqui é diferença de contorno de grão né então quando você vai dar forma para esse seu material por exemplo ele vai
trincar se você for dobrar ou ele Passou por um processo lá de deformação de laminação a quente laminação a frio e aí o que que eu faço eu faço recozimento mas qual a temperatura de recozimento porque vocês vão pegar né para quem todos vocês que estão aqui fazendo pesquisa Às vezes você vai pegar Nossa professora eu peguei um trabalho que a pessoa falou aqui fez recozimento mas quando eu vou na internet eu digito recozimento eu fico confuso porque Sempre fala que recozimento é para reduzir a duza do meu ao para eu poder usinar para eu
remover tensão Só que cada um fala uma coisa tem gente que fala recozimento pleno ou total Tem gente que fala recozimento subcrítico ou outros fala alívio de tensão outros falam recozimento encaixa contínuo outros falam em esterilização cada um desses recozimento eles têm características diferentes e essas carterísticas diferentes está Relacionada com quem tem peratura e meio de restrio por quê se eu falar com você o seguinte eu quero fazer um recozimento pleno ou total eu tô querendo dizer o seguinte ó alunos XX pega meu aço 1050 e austenitização daquele diagrama de fase desenhar pequenininha aqui que
aqui tem 0 76% de Carbo né que é nosso ponto É té E aí você vai lembrar o seguinte ó A professora falou que é 1050 se é 1050 você vai trabalhar aqui ó você vai lá naquela equação lá atrás que eu mostrei para vocês tem uma equação que chama ac3 vai pegar a composição química que você tem desse material que você nunca vai fazer um tratamento térmico sem ter a composição química dele e você vai jogar lá naquela equação de ac3 aqui ó vamos Voltar nela Olha ela aqui ó 910 Men 203 per de
carbono níquel silício vaná molibidenio E aí você vai achar uma temperatura aqui proporcional 810º dependendo do material 900 e aí eu falo com você o seguinte você calculou calculei Professor então faz o seguinte para você ter segurança no seu tratamento ter coloca 50 GC a mais ali para você ter uma um uma margem de erro menor e que você consiga realmente atizar o seu material então significa o Seguinte para eu fazer um recozimento pleno lá no nosso diagrama de fase eu vou trabalhar justamente aqui nessa essa região aqui nesse Campo laranjado que vocês estão vendo
por qu eu quero ter austenita E aí você fala assim não professora o seu aço aqui ele tem 8% de carbono Ok é o nosso aço eutetoide que é o aço perlítica se eu tiver menos que isso a gente chama de ácio hipo Eu tiver para cá mais é o hiper Então significa professora que se eu qu se eu tô falando eu quero fazer um recozimento pleno significa eu tenho que aumentar aqui justamente os 50º acima dessa temperatura aqui é nessa região que vou trabalhar sim é nessa região mas professora se eu te der um
ao com de carbono e f fazer um recento pleno qual linha que eu vou ultrapassar Ah então você vai Trabalhar justamente aqui nessa linha por que não nessa nessa temperatura fême eu faço um outro tipo de tratamento porque nessa temperatura aqui eu tenho muito um percentual muito grande de carbono e para eu dissolver todo esse carbono eu vou ter que aumentar essa temperatura aqui e às vezes não é o que eu quero pro meu material com relação à resposta à propriedade Mecânica OK Tá mas o que que seria esse recozimento pleno você tem lá um
material você tem um forno você pega a sua chapinha de Aço lá carbono pequenininha coloca lá dentro do seu corpo aí você pegou a composição química calculou aí você achou assim ah ac3 é em torno de 800 820 850 Mas vamos colocar mais 50 GC aqui para atizar tá 900 GC eu Vi que na literatura professora eu aqueci eu posso deixar aqui de TRS a 5 minutos já é o suficiente para eu abaixar a temperatura beleza 3 a 5 minutos acontece que Justamente esse resfriamento aqui para reposent pleno é o que diferencia esse tratamento térmico
de uma tempera temperar é o quê resfriar mais rápido Ok recozimento pleno significa o seguinte quando passar esses 5 minutos aqui você vai lá desliga o on off do seu forno seu Power lá e Deixa o seu aço lá dentro criando junto com forro você não tira ele lá de dentro Ok Então essa é a diferença você vai deixar o seu material resfriando aqui dentro ou seja eu vou deixar ele ali dentro um patamar grande de temperatura desculpa de tempo lá naquela aula que nós fizemos de ttt temperatura e tempo quando eu aumento daqu para
eu tô aumentando o tempo tá nesse diagrama aqui eu mostro que essa aqui é justamente essa linha é Aquela linha do ar1 do A1 essa aqui ó 727 GC significa que aqui eu tenho austenita aqui nesse início de curva a gente fala que a gente tem a perlita grosseira aqui a gente tem perlita fina Aqui nós temos bainita e nessa linha contínua Aqui nós temos marcita se eu falei para vocês deixar esse material que tá atizado abaixar a temperatura dele lentamente ele vai ficar muito tempo Dentro do Forro ou seja um tempo grande e a
resposta que você vai ter é a perlita grosseira Você vai formar no seu laço uma perlita coma então aqui a gente já tem um tratamento tempo de recozimento pleno e esse recozimento pleno ele vai mudar Porque dependendo do teor de carbono Porque a partir daquela equação eu vou ter temperatura de orização diferente e aí eu vou ter dureza Diferente também no meu material se eu tiver um maço hipoeutetoide que tá daqui para cá que abaixo de 0 8% de carbono eu vou fazer meu aquecimento acima de A3 se eu tiver um Masso hipereutetóide ou seja
com muito teor de carbono eu já não vou aqui em cima ó lembra que eu falei eu não quero atizar todo o meu material Aonde tá aqui ó eu vou ficar entre quem entre a1 e A3 que é Justamente aqui nessa temperatura e eu faço esse restrio dentro do Forro e eu vou ter como resultante quem perlita grosseira professora Mas eu não quero perlita eh formar perlita grosseira eu não quero atizar o meu material ele passou simplesmente por um corte uma Usinagem uma soldagem e eu quero simplesmente aliviar a atenção desse meu material não quero
transformação de Fat Ok então já temos um ponto importante eu Não quero austenitizar se eu não quero austenitizar eu não quero subir a de atriz né Eu não quero ultrapassar isso aqui e nem quero ficar nesse Campo aqui que é um bifásico eu tenho austenita mas ferrita eu quero ficar onde abaixo dessa linha aqui eu quero ficar aqui justamente nessa região porque eu não quero ter transformação de F eu quero simplesmente aliviar a tensão e o que que a gente faz a gente vem aqui aquece o Material na temperatura abaixo de A então eu te
