Agora sim, oficialmente. Bem, boa noite a todos. Eh, sejam todos muito bem-vindo aqui, né, ao nosso oitavo seminário de engenharia de infestura urbana.
Acho que todo mundo tá me ouvindo bem, né? Porque a gente já tá aí há um tempo testando. Se alguma coisa acontecer, travar, né, tenta primeiro o F5 aí para atualizar ou se cair a gente entra novamente, né, nesse link aí eu entro novamente.
É importante assim que os microfones, né, fiquem desligados, né, fechados para não trazer ruído na hora, né, do evento aí da da apresentação de cada um. eh os questionamentos, né, e as considerações sobre o trabalho, elas devem ser feitas assim de início, né, no chat mesmo e colocando ali, né, alguma pergunta que surgir e tal, e no final a gente vai essas perguntas pro pro palestrante e, né, fazer uma discussão aí sobre cada palestra. Eh, eu coloquei aí, né, no no chat o link da sala, então é importante assim que vocês mande esse link aí mesmo no nos grupos de WhatsApp, né, pra pessoa entrar e tal.
Eh, ah, eu vou colocar também o link da inscrição, né, do local de inscrição, porque é importante aquela inscrição, porque dali daqueles dados também que ajuda a gente gerar depois o certificado, né? Eh, no final das apresentações, a gente tem um outro formulário que é um formulário de presença, né, de participação e uma de avaliação também da da, né, do nosso evento. Bem, a gente, né, vamos ter aqui um um momento de muita informação, troca de experiência, aprendizado sobre vários temas, né, da engenharia de infraestrutura urbana, desde saneamento, engenharia de tráfego, pavimentação, enfim, né, bastante diversificado aí.
né, nossas nossas desde já agradeço aí a presença de todos, né? Eh, acabei não me apresentando, né? Eu sou o J Ferreira de Souza, né, para quem não me conhece, eu estou como coordenador desse evento, né?
Nós estamos indo paraa oitava edição desse evento. Eu trabalho aqui no Instituto Federal do Espírito Santo, né, no IFS, no campus Vitória, eh já há um bom tempo aí, há mais de 15 anos. e geralmente nessa área aí, né, de eh engenharia, eh estradas naé engenharia, engenharia ambiental, a civil e na parte de meio ambiente.
Eh, eu não tô sozinho aqui nesse evento, né? Eu tenho uma equipe aí de mediadores, né, com a colaboração aí da Karen, da Júlia, do Bernardo e do Guilherme, né, que são alunos do curso técnico de estradas da graduação em engenharia civil e até ex-alunos, né, que eu costumo dizer, né, a gente sai do IFS, mas o IFS não sai da gente, não. Então, como é um projeto de extensão, isso é até bem bacana, né, a gente ter, né, gente que não seja interna, né, ao IFS.
Eh, então, galera aí da equipe aí, né, a Karen, Júlia, Bernardo e Guilherme, fiquem atentos, né, para intervir a qualquer momento, né, quando a gente precisar. E como eu costumo dizer, né, que Nossa Senhora do Wi-Fi não nos deixe cair. Bem, eh, antes efetivamente de explicar, né, sobre o oitavo seminário, eu gostaria de chamar aqui na abertura desse evento, eh, creio que esteja aqui o André Galdino, que é o nosso diretor de pesquisa e pós-graduação.
Galdino, está por aí, nos ouve aí. E, Jônio, tudo bom? Tudo bom, Galdinho?
Mais uma vez um prazer tê-lo aqui, né, na abertura desse nosso evento. Eu que me sinto honrado, né? é o oitavo seminário e eu acho que é o meu terceiro ou quarto seguido na na participação aqui com vocês e é sempre uma honra estar aqui.
Então, quero parabenizar a você, Jor, e na sua pessoa a comissão, eh, que tá responsável pelo evento e também aos demais colegas professores que tão tão na eh no na especialização lato senso em eh infraestrutura urbana. Então, desejar a todos um um bom evento. Eh, o Júnior já adiantou aí, mas eu atesto a fala dele.
Participei de outros e sempre vocês trazem eh trabalhos bem interessantes, né? Eh, teve uma colega aí, né, Jonor, que falou assim: "Ah, eu quero continuar estudando". Então, existem alguns programas de mestrado aqui do do campus, eh, tecnologias sustentáveis, que, eh, muitos desses trabalhos que vocês apresentam aqui poderia ser inclusive a continuação do mestrado de vocês.
