[Música] mas eh os autores o que que eles avaliaram eles avaliaram fatores preditores de mudança no desenvolvimento de crianças com PC então o que que eles fizeram eles pegaram diversos fatores diversos itens e avaliaram o quanto esses itens poderiam predizer uma melhora Quais foram os itens que eles levaram em conta será que idade sexo tipo de paralisia cerebral nível de mfs nível de controle motor seletivo tonos por meio da escala de ashworth e aarum seriam preditores de desenvolvimento cognitivo linguagem autocuidado e função motor e social então eles correlacionaram tudo com tudo então vou dar um
exemplo Será que a idade a depender da idade é a idade é um fator que favorece ou dificulta o desenvolvimento da cognição desenvolvimento da linguagem desenvolvimento de autocuidado e assim por diante então eles foram correlacionando todos esses fatores para ver se eles eram preditores de desenvolvimento ou não e o que que eles concluíram eh que foi um achado bastante interessante crianças que apresentavam um bom controle de tronco tinham maiores melhoras cognitivas ou seja ao longo do tempo essas essas crianças que tinham um controle de tronco melhor elas se desenvolviam mais do ponto de vista cognitivo
então aí eles eles encontraram uma correlação eh positiva entre nível de controle de tronco E aí quando a gente fala de controle de tronco a gente tá falando de estabilidade de alinhamento por isso que entra a sarum por isso que eles utilizaram a sarum e eles viram que crianças que tinham melhor controle de tronco ao longo do tempo conseguiam se desenvolver melhor cognitivamente do que quem tinha um pior controle de troc Eh agora a gente vai falar do do desse estudo aqui tá só que ele tá no slide anterior eles estão trocados os artigos mas
é um estudo que avaliou o quê ele avaliou dor Então os autores avaliaram 123 crianças com paralisia cerebral foi um estudo com n bastante significativo um número grande de crianças e eles aplicaram três testes nessas crianças o chq que é um questionário de saúde geral o ptp que é um perfil de dor pediátrica e aplicaram a sa então o que que eles estavam querendo ver eh a depender do nível da criança do alinhamento da amplitude de movimento como que era a saúde geral e o quanto essas crianças sentiam ou não dor e o que que
eles encontraram eles encontraram que existe uma correlação eh existe um nível de dor significativo nas crianças com piores alinhamentos nas crianças com eh deficiências físicas mais graves Isso já é eh pra gente que é da área motora né fisioterapeuta educador físico terapeuta ocupacional é um raciocínio um pouco Óbvio mas é importante a gente Trazer isso de forma científica Então o que os autores sugerem na conclusão é que eh intervenções que possam ajudar o manejo da dor de jovens né com paralisia cerebral eh ela é Um Desafio pros terapeutas E aí o que que a gente
tem que pensar se eu sei que é meu paciente que tem um pior alinhamento de coluna uma pior amplitude de movimento eh uma pior extensibilidade muscular ele vai ter mais dor quanto antes meu protocolo de tratamento tiver condutas que vão favorecer para ele ter um melhor alinhamento eu vou est prevenindo que ele tenha dor então aí a gente já até pula um pouquinho pra parte de planejamento terapêutico e a gente já pode fazer aquele raciocínio de que o quanto mais eu proporcionar pro meu paciente Um bom alinhamento um uma boa amplitude de movimento eu vou
est prevenindo que ele sinta do então é uma forma da gente contribuir para esse manejo da dor nas nossas pacientes com paralisia cerebral esse outro estudo achei bastante interessante foi um estudo muito muito grande eh um estudo publicado em 2019 ele acompanhou ao longo de 2 anos 708 crianças então é um n bastante significativo de crianças que foram avaliadas com idade bastante variada de 18 meses até 12 anos anos e eles avaliaram esses pacientes a cada se meses então eles pegaram aí 708 crianças de 18 a 12 anos a cada 6 meses eles avaliavam e
reavaliaram e fizeram isso durante dois anos para acompanhar como que esses pacientes se comportavam de forma longitudinal era um estudo de acompanhamento longitudinal o que que eles avaliavam nessas crianças o nível de gmfcs eles aplicavam a sarum para ver o o o aliamento de coluna amplitude de movimento ao longo do tempo eles aplicaram a fsa que a gente também usa muito comummente nas clínicas que é avaliação funcional de força e eles aplicaram esse Easy que é um teste de percepção de enduras é é um teste que é aplicado com os cuidadores com a família e