dou Eu tenho um ponto importante aqui como que eu vou saber professora qual que é essa temperatura de alívio de tensão desse material que veio linado fundido você vai pegar a equação e vai calcular Qual que é sua linha a1 e aí que você passa você pass 50º abaixo de A1 para aqui para al ter a atenção desse material que por um processo de laminação a quente laminação A frio P soldagem Então você faz esse recuso subcrítico ou alívio de tensão simplesmente para diminuir a dureza causada pelo processo anterior vocês percebem que eu não tenho
transformação de fase aqui Eu não chego nessa região que eu vou aizar simplesmente eu quero simplesmente eu quero para aliviar a tensão do meu material ou seja meu material passou aqui ele tá com um grão grande maior ele Passou por dois cilindros da qual ele teve ali uma estrutura pancada né fininha aqui que você lamin e você quer utilizar depois esse material e esse material não pode est com a estrutura com a tensão aqui dentro então o que que você faz vem aqui dentro e alevia a tensão justamente desse seu material bom E aí vocês
vão ver alguns termos conectados ao recozimento em caixa e ao recozimento Ptinho que que é o recozimento em caixa o recozimento emcaixa é um tipo de recozimento da qual a gente faz um aquecimento desse material mais lento ele vai ser abaixo da minha temperatura também de zona tá não quero fazer também não quero que esse meu material passe dessa linha eu vou preocupar com quem com a superfície do meu material porque essa superfície é justamente onde eu tenho átomos mais Livres não sei se vocês Estudaram já isso na metalurgia se eu tô falando de ligações
eletrônicas elétrons nem eletrônica eu tenho aqui prótons elétrons prótons elé desculpa sinó de mais sinó de menos né tenho elétrons em várias posições aqui significa o quê que nessa superfície Eu tenho um tanto aqui de átomos de carbono aqui mais mais fáceis de de de ter um processo de difusão de modificar de movimentar significa que às vezes eu Posso fazer um recozimento encaixa ou um recozimento contínuo para eu ter ali na superfície do meu material um controle justamente da quantidade de carbono por ex se eu quiser descarbonetação e aí eu posso utilizar esse meu material
aqui esse recozimento em caixa contínuo E aí esse tipo de tratamento térmico seja ele contínuo ou seja ele encaixa porque A gente fala emcaixa porque você tem justamente essa âmbula aqui essa essa Campa da qual você coloca o material essa bobina aqui dentro peixe deixa um tempão aqui dentro para vocês terem noção tem material determinados tipos de ao que fica aqui CCO Dias 8 dias muito muito tempo dependendo daquilo que eu quero para que eu chega lá no final com processo de descarbonetação ou recristalização dependendo do que eu né um processo de mais para frente
de Propriedade desempenho desse meu material de forma com que eu tenho aqui uma atmosfera controlada eu consigo o que ter uma atmosfera controlada justamente aqui dentro desse meu equipamento que a minha campanula como que funciona por exemplo aqui vocês estão vendo esse equipamento por exemplo dentro desse forno aqui que você tem aqui dentro várias eh eu esqueci o nome agora você tem Processos de equipamento por indução magnética aqui dentro você deixa esse material vários dias aqui dentro porque você tem uma peça maior que é outra questão que a gente tem que preocupar o tamanho da
peça a espessura da peça porque o tempo que você deixa aqui dentro para uma peça menor uma peça maior ela vai modificar Então você deixa essa peça por vários tempos dentro desse forno Para quê Para que você tenha uma homogeneidade às vezes do seu material Tanto aqui na superfície quanto no núcleo da sua amostra essa peça por exemplo ela pode ter vindo do processo de quê de fundição E aí eu não quero fazer modificação na estrutura dela eu quero apenas fazer um recozimento para aliviar a atenção E aí eu posso deixar dentro desse meu forno
aqui emcaixa para que aconteça Justamente esse processo e quando vocês olham para isso aqui vocês vê que a gente tem aqui Várias Vários Conectores D atmosfera controlada aqui dentro não é de qualquer forma que eu vou fazer esse tipo de tratamento térmico beleza e o recozimento contínuo que acontece dentro da por exemplo na produção de Arame né Você vai lá na por exemplo a empresa selom ou outra empresa que eu eu falo é a que eu conheço ela vai fazer lá vai pegar um tarugo ela vai laminar esse tarugo vai transformar e eh vai passar
esse tarugo até chegar num determinado Tamanho de uma bitola né Por exemplo esse tarugo ele entra com uma sessão retangular e eu quero que ele saia em diâmetro então ele vai passando por um processo aqui na laminação a quente nesse processo de laminação isso aqui é de de Aços Longos tá Aços planos por exemplo se for produzir um arame esse meu esse meu material ele vai passando por vários procedimentos de redução de modificação de espessura e depois ele Vai transformar num Arame numa bitola por exemplo de 5.5 MM de diâmetro Então nesse processo aqui eu
tenho temperatura envolvida esse meu material ele vai passar por várias etapas vários formos de recozimento e esse forno de recozimento ele tem que ser abaixo às vezes da zona crítica porque eu não quero transformação de fase eu quero apenas retirar a Liv de tensão que foi dado Porque eu peguei esse tarugo gente lá no Processo de laminação a quente depois vocês Digitam laminação a quente de perfis vocês vão ver que o material ele passa por várias etapas de conformação então quando ele chega aqui numa barra Redonda ele passou por vários procedimentos das quais gerou aqui
dentro uma alía de tensão muito grande então eu faço um procedimento de recozimento abaixo da minha zona crítica para me aliviar a atenção que foi dada lá do meu processo de laminação a quente E laminação a fro bem qual um outro tratamento térmico que a gente tem a normalização aí você vai lembrar Qual a diferença de normalização para recento pleno todos dois eu quero atizar mas o que que a gente tem de diferente na normalização Olha o meu ponto euo significa que na normalização eu vou subir mais ainda um Pouquinho a temperatura nessa região aqui
de três lá no recozimento pleno a gente faz aqui né acima dessa temperatura aqui aqui justamente aqui em cima quando você tem um percentual maior de carbono quem que a gente vai ter aqui austenita mas quem sementi deixa eu desenhar a sementi aqui sem mentita então e eu tô te dando O maço com 90% de Carbono e eu pedi para você austenitizar para você normalizar esse material eu falo assim olha eu tô te dando uma a 10,90 eu quero que você atiz você fala comigo então vou fazer um recozimento pleno Aí eu pergunto você tem