Então é uma oportunidade também que vocês podem pensar, né? E aí continuar no IFS, como disse o Júnioro, não o o IFS não sai da gente, né? É, mas é uma oportunidade de crescimento, crescimento profissional e também pessoal.
Aproveitem o evento, ele é fantástico. Eh, vocês t vão ter boas trocas de experiências, vão aprender muito com o trabalho dos colegas. Então, que que esteja tudo bem e que, vou repetir, o Júnior, Nossa Senhora do Wi-Fi nos mantha online, tá joia?
Um abraço a todos, todas e que aproveitemos ao máximo o evento. É isso, Jon. Obrigado, viu?
Muito obrigado você aí pela presença nessa abertura. Eu não sei se tá aqui, né? Eu vou chamar que talvez esteja, não olhei ainda, mas a a Telma, que também é a nossa diretora de extensão aqui do campus, eu não sei se ela conseguiu entrar.
Eh, vocês conseguem ver aí o o ô equipe se ela tá presente. A Telma, eu acho que não, né? Talvez ela tinha me falado que ia teria dificuldade, que ela ia tá em trânsito, mas enfim.
eh nossa diretora de extensão, que dá o maior apoio, porque esse é um projeto de extensão, né, com objetivo de trazer o que a gente, né, andou nesse um ano aí de posse, que é um ano muito curto, a gente sabe disso, né, que a gente conseguiu gerar aí alguns bons trabalhos, mesmo com esse curto espaço de tempo. E eh a ideia é que esse trabalho seja ampliado aí, mostrando, né, pra comunidade não só acadêmica, né, interna, mas também a comunidade aí externa, a IFS, por isso um projeto de extensão. Eh, chamo também aqui a nossa coordenadora Silvia, né, que é a coordenadora do curso de pós-graduação engenharia eh de infraestrutura urbana.
Silvia, tá? Tô aqui. Olha, eu gostaria de dar as boas-vindas a todos vocês.
Desejo a todos uma boa noite, cumprimentar o professor André Galdino, né, no diretor de pesquisa e pós-graduação, cumprimentar todos os professores do curso técnico de estradas, professora Deborá, que é a coordenadora do curso, né, que aqui se encontra. E é uma alegria muito grande, né, participar desse momento. Eh, Júnior, sempre, né, como nosso coordenador do evento, coordenador dessa comissão, né, vem trazendo essa motivação.
Eh, e eu sei que todos terão aí uma uma noite muito agradável. Eu já quero cumprimentar toda a equipe que tá com o Jonio aí, que tem uma equipe, né, de alunos que não são da pós-graduação, mas que também estão fazendo parte, né, muito bom tê-los aqui conosco, tá? que seja uma noite proveitosa para todos, tá?
Uma boa noite. Obrigado, Silvia. Aproveita aí na sequência chamando nossa coordenadora de estradas, né, da qual de onde surgiu, né, o curso de pós-graduação, que é a nossa coordenadora Deborá.
Déborá, não sei se ela tá consegue aí Deborar. Deixa eu ver se a Debor tá presente. Bem, ela aparece aqui.
Ah, tá conseguindo. El tá entrando aqui, gente. Só um minuto pra gente conseguiu entrar.
Deborar. Ei, pessoal, boa noite. Desculpa aí que eu tô terminando de chegar em casa.
O trânsito tava horrível. Acabei chegando em casa agora, tá? Mas eu eu desejo aí sucesso nas apresentações.
Tenho certeza que vai ser eh tão bons quanto os outros que já aconteceram, né? Se já estamos aí no oitavo seminário, é porque temos bons resultados, bons trabalhos, né? Muitas vezes, é o que o Galdino falou, eh, os trabalhos aqui, muitos deles podem ser extensão para um mestrado, né?
Só não acontece eh, melhor, vamos dizer assim, o desenvolvimento da pesquisa porque é um tempo, é um tempo muito curto, né? praticamente 6 meses de escrita e se meses de elaboração do projeto. Então, tenho certeza aí que se vocês pensarem continuar no IPS também terão um grande sucesso.
Sejam muito bem-vindos aí e que a Nossa Senhora do Wi-Fi, como o Jonio disse, né, funcione bem. Certo. Obrigado, professora Deborá.