segundo a percepção deles como tá a Endurance dessa criança então eles aplicaram esses testes a cada seis meses durante do anos e o que que eles encontraram a partir dos resultados eles cruzaram e eles conseguiram construir trajetórias longitudinais de escores brutos e de gráficos de persentil Então por que que é legal se a gente pegar o resultado da sarum do nossos pacientes e plotar no gráfico que esse esse estudo traz a gente consegue ver se a minha criança com aquela idade e aquele nível de gmfcs se ela tá dentro do esperado eh para alinhamento de
coluna para amplitude de movimento Com base no o resultado dessa uma então eu trouxe aqui uma imagem dos gráficos depois eu posso mandar esse artigo para vocês se alguém tiver interesse então eles cruzaram por exemplo o resultado da sarum por isso que aqui nesse eixo tá de zero a quatro então eles encontraram eles pegaram resultado total da sarum dos pacientes e as idades E aí eles conseguiram criar um um eixo de trajetória longitudinal separado por nível de mfcs então Eh é assim que as crianças com com gmfcs nível um se comportam com relação ao resultado
da sarum ao longo do tempo é assim que se comportam as de nível dois de nível três de nível 4ro de nível cinco então o que que a gente consegue ver eh quanto maior a pontuação da saú pior de uma maneira geral a grosso modo podemos falar assim pior é o alinhamento de coluna e amplitude de movimento quando a gente tem crianças nível quatro e nível CCO a gente vê que tem um uma mudança da curva ou seja ao longo do tempo essas crianças elas vão elas vão tendo scores pior de alinhamento de coluna e
de amplitude de movimento se a gente sabe que crianças mais comprometidas de um ponto de vista motor segunda gmfs ao longo do tempo elas vão ter piores scores quanto antes eu criar um protocolo de intervenção focado em exercícios que promovam amplitude de movimento e mantenham promovam a alinhamento de coluna perdão e mantenho a amplitude de movimento eu vou prevenir que essa piora aconteça E aí que nem mostrou o outro estudo se eu previno que a pior aconteça eu acabo melhorando função melhorando função cognitiva diminuindo dor diminuindo necessidade de intervenções para manejo de dor então aqui
eles fizeram a mesma coisa eu trouxe o resultado da fsa apesar da nossa aula hoje ser sobre a C1 porque a fsa é uma escala que a gente usa bastante nas Clínicas eh para avaliação de força então a gente também tem esse resultado tfsa se for da prática de de vocês utilizar essa escala para avaliação de força a gente consegue também plotar o resultado do seu paciente dentro de um gráfico com base na idade para ver se ele tá dentro do que é esperado ou não e a mesma coisa pros resultados de percentil Então os
autores trazem aí o gráfico de percentil eh pro resultado da s um ao longo anos separado por nível de mfcs e a mesma coisa PR fsa essa escala Easy eu não coloquei os resultados aqui mas também tem os gráficos para essa escala is eh mas como eu não fui me certificar se existe uma tradução validada em português da escala eu acabei nem entrando nesse méo eu sei que a fsa a gente utiliza e a sarum também então eu trouxe os resultados só delas duas aqui pra gente observar esse outro estudo que eu trouxe também ele
avaliou eh a questão de contratura e de alinhamento né mau alinhamento de coluna n crianças com PC então foram avaliados 122 crianças outros estudo com n significativo é um número grande do ponto de vista científico 122 crianças e o que que eles avaliaram nível do gmfcs então eles classificaram essas crianças pelo gmfcs aplicaram a sarum e essa escala aqui a sk que é uma escala de atividades de criança o que que eles encontraram que eu achei bastante interessante trazer para vocês esse estudo que eh crianças do sexo masculino ou seja meninos com gmfcs 1 e
c ou seja os dois extremos ali de gmfcs eles têm melhores pontuações da s do que meninas então a pontuação da Salum para níveis um e nível C ela é diferente entre meninos e meninas meninos pontuam melhor na Salum do que meninas e a idade também tava associ resultado da s um pros níveis 4 e c ou seja que nem a gente viu lá no gráfico daquele outro autor crianças com nível quro e CCO a idade é um fator que influencia na sarum se eu sei que a sarum tá falando para mim de alinhamento de