certeza o recozimento pleno vai austenitizar esse material por completo aí você vai lá no diagrama na aula da professora cararina ou no diagrama ou no no livro Né que a bíblia dessa parte de tratamento térmica do kavine ou tem gente que fala chiaverini e vai lá e olha você Opa recozimento pleno eu não vou ter só austenita eu tenho sementia mas para esse material eu preciso austenitizar ele por completo Então você vai lá e fala assim ó então eu vou fazer uma normalização que é justamente passar esta linha da ACM aqui significa que se você
tem um maço Hiper teide ou seja acima dessa sua linha eutetoide significa eu eu tenho que fazer normalização significa que eu tenho aquecer mais o meu material deixar um tempo maior porque eu tenho teor de carbono alto daquele material mas o que que difere ele além disso porque a diferença da normalização recozimento pleno aqui do lado desse ponto aqui para cá é diferente mas se Você olhar aqui ó eles estão perto aí eu E aí professora eu faço o que aqui recozimento pleno ou normalização eu vou te falar o seguinte se você pegar a sua
barra metálica colocar no forno e deix e desligar o forno deixar ela lá dentro resfriando você ter esse recozimento pleno agora se você tirar a sua amostra e deixar ela lá em cima de um refratário resfriando ao ar você fez Normalização e aí eu trago para vocês uma pergunta no diagrama de Fases ttt no nosso tempo aqui aenet eu falei que resfriando lá dentro do forno a gente vai vir aqui né no patamar de tempo muito grande da qual a gente tem quem perlita grosseira essa linha aqui gente é de início e fim de transformação
tá aqui eu tenho austenita que tá começando a transformar em Perlita e chegou aqui no final transformou tudo se eu faço a normalização significa que se eu tô deixando no ar eu tô diminuindo um pouco esse tempo de resfriamento vocês concordam comigo que ao ar eu vou ter ali uma taxa de resfriamento um pouquinho maior e vou diminuir quem justamente quem o tempo o tempo tá aqui embaixo tô diminuindo o tempo eu vou ter quem aqui perlita Fina então a gente consegue ver o seguinte que no recozimento pleno eu vou produzir uma microestrutura característica de
perlita grosseira mas se eu quero perlita fina eu faço normalização professora tudo é perlita o que que a gente tem de diferente aqui o básico da metalia quando a gente aprende é quanto maior o grão menor quem dureza se eu tô falando de perlita Grosseira e de perlita Fina significa o seguinte lamelas né a pelita é formada de lamelas se eu tenho uma perlita com lamelas mais grosseiras a dureza Vai ser menor se eu tiver uma perlita com L lamelas mais finas Eu Tô aumentando uma característica que ser o quê uma dureza um pouco maior
dependendo daquilo que você vai trabalhar da propriedade mecânica que você precisa você pode optar por fazer um recozimento pleno ou você pode fazer Uma normalização do seu material e aí a normalização é pegar esse material deixar ele acima 60º ali acima para austenitizar ou acima de ac1 ou acima de a ACM você pode deixar o ar ou você também pode colocar num ventilador para você aumentar a taxa de restrio do seu material bom dentro desse recozimento eu posso ainda optar por outro tipo de tratamento Térmico eu sei que é muita coisa gente mas vou tentar
trazer o mais o básico do básico para vocês aqui hoje e esse outro tipo de tratamento térmico é quem esperida a espação ela tá justamente localizada vocês podem observar aqui acima do meu ponto eutetoide a Ah então professora eu já sei que a orização eu vou fazer para Aços hipereutetóide sim um outro ponto aqui importante é que você não quer transformação de fase qual o outro tipo de tratamento Térmico eu tenho similar a esse aqui a baixa temperatura para Aços com te de carbono menor que 0,80 recozimento subcrítico Ou aquele que a gente chama também
de alívio de tensão porém aqui nesse caso aqui da esterilização a gente vai envolver outro parâmetro importante quando eu abaixo a minha temperatura aqui nesse meu aço com percentual de carbono Maior que que acontece acontece que você tem aqui Maita quando ela passa dessa lha você vai ter alenita e um pouquinho de sementi formada no contorno de grão toda a transformação de F começa no contorno de grão por quê eu tenho uma energia muito grande aqui no contorno de grão Então as transformações de F Elas começam aqui seja aqui sementi ou seja desse lado aqui
a ferrita bom quando eu abaixo mais a Temperatura que que acontece eu vou ter quem aqui perrita sementi né em lamelas então eu vou ter essas lamelas aqui de sementi Eu vou ter esse espaço aqui que é minha ferr dependendo do processo das quais eu vou fazer esse meu material de alto de carbono dependendo do processo que eu vou fazer quero usinar por exemplo se eu tiver a minha perlita em forma de Lamelas eu não vou conseguir usinar esse Mater ó porque ele tem muito carbono é o material Duo quando você coloca lá no seu
CNC lá no seu processo de usinagem você vai quebrar todas as ferramentas professora tô quebrando muita ferramenta não tô conseguindo usinar aí você me entrega o material eu pego a composição química eu falo assim vamos fazer um processo de solidação Aí você pergunta por porque no processo de esterilização você vai ter a mesma composição química Vocês concordam comigo eu não altero composição são qu porém eu Altera a forma porque essas lamelas de sementia elas vão transformar em qu e esferoidita eu vou globalizar eu vou fazer um coalescimento também tem não sei se vocês já viram
esse nome eu vou deixar um tempão lá dentro do forno para que essa perlita essa sementia que tá em lamela transforma em glóbulos em esteroides vocês vão vão ver esses nomes aí também Na na em vários trabalhos por que que eu posso fazer isso porque eu posso fazer com que o meu material melhore a questão do desgaste excessivo lá na minha ferramenta de corte entendeu então eu vou deixar esse material abaixo da temperatura de transformação por um tempo de 15 a 25 horas Ou seja é muito tempo que esse material fica aqui ok então a
gente tem o processo de estação que é um processo da qual a Gente não tem transformação de fase então olhando no geral aqui quando a gente fala de recozimento e normalização a gente consegue ver a localização tanto tratamento teros de normalização e quanto do recozimento Pleno esterilização e a Lívio de tensão então aqui a gente falou do tipo de tratamento term de recozimento mas se eu quero fazer A tempera fazer tempera é temperar o material aí A tempera a gente já começa A trabalhar com fatores importantes que é o qu diâmetro da peça elementos de