Bem, eh, eu tinha comentado também com, eh, as pessoas da nossa reitoria, mas, eh, infelizmente, né, devido a a as atividades aí, não vão conseguir estar presente aqui, mas enfim, agradeço, né, já a todos eles por ter, né, proporcionado pra gente essa possibilidade, né, de lançar esse curso, né, e chegar nesses resultados que a gente tá chegando aí até no no oitavo seminário. E esse seminário, né, como eu falei, ele é um seminário de extensão. Ele é um evento desenvolvido, né, pela Coordenadoria de Estradas e pelo curso de pós-graduação engenharia de infraestrutura urbana.
Ele é um esforço coletivo, na verdade, de vários professores, né? Não vou citar um a um aí, mas vocês tiveram, né, aula com vários deles aí, então, né, o professor Marcelo Deborá, a Silvia, o Daniel, o Ronaldo, o Emanuel, enfim, eu capaz até de eu deixar de citar alguns aqui, né, mas todos eles, né, foram muito importantes e são importantes porque esse seminário só acontece em função dessa equipe maravilhosa que a gente tem aqui, né, o Bernardo e vários outros. Eh, esse, além, né, desses professores e os servidores também que dão um apoio paraa gente, a gente tem a parceria aí também da ADERTS, né, que ajuda na divulgação desse seminário e, principalmente, eu gosto de dizer, né, os protagonistas do seminário, que são os alunos da pós-graduação, que vieram aqui a público mostrar, né, os projetos que fizeram nesse um ano.
Temos o apoio, como eu disse, né? É um projeto aí que ele visa, né, a integração tanto de professores, alunos, órgãos, instituições e profissionais do mercado da infraestrutura urbana, né, que ajuda nesse compartilhamento deões, experiências na área de gestão, projeto, construção, manutenção, né, nessas diversas áreas aí da infraestrutura. Eh, o evento em si, ele é composto por 10 palestras, né, que eles estão distribuídos em dois dias.
Então, hoje nós vamos ver aí cinco palestras e amanhã mais cinco palestras. Eh, cada trabalho terá cerca de 15 a 20 minutos ali. Então, é importante que sejam bem sucinto aí.
Nós vamos ficar atento esses prazos, né, esse esse prazo aí paraa apresentação e depois da apresentação a gente vai ter um momento aí das perguntas, considerações, né, que vocês já foram colocando aí no chat. Eh, e aí então nós, no final a gente chama, né, o orientador também que queira fazer alguma complementação e e depois então a gente parte paraa próxima palestra, né? Então a gente conta com a participação de todos vocês aí até o final.
Eh, é importante, né, saber que a gente tem aqui, né, a gente quando faz a inscrição, eu dou uma olhada lá, né, nós temos muitos alunos, né, certamente não só, né, da pós-graduação, mas também, como o Jonimar comentou aí, né, tem que aprender porque a próxima vez vai ser a minha, mas também alunos do técnico e alunos da graduação dos diversos cursos que nós temos no IFRs, mas não só dentro do IPS Campus Vitória, nós temos alunos de outros campa inclusive da institui instituição, né? olhando pelas inscrições, só pra gente ter ideia, tinha gente de Angola, né, fazendo inscrição também para esse curso. Então nós temos o Brasil inteiro, né, e gente até fora do país.
Então é interessante, né, não vou me alongar muito, ao final das apresentações, no final do dia, a gente passa um formulário para essa presença e avaliação. Então eu já quero passar aqui paraa minha equipe, né, paraa nossa equipe aí de mediadores. Vocês estão aí, Karen?
Estamos aqui, professor, né? Então, Karen, Júlia, Guilherme e o Bernardo. Tô aqui, professor.
Bacana. Estamos aqui. Perfeito.
Para vocês então chamarem aí o primeiro trabalho pra gente começar que é o trabalho. Boa noite a todos. Eh, eu sou a Karen.
Como o Júnior falou, nós estamos em quatro. Eh, o Bernardo, o Guilherme e a Júlia. Qualquer coisa que vocês precisarem, vocês podem chamar a gente.
A gente vai tá aqui orientando, ajudando vocês com slide, eh, compartilhamento, problemas no microfone, tá bom? Podem ficar à vontade. Vou chamar aqui eh os primeiros palestrantes da noite, que é o o engenheiro Cristian Correa e o engenheiro Cristiano Alvarenga, orientados pelo Dr Ronaldo Felrosa.