coluna de amplitude de movimento e eu sei que a idade vai impactar é aquele gráfico que a gente vê que ao longo do tempo o resultado eh de alinhamento de coluna e de amplitude de movimento das Crianças pior Então esse estudo veio reforçando o achado do outro autor esse daqui eu achei interessante trazer também porque foi um estudo com crianças hemiplégicos então é muito comum Às vezes a gente observar falar mais das crianças de parética ou as eh tetraparética e a gente acaba às vezes esquecendo que tem um grupo grande aí de crianças com hemiplegia
então foram avaliados 45 crianças eles utilizaram a sarum e iaram nesse outro teste que é uma escala de controle seletivo de membros superiores e eles correlacionaram eh se a depender do nível da sarum do score encontrado na sarum se existia eh uma alteração de controle seletivo do membro superior e eles encontraram que sim então a depender eh do quanto é vamos falar Gross do quanto é bom esse score da sarum eh Isso pode impactar ou não no controle seletivo de membros superiores eh indo pra parte mais de um planejamento terapêutico o que que isso simboliza
pra gente o que que isso sinaliza pra gente que as crianças com hemiplegia elas precisam ser trabalhadas de um ponto de vista de al coluna e de amplitude de movimento e às vezes essas crianças elas são esquecidas nesse sentido na hora de fazer um planejamento terapêutico porque elas são crianças que são menos comprometidas do ponto de vista motor Mas se a gente lembrar que todo o movimento apendicular todo o movimento do meu braço toda a destreza coordenação motora fina da minha mão Ela depende de uma estabilidade proximal eu entendo porque que eu preciso olhar alinhamento
de coluna e amplitude de movimento no meu paciente hemiplégico porque se ele não tiver uma estrutura proximal eh com estabilidade adequada a parte de mobilidade e funcionalidade do meu membro superior vai tá afetada porque vai afetar o controle motor seletivo Isso é o que o estudo traz e que faz a gente raciocinar na hora da construção do um planejamento do terapêutico então indo agora pro encerramento né da da nossa conversa da nossa aula para parte do planejamento terapêutico então Eh fechando tudo a sarum ela vai trazer pra gente o quê dados de alinhamento de coluna
de amplitude de movimento o que que os estudos trazem que e questões de alinhamento de coluna e de amplitude de movimento estão correlacionados com aspectos cognitivos dor força e função se eu sei que a sarum me traz dados e que esses dados estão correlacionados com esses aspectos o que eu puder dentro do meu planejamento terapêutico melhorar gerar de condutas para melhorar o Spore da sarum ou seja melhorar o alinhamento de coluna e melhorar a alitude de movimento eu vou est favorecendo para que as os cognitivos sejam desenvolvidos de uma maneira mais adequada que o meu
paciente tenha menos dor tenha melhor capacidade de produção de força e tem a melhor funcionalidade Então a partir disso eu trago para vocês quatro sugestões para que vocês pensem sobre isso na hora de vocês estruturarem um planejamento terapêutico do paciente de vocês a gente utilizar o a primeira sugestão é que a gente utilize a sarum como um monitoramento para avaliação e reavaliação então o usar aquele protocolo já que a gente já tem esse protocolo de a cada seis meses reavaliar os nossos pacientes para ver como que tá indo a condução do planejamento terapêutico para ajustar
condutas que a gente utilize essa um quando foi indicado obviamente para aquele paciente mas que a gente utilize essar um como uma forma de monitorar então se eu tô observando que a pontuação da s um ao longo do tempo e eu avalio e reavalio a cada se meses e tá gradativamente piorando eu consigo ajustar o meu planejamento terapêutico mais rápido então se o meu controle por exemplo eh de alinhamento da coluna Cical tá começando a piorar eu sei que eu preciso incluir no plane no planejamento terapêutico condutas e práticas que vão melhorar esse controle cervical
seja fortalecimento eh seja eh treinamentos que vão melhorar alinhamento seja recursos eh recursos eu digo equipamentos aí a gente já consegue ajustar o planejamento terapêutico para melhorar ISO