liga adicionado que aumenta a questão da temperabilidade do meu material o que que aumentar a temperabilidade a probabilidade de eu formar tanto a marcita quanto a AB bainita no nosso material dessa forma dependendo do teor de carbono e do diâmetro isso aqui é o diâmetro da peça do teor de carbono cada elemento de liga ele vai aumentar a questão da minha temperabilidade ou seja A propensão do meu material transformar eh em marcita bainita significa o seguinte quanto maior o teor de carbono mais eu o aumento a temperabilidade molibidenio Cromo manganês são elementos de ligas que
são adicionados para aumentar a temperabilidade do meu material como ocorre essa têmpera Qual o procedimento de tempera A tempera é justamente esse aquecimento do meu material para eu poder resfriar Rápido dessa forma eu vou trabalhar aqui ó não é professora então aqui ó lá no nosso tratamento térmico de normalização pelo que vocês viram é o único que vem aqui acima dessa linha né porque justamente hoje eu tenho alto teor de carbono eu não vou fazer temperar material com al P de carbono eu vou trincar o material porque tem muito carbono ali se você bate esse
material com um alto Teo de carbono e joga ele Para fazer reamento rápido ele vai trincar ele não vai aguentar então eu trabalho com tempo era justamente aqui nessa região para ter ores acima de 08 eu vou ter um pouco aqui de austenita e vou ter sementi Tá mas na parte prática a gente faz muito para abaixo dessa desse teor de carbono eu austenitizar em austenita e vou fazer com que esse meu material Vá para uma condição de [Música] restrio eu peguei esse vídeo aqui da do YouTube e depois eu vou passar para vocês Dire
né a referência se quem quiser eu passo para vocês também e a empresa também para dar os créditos para ela tá gente com relação a esse tratamento térmico [Música] [Música] então eu tirei o meu material dentro do Forno e fiz o quê um procedimento um tratamento térmico de tempera que foi justamente colocar uma material dentro de um posto aqui de água então aqui também pode ser talvez não seja água pura pode ser uma água uma com psto que salino tá então esse tratamento térmico aqui é denominado de tempo então eu faço tratamento de térmico de
tempera Para quê Para ter marcita resfriamento rápido em água como Que eu posso estudar eu tenho que eu tenho que pegar uma peça muito grande e fazer esse tipo de tratamento é não eu posso trabalhar com forno mufla com peças menores ou eu posso trabalhar também com ensaio Jom caso você fala assim professora eu não quero imperar todo todo toda a minha peça por exemplo né Eu quero temperar por exemplo parte da minha peça só a superfície eu quero Que o núcleo seja mais macio e a extremidade tem uma dureza maior então eu vou fazer
um tratamento térmico que eu não vou ter totalmente isso mas como que eu faço isso de que forma esse ensaio aqui gente ele permite você justamente pegar uma peça e resfriar ela ela é ess diom é mais ou menos feito assim você pega essa peça pega um jato de água joga esse jato de água aqui próximo da peça e aí você sabe que se esse essa parte aqui tá mais quente Você Tá jogando a peça você resfria muito rápido aqui porém o processo de condução de resfriamento aqui dessa troca de calor vai ser menor ela
vai diminuindo aqui a taxa de rastreamento e o jomini ela vai permitir você fazer Justamente esse levantamento dessa curva aqui você pega lá esse parafuso esse pino joga esse jato de água pega ele e vai medindo a dureza corta um pedaço mede aqui vai medindo aqui vai medindo aqui e aí você vai vendo que essa parte próxima aqui do Pino ela vai ter uma dureza maior porque ela sofreu uma têmpera e aqui como você vai diminuindo a questão da taxa de resfriamento de calor mais para cima aqui da peça Você vai tendo o qu uma
dureza menor porque a velocidade de resfriamento aqui também ela foi diminuindo Ok então esse esse meio de temra ele vai depender daquilo que você quer então se eu quero um restrio se eu faço um restrio muito rápido eu tenho Uma transformação que é difusional Ou seja é rápido é austenita transforma em Martin cita mas se eu quero ali um pouco de perlita um pouco de bainita eu posso optar pelo o que a gente chama de meios de restrio como é que tá meu tempo aí gente professora eh Nossa previsão é aqui até às 9 Mas
pode eh finalizar a a E aí depois a gente segue PR pras perguntas beleza Tá então eu vou Pincelar aqui para vocês seguinte eu falei que marcita é uma transformação adif usion Ou seja é uma transformação de fase que não tem difusão de carbono simplesmente por transformação martensítica da qual eu tenho austenita transformando em martensita como que ISO ocorre primeiro eu tenho uma estrutura CB de corpo centrado ela tá aqui ó vamos voltar ela Aqui ela aqui volta essa aqui é uma estrutura cúbica de face centrada que é a minha austenita aqui eu tenho átomos
nas Faces Ok o que acontece é que quando você faz o restrio muito rápido você não tem difusão do carbono e sim essa conexão aqui aqui vai ocorrer o quê um cisalhamento do plano atômico elas vão cisalhar porque você tem retiramento rápido então como esse plano atômico ele se zal um sobre o outro o que que eu tô Gerando quando você faz esse movimento da sua mão sobre a outra você tá gerando o quê entre elas calor a transformação martensítica ela gera o quê tensão e essa tensão gerada que é justamente a mudança de estrutura
Cristalina voltar com a minha caneta CFC para PCC vai chamar quem a minha martensita que é uma estrutura Cristalina su saturada de carbono toda por que que a Gente fala super saturada porque todo carbono que tá aqui dentro veio para cá e como essa estrutura Cristalina aqui ela é tetragonal de corpo centrado e vocês vão l depois medir né essa distância da da questão da atômica do meu átomo vocês vão ver que para o carbono acoplar ficar todinho aqui quando você tira rapidinho a a a temperatura dele ou seja coloca lá na água você vai
ter um processo somente de cisalhamento aqui desse material e Quando ele cisalha ele muda do nesse plano de Hábito que a gente fala mas na parte de de textura de cristalografia de parte atômica vai fazer com que você Gere uma tensão no seu material e por isso a martensita é uma fase com mais dura mas resistente e se você não quiser fazer esse tratamento tempo em toda a peça você pode fazer o que a gente chama de tempera por chama que você vai aquecer só a parte da superfície uma engrenagem por exemplo Isso aqui é