Eles vão est apresentando o tema avaliação da utilização da tecnologia APIs na recuperação de vias vincinais. Podem ficar à vontade. Boa noite.
Boa noite, professor J. Boa noite a todos. Tudo bem com vocês?
Tudo bom? Eu tô, eu acabei chegando ainda, tô falando pelo celular, mas o nosso amigo, parceiro Cristian, eu acredito que ele já tá com suporte bem melhor aí. Qualquer coisa, se cair a minha apresentação, a minha fala, alguma coisa, ele tá vai tá aí assumindo tudo aí com com vocês, tá bom?
Boa noite, professor. Boa noite, colegas. Eu vou precisar só que libere a compartilhamento da tela.
Tá bloqueado para mim. Prontinho, perfeito. Eh, boa noite novamente.
Meu nome é só, só um instantinho, Cristian. Eh, Cristian, é um uma um para quem tá vendo aí a tela, se achar pequeno, lá no cursor, leva o cursor no ponto direito da onde aparece a apresentação que vai tá escrito assim, compartilhamento de tela para tela cheia e aí você consegue ampliar, né, essa tela e ver de forma maior, tá? Só uma um detalhe aí para poder quem tá assistindo assistindo, né, de forma ampla.
Obrigado. Pode continuar. Desculpa, Cristian.
Então, que é isso. Vamos lá. Boa noite novamente.
Eh, nosso título mudou depois de junto com o professor, então ficou desempenho da utilização da tecnologia APS na recuperação de vias vicinais. Eh, essa sigla APS é um aditivo permutador iônico de solos que a gente usou. Eu vou seguindo aqui.
Então, introdução. Pavimentação sempre esteve ligada ao desenvolvimento humano, desde os primeiros caminhos rudimentares até as modernas rodovias. No dia de hoje, no Brasil, a maior parte da nossa malha viária ainda é representada por estados vicinais, que hoje 78,5% das vias não são pavimentadas.
Esses dados é da CNT de 2023. eh sendo essas essenciais para o transporte agrícola, acesso a serviços básicos como saúde, educação e o fortalecimento da economia. Essas vias apresentam desafio como erosão, odulações, buracos, poeira, exigindo uma doção de soluções tecnológicas eficientes na estabilização do solo, seja ela química ou mecânica, para reduzir os custos de manutenção e melhorar a traficabilidade.
O objetivo da nossa pesquisa foi aumentar a resistência à erosão, a capacidade de carga na via, estabilizar subbase e base e reduzir a manutenção. Esse produto é o que a gente conseguiu, é um produto ecologicamente sustentável. Ele não agride nem o leito, nem o subleito, nem as plantas eh tiver paisagismo ali ou planta na ao redor quando for aplicado.
Então ele tá atendendo um os parâmetros de sustabilidade. Nós fizemos uma revisão biográfica que foi realizada através de uma pesquisa acadêmica sobre técnicas de estabilização de solo, sobre a viabilidade de investigar esse problema. Então, a gente fez um um estudo procurando essas técnicas de estabilização de solo, onde a gente encontrou a estabilização de solo através de um aditivo químico, ele alterava as propriedades físicoquímicas do solo, reduzindo a plasticidade e aumentando a resistência, que é o que nós estamos tentando com o nosso estudo.
A metodologia, nós coletamos a amostra de solo, nesse caso a gente foi uma jazida no retiro do Congo em Vila Velha, seguindo os critérios da da BNTNBR6457 e realizamos essa retirada do produto e levamos pro laboratório do IFS e nos laboratório junto com o professor realizamos ensaios laborais de análise granométrica, determinação limites de liquidez e TU de umidade e densidade seca. Realizamos ensaio de computação no eh prócto modificado, cinco camadas com 55 golpes cada para obter os parâmetros de índice de suporte Califórnia. Seguindo as recomendações do fabricante, foi diluído 1, 24 ml de aditivo com 1300 ml de água que a gente aplicou nesses solos estorrado, aonde ele passou pel um processo de estabilização inicial de 72 horas antes fosse feito os ensaios.
Esse essa recomendação foi uma recomendação do fabricante do produto que a gente fez um cálculo para poder para chegar nesse nesse valor e foi feito os ensaios. Eh, nossos ensaios com aditivo, não alterou simicamente o ISC nesse período de 7 dias, que foi 168 horas. Apesar que a recomendação de ele partir de uma estabilização no processencial 72 horas após 7 dias de cura, ele não teve um aumento expressivo.