uma Resistência ao desgaste maior mas o núcleo mais macio você faz só aqui o aquecimento justamente mais próximo da superfície ou então por chama pode pode dier um um um oxetil ENO para fazer ou por indução também você pega material coloca uma Bina de indução de calor beleza e aí após a tempera vem um tratamento térmico que a gente chama de revenimento o que que é diferente gente quando você fala assim ó professora recozimento Subcrítico é para eu aliviar a atenção que vem meu processo de fabricação soldagem condição forjamento e o revenimento é um processo
também a baixa temperatura porém o que acontece todo o revenimento ele vem acompanhado de uma tempera Então você faz tempera no material e você vai pegar esse material aquecer ali 200º C 300 4 6 depende do material 500 você faz qu revenimento Todo revenimento vem com acompanhado de tempera Ok então a gente às vezes consegue eh disemir a diferença de uma alívio de tensão para rimento confundimos porque rimento não aliv alivia tensão Sim porém alivia tensão do processo causado da tempera Ok o nosso alívio de tensão lá no recozimento ele vai aliviar as tensões causadas
do meu processo de fabricação que é um forjamento uma soldagem rosin Essa é a diferença desses Dois tipos de tratamento que causa muita muita discussão muita gente às vezes escreve errado Fala lá que fez revenimento aí você vai verer o trabalho da pessoa ela confunde o revenimento com recozimento aí você fala nossa mas ela não fez tempera então é revenimento não é recozimento subcrítico é alívio de tensão fez têmpera Então quem é revenimento para quê aliviar atenção beleza gente então vou passar Rapidinho aqui porque o nosso tempo tá curto é o seguinte eu fiz tempera
para ter martensita mas eu posso fazer dois tipos de tratamento térmico para ter bainita que pode ser martempera ou austempera acontece o seguinte que na martempera eu vou ter uma transformação eh de fase um pouco acima da minha região da martensita e eu vou ter ali uma estrutura Baía na minha peça tá então por exemplo eh eu deixo essa minha Peça resfriar rápido quando ela chegar um pouco acima lá daquela temperatura aqui ó que é aqui tem a bainita né um pouco acima aqui ó eu deixo um tempo para ocorrer a formação da bainita de
que forma eu posso fazer essa aera óleo polímero banhos poliméricos Por que professora para dar um finish aqui nesse no que a gente quer falar desse tratamento T que é muita coisa e professor jav fala muito Significa o seguinte por o óleo polímero ele faz o material transformando em inita e não em martensita o óleo ele é mais o quê viscoso do que a água o polímero dependendo é mais viscoso do que a água significa que a transferência de calor dessa minha peça aqui quando você colocar no óleo vai ser o quê menor e esse
banho de sais de de de óleo vai fazer com que a transferência de calor da superfície a troca de calor quando ele tiver ali num banho de óleo Com densidade maior vai ser mais lenta significa que lá no meu diagrama de Fases aqui ó do ttp eu vou passar aqui ó vou ficar um tempo aqui dentro de forma que eu vou transformar o meu material aqui em bainita Ok E aí eu faço essa minha aera para fazer com que o meu material ele fique justamente aqui nessa resfrie justamente nessa região para eu ter binita e
a Mar tempera eu vou fazer o seguinte eu quero Justamente eliminar aquela diferença da minha superfície para o núcleo com relação à minha transformação eh da austenitização para baita e ter um material ali na das quais eu tenha o que eh O que que a gente pode falar uma homogeneização em toda essa minha peça então eu posso deixar mais tempo eu posso mudar também essa questão Né da da minha do meu meio nesse caso aqui eu posso usar o molho os banhos também de sais para que eu tenha justamente essa transformação venía no meu material
então então se eu quero aliviar a distorção de algum processo também lá do meu tratamento térmico de tempera eu venho e faço de novo uma martêmpera para eu equalizar esse meu material para não ter uma distorção e uma propensão de trinca lá na Frente poderíamos ter mais coisas sim se sear esse material aqui meu vai até 92 aí a gente teria outros tipos de tratamento térmico porém o tempo nosso é pequeno e depois a gente pode vir mais para frente aí trazendo mais coisas para vocês como tratamento termoquímico outros tipo de tratamento térmico porque é
muita coisa gente Carina é sensacional primeiro quando a gente começa a se deleitar com as suas aulas aqui a gente também não quer que Que encerre porque muito conteúdo interessante e às vezes a gente pensa assim ah poxa mas o meu meu meu projeto de Tesa ele não tá passando nesse momento com uma mudança ou com algo que envolve o tratamento térmico paraa produção de ligas mas aí a gente começa a observar que não se aplica tratamento térmico somente nesse cenário e que os conhecimentos eles se alinham a outras situações então assim é uma coisa
Fenomenal eh nós temos algumas perguntas aqui eu já digo aos que estão presentes caso queiram fazer perguntas direto a Carina podem ligar suas câmeras para que a gente possa só organizar levantar o ícone da mãozinha E aí a gente faz a pergunta direta eu acho muito importante essa interação is vamos começar conosco né você que tá já levantou a mãozinha vamos fazer aí a sua pergunta professora Carina Carina Parabéns pela apresentação Como sempre muito Didática não é minha área a parte de Aços né até desculpa se a pergunta for até um pouco boba mas eu
tenho uma curiosidade quando a gente faz estudos com ao a caracterização pra gente identificar essas fases seria por difração de rxi por microscopia tem que fazer uma sessão do do do aço é é complexo ou não esse esse trabalho de caracterização eh Obrigada eh tô falando direitinho seu nome né Pela pergunta agradeço aí seu elogio com relação à aula eh gosto muito de lecionar adoro a gente tá em sala de aula né a gente gosta de passar um pouquinho que a gente sabe eh sim a partir do momento que você faz um tratamento técnico do
seu material você tem essa você precisa fazer né que seria uma outra parte ainda né mais de de seria uma outra aula que é justamente pegar esse corpo de prova preparar ele cortar e caracterizar por exemplo você Faz naquele corpo de prod sai do jomini né que é aquele que você tem contato da extremidade com água e depois você tem um contato longe da de contato com a água então por exemplo ali a pessoa teve que cortar o corpo de prova embutir lixar né polimento ataque Metalúrgico para eh ataque eh ataque químico para você conseguir
ver qual percentual de fase que você tem Qual tipo de fase que você tem no material e fazer Umai de dureza Aí sim você tem resposta com Relação ao seu tratamento térmico então sim a partir de cada tratamento que você escolhe você vai fazer uma caracterização Então nesse caso são mais mais ensaios de dureza ensai de dureza é o é um dos primeiros que a gente aplica para diferenciar uma perlita de uma bainita e de uma martensita eu se fala o seguinte dependendo do teor de carbono e do tratamento Tero que você faz às vees
pode confundir a cita com a binita porque ela todas duas tem essa estrutura Ripada Então vai pro MEF antes de passar pros colegas eu tinha mais uma pergunta eh eu gosto muito da área de cutelaria meu marido também tava até orelhinha aqui a nossa palestra E aí eu fiquei tentando eh e conciliar os gráficos né com o que a gente vê na cutelaria E aí assim eu só uma dúvida mesmo por exemplo eu tô fazendo uma faca Então tem que pegar o aço vamos vamos pegar lá o aço com zero 80 de carbono tem Que
colocar ele na temperatura de atiza então deixar ele incandescente como você mostrou lá na na figurinha né isso e geralmente na cutelaria a gente faz resfriamento rápido então é válido aquele gráfico que você mostrou na na na na no slide de tempera né Isso você pode temperar e você pode revenir eu vejo muito essa aplicação e eh por exemplo em assos inoxidáveis Martírios na cutelaria né porque todo mundo já sabe né Eu brinco Muito com Ino então assim e também na parte de as ferramentas O que que você faz você atiza para você dar forma
para você por exemplo afiar o seu equipamento né que fica mais dúctil você tá aumentando a temperatura você consegue diminuir a espessura dele você faz ali um restrio rápido naquele material e depois você faz o quê para você dar outra forma para você diminuir para para você afiar por exemplo quiser passar uma Usinagem a fazer o processo de afiação Da faca você vai ter um material temperado ou seja se você for afiar ele vai quebrar que você temperou e aí o que que você faz você aumenta um pouquinho a temperatura que é no revenimento para
você conseguir afiar mais essa faca e aí é um processo contínuo tempera revenimento tempera revenimento você pode fazer isso vários ciclos no seu material e aí uma dúvida que eu fiquei quando tá eh fazendo a leitura do gráfico do diagrama é que a temperatura Ideal então é aquela fica dentro daquela faixinha acima eh daquele ponto el tético se for no caso do do menor de carbono né naquela temperatura de 720 e poucos um pouquinho acima é acima da temperada de A3 por exemplo um Masso com menor percent de carbono menor que 080 que a gente
chama de aoide aí você vai subir a linha A3 que é onde você você vai austenitizar o seu material e se eu subir demais tem alguma diferença quando faz o resfriamento tem se você subir Demais você começa a crescer grão austenítico Ah se você cresce grão austenítico quando você fizer a tempara martensita vai ser com ripas maiores você perde no quesito desgaste e dureza Entendi então o ideal é ficar dentro daquela faixinha que você mostrou e os gráficos anteriores quando você falou de normalização e recozimento é normalização cento pleno serve para para resfriamento lento Ou
serve também para para rápido não resfriamento rápido É tempera Ah tá então é lento os anteriores os outros recozimento pleno dentro do forno normalização fora do forno é perfeito Prof normalização você faz acima da ACM ali como eu te disse ficou bastante didático ó não sou da área mas eu acho que eu consegui metalista eu consegui aplicar aqui para á OB Carina Você acaba de achar mais uma metalurgista aqui dentro do obrig colegas da qu estão ficando com raiva de mim por causa Disso assim onde você vai você querendo levar a gente para metalia vou
levar um punhado comigo deixar a fala com os colegas agora obrigada professora obrigada você pronto a gente tem uma pergunta aqui da Aline Lara tá ela diz o seguinte professora para você quais os impactos ambientais mais significativos do processo de tempa e recozimento em termos de consumo de energia e emissões de Carbono bom quando a gente fala de emissão de carbono a questão de impacto ambiental eu falo o seguinte que a gente trabalha mais lá no processo de produção né lá no aofo porque quando você fala de temperar o material você tá chegando já com
produto final né E quando você tempera um material em termos de impacto ambiental você não tá tendo nesse caso a questão de eh de processos das quais você tem emissão de carbono entendeu Porém quando A gente fala na questão de impacto com relação a fator energia é importante por eu tinha vi um aluno que justamente ele conseguiu Diminuir a quantidade de energia dentro da empresa reduzir 1/3 por quê Porque às vezes o pessoal tava pegando a uma peça fundida e tava fazendo uma tempera no material sem precisar de fazer tempera porque ela falou tempera e
recozimento né Uhum às vezes não precisa temperar o material às vezes eu posso fazer o que Um recozimento nesse meu material dependendo daquilo que eu quero porque lembra o seguinte têmpera sempre tá relacionado com aumentar a temperatura e baixar a temperatura rapidamente recozimento está relacionado com aumentar a temperatura mas baixar a temperatura lentamente ou seja se eu vou fazer recozimento eu vou gastar mais energia eu vou gastar mais tempo porque eu vou ter que deixar o material dentro do forno resfriando e ali vai o qu Consumir tempo e energia se eu for temperar a minha
peça eu vou atizar mas eu vou baixar rápido a temperatura significa eu vou reduzir o tempo do meu tratamento tmo porém são dois tratamentos térmicos totalmente diferente que vai te dar resposta totalmente diferente Entendeu agora com relação a questão de impacto ambiental eh não tem nenhum eh como é que fala contexto de emissão de carbono com relação a esse tipo de tramento de a Relacionado a esse tipo de processo e sim esse processo a gente Poderíamos voltar com nossos colegas aí que é da área de de sinterização que é lá na parte lá no produção
de furno no no ferro gusa da qual a gente utiliza o carvão vegetal ou carvão mineral e aí a gente vai diminuir Aí a questão da de poluentes dos monóxidos de carbono com relação à Atmosfera pelo uso tanto do Vegetal quanto do mineral é muito legal essa resposta né até Porque você volta lá atrás na questão da produção de de ligas e do próprio aço quando tá falando em termos de forno né aí a gente tá falando realmente em termos de forno em termos de combustível né a Aline comenta aqui agradece dá parabéns a palestra