Esse ele teve um aumento de C, mas porém não foi da maneira que a gente estava implementando. Os resultados demonstram potencialmente o o aditivo indicando a necessidade de novas pesquisas sobre aplicação um do DC, diferentes tipos de sol na região, né? O nós estamos realizando um laboratório junto com o professor com uma com 15 e 21 dias que o o fabricante recomenda que a o melhor resultado é depois de 21 dias de 28 dias de cura.
Essa foi o nosso resultado dos ensaios realizados no laboratório. Nós temos um ensaio de caracterização do solo de areia e sil argila, que é o que o fabricante recomenda para que o outro possa ter fazer a sua a sua a sua reação química e dar o resultado. onde teve um percentual de areia gross 3%, média 16,8% fina 1630 e de sil,90%.
Realizamos os ensaios de de limite de placidez e liquidez que é os limites de Alterg foi 46% por limite de liquidez, 27% por limite de capacidade, onde tivemos um espacidade de 19%. Realizamos também os ensaios de compactação, onde tivemos umidade ótima de 19,21%. E uma uma do teor de umidade seca do solo de 1,74.
os ensaios de IEC sem o sem o API, ele sem o aditivo, ele ficou com solo seco 99% e com aditivo 104% nesse período de 7 dias iniciais. Essa é a curva da nossa subidade ótima, aonde a gente vê aqui 1,74 como a massa aparente seca e umidade ótima 16,21 19,21, desculpa. conclusões.
Eh, nossos ensaios com aditivo, eh, como ele não alterou o simplesmente o nosso período que a gente 7 dias, a gente acredita que tem necessidade de estudos interdisciplinares para compreender esse comportamento desses adjunis no solo. O aditivo ele apresenta uma solução economicamente viável, tendo em vista que nós temos aí 73% da 78,5% das vias não pavimentadas no país. Então essa estabil essa esse tipo de tratamento do solo aumentaria simicamente essa estabilização e recuperação dessas vias.
Aqui é a referência da onde nós tiramos nosso projeto. Enfim, tiver alguma dúvida, professor, perguntas, estamos à disposição. Cristiano, quiser acrescentar alguma coisa.
Você tá presente? Sim. Não é isso.
Eu tô com 10, quase 10% de bateria, mas tô ouvindo ainda. Mas exatamente isso aí que o Cristian falou, entendeu? O interessante inteiramente desse produto é que ainda assim em pouco tempo, ou seja, de sete dias, ele já ainda começou a apresentar uma reação ainda bem melhor do que o eh o material sem ele, entendeu?
Ou seja, se a gente conseguir fazer em torno dos 21 a 28 dias, entendeu? Com certeza que nós estamos com amostra lá para poder tirar após esse tempo com o Raldo. Teremos eh apresentações de dados mais eh com certeza mais contundente com relação à aplicação desse produto.
Meninos, eu queria parabenizar vocês pelo trabalho. Eh, e queria chamar o orientador de vocês, o Ronaldo Felrosa, para ele complementar com alguma coisa, fazer algum comentário. Tá bom, professor.
O senhor pode ficar à vontade. Muito obrigado. Nas mensagens a gente tem uma pergunta do professor Júnior.
Eh, esse API já é comercializado no estado? Pode posso responder? Eh, professor, ess nós conseguimos esse esse produto.
Foi, na verdade, eu acompanhei uma obra do interior onde ele foi aplicado. Foi daí que surgiu a ideia inicial de utilizar ele como referência. Hoje tem uma indústria em Vila Velha, chama ASLAB, indústria química, estabilizador de solo.
Esse produto ele já conta também na tabela referencial de preço do DR de infraestrutura como uma referência para as licitações, mas ele já é já é vendido no estado. Essa referência que a genteou em ôniba empresa de Vila Velha, mas nós temos empresas de São Paulo, Rio Grande do Sul também e temos outras empresas no Brasil. Ele de forma diluído com a com a água, né?
Professor Ronaldo é isso, professor. A gente não tá conseguindo te ouvir. Eu posso complementar a a pergunta pro Jânior ali?
Pode, pode sim. Então, esse produto, professor, ele eu retire, retiramos essa ameafado. Ronaldo, o seu microfone não tá funcionando.
Desculpa. Talvez você tenha que de sair e entrar novamente, porque ele aparece ali como funcionando, mas ele a gente não te ouve. Yeah.