Achou muito didática e enriquecedora eh eu acho assim fundamental esse esses meos porque a gente vai avaliando cenários né e entendendo importante que a gente coloque realmente as nossas Dúvidas e questionamentos porque às vezes entender que eh aonde é que termina eh o processo de produção do aço e onde começa agora o processo de produção de peças né ou materiais de aço e aí eu vou envolver outros processos que não mais aqueles que estavam lá atrás né E no caso que a gente estava discutindo a questão da tempa e a questão das próprias vai explorar
a a a as propriedades debilidade resistência com base nas Ferroligas que são adicionadas então se você adiciona como a Carina colocou aí n ou Cromo você vai mudando a contextualização da característica do aço para uma determinada aplicação uhum só dando mais uma informação quando E no caso por exemplo a gente pega peças maiores indústrias né Eu tinha até esse vídeo mas não deu para passar para vocês quando você pega peças maiores e você faz por exemplo A tempera em óleo a gente tem que tomar cuidado porque nesse Momento pode ter ali a emissão de alguns
fluentes fluentes que tá nesse tipo de óleo e aí vai depender do óleo que eu utilizo bem como a questão da emissão de gases né porque quando você faz a a esse procedimento de restrio rápido porque voltando a pergunta Aline eu pensei apenas em peças que a gente trabalha mais escala de laboratório né mas quando você pega uma empresa grande que trabalha com esse procedimento de temperar por exemplo em óleo ou tipo ou Outro tipo de sais a gente pode ter ali no caso de emissão de alguns poluentes né tanto que se você pegar vídeo
você vai ver o pessoal trabalhando com máscara porque o contato desse óleo com uma peça com alto teor de carbono vai emitir algum tipo de gás e o que acontece que algumas empresas elas trabalham com o sistema de captura de coleta né dessa desse dessa emissão que são poucas né a maioria que faz tratamento geralmente são empresas que Não tem esse tipo de de tratamento e realmente nesse procedimento voltando na pergunta dela Pode sim haver uma contaminação ali claro que é um fluxo contínuo de produção festas grandes sim pode haver então se você pegar eh
nessas empresas maiores você vai ver o pessoal utilizando máscara de proteção perfeito Carina eh o odilson Paiva tem uma pergunta ele te cumprimenta diz uma boa noite gostaria de parabenizar também pela palestra Esclarecedora eh diz que é engenheiro civil e o aço Lógico é um dos grandes Aliados na composição do concreto né Então aí engenheiro civil trabalhando com áo tem uma ligação direta atualmente vemos muitas pesquisas trabalhando na substituição de materiais por material polimérico e até mesmo vidro e aí ele pergunta se é possível com esses materiais alcançarem a propriedade do aço como durabilidade do
ibilidade entre outras não você ser defensora do aço Aqui mas eu vou falar por um motivo eu vou responder E aí o engenheiro químico depois que me corrige Se eu falar alguma coisa vamos lá se você tem o material metáli você tem um tipo de ligação metálica se você tem vidro você vai ter outro tipo de ligação covalente câ você pensa o seguinte esses tipos de materiais por exemplo a estrutura por si só a estrutura atômica dele faz com que ele tenha uma característica vidro ele não conduz Calor cerâmica né um material refratário a gente
usa para reter o calor você consegue deformar vidro dependendo né o tanto quanto você deforma O maço estrutural Se você pegar uma viga lá no seu tá lá no seu Pilar da sua da obra que acontece você coloca você tá fazendo o Pilar você faz a laje faz a viga Você tem o quê um sistema formado tanto pela pelo aço né quanto pelo concreto que foi adicionado ali o seu aço ele tem uma Característica que é de quê De resistir a compressão e atração ele tem a característica de plá I cdade de aguentar e suportar
um peso muito grande que o vidro às vezes não vai o vidro não vai E a cerâmica também não vai por que que a gente eu falo isso na o foi o odilson né que perguntou o odilson vai ter vocês vão até redimir um pouco nessa questão tem um vídeo que mostra o pessoal lá no Japão não sei qual país Fora que tem uma estrutura de vidro o pessoal pisando dançando olhando lá embaixo numer terminada altura eu Karina como engenheira de materiais eu não vou ali eu não vou pisar porque eu sei por mais que
você vai me falar o químico vai me falar o o nosso o nosso profess Carina não tem problema porque que a gente tem uma ligação assim o vidro é assim mas eu não vou acreditar eu não vou pisar ali porque eu sei que eu tenho uma probabilidade muito grande de vazar Lá embaixo então por quê Porque Justamente a ligação da estrutura metálica por você tem elétrons livres ali naquela ela permite com que você suporte um determinado peso e ela vai deformar antes de fraturar ela me avisa o vidro não vai te avisar ele vai trincar
então eu prefiro eu tenho uma segurança muito maior se eu for numa estrutura com ferro com aça entendeu então a diferença tá justamente aí na Questão das ligações metálicas existem na tem tem um prédio em São Paulo que eles utilizaram esqueci o nome dele se Quem souber me lembra ele tem a fachada muito bonita por sinal que é vidro mas eles fizeram com lâminas de alumínio e deformaram ele faz tipo mestre é lindo o prédio achado do prédio foi utilizado o vidro mas para fazer dali para aquela estrutura garantisse ali Eles colocaram ali também junto
um alumínio né então assim Eh para o que a gente precisa não não substituo até mesmo por essa característica do meu material metálico ter essa condutividade elétrica térmica ter uma boa resistência me avisar quando ele o que que a a a a lá no prédio seu quando você olha tem uma fazeres no Pilar lá porque a atenção que foi passada pro ferro pro aço ela passa pro concreto e avisa ó tô trincando né começa aquela rachadura lá no Pilar da do seu prédio na sua casa o Vidro não vai te avisar isso não então por
isso que eu eu nem confio e meu marido Até ri de mim quando a gente vai em determinados lugares que tem a gente foi no sul no Sul tem um lugar lá na Cachoeira do Caracol né que o pessoal Pisa lá tem um nome esqueci o nome do negócio lá tem um nome pessoal fala eu não fui eu não vou eu não vou quando eu fui andar de bondinho naquele lá no Rio de Janeiro quando aquele negócio começou a subir eu comecei a fazer todos os Cálculos possíveis e impossíveis que poderia dar um erro ali
naquele cabo de aço eu olhava para ele eu comecei a fazer todos os cálculos porque a gente desconfia de tudo mania de engenheiro né mas não não substitui para para determinadas explicações não é a gente vai vendo a pesquisa crescente na na linha de materiais alternativos para todos os cenários né Eh a construção civil teve um avanço e tem um avanço significativo Na busca da construção sem utilizar blocos né substituindo por o processo agora né de de construção direta então tem muitas tecnologias mas tem coisas que a gente vai observar que tem um limite também
de aplicação tem limite técnico eh coeficiente de segurança né que a gente trabalha ali para paraa aplicação igual você falou é É lógico que assim a a primazia pela beleza aquilo que atrai a estética a gente vai acabar trazendo Às vezes aí outros elementos né para brincar inclusive porque essa questão do vidro eh realmente ela tem uma uma questão de um risco por não dar sinais tem toda uma outra um outro lado por trás né também pensado para garantir a segurança mas que realmente eh eu acho que você tocou num ponto aí que nesse aspecto
é meio difícil combater né a gente pode entrar com outras características que foram fo feitas que comprovam a aplicabilidade do vidro para Esse caso mas realmente dá sinal de que ele vai trincar dá sinal de que ele chegou no ponto de exaustão e que as ligações agora não sup cortam mais a carga e que ele vai entrar em processo de estresse e fadiga e ele não vai fazer isso quando ele fizer já de uma vez realmente eh não vai ter aquele cenário de avaliação o Odilon aproveita para agradecer diz que prefere aico de tudo tem
vários hoje tem muito uma gama de de materiais né mas enfim fico no aço Ainda estrutural é o lógico a questão de de de grandes construções não é a gente continua Refém de alguns modelos mais antigos e aí quando a gente diz refém não é que não haja pesquisa não há é que o que foi feito até agora e em termos de coeficiente de segurança é o que se mostrou mais viável Quando você pensa por exemplo na construção de uma ponte Não é com um vão muito grande ou com os pilares né ali dentro de
de um de um rio Ou de de um braço de de Então você tem em ali tá sur os esforços né E que a mais o próprio concreto vão estar ali se combinando junto com outras condições para poder suportar essas alterações sejam elas climáticas esforço né que são submetidos né peso compressão então uma série de outros fatores Então a gente tem aí muitos fatos interessantes Carina eu acho sensacional sua palestra eh a gente não tem mais perguntas eu gostaria de dizer assim Fica aberto porque ficou faltando aí fica aquele gostinho de quero mais ficou faltando
algum conteúdo que você planejou pra gente que a gente não conseguiu em função do horário né então quem sabe aí mundo quem sabe a gente consiga novamente eh alinhar já para o ano de 2025 Talvez né Eu não sei eu acho que não sei como é que tá hoje o a a as nossas palestras não sei se já fechou todo o nosso calendário mas fica de Portas abertas Carina é sensacional você estar aqui com a gente dividindo esse conhecimento na área de materiais não é basicamente falando de Aço sobre essas propriedades a gente já veio
aí numa cadeia seguida de palestras de aulas então assim eh quem tá aqui conosco queem não viu as palestras anteriores da Karina Ah poxa eu não entendi o conteúdo foi aquela pergunta que ela fez aí no meio todo mundo é a mesma turma quem não entendeu o conteúdo vai lá na página do YouTube no lampin Procura lá as palestras da Karina que ela fez conosco aqui você vai poder ver as palestras anteriores e aí vai poder assistir também de novo essa própria palestra E aí se você ficou com alguma dúvida se você não não compreendeu
Ah poxa eu não tive pergunta naquele momento porque eu perdi a anterior que ela falou sobre alguns parâmetros né o diagrama de de Fases E aí eu não tava muito perdido quando ela começou a Mostrar as coisas eu não entendi volta lá porque a as palestras da calina são extremamente didáticas tá pessoal E aí Se tiver dúvida com certeza ela tá aberta a esclarecer a colaborar conosco tá bom certeza Carina tá com você aí a Palavra Final deix o seu recado e aí depois a gente encerra eu gostaria de convidar todos vocês para ir pra
parte da metalia brincadeira gente Agradeço a vocês o convite mais Uma vez obrigada tô à disposição se tiver quiser me perguntar tem meu LinkedIn lá pessoal manda mensagem eu respondo também lá no Linkedin na mensagem privada ou então pode me tem meu contato tá pode passar para ele ou pro professor André também pesquisa se que puder ajudar eu já tô em dívida com Neil vou pagar essa dívida com ele semana que vem mas eu tô à disposição para tá tirando a dúvida de vocês tá bom bom cararina eu agradeço digo a quem tá Aqui né
quem ficou aqui conosco eh que possa que ainda não tem inscrito no canal que se inscreva no nosso canal que faça a divulgação das nossas palestras né a gente tá montando já um acero ao longo desses anos bem significativo de cada profissional que vem aqui conosco no PP G 100 eh fazer a palestra transmitir conhecimento e entrar nesse bate-papo Karina é uma prata aqui que já está conosco né já virou uma uma prata da casa mesmo sendo Professora sempre tá aqui colaborando Então isso é F talvez em dezembro a gente vai ir talvez não tem
certeza ainda não olha já vou ficar aguardando visita lá o lampin passa aí no laboratório tá vamos fazer tirar essas dúvidas e quem tá trabalhando com a construção civil que de repente tem a gente tem colegas que estão trabalhando com esforço sobre vigas e outras coisas tá olhando para um lado físico quer tirar dúvid entra em contato com a Karina né ah eu tô trabalhando eu sei que pelo menos ten uns dois colegas que estão fazendo TC aliás TC estão desenvolvendo a tese nesse nesse sentido de esforços sobre vigas e vãos E aí é bem
próprio né de materiais de de de entender as estruturas metálicas envolvidas então é uma dica que eu vi para quem já tá desenvolvendo a tese nesse sentido olhar por esse outro cenário e explorar uma visão de uma outra profissional aqui de excelência Nista suas palavras e consideração fins aí Isa Aguardamos a parte dois Carina foi excelente Ah que bom fico feliz Isa muito bom gente um abraço gente boa noite você gente um abraço boa noite posição bom descanso até o próximo encro Boa noite Prof bom boa noite tchau [Música] tchau Y